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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyQua 25 Jan 2017, 01:11

Relembrando a primeira mensagem :

II - Ascension

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Alucard Vermillyon e Mao di Lut Ima. A qual não possui narrador definido.


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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyDom 26 Mar 2017, 23:23

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~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 2 ~

O Jovem Marinheiro ~
   




De mãos cheias e acariciando Alice em regiões íntimas, Alexandre eliminava a distância entre eles, ficando tão chegados que uma folha de papel não caberia entre eles sem se amolgar. E incitado pelos olhos de Alice a fazer aquilo que o desejo de ambos pedia, uniram-se primeiro em um beijo rápido e fugidio. -Você não esta usando a desculpa do Dio estar desaparecido para conseguir ajuda no emprego e pegar uma promoção, não?- A marinheira teria respondido à pergunta, mas não só estava ainda perdida no sabor do primeiro beijo, como um segundo, mais doce, ardoroso e impetuoso, a capturou de surpresa, deixando-a à mercê de Alexandre, que a envolveu por alguns minutos sem conseguir largá-la. -Seja como for eu vou com você...- Rosada, deixando todo o seu charme feminino natural à vista, Alice replicara, primeiro atacando-o com outro beijo, e depois, afastando-se e se fazendo pronunciar, para então, quando terminasse, abandonasse os braços de Alexandre quase que lentamente, deixando-o a só no quarto de limpezas. - Estaremos a vossa espera do outro lado da ilha, onde um pequeno barco mercante estará atracado ... -  

E, vá-se lá perceber o destino e seus jogos estranhos, enquanto que um acabara de ter um belo encontro íntimo, o outro, Gregory, era vaiado por seus colegas também eles recrutas, que sabe-se lá como, haviam descoberto que ele era a razão de terem batatas tão estranhas em seus pratos. A verdade era que, muitos daqueles soldados tinham retornado de uma longa missão, estavam cansados e com saudades de suas esposas. E tanto tempo no mar faz com até mesmo o mais paciente dos santos se torne rabugento e mesquinho. E para eles, Gregory era o "saco-de-boxe" perfeito para aliviar o stress.

- Devo morrer por isso? Que exagero... Primeiro que eu sou um navegador, apenas me voluntariei a cortar batatas para ajudar na demanda de ajudantes na cozinha e para passar no alistamento. Segundo, por que diabos você não usa seus talheres para endireitar a comida ao seu gosto? - Suas palavras fazia com que os soldados se apercebessem o quão parva e sem sentido era aquela quase discussão, fazendo-os ficarem mais frustrados do que calmos.  - Cara me tira uma duvida, como é que esse povo sabe que foi eu que cortei essas batatas? E como isso se espalhou? - Essa era uma pergunta que, bem, tinha uma resposta bem que óbvia. - Eu sou novo aqui, por isso ainda não conheço todo mundo... Mas acho que uma velhinha baixinha e com uma tonelada de maquilhagem. - Respondia um novato, metendo uma colherada de sopa à boca de seguida. Mistério resolvido, permanecia a pergunta: porque a velhota espalharia esse rumor? O que ganharia ela com isso?!

 Chegando em hora oportuna, por pouco não vivendo o que viveu Ross, Alexandre entrava na ala alimentar e reunia-se com o companheiro.  -Nos fomos escalados para uma missão, temos que ir rápido!! - Ouvindo o que o recém-chegado falara, o restante dos recrutas permaneceram quietos, milagrosamente, se acalmando. Em seus olhares de simples soldados, compartilhavam do fatídico destino que esperava àqueles dois. Por mais que haja desavenças entre marinheiros, quando se é chamado para uma missão, havia sempre de lamentar a ida do outro, isso porque, não sabendo o dia de amanhã, a morte poderia acompanhá-los.

E foi sem problemas que o duo abandonou o refeitório, de seguida o quartel, seguindo então para onde Alice havia dito. Em quinze minutos, seus passos atravessara toda a calçada mecadamizada da cidade de Loguetown, deixando pessoas aleatórias para trás de suas costas, algumas reais, outras nem tanto. E, novamente, enquanto cruzava a ilha, Gregory sentia novamente o quão infestada a ilha estava, não apenas com fantasmas daqueles que ali morreram condenados, como também de monstruosos demónios que só em seus olhos se mostravam. Não era algo comum de se ver. Nem mesmo Ross parecia habituado à tamanha desproporcionalidade, onde mais de metade da ilha era feita de matéria intocável e doutro mundo. Já para Alexandre, o que era evidente era que a cidade estava mais vazia do que o habitual. Seria de se esperar uma multidão como em nenhum outro lugar naquela ilha, afinal, aquela era a última ilha antes de se entrar da dita Grand Line. Piratas, Marinheiros e Homens que procuram aventuras estavam destinados à se cruzarem ali. Mas... Pouco se via. Podia contar nos dedos a quantidade de gentes que viu até que por fim chegasse ao seu destino.

Ancorado junto à uma cadeira rochosa que delimitava a ilha e o mar, um pequeno, porém veloz, barco com três canhões de cada lado, dois mastros e capacidade para trinta pessoas os aguardava. O par podia ver, antes mesmo de subir à bordo, alguns soldados disfarçados à civis no convés trabalhando. Também Alice lá estava, e também ela trajava outro tipo de roupas, mais longas e menos expostas do que o que vestia normalmente, de cabelo preso e escondido por uma boina castanha-clara.  

 Assim que os dois passassem pela tábua de madeira que servia de plataforma de ligação entre a ilha e a embarcação, quem os receberia seria o famoso "Cachorro-Louco". - Sejam bem-vindos! - Exclamaria, estendendo a mão. - Para esta missão, precisarei que me sigam até aos quartos e se troquem. Para onde vamos, não poderemos ser marinheiros. - Dizia, virando as costas e seguindo para dentro do barco, sem esperar que os dois respondesse seguir e sem se apresentar. Se o seguissem, durante a caminhada até o quarto, veriam várias caras conhecidas na distância: a jovem recepcionista e a velha cozinheira anã conversando no convés com outros subalternos; dentro do navio, em um quartinho onde a porta aberta, Nina organizando os medicamentos;

 - Suas roupas estão nas vossas camas. Vistam-se e venham ter à sala-do-comandante. Eu serei um dos responsáveis por esta missão. Tratem-me por "Cachorro-Louco". - Parando na ponta do corredor e apontando para uma porta que os levaria ao quarto, o marinheiro terminava, deixando-os à sós. As roupas em cima das camas não eram nada de especial: duas calças claras e costuras diversas vezes, simulando uso e desgaste, além de parecerem surradas, duas camisas-sociais que outrora foram brancas, agora meio acinzentadas, um colete castanho escuro para por em cima da camisa, sapatos rasgados por baixo, e dois chapéus de palha.

  Quando finalmente terminassem de se mudar e resolvessem subir à sala-do-comandante, a sala principal de barco, mesmo por cima do convés, notariam que Aoy também ali estava, e também ela vestia roupas civis. Todavia, ela não aparentava estar sozinha. A marinheira tinha à seus pés um homem com seus vinte e poucos anos ajoelhado e completamente espancado, além de estar algemado. - Vocês chegaram! - Dizia uma voz desconhecida aos dois que vinha de trás da mesa no centro da sala. - Ouvi coisas boas de vocês da Aoy-chan! Hi! Hi! Hi! - Um sorriso inocente, puro, porém malicioso vinha da voz. E apesar da aparência, pelo comportamento que o indivíduo tinha, além de tanto Cachorro-Louco como Aoy estarem de pé, à sua frente e relutantes, demonstrava que aquele pirralho sentado na mesa era superior aos dois, e o líder da missão. - O meu nome é Mizushiro, mas podem chamar-me de Shiro! Hi! Hi! - Sorria contente!  - Apesar de todos ali estarem vestidos como civis de baixa classe, com roupas sujas e rasgadas, aquele jovem garoto era o único que trajava roupas novas e de classe alta, como um verdadeiro burguês. E o que mais chamava a atenção, além da claridade de seus olhos azuis e sua pele pálida, era o tampa-olho no seu olho direito.

 - Vocês os dois foram chamados aqui, assim como todos os outros, para me ajudarem a descobrir quem, de dentro da marinha, anda a espalhar informações como rotas de navegação, nomes de prisioneiros, horário de partida e chegada de embarcações civis e marinhas e à quem. - O garoto cruzou os dedos em cima da mesa, adoptando uma posição mais séria enquanto explicava. - Tem acontecido ataques à navios mercantes e até mesmo à nossas embarcações, ataques outrora impossíveis de acontecer, e que se tornou possível porque alguém espalhou informações... É de extrema importância sabermos quem o fez, e para quem o fez. É por isso que nos disfarçamos de um navio mercante, e é por isso que navegaremos pela mesmo rota que os demais. Esperamos ser a isca perfeita! - Finalizava, com um sorriso no rosto.



 






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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySeg 27 Mar 2017, 10:09


Uma vida de marine


Eu ainda estaria com o gosto de Alice em minha boca enquanto caminhava até o ponto de encontro, chegando lá tive uma boa noticia - Sejam bem-vindos!... Para esta missão, precisarei que me sigam até aos quartos e se troquem. Para onde vamos, não poderemos ser marinheiros. -, eu estava feliz, eu iria tirar esse uniforme, o superior continuou a falar - Suas roupas estão nas vossas camas. Vistam-se e venham ter à sala-do-comandante. Eu serei um dos responsáveis por esta missão. Tratem-me por "Cachorro-Louco". -, eu estaria animado com a noticia então falaria animado -Sim senhor!!!-, mas infelizmente minha felicidade não durou muito, pois assim que aproximava mais notei que o “novo uniforme” que os marinheiros estavam usando não passava de trapos, minhas suspeitas se confirmaram quando vi o meu próprio uniforme, eu estaria me vestindo praticamente de mendigo, antes mesmo de tirar o uniforme da marinha eu já estava com saudades dele.

Meu humor não estava dos melhores, após vestir o novo uniforme, fui encontrar com o que pareciam ser os encarregados da missão, -Vocês chegaram!.... Ouvi coisas boas de vocês da Aoy-chan! Hi! Hi! Hi! – algo na voz dele me fazia ficar com um pé atrás, ou talvez eu não tinha gostado dele, por que ele estava bem vestido enquanto eu era obrigado a vestir trapos, de qualquer modo, ele parecia o que tinha a patente mais alta nesse navio, então falaria de forma educada para o mesmo-Nos não fizemos nada ainda para merecer palavras gentis vindo da nossa superior, mas planejamos ser merecedores delas assim que possível. - ele falou o nome dele, e eu apenas concordaria com a cabeça.

Logo após isso ele falou o motivo de sermos chamados aqui - Vocês os dois foram chamados aqui, assim como todos os outros, para me ajudarem a descobrir quem, de dentro da marinha, anda a espalhar informações como rotas de navegação, nomes de prisioneiros, horário de partida e chegada de embarcações civis e marinhas e à quem....- Tem acontecido ataques à navios mercantes e até mesmo à nossas embarcações, ataques outrora impossíveis de acontecer, e que se tornou possível porque alguém espalhou informações... É de extrema importância sabermos quem o fez, e para quem o fez. É por isso que nos disfarçamos de um navio mercante, e é por isso que navegaremos pela mesmo rota que os demais. Esperamos ser a isca perfeita! - basicamente, ele estava dizendo que iríamos ser atacados por piratas e que deveríamos capturar ele para que ele nos desse informação, não poderia deixar de dar um sorriso sem humor, e olhar em direção da Alice com uma promessa de vingança mais tarde em meus olhos.

Mas seria gentil com o superior, enquanto sorria -Entendo Shiro, estaremos sobre seus cuidados....- após isso eu iria cumprir as ordens que os marinheiros iriam dar, iria ajudar no que fosse necessário para zarpamos, seja para carregar caixas ou ajudar com as cordas, uma vez que estivéssemos em alto mar o trabalho diminuiria então iria a procura de Nina, ela provavelmente estaria no ala medica do navio, se chegasse lá e notasse que ela estava trabalhando tentaria ajudar a mesma, perguntando -Como posso ajudar? - faria o que ela me ordenasse.

Com o serviço pronto, olharia para ela e falaria meio sem graça -Sabe eu to meio perdido, você poderia me mostrar melhor o navio? - isso era uma mentira, com minha memória dificilmente eu ficava perdido, também era uma cantata fraca, mas se ela gostasse de mim ela iria cair nela, para resumir era um modo simples de saber se a garota estava afim de você ou não, se ela aceitasse falaria enquanto andava junto com ela -Obrigado por ter me mostrado que a Aoy era mulher.... Poderia ter me envolvido em encrenca se a chamasse de senhor na frente de vários marinheiros - daria uma risada nervosa, -Conhece Aoy a muito tempo? - era claro que as duas eram intimas, -A quanto tempo esta na marinha- embora eu fizesse um monte de pergunta para ela, não tentaria força nada, tentaria fazer uma conversa casual descontraída, e ficaria atento com o que ela me perguntaria também.




Tecnica:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyQua 29 Mar 2017, 14:50

Após toda aquela cena, Alexandre surgiu para me despertar de meus devaneios me dando uma boa noticia: Tínhamos uma missão. Me levantei de imediato e o segui, deixando o ambiente caloroso da cantina para passar por uma Loguetown que eu não costumava ver... A cidade estava muito vazia e os seres sobrenaturais se aproveitavam disso para poder passear pelo mundo dos vivos sem incomodo e durante minha passagem por ali eu não pude ignorar aquela atmosfera tenebrosa, mesmo sendo acostumado em viver tendo essa visão.

Não demorava para chegarmos em nosso destino e sermos acolhidos por lá com uma recepção calorosa - Por que seu nome é Cachorro-Louco? Ah, de qualquer forma, valeu pela recepção... - Agradeceria as boas vindas apertando sua mão e logo em seguida buscaria encontrar o quarto. No caminho, avistaria a recepcionista que ja conheci antes e não hesitaria em falar com ela brevemente a distancia. - Eliza! Que bom te ver aqui, não esperava que fôssemos mesmo fazer uma missão juntos. - Chamaria sua atenção enquanto acenava para ela, assim a cumprimentando enquanto seguia caminho até o quarto.

Chegando ao meu destino, começaria a vestir minhas novas roupas sem julgar muito a qualidade das mesmas, pois sabia que aquilo era um disfarce. Com isso, já ficaria trajado para a missão então sairia do quarto em busca de obter mais informação sobre qual era nosso papel ali. Assim, fui até a sala do comandante, onde encontrei Aoy e o Cachorro-Louro acompanhados de uma figura minúscula e pomposa em uma cadeira. Ele nos recebia e falava o nome dele e enquanto eu ouvia aquelas palavras, não pude deixar meu estranhamento de lado e pensei. - Será que ele é um anão ou uma criança? Hm... Vai ver ele é filho de um nobre e por isso conseguiu entrar cedo na marinha.

Após toda a explicação e depois das palavras de Alexandre, aproveitaria para também me pronunciar. - Entendo... Primeiramente, obrigado pela confiança. Eu estava ansioso por um pouco ação, então pode ter certeza que farei minha parte, senhor. Além disso temos belas mulheres na tripulação. Ter a chance de morrer mas vendo uma beleza angelical dessas é muito bom para a moral do exercito, senhor. - Diria aquilo descontraidamente e terminaria minha frase com uma continência.

Com isso, esperava que estivéssemos dispensados para que eu saísse da sala, mas se houvesse mais algumas palavras eu pararia para ouvi-las antes de sair. Além disso, se precisasse ajudar em alguma tarefa no navio, eu tentaria fazer minha parte para enfim ficar livre.

No momento que eu não tivesse mais nenhuma tarefa, buscaria encontrar a recepcionista mais uma vez para me aproximar dela, buscando passar o tempo a conversar com a mesma. Se ela estivesse ocupada ou falando com outras pessoas, esperaria ela terminar o que tinha a fazer para finalmente abordá-la - Oi Eliza, Como vai? Sou o Gregory, lembra de mim? La na recepção perguntei se teria a chance de atuarmos juntos em missão, mas antes que pudesse responder meu amigo galã fez você travar hahahaha - Sorriria amigavelmente. Estava relutante, não sabia o que fazer, pois estava realmente curioso sobre sua relação com Aoy. - Mas eu gostei da gente se ver assim de novo do nada, parece mais emocionante. Mas não esperava que você atuasse mesmo em missões... Qual é sua especialidade? - Ouviria suas palavras atentamente, mas novamente eu me sentiria agoniado por conta da curiosidade sobre Aoy... Por fim, esperaria que ela terminasse o que tinha a dizer para deixar a hesitação de lado para matar aquela dúvida. - Sabe... A velhinha da cozinha me disse que você tem algo com Aoy, mas não confio muito nela... Isso seria verdade? - Perguntaria aquilo com voz baixa, deixando aquilo entre nós dois. Não sabia o que esperar, mas estava pronto para tudo, pois seja com sucesso ou com o fracasso nessa interação eu ainda teria mais informações sobre ela, pois até agora eu só sabia o seu nome.

Historico:
 

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySab 01 Abr 2017, 16:39



~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 3 ~

Desconfiança e Confiança  ~


   

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Naquelas primeiras horas da tarde solarenga em que Bruno, alter-ego de Alexandre e Gregory Ross, o mulherengo espiritualista, chegaram ao porto improvisado entre os recochedos longínquos da cidade, e foram acolhidos pelo famoso, porém não muito, “Cachorro-Louco”, ambos puderam notar vários rostos conhecidos e outros não tão conhecidos à bordo do brigue da Marinha. A embarcação, apesar da sua aparência rudimentar e rústica, dando-lhe um ar de velha e desgastada, era na verdade uma das embarcações mais rápidas da organização Justiceira naquela ilha, e era perfeita para ser usada como um simples brigue de mercadorias.

Notava-se nos detalhes da embarcação que os marinheiros que trabalharam no encobrimento da mesma, haviam colocado seus esforços, sangue e suores no seu acabamento. Haviam retirado quatro dos cinco canhões em cada lado, substituído as velas e bandeiras com o símbolo da Marinha por umas velas brancas e surradas de velhas e sem simbologia associada à qualquer organização, companhia ou país, e até mesmo pintado o casco de castanho e vermelho para dar um tom de usado e para que não se notasse o revestimento de kairouseki – a pedra-do-mar, próprio dos embarcações do Governo Mundial e da Marinha.

E sob o duro sol que se ia alongando no céu, a maioria dos marinheiros, totalizando vinte e dois homens à bordo dos quais todos sob-disfarce, laboravam arduamente ora carregando caixas quadradas ou rectangulares de suprimentos e mercadorias, ora se preparando para partir inspeccionando a embarcação, deixando os preparativos finais à espera somente pelas ordens do capitão ou do contramestre. Dito isso, Bruno e Gregory estavam ambos de frente para um jovem marinheiro, acompanhados de “Cachorro-Louco”, Alice e Aoy, os quais os três se viam erectos, como soldados que realmente eram.

 -Nos não fizemos nada ainda para merecer palavras gentis vindo da nossa superior, mas planejamos ser merecedores delas assim que possível. - Em resposta ao elogio que a criança dera, Alexandre respondia com educação, apesar de não ser realmente o que achasse. Na verdade, o homem logo de caras não gostava da atitude do jovenzito, isso porque ele era o único que vestia roupas limpas e caras enquanto que todo o resto trajava vestimentas sujas e rotas e costuradas. E seu companheiro que se mantivera calado, pensava se o pequeno Shiro era um adulto no corpo de um anão, ou se simplesmente um moleque nobre que conseguiu o seu cargo por causa do título nobiliárquico.

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  Após o término de seu monólogo, e de explicar superficialmente o plano, os dois recrutas respondiam à vez, demonstrando um pouco, sem se aperceberem, de sua personalidade à Shiro, que por sinal era muito mais do que alguém que conseguira seu cargo "apenas por causa da família". -Entendo  Shiro, estaremos sobre seus cuidados....- De Bruno, o garoto compreendia, fitando-o sério, que este não era um homem fácil de se ler. Que seus pensamentos raramente, ou nunca correspondiam com suas acções e falas. Já de Gregory, com a sua resposta… - Entendo... Primeiramente, obrigado pela confiança. Eu estava ansioso por um pouco ação, então pode ter certeza que farei minha parte, senhor. Além disso temos belas mulheres na tripulação. Ter a chance de morrer mas vendo uma beleza angelical dessas é muito bom para a moral do exercito, senhor. – O menino ficava reflexivo. Seria ele um idiota mulherengo louco por acção, ou seria aquilo apenas um disfarce?! Tudo o que o noviço mais ansiava em tal situação era poder descontraidamente esboçar um longo e exaustivo suspiro de desapontamento, mas...


...Prestes à esboçar mais um de seus falsos sorrisos, que até então pareceriam verdadeiramente puros e sinceros, demonstrando o quão hábil era na arte da actuação, a porta da cabine-principal se abriu, rangendo um barulho agudo e irritante, deixando um jovem-adulto alto, de cabelos negros e um olhar profundo e hostil atravessá-la com passos firmes e fortes de si mesmo.  Hizy, eles estão limpos. A central de informação não conseguiu encontrar nada que os ligasse ao grupo que estamos lidando e nem nada de revelador sobre o passado de ambos. – E nisso, pronunciou suas palavras de forma alta consoante ia atravessando a sala e que passava entre Alexandre e Gregory, esbarrando no ombro de ambos sem se desculpar, demonstrando ali mesmo, naquele simples gesto e toque, que ele era mais forte e superior aos dois, e seguindo então para o lado direito da poltrona e do garoto. Pondo-se à vontade, com os braços longos soltos ao longo do corpo.

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 Alice, apercebendo-se da situação e de que o soldado que entrara referia-se à Alexandre e Gregory, como que se visse a desconfiança cair-lhe sobre seus ombros, por ter sido ela à indicar aqueles dois àquela missão, além de ter o orgulho ferido, exaltou-se imediatamente, levantando um pouco o seu tom de voz - Hizumy?! Capitão?! Porque ordenou que Crown os fosse investigar?! A caso já não serei digna de confiança?! Todo o esforço que pus, todas as vezes que arrisquei a minha vida, já não valem de nada?! – À reacção de Alice, tanto Aoy como “Cachorro-Louco” estremeceram, tornando ambos suas cabeças para baixo como que se temessem o pior pela companheira. – Alice… - o garoto disse, mudando a simpatia e inocência pura em seu rosto para uma feição ameaçadoramente hostil. – Será que deveria cortar a sua língua?! – Reconhecendo de imediato o seu erro, a jovem marinheira se ajoelhou, cabisbaixa, e se recompondo, engolindo o que restava de seu orgulho, desculpando-se em uma voz baixa e trémula que sequer Alexandre havia escutado ainda. – Peço desculpas, capitão Shiro! – E pondo-se novamente de pé, recolheu-se para junto de Aoy e do “Cachorro”.  

 – Bem, vocês estão interessantemente limpos, infelizmente! – Suspirou o rapazito, pondo os cotovelos sob a mesa e apoiando a bochecha esquerda sobre a mão esquerda. – Estão dispensados. Podem ir! – Terminou os mandando embora e gesticulando com a mão direita.

  Dispensados, ambos os recrutas procuraram por algo em que pudessem ser úteis, todavia, já não havia nada em que pudessem ajudar. Estava tudo feito desde o instante em que deram os primeiros passos para dentro da cabine-principal.

  Atravessando os corredores do interior da embarcação, Alex caminhou em direcção à ala médica onde, como tanto ansiava, encontrou Nina. A médica, que vestia um vestido roto e que ainda assim lhe caia muitíssimo bem, estava sentada com as pernas cruzadas em sua cadeira, verificando os registos de todos à bordo quando o atirador se aproximou. -Como posso ajudar? - Erguendo os olhos das folhas-de-papel, a mulher sorria ao ver que era “Bruno” quem a perturbava. – Infelizmente, já não há nada para fazer… -

 -Sabe  eu to meio perdido, você poderia me mostrar melhor o navio? - Nina sorrira novamente. – Claro! Será um prazer! – Respondeu poisando a papelada sobre a mesa e caminhando em direcção à Alex.

 Ao meio tempo em que Alexandre procurava por Nina e iniciava um diálogo com a mesma, Ross buscava infindamente por sua musa de cabelos dourados, até que, observando as águas e os céus, junto à amurada, como que se despedisse de Loguetown, com tristeza e saudade em seus belos olhos, encontrou-a solitária.

  - Oi Eliza, Como vai? Sou o Gregory, lembra de mim? La na recepção perguntei se teria a chance de atuarmos juntos em missão, mas antes que pudesse responder meu amigo galã fez você travar hahahaha – Entusiasmado como uma criança, Gregory fez com que toda a inquietação e melancolia desvanecesse do rosto da moça, dando lugar a um sorriso tímido e divertido, demonstrando toda a delicadeza da rececionista.  – Claro que me lembro! Hi! Hi! Hi!  Nunca poderei esquecer a confusão que você e o seu amigo causaram na receção! Hi! Hi! Hi! – Gargalhou delicadamente, lembrando-se do momento em que Gregory exorcizava um espírito do corpo do companheiro.  – Foi bastante divertido! – Sorriu, demonstrando não ter qualquer má impressão sobre os dois. - Mas eu gostei da gente se ver assim de novo do nada, parece mais emocionante. Mas não esperava que você atuasse mesmo em missões... Qual é sua especialidade? – Antes que a garota pudesse responder, e ao mesmo tempo em que Nina e Alexandre começavam a caminhar pelo interior da embarcação, uma voz austera, forte e obstinada ressoou por toda a embarcação.

 
–  Todos vocês, se preparem para partir! Levantem âncora e icem as velas! O nosso destino é incerto! Estejam com suas armas escondidas e sempre convosco! E não se esqueçam, nesta missão não há heróis ou heroínas! É bastante simples e sem margem para erros! Não deixem o vosso Capitão descontente! –


Da popa do navio, junto ao leme, ouviu-se o contramestre dando a partida, deixando a grande maioria eufórica e agitada, prontos para dar à vida por seu Capitão, enquanto que outros, uma pequena minoria, com receio de falhar a missão e no que isso poderia trazer.

A manobra de desacostar havia se iniciado após grumetes e marujos terem içados as três velas principais e erguido a âncora como ordenado. Ao som de um berro de alerta de um dos homens-do-mastro, o pequeno e noviço capitão, de mãos firmes e guiando a embarcação, virou o leme por davante e aos poucos a nau começou a afastar-se da costa. Com o vento à favor soprando fortemente na direcção almejada, rapidamente o brigue adentrou no mar-aberto. A entrada brusca no mar provocou ao seus tripulantes uma leve contração no estômago, trazendo náusea aos mais fracos e não acostumados. E à Eliza e Gregory, assim como à outros que no convés estavam, a corrente contrária, embatendo no casco, salpicou-lhes os lábios de água salgada, e com a força que o vento ventilava, aos poucos seus lábios secavam, demandando que uma língua humedecesse-os.

  - Desculpa… - Pronunciou-se a garota depois de uns minutos silenciada, mirando fortemente o horizonte, despedindo-se da sua terra.  – Sempre fico triste quando a vejo assim, distante e perdida no horizonte… Sinto como que se a estivesse abandonando… Mas respondendo a sua pergunta… - Recuperaria o ânimo.  – A minha especialidade é a decifração de códigos! Hi! HI! – Sorriria tentando vangloriar-se.  – Sou bastante boa no que diz respeito em mensagens secretas e em perceber detalhes que mais ninguém percebe! Infelizmente, não sou muito boa em lutar, por isso raramente saio neste tipo de missão… - Terminaria, batendo de leve na própria cabeça brincando.

- Sabe... A velhinha da cozinha me disse que você tem algo com Aoy, mas não confio muito nela... Isso seria verdade? – Ao ouvir aquilo, a moça corou e desviou o olhar em várias direcções que não fossem os olhos de Gregory.  – Bem… não sei como dizer isso… - Nervosa, procurando uma forma de se explicar por palavras, a garota brincaria com os dedos entre eles.  – A verdade é que…. Bem… quando eu entrei na marinha… há um ano e meio… eu meio que… tive uma paixão por Aoy-chan… Mas isso era antes de saber que Aoy-chan era uma menina! – Ao pronunciar a última frase, todo o seu rosto ficara todo vermelho, envergonhada pelo seu erro lamentável de ter confundido Aoy por um homem e ainda por cima, por ter se apaixonado por ele(a).  – Foi tão estúpido da minha parte!!! – Sussurrou escondendo o rosto entre as mãos abertas.  – Só alguém tão sem noção como eu para confundir Aoy-chan e se apaixonar! Mas ela parecia tão legal! – Perdendo a vergonha e timidez, e aos poucos o vermelhão do rosto, Eliza ia explicando o porque de ter se apaixonado pela marinheira.  – Ainda hoje, Aoy-chan continua a ser um símbolo para algumas de nós, jovens e inexperientes marinheiras! Por mais que um oficial ordene algo, ela sempre faz o que acha que está certo, e não tem medo de usar seja o que for para proteger os mais fracos! Isso é tão legal nela! – Sorriria, mostrando um belo sorriso alvo.

 Entre tanto, no interior da embarcação, Nina ia mostrando os cubículos à Alexandre enquanto conversavam. -Obrigado por ter me mostrado que a Aoy era mulher.... Poderia ter me envolvido em encrenca se a chamasse de senhor na frente de vários marinheiros - – Novamente, a medica sorriria, mostrando o quão à vontade parecia estar perto do homem. – Não se preocupe com isso! Muita gente confunde Aoy-Chan! Houve até mesmo uma jovem que se apaixonou por ela, achando que era um rapaz! Há! Há! Há! –

 -Conhece Aoy a muito tempo? - Nina, a esta questão, daria um sorriso diferente. Um sorriso de jubilo, contudo de tristeza em sintonia. – Sim. Conhecemos-nos desde quando éramos crianças. Aoy teve uma infância nada feliz, mas que, porém, se orgulha e não tem medo de a empunhar! – Levantando o animo, a doutora falava alegremente sobre a amiga. – É por isso que é um grande exemplo para todos nós, marinheiras! Infelizmente, ela terá que se retirar da Marinha em alguns meses, pois terá de se casar… Ela quando era jovem, foi adotada por uma família nobre à qual é muito grata, e por essa razão não conseguiu dizer não ao casamento que elas lhe propuseram. – Cabisbaixa, sussurraria. – Acho que todos temos os nossos limites… O dela são os pais que a salvaram e a amaram, mais do que os verdadeiros. É um pouco triste ver que o maior símbolo para nós, Marinheiras em Loguetown, se irá retirar em breve... -.

Durante alguns minutos fez-se silêncio entre os dois. -A quanto tempo esta na marinha? - Colocando a mão sobre o queixo, pensativa, Nina demorava um pouco antes de responder. – Humm.. Não faz muito tempo… Na verdade, acho que três ou quatro anos… Antes de vir para a Marinha, era apenas uma médica vulgar, que viajava ajudando quem precisasse de um médico! – Reencontrando o sorriso, a mulher sorria. – E você, porque decidiu se inscrever na Marinha? Procurando honras? Aventuras? Ou apenas por necessidade? – Questionava intrigada.

 Enquanto que alguns conversavam, outros trabalhavam e houvesse quem aproveitasse para tirar uma soneca, ao fundo, no horizonte, nuvens negras eram vistas à se aproximarem trazendo com elas um mar mais violento e incontrolável. Não demoraria muito para que elas chegassem até à embarcação trazendo uma terrível tormenta que mudaria o destino de muitos.

 
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySab 01 Abr 2017, 19:16


Uma vida de marine


O barco da marinha estava realmente parecendo com um barco comerciante, "Os marinheiros andaram trabalhando..." pensaria enquanto observava o barco, com a conversa que tive com o Shiro notei que ele era perigoso, uma cobra conhece a outra, não é normal uma pessoa ser tão sorridente assim, ele obviamente estava interpretando, não foi surpresa para mim quando outro marinheiro entrou e falou que havia pesquisado nosso passado, – Hizy, eles estão limpos. A central de informação não conseguiu encontrar nada que os ligasse ao grupo que estamos lidando e nem nada de revelador sobre o passado de ambos. -, mas para minha surpresa Alice parecia incomodada com isso.


- Hizumy?! Capitão?! Porque ordenou que Crown os fosse investigar?! A caso já não serei digna de confiança?! Todo o esforço que pus, todas as vezes que arrisquei a minha vida, já não valem de nada?! –, logo notaria do por que Alice estar preocupada, ela já estava com o rabo preso com piratas muito antes de me conhecer, não era surpresa ela demonstrar que estava preocupada quando duvidavam da sua palavra, notaria que o clima havia mudado quando visse a reação de Nina, Aoy e cachorro- louco, – Alice… Será que deveria cortar a sua língua?!- , após isso Alice mostrou uma reação humilhante, se ajoelhou abaixou a cabeça e pediu desculpa, nesse momento algo doeu em meu peito e minha mascara cairia por segundos, minha mão direita se moveria perto da arma, mas com a mesma rapidez que perderia a calma a recuperaria, pois pensando logicamente, eu não seria capaz de fazer nada se atacasse agora, então recuperaria minha compostura e afastaria minha mão da arma(Temperamento calmo também ajuda).


Se o pequeno momento de raiva me rendesse alguma hostilidade eu iria imitar a reação de Alice me ajoelhando e com a cabeça baixa falaria – Peço desculpas, capitão Shiro, não sei o que deu em mim...–, se tudo ocorresse bem e eu ouvisse o capitão falar –Bem, vocês estão interessantemente limpos, infelizmente!... – ele parecia quase decepcionado com isso, o que me faria dar um sorriso amargo no rosto, se ele me questionasse o motivo do sorriso eu falaria com um tom humorado – É que ninguém jamais me falou que o serviço que eu fazia era limpo –, após parecer desapontado com a falta de criminalidade de nossos currículos o capitão nos dispensou para falar a verdade eu fiquei aliviado, queria ficar o mais longe possível do capitão.

Com isso em mente fui em direção a nina que pareceu feliz em me fazer companhia após ter uma conversar agradável com a mesma ela me fez uma pergunta interessante – E você, porque decidiu se inscrever na Marinha? Procurando honras? Aventuras? Ou apenas por necessidade? –, daria um sorriso para ela e olharia nos olhos delas, mas não estaria olhando para ela, estaria perdido em meus pensamentos, -Não sei bem ao certo, não ligo muito para aventuras, consigo me virar bem sozinho sem ter que arriscar minha vida, quanto a honra eu não sei bem ao certo..... Talvez eu só estava cansado do estilo de vida que estava levando, por isso troquei de ilha, para não correr o risco de voltar a ser o que eu era, eu quero ser mais, eu quero ser importante, talvez a marinha me mostre como...- daria um sorriso sem graça para ela e coçaria a cabeça e falaria em um tom de desculpa, -Não é nem um motivo honroso... eu sei...-, grande parte dessas palavras eram verdadeiras e isso seria o mais perto da verdade que conseguiria chegar com nina por enquanto.

-Acho que sou muito diferente de você afinal de contas..... - falaria em um tom de tristeza na voz, -Sabe?Acho que viajar por ai curando quem estava precisando não é uma profissão que possa se chamar de vulgar...Não se preocupe quando Yao sair, não faltara exemplos para as futuras marinheiras se expirarem - após falar isso daria um sorriso verdadeiro para Nina, um sorriso sem qualquer segundas intenções, Talvez o primeiro sorriso que tinha dado deste tipo hoje, após falar me despediria dela, tentando deixar a mesma sem a oportunidade de retribuir o elogio-Bem,vou indo, talvez eles precisem de mim.-


Assim que subisse de volta no deque do navio olharia para as nuvens pretas que se aproximavam, pra mim aquilo não era nada animador, olharia para um marujo que parecia ter mais experiência e me aproximaria dele para perguntar -Aquilo não é um bom sinal não?- falaria enquanto apontava para nuvens, se ele confirmasse minhas duvidas eu me aproximaria do centro do navio para não ter perigo de cair para fora dele durante a tempestade, se ele falasse que não seria nada, eu mesmo assim me aproximaria do centro do navio, afinal o prevenido morreu de velho, uma vez no centro do navio aguardaria as ordens para enfrentar a provável tempestade.



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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySeg 03 Abr 2017, 18:00


Com meu jeito intenso e desleixado de ser, falei e falei sem me preocupar com quaisquer formalidades diante do capitãozinho minúsculo. Ao contrario de tantos outros soldados alienados que tratavam os superiores com um jeito tão diferente, não levei isso a sério e apresentei minhas palavras com descontração. Hizumy não pareceu se incomodar e com isso comecei a ter certa empatia com aquele superior anão. Talvez sua jovialidade fizera ele não ser tão conservador ao ponto de me repreender por ser animado, mas ainda assim ele exibia que ainda tinha capacidade de manter uma postura intimidadora quando necessário ao repreender Alice por questionar suas ações. Sendo assim, sua jovialidade era corrompida pelas limitações que seu posto o trazia.

Após toda aquela cena, sai da sala em silencio e apenas acenando brevemente para todos. Estando novamente no convés, procurei Eliza até encontrá-la encostada na amurada, distante em pensamentos e com uma expressão melancólica. Nesse momento, não pude deixar de sentir meu coração ser tocado, mesmo entorpecido pela visão de sua beleza, me aproximei e comecei minha conversa.

Aos poucos fui descobrindo um pouco mais dela e vi que ela tinha a jovialidade pura e alegre, algo que me deixava feliz só de observar suas reações e manias. O navio começava a zarpar e a brisa marítima continuava a nos bombardear... Nesse momento, parecia que a brisa tocava minha alma e a arrepiava, pois sentia-me inquieto enquanto encarava aquela cena diante de mim. - Ela é linda... - Acompanhei com atenção cada palavra que ela dizia, pois me sentia agraciado em ter a chance de receber suas respostas.

- Entendo... Também sinto uma certa melancolia quando faço essas viagens e passo por essa sensação de deixar para trás um lugar onde tenho memórias. Mas me sinto alegre por dentro, por poder viver essa sensação única. Quer dizer... Todo sentimento é único, o incrível mesmo é viver quantos sentimentos pudermos antes que seja tarde. - Diria seriamente, soltando minhas reflexões enquanto também observava o mar. Lembrando de seguir as recomendações de antes, guardaria o estojo de kunais em minha cintura e deixaria a camisa por cima, cobrindo o objeto. - Sobre Aoy, eu também achei que fosse um homem. Só descobri que ela era mulher pois... Érr... Bem, eu descobri. E a forma que você descreve ela é realmente algo admirável, pois ela consegue alcançar algo que todos nós lutamos: A liberdade de agir como queremos. Por sua culpa, até eu comecei a criar uma certa paixão por ela haha - Riria, soltando aquelas palavras despretensiosamente apenas para mexer um pouco com as feições daquele rostinho lindo em minha frente. Se eu notasse que ela tinha levado a serio o que eu tinha falado, apertaria levemente sua bochecha e diria. - Brincadeira! haha

Por fim, não deixaria de notar as nuvens negras no céu logo em frente, então alertaria a loira sobre isso. - Parece que a viajem vai ficar turbulenta em breve... Que tal irmos para dentro? Deve ter uma cozinha nessa embarcação, certo? Seria bom aproveitar a calmaria antes da tempestade para comer algo e continuarmos nos falando hehe - Faria a proposta e esperaria sua resposta. Eu morria de vontade de tentar soltar algo mais atrevido, mas sentia que seria mais produtivo se eu continuasse a conhecer aquela garota aos poucos do que arriscar tudo de vez.

Caso ela aceitasse vir comigo, deixaria ela me levar até a cozinha ou se ela também não soubesse buscaria encontrar por mim mesmo, perguntando aos outros tripulantes. No caminho, eu diria para ela - Interessante sua especialidade... Quanto a você não saber lutar, interessante também... Acho que encontrei um motivo especial para defender a linha de trás quando começar a missão de verdade. - Declararia aquilo com confiança e então continuaria seguindo pelo caminho. Uma vez que estivesse na cozinha, pediria para Eliza procurar algum lugar para a gente se sentar e então iria buscar algo para a gente comer e beber, além de pratos e talheres e, se necessário, faria duas viagens para levar tudo até nosso assento. Estando tudo o que precisava, seguiria até o assento que Eliza tivesse conseguido e deixaria tudo por lá para enfim me sentar ao seu lado. - Gostaria de te agradecer por ficar comigo nesse momento de viagem. Sabe como é, quando você está sozinho parece que tudo fica mais intenso: O tédio, o balanço do navio, o enjoo... - Diria enquanto começava a provar minha comida. - Desculpa pela pergunta de antes sobre a Aoy... Se quiser posso te responder algo que me perguntar em troca da resposta que você me deu sobre esse assunto.
- E então esperaria o que ela tinha a mandar, esperava que fosse algo simples como ''por que entrou na marinha'', mas ela também poderia perguntar algo mais invasivo, afinal, eu tinha entrado em sua intimidade.

Caso ela negasse meu pedido para irmos até a cozinha, ficaria frustrado mas reconhecia que tinha feito um avanço ali, portanto me despediria para procurar a cozinha, onde eu pegaria um pouco de comida e uma bebida não alcoólica e me sentaria em algum assento por lá para, buscando assim passar o tempo comendo um pouco.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyQua 12 Abr 2017, 14:09



~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 4 ~

Tormenta e Pirataria  ~


   

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Por mais que aquela pequena e quase insignificante reacção de hostilidade vinda da parte do recruta pudesse causar-lhe grandes problemas, pois, os olhos do pequeno e jovem Marinheiro haviam se apercebido dos movimentos de Bruno, o mesmo ignorou-o por completo, deixando claro para o recruta que qualquer acção contra ele naquela embarcação seria menos insignificante que uma mordida de mosquito. Afinal, mesmo que o altergo de Alexandre e que Gregory pensassem que a sua posição na Marinha se devia à reputação nobiliárquica de sua família, ou por outros motivos menos nobres, a verdade era que aquela pequena criança, de quatorze anos à frente deles era muito mais fortes do que os dois juntos.

 No convés, tanto Alex como Greg aproveitavam o seu tempo de calmaria conversando com Eliza e Nina. Mesmo que negassem, ambos pareciam apaixonados pelas respectivas marinheiras. E enquanto que Gregory se fazia acompanhar de Eliza para o interior da embarcação, em direcção à cozinha, onde ambos poderiam aproveitar de uma leve e saborosa refeição, Bruno esboçava preocupação com aquele mau presságio que tão velozmente se acercava.

  -Aquilo não é um bom sinal não?- Aproximando-se do soldado que com extrema falta de maestria manipulava o timão naquelas correntes fortes, Alexandre questionava-o. - Aquilo é um péssimo sinal! O mais acertado à fazer seria mudarmos a nossa rota! Mas estamos sob as ordens de um Capitão que é conhecido por enfrentar tempestades piores do que essa! - Finalizando a resposta, Alexandre correu para perto do centro da embarcação. E enquanto o mesmo se sentia seguro, pôde observar que a tripulação estava apressada, uns correndo para um lado e outros para o outro. Todos estavam a trabalhar, puxando cordas das velas, ora apertando as mesmas cordas. Em poucos minutos os ventos tornaram-se fortes e a força que faziam nas velas notavam-se, fazendo os mastros rangerem. A embarcação baloiçava fortemente com as ondas a baterem-lhe nas paredes. E assim que adentraram por fim na zona da tempestade, a chuva começou a cair forte e terrivelmente, deixando à todos do lado de fora encharcados.

 Entretanto, no interior, servindo-se à si e a jovem moça de um delicioso prato de "polvo à lagareiro", e vinho tinto para ambos beberem. Se sentados, sozinhos na mesa, comiam continuando o diálogo. - Gostaria de te agradecer por ficar comigo nesse momento de viagem. Sabe como é, quando você está sozinho parece que tudo fica mais intenso: O tédio, o balanço do navio, o enjoo... - A garota sorriu, levando o vinho aos lábios secos dos ventos e do sal marítimo.  - Não se preocupe com isso! O prazer foi todo meu! E se estiver enjoado, a nossa médica tem comprimidos que te podem ajudar! -

 - Desculpa pela pergunta de antes sobre a Aoy... Se quiser posso te responder algo que me perguntar em troca da resposta que você me deu sobre esse assunto.

  Esboçando um sorriso alegre, a garota pensou um pouco. Não sabia o que poderia perguntar sem que invadisse a privacidade do homem à sua frente. E então sorrindo de forma travessa e matreira, perguntou o que sempre quis perguntar desde o momento em que o havia visto na recepção.   - Bem, há algo que estou bastante interessada em saber... Por acaso, você consegue ver fantasmas? Espíritos e coisas desse género? - Seus olhos brilhavam, ansiosa por uma resposta impactante.

 De regresso ao exterior da embarcação, que baloiçava brutalmente, só não lançando os barris e caixas para barco à fora porque haviam sido amarrados, as ondas fortes chocavam-se contra a amurada e adentravam no navio, e aos poucos a água ia se acumulando no convés. O mastro principal rangia como um animal raivoso, e no por de trás do timão, comandando toda aquela comoção, estava agora o pequeno garoto, manipulando o instrumento com maestria que poucos navegadores e pilotos possuíam em suas mãos. Algo incrível de se ver, pois para manipular o timão numa tempestade, é preciso tremenda força para enfrentar as correntes fortes e delicadeza para não partir os mastros e o leme.

 E do meio da tempestade, uma bala de canhão surgiu e atingiu em cheio o lado esquerdo da embarcação. - Capitão! Estamos sob ataque!! - Berrou uma das vozes aflitas! O pequeno garoto olhou para o lado de onde havia vindo o ataque, e surpreendido, pôde ver, assim como qualquer um que olhasse na mesma direcção, uma caravela com a bandeira negra hasteada cortando as ondas como se não fossem nada e vindo, enfrentando e vencendo a força da natureza, em direcção deles.

 - Tzck! Será difícil até mesmo para nós lutarmos contra a tempestade e uma caravela inimiga! - Rangeu o garoto. - Marinheiros, se preparem! Lutem com garra e honra! E façam de tudo para não perecerem! Juntos, sairemos vitoriosos tanto desta tormenta quanto desses piratas que se aproximam! - Berrou, fazendo com que todos uivassem em sintonia de alegria e animação.




 
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyQua 12 Abr 2017, 19:45


Uma vida de marine



Quando perguntei sobre as nuvens para um marinheiro mais experiente, a resposta dele não foi nada tranquilizadora - Aquilo é um péssimo sinal! O mais acertado à fazer seria mudarmos a nossa rota! Mas estamos sob as ordens de um Capitão que é conhecido por enfrentar tempestades piores do que essa! – daria uma risada seca para o marinheiro que não chegaria ao meus olhos e iria para o centro do navio onde eu acreditava que seria mais seguro, pelo lado bom o nosso capitão Junior parecia saber o que estava fazendo, pois ele manejava o timão com maestria.

Como se a tempestade não bastasse, ouso um barulho de explosão, só percebo o que foi quando vejo um barco no horizonte, fomos atacados - Capitão! Estamos sob ataque!!- um marinheiro gritou o óbvio, - Tzck! Será difícil até mesmo para nós lutarmos contra a tempestade e uma caravela inimiga! - o capitão juvenil deixou escapar nervoso com a situação, daria um sorriso sarcástico e falaria de forma despreocupado -Você deveria se animar capitão, seu plano esta dando terrivelmente certo...- após isso acenderia um cigarro e fumaria enquanto escutava as outras palavras do capitão, - Marinheiros, se preparem! Lutem com garra e honra! E façam de tudo para não perecerem! Juntos, sairemos vitoriosos tanto desta tormenta quanto desses piratas que se aproximam! -, o capitão poderia ser apenas um garoto, mas ele tinha conhecimento em batalhas, ele se preocupou em motivar sua tripulação.

Daria um sorriso e gritaria com toda a força de meus pulmões -Vocês escutaram o capitão!!! Eles morderam a isca, não vamos deixar que uma chuvinha nos preocupe!!!! Eles pensam que somos ovelhas indo para o abatedouro, VAMOS MOSTRAR PARA ESSES PIRATAS A FORÇA DA MARINHA!!!!! - gritaria tentando motivar ainda mais os marinheiros, acreditando que meus gritos não chegariam até o outro barco devido a tempestade, feito isso iria até os canhões do navio, caso existisse canhões.

Assim que conseguisse achar um canhão que pudesse usar, apontaria para o barco inimigo, iria mirar com o canhão de maneira que acertasse o casco, iria fazer isso calmamente, sabia que devido estar em um barco em uma tempestade as ondas poderiam atrapalhar, então tomaria cuidado e só atacaria quando tivesse quase certeza que acertaria, tentaria atirar até que o barco inimigo ficasse com 3 furos no casco, se alguém me questionassem se estava querendo afundar o navio, eu apenas daria um sorriso maligno para o mesmo e falaria com uma voz inocente e pura, -Pra quem já lutou contra demônios... isso não é nada -um barco com o casco prejudicado em uma tempestade não teria muita escolha a não ser abordar e tomar um novo barco.

Após meu trabalho feito ou não iria ir para o lado oposto que o navio fosse abordado, e ficaria preparado esperando que eles fizessem o primeiro movimento, assim que os piratas começassem a pular para o nosso navio eu começaria atirar sempre mirando o meio do peito dos oponentes, onde estivesse mais chances de acertar, tentando pegar eles no meio do pulo de um navio para o outro, de maneira que não conseguissem se esquivar facilmente, mas sabia que não conseguiria impedir todos de pular, então quando eles chegasse no nosso navio tentaria me manter o Maximo afastado deles, sempre atirando nos piratas que estavam travando combate com os marinheiros, pois sabias que eles estariam concentrados no combate e dificilmente se esquivariam, tentaria mirar nos piratas onde fosse possível atingi-los sem que acerta-se os marinheiros.

De maneira inconsciente enquanto estava no combate me moveria em direção a Alice se qualquer pirata se aproximasse de nos eu não pensaria duas vezes antes de atirar no mesmo com minha técnica, disparo rápidos com a mão esquerda e somente utilizaria a tecnica tendo certeza que a arma tinha as balas necessárias, sempre que necessário eu recarregaria minha arma,se tivesse utilizado a técnica trocaria a arma para mão direita, se Alice estive lutando contra um oponente, eu faria desse mesmo o foco de minhas balas, sempre tentando acertar o oponente com cuidado para não acertar ela.

Se percebesse que alguém com uma arma a longo alcance estava me focando tentaria procurar rapidamente um lugar para ficar entre mim e o projétil,nem que seja um marinheiro, e uma vez escondido sairia parcialmente do esconderijo para acertar o centro do corpo do meu oponente, se alguém se aproximasse muito de mim, e me fizesse um ataque corpo a corpo, de maneira frontal, tentaria me jogar para a direita e ainda deitado no chão atiraria no meu oponente na cabeça, após atirar me levantaria rapidamente, se o golpe viesse da s laterais tentaria recuar na diagonal para o lado oposto do golpe e após isso apontaria rapidamente o revolver para o rosto do meu oponente e atirar, se sangue respingasse no meu rosto, a única reação que teria seria um sorriso diabólico.

Se sofresse qualquer ataque, eu iria tentar aguentar a dor e continuar, pois sabia que se caísse ali, eu provavelmente morreria, -Pra quem já lutou contra demônios... isso não é nada - daria um sorriso sombrio enquanto falasse essas palavras, se percebesse que estamos ganhando ou perdendo tentaria levantar ainda mais a moral -Ouvi falar que a Nina vai dar um beijo por cada Pirata que capturarmos !!!- falaria em um tom alto e de brincadeira, se percebesse que ela estava a vista e olhasse para mim, piscaria para ela com um sorriso brincalhão no rosto.


Se tivesse uma oportunidade de me afastar do combate, iria fazer isso para observar melhor a situação, procuraria os capitães da marinha, os que pareciam ser os lideres dos piratas, veria a situação de nina, e dos meus aliados, respiraria firme enquanto fazia isso tentando me recuperar o Maximo possível para o segundo round.



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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySeg 17 Abr 2017, 16:41

Circundado por quatro paredes e por um teto que me impedia de ver a drástica mudança para um cenário tenebroso do exterior eu tinha a oportunidade de comer a companhia de uma bela mulher. Pensar que eu estava tendo tamanha sorte era algo que me fazia rir inquieto por dentro, pois certamente haviam pessoas que me invejavam por isso, ou ao menos era o que se passava em minha mente. Por ora, eu comia e bebia apenas poucos goles do vinho apenas para ajudar a comida a descer enquanto ouvia atentamente as palavras de Eliza.

- HAHAHAHA! Sim, parece estranho mas sim, eu consigo me comunicar com o sobrenatural. Muitos dizem que é loucura, mas eu simplesmente não posso ignorar esse universo espalhafatoso diante de mim. - Respondi sua pergunta.

Quando o ataque e a gritaria no convés começasse, de imediato eu estranharia aquilo mas logo iria perceber que se tratava do inicio da missão. Dessa forma, levantaria da mesa e deixaria meu estojo de kunais acessível por cima da camisa e então me aproximaria de Eliza... Só pela minha postura no momento, já dava pra entender que eu voltaria ao convés para averiguar a situação, mas ainda assim eu queria concluir nosso tempo juntos. - Eliza, pelo visto o ataque começou... Tome cuidado, ok? - Pousaria a mão sobre sua cabeça. - Ér... Antes de ir, posso ganhar um abraço seu? Se por acaso eu estiver pra morrer, seria feliz para mim ter isso em minha memória... Não que eu ache que vá morrer, mas ainda há a chance disso acontecer - Desastrosamente, tentava conseguir um pouco de seu carinho antes de sair para o caos. Com ou sem sucesso nessa tentativa, sairia da cozinha e seguiria direto para o convés para me situar no que deveria fazer.

Os comandantes da missão que teriam o trabalho mais árduo, já que tinham força o suficiente para enfrentar os verdadeiros desafios, mas todos os outros ainda tinha suas partes. Ainda não sabia bem o que deveria fazer, mas imaginava que teria que defender minha vida e a dos outros aliados. Por isso, tentaria atuar na linha de trás como qualquer outro atirador, dando o devido suporte. Nesse momento prévio, caso eu visse inimigos tentando chegar até a embarcação de alguma forma, tentaria alvejá-los com meus projeteis, para complicar a sua aproximação ou até mesmo para tentar eliminar ou debilita-los um pouco antes que chegassem até nosso navio. Se eles tentassem subir a bordo usando rapel, tentaria cortar a ligação com nossa embarcação para atrasá-los e, quem sabe, derrubar alguns que estivessem no meio do caminho.

- NÃO DEIXA ESSES ZÉ DROGUINHA CHEGAR AQUI NÃO! METE O PIPOCO NELES GALERA!! - Tentaria inspirar os atiradores que estivessem comigo na linha de trás.

- ALI! RAPIDO! - Avisaria a todos caso notasse algum tipo de tentativa de aproximação ou de invasão inimiga.

Na hipótese de precisarem de ajuda para segurar partes essenciais do navio para evitar que desmoronassem, eu tentaria ajudar na medida do possível, mas deixaria aquilo de lado se notasse que aquilo cederia e me levaria junto.

Se os inimigos conseguissem chegar na embarcação, eu continuaria a atuar na linha de trás, buscando primeiramente alvejar os mais mal posicionados com meus ataques, e em seguida buscaria ajudar meus aliados em suas batalhas, usando de brechas de atenção do inimigo para atingir suas pernas ou, se a situação fosse favorável, tentaria dar-lhe um ataque fatal mirando entre a cabeça e o pescoço. Esse seria meu papel como suporte, mas não deixaria de lado a minha prioridade em lançar kunais em direção a inimigos mal posicionados, ou seja, inimigos que estiverem desatentos, de costas para mim, se aproximando despreocupadamente em direção a aliados, entre outras coisas que os tornam alvos fáceis para nós atiradores.

Mesmo com eu me posicionando na linha de trás eu tinha plena noção de que ainda havia perigo... Podem ser projeteis como tiros ou balas de canhão ou até mesmo guerreiros podem quebrar nossa defesa e seguir em nossa direção. Por isso, se em algum momento eu notasse que seria alvejado por alguma ofensiva ou retaliação, para evita-las eu usaria minha boa agilidade para tentar esquivar, como sempre. Usaria de pulos e impulsos para ir para fora da trajetória de projeteis ou de golpes e, se isso não fosse o suficiente, também contrairia meu corpo para fora do alcance dos ataques. Após essas tentativas de esquivas, se necessário eu procuraria me afastar de meu oponente com pulos e logo em seguida começaria a correr para me reposicionar para continuar a atacá-lo de longe.

Caso algum lutador de curto alcance tentasse se aproximar de mim para me atacar, eu começaria a me mover para longe de sua aproximação para me manter longe de seu alcance. Enquanto eu me afastasse, tentaria também sempre lançar ataques em direção as pernas, torso e cabeça do oponente, para debilita-lo ou levá-lo ao chão de vez.

- Ouvi falar que a Nina vai dar um beijo por cada Pirata que capturarmos!!! - Se eu ouvisse as palavras de Alexandre em meio a tudo aquilo, responderia:

- OLHA QUE EU COBRO EIN, RAPAZ! E DIGO QUE TU QUE FALOU ISSO, SEU CRETINO HAHAHHAHAHA! - Quando a situação estivesse folgada, responderia em voz alta para que ele ouvisse, mas sem tirar o foco do que acontecia ao meu redor para não ser pego de surpresa.

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptySex 21 Abr 2017, 18:25



~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 5 ~

~ O Ataque Pirata em Pleno Temporal ~

   

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O temporal cai em forma de fortes chuvas. O sol já não se via e apenas a escuridão das densas nuvens banhava ambas as embarcações. Das nuvens, fortes e cintilantes trovões brilhavam em um tom de amarelo incrivelmente assustador, fazendo-se acompanhar de sons estrondosos que alternavam entre dois à três segundos para ressoarem.  As embarcações dançavam por meio das turbulentas ondas. Poseidon, o soberano dos mares, os havia amaldiçoado com aquela tormenta que mais e mais seguiam em frente, mais e mais poderosa e cruel ia ficando. E quase tão intenso e grave como o som dos trovões, também os disparos que o brigue adversário dava ecoavam pelo ar, como que se o quebrasse. Por sorte, não só o mestre daquela caravela era hábil o bastante, como a mesma tinha um corpo que lhe proporcionava ser ágil e veloz. Além disso, com a pouca distância entre ambas, as balas lançadas em sua direcção eram engolidas pelas raivosas ondas negras.  

No convés principal, os marinheiros corriam aflitos de um lado para o outro. Preparavam-se para o possível choque que a colisão entre ambas as navegações ofereceria, assim como pegavam em armas ara lutar. Alguns, acostumados com os canhões, preparavam-nos e aguardavam pela ordem de fogo.

-Você deveria se animar capitão, seu plano esta dando terrivelmente certo...- Despreocupado, Bruno deixava um leve comentário sair enquanto que, apesar da forte chuva que caia sobre todos eles, tentava ascender o seu tabaco, o que, somente várias tentativas, conseguiria. E no final, apenas conseguiria dar duas passas no cigarro antes da chuva e do vento apagar o mesmo. Àquele comentário relaxado, o garoto respondera apenas com uma careta de chateado enquanto que manobrava o timão.

 Aproveitando o discurso do pequeno capitão, que deixara à todos animados e cheios de coragem para o combate que se aproximava, também Bruno achara que devia animar seus companheiros.  -Vocês escutaram o capitão!!! Eles morderam a isca, não vamos deixar que uma chuvinha nos preocupe!!!! Eles pensam que somos ovelhas indo para o abatedouro, VAMOS MOSTRAR PARA ESSES PIRATAS A FORÇA DA MARINHA!!!!! -

- YEEEEEEEE!!

Berraram em sintonia todos os Marinheiros à bordo, erguendo ora suas espadas, ora seus rifles e revólveres no ar, animados para mostrarem àqueles arruaceiros  a verdadeira força da Marinha.

 E se lá fora havia uma tormenta que à todos preocupava, no interior, somente Eliza e Gregory, além de um ou outro indivíduo que ainda não havia se apercebido da situação, comiam descansados.  
 - HAHAHAHA! Sim, parece estranho mas sim, eu consigo me comunicar com o sobrenatural. Muitos dizem que é loucura, mas eu simplesmente não posso ignorar esse universo espalhafatoso diante de mim. – Os olhos da jovem moça brilharam de espanto e animação e suas bochechas coraram em um leve tom de rosa. Estava realmente abismada, no bom sentido. Sempre tivera curiosidade nesses assuntos, porém, nunca encontrara mais ninguém que partilhasse da mesma opinião, muito menos alguém que estivesse ligado, de alguma forma, com o outro mundo. Seus húmidos lábios moveram-se por instantes, mas antes que pudesse sequer formular uma palavra era interrompida por gritos de guerra. Também os passos em cima deles cantavam apressados. - Eliza, pelo visto o ataque começou... Tome cuidado, ok? – Sim, o jovem Gregory estava certo. A luta havia começado e aquele não era o momento dos dois se distraírem com conversas. – Sim! Você também! – Respondeu de imediato a garota, batendo suas mãos na mesa e se erguendo instantaneamente. Aproximando-se dela, o rapaz repousou sua mão ao de leve sob sua cabeça, acariciando os dourados fios lisos e com cheiro à shampoo de rosas da garota. - Ér... Antes de ir, posso ganhar um abraço seu? Se por acaso eu estiver pra morrer, seria feliz para mim ter isso em minha memória... Não que eu ache que vá morrer, mas ainda há a chance disso acontecer -  A jovem corou e sorriu, fechando os olhos. – Não seja tonto! – Diria ela, esboçando um lindo sorriso e, de repente envolvendo o tronco do ninja em seus braços. – Você não irá morrer! – E largando-o, segui-lo-ia até o convés.  

 Juntos, Eliza e Gregory corriam pelos corredores da caravela com alguma dificuldade, pois o mesmo se movia de forma muito bruta e balançava para um lado e para o outro por causa das ondas e dos ventos contrários. Entretanto, Triande conseguia fazer seu um dos canhões da embarcação. Focando sua mira no navio adversário, de cigarro apagado na ponta dos lábios, corpo e cabelo molhados, esperava pelo momento certo. Não podia falhar. Enquanto que os outros disparavam e falhavam, pois as ondas engoliam todas as balas, o atirador aguardava que o navio se sincronizasse com as ondas e, que por entre as mesmas, um caminho se abrisse. Seria esse o momento em que…

 
- BUM! –

 O som do canhão a ser disparado ecoou pelo convés. Todos os marinheiros em seu lado que testemunharam o seu feito ficaram abismado e festejaram de seguida o abraçando. O seu tiro havia acertado em cheio o casco do navio inimigo, abrindo um buraco na zona central da embarcação.  Infelizmente, antes que Alexandre pudesse tentar mais dois disparos, já as balas haviam sido desperdiçadas por outros soldados inexperientes. Não havendo mais o que pudesse fazer, o homem recuou seus passos até bombordo, onde esperaria pelo ataque dos piratas. E foi no instante em que Alexandre chegara à extrema extremidade do bombordo do navio, e que Gregory e Eliza abriram a porta da cabine que os levara até o convés, e que a embarcação rival sofria para se aproximar da caravela, que os fortes ventos fizeram um grande estrago na embarcação da Marinha, derrubando o mastro principal que, caindo reto sob o próprio navio, destruiu a cabine principal, a sala de comando, e que por pouco não destruiu o timão e o garoto, caindo um metro ao lado de ambos. – E…ESSA FOI POR POUCO, CAPITÃO! – Em choque e aliviado, um dos marinheiros gritou. Surpreendido, até mesmo o menino parecia estar pálido e assustado. Contudo, aquilo que parecia ter sido pura sorte, afinal apenas um metro o havia separado da morte súbita, era na verdade nada mais nada menos do que a obra de um homem. – Como que se eu fosse deixar um mastro te matar. – Pronunciou Ryu. Ouvindo aquilo e analisando melhor, os tripulantes viram que a parte do mastro que supostamente cairia em cima do jovem infante estava esmagada e com a forma de um punho.

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- OOOOO!!!!! ESSA É A FORÇA DO FURACÃO NEGRO! – Bradou um dos homens animado. – NEM MESMO A NATUREZA NOS PODE VENCER! – Afirmou outro.  – QUE VENHAM OS PIRATAS! –

  Aproveitando que a caravela perdera sua força principal sob aquela tempestade, perdendo também sua velocidade que os mantinha afastados, o brigue aproximava-se agora velozmente.

- O-Obrigado, Ryu.. –  Meio tímido, e recuperando a cor, o pequeno capitão agradeceu, deixando o suor frio escorrer pela testa. – Humpf! – Sorriu de maneira ameaçadora, contudo amigável, o companheiro avançando para o centro do navio e se preparando para o que vinha: O bando pirata.

  - Que venham eles! –  Disse o marinheiro concentrando todos os seus músculos e fervendo por dentro. – Aniquilarei à todos! –  Um sorriso verdadeiramente hostil e agressivo, completamente diferente do que havia dado para o garoto, pois este realmente dava-lhe o ar de uma fera faminta.

   Colados um ao outro, as embarcações navegavam por entre as ondas juntas, o que demonstrava ser um perigo. E mostrando aquilo para que vieram, os piratas começaram a usar as cordas dos mastros para avançarem em direcção da pequena caravela, outros corriam pelo passadiço de madeira que haviam colocado de forma a unir os corpos de madeira, e ainda havia aqueles, mais hábeis, que se aventuravam à saltar do brigue para dentro da caravela, o que conseguiam devido à diferença de proporções entre ambas, que lhes dava vantagem.

  - NÃO DEIXA ESSES ZÉ DROGUINHA CHEGAR AQUI NÃO! METE O PIPOCO NELES GALERA!! – Atirando com suas kunais nos marujos que, lá no alto, segurando em cortas, atravessavam o mar em direcção deles. – Óóó! – Gritaram em uníssono os atiradores e ninjas que estavam à sua beira. E junto dele, apenas os separando pouco mais de seis metros, estava também Alexandre, que com seu revólver atirava nos piratas que com sucesso haviam conseguido aterrar no convés e que agora, alguns de costas viradas, outros de perfil, travavam lutas com seus companheiros que vestiam o azul e branco.  Apesar de instintivamente procurar aproximar-se de Alice, a verdade era que, antes mesmo que o jovem se apercebesse, não só a marinheira, como todos os outros dois: “Cachorro-Louco” e Aoy-chan, estavam no centro do convés, correndo, ignorando os piratas e os marinheiros que lutavam, em direcção ao pequeno garoto. Vendo aquilo, Alexandre vulgo Bruno, fez de seus alvos os homens que seguiam correndo atrás de Alice, o que lhe possibilitou chegar rapidamente até ao garoto. Lá, o trio se posicionou estando o pequeno capitão no centro. Cachorro-Louco à sua frente, Aoy na sua esquerda e Alice na sua direita.

  - O que vocês estão a fazer?! –   Perguntou o rapaz, sendo que não havia dado nenhuma ordem que justificasse tal acto. – Estamos o protegendo! – Exclamou o homem, derrubando um inimigo que se aproximara e o matando sem dó e nem piedade. – Seria uma perda enorme se o perdêssemos! – Explicou Aoy, que com o revólver na destra disparou contra a cabeça de um, e com a espada na sinistra, perfurou o coração à outro. – Não só para a Marinha, mas também para a nossa família! –   Finalizou Alice que com a lamina da sua espada e com um único golpe diagonal, cortou o peito de três indivíduos. O garoto estava surpreso e claramente agradecido pela atitude dos companheiros, porém, não o deixando transparecer, apenas disse sorrindo: - Façam como quiserem! –  

   Voltando ao centro, onde estava a maior concentração de inimigos, e onde a acção principal decorria, a tarefa parecia cada vez mais complicada. A embarcação deles era maior, o que significava que possuíam um número bem maior do que dos marinheiros. Verdade era que Ryu, com sua força e suas habilidades conseguia lutar e derrotar até cinco indivíduos de uma vez, todavia, por cada cinco que derrotava, sete adentravam no navio.  

 Notando que a situação estava complicada para o seu time, Bruno gritou, tentando animar o seu grupo. -Ouvi falar que a Nina vai dar um beijo por cada Pirata que capturarmos !!!- Apesar dos soldados que estavam de seu lado berrarem de entusiasmo, Nina que também estava próxima, tratando do ferimento de alguns soldados caídos, não achou muita piada, deixando uma expressão de “Quando fui que disse isso!?” escapar-lhe do rosto.

 No meio de toda aquela confusão, Alexandre e Gregory já estavam mais próximos um do outro, numa distância de apenas vinte passos, pois ambos haviam se movido, sem se aperceberem, à medida que iam disparando contra os piratas e auxiliando, mesmo que à distância, seus colegas. E aproveitando à curta distância entre ambos, mostrando o quão experientes em batalhas era, afinal eram poucos os que ali estavam que conseguiam falar enquanto duelavam, o ninja deixou um comentário escapar: - OLHA QUE EU COBRO EIN, RAPAZ! E DIGO QUE TU QUE FALOU ISSO, SEU CRETINO HAHAHHAHAHA! -  

 
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 Foi então que, no ápice da calorosa batalha, uma figura enorme saltou sob a caravela, fazendo a mesma balançar no momento do impacto. – É a primeira vez que civis nos fazem frente… - Comentou baixinho o gigante de quatro metros, abrindo um sorriso malicioso no rosto. – VOCÊS TÊM CORAGEM, MARINHEIRO! – Vociferou, deixando alguns marinheiros tremendo com a figura enorme do homem, e os piratas mais animados e extasiados que antes. Nesse instante, Ryu usou toda a sua velocidade para se aproximar daquele que parecia ser o líder pirata, porém um vulto meteu-se no seu caminho, impedindo-o.

  - Luci?! –  Pronunciou o marinheiro, vendo que o vulto pertencia à um pirata conhecido, e que já havia enfrentado outrora. – Desculpa, “Furacão Negro”. Mas vocês irão morrer hoje! – Respondeu o homem, retirando algumas kunais de uma pequena bolsa por de trás das costas.

  - Trate dele, Luci. Eu irei pegar aquele garoto. Apesar de ser um marinheiro, também é o filho mais novo de um nobre! Dará alguns trocados para a nossa causa! – Dito isto, o homem começou a avançar na direcção do capitão Hizy e do trio que o defendia, com três revólveres presos ao peito por uma fita de couro e duas sabes, uma em cada mão. Um dos marinheiros ainda tentou atirar no mesmo, mas o gigante, com uma de suas espadas, dilacerou a bala em duas, fazendo cada metade atingir o corpo de um marinheiro.
















 
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 6 EmptyQua 26 Abr 2017, 16:31


Uma vida de marine



Não poderia evitar de deixar um sorriso malicioso surgir em meu rosto, quando vi a reação do capitão a minha piada inocente, mas o sorriso não durou muito, pois o meu cigarro que havia demorado tanto para acender logo se apagou. Após a tentativa de levantar a moral que o capitão havia feito, eu também fiz a minha e estaria mentindo se falasse que a reação animada dos marinheiros não me animou também.

Infelizmente só havia conseguido acertar um tiro no navio inimigo, poderia ter acertado mais, se o resto dos marinheiros não estivessem tão determinado a acertar os peixes a ponto de gastar todas as balas de canhão. Após isso a bagunça começou, fizeram uma linha defensiva para proteger o capitão. Embora os marinheiros se mostrassem feliz com a minha piada, Nina não pareceu muito, iria apenas dar de ombros para a reação dela, mais tarde, após sair desse sufoco poderia explicar que era uma piada. Um ser gigante invadiu o barco o fazendo balançar, ele parecia ter assuntos pendentes com o capitão.

Depois de tudo isso, tirei algumas conclusões, provavelmente Alice era parente do capitão, teria que ter uma boa desculpa para contar para Nina depois, e que os piratas sabiam que nós éramos marinheiros e nos atacaram mesmo assim, ou seja eles tinham confiança que iriam ganhar. "vamos tirar um pouco da confiança deles" Pensaria com um sorriso malicioso. Eu iria me aproximar mais do meu amigo ninja e falaria com um tom humorado, enquanto tentava atirar em um pirata distraído que estivesse lutando com um marinheiro -Para quem lutou contra demônios isso não é nada né? - após falar isso nas minhas próximas palavras meu tom de voz sairia um pouco preocupado -Só tomara que aqui não tenha nem uma criança....- deixaria escapar de meus lábios enquanto pensava na criança que me esfaqueou.

Como prioridade eu tentaria focar nos piratas que estivessem se aproximando de mim, tentando mirar sempre na cabeça. Se não tivesse nem um perto de mim, eu tentaria atirar nos que já estavam lutando contra marinheiros, pois eles estariam distraídos e seriam alvos fáceis, mas só atiraria nesses se tivesse certeza que não acertaria os marinheiros. Caso eu não estivesse em perigo tentaria ajudar o meu amigo ninja e a Alice mirando na barriga dos piratas que estivessem oferecendo algum perigo para os mesmos.

Eu sabia que a presença do grandão poderia desmotivar os marinheiros então eu daria um grito tentando falar mais alto que a tempestade -NÃO TEMAM, QUANTO MAIOR O TAMANHO MAIOR É A QUEDA!!!!! VAMOS MOSTRAR PRA ELE QUE ELE É PEQUENO PERANTE O PODER DA MARINHA !!!!-.Eu também sabia que assim como o grandão era capas de desmotivar os marinheiros, se ele caísse poderia também desmotivar os piratas então ficaria atento a ele também, sabia que provavelmente não era páreo para ele, mas isso não significava que não poderia fazer nada. Usaria a mesma estratégia que usava para os outros piratas, esperaria o grandão se envolver em uma luta, -Gregory me de cobertura!!- falaria para o ninja assim que o grandão começasse a lutar, para então segurar minha arma com ambas as mãos para ter maior firmeza, um pé meu estaria atrás do outro tentando ter equilíbrio mesmo no mar agitado e me focaria somente no grandão, mirando nos olhos do mesmo, segurando a minha respiração para a arma não tremer dispararia dois disparos visando o olho esquerdo do gigante. Se não pudesse lutar contra ele, poderia pelo menos dar uma vantagem para quem estivesse lutando contra ele.


Se algum pirata se aproximasse muito de mim tentaria usar minha técnica “DISPARO RAPIDO” com a mão direita, caso utilizasse trocaria a arma para mão esquerda. Mesmo tentando neutralizar os oponentes antes que chegassem em mim sabia que poderia ser atacado. Então se me atacassem corpo a corpo de modo frontal iria tentar me esquivar indo para esquerda, para logo em seguida me jogar no chão e tentar atirar na cabeça do meu oponente. Se o golpe viesse das laterais eu tentaria me esquivar dando um pulo para trás, e tentaria atirar no peito do oponente. Se eu perceber que alguém está mirando em mim com uma arma de longo alcance tentaria me esconder atrás de uma barricada ou até mesmo de outro marinheiro para logo em seguida disparar de volta contra o oponente visando acertar a cabeça do mesmo.

Se sofresse um golpe ou uma ferida, tentaria aguentar firme e seguir como se nada tivesse acontecido, pois sabia que não adiantava nada me fingir de morto agora. Sempre que possível eu iria recarregar minha arma, não queria que um oponente se aproximasse de mim enquanto estava com a arma descarregada.



Tecnica:
 

Historico:
 

objetivos:
 

____________________________________________________

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