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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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GM.Furry
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptySeg 07 Ago 2017, 16:45




UNNAMED

Não tão Alones


A ruiva terminava sua revista na cozinha, vendo que ao menos tinham o necessário para partir sem maiores problemas. Estava saindo da cozinha quando Levi entrou na mesma, acompanhado da loira alguns passos mais atrás. A ruiva os deixou e seguiu para fora a fim de verificar o mastro, cordames e vela.

A dupla começou a abrir as portas na cozinha arrumada, Levi encontrou na geladeira uma garrafa de vinho e sem se fazer de rogado a pegou, abrindo-a e bebendo dois leves goles da mesma. Não havia outras bebidas além daquela garrafa de vinho para Metza, mas a jovem carregava 3 garrafas com ela e na falta de uma nova bebeu bons cinco goles da sua e por mais que estivesse habituado foi inevitável terminar o ultimo gole tossindo e com a garganta em ‘chamas’.

Tanto ela quando Levi não se demoraram muito ali seguindo para os outros cômodos. Aquele corredor possuía cerca de 4m. A cozinha era a primeira porta da direita, havia uma porta logo a frente da porta da cozinha e mais duas ao fundo. O corredor ‘terminava’ em uma ‘porta’ aberta, ou melhor dizendo uma escadaria sem porta que daria acesso ao porão do navio.

A dupla tentou a porta logo a frente, dando em uma sala de tamanho muito similar a cozinha, parecia um deposito misturado a uma oficina de trabalho. Kuronim era pescador afinal, e parecia sensato ter uma oficina para tal em seu amado barco. Varas, redes, linha. Havia tesouras e facas de estripar. Picador de gelo, agulhas, anzóis, entre muitos outros materiais voltados para atividades marinhas e também para manutenção do navio, sendo assim havia cordames, martelo, pregos, serrote todos dispostos em suportes que os mantinham pendurados e de fácil acesso, além claro de visíveis e bem organizados. Nas poucas gavetas estavam os materiais menores anteriormente citados. (Descrevam se vão pegar algo, não to afim de trolar e fazer você sair carregando uma rede de pesca.)

Na terceira porta era o quarto de Kuro, com uma cama simples embutida na parede, suportes onde redes extras estavam penduradas prontas para serem esticadas para usos de terceiros. Havia um tapete fino no chão junto à cama. (Fino oposto de grosso, não fino de xique.) Um grande baú de madeira negra, com uma fechadura de ferro com um grande ferrolho. Para tristeza da dupla este estava trancado.

Metza se aproximou da cama, sobre a mesma havia um vestido elegante amarelo, liso com um laço de cetim sobre a cintura.

Spoiler:
 

Sobre o mesmo havia uma carta escrita a mão destinada a Layla. (Vou testar seu bom coração, kkkkkkkk) A carta era um bilhete escrito de Kuro para a ruiva, onde o mesmo escrevia como havia gostado da tarde que passaram juntos e que aquele vestido era um presente simples se comparado a beleza da ruiva. Não era uma carta bonita, a letra também não era aquelas coisas, Kuro tinha boas intenções, mas não chegava nem perto de ser bom com as palavras, mas a tentativa, mesmo que atrapalhada dava um toque muito verdadeiro para aquela carta, pois mesmo sem jeito, pratica ou modos era possível sentir que as palavras eram verdadeiras e que ele havia mesmo gostado de estar com a jovem e desejava apenas lhe dar um presente sincero como agradecimento e sem esperar outra coisa em troca. No entanto... Ele não havia tido a chance.

Mas Metza precisava também de um vestido, suas roupas surradas haviam lhe trazido problemas, pois tiravam muito da credibilidade que suas palavras poderiam ter. Afinal, não é todo mundo que da ouvidos as palavras de alguém vestido de maneira desleixada. A jovem também já raciocinava com maior leviandade, os cinco goles longos de rum haviam lhe tirado um pouco do seu libido deixando sua cabeça levemente entorpecida.

Levi passava perto da janela quando percebeu que uma patrulha de revos entrava em um barco a dois de distância do qual estavam, pareciam estar se aproximando de vasculhar o barco em que estavam. Cinco eram os homens. Um permaneceu no porto, enquanto os outros quatro entraram. A cena paralisou a atenção de Levi, fazendo-o esquecer de continuar vasculhando e soando o gongo de alerta em sua cabeça.

Aqueles homens tinham sido prontamente designados a vasculhar cada um dos barcos daquela área do porto. Se nada fosse feito logo entrariam no barco no qual estavam e assim seriam encontrados. Bijin, o panda e o apagão haviam sumido na fuga, e agora ele era o único homem a bordo, havia uma ruiva que poderia pilotar o navio e uma loira que embora conseguisse andar sozinha novamente não teria utilidade completa em combate. Podia-se dizer que eram ambas damas indefesas. O pulso havia desinchado e embora doesse o jovem seria capaz de usa-lo. Demorariam quanto? 5mim em cada barco? Se tentassem apenas partir abandonando a louca? Conseguiriam sair com revos vigiando o porto? Quanto tempo teriam antes de terem de enfrentar uma perseguição em alto mar? Alguém ali saberia atirar com um canhão? O navio possuía sequer algum canhão? Teriam condições de enfrentar uma perseguição em alto mar?

A mente do jovem trabalhava rápido, a adrenalina da situação forçava-o a ser rápido. Teriam que tomar uma atitude rapidamente, ou seria tarde de mais.

>>>>>>>>>><<<<<<<<<<<

Poo ainda respirava quando uma Bijin exausta se atirava sobre ele, o mesmo retribuiu o abraço permitindo que a jovem se aquecesse, tinham ali alguns momentos de ‘paz’. Bijin começou a falar e embora não ouvisse o que falava os anos e mais anos de pratica lhe permitiram ter a noção do que falava. Era como andar em sua própria casa no escuro, você não enxerga é claro, mas sua mente forma uma imagem daquilo que você não vê e assim você se guia, mais pela noção do que pelo retorno visual.

Poo assentia e deixou a jovem onde estava enquanto ia até a dupla, achou apenas um bastão com os mesmos, com a marcação de X. Provavelmente eles já houvessem disparado o outro. (Amarelo e vermelho, daltônica kkkkkk).

O plano era subir o rio, o corpo dela ainda estava gelado, mas a proteção das árvores cortava o vento e começar a caminhar lhe ajudava a se aquecer. A respiração logo lhe ficou pesada, mas prosseguiu. Caminharam por cerca de cinco minutos, ou que acharam ser esse tempo. Conforme avançavam a mata se tornava mais densa e o terreno mais irregular, com a mata deixando de ser aquela vegetação próxima a de residências e se tornando algo mais ‘selvagem’.

Era possível ouvir o piar de corujas, e o grilar de grilos e cigarras. Esses sons tomavam conta de tudo junto ao constante som do fluxo das águas. Na margem oposta a jovem via eventualmente ‘flash’ de luz quando a luz das lanternas penetravam uma brecha. As árvores fechadas logo tornaram a mata escura. Bijin já não enxergava... A mata havia se fechado rapidamente logo que terminava a interferência humana. O plano de ir a frente foi logo abandonado e ela precisou ser ajudada por Poo que assumiu a liderança abrindo caminho. Demoraram a achar uma clareira que não fosse junto ao rio e tiveram de se afastar consideravelmente do mesmo. Bijin sentia arranhões em vários lugares do corpo, tanto da caminhada na mata quanto do acidente no rio, já que agora que seus membros voltavam a se aquecer a dormência gelada também parava de mascarar as dores dos mesmos.

Poo acenou afirmativamente quando perguntado se estava pronto e Bijin, pois seu plano em ação. Disparando o foguete para o alto, enviando um falso sinal que não era tão falso assim. Afinal os foguetes serviam para sinalizar a posição do inimigo. O vermelho principalmente indicava isso, enquanto o amarelo indicava a direção que os reforços seguiam. O vermelho tinha algumas peculiaridades, quando disparado reto para o alto ele traçava uma linha vermelha brilhante na vertical e por fim estourava, isso significava que os inimigos estavam exatamente naquela posição. Já se o mesmo fosse disparado em algum ângulo servia para indicar a posição para qual o inimigo avançava, movendo assim as tropas para aquela direção. As ideias de Bijin eram boas, mas lhe faltava a malicia e o conhecimento de códigos para entender a ‘finese’ do sistema. O foguete que ela acabava de disparar indicava exatamente a posição que ela estava e não uma direção para qual seguia alertando assim as tropas da sua real posição.

Do porto foi possível ver o disparo, inclusive do navio de Kuronin. Das margens do rio foi ainda mais nítido. Mas nem isso interrompeu o trabalho da patrulha que vasculhava o porto.

Bijin e Poo voltaram pelo caminho do qual vieram, mas sem poder se aproximar muito do rio e tendo se afastado consideravelmente não traçaram um caminho direto. E demorariam pelo menos 20 minutos para percorrer todo aquele trecho, isso se não houvessem mais contratempos.

... Contratempos... Isso definia bem um conceito ao qual a jovem começava a se deparar de mais. Em alguns pontos , mais a frente luzes balançaram, desaparecendo em seguida quando as lanternas foram viradas e voltando a aparecer quando as arvores davam brecha. Eram brilhos distantes, vistos ocasionalmente apenas por se destacarem muito na escuridão da mata.


>>>>>><<<<<

Caso parassem para analisar a chegassem a conclusão de que o disparo poderia indicar que Bijin fora encontrada o grupo facilmente poderia ter a noção de que ela demoraria ao menos mais de dez minutos para alcançar o porto. ( Isso porque vocês julgam apenas a distância a se percorrer e não a dificuldade do caminho.) Tempo mais do que suficiente para os revolucionários alcançarem o barco em que estavam.




Layla pulada, mas isso não chega a atrasar já que a dupla resolveu sair por ai pilhando o navio skoaksoasksaoksao.

Isso também foi errado da parte de vocês, meio que tentaram escrever as ações no passado. Como se a patrulha que descrevi no post anterior viesse a passar no fim deste post de vocês...Não entendi bem, enfim...


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Layla Morningstar
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQua 09 Ago 2017, 20:35

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post22


Sim, é ridículo. Vingança é ridículo. A única coisa que se ganha com isso é o caos e frenesi momentâneo. Quando as cortinas se fecham, não há mais nada. - (O Mordomo Negro)




A situação não melhorou desde que chegaram no navio, apenas uma nova prisão parecia iminente se não zarpassem logo, ela apenas esperava que a próxima luta começasse mas seus pensamentos perdidos a faziam se perguntar, o que levou eles ali “Mas Pai me diga. Nós recebemos o que merecemos?” sua visão se voltaria a frente como se estivesse apenas em um rápido delírio em meio aquele ambiente conturbado, Layla tinha uma promessa a cumprir ali naquele lugar e não ia deixar isso se perder. “Naquele dia você me disse, pra nunca olhar pra trás” todo o pulsar do coração da moça acelerava vagarosamente enquanto o tremor do corpo tomava conta dela, uma pequena lágrima escorria de seu rosto que logo sua mão era passada sobre ela, uma lembrança vaga de quando ele a afagava e sentava na cadeira de balanço, hoje ela sabia que a cada afago, a cada minuto ele definhava, ele rumava ao pó, era assim que os homens vivem, todos morrem ela sabia disso, mas a cada segundo, a cada pequena fração, ela sabia que desejava aquilo de volta mesmo que por um dia, tudo se foi e o que restou foi seu pequeno império de poeira.

Após todo o transe a ruiva começaria a observar a situação ela via poucas saídas dali, e estava pronta para partir, ela não desejava ficar mais naquele lugar parada, enquanto kuronin poderia estar em uma cela com Okamas nessas horas, não era o pensamento favorito dela de fato, a impaciência já havia a tomado junto com a tristeza e aquela grande pilha de emoções que sempre conflitavam dentro dela, não era uma moça saudável, pensar nesses milhões de coisas ao mesmo tempo a desgastavam mentalmente também, ela não tinha sugestões naquele momento que não resultassem em um sacrifício de alguém, mas em tais lençóis ou um ou todos, ela prepararia algo pra sugerir mas antes ouviria eles ou o que teriam que falar.

Caso Levi fizesse sua despedida e pensasse em sair do barco a ruiva apenas o aprovaria deixando por via o aviso. - Tem certeza? Agora está por sua própria conta se sair. - Ela apenas o olharia com um grande peso no olhar, ela mesmo com tudo não se sentia bem em deixá-lo partir sozinho mas ela também sabia que se não fosse assim as duas ali estariam em apuros e logo ela acenaria fazendo um gesto com a mão, e falando, sem esperar uma resposta vinda dele. - Boa sorte nas suas viagens eu espero que dê tudo certo pra você, obrigado por ser nossa isca, vou honrar se sacrifício.- Ela desejava observar sua partida dali, e ficaria parada olhando pela beirada do navio, quando ela acreditasse que eles estavam longe o suficiente prepararia o que faltasse no navio pra zarpar.

Caso nesse meio tempo Metza se dirigisse a ela ao apenas pulasse fora do navio ela acenaria com um tchau caso ela corresse pra fora, e em seus pensamentos um certo remorso a corroeria, ela havia falhado 6 vezes ao mesmo dia, seus punhos se fechariam apertando o mais forte possível, com as unhas grandes quase perfurando as mãos, o olhar trêmulo demostraria sua raiva, ela não sentia raiva de nenhum daqueles que deixara na ilha, ainda mais por que sentiria rava de quem a ajudou? Mas ela tinha raiva de si mesma por ser incapaz, mais uma vez ela estava frente ao sentimento que ela mais sentia raiva, o sentimento que mais a corroía o de impotência, “Perdão a todos que deixei pra trás, mas ainda não sou forte o suficiente, um dia eu serei, e nesse dia todos estarão embaixo das minhas asas, todos que eu gostar, eu vou proteger, eu vou chegar nesse ponto, não importa o caminho que eu tenha que trilhar”. Se a loira se aproximasse dela se despedindo e falasse que iria atrás da louca ela responderia a mesma com um abraço, ela não diria muito apenas a abraçaria e logo daria um pequeno beijo de despedida na loira, um selinho na verdade, e diria apenas poucas palavras. - Cuida bem dela, nos vemos pelo mar.- ela então assistiria sua partida com um ultimo pensamento. “Vocês estão por sua conta, sinto por não poder cuidar de vocês, não é como se fossem morrer, mas talvez não nos vejamos mais. Adeus a todos, meu tempo aqui foi precioso, nunca vou esquecer dele, obrigado.” ela logo de prontidão ajustaria o que faltasse pra zarpar e logo tomaria o leme iniciando sua viagem.

Ela guiaria o barco por alguns segundos apenas ate se afastar um pouco do porto e quando o pusesse na rota travaria o leme e caminharia um pouco pelo barco apenas acalmando os ânimos, após algum tempo revistaria o navio em busca de coisas que pudessem ajudá-la na navegação desde a proa a popa observando centro laterais, os mastros, observaria também no convés, tentaria observar também as localizações do Porão e da escotilha pra que tivesse melhor colocação na anatomia do barco.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQui 10 Ago 2017, 11:11




A Ascensão do Bando sem Nome


Despedida




- Ora, que sorte a do Levizinho!

Realmente estava impressionado com minha repentina sorte. Achar todos aqueles objetos ali era muito conveniente, principalmente depois de toda aquela confusão. Após analisar toda a qualidade dos materiais que ali estavam, pegaria apenas o necessário e útil para mim naquele momento: duas facas de estripar serviriam bem para usá-las; algumas cordas e anzóis. Caso não fosse tão pesada para carregar, tentaria pegar a menor rede de pesca possível, se fosse realmente grande, tentaria cortá-la de maneira que pudesse levá-la, mesmo que ficasse pesado para carregar.

Uma vez fora, a patrulha seria um problema. Possivelmente eles olhariam cada barco dali, então a melhor oportunidade era os separarmos, ou ser criada uma distração que atrairia a atenção dos homens e o restante conseguiria fugir. Realmente essa era a melhor possibilidade. A loira não poderia caminhar direito, a ruiva poderia ser um piloto útil, então acho que o ideal seria eu.

- Que saco! – bradaria para mim mesmo.

Levantar-me-ia, arrumaria minhas coisas, ajeitaria tudo que teria para ajeitar, respiraria fundo, tomaria um gole da bebida que ainda me restava, certamente escorreria pelo canto da minha boca, onde limparia com a manga da camiseta. Estava preparado para partir, talvez uma viagem sem volta. Seria essa a melhor maneira? A maneira mais rápida? Pouco me importava. A adrenalina correria pelas minhas veias de maneira que se equiparia a uma manada de búfalos raivosos. Sim, este era o meu momento!

- Donzelas, foi um prazer viajar com vocês, viajamos? Acho que não né? Só ficamos andando por aí, causando uma zona, mas, enfim, este é o momento que nos despedimos! Lembrem-se disso, a cidade do começo e do fim, onde os caminhos se cruzam... Até logo!

Uma vez dito isso, correria para fora do navio. Se encontrasse algum inimigo no barco, tentaria o empurrar para fora e assim atrair a atenção dele para mim. No solo, tentaria chamar o máximo de atenção possível para mim e, se partissem para me pegar, correria o máximo que pudesse, porém, nunca sairia do alcance deles até estar a uma distância segura. Correria em ziguezague, contornando obstáculos e saltando o necessário. Os intervalos em que olharia para trás eram breves. Uma vez que notasse que estaria distante do porto, era a hora de me livrar da minha presença. Procuraria a primeira mata, ou vegetação, e correria para lá, onde tentaria despistar os inimigos e assim conseguir fugir dos ataques ou caça deles.

- Fujam! Fujam! - bradaria comigo mesmo enquanto correria.

As coisas realmente eram complicadas, estaria ali, correndo novamente de inimigos, tentando salvar novamente elas, não saberia o motivo, porém alguma coisa havia me ligado a elas, seria isso uma coisa boa? Não sei, porém havia sido os melhores momentos recentes da minha vida, os momentos em que eu realmente teria sido livres, momentos como estes são preciosos, tanto quanto a liberdade em si. O sopro do destino nos uniria novamente, era só questão de tempo. Agora, era a hora da minha história.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptySeg 14 Ago 2017, 11:46



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Buki "A Louca" Bijin



  A exaustão, a noite fria, surdez, corpo arranhado, desarmada, gelada e tudo o que se poderia imaginar para atrapalhar a minha pessoa estava acontecendo. Luzes brilhavam e buscava prestar atenção para onde iam, ficaria a mais abaixada possível, tentaria não ser vista, mas quando abaixava levantar já não era tão fácil.

O corpo se entregava e a mente exausta também começava a fraquejar, pensava na Layla e na Metza, a essa altura já deveriam estar no barco e torcia para que elas junto com o tal Alister já tivessem partido de Conomi, pelo menos o esforço teria valido a pena.

Mas olhei para o lado, Jack Jet Poo ainda estava do meu lado, ainda me protegia, e sabia que por mais que gritasse nesse momento ele não iria embora, ele veio me buscar e se tiver a metade da minha teimosia não irá embora sem mim.

Levantei novamente olhando com atenção para os lados e não vendo novamente ninguém seguiria em frente. Seguiria no caminho para o porto, por um caminho ainda abrigado pela mata, me apoiando no panda, e procurando tirar forças de onde não tinha. Poo não poderia cair por minha culpa, não me perdoaria por isso e o máximo dos meus esforços era o mínimo que teria que dar nesse momento.

Se chegasse ao porto sem imprevistos iria procurar ficar nas sombras, precisava ainda achar um navio, não sabia se depois da minha demora meus companheiros estariam ainda ali me esperando, poderia ser que já tivessem partido inclusive pela perseguição dos revolucionários. Não os culparia, decidi se a isca e esperava que eles não tivessem perdido essa oportunidade.

- Poo meu fofo! - Falaria baixinho para meu amigo. - Você por acaso viu o navio que o pessoal esta ou se eles já partiram?


Histórico:
 

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Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptySeg 14 Ago 2017, 13:41

belle inconnue


Com as mãos no bolso o jovem andava pelo porto da cidade, como de costume, sorrateiramente e sempre atento, não queria se envolver com os revolucionários da cidade, estava apenas passando pela cidade e gostaria de evitar problemas.

Hoje está bem movimentado...
Tenho que conseguir uma adaga...” – Pensei de forma tristonha.
Ela foi quebrar justamente antes de chegar aqui...que problema...e ainda tenho que arrumar um barco...” – Pensava.

Procuraria por algum barco que estivesse ancorado no porto, e procuraria alguma forma de adentrar nele, preferencialmente se não estivesse sendo protegido.

Histórico:
 



XIII

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyTer 15 Ago 2017, 23:16




METZA



CONOMI ISLAND / POST 18





Metza saboreia o seu elixir dos deuses lambendo os beiços, enquanto o líquido destilado queimava sua garganta e o sabor das ervas feitas para confeccionar aquele rum realçavam seu paladar. Após cinco deliciosos goles ela estava satisfeita e livre por algum tempo de sua vontade insaciável e insana de consumir aquela bebida.


O interior do navio de Kuronin era enxuto mas aparentemente bem completo. Possuía o necessário para seus afazeres e costumes. A princípio Metza ignora o depósito de pesca e seus respectivos instrumentos pendurados nas paredes do cômodo. O que chama realmente a atenção da bela descalça era o quarto do dono, que em seu interior guardava o baú de madeira negra e o belo vestido amarelo com laçinho de cetim...


Metza arregala os olhos e coloca ambas as palmas das mãos na frente da boca, completamente incrédula. Aquele vestido era fabuloso e parecia ter vindo diretamente de um conto de fadas para ela. Sem pensar duas vezes ela faria medidas em sua cabeça, pegando o vestido e o colocando na frente de seu corpo para saber como ele serviria nela. Ele iria ser não só uma vestimenta para elevar seu orgulho, mas também para dar mais credibilidade e tirar a pose de dama desleixada que ela portava.


Ela torce o nariz e gira seus olhos em um tom de desprezo: *Como ele escreve mal!*
Talvez a carta de Kuro para Layla e suas letras garranchais tivessem levemente inclinado Metza a tomar uma atitude ladina juntamente com o destilado que percorria suas veias. O fato é que ela optaria por esconder a carta de Levi a colocando atrás das costas ou embaixo do vestido e, quando ele saísse do aposento ela trocaria suas roupas pelo vestido novinho e rasgaria a carta: *Desculpa Laylinha... mas eu estou te poupando de ler algumas bobagens, e eu preciso disso daqui bem mais que você!*


Terminando de dar uma olhadinha final em como o vestido caia em seu corpo, Metza coçaria o queixo imaginando uma forma de conseguir abrir o baú. Reviraria pelo quarto durante algum tempo procurando pela chave, e caso não conseguisse tentaria puxar pela memória caso o martelo do depósito de outrora seria o suficiente para conquistar o interior daquele baú batendo contra ele mesmo que fizesse um certo barulho. Caso nenhuma das situações fosse possível, ela expiraria indignada, pois mesmo tendo conquistado uma nova vestimenta, era óbvio que o verdadeiro checkpot estava lá dentro daquelas madeiras escuras.


Metza de fato era egoísta sem limites, e havia acabado de comprovar tal fato pegando o vestido de Layla sem remorsos. Mas por mais que a ruiva e Levi tivessem sido camaradas consigo, era inegável que Bijin era quem mais devia consideração. Sua lealdade era algo indescritível e Metza não conseguia se recordar de algo se quer remotamente semelhante a isso desde que naufragara em Conomi Island. Aquele rojão que brilhava no céu era o sinal que despertou em Metza a consciência de que aquela lealdade não poderia ser desperdiçada, e que seria impossível criar um bando pirata sem a presença irreverente da louca.


Metza sobe no deck do navio de Kuronin já trajando seu novo vestidinho amarelo. Agora era hora de encarar a dona por direito daquele vestido sem deixar transparecer a verdade, e ao mesmo tempo se despedir daquela gentil criatura que havia lhe ajudado na fuga dos revolucionários: - Layla, eu não consigo partir sem a Bijin... espero que você entenda. Ela com certeza deve estar precisando de minha ajuda, devo isso a ela! Fique bem...


Metza evitaria responder qualquer indagação de Layla ou Levi sobre o vestido amarelo que claramente ela havia roubado, tentando sempre desconversar. Seu coração agora batia forte não de vergonha por Layla mas porque tentava disfarçar sua traição para com a ruiva depois de tudo o que ela fez por Metza. Caso o abraço e o beijo se concretizassem, Metza a abraçaria forte e prensaria seus lábios contra os de Layla, sem a vergonha pela qual passara anteriormente: - Obrigada por tudo!


Para Aleister Metza se limitaria a sorrir e acenar positivamente com a cabeça. Estava triste por ter que deixar Layla e ter perdido o controle da lealdade de Levi, mas deu no que deu... seu projeto de criar um bando pirata parecia estar sendo cada vez mais um fiasco e ninguém consegue ser capitão sem lealdade de seus membros. Salvar Bijin e conquistar de vez seu coração era o único objetivo de Metza para alcançar seu sonho, mesmo que fosse capturada no percurso.


Felizmente Levi por mais que estivesse se distanciando, ele executou um sacrifício nobre de atrair atenção para si da mesma forma que Bijin fez anteriormente. Ele estava obviamente chamando atenção dos revolucionários do porto para que Metza pudesse sair ilesa e ir de encontro com a posição de Bijin demarcada pelo rojão. Sua perna esquerda ainda estava um pouxo roxa mas não doía mais, e Metza bate duas vezes com a ponta do pé no chão para confirmar a melhora do machucado. Ela estava apta a lutar agora caso encontrasse um novo inimigo no caminho...




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQua 16 Ago 2017, 08:35



   
UNNAMED

Não tão Alones


Com o coração pulsando forte no peito Levi começou a organizar seus novos pertences para que pudesse correr. Guardou tudo o que pode na mochila, deixando-a de certa forma pesada. Os vidros e vasilhas que tinha ocupavam muito espaço, a corda usou o restante. A rede não era de fato pesada, mas Levi não tinha qualquer talento com redes de pesca e conforme tentava arruma-la para transportar só a via cada vez mais emaranhada. Prendeu as facas na cintura, entornou um belo gole de vinho para dar coragem, estufou o peito e se despediu. Pareceu corajoso, pois por mais que todos pensassem ele havia sido o primeiro a tomar coragem e dizer em voz alta a conclusão que todos evitavam.

Virou-se para as damas, elas viraram-se para ele. Layla lhe desejou sorte e com isso ele partiu. Saltou à amurada do navio de Kurorin, a mochila chacoalhou em suas costas. O revo de vigia na embarcação próxima não percebeu o salto de Levi. Os revos estavam em um ponto próximo à ponte pela qual eles haviam anteriormente passado. Levi correu então na direção do revolucionário trombando com ele e quase o derrubando no mar.

Eiii, Eii Maldito, espere. EIii. - Gritou o revo, seus companheiros a bordo do navio correram imediatamente para o Deck.   - É um deles, vamos, peguem-no.

Dois disparos acertaram o chão próximo a Levi e isso só o convenceu de correr ainda mais. Logo o grupo começava a persegui-lo. Levi embora tivesse começado a correr na direção da ponte mudou sua direção começando a subir, alcançando vielas que logo terminariam em um pedaço grande de mata junto ao rio.

No navio permaneceu por um momento as duas jovens, no entanto o tempo era curto e o navio precisava zarpar antes que o tempo conseguido por Levi fosse desperdiçado. Mas Bijin e o panda ainda não haviam retornado. Bijin havia sido a primeira a ficar para trás ‘sacrificando-se’ para distrair os revolucionários enquanto o grupo maior seguia em frente, e agora Levi ainda feito o mesmo. Os recém conhecidos estavam ficando um a um pelo caminho e aquilo era algo que Metza não toleraria mais. A jovem estava ocupada nos últimos minutos de modo que não chegou a ver Levi partir, mas conseguiu ouvir o mesmo indo embora, bem como os sons dos disparos. Ela agora estava em um vestido novo, tendo escondido as reais intenções por de trás daquela roupa. Não havia conseguido destrancar o baú, a chave não estava pelo local e era provável que o próprio Kuronim a portasse.

Indo até o convés ela teve tempo de perceber os últimos revos sumindo por entre as casas em direção a mata. O sinalizador que haviam visto tinha sido disparado em um ponto mais a esquerda da onde estavam, enquanto Levi corria para um ponto mais a direita de sua posição, indo próximo ao rio. O Sinalizador por sua vez havia sido disparado em um ponto a aproximadamente 300m do rio.

As duas se aproximaram no convés.
- Layla, eu não consigo partir sem a Bijin... espero que você entenda. Ela com certeza deve estar precisando de minha ajuda, devo isso a ela! Fique bem...

- Cuida bem dela, nos vemos pelo mar.

Deram-se um pequeno beijo de despedida, sem qualquer motivo exceto o fato de que provavelmente gostaram de fazer isso.

- Obrigada por tudo!

Com isso Metza desceu do navio. Layla não podia se dar ao luxo de esperar, não sabia quanto tempo aquela parte do porto ficaria livre de revolucionários e se desperdiçasse o sacrifício de Levi poderia não conseguir outra chance de ir atrás de Kuronim.

Havia um único mastro, o qual Layla soltou a vela, liberou a amarra de ancoragem e viu-se lentamente afastando do cais. Começou a ajustar o cordame, tencionando a vela para aproveitar melhor o vento, sentindo um pequeno solavanco quando o navio finalmente acelerou.

Alguns minutos mais tarde estava em alto mar, o barco sacudindo suavemente quando finalmente travou o leme permitindo que o navio simplesmente avançasse. Havia uma mesa junto ao timão, ali havia um mapa de rotas entre ilhas do leste, uma luneta, compassos e papeis. Tinta, carimbos, e caneta. Havia também alguma bagunça nas gavetas, uma maça, papeis rabiscados, moedas, luvas de couro entre outras coisas de menor interesse.

Metza não tinha realmente um plano concreto. Havia visto um foguete sinalizador na mata, mas nada indicava que aquela era realmente a posição de Bijin. Talvez precisasse de um tempo para pensar e decidir o que fazer. O que Metza não sabia era que estava sendo observada.

>>>>>>>>>>><<<<<<<<<

Ali próximo, escondido nas sombras de um armazém e posicionado atrás de um barril o jovem Alibaba tentava encontrar um rumo. Foi obrigado a se esconder, pois os revolucionários pareciam estar vasculhando um a um os navios daquele local. Não que ele pudesse entender os motivos, mas só um tolo não notaria que estavam procurando algo, ou alguém.

A seguir suas suspeitas foram confirmadas. Parecia que os revos estavam atrás de alguém. Do navio a sua frente o jovem viu um homem saltar, carregava uma mochila ‘gordinha’ e se pôs a correr. Trombando primeiro com um revolucionário que fazia vigia no navio inspecionado e depois correndo que nem louco para atrair os revolucionários para longe do porto.

Era a chance que Alibaba esperava.. Podia não conhecer o sujeito, mas ele havia levado os revolucionários para longe dando a Alibaba a chance que precisava para roubar um navio e sair daquele lugar. Olhou para o navio do qual o jovem havia saltado e no deck enxergou duas mulheres, elas se beijavam e como um bom pervertido, quer dizer, cavalheiro o jovem não interrompeu.

A loira então saltou do navio e antes que Alibaba tivesse a chance de fazer algo o navio partiu. A loira olhava para longe, mas logo começou a se mexer, andando também sorrateiramente. Será que ela também era procurada pelos Revos?

Metza estava concentrada no que fazer que nem percebeu que se escondia a menos de 2 passos de um outro sujeito. Metza abaixou-se junto a um barril a menos de 2m de Alibaba, que olhava-a curioso. Era afinal uma garota atraente, em um lindo vestido amarelo e que curtia também outras garotas... Não é todo dia que um rapaz jovem e vigoroso que nem ele dava tanta sorte, era?

>>>>>><<<<<

O cerco a Bijin se fechava cada vez mais, vendo-se obrigada a adentrar na mata para evitar as buscas. Estava cansada, havia sido um dia e tanto para ela. Sabia que talvez nem mesmo conseguisse chegar ao porto.

Estava abaixada próxima a um arbusto quando Poo lhe apontou algo.>.... Na direção do rio luzes se agitavam, balançando de forma frenética indicando que seus portadores deviam estar correndo. Devia haver gritaria, mas ela não era capaz de ouvi-la. De toda forma as luzes que a cercavam pararam de avançar e se viraram naquela direção e para lá partiram, permitindo a Bijin um suspiro de grande alivio.

Levi havia encontrado no caminho dois revos caídos, ali encontrou uma lanterna que agora usava para correr pela mata. Sabia que se seguisse por tempo suficiente acabaria contornando a cidade e chegando com sorte mais uma vez na cabana onde havia conversado com o malhado. Por outro lado sua experiência com os animais da mata não era das mais agradáveis.

Bijin estava encostada quase no limite do porto. Na borda mais distante, lá só haviam pequenas e mal cuidadas embarcações. Estava de frente para o mar de modo que só poderia seguir pela esquerda. A rua principal ficava a quase 1km naquela direção, mas nesse momento olhava para os navios tentando identificar algum, mas sem sucesso. Poo também lhe negou com a cabeça, pois ele mesmo não havia visto qual era o navio. Talvez estivessem sozinhos ali. Levi, Metza e Layla já podiam ter partido, deixando-a para trás, bem... Ela não os culpava, havia sido escolha dela.

O porto estava silencioso. Por mais que Bijin olhasse não enxergava mais patrulhas naquela área. Talvez aqueles que haviam passado correndo floresta acima tivessem sido todos os que patrulhavam aquela área.

>>>><<<<


Ao horizonte algo começava a chamar a atenção de Layla. Distante, muito distante ainda ela conseguia ver um filete de fumaça, mas devido a distância podia ser um grande pilar de fumaça que ali parecia apenas um pequeno filete.




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Última edição por GM.Furry Men em Qua 16 Ago 2017, 12:47, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQua 16 Ago 2017, 08:53




A Ascensão do Bando sem Nome


Despedida - feat Wesley Safadown




Foram momentos que nunca esquecerei. Desde o início, turbulento, não sabia muito bem o que fazer, apenas queria sair daquela ilha e conseguir o que pretendia. Aliar-me ao malhado foi um erro total, ainda mais pelo fato dele ter me colocado em panos quentes desde que comecei a negociar com ele. O erro não foi maior do que eu me intrometer naquela a confusão, se bem que não tinha chance de negar ou me esquivar. Havia caído em uma armadilha, porém, seria ela mesma a que o malhado me preparou ou o encontro do destino seria a real armadilha?

Tantas pessoas novas chegaram a minha vida, pessoas que mesmo complicadas de lidar, eram valiosas e que de certa maneira me mostraram o que o mundo a fora guarda para aventureiros. Uma ruiva, uma louca e uma faladeira, o urso panda é demais, nós passamos por muitos problemas, eu me ferrei na maioria deles, porém, eu me aventurei, lutei por minha vida, fomos parceiros de aventura e isso ficará para sempre em minha mente. Ali estaria eu, fugindo de revolucionários, como sempre, só que dessa vez estava ficando incompleto e ao mesmo tempo completo, era complicada a maneira que descrevi, todavia ema definia bem a confusão que havia em minha mente e em meu “coração”.

Não tinha outra maneira de agir, teria que despistar aqueles homens, o objetivo da minha missão até então estava realizado, ajuda-las a fugir e seguir meu caminho. Estar fugindo de um atirador seria realmente um pé no saco, não poderia me desligar um minuto sequer, correria o máximo e me meteria em meio à vegetação. Tentaria ser o mais silencioso possível e se possível encontrar algum local onde pudesse passar a noite, algum galho de árvore, caverna, buraco no solo, qualquer local que me permitisse ficar escondido e “relaxado” seria aceitável. Uma vez encontrado, eu me esconderia e esperaria o dia amanhecer para enfim seguir meu rumo.

- Boa sorte garotas... – sussurraria ao olhar para o céu, talvez estrelado.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQua 16 Ago 2017, 13:36

belle inconnue


Ainda bem que achei esse lugar.” - Pensou o jovem.
Senão fosse esses malditos eu poderia continuar meu caminho, mas nãooooo, eles estão procurando por alguém.” – Pensou rispidamente.
Observava atentamente os revolucionários irem de barco em barco, os revistando.

WOW.” - Pensou.
Essa foi a reação após ver alguém pular do barco, carregando uma mochila improvisada.
"“Os revolucionários devem estar caçando ele...melhor não me meter.

Rapidamente minha atenção fora tomada por um ato atípico em Conomi Island, eram duas mulheres se beijando, só houve uma reação por parte do jovem, seu queixo caira e o mesmo levou as mãos as bochechas, como se estivesse assustado.

Veria uma moça pular do barco, trajando um formoso vestido amarelo.
Que moça bonita.” - Pensou.

Perceberia que ela estava se aproximando do mesmo, mas nada fizera, nem o cumprimentou, simplesmente nada.
Após a jovem já estar ao seu lado, o jovem Saluja ficaria encarando-a, pois de fato, descrição não era uma de suas qualidade.
Após um tempo com a moça ali, o mesmo diria.
- Olá; que show ein jovenzinha. - Disse o jovem com um sorriso no rosto, o mesmo estava corado.
- Cenas assim não são muito comuns por aqui.

Esperando uma reação não muito escandalosa da jovem, continuaria a falar.
- Prazer, me chamo Alibaba Saluja. Bem movimentado hoje não? - Disse o jovem, como sempre, animado.

Voltaria a prestar atenção em outra coisa sem ser a jovem de cabelos loiros e vestido amarelo. Notaria se estivesse vazio, no caso sem revolucionários, se levantaria e alongaria seu corpo, a posição que estava era de fato incomoda. Já de pé, esticaria a mão para a jovem.

Alibaba era muito amigável, outrora isso já foi um problema, mas agora esperava que isso não fosse.

Ao sair, procuraria pelos barcos ali presentes, levaria a mão esquerda na altura do diafragma, levando-a para o lado direito do corpo, usaria como apoio para o cotovelo direito, e a mão direita iria ao queixo, pensativo.
- Tenho que arranjar um bom barco... - Disse para sí próprio.

Face:
 

Histórico:
 



XIII

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyQui 17 Ago 2017, 10:09

[quote="Bijin"]

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Buki "A Louca" Bijin



  Finalmente havia chegado ao porto, mas para a minha tristeza pessoal estava vazio, não havia nenhuma patrulha e nem mesmo um bom navio para navegar de onde ela estava, embora eu mesma não saberia usar um navio e suspeitava que Poo também não.

- Acho que eles partiram Poo. - Embora triste a voz também carregava um certo alívio. - Finalmente posso descansar mais tranquila.

Iria até chegar perto do mar e poder visualizar o grande oceano a minha frente. Não havia conhecido aquela turma a muito tempo, na verdade foi apenas um dia de contato com eles. Havia Alister, que parecia ter um bom coração e boas ideias, mas quem diria que na ideia de me salvar ele receberia um chute na bunda. - Desculpa Alister, mas eu realmente não fujo de uma luta, mas tomara que possa encontrar felicidade na sua jornada. - Depois foram os cabelos ruivos da Layla que vieram na minha cabeça, não sabia muito como ela pensava, mas ela era o que havia procurado a muito tempo, uma navegadora despojada e arrojada, que poderia me levar para aventuras fantásticas no mar. - Laylam, não te conhecia mas teria colocado minha vida em suas mãos. Leve meus amigos em segurança pelos mares.. Mas agora veio Metza na cabeça, aquela loira maltrapida que apareceu no bar do Bruce em um dos poucos momentos tranquilos da minha vida. Ela havia ficado ao meu lado no momento crítico do dia, Grambos deu mais de uma chance para ela me abandonar, mas ao contrário, se manteve do meu lado. - Vou sentir falta de você Metza, não é fácil para pessoas como eu encontrar companheiros como você, aproveite sua jornada e cuide de todos.

Algumas lágrimas escorreram dos meus olhos, me virei e vi Poo. Parecei fiel, ele havia voltado para me resgatar, provavelmente estaria presa nesse momento se não fosse por ele. Fui na sua direção e o abracei e deixei mais algumas lágrimas escorrerem dos olhos. - Obrigada J.J. - O choro não era só pela partida dos amigos, mas era por finalmente encontrar alívio e poder derramar aquilo que estava dentro de mim.

Soltando o Poo fui colocando novamente minha blusa que antes estava ensopada. Peguei a garrafa aberta de vinho e dei uns bons goles nela e passei para Poo. Ele gostava de um pouco de álcool para animar a vida.

Olhando para a direção da cidade refletiria um pouco na lição do dia. O mundo era regido pelos fortes e enquanto você fosse fraco seria apenas uma peça no jogo dos poderosos. Mas eu não nasci para ser manipulada e nem para ser usada por ninguém. Mas a culpa de tudo o que aconteceu hoje também recaía sobre mim. A fama que criei e a minha falta de força foram perfeitos para ser usada pelos mascarados para me usarem em seus esquemas. Eu tinha que me tornar forte para não cair mais nesse negócio, mas eu tinha ainda que me vingar de Grambos e dos mascarados, isso não poderia passar impune. Mas o eu de agora ainda não seria capaz de fazer alguma coisa, entretanto um dia voltaria aqui e ai de quem se colocar entre eu e esse grupo de covardes.

- Acho que os revolucionários acreditam que nós já partimos.- Diria pensativa e voltando para a realidade de agora. - Vamos procurar alguma estalagem e arrumar um quarto para passar a noite e descansar um pouco. Amanhã vamos fazer do modo simples, pegar um barco de viagem, pagar nossas passagens e vamos sair daqui numa boa.

Voltaria então a andar pelo porto procurando um lugar para dormir, imaginava que no porto havia algum lugar para alugar um quarto, tomar um banho quente, comer e dormir. A sim, precisava de um médico também, esse meu ouvido surdo me irritava.

Deixa eu ver quanto aquele cara do taco tinha no bolso. - Andava contando o dinheiro que tinha tirado do tacoman. - Quem sabe é o suficiente para eu comprar um novo martelo.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 12 EmptyDom 20 Ago 2017, 12:59




METZA



CONOMI ISLAND / POST 19





Metza sentia esvaindo cada vez mais por entre suas mãos a chance de ter novamente um bando pirata, e um bando dos bons! Poo e Bijin haviam se separado e agora Layla e Levi rumavam para outro destino. Talvez eles nunca mais se encontrassem, ou talvez lá na frente: *Quem sabe...?"


A loira salta do navio com certa habilidade. Seu treino em acrobacias estava vindo a calhar muito ultimamente... Mesmo com seus pés descalços e um tanto quanto frágeis, ela conseguia saltar de lugares altos de formas milaborantes e sem causar danos a si própria. Ao atingir o solo do porto ela sorri, pois sabia que toda aquela zona que havia acontecido pelo menos tinha gerado um prêmio pra ela... o belo vestido amarelo era algo que lembrava seus tempos de realeza e infância. Lembrava pouco dessa época mas um flash foi o suficiente para verter poucas lágrimas de seus olhos.


Não levava nenhum jeito para passar despercebida e isso era péssimo... antes Levi guiou o trio por entre o porto e tomou conta de passar desapercebido pelos revolucionários que perambulavam pelo caminho. Agora Metza estava sozinha e não sabia ser eficiente como seu amigo, sendo que de uma forma meio desajeitada ela caminhava um pouco agaichada por entre obstáculos para esconder sua posição, o que não deu muito certo quando ouviu: - Olá; que show hein jovenzinha?


- AHHHH!
Um grito um tanto quanto alto acabaria escapando de sua boca, fazendo a loira cair sentada no chão em cima do seu vestido novo enquanto tapava sua boca com as palmas das mãos tentando inutilmente conter o grito que já havia escapado e torcendo para que ninguém a houvesse escutado. De olhos arregalados ela veria um rapaz claramente corado e aparentemente simpático: *Mas quem diabos é esse cara?


Caso ele se apresentasse e começasse uma conversa sobre a movimentação incomum de revolucionários no porto, Metza se limitaria a menear afirmativamente a cabeça e balbuciando com um gaguejar seu primeiro nome: - Me...Metza...
Ela procuraria apoiar sua mão no chão para se levantar e aceitaria a ajuda de Alibaba para tal caso ele oferecesse. Se ele soltasse palavras sobre procurar um barco, Metza entortaria levemente o pescoço para o lado e franziria a testa enquanto perguntaria: - Um barco? Você está em fuga dos revolucionários?


Jogando tal "verde", ela tentaria saber um pouco mais sobre o ser estranho que estava ali. Se manteria atenta e reflexiva pois apesar de simpático aquele cara caindo de paraquedas lá no meio não tinha sentido nenhum. Era preciso saber a origem caso ele fosse um inimigo, assim como o porque ele estaria ajudando ela e sendo gentil sem motivos.


Sua busca por Bijin iria ter que esperar um pouco...




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