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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A ambição da Corte! Salvem Cedric!

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MensagemAssunto: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQui 06 Abr 2017, 18:34

Relembrando a primeira mensagem :

A ambição da Corte! Salvem Cedric!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Leonarda München e Laith Kinder. A qual não possui narrador definido.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQua 24 Maio 2017, 11:52



   
Leona

Guerreira Radiante!!


- Sinto muito. - respondeu a garota e depois disso deixou Leona ficar em silêncio.  As vezes Leona percebia que Lena a olhava, parecia querer poder dizer algo, mas permanecia em silêncio respeitando o silêncio da amiga.

Lá de fora os cascos dos cavalos eram os sons mais marcantes, pela hora que era o movimento nas ruas já era menor, mas ainda assim ouviam-se pessoas falando, ou musica quando passavam frente a algum bar. O movimento diminui conforme se afastavam do porto e adentravam as áreas mais residenciais.

Chegaram ao ponto que só os cascos dos cavalos começaram a ser ouvido, o relinchar ocasional e alguns comentários que as criadas sentadas do lado de fora da carruagem trocavam entre si. Reclamações sobre a cozinheira, ou sobre alguns dos rapazes que trabalhava na propriedade serem atraentes.

Foi nesse silencio que Leona viu a carruagem sendo parada, nesse mesmo instante seu coração gelou. E pensamentos sombrios de um passado recente passaram por sua cabeça. Lena estava já se espichando para perguntar o que havia acontecido quando Leona a impediu.

Abrindo a porta da carruagem a jovem esticou-se para fora. Estavam parados em uma rua larga deserta, os seguranças estavam em volta da carruagem, mas logo Leona percebeu que olhava todos em uma mesma direção, erguendo sua visão pode perceber que a algumas quadras naquela direção à noite estava iluminada em um laranja vivo, e se concentrando mais podia ouvir alguns gritos abafados de pedido de ajuda.

A fumaça serpenteava para os céus noturnos criando desenhos disformes. A situação embora distante parecia clara, alguma residência estava em chamas. Uma analise mais funda mostraria a Leona que já estavam em um bairro residencial rico, grandes pátios e casas suntuosas. Portões duplos de ferro, uma ou outra casa com algum vigia a frente das portas internas.

Com a demora de Leona a voltar Lena se espichou também para fora da carruagem.

- Não é pra lá a propriedade do Marcos?
- Sim, senhorita. Parece ser a casa da família Gedrix. Eles vieram no mesmo navio que a senhorita, os primos de Shells Town. A senhorita deve imaginar o motivo.
- Sim, posso sim. Você pode mandar alguém pra ajudar Drack?  
- A sua segurança é mais importante senhorita.
- Você vai estar aqui ainda não vai? E já estamos perto.
- Como desejar.

Com um gesto simples quatro homens da guarda de Lena partiram. Podia uma outra família estar em perigo, podia Leona ir ajuda-los. Talvez lá encontrasse os membros da corte. Lena até o momento estava segura.

No entanto.... Se ela fosse até lá o que Drack notaria? Que julgamento ele iria fazer? O destino tinha meios de maltratar as pessoas.. Caminhos que não podiam ser trilhados em simultâneo, caminhos com escolhas difíceis. Assim só restava a Leona imaginar que aquilo era só um incêndio acidental e que não estava deixando uma família ser sequestrada bem ao seu lado.

- Vamos prosseguir. Senhorita? --- - Sim, claro.

Lena voltou a entrar na carruagem, e Leona seguiu atrás.

Um caminho de quase 100m separava a porta principal do portão externo, um jardim de grama bem aparada e com canteiros de flores baixas. Uma estradinha de pedra que acabava em uma ‘rotula’ frente à escadaria de acesso. Outros criados estavam em frente a porta.

Spoiler:
 

Drack abriu a porta e Lena saiu primeiro, agradecendo começou a ir para dentro.

- Vou mandar providenciarem o quarto de hospedes para ela. - anunciou ele enquanto elas partiam.

- Alfred não está?

- Ele está executando um serviço para o seu tio, senhorita, então providenciarei as coisas em sua ausência.

- Uhmm, tá. Podem levar algo pro quarto?

- Certamente.

Com isso Lena começou a guiar Leona pela mansão, subiram escadarias internas logo que passaram pela porta de entrada e o hall de entrada. O segundo andar tinha o centro aberto de modo que se via todo o hall de entrada de lá. Portas em espaços iguais se espalhavam por todo o andar.  Corredores seguiam para a direita e esquerda, dando em mais portas. Foi ali, para o lado leste da mansão que Lena puxou Leona.

- Você acha que eles estão bem? - Dizia abrindo a porta de seu quarto.



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQua 24 Maio 2017, 20:29


Refletindo sobre a minha história, Lena ficou um pouco mais sentida, respeitando aquela ausência que minha mãe fazia. A nobre garota era também muito gentil, eu apreciava bastante isso. Assim que eu terminava o conto, Lena proferia palavras de conforto, as quais eu recebi com carinho e respondi, pedindo para que não se preocupasse.

- Não tem problema, meu pai compensou toda a falta da minha mãe. - sorri, um pouco receosa de ter deixado o clima mais melancólico do que o necessário.

Decidi aproveitar o momento. Sentar naquele banco almofadado era magnífico, e fiz o máximo para ficar relaxada, assim como a minha parceira de viagem. Deslizava delicadamente os dedos sobre os bordados, sobre os detalhes da costura da almofada, encostava e recostava o dorso, as pernas, os braços, a lateral do corpo, a cabeça. Minha real vontade era de deitar e dormir, mas o dever me chamava, eu sabia que não era profissional fazer aquilo. Ao som rítmico do cavalgar, continuei a viagem com a mocinha, partindo para um lugar ainda desconhecido, mas que eu sabia que era meu próximo palco para o trabalho.

Finalmente o som rítmico dos cascos se tornava também unânime. Estávamos em um lugar mais afastado, mais calmo, residencial. O barulho dos cavalos era um tanto quanto hipnotizante, e involuntariamente eu batia os pés alternadamente, seguindo a batida que os equinos ditavam. Me concentrando no som e na frequência dos toques das patas no chão, pude perceber que a carruagem, em certo momento, parava. Era o que eu temia naquele instante, e pelo jeito, Lena também.

Antes que Lena colocasse a cabeça para fora, consegui impedi-la com a palma da mão aberta, declaradamente dizendo: PARE!

- Deixa isso comigo. Fique aí!

Averiguei o que estava acontecendo assim que abri a porta da carruagem. Homens de pé na rua, que só não estava deserta por nossa causa, olhando para o que estava acontecendo um pouco mais adiante. Um fogaréu mandava para o alto a cortina de fumaça disforme, que desenhava coisas abstratas no céu. Fiquei alguns instantes do lado de fora, olhando para a vizinhança e para o que acontecia mais adiante. Definitivamente estávamos em um bairro de ricos, e demorei mais ainda para entrar por conta de estar atônita com o luxo e dinheiro esbanjado na arquitetura e nos vigias.

Lena não conseguiu segurar a curiosidade e saiu da cabine também. Drack surgiu do submundo para responder as perguntas da ama, e, pelo visto, aquela era a casa de uma outra família com nome difícil - coisa de ricos. Lamentava não poder estar presente para impedir o ataque, mas não era o fim: eu resolveria aquilo em escala total. Eu acabaria com aquela corte. Um por um. Pegaria a recompensa de cada um dos safados sequestradores, e me consagraria como um verdadeiro ícone de justiça. Eram planos ousados, um pouco superficiais à primeira vista, mas eram nobres.

Eu não estava sendo uma idiota superficial que só quer fama e dinheiro. Eu queria fama e dinheiro, mas também queria as oportunidades de fazer o bem que a fama me traria. Se eu fosse conhecida por ser uma pessoa competente na marinha, seria requisitada para missões mais importantes, ou seja, conseguiria fazer justiça em um patamar maior e que atingiria mais gente. Eu queria remontar a imagem de protetora que a marinha costumava ter, e, querendo ou não, buscar a fama era uma das formas.

Voltando ao que realmente importava, senti um gosto de impunidade subindo pelas minhas entranhas e cutucando a minha língua. Será que aquele grupo que estava escoltando os outros nobres foram as vítimas daquele ataque? Era muito pior encarar uma tragédia quando se sabe quem são as vítimas. Eu, naquele momento, conseguia entender os médicos que mal olhavam nos olhos de seus pacientes. Conhecer os pacientes era um risco sentimental. Isso me fazia refletir sobre minhas atitudes. Por que eu me importava tanto com Cedric? Por que eu me importava tanto com Lena? Se algo acontecesse com eles, como eu ficaria?

Pensando nesse motivo - e em outros milhares -, recusei a oportunidade de ajudar os seguranças de Lena na casa dos nobres atacados. Essa decisão era ambígua. Eu não queria laços com outros riquinhos, mas ao mesmo tempo, não me distanciava de Lena justamente por ela ser quem ela era: alguém que eu me importava. Não tive coragem de me distanciar de Lena nem de me aproximar de um outro alguém. Era uma droga ser sentimental. Eu sou uma falsa machão. Por dentro eu sou uma menininha emotiva e apegada.

Voltamos para a carruagem e rumamos a mansão.

Eu falei mansão? Sim eu falei mansão.

Erro meu.

Rumamos o palácio Machiar.

O portão se abria para o jardim botânico, ou como Pewl Machiar chamaria, "jardim de casa". O palácio se erguia na frente, branco com muito vidro e luxo. Minha maior batalha no momento era a inveja. Lena não parecia ligar muito, afinal, estava acostumada. Eu, entretanto, quase explodi de alegria quando disseram que me arranjariam um quarto de hospedes. Como seria morar numa casa daquelas? Era uma pergunta que seria respondida em breve. Por pelo menos algumas horas eu seria uma princesa. Era hora de aproveitar.

Não encontrei o famigerado tio de Lena, mas encontrei dezenas de portas pelos corredores da enorme casa. A loira me puxou para um corredor mais distante, onde provavelmente ficava o meu quarto. Quarto! Eu queria muito um quarto. Eu estava mal acostumada trabalhando com ricos. Decidi que daria atenção à Lena e não ao dinheiro de sua família - apesar de tentador. A garota parecia realmente preocupada com os Gedrix, mas não havia nada que eu pudesse fazer, eu fui obrigada a ser curta em minha resposta.

- Você acha que eles estão bem?

- Não sei. Só vamos saber isso quando eu descobrir o esconderijo da corte. Laith... Ele seria uma grande ajuda agora. - e a penúltima palavra desse período me lembrou uma coisa - Espada. - segurei Lena pelos ombros e olhei em seus olhos -
Como é o nome daquele Drackzete? Gordon. Gregory. Gragas. Aquele cara que está com a minha espada. Eu vou precisar dela pra fazer sua segurança. Sabe onde eu posso encontrar Drack ou esse carinha aí? Eu vou lá. Não saia daí, hein.

Caso houvesse uma resposta positiva, ou seja, que me agradasse, iria atrás do chefe de segurança ou o homenzinho que pegara minha espada. Procuraria no primeiro andar, ou na entrada da mansão. Me afastar da casa, mesmo estando dentro de seu perímetro, era arriscado e não valia a pena. Tentaria olhar pelos extremos do jardim, portão e qualquer coisa. Ficaria atenta a qualquer movimento, afinal, poderia ser o segurança que portava minha arma. Caso não encontrasse ninguém, voltaria andando um pouco preocupada até Lena, temendo que não conseguiria atuar em um combate direto contra os sequestradores.

Se encontrasse ao longe, faria um sacrifício. Me distanciaria da casa para perguntar da minha espada. Qualquer coisa eu poderia voltar, e desta vez armada. Entretanto, se encontrasse alguém durante meu percurso, não precisaria correr riscos, e poderia ir atrás da minha espada sem deixar Lena totalmente desprotegida. Perguntaria da arma e explicaria sua importância para mim, talvez fosse necessário jogar na cara o que Drack havia concordado em fazer por Lena. Ele deveria me devolver a espada intacta.

- O senhor pode me devolver a minha espada? Eu ficaria muito mais confortável se ela ficasse onde eu estou. Por favor. Drack prometeu para a filha do senhor Machiar que me devolveria assim que chegássemos em sua casa. Quero minha espada.

E, conseguindo, voltaria para Lena, esperando ser levada para meu quarto. Seria um bom momento para dormir.


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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptySab 27 Maio 2017, 12:31




Leona

Guerreira Radiante!!


- Vou ir pra onde? - riu ela baixinho. - Aqui é o meu quarto. O Geofrey, não sei em que posto ele pode estar, mas Drack tem uma sala quase abaixo daqui.

Dito isso Lena entrou no quarto, parecia ter tons de amarelo nas paredes, mas Leona não teve mais que esse vislumbre ao sair apressada. Os criados já havia ‘sumido’, ao menos Leona não os via nos corredores principais, nem no saguão de entrada. Tinha certeza que numa casa daquele tamanho veria os criados em algum momento, mas não foi bem assim.

Indo pelo que Lena lhe disse a jovem desceu a escada principal e localizou um corredor que passava bem abaixo do corredor onde estava anteriormente. Este estava escuro, tanto os castiçais na parede quanto as lâmpadas estavam apagadas. A frente havia apenas uma nesga de luz que escapava por uma porta que não havia sido completamente encostada.

Talvez pelo escuro, ou por alguma sensação que pudesse tido a jovem avançou cuidando para não fazer barulho. Conforme chegava perto começou a ouvir vozes vindas da sala.

- ... .. ..... eles?

- Sim ... .. ... na casa.

- Devem ter entendido o recado, posso esperar não me incomodar mais com esse tipo?
- Claro senhor, dúvida que voltaram a nos incomodar novamente. Com sua permissão senhor, mudando de assunto. - ouve um breve intervalo e algo que Leona não ouviu. - A senhorita Lena acaba de chegar, ficou um pouco triste com a sua ausência.

Ouve um suspiro cansado. Leona estava a uns dois metros da porta, no corredor escuro, nesse ponto conseguiu ouvir bem o que se discutia na sala.

- Acabei esquecendo que ela viria hoje, ela está bem.

- Está sim senhor, trouxe com ela uma companheira bastante ... curiosa.

Não sabendo bem ao certo, mas alguma coisa no modo de Drack fez correr um arrepio pela espinha de Leona.



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptySeg 29 Maio 2017, 17:29

Como se eu conhecesse a mansão, Lena tirou uma com a minha cara, apontando que seu quarto era bem lá onde estávamos. Não esbocei uma risada, afinal, não fora para tanto, mas também não fechei a cara. Assenti com a cabeça em uma resposta neutra e me virei para ir atrás da minha espada, que aparentemente estava no andar abaixo. Passeei pelo corredor, desci as escadas daquele hall vazado e fiquei na entrada da casa. Fiz mais uma curva e entrei no corredor que a loira me apontara. Filmes de terror poderiam ser produzidos facilmente naquele corredor, mas, graças aos deuses, eu não era medrosa, e estufei o peito para adentrar naquela ala.

Minha entrada com peito de ferro não durou muito. Alguma coisa lá me fez andar vagarosamente e controlar a minha respiração. A casa estava praticamente vazia, e eu estar andando daquele jeito fazia eu parecer uma criminosa. Torci para não ser encontrada por ninguém lá enquanto estivesse atrás da minha espada. Curiosamente o corredor estava sombrio demais para o meu gosto. Os castiçais e candelabros estavam apagados, deixando que as únicas luzes ali estivessem atrás de mim e atrás de uma porta mais adiante, entretanto, esta segunda, saía de um feixe do quarto de outro alguém.

Meus passos sigilosos ao melhor estilo Laith Kinder me levaram até perto da porta, onde ouvi uma conversa. Não tive dúvidas de que Drack estava por lá, e isso só me fez prestar mais atenção. A segunda voz ainda era uma incógnita, então procurei prestar atenção na forma com que o mordomo-mór o tratava. As suas palavras bem colocadas eram realmente um "x" na equação, eu não saberia nada se fosse levar em conta a forma com que tratava os outros. Era um homem misterioso e fechado, um verdadeiro desafio. Mas daquela escavação, um punhado de ouro eu consegui: Ele não confiava totalmente em mim.

Eu sou uma companheira curiosa? Querido, você nem sabe como! Pensei comigo mesmo, segurando a respiração atrás da porta. Lá também não era um bom lugar para ficar, ele poderia me achar uma companhia muito mais curiosa se me flagrasse o espionando. Decidi ficar ao lado da porta, com as costas na parede, prestando atenção no fim da conversa. Deduzi que a próxima pergunta, do que supostamente seria um responsável por Lena, seria sobre mim, então fiz questão de ficar onde eu estava, para realmente saber do que se tratava. Se a conversa continuasse rolando, iria ficar de costas à parede, inclinando a minha cabeça para tentar ouvir com mais nitidez, prestando atenção sobre o que eles poderiam falar sobre mim.

Caso começassem a falar algo ruim de mim, o que poderia se referir à minha chegada ou que desconfiavam mais ainda de mim, iria ignorar a opção de pegar a espada e voltaria para o quarto de Lena com passos um pouco mais acelerados. Não queria ser um peso para eles, mas também não iria abrir mão daquela missão.

Se a conversa acabasse ali - o que eu duvidava muito, afinal, qualquer tio que se preze iria se importar pelo menos um pouco (ou não, pois Pewl havia esquecido da chegada de Lena) - iria bater na porta duas vezes anunciando o meu nome.

- Leona aqui. Será que eu poderia falar com o senhor? - perguntaria.

Eu não planejava pedir a espada às cegas, sem que eu encarasse Drack. Era um tiro no escuro, e o homem provavelmente não confiava em mim, afinal, eu era um tanto quanto "curiosa". Caso a minha entrada não fosse permitida, iria voltar para o quarto de Lena sem muita pressa, afinal, insistir sem nem mesmo ser olhada nos olhos era humilhação demais para uma noite. Assim que ele respondesse, sendo algo positivo, iria abrir a porta, prestando atenção no quarto afim de ver se minha arma estava por lá e tomando cuidado para não ver algo desagradável - se é que me entende. Após dar uma boa olhada no cômodo, iria me voltar para o mordomo chefe e solicitar a minha espada.

- A minha espada. Será que eu posso pegar ela agora?

Se eu pudesse pegar a espada, muito que bem. O faria e voltaria para o quarto de Lena, sempre com a arma embainhada. Caso fosse negativa, iria assumir um tom mais sério, tentando mostrar que eu não estava lá brincando.

- O senhor prometeu que devolveria a minha espada da forma que eu havia lhe entregado. - falaria com um tom firme, insistindo mais ainda - É uma questão de segurança. Me devolva a espada. - falaria a ultima frase pausadamente.

Isso sim era uma intimação.

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyTer 30 Maio 2017, 08:58



   
Leona

Guerreira Radiante!!


Aproximando-se um pouco mais, como uma verdadeira bisbilhoteira. A curiosidade coçava em seu ser, querendo saber se o que falariam dela seria bom ou ruim. Infelizmente para Leona embora estivesse perto e se aproximado mais para ouvir o que Drack disse a seguir não alcançou os seus ouvidos.

Havia sido falado mais baixo, ou talvez tenha sido respondido apenas com um gesto, de todo modo o assunto voltou logo depois.

- Tudo bem então, deixo esse assunto em suas mãos Drack. Providencie também o necessário para Alfred também.

- Sim senhor. Será tudo providenciado.

Depois disso a sala ficou em silencio, dando uma pausa na conversa. Realmente o tio não havia feito mais perguntas a respeito de Lena, ou talvez houvesse deixado os cuidados dela a cargo de Drack, ou talvez outra coisa. Engolindo um possível nervosismo a jovem bateu na porta se anunciando.

- Entre. - respondeu Pewl. - Imagino que você seja a amiga da minha sobrinha? - Leona concordou brevemente com a cabeça.

O escritório tinha boa aparência como todo o restante da mansão. Era uma sala ampla com mapas nas paredes e um grosso carpete revestindo o chão. Castiçais de ouro, lustres desnecessariamente volumosos. Um jogo de chá de porcelana entre outras coisas. Pewl estrava sentado no que poderia ser considerado praticamente uma poltrona atrás de uma mesa de uma madeira de cor avermelhada muito bem polida. Drack sentava-se a frente da mesa, em uma poltrona mais simples, mas não menos opulenta. Ambos fumavam charutos e a frente deles um copo de uísque.

A minha espada. Será que eu posso pegar ela agora?

- Ahh, claro a espada. Você é bastante ansiosa com essa arma rudimentar não? - Drack deu mais uma tragada e se levantou. Pewl olhou com curiosidade e também um pouco de ofensa, afinal as boas maneiras haviam passado longe de Leona naquele momento.

Drack pegou a espada do lado da mesa, e a tirou da bainha fazendo a seguir dois suaves movimentos circulares a frente de seus olhos.

- Essa espada já foi usada não? - perguntou diretamente a Leona enquanto mantinha a espada a frente dos olhos. Sendo que embora parecesse praticamente fechados a jovem sabia que a encaravam. Com cuidado e muito menos pratica Drack embainhou a espada, mostrando que não era assim tão habituado a essa arma.

Ainda estavam a dois metros mais ou menos de distância quando Drack lhe jogou a espada embainhada.

... ... ...


Sem muita cortesia Leona deixou o aposento, não deixando atrás de si uma boa impressão. Talvez estivesse acostumada ao tipo errado de nobre, ao tipo jovem sonhador, e não com aqueles acostumados a serem tratados com deferência e bajulação. Pewl parecia ser desse ultimo, embora muito provavelmente Leona não tivesse notado.

Chegando novamente ao quarto de Lena a jovem entrou sem bater. A principio deu de cara com um quarto enorme, com um misto de cores amarelas e brancas, uma cama grande no centro rodeado por tapetes que mais pareciam quadros. Mas não foi isso que chamou a atenção de Leona, e sim a ausência de Lena.


Por um momento sentiu o coração trancado na boca quando a chamou e não houve resposta, mas algum segundo depois entrando mais no quarto foi capaz de ouvir o barulho do chuveiro. Talvez estivesse muito stressada ultimamente.  

   
Geral

Ali proximo, no alto de um telhado em um casa de frente para a casa dos Machiar, um homem oculto pela sombra de uma opulenta chaminé observava a casa dos Machiar, tinha um binóculo a frente dos olhos e um den den mushi ao seu lado.
- Omega para base. Ela está na casa.
- Copiado.



Histórico:
 


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OFF2: Não sei se você fez as pressas, mas senti que foi bem corrido. Você está deixando passar chances de se aprofundar na história, e cortando partes que poderia usar pra adiantar um pouco, fazendo assim apenas uma ação no post todo. Que foi pegar a espada e pronto nada mais. Não sei se to te deixando perdido na história e você está querendo fazer a personagem dormir pra que aconteça algo, ou estava só corrido mesmo.

Eu complico bastante a parte de diálogos e formação da história, por isso tem todo o contexto da casa, da personalidade do tio, o drack, os outros que você não dedicou nem um pedacinho do post para pensar sobre, a falta de empregados visíveis.

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQua 31 Maio 2017, 10:12

A julgar pelo pouco que eu ouvi da conversa de Pewl com Drack, o mordomo era bastante eficiente no que fazia e desfrutava da confiança de Pewl, afinal, não era a qualquer um que se confiava a segurança e integridade de sua família. Como uma verdadeira espiã, fiquei postada do lado de fora do quarto, entretanto, infelizmente, não cheguei num bom momento e perdi grande parte da conversa. Assim que julguei que a minha brecha surgiu, bati na porta e entrei no quarto. Ah... Os ricos. Pewl e Drack estavam sentados numa espécie de escritório gigantesco, muito bem mobiliado, com móveis muito bem feitos e que, somando seus preços, ultrapassariam tudo o que já gastei comigo mesma. - Oh, uau. - deixei escapar ao entrar lá.

Algo que me incomodou foram os cigarros. Eu não era a maior fã das coisas que destruíam as pessoas por dentro, e, sabendo que estar perto de fumantes eu me prejudicaria - ainda que pouco -, me fez ficar um pouco inquieta. Pewl estava lá, atrás da mesa, imponente e poderoso como um verdadeiro chefe. Era um grande empresário talvez, um burguês de primeira classe, um traficante, qualquer coisa que pudesse trazer dinheiro e poder. Ele não confiava na Marinha, então, não confiava nele também. Eu era a Marinha ali, ainda que de penetra. - Imagino que você seja a amiga da minha sobrinha? - perguntou. Minha resposta foi um olhar um pouco tímido, talvez mal educado. Na verdade eu estava preocupada com Lena, e queria a minha espada mais que qualquer coisa.

Por conta disso, pude parecer arrogante, e fui direto ao assunto. Drack deu uma tragada antes de se levantar, aproveitando ao máximo o seu tabaco, como se não fosse mais fumar após me entregar a arma. Ao lado da mesa estava a minha espada, a katana simples que tanto me era requirida. O mordomo ficou de pé, avaliou a espada, exibiu alguns movimentos simples e constatou algo que me fez tremer a espinha. - Essa espada já foi usada, não? - eu o encarei, evitei olhar para Pewl para não dar muito na cara. Em poucos instantes, imaginei toda a conversa que tiveram em relação a mim. Ou pelo menos o que Drack desconfiava de mim.

Por conta de ser uma espada simples, dificilmente seria algo que se passaria de geração a geração, ainda mais nas circunstâncias que se passavam. Mentir sobre aquilo não foi uma boa escolha, mas falar a verdade para ele e Pewl somente atrapalharia. Rangi os dentes procurando uma resposta digna. Eu não queria mentir, mas também não poderia colocar as cartas sobre a mesa. Encarei Drack cerrar os olhos avaliando a espada e a mim, tentando analisar alguma fraqueza em minha fala e postura. Juntei fôlego o suficiente para falar firmemente: - Talvez.

Drack não tinha muita escolha e aceitou a minha resposta, embainhando a espada sem muita destreza e a jogando para mim. A agarrei com o braço direito e o recolhi pacificamente. Encarei os dois antes de sair e rumei o quarto de Lena. Era bom estar com a minha arma novamente, e, aproveitando esse momento, a desembainhei e cortei o ar como se estivesse lutando contra algum adversário. Já estava no corredor do segundo andar, andando para o quarto de Lena, quando mais uma vez me deparei com outra magnífica cena: o quarto de uma pessoa rica.

Travesseiros, cobertores, almofadas, guarda-roupas, criados-mudo e outros objetos que tinham mais história do que a minha simples Katana. Era um quarto rico em artifícios, ainda mais com a cama no centro do quarto. Tudo isso compunha aquele cenário, mas o principal conteúdo não estava por lá: Lena Machiar. Senti uma fisgada em minha barriga, como se uma estalactite estivesse me atravessando e deixando uma corda em meu interior. Dei alguns passos, procurando pela janela, tentando ver se a mesma estava aberta. - Lena? - chamei com receio enquanto entrava mais no quarto.

O som do chuveiro alcançou meu ouvido. Dei um suspiro que não ajudou muito. Eu estava realmente estressada. Me aproximaria da porta do banheiro e bateria duas vezes, chamando pela garota. - Lena? - e faria isso mais três vezes caso não obtivesse resposta, cada vez aumentando mais a força com que batia na porta e o volume de minha voz. Caso recebesse uma resposta, daria uma desculpa qualquer só para checar se estava realmente sozinha lá, não sendo feita de refém. - Deixa eu pegar um papel para assoar meu nariz, acho que estou ficando resfriada.

A não ser que obtivesse uma resposta, faria o máximo para abrir aquela porta. Obviamente tentaria abrir com a maçaneta, empurrando com o ombro para ter uma força a mais para realizar a entrada. Tentaria chutar a porta com o intuito de abri-la. Caso nada fosse possível, tentaria usar a minha espada para dilacerar aquela porta, tentaria acabar com sua estrutura para então chutar com a sola do pé, tentando abrir um buraco na mesma. Se Lena estivesse realmente lá, por que não me responderia?

Se a garota não estivesse no banheiro, e este estivesse vazio, iria para a janela mais próxima, inclinando meu corpo para o lado de fora e olhando para as casas vizinhas, para os fundos, para o térreo da mansão Machiar. Tudo para ter pistas da garota. - Lena, cadê você? - e se nada fosse o suficiente, correria para o corredor, procuraria abrir cada uma das portas perguntando pelo nome da garota, até que, em último caso, procuraria Drack e Pewl, anunciando o que eu temia: - Lena sumiu. Não consigo encontrá-la.

Entretanto, caso a garota estivesse realmente são e salvo, puxaria assunto com a mesma, comentando sobre o que eu havia encarado lá embaixo. - Eu vi seu tio. Ele parece ser bastante sério. Ouvi que ele estava falando de mim com Drack, acho que ele desconfia que eu não sou só uma amiguinha sua. Temos que manter a calma. - falaria. Procuraria ficar sentada na cama, em algum ponto que pudesse olhar para o céu escuro através da janela, puxando assunto e conversando com a nobre loirinha.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQua 31 Maio 2017, 16:06



   
Leona

Guerreira Radiante!!


Próxima à porta do banheiro com o coração martelando em seu peito Leona bateu chamando por Lena. Não houve resposta, seguindo ela bateu mais forte chamando-a um pouco mais alto.

De dentro o barulho da água veio finalmente acompanhado da doce voz da jovem.

- Quem é??  - Leona responde, dizendo querer pegar um papel para o nariz. Já vai.

Leona ouve o barulho do trinco sendo aberto e uma Lena molhada e nua aparece em frente a ela. Com um sorriso maroto, e enrolada em uma toalha, seu olhar era divertido.

Se queria me espiar no banho era só dizer. - saltitando na pontinha dos pés a jovem volta correndo para dentro do banheiro, pisando levemente no chão frio enquanto Leona entra atrás para pegar seu papel.

O que encontrou não foi bem um chuveiro e sim uma banheira com uma bela cobertura de espuma. A toalha caiu no chão e Lena entrou na banheira se cobrindo de espuma.

- Quer entrar? A agua está bem quentinha.  - talvez a pergunta deixasse Leona sem jeito?

Lena era em tudo uma garota simples, por vezes nem se dando conta de que era rica, ou de coisas como bom senso. De todo modo ela havia ajudado Leona a se vestir mais cedo, a maquiado e lhe emprestado um vestido, seria esse convite agora algo que realmente não pudesse ser esperado?

Sentando-se por enquanto no tampo do vaso sanitário Leona disse a Lena que havia visto Pewl.

- Você viu meu tio? Mas Drack falou que ele não estava? - Foi possível ver um muxoxo por parte da jovem. Após um suspiro e depois ela deixou pra lá. - Ele se tornou assim depois que a titia morreu. Antes não era assim, ele sempre foi um homem de negócios, mas era alegre e brincalhão. Sempre que eu vinha ele ia pessoalmente me receber com um balão. Depois com algum ursinho, ou um vestido conforme eu fui crescendo. Ele tirava folga da empresa só pra ficar comigo. - ela suspirou e deixou pra lá. - Não quer entrar mesmo? Eu lavo suas costas... - disse sorrindo.

....( Descreva o que vai fazer... Não vai mudar o dialogo de todo modo)....

- Não se engane, Drack sabe que você sabe usar a espada. Aquela hora no porto ele teria te atacado e se você se defendesse ele teria certeza. Precisava de algo pra confirmar foi você ter ido lá agora. Mas ele não vai expulsar você por isso.... Pode não ser a minha casa, mas venho aqui desde sempre e ele não poria para fora uma convidada minha.

Se Leona estivesse na banheira Lena estaria ensaboando suas costas.

- Amanha podemos dar uma volta na cidade?



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptyQui 01 Jun 2017, 20:42

Graças aos deuses Lena era quem estava no banho. Após duas batidas na porta, a loira abria espaço para que eu pudesse pegar o papel. A menina, inocente aparecia nua, com um sorriso não tão inocente assim. Ri-me após as brincadeiras da garota, mas evitei me aprofundar nesse assunto. Entrei logo após Lena e fui atrás do rolo de papel, onde fingi estar assoando o nariz para não jogar aquela fantasia de que estava tudo bem no lixo. Onde eu esperava encontrar um chuveiro, na verdade estava uma banheira cheia e com espumas cheirosas, as quais Lena deitava sobre, cobrindo o seu corpo todo.

A nobre me convidava para se juntar a ela no banho, o que me deixou um pouco sem graça. Fiquei uns instantes sem falar nada, matutando o que eu havia ouvido. Tentei quebrar o gelo falando sobre o que eu havia visto lá embaixo ao passo que sentava na tampa do vaso. Lena não ficava com a expressão mais feliz de todas ao saber que seu tio, na verdade, estava em casa sim, mas não pude fazer nada senão lamentar por ela. Depois de suspirar com uma provável chateação, Lena me convidava mais uma vez para me juntar a ela no banho. - Eu... - comecei a falar.

Talvez fosse alguma paranoia minha, mas eu não tinha a menor segunda-intenção com Lena. Falar isso para a garota seria um pouco estranho, um choque, ou até mesmo eu poderia pagar um vexame por estar sugerindo uma coisa dessas. Mas não era um caso impossível. De toda forma, tentei pensar em um jeito neutro de negar aquela proposta. Suspirei, levantei as mãos até a altura do ombro e as bati levemente na coxa, como quem não tem escolha. - É uma boa proposta, mas eu estou no meio de uma missão. Se algo acontecer, vai cair tudo nas minhas costas. Fica para a próxima. - então me arrumei sobre a tampa do sanitário e comentei mais uma vez sobre Drack - Você acha que Drack vai implicar comigo?

Segundo Lena, Drack sabia sobre a minha maestria com espadas. Eu não era uma boa mentirosa, e não consegui esconder esse simples fato. Pelo menos ele ainda não sabia que eu da Marinha, então isso não seria um problema por enquanto. Outro ponto positivo de ser amiga de Lena era que a garota impunha uma certa autoridade sobre os empregados de seu tio por conta de ser quem era. Não queria pensar que eu estava usando Lena, mas, de certa forma, isso era uma vantagem de ser amiga da loira. - Então você é a poderosa chefia? - brinquei com ela enquanto apoiava meu queixo sobre as mãos, cujos respectivos cotovelos estavam sobre os joelhos com pernas tortas.

- Amanha podemos dar uma volta na cidade? - sugeriu Lena. Pensei nos prós e contras da proposta. Poderíamos fazer um tour pela cidade, ver se eu conseguia comprar algum equipamento, tipo um escudo, algumas roupinhas novas, e quem sabe fazer um relatório rápido no Quartel General da Marinha. Entretanto, estaríamos expostas, mesmo sob a luz do dia, assim como Alexandre Pires ficou há algum tempo atrás, lá em Shells Town. Mesmo assim, seria bom para Lena relaxar um pouco, da mesma forma que seria bom para mim. - Boa ideia. Por enquanto, vamos nos concentrar em descansar um pouco. Pode terminar seu banho, eu vou estar no quarto fazendo alguma coisa.

Deixaria Lena sozinha no banheiro, enquanto iria para o quarto sob a segurança de minha katana. Era inegável que eu estava com medo de ser atacada, mas também era inegável que eu queria muito enfrentar aqueles desgraçados novamente.

Off Desculpa o post porco, novamente eu não vi que você havia postado, e eu não quero perder o ritmo. Noisssss. Tô curtindo bastante a plot, parabéns. Meus posts vão começar a dar uma melhorada agora, já que a minha semana de provas acabou de acabar.

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptySex 02 Jun 2017, 15:55




Leona

Guerreira Radiante!!


OFF: Bom em One Piece – Alabasta- A nami tomou banho com a Vivi, veio dai a referencia kkkk. Ta achando que a Leona vai ficar pra sempre em casa de rico? Vai toma banho no banheiro feminino do QG onde n vai poder deixar cair o sabonete.... Não pera...

ON:

Lena não deu por nada de mais a dispensa de Leona para seu convite. A jovem parecia uma criança dentro da banheira, brincava com a espuma enquanto conversavam, sobrando a mesm a e fazendo bolinhas

- Você é muito seria. - disse depois de um tempo. - Ele vai implicar um pouco. - respondeu incerta. - Se considerar que você é alguma ameaça. De momento ele deve estar determinando se sim ou se não.

Lena apenas bufou com o comentário seguinte de Leona e afundou mais na banheira levando a boca para baixo da agua em um ponto seu espuma, fazendo bolinhas enquanto Leona deixava o banheiro.

Assim que saiu fechou a porta atrás de si e surpreendeu-se ao ver o baú de Lena postado em frente à cama. Não que fosse estranho o baú de Lena estar no quarto de Lena, mas sim ela não ter visto o colocarem ali.

Deviam ser quase dez da noite nesse momento. Ao se virar viu que também havia sobre uma cômoda duas travessas de prata tampadas, uma jarra de água fria, dois copos, um bule de chá e duas xicaras.

Sentou-se a cama, mirando a comida e quase caiu deitada afundando no colchão macio, não esperava encontrar tão pouca resistência ao se sentar. Vestia-se ainda com o vestido bonito de Lena, e segurava a espada. Talvez aquela não fosse a melhor forma de lutar se viesse a precisar.

Alguns minutos depois saiu Lena do maneiro, tinha o cabelo escorrido e o corpo envolto em um rob. Secava o cabelo com a tolha quando voltou a falar.

- Ahhh, trouxeram minhas coisas. Brigite disse algo? - vendo a confusão na face de Leona explicou. - Uma senhora grisalha, robusta, com cara de avó? A governanta... - vendo ainda a confusão. - Achei que estaria aqui para... Bom deixa pra lá. Comer?

Lena foi até a cômoda tirando a tampa das duas bandejas. Sanduiches cortados em cubinhos, feitos em um pão branquinho sem casca. Potinhos com molhos, e alguns biscoitos um pouquinho retorcidos de cor alaranjada.

- Você disse que falou com titio, não aproveitou pra explicar?

Off: Eu meio estou parando nessa parte pelo seguinte... Você recebeu as ordens de ficar junto a família Machiar de ‘olho’ neles, o que seria também para descobrir ..... tende? Você acabou se preocupando em interpretar bem a personagem, o que é muito bom, mas ignorou um pouco o fato que poderia fazer perguntas aos NPCs, deixando as interações no mínimo. Tem até agora perguntas que seriam quase automáticas de se fazer, por qualquer pessoa com o mínimo de curiosidade que você não fez ‘-‘. Eu costumo ser breve em combates, por quando não são esperados, deixar a tensão crescer até a pessoa não saber quando vai dar merda e uso o resto do tempo pra desenvolver a história. Então pode falar com os NPCs, pode fazer perguntas que eles vão ter respostas ricas. E personalidades complexas tanto quanto a Leona tem.

A Leona tem estratégia também. Bem como liderança. Mas ela ta se dando satisfeita por sentar e esperar a Corte atacar. Pense nisso. A partir do momento que desenvolver um pouco isso a história corre xD



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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptySeg 05 Jun 2017, 17:55

Assistir à Lena brincar com as espumas na banheira me remetiam à uma criancinha rica e inocente, que não sabia de outra realidade que não fosse a sua. Crianças eram simples, verdadeiras, puras e sem malícia alguma, levando isso em consideração, o comentário de Lena sobre minha pessoa foi, para mim, uma opinião verdadeira e de profunda importância para mim. Eu não era uma pessoa chata, assim como as pessoas sérias passavam a imagem de ser. Eu era radiante, como o sol, eu era energética como um leão, meu animal favorito, eu era contagiante. Não era uma pessoa chata, sem interações e qualquer outra coisa de pessoas muito preocupadas com o trabalho. Tendo isso em mente, minha reação imediata foi brincar com a influência da garota, que respondeu bufando sob a superfície da água, me dando brecha para sair do banheiro.

Refleti sobre o fato de minha seriedade estar sendo transmitida muito mais do que a minha simpatia e alegria. Muito séria, muito chata, muito sem sal. Repeti em minha mente, aumentando as críticas, como se Lena as tivesse feito. Eu não estava chateada com a garota. Muito pelo contrário. Eu adorava Lena. Mas não pude negar que o comentário me deixara incomodada. Não demorei para chegar a uma conclusão: A corte estava me deixando tensa, me privando de tempos saudáveis de verdadeiro descanso, me impedindo de ser quem eu era. Eu tinha que acabar com isso logo. Eu tinha que, por enquanto, deixar a tensão de lado e aproveitar o tempo que eu estava vivendo. Carpe diem, Leona. Fechei a porta do banheiro e fiquei por alguns instantes encostada nela, refletindo sobre a minha personalidade mais um pouco.

Quando decidi me virar, encontrei uma imagem um tanto quanto agradável e surpreendente. Um baú estava posicionado perto da cama, um baú maciço e que provavelmente teria emitido algum som ao ser trazido para o quarto. Mas não. Ele simplesmente apareceu, junto de jarros com água e potinhos com comida. Minha paranoia me levou a acreditar que era uma armadilha da Corte, o que me conduziu até a cama com uma postura desconfiada, criando uma área circular imaginária ao arredor do baú. Deitei na cama e amaciei o colchão fofo enquanto segurava a minha espada. Era uma cena ridícula. Eu não conseguiria lutar vestida daquele jeito. Decidi dar uma chance ao meu relaxamento e acreditei que aquilo não era uma tentativa de colocar quatro encapuzados na mansão e sequestrar Lena.

Lena não tardou no banheiro, e saiu enrolada em uma espécie de casaco-toalha, com o cabelo loiro escuro-molhado, parecendo habituada com aquela cena. - Ahhh, trouxeram minhas coisas. Brigite disse algo? - pesquisei no arquivo da minha mente quem seria Brigite, mas, infelizmente, não consegui me recordar de nada. Franzi o cenho, e Lena tentou me ajudar a lembrar da mulher. - Uma senhora grisalha, robusta, com cara de avó? A governanta... - sem sucesso - Achei que estaria aqui para... Bom deixa pra lá. Comer? - repeti a última palavra que a loira dissera antes que pudéssemos apreciar deliciosos sanduíches e biscoitinhos, preparados com carinho para a tão perfeitinha Lena Machiar. Saboreei um a um, alternando entre os biscoitos e os lanches, vendo Lena puxar assunto.

- Explicar o que? Não sei se era uma boa ideia. Não é ele que não quer ajuda da Marinha? Se ele souber quem sou eu, ele pode acabar com todo o nosso avanço. Se bem que, nas circunstâncias atuais, não faria diferença. Assim que acabarmos o nosso banquete eu vou falar com ele e com Drack novamente. - continuaria comendo e bebendo encima da cama, conversando e passando o tempo com Lena, por uns instantes, esquecendo que a Corte realmente existia, e que, em algum lugar naquela ilha, Cedric estava preso, torcendo para que eu fosse ajudá-lo o quanto antes. Eu realmente havia esquecido desse caso por alguns instantes, realmente estava focada em saber mais da rotina daquela casa. - Quem é essa Brigite? É tipo a Drack mulher? Você estava esperando alguém? Com certeza ela deve saber dos sequestros. Ela estava aqui para ajudar com, você sabe, a segurança? - faria uma pergunta de cada vez, em intervalos que seriam as respostas de Lena. Eu queria saber sobre a "governanta", "Brigite" e sobre o que ela estaria a fazer.

Assim que terminássemos o assunto e a comida, pediria licença para Lena e sairia do quarto em busca de alguém para conversar na casa. Pewl, Drack, Brigite, um cachorro, um gato. Qualquer coisa. Queria buscar informações, quem sabe abrir o jogo e dizer que eu sabia o que estava acontecendo ali. Se encontrasse Pewl em algum instante, o abordaria com educação. - Olá, senhor Machiar. Eu fui um pouco rude, perdão, talvez tivesse sido a minha vergonha. Linda mansão o senhor tem aqui. Mas tudo parece um pouco tenso. O que está acontecendo? - esse caso seria unico e exclusivamente para Pewl. Os outros não provaram tanto da minha mal educação, ou então mereceram a mesma. Abordaria de forma diferente. - A noite está tão boa. Será que é uma boa ideia sair para uma caminhada?

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MensagemAssunto: Re: A ambição da Corte! Salvem Cedric!   A ambição da Corte! Salvem Cedric! - Página 3 EmptySex 09 Jun 2017, 09:37




Leona

Guerreira Radiante!!


Sentaram-se ambas para comer, Lena ainda vestindo um rob e com a toalha enrolada na cabeça.

- Brigite.... Não é bem um Drack mulher, mas agora que você disse... - o sorriso se espalhou no rosto de Lena. - Agora não consigo para de imaginar ela como ele. Rsrsrsrsr. - ela puxou o ar e então exalou descontraindo. - Não acho que ela saiba de algo, ou talvez saiba. Ela é quem cuida de todas as necessidades da casa, controla os trabalhadores, as compras, limpeza, manutenção. Te juro que por vezes já vi até Drack sair apressado para fazer o que ela manda. As vezes tenho dúvida se quem manda aqui é ela ou o titio. Ela não deve ter ficado, pois percebeu que você estava aqui e nos deu liberdade. Geralmente teria ela e outras funcionarias só para organizar minhas roupas e me vestir. - A riqueza era estranha ao ponto de Lena falar aquilo com naturalidade. Ter pessoas apenas para vesti-la.

Terminaram de comer em silêncio, ambas com pensamentos distantes. Era visível que Lena tentava parecer despreocupada, mas toda aquela situação também lhe era tensa.

Um quarto de hora depois Leona deixou o quarto, vestia-se ainda como uma princesinha e carregava sua espada segurando-a pela bainha. Os corredores no geral seguiam um padrão bem marcante. Eram em geral ‘escuros’ com uma iluminação esparsa, com o piso coberto por carpetes de cores vivas, parecia ser coral. Nas paredes quadros estavam dispostos em intervalos regulares. Alguns de paisagens marítimas, outros de grandes navios.

Olhava para esses quadros quando percebeu que num dos espaços onde a iluminação era mais fraca havia um corredor que adentrava na parede. Não os havia notado antes, pois sua atenção estava mais focada no luxo da casa e em Lena do que qualquer outra coisa. Não seguiu pelo mesmo, mantendo-se no corredor principal, mas agora que o tinha visto percebeu muitos outros, num deles percebeu por um breve momento uma jovem passando com algumas bandejas de prata.

Não eram corredores largos e eram ainda mais mal iluminados que os corredores principais. Não sendo destinados ao transito de pessoas e pareciam servir para os empregados se locomoverem. Percebeu que por entre as paredes de quartos e salas deveria haver um labirinto que só os empregados da casa usavam e conheciam.

- Nos encontramos novamente! - Leona estava distraída olhando para um dos corredores laterais quando Pewl a poucos metros a sua frente lhe aborda. Era talvez pouco mais alto que ela. Era ‘gordo’, mas não flácido e também não em demasia, talvez fosse mais adequado dizer que era robusto. O bigode já era grisalho e o cavanhaque um pouco comprido e pontiagudo, um pouco mais escuro que o bigode. Era careca e tinha sobrancelhas grosas grisalhas. Sua face marcada pelos anos, mas não a sua postura. Caminhava ereto e sem qualquer auxilio, embora já devesse estar próximo aos setenta anos. A roupa podia-se dizer que era o que se esperava. Um paletó cinza claro, com uma camisa branca por baixo. Uma gravata borboleta era-lhe atada em volta do pescoço e havia um lenço branco com a ponta exposta no bolso em seu peito. Os sapatos como se esperariam eram pretos e lustrosos.

Recuperada da surpresa Leona se vira para Pewl e talvez por reflexo faz uma mensura, curvando brevemente os joelhos e puxando a sai para cima enquanto se desculpava por seu comportamento anterior. Pewl sorriu e com um olhar taciturno a avaliou.

- Tenso como, minha jovem? - tanto suas palavras como seu olhar eram interrogativos. Era evidente que ele avaliava a jovem, tal qual Drack. Mas naquele momento Leona viu em sua face que também havia preocupação. Embora não pudesse saber o motivo real da mesma.



Histórico:
 



off: demorei um pouco porque deu preguiça e você disse que tava sem PC mesmo skosaksaoksa, dai aproveitei pra fazer outras coisas aqui. xD

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