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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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Bread
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyQua 31 Maio 2017, 17:24

Metza ainda tentava conter sua gargalhada com uma das mãos tapando a boca quando Grambos explica sua implicância com Bijin com uma voz alta o suficiente para que apenas elas duas e Poo pudessem ouvir: - Minha impotência é tão fácil de curar quanto sua cabeça, ou talvez tenha se esquecido que matou seus próprios pais?


A expressão no rosto de Metza se desfaz quase que instantaneamente pelo tom de acusação que o lider revolucionário impunha na loira de cabelos com as pontas tingidas. Ela volta a ficar ereta e encara o olhar de Grambos *Eu não esperava por... Quando ele dirige sua palavra para ela, cortando completamente seu raciocínio que estava tentando digerir a informação:


- Se eu fosse vocês, tomaria cuidado, ela não é muito grata ao seus amigos. Metza franze a testa e se enfurece, dando um passo para frente com sua perna direita. Não tanto quanto Poo, que estava quase avançando no líder sem braço, mas havia processado a informação e tomado sua decisão... se identificava com Bijin: *Eu não estou nem aí se ela matou os pais... não conheço do livro de sua história nem a capa e não a julgarei! Eu mesma teria matado meus pais se a fuga não fosse uma opção... sua gentileza para com minha pessoa será muito bem retribuída com confiança enquanto ela merecer!*


Metza conhecia há pouco Bijin e Poo, mas fora treinada por Bart para ser sua sucessora e ela tinha aptidão para tal! Sua bela voz encantava seus subordinados e era um dom nato seu dar ordens para eles que obedeciam com afinco nas mais diversas tarefas. Ela já estava estendendo o braço com as costas da mão no peito do panda para interromper seu avanço e ira pois não traria bons frutos para eles naquele instante quando o barulho de fogos de artifício distraem o trio. Eles além de barulhentos eram bonitos e Metza expira tranquila ao ver que Grambos se distanciava e os ânimos se acalmavam.


Todavia a tranquilidade da loira descalça não pôde ser apreciada por muito tempo pela mesma. Bijin admite a acusação de Grambos em um tom que aparentava ser extremamente sincero: - O que ele disse é verdade. Matei meus pais e a minha demora de sair da ilha pode prejudicar meus amigos e quem se aproximar de mim. Vocês andarem comigo pode manchar o nome de vocês, assim como sua honra, por isso se quiserem ir podem ir, não culparei ninguém.


- Não há quem culpar, tão pouco a si mesma... Metza responde de prontidão para Bijin com um tom amistoso de seriedade e um olhar tão belamente penetrante quanto sua voz e a escolha de suas palavras poderiam ser por suas habilidades, prosseguindo: - Não precisa se preocupar comigo... estou em dívida com você e sei cuidar de mim mesma, por isso ficarei do seu lado! Metza abre um largo sorriso com os lábios cerrados após seu discurso de apoio.


Bruce tinha jogado a acusação para Bijin e Poo. Definitivamente esse não era o dia de sorte da dupla. Ele estava aproveitando da confusão que Grambos havia gerado nos espectadores para com A Louca e depositar mais acusações para livrar sua barra. Metza range fortemente os dentes irada com Bruce, quando Bijin sobe em cima do balcão e brada seu discurso para os presentes sobre retaliação.


Metza arregala os olhos prevendo uma desordem e caos generalizados que estavam se formando ao invés das pessoas de fato estarem se preocupando com o que realmente importava no momento: salvar a vida dos envenenados!


Ela então aproveita-se de sua imponente voz, sua habilidade oratória e a técnica Mermaid's Song para elevar sua voz e cantar uma música, tentando acalmar o ânimo dos exaltados à sua volta e tentando fazer com que eles focassem na cura dos enfermos:



- Calma, calma, meu povo!
- Peço que prestem atenção, e foquem
- No que realmente importa!
- Seus amigos e familiares, estão sofrendo em vão
- Peço que se ajudem, e procuremos por médicos
- Mais vale agora salvá-los, do que achar um culpado!
Historico:
 


Última edição por Bread em Qui 01 Jun 2017, 07:37, editado 2 vez(es)
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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyQui 01 Jun 2017, 05:05

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post9

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Os fogos se mostravam encantadores pra garota, não era algo que podia se ver todo dia, ela se sentia um pouco de felicidade e ao mesmo tempo um pouco de desconforto pela situação, era algo um tanto incomum pra ela, mas sua paz não costuma durar, como sempre, e em segundos um saco cobria sua cabeça, pessoas seguravam seus pés e todo um caos se colocava perante ela, ela simplesmente odiava essa sensação, era como a muito tempo atrás, uma sensação de impotência perante aquilo. “QUE PORCARIA É ESSA?!” os pensamentos ficavam turvos mas aquilo não parava ali mesmo ao se debater ela não era capaz de se soltar completamente. Aquilo deixava ela apenas mais chateada com a situação e, por fim, ainda havia uma queda da colina “Mas que? esses caras tão abusando da sorte...” algo ruim estava na sua mente ela havia ouvido grunhidos de outra pessoa, e sobre um rapto de kuro, logo retirando o saco de sua cabeça o homem havia sumido dali e quatro homens estavam em sua frente com porretes e coisas similares, tudo parecia mais claro na sua mente agora, não era nenhum tipo de brincadeira, era realmente algo sério, e também agressivo.

Primeiramente a garota levantaria o mais rápido que conseguisse sempre manteria os olhos fixos nos homens, depois ela entraria em postura de combate assim que pudesse estar completamente de pé, ficaria sempre atenta a mãos e pés dos homens visando antecipar possíveis ataques ofensivos dos mesmos, ela tentaria ver o porte físico dos homens talvez ela pudesse lidar com a situação, visando pensar que estava em menor número também, ela tentaria olhar rapidamente em volta procurando possíveis pegadas ou qualquer indício de pra onde o Kuro pudesse ter sido levado “Droga, isso de novo não, já chega desses dias ruins” se houvesse algum indício ela, pelo menos, saberia para que lado correr, ela até pensara em falar qualquer coisa para os homens, talvez perguntar para onde Kuro foi levado, mas seria completamente inútil dizer qualquer coisa naquela situação.

Se pela rápida observação, ela notasse que Kuro foi arrastado na direção que os homens bloqueiam ela faria uma finta correndo rapidamente pra cima de um dos homens da ponta direita ou esquerda(dependeria de como seria a observação que ela fez, e qual a direção mais propicia), fingindo como que fosse realmente dar um pontapé meio ao peito dele mas aproveitaria a deixa pra tentar desviar sua trajetória um pouco mais para o lado contornando o cara “Bye bye garotos, tenho outro encontro marcado”, seguiria o mais rápido que pudesse para frente, se durante a aproximação o cara tentasse atacá-la ainda quando estivesse de frente com um golpe horizontal alto próximo a altura do peito ou cabeça, abaixaria o tórax ainda correndo(Vide a corrida feita em Naruto pelos ninjas), e continuaria com o contorno planejado, se o ataque fosse muito baixo na altura das pernas ela saltaria visando esquivar-se, porém pularia já visando a direção do contorno e não reto fronte ao cara, se fosse na vertical reto visando a cabeça dela, desviaria para os lados também como já descrito visando sempre passar correndo pelo mesmo, ela não podia perder tempo, afinal mesmo que ela não pudesse sozinha salvar o homem poderia ao menos ver para onde o levaram e possivelmente tentar algo depois.

Se algum dos outros caras tentasse atacá-la durante a finta ou corrida posteriormente ela tentaria esquivas similares porém como estes teriam que provavelmente vir pelo lado já que ela correria pra ponta ela visaria sempre se afastar em direção ao seu caminho, se, por exemplo, um deles viesse correndo pelo lado com um ataque ou até mesmo mais de um, daria rápidos passos laterais tentando tirar o corpo da trajetória, e assim como nos outros prosseguir com o destino, se de alguma maneira viesse um golpe pelas costas vindo tentando acertá-la faria um rolamento na diagonal reto pra direção da fuga, que seria seguido de uma corrida posteriormente.

Se a direção para qual ela julgassem ter levado Kuro fosse diferente de onde os caras estavam ela apenas sairia correndo para o local sem pensar duas vezes mantendo as mesmas opções de defesa, para ataques altos e baixos, pelas costas e laterais, se alguém tentasse agarrá-la em algum momento, perincipalmente vindo em direção das pernas, faria um rolamento na direção contraria, se nessa direção, por exemplo, tivesse um outro inimigo a frente, rolaria diagonalmente tentando se afastar dos dois.

Caso fosse notado pela ruiva que não haviam métodos para a fuga ou sua fuga falha-se, obrigada a lutar ela tentaria se manter sempre em combate fechado, visando derrubar um por um, ela colaria num cara e tentaria girar com ele, ela pensava que talvez dessa maneira ficasse mais difícil atingi-la sem haver risco de bater nele também, poderia deixar eles mais confusos ao menos, ele tentaria desferir um chute alto utilizando do giro do corpo, que miraria na altura das costelas do homem, partindo desse chute ela aproveitaria para contorná-lo como se ela dançasse em volta dele, ele tentaria manter os olhos sempre virando de um pra o outro afinal não podia se dar ao luxo de perder a atenção, outra das coisas para a qual a jovem se preocuparia era em nunca dar as costas pra maioria ou a oportunidade de ser cercada, se ela notasse que estava sendo suscetível se afastaria novamente tentando se distanciar do grupo inteiro, andaria de costas dando passos rápidos sempre tentando manter os olhos no grupo, ela se aproximaria golpearia um deles e se afastaria para trás, novamente, repetindo isso o quanto de vezes fosse possível(Sim o estilo Dark Souls de combate).

Mesmo com as precauções se ela fosse cercada em algum momento, ela tentaria usar de esquiva para de retirar do meio deles, se houvesse espaço entre um homem e outro faria um rolamento por meio deste, levantaria rapidamente e giraria todo o corpo virando de para ficar frente com eles. No caso de o mesmo não ter brecha tentaria apenas esquivar dos possíveis ataques que viessem dali, buscando oportunidades de abrir brechas, estar cercada era algo desagradável pra ela e sair de tal meio se tornava quase uma prioridade exclusiva nesses casos.

Se depois da observação ela não pudesse supor pra onde Kuro foi levado ela tentaria correr para o lado e/ou ambiente que parecesse mais favorável, tentaria despistar eles durante a corrida, usaria de curvas e entradas que pudessem estar à disposição(RUN LAYLA!! RUN!!), tentaria ir para a praça central pois assim ela poderia pedir ajuda avisando do ocorrido, apesar de ela já ter em mente que isso podia ainda assim cair sobre culpa dela, mas isso era o de menos, agora o importante era a segurança de um inocente.



Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptySex 02 Jun 2017, 11:22




UNNAMED

Alones


Ao todo umas 30 pessoas talvez agoniassem de dores no estomago, mas outra centena estava bem ainda. Se a situação fosse avaliada perceber-se-ia que talvez apenas o ultimo barril aberto por Bruce estaria envenenado. Afinal as pessoas já estariam bebendo a um bom tempo desde que a festa havia começado.

Mas em meio a turbas furiosas ninguém se importava muito em realizar deduções, pois o mais interessante era apontar dedos e gritar mais alto que os demais. Buki era uma dessas, avançando sobre a multidão rija e com um olhar louco, empurrava os que não saiam da frente para conseguir passar, mas não foram muitos que arriscaram ficar na frente dela temendo o que ela pudesse fazer.

Poo e Metza seguiram atrás. Poo olhava com raiva para Bruce e para todos que ousassem não sair do caminho de Buki que ia a frente. Seu semblante fofo estava carregado em irá pela bebida. O deus do álcool logo puniria a todos.

Metza por outro lado mantinha uma mascará de jogral, e começa a falar com as pessoas antes de Buki chegar ao seu objetivo, seus pés quase dançando enquanto ela rodava enquanto caminhava deixando seu olhar passar por todas as pessoas entoando os versos para tentar acalma-las.

Funcionava inicialmente, algumas pessoas deixando o semblante carregado para trás e olhando com mais atenção para os doentes. Ouviu-se pessoas perguntando por Kuronim, pois ele saberia o que fazer e colocaria ordem nas coisas, alguns assentiam com Metza, mas então todos novamente pararam quando Buki alcançou seu pedestal.

Bruce praticamente caiu de cima do balcão, atrapalhando-se em meio aos barris de bebida derrubando alguns e algumas garrafas.

A expressão de irá deformou o belo rosto da louca, deixando apenas a vaga impressão que aquela havia sido algum dia uma bela garota. Olhos em fúria varreram olhares julgadores na multidão, mas estes eram substituídos por medo, ou por uma irá fervorosa idêntica a da jovem.
EU SOU BUKI BIJIN. CONHECIDA COMO A LOUCA POR VOCÊS. ISSO FOI DEPOIS DE EU TER MATADO OS MEUS PAIS.
FUI LEVADA A MARINHA E INOCENTADA PELA MESMA, E EIS QUE ESTOU AQUI NOVAMENTE. SE EU TIVESSE FEITO MAL A ALGUNS DE VOCÊS TERIA DITO ISSO. SE EU QUISESSE ALGUM DE VOCÊS MORTOS, ACREDITEM, EU MATARIA. MAS NUNCA QUIS E AINDA NÃO O QUERO, MAS QUEM ACUSAR A MIM, MEU AMIGO POO OU MINHA NOVA AMIGA AQUI NÃO VAI PASSAR IMPUNE PELO MEU MARTELO. ALGUÉM OUSA REALMENTE A ME ACUSAR E SE SIM TEM ALGUMA PROVA?! SE NÃO TIVER CALE A PORRA DA BOCA OU EU MESO VOU CALAR. POIS NÃO FUGI ANTES E NÃO FUGIREI AGORA,
POIS EU, BUKI BIJIN, A LOUCA, SEREI CONHECIDA NO MUNDO TODO COMO O BEM COM O BEM, MAS O MAL COM O MAL, NÃO ME IMPORTA SE É UM CIVIL, UM PIRATA OU MARINHEIRO, MAS MEU MARTELO NÃO SE CALARÁ DIANTE DE NINGUÉM.


Tudo e qualquer coisa que Metza havia conseguido se apagou a partir dali. Olhos furiosos se espalharam pela multidão, bem como olhos temerosos que consideravam o que ela podia fazer.

- Você é a única criminosa aqui, e ainda nos ameaça? Quem mais teria envenado às bebidas se não você.. Certeza que não ficou satisfeita em matar teus pais. - gritou uma voz na multidão.

- Peguem ela!!!! E chamem o Kuronim ele vai dizer o que fazer. - algumas pessoas começavam a correr e olhar ao redor procurando o regente da cidade. Até Grambos serviria naquele momento, mas ele também parecia não estar ali.

Esse teria sido o momento perfeito para Levi sair de fininho, ou ter aproveitado que estava próximo a barraca de mascaras e ter pego uma para poder se misturar as pessoas, mas ele teve aquele sentimento que todos os homens tem e não conseguiu abandonar uma mulher para ser sacrificada em seu lugar.

Ao bem da verdade ele teria sido o culpado por isso, e percebeu isso conforme as peças iam se juntando. Com a bebida algumas poucas pessoas haviam passado mal, bem... Trinta não eram tão poucas assim, mas.... E se ele tivesse drogado a comida? Uma olhada ao redor revelava que muitas das pessoas andavam com espetinhos de carne, ou pratos, mesmo carne no pão. Trinta poder-se-iam facilmente virar 100, se não mais. O pequeno caos seria agora um verdadeiro pandemônio.

Engolindo em seco, ou saque, ele seguiu em frente, olhos furiosos se voltaram para ele no momento em que se espremia pela turba furiosa em direção ao palanquim improvisado. Não obteve espaço para passar com a mesma facilidade da loira, agora os ânimos muito mais inflamados quase não lhe permitiram a passagem, mas por fim tropeçou para frente do palco e começou a falar.
Talvez não fosse um bom momento para assumir a culpa, mesmo assim ele o fez. Bijin não desceu e contrariada cedeu um lado para Levi. Metza e Poo permaneciam a frente do balcão virados e tentando conter a multidão.

Um copo de bebida arremessado passou onde antes estava a cabeça de Levi assim que ele esquivou, Buki não teve a mesma sorte e foi atingida por um sanduiche meio comido, este quicou em seu busto manchando sua roupa com molho picante antes de cair a seus pés. A jovem quase rosnou e se jogou na multidão nesse momento.

Levi tentava discursar, mas para seu azar a raiva já havia se inflamado e havia na multidão aqueles que estralavam os dedos prontos para saltar sobre eles.

– Não posso deixar inocentes....

- Vão à merda!!!! São todos culpados, peguem eles.. (OFF: Muda o consumo do álcool no histórico Alencar)

Estavam os quatros próximos a banca das bebidas. Em sua frente uma multidão agressiva. Atrás, em suas costas seguia uma rua. Estava no limite norte da praça. Mais ao norte haveria um rio.

>>>>>>>>Bela adormecida<<<<<<<<
Dentro do bar do Bruce um jovem se levantava. Estava em uma cama improvisada, feita de mesas. Sua coluna doía devido ao desconforto. Olhou em volta para o que parecia ser o estoque, embora este estivesse consideravelmente vazio.

Estava escuro, mas a porta aberta deixava entrar a luz que vinha do outro cômodo. Mal acordava já se levantava, buscando entender o que havia acontecido, ali foi que vozes chegaram aos seus ouvidos.

- Eu sabia que esse covarde iria colocar a culpa no primeiro idiota que visse na frente. Grambos pode não ter gostado daquele showzinho, pode não gostar dos nossos métodos, mas ele não poderá negar que funcionam.

- Aquela garota..... Caiu como uma luva. Quando a vi mais cedo no bar soube que poderíamos usa-la. Mas foi difícil convencer Grambos, talvez tenhamos que dar um jeito nele e colocar alguém mais capaz de fazer o que for necessário. Ele amoleceu bastante com a idade.

- Não cabe a nós decidir, vamos cumprir as ordens que nos foram dadas. Deixe que o comando decida se vai ou não manter Grambos no comando da ilha. Nossa missão era criar uma confusão e jogar a culpa em outros enquanto usamos a distração para sequestrar o maldito do Kuronim.

- A terceira unidade informou que estão o levando para o navio e logo irão zarpar para Logue. Ele se afastou da festa com aquela ruiva, facilitou muito as coisas. Vai ser fácil culparem ela pelo sumiço dele.

- Só nos resta calar aqueles incompetentes da floresta. Eles deviam ter envenenado a comida. Por sorte tínhamos o plano B. E conseguimos usar ainda o garoto.

O dorminhoco não entendia nada na verdade. Ouvia as palavras, mas nenhuma delas parecia fazer muito sentido. Garoto, garota, algo sobre envenenar as pessoas. Grambos havia feito algo que não gostava e haviam sequestrado Kuronim.

Eram pelo menos três, conversavam aquelas coisas casualmente, de certo não haviam se dado conta dele ali, e nesse momento o jovem teve certeza que esse era a única coisa que o mantinha vivo.

>>>>>>>>> Moro das lamentações<<<<<<<<<<<<<

A aflição tomou conta da ruiva. Naquele momento inicial ela achou que aquilo era uma brincadeira de mal gosto, talvez Kuro se mostrando ser um canalha e não alguém gentil, ou talvez pessoas da cidade lhe aplicando alguma lição... Depois das reações que havia visto durante a festa não lhe seria realmente uma surpresa.

Mas com o tempo a ficha caiu e logo ela viu que não era uma brincadeira. Estava ainda no ponto mais alto do morro. Em suas costas havia uma arvore nodosa e frondosa. Mais atrás ainda o rio e uma bifurcação do mesmo. Sendo que um dos ramos corria em direção a praça central e o outra ramo corria pelo meio da área residencial.

Não havia ponte naquele local. Não ao menos que a ruiva enxergasse. A lua iluminava o céu noturno, mas sem a iluminação artificial por perto seu campo de visão era limitado. Entre a praça e ela esta os quatro homens. Sua visão deles era razoável, visto que estavam a 4m um do outro.

Correr para a cidade? Correr para o rio? Percebeu que eles sorriram para ela e se espalharam. Dois para cada lado, deixando o meio vago, um convite para ela correr para a praça. Um deles, negro com dentes brancos falou com ela.

- Vamos?? Vá pedir ajuda! Não precisamos de você aqui de todo modo.

E assim a jovem fez. Ouvisse atrás de si a risada dos homens quando ela passou por eles. Mas estava aflita de mais para dar importância para isso. Kuro havia sido gentil com ela e mesmo que a culpa lhe recaísse ela precisava fazer algo e não permitir que ele sofresse algum mal.

Se ela pensasse com calma iria perceber que os sequestradores teriam que ir para algum lugar, pois o caminho que ela seguia iria passar junto a praça, mesmo que estes tentassem pagar um desvio eles ainda passariam próximos a muitas pessoas.

Quando ela finalmente chegou à praça a confusão lhe atordoou. As pessoas haviam se reunido mais para o centro, a musica havia parada. Havia gritos de desordem. Acima de um balcão um jovem de cabelos curtos gritava algo, ao seu lado havia uma garoto com o rosto retorcido pela raiva. Layla enxergava-os pela lateral, quase vendo-os de trás.

As pessoas se aglomeravam-se a frente destes, olhares furiosos e julgadores. Outros civis gritavam ordens e carregavam pessoas pro hospital em macas. Esses carregados gemiam e seguravam com força o estomago.
– Não posso deixar inocentes....

- Vão à merda!!!! São todos culpados, peguem eles..
Ela observou pessoas furiosa avançando contra o grupo. Logo parecia que esses seriam linchados em publico.

- Onde está Kuronim afinal? - gritou alguém mais ao fundo da multidão.








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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptySex 02 Jun 2017, 15:21




Treta


Treta, tretosa, tretuda!



- Isso que eu chamo de uma sujeita picante! – comentaria – E-Eu acho que a sua... A sua... – apontava para a roupa dela – Acho que ela está um pouco suja. Mas, nada que se preocupe. Eu posso limpá-la, só você tirar ela e, calma, não que eu queira te ver sem ela, talvez queira, não, não quero, só estou dizendo que...




"Creio que quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino."




Realmente aquela situação estava bem crítica. Éramos alvo de boa parte da população e as coisas não iria terminar bem, alguma intuição me dizia isso, ou talvez fossem apenas os objetos voando em nossa direção que me faziam pensar nisso. Estávamos em uma situação bem complexa e teria de pensar em algo se não eu não teria mais como pensar coisa alguma. A nossa frente uma população irada, atrás nossa melhor alternativa, uma rua vazia. Estávamos em um aparente “grupo”, pelo menos naquela situação era isso. Não tínhamos muito tempo, teria de apostar tudo na ajuda dos presentes, principalmente do ursão para o que planejava fazer.

- É o seguinte. Eu não fiz nada disso, mas também acredito que vocês não fizeram, principalmente por sua atitude, louca, mais sincera. Eu ouvi falar de você, grande panda, seu amor pela bebida e vício também, então não creio que tenha sido vocês. E você... Por que está descalça? Ah, deve ser só impressão minha mesmo... – olharia para os atacantes vindos em nossa direção – Eu não sei o porquê de estar nessa confusão, mas estamos nessa e sairemos dessa situação juntos. Não nos conhecemos, mas nesse momento temos que agir como um grupo unido. Não adianta de nada falar muito com eles, eles não acreditarão em nada, temos que fugir, essa é a nossa melhor alternativa.

Rapidamente olharia para o redor. Uma banca, uma barraquinha de bebidas, barris de bebida talvez secos e alguns cheios, uma rua deserta, algo poderia ser feito para conseguirmos tempo. O grande urso poderia ter alguma força, maior que qualquer uma ali. A mulher aparentava ser destemida, louca, mas, destemida. A outra não havia entendido bem sua ação, mas teria que descobrir na prática.

- Bem, temos que ganhar tempo. Ursão, você pode ter todos os motivos para me odiar, mas tanto quanto você, eu amo bebidas, então não as contaminaria. Então precisaremos da sua ajuda. Primeiro você terá que ser nossa parede. Quando sairmos dessa “mesa”, você a vira e coloca na frente da rua, assim como fará com a barraca do velho que acusou vocês, não me questionem, apenas façam! Eu falo demais, isso é um problema, mas... – respiraria – Nós dois – olharia para a garota mais quieta – Iremos pegar alguns barris de bebida pra tentar ganhar mais tempo. Você, você é louca, faça suas loucuras e cuide de quem atravessas a barreira do ursão e o proteja, ele é essencial para nós. Quando e se conseguirmos algo, o ursão sai e arremessamos. Big panda, você tem que ser rápido. Nos vemos no fim da rua. Boa sorte e que Deus nos ajude!

Não podia pensar muito, a ação deveria ser primordial. Primeiro eu correria até a direção de alguns barris, caso os visse, se não procuraria e esperaria que o panda agisse também. A garota que havia convocado talvez estivesse na procura também, então acho que seria mais rápido. Uma vez que não encontrasse barris de bebida, tentaria questionar com um grito o panda. Se o mesmo não soubesse onde estava, aí voltaria e tentaria segurar a barra com o panda.

- Não achei nada que servisse, teremos que abortar essa missão e ganhar tempo lutando. Vocês duas sigam e tente encontrar latões de lixo, nós tentaremos segurar a barreira.

Todavia, caso encontrasse os barris de alguma maneira, alertaria o panda para o mesmo correr até o ponto combinado. Ao fazer isso, o panda certamente deixaria uma brecha, então eu arremessaria o barril rolando em direção aos atacantes e esperaria que a garota fizesse o mesmo. Se ela não tivesse força pra fazer isso, a ajudaria. No caso de conseguir ganhar tempo, alertaria para os mesmos prosseguirem e tentaria encontrar alguma rua antes para voltar e conseguir a máscara e as adagas. Caso não conseguisse me aproximar e visse isso antes de tentar, voltaria para junto do recém-formado grupo.

Entretanto, caso encontrasse e conseguisse me aproximar de maneira cuidadosa, tentaria procurar a máscara que me interessava e a pegaria. Olharia para o dono da banca e ameaçaria. Certamente as armas estariam com ele, então eu não deixaria tão fácil assim. Pegaria uma das milhas plantas da mochila e tentaria esfrega-las no rosto do homem e assim, torturando-o, buscaria conseguir o que queria. Durante o caminho ou ao falar com o dono da banca, me prepararia para qualquer sinal de ataque e tentaria desviar saltando para trás.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptySeg 05 Jun 2017, 04:40

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post11

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A garota notando que os homens abriram espaço para que ela passe ali naquele lugar, estranhava a sutileza, mas para ela ficava claro que eles não estariam preocupado com isso, para eles ela seria a culpada, e talvez isso realmente viesse a acontecer, mas ela não se preocupava com isso seria só mais um crime de que seria acusada injustamente, aumentar um pouco mais de currículo, para onde eles teriam levado Kuronin, isso não saia em momento algum da cabeça da ruiva, mas pela ideia principal eles teriam poucas opções de locomoção. Ao se aproximar do local ela via pessoas aparentemente furiosas em direção a um grupo de pessoas que estavam ali presentes, um homem um tanto jovem e bonito parecia discursar em cima de um balcão, claro ele não tinha a melhor plateia, mas ela não podia pensar muito, ela estava naquele momento precisando de ajuda, independente do que ela viu ali ela pediria por socorro, quer o homem esteja falando ou não lá, então ela puxaria o ar estufaria o peito e gritaria com todas as forças que tivesse. -SOCORRO, KURONIN ESTÁ SENDO SEQUESTRADO, AUGUEM ME AJUDA POR FAVOR.- ela pararia um pouco retomaria o folego e daria um segundo grito. - ELES NOS SEGURARAM ERAM MUITOS, COBRIRAM MINHA CABEÇA COM UM SACO, NÃO PUDE VER PARA ONDE FORAM.- Ela retomaria o folego novamente, caso as pessoas ainda não tivessem prestado atenção nela ela se aproximaria mais da multidão e repetiria os mesmos gritos, até alguém ouvi-la, ao mesmo tempo que gritava ela tentaria prestar atenção em possíveis ações ofensivas da plateia.

Se demora-se para alguém ouvi-la ela sairia correndo ao redor das pessoas tocando nas costas delas para chamar atenção pelo menos das que estivessem ao final do amontoado, enquanto gritava. - POR FAVOR, VOCÊS, ME OUÇAM KURONIN ESTÁ SENDO RAPTADO, POR FAVOR ME AJUDEM, FOMOS ATACADOS PRÓXIMO A UMA ARVORE NA HORA DOS FOGOS.- Ela tentaria conseguir com que as pessoas a ouvissem e quando estivessem olhando para ela ou, pelo menos, prestassem atenção ela começaria a falar. - Precisamos procurar Kuronin, eu sozinha não posso fazer muito, mas se formos muitos poderíamos encontrá-lo- Ela apontaria para o lugar onde os homens a atacaram e prosseguia -Foi lá onde fomos atacados, eles colocaram sacos nas nossas cabeças, e o levaram, me debati até escapar, quando conseguir tirar o saco eu já não podia mais ver onde eles haviam ido, por sorte consegui fugir.- Ela pararia um pouco, esperando a reação das pessoas.

De certo mostraria um olhar que para muitos talvez parecesse desespero, mas aquilo era determinação, ela estaria pronta para enfrentar a multidão? Seu coração batia forte naquele momento, e ela sabia que muitas coisas poderiam vir dali, mas já não importava mais, ela havia dito o que precisava. Caso as pessoas realmente se dispusessem a ajudar (Difícil mas possível) ela se acalmaria um pouco mais e falaria. - Vamos nos dividir, procurem mais pessoas pra ajudar, todas as que puderem, sigam por onde puderem imaginar, porto, arrozais, pelas proximidades da floresta, pelo rio, e onde mais puderem, temos que salvá-lo.- Ela olharia para os lados e diria. - Se precisarem de um barco eu posso guiá-lo, aprendi a pilotar a um tempo atrás.

Se eles não fossem receptivos a ideia (O que se mostra provável) e gritassem, e caluniassem a moça ela faria um rosto um tanto quanto celebre e calmo, já era algo que ela estava esperando, por mais que seu coração estaria sempre a mil naquela situação, onde sua mente se preocupava com a segurança de Kuro, e ela não sabia se conseguiria tal coisa sozinha, mesmo assim ela falava. - Vocês podem me odiar o quanto quiserem e terão tempo pra isso, se quiserem jogar coisas em mim joguem, não fará diferença, mas façam por Kuronin.- Ela olharia para eles com o olhar em chamas, e apenas daria as costas para a multidão enquanto observaria a presença de tochas ou algum tipo de luminária ali por perto e prosseguiria falando. -Amando ou odiando a verdade é imutável, podem jogar a culpa em quem quiserem mas isso não vai mudar o que aconteceu. Vocês apontam dedos aleatoriamente, sem qualquer prova do que aconteceu, ponham-se no lugar de quem ofendem antes de fazê-lo. - Ela viraria de volta para eles novamente, sempre se manteria de olho em coisas que pudessem ser jogadas em sua direção, e logo ela diria uma última coisa perante todos, talvez pudesse pelo menos fazê-los ouvir. -Imaginem se esses fossem seus filhos, julgados sem provas, o que fariam? Continuariam a apunhalá-los?- Se tudo falha-se ela faria um sinal para o jovem em cima da mesa, arregalaria os olhos e gesticularia rapidamente com os lábios sabias palavras, importantes para a sobrevivência de qualquer ser vivo e da humanidade até tal momento. Era algo como: “Vaza dai que dá tempo.” e logo abriria os braços (COME AT ME BROW) ficando com o peito aberto e diria. -Vamos lá não devo nada a vocês, me odeiam? Querem me matar? Acham realmente que fiz algo contra seu garoto? me peguem então!!- (Adeus Layla foi bom te interpretar, se vais tão cedo. Balançando o lencinho do adeus.) giraria o corpo rapidamente em 180 graus indo para a direção contraria a multidão e correria tentando despistá-los em meio a curvas ou coisas que pudesse fazer pelas ruas, caso não tivesse muitas opções como último recurso se lançaria no rio, e nadaria para o mais distante que conseguisse, após isso se acoplaria a margem saindo para fora e observando se ninguém a seguira.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptySeg 05 Jun 2017, 10:51



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Eu não corro de ninguém



  O clima estava tenso, eficou ainda mais tenso quando um sujeito em meio a meio discurso se aproxima de mim assumindo a culpa e querendo dividir o palanque comigo, é claro que agora todo mundo iria me culpar, um cara que ninguém nunca viu sobe ao meu lado assumindo a culpa, o que a multidão vai pensar?!

  Jogaram um pão contra a minha pessoa e claro que isso me sujou, mas nada me deixou mais suja que o comentário do louco que estava ao meu lado, que mesmo em meio aquela confusão pensava em meu corpo como um objeto a ser admirado. Minha vontade de espancar ele estava a mil e quase já não tinha mais como me segurar.

  Porém logo após ele confessar o "pecado" ele dá uma de louco e simplesmente diz que não foi ele que fez o que havia anteriormente dito e vem com um plano mirabolante de fuga diante da multidão, ele esperava que eu, Buki Bijin, conhecida como a Louca, fosse realmente fujir de covardes como eram aquela população, que face eu teria de sair ao mar e me aventurar? Quando encontrasse perigo iria novamente fugir? Não, era óbvio que não, já havia sido vítima por anos e agora que tinha força para me levantar não me tornaria mais uma pessoa passiva.

  Assim que aquele homem se vira para tentar correr eu literalmente dou um pé na bunda dele para que ele caia do meu palanque improvisado. olharia para meus dois companheiros que entraram comigo naquela situação.

  - Me desculpe se coloquei vocês em má situação. - Diria com calma para eles. - Mas eu não vou fugir com o rabo entre as pernas deste bando de covardes.

  A partir deste momento estaria mais atenta a objetos arremessados, embora não me importasse, só desviaria de algo que realmente fosse perigoso para mim. Tirando isso não me moveria mais do que o necessário. Na verdade eu estava passando por uma luta interna grande, meu passado na ilha era algo triste e que me machucava demais, por anos e anos fui oprimida e abusada pelos meus pais e só algumas poucas pessoas sabiam disso. A pouco, quando estava com o Poo, tomei a decisão de não ser mais oprimida ou permitir que outros oprimissem os mais fracos, agora estava sendo testada.

Deveria gritar com o povo ali novamente? Embora não gostasse dessa ilha por causa do meu passado não tinha exatamente algo contra aquelas pessoas, mas não permitiria que eles me acusassem assim.

- CÃES COVARDES! - Voltava a gritar com a população. ATIRAM PÃO E GRITAM ESCONDIDOS NA MULTIDÃO! MINHA AMIGA JÁ DISSE PARA VOCÊS CUIDAREM DOS SEUS DOENTES E EU JÁ DISSE QUE NÃO CORREREI DAQUI! QUAL É A PRESSA?! CORRAM E CUIDEM DOS SEUS AMADOS E SE QUISEREM ME PROCUREM PARA DISCUTIR COMIGO ALGO QUE EU REALMENTE TENHA FEITO ERRADO.

Estava tudo ali acabado, não tinha mais o que falar e nem o que fazer, sentaria no meu palanque e esperaria ver o que iria acontecer, se querem brigar apanharia e não reagiria, eles com o tempo descobririam os culpados, se querem ir embora e cuidar dos doentes bem fariam eles, mas o que me veio a mente era que ainda precisava de uma navegadora e aquela ruiva tinha saído da minha visão, quando eu a achar vou ter que convencer ela de me ajudar a sair desta ilha com o Poo. Estava cansada de viver nessa ilha.

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptySeg 05 Jun 2017, 21:50

Era um turbilhão insano de acontecimentos repentinos. Após Metza tentar acalmar em vão a situação, Bijin tomava a palavra em cima do palanque improvisado e bradava ferozmente contra a multidão. *Isso não pode piorar...*


Mas sim... de fato poderia, assim como piorou... o mais novo acusado pela multidão se colocava ao lado de Bijin no palanque e soltava em vão palavras de culpa para si. Uma atitude nobre, mas indevida para a ocasião tendo em vista que todos seriam incriminados de qualquer forma.


Metza começa a ouvir um plano do jovem que estava sendo acusado do envenenamento junto com eles. *Assumir a culpa? Montar uma barricada? Ele está querendo uma guerra contra os aldeões por acaso?* Metza balança negativamente a cabeça. Sabia que teria que continuar tomando as rédeas da situação, e quiçá desta vez não fosse interrompida por alguma atitude que colocasse seus esforços em conter a fúria da multidão em vão.


Metza desenhava rapidamente em sua cabeça o seu plano para afastar de vez o sentimento de vingança da multidão, quando a ruiva que tinha sido o centro das atenções da praça de outrora retoma novamente as atenções para si. *Kuronin? Raptado? Não sei quem é esse... mas pelos pedidos da população por sua presença e se ele foi mesmo sequestrado, isso prova que o plano não foi ocasional. Foi muito bem planejado para executar uma chacina e nos incriminar!*


Deveria agir rápido. Metza após pensar por poucos instantes tenta executar um salto mortal primoroso para trás utilizando de seu conhecimento em acrobacias para pousar em cima do palco de horrores ao lado de Bijin. *Isso com certeza deve chamar o foco da multidão para mim!*. Ela sabia muito bem que sua presença, apesar de maltrapilha, era poderosa. Tinha belas curvas e uma beleza incomum, sua bela voz cativava os ouvintes e sabia escolher suas palavras de forma que uma multidão confiassem nela e seguissem suas ordens cegamente. Eram muitas qualidades manipulatórias. Se Bijin e o novo acusado conseguiram chamar a atenção da multidão em cima do palanque, ela de fato também conseguiria:


- Cidadãos de Conomi Island! Eu peço que me escutem com muita atenção... Metza estava quase gritando para se fazer ouvida, e, caso estivesse sendo, diminuiria um pouco o volume da voz mas ainda mantendo seu tom imperativo: - Cidadãos de bem estão sendo envenenados... Kuronin que é quem pode salvá-los foi raptado... vocês não vêem? Isso foi orquestrado por alguém bem maior do que um de nós ou apenas nós quatro! Isso é obra de alguém que provavelmente quer causar o caos na ilha... e agora o que menos importa para todos nós são seus torpes motivos! Metza franze a testa e executa uma expressão empática atuando para que os presentes sentissem que ela estava ao seu lado compartilhando de suas emoções... adorava interpretar teatrinhos para seus amigos no barco pirata de Bart e era muito boa nisso:


- Peço por favor que se atentem aos enfermos! A vingança não trará a cura! Eles precisam de cuidados e nós precisamos de Kuronin aqui... vamos nos dividir: Façamos uma busca pela área indicada pela ruiva, uma busca por suprimentos medicinais e os demais cuidem dos envenenados! Vamos todos nos ajudar trabalhando juntos e interromperemos esse caos tão crítico que é o que importa agora! Metza cerra seu punho direito e ergue ele, bradando com vigor e motivação para que pudesse ser ouvida por todos: - QUEM ESTÁ COMIGO!?


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyTer 06 Jun 2017, 02:58




Khrono



ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Aos poucos, estava começando a recordar de alguns fatos. A tontura havia passado e o mundo parecia um pouco mais claro. Isso era sinal de que eu estava retornando, mesmo que aos poucos. Percebi que estava em cima de uma cama improvisada com mesas, olharia pros lados e o local parecia um tanto familiar, mas ainda não sabia onde estava.  “Espero encontrar logo Poo e os outros. Além de que estou perdendo tempo aqui, tenho que seguir viagem. Quanto tempo passei desacordado? Não consigo lembrar de nada.” Pensaria, percebendo que havia sido ignorado pelas pessoas que estavam ali próximo conversando.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Desceria da cama de mesas, colocando o pé esquerdo no chão e andando até o grupo próximo. Minhas vestes ainda eram as mesmas que conseguia me lembrar, uma camiseta branca, com uma jaqueta por cima,  uma calça marrom e sapatos da mesma cor. A expressão de alguém que havia acabado de acordar permanecia, como sempre, sendo que agora era realmente verdadeiro o fato de que eu havia acabado de acordar. Chegando próximo do grupo, perguntaria mais uma vez, tentando chamar a atenção de algum deles.


── Com licensa… algum de vocês sabe me dizer que lugar é esse e o que aconteceu aqui? ── Mais um vez levantaria a indagação, esperando que agora fosse respondido, afinal, precisava de informações e esse sempre fora um hábito meu. Inclusive foi dessa maneira que encontrei Poo e o bar de Bruce. Lembrar disso me fazia querer encontrar eles cada vez mais rápido.


── E também sabem sobre um panda chamado Poo, que estaria junto de uma garota um tanto… maluca, chamada Bijin? ── Perguntaria, caso eles me respondessem. Não custava nada tentar, pois se eles conhecessem Poo e Bijin, eu finalmente poderia me encontrar com os dois. ── A propósito, meu nome é Khrono Dulahan. ── Falaria, já que a educação e os bons modos me obrigavam a isso.




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyQua 07 Jun 2017, 10:02



   
UNNAMED

Alones


A multidão estava a ponto de saltar sobre o palanquim improvisado derrubando o grupo quando uma ruiva se aproxima dali, esbaforida com as faces vermelhas e suor lhe escorrendo a face.

Seus gritos de desespero alcançaram os mais próximos e o alarido se espalhou levando a noticia de que Kuro havia sido sequestrado. O burburinho continuou até que quase todas as pessoas haviam se voltado para ela.

Nesse meio tempo, Levi consegue começar a esboçar um plano de resistência para se defenderem da população, mas não antes de fazer um comentário um tanto impróprio para com a loira a seu lado. Bijin, está que era a bela loira tem seu rosto franzindo com indícios de raiva para o sujeito.

Levi falava com o panda agora, este tinha a raiva mais evidente em sua face. Levi havia se agachado próximo a borda do balcão enquanto tentava passar instruções para o panda para a barricada.

Metza ao menos era a única que parecia pensar com calma naquele furdunço. Tendo ouvidos atentos para o que era dito ao seu redor e se preocupando mais em tentar entender o que ouvia enquanto permitia aos outros ganharem tempo. Começava já a juntar alguns pontos e se preparava para saltar no palco quando....

- Blurrgggagead. - Um pé na bunda jogou Levi que estava agachado conversando com o panda de cara no chão. Isso foi o suficiente para dividir a atenção das pessoas.

Algumas é claro cuidavam dos doentes, outras olhavam para a ruiva que continuava a tentar explicar e pedir para que lhe ajudassem a resgatar Kuro. Outros olharam para Levi estatelado no chão. Fracos e vasilhas caíram de sua mochila espalhando-se ao seu lado e eram nesses que as pessoas se concentravam.

- Me desculpe se coloquei vocês em má situação. - Diria com calma para eles. - Mas eu não vou fugir com o rabo entre as pernas deste bando de covardes.

Poo pareceu se acalmar um pouco, já tinha um certo convívio com a loira e por mais que soubesse que ela era impulsiva também sabia que podia contar com ela quando precisasse. Metza apenas acena com a cabeça e com um mortal para trás e a ajuda de uma Bijin assustada sobe no ‘palco’, afinal não era assim tão fácil para alguém com a força dela dar um mortal e se equilibrar em algo mais alto, felizmente para a jovem a loira a puxou ajudando-a a se equilibrar. Como boa artista ela disfarçou o embaraço e prosseguiu.

>>>>>>>>>>>><<<<<<<<<<<<<<

- Deve ter sido você que armou pro Kuronim - A ruiva se via acusada por uma senhora de uns cinquenta e alguns que estava mais próxima de si. As pessoas haviam se aproximado dela deixando assim um vão entre as pessoas que lhe prestavam atenção e as que prestavam atenção no grupo. - Eu te vi no navio dele hoje no porto, sabia que você tava armando alguma. - nesse momento Layla reconheceu a senhora como uma daquelas que lhe apontava mais cedo no porto quando estava sobre o navio de Kuro.

Concentrada em sua plateia e nas acusações a jovem quase saltou de susto quando alguém pouco atrás de si disse.

- Não é hora pra ficar acusando a moça. - Grambos surgiu atrás dela. Um homem mais velho, um pouco corpulento e sem um braço. Tragava um charuto e tinha um olhar duro e experiente. Olhando-o as pessoas próximas a Layla se aquentaram e isso trouxe algum alivio a jovem. - Estava cuidando para que levassem os doentes pra o hospital, não imaginei que a situação pioraria tanto aqui. - Grambos olhou com desagrado para o outro lado onde uma garota magra e bonita, embora maltrapilha discursava tentando acalmar as pessoas daquela lado. - Alguém já encontrou o Kuro por acaso? - o Silencio foi sua resposta. - Então devemos considerar que ele pode ter sido sequestrado mesmo..... Brigue? Pegue alguns homens, vá até o local que ela disse e veja o que descobre! Cauvin, você e mais alguns tentem ir até o porto. - Ninguém ousou questiona-lo e logo algumas pessoas se separaram do grupo que se formava frente a ruiva. Layla sentiu a esperança começar a crescer dentro de si naquele momento. Olhando para o maneta com gratidão e já se preparando para correr junto ao grupo que voltava para investigar o local do sequestro quando a pesada mão de Grampos cai sobre seu ombro e a mantem ali com um aperto firme, mas sem machucar.

- Você não. Eu disse que pode ser verdade que Kuro tenha sido sequestrado, não que você não esteja por trás disso. Você virá comigo! - o tom dele deixou bastante claro que aquilo não era uma sugestão.


>>>>>>>>><<<<<<<

A indignação estava estampada no rosto de Levi quando se levantava. Seus pulsos doíam e suas mãos estavam esfoladas e ardendo. A roupa estava coberta pela poeira do chão e também manchada por bebida que havia se derramado em frente à banca. Ele não havia esperado isso. Estava tentando ajudar e mesmo assim havia sido chutado dali como... como....como...

Chegavam a lhe faltar palavras para completar aquele raciocínio.

- Segurem-no antes que envenene mais alguém. - e assim Levi se viu envolto por mãos antes que conseguisse se levantar por completo, sendo arrastado para cima e imobilizado por dois homens de regada e com faixas de corda amarrada na cabeça... Pescadores..

Viu a jovem maltrapilha pulando para cima do palco e começando a tentar acalmar a população. Sua voz era firme e tinha um olhar que contrariava e muito a sua aparência humilde. As pessoas se viram concordando com ela, o povo afinal de contas adorava teorias da conspiração. Mesmo Bijin se viu calada agora que a jovem começava a falar.

Um arrepio percorreu o corpo de Metza, mas não soube o porque, mas caso soubesse ela saberia é claro que aquele arrepio advinha do olhar de desagrado de Grambos para ela.

As pessoas começaram a conversar uma com as outras, pareciam divididas no que fazer, pois apesar das palavras fortes da jovem a sua aparência lhe tirava muito crédito, bem como a sua companhia.

- Como vamos saber que só não tá tentando nos enganar pra vocês fugirem-soh.

 - Vocês podem só não ter tido de completar o plano com sucesso e agora tão tentando nos enrolar aqui.

O olhar de Metza capitou a multidão se abrido. Pelo espaço viu que avançava Grambos com uma ruiva bonita à frente. A mesma ruiva que havia visto na barraca de mascaras e que a pouco havia anunciado o sequestro de Kuronim.

- Abram espaço. - Anuncio Grambos com sua voz potente. Atrás dele vinham outros 10 homens, vestiam capas verdes gastas e todos usavam boinas da mesma cor. Eram provavelmente todos revolucionários.

Grambos chegou à frente do palco, olhando com grande desagrado para os ocupantes do mesmo. Dois de seus homens substituíram os pescadores que seguravam Levi. Esse protestou, mas sem suas armas não pode fazer muito e logo sentiu as algemas apertando seus pulsos.

Metza ouviu os cliques quanto armas foram apontadas para elas em cima do palco. E Grambos sem receio se posicionou a frente das mesmas.

- Os envenenados já começaram a ser levados para o hospital, destaquei homens para investigar se o que a jovem diz sobre Kuronim e mandei outros para o porto. Peço a todos que voltem para suas famílias, e verifiquem se todos estão bem, os que puderem sigam para o hospital, os enfermeiros certamente poderão fazer uso de alguns pares de mãos a mais. Quanto a vocês. - se virou para o trio. - Sempre há confusão onde vocês dois estão. Vocês dois viram comigo, o garoto e a ruiva também. Ficaram presos até descobrirmos o que aconteceu. - olhou então para Metza. Ela havia conquistado alguma simpatia das pessoas e não havia realmente algum fato para leva-la. - Eu lhe avisei que devia tomar cuidado com quem anda. Augusto!!! - chamou e um dos seus homens veio a frente para receber as ordens. - Augusto ficará com você, não levarei você presa, mas também não posso deixa-la sem supervisão. Poderá ajudar a procurar Kuro ou no hospital.

>>>>>Bar do Bruce<<<<

Desatento a realidade e em um lapso de desligamento e falta de noção Khrono simplesmente sai de dentro do estoque para o salão principal do Bar do Bruce. Os três homens que lá estavam vestiam mascaras que pareciam com as faces de corvos, e usavam capas pretas. Dois deles eram altos e magro e um era baixo e mais gordo. Olhavam-se um para o outro confusos com a súbita aparição do garoto.

- Era para não ter ninguém aqui. - se defendeu o mais alto dos três. Os outros simplesmente deram os ombros e o outro mais alto falou com Khrono.

- Há garoto.... Ora errada lugar errado!! - Sem outros avisos ele ergueu um revolver e disparou duas vezes contra o jovem, os tiros lhe acertando o abdome e braço esquerdo. O efeito não foi imediato, o golpe rápido levava a descrença. Os olhos do jovem se arregalaram e ele lentamente baixou a cabeça para a barriga onde o sangue começava a formar uma mancha crescente em sua roupa. A dor veio em seguida.... E como doía. A mãos tremula foi até o ferimento e ele sentiu suas pernas fraquejarem.

Em sua visão periférica via o homem mascarado erguendo mais uma vez a arma na sua direção.

- Não podemos deixar pontas soltar... Você entende não entende?




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyQua 07 Jun 2017, 14:56




Khrono



ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ De tudo o que já aconteceu em meu tempo de vida, e em todas as situações as quais eu já havia presenciado ou participado, aquele foi sem dúvidas a que mais me surpreendeu. Não porque eu poderia facilmente sair dela, afinal, minhas habilidades de esgrima eram boas, mas ainda assim bastante limitadas, mas sim porque foi algo totalmente inesperado pra mim.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Minhas pálpebras não fechavam, mas ficavam totalmente arregaladas, com o pânico começando a ser nutrido dentro de mim. Olhei para minha mão direita, ainda assustado e descrente com o que poderia ter de fato acontecido. Lentamente, fui com ela até a lateral de meu abdômen e toquei o líquido viscoso que começava a ensopar minhas roupas. Ao olhar novamente pra ela e ver o sangue escorrer, um calafrio percorreu meu corpo e fui tomado pelo pavor da realidade.


── O que… aconteceu? ── Ainda incompreendido, a ação fora rápida demais até mesmo para que eu pudesse processá-la em meu cérebro. Já não bastasse eu não lembrar o que havia acontecido enquanto Kairo estava sob o controle de meu corpo, agora me acontece isso. Até que por fim a dor mostrou-se presente, atingindo meu corpo como uma lança. Primeiro a dor veio de meu abdômen, e depois de meu braço esquerdo, o que me fez cambalear para trás, inclinar meu corpo para frente e cair no chão segurando forte o ferimento.


── AHHhhHHhHHhhHH!! AHHHHrgh! ── Gritaria, alto o suficiente para fazer tudo aquilo diminuir, mesmo que em vão. De olhos estreitos e dentes cerrados, tentava ser forte para suportar a dor, que era tamanha.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ O sangue começava a encharcar minha camiseta e escorrer para o chão.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ E pela primeira vez, sem a intervenção ou aparição de Kairo, eu senti ódio por aqueles homens que estavam em minha frente. Criei forças do fundo de meu âmago, tentaria levantar antes que ele atirasse uma terceira vez, agiria de forma imprudente, mas não ficaria ali parado. Seguraria a borda de uma das mesas próximas, afinal, foi de uma delas que eu estava deitando anteriormente, e derrubaria a mesma, usando-a como uma forma de barreira. Arrastaria próximo o suficiente das portas do bar, na tentativa de fugir dali e correr para a porta. Se por um acaso ele viesse pra cima tentando retirar a mesa da frente e atirar em mim, empurraria a mesma com força, usando meu ombro direito para isso, mirando as suas pernas. Conseguindo acertar, evitaria dos outros homens virem atrás de mim, preparando para usar a mesa como barricada novamente e evitar mais balas em meu corpo. A dor ainda era incômoda, mas suportaria o máximo que eu pudesse. Caso conseguisse sair do bar, correria pela rua procurando por alguém que pudesse me ajudar.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Todavia, se por um acaso toda a tentativa de sair correndo fosse inútil, era hora de finalmente deixar com que Kairo resolvesse a situação… e da pior forma possível para eles. Infelizmente, eu não controlava as aparições do mesmo, então apenas o destino saberia responder quando ele apareceria.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 5 EmptyQua 07 Jun 2017, 23:38

No meio de seu discurso empolgado, Metza sente um frio percorrer sua espinha, do cóx até a nuca de forma rápida como um raio. Ela engole em seco mas tinha planejado seu discurso, e não era uma simples sensação ruim que iria desmontar sua postura.


Metza sabia que seus discursos eram potentes e extremamente convincentes. Sua diplomacia e desenvoltura com o público eram dignos de uma rainha que viria a ser se não tivesse fugido de Prodence. Seu sangue e seus dons vinham de berço, mas sabia que no fundo umas roupas rasgadas e sujas, que eram seu único vestuário possível nos últimos dois anos, não lhe garantiam confiança total e plena de seus espectadores. *Droga! Preciso de roupas novas que dêem mais suporte às minhas habilidades!* Suas roupas pré-naufrágio eram esmagadoramente melhores, mas Metza evitava pensar nessa situação agora. *Estou indo bem... continua assim Metza!*


- Abram espaço. Era aquele ser desprezível sem braço novamente... aquele mesmo valentão que atormentou Bijin anteriormente... *Grambos!* Ele interrompe seu discurso e profere as mesmas palavras de incentivo de Metza. Grambos tinha obviamente mais crédito na ilha, mas ele com certeza parecia uma criança mimada... algo tipo "Como assim ela está mandando na MINHA ilha?". *Pff... crianção!* Os globos oculares de Metza giram 360º em descrédito e descrença para a atitude que presenciava.


O chefe revolucionário chama um membro de sua equipe para supervisionar Metza. Ela estende a mão para Grambos antes que esse se virasse, querendo chamar sua atenção: - Ei, Grambos... Caso ele se voltasse para ela (ou não), Metza iria prosseguir: - Bijin me contou sua história e eu sei que sua pena foi convertida para o exílio. Mas ela não tem dinheiro suficiente para sair de Conomi Island...


Metza usaria de suas habilidades de atuação e toda sua presença marcante para fazer uma cara de dó e tristeza, como se suplicasse para Grambos pedindo sua compreensão: - Por favor... se for esse o problema você poderia arranjar um de seus navios e nos escoltar para a ilha mais próxima, e então nunca mais precisará ver nossas faces! Bijin só não saiu ainda por falta de condições... não é? Metza manteria sua expressão de pena e olhar marejado, olhando para Bijin e esperando que essa comprasse e acompanhasse sua ideia, prosseguindo assim: - Pois então... não queremos mais incomodar os habitantes daqui se não somos bem vindos... só nos dê uma carona até Loguetown com alguns de seus homens de confiança e não se preocupará mais conosco! Ela tentaria, por mais que Grambos não a considerasse integrante do grupo de arruaceiros, expor a compaixão dele por ser amiga de pessoas que ele desprezava.


Em off:
 


Historico:
 

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