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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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Bijin
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptySex 01 Set 2017, 07:06

Não estava entendendo nada do que me diziam, mas ter encontrado a Metza foi reconfortante e saber que eu e o Poo não estávamos só era bom. Mas depois de um momento vi os olhos de minha companheira brilhando com alguma nova descoberta.

Logo vi que o rapaz que me.emprestou seu casaco e a Metza estavam entrando em um barco, ser que ele era um navegador? Ou era pura pilhagem. Não sabia e na verdade ainda me sentia cansada da agitação que foi o dia... Mas subi no barco com cautela.

Nunca estive em um navio, minha vida toda foi na ilha de Conomi e era a primeira vez que sentia um chão que não era firme, a pequena agitação do mar fazia tudo balançar. Olhei para o Poo e vi se ele estava vindo junto.Sorri para ele e sabia que ele era como um porto seguro para mim.

Mas fui entrando com os outros que vasculhavam o barco, eu também procurei algo pelas portas, era uma cama ou mesmo uma rede. Não queria mais andar oi passar frio, meus companheiros estavam.do lado de fora e me sentia segura, portanto, assim que achasse uma cama deitaria e dormiria até ser acordada ou me acordar já descansada.

Finalmente parecia que eu iria partir...
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptySex 01 Set 2017, 17:30




UNNAMED

Não tão Alones



- Me tire uma duvida, como você, um URSO, FALANTE e que BEBE, pode ser real?
- Não, não pode.Você ta vendo coisas garoto. - respondeu o Urso que aceitava sua garrafa de volta para beber. Alibaba no entanto não acreditava na resposta e continuava a cutucar o urso.

- Eiii, para com isso. - dizia o urso se afastando, mas Alibaba o seguia cutucando até que foi interrompido por um pergunta das jovens. Ou ao bem da verdade se lembrava de responder uma pergunta que já lhe haviam feito.

Metza se anima com a resposta do garoto, pois era justamente o que estava precisando naquele momento.

Alibaba então explicou do porque precisava do barco ou do dono, mas ninguém pareceu se importar por sua história de vida sendo graciosamente ignorado enquanto a jovem loira importava-se com suas próprias necessidades.

Assim adentraram no navio. Alibaba seguiu a frente, seguido pelas duas garotas e Poo entornando a sua garrafa por ultimo. Quando o urso subiu o navio rangeu e balançou.

Enquanto Alibaba vistoriava o navio para ter certeza de que o mesmo poderia navegar as duas garotas vistoriaram-no para ver o que poderiam pegar. No entanto aquele era um navio novo. Havia moveis no quanto em que entraram, mas todos vazios. Havia cama, mas não roupa de cama. Tinha um banheiro simplório, mas sem produtos.

Alibaba encontrou o básico que precisaria, o timão, os cordames das velas, as velas. Talvez fosse um barco recém construído que havia sido levado para o porto. Não havia sequer nome escrito em sua lateral.

Olhando mais de perto viu que a madeira ainda era nova e havia recebido apenas a primeira mão de alcatrão. Poo andava próximo a vela.

Bijin vendo a cama não resistiu a exaustão e deitou-se nela, só quando relaxou que percebeu o quão ‘maltratada’ estava.

Alibaba lá em cima via que tudo estava certo, mas precisaria da ajuda de pelo menos dois para navegar.




Faça sua parte agora navegador, desamarre o barco, de ordens. Veja essas coisas agora porque você vai precisar pra subir a reverse. Aproveite pra praticar agora.




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyTer 05 Set 2017, 13:02

belle inconnue




- É...acredito que esse barco sirva.
Temos o timão, os cordames das velas, as velas...”
Ao andar pelo barco, passaria a mão em alguns trechos de madeira, e levaria ao nariz, aquele cheiro amadeirado era um dos favoritos do jovem.

Seguiria em direção ao timão, que era o local aonde passaria maior parte de sua aventura.
“Eu tenho que pedir a ajuda deles para que possamos ir para a próxima ilha logo...” – Pensou e agora iria em direção a onde Metza e o urso se encontrava.
- Pessoal vou precisar da ajuda de vocês, quanto a navegação/pilotagem não há problemas, mas a questão é durante, por exemplo mexer na vela e essas coisas, então façamos o seguinte. Eu coordeno o que faremos, e vocês executam, certo?

Esperando uma resposta otimista começaria a elaborar o plano de navegação. Levaria a mão direita ao queixo e fecharia os olhos, esse era um dos trejeitos do jovem, quando o mesmo pensava, ele gostava de fazer de olhos fechados, para que seus demais sentidos não o atrapalhassem.
- Então vamos lá, para que ilha iremos? – Perguntou o jovem constrangido.

Após receber a resposta que tanto ansiava, começaria a organizar a viajem.
- Vou passar algumas coisas para vocês.

Proa - A frente do navio. Comparar com vante. Também conhecido em senso de direção como sendo o rumo momentâneo em que se encontra o navio, geralmente em graus, em relação ao norte.
Popa - a parte posterior de uma embarcação. Comparar com ré.
Estibordo - O lado do navio que está à direita quando o observador a bordo da embarcação olha para a proa.
Bombordo - O lado do navio que está à esquerda quando o observador a bordo da embarcação olha para a proa. (Um método mnemônico para distinguir um do outro é que a esquerda possui o mesmo número de letras de bombordo e estibordo se refere ao leste.)

- Agora, urso vá para a popa, retire a ancore pois já iremos zarpar.
- Se encontrarem algum mapa e for para a local que estamos indo, me entreguem por favor
.

Após a ancora ser puxada para entro do barco, esperaria o mesmo começar a se mover e o colocaria em curso, rumo a seu destino.
Soltaria da sua cintura o pano e amarraria próximo ao timão, vez ou outra olharia para ele, para ver para o lado que o vento estava levando.

- Metza, solte as velas, pois lá vamos nós.

Histórico:
 



XIII

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyQua 06 Set 2017, 12:19



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Buki "A Louca" Bijin



   Estava finalmente deitada em uma cama. Uma mistura de alegria e tristeza bateram no meu coração ao mesmo tempo, estava feliz porque estava saindo da ilha que tanto me machucou, mas triste porque deixei assuntos inacabados para trás. Definitivamente tinha que me tornar mais forte e um dia iria voltar para me vingar de Grambos.

Na verdade queria me levantar, ir até o lado de fora e ver o navio partir, ver Conomi virar um pequeno ponto, mas o sono, cansaço, a falta da audição, mas a sensação de estar segura me fizeram ficar na cama e lentamente fui fechando os olhos.

~ SONHO ~

Eu estava de volta a praia de Conomi no meu treinamento parecia que tinha voiltado aos meus 14 anos. Quando vi onde estava parei de fazer meus exercícios. Tentava me localizar novamente, afinal não estava em um barco.

- Por que parou?- falou uma voz muito familiar e que me deixou muito abalada. - N]Parece perdida.

Era Shiori, meu mestre, ele que me treinou e me tornou na pessoa que eu sou, ele foi o homem mais importante na minha vida, ele não olhava para quem eu era, mas o que eu iria ser.

- Mestre!? - Rapidamente me ajoelhei e encostei minha cabeça no chão em respeito a ele. - Sinto muito pela minha distração e por tudo que tenho feito de errado.

- Eu que te devo desculpas! - Afirmou o mestre para mim com sua voz calma. - Não sabia o tormento que você passava em casa e também não me interessei, permiti que seu sofrimento se prolongasse.

Estava assustada, não me lembrava do mestre me pedir alguma vez desculpas.

- Venha para te abraçar. - Disse ele calorosamente. - Obrigado por ter matado seus pais por mim. Como poderia descansar sabendo que alguém maltratava a minha discípula? A honra desse mestre estava suja, mas você limpou.

Abracei meu mestre, queria sentir ele perto de mim, mas minha mente já me alertava, era apenas um sonho, isso era parte do passado, mas de certa forma queria aproveitar aquele sonho, ter um momento a mais com meu mestre.

Obrigada mestre pela sua bondade. - Disse a ele já me soltando dos eu abraço e me sentando a sua frente. - Nesse momento sei que estou em um navio, estamos roubando ele para sair de Conomi.

- Sim, eu sei! - Disse ele com um sorriso. - Mas como você se sente em relação a isso?

Nada bem! - Disse com sinceridade. - O mestre sabe que combati muitos bandidos, mas no final me tornei uma também. Acho que tenho desonrado seus ensinos e sua pessoa.

- Eu já estou morto, não há o que se preocupar. - Disse ele com tranquilidade. Mas o importante não é saber o que você esta fazendo, mas o que te levou a fazer isso?

Sabia o que meu mestre estava querendo dizer, no final fiz algo por falta de opção, não podia mais ficar em Conomi e acabei por entrar em um barco de outra pessoa para sair. Realmente estava cansada e nem se quer conseguia me manter de pé.

- Minha fraqueza! - Respondi. - Se eu fosse realmente forte, ninguém poderia me obrigar a estar fazendo o que eu estou fazendo. Por não ter força fui levada a tal ponto. Além disso encontrei amigos e não sei se eu consegui protege-los com eficácia.

- Exato! - Disse Shiori para a mim. - Você ainda é muito fraca, tão fraca que nem se que pode ser considerada mediana. O Grambos que te expulsou da ilha jé é considerado um fraco, alguém com talento de lixo.

- Não compreendo. - Mostrei minhas dúvidas. - Em Conomi não há pessoa mais forte do que ele.

- Não seja tola. - Meu mestre me advertiu. - Ele foi apenas como "o forte que oprime o fraco". Um homem que comeu mais sal do que você comeu arroz. Acha que ele tinha sua força na sua idade? Acha que quando chegar a idade dele vai ser mais fraca do que ele? Isso é tolice. Ele é mais forte que você apenas porque ele viu muitos mais verões que você. Mas isso não muda o fato de você ser fraca.

Meu mestre tentava me explicar o que eu deveria realmente entender, Grambos era forte pela sua idade e todo tempo que passou treinando, porém se eu me dedicar a melhorar a minha força serei ainda mais forte do que ele.

- Dedicação é tudo! - Disse Shiori me despertando dos meus pensamentos. Entretanto humildade também é tudo. Sempre a um céu maior que esse céu e sempre havera uma pessoa maior que a outra pessoa. Hoje você é fraca, mas amanhã será mais forte que Grambos, será que ele vai ousar te desafiar novamente? O mesmo vale para você, hoje você pode ser mais forte que Metza, mas amanhã esse futuro esta garantido?

Sabia o que ele queria dizer, quando Grambos me desafiou quem era eu para desafia-lo, mas sará que eu não poderia cometer o mesmo erro com outras pessoas, desafiar o fraco sendo forte, e se esse fraco se tornasse mais forte.

- Além disso existe algo importante de você saber. - Disse o mestre parecendo acabar seu discurso. - Grambos pode ser forte em Conomi, mas será que ele seria forte em Louguetown? Se sim, por quê ainda não tomou a ilha para os revolucionários.
mas ainda quero que pense mais profundamente, a muito tempo que os melhores piratas, marinheiros e todo tipo de gente tem ido para a Grand Line, qualquer um desses poderia ser considerado um monstro em seu oceano de origem, mas ainda assim se deparam com outros monstros. O mundo esta cheio desses monstros, você deve decidir se ser forte para combater com esses monstros ou se vai sempre cair no mesmo erro de agora.


Eu estava desconcertada. Realmente as pessoas que iam para a Grand Line eram pessoas de fama e que de certa maneira abalaram seu blue com a sua força. A Grand Line era a terra dos fortes e era para lá que eu queria ir agora mais do que nunca.

- Obrigada mestre! - Mais um vez eu o reverenciei. - O senhor mais uma vez iluminou essa discípula.

Não tinha outra escolha, era entrar na terra daqueles que são fortes e para não continuar no erro, teria que me tornar forte suficiente para não mais cair na pressão dos outros e poder agir como eu queria e segundo minhas crenças. Uma chama dentro de mim foi reacesa, era hora de pegar pesado.

~ FIM DO SONHO ~


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyQui 07 Set 2017, 23:30




METZA



CONOMI ISLAND / POST 22





Comparado ao barco de Kuro que havia entrado anteriormente, esse novato de madeira era bem decepcionante. Nele não havia simplesmente nada de útil e foi até surpreendente que Bijin tivesse encontrado uma cama com um colchão para repousar. *Tadinha... não deve ter sido fácil para ela despistar todos aqueles revolucionários. Descanse bem amiga.*


Metza se surpreende por segundos com a pergunta de Alibaba para onde iriam, respondendo de sopetão como se sua resposta fosse óbvia, mesmo que o jovem loiro não tivesse participado nem do começo da correria que foi essa aventura em Conomi Island. Ela franzia a testa e meneava a cabeça negativamente demonstrando incredulidade enquanto respondia: - Para Loguetown, é claro!


A jovem descalça era muito orgulhosa de si, mas por mais que já tivesse em um barco pirata outrora, jamais havia participado da pilotagem e nem do controle da embarcação. Neste momento o mais prudente era atender a solicitação de Alibaba para que nada (mais) desse errado e atracassem em Loguetown com tranquilidade.


Metza meneia a cabeça afirmativamente e sorri simpaticamente para o seu navegador, tentando cobrir qualquer pensamento que pudesse passar pela cabeça dele que ela fosse grossa após sua resposta do destino do grupo. Ela tenta se lembrar como a tripulação de Bart soltava as velas e conforme o filme passava por sua mente ela reproduzia nas daquele navio. Não parecia ser tão difícil assim...




Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptySex 08 Set 2017, 12:49

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post25


Sim, é ridículo. “Secar as lágrimas e lamentar, no que isso realmente ajudará? Até mesmo os mortos conseguem permanecer parados e sem se mover. Mas eu estou vivo. Eu continuo de pé com minhas próprias forças. Se eu morrer um dia, então será melhor não morrer com arrependimento. (…) Mesmo se forçado a permanecer a beira do desespero, eu irei agarrar com força na menor chance como uma teia de aranha. Nós, humanos, temos esse espírito forte. Embora agarrar-se ao fio ou não depende da personalidade de cada um.” - (Ciel Phantomhive)




As coisas ainda se acalmavam por ali e Layla finalmente tinha algum tempo para conversar com Kuro, algo que realmente a incomodava agora era pra onde seguir depois dali, não estava certa de estar segura apenas saindo de Conomi, por mais que ela achasse difícil a possibilidade de realmente haver alguém que quisesse persegui-la ate Logue, mesmo assim precaução nunca é demais.

Ela olharia para Kuro já começando a falar com ele, seu rosto se mostrava pensativo enquanto ela fechava e abria as mãos rapidamente parecendo estar um pouco nervosa. - Diga, o que pretende fazer quando chegarmos em Logue?- ela falava sem muita expectativa na realidade, não tinha certeza do que ele diria mas valia a pena perguntar.

Ela então emendaria outra pergunta a essa agora seu olhar estaria menos pensativo mas ficaria mais preocupado, seus olhos um tanto tristes, ela na verdade estava muito mais triste e preocupada com o fato de que teria que deixar ele voltar sozinho pra aquela ilha perigosa, mas o lugar que ela almeja também não era um dos mais seguros, deixar os blues, era o que ela pensava agora, há tempos ela pensava que sua irmã pudesse estar algum lugar na GL atualmente, já que não tinha notícias dela a tempos mas ela sentia que ela estava viva em algum lugar, ela passaria a mão na cicatriz rapidamente apenas um momento de reflexão. -Você acha que os Revos ainda vão vir atrás de mim fora da ilha? Eu não consigo me certificar de que eles ficariam quietos após isso.- Ela respiraria fundo nesse momento apenas observando o horizonte, ela esperava ver a costa de logue sempre dava leves olhadas pra lá, certificando do que possa estar vindo.

Quando ela pudesse avistar a costa, depois de ter falado as outras coisas ela diria algo mais solto apenas para repassar a Kuro o que ela faria depois dali, tinha ciência do perigo mas sentia que deveria dizer algo. -Kuro eu pretendo ir pra Grand Line, eu sei que é perigoso, mas não sinto que eu possa ficar nos Blues, não agora, talvez depois que eu conheça o resto do mundo e reveja cada um daqueles a quem prometi reencontrar, mas agora, eu preciso tentar e ver com meus próprios olhos o que me contaram.- Seus olhos brilhariam em ânimo quando ela falava de tal local, talvez ingenuidade por parte da jovem mas de certo isso parecia a deixar feliz. -Mas eu ainda quero te ver de novo, e se preciso eu voltarei aqui, mas quando eu finalmente estiver pronta.- ela completaria após isso.

Citação :
Estou por aqui, apesar de as coisas estarem muito loucas nas minhas últimas provas, eu fiz uma prova no 7 de Setembro, cara num feriado, meu Deus, sério, profs sem coração, mas estou finalmente, em paz depois da última de hoje de manhã, passei em tudo ainda bem

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptySab 09 Set 2017, 22:21



   
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Não tão Alones



Bijin acabava por desmaiar na cama, Bijin saia mansamente do quarto deixando a jovem descansar e dirigindo-se para onde Alibaba já a chamava. O urso estaria provavelmente vermelho, isso é claro se fosse possível um Mink estar vermelho de bêbado, ainda assim parou para ouvir as instruções de Alibaba.

Poo seguia para junto da ancora começando a ergue-la enquanto Metza se movia para junto do mastro central para soltar as velas. Alibaba estava recém terminando de falar quando da ponte sobre o rio um estouro ilumina os céus. Um foguete vermelho sobe assoviando iluminando a noite com um brilho vermelho sangue.

- Lá estão eles, não partiram ainda. Peguem eles. - ouvisse o grito soando a distancia.

Um disparo foi dado acertando o mastro logo ao lado de Metza que começava a soltar as velas. Outros disparos vieram na sequencia acertando pontos próximos a Alibaba. O navio afastava-se lentamente levado pelas ondas.

Fragmentos de madeira acertaram a mão do jovem navegador fazendo-a pinicar, mas sem lhe ferir.

- Preparem os navios. - foi o ultimo grito que o trio do convés ouviu antes de sair para alto mar.

A lua ainda estava alta enquanto se afastavam dando-lhes uma boa visão do porto de Conimi. La poderiam perceber alguma movimentação por parte dos revolucionários em preparar os navios. Para a sorte do grupo os navios que haviam restado eram grandes e provavelmente mais lentos que o seu e assim desde que guiassem certo era pouco provavel que fossem alcançados.

>>>>>>>>>>>>><<<<<<<<<<<

- Diga, o que pretende fazer quando chegarmos em Logue?

- Eu ainda não sei se é o melhor, mas pensei em uns amigos que tenho em Illusia. No West sabe? Acho que lá não vão te procurar e vai dar a chance de você se arrumar. - era bastante claro a tristeza na voz de Kuronin ao propor isso.

-Você acha que os Revos ainda vão vir atrás de mim fora da ilha? Eu não consigo me certificar de que eles ficariam quietos após isso.

- Eles não conseguiram o que queriam, afinal eu ainda estou aqui e vou voltar. E isso pode acabar te tornando um alvo. - Kuro não se atreveu a dizer, mas Layla não era tola e entendeu as palavras não ditas. Kuro gostava dela, mas como ele mesmo era um alvo difícil poderiam vir a usa-la para chegar nele.

Algumas horas a mais se passaram a partir dali. O sol começava a despontar no horizonte dando inicio as primeiras atividades da manha. Kuro deixou a ruiva guiando o navio durante algum tempo enquanto ele mesmo preparava algo para comerem. Uma refeição simples, mas de certa forma especial, afinal tinham uma bela vista de Logue a distancia iluminada pelo sol que nascia as costas do navio.

-Kuro eu pretendo ir pra Grand Line, eu sei que é perigoso, mas não sinto que eu possa ficar nos Blues, não agora, talvez depois que eu conheça o resto do mundo e reveja cada um daqueles a quem prometi reencontrar, mas agora, eu preciso tentar e ver com meus próprios olhos o que me contaram. Mas eu ainda quero te ver de novo, e se preciso eu voltarei aqui, mas quando eu finalmente estiver pronta.

Kuro passou algum tempo em silencio, mastigando e olhando para o horizonte antes de responder, mas havia um sorriso nos seus lábios quando falou.

- Você já ouviu falar no All Blue? - sua voz soava quase juvenil quando ele falou. Tomada por uma animação que a algum tempo havia deixado escapar. - Era meu sonho de criança, é um mar onde todos os mares se juntam, com todas as espécies de peixe e animais marinhos que existem. É um paraiso.... Dizem que está na GL, os mais céticos dizem que não existe, mas eu acredito...... Talvez você pudesse me contar quando voltar? - completou ele animado.


Foi preciso ainda mais um hora, o sol havia terminado de subir e era por volta de sete da manha quando Kuro terminava de amarrar o barco e a ruiva descia para o porto junto dele.

O local era muito maior que o porto de Conomi e mesmo naquela hora já era bastante movimentado. A jovem começou a andar, mas Kuronin não a acompanhou.

- Eu preciso voltar Layla. Meu povo precisa de mim. Acho que aqui... Acho que isso é um adeus. - disse ele com certa tristeza na voz ao mesmo tempo que tirava uma pequena bolsa dos bolsos. - Não é muito, mas vai lhe comprar uma passagem para Illusia, lá procure por Clovis Cauton. Fale de mim, somos primos, acho que ele vai poder te ajudar, ao menos a começar. .... Boa sorte Layla. - Dito isso Kuronin esticou uma das mãos tocando o rosto de Layla e puxando-a para si. Parecia querer um beijo de despedida.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyDom 10 Set 2017, 10:08

A Despedida de um Bando sem Nome/ Post26


"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)




Layla o ouvia com calma sobre as ideias e concordava com o que ele falava, sumir dali era o melhor por enquanto, e viajar pra outro blue não era algo ruim, ela já veio do North tempos atrás, por que não agora conhecer o Ilusia Kingdom no West Blue, conhecer 3 dos 4 blues era um começo pra uma exploradora.

Mas outra coisa a chamava atenção a felicidade que era pra ela segurar o leme enquanto aproveitava os primeiros raios de sol naquela vista, Kuro cozinhando, as vezes fazia ela se perguntar, se aquilo não era o que ela queria, se não era o suficiente, mas a resposta nas suas meditações pessoais é que ela precisava de um pouco mais, aquilo poderia ser bom, mas ela tinha pessoas pra ver, promessas a cumprir, e talvez ficar ali a levasse a apenas atrapalhar ele, a noção de sua própria força era nítida, ainda não era boa o suficiente pra se manter ao lado dele naquela ilha esquecida por Deus, além disso seu coração pulsava por outro caminho naquele momento, mas tudo poderia dar certo.

Algo que a impressionava ainda mais era a reação de Kuro ao falar do All Blue, a cada segundo a ruiva se espelhava naquele olhar, ela se via quando sonhava sozinha com cada uma de suas promessas, com as ideias de seu pai ela então olharia para ele com um olhar determinado, a sinceridade era esbanjada pelo sorriso que ela deteria naquele momento, cerrando os punhos a emoção estava cada vez a consumindo mais e mais. por mais que tivesse muitas coisas a fazer na Grand Line, mais um objetivo podia ser adicionado a sua lista

O dia já havia iniciado mas agora eles estavam em Logue, kuro dizia suas palavras de despedida, e Layla as ouviria atentamente em cada parte e quando ele tocasse seu rosto um beijo sairia dali, ela com certeza o retribuiria, enquanto o abraçaria forte, e após tudo ela o olharia dizendo. - Eu vou voltar, e vou te falar de tudo que eu vi no All Blue, eu vou achá-lo. Obrigada por tudo foi muito bom ter você comigo ate aqui – Ela então esperaria sua partida e acenaria se despedindo ate que ela pudesse ver que o barco está a distância. Depois disso ela então finalmente partiria a procurar a estação de Zeppelim, ela começaria andando com calma nas ruas e caso visse alguém perguntaria. - Sabe onde posso pegar um Zeppelim por aqui?- Independente da resposta ela agradeceria. - Obrigado- E caso fosse positiva ela seguiria as instruções e se negativa ela perguntaria ao próximo que encontrasse, sempre enquanto andasse ela tentaria também ver por conta própria onde a estação de zeppelim poderia estar.


Caso ela conseguisse chegar a estação ela logo se dirigiria ao atendente que pudesse estar por lá, ou a alguém que pudesse lhe informar. - Onde consigo passagens pra Ilusia? Ilusia Kingdom? West Blue? E quanto custa?- se tudo desse certo pagaria pela passagem e esperaria ate a hora do voo para adentra, perguntando por fim. - Que horas parte? O voo?- olhando fixadamente pra moça.

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Acho que faz tempo que eu não sou a primeira, se é que eu postei primeiro alguma vez kkkkk

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyDom 10 Set 2017, 16:47




UNNAMED

Não tão Alones


Kuronin sorria após o beijo e as palavras de Layla sobre o All Blue. Deixou que elas se afastasse um pouco, mas sem a soltar.

- Vou esperar o dia que você voltar. Me manda noticias? - perguntou e por fim terminaram de se despedir, Kuronin a largou e voltou para o seu navio. Layla assistiu o mesmo ir lentamente se afastando, parecia que Kuro havia feito questão de deixar a vela a meio pano enquanto ele próprio olhava para trás vendo Layla encolher lentamente com a distância.

E então....

Estava sozinha em um porto agitado, mesmo com todas aquelas pessoas a volta o sentimento de estar sozinha estava ali. Respirou e seguiu seu rumo, algumas perguntas e uma boa caminhada depois a jovem ruiva estava na estação de Zepelin que ficava em um dos cantos da ilha.

Kuronin havia lhe dado 130 mil beries e destes 100 mil foram usados para a passagem para illusia. Meia hora depois um dos atendentes anunciava o embarque e começava a organizar as pessoas por fila. Layla seria uma das ultimas da fila, mas logo também seria a sua vez.

- Senhores passageiros, primeira chamada para Illusia Kingdown, favor se dirijam para a fila indicada em seu cupom de embarque. - E com isso Layla se preparava para seguir a mais um inicio.






Como falado no Discord, postei só pra ela porque to com tempo livre aqui no hotel, e como já estão separados não vai influenciar muito. Vocês podem postar pelo contexto do post anterior, e com esse a Layla Finaliza.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyQua 13 Set 2017, 12:28

A Despedida de um Bando sem Nome/ Post27


"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)




Layla não gostava da ideia de esperar em filas, apesar de compreender que era uma necessária, ela simplesmente não conseguiria ficar ali apenas quieta, bater os pés no chão e estralar os dedos seria o tipo de coisa que ela faria, ou, pelo menos, inicialmente ate ela se perder no passado, ela olharia para frente enquanto caminharia junto a fila, agora o que ela pensava é o que esta a esperando agora, depois de tanto tempo onde ela iria parar?

Quando entrasse no zepelim, procuraria algum assento, mais perto da cabine do piloto de preferência, claro que talvez o primeiro estivesse ocupado, principalmente por terem tantas pessoas na sua frente na fila, ela sentaria ao mais próximo, que talvez acabasse no final, mas o que viesse estaria bom, se comodando ela então apenas recostaria a cabeça e fecharia os olhos enquanto respirava fundo. Apenas esperaria o zeppelim partir, sem prestar muita atenção de se ele saíra ou não.

Aquele era um pequeno momento de relaxamento que ela desejava a muito tempo, de apenas sentar e sentir o mundo girar em sua volta, ela não sabia o que exatamente era essa sensação, quando ela fechava os olhos, era como se ela enxergasse um novo mundo, um mundo ideal que existe em seus sonhos, onde ela sonha acordada em todo esse tempo, o mundo onde ela nunca saiu de Wars Island, seu pai está vivo, e sua irmã esta sempre lá. A vida ideal aquela que ela tanto pensou por tanto tempo agora era apenas uma foto que se queimava pouco a pouco “O mundo vai além dos livros, também além do que você falava pai, os sonhos ficam apenas em nossa mente, mas hoje meu sonho é viver essa realidade.” Ela abriria os olhos lentamente enquanto simplesmente alisava os pulsos, ela lembrava das correntes que aprenderam, de toda a liberdade que lhe fora roubada.

Ela sabia quanto tempo havia perdido, e seus pensamentos a cada dia estavam sendo moldados, ela não sabia ate onde aquilo ia, mas ela com toda certeza, não era mais a mesma. “A liberdade meu pai, é o que resta pra nós, a única coisa que realmente nos pertence, e quando nos tiram ela, não temos mais nada, absolutamente nada. Sem a liberdade mal somos humanos, e os homens que se dizem nossos donos venderam suas almas a muito tempo, eles venderam sua humanidade” Ela então pararia por alguns segundos no tempo, seu olhar se fixaria a frente. Ela não estava triste, um pequeno sorriso se fazia em seu rosto na verdade, ela sabia que cada segundo que passou nessa vida, construíram a pessoa que ela é e não importa o que continuasse acontecendo, não existem mais lugares para arrependimentos, o que está feito, está feito, quem ficou para trás serviu a um propósito


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Wow Fristei de novo shuahsuhausu

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 14 EmptyQua 13 Set 2017, 20:01




METZA



CONOMI ISLAND / POST 23





O coração da loira descalça pulsava freneticamente quando o rojão avermelhado podia ser visto cortando os céus. Ela se apressa na preparação das velas enquanto sua respiração acelerava e seus membros formigavam de ansiedade. *Estamos próximos de fugir! Não podemos ser pegos agora!*


Ela procurava buscar com seu olhar a todo o tempo Alibaba, que era o mais experiente em navegação presente. Metza não se recordava muito bem como seus companheiros piratas faziam para preparar as velas, e sua vaga lembrança a preocupava demais principalmente pela falta de tempo e da aproximação do inimigo. Fitava Alibaba e franzia a testa para se concentrar nas instruções do navegador.


Pelo pouco tempo que poderia vir a ter de descanço, Metza expira profundamente em alívio, fazendo com que até um assobio possa ser ouvido de tanto ar que saíra de seus pulmões e tanta preocupação que deixava suas emoções. Os revolucionários possuiam navios lentos e Metza tenta manter o foco em sua tarefa para deixá-los comendo "ondas".


Conforme pegavam velocidade ela sorri e ergue seu braço direito, gritando a altos pulmões enrubrecendo sua face e dando o maior sorriso que a tripulação presente já vira da loira para que até Bijin pudesse ouvir mesmo se ainda estivesse no andar inferior: - LOGUETOWN, AI VAMOS NÓS!!!




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