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Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptySab 22 Abr 2017, 21:39

Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Saiko Tako. A qual não possui narrador definido.


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Ayui
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQui 27 Abr 2017, 17:09



...


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A tentação de gastar o resto de dinheiro que sobrava em sua carteira em um último porre, em qualquer bar que ainda lhe aceitasse, ou melhor que ainda não o conhecesse, só crescia a cada passo que ele dava desde que saíra do barraco sujo, fedorento e caindo aos pedaços que chamava de casa, até agora quando procurava por uma loja, tenda ou qualquer tipo de lugar que tivesse um bastão á venda, já que tinha se esquecido que aquele que usava para treinar com seu velho, era na realidade; DO SEU VELHO, e ele não era o tipo de dar coisas de graça, nem para o próprio filho. Saiko até pensou em comprar, mas depois do preço absurdamente alto que lhe foi concebido ele decidiu comprar em algum outro lugar, ou como ele mesmo havia dito:

- Não pago isso tudo nem em rum, e tu acha que eu vou pagar em um bastão? Meu pau! tô vazando. -

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Atualmente já ia pensando no que faria quando encontrasse a maldita loja, SE encontrasse. Primeiramente ele iria tentar barganhar o preço, qualquer fosse este, ficaria fazendo o jogo duro até que recebesse um desconto ou fosse obrigado a comprar pelo preço original, já que provavelmente sua pessoa estaria atrapalhando os negócios, seja pela aparência, seja pela fila que talvez se formasse em suas costas. Caso não tivesse dinheiro ele respiraria fundo e pensaria: "Vou me tornar um pirata mesmo!" enquanto tentaria com um movimento rápido pegar o bastão e sair correndo, procurando algum beco ou coisa do tipo por onde iria se esconder, isso é se nada de mal lhe acontecesse antes. Se o vendedor tentasse fazer força contrária, segurando o bastão de suas mãos, ele tentaria aplicar um golpe contra o sujeito, usando a situação a seu favor, e deste modo movendo o bastão em vertical (ou horizontal, como fosse melhor) afim de desnortear a sua vitima e então criar uma brecha para que ele pudesse fugir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Caso realmente não achasse nada, ai sim faria oque tanto esperava para fazer: Iria encontrar qualquer bar, qualquer buteco ou viela que tivesse bebidas á disposição e tomaria alguns belos goles de Vodka, ou da bebida mais proxima desta, mas não apenas isso, porém também iria ficar atento a qualquer informação que fosse de seu agrado, tais como alguém com bastão, um acontecimento importante e coisa e tal. Não se esquecendo de que uma hora ou outra ficaria bêbado e preferia que isso não acontecesse, mas também não faria grandes esforços para impedir a sí mesmo.

...




xx

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQui 27 Abr 2017, 22:26

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Um peixe puto vale mais do que mil homens - Pag 1 - Ep 1

'' Distanciamento provocado pelo preconceito
Como se nascer assim fosse um defeito. ''

      Já não tirava algum tempo para pensar, vivendo em pura adrenalina. Fui taxado como monstro e abominação, talvez a minha motivação para me tornar um. Relembrar de suas motivações e objetivos havia-se tornado um hábito, criando um combustível para minhas ações - '' Se não posso ser respeitado pelo que sou, farei com que todos me respeitem pelos meus atos '' - a motivação para que praticasse o mal, afinal, em um mundo de corrupção, devemos impor respeito através do medo. Há muito tempo já havia perdido a esperança na humanidade, que julga coisas banais, e ignora o bem. Não me orgulho de meus atos, mas também não faria diferente, pois todos a quem feri mereceram isto, ninguém é santo!

      Há algum tempo atrás, humanos haviam me perseguido. Curiosamente precisavam da minha ajuda, e sem ressentimentos acabei por salvar-los do terrível tubarão de pele branca! Mas, o preconceito continuou, me obrigando a viver nas sombras de Shell Town, havia me apegado de mais, e isto foi o meu único erro.

      Em minha mente pensamentos de ódio e revolução, apesar de por fora estar sempre sorridente, deixando a mostra meus belos dentes serrilhados. Minha forma de andar era algo hilário, pernas aparentemente fracas que mais pareciam fios ao vento, me proporcionavam um jeito tosco de andar. Minha ingenuidade me impedia de julgar alguém, e por isto andava despreocupado. Apesar de minhas perícias com lanças, andava armado apenas com armas naturais, como por exemplo, minhas garras grandes e mantidas com enorme cuidado. A eletricidade era algo habitual, de forma que - mesmo que inconscientemente - liberava em todo condutor qual encostava, o que por vezes me colocou em confusões.


'' Preciso de uma arma, a tempos que não chamo atenção nesse ilhéu miserável ''

     Andava procurando quaisquer lojas de armas que conseguisse encontrar. E se encontrasse iria até o balcão, tentando estipular uma medida para o espaço da loja, determinar possíveis locais de fuga, defesas contra furtos e quaisquer um que pudessem atrapalhar em minhas ações, que inicialmente eram assaltar o local, tanto como matar o balconista. Com uma face despreocupada esperaria camuflar minhas verdadeiras intenções, reparando no porte do lojista para deduzir seu estilo de luta assim como criar em minha mente formas para matá-lo com poucos golpes. Mas, se por ventura o local tivesse uma segurança boa, teria de me contentar com pagar pelo item.
Objetivos:
 

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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyTer 02 Maio 2017, 01:35

Narração

Saiko

            Saiko deixava o que ele carinhosamente chamava de lar, pela primeira vez em sua vida, com coragem para fazer diferente de muitos de sua família que não tiveram essa coragem: aderir à pirataria e viver livre e de seu próprio modo. Ao caminhar pela cidade as pessoas em Shells Town não conseguiam ignorá-lo, pois mesmo com roupas simples o rapaz tinha algo em sua aparência que chamava a atenção tanto das mulheres quanto de homens que por sua vez, se sentiam incomodados com a presença do garoto, que andava errantemente pelas ruas de Shells Town, a procura de um bastão ou de uma taverna para se embebedar.

            O clima de verão de Shells Town fazia com que tudo ficasse bem iluminado naquele comecinho de tarde, o que facilitava a procura de Saiko por uma loja de armas, porém a cada nova rua que Saiko entrava ele se distraía com algo, uma construção bonita, uma árvore grande ou até uma nuvem de formato engraçado era suficiente para tirar a atenção do rapaz, e isso fez a busca pela loja se prolongar um pouco mais do que deveria, porém Saiko achou o que procurava.

           O nome da loja estava entalhado numa grande placa de madeira: Darpen & Ciem. A loja em si era muito rústica, a fachada era toda de madeira, assim como a porta de entrada que ficava no centro da fachada, com duas vitrines expositoras uma de cada lado da loja. E no seu interior, as paredes eram revestidas com um material que parecia ser feito de pedra, e o salão era bem amplo com bastante espaço livre. O proprietário da loja, que estava atendendo o balcão, era muito misterioso, pois estava vestindo uma capa que cobria o seu corpo todo, do pescoço para baixo só era possível enxergar suas mãos, que saiam pelas brechas feitas em sua capa, e seu cabelo comprido era preso no estilo rabo de cavalo. Sua loja era especializada em armas brancas, que ficavam penduradas em expositores espalhados pelas paredes: espadas, ninjaken's, adagas, bastões e muitos outros tipos de armas estavam expostas, cada uma com o seu preço pendurado junto.

          Saiko foi até o bastão de aço que por sinal, era o único que cabia em seu orçamento, 30.000 berris seria um preço justo por uma arma daquele porte. Saiko se dirigiu até o balcão e tentou barganhar com aquela estranha figura que estava atendendo os clientes, porém a primeira resposta que teve foi:

      - Esse é meu ganha-pão moleque, cada centavo de desconto pra você é um centavo a menos pra eu pagar minhas contas!

         Porém Saiko sabia como falar, e continuou tentando ganhar um desconto e a cada palavra de Saiko era possível ver que o balconista estava quase sendo persuadido, talvez pela forma singular que Saiko fala com as pessoas, porém mesmo depois de muita insistência não conseguiu desconto algum, e acabou pagando o preço total do bastão, porém ainda sentia vontade de reaver seu dinheiro de alguma forma, seja lutando ou furtando do proprietário da loja, que ainda lhe provocava e dava risada:

      - Pensa que pode me enrolar, Shihahahaha, você fala bem garoto, mas eu sou muito experiente nesses assuntos!

    Ignorando as provocações e preocupado com sua demora na barganha, olhou para trás, afim de ver se tinha formado uma fila atrás de si, mas ficou surpreso, pois a única pessoa que avistou foi um tritão enguia, que tinha um pouco mais que um metro de altura e dreadlock's azul neon, que o tornavam uma figura que não se vê todo dia. Mas o que importava é que Saiko tinha conseguido sua arma e, mesmo que insatisfeito por pagar tanto, ainda lhe restaram 20.000 berris para beber alguma bebida alcoólica mais tarde.


Fizz

          Fizz andava pelas ruas de Shells Town cheio de pensamentos perturbadores, e o motivo obviamente eram os humanos, que, sem falar nada, apenas com o olhar já conseguiam expressar a abominação que sentiam pelo tritão, tanto por sua aparência quanto pela sua forma de andar nem um pouco ortodoxa. Graças aos vários anos sendo tratado dessa maneira, Fizz havia se acostumado com esse comportamento, e mesmo com muito ódio em seus pensamentos, seu semblante exibia um largo sorriso com dentes serrilhados.

           Enquanto andava, Fizz percebia que alguns homens o encaravam e colocavam as mãos sobre suas armas, como se sentissem ameaçados, enquanto as mulheres protegiam suas crianças, algumas até tampavam os olhos de seus filhos, para que não vissem o tritão, como se ele fosse um monstro, e ainda assim Fizz conseguia ignorar tudo com facilidade, controlar seu temperamento e ainda exibir um sorriso no rosto.

          Cansado de ser tratado dessa forma, Fizz estava à procura de uma lança, para que pudesse ensinar respeito àqueles que precisavam de uma lição, se os humanos não o respeitavam pela sua raça, respeitariam por suas ações. Eles o consideravam um monstro, Fizz não iria decepcioná-los, se é um monstro que eles querem, um monstro eles vão ter.

         Fizz procurava uma loja de armas para assaltar, mas ponderava o caso da loja ter segurança elevada. A procura não iria demorar, se Fizz não fosse extremamente curioso, qualquer coisa que passaria despercebido por outra pessoa, fazia Fizz perder o foco do que estava fazendo, e graças a isso a procura demorou mais do que o necessário, porém foi graças a sua curiosidade também que o tritão encontrou o que procurava, após um tempo. O nome Darpen & Ciem e a fachada rústica daquela loja de armas tinha algo atraente, talvez apenas para os curiosos como o Fizz, porém isso não vinha ao caso.

           Fizz tratou logo de entrar e observar os mínimos detalhes daquele lugar, e percebeu logo de cara, que havia muitas armas expostas, porém só havia uma lança: e era exatamente ela que ajudaria Fizz no início de sua jornada de terror, impondo respeito aos humanos através do medo. A segunda coisa que Fizz observou, foi que as únicas rotas de fuga seriam a porta da frente caso estivesse aberta, e as duas vitrines, porém Fizz teria que quebrar​ o vidro para fugir. Notou também que a frente da loja ficava virada para o leste, ou seja, de manhã havia bastante luminosidade dentro da loja graças ao sol, porém a tarde, era necessário acender velas perto dos expositores de armas, pois o sol se posicionava atrás da loja, e mesmo com as velas, o interior da loja tinha baixa luminosidade por causa de sua decoração rústica e por ter bastante espaço no seu interior. Por fim, Fizz percebeu que no balcão haviam duas pessoas discutindo, um jovem de roupas simples porém de boa aparência e voz diferenciada e um homem sentado atrás do  balcão, Fizz não sabia se era pelo modo de falar ou por causa do timbre do rapaz que sua voz era diferente, e mesmo assim, o rapaz não conseguia convencer o proprietário da loja a lhe dar um desconto, pois o homem parecia muito persistente.

          Fizz não conseguiu perceber se o homem era treinado em combate por ele estar vestindo uma capa, porém não detectou a presença de mais ninguém na loja, além dos dois que estavam no balcão. A voz do homem indicava experiência, até ele mesmo disse ser experiente, porém a brecha para matá-lo estava entregue de bandeja à Fizz, o garoto que estava no balcão estava distraindo o balconista e era tudo o que Fizz mais queria, aproveitar enquanto o proprietário estava distraído para matá-lo de forma rápida, sem muito esforço. O tritão estava com a faca e o queijo na mão, bastava pegar a lança e golpeá-lo, mas só o destino diria se ele sairia bem sucedido daquela loja.

Off::
 

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~A vida é apenas um fenômeno superestimado...~


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- Fala -
* Pensamento *
~ Flashback ~

Objetivos:
[x] Entrar no exercito revolucionário
[  ] Declarar guerra ao governo mundial
[  ] Organizar um ataque à marinha que entre para a história
[  ] Libertar os escravos das mãos dos tenryuubitos
[  ] Obliterar Mariejoa com uma arma apocalíptica
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Shaco'
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQua 03 Maio 2017, 00:28


Humano é tudo vacilão

      Andava pelas ruas de Shells Town, em um começo de tarde. Alguns humanos estavam nas ruas, e fechavam a cara após me ver. Alguns poucos armados preparavam-se ao combate, mesmo assim conseguia manter a calma e prosseguir com meu destino. E tudo ia bem, a não ser o meu senso de curiosidade que apitava a cada esquina, e me faziam perder completamente o foco. Mas, em minha caminhada - que passava a não ter rumo - conseguia achar uma loja rústica. - Darpen & Ciem - pronunciava para mim mesmo, deixando algumas letras escaparem de minha mente. Não possuía quaisquer coisas ofensivas a minha raça, mas precisava fazer algo para ficar conhecido, e tinha como local do meu primeiro grande ato aquela loja de armas brancas. Despreocupado e com um semblante alegre entrava pelas portas de madeira do local, que tinha seu interior revestido por pedra. Logo calculava que por se tratar de um lugar com muita madeira, seria facilmente incendiado.

'' O galpão é uma lata de gasolina, uma faísca e consigo queimar tudo. Aquele muleque, não creio ser uma ameaça, está com um bastão na mão, então deduzo que seja um usuário de Bojutsu. Aquele homem é um completo mistério, mas pelo sobretudo deduzo que seja usuário de armas de fogo, ou talvez um lutador físico utilizador de adagas ou boxeador. Tendo em conta tudo isso eis o que eu vou fazer: Tentarei dar um migué para o homem me achar inferior fisicamente, e no mesmo pularei contra ele, focando tudo o que tiver para acabar com aquilo. Vou tacar fogo também naquele balcão, a chance dele ser atirador e tentar usar o balcão como barricada é grande, e por isto preciso eliminar essa possibilidade. Aquele garoto está tentando um desconto, pretendo fazer com que sua arma saia de graça, isto é, se não interromper em meus planos. ''

      Observava todo o galpão de armas, percebendo que ali haviam predominância de armas brancas, e a única de meu estilo era uma lança comum. Pegava-a e dava inicio ao meu plano, indo em direção ao balcão. Arrastando no chão a arma para dar a impressão que era pesada para mim, e dar um migué no vendedor. Esperaria na fila com uma face cansada, para permanecer com a mentira. Não havia conseguido uma boa leitura do homem potencialmente perigoso, o que me deixava com um pé atrás. E o outro que tentava conseguir descontos, era simplesmente um bosta, não deveria temê-lo, tampouco atacá-lo. Tentava chegar a menor distância possível para inciar o ataque. Segurando a lança com força para arrumá-la na posição ideal a corte, invertendo sua lamina para frente enquanto dava um dash contra o homem, dando início ao combate.


Fight!


      Em meu primeiro ato realizaria um dash, pulando sobre a bancada e no mesmo atacando pontos críticos para os humanos, mais precisamente contra o lado direito do pescoço do homem, com um movimento circular aproveitando do impulso em velocidade e o giro de quadril para fincar primeiramente a lamina de minha lança no lado direito de seu pescoço. Continuaria a cadeia de golpes contra seus braços, mais precisamente o direito, para prevenir ataques além de buscar romper uma das ramificações da artéria aorta para causar danos ainda mais severos, este ataque seria realizado de baixo para cima em diagonal para pegar a axila do homem. Finalizaria com um corte rotatório contra seu pescoço, da direita para a esquerda, parando a sequencia logo em seguida, pulando a outro lado do balcão. Realizaria com as duas mãos uma liberação de descarga elétrica descontrolada contra a madeira da bancada, para causar fogo, e se o fogo surgisse me afastar sorrateiramente pelas prateleiras do local, pois se tudo desse certo o homem sangraria até a morte.

      Se por acaso em quaisquer situações o homem investisse contra a minha cabeça e/ou torço, abaixaria prosseguindo com os movimentos de ataque padrões. Se o homem tentasse investir contra membros inferiores pularia para esquivar e continuaria com o procedimento padrão (retratado acima).
 
♦ IMPORTANTE ♦ escreveu:
Técnica Usada:
 
Status:
 
Objetivos:
 

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Ayui
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQua 03 Maio 2017, 15:47

— Eu não gosto de ninguém.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era de fato muito estranho como o mundo moldava o destino das pessoas, fazendo seus caminhos se cruzarem, antigos amigos se reencontrando na fila do pão, pessoas que se trombando na rua e a partir disso criando um forte relacionamento, efeitos borboletas e todas essas outras bobagens ocorriam toda a maldita hora, com todo mundo, mas ao que aparentava Saiko era uma pedra no meio desse rio de coincidências, dado as circunstâncias de que nada de mais acontecia em sua vida, bom não até que ele fizesse oque sempre sonhara: Ir aos mares. Todavia isso é assunto para outra hora, agora o garoto se concentrava em observar aquele estranho ser que adentrava a loja a pouco e agora estava a poucos passos de suas costas.

"Mas que diabos é esse bixo? Parece um resto de aborto filho de um par de peixes bolha com algum tipo de síndrome... Nojento. Deve ser um daqueles, como é mesmo? Tridão? Sansão? Sei lá,
aqueles carinhas metidos a malandrões, não sei, esse pode não ser retardado, mas melhor ficar de olhos abertos."


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foram estes os pensamentos que surgiram na sua cabeça quando viu pela primeira vez aquela criatura viscosa e totalmente negra. Como foi dito, ou pensado: Ficaria atento aos movimentos daquele pequenino, afinal toda a fama que os tritões tinham não devia ser por nada. Aproveitaria que já estava com o bastão em mãos e ficaria de prontidão para defender aquele vendedor, talvez conseguisse um desconto e vamos ser sinceros, ele parecia boa gente por mais que tivesse ignorado todas as ofertas que tivesse proposto. Caso houvesse um avanço drástico ele tentaria interferir com seu bastão, um belo golpe no estômago, ou no lugar onde deveria ter um. Qualquer outro tipo de situação apenas tentaria mandar "AQUILO" longe com uma bela "tacada"

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Claro, talvez não acontecesse nada e aquela criatura fosse diferente das outras, nesse tipo de situação o barbudo apenas iria pagar a quantia que lhe fora proposta pelo bastão de ferro, 30 mil... oque era muito bom visto que mais tarde poderia tomar uma gelada. Em seguida iria sair daquele local sem nem se despedir do balconista.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já estava ficando na hora dele aprender a meter pressão, em qualquer um, seria uma boa pericia para um pirata, esta e a outra que planejava a "pegar" com alguém do porto, que era nada mais nada menos que aprender a navegar.




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Yamazaki Raizo
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQua 03 Maio 2017, 17:06

Saiko e Fizz

                Tudo aparentava estar calmo, e ser mais um dia normal dentro daquela loja, Saiko tinha conseguido comprar seu bastão e ao se virar, se deparou com Fizz olhando atentamente para o interior da loja com uma expressão de tensão no olhar.

         "Mas que diabos é esse bixo? Parece um resto de aborto filho de um par de peixes bolha com algum tipo de síndrome... Nojento. Deve ser um daqueles, como é mesmo? Tridão? Sansão? Sei lá,
aqueles carinhas metidos a malandrões, não sei, esse pode não ser retardado, mas melhor ficar de olhos abertos."


                 Saiko pensou nisso e se preparou caso Fizz o atacasse ou atacasse o proprietário da loja, pensou em defender o homem para ganhar os seus tão preciosos descontos pela arma. E irônicamente, atacar o dono da loja era exatamente o que Fizz faria. Após Fizz decorar em sua mente cada detalhe da loja, ele fitou a lança que estava ao seu alcance num expositor na parede e se pôs a andar em direção da lança. E o homem do balcão, também achando estranho o comportamento de Fizz disse:

                  - Ei, nunca tive problemas com a sua espécie, pela sua cara da pra ver que você ta esquentadinho, então ja vou avisando, não encoste no que não for comprar moleque!

                  Saiko apenas observava o tritão andar do seu jeito cômico até a lança, e o garoto segurava firme seu novo bastão atento aos movimentos do tritão. Fizz chegou até a lança, e a retirou do expositor, atuando como se estivesse com dificuldades para segurá-la, e a arrastou no chão uns dois passos na direção do balcão. Saiko e o proprietário se entreolhavam com uma cara de surpresa e curiosidade, sem saber o que o tritão planejava, até Fizz começar seus movimentos.

                  Fizz iniciou um dash e saltou pra cima do balcão, Saiko pode acompanhá-lo com os olhos e ensaiar uma tacada, que passou centímetros ao lado da cabeça do tritão, Fizz também ficou surpreendido por ter sido atacado por Saiko, mas não parou seus movimentos.

                  Uma vez em cima do balcão, Fizz tentou golpear o dono da loja no pescoço, usando sua nova arma, e para sua surpresa, o homem se esquivou do golpe mesmo estando sentado numa cadeira alta atrás do balcão. Ao arcar com o corpo para trás, o homem conseguiu se livrar do primeiro golpe de Fizz, porém o tritão era habilidoso e conseguiu acertar o segundo golpe na axila direita do homem, abrindo um rasgo em sua capa, Fizz continuou sua investida com um golpe giratório com a lança, visando acertá-lo no pescoço, porém como o homem estava levemente arcado para trás, Fizz acertou-lhe o peito, cravando a lança no corpo do adversário. Fizz finalizou seu movimento com um salto para o outro lado do balcão, usando a lança fincada no peito do homem como apoio, e fez uma descarga de energia elétrica proveniente do seu corpo na madeira do balcão, afim de incendiar a loja.

                  Até esse momento, quase tudo o que Fizz tinha planejado havia dado certo, por um ínfimo momento Fizz achou que seu plano havia funcionado e tudo estava acabado, porém, seu plano começou dar errado quando ele percebeu que a madeira da loja inteira era revestida com uma material parecido com verniz, e a descarga elétrica apenas fez o lugar onde Fizz tocou escurecer um pouco e cheirar queimado. Logo em seguida, Fizz olhou para seu oponente, que estava cabisbaixo e com a lança fincada em sua capa e provavelmente no seu corpo, aparentando estar morto. Mas Fizz percebeu que o oponente estava sorrindo.

                   - Shihahahahaha... SHIHAHAHAHAHAHAHA!!! PENSA QUE VAI ME MATAR SÓ COM ISSO, SEU MOLEQUE!!!

                   O homem berrou essas palavras, e ainda sentado, com a lança fincada no seu peito, ele gritou:

                    - DIEM, PODE FECHAR A PORTA!

                   Após dizer isso, Fizz e Saiko não tiveram tempo nem de virar o rosto, apenas ouviram um som de vento passar por eles muito rápido, saindo do fundo da loja e se movimentando até a porta. Puderam apenas ver um vulto com a visão periférica, e ao olhar para a porta, um homem, de idade levemente avançada, com um traje ninja e um bastão na mão, fechava a porta e encarava os dois, assumindo posição de batalha.

                    Fizz voltou sua atenção para o homem no balcão, mesmo ainda estando surpreso com o que aconteceu, e ficou mais surpreso ainda, quando o homem se levantou da cadeira e tirou sua capa, rasgando-a com violencia. Todo seu corpo embaixo da capa era protegido por uma armadura reluzente. A lança de Fizz, na verdade, primeiramente apenas resvalou a armadura nas axilas e estava superficialmente cravada em sua armadura, sem fazer nenhum dano ao corpo do homem.

                     Fizz ficou tão surpreso que apenas arregalou os olhos e não soube o que fazer, o homem investiu com a mão direita na direção do seu pescoço, mas Fizz abaixou-se, esquivando do golpe, então o homem segurou o tritão pelos dreads e atirou Fizz contra a parede, que caiu no chão com algumas armas caindo sobre si.

                     Saiko também muito surpreso, observava e tentava processar o que aconteceu ali, pois tudo aconteceu muito rápido, então o homem de rabo de cavalo, tirou uma lança enorme debaixo do balcão, e saltou por cima de Saiko, se posicionando ao lado do ninja que tinha chamado e começou falar:

                     - Depois de muitos anos disfarçando nossos nomes com essa loja, finalmente vamos ter um pouco de ação gracas à vocês dois. Finalmente a dupla de ex-piratas Carpe & Diem vão tirar a ferrugem do corpo!

                     E o ninja, que até então não tinha se pronunciado, falou à Saiko:

                    - Eu sinto muito garoto, mas não podemos deixar nosso disfarce ser descoberto, vamos matar você também!

                    O destino daqueles dois jovens surpreendeu-os naquela tarde, eles teriam que lutar para sobreviver, os oponentes pareciam habilidosos, então deveriam tomar cuidado com cada detalhe, com cada brecha, com cada possibilidade que poderia acontecer, a situação estava feia e só depende deles se vão sair vivos dali ou não.

Carpe:
 

Diem:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptyQui 04 Maio 2017, 13:42

— A Confusão que sempre vem até a mim.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu poderia dizer para qualquer um que me perguntasse o porque de eu sempre estar machucado, sempre me envolvendo em brigas e como resultado disso sempre parecendo um boçal raivoso, mas a minha resposta não seria nada convincente, poderia realmente ser real mas quem acreditaria que só hoje eu já tinha encontrado um mini tritão que sem mais nem menos fez exatamente oque eu esperava, atacando o balconista que estava coberto por aquele manto e até agora parecia ser apenas um velho senhor, mas na verdade se mostrou alguém... Mais novo. Levando uma semi tacada (confesso que errei feio) e sem mais nem menos: PAM! A situação mudou da água pro vinho e do vinho para o Rum, mostrando que aquele vendedor era qualquer coisa, menos indefeso ainda mais quando o segundo homem apareceu do nada, como uma assombração e sem mais nem menos se apresentaram como uma dupla pirata: Carpe & Diem. A mesma dupla que agora ameaçava a minha vida e a daquele "peixe fora d'água energético" sem quaisquer motivações, quer dizer, pelo menos para tentar me matar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eu realmente me encontrava muito confuso naquela hora, observando com um ar de questionamento: "Afinal, isso é real?" era um dos pensamentos que me vieram naquela hora, este os outros dois que envolviam a aparência dos ex-piratas: "Um parece algum tipo de Samurai bombado de armadura, e o outro..."

- Tá fantasiado de ninja? -


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]as palavras saiam da boca do garoto magicamente, se mesclando com seu devaneio. Pelo menos tinha falado com um ar de arrogância e desdém que junto de sua voz grossa era de certo que passara uma impressão de superioridade.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nem tinha processado direito toda a situação, se era algum tipo de piada ou não, quando percebi que se era uma era de mal-gosto, já que aparentemente a luta que estava a acontecer se baseava em dois lados: Tritão e Eu versus Dois mongóis e esta seria travada com sede de morte, pelo menos por parte dos outros três porque do outro lado estaria eu lutando apenas no intuito de desmaiar aqueles piratas e mais tarde descobrir se eles tinham algum navio ou qualquer coisa que me fosse útil. Porém tinha que ficar atento ao tritão que tinha sido lançado longe e talvez mais tarde se voltasse contra a minha pessoa, só conseguia pensar em um modo de evitar isso:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Iria pular para trás, recuando e recuando até chegar perto o suficiente do tritão para oferecer meu bastão para que ele se erguesse, seja positiva ou negativa a ação que talvez viesse de sua parte, eu iria dizer;

- Por hora estamos do mesmo lado, que tal cooperar? -

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seguida iria partir para a ofensiva quase que total, ignorando os movimentos do pequeno peixe, isso é claro se ele não tentasse me atacar antes de mais nada, caso o pior acontecesse eu iria tentar esquivar para o lado (mais especificamente direita) e tentaria novamente acertar uma "tacada" no bichinho, no intuito de o lançar até Carpe e redirecionar seu alvo. Mesmo se isso não acontecesse (em qualquer sentindo) eu iria deixar claro o meu oponente naquela luta o velho ninja estranho: Diem.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na luta contra ele eu iria primeiramente me aproximar do mesmo, á ponto de chegar perto o suficiente para, sem dizer nada, desferir um golpe vertical, de cima para baixo, utilizando todo o impulso que meus quadris podiam gerar e tentar dessa forma acertar um belo e forte golpe no queixo do velhote, o intuito era obviamente desmaiar o mesmo, algo que eu não acreditava que seria possível tão facilmente, mas se ocorresse seria muito bom, já que eu poderia encerrar a minha parte naquele momento.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como eu já disse minha estratégia seria quase que totalmente ofensiva, mas no minimo caso de defesa ela seria simples e na verdade nem seria realmente uma defesa e sim uma evasiva para trás visando esquivar dos golpes que lhe fossem desferidos e junto disso tentar cansar o inimigo. Afinal, eu ainda não queria morrer, não hoje!





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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptySex 05 Maio 2017, 00:17


Humano que cai na minha mão, vira estatística.

Estava armado, e o meu migué havia dado relativamente certo, o lojista e o garoto haviam sido devidamente surpreendidos, apesar de já esperar por ações agressivas por minha parte. — Ei, nunca tive problemas com a sua espécie, pela sua cara da pra ver que você ta esquentadinho, então já vou avisando, não encoste no que não for comprar moleque! - talvez por sua experiência, o homem já possuía um sexto sentido que lhe indicava confusão,e curiosamente este estava apitando sem parar quando me viu. O garoto que outrora havia ignorado mostrava-se hostil erguendo seu bastão como para lutar. E então, a verdadeira ação realmente começa. Pulo sobre o balcão, e o humano que pensava ser um bosta, se mostrava ser mais bosta ainda errando uma tacada que parecia ser relativamente fácil - '' Errar um alvo parado, só poderia ser humano uma desgraça dessas. '' - entre pensamentos de ódio e de como matar os dois humanos este era o que dominava, tinha pena do rapaz, que era um número sem quantia, uma palavra sem significado, um humano mais inútil do que o normal.


'' Humano é tudo estrume, pra começar não deveria nem ser considerado população. ''


Voltando a realidade prosseguia com meus movimentos, depois aquele show de inutilidade. O homem de capa demonstrava bons reflexos projetando seu corpo para trás e escapando do primeiro golpe, mas aproveitando-me de meu claro senso de acerto acabava por acertar um corte ascendente na axila do homem e logo em seguida perfurar seu torço, finalizando a técnica que havia desenvolvido. Pulava para trás utilizando a minha lança cravada como apoio, e no mesmo aterrissava no outro lado da bancada de madeira. O próximo movimento foi o início de todos os meus erros, a madeira era revestida com uma espécie de líquido o que tornava mais complicado de atear fogo, frustando minha ação. O homem permanecia com a lança cravada em seu torço, estava sentado e aparentava estar morto, mas em sua face estava estampado um largo sorriso, sorriso este responsável por denunciar que a batalha estava apenas no começo. - Shihahahahaha... SHIHAHAHAHAHAHAHA!!! PENSA QUE VAI ME MATAR SÓ COM ISSO, SEU MOLEQUE!!! Diem pode fechar a porta!!! - era o que dizia, mesmo após levar um combo devastador de minha lança.

Um vulto completamente desconhecido passava por minhas costas, extremamente rápido trancando a porta do estabelecimento. O homem aparentava ser um pouco velho, e trajava roupas pretas como um verdadeiro ninja, carregando um bastão grande e grosso em suas costas. Em sua cabeça estava um simbolo em uma bandana metálica, assim como fitas em tecido que saiam de seu gorro até o chão. O velho parecia assumir posição de ataque, o clima ficava ainda mais tenso com a chegada daquele novo personagem - um tanto peculiar devo acrescentar.

Retomando minha atenção para o homem aparentemente ferido o mesmo usou da surpresa para me atacar, levantando-se da sua cadeira e rasgando sua capa com violência. Por de baixo da capa algo surpreendente: Uma armadura de metal reluzente. Meus golpes pareciam não ter feito quaisquer danos no homem, ou em sua armadura. Arregalava os meus olhos, a luta que antes havia declarado como fácil havia tomado outro rumo completamente diferente de que imaginava, e estava em clara desvantagem, eram três contra um, ao menos era o que pensava naquele momento.

O homem que havia atacado tentou investir contra meu pescoço, e como um ato de puro instinto conseguia abaixar, mas com isto abria espaço para que o maldito pegasse meus dread's e me lançasse para longe, mas precisamente sobre uma parede. O impacto fazia com que armas dos mais diversos tipos caiassem sobre mim. Ainda estava levantando, então não pude ver muita coisa antes de que o humano aterrissasse no chão portando uma lança. Estavam ambos lado a lado, tive o cuidado de segurar minha arma enquanto fura lançado, e ela estava no chão, assim como outras que não me interessavam. Segurava minha lança, e com apoio da mesma levantava-me colocando meus joelhos e logo depois erguendo e esticando minhas pernas para manter-me de pé, o homem que dizia ser um pirata começava anunciando seus nomes, e minha intenção era interromper-lo gritando: - Eu não perguntei, KAKAKAKA, TROLEI VIADO! Esse cara é muito marica mesmo, já era pra estar morto se não fosse por esse tampa cu que ele chama de armadura. Esses humanos são a escória dos mares. De todos os lugares que passei, e de todas as espécies que conheci vocês são a mais bosta! KAKAKAKAKA, bom, vou ensinar a vocês como é que se luta, e depois grandão, vou usar o cabo dessa arma pra te molestar! Vou matar os dois e pegar a recompensa, não que eu seja melhor que vocês, mas vocês como comerciantes devem saber, dinheiro é dinheiro.

O garoto que tentava me bater, se aproximava, empunhando minha lança desferiria um corte sobre o seu bastão, afim de prevenir quaisquer ataques, o garoto antes havia me atacado, e não daria outra chance para o mesmo. — Por hora estamos do mesmo lado, que tal cooperar? - De certa forma aceitava o convite do jovem, mas não falaria absolutamente nada, me negava a abrir a minha boca para um humano se não fosse para caçoar ou prejudicar-los, entretanto balançava a minha cabeça verticalmente para demonstrar minha decisão, recompunha-me e respirava intensamente fechando os olhos e aproveitando a sensação ao máximo. A ideia era utilizar apneia para aumentar minhas capacidades físicas ao extremo e abranger assim melhores resultados. Após um tempo para mim mesmo partia em velocidade máxima com um dash em linha reta, relacionando possibilidades e como passar a defesa do homem, usaria de combinações entre minha estatura e meu acerto elevado para passar a guarda do homem.

'' Ele claramente é mais forte, e sua armadura cobre todo o seu corpo, tenho que acertar na cabeça se quiser matar esse cara. Outro ponto importante é que ele usa lança, e pelos meus conhecimentos nessa arma provavelmente teria de trabalhar estocadas para atingir um alvo pequeno e em movimento, levando em conta seu tamanho. Movimentos circulares com um alvo vindo em sua direção não seriam algo muito esperto de se realizar. Uma outra proposta é que ele use de movimentos ascendentes ou descendentes, seria uma ótima ideia visando um alvo menor. ''


Com tudo em mente começava a realizar meus movimentos, a proposta era esquivar ao máximo para que se torne quase impossível uma reação. Começaria tentando ler o primeiro movimento do lanceiro, se por acaso fosse um ataque em estocada de cima para baixo pularia usando a própria arma como apoio para pular e em seguida tentaria uma estocada no centro do crânio do cavaleiro.

Se por acaso o homem realizasse golpes descendentes ou ascendentes adequaria-me pulando (em caso de ascendentes) em cima do cabo da arma para usar o impulso do próprio golpe para mirar em uma tentativa de estocada o crânio do homem. Entretanto se o homem realizasse golpes descendentes tentaria esquivar-me em um dash para o lado colocando força em minhas pernas em um impulso para encaixar a lamina de minha lança de baixo para cima contra seu crânio. Se o homem realizasse movimentos circulares com sua arma pularia e no mesmo tentaria fincar minha lança em seu crânio em uma estocada de baixo para cima. Se o homem tentasse atacar-me sem a sua arma ignoraria o golpe, apostando o comprimento da lança para que tentasse fincar a lança em seu crânio.

Se por acaso o cavaleiro conseguisse por quaisquer métodos bloquear meus movimentos me afastaria preparando esquivas para eventuais ataques.
 
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MensagemAssunto: Re: Capitulo 1 - Jogue-se ao mar!   Capitulo 1 - Jogue-se ao mar! EmptySab 06 Maio 2017, 01:50

Saiko e Fizz estavam encurralados, a tensão da batalha deixava o clima pesado dentro da loja. O sorriso de Carpe exalava sua excitação pela batalha, e a expressão séria de Diem indicava sua determinação em impedir que o disfarce da dupla de ex-piratas fosse revelado ao mundo. Diante dessa situação, os dois jovens que tiveram seus caminhos cruzados pelo destino fizeram a decisão mais sensata: unir forças contra a dupla ameaçadora, ou pelo menos tentar não lutar um contra o outro por enquanto.

       Depois da apresentação de Carpe, Fizz disparou suas palavras "carinhosamente":

       - Eu não perguntei, KAKAKAKA, TROLEI VIADO! Esse cara é muito marica mesmo, já era pra estar morto se não fosse por esse tampa cu que ele chama de armadura. Esses humanos são a escória dos mares. De todos os lugares que passei, e de todas as espécies que conheci vocês são a mais bosta! KAKAKAKAKA, bom, vou ensinar a vocês como é que se luta, e depois grandão, vou usar o cabo dessa arma pra te molestar! Vou matar os dois e pegar a recompensa, não que eu seja melhor que vocês, mas vocês como comerciantes devem saber, dinheiro é dinheiro.

      Enquanto Fizz falava, Saiko se aproximou do tritão lentamente, estendeu seu bastão para ajudá-lo a se levantar e disse:

      - Por hora estamos do mesmo lado, que tal cooperar?

         Como resposta, Fizz deu uma lançada no bastão de Saiko e se levantou sozinho, mas o tritão também percebeu que unir forças seria inteligente, então acenou com a cabeça positivamente para Saiko. Logo após a resposta positiva do tritão, Carpe exclamou:

      - Ei seus borra-botas, não esqueçam que ainda estamos aqui!

       Não precisou Carpe falar duas vezes para Saiko iniciar seus movimentos ofensivos. O garoto partiu pra cima do ninja usuário de bojutsu, e sem dizer nada investiu com seu bastão de cima para baixo, afim de acertá-lo na cabeça, mas o ninja era ágil como um símio, e se esquivou do golpe, fazendo um pêndulo com seu corpo para trás e depois lateralmente. Após esquivar-se, Diem contra-atacou Saiko com uma estocada usando seu bastão, mirando no plexo do garoto, que também foi ágil e se esquivou pulando para trás e afastando-se do ninja.

      Ao mesmo tempo que Saiko e Diem trocavam golpes, Fizz também avançava contra Carpe, que por sua vez, se deleitava com o prazer da batalha.

       - Vem tampinha, vamos ver do que você é capaz! Shihahahaha!

        Fizz avançou rapidamente, à sua velocidade máxima e Carpe pode acompanhá-lo com os olhos. O homem tentou uma investida giratória com sua lança, mas Fizz esquivou-se no último segundo, saltando por cima da arma de Carpe, e continuou avançando, surpreendendo seu oponente, que ficou impressionado com a agilidade do tritão.

      Ao aproximar-se, Fizz investiu com a lança de baixo para cima, mirando na cabeça do seu oponente, e novamente Carpe arcou seu corpo para trás, esquivando-se da estocada de Fizz, porém dessa vez, mesmo com a esquiva, Fizz conseguiu acertar o supercílio de Carpe, abrindo um corte leve mas que fez sangrar.

         Ao atacar a cabeça de Carpe Fizz abriu sua guarda, e mesmo ferido no rosto, o ex-pirata não pensou duas vezes para atacá-lo de baixo para cima com sua lança. Fizz mostrou-se ágil novamente e usou a ponta da lança de Carpe como apoio para pular para trás, afastando-se e se recompondo na batalha.

        Diem olhou para o parceiro e disse:

       - O tritão sabe mesmo como brandir aquela lança, ein ?! Ele não te lembra alguém Carpe ?

        E Carpe respondeu:

       - Sim, ele é exatamente igual. Seu oponente também lembra alguém, não ? Você acha que eles merecem presenciar a Dança da morte ?

       - Eu acho que se nós não formos com tudo, pode ser que não vençamos Carpe. Vamos mostrar à eles!


       Após Diem concordar com Carpe para fazerem o que misteriosamente chamaram de Dança da morte, o ninja segurou com a mão esquerda no cabo da lança de Carpe, bem próximo à ponta da lança, e Carpe segurou sua lança com as duas mãos na extremidade oposta à que Diem segurava. Quando assumiram essa posição de batalha Carpe quase não se continha de emoção e só conseguia rir, enquanto Diem estava mais sério do que nunca, determinado à acabar com o embate no próximo movimento.

        Carpe começou girar sua lança e Diem acompanhou correndo na mesma direção e ainda segurando na lança. Ao pegar uma certa velocidade, Diem pulou e Carpe começou girá-lo junto com sua lança, chegando a uma velocidade incrível. Diem segurou firme seu bastão com a mão direita, e ao chegar no ápice da força cinética que eles produziam girando, Diem se soltou e foi lançado por Carpe  violentamente na direção de Fizz, com intenção de acertar uma estocada devastadora no pescoço do tritão usando seu bastão. E simultaneamente, assim que Diem se desprendeu da lança de Carpe, o ex-pirata arremessou sua arma na direção do tronco de Saiko, aproveitando a força esmagadora que a dupla criou com a técnica giratória.

       Até esse momento, Fizz e Saiko tinham se mostrado atentos na batalha, para quaisquer ataques da dupla, mas não tinham ponderado o caso deles terem uma técnica cooperativa. Os dois jovens estavam à um microssegundo de viver ou morrer, a escolha que fizessem decidiria o êxito ou a desgraça.

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