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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyQua 17 Maio 2017, 14:20

A ruiva estranharia a piscada, olhando com um olhar de confusa para o dono, ela sentia que os boatos sobre ela tinham haver com isso. Logo ela ainda com o dinheiro em mão se dirigiria ao dono insistindo em pagar. -Desculpe moço, mas eu e o Kuro somos apenas amigos, creio que ele não ia gostar disso, e além do mais eu estou com dinheiro aqui, não tem por que por na conta dele, quanto cobra pelo banho?- Ela olharia meio seria pra ele e esperaria uma resposta do homem. Caso tudo corresse bem e seu dinheiro fosse suficiente, pagaria pelo uso do banheiro normalmente. Se o homem insistisse com a história ela diria: - Bem moço, não sei o que lhe disseram, mas provavelmente não é verdade, independente disso eu preciso usar o banheiro, quanto custa?- Ela daria um sorrisinho meio forçado, porém discreto, depois seguiria o protocolo normal se ele entendesse. Se tudo desse errado ela iria atrás de outra pousada, perguntando ao pessoal da rua se havia alguma por lá.

Se tudo corresse bem ela iria para o lugar indicado entraria normalmente pela porta e simplesmente faria uma ronda pelo quarto, após isso trancaria a porta observaria as coisas que estivessem lá, piso, teto, mobília, apenas para se familiarizar com o ambiente, após tudo ela adentraria ao banheiro, trancaria a porta do mesmo e tiraria a roupa para espaná-la, primeiro ela a sacudiria bastante visando se livrar da poeira, após isso se tivesse uma escova la dentro ela umedeceria um pouquinho a mesma, e passaria sobre a roupa tentando escovar o que tivesse sobrado de poeira e/ou terra, depois entraria ao chuveiro, onde quando a água descesse sobre seu corpo ela lentamente passaria a mão nas cicatrizes, em cada uma delas, seu pulso, nos tendões dos pés, o pescoço o seio esquerdo, e lembraria de quem ela foi até ali, até, por fim, levemente tocava a cicatriz no seu olho, ela pensaria em sua irmã naquele momento, como ela estaria ou que estava fazendo, mas ela sabia que cada uma daquelas marcas era um mau necessário, elas haviam construído Layla Morningstar, cada pequena marca fazia parte de sua essência hoje.

“As vezes quando lembro dessas coisas, sempre me vem uma pequena tristeza, mas foram elas que me fizeram forte, não existem motivos para choro quando se está livre, a liberdade é para se apreciar o futuro é aquilo que devemos buscar pois lá estão os nossos sonhos, o presente é de se viver intensamente aproveite cada segundo do seu dia como se fosse o último, pois pode ser que ele seja, ame as coisas ao seu redor, ame as pessoas a seu redor, seja alguém de quem você possa se orgulhar, e o passado… o passado, ficou pra trás minha filha, é inegável que ele faz parte de você, mas apenas como uma mera lembrança, para que você nunca esqueça de si mesmo e de todos que já amou, nunca se envergonhe do que fez buscando seus sonho. Essas são palavras que não devo esquecer, o pouco de memórias que tenho do meu pai, mas seguir em frente é tudo que temos agora, não é Catherine? Eu quero que onde ele esteja sorria pra nós duas de lá agora, eu sei que você está vivendo sua vida a sua maneira, talvez nossos caminhos se cruzem um dia.”

Após o banho a jovem vestiria as roupas e seguiria para o local da festa onde ela procuraria pela barraca de máscaras dita por kuro máscaras, ela caminharia normalmente pelo ambiente e iria passando de barraca em barraca até encontrar, caso demorasse muito para achar a correta, ela perguntaria a pessoas próximas e donos de barracas ou lojas: - Com licença, poderia me dizer onde fica a barraca de máscaras?- caso alguém soubesse informar seguiria pro local, se não ela apenas continuaria rondando as barracas até encontrar, ao chegar lá se Kuro ainda não estivesse, ficaria olhando as masacarás uma a uma, e as colocando frente ao rosto, mas caras eram algo que realmente chamavam atenção dela, colocá-las frente ao rosto passaria uma sensação de conforto, era como se ela pudesse ser qualquer coisa quando as colocava, se a loja estivesse fechada ficaria parada de frente esperando lá mesmo assim, ela não se preocuparia com a demora e as vezes ficaria dando algumas voltas lá por perto. Se Kuro já estivesse no local, ela o abraçaria e agradeceria pela viajem de barco a tarde. - Obrigado por atarde de hoje, a viajem no barco foi muito boa, eu precisava daquilo.- E soltaria ele dando um sorriso rápido e logo prosseguiria. - Vamos olhar as máscaras? Eu gosto bastante delas, elas fazem eu me sentir muito bem, como se eu pudesse fazer tudo sabe?- Diria ela com um olhar de empolgação, enquanto passava a mão no cabelo jogando ele pra trás. Se ele fosse positivo olharia as máscaras como já descrito acima, porém sempre olhando para Kuro usando alguma e rindo um pouco. E faria um simples comentário: -Eu adoro máscaras, eu e minha irmã as vezes fazíamos umas pra brincar, minhas favoritas são as máscaras de ópera, por uma história que meu velho contava, sobre uma cantora que se sentia inútil, ela não gostava da própria voz, e tinha medo da própria aparência, isso por causa de uma cicatriz- Ela apontaria pro próprio olho e prosseguiria -Mas quando ela colocava a masacará ela não tinha mais medo e cantava, sua voz era linda como a dos pássaros do céu, e ela ganhava fama, mas ninguém realmente sabia quem era ela, e ela acabou morrendo sozinha sem nenhum reconhecimento, mas ela foi feliz até o último segundo fazendo o que mais amava. - E então ela faria uma cara dramática olhando para kuro. Caso na pergunta Kuro a chamasse pra outro lugar ela aceitaria e pediria pra voltar ali mais tarde. -Certo mas podemos voltar aqui depois?-Diria  ela pensativa, independente da resposta iria com ele. Após a loja de máscaras chamaria kuro para caminhar pelo local olhando as barraquinhas, sempre parando em qualquer uma que lhe chamasse a atenção e olhando todos os itens que tivesse lá


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyQui 18 Maio 2017, 16:00




UNNAMED

Alones


Após a longa caminhada Levi se viu diante de uma cabana muito isolada a qual o sujeito estranho chamava de QG. E começava ali sua analise de toda a situação, formulando seus questionamentos suposições do porque estar ali.

- Bem, gostei de você – mentira – Vamos negociar meus serviços. Você vai fazer algo e não tem coragem de fazer isso então precisa de alguém que também não goste dessa ilha para fazer isso, alguém que tenha mais motivos para fazer isso, por exemplo, alguém que teve um desentendimento recente, como eu, certo?

- Viu???? -disse o manchado para os outros dois homens. - Eu disse que o garoto era bom, entende tudo num piscar de olhos. É bem por ai, é só você ver onde tenho que viver... Me tratam como um leproso, aqueles desgraçados, isso é uma doença de pele entende? Não é contagiosa. Mas o pessoal cismou que é a doença do chumbo branco.... - Levi lembrava que a alguns anos havia ouvido falar da mesma, uma doença que manchava a pele, na quais as manchas iam se espalhando pelo corpo enfraquecendo as pessoas e levando-as a morte, cada geração morrendo mais cedo que a anterior até que não restasse ninguém. De certo modo a aparência daquele sujeito muito bem podia ser confundida com isso. E ele percebendo o olhar de Levi que assimilava a informação se apressou a dizer. - Mas você é esperto garoto, se já ouviu falar sabe que se fosse mesmo chumbo branco eu já estaria morto há anos.

Levi se viu concordando... E então despejou suas condições em cima do malhado.

- O problema é que pra fazer o serviço de forma discreta para que não se arranje muitos problemas tem que se chegar bem perto intende? E ninguém me quer por perto, por isso você. Venha vou lhe mostrar. - Chamou Levi para próximo à panela. - Isso aqui não é um veneno nem nada, é só pra pregar uma peça entende? É uma mistura potente de laxante. Só precisa um pouco para deixar as pessoas desesperadas por um banheiro e não deixa muito gosto, na verdade ‘temperamos’ a mistura para que pareça parte do tempero da carne. O plano seria você ficar com a mistura e ir fingir ser um bom rapaz e ajudar no preparo. Logo mais eles devem começar a assar a carne e os peixes. Não precisa por em tudo, um pouco aqui, um pouco ali, só pra deixar a festança divertida entende? - ele então parou se aproximou de Levi e com uma mão apoiada nas costas do rapaz o guiou para dentro do QG. -Você pediu tantos itens que já não lembro, mas o que você disse provavelmente tem aqui dentro, vê. Não me importo em pagar o seu serviço com eles, desde que você faça o serviço. - disse ele sorrindo. - Nós dois precisamos ganhar entende? Você pode pegar algumas coisas agora, as armas lhe entrego durante a festa, alias, providencio para que receba elas durante a festa. Frascos, vasilhas, mochila e a planta que você falou têm aqui. Até que essa planta seria uma boa ideia rapaz, pensa no pessoal com coceira no cú.... hahahahahahaha, já pensou?

Ali Levi podia ver a maior parte das coisas que havia pedido, dos frascos a vasilha, um guia de plantas. Não havia muitos de cada, mas o suficiente para os interesses do jovem. Assim pediu também um disfarce.

- Vai haver uma barraca de mascaras na festa, me encontre o Jorge lá mais tarde. - disse apontando um da dupla que estava do lado de fora. - Por hora se você parecer mais natural vão permitir que você ajude a preparar as coisas mais facilmente, mas vou providenciar tudo o que você pediu. Depois que as pessoas começarem a passar mal volte aqui pra me contar e dependendo do quão bom for os resultados eu lhe arranjo um bônus rapaz. Um passe pra sair dessa maldita ilha. - deu uma piscada para Levi.

O homem pareceu ignorar todos os devaneios seguintes de Levi sobre sua fantasia com corvos, não ignorar na verdade sorriu para todos concordando que aquilo sim era ter estilo.

- Você sim é o cara certo para o trabalho, as coisas serão muito melhores do que pensei. - disse esfregando as mãos uma na outra.


Aroi-sal – Pousada

Layla em primeiro momento sentia-se confusa mediante ao tom e maneiras utilizadas pelo doo da pousada, aquela intimidade próxima que ela na verdade não havia permitido o homem ter. Ele agia como se Layla fosse uma mulher desprovida de limites e com isso assumido se sentia no direito desse tipo de brincadeira. Com a fachada fechada a jovem insistiu em pagar.. Desconfiado o estalajadeiro a olhou desconfiado por um tempo e depois concordou.

- Ah sim claro, senhorita, desculpe a confusão. São 5mil se a senhorita vai ficar apenas algumas poucas horas. - Melhor.... E com isso Layla pagou o homem, pegou a chave e subiu para o quarto.

Simples, porém limpo e organizado. Cortinas nas janelas, lenções brancos, chão lustroso, um baú e uma mesinha. Assim a jovem seguiu para o seu banho, afim de tirar a sujeira do corpo e ao menos limpar suas roupas. Ali encontrou o que precisava, sabonete e também um pequeno frasquinho de shampoo.
(17:30)
Ainda era cedo quando a jovem terminou, permanecendo então deitada na cama durante algum tempo, deixando seu corpo aos poucos relaxar. .

A caminho de um outro restaurante
A jovem Buki se despedia da dupla de ferreiros, saindo novamente para o porto da cidade. O local ainda estava movimentado aquela hora, carregamentos de arroz pareciam ser levados em carroças para silos não muito longes.

Caminhava próxima ao mar, seguindo o caminho que lhe levaria novamente ao centro da cidade e ao bar onde Poo estava.

- Me encontre perto da barraca de mascaras. - quando a jovem olhou para trás para ver o que significa viu uma jovem ruiva que descia correndo animada de um navio que recém aportava. Buki reconhecia o homem que gritou como o regente daquela cidade, mas a jovem não lhe era conhecida.

O grito empolgado havia lhe chamado à atenção, mas quando viu que não era com ela continuou seguindo seu caminho. A ruiva animada passou correndo ao seu lado e seguiu pelo mesmo caminho que ela logo estaria tomando.

Os campos por onde passou naquela altura já estavam quase vazios, cruzou riachos e desviou de carroças carregadas que desciam em direção ao porto. Passou por uma pousada no caminho e continuou a caminho mais para o centro da cidade. ( 16:30)

Ali o movimento se tornava providencialmente maior, Bijin via pessoas esticando cordames entre as casas com papeis coloridos recordados, as ruas de terra estavam também cobertas com papeis coloridos. Haviam varias estacas com tochas que seriam acessas mais tarde.

As casas estavam quase todas abertas e as pessoas corriam de uma casa para outra. Haviam cavaletes montados, com toalhas coloridas dispostas. No centro, muito próximo a uma fonte havia uma grande pilha de lenha. Foi por ali que Buki viu o grande panda correndo novamente em direção ao bar.

Tentou gritar por ele, mas o barulho total das pessoas se organizando abafou o seu grito. E assim teve de correr atrás do panda.

O bar estava com as portas abertas, mas sem clientes no interior. As mesas haviam sido removidas e Poo saia de uma porta dos fundos carregando dois barris de cerveja.

- Eae.... - gritou ele entusiasmado, largando os barris e indo até perto da jovem. Bijin ali pode observar que os pelos dele estavam mais curtos, com pontas pretas e de comprimentos disformes. - Me pegaram no meio disso tudo. - riu indicando que a festa era o ‘isso tudo’. - Estou cuidando das bebidas. - isso podia simplesmente significar muitas coisas vindo dele. - Não vou permitir dessa vez que desonrem esse liquido sagrado.

Ainda com a animação e com a banha balançando ele voltou a perguntar.

- E então? Acharam um navegador. - mas ao terminar a frase a jovem Buki foi capaz de perceber uma hesitação não costumeira no seu amigo. Tendo ele ficado subitamente sem jeito. - É afinal precisamos de um.. Para se aventurar....



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptySex 19 Maio 2017, 00:21

Havia se passado dois anos desde que chegara a Conomi Island. Lembranças de seus tempos de felicidade, aprendizado e amizade que conquistara junto de seu bando pirata... festas regadas à muito rum e cantoria ao som de violão ao qual foi ensinada a tocar pelo seu melhor amigo de toda a vida, e que agora estava descansando junto com as ondas que balançavam e ajudavam seu antigo bando velejar pelos mares em busca de aventuras... uma lágrima escorre pelo rosto de Metza *Bons tempos Bart meu caro... bons tempos...*.

Vivendo como mendiga, fazendo apresentações musicais pelas ruas para ganhar trocados e poder sobreviver dia após dia, noite após noite e saciar o seu vício por aquele poderoso líquido que tinha um sabor de felicidade, pois fazia ela lembrar de seus tempos de glória velejando. Possuia roupas sujas e danificadas, mas com sua aparência bela e sua voz com uma doçura quase que sobrenatural, Metza conseguia arranjar trocados cantando... mas o que ganhava com doações não era o suficiente ao menos para conseguir algum instrumento musical, qualquer que fosse para melhorar suas apresentações e arrecadar mais dinheiro.

Ela franze a testa como uma criança mimada que teve que dividir o seu mais precioso brinquedo com seu irmão mais novo, mas estava decidida *Chega! Bart não gostaria que eu vivesse de esmolas, e sim que prosseguisse com minha vida! Não irei decepcioná-lo* Ela enxuga a lágrima singela que escorria de seu olho com o antebraço direito *Eu irei encontrar um novo bando pirata... novos nakamas para ser feliz e bem sucedida! Livre como uma pirata deve ser!*

Metza olha ao redor e realiza que sua enorme determinação não bastava para realizar seu desejo. Estava em Conomi Island, tudo o que a cercava eram arroz e laranjas... pessoas ordinárias que não tinham o espírito que ela possuia para a aventura. *Preciso encontrar algum cartaz de procurado nesta ilha. Algum pirata tem que estar de passagem e, no pior dos casos se ele não quiser formar um bando, tomarei seu navio!*

A memória de Bart acendeu novamente em Metza a chama que estava apagada há dois anos atrás. Ela não poderia ficar em Conomi Island... Loguetown com certeza era maior e possuia maiores chances de encontrar piratas qualificados para seu bando. Mas era necessário um início.

Metza vagaria pela cidade em direção ao bar mais próximo. Procuraria por alguma informação relacionada à piratas que poderiam haver na tediante cidade de Conomi e de quebra compraria uma garrafa de rum para comemorar sua nova vida em homenagem à nova liberdade de espírito que começava a fluir em si.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptySex 19 Maio 2017, 07:03

Saindo do banho era notável pra garota ainda ser muito cedo, ela aproveitaria aquele momento então para sentar-se um pouco e apreciar sua garrafa de vinho, que em tal hora já não estaria mais gelada, mas, mesmo assim, ela sentaria na cama e tomaria mais algumas doses e ficaria olhando para o ambiente solitário do quarto, após algum tempo ela desceria para o salão indo para a porta do estabelecimento onde ficaria escorada com sua garrafa de vinho observando o horizonte, era uma paz gratificante ficar ali, ela observaria também as pessoas que por ali passassem, caso alguém a cumprimentasse ela falaria de volta e ofereceria uma dose de vinho. - Boa tarde, quer um pouco?- Diria ela levantando a garrafa pra frente de sua visão, caso a pessoa aceitasse ela daria um largo sorriso entregando a garrafa e posteriormente convidando para beber um pouco com ela. -Que tal conversarmos bebendo um pouco nas mesas ali? -diria ela esperando a resposta com um rosto ansioso. Ela apenas queria conversar um pouco com alguém nada além disso, caso ninguém aceitasse, ela também não ligaria muito pra isso, seria apenas mais bebida pra ela. Depois disso ela faria uma última subida ao quarto já próximo do horário e lavaria seu rosto, posteriormente prosseguindo a festa. Se alguma pessoa aceitasse seu convite para beber ela simplesmente faria uma pergunta, como sempre um poço sem fundo tentando encontrar mais conhecimento sobre as pessoas que conhece. -Então, você é daqui mesmo ou está aqui pra festa?- E esperaria uma resposta. -Se a pessoa lhe perguntasse o mesmo ela diria: - Sou de fora, estou apenas de passagem, vou para a festa mas quero seguir para Loguetown, tenho coisas pra fazer por lá, porém ainda preciso de algumas coisas. Se apenas respondesse e não disse-se nada, ela faria uma outra pergunta para tal(Seria também a proxima pergunta caso a pessoa lhe fizesse a reciproca pergunta) -Mas então já havia vindo aqui antes nessa pousada? Ou é primeira vez aqui? Eu estive minha primeira vez aqui de manhã, é um local bem bonito não?- E esperaria resposta, sorrindo, independente do que acontecesse dali pra frente ela, por fim, diria. - Bem, eu tenho um convite pra a festa vou terminar de me arrumar, obrigado pela paciência, foi um prazer te conhecer, aparece lá na festa A festa vai ser aqui perto, se você seguir um pouco mais além vai chegar a uma praça larga com uma fonte no meio, começa as sete da noite.- Ela pegaria sua garrafa de vinho e subiria, se fosse muito cedo ainda deitaria um pouco, fecharia os olhos pensando sobre o seu dia, e ficaria descansando até próxima do horário depois desceria entregaria a chave ao dono da pousada, e seguiria para o local.

“Finalmente vou ter minha festa, espero que eu consiga aproveitar ao máximo essa noite, quero uma despedida fantástica dessa cidade, sentir a liberdade correndo sob minha pela, sentir meu sangue fluindo, e ver a felicidade no rosto das pessoas, ver todo um novo mundo, ha… sim… quero viver ao máximo, quero que essa seja uma noite inesquecível, e essa é a memória que desejo guardar em minhas próximas viagens, uma nova memória, dessa vez uma feliz.”

Já no local ela procuraria pela barraca de máscaras dita por kuro, ela caminharia normalmente pelo ambiente e iria passando de barraca em barraca até encontrar, caso demorasse muito para achar a correta, ela perguntaria a pessoas próximas e donos de barracas ou lojas: - Com licença, poderia me dizer onde fica a barraca de máscaras?- caso alguém soubesse informar seguiria pro local, se não ela apenas continuaria rondando as barracas até encontrar, ao chegar lá se Kuro ainda não estivesse, ficaria olhando as masacarás uma a uma, e as colocando frente ao rosto, mas caras eram algo que realmente chamavam atenção dela, colocá-las frente ao rosto passaria uma sensação de conforto, era como se ela pudesse ser qualquer coisa quando as colocava, se a loja estivesse fechada ficaria parada de frente esperando lá mesmo assim, ela não se preocuparia com a demora e as vezes ficaria dando algumas voltas lá por perto. Se ele já estivesse no local, ela o abraçaria e agradeceria pela viajem de barco a tarde. - Obrigado por atarde de hoje, a viajem no barco foi muito boa, eu precisava daquilo.- E soltaria ele dando um sorriso rápido e logo prosseguiria. - Vamos olhar as máscaras? Eu gosto bastante delas, elas fazem eu me sentir muito bem, como se eu pudesse fazer tudo sabe?- Diria ela com um olhar de empolgação, enquanto passava a mão no cabelo jogando ele pra trás. Se ele fosse positivo olharia as máscaras como já descrito acima, porém sempre olhando para seu amigo usando alguma e rindo um pouco. E faria um simples comentário: -Eu adoro máscaras, eu e minha irmã as vezes fazíamos umas pra brincar, minhas favoritas são as máscaras de ópera, por uma história que meu velho contava, sobre uma cantora que se sentia inútil, ela não gostava da própria voz, e tinha medo da própria aparência, isso por causa de uma cicatriz- Ela apontaria pro próprio olho e prosseguiria -Mas quando ela colocava a masacará ela não tinha mais medo e cantava, sua voz era linda como a dos pássaros do céu, e ela ganhava fama, mas ninguém realmente sabia quem era ela, e ela acabou morrendo sozinha sem nenhum reconhecimento, mas ela foi feliz até o último segundo fazendo o que mais amava. - E então faria uma cara dramática pra o homem. Caso na pergunta Kuro a chamasse pra outro lugar ela aceitaria e pediria pra voltar ali mais tarde. -Certo mas podemos voltar aqui depois?-Diria então pensativa, mas independente da resposta iria com ele. Após a loja de máscaras chamaria kuro para caminhar pelo local olhando as barraquinhas, sempre parando em qualquer uma que lhe chamasse a atenção e olhando todos os itens que tivesse lá


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptySex 19 Maio 2017, 10:13



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Revendo Poo



  Estava radiante nesse momento voltando para a casa o bar do Bruce. Estava iniciando não só minha jornada mar a fora como também estava iniciando minha jornada como uma ferreira. Mas fazia um tempo que não voltava a ver o Poo e numa cidade onde todos te olham com um tanto de medo, ver Poo era gratificante.

 O caminho para o bar estava diferente, havia uma estranha movimentação na rua, uma ruiva dizendo sobre uma barraca de máscaras me chamou a atenção, mas com tudo que via a volta as coisas pareciam fazer sentido, o povo estava organizando uma festa e ia ter máscaras. Iria ser uma boa oportunidade para relaxar um pouco.

  Foi nesse momento que vi Poo correndo para o bar e feliz gritei por ele, mas ele deveria estar ocupado e acabou não percebendo que eu estava lá, procurei algo para jogar na cabeça dele e pensei em usar meu martelo, mas desisti da ideia vendo ele entrar no bar do Bruce.

  Porém quando cheguei vi a porta do bar aberta e vazio, o que era estranho já que o concorrente havia pegado fogo depois de sua perversa manobra de lançar uma cerveja que causava uma espécie de viciava imediatamente as pessoas. Mas vi o Poo saindo com dois barris de cerveja pelas portas do fundo do bar.

  - POOOOOO!!! - Gritei para meu amigo urso. - Você não esta pensando em roubar o Bruce novamente?

  Uma vez no passado vi Poo maltratando o Bruce querendo roubar o Sake dele, foi naquele momento da minha vida que decidi não permitir mais ver o forte abusar do fraco, mas sabia que Poo não estaria fazendo algo assim e ele teria uma boa explicação.

  Esperei o Poo explicar e pelo que ele dizia parecia que ele foi envolvido na tal festa ou na organização dela, mas quem foi o louco que deixou ele responsável pelas bebidas, isso era como abrir a jaula de um leão faminto e esperar uma desgraça maior acontecer.

  Logo depois, sem que ele me deixasse perguntar nada ele perguntou sobre eu ter achado algum navegador, na verdade estava difícil cumprir essa missão e isso mais me irritava do que qualquer outra coisa.

  - Ainda não achei. - felei com tom de decepção. - Na verdade não é tão fácil como eu pensei. Todos navegadores que encontro cheiram a peixe, eles são simples pescadores, na maioria pais de família e pessoas simples. Queria alguém mais arrojado e que fosse firme, que poderia fazer parte do grupo por mais tempo.

  A realidade era que eu já tinha me decidido a encontrar pessoas que queiram compartilhar um sonho comigo e sair mar a fora buscando e levando a liberdade a nós e as pessoas a nossa volta. Sempre que penso na dificuldade me dá uma tristeza, mas para isso tenho meu bom companheiro, o vinho. Vou ao ar e pego um copo e coloco um pouco do meu vinho e dou um belo gole.

  Como é gostoso, como ele me preenche e me ajuda a por as ideias no lugar. O que eu estava precisando agora era relaxar um pouco. Então comecei a atualizar Poo de tudo que tinha feito, como tinha aprendido a forjar uma arma e pedi para ele também me atualizar do que estava acontecendo e em particular fiz uma pergunta: "Poo, quando você falou em não permetir outras pessoas profanarem essa bebida, você estava querendo dizer que iria beber tudo?

  Enquanto ele explicava encheria mais uma vez o copo de vinho e o beberia. Pensava na festa e isso também ia me dando algumas ideias, será que eu não conseguiria uma fantasia e uma máscara para mim também?

  - Poo, vamos curtir a festa! - Disse alegremente. - Tem uma barraca que vai ter máscaras, vamos lá ver e arrumar umas máscaras para nós, vai ser divertido. vai poder cobrir essa sua cara queimada. - Comecei a rir. - Não acredito que realmente queimou a cara fazendo banana flambada...

  Assim que acabei meu copo de vinho fui na direção da festa e procurava pela barraca de máscara tentando também usar aquela ruiva que tinha visto como referência.

  - Vem comigo Poo. - Disse animadamente. - Na barraca de máscaras tem uma ruiva bonitona, quem sabe você não consegue alguma coisa.

Histórico:
 

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ZnorLAX
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyDom 21 Maio 2017, 01:28




Ato 07 l Prelúdio


"To sentindo o cheirinho... Vai dar merda!"
- Desconhecido





Realmente se fosse doença de chumbo branco aquela criatura não estaria mais aqui conosco. Menos mal. O fato de não assassinar ninguém, ou não ter que me colocar em risco mortal era um alívio. Apenas brincar com a saúde intestinal do pessoal, essas ideias eram um tanto quanto exóticas, para não dizer loucas. Os maiores empecilhos seriam o fato de estar mal visto perante eles, pelo episódio anterior, e de fato te a brecha para fazer tal coisa.



Para realizar tenho que me enturmar... Isso não é nada fácil, principalmente para quem não aguenta a verdade nua e crua. Misturar-me será o maior desafio, assim como inventar uma desculpa para mudar de opinião tão rapidamente, não sou bom com mentiras... É realmente não sou.  Parecia-me que até então o plano não havia falhas, digo, mesmo não conhecendo a qualidade da composição. As armas chegariam mais tarde, assim como a máscara. O encontro seria na loja de máscaras da festa.



Realmente ele havia reunido tudo que precisaria ou pelo menos grande parte. Após abrir a mochila, colocaria tudo que pedi no interior do guardador e assim o fechava. Não era tudo. Algo me incomodava. Por mais simples que a composição fosse, ele devia ter alguma noção de química para misturar e fazer esse laxante poderia conseguir alguma informação interessante a respeito da química que envolvia o básico.



Início de Aprendizado de Perícia: Química



- Ei, malhado! Foi você que fez esse laxante? – falei olhando para a panela mais uma vez.



- Sim, fui eu que fiz, algum problema?



- Não, nenhum. Mas, já que ainda tenho um curto tempo, até que comecem a preparar a carne, já que ainda estamos ao anoitecer, pensei que você poderia me explicar um pouco como funciona as manobras químicas para fazer tais substâncias e derivados. Pode me explanar?



- Bem, vamos começar com o básico. Química é a ciência que estuda a composição, estrutura, propriedades da matéria, as mudanças sofridas por ela durante as reações químicas e a sua relação com a energia. O desenvolvimento desta ciência teve como base as observações de experimentos, sendo portanto, considerada uma ciência experimental. As áreas da química são agrupadas basicamente em cinco grandes divisões: a Química Inorgânica (que estuda a matéria inorgânica), a Química Orgânica (que estuda os compostos de carbono), a Bioquímica (que estuda a composição e reações químicas de substâncias presentes em organismos biológicos), a Físico-Química (que compreende os aspectos energéticos dos sistemas químicos em escalas macroscópicas, molecular e atômica) e a Química Analítica (que analisa materiais e ajuda a compreender a sua composição, estrutura e quantidade)



- Entendo, mas em específico o uso dos meios para criar alguma mistura como foi a criação do laxante?



- Não temos muito tempo, mas posso explicar sim. O que usei na fabricação desse material foi o óleo de rícino. Ele é obtido a partir das sementes da planta Ricinus communis, que contém aproximadamente 40-50 por cento de óleo. O óleo por sua vez contém 70-77 por cento dos triglicerídeos do ácido ricinoleico. Diferentemente das próprias sementes desta planta, não é tóxico, pois a ricina não é solúvel no óleo. Conhecem-se aplicações medicinais da mamona desde o Século Perdido. A aplicação mais conhecida é como antiadstringente. Uma dose típica contém entre 10 e 30 mL de azeite de rícino. Deste, as enzimas do intestino liberam o ácido ricinoleico (um ácido carboxílico com 18 átomos de carbono), que é o princípio ativo. A reação se produz após duas ou quatro horas da administração da dose. O efeito se baseia, em parte, na acumulação de água no intestino e, por outra, na irritação das mucosas que aceleram o esvaziamento do sistema intestinal. Como efeito secundário, inibe-se a assimilação de sódio e água, além das vitaminas lipofílicas do intestino. Em doses elevadas podem ser causadas náuseas, vômitos, cólicas e diarreia aguda.



- Mas, o que você usou exatamente no seu produto?



- Bem...  Olhe nessa pequena tabela que planejei. O ácido Ricinoleico é o responsável pelo desarranjo desintestinal. O resto é para equilíbrio químico.




Citação :
Composição média do óleo de rícino / cadeias de ácidos graxos
Nome do ácido Faixa de composição média
Ácido ricinoleico 85 a 95%
Ácido oleico 6 a 2%
Ácido linoleico 5 a 1%
Ácido linolênico 1 a 0.5%
Ácido esteárico 1 a 0.5%
Ácido palmítico 1 a 0.5%
Ácido dihidroxiesteárico 0.5 a 0.3%
Outros 0.5 a 0.2%



-Entendo, já que fizestes assim, creio que posso inserir algo a mais nessa composição. Pegando um pouco de Noxious, posso modificar a composição e realmente fazer com que a potencialização do seu laxante ganhe mais abrangência.



Peguei então alguns materiais que acabara de receber como pagamento e coloquei a mão na massa. Primeiro, com a plana em mãos, a coloquei em um pequeno pilão e a triturei totalmente. Feito isso, peguei um pouco de água e misturei com a planta triturada em um recipiente e levei ao forno por alguns minutos para unção. Julgava que seria necessário, já que ao me mostrar inicialmente o produto vinha fervente.



Feito isso, com mais um dos recipientes, misturei um pouco da mistura concentrada devido à evaporação da água, como dizia os livros de aventuras que li em minha infância, à mistura do laxante e assim tinha uma nova mistura que, em pequena quantidade, já seria um ótimo avanço par mim.



- Não pense que é tão fácil assim! – bradou o malhado – Você acha que para produzir algo químico é só misturar todas essas coisas? Você está enganado! Inicialmente você deve medir da maneira correta cada ingrediente, assim como o tempo e a temperatura! Não é só fazendo as coisas com pressa, que funcionarão. Repita o processo!



Realmente as palavras de o estranho ser haviam me deixado incomodado, porém, eu era o aprendiz ali. Deixando a mistura que havia feito anteriormente de lado, comecei novamente tudo. Pegaria o recipiente correto e indicado e, desta maneira, tentaria medir o máximo possível os ingredientes, mesmo que não tivesse alguma ferramenta ideal para isso. Usaria os frascos para medir a quantidade das substâncias. No que tocaria o fogo, saberia que não teria como ter uma temperatura ideal e certa, porém tentaria deixar o máximo parecido com que havia visto antes.



- Pronto, misturei tudo com o máximo de cuidado. Agora é só esperar o que sairá daqui... – falei.



Passou-se algum tempo, até que com dificuldade de ver, devido a fumaça de vapor, retirei o produto químico do forno. Havia lido em alguns livros de aventura fictícia que, ao retirar a água dos venenos, os deixam mais concentrados, não sei se era o certo a se fazer, porém faria isso. O malhado não falava nada, aparentava nem ligar para o que eu fazia. Uma vez pronto, retirei definitivamente do fogo e coloquei em cima da mesa.



- Pronto, acho que está...



- Cru. Coloque mais tempo no fogo. Isso que você tem aí é no máximo suficiente para matar um animal... De vergonha. Hahaha!



- Ora seu...



Voltei ao fogo. Coloquei o produto das misturas novamente para esquentar. Notava que a fumaça mudava de cor, assim como o conteúdo do recipiente, estava com uma cor mais escura e a quantidade de mistura diminuía exponencialmente. O malhado então se atentava ao cheiro do que estava no forno, então se aproximou e desligou o fogo.



- Acho que essa merda aí está melhor. Da maneira que está ele dá para ser usado sem misturar com nada, porém se algum dia você for usar isso em uma mistura, você deve deixar com mais percentual de água, para assim penetrar melhor na mistura da comida ou bebida.



- Então isso dá para prejudicar alguém? – questionei.



- Creio que sim, dá para matar... Digo, matar de dor de barriga!



- Entendo, então guardarei essa pequena mistura em meus frascos, caso queira usar mais tarde – guardei em minha mochila. Após isso fui até um pequeno aglomerado de água e lavei meus objetos, guardando-os novamente em minha mochila.



Fim de Aprendizado de Perícia: Química



- Bem, acho que entendi tudo que tenho que fazer. Primeiro me enturmar e ganhar a confiança. Com essa confiança, poderei sabotar a festa colocando sua mistura. Também terei de encontrar vocês na barraca das máscaras, esperarei carinhosamente, já que sei de coisas seu também, aliado... – ironizaria.



Realmente não havia mais o que fazer. Explicada as devidas coisas, então não havia mais motivos para ficar ali. Esperaria que alguém se dirigisse até a ilha e assim pegaria o mesmo caminho. Porém, ninguém poderia ir também, então teria de ir só seguindo o caminho que tracei agorinha.



- Bem, já que estamos acertados, melhor eu ir me dirigindo até o local do show! – falaria.



Uma vez de volta na ilha, não podia perder tempo. Olharia em volta e, caso avistasse algo relacionado à arrumação para a festa, eu acompanharia o fluxo e tentaria me inserir. Não pretendia me meter tão descaradamente, como antes, mas teria que fazer isso de um jeito ou de outro. Procuraria algum responsável pela arrumação e caminharia até o mesmo.



- Olá! Eu trabalho aqui há alguns anos e notei que tanto a carne quanto o arroz não foram averiguados. Eu, como oficial da lei, tenho que atuar, não importa o motivo. Por favor, me leve até o responsável, caso não gostasse, muito bem, você está cumprindo com seu papel como povo, imagina se servem carne estragada, falaria caso ele tivesse caído de primeira. Com isso esperava conhecer mais sobre a área onde estava sendo preparada a refeição.



Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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Última edição por Alencar em Qui 10 Ago 2017, 11:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptySeg 22 Maio 2017, 18:33



   
UNNAMED

Alones


Conversaram durante alguns minutos, enquanto Buki explicava ao grande e gordo panda o que havia feito. Esse por outro lado deu uma resumida e se defendeu dizendo que ele não iria beber toda a bebida, embora quando afirmou isso não houvesse parecido totalmente seguro de si.

- Bruce ta montando uma barraca lá, to ajudando ele. E em troca posso beber o que eu quiser. - completou ele divertido.

A jovem então, com seus pensamentos diversos lembrava de convidar seu amigo para a festa, ou melhor, para acompanha-la na festa. Naquele momento ainda era cedo e a dita festa não teria começado ainda, mas mesmo assim o panda se animou.

iéi, a festa claro. Vamos sim. Vou comprar uma mascara de dragão... Não deve ta aberto ainda, vou só terminar de levar esses aqui e vamos.

Com isso ele voltou a pegar os barris, saindo novamente em direção à praça. Bijin permaneceu sentada a mesma, bebendo seu vinho. Poo garantiu que não iria demorar e de qualquer modo ainda faltava pelo menos umas duas horas para a festa começar.  Do lado de fora Bijin viu alguns homens passando em frente à porta. Era para eles que olhava quando uma jovem meio maltrapilha, com o rosto um pouco sujo entra no bar. Uma analise mais profunda ou atenciosa permitiria ver que aquela era uma garota bonita, mas que não havia tido sorte nos últimos tempos.


Metza se encontrava próxima a praça da cidade, surpreendida pela grande movimentação acabava por se ver sem saber direito o que olhar. No caminho muitas das pessoas se desviavam dela e de sua aparência maltrapilha. A sua frente via homens carregando animais de caça, javalis, e também um Marlin azul. Uma grande pilha de madeira estava montada na praça mais além, e também pode de trás dessas churrasqueiras improvisadas para as carnes.

A frente também enxergou o bar que procurava, as portas abertas foram um convite para que ela seguisse, mas estranhou ao entrar no local, pois lá havia apenas outra garota sentada sozinha em uma das mesas, esta com uma roupa chamativa, ou talvez o que chamasse a atenção fosse a visível falta de roupa, tinha os cabelos claros tingidos em outra cores. Bebia sozinha, vinho talvez?

Insegura Metzel entrou no estabelecimento vazio. As duas se olharam, mas nenhuma das duas entendia a presença da outra.

Aroi-sal

A ruiva descia após um tempo em direção ao salão da pousada. O movimento havia agora diminuído um pouco por ali, afinal a maior parte das coisas já havia sido levadas para mais próximo à praça, ainda assim havia algumas pessoas por ali, sentadas nas mesas comendo ou bebendo, ou ambos.

Layla que bebia sua garrafa direto no bico percebeu alguns olhares em sua direção, olhares em geral cobiçosos. Nada que não fosse o esperado de homens em um local como aquele, ainda mais considerando que alguns deles já podiam estar um pouco altos. Seguiu para o balcão. O dono da pousada a olhou, mas depois da ultima conversa que tiveram ele tomou o cuidado de não se aproximar da jovem.

Ao seu lado sentou-se uma dupla de homens, vestiam-se normal, não tinha um aspecto físico muito diferente também. Um deles mais alto, outro mais próximo à altura da própria jovem.

Boa tarde, quer um pouco? - respondeu a jovem quando cumprimentada pela dupla.

- Obrigado, já temos. - respondeu um deles acenando para uma garrafa de saque que dividiam. Assim permaneceram sentados no balcão onde a ruiva continuou a conversa.

- Viemos pra festa, chegamos um pouco depois do meio dia. Kuronim nos convidou, prometendo que essa festa seria melhor que as do passado.

....

- Na verdade morávamos aqui, quando os tritões chegaram estávamos no mar. Como não temos família e a maioria dos nossos amigos estava no barco com a gente acabamos não voltando. Tentamos conseguir ajuda com a marinha em Logue Town, mas parece que todos os navios que vinham pra ilha não encontravam nada de errado.
- bebia um grande gole da bebida. - Essa vai ser a primeira festa, é importante comemorar a liberdade não? - disse sorrindo.

Layla concorda e se despede.  

- Claro, claro. Nos vemos lá com certeza. - respondeu o sujeito subitamente animado, talvez ele tivesse interpretado com muito mais animação essa ‘promessa’ de encontro na festa. Embora Layla não houvesse realmente prometido encontra-lo.  Homens?? Como faze-los entender?

Algum tempo depois a jovem se encontrava a caminho da praça, local onde esperava poder fazer uma grande e festiva despedida daquela ilha. Quando passando pelo bar notou que os sujeitos de antes já não estavam ali, mas na passagem pelo salão o dono lhe entregou um bilhete deixado pelo mais alto.

Era ali, já na metade do caminho para praça que a jovem lia o conteúdo. Escrito em uma letra pouco mais que decifrável havia o seguinte:

A luz reflete o vermelho quente dos seus cabelos.
Pele clara, lindos olhos amendoados, boca delicadamente doce.
Ruiva dos cabelos de fogo mostre-me seu poder de incendiar,
Queimar e amar de uma forma diferentemente quente.
Conjunto perfeito de curvas, com um toque sexy de segução.
A torna assim.... Tão irresistível.


Ao final havia um desenho de um rosto apaixonado com corações no local dos olhos e mais um pequeno recado onde o homem prometia-lhe encontrar na festa para poderem continuar aquela agradável conversa. Problemas?

Eram quase sete e meia da noite, a noite começava a cair na bela e verde cidade. O brilho laranja do sol dava uma bela cor ao poente e a cidade sendo alta como era dava a quem quer que se dispôs-se a olhar uma maravilhosa vista do sol mergulhando no mar.

Bandeiras coloridas presas em cordas no alto, barraquinhas dispostas em quadrado ao redor da praça. No centro um lago natural com uma fonte no meio que jorrava a agua. Luzes iluminavam essa mesma agua alternando em cores e brilhos. Tochas estavam espalhadas por todos os lados e o cheiro da carne sendo assada apresentava um cheiro suculento ao ambiente.

Atrás da fogueira varias churrasqueiras estavam dispostas com carnes e peixes e dali o delicioso cheiro vinha.  Algumas dezenas de pessoas caminhavam pelo local, ainda arrumando os últimos detalhes, alguns turistas? Talvez fossem turistas já iam passando nas bancas comprando algodão doce, maça do amor, pipoca, enfeites talhados em madeira, havia uma banca que escrevia seu nome em um grão de arroz, em outras haviam esculturas detalhistas feitas com grãos de arroz colados, havia ainda uma banquinha de taro dizendo que trazia o amor da sua vida em 7 dias, ou que podia dizer sua sorte para os próximos anos. Layla completava o circulo, animada quando localizou a banca de fantasias.

Lá mascaras balançavam nos fios onde estavam penduradas, dançando em uma melodia muda conduzida pelo vento. Haviam também algumas fantasias de corpo inteiro, ou capas coloridas. Mascaras de carnaval, mascaras de monstros, mascaras de princesa.

Uma garotinha passou correndo ao lado da jovem com um chapeuzinho pontudo e uma varinha magica na mão, em suas costas flutuava uma capa de um azul transparente, aquela talvez fosse uma fada madrinha.

Mais adiante a jovem enxergou Kuro, estava parado ao lado da banca parecendo nervoso, suas mãos estavam para trás e ele mesmo usava uma mascara, uma faixa simples preta que cobria apenas seus olhos e também um chapéu preto. ( Leia mascara do Zorro). Ele viu a jovem que avançava em sua direção e sorriu, cambaleando em seguida quando ela se atirou em uma abraço apertada enquanto agradecia mais uma vez pela tarde que havia passado com o mesmo.

- A tarde foi ótima mesmo. - respondeu ela animado e um pouco rubro. O sol havia baixado mais e agora as sombras dançavam à luz das tochas escondendo a vermelhidão que subia pelas faces de Kuro. - Claro que pode olhar, estão aqui para isso afinal . - respondeu ele ainda sorrindo que continuava a manter uma das mãos para trás.

Havia mais pessoas na banca disputando o espaço, Layla ficou mais a frente enquanto Kuro olhava para ela meio bobo e rindo sempre que ela se virava para ele com uma mascara no rosto.

Layla estava procurando uma nova mascara quando seus olhos foram suavemente tampados e ouviu atrás de si.

- Adivinha?

Um pouco atrasado de mais.

Longe dali em uma mata a escuridão caiu mais rapidamente que na cidade. Levi terminava de aprender algumas coisas sobre química com o malhado e quando ambos deram por si a noite havia caído. Os olhos do malhado se arregalaram e um xiado saiu de sua garganta quando ele pareceu ter algo como um ataque de asma.

- IHH, IHH, não.... Respirar.... IHHH - demorou um pouco, e foi necessária a ajuda de um saquinho marrom que o manchado tirou de dentro do bolso e ficou soprando pra dentro e puxando o ar novamente durante algum tempo até ser capaz de se endireitar novamente.

- MERDA GAROTO, VOCÊ ME DISTRAIU, JÁ PASSOU E MUITO DA HORA DE IRMOS. - os outros dois homens que estavam ali anteriormente haviam partido em algum momento, mas não se deram ao trabalho de chamar a dupla de dois. - Eles vão me matar. - balbuciou o manchado, baixinho, mas alto o suficiente para que Levi ouvisse. - Merda, merda merda.

Alguns bramidos começaram a ser ouvidos da região ao redor, agora que o manchado havia parado de praguejar. Levi não conhecia os sons, mas pareciam vir de um bando de animais.

- Chacais!!!! - exclamou o manchado. E depois olhou furioso para Levi. - Se a corte não nos matar os chacais vão. Viu o que você fez?

A verdade era que a noite havia avançado, eram talvez nove ou mais da noite e a escuridão fora daquela clareira era densa por baixo da copa das árvores. Uma caminhada de mais de uma hora por uma floresta escura até a cidade, com animais selvagens pelo caminho. Bom, igual um passeio no parque.

- Talvez ainda possamos fazer alguma coisa, o veneno não vai mais servir. Mas se fizermos algo antes da meia noite, pode dar certo ainda. Vamos garoto, não temos muito tempo. -



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Última edição por Rick II em Ter 23 Maio 2017, 18:03, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyTer 23 Maio 2017, 10:44



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Buki "A Louca" Bijin



Estava pensativa enquanto tomava meu vinho. Estava um pouco para baixo, queria sair da ilha mas parecia que estava meio que impossível de concretizar isso como um bando. Windeck sumiu e eu não achei nenhum navegador, além disso Poo parecia bem adaptado aqui no bar do Bruce. Pensei que ele iria apenas aprender a cozinhar, mas pelo visto ele gostou do lugar e esta ajudando Bruce no seu negócio.

Precisava de algo novo, alguém que me motivasse a seguir em frente, alguém que poderia ajudar na busca dessa ilha. talvez eu simplesmente deveria comprar uma passagem e seguir rumo a outra ilha qualquer e lá procurar novos companheiros.

Mas agora isso poderia ser um pouco adiado, queria aproveitar a festa e comprar uma roupa estilosa, uma fantasia que poderia me deixar diferente e quando eu não não quisesse ser reconhecida como "a Louca". Estava pensando em um modelo bem engraçado e comecei a rir de mim mesma.

Minha fantasia>:
 

Mas meus pensamentos foram varridos e logo uma garota maltrapida entrou no bar do Bruce. Certamente ela não parecia ter dinheiro suficiente para comer aqui, mas parecia precisar de ajuda e já que eu não tinha mais nada para fazer.

Oi. - Iniciei uma conversa. - Parece que você esta precisando de ajuda.

Que os deuses tenham piedade de mim e essa garota seja uma navegadora competente. Pensei comigo mesmo, mas se fosse ela deve ter acabado de passar por um naufrágio, talvez fosse melhor ela não ser uma navegadora, ou será que sim.

O bar infelizmente esta fechado. - Disse para ela tirar qualquer ilusão de tentar algo. - Estou aqui porque o Bruce, dono do bar, é meu amigo.
Mas se você precisar de alguma ajuda ficaria feliz em ajudar. O que acha de sairmos e comprarmos alguma coisa para comer?


Estava dando meu melhor, queria ver como ela reagiria a minha boa ação, queria conhecer que realmente ela era.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyTer 23 Maio 2017, 14:35

Metza caminhava confiante de seus objetivos. Sim, eram difíceis mas sentia no mais profundo de seus sentimentos que sua determinação iria sobrepujar qualquer obstáculo. Encontrar um pirata em Conomi Island? E ainda entrar para um bando? Não ia ser fácil...

Moradores da ilha passam por ela, carregando alimentos e com o ambiente sendo preparado para alguma decoração. Metza franze sua testa e olha para cima, colocando um dos dedos indicadores no queixo e forçando sua memória para tentar lembrar o que poderia estar acontecendo *Um festival? Hoje é alguma data especial ou algo do tipo?* Ela balança sua cabeça negativamente e rapidamente fitando o chão, tentando se privar do esforço de suas lembranças que não a levariam a lugar algum *Tanto faz... há anos que uma boa alma não me convida para estes eventos... vou manter o foco, primeiro bar!* Metza sorri e saliva um pouco com cara de boba e olhos esbugalhados já prevendo o sabor do rum percorrendo por seu palato.

Silêncio... parecia realmente que apenas Metza era a única pessoa não convidada da ilha para a festa... ela e uma estranha moça loira, atraente e com as pontas dos cabelos tingidas. O bar aparentava estar praticamente vazio, e Metza conseguia apenas escutar o ranger da porta abrir cortando o silêncio constrangedor e fitava a moça desconhecida por instantes até que ela lhe dirige a palavra, fazendo com que Metza tome um leve e inesperado susto: - Oi.  Parece que você esta precisando de ajuda

Metza não sabia exatamente as intenções da estranha moça. Mas um alimento, uma estadia, ou mesmo um gole de sua bebida já seriam um prêmio em suas condições. Ela limita-se a sacudir a cabeça afirmativamente enquanto se aproxima da mesa de sua interlocutora.

- O bar infelizmente esta fechado. Estou aqui porque o Bruce, dono do bar, é meu amigo. Mas se você precisar de alguma ajuda ficaria feliz em ajudar. O que acha de sairmos e comprarmos alguma coisa para comer? Um misto inexplicável de alegria e frustração preenchiam o âmago da jovem. Obviamente que ela procuraria disfarçar sua tristeza pelo bar não estar aberto e mostraria apenas sua expressão de gratidão. Sua habilidade de atuação permitia escolher como demonstrar suas emoções e isso seria muito útil no momento.

- Muito grata! Eu aceito claro... Apesar de alimento ser sempre bem-vindo, ela veio aqui por rum, e não apenas um pouco... mas sim garrafas para levar na aventura de seus planos. Metza sabia muito bem o quanto mendigos que gastavam dinheiro com bebida irritavam os doadores de esmola, mas era o bar do amigo da moça, então ela tentaria utilizar de sua bela cantoria com sua técnica Mermaid's Song para encantar a amiga do dono e comprar algumas garrafas antes de partirem:

- Preste atenção dona moça... esta vida não é fácil!
- Meus amigos morreram, e me deixaram aqui...
- Largada com meu vício, garrafas de rum!
- Uma pobre pirata precisa de alcool,
- Deixe-me comprar umas 3 ou 4,
- E depois irei te acompanhar!


Metza termina sua doce cantoria com uma piscadela, torcendo para ser bem sucedida e que a estranha moça não a repreendesse. Caso ela se encantasse por sua cantoria expontânea, Metza seguiria até o balcão, colocaria B$15.000 em cima do balcão e voltaria apenas a face para a garota de cabelos tingidos com um grande sorriso e com os olhos cerrados - Acredito que seja suficiente né? Metza então apoiaria uma das mãos em cima do balcão e jogaria seu corpo por cima lateralmente, de modo que caisse no espaço dedicado aos barmans, e colocaria 3 garrafas de rum em sua bolsa. Em seguida faria o processo inverso para voltar em sua posição original e demonstraria ânimo para a moça que acabara de conhecer: - E então? Vamos?

Porém caso a repreensão acontecesse, ela disfarçaria sua frustração e com uma expressão triste em sua fronte, quase com olhos marejados diria: - Ok, ok... entendo que o bar esteja fechado... vamos indo e eu volto mais tarde quando estiver aberto.

Ela então esperaria ser guiada pela moça que acabara de conhecer, fitando ela bastante e tentando interpretar quem seria essa pessoa tão encoberta de mistérios *Que mulher mais peculiar... será que ela está se vestindo para esse festival que estão montando?* Metza faz um sorriso bem largo, estufa o peito e finalmente cria coragem para pronunciar com sua bela voz seu agradecimento, ainda que com suas bochechas ruborizadas: - Muito obrigada! Você é muito generosa!


Historico:
 

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Objetivos:
 


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Legendas:
 


Última edição por breadtub em Qua 24 Maio 2017, 21:30, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyQua 24 Maio 2017, 10:46




Ato 08 l Festa


"Hoje é festa lá no meu apê.
Pode aparecer, vai rolar..."
- Latino (Eu acho que ele não plagiou essa)







Estava realmente cansado, não fisicamente, mas psicologicamente. Todas aquelas misturas, todos aqueles erros e enfim o acerto, por mais que parecesse fácil, na real não teria sido tão amistoso quanto pensava. Estava tão concentrado que nem percebi que já estávamos à noite. “Quanto tempo eu fiquei fazendo essas coisas todas?” Realmente eu não fazia a mínima ideia, mas pela reação do malhado já deveria ser bem tarde. Do nada, o homem começou um ataque de falta de ar, caraterístico da asma. Casos como esse poderiam resultar em morte, de maneira exagerada.

- Será que dá pra fazer um belo tapete com sua pele? - pensei em voz alta - Digo, calma aí ! Vai ficar tudo bem, não se esqueça de que eu estou aqui! – tentava o acalmar sinalizando com as mãos.

“Deve ser difícil ter todo esse problema com a pele e ainda mais ter asma, pelo que parece, acho que esse cara na fila da sorte, ele defecou na cara do distribuidor... Qual a probabilidade de alguém reunir todas essas doenças? Acho que deve ser maior do que a de conhecer alguém assim... Que é ainda menor do que a dessa pessoa me chamar para um plano terrorista...”.

Realmente o malhado estava irado, por mais que aparentasse estar bravo, não conseguia o levar a sério depois de vê-lo sobrar todo aquele saquinho para diminuir os efeitos da asma. Realmente após ele falar, percebi que os homens já haviam partido. O medo em suas palavras me fazia questionar qual seria o nível de periculosidade da dupla anterior, ainda mais pelo fato de que sabia dos motivos do monstrinho arquitetar todo esse plano mirabolante, mas e os outros dois? Quais seriam seus motivos?

- Ei cor sim cornão, se acalma aí! Estou farto desses seus ataques de pânico! Eu estou aqui! Calma, calma! – tentava o acalmar novamente sinalizando com as mãos – Temos que partir, então, para de choramingar, se não começarei a desconfiar do motivo de ninguém gostar de você, estranhão!

Enquanto pegava minhas coisas, um barulho estranho me chamou a atenção. Sem entender o motivo, um frio na espinha me surgiu repentinamente. Olhei para o malhado, esperava que fosse ele a fonte dos barulhos, mas não era. “Chacais”, essa era a causa dita pelo homem. Podia já ter ouvido falar algo sobre esses seres, mas não com esse nome, talvez até conhecesse algum por outro nome. O estranho estava totalmente perdido, isso poderia ser arriscado. Já estava me dando agonia todo aquele nervosismo, alguma coisa teria de ser feita, de uma maneira ou de outra.

Em silêncio, larguei minhas coisas e parti em direção ao homem. Não estava com raiva, não tanto, só estaria de saco cheio de aquele cara choramingar pelo leite derramado. Meu punho se enrijecia de acordo com minha aproximação do homem e, uma vez perto dele, ergueria meu punho e lhe daria um soco no queixo. Não esperava que naquele momento ele reagisse, mas se ele esperasse que fizesse aquilo e de alguma maneira me impedisse, eu me explicaria.

- Me solte! Você estava precisando de um soco e lhe daria um se não tivesse me impedido. Mantenha o foco na missão, para de chorar como uma criancinha... Criancinha de duas cores.

Porém, entretanto, todavia, caso ele não esperasse e não tivesse me impedido e eu de fato tivesse acertado o soco, não falaria nada de imediato. Meu punho estaria doendo. Tentaria mexer todos os meus dedos e ver se tinha algum fraturado e, logo após, pegaria minhas coisas e o olharia.

- Você é o tipo de pessoa que mais odeio. Aqueles que usam de objetivos para mascarar toda sua incerteza e medo. Eu não estou nessa por você, estou por mim. Tenho minha palavra, cumprirei tudo, espero que você faça o mesmo – cerraria meu punho – Mas, não vou aguentar choramingo de malhado duas cores, isso não está no meu contrato. Então trate de mexer essa bunda mole e me acompanhe, temos de chegar logo no local da festinha.

Alguma atitude deveria ter sido tomada, o andamento da missão estava em minhas mãos, qualquer erro o problema cairia nas minhas costas. Não queria mais conversa com o homem naquele instante, apenas sairia pela porta e partiria até a área urbana. Uma vez fora, o barulho dos “chacais” ainda estava na minha mente e me fazia relutar um pouco.

- Cuide, temos que ir! – voltaria abrindo a porta.

Realmente não queria ir sozinho, também não queria demonstrar que estava com medo desses tais “chacais”, então partir em dupla seria a melhor alternativa para ambos, principalmente para mim. Já era noite. A escuridão seria um obstáculo bem chato no caminho, mas se qualquer coisa ocorresse, usaria o malhado como escudo.

Caminharia com cuidado. A noite seria a maior das inimigas naquele momento. As árvores impedia a chegada da luz lunar em certos momentos e, todo aquele barulho de antes me fazia arrepiar, porém, por algum motivo eu gostava da escuridão em si, a paz, o “silêncio”, que não era o caso daquele momento. Durante o longo caminho deixaria o homem ir à frente e indicar o caminho. Ao encontrar alguém na mata, certamente teria um susto e gritaria:

- Puta que pariu! Que medo da porra você me deu! – saltaria para longe.

No caso de não encontrarmos ninguém na mata, nem animal algum, tentaria observar ao máximo as plantas do local, pelo menos as que a luz lunar me permitisse. Caso encontrasse alguma diferente das que já havia visto na ilha nesses tempos a pegaria pelo caule, onde esperava não ter nenhuma toxina e a guardaria na bolsa. Na possibilidade de um chacal aparecer, eu saltaria para perto do homem e tentaria me livrar de tal responsabilidade:

- É todo seu. Você já conhece, já sabe seus pontos fracos, mostre sua hombridade e combata! – bateria amigavelmente em seu ombro, onde limparia a mão após.

Se conseguíssemos chegar à ilha, tentaria encontrar a festa com uma breve olhada e caminharia até ela. Caso não encontrasse e estivesse com o malhado próximo, indicaria para ele nos guiar até a barraquinha. Caso não estivesse com o malhado, eu tentaria procurar pela barraquinha de fantasias e enfim conseguir o que pedi. Poderia estar um grande alvoroço, tentaria reparar na decoração do local rapidamente enquanto caminharia. Perguntaria a alguém que estivesse no meu caminho a localização da barraquinha de fantasias e, caso recebesse alguma indicação, caminharia rapidamente até lá. Caso recebesse alguma informação negativa, não reagiria destacadamente, apenas falaria as seguintes palavras:

- Небеса есть все их мясо и использовать их кости, как зубочистки, сын сука! (Que os céus comam toda sua carne e usem seus ossos como palito de dente, seu filho da puta!).

Caso encontrasse a barraquinha de fantasias, caminharia até ela e enfim pediria a minha fantasia. Durante o caminho tentaria observar o local, principalmente a barraquinha. De relance tentaria encontrar a máscara que me interessava assim como algum sobre tudo, de preferência de cor escura. Não falaria com ninguém de imediato, mas se alguém falasse comigo eu responderia com um sinal de positivo feito com meu dedão.

- Pronto, estou aqui. Esqueci-me de quem precisava procurar, mas quero minhas coisas, tenho logo que ir preparar o tempero da carne! – falaria.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 3 EmptyQua 24 Maio 2017, 13:45

Quando o homem cobrisse seu olhos, Layla sentia um desconforto, tal ato pra ele demostrava-se similar ao que os piratas que a sequestram antigamente faziam, ela respiraria fundo e segurando seu gênio para que não fosse tão dura com as palavras falaria.
-Não faço ideia! Mas poderia me soltar, me sinto completamente desconfortável com isso! Traz memórias terríveis, sei que não é sua culpa você não sabia, mas não faça isso novamente por favor, me incomoda. - Ela diria com um tom de voz um tanto quanto exaltado, mas não a ponto de ser agressivo, após isso se ele soltasse viraria e vendo que era alguém conhecido, no caso o rapaz que vira na pousada, ela jogaria o cabelo para trás e diria. -Há esse é o rapaz que conheci hoje a tarde, bebemos na pousada a tardinha hoje, boa noite, esse aqui é o Kuro meu acompanhante, me convidou logo de manhã pra festa, até passeamos de barco mais cedo, ele é muito gentil.- Ela daria uma abraço nele de leve e prosseguiria de novo. -Que bom que vieram pra festa, espero que essa seja a melhor festa que participei, quero que todos estejam muito animados também e se divirtam muito, bom eu vou olhar um pouco mais as máscaras eu adoro elas.

“Pelo poema e essa cena, acho que ele me entendeu meio mal, fazer o que, homens são complicados, não são acostumados com a gentileza que podemos demostrar, ou mesmo o afeto, acho isso um pouco triste, são um tanto estranhos mas o que fazer? Acho que isso faz deles únicos mesmo, no fim eu acabo não ligando muito pra isso, talvez eu tenha um pouco de culpa, ou não.”

Após isso ela daria um sorriso soltando Kuronin e então prosseguiria olhando novamente as máscaras, ela pegaria a que visava antes colocaria sobre o rosto, e começaria falando um pouco de sua experiência com aquilo, ela era realmente uma espécie de fã daquilo. - Eu realmente gosto de máscaras, eu sindo que com elas eu consigo fazer qualquer coisa, é como se elas me dessem novas capacidades, como se eu pudesse ser qualquer pessoa que eu quisesse. - Daria um sorriso colocando a máscara na metade do rosto e continuaria. - Antes eu e minha irmã fazíamos máscaras, para brincar, era algo engraçado, sempre acabávamos fazendo máscaras iguais sem perceber, o mais engraçado disso é que somos gêmeas, e sempre dizíamos que as máscaras deviam nos diferenciar -Ela daria pequenos risos lembrando de pequenas situações engraçadas com esses casos e caminharia até outra mascara a pegaria e seguraria ela ao lado do rosto começando contar uma pequena história.

– Eu gosto de praticamente todos os tipos de máscaras, mas minhas favoritas são as máscaras de ópera, por que? Talvez você se pergunte isso agora certo? Ou talvez não. - Ela iria lentamente pondo a máscara frente ao rosto até que cobrisse o lado contrário da cicatriz, seu olhar estaria sempre bem focado em kuro em quanto falasse, mesmo que tivessem outros no ambiente enquanto ela falava. - Isso é por que meu pai me contava uma antiga história, na maioria dos casos antes de me por para dormir, as vezes eu pedia pra ele contar. Era sobre uma moça, ela queria ser cantora, mas odiava a própria voz, ela era bonita, linda diria, mas ela tinha uma cicatriz próxima ao olho e isso a deprimia. - Ela apontaria para o próprio olho e desceria o dedo sobre a cicatriz, o forçando sobre ela, depois jogaria os cabelos pra trás prosseguindo.  -Mas quando ela colocava a masacará ela não tinha mais medo, ela era exatamente o que ela queria, ela cantava e sorria, sua voz era maravilhosa, era linda como a dos pássaros do céu, as pessoas a adoravam e voltavam todos os dias para ver ela cantar, sua fama se espalhava por todos os locais, mas nenhum daqueles sabia quem ela realmente era, ela acabou morrendo sozinha sem nenhum reconhecimento, mas ela foi feliz até o último segundo fazendo o que mais amava. - E então faria uma cara dramática pra o homem. Após isso ela colocaria a máscara no lugar e diria. - Pra onde quer ir agora? Podemos ir pra qualquer lugar.- Daria um sorriso olhando pra ele, ela iria pra a barraca que ele propusesse a partir dali.


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