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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyDom 07 Maio 2017, 13:39

A Ascensão de um Bando sem Nome

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Aleister Theophrastus Flamel e Layla Morningstar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyDom 07 Maio 2017, 18:32




Ato 1 l Vida

"Uma longa viagem começa com um único passo."
Lao-Tsé






Acordar todos os dias sentindo que algo está faltando, algo que lhe completaria, algo que mesmo te machucando lhe faria ser perfeito, tal sentimento estava presente em meu dia a dia durante muito tempo. “O sofrimento é o melhor remédio para acordar o espírito” – como um elefante em uma areia movediça, caminharia mergulhado em meus devaneios costumeiros naquele clima de verão costumeiro. Enfadado e com todos meus anseios em meus ombros, anseios esses que eram maiores que qualquer grandeza de ordem física, tomaria destino para mais um dia vazio, em uma vida vazia, de um futuro vazio.



- Mais um dia de tantos outros – voltei meu olhar para o céu.



Caminhar olhando o que está acima de você é uma ótima maneira para traçar metas essas que muitas vezes seriam impossíveis para serem alcançadas, porém isso seria ruim para quem era tão simplório o bastante para ter como metas objetivos impossíveis.  Como de costume, mergulhava em devaneios toda vez que tinha de ir até o meu “emprego”, se posso o chamar disso. Era simples. Apenas averiguar a qualidade das plantações da ilha, nada muito difícil para alguém que detém o conhecimento acima do normal sobre toxicologia. De fato não conhecia muito sobre as plantas em si, mas sobre maneiras de combater as pragas tinha alguma noção. “Aquela tortura então serviu para alguma coisa então” – coloquei meus braços sobre minha cabeça, relaxando antes de um longo dia de trabalho “super” animado.



- Olá! – de maneira “zumbificada” alçaria meu braço, saudando alguém.



Não era de falar muito, principalmente pela manhã e mais especificamente com aquelas pessoas nada interessantes, porém, não seria mal educado, responderia caso alguém me cumprimentasse. “Seria bom se conhecesse mais sobre essas plantas” – de fato seria bem melhor, talvez até tentasse aprender mais sobre elas, mas ali, naquele momento tinha que cumprir meu papel, averiguar as plantações. Como padrão diário, me ainda sonolento me dirigiria lentamente até as plantações onde as olharia.



- Já está aqui? Madrugou? – limpava com os dedos a secreção da mucosa das pálpebras, que se acumulavam e se solidificavam nas comissuras dos olhos.



Como falei, não era muito de falar, mas encontrar pessoas ali não era muito confortável, principalmente se fossem pessoas irritantes que iniciassem perguntas com respostas óbvias pouco tempo depois de acordar. Pessoas assim mereciam meu silêncio, mas, porém, todavia, não faria isso por mera educação.




Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

Off Game:
 

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Última edição por Alencar em Seg 08 Maio 2017, 00:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyDom 07 Maio 2017, 22:26

Conomi Island terra tanto visitada pela jovem em suas viagens como transportadora, mas, mesmo assim, um lugar tão desconhecido para ela, afinal ela não havia andado tanto na cidade, seu tempo ali sempre se resumiu ao porto e pequenos goles de vinho no bar em raras ocasiões. Mas nada melhor pra Layla do que um novo lugar pra explorar, caminhar pela cidade faria bem pra ela.

“Tenho muito a fazer pra começar uma nova aventura, barco, botas novas, algumas bebidas, e algumas coisas a mais, mas primeiro eu preciso me saciar agora, beber alguma coisa me fará bem”

A garota agora procuraria algum lugar para beber na cidade, algum bar aberto ou coisas do tipo, afinal o bar é sempre um bom lugar para encontrar aventureiros, conhecer pessoas novas, é um bom lugar para interações sociais, ela caminharia calmamente pela rua até parecendo despreocupada, mas buscaria se atentar a paisagem que a cidade pudesse oferecer, no caminho ela tentaria manter a atenção sempre caso alguém pudesse estar a seguindo, ou mesmo tentasse atacá-la, os muitos descasos do destino em sua vida a tornaram alguém mais cautelosa. Ela tentaria pedir informações a algumas pessoas que encontrasse pôr a rua durante sua caminhada, sobre onde teria um bar aberto por ali.
-Olá, sabe dizer onde posso encontrar um bar aberto aqui por perto?- ela diria esboçando um pequeno sorriso. Se a pessoa não soubesse agradeceria e seguiria em frente, pararia também em comércios que estivessem por ali fazendo a mesma pergunta. Se ninguém soubesse respondê-la ou a ignorassem ela procuraria andar pelas ruas, observando estabelecimentos e locais abertos, a procura do bar.

Se conseguisse chegar a um bar, ela adentraria lá e caminharia até o balcão lentamente, passaria a visão sobre as mesas uma a uma, tentando observar as pessoas rapidamente, ao chegar no balcão se escoraria sobre ele, passaria a mão direita sob a cicatriz próxima ao olho vagarosamente e diria:
-Traga uma garrafa de vinho por favor, hoje preciso comemorar!- Diria ela abrindo um radiante sorriso em seu rosto.

Se tudo corre-se sem problemas, esperaria a garrafa, na falta do vinho ela pediria Saquê, depois disso pegaria a garrafa e indagaria o preço: -Quanto custa a garrafa moço(a)?- em seguida sem mais delongas pagaria por ela, se o atendente lhe oferecesse como, apenas faria um gesto com a mão dispensando, em seguida seguiria com a garrafa andando para o canto direito do bar(Se não tivesse lugar, ou atrapalhasse a passagem de serventes etc iria para o canto esquerdo) e sentaria ao chão mesmo, e começaria a de vez em quando tomar doses pequenas diretamente na boca da garrafa, enquanto prestava atenção se alguma pessoa que ali entrava lhe chamaria a atenção. Se por algum motivo o homem não quisesse lhe vender a garrafa tentaria procurar outro bar, afinal ela não estava em busca de confusão hoje, mas também não muito paciente para argumentar.





Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyTer 09 Maio 2017, 00:14



   
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Alones


Um céu azul onde preguiçosas nuvens vagavam em sua lenta procissão. Eram nuvens pequenas sem qualquer substancia, mas suas sombras criavam um padrão suave no solo plantado. O jovem caminhava ao lado de um córrego fino com um gorgolejar baixo d’agua que era quase abafado pelo chiar dos grilos.



O córrego seguia para uma área alagada repleta da campos de arroz, onde pessoas com as calças dobradas para cima trabalhavam na colheita.  Aleister não era incomodado, pois o povo trabalhava e já conheciam também o jovem e seu mau-humor matinal. Ainda era cedo, mas o sol já castigava, a terra da estrada estava seca e poeirenta sujando as calças do jovem com essa fina camada marrom.  



Não muito longe longos cabelos vermelhos eram sacudidos pela brisa vinda do porto, ali pescadores chegavam de suas viagens trazidos pelo ar da manha que soprava em direção a costa. A cede era terrível naquele ponto da manha e com aquele calor ou talvez fosse apenas imaginação da jovem.



Não era uma cidade pequena como logo pode constatar, e por sinal era também bonita. Cruzou duas pontes de madeira onde por baixo delas corriam límpidos córregos. Os olhos dela se perderão momentaneamente nos vastos campos de arroz e naqueles trabalhadores dedicados, nas sombras das nuvens que corriam pelos campos.



A cidade parecia ‘crescer’, não literalmente, mas sim era o que parecia sugerir o seu formato. A rua levava a jovem ruiva cada vez mais para o alto, em uma cidade que parecia seguir camadas que se sobrepunham as outras fazendo assim um sentido continuo para as aguas enxerem campos de diversos níveis.



Spoiler:
 

As casas logo surgiram e com elas o comercio. Ali as ruas já eram calçadas, mas a poeira da estrada continuava em suas roupas.

Pousada Arroi-sal, esse era o nome do local onde entrou.



- Um belo dia não?  era a voz de uma senhora que se aproximara sem que Ale notasse. Tinha as costas dobradas sobre o peso da idade e puxava um assunto completamente típico de quem não tinha nada para fazer. Trazia com sigo uma cesta de vime cheia de ervas, estas saiam por cima da mesma, a própria senhora cheirava a mato úmido. Além das ervas eram vistos cogumelos e plantas.

- O que vai ser moça. - um homem de aparência saudável e uma barriga proeminente, o avental estava impecavelmente branco assim como o pano que ele usava para polir o balcão. A ruiva podia jurar que se lambesse o balcão iria acabar sujando-o o mesmo ao invés do contrario.

Dez mil foi o que pagou pela garrafa de vinho com especiarias. Era um vinho branco que provavelmente desceria melhor com aquele calor. O local estava vazio, afinal os pescadores ainda estavam chegando de seu trabalho e os agricultores estavam obviamente no campo. Até mesmo os bêbados da cidade pareciam ter deixado para beber um pouco mais tarde. Cheiro de pão fresco e café vinham da cozinha, bem como de abobora. A ruiva sentou no canto do bar, estranhamente escolhendo o chão.... O atendente a olhou estanhando o corportamente, mas afinal não estava ali para julgar as pessoas e sim servi-las.



A porta então se abriu e um jovem de braços fortes e expostos entrou. Carregava um arpão preso às costas e tinha um cordão amarrado à testa. Um pescador talvez??  



– Tommm? – gritou ao entrar. – Ah ai está você, tem espaço no teu armazém? Pegamos um grande hoje, e seria bom prepararmos uma festa, a colheita ta terminando e um banquete não vai nada mal...

- Você quer é fazer uma festa maior que o pessoal de Shiro não é Kuronim, hahahaha.

– Bom isso também. – deu um sorriso mateiro.

- Tenho espaço sim, mande o pessoal trazer.  





OFF: Fiz uma força pra postar hoje, não rolou mto no post pq vc n especificaram nada nos vossos também. So caracterizei mesmo a cidade, coloquei uns NPCs, e o cenário para vocês poderem partir dai.

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Última edição por Rick II em Ter 09 Maio 2017, 17:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyTer 09 Maio 2017, 13:14




Ato 2 l Encontro


"A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida."
Vinicius de Moraes






- Quanto trabalho pesado aqui... – com os braços jogados atrás da cabeça, andaria sem a menor vontade.



Não lembrava o quanto aquela plantação significava para aqueles trabalhadores. Cedo eles levantavam para cuidá-las e cabia a mim protege-las. Como um segurança, chefe de segurança, coisa que já estava habituado a fazer de maneira inata. Todo aquele aroma e o cantarolar dos grilos me traziam uma paz a qual necessitava paz essa que surgia em meio a todos os meus devaneios pessoais.



Talvez aquela paisagem me mantivesse vivo por aquelas bandas. O contato com a natureza era de fato o mais próximo de livre que eu podia me considerar. Toda aquela visão era uma bela paisagem para uma manhã nada animada, como todas que tivera até agora. Por mais que estivesse desanimado com minha vida, os outros não teriam culpa disso, principalmente os velhos que ainda trabalhavam tão acabados, como aquela velhinha.



- Olá vovó! Sim, é de fato um belo dia. O que está levando aí, vovó? Seriam ervas proibidas? – riria.



De fato aquele encontro poderia ser bem útil para mim, acho que aquela velha tinha informações interessantes a respeito de botânica e nada melhor do que aprender com a experiência. Não tinha certeza, só teria se investigasse um pouco. Ela não aparentava ser muito ranzinza e com minha beleza facilitaria o contato inicial, querendo ou não, as coisas são dessa maneira.



- Então vovó, a senhora trabalha com essas ervas há muito tempo, certo? Eu trabalho tratando as pragas da plantação e conhecendo um pouco mais sobre as plantas em si traria um melhor e mais completo aprendizado. A senhora poderia me ajudar? – curvaria perante a velha, mostrando meu respeito.



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyQua 10 Maio 2017, 05:39

A sensação da brisa do porto era uma sensação aconchegante para a ruiva, afinal as melhores coisas da sua vida foram em portos, mas sua estadia lá não era longa e sua caminhada pela cidade também lhe deixava extasiada, uma cidade em crescimento e com estrutura tão peculiar era realmente algo que ela gostava de observar, sua curiosidade por ela aumentava a cada passo, mas antes de saciá-la avia algo maior, sua cede parecia crescer, e sentia um estranho calor, então o bar ainda era sua prioridade.

“O que eu poderia encontrar aqui? Será que tem uma biblioteca por aqui? Ou talvez uma loja de máscaras, talvez quem sabe… bem depois eu pensarei nisso com mais calma, vou primeiro beber algo mesmo.”

Ao chegar no bar algo a chamaria bastante atenção, o lugar era extremamente limpo, algo que para ela era incomum em tais ambientes, era algo estranho porém agradava a garota, que logo estaria servida sentada ao chão saciando sua sede com pequenas doses de vinho, sempre atenta a porta, até que vê o homem que entrava já falando.

– Tommm? – gritou ao entrar. – Ah ai está você, tem espaço no teu armazém? Pegamos um grande hoje, e seria bom prepararmos uma festa, a colheita ta terminando e um banquete não vai nada mal…- Tal comentário deixaria Layla bastante animada, além de ter toda uma cidade a explorar ainda a possibilidade de ir a uma festa, mas por enquanto ainda permaneceria observando a conversa, onde logo o homem responsável pelo estabelecimento respondia.

– Você quer é fazer uma festa maior que o pessoal de Shiro não é Kuronim, hahahaha.- A ruiva pensaria com sigo mesma nesse momento, o quão grande aquilo poderia ser, sua curiosidade aflorava, mas ela se continha um pouco mais, enquanto a conversa fluía.

– Bom isso também. – deu um sorriso mateiro.

– Tenho espaço sim, mande o pessoal trazer.

“Uma festa? Acho que isso poderia ser uma ótima diversão antes de eu sair da cidade, talvez até conseguir levar alguém comigo, além do mais quero saber um pouco mais sobre isso.” - Pesaria ela enquanto levantaria do chão desavagar, seguraria a garrafa de vinho na mão esquerda, bateria a poeira que pudesse ter ficado na parte traseira de sua calça e logo falaria:
-Esta festa de que falam vai ser aberta a todos ou apenas convidados?- Diria isso apenas com uma leve expressão feliz no rosto enquanto levaria a mão aos cabelos jogando eles um pouco pra trás, sendo que antes estes estariam por cima de seus ombros. Se o homem dissesse que aquela era uma festa aberta, ou quem sabe a convidasse ela logo prosseguiria: – Serio? A festa ocorrerá aqui mesmo? Ou aqui por perto?- Faria uma pequena pausa esperando respostas e prosseguiria perguntando – A que horas vai acontecer? Ouvi vocês dizendo que era algo grande, vai vir muita gente interessante? - Diria ela de peito estufado enquanto esboçaria um enorme sorriso no rosto. Em seguida a jovem confirmaria sua presença por ali mais tarde(No caso no local da festa) se pronunciando: – Se tudo correr bem eu virei pra festa então, logo eu volto por aqui.- Após falar isso seguiria mudando rapidamente de assunto– Bem, eu preciso comprar boas botas, você saberia me dizer se vendem algumas aqui perto? Ou em que lugar eu posso encontrar? Ou poderia me levar até uma?- Seu dinheiro não era muito então precisava ser muito bem gasto também, e aquele vinho já tirava uma boa parte dele, se a resposta do homem fosse positiva, e passa-se a informação ela seguiria as instruções até a loja apenas fazendo uma rápida despedida antes: - Foi um prazer conhecê-los, obrigado por tudo, espero nos vermos por aí de novo.- E sairia calmamente com a garrafa de vinho na mão. Se ele se oferecer para levá-la lá ela agradeceria também, e esperaria eles terminarem os negócios por ali mesmo no chão com seu vinho, até que pudessem ir.

Caso o homem disse-se que a festa é privada ou mesmo que a jovem não poderia ir por algum motivo, ela simplesmente mostraria uma carinha triste, e falaria: -Eu entendo, tudo bem então.- Depois prosseguiria perguntando sobre a informação da bota já descrita acima. Caso o homem não quisesse falar com ela se dirigiria ao atendente, deixaria tudo pra lá e perguntaria sobre a bota. Se ninguém soubesse sobre alguma loja onde ela pudesse encontrar o material que desejava adquirir, ela agradeceria aos dois(Mesmo que o mais grandão que entrou ignorasse ela, ou fosse rude de qualquer forma) e seguiria para pedir informação em lugares próximos, também abordaria pessoas na rua caso necessário dizendo: -Bom dia, sabe me falar se tem algum lugar que venda botas aqui por perto? - Sempre sorriria ao fazer a pergunta, olhando sempre bem nos olhos das pessoas que abordasse.

Se não conseguisse informações de nenhuma maneira, exploraria a cidade a procura de seu objetivo, ou mesmo de outras coisas que pudessem interessar ela durante a caminhada. Caso ela conseguir chegar até a loja ela adentraria tranquilamente, e logo falaria com o atendente: -Bom dia senhor, você tem botas simples? Poderia me mostrar algumas pra eu escolher?- Layla falava aquilo olhando para o homem com um olhar bastante empolgado, seus verdes olhos pareceriam em chamas. Se o homem trouxesse as botas ela olharia calmamente uma a uma tocando levemente dobre elas, para atestar a qualidade das mesmas, e ver se seriam realmente duráveis para os combates futuros, após isso escolheria a que mais agradasse ela e perguntaria o preço: -Quanto custa a Bota moço/moça/senhor? - Se fosse em um preço até 30,000 ela pagaria normalmente, e agradeceria a pessoa. Se houvesse algum problema com a compra apenas procuraria outro lugar.

Após tudo ela iria para o local da festa(Se ela tivesse recebido o convite ou coisa do tipo) e ficaria sentada em algum lugar por ali esperando o homem que viu no bar para falar com ele claro, ele era também um dos poucos que ela conhecia, e estar numa festa sozinha não é algo lá muito confortavel, caso ele já tivesse no local ela diria: - Bem, cheguei meio cedo por aqui, posso ajudar em algo?-- E sorria pra ele bem animada esperando a festa, se ele a passasse alguma tarefa pra fazer, ela tentaria ajudar, caso não tentaria puxar algum assunto com o mesmo, ela falaria um pouco sobre o mar com ele: - Já estevem em um barco moço? Pilotar um é uma das melhores sensações que já tive, o vento no rosto, o barulho das ondas, é gratificante. - Após isso ficaria olhando para ele com um olhar sereno no rosto esperando uma resposta. Caso os dois tivessem ido juntos na loja durante a volta ela faria essa mesma pergunta acima puxando assunto.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyQua 10 Maio 2017, 14:32



   
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A senhora lhe sorria de volta, dando uma aparência muito bondosa a sua pele enrugada, seus olhos que ficavam quase fechados se abriram por de trás dos óculos para melhor olhar o jovem a sua frente.
- Oh oh oh, não tinha visto que era você Aleister. - disse ela na melhor voz de senhora fofa de desenho animado. - Você fez um bom trabalho esse ano meu jovem, e não riririri, não são ervas proibidas, são alguns tubérculos, funcho, e algumas para fazer emplasto. Algumas vou usar pra anti-inflamatórios e outras para relaxantes musculares.



Por fim questionada sobre a possibilidade de ensinar algumas coisas sobre botânica para o jovem a velha amplia o sorriso e convida Aleister para ir até sua ervanaria, entregando-lhe a cesta para que o jovem e sadio lhe fizesse a gentileza de carrega-la.



Uma cabana simples de madeira, haviam trepadeiras crescendo na cerca que rodeava a casa, bem como vinhas que caiam de cima do telhado em direção ao chão. Haviam vasos preso por quase toda a parede além de grandes vasos no chão com muitas outras plantas. O local inteiro era um forte golpe no nariz, pois a profusão de cheiros das mais diversas ervas se misturavam, embora não fosse um cheiro desagradável era estranho ao primeiro contato.



Dentro não era melhor, ou haviam estantes de mais ou estantes de menos, era difícil decidir. Potes com plantar estavam desde as mesas até pendurados nos tetos e os livros serviam tanto de calço para as mesas quando de banco se assim você quisesse.

- Pode soltar ali. - indicou um local qualquer. - Então o que quer aprender?  (Leia botânica)

Em outro ponto não tão distante.



Uma jovem animada quase atropelava os presentes com sua empolgação... Levantou-se do canto onde estava e sua animação pegou Kuronim de surpresa, este que já estava quase saindo para chamar os rapazes a trazer o que quer que fosse grande pra o armazém.

- Ahhhh. - exclamou como se seu cérebro tivesse travado, com a boca parcialmente aberta ele encarou o belo e jovem rosto, com cabelos rubros e as bochechas levemente rosadas pelos goles de vinho. A jovem tirava o ‘pó’ da calça, ou melhor dizendo jogava o pó que tinha vindo com ela da estrada no chão limpo da hospedaria. Demorou um pouco, mas o homem pareceu engrenar e voltou a falar.

- Sim sim, todos podem participar, é a festa da colheita. Eu organizo tudo é a maior festa do East Blue, tem dança, jogos, boa comida boa bebida, musica ao vivo..

- O pessoal de Shiro diz que a festa deles é maior. - gozou o dono da estalagem.

- Queto Tom. - esbravejou arrancando uma sincera gargalhada de Tom. - Você pode vir comigo se quiser é claro? - no final da frase ele mudou de ton transformando-a em uma pergunta. - Eu insisto é claro.

– Serio? A festa ocorrerá aqui mesmo? Ou aqui por perto?

- Claro que sim, vou adorar sua companhia. - ele parecia ter esquecido completamente o que havia ido fazer ali. - Você não ia chamar o pessoal? - perguntou Tom com uma expressão divertida no rosto. - Ahhh, sim sim o pessoal... A festa vai ser aqui perto, se você seguir um pouco mais além vai chegar a uma praça larga com uma fonte no meio, devem estar começando a organizar as coisas por lá, montando as barracas, palco, mesas... Coisas de festa.

– A que horas vai acontecer? Ouvi vocês dizendo que era algo grande, vai vir muita gente interessante? -
Mais uma vez ele pareceu esquecer que tinha coisas a fazer, estava quase saindo quando se virou novamente com um sorriso bobo no rosto.
- As sete da noite, a a cidade toda participa, alguns comerciantes vem de fora também. Esse ano.... ( baixou a voz dizendo em tom conspiratório) ... Vão vir vários turistas de Logue Town.

A jovem então sorriu, realçando ainda mais sua beleza. Kuro corou vorazmente a frente dela e sorriu um pouco sem jeito enquanto a jovem confirmava que iria ir mesmo para o local, sorria tanto que quase se atrapalhou na súbita mudança de assunto dirigida pela jovem.

- Botas? - repetiu confuso. -   - Ah, sim botas. Tem a loja do Mark, ele deve estar lá agora............... Claro eu te mostro o caminho. - sorria que nem bobo de novo.

- Jessica, aviso o Jack para ir no porto avisar os rapazes para trazer as coisas pra cá. - ouviu-se Tom dizer enquanto seguia para os fundos gritando talvez com uma das cozinheiras. Alguns passos a mais e Layla capitou ele falando algo sobre um bobo apaixonado que esquece da vida e não faz o que tinha de fazer.

Kuro então se aproximou e ofereceu o braço para a jovem, afim de guia-la pela cidade até a loja do Mark. A jovem calmamente aceitou o gesto sem muitos problemas, afinal era apenas uma simples caminhada. Sem muita demora ela segurou apenas levemente o braço do rapaz para caminharem.

No caminho Layla voltou a puxar assunto, chamando o jovem de Moço... Este todo contente tenta, embora fracassadamente, soar casual.

- Pod d d d d de me chamar de duro.... quer dizer Kuro. - se atrapalhou, mas depois conseguiu corrigir e continuar com alguma dignidade.   - Sim, claro que sim. Todos os dias na verdade. Trabalho principalmente no mar, administro a cidade é claro, mas não consigo ficar muito tempo longe da água. Concordo com você, navegar é uma das melhores sensações... Ou achava isso até a agora a pouco.. - sorriu sem jeito para Layla. - Ahhh, está convida é claro, se quiser dar uma volta, tem umas ilhas menores em volta com praias bem bonitas.



Após um tempo chegaram a loja de Mark, ali Kuro se despediu e disse que a encontraria mais tarde, mas que se ela precisasse dele poderia encontra-lo no porto, disse isso enquanto indicava o caminho por entre os arrozais. Ali sem muitos problemas a jovem ruiva encontrou uma bota simples, mas servil por 30 mil berries, deixando-a praticamente falida a essa altura. Mas feliz por ter quase tudo que sentia necessidade naquele inicio. Agora no entanto a jovem sabia melhor que horas seria a festa e que também não encontraria o jovem regente tão cedo no local da festa, assim cabia a ela decidir se era para lá mesmo que desejava seguir, ou se agora haviam coisas mais interessantes as quais podia fazer.



Havia passado por uma biblioteca no caminho até a loja de Mark, esta que era mais próxima ao porto do que a pousada em que antes estava. Os arrozais ficavam ainda mais abaixo entre ali e o porto. A festa seria adiante da pousada, ou seja, mais longe do porto.



Em uma estrada morro abaixo os olhos dela enxergaram um grupo carregando dois javalis e um marlin azul morro acima. As cigarras ainda enxiam o ar com sua sinfonia e o vinho estava agora mais quente em sua mão.




Lembre de add uma garrafa de vinho e retirar 10k no seu histórico Tia. E as botas e tal.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyQui 11 Maio 2017, 02:21




Ato 3 l Botânica


"Um jardim faz-se de luz e sons - as plantas são coadjuvantes."
Roberto Burle Marx





De fato havia acertado na mosca. A vovó certamente me ajudaria. Por mais que todo aquele tempo ali tenha sido monótono, o convívio com o material de estudo e as pessoas que os cuidava havia me dado alguns “créditos” para sua confiança. Sem pensar duas vezes pegaria a cesta que a velhinha havia me oferecido, talvez relutasse por segundos devido ao meu breve raciocínio, mas logo pegaria a cesta. Caminhávamos em meio a todo aquele calmo cenário matinal. “Como ela sabe tanto sobre essas ervas” – mergulhado em mais reflexões, pensaria comigo mesmo como aquela senhora detinha tanto conhecimento a respeito das ervas e especiarias que ali cultivava.



- Acho que todo esse tempo que estive aqui nunca havia entrado nesse lugar. Não me entenda mal, não foi por falta de interesse, mas sim sem jeito – mentiria – Bem, na verdade não seria falta de jeito e sim falta de foco e minha vida e meus objetivos mesmo – visto que a velhinha estava se oferecendo para me ajudar ali, sem ganhar nada, não poderia simplesmente mentir para ela por um motivo tão nulo.



Estávamos ali à frente de uma cabana rústica. Aquelas trepadeiras eram idênticas as que tinham na estufa da minha antiga moradia. Eram idênticas as que se espalhavam pelo solo e os rejuntes dos blocos de cimento que formavam toda a base de nosso castelo botânico. As vinhas que simulavam movimentos de belas dançarinas exibicionistas de tecidos à altura, espetáculo esse que era bem presente em minha infância, principalmente adorado pelas garotas. Todo aquele embate de aromas era como um golpe friamente calculado em meu olfato. Incialmente não havia recebido de maneira tolerante todo aquele aroma, tamparia meu nariz discretamente com a gola de meu veste, porém, caso a velha percebesse, retiraria a mão antes do tempo que havia planejado esperar e tentaria me adaptar ao aroma o mais rápido possível.



- O cheiro é bem... Forte – realmente era difícil falar ao mesmo tempo em que prendia a respiração, o ar me faltava e inevitavelmente voltaria a sentir o odor, quer dizer, forte aroma dos espécimes ali presentes.



A cada vez que nos aproximávamos do interior, meus narizes ardiam. De fato o incômodo estava menor, digo, a tolerância estava maior, porém meu corpo não estava acostumado com tamanho choque de aromas, especificamente meu olfato. Ali estávamos cercados de estantes. Estantes e mais estantes. Não era bem como minha antiga moradia, certamente meu tio não permitiria que deixássemos os livros que eram considerados “obras do devir” em meio a esse choque de aromas. “Um livro tem seu valor preservado até em seu cheiro”, dizia ele. Nas estantes estavam os livros, que apenas a presença dos mesmos ali já respondia minha dúvida do saber da velha. Certamente os livros estavam presentes ali como as pragas estavam por toda a produção, por mais que você pensasse que já tinha contado todos, sempre aparecia mais um em algum lugar.



- Bem vovó, eu queria aprender mais sobre essa ciência que envolve as plantas. Eu queria saber e aprender sobre a Botânica! – já guardada a cesta, afirmaria com toda minha vontade o ímpeto de aprender sobre tal conhecimento.




Início do Aprendizado de Perícia: Botânica



- Muito bem, meu jovem, começaremos de fato no início hihihi. Primeiro pegue aquele livro, o da capa verde. Abra-o e coloque na página número três o que está escrito na página em voz alta.



- A Biologia Vegetal ou botânica (do grego botané, que significa "planta", que deriva, por sua vez, do verbo boskein: "alimentar"), é o estudo científico da vida das plantas e algas. Como um campo da biologia, a botânica abrange uma miríade de disciplinas científicas que estudam crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução da vida das plantas.



- Muito bem. Você deve entender então que Plantas são todos os organismos que possuem plastídeos dispersos no citoplasma, adquiridos em endossimbiose primária, e amido como substância de reserva. Como você já trabalha com venenos para pragas, creio que já saiba todos esses termos, certo?



- Sim, entendo perfeitamente. Mas... Não esperava que a senhora soubesse desses termos todos científicos – comentei boquiaberto.



- Meu garoto, que pensamento brado. Só porque sou uma velhinha de uma pequena ilha do East Blue, não poderia ter estudado assim como você? Vamos continuar e deixar de falatório. As plantas participam de nossas vidas de inumeráveis outras maneiras além de fontes de alimento. Elas nos fornecem fibras para vestuários; madeira para mobiliário, abrigo e combustível; papel para livros; temperos para culinária; drogas para remédios; e o oxigênio que respiramos. Somos totalmente dependentes das plantas. As plantas também possuem um grande apelo sensorial, e nossas vidas são melhoradas por jardins, parques e áreas selvagens disponíveis para nós.



- Entendo. Mas e atualmente, como esse estudo é abordado?



- O estudo das plantas garantiu melhor entendimento da natureza de toda a vida e continuará a fazê-lo nos anos vindouros. E com a engenharia genética e outras formas de tecnologia moderna, apenas começamos a entrar no mais excitante período da história da botânica, no qual as plantas podem ser transformadas, por exemplo, para resistir a doenças, matar pragas, produzir vacinas, tolerar solos com altas concentrações de sal, resistir ao congelamento e fornecer maiores quantidades de vitaminas e minerais em produtos alimentícios, como milho e arroz.



- Entendo. Eu já imaginava que as plantas eram fundamentais para a vida, mas não a esse ponto! – exclamei demonstrando minha empolgação.



- Exatamente, agora, por favor, leia a página 20 do livro anterior – ordenou a velha enquanto pegava as ervas que estavam na cesta de antes e as lavava.



- Distintas dos demais seres vivos por seu ciclo de vida mais que pela fotossíntese (algumas espécies são heterotróficas secundárias, sem pigmentos verdes). As embriófitas, também chamadas de plantas terrestres, são composta de dois grupos informais: avasculares e vasculares, sendo o último subdividido em plantas sem e com sementes. As plantas com sementes podem, ainda, formar ou não flores. Todas as células das plantas possuem plastídeos que, quando expostos à luz, podem converter-se em cloroplastos.



- Exatamente. As algas são todos os seres fotossintetizantes que não possuem embrião. Estão divididas em quatro reinos: Bacteria (Cianofíceas), Protista (Euglenófitas e Dinoflagelados), Chromistas (Bacillariophyceae ou diatomáceas, Chrysophyta ou algas douradas e Phaeophyceae ou algas pardas) e Plantae...



- O reino Chromista engloba todos os seres vivos que possuem plastídeos no lumem do retículo endoplasmático, adquirido por endossimbiose secundária e com clorofila A e C. O reino Fungi inclui os organismos celulares haplóides dicarióticas, que se alimentam por absorção, e com glicogênio como substância de reserva. Está divido em Chytridiomycota, Zygomycota, Ascomycota e Basidiomycota – interrompi completando a frase.



- Isso mesmo, como o senhor está sabido. Como outras formas de vida na Biologia, a vida das plantas pode ser estudada em vários níveis, do molecular, genético e bioquímico através de organelas, células, tecidos e a biodiversidade de plantas inteiras. No topo desta escala, plantas podem ser estudadas em populações, comunidades e ecossistemas (como em ecologia). Em cada um destes níveis, um botânico pode se dedicar à classificação (taxonomia), estrutura (anatomia) ou função (fisiologia) da vida vegetal. Historicamente, botânicos estudavam todos os organismos geralmente não considerados como animais. Alguns destes organismos "semelhantes a plantas" incluem: fungos (estudados em Micologia); bactérias e vírus (estudados em Microbiologia); e algas (estudadas em Ficologia). A maior parte das algas, fungos e micróbios não são mais considerados membros do Reino Vegetal. Entretanto, atenção ainda é dada a estes por botânicos; e bactérias, fungos, e algas são usualmente mencionados, ainda que superficialmente, em cursos de botânica.



- Então por que estudar plantas? – questionei testando a velha, que até agora só falava enquanto limpava as ervas colhidas recentemente.



- Plantas são fundamentais para a vida na Terra. Elas geram oxigênio, alimento, fibras, combustíveis e remédios que permitem aos humanos e outras formas de vida existir. Enquanto realizam tudo isso, as plantas ainda absorvem dióxido de carbono, um importante gás do efeito estufa, através da fotossíntese. Uma boa compreensão das plantas é crucial para o futuro de nossa sociedade, já que nos permite: alimentar o mundo, entender processos fundamentais, utilizar remédios e materiais e entender mudanças ambientais – falou colocando as ervas recém-colhidas em cima de um balcão.



- Mas, como seriam usadas essas plantas como remédio ou materiais?



- Bem, Muitas drogas, medicinais ou não, vêm do Reino Vegetal. A aspirina, originalmente extraída da casca de salgueiros, é um exemplo. A cura para diversas doenças pode vir de vegetais, esperando para serem descobertas. Estimulantes populares, tais como café, chocolate, tabaco e chá, também têm origem em plantas. A maior parte das bebidas alcoólicas são obtidas da fermentação de plantas, como lúpulo e uvas. Plantas nos fornecem muitos materiais naturais: algodão, madeira, papel, linho, óleos vegetais, alguns tipos de cordas e borracha são apenas alguns exemplos. A produção de seda não seria possível sem o cultivo de amoreiras. Canas-de-açúcar e outras plantas têm sido recentemente utilizadas como fontes de biocombustíveis, importantes como alternativa aos combustíveis fósseis. Este é apenas um punhado de exemplos de como a vida vegetal fornece, à humanidade, remédios e materiais importantes.



- Entendo, a senhora me surpreendeu vovó! Não imaginava que uma velha como a senhora, quer dizer, com todo o respeito, a senhora está enxuta ainda, quer dizer, a senhora é demais! – não sabia lidar com minha empolgação. Seria esse um defeito marcante? Não. Não costumava ficar empolgado.



- Você aprendeu o que queria Aleister?



- Sim vovó, pode me chamar de Levi! – discretamente a corrigi.



- Tudo bem Aleister. Agora prove que você aprendeu o que lhe ensinei. Nesta cesta estão algumas ervas. Quero que você as separe e me diga quais são específicas para combater a inflamação e quais são para relaxamento muscular – com uma cesta em mãos a velha me propôs um desafio.



- Tudo bem vovó, bem que a senhora poderia me dar um livro desses se eu acertasse! – provoquei.



Inicialmente peguei a cesta e coloquei sobre um apoio. Olhei erva por erva e, como dita no livro, mais especificamente na página 29, as ervas com substâncias relaxantes tinha um caráter mais floral. As de caráter anti-inflamatórias tinham uma aparência mais pastosa, mais vegetal que uma flor. O aroma era acentuado. As ervas anti-inflamatórias tinha um aroma mais restrito, porém doce. Já os relaxantes tinham aromas na maioria doces.



- Muito bem vovó! Aqui estão o Alecrim, Valeriana, Catnip, Camomila e Caiena, todos relaxantes. Aqui está o Gengibre, a Cúrcuma, o Manjericão, a Salsa e a erva Beleeira, todos anti-inflamatórios. Acertei. Sou demais, não?



- Bem, você esqueceu-se de um, meu jovem. O pequeno fruto que está presente no caule da baleeira, que dizem que dá a via eterna.



- VIDA ETERNA?! – questionei.



- Não, estou só tirando uma com a sua cara hihihi...




Fim do aprendizado de Perícia: Botânica



- Muito obrigado pelo aprendizado, vovó! – agradeceria – Será que nessa vila encontraria máscaras de proteção contra veneno? Luvas também.



Realmente não esperava que essa velha soubesse tanta coisa como ela transmitiu a mim, mas não podia perder tempo. Tinha que comprar agora as proteções para minhas manipulações. Já tinha o conhecimento sobre a toxicologia, aprendi um pouco sobre a Botânica, agora tinha que reunir os objetos e ferramentas necessárias para meu pequeno laboratório. Caso a velha soubesse, seguiria suas ordens após agradecer e acenar me despedindo. Casou ela não soubesse, agradeceria mais uma vez e partiria em direção a cidade. Caso ela não respondesse, eu apenas agradeceria e sairia do local.



Eu queria arranjar uma loja ou tenda que vendesse a máscara e as luvas mais resistentes. Uma vez na ilha, questionaria alguém, caso visse alguém, sobre onde poderia encontrar uma loja para sacias meus interesses. De maneira simples e educada, aproveitaria da minha beleza, coisa que havia me salvado em alguns momentos, e tiraria informações de alguém. Caso não conseguisse informações, seguiria até alguma taverna ou antro de servir bebida.



Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyQui 11 Maio 2017, 10:11

A jovem ficava a cada momento mais curiosa e feliz, fazia muito tempo que alguém era assim tão gentil com a jovem, as respostas do rapaz eram sempre bem-educadas e animadas, e isso fazia a garota de certa maneira criar um devido respeito por ele, as informações da festa pareciam ser tudo que a garota queria ouvir, uma festa de arromba era o palco perfeito para uma despedida da ilha. Além disso a jovem observaria um pouco da relação entre o Tom e Kuro, que pareciam se conhecer a bastante tempo, ela ria de leve com os pequenos comentários que pareciam irritar Kuronin, dobre uma possível festa maior que a dele. Ela observava a reação do garoto quando a mesma aceitava seu convite para a festa, e por fim o homem ouvia sua pergunta sobre as botas, ele parecia se atrapalhar um pouco com aquilo, para a jovem era comum mudar de assunto rapidamente o que muitas vezes poderia causar realmente certa estranheza nas pessoas, mas, mesmo assim, ele prosseguia.

– Botas? - repetiu confuso. - - Ah, sim botas. Tem a loja do Mark, ele deve estar lá agora............... Claro eu te mostro o caminho. - Ela ficaria olhando atentamente ele responder ficando muito feliz em poder finalmente adquirir suas botas, era um dos passos importantes pra ela.


– Jessica, aviso o Jack para ir no porto avisar os rapazes para trazer as coisas pra cá. - ouvir isso deixava ela um pouco preocupada, talvez ela pudesse atrapalhar o trabalho do homem, mas confiaria no discernimento dele, se ele se sentia a vontade para caminhar com ela não deveria haver problemas então, então sem mais delongas ele estendia o braço, oferecendo ele para a dama, ela sentia que ele talvez estivesse apressando um pouco as coisas, mas vendo como o rosto do mesmo parecia feliz com aquilo, não havia por que se negar, era um gesto simples e que não incomodava a jovem, ela apenas havia se tornado um pouco cautelosa depois de tudo que passou até ali, mas sem muita demora ela retribuía o gesto do rapaz pensando consigo mesma.

“Bem, isso não vai fazer mal algum, é apenas uma caminhada inocente, ele tem sido muito gentil, e não parece me querer qualquer mal. Sempre devo ficar atenta a tudo, mas por que não fazer algo tão simples?”

Logo eles caminhariam calmamente pela cidade seguindo para seu objetivo, mas a ruiva parecia sempre ter perguntas sobre algo a mais, como se o poço nunca estivesse vazio, ela gostava de conhecer as pessoas, e de talvez compreender um pouco mais de si mesma por meio delas, ela logo o indagava sobre o mar, e o prazer que ele poderia trazer para uma pessoa e o rapaz respondia alegremente, mas se atentando primeiro a outro detalhe, o costume de Layla de se referir as pessoas por moço e/ou moça durante suas falas, e logo ele seguia falando.


– Pod d d d d de me chamar de duro.... quer dizer Kuro. - A garota o olharia segurando um pouco o riso para que não constrangesse mais o rapaz, o engoliria mas ainda sentiria uma certa vontade de rir mas que logo essa vontade era cessada ouvindo a bela fala do Jovem a seguir – Sim, claro que sim. Todos os dias na verdade. Trabalho principalmente no mar, administro a cidade é claro, mas não consigo ficar muito tempo longe da água. Concordo com você, navegar é uma das melhores sensações... Ou achava isso até a agora a pouco.. - Layla fazia um rosto surpreso e logo olharia o sorriso do rapaz sorrindo de volta, mas antes de qualquer coisa o rapaz proseguia. - Ahhh, está convida é claro, se quiser dar uma volta, tem umas ilhas menores em volta com praias bem bonitas.- A curiosidade da moça ia pros altos ao ouvir isso, sua vontade de ir com ele era gritante, mas ela respiraria fundo e se seguraria, havia primeiro um objetivo a sua frente, ela não diria nada sobre isso por enquanto, e finalmente na loja para qual seguiam, mas logo quando Kuro estava indo em bora, quando o mesmo estivesse já um pouco longe, a garota ainda na porta da loja gritaria:

-KURO!!! EU APAREÇO NO PORTO UM POUCO MAIS TARDE, NOS VEMOS LÁ- Gritaria ela acenando, dando um tchau, e logo adentraria na loja.

Lá finalmente a jovem podia encontrar sua sonhada bota ao ter ela em mão após pagar ela sairia até a porta e ali no meio da rua mesmo ela colocaria a bota nova, em seguida seguiria seu rumo primeiramente para a biblioteca que viu durante a passagem, e sentiria a garrafa de vinho já mais quente em sua mão, o que a faria fazer um bico enquanto levantaria a garrafa olhando pra ela, quando chegasse na biblioteca a ruiva simplesmente acenaria para o(os) bibliotecário(a) e se dirigiria silenciosamente para as prateleiras, caso a atendente perguntasse algo a moça ou perguntasse se ela desejava alguma coisa ela apenas agradeceria dizendo: -Obrigado moça(o) mas não, só vou dar uma olhada nas prateleiras e ler um trecho de algum livro sentadinha ali, tem algum problema?- Diria ela apontando para algum canto de parede que pudesse estar vago a direita do local, caso a mulher não a deixa-se pegar o livro ela agradeceria a moça por ter atendido ela e sairia, se não tivesse mais problemas ela chegaria até as prateleiras fecharia os olhos e pegaria um livro aleatoriamente de lá, após isso sentaria no local que apontara antes e leria tal livro por algum tempo, a garota tentaria estipular entre uma a duas horas mais ou menos, depois olharia a capa tentando decorar o nome para que pudesse voltar a ler o resto da história em outro momento, após isso a jovem agradeceria a moça e seguiria para o porto.

Ela caminharia até o porto como normalmente sempre observaria a paisagem que tivesse para ser oferecida a seus olhos. Ao chegar no porto, ela caminharia um pouco por lá procurando ver Kuronin ali, caso ela não o encontrasse apenas caminhando ao porto ela perguntaria a pessoas que pudessem estar ali pelo porto: – Oi moço(a) você viu o Kuro? O rapaz que tá organizando a festa da colheita?- Falaria isso com um sorriso sereno no rosto, ela esperaria a resposta, se a pessoa soubesse lhe dizer ela agradeceria e iria normalmente até onde o homem pudesse estar, caso não soubesse, ela agradeceria igualmente e perguntaria a outras pessoas. Se por algum motivo ele não estivesse no porto e alguém avisasse Layla ela perguntaria para onde ele poderia ter ido:-Sabe me dizer pra onde ele foi? E se vai demorar muito?- Se fosse ser algo rápido ela exploraria o porto de ponta a ponta, esperaria até ele voltar, caso muito demorado ela iria procurá-lo. Se ninguém soubesse nada ela esperaria por algum tempo e se demorasse muito ela voltaria na biblioteca para ler mais do livro.

De qualquer forma independente de como as coisas corressem se Layla encontrasse Kuro ela correria até ele e o cumprimentaria com um abraço, e depois disso olharia bem fundo nos olhos dele e com um sorriso no rosto diria: – Vamos para as ilhas que me falou? A proposta ainda está de pé?- Seria possível ver que os olhos dela estariam com um intenso brilho mostrando sua determinação e claro sua curiosidade também, ela logo estufaria o peito e prosseguiria falando – Você me deixou ansiosa pela viajem, faz algum tempo que não vou pra lugares novos. - Dizia ela enquanto lembrava um pouco do tempo em que ficou presa, e a saudade que ela sentia do mar em todo aquele tempo, e como ela havia saído a pouco, ainda desejava viajar um pouco mais. Se a resposta fosse positiva ela daria mais um abraço em Kuro e agradeceria: -Obrigado, eu realmente preciso ir um pouco no mar– Depois ficaria sorrindo tomando um pouco de distância enquanto olhava pra ele sorrindo esperando que ele fosse para segui-lo. Se a resposta fosse negativa ela faria uma carinha de tristeza e diria: -Tudo bem, nos vemos depois então- E se retiraria do porto depois, voltando pra biblioteca até a hora da festa.

Se tudo desse certo e eles fossem para o barco Layla o seguiria assobiando, talvez alguma melodia que tenha ouvido por aí, ela mesma não lembrava de onde poderia vir o assobio, após entrar no barco ela olharia pro homem e mais uma vez faria uma de suas perguntas:
-Kuro, você navega a muito tempo certo? Você entende muito sobre o clima? A muito tempo o homem que me ensinou a pilotar falou algumas coisas sobre mas nunca chegou a concluir tudo que tinha para ensinar.- ela ficaria olhando pra ele com rosto entusiasmado como se estivesse olhando para um professor na escola, e esperando aprender muito do assunto.




Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome EmptyQui 11 Maio 2017, 17:58




UNNAMED

Alones


Norland , O mentiroso. Esse era o nome do livro. Parecia uma edição antiga da história infantil, porém essa com uma aparência mais sobre em uma capa de couro marrom bem gasta e rachada em alguns pontos. As botas novas de Layla rangiam um pouco no chão encerado da biblioteca quebrando o silêncio do lugar enquanto ela se dirigia a uma mesa vaga.



Um livro de letras miúdas e paginas amarelas, contava uma história no North Blue, de uma nobre família, os Montblanc’s. Mais especificamente do destemido Norland. Um guerreiro forte e bravo que a mais de séculos atrás desbravava os mares lutando contra perigosos reis dos mares e guiando o seu navio com sua alma e coração através das mais terríveis tempestades. Norland era um botânico, navegador e aventureiro que viajava pela Grand Line completando seus estudos da flora e fauna do mundo.



Chegava agora em um ponto excitante do livro, Norland desembarcava em uma nova ilha, com nativos primitivos, mas nem por isso tolos ou piores guerreiros. Um som sublime havia o guiado até lá, salvando-o de uma terrível tormenta.... Mas as horas haviam voado e Layla tinha outros interesses que precisava atender, assim marcou a pagina em que havia parado e seguiu para o porto.



Lá não foi difícil encontrar o Kuro, ele estava em cima de um palanque olhando para o mar, um navio chegava, estava ainda longe, mas em talvez 20 minutos aportasse. Havia uma profusão de pessoas por ali, algumas pararam para olhar a jovem ruiva que avançavam, Layla afinal era conhecida no porto, alguns estranharam vê-la ali, outros cochicharam entre si, a jovem é claro não viu essas coisas, mas elas aconteciam, bem ali as suas costas. Homens com olhares cobiçosos e mulheres com olhares jocosos, mas mais uma vez Layla não so viu e nem Kuro.



Pegando-o de surpresa Layla o abraçou, o rubor imediatamente subiu as faces do homem acompanhado do largo sorriso em vê-la novamente.

- Eu estava quase perdendo as esperanças de que você vinha. - ao bem da verdade a jovem havia se distraído bastante com o livro e naquele tempo umas três horas e meia haviam se passado. Era algo em torno de 11hs da manha e o sol estava ainda mais quente do que antes. - Então? São botas bastante bonitas não? - um elogio? - Sim claro que podemos, só preciso receber aquele navio, não vai levar mais do que meia hora, se importa em esperar um pouco? Eles vão demorar ainda alguns minutos a chegar, posso te mostrar o meu barco enquanto isso. - ele sorria contente, como uma criança em seu aniversário onde houvesse ganhado muitos brinquedos.



Layla que já havia ido até ali mesmo concorda com a pequena espera, afinal ela própria havia se ‘atrasado’, mais uma vez Kuro lhe oferece o braço e caminhando juntos seguirem a um barco que tinha até uma aparência modéstia. Ali Kuro ajudou Layla a subir e deixou-lhe a vontade voltando ao seu posto para esperar o barco que chegava. Estando agora mais alta e olhando Kuro se afastar a jovem finalmente percebeu as pessoas ao redor, que cochichavam umas com as outras conforme Kuro passava e tentavam fazer alguns gestos discretos na direção dela em cima do navio do mesmo.



(20mim)

- Então?? Pronta?... Deixei o Manolo cuidando das coisas pra mim, isso me da umas 4hs.



Layla foi quase pega de surpresa pela nova chegada de Kuro, o jovem moreno de braços fortes ainda sorria e tinha as faces um pouco rubras enquanto olhava para ela, havia um brilho divertido e sincero em seu olhar, mas nem esse brilho foi capaz de desviar completamente os olhos de Layla de uma dupla de senhoras que comentavam algo uma com a outra enquanto apontava descaradamente para a direção do ‘casal’.



NÃO TÃO DISTÂNTE.

Um belo e apessoado jovem se despedia de uma bondosa e inteligente senhora, em seus cabelos havia um pequeno cipó de uma das ervas penduras de dentro da casa. A senhora não soube lhe dizer onde ele poderia encontrar luvas e mascara de gás para trabalhar com venenos. As únicas luvas que ela tinha e usava eram luvas plásticas amarelas de ‘cano’ longo para trabalhar com a terra, mas essas não foram muito do agrado do jovem.



Nas proximidades da ervanaria não haviam muitas pessoas, o sol havia subido bastante, devia ser próximo ao meio dia. Como não via pessoas o jovem decidiu seguir para sua segunda necessidade: O Bar...



POUSADA ARROI-SAL

Havia um grande movimento em frente ao estabelecimento, pessoas carregando tigelas de comida, vasilhames e caixotes saiam de dentro da pousada/saloon e iam para mais adiante na rua, onde Aleister sabia ser a praça central. Outros entravam carregando javalis. Dentro o movimento também era intenso, havia cerca de dez mesas ocupadas, em geral por homens e algumas poucas mulheres. Um homem robusto parecia coordenar as atividades ali, garotas de avental corriam apressadamente entre mesas anotando os pedidos e servindo bebidas. O movimento provavelmente só aumentaria conforme os trabalhadores temporários dos campos parassem para almoçar.



Nota> Geralmente em época de colheita são contratados muitos temporários para agilizar o serviço, esses por vezes não tem moradia fixa na ilha e vem apenas para ganhar um extra, esses são os que enchem o salão.






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