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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 24 Maio - 13:45

Quando o homem cobrisse seu olhos, Layla sentia um desconforto, tal ato pra ele demostrava-se similar ao que os piratas que a sequestram antigamente faziam, ela respiraria fundo e segurando seu gênio para que não fosse tão dura com as palavras falaria.
-Não faço ideia! Mas poderia me soltar, me sinto completamente desconfortável com isso! Traz memórias terríveis, sei que não é sua culpa você não sabia, mas não faça isso novamente por favor, me incomoda. - Ela diria com um tom de voz um tanto quanto exaltado, mas não a ponto de ser agressivo, após isso se ele soltasse viraria e vendo que era alguém conhecido, no caso o rapaz que vira na pousada, ela jogaria o cabelo para trás e diria. -Há esse é o rapaz que conheci hoje a tarde, bebemos na pousada a tardinha hoje, boa noite, esse aqui é o Kuro meu acompanhante, me convidou logo de manhã pra festa, até passeamos de barco mais cedo, ele é muito gentil.- Ela daria uma abraço nele de leve e prosseguiria de novo. -Que bom que vieram pra festa, espero que essa seja a melhor festa que participei, quero que todos estejam muito animados também e se divirtam muito, bom eu vou olhar um pouco mais as máscaras eu adoro elas.

“Pelo poema e essa cena, acho que ele me entendeu meio mal, fazer o que, homens são complicados, não são acostumados com a gentileza que podemos demostrar, ou mesmo o afeto, acho isso um pouco triste, são um tanto estranhos mas o que fazer? Acho que isso faz deles únicos mesmo, no fim eu acabo não ligando muito pra isso, talvez eu tenha um pouco de culpa, ou não.”

Após isso ela daria um sorriso soltando Kuronin e então prosseguiria olhando novamente as máscaras, ela pegaria a que visava antes colocaria sobre o rosto, e começaria falando um pouco de sua experiência com aquilo, ela era realmente uma espécie de fã daquilo. - Eu realmente gosto de máscaras, eu sindo que com elas eu consigo fazer qualquer coisa, é como se elas me dessem novas capacidades, como se eu pudesse ser qualquer pessoa que eu quisesse. - Daria um sorriso colocando a máscara na metade do rosto e continuaria. - Antes eu e minha irmã fazíamos máscaras, para brincar, era algo engraçado, sempre acabávamos fazendo máscaras iguais sem perceber, o mais engraçado disso é que somos gêmeas, e sempre dizíamos que as máscaras deviam nos diferenciar -Ela daria pequenos risos lembrando de pequenas situações engraçadas com esses casos e caminharia até outra mascara a pegaria e seguraria ela ao lado do rosto começando contar uma pequena história.

– Eu gosto de praticamente todos os tipos de máscaras, mas minhas favoritas são as máscaras de ópera, por que? Talvez você se pergunte isso agora certo? Ou talvez não. - Ela iria lentamente pondo a máscara frente ao rosto até que cobrisse o lado contrário da cicatriz, seu olhar estaria sempre bem focado em kuro em quanto falasse, mesmo que tivessem outros no ambiente enquanto ela falava. - Isso é por que meu pai me contava uma antiga história, na maioria dos casos antes de me por para dormir, as vezes eu pedia pra ele contar. Era sobre uma moça, ela queria ser cantora, mas odiava a própria voz, ela era bonita, linda diria, mas ela tinha uma cicatriz próxima ao olho e isso a deprimia. - Ela apontaria para o próprio olho e desceria o dedo sobre a cicatriz, o forçando sobre ela, depois jogaria os cabelos pra trás prosseguindo.  -Mas quando ela colocava a masacará ela não tinha mais medo, ela era exatamente o que ela queria, ela cantava e sorria, sua voz era maravilhosa, era linda como a dos pássaros do céu, as pessoas a adoravam e voltavam todos os dias para ver ela cantar, sua fama se espalhava por todos os locais, mas nenhum daqueles sabia quem ela realmente era, ela acabou morrendo sozinha sem nenhum reconhecimento, mas ela foi feliz até o último segundo fazendo o que mais amava. - E então faria uma cara dramática pra o homem. Após isso ela colocaria a máscara no lugar e diria. - Pra onde quer ir agora? Podemos ir pra qualquer lugar.- Daria um sorriso olhando pra ele, ela iria pra a barraca que ele propusesse a partir dali.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 24 Maio - 20:37



   
UNNAMED

Alones


Surpreendentemente gentil e simpática a jovem Buki oferece ajuda para aquela pobre e esfarrapada jovem. A mesma que adentrava o bar enquanto Bijin falava, deixando para trás pés de poeira no chão vindas de seus pés descalços.

Era um convite estranho para se fazer a uma desconhecida, mas Bijin havia tido sorte com o dinheiro nos últimos tempos e talvez isso tivesse levado a jovem loira a fazer boas ações, talvez quisesse também alguma companhia agora que via Poo tão animado em servir bebidas.

A hipótese daquela maltrapilha ser uma navegadora foi logo descartada e talvez sabiamente, pois a garota logo começou sua peça de “os miseráveis” ( Se não viu é um filme), explicando em versos simples sua crescente necessidade em matar sua cede.

Mas seria assim talvez um tipo de justiça? Permitir que aquela jovem que não parecia ter muito pagar o justo a Bruce? Por alguma bebida? Não seria ela a ter mais necessidades que o próspero comerciante? Afinal roubar o necessário para se embebedar três vezes não era algo condenável era?

De toda forma ela deixou lá o dinheiro, pagamento mais que justo se permitem a ousadia deste narrador. Buki já estava em pé, deixando o copo vazio sobre a mesa. Poo ainda não havia voltado, mas ela sairia mesmo assim.

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Logo Ali<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<

Desconfortável com a situação de ser pega desprevenida por trás com seus olhos cobertos pelas mãos de um estranho.  A jovem logo revela seu desconforto com a situação e com uma ‘bronca’ pede que ele, quem quer que fosse, parasse com aquilo.

Livre da brincadeira e enxergando novamente ela se vira para encontrar o atrapalhado brincalhão, que por sinal era o mesmo sujeito com o qual ela havia anteriormente conversado no bar.

- Hoje? - falou baixinho para si mesmo enquanto Layla explicava da onde aquele cara era.

- De barco? - Falou o outro baixinho conforme Layla terminava de explicar. Nesse momento os dois viraram um para o outro, de peito estufado e olhar determinado, faíscas voavam e era possível sentir a energia estalando entre os dois.

- Hora, Hora veja se não é o Kevin.
- Hora, Hora, Hora, e por acaso não temos o cabeça de peixe aqui?
- Hora, hora, hora, hora, e você pode falar muito não é vira-lata medroso!
- Hora, hora, hora, hora, hora - eles teriam continuado eternamente, mas Layla os interrompeu quando voltou a falar.

- Eu realmente gosto de máscaras, eu sindo que com elas eu consigo fazer qualquer coisa, é como se elas me dessem novas capacidades, como se eu pudesse ser qualquer pessoa que eu quisesse. - - começou ela e nesse momento os dois se voltaram para ela e pararam a discução.

A cada mascara que a jovem provava e sorria ambos a elogiavam. As pessoas ao redor primeiro olharam, depois algumas começaram a comentar umas com as outras vendo Layla enfeitiçar os dois homens, depois conforme os homens pareciam mais animados e desesperados em sua competição de dar atenção para a ruiva as pessoas começaram a se afastar um pouco.

>>>>>>>Logo Ali<<<<<<<<

As duas belas caminhavam com um creps cada uma nas mãos, teriam pagado por ele, ou melhor, Bijin teria pagado, mas o dono da banquinha apenas sorriu e se disse feliz em lhes dar os creps. Bom sejamos honestos e digamos que feliz mesmo ele ficou quando ambas foram embora e sua visão caiu sobre as belas curvas de ambas.

Faziam uma volta tranquila na praça quando a sua frente perceberam que uma pequena ‘clareira’ se formava e as pessoas ao redor se esticavam na ponta dos pés para enxergar melhor.

- Vê??? Eu sabia que ela era uma bruxa, ta enfeitiçando os dois.

- Sim, eu vi ela mais cedo no porto..... O Kuro deixou ela pilotar o barco, ele nunca deixa ninguém encostar na Perola, ele tem um ciúme doido daquele barco dele.

- Eu aposto no Kuro - disse um homem mais a esquerda.
- É o outro cara é meio magro. - concordou outro.

>>>>>Logo Ali na clareira<<<<<<<<<

A senhora que cuidava da banquinha também se afastou um pouco, Layla agora se encontrava com uma mascara de opera na mão, tinha uma aparência serena e feliz, as chamas criavam sombras que lhe davam uma aparência misteriosa.

Na verdade as sombras acabavam por esconder o seu olhar, que se tornava um misto de desconforto e instinto assassino. Aquele assédio e competição toda começavam a lhe cansar e esgotar a paciência.

Os dois agora estavam um de frente pro outro, suas testas coladas fazendo força uma contra a outra, faíscas voavam literalmente entre seus olhares. As bochechas de Layla se inflaram em desgosto e ela decidiu que era hora de por um fim naquilo.

POw , POw...  Dois rápidos cascudos e segundos depois estavam os dois com galos na cabeça... Kuro era puxado dali pela orelha, arrastado por Layla para fora daquele amontoado de pessoas.

>>>> Voltando prá ká <<<<<<

Quando parecia que ia virar uma confusão generalizada à ruiva com uma mascara de opera parcialmente colocada acabou com a situação toda. Alguns na pequena multidão riram, outros suspiraram aliviados e alguns ainda lamentaram o termino precoce.

Bijin viu então o sujeito mais alto e forte, de braços definidos e com um belo bronzeado ser arrastado por uma das orelhas para longe, afastando-se assim de Bijin e sua nova companheira.

EI ei ei..... - Veio o grito de trás fazendo a loira se virar. Ali estava Poo, ofegante e carregando um porongo na mãos e outros seis vinham presos em sua cintura redonda. .

- Eu....arf, arf, eu.. arf. Mee. Arffff - ele levantou um dedo pedindo um minuto, se inclinou se apoiando nos joelhos e ficou tentando puxar ar para dentro do corpo. - Me atrasei..... Perdi alguma coisa?

E assim quando Bijin se virou novamente a ruiva havia sumido.

>>>>> E bem longe dali.<<<<<

Levi tentava acalmar o sujeito esquisito, embora também considerasse a ideia de fazer um tapete colorido com a pele do mesmo. Mas talvez o homem só estivesse tendo esses ataques porque Levi estivesse ali.

O homem estava prestes a ter outro surto quando Levi o acerta em cheio na boca, fazendo-o voar uns dois metros com ranho saindo do nariz deixando a mão de Levi dolorida e melecada.
- EIIIIIIIII, MADITO POQUE ME BATEU??? - embora tivesse comido algumas letras foi possível entender.
- Ei cor sim cornão, se acalma aí! Estou farto desses seus ataques de pânico! Eu estou aqui! Calma, calma!- disse irritado.

- Você é o tipo de pessoa que mais odeio. Aqueles que usam de objetivos para mascarar toda sua incerteza e medo. Eu não estou nessa por você, estou por mim. Tenho minha palavra, cumprirei tudo, espero que você faça o mesmo .– Mas, não vou aguentar choramingo de malhado duas cores, isso não está no meu contrato. Então trate de mexer essa bunda mole e me acompanhe, temos de chegar logo no local da festinha.

Precisaram de mais alguns minutos para se organizar, mas logo estavam ambos seguindo pela floresta.  Não era uma trilha bem marcada, não havia luz, nenhum deles pegou qualquer lanterna ou tocha ao sair da cabana. Quando finalmente se deram conta já não enxergavam qualquer luz da cabana e nenhum dos dois conseguia ver por qual caminho haviam vindo.

Animais rastejavam por ali, Levi ouvia a todo momento o farfalhar de folhas secas. Uma coruja piou lá do alto, ratos corriam desesperados pela vegetação rasteira guinchando enquanto corriam de uma cobertura para outra, mas o som que era o mais presente era os bramidos e latidos dos chacais.

- Merda, merda....

Novamente uma coruja piava no alto. Pouco depois chegaram a uma clareira na mata, Obviamente Levi não lembrava de ter passado por ali antes, mas a luz da lua e das estralas pode finalmente iluminar um pouco daquela escuridão e ali Levi enxergou o primeiro Chacal.

Do tamanho de um cachorro quase invisível nas sombras da borda da clareira. Se fosse só um? Provavelmente não teriam problema, mas Levi não era ingênuo ao ponto de não ter percebidos que os bramidos vinham de diversas direções. Logo aquele primeiro chacal sumiu, engolido pelas sombras das árvores, mas Levi sabia que eles estavam ali, talvez achassem que o malhado era uma vaca?

Levi, em todo o seu esplendor corajoso diz para o malhado que aquilo era com ele, isso enquanto já se preocupava em se esconder para trás do homem, que era inclusive mais baixo que ele.

- OQQQQQQ? EU NÂO SEI LUTHA TA MALUCO ????

>>>>>>>> O carinha que mora logo ali<<<<<<<

Kuro estava olhando para baixo, balbuciando algum pedido de desculpa incompreensível. Haviam deixado àquela confusão para trás há algum tempo e a praça havia se enchido desde então.  Acharam um banco próximo a uma arvore e Layla segurava uma maça do amor que Kuro havia lhe dado.  A ultima mascara que havia provado estava em seu colo, pois no meio daquilo tudo havia saído com a mesma sem perceber.

Em outro ponto, duas belas jovens conversavam com um  panda, esse sim era um panda de sorte.


- Achei que meu subordinhado tínha combinado com você que deixaria a ilha Bijin..... - surpresa a jovem se virou, atrás dela, parado de braços cruzados estava um homem que há havia visto no passado, Grambos o líder dos revolucionários e atual regente da ilha. Encarava-a quando continuou a falar. - Ou está querendo arrumar problemas pros seus amigos que tanto tentaram nos convencer de que você não era culpada???

As pessoas olhavam para a cena. Alguns confusos, mas entre os espectadores muitos a reconheceram. Não tiveram coragem é claro de sair gritando ou criar confusão em frente a Grambos, mas certamente ficariam de olho esperando que a qualquer momento a louca explodisse e saísse criando o caos no meio da festa.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptySex 26 Maio - 12:09



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Buki "A Louca" Bijin



[justify] Sai com a garota para comer, ela deixou o pagamento justo para Bruce por toda a bebida, na verdade 50% mais do que necessário, uma garaffa costuma custar apenas 10.000 berries, pelo menos era isso que eu tinha pago, mas o Bruce merecia uma boa gorjeta e veria depois se ele tinha se tornado uma pessoa honesta.

Logo saímos para comer alguma coisa e o destino (narrador) permitiu que achássemos uma barraca de crep, não daqueles gostosos que comemos nos restaurantes, mas a versão pobre dele. O bom é que não precisamos pagar, nossos corpos eram mais do que suficientes para isso.
Crep bom e ruim:
 

- Desculpa a falta de educação. - Disse a garota que caminhava comigo. - Meu nome é Bijin. Sei que existem momentos na vida que não são fáceis e temos que lutar muito para superar, mas pelo menos poderia dizer se nome para mim?

Um pouco depois de comer o Crep com a nova colega, vi que próximo de nós começava uma confusão e o assunto era muito atrativo, era sobre uma nova navegadora e isso era pura sorte, estava muito precisando de um navegador e procurava por um a um bom tempo. mas quando ia correr na direção a voz familiar de Poo surge do nada.

- Poo!!! - Falei de maneira vibrante. - Preciso ir ali correndo, acho que achei uma navegadora cuja a beleza é lendária. Vamos lá rápido.

Infelizmente já havia perdido a ruiva de vista e buscava puxar a minha nova amiga comigo. Mas novamente outra pessoa entrou na minha frente interrompendo minha caminhada. Era o mequetrefe (Aqui está o significado Alencar) do Grambos estava agora me interrompendo e cobrando a minha promessa de sair da ilha.

- Grambos querido! - Falaria com minha voz doce e sedutora mas alta suficientemente para todos a nossa volta ouvirem.
- Imagino que minha presença realmente te incomode aqui. Se eu espalhasse a fama de não ser capaz de domar uma garotinha na cama provavelmente sua reputação cairia muito. Mas não se preocupe, apesar de ter me deixado sem dinheiro, já ganhei o suficiente agora e só preciso de um navegador e quando esbarro em um que não parece cheirar a peixe você me interrompe.

O final da minha fala seria e meu rosto estariam um pouco carregados de tristeza, mas logo ficaria alegre e voltaria a falar sedutoramente.

- Será que o mestre Grambos curou sua impotência? - faria uma cara assutada e olharia para minha companheira. - Será que ele acha que pode dar conta de nos duas? Não! isso seria apenas um sonho distante.

Nada como provocar um homem, como era divertido fazer isso, mas estava na hora de sair dali sem provocar mais conflitos e logo seguiria ao rumo em que a ruiva foi para buscar a navegadora que tanto precisava. Mas antes falaria baixinho somente para o Grambos ouvir.

- Se me ameaçar novamente. - Meus olhos estariam colados nos dele. - Juro que não saio dessa ilha sem me vingar.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyDom 28 Maio - 20:12

Metza sorria a ponto de mostrar os dentes. Ela estava muito feliz que não fora repreendida pela estranha moça de cabelos tingidos. Aliás, quem não a repreenderia? Se ela tinha dinheiro suficiente para comprar rum, por que não iria pagar sua própria comida? *Bom... ela não parece estar preocupada com isso, o que continua sendo muito estranho na verdade...*

Metza seguiria observando as barraquinhas do evento, voltando seu olhar para cada uma que passava por seu caminho. Ela amava festas! Significavam bebida, comida, diversão, amizade e muita, mas muuuuita música...

Após pegar o crepe grátis *Nossa... quem diria... hoje é meu dia de sorte!* Metza iria começar a assobiar, lembrando-se de uma canção que Bart tinha ensinado no violão. Quando nesse exato momento o silêncio é quebrado por sua acompanhante, que estava quieta desde o bar. Metza não iria tomar a palavra e ser indelicada com alguém que estava bancando seu jantar então optou por manter o clima estranho entre as duas até a apresentação:

- Desculpa a falta de educação. Meu nome é Bijin. Sei que existem momentos na vida que não são fáceis e temos que lutar muito para superar, mas pelo menos poderia dizer se nome para mim? Metza então meneia a cabeça afirmativamente e sorri de orelha a orelha, contente por sua companheira de festival ter se aberto para ela finalmente: - Sim! Prazer... meu nome é Metza! Sabe... Ela então desvia o olhar enquanto se abre para Bijin e prossegue cerrando seus olhos e lembrando-se por instantes do fatídico dia: - Meu navio com meus amigos naufragou em Conomi Island há dois anos e fui a única sobrevivente... desde então troco minhas canções por alimento nas ruas. Muito legal da sua parte ter se oferecido para pagar meu jantar. Metza volta seu olhar para Bijin enquanto sorri e entorta levemente seu pescoço lateralmente.

Poucos instantes depois que terminara seu crepe, Metza observa sem entender muito bem uma confusão que surgira próximo à uma estranha ruiva, mas seu interesse estava voltado para terminar de sentir a sensação de saborear seu jantar e olhar pelas barracas da festa ao seu redor se encontraria algum instrumento musical que pudesse ampliar a qualidade de suas performances. No momento que ela estava já ficando na ponta de seus pés para tentar ver as barracas mais ao longe, ela se assusta e vira prontamente na direção do grito dado por um... *Panda??*

Mas sua surpresa se transformou em calmaria assim que Bijin tinha identificado o estranho ser como amigo. Ela de fato o conhecia: - Poo!!! Preciso ir ali correndo, acho que achei uma navegadora cuja a beleza é lendária. Vamos lá rápido. *Ruiva? Navegadora??* Metza estava completamente perdida em seus pensamentos enquanto prestava atenção na conversa de Bijin e do tal panda chamado Poo *Será que eles são nakamas e navegam juntos? Mas por que procurar uma navegadora com beleza lendária?* Ela balança a cabeça de um lado por outro tentando aliviar seus pensamentos de sua lógica com poucas informações.

Uma nova pessoa entra no caminho das divas loiras. Essa personalidade era reconhecida na ilha e quando Bijin o nomeia Metza consegue confirmar suas expectativas. Era realmente Grambos, o líder revolucionário que não tinha um dos braços...

- Será que ele acha que pode dar conta de nos duas? Não! isso seria apenas um sonho distante. Metza colocaria uma das mãos em sua boca e se curvaria levemente pra frente quase cuspindo de riso. Aquela garota era realmente abusada, e Metza gostava de estar na presença de pessoas destemidas: - Não mesmo! Diria voltando apenas seus olhos para Grambos. Ela não tinha nada a ver com a treta que estava sendo originada, mas estaria de prontidão para oferecer ajuda à pessoa que fora tão gentil com ela. Estaria sendo acusada injustamente por Grambos?

Após aguardar Bijin cochichar para Grambos, caso elas prontamente conseguissem ficar afastadas dele e longe de sua vista, Metza perguntaria baixinho: - O que ele queria com você Bijin?

Historico:
 

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Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptySeg 29 Maio - 15:41




Ato 09 l ¡Ai caramba!


Nenhum animal foi ferido, exceto o player em questão




- Eu devia ter pegado uma tocha... – refleti em voz alta.



Realmente aquela situação estava em complexa. Não sei se já estávamos há muito tempo ali, minha noção de espaço e tempo não era das melhores, mas uma certeza que tinha era: estávamos bem ferrados. O malhado, como sempre, estava aflito. Isso me incomodava, mas diferente da outra vez, agora ele tinha motivos para isso. As variedades de direções que vinham o barulho dos tais chacais eram um aviso para uma possível armadilha animal, ou uma emboscada dos mesmos, coisa que seria bem incomodo caso acontecesse. Em certo local, a luz do luar permitiu que, pelo menos eu, avistasse a pequena criaturinha. Uma espécie de cachorro surgiu em meio ao que antes era escuridão.



- Acho que temos uma presença um tanto quanto especial – ironizaria enquanto chamaria a atenção do malhado – Então o que faremos?



Falaria enquanto daria algumas leves passadas com o intuito de me distanciar da criaturinha. Caso ela reagisse “negativamente” para minha ação, eu a pararia no exato momento. Tentaria, caso houvesse tempo, analisar o local que poderia ver sob a luz do luar. Tentaria ver alguma iluminação mais excessiva do que a da natureza, assim indicando onde poderia estar acontecendo à festa.



Em um cenário onde conseguisse enxergar algum sinal da festa, como um ninja das histórias que ouvia quando jovem, tentaria me locomover lentamente em direção a ela. Caso fosse à direção que estava o chacal, iria lentamente até me colocar em uma distância segura.



- Corre malhado!






Nesse momento, não queria saber de nada. Nenhuma lógica seria efetiva naquele momento. Como os primordiais humanos, teria de lutar por minha vida na força bruta, ou na força de vontade pelo menos. Correria. Correria como um coelho fugindo de seu predador.



Tentaria esquivar dos obstáculos naturais que estivessem a minha frente. Mesmo não sabendo para onde iria, caso não tivesse avistado sinal de iluminação algum, correria, apenas correria. Caso ouvisse algum barulho de chacal, como os de antes, tentaria me esquivar em zig zag para assim tentar evitar algum ataque. Se pudesse ver árvores a minha frente e o animal estivesse em meu encalço, tentaria utilizar dessa “ilusão” e desviaria no último momento, fazendo o mesmo atacar a árvore. Se algum ataque visse de minha frente, rolaria e tentaria me esquivar e, atingir algum perseguidor, caso houvesse.



- Sai demônio, se aquieta capeta! – bradaria.



Caso não conseguisse desviar do possível ataque, então tentaria bater no nariz do bicho, caso ele estivesse em meu corpo ainda. Se não estivesse, então usaria minha mochila para uma defesa contra um ataque rápido. Se não me atacasse rapidamente, tentaria avaliar o local rapidamente e procuraria algum objeto rígido, como pedras e a usaria para proteção contra um possível ataque.



Ao ver o animal vir em minha direção, com o objeto em mãos esperaria o animal estar em pleno ar, ou próximo a mim e tentaria o atingir com o objeto em mãos, de preferência o focinho dele e assim correria, pois esperava ter conseguido uma brecha para isso.



Na hipótese de ter encontrado a zona urbana, então procuraria algum objeto que estivesse na rua e fosse duro o bastante para parar um possível ataque e o usaria como escudo. Caso o animal tivesse parado ao chegar à área urbana, ou te não haver animal algum, então respiraria e sentaria no solo.



- O-Obrigado! – falaria caso alguém tivesse me ajudado ou falado comigo.



Tentaria então, mesmo cansado, ver onde estava. Olhar o local, a realidade ao qual estava era importante para assim prosseguir protegido e realizar os feitos que me aguardavam. Feito isso, tentaria ver se o malhado havia conseguido chegar ou estava vindo ao longe. Caso viesse, por mais que não gostasse dele, tentaria o ajudar pegando algum objeto e atingindo o animal de maneira desajeitada como havia pensado antes. Na hipótese de ter o ajudado ou o ver, cobraria o que havia me prometido.



- Eu... Eu... – respiraria – Eu quero minhas coisas! Já te salvei muito hoje... – sentaria novamente no solo.



Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyTer 30 Maio - 11:51

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post9

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Os rapazes se mostravam bem caóticos em meio a situação, olhar as máscaras a animava muito, e falar sobre elas ainda mais, principalmente quando alguém se mostrava interessado em ouvir, mas rapidamente essa excitação pela história era cortada, eles não pareciam realmente querer ouvi-la apenas fingir quem dava mais atenção, como se fossem soldados tentando mostrar serviço, a ruiva inicialmente prosseguia falando mas logo os dois se tornavam impossíveis e pareciam dois cães irritados, enquanto isso as pessoas próximas aos locais falavam do ocorrido e a ruiva voltava a atenção pra eles.

- Vê??? Eu sabia que ela era uma bruxa, ta enfeitiçando os dois.- Ela ouviria isso com um certo pensamento em mente “Essa é nova, mais um apelido pra coleção”.

- Sim, eu vi ela mais cedo no porto..... O Kuro deixou ela pilotar o barco, ele nunca deixa ninguém encostar na Perola, ele tem um ciúme doido daquele barco dele. - Informação realmente interessante, isso de certa forma a deixava feliz em ouvir.

- Eu aposto no Kuro - “Eu também aposto” pensava ela quase que em voz alta vendo o caso, tampava a boca rapidamente para que não escapa-se.

- É o outro cara é meio magro.- “Nem tanto, é até fortinho” ela inicialmente achava graça da situação mas aos poucos aquilo ficava um tanto desconfortável, ela precisava por um fim naquilo, logo distribuía dois cascudos e retirava Kuro de lá, afinal tinha muita coisa pra curtir por ali., afinal aquele era apenas o começo da noite.

Após se afastar da multidão a garota se encontrava em um banco com o seu acompanhante ela olharia pra maçã do amor e morderia de ela bem perto da base do palito e comeria ela devagar até o fim e diria. - Acho que vocês tavam meio exaltados, não sei o que levou aquilo, mas não foi legal.- Ela faria uma carinha de raiva mas logo a desmancharia voltando a falar. - Mas tudo bem, vamos esquecer, tem uma noite pra aproveitar não é mesmo? - Ela abriria um sorriso se aproximando de Kuro passaria seus braços envolta do pescoço dele aproximando bastante o rosto e olhando bem fundo nos olhos ela prosseguiria. - Então, pra onde deseja ir agora?- Ela esperaria um pouco a resposta do homem mas independente da resposta ela lhe diria. -Como é minha despedida, que essa noite seja lendária, pra você e pra mim.- Ela encostaria os lábios aos dele levemente, mas bem na hora ela lembrava do que os piratas haviam feito com ela tempos atrás, fazer aquilo ainda se mostrava desconfortável mas ela até tentava se forçar, ela não ia perder sua vida após os primeiros segundos a lembrança sumiria vagamente da sua mente.

Depois de um curto selinho ela afastaria o rosto e diria. -Não se preocupe, se não gostar disso, não faço de novo- ela faria uma cara provocante o olhando após isso levantaria pegando a máscara de ópera e colocando no rosto. - Bem, vamos caminhar não é? E aproveitar, amanhã eu pretendo deixar a cidade. - Ela daria um sorriso e esperaria a reação do homem, caso ele levantasse de lá e a beijasse ela apenas aproveitaria o momento e entraria no clima seguindo o fluxo, se ele apenas levantasse para ir com ela, apenas seguiria andando com ele observando as barraquinhas se fosse pra feira, caso fosse convidada a casa dele ela pediria para ficar mais um pouco na festa, dizendo que poderiam ir posteriormente. -Vamos ficar mais um pouco pro aqui, ver algumas barraquinhas e comer alguma coisa, que tal? Depois podemos ir se quiser.- Ela sorriria da situação um tanto constrangida com o convite e depois disso apenas caminharia o chamando.

Caso após tudo eles seguissem pra casa dele ela apenas tentaria decorar o caminho, para uma futura caminhada de volta, se mostraria um tanto preocupada com o que poderia estar na mente do rapaz, mas ela iria mesmo assim, afinal ela estava um pouco curiosa pra ver como seria a casa daquele rapaz, o que ele guardaria por la? Talvez peixes, talvez fotos de barcos, ou até mesmo um porão de velharias, as pessoas guardam muito em suas casas e as vezes isso diz muito sobre elas “Eu realmente não sei o que tem na casa dele, mas deve ser interessante no mínimo” é o que pensaria ela a caminho.


Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 31 Maio - 11:26



   
UNNAMED

Alones


Grambos apenas olhava, era um velho lobo do mar, já havia passado por coisas de mais na vida para se impressionar com a agressividade de uma adolescente. Já as pessoas ao redor não eram tão centradas assim e logo olharam com espanto.

- É a louca? - perguntou uma das pessoas ao redor.

Bijin ignorou os comentários a volta mantendo-se focada em Grambos que acendia um charuto a frente da jovem.

- Minha impotência é tão fácil de curar quanto sua cabeça, ou talvez tenha se esquecido que matou seus próprios pais? - diferente de Bijin o regente falou alto o suficiente apenas para ela e os outros dois ouvirem. - Você ganhou uma chance pela bondade dos seus amigos, mas se você vai paga-los com ingratidão, quem sou eu. Não é? - olhando para o panda e para a jovem descalça. - Se eu fosse vocês, tomaria cuidado, ela não é muito grata ao seus amigos.

Poo ao seu lado se enfureceu e estava pronto para pular em Grambos, quando...

>>>>>>>>>>>>Floresta<<<<<<<<<<<<<<
A situação complicada da estranha dupla se mostrava mais complicada pela pressa. Se tivessem tido talvez tempo de fazer as coisas com calma e não se distraído teriam chegado a festa sem problema.

Os chacais, embora em maior numero relutavam em atacar, pareciam esperar algum vacilo por parte de sua caça. Não eram os maiores carnívoros nem os mais ferozes,  por isso dependiam da estratégia e da oportunidade, ou talvez estivessem apenas tentando afugentar os intrusos de seu território, já que haviam pressas menores que podiam caçar.

Levi esperava um momento de revelação, em que sua visão de raio X despertasse e ele fosse capaz de encontrar o caminho que deviam seguir e nesse momento foi quando......

BUMM, BUMM, FIUUUUUU, BOMMM, BUMMM, P[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

O céu a direita da dupla se iluminou em explosões coloridas. Vermelhas, amarelas e violetas. Fogos formavam estrelas brilhantes no céu, assobiando em sua ascendência.

- Corre malhado!

Não foi preciso um novo convite e logo os dois corriam pela mata em direção aos fogos de artificio. Os fogos pareciam ter assustado também os chacais, não que Levi conseguisse perceber isso naquele momento.  Sua concentração focada em desviar dos obstáculos quase não era suficiente.

Duas vezes durante a corrida tropeçou em uma raiz mais saliente e caiu rolando, numa delas percebeu que algo caiu da mochila, mas não tinha tempo para ver o que era.

Ofegante, com a garganta queimando e algumas partes do corpo arranhadas e doloridas o jovem Levi se via a beira da cidade. Olhando para se situar percebeu que estava duas quadras acima da prefeitura. Quando olhou para trás para ver o malhado não o encontrou. Em algum ponto da confusão haviam se perdido.

Olhando para a própria mochila viu que o zíper da mesma estava aberto e talvez por isso algo havia caído, mas havia também dentro da mesma um saco marrom, que pelo que Levi lembrava era o malhado que carregava. Dentro dos sacos havia fracos com a mistura que o grupo havia combinado de espalhar na comida para tornar a festa mais ‘divertida’.


>>>>>Logo Ali<<<<<

Layla dava um breve sermão no homem, talvez tanto irritada, quanto um pouco contente, fosse o que fosse não manteve por muito tempo a pose de braba.

- Eu fiquei com ciúme. - explicou ele. Não era um motivo muito bem, mas sabendo que ele era ciumento por um navio era talvez compreensivo que fosse por outras coisas, ele também parecia arrependido do que fez e isso foi suficiente para Layla deixar as coisas para lá.

Kuro corou quando ela se aproximou, mas não vacilou e se aproximou dela também. Já estavam os dois em pé e quando Layla enlaçou seus braços no pescoço dele o jovem regente fez o mesmo a segurando suavemente pela cintura.

Teria sido um bom momento para relaxar a apenas desfrutar, mas memórias de um terrível passado perturbavam a serenidade da mente de Layla, memórias que desvaneceram diante do toque gentil de Kuro em seus lábios.

Quando ela se afastou ele permitiu, mas não soltou sua cintura, mantendo suas mãos ali em um toque gentil.

-Não se preocupe, se não gostar disso, não faço de novo

Kuro sorriu vendo-a colocar a mascara de ópera a frente do rosto, uma das mãos largando a cintura dela e deslizando por uma mecha de cabelo enquanto raspava suavemente na mascara.
- E tem como não gostar de algo em você? - falou suavemente enquanto erguia apenas um pouco da mascara voltando a beijar a ruiva.

- Venha. - disse pouco depois do beijo terminar, ajustando a mascara no rosto dela novamente. - Os fogos vão começar logo, deixei um lugar especial pronto pra nós assistirmos. - como não era um convite para sair da festa e sim algo ‘especial’ a jovem seguiu com ele.

Alguns minutos depois, estavam de braços dados em cima de uma colina que dava vista para a festa. Ao lado deles o rio corria em um fluxo lento no ponto que um pequeno ‘lago’ se formava.  Ali estavam sozinhos e enrolado próximo a uma arvore havia uma garrafa de vinho embrulhada em um pano.

Sentados e com vinho viram os primeiros fogos estourarem. Parecia um momento tranquilo, a mão de Kuro envolvia a dela, seus ombros colados, sentados com vinho, sozinhos e assistindo aos fogos. Teria sido um bom ponto para começar a noite se o destino fosse um ser generoso.

Distraídos com os fogos nem Layla nem Kuro perceberam o grupo que aproveitava o som dos fogos para esconder o barulho de seus movimentos. E assim em um momento Layla assistia aos fogos e no outro lutava contra um agressor invisível com um saco enfiado em sua cabeça.

- Segurem ela, só queremos o Kuro, mas precisamos de alguém para levar a culpa. - Layla se debatia freneticamente e podia ouvir Kuro ao seu lado gemendo e lutando também da mesma forma que ela.

Não sabia quantos eram, mas ficou claro o que queriam. Queriam Kuro e a deixariam para trás. O agressor a abraçava pelas costas, outro segurava seus pés conforme ela tentava chutar. Em dado momento conseguiu libertar uma das pernas e sentiu quando acertou um dos oponentes.  Ouviu o homem caindo, mas logo outro tomou sua posição ajudando a imobilizar  Layla.

- Levem ele, rápido. - Layla escutou então uma pancada e os gemidos de Kuro cessaram.

Os fogos ainda estouravam no céu. Distraindo as pessoas para olharem na outra direção. Abafando os gritos da luta.

>>>>Na praça <<<<

Poo se interrompeu quando os fogos começaram, quando a distração passou Grambos já havia se afastado. O trio se dividiu entre olhar para Grambos e para os fogos, até que deixaram pra lá.

As pessoas se juntaram ao redor. Muitas, Bijin pode notar, carregavam copos de bebidas com o emblema do bar do Bruce. E estranhamente foi uma dessas pessoas a frente de Bijin que caiu ajoelhada no chão abraçando o próprio estomago.

- Ei, ei, você tá bem cara? - gritou outro do lado dele.

- Meu estomago...... - e vomitou, sangue saindo junto a o que parecia ser comida mal digerida.

Os fogos ainda estouravam, mas o trio que se encontrava bem no centro da festividade viu a comoção se espalhando, gritos surpresos não só do ponto onde estavam, pois mais atrás, à frente e aos lados outras pessoas pareceram cair. Os fogos pararam de chamar a atenção das pessoas ali, alguma histérica começou a gritar quando o marido dela caiu cuspindo sangue.

Levi chegava à praça da cidade, e se deparou com algo que não esperava encontrar. Não havia musica, não havia fogos. Pessoas corriam buscando agua, macas, ou outras coisas que Levi não conseguia ver, enquanto outros gritavam e agoniavam no chão.
Talvez alguém tivesse dado sequencia ao plano? Estariam aquelas pessoas com caganeira?
Levi foi entrando mais na ‘festa’ a procura da barraca de fantasias, afinal queria as outras coisas do acordo, embora não tivesse feito nada.

- Foi ele!!!! Ele é o culpado. - de certo modo essa acusação gritada o assustou, mas logo percebeu que não era dirigida a si e sim a um homem em cima de um balcão no que parecia ser uma barraca de bebidas. Acima dessa uma marca anunciando o Bar do Bruce.

- Eu??? Porque acha que eu tenho algo haver com as pessoas passando mal?

- Meu marido não comeu nada ainda, tudo que ele bebeu foi essa sua maldita cerveja. E Agora ele está quase morrendo. - um coro de concordância começava a se espalhar, um coro acusatório. Bruce empalideceu, mas então seus olhos se focaram, Bijin via-o olhando para ela e Poo.

- Devem ter sido eles. - Acusou Bruce apontando para Bijin e Poo, a irá inflamada em sua voz. O fogo brilhava em seus olhos. - Aquele panda desgraçado que ficou encarregado de trazer as bebidas enquanto eu montava a barraca, ele e a louca estão juntos. Não faz muito ela incendiou o bar do Steave, deve querer acabar comigo também.   - as pessoas já começaram a olhar com dúvida a visão vacilando entre Bruce e o trio no meio da praça.


Levi assistia a tudo, enquanto se espremia por entre as pessoas. As pessoas resmungavam enquanto ele empurrava para passar, mas não ficaram na frente dele. Até que um grandão esbarrou mais forte e Levi se viu caindo sentado. Um sorriso perverso cruzou os lábios do homem e Levi percebeu o pacote marrom que antes estava em sua mochila.

- ELE TAMBÉM!!!! - gritou o homem erguendo  o pacote e derrubando o conteúdo no chão. As pessoas ao redor se viraram olhando para Levi sentado e os fracos caindo as seus pés. - Ele ta carregando veneno na mochila, deve ter ajudado os outros três.

- Ei não é o cara que criou confusão reclamando da cidade na pousada hoje mais cedo?

A situação ia se agravando para os quatro ali presentes, Metza não tinha sido diretamente citada, mas olhavam-na de maneira diferente pela sua aparência e também por estar do lado da louca.

Pessoas continuavam a passar mal, alguns ajudavam, outros assistiam e olhavam torto para os ‘culpados’, logo a turba iria explodir.


>>>>Morro<<<<

Os fogos terminaram e Layla foi empurrada, caiu rolando no chão. Quando tirou o saco da cabeça haviam quatro homens mascarados a sua frente. Variavam entre porretes e canos. Não havia mais sinal de Kuro. Haviam-no sequestrado?



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 31 Maio - 12:43



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Buki "A Louca" Bijin



  A situação estava estranha, Grambos havia recuado mesmo me deixando como uma má impressão diante de outras pessoas, mas quem liga o que as outras pessoas pensam de você, mas o fato é que eu estava conhecendo uma nova amiga e queria me divertir, porém fui interrompida pelo Grambos e algo não me cheirava bem.

  Poo estava disposto a brigar, talvez não fosse uma boa ideia e por isso resolvi interromper seu avanço, mas os fogos começaram a estourar e o espetáculo nos distraiu por um breve momento e isso foi o suficiente para Grambos sair e nós deixamos isso para lá.

  Fui reconhecida pelo público, mas não me importava e já sabia que esse tipo de coisa iria acontecer mais cedo ou mais tarde. Mas falaria com Metza apenas o necessário para ela saber de minha boca a verdade.

  - O que ele disse é verdade. - Disse virando para Metza e Poo. - Matei meus pais e a minha demora de sair da ilha pode prejudicar meus amigos e quem se aproximar de mim. Vocês andarem comigo pode manchar o nome de vocês, assim como sua honra, por isso se quiserem ir podem ir, não culparei ninguém.

  Olhando a nossa volta percebi que muitas pessoas estavam com os copos do bar do Bruce e estava feliz por ele, o sucesso dele poderia trazer coisas boas para nós e principalmente para Poo que estava feliz ajudando o Bruce, mas algo estranho aconteceu, um homem começou a passar mal e chegou a vomitar sangue.

  Tentando entender o que estava acontecendo, pois pareciam que mais e mais pessoas estavam passando mal, uma mulher acusa Bruce de estar passando uma bebida estragada, para não dizer envenenada. Isso realmente me deixou nervosa e enquanto caminhava na direção dela para faze-la pedir perdão Bruce exigiu explicações, mas depois de estar pressionado ele simplesmente apontou para mim e o Poo, tadinha da Metza, nos acusando de ter feito algo com a bebida dele.

  Sabia que Bruce era um covarde, mas acusar as pessoas que a pouco lhe estavam ajudando isso era absurdo demais para a minha mão ficar parada, não só meu nome, mas o de Poo e da Metza estava em jogo agora.

  Agora estava tomada pela raiva, mas novamente fui interrompida e mais uma pessoa que nunca tinha visto passou também a ser acusada, mas o homem que o acusou não parecia nervoso, mas calmo, tive a impressão de algo planejado, mesmo a aparição de Grambos aqui não deve ter sido coincidência, caímos em um plano e agora estavam querendo arrumar alguns bodes para levarem a culpa.

  Corri na direção da barraca do Bruce e pulei para ficar sobre o balcão. Encarei para todos a minha volta com ferocidade e chamas nos olhos. Terminei nos olhos de Bruce.

 
Expressão da Bijin:
 

   - Seu filha da puta covarde! - Disse baixinho para ele. - Agora você me deve outro milhão.

  Imaginava que agora Poo e talvez a Metza já estivessem próximos de mim. Voltaria a olhar para todo o povo a nossa volta e com o martelo levantado voltei a falar alto e com o martelo levantado para que todos pudessem me ver rapidamente.

  EU SOU BUKI BIJIN. - Gritava. - CONHECIDA COMO A LOUCA POR VOCÊS. ISSO FOI DEPOIS DE EU TER MATADO OS MEUS PAIS.
FUI LEVADA A MARINHA E INOCENTADA PELA MESMA, E EIS QUE ESTOU AQUI NOVAMENTE. SE EU TIVESSE FEITO MAL A ALGUNS DE VOCÊS TERIA DITO ISSO. SE EU QUISESSE ALGUM DE VOCÊS MORTOS, ACREDITEM, EU MATARIA. MAS NUNCA QUIS E AINDA NÃO O QUERO, MAS QUEM ACUSAR A MIM, MEU AMIGO POO OU MINHA NOVA AMIGA AQUI NÃO VAI PASSAR IMPUNE PELO MEU MARTELO. ALGUÉM OUSA REALMENTE A ME ACUSAR E SE SIM TEM ALGUMA PROVA?! SE NÃO TIVER CALE A PORRA DA BOCA OU EU MESO VOU CALAR. POIS NÃO FUGI ANTES E NÃO FUGIREI AGORA,
POIS EU, BUKI BIJIN, A LOUCA, SEREI CONHECIDA NO MUNDO TODO COMO O BEM COM O BEM, MAS O MAL COM O MAL, NÃO ME IMPORTA SE É UM CIVIL, UM PIRATA OU MARINHEIRO, MAS MEU MARTELO NÃO SE CALARÁ DIANTE DE NINGUÉM.


  Depois de ter gritado ficaria de olho em toda a movimentação dentro da praça. Se aquilo foi armado para me pegar deveria ter alguém ali dizer algo, ou simplesmente iriam continuar acusando aquele cara que nunca vi.

Histórico:
 

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Última edição por Bijin em Qui 1 Jun - 12:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 31 Maio - 15:55




Ato 10 l Festival


"Acho que vi uma treta... Vi sim, eu vi uma treta"
- Treta Piu





“Agora vamos lá! Possivelmente estará um grande barulho, músicas, alegrias, pessoas dançando, típico de festividades. O que você tem que fazer? Encontrar a barraquinha de máscaras. Feito isso, qual o próximo passo? Pegar suas adagas. Somente com esses passos prontos, podemos prosseguir e pregar essa peça.” – pensava.

Ao chegar ao local, estava tudo diferente do que imaginava. A visão de pessoas dançando davam lugar ao sofrimento daquelas pessoas que corriam com macas, copos com água e, em estados críticos, pessoas agonizando no solo. “Teriam sido aqueles homens? Não, não é possível. Eles apenas... Calma aí. Eles saíram com um recipiente gigante. O malhado havia falado veneno, mas era um laxante, não? Aliás, onde está aquele malhado, quero exijo explicações, não fui eu que fiz nada disso!” – pensaria.

Em meio aos meus devaneios escutei apenas uma acusação. Assustei-me, teria sido descoberto tão rapidamente? Não. Não era comigo. Um velho era o acusado. O vendedor da bebida. Ele refutava a acusação, realmente ele não aparentava estar junto com o malhado e seus comparsas, mas por que estava sendo acusado? O plano era colocar o laxante na comida, mas cerveja? Toda aquela situação estava completamente fora de nexo.

- O que está acontecendo aqui?

Comentava comigo mesmo sobre o ocorrido. Meus ferimentos naquele momento não incomodavam, não tanto quanto tudo que estava acontecendo ali. O plano não era esse, então tinha um segundo plano? O velho então colocava a culpa para um grupo de pessoas, digo, em sua maioria, que estavam ali próximo. Um mink panda estava acompanhado de uma mulher, louca? Com eles estava também outra garota. Seriam eles do grupo do malhado? Não, não aparentam ser tão enrolados quanto eles.

Durante minha aproximação, um brutamonte me escorou e caí no chão. Seu sorriso foi à única visão que tive antes de ir parar no solo. Aquele não era um sorriso comum. Após me situar do que tinha acontecido me levantaria rapidamente e iria tirar satisfação, mas algo estava na mão dele. Em uma completa inversão de cena, estava eu sendo acusado perante todas aquelas pessoas doentes, familiares e públicos em geral. Em sua mão estava um pacote velho que, ao ser jogado as coisas de seu interior, estavam lá. Veneno? O homem afirmava isso para todos que estavam ali.

“Que merda de pacote é esse? Eu não havia visto nada na casa, não peguei nada disso, deve ser algum engano, eu apenas peguei minha mochila e fui até a floresta, até encontrarmos os chacais e o malhado sumir... Sumir... Não acredito nisso. Então esse era o plano desde o início? Incriminar-me?” – pensaria.






Mergulhado em meus devaneios e sendo o foco de possíveis olhares, não havia saídas, a melhor alternativa e a mais rápida seria fugir. Analisaria o local, veria possíveis brechas, talvez correr entre os doentes seria a melhor possibilidade naquele momento. Por mais que tivesse com vontade de dar uma lição naquele brutamonte, a situação não seria a ideal para isso. Era uma questão de tempo, não de honra. No momento em que me prepararia para partir, a atitude da garota que também havia sido acusada me chamou atenção. Em cima da mesa, ela demonstrava total coragem para enfrentar todos ali e assumir uma culpa que não a foi dada, isso me incomodava.

“Maldita, maldita, maldita, como ousa? Não pedi sua ajuda, todos esses olhares, você já deve estar acostumada, mas não, não quero ser o motivo de você passar por isso, “louca”, sim, você é louca, mas estar sob os holofotes? Eu também sei!” – pensaria.

A situação havia mudado. Fugir não seria mais uma escolha, não se tratava de mais um episódio de bater em retirada, agora era questão de honra. “Um Flamel deve arcar com todas suas ações”, você dizia isso irmão? Então vamos colocar essa porra de lei familiar em questão agora. Olharia o local, tentaria ver se alguém próximo estaria armado, ou algo do tipo. Feito isso, tomaria cuidado com essa(s) pessoa (s) durante meu próximo ato.

Pegando a bebida que havia comprado durante o dia, beberia o que havia restado e como o fim de um péssimo show de humor, caminharia até o palco principal enquanto bateria palmas. Meu objetivo era tomar o foco das atenções para mim e assim arcar com os meus atos. Por algum motivo havia simpatizado com a garota, não poderia fazê-la pagar por algo que havia feito – ou tentado fazer. Uma vez na frente de todos, tanto dos acusados quanto dos acusadores, respiraria fundo e me prepararia para o que viesse.

- Bom trabalho Buki, você é bem louquinha mesmo – piscaria para ela – Pode descer daí agora – sussurraria – Mas, não, tudo aqui está errado, essa garota não tem nada a ver com isso. Fui eu o responsável por tudo isso, pelo menos em partes. É uma longa história, envolvem malhados, chacais, laxantes, venenos, mas a verdade é que essa garota não tem nada a ver com esse ocorrido. Se quiserem culpar alguém, me culpem. Eu que desde cedo causei problemas, sim, eu mesmo, eu que sempre cuidei das plantações dessa ilha e alimentei seus orgulhos, eu mesmo, euzinho! – abriria os braços – Não posso deixar inocentes – olharia para eles - Essa é a deixa de vocês, a mata tá vazia, cuidado os chacais – sussurraria - Serem culpados por um erro meu. Eu fui o responsável por tudo isso, então se alguém tem algo a falar, que fale agora, querem me pegar, estou aqui, de braços abertos, venham! – olharia para o brutamonte – Principalmente você, grandão! – enfrentaria – Então, o que vai ser, vão cair pra dentro ou terei a chance de corrigir toda essa merda e vamos beber até cair? – bradaria.

Durante todo o discurso, manteria minha atenção alta para possíveis ataques e arremessos de objetos. Tentaria desviar dos mesmos enquanto falava. Ao fim do discurso, caso resolvessem iniciar uma briga generalizada, correria em direção à festa, buscando alguma barraquinha de máscaras para assim tentar me disfarçar em meio às pessoas. Esperaria também que o grupo já tivesse partido anteriormente, então não me preocuparia. Todavia, caso aceitassem a possibilidade de corrigir tudo aqui, por mais que não tivesse feito nada, tentaria então analisar o estado dos afetados e assim ver alguns sintomas e conciliar com algum dos conhecimentos que já tinha de toxicologia.



Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Alencar em Qua 31 Maio - 19:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 31 Maio - 15:59




Khrono



ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Era estranho saber que o tempo e a história passava sem que você estivesse percebendo isso. A sensação é de que tudo estava estagnado e o tédio era a única coisa que reinava, ao mesmo tempo que a vontade de avançar continuava. Seria isso que os imortais sentem? Talvez agora eu entendesse o porquê de todos eles almejam a morte. Não é uma sensação nada agradável, mas ao menos na morte você sente que viveu algo, é a concretização de um trajeto, o fim de uma jornada. Melhor do que a incerteza se tudo ia passar ou não. E se passasse, não importava, afinal, você é imortal.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Com tudo isso passando por minha mente, pude chegar apenas a uma conclusão lógica: que eu não era imortal. Mesmo assim, encontrava-me no mesmo limbo de antes, em pé e tentando entender o que havia se passado. Estava em pé, e virando minha cabeça pro lado via algumas casas e algumas pessoas, quando de repente tudo começou a ruir, e as pessoas a desaparecer. Estiquei o braço direito, na tentativa de impedir que todas elas sumissem. Mas pó foi tudo o que se tornaram. Minhas lembranças estavam fragmentadas, e tudo em minha cabeça não tinha mais nenhum laço de entendimento, por menor que seja. Olhei para as palmas de minhas mãos, quando um lapso de memória fez-me visualizar dois rostos em cada uma das mãos. Um era o rosto de um panda e o outro era o rosto de uma garota. Eu… conhecia eles, sabia de onde eram, e aos poucos seus nomes eram formados em minha mente, como fragmentos de um espelho quebrado agora tentando se juntar.


── Poo…? Bijin…?  ── Sussurraria, começando a acordar e levantar de onde estava deitado. ── Poo! Bijin!!  ── Acordaria, assustado, e respirando fundo, tentando entender tudo o que havia acontecido, onde estava e quem seriam aquelas pessoas ao meu redor. Minha cabeça doía, e colocaria a mão do lado esquerdo para amenizar a dor.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Tudo o que me lembrava era de ter perdido a consciência no combate e durante toda a bagunça no bar do homem chamado Bruce. E se eu tinha perdido a consciência, isso só significava apenas uma coisa: Kairo deve ter ficado no controle durante todo esse tempo. Mas pra eu não lembrar do que ele pode ter feito, então ele deve ter suprimido o lado racional, não me deixando sair.  “Droga! Se aquele desgraçado tiver machucado alguém, eu não irei perdoá-lo!” Era um situação difícil de explicar.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Ao recuperar as forças, levantaria dali de onde estava e procuraria alguém próximo para saber o que havia acontecido e quanto tempo eu teria passado desacordado.


── Sabe o que aconteceu por aqui? E onde está Poo e Bijin?  ── Perguntaria, sabendo que a probabilidade de ambos estarem metidos em alguma confusão era altíssima e que provavelmente passei de quatro a cinco dias desacordado devido Kairo. Porém, agora meu corpo já deveria estar com toda a energia, ou assim eu esperava que estivesse.




Citação :

Objetivos na aventura:

[_] ♦ Comprar uma espada;
[_] ♦ Comprar um kit de anotações;
[_] ♦ Aprender a perícia "Luta de Rua";
[_] ♦ Aprender a perícia "Psicologia";
[_] ♦ Encontrar com todos os membros do futuro bando;
[_] ♦ Saber a localização para comprar um Bingo Bingo Book;



OFF::
 






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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 4 EmptyQua 31 Maio - 17:24

Metza ainda tentava conter sua gargalhada com uma das mãos tapando a boca quando Grambos explica sua implicância com Bijin com uma voz alta o suficiente para que apenas elas duas e Poo pudessem ouvir: - Minha impotência é tão fácil de curar quanto sua cabeça, ou talvez tenha se esquecido que matou seus próprios pais?


A expressão no rosto de Metza se desfaz quase que instantaneamente pelo tom de acusação que o lider revolucionário impunha na loira de cabelos com as pontas tingidas. Ela volta a ficar ereta e encara o olhar de Grambos *Eu não esperava por... Quando ele dirige sua palavra para ela, cortando completamente seu raciocínio que estava tentando digerir a informação:


- Se eu fosse vocês, tomaria cuidado, ela não é muito grata ao seus amigos. Metza franze a testa e se enfurece, dando um passo para frente com sua perna direita. Não tanto quanto Poo, que estava quase avançando no líder sem braço, mas havia processado a informação e tomado sua decisão... se identificava com Bijin: *Eu não estou nem aí se ela matou os pais... não conheço do livro de sua história nem a capa e não a julgarei! Eu mesma teria matado meus pais se a fuga não fosse uma opção... sua gentileza para com minha pessoa será muito bem retribuída com confiança enquanto ela merecer!*


Metza conhecia há pouco Bijin e Poo, mas fora treinada por Bart para ser sua sucessora e ela tinha aptidão para tal! Sua bela voz encantava seus subordinados e era um dom nato seu dar ordens para eles que obedeciam com afinco nas mais diversas tarefas. Ela já estava estendendo o braço com as costas da mão no peito do panda para interromper seu avanço e ira pois não traria bons frutos para eles naquele instante quando o barulho de fogos de artifício distraem o trio. Eles além de barulhentos eram bonitos e Metza expira tranquila ao ver que Grambos se distanciava e os ânimos se acalmavam.


Todavia a tranquilidade da loira descalça não pôde ser apreciada por muito tempo pela mesma. Bijin admite a acusação de Grambos em um tom que aparentava ser extremamente sincero: - O que ele disse é verdade. Matei meus pais e a minha demora de sair da ilha pode prejudicar meus amigos e quem se aproximar de mim. Vocês andarem comigo pode manchar o nome de vocês, assim como sua honra, por isso se quiserem ir podem ir, não culparei ninguém.


- Não há quem culpar, tão pouco a si mesma... Metza responde de prontidão para Bijin com um tom amistoso de seriedade e um olhar tão belamente penetrante quanto sua voz e a escolha de suas palavras poderiam ser por suas habilidades, prosseguindo: - Não precisa se preocupar comigo... estou em dívida com você e sei cuidar de mim mesma, por isso ficarei do seu lado! Metza abre um largo sorriso com os lábios cerrados após seu discurso de apoio.


Bruce tinha jogado a acusação para Bijin e Poo. Definitivamente esse não era o dia de sorte da dupla. Ele estava aproveitando da confusão que Grambos havia gerado nos espectadores para com A Louca e depositar mais acusações para livrar sua barra. Metza range fortemente os dentes irada com Bruce, quando Bijin sobe em cima do balcão e brada seu discurso para os presentes sobre retaliação.


Metza arregala os olhos prevendo uma desordem e caos generalizados que estavam se formando ao invés das pessoas de fato estarem se preocupando com o que realmente importava no momento: salvar a vida dos envenenados!


Ela então aproveita-se de sua imponente voz, sua habilidade oratória e a técnica Mermaid's Song para elevar sua voz e cantar uma música, tentando acalmar o ânimo dos exaltados à sua volta e tentando fazer com que eles focassem na cura dos enfermos:



- Calma, calma, meu povo!
- Peço que prestem atenção, e foquem
- No que realmente importa!
- Seus amigos e familiares, estão sofrendo em vão
- Peço que se ajudem, e procuremos por médicos
- Mais vale agora salvá-los, do que achar um culpado!
Historico:
 

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