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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 25 Jan 2017, 01:11

Relembrando a primeira mensagem :

II - Ascension

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Alucard Vermillyon e Mao di Lut Ima. A qual não possui narrador definido.


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yaTTo
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 05:05



Hi im faker

AS provocações realmente tinham um efeito imediato, não esperava tanta intensidade de fato, porem era a confirmação que eles faziam parte do bando do roedor assassino. Com uma foça inacreditavel era jogado longe e me chocava entre os barris que ali existiam, ficava ensopado de um liquido que me parecia ser de uma bebida qualquer. - Tsc – Resmungava enquanto levantava-me vagarosamente, pelo jeito aquele homem de capuz tinha uma força e velocidade inacreditaveis, aquilo não se tornaria nada bom, teria que dar um jeito neles eu mesmo, afinal tinha se metido naquele buraco exatamente sozinho, tinha que parar com aquele habito... Limpava a possivel poeira acumulada com bebida de minhas roupas, coçava um pouco a cabeça, esperava que meu corpo não estivesse tão dolorido do golpe, afinal tinha sido apenas um chute. - Como assim você não sabe quem sou eu? Eu acabei de me apresentar... - Com a mão direita e com os olhos semi cerrados acenava da direita para a esquerda, uma expressão comum de desconfiança. - Sou Mikhail Kalishnkov, Capitão dos lobos do mar, acho que ficar muito tempo nos bueiros o fizeram se tornar surdo ou pegou uma doença provinda de roedores hahahahaha. - Gargalhava bastante, toda aquela conversa era apenas um pretexto para conseguir algum tempo e analisar minha situação no momento.

Os seguranças não faziam qualquer ação, já esperava por aquilo já que aquela não era uma taverna normal, porem uma ajuda seria bem vinda. Suspirava um pouco, encarava o homem encapuzado e voltava a ter um sorriso debochado em meu rosto, afinal estar sozinho contra um bando inteiro não poderia demonstrar qualquer sinal de insegurança, voltava a pegar a ninjaken em minha mão esquerda, segurava fortemente em seu cabo e relaxava o mesmo. A kunai permanecia na mão direita e aquele era o armamento inicial e precioso que desejava para cada investida que estava para realizar. - Então, eu vou explicar detalhadamente como vou matar todos vocês... - Colocava a ninjaken um pouco atrás de meu corpo e começava a girar a kunai com o dedo anelar. - Primeiramente eu vou cuidar de vocês cinco, vou pegar o primeiro de um jeito que o mesmo nunca irá procriar, o segundo vou dar um pouco de ar para suas tripas, o terceiro vai ficar sem palavras! - Continuava a falar vagarosamente mas com um tom sarcástico como sempre – O quarto vai ficar sem andar um por um tempo e o quinto vai perder a cabeça com toda essa situação hahahahaha. - Terminava minhas palavras e em com toda minha aceleração dar um impulso para frente em direção ao primeiro homem.

Chegando a aproximadamente um metro e meio do mesmo ira me jogar ao chão com as pernas para frente e tentar deslizar sobre o piso do local chegando a ficar um pouco abaixo do mesmo, tendo a distancia de ataque reduzida iria com o pé esquerdo que estaria um pouco mais a frente levantar sustentando o impulso e peso inicial, o direito iria dar continuidade para um impulso para cima, a ninjaken em minha mão esquerda iria em um movimento vertical partir da virilha do primeiro adversário ate a parte do torso do mesmo. Com o impulso do semi salto iria me jogar em direção do segundo brutamontos, com velocidade iria dar semi saltos para esquerda e direita com velocidade e ao passar de um lado para o outro ao reduzir a distancia fazer um corte horizontal na barriga da direita para a esquerda com a kunai na respectiva mão. Sem dar tempo entre os ataques corria em direção do terceiro alvo, corria em um movimento rápido e com o corpo abaixado como um felino em busca de suas presas, iria novamente me lançar em cima do terceiro brutamontes que não pareciam nada espertos. Chegaria a uma distancia onde meu ataque poderia ser lançado e em um movimento veloz faria uma semi finta, corria em linha reta e ao ficar proximo do mesmo faria um movimento como se fosse desviar para a esquerda, porem no ultimo instante voltava a posição inicial em linha reta, com ambas as armas iria realizar um corte em x na garganta do mesmo esperando que o mesmo engasgasse com seu próprio sangue.

Naquele momento já esperava estar um pouco cansado e ofegante, porem não iria diminuir o ritmo, com velocidade corria em direção ao quarto homem, este lhe tinha prometido um tempo sem se locomover e isso lhe entregaria, com um novo impulso passava pela direita do adversário anterior e novamente com uma pose baixa me dirigia ao próximo adversario, chegando próximo do mesmo iria me jogar novamente ao chão e chegando ao alcance de minha ninjaken iria com o pé direito dar um chute ao chão na direita para me locomover para a esquerda de seu corpo e ao chegar a esquerda daria um chute com a perna esquerda ao chão e um giro tentando me posicionar nas costas do mesmo, no momento do giro com ambas armas em mãos tentava acertar cortes profundos na parte de trás de seus joelhos e o fazer perder o movimento das pernas mesmo que por enquanto. Ainda agachado ao chão dava um salto em direção ao ultimo dos cinco brutamontes, muito tempo tinha se passado desde o primeiro golpe do primeiro adversario então não podia mais correr o risco de fazer fintas desnecessárias, seria um golpe simples e com força no pescoço tentando decapitar o mesmo em um movimento de baixo para cima em diagonal utilizando da ninjaken que tinha um alcance mais elevado que a simples kunai que portava.

A cada tentativa de golpe nos adversários iria analisar seu comportamento corporal com minha visão mais apurada e o som que os músculos faziam ao contato com o ar gerando vento, esperava por ataques ou possíveis defesas em relação a minha serie de golpes, contudo para cada ação defensiva dos mesmos iria invertar a ordem dos ataques para tentar ludibriar suas defesas e mais uma vez tentar acertar o ponto desejado. Caso a serie fosse interrompida por qualquer situação inesperada de contra ataque a ação defensiva seria recuar com semi saltos para trás em diagonal, da direita para esquerda. Caso algum dos mesmos utilizassem armas de longo alcance os ataques seriam conduzidos por semi saltos da direita para esquerda para evitar possíveis investidas.

Ao fim de todos os golpes suspirava bastante - Kenjutsu - 星キラー - Falava baixinho ao terminar minha serie de golpes, aquela era uma tecnica onde excedita quase toda a energia de meu corpo e com velocidade tentava infligir dano em diversos inimigos sem um descanso apropriado entre cada golpe, o tinha desenvolvido justamente para situações de desvantagem como essa e parece que ao fim ela tinha sido útil de fato. - Bu! – Tentava assustar o idiota que estava junto do homem de capuz que parecia ser bastante forte, ainda não era hora de relaxar, tinha que enfrentar mais duas pessoas e não estava em minhas perfeitas condições ainda. Iria recuar um pouco, procuraria ficar um pouco mais afastado dos mesmos e agora iria mudar minha situação de combate, ao invés de atacar iria contra atacar, iria espera por uma ação dos mesmos e pensar em uma nova estrategia.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 09:29


Uma vida de marine


Embora não seja uma coisa muito bonita eu sai correndo da sala em busca de uma outra sala que nos desse vantagem sobre o oponente, infelizmente não aconteceu como eu planejava, assim que sai da sala de teste uma porta de ferro ela foi lacrada por uma porta de ferro, olharia para porta, e um sorriso que não chegaria em meus olhos apareceria, "Eu reprovei no teste?" pensei mostrando preocupação,mas rapidamente daria de ombros enquanto pensava"Foi bom enquanto durou " enquanto penso nisso ouço passos rápidos vindo em minha direção.

Para minha surpresa, a dona dos passos rápidos era nina, ela vinha correndo chacoalhando os belíssimos peitos para cima de mim, por um tempo fiquei impressionado por tal sena, mas felizmente acho que por instinto pude me esquivar do soco de nina, para minha surpresa o chão que eu estava agora a pouco se rachou, "ELA É PERIGOSA!!!!!Como vou desviar dos seus golpes, quando tudo que penso é agarrar seus peitos quando a vejo....." meus olhos estariam erregalados, mas rapidamente me recuperei quando ouvi ela falar, – Desculpa! Mas o capitão mandou-me vir em teu socorro! –, daria um sorriso enquanto pensava no que nina disse lembraria de Alice "Será que todas as mulheres que eu conheço querem me bater?(aquela carinha) "não aguentaria segurar a risada, riria de mim mesmo, por minha “má” sorte com o sexo oposto, falaria com um sorriso no rosto para nina, com o mesmo tom suave que ela havia falado comigo na ala medica -Quando disse que queria ter um encontro com você,não era bem assim que eu planejava...Embora você esteja muito sexy agora- um tom de malicia surgiria no fim de minhas palavras.

Eu estava realmente pensando em atirar nela, quando ela falou novamente – Parece que vocês passaram na segunda etapa! – quando a porta se abriu notei que o superior estava ferido, com um sorriso no rosto daria um tapinha nas costa de Gregory e falaria -Bom trabalho!!!- após isso o capitão falou algumas coisas que não escutei direito, pois estava ocupado revezando minha atenção entre o rosto bonito de nina e seu busto elevado, a única coisa que captei do capitão estava falando foi que era para irmos em uma sala de treino.

Antes de ir para sala de treino falaria novamente com minha voz pura com um sorriso inocente para Nina -Vamos nos encontrar depois? -, esperaria a resposta da mesma, independente se fosse positiva ou negativa meu sorriso se manteria, enquanto caminhava até a sala de treino,anda no caminho falaria inocentemente para Gregory -Pode ficar com a recepcionistas, eu ficarei com a Nina -,a sala de treino realmente era uma sala chocante, como pirata ver todos aqueles marinheiros musculosos malhando, não foi uma coisa muito agradável, engoliria em seco e procuraria uma sala um equipamento livre para me exercitar.

Iria procurar alguns armários, para guardas minhas coisas, iria tirar meu terno minha camisa e meu revolver e botaria dentro do armário, ficando sem camisa, após isso iria me exercitar, primeiramente iria erguer alguns supinos, iria começar com 2k em cada lado, iria levantar 30 vezes, depois iria descansar por 10 minutos, dando espaço para outro caso tenha outro querendo usar o mesmo equipamento, faria mais três series igual a essa, para logo após isso procurar algum lugar onde poderia correr, tentaria amarrar alguns pesos de cerca de 1 kg em meus pés e mãos antes de correr, começaria a corrida de forma leve apenas caminhando de forma rápida, após caminhar rapidamente eu iria disparar, aumentando minha velocidade ao Maximo e tentaria manter essa velocidade o Maximo de tempo possível, após isso iria descansar encostado em uma parede, puxando o ar pelo nariz e soltando pela boca, tentando me recuperar faria esse ritmo de corrida por mais 4 vezes,


Procuraria um lugar com água para molhar meu rosto, tirando assim o suor e jogaria meus cabelos para trás, após isso continuaria com o treinamento, ainda com os pesos no corpo eu iria fazer 50 flexões de uma vez, depois descansar um pouco, repetiria isso mais 5 vezes, para depois partir para as abdominais, e repetiria o processo das flexões, após terminar o treino meu corpo inteiro estaria pesado e dolorido, gemendo um pouco me levantaria de onde estava fazendo abdominais e guardaria os pesos em seus devidos lugares e iria tomar um banho para tirar todo o suor de meu corpo, eu estando limpo pegaria minhas coisas e esperaria Gregory caso ele ainda não tenha terminado.Feito isso iria novamente me apresentar para o superior Aoy, e esperaria as próximas ordens.



Tecnica:
 

Historico:
 

objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 12:31

Assim, eu havia conseguido o máximo de informações possíveis com o velho Bruce, um marinheiro aposentado, agora só me restava me juntar com Wander que por algum motivo tinha se separado do Shiro. Antes que pudéssemos seguir caminho me comunicava com Mao sobre oque estava acontecendo, a mesma tinha mais algumas informações, pelo que parecia os ataques não eram aleatórios, a ultima vitima fora um comerciante, além de mais algumas informações de rotas e coordenadas, talvez estivéssemos lidando com piratas, isso fazia ais sentido. Bom com isso já tínhamos o nosso destino traçado, as docas, único lugar aonde Bruce não conseguira chegar para poder arrancar informações, sem cerimonias seguíamos nosso caminho.

Andávamos calmamente pela rua, que aparentemente estava ficando cada vez mais vazia, logo conseguíamos escutar o barulho das ondas do mar, isso me incomodava, que tipo de ser conseguira fazer com que as pessoas de um bairro inteiro, ficassem de reféns do medo, tínhamos de resolver isso o quanto antes.

“Quanto mais rápido terminarmos isso, mais rápido limpo minha honra pela falha miserável na ultima missão.” Pensava enquanto os barulhos das ondas ficavam mais nítidos, não demorava e chegávamos ao porto, víamos varias construções pelo local, pouco tempo andando pelo local podia escutar um barulho estranho, logo um vulto passava por nós indo em direção ao cais. Algo bastante suspeito, mas antes que eu pudesse falar algo, Wander se pronunciava.

- Alucard, algo está acontecendo dentro daquela taverna... E parece-me suspeito aquela pirata correndo tão desesperada... Acho melhor nos separarmos! Eu irei atrás dela! O mesmo falava olhando para onde o vulto tinha passado.

- Creio que não deveria ir sozinho, ela está indo em direção aos barcos, se ela for mesmo uma pirata, muito provável que tenha vários outros juntos. Daria uma pequena pausa olhando para o bar. – Bom, podemos verificar juntos, a questão do bar fica mais tarde, provável Shiro ou Mao chegarem lá antes da gente, eles darão conta! Após essas palavras seguiria correndo na direção que a garota tinha ido.

Correria junto de Wander para não perder a garota de vista, tomaria cuidado para não esbarrar em algum obstáculo, prestaria atenção em tudo a minha volta enquanto corria, pessoas no local, barcos, bandeiras, procurando alguma informação útil. Assim que chegássemos perto da garota, faria sinal para que Wander ficasse quieto, andaria em uma distancia suficiente para que ela não me percebesse ou que eu a perdesse. Caso ela se encontrar com alguém ficaria em uma distancia para apenas escutar a conversa. Mas sempre com a guarda alta afim de não ser surpreendido pelos inimigos.
Mas caso ela estivesse sozinha, tentaria chamar atenção dela. – Ei garota! Dava uma pequena pausa olhando diretamente nos olhos dela. – Aonde vai com tanta pressa? Me aproximaria da garota cautelosamente. – Oque esta acontecendo por aqui? Poderia me dizer oque esta acontecendo naquele bar? Continuaria olhando diretamente nos olhos dela, caso ela me atacasse tentaria pular para o lado oposto do ataque, e em seguida me distanciaria o suficiente para não ser atacado novamente, após isso retiraria minha espada e prestaria atenção nos movimentos da mesma. Caso falasse escutaria tudo, e dependendo da resposta voltaria para o bar.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 18:02


Quando vi a porta sendo fechada, me assustei, mas não deixei me abalar. Eu já estava centrado naquela batalha, então continuar ela sem uma pausa não afetaria meu desempenho. Por isso eu imediatamente me reposicionei e iniciei minha ofensiva... Ela acabou não sendo totalmente eficaz, mas ao menos eu pude surpreender meu oponente. Após meu ataque, o marinheiro tentou retaliar com dois ataques a distancia os quais eu pude usar minha grande agilidade para evitar um e diminuir a área de contato do outro. O ferimento doía, mas nada como a alegria do sucesso para anestesiar aquilo.

Após tudo isso, minha parte do teste estava concluída e eu havia passado com sucesso. Satisfeito, pegaria uma kunai e giraria entre meus dedos, demonstrando minha destreza com aquela arma enquanto deixava um sorriso estampado no rosto. Não demoraria para que saíssemos para o corredor e encontrássemos Alexandre, também concluindo seu teste, sendo sua avaliadora uma mulher que deixava a perfeição de seu corpo ressaltada pelas suas vestes.

- Meu deus... - Foram as primeiras palavras que me escaparam. Eu estava impressionado, meus olhos pareciam querer saltar das orbitas, além de meu coração estar a acelerar e cada vez mais parecia me empurrar na direção daquela moça. - Que mulher linda! uau Moça! Preciso de uma pequena ajuda aqui também... - Chamaria a atenção da mulher ao apontar para o meu ferimento. Eis que Alexandre surgia para me tirar daquele transe, dando tapas em minhas costas enquanto me parabenizava pelo que fiz ao instrutor. Me limitei a rir e logo em seguida dizê-lo - Valeu mermão, é nós!

Após essas palavras, finalmente me aproximaria daquela musa da marinha e se visse sua mão exposta tentaria pegá-la carinhosamente para logo em seguida beijar as costas de sua mão - Você teria um mapa? Pois acho que me perdi no brilho dos seus... - Por um momento deixaria meus olhos deslizarem entre as curvas dos seios e da cintura da mulher, mas logo em seguida tentaria desastrosamente corrigir essa atitude e, após engolir em seco, concluiria minhas palavras observando o seu rosto. - P-...OLHOS! Aliás, me chamo Gregory, e estou prestes a virar um marinheiro. Tenho que concluir esse teste, então... Como posso fazer nossos caminhos se cruzarem novamente? - Tentaria concluir aquela conversa para ir logo até a ultima etapa do teste de admissão.

Assim seguiria pelo corredor em busca do lugar certo para o treinamento e, quando o achasse, entraria e analisaria os arredores - Pode ficar com a recepcionistas, eu ficarei com a Nina. - Alexandre falava comigo durante nossa caminhada. - Poxa cara, ai você me complica... - Responderia. Na verdade, não sabia o que esperar, mas sabia que a marinha era repleta de boas mulheres, e isso realmente me deixava empolgado.

Enfim, voltando para a parte do ginásio, lá nós encontraríamos diversas formas de se treinar. Sem demoras, eu procuraria algum tipo de peso para as pernas, o qual eu usaria em busca dificultar um pouco minha locomoção. Com isso, eu queria melhorar meu equilíbrio e minha resistência, assim consequentemente eu treinaria minha agilidade. Uma vez estando com os pesos nas pernas, seguiria até os bonecos de tiro ao alvo e iniciaria meu treino: Começaria a me movimentar em zigue zague, pulando com o impulso de ambos os pés e pousando da mesma forma e, enquanto fazia isso, buscaria lançar kunais em direção a um dos alvos com a maior precisão possível. Assim faria meu treino planejado para minha agilidade e também buscaria apurar minha mira. Pararia de fazer isso depois que sentisse a respiração ofegante e achasse que já era o suficiente.

Passaria algum tempo retomando o fôlego e depois que me sentisse disposto novamente, retomaria o treino com algo mais leve: Seguiria para o tatame sozinho e quando estivesse lá, começaria a fazer um desafio para minha mira ao lançar uma kunai em arco para o alto e logo em seguida tentar acertá-la no meio do ar com outra kunai. Tentaria isso dez vezes e então descansaria um pouco para seguir para a próxima etapa de treino.

Dessa vez, eu buscaria algo mais bruto, que treinasse diretamente meu vigor e minha força, por isso iria agora para a parte dos aparelhos de academia. Começaria no supino, colocando o peso que eu julgasse que eu aguentaria series de dez repetições e então iniciaria meu exercício, fazendo as repetições que eu planejava e logo em seguida descansando por trinta segundos. Após três séries, era hora de tentar superar meus limites para buscar a melhoria de meu vigor e havia duas formas para isso... A primeira, era usando mais peso do que eu estava acostumado. A segunda, que eu planejava usar, era usando mais repetições do que eu estava usando. Sendo assim, começaria a ultima serie de supino, com o objetivo de chegar a quinze repetições... Tentaria alcançar esse objetivo, mas se eu sentisse que não conseguiria, pararia no meio dela e me contentaria com o que eu já havia alcançado.

Por fim, terminaria meu treino fazendo algumas series na barra e depois faria o máximo de abdominais que eu aguentasse para enfim deitar no chão, descansar por algum tempo e logo em seguida procurar Alexandre e o nosso instrutor para declarar o termino de minhas atividades. - Ufa... Terminei.

Historico:
 

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyQua 08 Mar 2017, 21:09



~  Alistamento, Luta e Pirataria ~

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Gregory Ross e Alexandre Triande

12:36 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Mal a porta havia se aberto e Alexandre e Nina passaram pela mesma, Gregory ficou irado pela beleza sedutora da marinheira que vinha na companhia de seu parceiro. Que mulher linda! Moça! Preciso de uma pequena ajuda aqui também... - A enfermeira sorriu de forma simpática, mas sem demonstrar qualquer tipo de confiança ou intenção de se relacionar mais do que o necessário com Gregory. Retirou do seu estojo de primeiros socorros uma gaze e um spray médico para desinfectar a ferida e tratou da ferida do ninja em menos de dois minutos.

 -Bom trabalho!!!- Surpreendentemente, Alexandre elogiava Gregory e este por sua vez sorria, limitando-se a responder-lhe.  Valeu mermão, é nós! Era impressionante como os dois se deixavam convencer pela fácil vitória. Se realmente estivessem em um combate até a morte contra o capitão, muito provavelmente ambos acabariam mortos. Foi por esse motivo que Aoy havia decidido terminar com o teste antes que fosse tarde demais. Após fazer o seu comunicado, o oficial da marinha esperava que os dois recrutas fossem para o ginásio, para finalizarem a última etapa do alistamento.

 A cena que se seguiu foi de facto algo embaraçosa e vergonhosa para os dois homens. De um lado estava Alex, perguntado à Nina em uma entoação quase que romântica -Vamos nos encontrar depois? - E do outro lado estava Gregory, segurando nas mãos da médica e dizendo coisas como:  - Você teria um mapa? Pois acho que me perdi no brilho dos seus...  P-...OLHOS! Aliás, me chamo Gregory, e estou prestes a virar um marinheiro. Tenho que concluir esse teste, então... Como posso fazer nossos caminhos se cruzarem novamente? - Àquela situação, Nina demonstrava total aversão aos dois, contudo de forma subtil, não deixando sobressair-se-lhe no rosto. - Deixem-se de estupidez e vão de uma vez, ou preferem que vos reprove?! - Era a jovem e aguda voz de Aoy que salvava Nina, obrigando os dois recrutas a deixarem a moça sem uma resposta.

 -Pode ficar com a recepcionistas, eu ficarei com a Nina - Confessava Alexandre enquanto caminhava lado à lado de Gregory, deixando clara as suas intenções perante a médica e esquecendo-se do seu amor de outrora. Poxa cara, ai você me complica...[/b] - Respondia o ninja um pouco desanimado, demonstrando de certa forma ter em consideração os sentimentos do amigo em relação à marinheira.

 No ginásio cada um decidiu treinar da sua maneira, colocando sangue e suor nos seus exercícios. Era admirável o esforço que os dois colocavam, e esse mesmo esforço ficava visível à cada segundo que passava, se materializando no suor e cansaço de seus corpos. Terminado os seus exercícios, os dois se limparam, ou melhor, lavaram o rosto e se hidrataram, pois os balneários no local eram restritos à Marinheiros oficiais, e não a recrutas, por isso não poderiam banhar-se até receberem os documentos que os aceitassem como Marinheiros de facto.

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 Voltados para a ala onde Aoy estava, os dois se deparavam com uma cena um pouco que chocante. O capitão Aoy se encontrava sentado no chão, corado e numa pose efeminada e Nina estava por de trás dele, segurando-lhe nos peitos, apertando-os ao de leve e brincando com eles. Na verdade, os dois poderiam ver que a blusa do oficial estava aberta, e poderiam ver também que o mesmo vestia um sutiã rosa que seguravam os seios pequenos. - Nina... Já disse para parar ... - Dizia o capitão com uma voz mais fina e ofegante que o normal e de rosto corado. - Esse seu vício está cada vez pior... - A médica ria. - Se eu não os massagear eles não irão crescer, C-A-P-I-T-Ã-! -  A última palavra pronunciada pelos lábios de Nina soariam nos ouvidos de Gregory e Alexandre como que se houvesse sido dita de forma lenta e alta, destacando, quanto na verdade havia o sido de forma vulgar. Fora o choque e o facto de compreenderem então a sexualidade do capitão que faziam com que aquela palavra fosse escutada de forma pontuada.

 - Oh! Parece que já terminaram! - Voltaria a recuperar o seu tom neutral na voz, levantando-se e apertando os botões da blusa, mostrando não só o sutiã, como algumas cicatrizes, verdadeiras medalhas das lutas que sobrevivera.  - Aqui! - Entregaria dois envelopes fechados à cada um deles. Dentro estaria a carta que fazia de ambos marinheiros. Além disso, também lhes entregaria seus uniformes. - Bem, podem lavar-se, pois o vosso cheiro não é o mais agradável, e vestir o uniforme. Se quiserem, poderão também almoçar. Em breve serão chamados para a vossa primeira missão, até lá aproveitem o vosso tempo. - Terminaria, deixando Gregory e Alexandre na sala e saindo do local com Nina, que sorria divertida e acenava em despedida para os dois homens.



 
_________________________


Nakigitsune Shiro

11:50 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Determinado à ganhar algum tempo para melhor avaliar o ambiente e a situação em que se encontrava, Shiro começava a falar e a falar, divagando nas suas próprias palavras. Luci apercebia-se de imediato de qual era a intenção do jovem desconhecido, porém, o pirata ao seu lado era um verdadeiro idiota, um velho que tudo o que sabia fazer e que era bom era na navegação, onde suas habilidades eram na verdade pouco menos medíocres que as de pessoas vulgares, perdia-se nas palavras do albino. E não só ele se perdia, como os outros cinco brutamontes que no lugar do cérebro tinham uma bolota.

A ameaça e a descrição precisa de como iria destroçar seus oponentes mostravam que ou Shiro era muito convencido, estando crédulo em suas habilidades, ou ele realmente era alguém a ser-se temido. Perante tal, Luci manteve-se em silêncio, apenas observando. Na verdade, o ninja estava intrigado para saber se o albino era tão bom quanto o que dizia ou se aquilo tudo não passava de meras palavras para amedrontar as carnes de músculo.  

Felizmente para Luci, Shiro era de facto alguém habilidoso, que numa explosão de movimentos mortíferos, porém fáceis de se ler, executou os cinco companheiros em dez segundos. O ninja ficou impressionado, mas não muito. Aqueles eram companheiros acabados de serem recrutados. Estavam ali exactamente para mostrar do que valiam, e Luci descobrira que não valiam nada e que tinha feito uma má adquirição em aceitá-los como membros da tripulação.

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 - Bu! -  Shiro conseguia assustar com sucesso o "barba-negra", que gritava como uma menina. - Parabéns por ter aniquilado os cinco homens mais fortes da tripulação! - Parabenizava sarcástica e ironicamente batendo palmas de forma pausada. - Bem, não podemos perder mais tempo com isto. Hook, deixo que cuidando dele, o capitão me espera. - Diria, virando as costas à Shiro. Por sua vez, o pirata que havia se assustado assim que ouve o que Luci o ordena, apesar de tremelicando, saca um charuto, acende-o e coloca na boca. - Concentre-se Hook... Luci está contando com você para derrotar um oponente que nem ele conseguiria... - Pensava enquanto fumava, inalando o seu vício e deixando o fumo espalhar-se pelo ar. Tremelicando também com a mão direita, como uma vara fina à mercê do vento, o pirata sacava o seu revólver. - S-SE PR-PREpare... ! - Dizia, tremendo o braço de forma descomunal.

 Luci havia deixado o estabelecimento também ele em direcção ao porto, ficando para trás o "barba-negra" e Shiro. O vencedor teria a oportunidade de os seguir. Aquele era, de facto, uma grande sorte para o marinheiro. Se conseguisse derrotar aquele pirata velho e sem habilidade, claramente amedrontado, poderia sacar informações acerca do roedor que estava a procura.

 - S-Se Pr-Pre-prareeee .... A-Assim q-que o vence-er ... t-tanto L-Luci como o c-Capitão Zmitrovich  fi-ccarão orgulhosos de mim! - Berrava para Shiro, tentando demonstrar coragem. - Q-quem sabe até me deixem comandar o navio dos escravos... - Dizia em murmúrios só para si, deixando-se levar por sonhos que ainda estariam bem longe de se concretizarem.


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Alucard

11:50 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Apesar das várias embarcações ancoradas no porto, as que mais se destacavam era um galeão e duas caravelas com velas negras hasteadas. Suas bandeiras eram iguais, significando que pertenciam a uma mesma frota - o crânio de um rato e dois ossos cruzados. E contrariamente ao resto da cidade que se via morta e sem movimentação, aquela parte do porto estava repleta de gente. Ou melhor, piratas. Todos eles pertenciam à mesma tripulação e seria algo perigoso deixar-se ser apanhado por eles, seria morte certa!

 Os piratas carregavam caixas, barris, mantimentos e diversos equipamentos e mercadorias para as duas caravelas. Contudo, o que se destacaria aos olhos de Alucard, que havia seguido silenciosamente aquela pirata, era o homem alto a quem ela se dirigiu. Tinha seus dois metros e oitenta, robusto e forte, com uma longa barba negra e cabelos igualmente negros, com poucos caracóis. Sua postura austera fazia com que qualquer um o identificasse como o líder de uma daquelas caravelas, se não do próprio galeão ou da própria frota pirata. Porém, outra coisa chamaria a atenção de Alucard. Enquanto a jovem que perseguia conversava com o homem alto, vários cidadãos acorrentados: homens, mulheres, crianças e idosos, eram obrigados à embarcar para dentro do galeão. Piratas vários os empurrava, ora espetando a ponta de espadas em seus corpos, ora ameaçando com o cano do revólver, ora os chutando. Era um desastre! Algo inadmissível!  Vários eram os cativos que embarcavam feridos pelos próprios piratas que pareciam não se preocupar com o estado da sua mercadoria, desde que estivessem vivas.

 Dentro do galeão, no longinquo, Alucard e Wander conseguiriam notar uma figura que observava todos os outros trabalharem de forma estéril. Uma ratazana gigante. De um metro e sessenta. Muito provavelmente um mink, como havia pensado.

 - Alucard... Acho que devemos chamar reforços! Eles são muitos para somente nos os dois ou até mesmo nos os cinco juntos! Além disso, eles possuem centenas de revéns à seu favor... - Sugeria Wander, meio que preocupado.  

 Assim que Wander terminou sua sugestão, dois tiros perderam-se no ar. Era o homem que estava a comandar as operações de fora da embarcação, o pirata alto e robusto que a garota havia conversado. Havia dado dois tiros no ar para chamar a atenção de seus homens e berrava algumas palavras, mas devido à distância, Alexandre e Wander não conseguiram ouvir o que ele dizia.

 Do nada, todos começaram a mover-se mais apressadamente. E foi então que Alucard notou que todos os escravos já estavam à bordo e que eles se preparavam para zarpar. E de trás de Alucard e Wander um vulto encapuçado surgiu, passando directo por ele e o ignorando por completo, apesar de uma troca rápida de olhares e um sorriso malicioso nos lábios do estranho que se dirigia ao galeão.

 Os ventos estavam favoráveis e a maré estava cheia. Aquele era o momento ideal para partirem. Não levaria mais do que quinze minutos para puxarem as âncoras e se despedirem de Loguetown. Alucard estava num impasse. A vida de centenas de pessoas dependeriam de suas acções seguintes.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptySex 10 Mar 2017, 10:20


Uma vida de marine


Assim que Gregory viu Nina ele começou a disparar cantadas para ela, daria um suspiro e falaria em um tom de voz meio mal humorado passando a mão direita no rosto de forma desanimada enquanto falava -Você realmente tem que tentar pegar todas as mulheres que vê?- não que eu não fizesse isso também, mas pelo menos eu fazia de uma forma bem feita, não usava cantadas de bêbado tendo coma alcoólico.

O treinamento ocorreu como planejei, mas infelizmente não consegui tomar uma banho, tive que me contentar apenas lavado o rosto, feito isso fui até onde tinha encontrado o tenente, e lá tive uma surpresa, Nina estava literalmente esfregando os peitos do capitão, ou melhor dizendo da capitã, após o choque inicial um sorriso de agradecimento surgiria em meu rosto, esse sorriso seria direcionado a Nina, ela havia me feito um grande favor, eu já havia dado a pensar que a achava que o capitão era homem e ela pareceu não ligar, mas a historia poderia ser diferente se eu falasse isso na frente de outros subordinados, então me curvando um pouco arrependido falaria em uma voz com um tom de desculpas -Me desculpa se algo que eu disse te ofendeu....-


A capitã me entregou uma carta e o uniforme de marinheiro, após isso ela mandou tomar banho e que poderíamos comer alguma coisa, antes que ela saísse eu perguntaria -O que faço com a carta?Eu só guardo? Ou tenho que mostrar pra alguém? - feito isso também acenaria em despedida para nina e iria para o banheiro tomar um banho, estando limpo iria vestir o novo uniforme, isso não seria nem um pouco agradável, eu sempre achei o uniforme de marinheiro feio, mas engoliria meu ego por enquanto, afinal só iria ficar com esse uniforme o tempo necessário para encontrar Dio.

Vestido eu iria a procura de Alice pelo QG da marinha, se a encontrasse, eu daria um sorriso e falaria animado -Então como eu fiquei? Você tem uma queda por homens de uniforme? -, após essa brincadeira inicial, eu falaria -Então tem noticias do Dio? - agora meu tom de voz era mais serio, preocupado, Dio era uma pessoa irresponsável, ele poderia estar em sérios perigos, após ouvir o que Alice tinha para falar iria até o refeitório fazer alguma refeição enquanto pensava nas informações que Alice tinha me passo(se ela passou alguma), se algum momento alguém questionasse se era marinheiro mesmo, não pensaria duas vezes antes de mostrar a carta.



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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyDom 12 Mar 2017, 19:37


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Ao terminar meus exercícios, comecei a procurar pelo nosso examinador para enfim oficializar minha entrada na instituição. Mas quando estava prestes a entrar na sala, vi uma cena que me fez travar enquanto minha expressão se desengonçava em uma cara de surpresa repentina.

Eu estava assim primeiro por que via o corpo de uma mulher ser afagado pelas mãos de outra mulher, e eu não queria perguntar o por que, só queria admirar enquanto aquilo ainda acontecia. O segundo motivo era que aquele que eu achava que era um cara desgraçado que havia roubado uma bela mulher de minha lista de alvos era na verdade uma mulher! - Então ela é lésbica? Não só ela, como também a recepcionista?! Espera, Nina também gosta de mulheres? Meu Deus! Como reagir a isso? - Só pude pensar nisso naquele momento.

Deixei aquelas reflexões de lado para finalmente entrar na ala, ainda com a capitã endireitando suas roupas. Ela concluiu o teste e nos cedeu uma carta que comprovava nossa admissão, além de fardas de marinheiro para vestir quando puder. Alexandre tentava tirar uma duvida que também me deixava curioso, por isso eu esperaria a resposta e só depois dela eu sairia da sala. - Até mais, senhora Capitã.

- É amigon... O mundo moderno é uma loucura. Isso aconteceu comigo no passado... Sai de casa em busca de oportunidades e acabei em um lugar onde relacionamentos assim eram constantes. Bom... Aprendi a enxergar o charme por trás disso. - Um fantasma de um homem baixo, de expressões firmes e com um bigode surgia logo atrás, assistindo aquela cena.

Ignorando por alguns instantes as palavras do ser sobrenatural, sairia da sala em busca de um banheiro vazio por perto para poder tomar banho. No caminho, pensaria - Então é por isso que elas eram tão apáticas. Entendi... Que pena. - Quando encontrasse um banheiro vago, entraria nele e deixaria a farda em cima de algum lugar por ali. Em seguida, tiraria minhas vestes e deixaria do lado para logo em seguida ir para o chuveiro. Lá eu lavaria o corpo por um tempo e depois sairia, procurando algo para eu me enxugar. Seco ou não, vestiria a farda e deixaria minhas antigas vestes em minha mão.

Agora com as novas roupas, sairia pelo QG procurando coisas interessantes e também pelo lugar onde eu poderia almoçar. Se encontrasse o pátio de alimentação, buscaria pegar um prato de comida e então tentaria encontrar um lugar vazio para me sentar, se possível perto de outros integrantes do QG. Mas caso não encontrasse nenhum dos dois lugares que procurava, apenas andaria pelo lugar, esperando alguma oportunidade surgir. - Sinto que estou esquecendo de algo...

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyDom 19 Mar 2017, 23:44

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~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 1 ~


  A Revolta da Batata!  




Como um castigo penoso, a compreensão do verdadeiro sexo do Capitão, ou melhor, Capitã fazia com que os dois mais novos soldados da Marinha se sentissem pasmados e constrangidos. Diria mesmo que seria uma falha no detector masculino que ambos possuíam, pois, um homem que se diz homem, não importa a situação, consegue sempre descobrir o aroma feminino. O facto de que aqueles dois não se aperceberem até então de que Aoy era uma mulher, na verdade uma garota até que jovem, era uma prova de que ainda tinham um longo caminho à percorrer até serem verdadeiros Homens.

 Então ela é lésbica? Não só ela, como também a recepcionista?! Espera, Nina também gosta de mulheres? Meu Deus! Como reagir a isso? – O pensamento de Gregory, devido ao impacto que a cena lhe havia provocado, fazia-se transparecer-lhe no rosto. E do seu lado, era Alexandre quem demonstrava ter mais domínio sobre a situação.
-Me desculpa se algo que eu disse te ofendeu....- E pela primeira vez desde que haviam deitado seus olhos sobre a Capitã, Aoy corou e desviou o olhar para o lado, evidenciando um lado feminino que Gragory e Alexandre ainda não conheciam e que voltariam a ver mais do que imaginariam no futuro.  – Não há porque se desculpar… - Ainda avermelhada e um pouco quente, entregou os envelopes aos dois.  – A carta é apenas uma formalidade, é bem improvável que alguém vós vá perguntar por elas… Até mesmo porque os vossos nomes e informações pessoais já se encontram no nosso sistema… Boa Sorte, Bruno e Gregory. -  . Concluiria, se despedindo dos dois, sendo seguida por Nina.
 
 E de longe, invisível por muitos, um velho fantasma dizia o que vai no pensamento de muitos homens dos dias correntes. - É amigon... O mundo moderno é uma loucura. Isso aconteceu comigo no passado... Sai de casa em busca de oportunidades e acabei em um lugar onde relacionamentos assim eram constantes. Bom... Aprendi a enxergar o charme por trás disso. – Não era de facto o mundo que estava a mudar, pois o mundo era o mesmo. Sequer as pessoas mudavam na verdade, essas, por mais que se imagine o contrário, são imutáveis. A verdade é que o mundo por si só já é desconcertado e hipócrita, as pessoas que por vezes não o conseguem perceber, ou por ignorância ou por inocência sábia.

  Após se banharem e trocarem, os companheiros se separaram por alguns minutos. E em tão poucos minutos a vida de Alexandre e Gregory mudariam para sempre.

  Enquanto que Alexandre percorria os corredores labirínticos do Quartel General, Gregory cometera o erro de regressar ao refeitório onde uma atmosfera hostil caiu também sobre seus ombros.  O jovem confundir-se-ia, supondo que tal atmosfera pesada estivesse relacionada com o outro mundo, porém, no momento em que fosse servir-se da refeição disponível, um marinheiro berraria da mesa onde estava sentado, deixando óbvio o pudor que ele, e que todo o resto do pessoal naquela ala, mais de cinquenta soldados, sentiam por ele. – COMO ALGUÉM PODE SER TÃO CARA DE PAU ASSIM?! NEM UMAS BATATAS CONSEGUE CORTAR DIREITO E AINDA ACHA QUE TEM O DIREITO DE COMER?! ALGUÉM ASSIM DEVIA MORRER!! –

 O exagero nas palavras do esfomeado soldado consegue, estupidamente, mover outros tantos soldados igualmente esfomeados, deixando para o jovem G. uma situação delicada e perigosa. Algo de sério poderia ocorrer dependendo de como reagiria, ou do que falaria. Algo tão sério e assustador como uma guerra de comida!

 Alguns metros daquela tensa situação onde as próprias acções de Gregory o haviam metido, Alexandre encontrava Alice conversando com um marinheiro. – Sim! Sim! – Repetia ela respeitosamente às ordens do superior. – Sim! Irei fazê-lo, senhor! Sim! – Terminava com uma continência clássica, movendo-se para o canto e deixando o marinheiro ir-se embora. Descendo o braço e certificando-se de que o superior já ia bem longe, a garota apressou-se na direcção de Alexandre, e sem deixá-lo pronunciar uma sílaba sequer, puxou-o pelo braço e empurrou pela porta que estava do lado de ambos. Era um pequeno cubículo usado como armazém de vários materiais de limpezas. – Shiiuuu!! – Sussurrou ela metendo a mão na boca do homem, pois passos andavam do outro lado da porta.

 Assim que as passadas se fizeram distantes o suficiente para serem escutados libertou então os lábios do médico. -Então como eu fiquei? Você tem uma queda por homens de uniforme? - Brincou ele. -Então tem noticias do Dio? - Alice olhou-o nos olhos. Estavam sério. O brilho de seus olhos seria visível devido à proximidade de suas faces, a menos de um palmo de distância entre elas. -  Não tenho a certeza… Apenas suspeitas do seu paradeiro. Contudo, há algo mais importante que devemos discutir. – Murmurava ela, movendo seus lábios tão perto dos lábios dele que quase pareciam se beijar. – Alguém neste Quartel tem auxiliado piratas há meses… “Cachorro-louco” e Aoy-chan estão à procura de oficiais de confiança para mandarem em uma missão secreta. Acho que seria o “disfarce” ideal para obter mais informações sobre Dio. Poucos sabem desta missão, para não levantar suspeitas, mas o que você acha? Porque não vem comigo? – Indagaria ansiosa por uma resposta.

  Regressando ao refeitório, as coisas se complicariam para Gregory quando um velho marinheiro querido por muitos começasse a se engasgar por causa de uma batata demasiado grande. – COF! COF!!  ARR….. COF! COF!! -  Uma comoção em redor ao velho circularia até que o mesmo finalmente conseguiu cuspir a batata de sua goela, atirando-a ao ar em uma trajetória incrível que terminaria aos pés do jovem causador de todo o male, levando os olhares zangados até o mesmo.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 Adverso à tudo que acontecia, há alguns quilómetros dali do Quartel General, em uma casa que, singular por suas riquezas internas várias como uma colação de estátuas, armas, restos de canhões, tesouros e itens que apenas encontrados no Grande Oceano, um som estranho, contudo conhecido, ecoava por todo a sala.

     
Puru, puru, puru, puru, puru... Puru, puru, puru, puru, puru... Puru, puru, puru, puru, puru.... Puru, puru, puru, puru, puru... Puru, puru, puru, puru, puru…!! Kacha!!

O som irritante, todavia intrigante do caracol calou-se então, algures por Loguetown. – Não havíamos combinado de que nunca ligarias durante o dia?! – Uma voz misteriosa, velha e rouca falava irritada. – Desculpa, sensei… Mas há suspeitas dentro da Marinha. Estão desconfiados… Queria apenas avisá-lo para tomar cuidado… - Antes mesmo que a voz jovem do outro lado pudesse terminar de falar, a rouca voz o interrompeu. – Com quem achas que estás a falar, moleque?! Eu sei muito bem cuidar de mim! Além disso, acabei de “ajudar” um dos vossos marinheiros. Nunca desconfiarão de um velho bonzinho como eu! – Terminava, exalando um sorriso malicioso que não seria visível à ninguém. – Bem, sensei… Eu irei partir em breve com um grupo de marinheiros… Iremos embarcar em um navio cheio de pólvora… E algo me diz que teremos um acidente em pleno mar… Tudo ficará resolvido ao final do dia…


OFF:
 




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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyTer 21 Mar 2017, 08:32


Uma vida de marine


A reação que tive da capitã foi bastante interessante, ver ela mostrando seu lado feminino só me deu vontade de querer provocá-la mais ainda, por fim descobri que a carta era apenas formalidade e que não teria nem um uso para ela, então praticamente era uma bosta inútil, após descobrir isso sai dali, estava me sentido desconfortável com o suor que corria meu corpo, procuraria um armário para guarda minhas coisas, e tomaria um banho, após me banhar vestira a roupa de marinheiro, e deixaria as minhas no armário, "Talvez eu descubra onde possa lavá-las...".

Vestido com o “maravilhoso” uniforme da marinha fui ao encontro de Alice, já estava na hora de descobrir se Dio havia sido preso ou não, não demorei muito para encontrá-la, ela estava tratando respeitosamente um superior, isso me faria dar um sorriso involuntário, não conseguia imaginar Alice tendo aquela atitude com alguém, talvez por isso ela estivesse traindo o governo com piratas, ser marinheira simplesmente não combinava com a personalidade dela, assim que o superior saiu ela veio em minha direção, me agarrando e arrastando para um quarto de limpeza, para então falar comigo com o rosto bem colado ao meu, - Não tenho a certeza… Apenas suspeitas do seu paradeiro. Contudo, há algo mais importante que devemos discutir.... Alguém neste Quartel tem auxiliado piratas há meses… “Cachorro-louco” e Aoy-chan estão à procura de oficiais de confiança para mandarem em uma missão secreta. Acho que seria o “disfarce” ideal para obter mais informações sobre Dio. Poucos sabem desta missão, para não levantar suspeitas, mas o que você acha? Porque não vem comigo? –, com um sorriso no meu rosto eu aproximaria os centímetros que faltava entre nossos rostos, e a beijaria, minha mão direita iria apalpar a bunda da mesma.

Fazendo uma pausa para respirar falaria ainda com a testa colado com a dela -Você não esta usando a desculpa do Dio estar desaparecido para conseguir ajuda no emprego e pegar uma promoção, não?- para mim era obvio que não era necessário fazer essa missão, era só andar pelas celas a procura de Dio ou perguntar para um superior se havia capturado um homem alegando ser o futuro rei dos piratas, Embora tivesse feito a pergunta para a Alice não deixaria a mesma responder, daria outro beijo profundo de língua na mesma tentando tirar o fôlego da mesma, e se minhas costas não estivessem doendo das unhadas que a mesma me deu ontem, eu iria possuí-la ali mesmo no armário de limpeza mas por fim apenas me separaria dela e falaria -Seja como for eu vou com você...- mesmo se isso não tivesse relação com Dio, que mal faria ele ficar mais um ou dois dias na cela? Talvez isso o botasse juízo e o faria parar de sair por ai arrumando encrenca.

Feito isso, iria até o refeitório a procura de Gregory, se o achasse, eu falaria alto e claro para que os que estivessem junto com eles ouvisse, -Nos fomos escalados para uma missão, temos que ir rápido!! - se alguém demonstrasse desgosto por estarmos de saída eu apenas olharia para ele e falaria em um tom respeitoso -Desculpe, como você se chama mesmo? É que gostaria de dizer a nossa superior que nos convocou qual dos marinheiros de patente superior está nos impedindo de cumprir as ordens nos dada....- se perguntasse quem era nosso superior eu falaria -Alice senhor- não sabia o cargo dela, mas sabia que ela era no mínimo superior a nos e que ela era filha de alguém importante na marinha( antigo narrador falou isso, mas não falou quem era), por fim após tudo resolvido, eu iria pegar no prato de alguém aleatório, uma batatinha e comeria, sentindo o gosto cuspiria a mesma e falaria para mim mesmo -Isto esta uma droga!!! Como vocês comem isso?- após falar isso iria até onde Alice estava para ouvir mais ordens.




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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyTer 21 Mar 2017, 14:15

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Depois de tomar banho e vestir minha farda, me senti parte do vasto estoque de soldados dispensáveis da marinha. Eu ainda era insignificante, mas eu estava ansioso pelo que poderia vir pela frente, embora meu principal objetivo ali era cortar caminho para a Grand Line. Andando pelos corredores, eu finalmente achava o pátio de alimentação. A sala estava meio estranha, como se um sexto sentido me desse o pressentimento de que algo chato aconteceria. De qualquer forma, ignorei o estranhamento e peguei um prato de comida para me servir em uma mesa.

- COMO ALGUÉM PODE SER TÃO CARA DE PAU ASSIM?! NEM UMAS BATATAS CONSEGUE CORTAR DIREITO E AINDA ACHA QUE TEM O DIREITO DE COMER?! ALGUÉM ASSIM DEVIA MORRER!! - Uma voz estridente chamava a atenção de todo mundo, gritando palavras exageradas e, acima de tudo, agindo de forma insensata.

Eu não tinha ideia de como o fato de eu ter sido o cara que cortou batatas se espalhou por ai, mas deixaria isso de lado para responder ás provocações com um rosto calmo mas com uma faísca de irritação me agonizando por dentro. - Devo morrer por isso? Que exagero... Primeiro que eu sou um navegador, apenas me voluntariei a cortar batatas para ajudar na demanda de ajudantes na cozinha e para passar no alistamento. Segundo, por que diabos você não usa seus talheres para endireitar a comida ao seu gosto?

Dito isso, continuaria a comer enquanto observava a reação de todos. - Cara me tira uma duvida, como é que esse povo sabe que foi eu que cortei essas batatas? E como isso se espalhou? - Perguntaria a alguém por perto. Se eles continuassem a querer me coagir, por mais que isso me irritasse eu não cederia a essa criancice, apenas ignoraria e concluiria meu almoço lembrando sempre de usar meus talheres para retirar a casca que estivesse sobrando na batata.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 5 EmptyDom 26 Mar 2017, 23:23

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~ Um Novo Caso de Traição, Cap. 2 ~

O Jovem Marinheiro ~
   




De mãos cheias e acariciando Alice em regiões íntimas, Alexandre eliminava a distância entre eles, ficando tão chegados que uma folha de papel não caberia entre eles sem se amolgar. E incitado pelos olhos de Alice a fazer aquilo que o desejo de ambos pedia, uniram-se primeiro em um beijo rápido e fugidio. -Você não esta usando a desculpa do Dio estar desaparecido para conseguir ajuda no emprego e pegar uma promoção, não?- A marinheira teria respondido à pergunta, mas não só estava ainda perdida no sabor do primeiro beijo, como um segundo, mais doce, ardoroso e impetuoso, a capturou de surpresa, deixando-a à mercê de Alexandre, que a envolveu por alguns minutos sem conseguir largá-la. -Seja como for eu vou com você...- Rosada, deixando todo o seu charme feminino natural à vista, Alice replicara, primeiro atacando-o com outro beijo, e depois, afastando-se e se fazendo pronunciar, para então, quando terminasse, abandonasse os braços de Alexandre quase que lentamente, deixando-o a só no quarto de limpezas. - Estaremos a vossa espera do outro lado da ilha, onde um pequeno barco mercante estará atracado ... -  

E, vá-se lá perceber o destino e seus jogos estranhos, enquanto que um acabara de ter um belo encontro íntimo, o outro, Gregory, era vaiado por seus colegas também eles recrutas, que sabe-se lá como, haviam descoberto que ele era a razão de terem batatas tão estranhas em seus pratos. A verdade era que, muitos daqueles soldados tinham retornado de uma longa missão, estavam cansados e com saudades de suas esposas. E tanto tempo no mar faz com até mesmo o mais paciente dos santos se torne rabugento e mesquinho. E para eles, Gregory era o "saco-de-boxe" perfeito para aliviar o stress.

- Devo morrer por isso? Que exagero... Primeiro que eu sou um navegador, apenas me voluntariei a cortar batatas para ajudar na demanda de ajudantes na cozinha e para passar no alistamento. Segundo, por que diabos você não usa seus talheres para endireitar a comida ao seu gosto? - Suas palavras fazia com que os soldados se apercebessem o quão parva e sem sentido era aquela quase discussão, fazendo-os ficarem mais frustrados do que calmos.  - Cara me tira uma duvida, como é que esse povo sabe que foi eu que cortei essas batatas? E como isso se espalhou? - Essa era uma pergunta que, bem, tinha uma resposta bem que óbvia. - Eu sou novo aqui, por isso ainda não conheço todo mundo... Mas acho que uma velhinha baixinha e com uma tonelada de maquilhagem. - Respondia um novato, metendo uma colherada de sopa à boca de seguida. Mistério resolvido, permanecia a pergunta: porque a velhota espalharia esse rumor? O que ganharia ela com isso?!

 Chegando em hora oportuna, por pouco não vivendo o que viveu Ross, Alexandre entrava na ala alimentar e reunia-se com o companheiro.  -Nos fomos escalados para uma missão, temos que ir rápido!! - Ouvindo o que o recém-chegado falara, o restante dos recrutas permaneceram quietos, milagrosamente, se acalmando. Em seus olhares de simples soldados, compartilhavam do fatídico destino que esperava àqueles dois. Por mais que haja desavenças entre marinheiros, quando se é chamado para uma missão, havia sempre de lamentar a ida do outro, isso porque, não sabendo o dia de amanhã, a morte poderia acompanhá-los.

E foi sem problemas que o duo abandonou o refeitório, de seguida o quartel, seguindo então para onde Alice havia dito. Em quinze minutos, seus passos atravessara toda a calçada mecadamizada da cidade de Loguetown, deixando pessoas aleatórias para trás de suas costas, algumas reais, outras nem tanto. E, novamente, enquanto cruzava a ilha, Gregory sentia novamente o quão infestada a ilha estava, não apenas com fantasmas daqueles que ali morreram condenados, como também de monstruosos demónios que só em seus olhos se mostravam. Não era algo comum de se ver. Nem mesmo Ross parecia habituado à tamanha desproporcionalidade, onde mais de metade da ilha era feita de matéria intocável e doutro mundo. Já para Alexandre, o que era evidente era que a cidade estava mais vazia do que o habitual. Seria de se esperar uma multidão como em nenhum outro lugar naquela ilha, afinal, aquela era a última ilha antes de se entrar da dita Grand Line. Piratas, Marinheiros e Homens que procuram aventuras estavam destinados à se cruzarem ali. Mas... Pouco se via. Podia contar nos dedos a quantidade de gentes que viu até que por fim chegasse ao seu destino.

Ancorado junto à uma cadeira rochosa que delimitava a ilha e o mar, um pequeno, porém veloz, barco com três canhões de cada lado, dois mastros e capacidade para trinta pessoas os aguardava. O par podia ver, antes mesmo de subir à bordo, alguns soldados disfarçados à civis no convés trabalhando. Também Alice lá estava, e também ela trajava outro tipo de roupas, mais longas e menos expostas do que o que vestia normalmente, de cabelo preso e escondido por uma boina castanha-clara.  

 Assim que os dois passassem pela tábua de madeira que servia de plataforma de ligação entre a ilha e a embarcação, quem os receberia seria o famoso "Cachorro-Louco". - Sejam bem-vindos! - Exclamaria, estendendo a mão. - Para esta missão, precisarei que me sigam até aos quartos e se troquem. Para onde vamos, não poderemos ser marinheiros. - Dizia, virando as costas e seguindo para dentro do barco, sem esperar que os dois respondesse seguir e sem se apresentar. Se o seguissem, durante a caminhada até o quarto, veriam várias caras conhecidas na distância: a jovem recepcionista e a velha cozinheira anã conversando no convés com outros subalternos; dentro do navio, em um quartinho onde a porta aberta, Nina organizando os medicamentos;

 - Suas roupas estão nas vossas camas. Vistam-se e venham ter à sala-do-comandante. Eu serei um dos responsáveis por esta missão. Tratem-me por "Cachorro-Louco". - Parando na ponta do corredor e apontando para uma porta que os levaria ao quarto, o marinheiro terminava, deixando-os à sós. As roupas em cima das camas não eram nada de especial: duas calças claras e costuras diversas vezes, simulando uso e desgaste, além de parecerem surradas, duas camisas-sociais que outrora foram brancas, agora meio acinzentadas, um colete castanho escuro para por em cima da camisa, sapatos rasgados por baixo, e dois chapéus de palha.

  Quando finalmente terminassem de se mudar e resolvessem subir à sala-do-comandante, a sala principal de barco, mesmo por cima do convés, notariam que Aoy também ali estava, e também ela vestia roupas civis. Todavia, ela não aparentava estar sozinha. A marinheira tinha à seus pés um homem com seus vinte e poucos anos ajoelhado e completamente espancado, além de estar algemado. - Vocês chegaram! - Dizia uma voz desconhecida aos dois que vinha de trás da mesa no centro da sala. - Ouvi coisas boas de vocês da Aoy-chan! Hi! Hi! Hi! - Um sorriso inocente, puro, porém malicioso vinha da voz. E apesar da aparência, pelo comportamento que o indivíduo tinha, além de tanto Cachorro-Louco como Aoy estarem de pé, à sua frente e relutantes, demonstrava que aquele pirralho sentado na mesa era superior aos dois, e o líder da missão. - O meu nome é Mizushiro, mas podem chamar-me de Shiro! Hi! Hi! - Sorria contente!  - Apesar de todos ali estarem vestidos como civis de baixa classe, com roupas sujas e rasgadas, aquele jovem garoto era o único que trajava roupas novas e de classe alta, como um verdadeiro burguês. E o que mais chamava a atenção, além da claridade de seus olhos azuis e sua pele pálida, era o tampa-olho no seu olho direito.

 - Vocês os dois foram chamados aqui, assim como todos os outros, para me ajudarem a descobrir quem, de dentro da marinha, anda a espalhar informações como rotas de navegação, nomes de prisioneiros, horário de partida e chegada de embarcações civis e marinhas e à quem. - O garoto cruzou os dedos em cima da mesa, adoptando uma posição mais séria enquanto explicava. - Tem acontecido ataques à navios mercantes e até mesmo à nossas embarcações, ataques outrora impossíveis de acontecer, e que se tornou possível porque alguém espalhou informações... É de extrema importância sabermos quem o fez, e para quem o fez. É por isso que nos disfarçamos de um navio mercante, e é por isso que navegaremos pela mesmo rota que os demais. Esperamos ser a isca perfeita! - Finalizava, com um sorriso no rosto.



 






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