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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyDom 7 Maio - 12:39

Relembrando a primeira mensagem :

A Ascensão de um Bando sem Nome

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel e Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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GM.Furry
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyQui 11 Maio - 16:58




UNNAMED

Alones


Norland , O mentiroso. Esse era o nome do livro. Parecia uma edição antiga da história infantil, porém essa com uma aparência mais sobre em uma capa de couro marrom bem gasta e rachada em alguns pontos. As botas novas de Layla rangiam um pouco no chão encerado da biblioteca quebrando o silêncio do lugar enquanto ela se dirigia a uma mesa vaga.



Um livro de letras miúdas e paginas amarelas, contava uma história no North Blue, de uma nobre família, os Montblanc’s. Mais especificamente do destemido Norland. Um guerreiro forte e bravo que a mais de séculos atrás desbravava os mares lutando contra perigosos reis dos mares e guiando o seu navio com sua alma e coração através das mais terríveis tempestades. Norland era um botânico, navegador e aventureiro que viajava pela Grand Line completando seus estudos da flora e fauna do mundo.



Chegava agora em um ponto excitante do livro, Norland desembarcava em uma nova ilha, com nativos primitivos, mas nem por isso tolos ou piores guerreiros. Um som sublime havia o guiado até lá, salvando-o de uma terrível tormenta.... Mas as horas haviam voado e Layla tinha outros interesses que precisava atender, assim marcou a pagina em que havia parado e seguiu para o porto.



Lá não foi difícil encontrar o Kuro, ele estava em cima de um palanque olhando para o mar, um navio chegava, estava ainda longe, mas em talvez 20 minutos aportasse. Havia uma profusão de pessoas por ali, algumas pararam para olhar a jovem ruiva que avançavam, Layla afinal era conhecida no porto, alguns estranharam vê-la ali, outros cochicharam entre si, a jovem é claro não viu essas coisas, mas elas aconteciam, bem ali as suas costas. Homens com olhares cobiçosos e mulheres com olhares jocosos, mas mais uma vez Layla não so viu e nem Kuro.



Pegando-o de surpresa Layla o abraçou, o rubor imediatamente subiu as faces do homem acompanhado do largo sorriso em vê-la novamente.

- Eu estava quase perdendo as esperanças de que você vinha. - ao bem da verdade a jovem havia se distraído bastante com o livro e naquele tempo umas três horas e meia haviam se passado. Era algo em torno de 11hs da manha e o sol estava ainda mais quente do que antes. - Então? São botas bastante bonitas não? - um elogio? - Sim claro que podemos, só preciso receber aquele navio, não vai levar mais do que meia hora, se importa em esperar um pouco? Eles vão demorar ainda alguns minutos a chegar, posso te mostrar o meu barco enquanto isso. - ele sorria contente, como uma criança em seu aniversário onde houvesse ganhado muitos brinquedos.



Layla que já havia ido até ali mesmo concorda com a pequena espera, afinal ela própria havia se ‘atrasado’, mais uma vez Kuro lhe oferece o braço e caminhando juntos seguirem a um barco que tinha até uma aparência modéstia. Ali Kuro ajudou Layla a subir e deixou-lhe a vontade voltando ao seu posto para esperar o barco que chegava. Estando agora mais alta e olhando Kuro se afastar a jovem finalmente percebeu as pessoas ao redor, que cochichavam umas com as outras conforme Kuro passava e tentavam fazer alguns gestos discretos na direção dela em cima do navio do mesmo.



(20mim)

- Então?? Pronta?... Deixei o Manolo cuidando das coisas pra mim, isso me da umas 4hs.



Layla foi quase pega de surpresa pela nova chegada de Kuro, o jovem moreno de braços fortes ainda sorria e tinha as faces um pouco rubras enquanto olhava para ela, havia um brilho divertido e sincero em seu olhar, mas nem esse brilho foi capaz de desviar completamente os olhos de Layla de uma dupla de senhoras que comentavam algo uma com a outra enquanto apontava descaradamente para a direção do ‘casal’.



NÃO TÃO DISTÂNTE.

Um belo e apessoado jovem se despedia de uma bondosa e inteligente senhora, em seus cabelos havia um pequeno cipó de uma das ervas penduras de dentro da casa. A senhora não soube lhe dizer onde ele poderia encontrar luvas e mascara de gás para trabalhar com venenos. As únicas luvas que ela tinha e usava eram luvas plásticas amarelas de ‘cano’ longo para trabalhar com a terra, mas essas não foram muito do agrado do jovem.



Nas proximidades da ervanaria não haviam muitas pessoas, o sol havia subido bastante, devia ser próximo ao meio dia. Como não via pessoas o jovem decidiu seguir para sua segunda necessidade: O Bar...



POUSADA ARROI-SAL

Havia um grande movimento em frente ao estabelecimento, pessoas carregando tigelas de comida, vasilhames e caixotes saiam de dentro da pousada/saloon e iam para mais adiante na rua, onde Aleister sabia ser a praça central. Outros entravam carregando javalis. Dentro o movimento também era intenso, havia cerca de dez mesas ocupadas, em geral por homens e algumas poucas mulheres. Um homem robusto parecia coordenar as atividades ali, garotas de avental corriam apressadamente entre mesas anotando os pedidos e servindo bebidas. O movimento provavelmente só aumentaria conforme os trabalhadores temporários dos campos parassem para almoçar.



Nota> Geralmente em época de colheita são contratados muitos temporários para agilizar o serviço, esses por vezes não tem moradia fixa na ilha e vem apenas para ganhar um extra, esses são os que enchem o salão.





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ZnorLAX
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptySex 12 Maio - 10:44




Ato 04 l Álcool


"Consciência é a parte da psique que se dissolve em álcool."
H.D. Lasswell





A lembrança da vovó rodeada de cipós emaranhados em seus cabelos me fazia rir sozinho enquanto caminhava na direção contrária a sua ervaria. Os raios solares assolavam minha pele de tal maneira que a sensação térmica era impossível de comparar. Realmente esperava que a velha soubesse me informar algo, porra, ela é quaternária nessa ilha, acho que foi até uma das fundadoras!



- Vovó, você é uma figura! – ria sozinho, mesmo que estivesse um pouco decepcionado por dentro.



“Pousada Arroi-Sal, que nome sugestivo para um estabelecimento em uma ilha onde tem plantação de tal grão” – pensaria ao ler aquele nome, ali, parado. Toda aquela movimentação cansava meus olhos, pessoas indo de um lado a outro, carregando os mais variados tipos de objetos. Toda aquela organização, digo, desorganização era liderada por um homem que não aparentava ter a mínima noção de liderança eficaz.



- Isso é o que dá colocar um saco de músculos para liderar brutamontes... – não estava desprezando aquelas pessoas, mas, a realidade às vezes dói, querendo ou não.



Caminharia até o interior do local tão animado quanto um gato em dia de banho. Lugares assim não seriam muito indicados para conseguir informações, mas um exímio dançarino baila conforme a música, então se era isso que tínhamos por enquanto, aproveitaria o possível. Certamente, julgando pelo movimento na primeira vista, o local estaria movimentado, então tentaria ao máximo evitar causar muito alvoroço no local. Colher informações e beber, esse era o plano, fazer tudo isso da maneira mais breve era minha execução.



Dentro, procuraria algum lugar para sentar, de preferência. Com as  mãos no bolso caminharia sem me importar muito com comentários a meu respeito, mas tentaria ouvi-los se possível, assim como qualquer conversa do estabelecimento. Se algum desses brutamontes tentasse alguma gracinha como me fazer tropeçar, tentaria pular em cima de sua mesa, me abaixaria e falaria perto de seu rosto:



- Mais uma brincadeira dessas e esse mesmo pé que você usou estará na sua bunda, hijo del puta! – não me exaltaria, como uma cobra ao dar o bote, falaria com completa calma e frieza.



Dita tais palavras desceria da mesa e continuaria meu trajeto original até o balcão, coisa que faria se não houvesse nenhuma intromissão anteriormente. No balcão, tentaria encontrar algum lugar para sentar. Caso não encontrasse, me apoiaria lateralmente no balcão, voltado para os frequentadores do estabelecimento para assim ter uma visão tanto do atendente quanto das pessoas que estavam ali.



- Me dê uma dose da sua melhor bebida barata, por favor. Leve em questão o critério do preço evidência antes da qualidade, mas pondere entre ambas. Mas, não uma muito barata que tenha gosto de lixo, eu quero algo com gosto bom. Não, quer dize, apenas me dê qualquer coisa para beber!



Enquanto esperava minha bebida, olharia os presentes no local. As conversas seriam em voz alta na maioria, então tentaria ouvir algo que poderia me ser interessante, como algum acontecimento da ilha, ou movimentação de pessoas, coisas que realmente não fossem monótonas como o dia a dia.



- Você sabe com quem consigo algum produto interessante para ficar feliz, se você me entende? – sinalizaria com minha mão estar segurando uma seringa e injetando algo me meu braço. Caso ele não entendesse o que estava falando, voltaria a beber minha dose.



- Como consigo dinheiro nessa bosta de ilha? Com todo respeito é claro, não que seu estabelecimento seja bosta, mas a ilha é, no geral, é claro excluindo seu estabelecimento honrado. Como consigo dinheiro, armas de graça e algumas ferramentas de trabalho? Todos de graça, é claro. – com uma pequena quantia de berries em mãos, tentaria conseguir informações do atendente.



Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptySab 13 Maio - 0:11

Layla não costumava se importar com sua fama, as coisas ditas sobre ela não a incomodavam de forma pessoal, mas tais histórias poderiam não ser do agrado de Kuro, ela olhava para o brilho e felicidade vinda de seus olhos que brilhavam, mas os olhares das pessoas ao redor que a julgavam eram mais fortes na mente dela, e por um instante a garota sentiu certa raiva da situação, e inevitavelmente ela olhava em direção das mulheres com um furor no olhar, mas era rapidamente interrompida pela fala de Kuronim.

- Então?? Pronta?... Deixei o Manolo cuidando das coisas pra mim, isso me dá umas 4hs.- Ela voltaria o olhar pra ele já mais calma, aquele havia sido apenas uma simples emoção jogada ao vento, a garota logo pensaria consigo que a reputação do homem ali poderia ser algo de verdadeira importância pra ele, visto que o mesmo era responsável por muitas coisas, a ruiva olharia para ele com uma expressão serena na sua face, e um olhar um tanto quanto sério, algo que até o momento ela não teria demostrado uma única vez.

Olhar dado para as mulheres apontando. :
 

“Bem, a culpa é de certa minha de qualquer forma, não deveria ter raiva delas mas talvez um pouco do que o destino me deixou, na verdade eu nunca havia me importado com isso, talvez seja por dessa vez envolver outra pessoa na coisa, bem eu irei alertá-lo sobre isso, afinal eu não posso deixar que ele apenas vá sem saber nada.”

-Kuro, vê aquelas pessoas ali em baixo? Aquelas que estão apontando pra gente...-Ela faria uma pequena pausa para que ele pudesse observar a situação e prosseguiria: -Eu sou a culpada nisso, desculpe eu devia ter te avisado antes mas eu estava muito empolgada pra pensar nisso. Eu sou uma pessoa infame nessas regiões desde um longo tempo.- Ela diria com uma calma e tranquila voz, e olharia para o horizonte momentaneamente relembrando algumas coisas de seu passado, os abusos que sofreu, o quanto ela havia apanhado pra chegar até ali, e ela tiraria sua gargantilha mostrando as cicatrizes deixadas pelas correntes em seu pescoço enquanto ainda falava. - Minha infâmia, não é merecida, até hoje não fiz por onde, mas não estou aqui para me explicar ou contar minha triste história, apenas direi o que lhe espera se andares comigo.- Ela olharia fundo nos olhos dele, aqueles olhos esmeralda passariam a sensação de penetrar a alma daqueles pra quem olham, mesmo em seu estado de plena calma e serenidade, e que Deus tenha piedade daqueles que os irritam. -As pessoas acreditam que sou uma meretriz, não qualquer uma mas das melhores, uma fina e cara, das que assumem o comando das casas de luz vermelha depois de pouco tempo de estadia, os homens da ilha me intitularam como A Succubos Carmesim, o demônio ruivo fadado a levar os homens a sua destruição.- Ela viraria o rosto para o horizonte novamente e sentia sua vontade de viajar crescendo novamente, mas ela já acreditava que tal viajem não fosse mais acontecer, apenas terminaria o que tinha começado falando o resto de seu fardo. - Kuro, você é um bom homem e foi muito gentil comigo, obrigado por tudo até aqui, eu entendo que não me queira mais em seu barco após ter compreensão disso, e me desculpe pelos transtornos que lhe causei, bom eu não tenho muito o que fazer para restitui-lo.- Mesmo em tal situação ela daria um sorriso inocente e puro olhando para o homem a sua frente e falaria mais umas poucas palavras. -As vezes os caminhos sinuosos da vida nos pregam peças, e não há muito o que fazer para desviar deles, não existem atalhos na vida, nem caminhos fáceis. O destino adora contar piadas, e ele fez de minha vida uma delas.- Após isso ela viraria de costas para Kuro e caminharia em direção a saída do barco falando algumas últimas coisas. - Bom, se minha fama te preocupa, eu estou me retirando do barco, não o procurarei mais, os poucos momentos contigo foram muito divertidos, espero que não venha a te trazer mal a sua reputação.- E prosseguiria caminhando.

Caso Kuro fosse positivo em relação a isso e quisesse continuar a viagem mesmo assim, Layla o abraçaria bem forte, não diria nada inicialmente, apenas o abraçaria por um longo tempo, o sentimento de aceitação a deixava feliz de certa maneira, ela logo depois de tal tempo diria apenas um simples obrigado, e esperaria depois a viagem começar.

Caso Kuronin perguntasse algo sobre o passado dela, ela diria poucas coisas, afinal ela não gosta de falar de seus problemas para com as pessoas, apenas em raros casos como esses isso vem a tona, ela simplesmente diria pequenas frases: - É uma longa história, eu fui escrava por uns anos, mas ele tinha escravos em segredo na mansão, a mansão pegou fogo, eu consegui sair com ajuda, então as pessoas não sabem que fui escrava, já que pra fuga eu me vesti como uma dama de alta classe e fui embora da propriedade pela porta da frente, e dai os boatos surgiram.- Caso ele insistisse em falar mais disso ela apenas diria que não quer falar muito sobre isso.

Após a viagem iniciada ela perguntaria a Kuro:  -Kuro, você navega a muito tempo certo? Você entende muito sobre o clima? A muito tempo o homem que me ensinou a pilotar falou algumas coisas sobre mas nunca chegou a concluir tudo que tinha para ensinar.- ela ficaria olhando pra ele com rosto entusiasmado como se estivesse olhando para um professor na escola, e esperando aprender muito do assunto.

Caso Kuro fosse negativo em relação a ela, gritasse ou dissesse palavras duras ela apenas caminharia para fora do barco com uma expressão seria e forçaria um sorriso virando rapidamente o rosto olhando para ele, após isso ela iria para a biblioteca ler mais um pouco do livro e posteriormente procurar algum lugar pra passar a noite, ela perguntaria qual o preço da estadia em uma pousada na cidade para moradores que estivessem pelo caminho, caso não tivesse dinheiro para pagar qualquer estadia ela apenas procuraria um lugar ao chão para dormir próximo a plantação.


Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

OFF:
 

Theme Song:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptySab 13 Maio - 17:41



   
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A jovem não queria iludir ou magoar, ou talvez não fossem bem essas as palavras, talvez ela só não desejasse que seu passado prejudicasse aquele homem que até então havia sido legal e atencioso com ela.

-Kuro, vê aquelas pessoas ali em baixo? Aquelas que estão apontando pra gente.... -Eu sou a culpada nisso, desculpe eu devia ter te avisado antes mas eu estava muito empolgada pra pensar nisso. Eu sou uma pessoa infame nessas regiões desde um longo tempo - ela então deixa seu olhar se perder momentaneamente. Quando se virou novamente para encarar Kuro ele não estava mais ali e sim indo a passos largos em direção as senhoras. Surpresa a jovem ruiva esperou e não demorou muito ele voltou. As senhoras agora subiam o morro em direção ao local onde seria a festa.

- Velhas.... De vez de trabalhar com os outros ficam o dia todo só cuidando o que os outros fazem. - ele fez um sinal para que Layla prosseguisse, o clima havia se quebrado um pouco e ela sorriu ao comentário dele sobre as velhas fofoqueiras, mas prosseguiu.

Ela foi contanto tudo, as palavras choveram de dentro dela. Alguma vez ela já havia falado disso com alguém? Ou melhor, com alguém que tivesse recém conhecido?

Kuro permaneceu em silêncio quando ela terminou, Layla entendeu aquilo com uma rejeita e começou caminhar para sair do navio, passando ao lado de Kuro.

Nesse momento ele agarrou-lhe a mão e a puxou para se virar, vom a outra tocou gentilmente as marcas no pescoço dela, estavam próximos, mas não havia malicia naquela proximidade.

- Alguns homens me disseram isso no porto depois que te deixei aqui, eu lhes disse que estavam loucos e que não deviam acreditar em qualquer boato que ouvem por ali. Desculpe ter hesitado, só fiquei surpreso por você mesma ter me contado. Você não precisa ir, não se não quiser. - ele então soltou a mão dela e também baixou a mão que havia pousado sobre a cicatriz, deixando-a livre para decidir.

Talvez esse simples gesto de deixa-la livre pudesse significar mais para ela do que ele um dia fosse capaz de compreender. E dessa vez foi a vez do jovem bem disposto de ser surpreendido com um repentino abraço apertado, ele demorou apenas um instante para retribuir abraçando-a enquanto dizia.

- Eu... - a voz falhou e o que ele ia dizer se perdeu, ficou em silencio e apenas apertou um pouco mais o abraço, mas deixou Layla se afastar quando a mesma o fez. - Não precisa me agradecer, mas pelo que me lembro lhe prometi um passeio e não uma seção de terapia. - sorrindo ele pegou novamente Layla pelas mãos levando-a mais para dentro do navio. Deixou-a no leme, enquanto ele fazia o trabalho com as cordas e assim começaram a se afastar da praia.

A quietude e tranquilidade mais uma vez tomaram conta, o calor ainda era forte no mar, mas a maresia e o vento constante ajudavam a amenizar. Quando Layla olhou para Kuro na parte de baixo do navio p flagrou olhando para ela meio sonhador, e assim ele meio sem jeito sorriu e subiu as escadas indo parar ao lado dela.

- É ótimo não é? Faz os problemas parecerem tão pequenos. ele sorriu e então entrou num clima brincalhão. - A bombordo capitã, vamos para águas profundas. - sorriu e deixou que ela guiasse. Não só o navio, mas a hora e meia seguinte de navegação. ( Faça a pericia nesse ponto, pode estender pra 3h se quiser, com a parada na ilha se quiser e termine com vocês fazendo o percurso de volta.)

Em nenhum momento do passei Kuro lhe perguntou sobre seu passado, ele sentia-se curioso é claro, mas era um bom homem e não desejava faze-la ter que reviver aquelas memórias, não queria estragar a tarde com recordações tristes, assim durante todo o tempo tentou apenas deixa-la feliz, rindo com a liberdade daquele momento.


Aroi-sal – Bons tragos
Achando o local perturbado e desorganizado o jovem Aleister logo ‘importuna’ uma atendente. Veja bem, pedir uma bebida simplesmente seria o normal, mas Aleister não estava realmente bem satisfeito com isso e começou a dar voltas em sua conversa, ainda assim, depois de despachar uma atendente confusa e parcialmente indignada o jovem conseguiu a sua bebida.

Um ‘pires’ e uma garrafinha de saque, por 1k. Os presentes no local em sua maioria falavam sobre duas coisas principais. Um dos assuntos, e esse mais discutido pelos atarefados era sobre a festa da colheita que seria a noite e como estavam animados para fazer uma festa maior e mais bonita que a da cidade vizinha. Aquilo parecia ser uma competição levada muito a serio por aquele povo.

Era uma tradição afinal, que havia sido deixada para trás na época que os tritões dominavam a ilha, mas essa agora seria a primeira festa depois de muitos anos e todos estavam se esforçando ao máximo para fazer dela a maior de todas. Já entre os desocupados, ou seja, os trabalhadores contratados para fazer a colheita o assunto era outro. Este sobre uma ruiva muito atraente que estava passeando com Kuronim, o regente da cidade. No que dava para se entender sobre o assunto a ruiva era uma perigosa meretriz que tira proveito de sua rara beleza para enganar os homens, não eram poucos os que haviam sucumbido ao seu charme.

-- Você sabe com quem consigo algum produto interessante para ficar feliz, se você me entende? - dizia o jovem ao se aproximar de um homem qualquer que estava junto ao balcão. O sujeito olhou-o estranhamente e depois pegando seu como saiu de perto de Aleister, que sem se importar com o ocorrido seguiu até próximo ao homem que comandava a entrada e saída das pessoas começando a falar com ele, o mesmo o olha com algum desgosto, aos poucos outros no salão começam a olhar para Aleister com o mesmo desgosto.

O movimento reduziu-se um pouco, afinal ali todos estavam envolvidos com os preparativos da festa, uma tradição que a muito não tinham a oportunidade de realizar e ouvir alguém chamando sua ilha de bosta era algo que não agradava muito nenhum deles e foi assim que Aleister se encontrou sendo arremessado pela porta da pousada e pousando na rua de pedra a frente da mesma atraindo assim olhares curiosos.

Seu pires vazio aterrissou do seu lado e em sua garrafinha talvez houvesse umas outras duas doses. Talvez não houvesse sido realmente uma boa ideia falar mal da ilha em um estabelecimento onde todos estavam animados pela festa que ocorreria ali logo mais.

Estava se levantando e batendo a poeira quando escutou um psiu psiu vindo da sua direita. Ali um cara se ocultava na sombra de uma arvore e acenava para que Aleister se aproximasse. Ele vestia-se de marrom tinha a pele meio marcada por manchas brancas como se tivesse alguma doença de pele. (Vitiligo) Quando Aleister demorou para se mexer ele insistiu nos movimentos Psiu Psiu....

- Ei garoto, você que não gosta daqui, vem aqui. - de algum modo ele havia ouvido o que Aleister havia dito lá dentro.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptySeg 15 Maio - 12:31




Ato 05 l Conversa


"Mano to muito loco de conversa fiada!!!"
- Alan J. Nascimento





“Realmente essa galera é bem estressada. Mas, por outro lado, consegui informações interessantes” – levantava-me limpando minha roupa – “Havia me esquecido como essa festa é importante para a vila. Essa disputa entre ambas moradoras dessa ilha é algo bem intenso, intenso até demais” – caminhava até a bebida que havia sido jogava juntamente comigo até ali – “Será que tem algo nessa garrafa” – lentamente a pegaria e balançaria. A guardaria comigo independentemente de ter ou não bebida ali. Estaria ali, parado. Realmente tudo havia acontecido de uma maneira tão rápida e até engraçada.



- Isso seria engraçado, se não fosse trágico... Ou ao contrário? Não sei hahaha! – parado aonde fui jogado riria do ocorrido.



Antes de qualquer pensamento, qualquer tomada de decisões, algo me chamava a atenção. Um chiado estranho parecido com o barulho feito por um orangotango de pelugem dourada, proveniente de onde cresci se espalhava pelo ar. Surpreendi-me. Procurei a origem do barulho ao meu redor com minha visão aliada a minha audição, porém estava enganado, era apenas um home meio louco. O ignorei, aparentava ser apenas mais um louco falando algo sobre o maior tesouro do mundo, falácias e mais falácias, mas o homem insistiu em seu chiado, ele até dirigiu a palavra a mim.



“Bem, não é que eu não goste da ilha, ela apenas é um tipo de prisão para o meu indivíduo. Sinto-me preso aqui, mas de fato a ilha não é uma merda, não, não a esse ponto. Será? Não, realmente não é.” – lentamente caminhava até a direção do homem. “Aliás, eles comentaram sobre uma meretriz ruiva, ela deve ser muito bela para comentarem tanto, ou apenas é ruiva, coisa que não deve ser comum aqui na ilha. Talvez algum dia a veja, quem sabe...”. Meus devaneios eram comuns de acordo com o que pensava a respeito de situação x ou y.



Estava curioso. O que um homem que não conhecia, pelo menos não estava reconhecendo-o, queria comigo? Principalmente pelo fato de que ele aparentava estar escondido atrás de uma árvore. Com o decorrer da minha aproximação, poderia ver um pouco mais a o homem e o contraste com a sobra da árvore fazia meus olhos o verem com certas manchas. Mais próximo, confirmei que de fato ele tinha manchas na pele, manchas brancas, brancas como manchas brancas da pele daquele cara com manchas brancas. Suas roupas também eram cor de merda, mas não pretendia falar essa palavra novamente, não após o ocorrido.



- Bem não é que eu não... – aquelas manchas me faziam pensar algo bem engraçado, não estava conseguindo me segurar, tinha de falar – Caralho, você parece duas pessoas em uma. Que legal! É tipo, uma aberração, quer dizer, um mutante! Uma seria a parte escura e a outra a clara! Mas, assim, nada contra, acho até engraçado... Isso... Essas cores... Mas, enfim, o que você quer comigo?



Não fazia a mínima ideia do que esperar daquele homem. Poderia esperar que ele me atacasse, mas não seria o caso, não inicialmente. Se ele não se importasse com as minhas piadas, eu colocaria as mãos em meu bolso e me encostarias a algum local perto. Porém, todavia, se ele não gostasse das minhas piadas de uma maneira mais acentuada, eu me prepararia para um possível ataque e tentaria desviar me segurando em algum galho da árvore, desviando, ou apenas sairia da direção do ataque, girando para o lado rapidamente. No caso de conseguir desviar com sucesso, sacaria minha garrafa de bebida e apontaria para ele. Ao ver que a garrafa ainda estava inteira, a quebraria e a apontaria contra ele.



- Muito cuidado com sua movimentação, bicolor! – caçoaria.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptySeg 15 Maio - 13:24

Pegar no leme do barco e sentir o vento era uma sensação maravilhosa para a jovem que a tanto tempo estava distante, ela aproveitava o momento e guiaria o navio por um bom, ela se sentia em casa ali, não tinha qualquer preocupação ou problema na mente, ela implemente estava em paz, até que depois de bastante tempo ela perguntava:
-Kuro, você navega a muito tempo certo? Você entende muito sobre o clima? A muito tempo o homem que me ensinou a pilotar falou algumas coisas sobre mas nunca chegou a concluir tudo que tinha para ensinar.- ela ficaria olhando pra ele com rosto entusiasmado como se estivesse olhando para um professor na escola, e esperando aprender muito do assunto.

~Aprendizado~
Kuro logo dava um sorriso e ficava feliz de ver que a moça se interessava por tal assunto, e demostrar um pouco daquilo seria um prazer pra ele que logo começava a explicar:
-O clima você diz em? É algo essencial, todo homem que navega deveria ser capaz de entendê-lo, é o que muitos navegadores chamam Meteorologia.

Layla ficava encantada, e olhava pra ele bem fixadamente e então perguntava: -Meteorologia, era sobre o que o Bill falava, o senhor que me deu Aulas lá no porto de Wars a muitos anos.

-Bem, para começar vamos definir o tempo, ele é uma série de fenômenos que ocorrem no mundo e são coordenados, portanto, é uma junção de diversos fatores como as condições do ar umidade, temperatura, pressão, os ventos, a precipitação e as nuvens, então para que você possa entender o tempo Layla, você precisa estar atenta, observar e sentir ele fluindo na palama das suas mãos nos seus olhos. - Ele parava um pouco e respirava fundo fechando os olhos enquanto sentia a brisa – Veja feche seus olhos por um instante e sinta a brisa depois olhe para as nuvens e veja como elas estão se comportando, por último sinta o balançar do barco e veja as correntes, o mar se agita quando o tempo muda, tudo está interligado, e você pode sentir.

Layla, já havia entendido um pouco do que Kuro a explicava, afinal por mais que não demostre ela era uma moça genial, as coisas entravam facilmente na sua cabeça e logo ela ia se familiarizando com a ideia e então prosseguia perguntando ao homem.
-Então eu devo fazer uma observação dessas condições, e dessa maneira poder compreender melhor o clima a frente?

Kuro dava um sorriso vendo que a moça estava acompanhando seu raciocínio e prosseguia.
- Sim, você está certa, é possível observar algumas coisas simples, geralmente a primeira coisa a se observar é a cor do céu: se ele estiver com um tom mais claro normalmente é sinal de tempo bom, se estiver um tanto escuro é sinal de chuva, mas claro isso é apenas um começo, depois é sempre importante observar a formação de nuvens e existem muitos tipos delas, temos as cumulus que apresenta contorno bem definido, cor clara - Ele parava e apontava para algumas cumulus que rodeavam o céu azul e claro e dizia - Como aquelas ali vê? Elas costumam ficar sobre terra durante o dia e sobre água durante a noite, pode ocasionar chuvas mas leves e de curta duração.- Ele olhava para moça toda empolgada ouvindo o que ele explicava, seus olhos estavam brilhando, e tinha sempre um sorriso estampado no seu rosto, ele não entendia como algumas pessoas pensavam tão mal dela, e por consequência ela muito empolgada também perguntava: -Então essas nuvens não representam perigo não é?

-Bem sim, mas esteja sempre atenta pois tempestades podem vir de outras direções vez ou outra por isso não só as nuvens devem ser observadas há sempre algo a mais.- Logo a garota olhava para o céu e sentia a brisa vinda do horizonte enquanto pensava sobre cada coisa que Kuro falava, e ele continuava.
- Existe a que chamamos de nimbostratus, essa é uma nuvem baixa, que não tem um contorno muito definido e é escura e espessa. Indica na maioria das vezes chuva intermitente e um pouco intensa. -Layla então se pronunciava ela levantava a mão apontando o céu e falava um pouco rápido, como estava muito animada até se enrolava um pouco – Entendi, o formato e cor da nuvem indicam de certo modo a intensidade da chuva ou coisas que ela pode trazer certo? Assim como elas são nomeadas.

-Muito bem, você aprende as coisas bem rápido em? Além dessas que já te falei exitem ainda a outras: a “allostratus” que possui camadas cinzentas ou azuladas dão origem à chuva leve, porém, contínua. Já o pior é o “cumulonimbus” uma nuvem muito grande, escura e que tem o formato de uma bigorna, essa grandona é sinal de trovoadas e chuva forte, este tipo de nuvem frequentemente associa-se a eventos meteorológicos extremos, como a ocorrência de tempestades com muitos raios e chuva volumosa, além de granizo e neve. Um cúmulo-nimbo, ao atingir o extremo de seu desenvolvimento, forma uma supercélula que, por sua vez, é responsável por eventos extremos, como fortes chuvas de granizo, muitos raios e tornados.- Ele olhava pensativo para ela e calmamente e falava- Tome muito cuidado com esse tipo, geralmente coisas complicadas podem acontecer ao seu navio.- Assim ele notava que após tanta conversa eles se aproximavam da ilha e falava- Bem estamos chegando perto da nossa parada, pra encerrar o papo sobre nuvens, existem outros tipos, mas que não produzem chuva, são a “allocumulus”, que se parecem com lençol de nuvens brancas e que tem geralmente sombra própria, e a “cirrus” que parecem fios finos, de cor bem branca. Pra te ajudar existem sempre alguns instrumentos também, por exemplo, lunetas, você pode ver mais longe com elas e assim, observar nuvens distantes.

Eles ficavam conversando mais um pouco o e o barco chegava a ilha, o homem ancorava o barco e ajudava a garota a descer, sendo gentil como sempre foi até ali, e após isso eles caminhavam na ilha devagar aproveitando a paisagem e então Kuro diz para jovem – Bem. Vamos fazer um pequeno exercício durante nossa caminhada observe as coisas que eu te disse, e quando voltarmos você me diz o que percebeu do tempo nessa ilha que tal?- Layla logo ficava muito animada e vibrante, ela dizia toda agitada. - VAMOS!!! seria muito bom-m-m testar isso, e vo-co-cê sabe bem disso.

-Calma, vamos devagar- Falava ele que logo soltava pequenos risos vendo a animação exagerada da moça.


Durante toda a caminhada Layla observava as nuvens e sentia o vento passar no seu corpo, eram leves brisas, sempre calmas e um tanto quanto úmidas, as nuvens no céu eram em sua maioria cirrus e allocumulus, ela podia ver sua forma e cor esbranquiçada, além delas haviam algumas poucas cumulus naquela região, o céu estava bem azulado, e aos poucos ela ia coletando informações durante a caminhada, sempre conversando com Kuro e as vezes fazendo algumas perguntas simples, até que depois de algum tempo voltariam pro barco, lá o homem entregava a luneta pra moça que agora podia ver mais detalhes sobre tudo, mais ao longe no horizonte era possível ver agora umas allostratus, e então a jovem que sentia o vento observando sua direção, previa que tais nuvens provavelmente logo estariam sobre a ilha que eles deixavam trazendo chuva com elas, então ela olhava para kuro dizendo:

-Bem eu senti o ar vi as nuvens, a umidade e aos poucos eu fui deduzindo, inicialmente eu senti uma certa umidade no ar, mas as nuvens eram em sua maioria do tipo que não traz chuva, o céu estava calmo e azul e provavelmente não haveria chuva, talvez pequenas pancadas trazidas pelas cumulus, porém eu entendi o que quis dizer com sempre estar atenta ao que pode vir de outros lugares o vento úmido indicava a allostratus que estava rumando para cá, podendo trazer uma chuva continua, inicialmente eu estranhei a umidade mas ao usar a luneta pude ver o motivo. -E terminaria com um sorriso feliz no rosto.
-Muito bem, muito bem, você foi incrível, maravilhosa- Dizia ele aplaudindo de leve a moça, enquanto gargalhava – Bom, está ficando tarde, vamos voltar pra ilha, posso ver que captou bem o que eu falava, logo vai ser muito boa nisso.

A garota sorria feliz e eles rumavam de volta para o porto, ela agradecia pela viajem, aquilo era tudo que ela precisava naquele dia. Até que depois de um longo tempo o barco chegava calmamente ao porto.

~Fim do Aprendizado, Agora Estava de Volta ao porto~

Apartir dali Layla se despediria de Kuro rapidamente e voltaria a pousada onde comprou seu vinho ela precisava se arrumar, pretendia pedir o uso do banheiro da pousada,
-Tchau Kuro, obrigado pela tarde, nos vemos na festa.- logo sairia correndo enquanto acenava com a mão. Após isso se dirigiria para a pousada e ao chegar lá perguntaria ao dono se poderia usar o banheiro para se limpar.
-Ei moço, posso usar o banheiro daqui para me limpar? Se precisar eu pago. -E então pegaria no bolso 10,000 berris mostrando ao dono, se ele aceita-se tomaria um banho na pousada e escovaria rapidamente as roupas mas sem molhá-las apenas para tirar toda poeira que pudesse, caso ele não aceitasse perguntaria se havia outra pousada por perto ou algum lugar onde ela pudesse fazer isso.
-Tudo bem eu entendo, tem algum lugar que eu possa fazer isso por aqui por perto?- Se ele soubesse seguiria as instruções se não perguntaria a outras pessoas lá por fora fazendo a mesma pergunta, caso alguém soubesse se dirigiria para lá. Se não encontrasse nenhum lugar pra ir tomar seu banho voltaria novamente até o porto atrás de Kuro e pediria para tomar banho em sua casa se possível, coisa que não tinha feito pois queria surpreendê-lo com a chegada. Se não encontrasse Kuro novamente ao porto, sua última opção era ir daquela forma mesmo a festa e talvez falar com o homem lá apesar de parecer estranho chamá-lo para ir na casa dele, mas não teria problema se ela explicasse.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyTer 16 Maio - 9:05



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Buki "A Louca" Bijin



Eu já tinha saído fazia poucos dias da prisão da Marinha com a promessa de sair da ilha o mais breve possível. Não que isso fosse impossível para mim, na verdade era até simples, com o dinheiro que tinha poderia simplesmente comprar uma passagem para qualquer lugar do East Blue, mas agora tinha feito companheiros e queríamos nos lançar mar a fora, com essa missão eu e meu nakama Windeck saímos a procura de alguém que soubesse navegar, um barco seria ainda um problema secundário a ser resolvido, qualquer coisa roubaria da Marinha.

Mas com a dificuldade de achar um navegador com um perfil que agradasse o pequeno bando que estávamos formando decidi me separar de Windeck para ampliar a busca. Poo estava no bar com Bruce aprendendo a cozinhar, ouvi que ele queimou todos os pelos da cara dele tentando fazer uma banana flambada, provavelmente foi atraído pelo cheiro do álcool, mas quando eu o visse novamente confirmaria isso.

Foi caminhando nesse instante que ouvi o barulho de marteladas. Eu sou de uma família de ferreiros, meu pai apesar de me abusar, ele falava com orgulho da tradição da família de ferreiros que estava no sangue dele e de seu desapontamento de ter tido apenas uma filha e não um filho para que pudesse transmitir a sua incrível técnica. Meu pai não me ensinou absolutamente nada sobre ser um ferreiro.

Mas agora estava ouvindo as batidas claras de um martelo contra o ferro e nesse momento olhei para os céus. Eu era de uma ancestral família de ferreiros que estava terminando sua linhagem ai. Que face meu pai teria diante dos seus ancestrais, podeira ele encarar sua família no mundo dos mortos sem transmitir sua técnica.

*Hahahaha!*

Ri pensando em como meu pai estaria envergonhado agora encarando meu pai, ri da desgraça que ele era e de como eu consegui livrar o mundo de um mal como ele. Mas agora que estava pensando em família não queria desapontar meus ancestrais e por isso tomei a decisão: “Eu, Buki Bijin, serei a maior ferreira do mundo e farei a arma mais temida em todos os mares.”

Tomada a minha decisão resolvi seguir o som daquelas marteladas e ver se conseguiria um mestre para pelo menos iniciar minha jornada no mundo dos ferreiros.
[/b][/color]

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyTer 16 Maio - 14:27



   
UNNAMED

Alones




- Sim até depois, me encontra na frente da barraca de mascaras. - gritou Kuro na despedida. (Hora: 16:45)

Com isso a jovem traçou novamente todo o trajeto do porto para a pousada. Atraindo inicialmente olhares e olhares no porto, mas deixando esses para trás assim que chegou aos campos de arroz. O movimento era muito menor já, via-se praticamente a terra seca nessa altura, pois havia sido permitido que a agua drenasse. Alguns poucos ‘lagos’ ainda faltavam ser colhidos e o movimento maior era de carroças levadas para próximo ao porto em direção aos silos de armazenagem.

Perto da pousada Layla encontrou-a em borburiço.  O chão de terra com dezenas de marcas de pés, as portas abertas e o chão antes brilhoso da pousada coberto de poeira.

- Banheiro? Sim sim claro pode usar garota... Você estava com o Kuronim não é? - perguntou o dono da pousada quando esta lhe perguntava sobre o banheiro. - Não não precisa pagar, eu cobro do Kuronim depois. - e deu uma piscadela para a garota tirando uma chave de baixo do balcão, indicando assim para usar o quarto quatro para se limpar.

Qual teria sido o motivo da piscada?

Aroi-sal – Bons tragos
Levi se aproximou do sujeito estranho, e não se aguentou.
– Caralho, você parece duas pessoas em uma. Que legal! É tipo, uma aberração, quer dizer, um mutante! Uma seria a parte escura e a outra a clara! Mas, assim, nada contra, acho até engraçado... Isso... Essas cores... Mas, enfim, o que você quer comigo?

O sujeito então sai de trás da arvoro, olhos exaltados e com as veias pulsando na testa.
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- O que que você quer dizer com aberração cacete. - exclamou em um grito indignado, sua cabeça aumentando de tamanho e com olhos brancos de puro ódio. Mas depois de um pigarreio voltou a falar baixo, sendo que agora vários dos presentes olhavam para a estranha dupla, ainda que logo voltassem as suas atividades ignorando os dois. - Você chama muita atenção. Seja discreto. - dizia o multicolorido berrão.

- Você tá a fim de um dinheiro extra não tá garoto? Que tal me ajudar? - ele começaria a olhar para os lados desconfiados e então diria. - Vamos até meu QG para conversarmos melhor, aqui é perigoso.

Ele começaria então a descer, seguindo em direção ao porto, todavia não iria até lá e maios ou menos na altura onde era a ervanaria ele pegaria uma estrada a direita por entre as árvores se afastando assim da casas e da área urbanizada, cruzando riachos, saltando pedras e entrando mais fundo na mata até o que seria uma pequena cabana entulhada de caixotes na frente, e também alguns sacos de aninharem por onde vazavam um pó verde.  Mas isso só seria visto se Levi seguisse com o estranho.

- Eu não gosto daquela gente, mas gosto de você garoto. Você sim é um cara que vê as coisas de verdade. Essa ilha é uma droga, nada acontece. Essa festa é uma exceção de saco, nada divertida. Eu to planejando animar um pouco as coisas. . - dito isso uma dupla sairia de dentro da casa carregando uma grande panela com luvas de couro e usando mascaras brancas. Uma fumaça subia da velha panela. (Hora: 16:15)

Caso no entanto Levi decidisse que o sujeito não parecia ter dinheiro e assim o descartasse não resolvendo seguir com ele:

(Você fica sabendo no próximo episódio.) ( Hora: +- 13hs. – Caso n tenha seguido com ele.)


Pin Pin PIN PINN _ Merda

Um estabelecimento simples de madeira rustica. Não muito longe do porto, por onde os preciosos recursos chegavam a cidade. Era para lá que Buki seguia.

Dentro um homem grande, com quase dois metros trabalhava com um cinzel enquanto um ajudante menos corpulento martelava aço quente sobre a bigorna.

Armstrong Pai e Armstrong filho. O mais velho era alto, forte, definido e praticamente brilhava de masculinidade. Ele trabalhava curvado com um pequeno cinzel esculpindo letras cursivas em uma espada concluída. Enquanto o filho parecia trabalhar no que viria a ser uma lança.

(Pode imaginar a personalidade do Armstrong mesmo e já inserir o post de pericia.)


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyQua 17 Maio - 8:44




Ato 06 l Plano


"E lá vamos nos... Lá vamos nós... E lá vamos nós..."
Bruxa do Pica-Pau





O estranho aparentava não ter gostado do meu comentário, se mostrando um tanto quanto inconsistente mentalmente e assim susceptível ao erro em situações de enorme pressão, talvez por isso ele recorresse a mim para cumprir alguma missão que o mesmo não tinha coragem de realizar ou realizar sozinho. Sua feição estava hilária, não estava conseguindo me segurar, mas não podia deixa-lo pensar que teria alguma moral sobre mim.



- Ei, ei, ei, calma aí café com leite! Cuidado com o que fala se não todo esse segredo não será mais segredo, então você não terá mais segredos para manter em segredo! Calma aí – com a mão no queixo, pensava se havia falado da maneira certa – É , é isso mesmo!



Logo após voltar a si, o homem então começava a explanar o que pretendia. Inicialmente ele me ofereceu dinheiro. Essa proposta era um tanto quanto clichê, porém eu não estava em uma situação tão confortável para negar algo assim. Enquanto ponderava, ele sugeriu que fossemos até o “QG” dele. “Como assim, um cara como ele tem um quartel general”.



- Tudo bem aberr... homem, vamos lá!



Não podia provoca-lo novamente, realmente estava interessado na proposta dele. Caminhamos alguns metros. O caminho inicialmente era idêntico ao que nos levava ao porto, mas em certo momento, perto da ervaria, pegamos um pequeno caminho a direita onde passava entre algumas árvores.



- Acho que você se enganou, não estamos indo em direção a um quartel general...



Realmente estava curioso. A cada passo que dávamos nos distanciávamos da área urbana. Por mais que morasse aqui há algum tempo, nunca havia tido a curiosidade de explorar essa parte da ilha. Haviam me dito que não havia nada além de ervas rasteiras que não serviam para nada além de alimento para animais ovíparos e herbívoros.



- Puta merda! Que caralho de caminho longo é esse?



Já estávamos caminhando há algum tempo. Passamos por alguns riachos e pedras estavam em nosso caminho. A cada obstáculo adentrávamos a mata densa.  Ao longe, avistei algo, seria uma construção. Ao aproximarmos, avistei melhor, era uma cabana, uma cabana cheia de caixotes a sua frente e na extensão de seu território. Quando mais nos aproximamos, mais pude ver melhor o local. Havia alguns sacos que vazavam um pó verde.



Realmente as coisas estavam estranhas. Suspeitei do elogio vindo de um cara que mal me conhecia, pelo menos eu não o conhecia. Aliado aquele material verde, o fato de uma dupla de mascarados saírem de dentro da velha cabana com uma grande panela, estava eu em um ritual sobrenatural?




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- Bem, gostei de você – mentira – Vamos negociar meus serviços. Você vai fazer algo e não tem coragem de fazer isso então precisa de alguém que também não goste dessa ilha para fazer isso, alguém que tenha mais motivos para fazer isso, por exemplo, alguém que teve um desentendimento recente, como eu, certo?



Eu não sabia ao certo se era realmente isso, mas minha convicção era tão grande como minha soberba. Eu via aquela situação como uma oportunidade de conseguir materiais interessantes, algo que estava interessado há algum tempo. Estava eu preparado para jogar o jogo conforme as regras, ou talvez mudar as regras? Não sei.



- Primeiro. Qual é o plano, qual a necessidade de me convocar para isso? Segundo. Quais os motivos você tem para fazer isso? Terceiro. Eu tenho um preço. Suspeito que você não queria correr riscos. Notei isso ainda na vila, então estou certo que eu correrei esses riscos, então quero que você e seus amigos me consigam algumas coisas. Eu quero: duas vasilhas de mistura, três tubos de ensaio, quatro guizos, não me questione o motivo, apenas quero, quatro frascos vazios, uma armadilha de urso, uma mochila para guardar isso tudo. Também preciso de armamento. Creio que essa missão será suicida e provavelmente o pessoal estará bem estressado, então consigam para mim duas adagas, no mínimo! Ah, já ia me esquecendo, como cortesia, me consiga também um livro sobre as plantas, uma espécie de mostruário e certa planta que ouvi falar que tinha aqui, nas nunca vi, acho que deve ter nas lojinhas pro aí. Não seu o seu nome, mas ela causa irritação na pele.



Dito isso, procuraria algum lugar para sentar e esperar o homem me responder. Caso respondesse negativamente, então eu apenas me levantaria e sairia me despedindo ironicamente de costas com a mão. Esperaria um ataque surpresa, então iria pela grama alta, coisa que esperaria ter na mata adentro, assim deixando os sons de passos mais destacados. Porém, caso ele aceitasse minhas objeções, então eu ficaria feliz, muito feliz.



- Muito bem, vejo que será interessante trabalhar com você. Traga-me essas coisas que eu serei a arma mais catastrófica que você já teve. Ah, faltam algumas coisas, isso não será problema para vocês me conseguirem. Tragam-me um sobretudo e uma máscara, de preferência negra, não questionem, adoro a cor negra. Ah, se puder, tragam uma máscara de corvo, não sei por que adoro corvos, tenho até que pesquisar sobre eles quando acabar isso tudo. O sobretudo é essencial para minha fuga, não quero ser pego, não pretendo isso, quando sair daqui após fazer isso tudo, vocês espalharão a história do homem a ser temido – me levantaria – Aquele que é o causador de catástrofes... The Black Crow! – voltaria a me sentar – O corvo negro, para você. Mas, isso é quando eu acabar tudo. Enquanto isso, consigam o que eu pedi, “amigos”.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyQua 17 Maio - 11:17



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A FERREIRA



~ Aprendizado de perícia: Forja ~


  Estava diante de uma loja de ferreiros, mas não era uma simples loja, assim como  a minha família era uma família tradicional de ferreiros, esta também era uma família de ferreiros e isso era muito mais forte do que qualquer simples ferreiro, pois ali havia gerações de conhecimento acumulado. Assim não era estranho eu conhecer sobre eles, eram a família Armstrong, e ali estavam o pai e o filho.

  Assim que cheguei na frente do estabelecimento o Armstrong Pai percebeu minha chegada e ambos ficamos nos encarando, um querendo descobrir sobre o outro, mas o impasse ficava no ar e desta maneira Armstrong Pai da sua primeira cartada.

  - Veja quem chegou filho! – Fala o pai interrompendo o trabalho do filho. – Esta é a ultima Buki, a Louca, que matou seus pais e assim encerra uma das famílias mais tradicionais de ferreiros de toda a ilha.

  Armstrong Filho parou seu trabalho e o som das marteladas se encerraram, ele me avistou e senti seu olhar passando por cada centímetro do meu corpo. Não que isso me perturbasse a mente, já sofri coisas piores, mas a cara de pervertido dele era de dar nojo.

  - Talvez ela queira ainda fazer parte de uma família de ferreiros pai.Disse Armstrong filho – Talvez ela tenha vindo até aqui para querer casar com seu belo e forte filho.

  Os lábios de Armstrong filho deram uma leve curvada na forma de um sorriso. Ele estava descaradamente me provocando e querendo ver como eu iria reajir, mas preferi simplesmente ignorar ele e seguir com o meu desejo de me tornar uma ferreira.

  - Desculpe-me atrapalhar seu trabalho. – Disse calmamente olhando para Armstrosg Pai e ignorando o filho. – Mas o que o senhor disse é verdade, sou a última Buki e meu pai não me ensinou a profissão de nossa família antes de sua morte, por isso venho aqui pedir humildemente que o senhor me ensine a bela arte da forja.

*PENG*

  O som de uma pancada bem forte saiu do martelo do Armstrong Filho. Seu olhar parecia furioso e pelo visto o que eu acabava de pedir era um insulto do tamanho do mundo para ele, mas de fato era, estava pedindo para o pai dele ensinar a preciosa arte da família para um estranho.

  - Sua vagabunda! – Disse Armstrong Filho. – Quem você pensa que é para vir aqui e pedir para meu pai lhe ensinar algo que nossa família levou gerações para desenvolver?Você é digna de ser chamada de “a Louca”.

  - Calado! – Disse o Armstrong Pai para seu filho. – Não se deve gritar nunca com uma pessoa, perder a calma diante dela mostra ainda o quão fraco você é.Então ele se vira e volta a olhar para mim. – Por outro meu filho esta certo.Deveria eu doar tempo e a minha arte para uma garota que matou seus pais? Onde estaria a justiça nisso?

  - Armstrong pai fala a verdade. – Disse com humildade. – Mas quando você fala de justiça existe um equívoco, afinal como você sabe não matei meus pais por nada, mas por sofrer a mais profunda humilhação diariamente em minha casa. Mas onde estava o senhor para me ajudar em meus problemas? Onde estava a Marinha? Como alguém pode falar que o que eu fiz era injusto, quando a justiça nunca se quer tocou em minha casa? Posso eu ser culpada de querer salvar minha vida e minha dignidade?

  As minhas palavras pareciam que realmente atingiram Armstrong Pai, ele realmente viu que o seu senso de justiça foi atacado e ele não sabia como responder as minhas perguntas, mas infelizmente eleainda não estava disposto a me ensinar sua arte.

  - Mesmo que eu quisesse ensinar, - argumentava Armstrong Pai, - você é uma simples garota e não tem a força necessária para a forja.

  Desta vez não argumentei nada, simplesmente saquei meu martelo e ataquei Armstrong Pai com força em um ataque simples vertical de cima para baixo mirando na cabeça dele. Propositalmente também deixei bem claro como meu movimento seria, para que ele não se machucasse mas ao mesmo tempo percebesse minha força.

  Mas o que me surpreendeu foi que ele parou seu martelo com suas mãos. As mãos de Armstrong Pai eram realmente fortes, eu não consegui mover um centímetro o meu martelo até que ele soltou e pela primeira vez vi a força das mãos de um homem que trabalhou com ferro a vida toda.

  - Nada mal! – Disse Armstrong Pai. – Mas não vou te ensinar toda a arte de um ferreiro, apenas a forja, você deve estar disposta a fazer tudo o que eu lhe pedir. Aceita?

  Armstrong Pai era um homem honrado e sabia que ele não abusaria de minha dignidade e aceitei sua proposta, logo então ele me convidou para entrar no seu estabelicimento e seu filho que estava a ponto de protestar foi ordenado lhe que fosse para casa descansar.

  - Garora Buki, - disse calmamente Armstrong Pai, - vou falar um pouco sobre o que é a forja...

  Forja pode se referir ao forno utilizado para aquecer metais a serem trabalhados por um ferreiro, ao conjunto de instrumentos utilizados pelo ferreiro, à oficina em que metais são forjados por um ferreiro, ao local aonde metais são fundidos e moldados, ou mesmo aos próprios processos de redução direta do minério de ferro e forjamento de peças metálicas. O processo de forjamento por meio da forja é ainda o mesmo por séculos, segundo o qual o metal deve ser aquecido, martelado sobre uma bigorna e, ao fim, temperado em líquido.

  Enquanto Armstrong explicava e falava sobre a forja ele ia me mostrando os instrumentos e equipamentos necessários para o trabalho, vi que teria trabalho de um dia montar todo esse sistema em um barco, mas quando chegar a hora eu resolveria o problema.

  Armstrong explicou que existem dois tipos de combustíveis usados para um forno de forja, a lenha e o carvão, a diferença é que embora a lenha seja mais usada, por ser mais barata, o carvão poderia atingir temperaturas mais altas. Mas indiferente do combustível o fole (instrumento usado para soprar ar dentro do forno) deveria ser usado para alimentar o combustível com ar fresco, ajudando assim a temperatura ficar ainda maior. Quanto mais quente, mais fácil seria trabalhar com o metal.

  O ferreiro explicou que a dureza do ferro era na verdade a mistura entre o ferro e o carbono, quanto mais carbono tivesse misturado no ferro, maior a dureza, porém maior também seriam as chances da arma quebrar no processo da forja.

  Desta maneira Armstrong me passoudois pequenos pedaços de ferro e manou eu colocar no forno, fiquei ali usando o fole para o fogo crescer, Armstrong alimentava o forno com mais lenha e logo o metal foi ganhando uma cor avermelhada e brilhante, ele esta literalmente em brasa.

  Segundo meu tutor, esse era o momento de tirar e martelar um pouco. O ferro que peguei era para fazer uma ponta de lança, e logo ele me ensinou a martelar nos locais certos, para dar fio e criar a ponta para a lança, claro que tudo isso era feito em cima de uma bigorna.

  Percebi que a concentração era importante e o cuidado deveria ser grande, com o calor que estava no local e trabalhando perto do forno e com ferro quente, comecei a transpirar e logo uma gota de suor atingiu meu olho direito e minha martelada bateu um pouco mais para o centro deformando um pouco a ponta que estava trabalhando. Mas logo o ferro ficou frio e voltou ao forno.

  Desta vez recebi outro pedaço de  ferro com o mesmo tamanho e objetivo, Armstrong falou que era outra ponta de lança e que eu deveria repetir o processo e assim foi. Quando uma ponta esfriava pegava a outra e fui revesando com a ajudar de Armstrong que mantinha o forno e o ferro aquecido. Mas percebi que sozinha dificilmente conseguiria fazer duas ou mais armas de uma vez, não de início pelo menos.

   Depois de dar a forma desejada, foi a vez do processo de resfriamento ou têmpera, no qual o metal é mergulhado em um líquido, podendo ser um óleo ou mesmo simples água. No momento que fiz isso uma vez a primeira ponta de lança que estava fazendo trincou, a segunda por outro lado não. Armstrong me explicou que a trinca no resfriamento poderia ter vários motivos, desde uma pequena bolha de ar que ficou dentro do metal e não saiu com as marteladas, comum erro n processo, no meu caso a martelada que dei errado por causa de uma gota de suor.

  Aquele trabalho levou horas, e vi que perder horas de trabalho por causa do suor foi muito frustrante para mim.

  O processo de resfriamento era importante para dar mais fio a lâmina e a ponta da lança e aumentar o grau de dureza do aço. Isso teria que ocorrer mais de uma vez e logo aquecia e resfriava a ponta de lança até ficar satisfeita. Segundo Armstrong o trabalho da segunda lança estava satisfatório.

  - Muito bem! – Disse ele. – Você aprendeu o básico da forja, esta pronta para dar mais um passo e aprender a fazer uma katana?

  - Qual é a diferença? – Perguntei. – Não é basicamente dar a forma a um pedaço de metal.

  - Para uma ponta de lança sim. – FalouArmstrong Pai. – Mas para fazer uma Katana de verdade não. Você vai ter que usar três pedaços de ferro. Um mais maleável e outros dois com o mesmo grau de dureza.

  Armstrong Pai também explicou que a barra de ferro tem que passar por  várias dobras quando esta em brasa antes de voltar a prensá-la. Isso garante que o ferro, o carbono e outros elementos presentes na liga, como cromo, níquel e silício, fiquem bem misturados.

  Dessa maneira preparei três barras para trabalhar, uma mais flexivel e outras duas de igual dureza. Então quando as barras estavam prontas, colocando a barra flexivel no meio fiz um saunduiche com as barras mais duras e as três foram juntas para o forno.

  Logo o trabalho duro começa novamente, sob a orientação de Armstrong as minhas mrteladas tinham que ser no sentido de alongar as barras e dar um fio, além disso tinha que pensar na forma de uma catana. Mas ele me chamou a atenção que o trabalho de forja para fazer uma boa Katana era transformar aquelas três barras em uma só tendo que retirar todo ar dentro com marteladas.

  Assim segui meu trabalho e a estada foi ganhando forma, mas na hora de passar pela têmpera mais uma vez trincou. Armstrong já tinha mais três barras prontas e voltei aoprocesso de alongar e moldar o ferro.

  - Lembre-se de que a paciência aqui é a maior virtude. – Interrompeu Armstrog – A pressa vai te prejudicar.

  Ele tinha razão, logo dei uma espichada e relaxando um pouco voltei ao trabalho com o ferro, com o tempo comecei a sentir o ferro, sabia quando estava martelando com ele frio demais, ou o grau da martelada que fazia o ferro ser moldado segundo minha vontade. Vi Armstrong sorrindo.

  A segunda espadapassou pelo processo da têmpura e não rachou.

  - Muito bem! – Elogiou meu tutor. – Agora vamos ao acabamento final.

  Com a lâmina já no tamanho, na forma e na consistência desejados, é hora de cuidar da estética. Em um esmeril, usei o cuteleiro para acerta as arestas, deixando as faces da lâmina mais lisas. Depois disso eu usei uma lixa para o aço ganha brilho.

  Armstrong então me ensinou a usar a coberta de argila, a lâmina então passa por um tratamento térmico. Novamente o metal quente é mergulhado em óleo mineral, no processo de têmpera. Depois de temperada, a lâmina passa pelo revenimento: aquecida pela última vez é resfriada lentamente para diminuir a dureza.

  O limite entre onde há mais e menos barro cria um desenho (hamon). Em seguida, é hora de eu dar o polimento, com lixas finas e pedras, que dá brilho e destaca o hamon. Depois de polida, a espada segue para a afiação, feita no lado mais duro, em que havia menos barro.

  Para finalizar o serviço, a lâmina precisa ser conectada ao cabo, formado pela guarda (que separa a mão do guerreiro da lâmina), o punho (por onde ele empunha a espada) e o pomo (base que travatodo o conjunto com parafusos), esse trabalho era duro e Armstrong me ensinou com delicadeza. Nem tudo na criação de uma arma é força bruta, mas agora o trabalho estava finalmente acabado.

  - Obrigada por me ajudar! – Eu agradecia Armstrong Pai. – Sei que o senhor tem Eu a intenção de me dar essa espada, mas gostaria que o senhor a guardasse para o senhor. Lhe prometo que meu nome vai subir a uma altura nunca antes vista e essa será a primeira estada que eu, Buki Bijin, a Louca, fiz nesse mundo.

  - Prometo que não venderei essa arma então. – Disse Armstrong. – Prove que seu nome [e mais forte e supere esse velho tutor, assim poderá não só honrar sua família, como levar nossa nobre profissão a uma altura ainda nunca vista.

~ Fim do aprendizado de perícia: Forja ~

  Sorri para ele e então me virei e parti, queria ainda ver meus amigos Poo, Bruce e Windeck e corri na direção do bar. Estava morrendo de fome, sono e cansada, mas muito animada. Estava doida para ver a cara do Poo queimada por tentar beber o rum da banana flambada.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 2 EmptyQua 17 Maio - 13:20

A ruiva estranharia a piscada, olhando com um olhar de confusa para o dono, ela sentia que os boatos sobre ela tinham haver com isso. Logo ela ainda com o dinheiro em mão se dirigiria ao dono insistindo em pagar. -Desculpe moço, mas eu e o Kuro somos apenas amigos, creio que ele não ia gostar disso, e além do mais eu estou com dinheiro aqui, não tem por que por na conta dele, quanto cobra pelo banho?- Ela olharia meio seria pra ele e esperaria uma resposta do homem. Caso tudo corresse bem e seu dinheiro fosse suficiente, pagaria pelo uso do banheiro normalmente. Se o homem insistisse com a história ela diria: - Bem moço, não sei o que lhe disseram, mas provavelmente não é verdade, independente disso eu preciso usar o banheiro, quanto custa?- Ela daria um sorrisinho meio forçado, porém discreto, depois seguiria o protocolo normal se ele entendesse. Se tudo desse errado ela iria atrás de outra pousada, perguntando ao pessoal da rua se havia alguma por lá.

Se tudo corresse bem ela iria para o lugar indicado entraria normalmente pela porta e simplesmente faria uma ronda pelo quarto, após isso trancaria a porta observaria as coisas que estivessem lá, piso, teto, mobília, apenas para se familiarizar com o ambiente, após tudo ela adentraria ao banheiro, trancaria a porta do mesmo e tiraria a roupa para espaná-la, primeiro ela a sacudiria bastante visando se livrar da poeira, após isso se tivesse uma escova la dentro ela umedeceria um pouquinho a mesma, e passaria sobre a roupa tentando escovar o que tivesse sobrado de poeira e/ou terra, depois entraria ao chuveiro, onde quando a água descesse sobre seu corpo ela lentamente passaria a mão nas cicatrizes, em cada uma delas, seu pulso, nos tendões dos pés, o pescoço o seio esquerdo, e lembraria de quem ela foi até ali, até, por fim, levemente tocava a cicatriz no seu olho, ela pensaria em sua irmã naquele momento, como ela estaria ou que estava fazendo, mas ela sabia que cada uma daquelas marcas era um mau necessário, elas haviam construído Layla Morningstar, cada pequena marca fazia parte de sua essência hoje.

“As vezes quando lembro dessas coisas, sempre me vem uma pequena tristeza, mas foram elas que me fizeram forte, não existem motivos para choro quando se está livre, a liberdade é para se apreciar o futuro é aquilo que devemos buscar pois lá estão os nossos sonhos, o presente é de se viver intensamente aproveite cada segundo do seu dia como se fosse o último, pois pode ser que ele seja, ame as coisas ao seu redor, ame as pessoas a seu redor, seja alguém de quem você possa se orgulhar, e o passado… o passado, ficou pra trás minha filha, é inegável que ele faz parte de você, mas apenas como uma mera lembrança, para que você nunca esqueça de si mesmo e de todos que já amou, nunca se envergonhe do que fez buscando seus sonho. Essas são palavras que não devo esquecer, o pouco de memórias que tenho do meu pai, mas seguir em frente é tudo que temos agora, não é Catherine? Eu quero que onde ele esteja sorria pra nós duas de lá agora, eu sei que você está vivendo sua vida a sua maneira, talvez nossos caminhos se cruzem um dia.”

Após o banho a jovem vestiria as roupas e seguiria para o local da festa onde ela procuraria pela barraca de máscaras dita por kuro máscaras, ela caminharia normalmente pelo ambiente e iria passando de barraca em barraca até encontrar, caso demorasse muito para achar a correta, ela perguntaria a pessoas próximas e donos de barracas ou lojas: - Com licença, poderia me dizer onde fica a barraca de máscaras?- caso alguém soubesse informar seguiria pro local, se não ela apenas continuaria rondando as barracas até encontrar, ao chegar lá se Kuro ainda não estivesse, ficaria olhando as masacarás uma a uma, e as colocando frente ao rosto, mas caras eram algo que realmente chamavam atenção dela, colocá-las frente ao rosto passaria uma sensação de conforto, era como se ela pudesse ser qualquer coisa quando as colocava, se a loja estivesse fechada ficaria parada de frente esperando lá mesmo assim, ela não se preocuparia com a demora e as vezes ficaria dando algumas voltas lá por perto. Se Kuro já estivesse no local, ela o abraçaria e agradeceria pela viajem de barco a tarde. - Obrigado por atarde de hoje, a viajem no barco foi muito boa, eu precisava daquilo.- E soltaria ele dando um sorriso rápido e logo prosseguiria. - Vamos olhar as máscaras? Eu gosto bastante delas, elas fazem eu me sentir muito bem, como se eu pudesse fazer tudo sabe?- Diria ela com um olhar de empolgação, enquanto passava a mão no cabelo jogando ele pra trás. Se ele fosse positivo olharia as máscaras como já descrito acima, porém sempre olhando para Kuro usando alguma e rindo um pouco. E faria um simples comentário: -Eu adoro máscaras, eu e minha irmã as vezes fazíamos umas pra brincar, minhas favoritas são as máscaras de ópera, por uma história que meu velho contava, sobre uma cantora que se sentia inútil, ela não gostava da própria voz, e tinha medo da própria aparência, isso por causa de uma cicatriz- Ela apontaria pro próprio olho e prosseguiria -Mas quando ela colocava a masacará ela não tinha mais medo e cantava, sua voz era linda como a dos pássaros do céu, e ela ganhava fama, mas ninguém realmente sabia quem era ela, e ela acabou morrendo sozinha sem nenhum reconhecimento, mas ela foi feliz até o último segundo fazendo o que mais amava. - E então ela faria uma cara dramática olhando para kuro. Caso na pergunta Kuro a chamasse pra outro lugar ela aceitaria e pediria pra voltar ali mais tarde. -Certo mas podemos voltar aqui depois?-Diria  ela pensativa, independente da resposta iria com ele. Após a loja de máscaras chamaria kuro para caminhar pelo local olhando as barraquinhas, sempre parando em qualquer uma que lhe chamasse a atenção e olhando todos os itens que tivesse lá


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