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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 II - Ascension

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyQua 25 Jan 2017, 01:11

Relembrando a primeira mensagem :

II - Ascension

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Alucard Vermillyon e Mao di Lut Ima. A qual não possui narrador definido.


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Mizushiro Hizumy
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Revolucionário


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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyDom 26 Fev 2017, 22:15



~  Fantasmas, Demónios e Humanóides ~

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Alexandre Triande

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Alexandre Triande, o incognitus, não se vá confundir com outro de renome maior, mostrava-se deveras um homem interessante ser. Pintava um sorriso no rosto e enfeitiçava quem quer que fosse com suas palavras, mentindo-lhes e fingindo importar-se. Não só Nina fora ludibriada, mas até mesmo os pacientes que ia atendendo acreditavam afincadamente que aquele homem queria o melhor para eles. Sequer suporiam que em pensamentos, Alexandre ridicularizava o estado grave em que se encontravam, escarnindo de suas fragilidades.

  Por fim dada a última tragada no seu cigarro, atirando o resto ao acaso, o futuro médico retirou a aliança e mergulhou as mãos nas luvas de látex e chamou o primeiro paciente.  -Ola amigo, como você se machucou?- Alex havia nascido para aquilo. Digo, para enganar os outros. Parecia ter um dom natural para tal. - Perseguia um vulto pela calada da noite e acabei tropeçando... He ... he ... he.. Estava ansioso para concluir o meu primeiro caso e acabei me descuidando. - Confessava o soldado com um pouco de vergonha de si mesmo, olhando numa primeira vez no rosto do auxiliar de doutor e de seguida desviando o olhar curioso para o tratamento que recebia. Era algo bastante simples, e quem diria que eficaz. Para algo não tão grave como um simples inchaço, uma saca de gelo era o remédio perfeito.

 O paciente que se seguiu encontrava-se já deitado em uma das camas que então ficou disponível. Olhando mais de perto, Triande aperceber-se-ia da profundidade da ferida. A criatura que fizera tal possuía garras com cerca de seis centímetros, não rasgando órgãos vitais por mero acaso. -Dia difícil hoje em?- O também, coincidentemente  recruta soltaria um riso forçado e dorido. - Você nem imagina! Primeira vez patrulhando e sequer vi a besta selvagem que me desgraçou... - A vergonha de uma derrota humilhante e sem sequer ver a face do vencedor, era algo cruel para qualquer um. Estancada a ferida com panos limpos e próprios para o efeito. Todavia, vendo que restos da garra permaneciam fincadas ao corpo, Alex tomou uma sábia decisão e deixou o resto do trabalho para Nina. -Eu estanquei o sangue, mas a ferida é muito funda e não sei se atingiu algum órgão , e meus conhecimentos não permite ir alem de estancar o sangue nesses caso/tem alguma parte do animal pressa na ferida do paciente e não tenho certeza se consigo tirar sem machucá-lo mais ainda -

  - Ola, posso saber como se machucou? -  À pergunta em questão até mesmo o ferido procurava entender uma resposta. - Tudo aconteceu demasiado rápido... Não era um homem, mas também não era um animal... u-uma mistura dos dois, se possível!! Grrr - Em meio de soluços e grunhidos salivados de raiva e temor, o homem se acalmava. - Não pude fazer nada... Havia mais um comigo... não sobreviveu... - Revirando os olhos e segurando as lágrimas, o paciente terminava de receber o tratamento de Alexandre. - Eu estanquei o sangue com machucado na cabeça. -

 Comportando-se então como um verdadeiro médico, o fumante dirigia-se à Nina e explicava-lhe suas preocupações em relação ao último paciente. - O machucado do paciente com ferimento na cabeça, não é profundo e não apresenta estilhaços, mas como é na cabeça não sei  examinar corretamente a gravidade, gostaria que você examinasse o mesmo. -
 
  - Não se preocupe, Alexandre! E obrigada, de verdade! - Demasiado perto do homem, podendo ambos sentir a respiração um e do outro, a médica demonstrava a sua gratidão com sinceras palavras e um olhar sereno. - Todos estes homens têm sido atacados por algo misterioso, mas infelizmente ainda não conseguimos detectar a fonte dos ataques. Seja como for, obrigada! - Terminaria, voltando então à sua mesa.



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Gregory Ross

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

 Sorte no Amor, Azar no jogo. Normalmente, as pessoas normais habituavam-se a viver por simples lei. Contudo, o jovem Gregory estava amaldiçoado pela má Fortuna. E a sua maldição - Azar no Amor, Calamidade no jogo.

 - Desculpa moça, mas outra mulher já roubou meu coração primeiro. A moça da recepção, Eliza. Quem sabe se eu tivesse te encontrado antes algo rolaria... Haha - A idosa de proporções anãs e de rugas nojenta e exageradamente rugosas desanimou-se por segundos, como que se realmente , por um segundo que fosse, tivesse acreditado que poderia desencalhar, mas ouvir o nome de Eliza fez com que soltasse uma gargalhada.  - Eliza-chan já é comprometida! AhAHAHA! E aposto que foi o homem dela que te mandou para aqui! Bem, terminando de lavar e descascar as batatas, pode ir embora, gostosão! -

  E era de facão numa mão e batata na outra, sentado num banquinho de madeira minúsculo, feito à media da velha idosa, com uma bacia metálica repleta de batatas à sua frente que Ross se veria na próxima hora. Aquela seria uma luta que jamais esqueceria, fosse pela durabilidade do tempo eterno que pareceria por vezes ter parado por alguns minutos só para rir da cara do jovem, fosse pela insignificância que a tarefa tinha.

  Depois de centenas de batatas pessimamente cortadas, em formato de rectângulos, cubos e figuras que sequer existiam na aritmética, desperdiçando uns pedacinhos aqui e outros ali, Gregory finalmente dava por concluído a sua tarefa.

 - Nunca vi alguém cortar batatas de forma tão feia assim antes... - Confessava a velhota, não sabendo se ficava impressionada com a falta de talento para com uma coisa tão simples, ou repugnada com o tamanho desperdício. - Meu jovem garotão, irei te dar um conselho! - Séria, a velha parecia falar - Não há, num barco, tarefas menos ou mais importantes. Se o contramestre desconsidera o trabalho do cozinheiro, todos passam fome. Se o cozinheiro desconsidera o trabalho do veleiro, todos perdem o seu rumo. Somente se todos se mantiverem unidos e cientes de que todos são importantes poderão enfrentar diversas adversidades. Agora vá. Volte para o Tenente e se prepare para o que aí vem. - Cessando o seu monólogo, a idosa anã ansiava que Gregory saísse, para então voltar a recortar as batatas.



Gregory Ross e Alexandre Triande

12:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

 Inesperadamente, tanto Alexandre quanto Gregory regressavam para a sala principal, onde havia se encontrado com o oficial da Marinha um tanto despreocupado e relaxado, juntos. Era como que se entre os dois existisse uma sintonia que fazia com que agissem em uníssono. Seria mais uma peça do Destino, ou apenas a mera e ilusória coincidência?!

 Diferentemente de algumas horas atrás, agora o tenente em questão aguardava por eles, estático e de pé, com tonfas em cada uma de suas mãos e um revólver escondido no bolso, mas que se estivessem atentos, o poderiam notar. - Estava à vossa espera. A fase seguinte é a fase do combate. Quero saber o quão bom vocês são. Venham, não tenho o dia todo! - Convocava os ex-piratas para o duelo.


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Mao L. Ima

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Puxando Isara para si, Mao seguira caminho em direcção à uma das casas que pareciam ter sido vandalizadas pelos assaltantes.

  Antes mesmo de entrar pela casa, a jovem marinheira notara as agressões que afectavam a porta de entrada. No lugar da maçaneta estava um buraco, mostrando que os ladrões muito provavelmente não eram habilidosos em abrir fechaduras, não tendo outro método se não arrebentar com maçaneta. Isara por sua vez reparara que os parafusos que mantinham a porta presa à parede estavam soltos, comprovando o uso de força bruta.
 
 Passando pela porta, o primeiro cómodo, e que servia também de elo de ligação para os demais, era a sala-de-estar, um “quadrado” de 4 por 4 metros. À frente da porta, do outro lado da sala, estavam três janelas e todas elas conseguiam olhar de cima para a rua onde estava Alucard a conversar com as duas velhas; Além da rua lá em baixo, as janelas estavam no mesmo nível que a varanda do Sr. Bruce, o senhor que observava com atenção o oficial. Rente às três janelas estava um cadeirão acastanhado, uma mesinha de três-pernas deitada no chão e um livro aberto em V e deitado para baixo.

  De forma impressionante para quem se deparava com aquele cenário pela primeira vez, Mao parecia saber o que fazia. Andava pelo local à procura de pistas de forma cautelosa e meticulosa, não fosse pontapear alguma informação. No grande e imundo tapete vermelho da sala a jovem moça pôde notar algumas manchas peculiares. Examinando-as mais de perto, notariam que eram pegadas e não manchas, e que estavam “pintadas” no tapete por sangue. E onde havia sangue, havia um corpo. Analisando mais a sala, se folheasse o livro, veria que era um diário de comércio. De vários tipos de mercadorias, onde vendê-las e quais as melhores rotas para transportá-las, no entanto, haveriam páginas faltando, não dando para identificar que mercadorias seriam respectivas àquelas páginas.

   Tocando ao de leve, Isara chamou a atenção de Mao: - Não consegues sentir este estranho cheiro no ar?! Parece cheiro à queimado… Vem do cómodo ao lado. –
Alertou a jovem caminhando até a cozinha. Se seguisse Isara, ambos descobririam vários pedaços de papeis queimados, e em estado de combustão, dentro de uma panela.
   
  Precipitada, Isara encheu um copo de água e entornou-o em cima dos papeis. – Pode ser alguma pista importante! – Afirmou. No que restava do pedaço de papel apenas se conseguia ler “…26° 37′ 45″ N, 70°…”
   
 Na cozinha, nada mais iriam encontrar mesmo se continuassem a vasculhar por ali. De seguida, quando entrassem no quarto, a sujidade do chão ensanguentado, passando pelas paredes arranhadas e com o papel de parede saindo para fora, evidenciando uma luta, a cama desarrumada e o corpo ainda quente na mesma com um furo fino como uma agulha atravessando a garganta do homem, além da falta do olho esquerdo azul e os machucados da luta. Ambas se aproximando para analisar notariam, não Mao, mas Isara, o terrível odor que o corpo exilava. E não só isso Isara notava, mas também, quando se aproximara mais do crânio da vítima para verificar a ferida no pescoço, uma criatura de pernas peludas saia da boca do morto, fazendo com que Isara desse um berro e recuasse, dando um encontrão a Mao. Era uma tarântula que a assustara. Talvez a havia pego de surpresa, ou talvez a garota odiava aranhas.
 
 Nada mais de útil seria encontrado na habitação. Todavia, quando voltassem a passar pela sala, conseguiriam observar, se olhassem pela janela, Alucard dentro da casa do velho.

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Alucard

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Assim que concluiu o seu interrogatório camuflado de uma simples conversa, Alucard dirigiu-se à casa do velho Sr. Bruce, que aparentemente o observava com demasiada estima. Se aquele velho não estivesse a esconder nada, então o mundo era um Cubo!

 Batendo na porta com os nós dos dedos, o jovem aguardava que o idoso lhe viesse abrir a porta. Contudo, passou-se um minuto… dois… três e quatro… E nada do velho. Teria ele fugido? Ou somente ignorado Alucard do outro lado da sua porta? Preparando-se para procurar por outra maneira de entrar na casa, a maçaneta da porta começava a mexer-se.  – Peço desculpa… As minhas pernas já não são o que eram! – Dizia com a sua voz de bagaço firme. – Bom dia senhor, sou o sargento Vermillyon, gostaria de fazer algumas perguntas, posso entrar?

 Abrindo a porta o velho o convidava, demonstrando um sorriso malicioso por de baixo do bigode grisalho. – Faça o favor, meu caro! – O velho Bruce trajava o de sempre, uma camisa social, blazer, gravata, calças-sociais e sapatos pretos. Na mão esquerda um anel verde com um símbolo triangular estranho, e na direita a bengala que o ajudava a locomover-se.  A escuridão e a ausência de luz pareciam ser algo que o velho gostava, não era algo só de suas roupas. Alucard pôde conferir isso ao entrar na casa. Apesar de parecer uma das casas mais ricas, com jóias, quadros e móveis pintados à ouro, faltava luz à casa. Além de que era estranho toda aquela riqueza com os vários assaltos recentes e num bairro pobre como aquele.  Na sala-de-estar, em cima da lareira, um quadro do velho Bruce de quando o mesmo era mais novo, trinta anos atrás. No quadro, o velho está fardado como um Comodoro da Marinha, e além de vários outros homens e mulheres ao seu lado fazendo postura para a foto, duas pequenas crianças estavam consigo. Uma delas aos seus pés era muito parecida com o “Cachorro louco”, e outra, no seu colo, parecia ser uma menina de cabelos cor-de-rosa.

 O reformado ouvia todas as perguntas e explicações que Alucard dava-lhe, bebendo do vinho que o mesmo lhe havia oferecido. – Meu caro, eu estive a espera que aquele pirralho mandasse alguém faz dias! – Pausou, dando um gole suave no tinto. – Estou mais que disposto em ajudar-vos, mas infelizmente não consegui muita informação daquilo que andei a procura. O que sei é que é uma criatura animalesca… Antropomórfica… ou seja, um mink! Diria que um rato, mas não tenho a certeza, sendo que apenas lhe vi o vulto quando tentou entrar em minha casa, mas foi recebido pela minha velha amiga, Tiffany! – Confiante de si, acariciava uma caçadeira velha onde se podia ler a inscrição “Tiffany” no corpo da mesma.

 - Eu diria que o local ideal para começar a procurar pelo responsável de todos estes assaltos é no porto. As notícias lá circulam à uma velocidade enorme. Infelizmente, as minhas pernas já não são o que eram, por isso que eu mesmo não comecei a investigar sobre esse delinquente à quem todos chamam de “demónio”. – Terminava irritado, bebendo em um trago só todo o vinho do copo.
 
 Na sala onde ambos bebiam, além do quadro e de vários itens preciosos, espadas raras e baús que escondiam sabe-se lá o que, havia um pequeno navio em miniatura onde no casco do mesmo se podia ver a inscrição raspada na madeira: “ 26° 37′ 45" N, 70° 53′ 1" W. B.Português”.

 - Talvez seja melhor você se reunir com os seus parceiros e começar a procurar, não?! Parece que um deles está ali em baixo à sua espera. – Sugeriria o homem se Alucard começasse a olhar demais para as coisas que havia na sala. O homem que se encontrava do lado de fora, na rua, era Wander que havia sido largado por Shiro, como que se fosse um incómodo, o que havia deixado Wander bastante chateado.

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Nakigitsune Shiro

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Vestindo novamente suas roupas negras e que lhe ofereciam uma maior efectividade no quesito da furtividade, o jovem de cabelos brancos separava-se de seus companheiros. Insistia que, sozinho trabalhava melhor, ou que os resultados eram mais frutíferos.

Por becos e cubículos sombrios silenciosamente vagou, sem deixar um pequeno rasto sequer. Contudo, o que procurava tão afincadamente, parecia não existir por aqueles lados. Ou se existisse, era excessivamente secreto para ser encontrado à luz do dia, mesmo numa zona tão podre e amaldiçoada como aquela.

No lugar de caveiras ou adagas, o único símbolo que acabou encontrado, e somente uma única vez, escondido não numa parede, mas por debaixo de uma velha âncora que se encontrava no centro de uma ruela, foi um triângulo pintado se azul. A posição da âncora, a distância da mesma do porto e o local onde se encontrava... Tudo era demasiado acidental ou alheio para ser mera coincidência.

Analisando o minúsculo triângulo, Shiro verificaria duas letras no seu interior: B.P. O seu significado não o saberia, a menos que fosse um pirata ou contrabandista da zona, o que não era.

O garoto poderia ficar ali centenas de horas pensando no que seria B.P, mas assim que saísse da ruela sem saída, e se deparasse próximo do porto, uma plaquinha de madeira em cima de uma porta traria-lhe uma epifania: "B. Português" - lêr-se-ia na plaquinha que com o vento marítimo baloiçava, fazendo um ruído de ferro enferrujado irritante para alguns.

Apesar de ter encontrado o local, não seria fácil entrar. Para isso, surpreendentemente, uma única frase lhe traria o bilhete dourado. Ao bater na porta, uma pequena janelinha abriu-se e dois olhos pretos avermelhados de um gigante gordo surgiu.

- O homem que rouba a confiança de outros é o pior dos ladrões. - O que pensariam seus companheiros se estivessem ali com ele agora?! Perguntar-se-iam do porque dele saber daquele frase e o que ela significaria?! Perguntar-se-iam da sua relação com o passado do companheiro?! Talvez fosse por essa razão que o jovem preferisse ir sozinho naquele momento... "Roube ainda hoje, pois amanhã pode ser ilegal...".

Dentro, o ambiente não parecia o mais feliz, mesmo para uma taverna à beira-mar. O porquê era precisamente a falta de clientes: piratas, assaltantes, contrabandistas e outros mais. Os poucos que por ali estavam não chegavam para satisfazer nem as despesas da casa, nem para dar àquela típica atmosfera que um ambiente do género deve possuir. Era triste de se ver.

O bar não tinha barman e sequer outros empregados além das prostitutas e dos três seguranças: o que estava na porta por onde havia entrado, e outros dois do outro lado do estabelecimento, guardando umas escadas que davam para o andar de cima. Os clientes no local eram nada mais do que cinco piratas bêbados que desfrutavam da companhia das belas donzelas, um indivíduo encapuçado dos pés à cabeça no canto sombrio que bebia sossegadamente, um velho barbudo e uma pirata jovem que pareciam conversar sobre a próxima rota que tomariam e qual era a melhor para a sua frágil carga e, claro, o próprio rapaz.

Shiro poderia notar, estando atento, que todos os cinco piratas e o velho "barba-negra" tinham a mesma tatuagem em seus braços, um pedaço de queijo cortado em uma fatia triangular.

__________________________________




OFF escreveu:
Desculpem a demora, tentei postar na sexta-feira, mas não consegui porque estava muito cansado… Desculpem o post fraco! Se não gostarem ou não entenderem algo, por favor, me avisem!!! Sério! Mil Desculpas! E desculpas se as vossas acções não correram exactamente como queriam, mas não queria "entregar" as coisas assim tão fácil... Ç.Ç


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ThanksPanda

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptySeg 27 Fev 2017, 09:14


Entrando na marinha!


Nina se provou útil para mim, me dando informações importantes, "será que kyo foi atacado por essa criatura?" pensaria com uma preocupação clara no rosto, por fim falaria com uma voz suave ainda próximo dela olhando em seus olhos -Como disse anteriormente o prazer foi todo meu, não é todo dia que um iniciante pode trabalhar ao lado de uma profissional tão competente....- coçaria minha cabeça e daria um pequeno sorriso sem graça e continuaria a falando-Mas se realmente quiser expressar gratidão... Se eu passar no teste para ser marinheiro você poderia me ensinar algumas coisinhas.... ou poderíamos sair pra comer alguma coisa...- no final da minha frase meu sorriso sem graça se tornaria em um sorriso sedutor.

Após esse pequeno flerte eu iria novamente em direção ao encarregado do teste, por coincidência  chegaria junto com Gregory, sentiria o cheiro que vinha dele e se estivesse cheirando mal(tipo a alho e a cebola) falaria em uma voz baixa só para ele ouvir  -você esta fedendo....-, o encarregado do teste tinha uma atitude diferente agora, poderia dizer que ele até parecia empolgado, - Estava à vossa espera. A fase seguinte é a fase do combate. Quero saber o quão bom vocês são. Venham, não tenho o dia todo! - eu iria procurar se existia alguma arma para o teste se não tivesse usaria a minha mesmo.


Antes que o teste começasse eu iria garantir que minha arma estivesse carregada,  e daria um aceno com a cabeça pra Gregory, esse seria o único sinal de que iríamos trabalhar junto, sabia que Gregory gostava de atacar pelas sombras então tomaria a frente ficando exatamente na frente dele e chamaria a atenção do marinheiro falando com uma voz determinada-Eu vou primeiro!!!- esperaria o marinheiro fazer o primeiro movimento para então gritar -ESPERA!!! ACHO QUE ESTA DESCARREGADO!!!- com isso tentaria distrair o marinheiro para aumentar a chances de acertá-lo com minha técnica, não importa se ele tivesse parado de atacar ou pensado que eu me tornei um alvo fácil, com a mão direita eu executaria minha técnica disparo rapido sem falar nada, mirando no peito do oponente, após isso rapidamente trocaria a arma de mão e daria mais dois  tiros, um para esquerda outro para direita, tentando fazer que o único modo dele desviar seria pulando, e se ele tivesse no ar seria o alvo perfeito para Gregory.

Se ele me apontasse uma arma tentaria me manter longe da mira dele andando em  zig zag, se o golpe fosse corpo a corpo e fosse frontal eu esquivaria indo para direita, se fosse das beiradas eu iria para trás dando um pulo se necessário, se sofresse um golpe tentaria agüentar a dor  e me manter firme de pé se fosse possível recarregaria a arma, se o marinheiro reclamasse do método sujo que eu e Gregory lutássemos, eu simplesmente daria de ombros e falaria, -Nos estamos lutando contra piratas... Se golpes sujos garantir a minha vida no lugar de um criminoso, eu não vejo mal nem um em fazer- minha voz sairia com determinação.


Tecnica:
 

Historico:
 

objetivos:
 

____________________________________________________

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tédio....:
 
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyTer 28 Fev 2017, 22:02


Finalmente tinha acabado minha ocupação e então estava livre para retornar ao instrutor para prosseguir com o teste. Antes de sair da sala, lavaria as mãos e passaria agua no rosto enquanto ouvia as palavras da senhora. - Obrigado pelo ensinamento. E sim, sou ruim em cortar batatas, mas compenso isso em outras habilidades. - Daria uma piscadela e então sairia da cozinha, com um rosto sorridente.

Chegando novamente na sala de antes, encontraria mais uma vez o marinheiro e também Alexandre, que me recebia destacando meu fedor de cozinheiro. Ignoraria o comentário e deixaria o instrutor começar a próxima etapa do teste.

- Estava à vossa espera. A fase seguinte é a fase do combate. Quero saber o quão bom vocês são. Venham, não tenho o dia todo!

Ele anunciava o duelo e eu começava a analisar aquilo mentalmente... Não parecia ser um desafio tão difícil, aparentemente ele apenas queria saber se a gente era minimamente decente. Aquilo só seria complicado se ele tivesse habilidades sobre-humanas e as usasse sem hesitar contra dois novatos, algo que em meus pensamentos era algo improvável.

Enquanto refletia, tentaria procurar por perto se haviam armas de treinamento para que eu as usasse, pois minhas armas são bem letais então não seria legal ter que lutar me contendo para não matar o instrutor. Caso eu não encontrasse tais armas adaptadas, lutaria com as minhas. - Se bem que se ele morrer pelo menos Eliza fica livre para mim... Mas seria meio estranho o cara ser um corno do mundo paranormal... - Pensaria diante desse problema.

Assim que eu notasse o sinal de Alexandre, começaria me afastar lentamente para o lado, indo para longe tanto de meu aliado quanto de meu oponente. Assim que o atirador soltasse seu grito, avançaria ainda mais para o lado enquanto lançava três kunais em direção ao tórax do marinheiro. Assim eu acabaria posicionando-me do lado de seu flanco depois de lançar minha primeira ofensiva. Prosseguiria com meu avanço enquanto lançava diversos ataques nesse tempo, mirando suas pernas e seu tórax. Faria toda essa movimentação sempre tentando me manter longe de meu oponente, assim abusando da vantagem de meu longo alcance de ataque.

Depois de toda essa movimentação, eu acabaria chegando onde eu pretendia: Nas costas de meu oponente. Com isso, eu pretendia estar em um lado oposto ao que Alexandre estava, para dessa forma conseguir criar uma dificuldade para o meu adversário acompanhar ambos os seus oponentes eficientemente. Minha finalidade com isso era principalmente era deixar o oponente pressionado e também facilitar o surgimento de brechas em sua defesa para que sejam aproveitadas por mim ou por meu comparsa.

Prosseguindo com minha atuação no combate, eu continuaria a lançar kunais, dessa vez mirando suas costas, pernas ou qualquer brecha que eu avistasse em sua defesa.  Tomaria cuidado para corrigir minha posição, ficando sempre no lado oposto ao que meu aliado estava, para continuar com minha estratégia.

Porém, uma hora ou outra o marinheiro iria revidar e provavelmente escolheria apenas um de nós dois como alvo, já que graças a minha movimentação eu estava longe de Alexandre. E com isso, outra vantagem de nossa formação entraria em ação: A capacidade de dar cobertura. Um daria assistência ao outro em caso de ser perseguido pelo instrutor. Por isso, se eu visse que meu colega seria escolhido como alvo, eu já entraria em ação de imediato para aproveitar sua falta de foco em mim para lhe causar o maior transtorno possível, enviando ataques em vários pontos de seus corpo: Costas, ombros, pernas, tórax... Também me aproveitaria de brechas em sua defesa, por exemplo, se ele acertasse um ataque em meu aliado, esse seria o momento perfeito para eu acertar ataques nele também já que ele não conseguiria se concentrar em ataque e defesa ao mesmo tempo.

Porém também havia a chance de eu ser escolhido como alvo. Se esse fosse o caso, eu me moveria para o lado oposto de onde ele vinha, aproveitando minha grande agilidade para me manter longe do alcance dos ataques de meu inimigo. Enquanto eu me afastava dele, tentaria lançar ataques em sua direção varias vezes, mirando principalmente em suas pernas e em direção aos lados os quais ele realizava esquivas, tentando acertá-lo enquanto ele se movimentava para evitar ataques anteriores. Dessa forma, eu teria a chance de abusar de meu grande alcance de ataque para feri-lo e debilita-lo antes que ele chegasse até mim.

Se em algum momento eu notasse que de alguma forma seria alvejado por alguma ofensiva ou retaliação, usaria de pulos e impulsos para ir para fora da trajetória de projeteis ou de golpes e, se isso não fosse o suficiente, também contrairia meu corpo para fora do alcance dos ataques. Após essas tentativas de esquivas, procuraria me afastar de meu oponente com pulos e logo em seguida começaria a correr para continuar a atacá-lo de longe.

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Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

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Última edição por Wander em Qua 01 Mar 2017, 00:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyTer 28 Fev 2017, 22:21



Rato

Estava novamente com as vestimentas que tinha conseguido em minha ultima missão, elas eram confortaveis, demonstravam um pouco de meu passado nas sombras, elas ainda eram acolhedoras como sempre, mesmo que fossem um pouco solitárias, porem um felino se da muito melhor com o individuo do que ao coletivo. Abria um pequeno sorriso de canto enquanto procurava pelo que desejava, achar aquele tipo de escritura não era facil, afinal se fosse não teria sentido ser tão escondido, certo? Procurava por um tempo, nada achava e já ate mesmo perdia um pouco das esperanças, contudo ainda me mantinha em movimento ate encontrar uma ancora suspeita, toda aquela representação ali me fazia sentir algo em minha coluna cervical, aquilo era estranho, com certeza algo existia ali. Passos lentos tentava administrar movimentos bruscos, olhos atentos procuravam por observadores, sentava, passava a palma da mão sobre os locais mais escondidos, procurava por indicadores esculpidos em pedras ou algo parecido ate que algo chamava minha atenção.

Analisava o que parecia ser um triangulo, iniciais, mas o que elas iniciavam? Uma pequena duvida corria por minha cabeça, provavelmente seria do local onde o submundo estava acolhido naquela ilha, ou pelo menos naquela região, suspirava. Andava um pouco e bingo! Achava uma plaquinha que demonstrava as iniciais bem explicitas. Iria analisar o local, procurava pelo material que era feito suas paredes, se janelas eram possíveis de serem vistas e ate mesmo sobre a parte mais alta se uma possível fuga pudesse ser elaborada por cima das residências, um larapio gatuno tinha que saber todo tipo de informação antes de enfrentar o desconhecido. Com todo conhecimento em mãos era hora de colocar o focinho em direção ao perigo. Batia na porta e iniciava o código, ele era respondido com exatidão, achava o que estava a procura. Entrava ao local, não existiam muitas pessoas de fato, porem aqueles que ali se encontravam pareciam carregar algo em seu corpo, ou melhor, em sua pele que chamava minha atenção de imediato. Uma tatuagem de queijo cortado, a pouco tempo atrás assimilava os ataques anteriores com um roedor, talvez aquela fosse a indicação que desejava, abria um sorriso, porem não me deixava levar pelas expectativas, apesar de curioso ainda me mantinha um pouco afastado, iria apenas observar de longe, não existiam muitas pessoas ali para que minha furtividade se tornasse uma arma.

Iria me sentar próximo ao balcão, iria esperar por qualquer pessoa se dirigia-se a minha pessoa, geralmente nessas ocasiões sempre existe um responsável pelos pedidos, claramente não associados a bebidas. - Mikhail Kalishnkov, capitão dos Lobos do Mar, desejo um contrato de assassinato... - Falaria aquilo vagarosamente e em um tom que todos ali pudessem escutar, apesar de não estar falando tão alto – A pouco me interessei por um caso onde um rato maldito anda matando as pessoas, talvez não possa servir de exterminador dessa praga medieval? Hahaha. - Zombava um pouco, estava tentando receber qualquer informação das pessoas presentes, ouvidos capitavam qualquer conversa ou barulho, principalmente de metal, afinal se alguem sacasse uma arma naquele local deveria estar preparado para qualquer tipo de investida. Minha mão esquerda se mantinha abaixo da vestimenta negra, tocando a bainha de minha ninjaken posicionada a minha cintura.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyQui 02 Mar 2017, 13:08

Rumo as docas.

Um rumo na conversa com as senhoras havia tomado, o velho Bruce. Certamente o velho homem sabia de algo, e era a única opção que eu poderia seguir, até então, não havia mais respostas de Mao ou Shiro, só me restava seguir caminho até a casa do velho e procurar mais informações sobre oque estava acontecendo no local.

Sem demoras chegava a sua residência, batia na porta, mas por muito tempo não se havia resposta, parecia que o velho tinha fugido. Parecia que a única solução era procurar outra forma de entrar na casa do homem, para que pudesse investigar o local, mas antes que eu pudesse sair do local, a porta começava a fazer barulho à maçaneta da porta parecia começar a se mexer, então a voz do velho podia ser escutada, uma voz um tanto rouca e firme.

– Peço desculpa… As minhas pernas já não são o que eram! Assim logo o comunicava que gostaria que respondesse algumas perguntas sobre oque estava acontecendo naquela rua. Aparentemente o Homem avia aceitada a proposta de conversa, pois em seguida a porta se abria, e um senhor velho e grisalho aparecia diante de mim, o mesmo ostentava um sorriso para mim, pedindo para que eu adentrasse a residência.

“Quanta formalidade, para um morador dessa parte da cidade.” Pensava enquanto analisava o homem, o mesmo trajava roupas sociais, roupas um tanto sofisticadas para aquela região, mas oque me chamava a atenção era o anel com um estranho símbolo triangular em seu dedo. A casa era bem escura, mesmo sendo dia, muito bem decorada, uma casa muito sofisticada para a região a onde se situava.

Ao passar pela sala, conseguia ver um quadro pendurado em cima da lareira, com o Bruce mais novo, fardado com o uniforme de Comodoro. “Um veterano da marinha!” Pensava enquanto terminava de observar o quadro, além dele havia mais pessoas, e algumas crianças junto a eles, um me era um tanto familiar. “Cachorro Louco...” Reconhecia o garoto que estava no quadro, isso me fazia dar um sorriso de canto da boca.

Logo Sentávamos para ter nossa conversa, servia o meu vinho para o velho e em seguida me servia, então começávamos a conversar sobre os ocorridos da rua, dava alguns goles no vinho enquanto o velho começava a falar. – Meu caro, eu estive a espera que aquele pirralho mandasse alguém faz dias! – O mesmo pausava tomando o vinho. – Estou mais que disposto em ajudar-vos, mas infelizmente não consegui muita informação daquilo que andei a procura. O que sei é que é uma criatura animalesca… Antropomórfica… ou seja, um mink! Diria que um rato, mas não tenho a certeza, sendo que apenas lhe vi o vulto quando tentou entrar em minha casa, mas foi recebido pela minha velha amiga, Tiffany!

- Então o senhor tem relações com o tenente... agora entendo o porque foi mandado três sargentos para essa missão. Dava uma pequena pausa dando um pequeno sorriso. - Era que eu suspeitava senhor, um Mink roedor, temos homens espalhados pela rua em busca de mais informações. Falava dando mais alguns goles no vinho.

- Eu diria que o local ideal para começar a procurar pelo responsável de todos estes assaltos é no porto. As notícias lá circulam à uma velocidade enorme. Infelizmente, as minhas pernas já não são o que eram, por isso que eu mesmo não comecei a investigar sobre esse delinquente à quem todos chamam de “demónio”. – O mesmo parecia estar furioso por não poder ajudar na investigação, visto que o mesmo já estava bastante debilitado, a idade chega para todos.

Assim que me levantava para poder seguir com a missão, percebia algumas coisas interessantes na sala, diversos quadros e itens raros, mas que não se diziam a meu respeito parecia que o homem percebera que eu estava olhando e me dava uma pequena alfinetada.
- Talvez seja melhor você se reunir com os seus parceiros e começar a procurar, não?! Parece que um deles está ali em baixo à sua espera. O homem me mostrava Wander pela janela, assim me viraria para o homem e falaria.

- Bruce, foi um prazer conhecer você, obrigado pela ajuda, assim que esse assunto for resolvido pedirei para que enviem uma carta para o senhor! Falaria fazendo uma pequena continência, e em seguida sairia do local indo a encontro de Wander.
Assim que chegasse ate Wander, olharia seriamente para o mesmo, poderia ter acontecido algo com Shiro? - Oque aconteceu? Encontraram algo? Ou aconteceu algo com o Shiro? Falaria calmamente para Wander, e independente da resposta voltaria a falar. – Encontrei algumas pistas, bom vamos às docas, segundo informações lá podemos saber mais do que está acontecendo aqui. Falaria tomando dianteira para as docas, em seguida pegaria o den den mushi e ligaria para Mao, assim que ela atendesse eu começaria a falar. – Mao, estamos lidando com um Mink roedor, fique atenta, não sabemos quais as habilidades dele ainda, tenho informações que nas docas poderei encontrar mais coisas, estou seguindo para lá com o Wander, qualquer coisa me reporte.

Após essas palavras guardaria o den den mushi de volta no bolso, e seguiria para as docas calmamente, sempre observando a minha volta, tentando escutar oque os cidadãos poderiam estar falando. Assim que chegasse nas docas falaria para nos separar e cobrir uma maior parte, o primeiro que achar uma coisa suspeita reporta o outro, agir apenas se for extremamente necessário, andaria pelo local a procura de atitudes suspeitas ou de pessoas que pudessem estar interrogando.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyQui 02 Mar 2017, 16:15





Mao L. Ima

"A Filha do Caos."



Era fácil perceber os diversos elementos da residência violada. Sem pressa, eu passava por seus cômodos, procurando por seus detalhes importantes de forma detalhada, com calma. Algumas pegadas eram vísíveis no tapete da sala, pintadas à sangue, o que poderia facilmente indicar a presença de um corpo por perto.
Examinava, também, o livro tombado, que poderia caído de cima da mesinha rente à janela. Para a minha surpresa, ou talvez nem tanto, várias páginas do livro haviam sido arrancadas, mas ao ver as demais páginas, eu podia julgar que era um livro com informações mercantes, com suas mercadorias, rotas de comércio e pontos de venda.

Momentos depois, entretanto, Isara conseguia chamar a minha atenção para um suposto cheiro estranho, de acordo com ela. Guiava-me até o que parecia ser a cozinha e extinguia o fogo de alguns pedaços de papel, que pareciam pertencer ao livro de outrora. Pegaria o que restara do papel em mãos e examinava as informações nele contidas, que pareciam ser apenas números e letras aleatórias.

- Espera aí... Pelo o que eu sei, essas podem ser coordenadas... Mas temos apenas a latitude nesse papel...

Aquilo tudo tinha um clima estranho. Por qual motivo aquelas coordenadas teriam sido queimadas? Quem iria querer se livrar delas? E se, talvez, os alvos de ataque do demônio-rato não fossem aleatórios?

As perguntas se formavam em minha mente conforme meus passos se guiavam através da casa em direção ao quarto, onde as cenas eram ainda mais chocantes: Um corpo, ainda muito fresco, permanecia inerte com um fino orifício em sua garganta, e as paredes pareciam ter sido arranhadas através de uma longa e selvagem luta.

Isara tomou a dianteira, aproximando-se do corpo do homem enquanto eu prestava atenção nos demais detalhes do quarto. Repentinamente, a garota voltava com um pulo, esbarrando levemente em meu corpo. - Tudo bem? - Questionaria, olhando em seguida para o cadáver, que parecia ter cuspido um tipo de aranha. - Acho que... Eu não quero olhar esse corpo, haha. - Revelaria, afinal, seria nojento ter que passar pelo bicho peludo, portanto, deixaria isso para os peritos médicos do Quartel.

Sentaria-me em algum canto da sala da residência, preferencialmente em um sofá, e puxaria o den den mushi de meu sutiã, fazendo uma ligação para nosso superior, o Cachorro Louco. - Hey, chefe, Sargenta Mao Ima aqui... - Me revelaria, para que ele pudesse logo lembrar da missão em que estávamos inseridos. - Preciso que mandem alguém para remover os corpos da cena do crime aqui. Há um corpo no quarto da última residência saqueada, e um corpo na rua... - Sorriria e mudaria o tom de voz, por mais que minhas expressões não pudessem ser vistas, apenas reproduzidas pelo caracol do Den Den Mushi. - O segundo cadáver é de uma donzela, chefinho. Ela está com os seios despidos, então tome cuidado com quem vai mandar para buscá-la, fufufuf. - E novamente voltaria a falar com seriedade. - Preciso que identifiquem ambos os corpos, principalmente o da residência. Será útil saber seus nomes, profissões e qualquer outra coisa que possuam sobre eles nos arquivos... Ah, o cadáver da residência possui um ferimento peculiar no pescoço, que talvez tenha sido a causa da morte, me informa sobre isso também? Obrigada, peça para os garotos que tentem conseguir as informações o mais rápido possível. Desligando. - Me despediria antes de desligar a ligação.

Após comunicar o Quartel, seguiria para a rua, onde visaria o bueiro com sangue que vira anteriormente. Lá, ergueria a tampa, provavelmente precisando de ajuda de Isara para isso, e a deslocaria para o lado, de forma a ter espaço para me enfiar por ali. - Você... Não precisa me acompanhar se não quiser... Sabe, pode ser nojento lá dentro... Eu não sinto cheiro, você sim. - Diria à minha companheira. De qualquer forma, pularia pelo buraco, afinal, aquela era provavelmente a passagem utilizada pelo demônio-rato para chegar àquela rua.

Quando recebesse a ligação de Alucard, atenderia o mais rápido possível, esperando que fosse ligação de alguém do Quartel General. - Moshi Moshi... Ah, Alu... - Ouviria o que fosse dito, e depois diria o que tinha visto até então. - É bem o que parecia. Ouvi falar sobre um demônio-rato que atacava donzelas à noite... Mas acho que talvez seus ataques não sejam assim tão aleatórios... O último alvo foi a casa de um provável comerciante, ainda não sei direito. Mas em seu livro mercante haviam algumas informações de rotas de comércio e etc, com páginas arrancadas. Numa das páginas queimadas a Isara encontrou algumas coordenadas incompletas... Mostrarei quando nos reencontrarmos... Ah, tinha uma aranha bem nojenta na boca do cadáver da última vítima... Uhhh, tenho arrepios de lembrar.




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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptySab 04 Mar 2017, 22:32



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Gregory Ross e Alexandre Triande

12:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Uma troca de olhares era o suficiente para que Gregory e Alexandre estabelecessem uma sincronia táctica quem parecia ter tudo para ser perfeita e mortal. No entanto, o erro estava no facto de que tanto o pistoleiro quanto o ninja haviam subestimado o oficial. Com a troca de olhares, Gregory andava lentamente para o lado, afastando-se mas e mais do companheiro. O tenente apenas parecia ignorar aquilo e focado no pistoleiro.

 Estando os dois prontos para o combate, o primeiro a mover-se seria o tenente que com uma aceleração absurda correu em direcção à Alexandre. -ESPERA!!! ACHO QUE ESTA DESCARREGADO!!!-   Apesar do grito meio que histérico e quase ofegante, o marinheiro não demonstrou qualquer tipo de reacção. Na verdade, sequer pensou em alguma coisa. Seus olhos haviam feito de Alexandre um alvo e nada mais importava, por isso, quando o pistoleiro gritou, não houve sequer uma hesitação por parte do oficial que continuou normalmente com a sua corrida em direcção recta, ou pelo menos era isso que transparecia...

 Sentindo a ameaça que se aproximava por de trás de si assim que o berro do galã se desfez no ar, o marinheiro mudou numa aceleração absurda a trajectória da sua corrida, sem nunca olhar para trás, para a própria direita, agachando-se e deslizando dois metros para a esquerda do atirador, deixando que as três shurikens passagem alguns metros tanto do marinheiro quanto de Alexandre e com que o tiro deste por pouco não acertassem Gregory que se encontrava do outro lado.  

 Apesar da falha de ambos os lados em acertar o marinheiro, nenhum dos dois recrutas se deixariam levar por aquela "quebra" no ritmo e logo Alexandre redireccionou sua mira em direcção ao tenente, este que novamente se aproximava rapidamente em sua direcção. Mudando o revólver de mão, o pistoleiro efectuou dois tiros: um para a esquerda e outro para a direita, ambos numa altura do peito do oponente. A intenção do ataque era obrigar o oficial saltar para evitar os tiros, porém, o mesmo seguia em frente, e puxando a tonfa metálica da sua mão direita, deitada na horizontal, "deslizou-a" à frente do peito, na linha onde os projectis caminhavam, rebatendo as duas balas e fazendo o som metálico ecoar pelo ar e arranhando a tonfa direita do marinheiro que mesmo assim continuou correndo em direcção à Alexandre.

 Enquanto isso, estando o tenente e Alexandre agora frente à frente, Gregory estava de frente para o perfil de Alexandre, tendo total deslumbre também do perfil do marinheiro. E vendo que este persistia em atacar seu companheiro, agia de imediato atirando shurikens em direcção aos ombros e pernas do mesmo, todavia, a distância entre Alexandre e o tenente era mais curta do que a distância entre Gregory e ambos, fazendo com que seus ataques levassem mais tempo a chegar até ambos.

 Mesmo assim, mesmo parecendo estar totalmente focado no pistoleiro apenas, a verdade era que tinha plena consciência do que acontecia naquela sala e dos ataques dos adversário. E Cessando a sua corrida, o marinheiro lançou sua tonfa direita em direcção ao tronco de Alexandre e deu um mortal para trás, evitando as shurikens do ninja e, com a mão livre, ainda no ar, agarrou no revólver e o som da pólvora ouviu-se uma vez, atingindo de raspão os ombros de Alexandre, apenas queimando um pouco de suas roupas e de sua pele, nada de mais.

 Aterrando no chão, seus cabelos eram "soprados" para cima, deixando àqueles com um dom aguçado notarem algo em um dos ouvidos do marinheiro, algo que até então estava escondido pelos fios negros/azulados. O tenente caia de pé no chão e observava a localização dos recrutas. Ambos estavam à sua frente, como que se ele fosse o canto da sala. Gregory do seu lado esquerdo à três metros e meio e Alexandre à dois.

 
- Entendido... -

 A voz do marinheiro diria em sussurro, deixando apenas que seus oponentes pudessem ver sues lábios se movendo. Se alguns deles agissem desconfiados e tentassem notar algo que antes não haviam notado na ala, o tenente aproveitaria para disparar contra a perna do tal e o mesmo, apesar de ferido, conseguiria notar que em cada canto da sala havia uma câmera de vigilância.

Considerações:
 

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Nakigitsune Shiro


11:45 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Sentado ao balcão, o jovem albino aguardava que alguém o atendesse enquanto ouvia os murmúrios das conversas alheias. O local onde havia adentrado parecia ser o esconderijo perfeito para criminosos do submundo. Não só era algo complicado de se encontrar e obter acesso, como também só havia uma saída fácil. A porta por onde o jovem havia adentrado, e a outra, mais complicada, por isso estaria riscada, era uma tampa por de baixo da mesa dos piratas que provavelmente levava aos esgotos.

 Não demorou muito para que uma jovem moça, de aspecto sedutor, porém que transmitia certa hostilidade no aspecto, viesse atender o marinheiro infiltrado. - O que quer beber? - Perguntou sem muita emotividade no tom de voz, transmitindo total indiferença com todos ali presentes.

  - Mikhail Kalishnkov, capitão dos Lobos do Mar, desejo um contrato de assassinato... - Dizia o jovem, fazendo com que os vários murmúrios alheios se calassem, que as brincadeiras íntimas entre os piratas e as senhoras da noite terminasem e que os olhos dos presentes se inclinassem sob si de forma ameaçadora, quase o perfurando. – A pouco me interessei por um caso onde um rato maldito anda matando as pessoas, talvez não possa servir de exterminador dessa praga medieval? Hahaha. -

 A tal risada fingida, todos os demais reagiriam de forma agressiva se tivessem tempo. Antes mesmo que pudessem sequer uma expressão esboçar em suas faces, uma sombra veloz desaparecia e reaparecia por de trás do alpino, este que, talvez por sorte, talvez fossem seus reflexos ou talvez fossem os deus que conjuravam à seu favor, conseguia sacar sua ninjaken e com ela proteger-se contra a investida do oponente. Tudo seria tão rápido que quando finalmente o marinheiro pudesse entender o que acontecia, provavelmente ficaria surpreendido. A lamina da sua ninjaken tremelicava com força tentando segurar o ataque do seu oponente que era nada mais do que a ponta de uma caneta. E então, antes que pudesse novamente fazer qualquer coisa, o misterioso homem chutava as costelas de Shiro, lançando o rapaz contra uns barris de vinho que logo se partiram.

 - Eu não sei quem é você, mas tenho certeza que o teu lugar não é aqui. -

 O homem retirava o capuz e o manto que o cobria, deixando o seu aspecto estar à luz de todos os presentes. Era um homem relativamente alto, cabelos negros e assim como os outros, tinha a  mesma tatuagem em sua pele, contudo não nos braços, mas no centro da testa.

 Todos os cinco piratas levantaram-se, sorridentes e sacando suas armas e partindo as mesas sem razão qualquer. Os dois piratas, por sua vez, também se levantaram mas caminharam lentamente em direcção ao já não encapuçado misterioso. - Acho que ele está atrás do Capitão, Luci! - Dizia o "barba-negra". Ao comentário, a pirata reagiu chutando os testículos do companheiro. - Cala a boca! Você dá muita informação aos nossos adversário sempre que abre a boca!
 
 - Isso não interessa. Não podemos deixá-lo sair daqui vivo! - Terminava o atacante que aparentemente chamava-se Luci.  

 Shiro poderia estar confuso, pois nem mesmo sua audição aguçada conseguira notar a presença daquele oponente até que ele estivesse perto o suficiente, dando hipótese apenas de se defender. Quiçá, fosse um ninja ou alguém furtivo igual a si. Fosse o que fosse, Shiro estava todo encharcado de vinho tinto e cercado por cinco piratas brutamontes, onde seus músculos tinham músculos, dois piratas que aparentemente não seriam tão complicados de enfrentar e, o pressuposto ninja, que o atacara com uma simples caneta, além dos três seguranças que por sinal, não haviam se mexido sequer.

 
 - Seja como for, Mirara, você deve ir até o Capitão e dizer que ele tem que zarpar imediatamente! - Ao pronunciar-se a pirata acenava em concordância e deixava o local apressadamente.


 
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Alucard


11:45 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Após o diálogo com Bruce, o ex-comodoro da marinha, Alucard apressava-se em ter com Wander. - Ele decidiu seguir pelo próprio caminho. - Respondera o marinheiro sobre o paradeiro de Shiro.

  – Encontrei algumas pistas, bom vamos às docas, segundo informações lá podemos saber mais do que está acontecendo aqui. - Wander erguia a sobrancelha, curioso com o que seriam as informações que Alucard havia conseguido, perguntado-se se seriam algo valioso. Por usa vez, o Sargento agarrava no seu den den mushi e começava a ligar para Mao, a qual não demorou em obter uma resposta. – Mao, estamos lidando com um Mink roedor, fique atenta, não sabemos quais as habilidades dele ainda, tenho informações que nas docas poderei encontrar mais coisas, estou seguindo para lá com o Wander, qualquer coisa me reporte. - Informava, e logo recebia também ele algumas informações por parte da garota. - " É bem o que parecia. Ouvi falar sobre um demônio-rato que atacava donzelas à noite... Mas acho que talvez seus ataques não sejam assim tão aleatórios... O último alvo foi a casa de um provável comerciante, ainda não sei direito. Mas em seu livro mercante haviam algumas informações de rotas de comércio e etc, com páginas arrancadas. Numa das páginas queimadas a Isara encontrou algumas coordenadas incompletas... Mostrarei quando nos reencontrarmos... Ah, tinha uma aranha bem nojenta na boca do cadáver da última vítima... Uhhh, tenho arrepios de lembrar. " - Desligando a chamada e curiosamente calmo, juntamente do companheiro, Alucard caminhava em direcção ao porto.

 Pelo caminho, ou não encontravam ninguém por um longo período de tempo, tendo apenas o som das ondas no ar, demonstrando a proximidade deles do porto, ou quando encontravam alguém, essa mesma pessoa se recusava a falar algo ou se falava, não tinha nada de essencial para partilhar.

 Finalmente próximo do porto, junto de várias construções "coladas" umas as outras, tanto Wander como Alucard puderam ouvir o som de algo se partir à distância. E não tardou muito para que Wander reparasse numa moça deixar uma taberna às pressas, correndo em direcção aos vários navios ancorados no porto.

 - Alucard, algo está acontecendo dentro daquela taverna... E parece-me suspeito aquela pirata correndo tão desesperada... Acho melhor nos separarmos! Eu irei atrás dela! - Diria o jovem de forma bem rápida, deixando Alucard e indo atrás da pirata.

 Agora caberia ao Sargento encontrar uma forma de adentrar no bar, ou se preferisse, ignorar a situação e seguir atrás de Wander, perseguindo a jovem pirata.

 
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Mao


11:45 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Examinando pista por pista, como uma verdadeira detective, Mao e sua companheira iam cada vez mais se aproximando daquilo que levaria, em um futuro bem próximo, à resolução do mistério por de trás dos raptos e assassinatos, assim como acabariam por desvendar outros segredos que mudariam suas crenças para sempre... Ou talvez não.

 Ambas demonstrando derrota face à criatura peluda, Mao decide que era hora de ligar ao "Cachorro-Louco" e pedir por reforços. - Hey, chefe, Sargenta Mao Ima aqui... - Sua voz era ouvida do outro lado da linha, a qual obtinha uma resposta. - Sim! Algum avanço? - À pergunta, Mao respondera sem delongas. - Preciso que mandem alguém para remover os corpos da cena do crime aqui. Há um corpo no quarto da última residência saqueada, e um corpo na rua...  O segundo cadáver é de uma donzela, chefinho. Ela está com os seios despidos, então tome cuidado com quem vai mandar para buscá-la, fufufuf. Preciso que identifiquem ambos os corpos, principalmente o da residência. Será útil saber seus nomes, profissões e qualquer outra coisa que possuam sobre eles nos arquivos... Ah, o cadáver da residência possui um ferimento peculiar no pescoço, que talvez tenha sido a causa da morte, me informa sobre isso também? Obrigada, peça para os garotos que tentem conseguir as informações o mais rápido possível. Desligando. - Terminava a ligação, levantava-se do sofá, podendo ter destruído alguma prova que lhe houvesse escapado aos olhos nus, em direcção à rua.

 Ignorando o conselho preocupado da companheira, Isara resolvera seguir Mao pelos esgotos nojentos e mal-cheiroso. O local era escuro, um pouco apertado e a água que corria pelo local, repleta de resíduos asquerosos, mas totalmente "humanos" chegava-lhes quase aos joelhos, estando um palmo a baixo.

  O som do caracol a cantarolar ecoava pelas alas dos esgotos. - Moshi Moshi... Ah, Alu... - A chamada a havia pegado de surpresa, pois primeiro pensava que era do Quartel, no entanto rapidamente apercebera-se de que era Alucard. – " Mao, estamos lidando com um Mink roedor, fique atenta, não sabemos quais as habilidades dele ainda, tenho informações que nas docas poderei encontrar mais coisas, estou seguindo para lá com o Wander, qualquer coisa me reporte. " -

- " É bem o que parecia. Ouvi falar sobre um demônio-rato que atacava donzelas à noite... Mas acho que talvez seus ataques não sejam assim tão aleatórios... O último alvo foi a casa de um provável comerciante, ainda não sei direito. Mas em seu livro mercante haviam algumas informações de rotas de comércio e etc, com páginas arrancadas. Numa das páginas queimadas a Isara encontrou algumas coordenadas incompletas... Mostrarei quando nos reencontrarmos... Ah, tinha uma aranha bem nojenta na boca do cadáver da última vítima... Uhhh, tenho arrepios de lembrar. " -

 Nos esgotos, não havia muito o que Mao pudesse fazer a não ser seguir em frente pelos túneis que estivessem "ocasionalmente" abertos e sem grades impedindo a locomoção pelos caminhos. Não demoraria muito para que Mao chegasse numa parte dos túneis onde a água parecia estar mais escassa, chegando apenas aos calcanhares das garotas. Nessa mesma parte do túnel, o som daquilo que parecia madeira quebrando e várias risadas animadas vindo do teto, do outro lado da tampa do esgoto. Devido à sua audição aguçada, Mao também conseguiria ouvir, se não ignorasse o primeiro barulho e as risadas, uma conversa entre três pessoas.



- Acho que ele está atrás do Capitão, Luci! - Uma das vozes, mais rouca, embriagada e desgastada, falava, demonstrando ansiedade e nervosismo. - Cala a boca! Você dá muita informação aos nossos adversário sempre que abre a boca! Pronunciava-se uma voz feminina bem nova, contudo ríspida e, de certa forma, alegre e alta. - Isso não interessa. Não podemos deixá-lo sair daqui vivo! - Terminava a voz final. Esta, por sua vez, era ameaçadora, um tom frio e sem emoção. A voz de um homem que parecia ter vivido por muitas coisas.


 - Seja como for, Mirara, você deve ir até o Capitão e dizer que ele tem que zarpar imediatamente! - A mesma voz ameaçadora, porém encantadora, voltava a ouvir-se e seguido dela passos apressados, provavelmente da garota.

 Na parede, havia uma escada de ferro um pouco enferrujada que levava à tampa. Se Mao decidisse que era algo que valesse a pena investigar, conseguiria sem problemas subir por aquelas escadas e erguer a tampa. Repararia que estava debaixo de uma mesa e que havia uma pessoa encostada à parede, cercada por cinco piratas musculosos de com mais de dois metros de altura, um velho pirata e um homem de terno com um metro e oitenta. Mao teria todos os sete com as costas viradas, além de conseguir ver perfeitamente, por entre os espaços que separavam os corpos, quem era a vítima.

 
OFF escreveu:
Sorry a demora, problemas com a internet. Mas vamos lá! õ/ Tentar fazer mais 3 post’s antes de Quinta-feira u.u


[/justify]
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyDom 05 Mar 2017, 12:01


Uma vida de marine


Eu não de maneira nem uma achava que o encarregado do teste era mais fraco do que eu, por isso, formei uma estratégia de ataque covarde, mas eu não esperava que ele conseguisse bloquear minhas balas facilmente, e para piorar nem um dos ataques de Gregory mostraram ser úteis, era como se ele estivesse com haki ou um olho nas costas, com uma incrível velocidade, ele me lançou uma das tonfa no meu tronco, mas não pude aproveitar devidamente a dor no tronco, por que antes que pudesse fazer alguma coisa fui atingido por uma bala, de raspão no braço, o choque de ser atingido por uma bala me fez esquecer a dor da tonfa e soltar um grito de dor ainda maior.

O cabelo do encarregado do teste balançou um pouco, graças a isso notei um aparelho no ouvido e o “entendido” que o mesmo havia falado não foi para nos, então obviamente ele estava recebendo informações de alguém(gênio), deixaria um sorriso amargo nascer em meu rosto, ”Usando isso contra novatos? Ele realmente não gosta de perder....” havia pensado em uma estratégia suja para ganhar do mesmo, mas ele já tinha um plano sujo desde o inicio.

Sem olhar para Gregory falaria, -Alguém esta dedurando nossos ataque para ele, sair desse quarto.. Talvez tenhamos mais sorte em outro quarto... - falando isso sairia correndo em zig zag em direção a porta, se percebesse que o corredor era pequeno o suficiente para impedir que uma esquiva fosse fácil, eu rapidamente iria me por de joelhos no chão para diminuir o tamanho do alvo do oponente, e atiraria assim que o superior entrasse no corredor, miraria sempre no peito do mesmo e tentaria descarregar o pente inteiro ali, rapidamente recarregaria a arma, e continuaria a correr no maximo de zig zag que o corredor permitia, usaria minhas memória para lembrar de um lugar grande e vazio, que passei no caminho até a sala de teste ou a sala de enfermagem, se o superior reclamasse eu falaria rapidamente -Quando o terreno esta contra você, não é normal mudar de terreno?-

Assim que entrasse nesse lugar, novamente iria receber o superior com tiros em direção ao peito do mesmo, assim que ele passasse pela porta, iria atirar até descarregar a arma novamente, com ele dentro da sala tentaria circular superior de modo que sempre estaria do lado oposto que Gregory estava, tentando deixar o superior sempre no meio de nos dois, quando ele estivesse no meio novamente iria mirar no meio do corpo dele, dispararia 4 tiros, após isso daria mais 2 tiros agora mudando o alvo mirando no pé.


Se sofresse um golpe, tentariam me manter firme e continuar com o plano, sempre que tivesse a oportunidade recarregaria minha arma, sempre tentaria me manter longe da mira do oponente, observaria onde o cano apontava e iria para a direita ou esquerda, de acordo com a mira se necessário pularia para os lados também, se o ataque fosse corpo a corpo de forma frontal iria pular para esquerda, se fosse das laterais tentaria recuar para trás pulando para trás se necessário.


Tecnica:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptySeg 06 Mar 2017, 10:49


Nada deu certo. Tive confiança que Alexandre serviria como uma distração para que meus ataques o pegassem de surpresa ou que pelo menos ele conseguiria atacar o inimigo efetivamente, mas nada disso serviu. Era hora de eu tentar ser mais proativo e buscar ser um estorvo para aquele homem que parecia ser bom em tudo: Tinha uma agilidade boa, era treinado em bloqueio e ainda tinha uma percepção fora do normal. - Parece que previ o que ia acontecer... Ele tem habilidades sobre-humanas mas não está usando com tudo para cima de novatos. Afinal, esse é um teste para saber se somos minimamente decentes, não? - Eu não sabia qual era o posto daquele cara na marinha, mas eu já tinha notado que ele era mais forte do que aparentava ser. Estaria pronto para recomeçar essa nova etapa, quando Alexandre me surpreendia com suas palavras.

- Alguém esta dedurando nossos ataque para ele, sair desse quarto... Talvez tenhamos mais sorte em outro quarto... - Só pude sentir estranheza naquele momento. Por que alguém forte tinha que fazer aquilo contra novatos? Não duvidava da conclusão de meu companheiro, já que eu tinha duvidas sobre a percepção incomum do instrutor, além de suas discretas palavras para o nada depois de sua pose.

- O que é isso instrutor? Parecia tão complicado assim lutar contra a gente? Hahaha - Falaria isso descontraidamente e de imediato seguiria Alexandre em seu plano louco de mudarmos o cenário do teste. Era loucura, mas pelo menos seria uma atitude diferencial, afinal, seriam poucos os que pensariam naquilo e seria impulsivos o suficiente para pô-lo em pratica.

Seguiria logo atrás do meu comparsa, também me movimentando em zigue zigue porém tentaria também lançar kunais em direção ao instrutor, fazendo tudo isso para dificultar sua mira. - SEGUREM ELE AE, NA MORAL. - Além disso, invocaria espíritos ao redor para que pudessem oferecer qualquer tipo de obstáculo para meu oponente.

Uma vez no corredor, tentaria fechar a porta rápida e desastrosamente para logo em seguida continuar aquela ''fuga momentânea''. Agora estando no corredor, continuaria minha movimentação constante para os lados, na medida do possível no espaço ofertado. Estaria com a atenção redobrada para evitar ser ferido, usando de minha maestria com esquivas e contrações corporais para continuar ileso ou pelo menos tentar isso. Além disso, durante toda essa cena eu continuaria lançando kunai em direção a suas pernas, pois assim eu o deixaria com uma base instável para dessa forma eu conseguir influenciar na sua mira e em sua agilidade.

Depois de seguir Alexandre, o esperado era que chegássemos em um novo ambiente, mas havia a chance de o instrutor impedir de movermos a área de teste. De uma forma ou de outra, teríamos que recomeçar a batalha. Nesse caso, eu recomeçaria a luta me afastando do instrutor até ficar a 5 metros do mesmo enquanto sacava três kunais com minha mão direita e, ocultamente, posicionaria outra kunai na mão esquerda. Com isso, usaria de imediato minha técnica, Tchibirabiron, lançando as três armas da mão destra em direção a pontos distintos do corpo do marinheiro e logo em seguida ficaria parado, observando qual seria sua reação ou se algum tipo de ataque seria lançado em minha direção antes das três kunais chegarem até ele.

Caso o oponente apenas se concentrasse em evitar as três kunais iniciais, eu poderia prosseguir com minha técnica para aproveitar a atenção dada a esse ataque de amplo alcance para pegá-lo de surpresa, com um lançamento rápido e preciso em direção a sua brecha de defesa, seja uma esquiva ou bloqueio.

Na hipótese de o instrutor ao invés de só tentar evitar o ataque tentasse também lançar alguma ofensiva antes mesmo de desviar ou bloquear as três kunais, isso iria me pegar de surpresa, já que para concluir minha técnica eu tinha que ficar parado após o ataque triplo inicial. Com essa atitude do marinheiro, eu teria que cancelar minha técnica para evitar o ataque, mas apesar de perder a chance de concluir meu ataque planejado eu ainda tentaria improvisar, lançando mais uma kunai em direção ao meu oponente, como se eu visasse concluir minha técnica mas sem ter meu olho focado em sua observação.

Após a conclusão ou a falha de minha primeira nova tentativa de ataque, era hora de mudar um pouco meu estilo de luta. Me aproximaria até ficar por volta de três metros de distancia e então começaria minha nova estratégia: Ataques frenéticos. O que isso quer dizer? Bom, eu começaria a me movimentar constantemente em volta do marinheiro enquanto lançava entre uma e duas kunais a todo momento em direção as mais variadas partes do corpo do meu oponente. Não teria pena de gastar meu estoque, até por que eu sabia que eu tinha muita munição sobrando. Aderindo esse novo estilo de combate, eu continuaria aproveitando o fato de ele ter que se ocupar em defender e atacar dois inimigos que lutam a longa distancia, só que dessa vez minhas kunais serão mais rápidas e constantes.

Não esqueceria que ainda havia a chance de eu ser escolhido como alvo. Se isso ocorresse, eu me moveria para o lado oposto de onde ele vinha, aproveitando minha grande agilidade para me manter longe do alcance dos ataques de meu inimigo, e se eu fosse encurralado, tentaria dribla-lo fingindo que iria para um lado mas arrancaria em corrida em direção ao lado oposto, para assim contorná-lo e seguir meu afastamento. Enquanto eu me movia para longe dele, tentaria lançar ataques em sua direção varias vezes, mirando principalmente em suas pernas e também em direção a lugares que ficassem vulneráveis após seus ataques: Em caso de esquivas, atacaria os lados os quais ele realizasse sua evasiva e em caso de bloqueio eu lançaria minhas kunais em direção a um lugar longe de onde foi realizado sua defesa, assim visaria ferir uma parte que esteja longe da peça que ele usou para bloquear. Com isso tudo, eu teria a chance de abusar de meu grande alcance de ataque para feri-lo e debilita-lo antes que ele chegasse até mim.

Mais uma vez, se em qualquer momento eu notasse que de alguma forma seria alvejado por alguma ofensiva ou retaliação, usaria de pulos e impulsos para ir para fora da trajetória de projeteis ou de golpes e, se isso não fosse o suficiente ou se o espaço atual fosse restritivo, eu esquivaria usando de contrações em meu corpo para fora do alcance dos ataques. Após essas tentativas de esquivas, procuraria me afastar de meu oponente com pulos e logo em seguida começaria a correr para continuar a atacá-lo de longe.

Técnica:
 

Historico:
 

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Falas
Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyQua 08 Mar 2017, 04:09



~   A dupla se Separa enfim! Mas não por muito tempo... ~

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Gregory Ross e Alexandre Triande

12:32 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

A verdade era que, por mais que forte ou por mais alta que fosse sua patente, ou por mais medalhas que Aoy possuísse em sua vestimenta, não havia nada que detestava mais do que perder. Mas não se enganem. Não estamos falando de perder ou ganhar no sentido de um jogo ou uma brincadeira. Para o oficial, perder significava a própria morte e mesmo aquilo sendo apenas um teste, assim que uma batalha começou, devido ao seu histórico de guerras e lutas sem fins, seu cérebro esqueceu-se completamente que tanto Alexandre como Gregory eram apenas dois novatos. Para ele, aquele instante era como se realmente estivesse no campo de batalha. Além disso, o termo novatos nos dias que correm não significam nada. Há novatos que, milagrosamente, nascem mais fortes que muitos outros homens que vivenciaram uma vida de lutas e experiências indescritíveis.

 Descoberto o segredo por de trás das fantásticas habilidades do marinheiro, Alex adiantou-se em gritar ao seu parceiro a novidade e correu. Correu como que sua vida dependesse disso. Suas pernas o levaram para o corredor. Seria de esperar que Aoy o seguisse, uma vez que havia focado nele, contudo, assim que o pistoleiro passou pela porta, o marinheiro virou as costas para este e mirou o olhar em Gregory. Alexandre era passado. Isto porque, assim que atravessou para dentro do corredor, uma porta metálica desceu de uma estreita ranhura e trancou Alexandre dentro do corredor, impedindo Gregory de o perseguir.

 - Agora é com você. - Falaram os lábios de Aoy olhando para Gregory. Porém, por mais que o recruta pudesse interpretar aquela fala como que se o alistamento dos dois estivessem em suas mãos, na verdade o marinheiro estava falando com a pessoa do outro lado do microfone.

  Vendo que o plano de Alex havia falhado, Greg rapidamente recuou cinco metros do instrutor, enquanto isso o jovem manteve-se imóvel, parado no mesmo local, aproveitando o distanciamento do oponente para retirar do ouvido o aparelho de comunicação. - Fizeram bem em descobrir o meu truque, apesar de que poderiam tê-lo feito mais cedo. - Diria, numa tentativa de elogio.

  Finalmente, o ninja atingia os cinco metros e então, sem mais esperar, disparou três kunais em direcção à distintas partes do corpo do jovem oficial que ainda tinha em sua mão esquerda uma das tonfas e na direita o revólver com cinco balas restando. Às kunais que Gregory lançara, infelizmente nenhuma chegara a penetrar na carne do rapaz. Antes mesmo que estivessem próximas o suficientes para causar algum dano, três disparos ouviram-se e os três colidiram com as kunais, alterando o curso de cada uma.

 Não levou mais de um segundo para que Aoy arregalasse os olhos de surpresa, apesar da expressão neutral e despreocupada de sempre. Sem mexer a cabeça, que continuava fixa em Gregory, seus olhos olharam para baixo e notaram algo o impossível: uma kunai cravada na sua perna. - Mas como?! Todas as três foram desviadas! - Pensou incrédulo, tremendo apenas no olhar, mais pálido do que já era. Foi então que apercebeu-se do truque que o ninja havia utilizado. O recruta aproveitara o seu momento de distracção desviando as três outras kunais com seus projécteis para então lançar uma quarta em direcção à sua perna. E como ela estava camuflada, sequer se apercebera.
 
  Ainda em choque, o marinheiro notou a movimentação hostil do rival em sua direcção e antes mesmo que pudesse cravar a mão na kunai enterrada até metade na sua perna, o oficial disparou duas vezes em direcção à Gregory. Ao primeiro disparo que deu, o jovem saltou para a direita, contudo, o segundo tiro servia mesmo para isso. A segunda bala acertara de raspão o antebraço do ninja, deixando que um pouco de sangue escorresse. Sem mais munições, o oficial atirou o revólver para longe e retirou então a arma da sua perna. Estava ferido, isso significava que não havia mais porque lutar. Gregory havia conseguido feri-lo. Estava chocado, porém nada impressionado com as habilidades do novato. - Não há sentido em prolongar este teste… - Pronunciou em voz alta, suspirando e aproveitando uma longa pausa para recuperar o fôlego antes de continuar…


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  Correndo rapidamente em ziguezague pelo corredor, Alexandre pôde ouvir o som de algo a bater brutamente no solo. Uma porta metálica que acabara de fechar a entrada por onde havia passado, separando-o de Gregory e do avaliador. Olhando para a mesma, Alex talvez começasse a sentir-se arrependido de ter seguido por aquela estratégia, quiçá o pensamento de ter falho passasse pela sua cabeça. Ou talvez, ou tivesse tempo para estar distraído. Passos acelerados poderiam ser escutados, e eles aproximavam-se cada vez mais e mais de Alexandre. Do outro lado do corredor, uma figura feminina aproximava-se exageradamente veloz para cima do recruta, e sem que o mesmo pudesse aperceber-se do que acontecia.

 Nina, a médica à quem Alexandre havia ajudado mais cedo, estava no ar, descendo em camera lenta em sua direcção, com o punho cerrado em um soco descendente. Recuperando a realidade e tomando-a de volta para si, o atirador recuou à passos rápidos, evitando ser esmagado por um poderosíssimo soco que conseguira rachar o chão de concreto. – Desculpa! Mas o capitão mandou-me vir em teu socorro! – Diria, sorrindo honestamente e colocando-se em guarda.

A jovem estava claramente em desvantagem, pois notava-se na sua postura de luta que era uma boxeadora: Pernas à largura do ombro, com os calcanhares levantados do chão e os punhos à altura da face, demonstrando uma guarda forte. Em cada braço, uma espécie de proteção metálica, além disso, o top branco que levava era apertado e fazia com que seus seios ficassem mais atrativos do que já o eram, notando-se os bicos rosados do mesmo. As pernas estavam descobertas, vestia apenas um short curto. Ou seja, todo o seu corpo era um alvo perfeito para as balas do atirador penetrarem. A médica tinha um poderoso soco de direita e sua velocidade era absurdamente grande. Talvez também sua esquiva o fosse. OU talvez não. Isso é algo que Alexandre nunca viria a descobrir. – Parece que vocês passaram na segunda etapa! – Descontraindo-se e abaixando os braços, a médica dizia sorrindo enquanto a porta metálica subia.

- … Os dois demonstraram habilidades superiores à comuns das gentes, o que faz de ambos bons recrutas. Conseguiram não só analisar o campo de batalhar e descobrir as artimanhas do vosso oponente em meio de um duelo, como também pensaram em uma boa estratégia. Além disso, um de vocês conseguiu ferir-me. - Continuaria Aoy a falar, estando Alexandre conseguindo ouvir somente a segunda parte do seu monólogo. - Para concluir o vosso alistamento, ambos precisam de passar pelo nosso ginásio, onde poderão treinar um pouco antes de receberem os vossos uniformes. - Terminava de dizer. Nina notando a ferida na perna do superior, apressou-se em procurar um estojo de primeiros socorros e em trata-lo. Enquanto isso, seria esperado que os dois fossem até ao ginásio do Quartel General, seguindo pelo corredor e procurando por eles mesmos uma placa que dissesse “Gym”.

Dentro do ginásio haveria alguns marinheiros bem grandes treinando seus músculos, uma vez que o cérebro era impossível. Lá dentro, todo o tipo de máquinas vulgares à um ginásio poderia ser encontradas, além de sacos de boxe, bonecos de tiro ao alvo, um ringue, um tatami e um boneco de madeira.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 4 EmptyQua 08 Mar 2017, 05:05



Hi im faker

AS provocações realmente tinham um efeito imediato, não esperava tanta intensidade de fato, porem era a confirmação que eles faziam parte do bando do roedor assassino. Com uma foça inacreditavel era jogado longe e me chocava entre os barris que ali existiam, ficava ensopado de um liquido que me parecia ser de uma bebida qualquer. - Tsc – Resmungava enquanto levantava-me vagarosamente, pelo jeito aquele homem de capuz tinha uma força e velocidade inacreditaveis, aquilo não se tornaria nada bom, teria que dar um jeito neles eu mesmo, afinal tinha se metido naquele buraco exatamente sozinho, tinha que parar com aquele habito... Limpava a possivel poeira acumulada com bebida de minhas roupas, coçava um pouco a cabeça, esperava que meu corpo não estivesse tão dolorido do golpe, afinal tinha sido apenas um chute. - Como assim você não sabe quem sou eu? Eu acabei de me apresentar... - Com a mão direita e com os olhos semi cerrados acenava da direita para a esquerda, uma expressão comum de desconfiança. - Sou Mikhail Kalishnkov, Capitão dos lobos do mar, acho que ficar muito tempo nos bueiros o fizeram se tornar surdo ou pegou uma doença provinda de roedores hahahahaha. - Gargalhava bastante, toda aquela conversa era apenas um pretexto para conseguir algum tempo e analisar minha situação no momento.

Os seguranças não faziam qualquer ação, já esperava por aquilo já que aquela não era uma taverna normal, porem uma ajuda seria bem vinda. Suspirava um pouco, encarava o homem encapuzado e voltava a ter um sorriso debochado em meu rosto, afinal estar sozinho contra um bando inteiro não poderia demonstrar qualquer sinal de insegurança, voltava a pegar a ninjaken em minha mão esquerda, segurava fortemente em seu cabo e relaxava o mesmo. A kunai permanecia na mão direita e aquele era o armamento inicial e precioso que desejava para cada investida que estava para realizar. - Então, eu vou explicar detalhadamente como vou matar todos vocês... - Colocava a ninjaken um pouco atrás de meu corpo e começava a girar a kunai com o dedo anelar. - Primeiramente eu vou cuidar de vocês cinco, vou pegar o primeiro de um jeito que o mesmo nunca irá procriar, o segundo vou dar um pouco de ar para suas tripas, o terceiro vai ficar sem palavras! - Continuava a falar vagarosamente mas com um tom sarcástico como sempre – O quarto vai ficar sem andar um por um tempo e o quinto vai perder a cabeça com toda essa situação hahahahaha. - Terminava minhas palavras e em com toda minha aceleração dar um impulso para frente em direção ao primeiro homem.

Chegando a aproximadamente um metro e meio do mesmo ira me jogar ao chão com as pernas para frente e tentar deslizar sobre o piso do local chegando a ficar um pouco abaixo do mesmo, tendo a distancia de ataque reduzida iria com o pé esquerdo que estaria um pouco mais a frente levantar sustentando o impulso e peso inicial, o direito iria dar continuidade para um impulso para cima, a ninjaken em minha mão esquerda iria em um movimento vertical partir da virilha do primeiro adversário ate a parte do torso do mesmo. Com o impulso do semi salto iria me jogar em direção do segundo brutamontos, com velocidade iria dar semi saltos para esquerda e direita com velocidade e ao passar de um lado para o outro ao reduzir a distancia fazer um corte horizontal na barriga da direita para a esquerda com a kunai na respectiva mão. Sem dar tempo entre os ataques corria em direção do terceiro alvo, corria em um movimento rápido e com o corpo abaixado como um felino em busca de suas presas, iria novamente me lançar em cima do terceiro brutamontes que não pareciam nada espertos. Chegaria a uma distancia onde meu ataque poderia ser lançado e em um movimento veloz faria uma semi finta, corria em linha reta e ao ficar proximo do mesmo faria um movimento como se fosse desviar para a esquerda, porem no ultimo instante voltava a posição inicial em linha reta, com ambas as armas iria realizar um corte em x na garganta do mesmo esperando que o mesmo engasgasse com seu próprio sangue.

Naquele momento já esperava estar um pouco cansado e ofegante, porem não iria diminuir o ritmo, com velocidade corria em direção ao quarto homem, este lhe tinha prometido um tempo sem se locomover e isso lhe entregaria, com um novo impulso passava pela direita do adversário anterior e novamente com uma pose baixa me dirigia ao próximo adversario, chegando próximo do mesmo iria me jogar novamente ao chão e chegando ao alcance de minha ninjaken iria com o pé direito dar um chute ao chão na direita para me locomover para a esquerda de seu corpo e ao chegar a esquerda daria um chute com a perna esquerda ao chão e um giro tentando me posicionar nas costas do mesmo, no momento do giro com ambas armas em mãos tentava acertar cortes profundos na parte de trás de seus joelhos e o fazer perder o movimento das pernas mesmo que por enquanto. Ainda agachado ao chão dava um salto em direção ao ultimo dos cinco brutamontes, muito tempo tinha se passado desde o primeiro golpe do primeiro adversario então não podia mais correr o risco de fazer fintas desnecessárias, seria um golpe simples e com força no pescoço tentando decapitar o mesmo em um movimento de baixo para cima em diagonal utilizando da ninjaken que tinha um alcance mais elevado que a simples kunai que portava.

A cada tentativa de golpe nos adversários iria analisar seu comportamento corporal com minha visão mais apurada e o som que os músculos faziam ao contato com o ar gerando vento, esperava por ataques ou possíveis defesas em relação a minha serie de golpes, contudo para cada ação defensiva dos mesmos iria invertar a ordem dos ataques para tentar ludibriar suas defesas e mais uma vez tentar acertar o ponto desejado. Caso a serie fosse interrompida por qualquer situação inesperada de contra ataque a ação defensiva seria recuar com semi saltos para trás em diagonal, da direita para esquerda. Caso algum dos mesmos utilizassem armas de longo alcance os ataques seriam conduzidos por semi saltos da direita para esquerda para evitar possíveis investidas.

Ao fim de todos os golpes suspirava bastante - Kenjutsu - 星キラー - Falava baixinho ao terminar minha serie de golpes, aquela era uma tecnica onde excedita quase toda a energia de meu corpo e com velocidade tentava infligir dano em diversos inimigos sem um descanso apropriado entre cada golpe, o tinha desenvolvido justamente para situações de desvantagem como essa e parece que ao fim ela tinha sido útil de fato. - Bu! – Tentava assustar o idiota que estava junto do homem de capuz que parecia ser bastante forte, ainda não era hora de relaxar, tinha que enfrentar mais duas pessoas e não estava em minhas perfeitas condições ainda. Iria recuar um pouco, procuraria ficar um pouco mais afastado dos mesmos e agora iria mudar minha situação de combate, ao invés de atacar iria contra atacar, iria espera por uma ação dos mesmos e pensar em uma nova estrategia.

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