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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQua 25 Jan 2017, 01:11

Relembrando a primeira mensagem :

II - Ascension

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) marinheiros Alucard Vermillyon e Mao di Lut Ima. A qual não possui narrador definido.


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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyTer 21 Fev 2017, 23:45


Uma luz brilhante...



10:45 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

  Apesar da imensidão do mundo, dos perigos vários que o além-mar proporciona e de toda a fama divina que o Grande Oceano e o Novo Mundo oferecem para os mais destemidos, é Loguetown o ex libris. Não importa suas origens ou suas ambições, todos buscam passar pela infame ilha antes de verdadeiramente se aventurar entre perigos vários. Essa, e muitos outros, são os motivos que levam a ilha, principalmente o seu porto, a estar sempre lotados. Contudo, quebrando a tradição diária, como que um agoiro, o porto assim como a cidade pouco tinha além de seus conterrâneos habituais.
 
 O único que notara este sintoma na ilha, por mais óbvio que fosse, era Gregory. Talvez fosse por ter nascido ali, ou quiçá a sua genialidade que o levara a suspeitar. Fosse qual fosse a razão para ser o único a apercebesse, Gregory acabaria por notar ao decorrer do tempo, enquanto caminhava à procura do Quartel General da Marinha, de outro facto curioso. Loguetown estava anormalmente mais próxima do submundo do que deveria. Fantasmas, demónios, espíritos, santos ou fadas… Há inúmeros nomes que os definem e, contudo, nenhum está absolutamente certo.

  Ignorando por agora as criaturas, afinal não pareciam estar a incomodar ninguém, estavam apenas a perambular de um lado para o outro, seguindo ora entes queridos, ora um inimigo da vida passada, Gregory deparava-se com um soldado da marinha que parecia terminar de auxiliar uma velhinha que se encontrava cercada de vultos revestidos com o famosíssimo manto negro. - Olá, pode me informar onde posso me alistar na marinha, por favor? -  Abrindo um sorriso meio que forçado o soldado limitava-se à apontar para o seu lado, indicando então o Quartel General.

 Coincidentemente, Alexandre e Alice testemunhavam a falta de senso de direcção do jovem, o deixando em uma situação constrangedora. Para a sua desculpa, poderia dizer, caso fosse o caso, que o seu senso de direcção estava atrofiado pela intensa aura maligna que pairava no ar. Juntos, o trio adentrou no quartel. Mas assim que passaram pela porta, Alice sentiu sua mão ser libertada, aproveitando o momento para abandonar Alexandre e ir prestar satisfações aos seus superiores.

 - Olá, gostaria de entrar na marinha, como posso fazer isso? -
- Ola na onde posso me  alistar para entrar na marinha? -

 A rececionista, por sinal uma jovem de feições delicadas, tez esbranquiçada e imaculada, lábios carnudos e seios fartos. O verdadeiro estereótipo de mulher ideal, figura mítica feminina, que parecia mexer tanto com os vivos como com os mortos, sorria inocentemente àquela situação a que os dois homens falavam em simultâneo. – Por favor, se quiserem se alistar, basta que preencham este pequeno formulário com as vossas informações pessoais. Assim que estiver feito, aguardem até que o vosso nome seja chamado.

 Entregue os formulários, Alexandre começaria a sentir-se um pouco cansado. Seus ombros começariam a doer, e uma sensação desconfortável cairia sob sua espinha. Era como que se alguma coisa estivesse em cima de si. E, do ponto de vista de Gregory, realmente havia alguma coisa em cima do parceiro. Um espírito inofensivo por si só, que nada mais busca do que alimentar-se da energia de seus hospedeiros. Corpo de enguia e cabeça de dragão, todo ele albino.

 Passado alguns minutos, uma voz sinistra ecoaria pela sala através do megafone e de forma lenta e exageradamente pontuada a voz transgénera chamava pelos dois. - Gregory Ross. Alexandre Triande. Dirijam-se à ala número 2. -

 Seguindo pelo corredor, onde àqueles mais sensíveis poderiam ler nas paredes gritos e berros escritos em sangue, a dupla encontraria uma sala bastante grande. Na mesma apenas se encontrava uma cadeira e um sujeito sentado, de pernas cruzadas e à ler um jornal, como que se não houvesse nada mais importante para ser feito no momento.


...............


Silenciosamente, eles aproximam-se...



10:00 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

 Obstinado em conseguir a arma ideal, apesar de ser algo realmente complicado, uma vez que todas as armas no local eram ou já foram usadas por outrem, Shiro empunhava uma e outra, medindo com o próprio corpo o peso e a estabilidade das armas que iam passando por si. Demorou um pouco até que a arma que lhe parecesse ideal surgisse dentre os escombros. E efetuando a troca, o albino deixa o armazém de armas em busca da biblioteca, o que lhe foi posta em sua frente assim que deixou o armazém e virou o corredor.

 Shiro, apesar da sua idade precoce e da sua patente baixa, não era, de forma alguma, semelhante aos marinheiros que até então passaram por aquele Quartel. Tendo em vista a sua missão, não se deixava levar pela ansiedade, pelo contrário, procurava melhor entender o ambiente em que estava colocado e seus elementos.

 Nas várias e imensas estantes empoeiradas, evidência mais do que clara do desuso do local e da pouca importância que era lhe oferecida pela nova geração de justiceiros, Shiro pôde encontrar na secção "História e Geografia Local" inúmeros livros que lhe poderiam ser úteis, bastava escolher. Entre eles estavam títulos como: "Desde os primórdios de Loguetown"; "Geografia económica da Urbe"; "População e Densidade demográfica"; "Loguetown, a ilha e os Blues".

 Fora da secção respectiva à Loguetown, o jovem prodígio aperceber-se-ia de que pouco mais havia sobre os restantes Blues ou ilhas. Apenas três livros que resumiam as histórias mais superficiais dos Blues. Se sua curiosidade estivesse verdadeiramente sedenta, não conseguiria encontrar mais nada sobre os Blues, porém, encontraria uma "odisseia" sobre a tão infame Grand Line, onde estaria explicado os fenómenos naturais que suas ilhas estão obrigados à sofrer e os perigos naturais que a mesma poderia ser para marinheiros de água-doce.

 Do outro lado do Quartel General, no dormitório feminino, Mao e Isara conversavam acerca da missão que tinham em mãos e em como juntas, as duas poderiam concretizá-la com sucesso. E, não conseguindo resistir ao sorriso gentil da companheira, Isara também sorria, compartilhando daquele momento vulgar, porém único. E era de mãos entrelaçadas que ambas seguiam em direcção aos portões do QG.

 Para as garotas, a relação que mantinham talvez fosse algo natural, simples, sem necessidade de cerimónias ou explicações. No entanto, a medida que iam seguindo caminho, atravessando corredores e passando por rostos figurantes, notariam, se fizessem um mínimo de esforço para não o ignorar, o murmúrio injuriado dos crentes ou defensores do que é normal à sociedade, perguntando-se estes terceiros qual seria a relação que aquelas marinheiras partilhavam.


 
10:25 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

  Ansiosos, Alucard e Wander aguardavam que seus parceiros chegassem conversando entre si às margens do grandioso e ilustre portão do Quartel General. Lentamente, o vulto feminino de Mao e de Isara surgiu no horizonte o qual seus olhos fitavam. Estando os quatro reunidos, apenas faltava o quinto membro, o qual não parecia estar para chegar tão cedo.

  - Aliás, precisamos de um plano de ação. - Propôs Mao, que obteve do grupo a aceitação total à sua ideia. - Bom nossa missão nada mais é do que proteger uma rua que esta em altos índices de furtos, e descobrir quem anda furtando a população. Começou Alucard, demonstrando vigor e ansiedade para concluir esta missão sem deixar espaços para falhas ou lamentações, semelhante à missão passada que ainda o perseguia. – Como somos um time de cinco pessoas, devemos nos separar em duas duplas, aonde o membro que ficaria solo ficasse para dar o suporte para a dupla que tiver com mais problemas. E nesse instante em que seus olhos fitavam os olhos de cada um de seus parceiros, como que se lhes penetrasse a alma, Shiro surge. Sossegado, porém atento, age como os demais e escuta o que Alucard tem a dizer.

- Pelo fato de que na ultima missão tivemos algumas duplas já formadas, e aparentemente demos certo, eu e Wander, Mao e Isara. Quanto ao Shiro pelo fato dele ter se mostrado o mais rápido e furtivo dentre nós, nada mais justo que ele fique como o vigia e reforço já que o mesmo poderia nos comunicar ou ajudar rapidamente. Mais uma pausar surgia. O recém-graduado marinheiro aguardava que alguém se pronunciasse, que acrescentasse algo mais às suas palavras. Como tal não sucedeu, continuou com o diálogo. – Bom, então estamos todos de acordo? Bom ao chegarmos lá decidiremos o posicionamento de cada um.

 
- ESPEREM! -

 Abafado pelo cansaço e pela correria, o berro quase que afogado de um recruta ansioso por ser prestável à seus superiores, fez-se ouvir, travando os passos do quinteto. - O-obrigado... Uffa! Pensei que não chegaria à tempo... - Desabafava o soldado. - Aqui! O Sr. Cachorro Louco disse para vós entregar isto, que fizessem um bom uso deles e que eram apenas emprestados, por isso que não os maltrateis! - Terminava, entregando nas mãos de Alucard dois Baby Den Den Mushi e deixando um alerta inusitado.

 
 
10:45 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

  Até que chegassem ao local indicado, o quinteto percorreu várias ruas e cruzamentos. As ruelas que passavam pouco faltavam para estarem vazias. Os becos que até então costumavam estar lotados de sem-abrigos ou gatos e cães vadios, agora se viam solitários, sem uma alma viva.

  Somente no local indicado observaram três crianças brincando de saltar à corda, um velho fumando cachimbo à varanda de seu apartamento igualmente velho, e duas senhoras na rua que segredavam em voz baixa, mas não o suficientemente baixa para impedir àqueles com dádivas em seus ouvidos de as escutarem. Falavam sobre um rumor que andava a se espalhar pelo bairro, e que dizia que o responsável pelos furtos era uma criatura vinda das profundezas do Inferno e com a forma de uma ratazana gigante. Que não só furtava o que achava ser valioso, como também violava belas donzelas com o intuito de procriar.

  A rua que haviam sido feitos responsáveis, tinha um total de dois quilómetros em linha recta, e toda ela era revestida tanto de um lado quanto do outro de apartamentos de entre dois à cinco andares, não muito grandes em altura. Vários becos sem saída, e alguns com escadas que levavam à terraços abandonados.

 À seis metros do início da rua estava uma das casas que havia sido recentemente roubada. No seu interior, apenas uma enorme confusão: roupas espalhadas pelo chão, armários abertos, camas desarrumadas, lençóis pintado de vermelho, arranhões no chão, utensílios de cozinha como facas e garfos no chão da sala. Apenas vestígios de um assalto que deu luta, e que assim como as jóias, também os donos da casa desapareceram. Nela, além da confusão, apenas uma aura pesada se mantinha.

 No beco do outro lado da rua, um local pequeno e escuro, mais gotas de sangue poderiam ser encontradas junto à tampa de esgotos.  

 Nas casas que ainda mantinham hóspedes, verificavam-se que tanto janelas e postas estavam bem fechadas, como que se quisessem manter o perigo exterior do lado de fora. Impossibilitado de entrar. Em algumas varandas viam-se ainda roupas estendias, demonstrando que havia quem não temia a ratazana maligna e que persistia com o zelo quotidiano.

 No fim da rua, algo normal de se ver por aquela área do subúrbio, o corpo de um jovem infante. Sua estatura baixa indicaria ser uma criança de 13 anos. Sua cor pálida, que o corpo estava morto já a mais de um dia, contudo, o que chamaria mais a atenção de quem o fosse verificar, seria o facto do seu peito estar todo arranhado, como  que se fosse uma besta que o tivesse mutilado.

..................................

OFF: Olá à todos, eu sou o “Hizumy” e serei o vosso narrador ^-^ Bem, como um principiante, acho-me no dever de avisar que poderá haver, e de certeza que haverá, coisas que não os satisfaçam. Não se sintam inibidos de me avisar caso não gostem de algo. Ainda, se não entenderem alguma palavra ou o meu português, avisem por favor! E, desde já, peço desculpa pelo meu post TT.TT Estive muito tempo sem narrar, e por mais que gostasse de fazer algo legal e incrível, saiu essa coisa aí... Tentarei melhorar! u.u

Quanto à aventura, farei com que a primeira missão seja algo mais virado para o quesito mental… E não se esqueçam que a missão tem sim um prazo de 24 horas on game. Além disso, fazeis parte da Marinha, há uma avultada gama de equipamento que têm disponível à vossa mercê ;)

Wander, eu as vezes esqueço que o fórum é baseado no “mundo” de One Piece e me deixo levar …  Será que há problemas em fazer fantasmas te ajudarem ou te “discriminarem” violentamente?  :/
 
Dragon, numa escala de 0 à 10, o quanto você realmente deseja a Alice? ^-^’ E desculpa,peguei seu template Ç.Ç

E se puderem mandar uma MP com a personalidade dos NPC’s eu ficaria deveras agradecido xD

 Tentei fazer uma missão mais puxada pra exploração e pro lado detective, mas não consegui :/  Desculpem!
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Wander
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 01:03


Se antes eu já me sentia estranho pelo vazio do porto, agora ao andar pela cidade eu me deparava não só com espíritos como também com figuras inumanas. Eram criaturas de outros mundos ou até mesmo fantasmas que se transformaram em demônios. Era tão estranho que acabei por, sem querer, fazer uma pergunta que eu já sabia a resposta a um marinheiro nas ruas. Ri um pouco depois dessa cena e continuei no meu caminho, com ambos os meus conhecidos logo atrás. Chegando ao meu destino, de imediato tratei de adiantar meu desejo de ingressar na marinha.

- Olá, gostaria de entrar na marinha... como... posso... fazer... isso? - O ritmo de minha fala diminuía a medida que eu ia falando, pois meu cérebro ficava cada vez mais focado na beleza da mulher em minha frente. Era aquele tipo de Deusa que eu estava procurando, e isso era algo que como um pirata eu não conseguiria facilmente. - É quase como se eu pudesse ver seus súditos aos seus pés... Não, pera, realmente tem pessoas ali. - Alguns fantasmas se aproximavam e deixavam transparecer o interesse ao cair de joelhos, padecendo a seus desejos. - QUE GOSTOSONAAAAA - Ao ouvir aquilo, fiquei sorridente e pensei que aquilo era exatamente o que minha mente gritava.

Apesar de me distrair por um tempo ao ver aquela moça e toda aquela cena, eu não demoraria a pegar o formulário e começar a preenchê-lo. - Moça, você também participa de missões ou trabalha só com a papelada? Se for o primeiro caso, seria uma honra ser motivado por sua presença em alguma eventual missão que eu puder te acompanhar. Se for o segundo, não me importo de fazer uma hora extra no trabalho pra poder te ver haha - Diria descontraidamente enquanto preenchia meus dados. Ao concluir aquilo, entregaria a papelada de volta para a moça e então olharia de relance para Alexandre.

Ao fazer isso, involuntariamente me assustaria, deixando isso claro pelos olhos brevemente esbugalhados. - Antes de sair, pode me dizer seu nome? - Perguntaria a recepcionista, com a fala meio apressada pois sentia que a situação de Alexandre era meio urgente, mas eu não podia perder a chance de descolar ao menos o nome da gata.

Com ou sem sucesso com a mulher, me afastaria de lá e esperaria Alexandre terminar seu formulário para que eu pudesse puxá-lo pela camisa. - Cara, você tá sendo possuído. Não sei o quão forte é o espírito, mas acho que eu consigo lidar... Eu não, o meu conhecido... - Me afastaria dois passos e então apontaria para Alexandre. - ...IRINEU! - Invocaria um espírito conhecido por mim, um que diz ter uma força considerável entre os seres paranormais e que dizia que me ajudaria quando eu precisasse.

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- Pega esse bicho, rapá! - Esperaria para ver qual era a real força de Irineu e como seu poder funcionava. Sim, eu estou curioso para isso, pois eu nunca havia precisado usar isso dessa forma. Depois que tudo estivesse resolvido, suspiraria em alivio e então encostaria em alguma parede, aguardado ser chamado enquanto ignorava qualquer estranhamento por parte dos outros, pois para ver algo maneiro como o Irineu valia a pena ser tachado de louco. - É NOIS, IRINEU!

- Gregory Ross. Alexandre Triande. Dirijam-se à ala número 2. - Ao ouvir a chamada, seguiria sem hesitar até o local. Uma vez estando lá, observaria aquele que aparentemente seria nosso instrutor com estranhamento, pois esperava que ele nos passaria as instruções logo de cara.

- Opa, estamos aqui para fazer o teste de admissão. Por onde começamos? - Chamaria a atenção dele e aguardaria minha resposta.

OFF:
 

historico:
 

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 07:45


Entrando na marinha!


Eu de forma inconsciente acabei seguindo Gregory pela ilha não que eu precisasse, afinal graças ao meu passeio, eu já tinha bastante conhecimento sobre a ilha, mas no fim acabou sendo engraçado seguir Gregory graças ao senso de direção do mesmo, ou melhor dizendo, graças a falta d senso de direção do mesmo, ao chegar na marinha Alice segue por outro caminho, provavelmente para prestar contas com algum superior, eu e Gregory acabamos pedindo para entrar para a marinha juntos, isso é foi motivo de um belo sorriso por parte da recepcionistas.


– Por favor, se quiserem se alistar, basta que preencham este pequeno formulário com as vossas informações pessoais. Assim que estiver feito, aguardem até que o vosso nome seja chamado. a atendente, avisou, eu olharia o formulário e começaria a preencher o mesmo, no lugar do meu nome eu botaria entre parentes “Bruno Leart”, idade eu botaria “aproximadamente 27”, se tivesse algum espaço para me explicar, eu botaria “ eu quando tinha aproximadamente 3 anos fui achado em um barco, junto com 2 corpos, meu nome verdadeiro, minha idade e minha ilha natal, são coisas que eu não lembro”, mesmo assim eu havia botado um nome falso, não havia motivos para dar um nome verdadeiro, afinal mesmo se a marinha investigasse meu passado, não iria achar ele, eu dava um nome diferente para cada uma das minhas clientes.

Enquanto preenchia a papelada eu me senti profundamente abatido, com sono, o que era estranho já que eu havia acabado de acorda, embora devo admitir que mesmo ficando na cama junto com Alice dormi foi no que gastamos a menor parte de nosso tempo, minhas costas que pareciam ser atacadas por algum felino eram provas disso, Eu iria me espreguiçar e chacoalhar minha cabeça tentando me livrar do sono, olharia em volta e procuraria até mesmo um café, se conseguisse achar beberia, enquanto estava tentando me livrar do sono eu vi a cantada de Gregory- Moça, você também participa de missões ou trabalha só com a papelada? Se for o primeiro caso, seria uma honra ser motivado por sua presença em alguma eventual missão que eu puder te acompanhar. Se for o segundo, não me importo de fazer uma hora extra no trabalho pra poder te ver haha - .

Tive que fazer um esforço para não dar risada dessa cantada, por fim resolveria ajudar Gregory em sua vida romântica e falaria para atendente -Desculpa meu amigo, ele fica sem jeito quando esta próximo de mulheres bonitas,embora eu deva admitir que você fez ele soltar uma cantada horrível, ele realmente deve gostar de você - enquanto falava eu deixaria minha voz a mais encantadora possível, olharia diretamente nos olhos da atendente, não importa o quanto o busto elevados dela atraísse a minha visão para baixo, minha luxuria já havia se esgotado temporariamente graças a Alice, por fim a recepcionista falaria para a gente se dirigir a ala dois.

Gregory no caminho tentou me exorcizar de maneira estranha, tudo que eu sentiria seria foi vergonha alheia, me peguei pensando ”Será que é exigido exame psicológico para entrar na marinha? Será que ele vai ser recusado ou vou ter que resgatá-lo do hospício? ”, se a recepcionista tivesse visto essa sena qualquer chance de Gregory ter alguma coisa com ela teriam sumido, no fim pelo que pareceu ser uma eternidade (graças a Gregory) encontramos a ala dois, e encontramos lá um sujeito lendo um jornal, eu apenas ficaria quieto, esperaria ele olhar para nos para só então falar -Desculpe incomodar, mas a atendente mandou nos virmos aqui, queremos nos alistar na marinha, o que devemos fazer? - minha voz teria um tom de desculpas, mas ao mesmo tempo seria firme, eu sabia que era a primeira impressão que ficava, então sempre tentava deixar uma boa impressão quando queria algo da pessoa.




Historico:
 


objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 13:15

Perguntas.


Missão pronta para ser iniciada, estávamos todos no portão do QG, decidindo sobre como iriamos agir diante o local da defesa. Todas as minhas ideias foram expostas para os membros do grupo, e aparentemente todos haviam concordado, agora nos restava seguir caminho para o local designado. Assim começava a caminhar para fora do portão do QG, mas antes que pudesse distanciar do local escutava alguém pedindo para que parássemos.

Ao me virar, via um soldado cansado com falta de folego, isso me deixava um tanto curioso, será que teríamos novas ordens ou ele se juntaria ao grupo para a missão, enquanto ele recuperava o folego olharia para ele falando. – Diga garoto, oque precisa? Calmamente mostraria um bondoso sorriso para o mesmo esperando as falas dele.

- O-obrigado... Uffa! Pensei que não chegaria a tempo... – O mesmo falava ainda tentando recuperar o folego. - Aqui! O Sr. Cachorro Louco disse para vós entregar isto, que fizessem um bom uso deles e que eram apenas emprestados, por isso que não os maltrateis! O soldado pegava dois Baby Den Den mushi e me entregavam, eles seriam muito úteis durante a missão.

“Parece que finalmente temos um superior com cabeça!” Pensava enquanto guardava os Den Den Mushis nos bolsos.

Assim seguíamos para o local da missão, cruzávamos a cidade por um todos, por diversas ruas e cruzamento, algo estava estranho, as ruas estavam mais vazias do que de costume, os becos não tinham um sem teto para dar ida aos locais, certamente o povo estava aterrorizado com os assaltos que estavam ocorrendo por ali, mas ao ponto de fazer as pessoas sumirem dos locais.

“Certamente tem algo a mais do que apenas ladrões.” Pensava analisando o terreno enquanto caminhava para a rua da missão, não demorávamos a chegar a tal local. Assim como no resto das outras ruas conseguia ver poucas pessoas por ali, algumas crianças brincando e algumas senhoras cochichando sobre os rumores do local, algo que me fazia ter interesse.

A rua era bastante grande, para podermos cobrir realmente deveríamos nos dividir para poder cobrir o local por inteiro, mas primeiro deveríamos analisar o que estava se passando por ali, fazer algumas perguntas e procurar pistas.

- Bom, vamos nos separar e ver oque está acontecendo por aqui, parece que aquelas senhoras sabem de algo. Falaria para o grupo em um tom que apenas eles pudessem escutar. – Vamos vasculhar um pouco! Assim retiraria do bolso um dos Den Den mushi e entregaria para Mao. – Qualquer coisa que encontrar de suspeito me reporte para que possamos seguir com a missão. Daria uma breve pausa e voltaria a falar agora para Wander e Shiro. – Acho que terei de mudar um pouco minha ideia original. Posso cobrir essa parte da rua e ver oque encontro, vocês como não terão comunicação acho que devem seguir juntos, e ficar um pouco mais perto enquanto Mao e Isara tentam descobrir por algo mais afastado, assim podemos cobrir uma grande área da rua. Daria uma pequena pausa retirando meu cigarro e isqueiro logo voltando a falar. – Acho que podemos seguir agora, boa sorte! Assim me viraria ascendendo o cigarro e dando uma boa tragada.

Logo caminharia calmamente em direção as senhoras enquanto observava o local a minha volta, via que a maioria das casas estavam com suas janelas fechadas, provavelmente para evitarem de serem surpreendidas pelos ladrões. Assim que chegasse mais perto delas dava uma ultima tragada e jogaria fora meu cigarro, soltaria a fumaça na direção contraria delas e daria um breve sorriso logo começando a falar. – Bom dia senhoras, sou o sargento Vermillyon do QG da marinha, estou aqui junto dos meus companheiros para poder descobrir oque está acontecendo nessa região, e se possível solucionar o caso o mais rápido. Dava uma pequena pausa para ver se tinha chamado a atenção delas e logo voltava a falar. – E para isso eu preciso da ajuda das senhoras, gostaria de saber oque de fato aconteceu aqui! Contem-me tudo que sabem, por favor! Daria mais um sorriso esperando que as mesmas, esperaria que as mesmas falassem, mas caso contrario, iria ate as crianças e faria a mesma pergunta a elas.
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 10:11


Que Queima no Peito...




 Gregory & Alexandre
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10:45 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

Inocente Vénus que cativava à todos os fracos de corpo e maliciosos de mente, corava envergonhada ao deliciar-se com a cantada agridoce do incorrigível Gregory. E ao sorrir e ao corar, toda a aura em seu redor tornou-se mais leve e aromática. E o doce odor das rosas purificou os espíritos que lhe perseguiam, tentados pelo fruto. Somente o pobre Gregory e outros coitados tarados sem pudor, semelhantes à Ross, se mantinha à babar, desejando fortemente poder acariciar tais curvas divinas.

E eis que em tal situação medonha e constrangedora, que inquietavam o coração inexperiente da jovem que um cavalheiro surge entre as hienas esfomeadas. -Desculpa meu amigo, ele fica sem jeito quando esta próximo de mulheres bonitas, embora eu deva admitir que você fez ele soltar uma cantada horrível, ele realmente deve gostar de você - O olhar fixo de Alexandre penetravam o olhar da garota e conjurado com suas palavras, ou melhor, a entoação das mesmas, faziam com que o coração da jovem garota tivesse seu coração a palpitar mais e mais forte, e o sangue a fervilhar. O sedutor conseguira enganar à todos ali, fazendo-se passar por um cavalheiro, quando na verdade também ele fazia um esforço sobre-humano para não olhar para os seios macios e aromatizados.

Ao notar Alexandre, Gregory rapidamente notava também outra presença. Um espírito maligno nos ombros do companheiro. Preocupado, teve que fazer uma escolha difícil: Continuar a seduzir a moça, ou salvar Alexandre. Desta vez, o companheiro levava a melhor. Mas não antes de perguntar o nome da jovem a qual respondeu corada: - Eliza.

De súbito, Gregory puxou o seu oponente amoroso pela camisa, deixando transparecer à terceiros que brigavam por causa do interesse amoroso. - Cara, você tá sendo possuído. Não sei o quão forte é o espírito, mas acho que eu consigo lidar... Eu não, o meu conhecido... - E, afastando-se alguns passos, o paranormal invocava uma bruxaria milenar.

- ...IRINEU! -

 Uma rajada de vento inexplicável empestou a sala de recepção, e tal qual uma tormenta, lançou papeis ao chão e ergueu saias e vestidos alheios. Impiedoso, assim como precipitado, Gregory ordenava à seu espírito guardião que destroçasse o ser que sugava toda a energia de Alexandre, sem saber que condenava tanto à si como ao seu guardião.  Assim que Irineu tocou na "cobra-dragão", a mesma desfez-se em fumo e desapareceu, porém, quando Irineu voltou-se ... Gregory pôde notar a diferença no espírito.

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- GRE - GO - RY - ! My L-O-V-E-! *Kiss* Fuuu~ - Irineu já não era o forte e musculado e macho alfa de outrora. Agora havia se transformado em algo para além do explicável. E por muito que custasse ao "feiticeiro", o mesmo teria que suportar aquela figura sempre que o invocasse.

 - Sempre que precisar de ajudar, só me chamar que-ri-di-nho! - E então, o mesmo desapareceu sem mais nada acrescentar.



10:58 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

  Incomodado pelos dois aspirantes e bufando, demonstrando o incómodo que os dois eram para ele, muito calmamente o por sinal jovem e delicado garoto começou a dobrar o jornal. Levou um minuto para que o pedaço de papel informativo estivesse totalmente dobrado. E só então levantou-se e caminhou na direcção de Alexandre e Gregory.

  Seus passos delicados e serenos fez com que conseguisse se acercar da dupla sem que estes sentissem qualquer tipo de hostilidade, impedindo-os de recuar. E colocando-se de frente para o espaço entre os dois, pousou uma mão no ombro do paranormal e a outra no ombro do sedutor. Agora que estava mais de perto, os dois aperceber-se-iam que as cores do uniforme daquele rapaz eram diferentes, mais escuras. Além disso, levava cinco medalhas ao peito, além de um crachá com o nome "Aoy".  

- Normalmente, mandaria os dois limparem uma sala ou fazerem um recado para mim... Mas estamos com falta de pessoal. Por isso, darei-vos uma escolha: Um de vocês vai para a sala médica, seguindo pela porta do fundo, atrás de mim, o outro para o refeitório, ajudar a preparar o almoço. Escolham entre vocês quem vai para aonde.

Soltaria os ombros e regressaria para a cadeira onde estava no início. -  Assim que terminarem, voltem aqui para que possa dar continuidade ao vosso "teste". - Terminaria de falar.

Na sala médica, uma sala de formato paralelepipedal, bastante vasta e com um total de 8 macas separadas entre si por cortinados, encontrava-se deveras cheia. As oito macas estavam ocupadas por soldado feridos e havia uma fila de três soldados para serem atendidos. Na mesma sala estava a enfermeira responsável pelo tratamento de todos àqueles homens. Uma mulher mais sensual e mais madura que a recepcionista. Dizendo a verdade, a recepcionista perto da enfermeira nada mais era do que um vulgar humano.  Era um pecado uma mulher como àquela estar ali, tratando de todos aqueles soldados.

- Ora, olá! Eu sou a Nina, prazer! Você está aqui para e ajudar, certo? Tem conhecimento de primeiros socorros? Se tiver, todo o equipamento necessário está na estante. -

De voz suave, a enfermeira encantava os feridos em suas palavras doces, deixando o tratamento mais fácil. Dos três pacientes que restavam cuidar, um tinha o braço inchado, negro. Provavelmente partido. Outro, a cabeça rachada. E o terceiro uma enorme ferida no peito que pareciam ter sido feitas por uma fera.

Entretanto, no refeitório, uma doce e outrora sexy senhora aguardava ansiosamente pelo seu novo ajudante com mais de duas centenas de batatas para lavar e descascar e vegetais para cortar. Podia não ser uma senhora nova ou atraente, mas era uma senhora idosa bastante energética e jovem. E fosse quem fosse para a cozinha, ela o receberia jogando um beijo suculento e molhado em sua direcção e pronunciando bem lentamente: - VO-CÊ É O M-E-U Tipo de H-O-M-E-M!


Aoy:
 

Nina:
 

 
Velha tarada:
 

...............


Do destino desconhecido que...



Alucard, Mao & Shiro

11:00 da manhã, dia soalheiro (21ºC).

 Liderando o grupo, Alucard decidia modificar ligeiramente todo o plano que havia antes criado. Sendo assim, era ele quem seguia sozinho enquanto que Wander iria com Shiro e Mao com Isara.

  Aproximar-se das senhoras enquanto fumava não parecia ser uma boa ideia, afinal àquelas donas-de-casa desocupadas e "fofoqueiras" não pareciam gostar muito de estranhos rodando por seu bairro, mesmo eles estando fardados, o que os impedia de estarem disfarçados para no momento oportuno as atacarem?!

– Bom dia senhoras, sou o sargento Vermillyon do QG da marinha, estou aqui junto dos meus companheiros para poder descobrir oque está acontecendo nessa região, e se possível solucionar o caso o mais rápido. Preparavam-se para sair de perto de Alucard fazendo uma cara ruim para ele quando a sua encantadora voz fez com que ficassem e que sentissem tudo menos hostilidade vinda por parte dele. – E para isso eu preciso da ajuda das senhoras, gostaria de saber oque de fato aconteceu aqui! Contem-me tudo que sabem, por favor! Uma das senhoras, a mais magrinha e com algumas sacolas de compras nas mãos, parecia receosa demais para falar fosse o que fosse, no entanto a mais gorda e que trazia vestido um avental cor-de-rosa e com rolos no cabelo grisalho, mais extrovertida, começava a falar sobre o rumor: - Bem, não sei se é a verdade, mas tem andando um rumor estranho sobre a vizinhança. - Sussurrava achegando-se mais e mais perto de Alucard, colocando a mão à frente da boca para que olhos alheios, escondidos na escuridão, não pudessem ler o que seus lábios escreviam. -  Dizem que quem anda a causar estes desfortúnios é nada mais do que o próprio demónio!  Um ser com aparência de rato e que não só rouba o que é valioso, como que também viola jovens bonitas e criancinhas que andam sozinhas pela noite!  Quem me contou foi o velho Bruce. Aquele velho que passa a vida a fumar naquela varanda. Dizem que ele viu a ratazana com os próprios olhos há três noites atrás! - Oferecido o seu contributo, as senhoras seguiam o seu caminho de regresso à casa.

 Se Alucard se virasse e olhasse para o velho na varanda, aperceber-se-ia de que o mesmo também o andava a espiar, e no momento em que trocassem o olhar curioso entre eles, o velho se levantaria e sairia apressado da varanda.

 Ainda havia muito para se vasculhar pela área, e se as velhotas estivessem certas, a criatura só apareceria pela noite. Todavia, havia muito mais por de trás daquele caso do que furtos e violações. Alucard havia compreendido. Era como que se houvesse desaparecido dois terço da população de Loguetown e ninguém quisesse saber. Sequer havia relatos sobre tal incidente nos escritórios da Marinha. Um mistério.  



OFF: Desculpa não ter postado ontem! Estive à espera que dessem às 24 horas, mas aqui já eram 02:40 da manhã e acabei adormecendo Ç.Ç  Desculpem!

 Eu não gosto muito de narrar os personagens de outros players, por isso foquei apenas no personagem do Kenshin ^-^ Espero que não se importem :/   Se não gostarem da minha narração ou de outra coisa qualquer, avisem que eu tento alterar/melhorar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 13:29


Entrando na marinha!


Por mais estranho que pareça ser, quando Gregory começou a fazer seus ritual estranho, coisas bisaras aconteceram, primeiramente um vento forte soprou, levando papeladas e levantando saias, depois eu me senti melhor, isso realmente me assustou, eu era um homem de lógica, não acreditava em baboseiras de espíritos, não poderia esconder minha surpresa quando uma prova de que Gregory realmente tinha alguma ligação com o sobrenatural apareceu em minha frente, meu rosto estariam pálidos e engoliria em seco, tentaria recuperar a compostura enquanto caminha até a sala dois.

Chegando lá encontrei um jovem oficial, com varias medalhas o que mostrava que seu cargo era alto na marinha, pelo menos para os blues, o modo que ele falava como se fosse superior me irritava(embora ele realmente fosse 1 superior), - Normalmente, mandaria os dois limparem uma sala ou fazerem um recado para mim... Mas estamos com falta de pessoal. Por isso, darei-vos uma escolha: Um de vocês vai para a sala médica, seguindo pela porta do fundo, atrás de mim, o outro para o refeitório, ajudar a preparar o almoço. Escolham entre vocês quem vai para aonde.....Assim que terminarem, voltem aqui para que possa dar continuidade ao vosso "teste", eu não gostava de ser mandado, mas meu rosto permaneceria neutro e meu tom de voz determino quando falasse -Sim senhor!-.

Após falar isso iria seguir até a ala medica, embora eu não conhecesse bem o quartel não deveria ser tão difícil achar, é o edifício que tem um cruz não? Eu teria sucesso em achar a ala medica, ao entrar encontraria uma bela mulher, - Ora, olá! Eu sou a Nina, prazer! Você está aqui para e ajudar, certo? Tem conhecimento de primeiros socorros? Se tiver, todo o equipamento necessário está na estante. - ela me falou, eu mostraria um sorriso simpático no rosto e falaria em um tom de voz suave semelhante ao dela, -O prazer é todo meu Nina, me chamo Bruno, sim tenho um pouco de conhecimento quando se trata de primeiros socorros e ficarei feliz em ajudá-la - após falar isso olharia para os pacientes.

Olhando para o paciente, um tinha um braço inchado , ”Punheta?” pensaria, o outro tinha um ferimento na cabeça, ”Esse entrou de cabeça na missão” pensaria , o ultimo paciente tinha uma ferida grande no peito, ”Briga com a namorada?”, eu realmente não me importava com eles, mas meu rosto permaneceria neutro enquanto jogava o cigarro fora, caminharia para uma cadeira desocupada e deixaria meu paletó e anel lá, após isso pegaria um par de luvas e colocaria em minhas mãos.

Iria para o paciente que estava com a mão inchada, -Ola amigo, como você se machucou?- novamente tentaria puxar assunto com o paciente com o tom de voz suave, tentando distrair o paciente, em caso de inchaço a primeira coisa que iria fazer seria buscar um pouco de gelo, e colocar em cima do inchaço do paciente, o gelo iria ajudar na circulação de sangue, e isso era tudo que eu poderia fazer aqui então iria para outro paciente.

Após terminar com o primeiro paciente iria trocar de luvas e iria até o paciente que tinha uma grande ferida em seu peito, meu tom de voz permaneceria suave enquanto falava -Dia difícil hoje em?-, com uma piadinha sem graça tentaria aliviar o humor do paciente, após isso iria tentar estancar o sangue, com algum pano e seguraria ele firmemente com ambas as mãos, quando percebesse que a quantidade de sangue diminuiu iria examinar o machucado, primeiramente iria ver se o machucado era fundo o suficiente para machucar algum órgão, ou se tivesse alguma coisa dentro da ferida, tipo alguma garra, eu iria até a nina e falaria, -Eu estanquei o sangue, mas(A ferida é muito funda e não sei se atingiu algum órgão , e meus conhecimentos não permite ir alem de estancar o sangue nesses caso/tem alguma parte do animal pressa na ferida do paciente e não tenho certeza se consigo tirar sem machucá-lo mais ainda)-, após falar com ela isso deixaria o paciente sobre os cuidados dela, caso o ferimento não fosse tão serio, eu procuraria alguma pomada, para impedir que a ferida infeccionasse, -Isso pode doer um pouco... - passaria a pomada sobre a ferida para logo após com a ajuda de uma agulha e uma linha, costurar a ferida.

Apos cuidar dele eu iria trocar de luvas e lavar as mãos, com isso feito fui até o que havia machucado a cabeça, -Ola, posso saber como se machucou?- perguntaria assim que chegasse perto, com a voz suave, iria escutar a historia do paciente enquanto trataria da feirda, a primeira coisa que eu iria tentar fazer seria estancar o sangue, pegaria um pano limpo e seguraria firmemente sobre a ferida, após a quantidade de sangue diminuir, iria dar uma olhada em busca de estilhaço ou se o machucado seria muito fundo, se achasse, iria até a nina e falaria-Eu estanquei o sangue com machucado na cabeça, mas( existem estilhaços dentro do machucado e isso vai alem dos meus conhecimentos/o machucado esta muito fundo não sei se machucou o cérebro)- com isso deixaria o paciente sobre responsabilidade de Nina, se o machucado não fosse fundo e não tivesse estilhaços, iria passar a pomada com cuidado para não infeccionar, iria pegar um esparadrapo e fita e faria um curativo firme no paciente, e iria até a nina -O machucado do paciente com ferimento na cabeça, não é profundo e não apresenta estilhaços, mas como é na cabeça não sei examinar corretamente a gravidade, gostaria que você examinasse o mesmo. -.

Após terminar com os três pacientes iria em direção a nina e falaria - terminei, mais alguma coisa para fazer?- se ela falasse que sim, iria esperar por mais ordens, se ela falasse que não, iria jogar fora as luvas que utilizei, lavar minhas mãos e também o rosto, para vestir meu paletó e pegar meu anel, após fazer isso iria até o Aoy e falaria assim que ele se mostrasse interessado por mim-Senhor terminei, qual a segunda ordem? - esperaria pacientemente pela ordem do mesmo.




Historico:
 


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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 01:42

Em uma cena impressionante, Irineu surgiu do nada, empurrando rajadas de ar para todos os lados e ao presenciar isso eu só imaginava que era uma pena que só eu estivesse vendo aquilo. Como era de se esperar, o espírito maligno foi desfeito em instantes e, depois disso, eu teria a oportunidade de falar com Irineu depois de sua jornada em treinamento no outro mundo.

- GRE - GO - RY - ! My L-O-V-E-! -

- IRINEU!? Deus Usopp - Me assustei ao notar a diferença em sua aparecia e em seu modo de agir. Recuei alguns passos e logo comecei a me remoer por dentro, não queria estender aquela conversa constrangedora no meio dos outros, mas eu tinha que resolver aquilo. Logo eu fui pensando em um modo de fazer aquilo e tive uma ideia genial.

- Poxa cara, pode parar com isso ae que você sabe que só tenho interesse em mulheres. - Diria em alto e bom som, como se estivesse falando aquilo para Alexandre. Assim eu o difamaria na frente de Eliza e ao mesmo tempo acalmaria os ânimos de Irineu. Depois dessa confusão, estaria indo para a sala de testes, deixando o espírito guardião na recepção.

- Normalmente, mandaria os dois limparem uma sala ou fazerem um recado para mim... Mas estamos com falta de pessoal. Por isso, darei-vos uma escolha: Um de vocês vai para a sala médica, seguindo pela porta do fundo, atrás de mim, o outro para o refeitório, ajudar a preparar o almoço. Escolham entre vocês quem vai para aonde. - O instrutor respondia meu questionamento após se aproximar vagarosamente, como se estivesse cansado de trabalhar com isso.

- Entendi. Pode nos informar onde encontrar essas salas? - Diria, abrindo a porta. Quando visse que Alexandre escolheria a parte da ala médica, seguiria até a cozinha para fazer a minha parte por lá. Uma vez estando no local, avistaria a pilha de batatas com olhos estreitos, já pressentindo o quão doloroso aquilo será mentalmente, por conta do tédio. Não só isso, mas logo depois de minha chegada já fui recebido por uma senhora declarando seu interesse em mim.

Ao ouvir as palavras dela, sorriria sem jeito e então declararia: - Desculpa moça, mas outra mulher já roubou meu coração primeiro. A moça da recepção, Eliza. Quem sabe se eu tivesse te encontrado antes algo rolaria... Haha - Tentaria dar um fora nela sendo o mais gentil possível. - Estou aqui para ajudar com as tarefas da cozinha... Presumo que a ajuda que necessitam é relacionada a essas pilhas de batatas, certo?

Me adiantaria e me colocaria de prontidão para começar minhas tarefas, buscando as ferramentas e logo em seguida começando a por a mão na massa fazendo seja lá o que eu fosse requisitado. Embora eu me sentisse desmotivado tanto por ter que passar por esse teste antes de entrar na ação de verdade quanto pelas ondas de azar que me ocorreram hoje, eu queria concluir isso o quanto antes, afinal, não tenho tempo a perder com essas coisas.

- Será que eu ter exorcizado aquele espírito me deixou amaldiçoado? Oh merda... Eu deveria ter deixado aquele porra ser possuído! Maldito espantalho, espantando as mulheres de mim. - Para aliviar essa tensão, esperava que o destino me reservasse uma troca equivalente. É como diz o ditado, azar no amor, sorte no jogo... Então se eu sou azarado em tudo, então algo realmente grandioso está reservado para mim.

HISTORICO:
 

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 06:42





Mao L. Ima

"A Filha do Caos."



O clima era realmente muito estranho em torno das vielas que se seguiram, mas as coisas tomavam um nível extremamente maior após chegarmos na rua do crime.
Por alguns momentos, desligava-me do resto do grupo, os olhos passavam pelo cenário, alimentando-se de cada detalhe que conseguia absorver, e dessa forma, podia sentir que algo estava bem errado, apesar de ainda não conseguir ligar os pontos.

Podia ouvir a conversa de duas velhas na rua graças a minha ótima audição. Falavam sobre os boatos que corriam a respeito do autor dos crimes, descrevendo-o como um ser idêntico a uma ratazana, comparado ao próprio demônio. "História pra assustar crianças. Demônios não existem, mas alguma coisa está estranha."

Sem prestar muita atenção, pegava o Baby Den Den Mushi cedido por Alucard e o guardava na segurança de meu sutiã, de forma que não viesse a deixá-lo cair.

Alucard naturalmente tomava a frente, saindo para puxar assunto com as velhas fofoqueiras, e eu conseguia ouvir algumas coisas de sua conversa, apesar de ser, em grande parte, a mesma coisa que cochichavam entre si e que eu já havia descoberto através de minha audição, portanto, apenas seguia para as próximas pistas, enquanto observava as varadas das casas que ainda estavam ocupadas, e que pareciam despreocupadas ao deixar suas roupas estendidas ao sol. Também olharia para o velho fumante quando ouvisse as velhas falarem sobre, mas, aos poucos iria me distanciando da tal conversa.

- Alucard. Tem um corpo lá na frente. Pode verificar? - Avisaria, afinal, não sabia se ele havia conseguido enxergar o tal corpo com sua visão de potência inferior.
De qualquer forma, puxaria grudaria em Isara, puxando-a comigo para o interior da casa furtada. De princípio, apenas passaria superficialmente por seus cômodos, tendo cuidado ao pisar e procuraria o máximo de detalhes possível nos cômodos iniciais, deixando os próximos cômodos e possível segundo andar para depois, caso existissem. Também teria cuidado para não estragar a cena do crime enquanto andava.
Procuraria por detalhes nas partes e no chão, coisas quebradas, entortadas ou arranhadas. Fios de cabelo também seriam importantes de encontrar pelo chão, ou vestígios de roupa, por fim, qualquer coisa que realmente estivesse onde não deveria estar.

- Maravilhoso. Isso parece um prato cheio de informação. Só preciso encontrá-la.





Meu Histórico:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 10:10

Senhor...


Havíamos acabado de chegado ao local designado para a missão, e era pior do que eu esperava encontrar, o clima no local estava muito tenso. Muitas das pessoas que davam vida aquelas ruas haviam desaparecidos, umas realmente desaparecidas, outras trancafiadas e escondidas em suas casas. Assim reformulava meu plano de se espalhar e dava as novas instruções para o grupo, que aparentemente havia entendido.

“Certo, vamos ver oque essas senhoras têm a nos dizer!” Pensava me aproximando delas.
Ambas as moças pareciam estar desconfortáveis com minha presença, principalmente a mais magra delas, enquanto a outra, uma senhora cheinha de cabelos grisalhos e roupa rosa, parecia estar disposta a ajudar no caso e logo começava a falar.

- Bem, não sei se é a verdade, mas tem andando um rumor estranho sobre a vizinhança. – A mulher sussurrava achegando mais perto de mim, colocando a mão à frente da boca, parecia que ela não queria que mais ninguém soubesse que estava conversando sobre o assunto. - Dizem que quem anda a causar estes desfortúnios é nada mais do que o próprio demónio! Um ser com aparência de rato e que não só rouba o que é valioso, como que também viola jovens bonitas e criancinhas que andam sozinhas pela noite! Quem me contou foi o velho Bruce. Aquele velho que passa a vida a fumar naquela varanda. Dizem que ele viu a ratazana com os próprios olhos há três noites atrás! Após suas palavras ambas as velhas saiam, provavelmente era tudo que eu conseguiria tirar delas.

“Demônios? Demônios não existem, e forma de rato? Certamente estamos lidando com um Mink, e se não for um Mink provável ser um experiência que deu errado. Bom vamos ver oque o Bruce tem a me dizer.” Pensava me virando para ver o velho em sua varanda, e assim percebia que o mesmo estava de olho em mim, e assim que percebeu eu o observava, o mesmo se levantava e saia da varanda.

- Certamente ele sabe de algo! Falaria baixo em um tom no qual apenas eu conseguiria escutar. Continuaria a caminhada em direção a casa, e escutava Mao falar algo sobre um corpo, algo que era meio que de se esperar, já que estamos lidando com algo de certa forma bruta, acenava com a cabeça para que continuassem a investigação. Ao chegar a casa bateria na porta chamando pelo Bruce, esperando que o mesmo atendesse. Caso ele abrisse a porta eu começaria a falar. – Bom dia senhor, sou o sargento Vermillyon, gostaria de fazer algumas perguntas, posso entrar? Falaria calmamente para o homem, daria um breve sorriso para ele e voltaria a falar. – Tenho uma boa garrafa de vinho comigo, gostaria de tomar enquanto conversamos? Esperaria que o mesmo aceitasse. Caso aceitasse pediria pelos copos e colocaria o vinho.

- Bom senhor, poderia me dizer sobre oque esta acontecendo nessas ruas, fiquei sabendo que era algum tipo de demônio, poderia me falar com mais detalhes oque seria? Olharia diretamente os olhos do homem sendo o mais persuasivo possível. – Quero resolver esse problema o mais rápido possível, quero que as pessoas voltem a andar por essas ruas com segurança.

Mas caso, o velho não abrisse a porta, tentaria encontrar outra entrada para o prédio dele, e caso achasse, procuraria pelo velho por todo o canto, assim que encontrasse me pronunciaria e faria as mesmas perguntas, mas agora em um tom de autoridade impondo o respeito de um sargento na sociedade.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 13:39



Submundo

Consegui o que desejava na biblioteca anteriormente, agora detinha um pouco mais do conhecimento que desejava, minhas armas bem colocadas em seus locais adequados davam mais confiança para a missão que estava por vim, mesmo que ela fosse algo inesperadamente sem precedentes já que não iriamos ser aqueles que iriam agir mas sim reagir a algo. Suspirava um pouco, com passos lentos me dirigia ao local onde os outros membros do grupo estavam, coçava um pouco a cabeça enquanto esperava todos estarem reunidos. Todos juntos era hora de seguir em direção ao desconhecido, ajustava a mascara em meu rosto e abria um sorriso sincero. O plano era que eu ficasse um pouco mais a tras, achava aquele um plano ruim visto que minha personalidade sempre se sobressai em direção ao desconhecido, duvidas precisam ser resolvidas, contudo me mantinha do jeito em que estava, talvez fosse o momento de mudar um pouco aquela visão sobre o mundo, ou apenas fingir e agir deliberadamente como sempre fazia. Logo o grupo começava a se movimentar ao local da missão, a vizinhaça se mantinha em harmonia com o que esperava, apesar das condições do local elas não eram nada incomuns pelo menos a primeira vista.

Conseguia ouvir um pouco do que as pessoas falavam, monstros... não era a primeira vez em que entrava em contato com seres de aparência e humor duvidoso, primeiro um homem de metal e da outra vez um ser que se assemelhava a um peixe de forma humanoide, sabia que eles não eram de minha mesma raça devido a falta de pelos, porem uma ratazana talvez fosse de fato alguém que teria uma origem semelhante a nossa, abria um sorriso, talvez ate conhecesse a figura, ficava um pouco animado, afinal os vilões de sempre são os melhores.  Chegava a residência onde o recente roubo teve desfecho, o interior parecia uma zona, realmente uma batalha, ou melhor, um massacre tinha acontecido, aquele ser com certeza era algo que desejava enfrentar. Logo começaria a vasculhar o local, procuraria por marcas de garras, algo que esperava de um roedor ou ate mesmo de seus dentes afiados. Procuraria por documentos e coisas do gênero também visto que talvez esses crimes não estivesse ligados a apenas golpes randomicos pareciam de fato estranho.

Escutava o que alucard tinha para falar, soltava um pequeno suspiro da boca e sem muito tempo a perder respondia vagarosamente – Eu não sei lidar com as pessoas... afinal trabalho melhor sozinho, vou dar uma volta e ver o que acho... - Falava me despedindo do grupo, iria andar sozinho pelas redondezas, mesmo que estivesse vestindo as vestes da marinha por baixo desejava realizar aquela missão na espreita novamente, com as vestes negras tentava me misturar entre a população escassa, iria andar pelos becos como um verdadeiro gatuno em busca de informações, um crime não é resolvido apenas com o falatório, teria que colocar a mão na massa e trazer uma vitória para o time. Só existia um local onde poderia encontrar o que desejava, meus filhos não iriam me desapontar com certeza, eles eram os olhos e ouvidos de loguetown assim como do mundo. Com passos lentos iria andar pelas redondezas em busca do indicador, no mundo dos larápios uma inscrição com formato de caveira ou adaga era sempre uma indicação de ladrões ou piratas, nesse caso desejava encontrar o submundo de loguetown, afinal mesmo que a segurança fosse de fato forte era como sempre ditava, quanto mais forte o sol mais forte será a sombra.  

Pelos becos iria procurar pelas inscrições, mesmo que no momento fosse um sargento da marinha ainda tinha um passado sombrio com todo tipo de ligação suspeita, achava estranho a marinha não falar sobre isso ou era bom o suficiente para esconder, não tinha certeza, porem não iria falar agora, certo? A marcação que desejava encontrar nem sempre era localizada em paredes ou placas descaradas, muitos mendigos utilizam de tatuagens características que apenas aqueles com conhecimento nesse mundo saberia diferenciar de simples rabiscos com formas geométricas assimétricas. Iria procurar por esse tipo de pessoa, geralmente as tatuagens ficavam em locais a mostra e sempre espreitando em becos escuros e afastados. - O homem que rouba a confiança de outros é o pior dos ladrões. - Falaria para o individuo que encontrasse com as descrições que batiam com o que desejava, iria esperar pela mais sincera das palavras "Roube ainda hoje, pois amanhã pode ser ilegal..." Era a confirmação que ele fazia parte do submundo, um ambiente obscuro e cheio de segredos, muitos utilizam do mesmo para o mal, porem fortes são aqueles que o fazem para o bem. - O que sabe me dizer sobre a toca do rato? - A frase era intencionalmente aplicada para receber qualquer informações que pudesse me ser útil em relação ao ladrão assassino que espreitava por aquelas ruas, iria receber qualquer das informações que ele pudesse me falar e ao terminar iria deixar alguns trocados para o mesmo – Um homem escolhe, um escravo obedece. - Terminaria a conversa com o mesmo.

Se não conseguisse encontrar nenhum homem com as características que desejava era hora de ir em direção de procurar as marcas do submundo nas paredes, principalmente em portas de estalagens ou tavernas que eram de longe o melhor local para se abrigar todo o tipo de gente no mundo, a missão tinha começado, era hora de demonstrar meu valor novamente.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: II - Ascension   II - Ascension - Página 3 EmptyDom 26 Fev 2017, 22:15



~  Fantasmas, Demónios e Humanóides ~

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Alexandre Triande

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Alexandre Triande, o incognitus, não se vá confundir com outro de renome maior, mostrava-se deveras um homem interessante ser. Pintava um sorriso no rosto e enfeitiçava quem quer que fosse com suas palavras, mentindo-lhes e fingindo importar-se. Não só Nina fora ludibriada, mas até mesmo os pacientes que ia atendendo acreditavam afincadamente que aquele homem queria o melhor para eles. Sequer suporiam que em pensamentos, Alexandre ridicularizava o estado grave em que se encontravam, escarnindo de suas fragilidades.

  Por fim dada a última tragada no seu cigarro, atirando o resto ao acaso, o futuro médico retirou a aliança e mergulhou as mãos nas luvas de látex e chamou o primeiro paciente.  -Ola amigo, como você se machucou?- Alex havia nascido para aquilo. Digo, para enganar os outros. Parecia ter um dom natural para tal. - Perseguia um vulto pela calada da noite e acabei tropeçando... He ... he ... he.. Estava ansioso para concluir o meu primeiro caso e acabei me descuidando. - Confessava o soldado com um pouco de vergonha de si mesmo, olhando numa primeira vez no rosto do auxiliar de doutor e de seguida desviando o olhar curioso para o tratamento que recebia. Era algo bastante simples, e quem diria que eficaz. Para algo não tão grave como um simples inchaço, uma saca de gelo era o remédio perfeito.

 O paciente que se seguiu encontrava-se já deitado em uma das camas que então ficou disponível. Olhando mais de perto, Triande aperceber-se-ia da profundidade da ferida. A criatura que fizera tal possuía garras com cerca de seis centímetros, não rasgando órgãos vitais por mero acaso. -Dia difícil hoje em?- O também, coincidentemente  recruta soltaria um riso forçado e dorido. - Você nem imagina! Primeira vez patrulhando e sequer vi a besta selvagem que me desgraçou... - A vergonha de uma derrota humilhante e sem sequer ver a face do vencedor, era algo cruel para qualquer um. Estancada a ferida com panos limpos e próprios para o efeito. Todavia, vendo que restos da garra permaneciam fincadas ao corpo, Alex tomou uma sábia decisão e deixou o resto do trabalho para Nina. -Eu estanquei o sangue, mas a ferida é muito funda e não sei se atingiu algum órgão , e meus conhecimentos não permite ir alem de estancar o sangue nesses caso/tem alguma parte do animal pressa na ferida do paciente e não tenho certeza se consigo tirar sem machucá-lo mais ainda -

  - Ola, posso saber como se machucou? -  À pergunta em questão até mesmo o ferido procurava entender uma resposta. - Tudo aconteceu demasiado rápido... Não era um homem, mas também não era um animal... u-uma mistura dos dois, se possível!! Grrr - Em meio de soluços e grunhidos salivados de raiva e temor, o homem se acalmava. - Não pude fazer nada... Havia mais um comigo... não sobreviveu... - Revirando os olhos e segurando as lágrimas, o paciente terminava de receber o tratamento de Alexandre. - Eu estanquei o sangue com machucado na cabeça. -

 Comportando-se então como um verdadeiro médico, o fumante dirigia-se à Nina e explicava-lhe suas preocupações em relação ao último paciente. - O machucado do paciente com ferimento na cabeça, não é profundo e não apresenta estilhaços, mas como é na cabeça não sei  examinar corretamente a gravidade, gostaria que você examinasse o mesmo. -
 
  - Não se preocupe, Alexandre! E obrigada, de verdade! - Demasiado perto do homem, podendo ambos sentir a respiração um e do outro, a médica demonstrava a sua gratidão com sinceras palavras e um olhar sereno. - Todos estes homens têm sido atacados por algo misterioso, mas infelizmente ainda não conseguimos detectar a fonte dos ataques. Seja como for, obrigada! - Terminaria, voltando então à sua mesa.



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Gregory Ross

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

 Sorte no Amor, Azar no jogo. Normalmente, as pessoas normais habituavam-se a viver por simples lei. Contudo, o jovem Gregory estava amaldiçoado pela má Fortuna. E a sua maldição - Azar no Amor, Calamidade no jogo.

 - Desculpa moça, mas outra mulher já roubou meu coração primeiro. A moça da recepção, Eliza. Quem sabe se eu tivesse te encontrado antes algo rolaria... Haha - A idosa de proporções anãs e de rugas nojenta e exageradamente rugosas desanimou-se por segundos, como que se realmente , por um segundo que fosse, tivesse acreditado que poderia desencalhar, mas ouvir o nome de Eliza fez com que soltasse uma gargalhada.  - Eliza-chan já é comprometida! AhAHAHA! E aposto que foi o homem dela que te mandou para aqui! Bem, terminando de lavar e descascar as batatas, pode ir embora, gostosão! -

  E era de facão numa mão e batata na outra, sentado num banquinho de madeira minúsculo, feito à media da velha idosa, com uma bacia metálica repleta de batatas à sua frente que Ross se veria na próxima hora. Aquela seria uma luta que jamais esqueceria, fosse pela durabilidade do tempo eterno que pareceria por vezes ter parado por alguns minutos só para rir da cara do jovem, fosse pela insignificância que a tarefa tinha.

  Depois de centenas de batatas pessimamente cortadas, em formato de rectângulos, cubos e figuras que sequer existiam na aritmética, desperdiçando uns pedacinhos aqui e outros ali, Gregory finalmente dava por concluído a sua tarefa.

 - Nunca vi alguém cortar batatas de forma tão feia assim antes... - Confessava a velhota, não sabendo se ficava impressionada com a falta de talento para com uma coisa tão simples, ou repugnada com o tamanho desperdício. - Meu jovem garotão, irei te dar um conselho! - Séria, a velha parecia falar - Não há, num barco, tarefas menos ou mais importantes. Se o contramestre desconsidera o trabalho do cozinheiro, todos passam fome. Se o cozinheiro desconsidera o trabalho do veleiro, todos perdem o seu rumo. Somente se todos se mantiverem unidos e cientes de que todos são importantes poderão enfrentar diversas adversidades. Agora vá. Volte para o Tenente e se prepare para o que aí vem. - Cessando o seu monólogo, a idosa anã ansiava que Gregory saísse, para então voltar a recortar as batatas.



Gregory Ross e Alexandre Triande

12:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

 Inesperadamente, tanto Alexandre quanto Gregory regressavam para a sala principal, onde havia se encontrado com o oficial da Marinha um tanto despreocupado e relaxado, juntos. Era como que se entre os dois existisse uma sintonia que fazia com que agissem em uníssono. Seria mais uma peça do Destino, ou apenas a mera e ilusória coincidência?!

 Diferentemente de algumas horas atrás, agora o tenente em questão aguardava por eles, estático e de pé, com tonfas em cada uma de suas mãos e um revólver escondido no bolso, mas que se estivessem atentos, o poderiam notar. - Estava à vossa espera. A fase seguinte é a fase do combate. Quero saber o quão bom vocês são. Venham, não tenho o dia todo! - Convocava os ex-piratas para o duelo.


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Mao L. Ima

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Puxando Isara para si, Mao seguira caminho em direcção à uma das casas que pareciam ter sido vandalizadas pelos assaltantes.

  Antes mesmo de entrar pela casa, a jovem marinheira notara as agressões que afectavam a porta de entrada. No lugar da maçaneta estava um buraco, mostrando que os ladrões muito provavelmente não eram habilidosos em abrir fechaduras, não tendo outro método se não arrebentar com maçaneta. Isara por sua vez reparara que os parafusos que mantinham a porta presa à parede estavam soltos, comprovando o uso de força bruta.
 
 Passando pela porta, o primeiro cómodo, e que servia também de elo de ligação para os demais, era a sala-de-estar, um “quadrado” de 4 por 4 metros. À frente da porta, do outro lado da sala, estavam três janelas e todas elas conseguiam olhar de cima para a rua onde estava Alucard a conversar com as duas velhas; Além da rua lá em baixo, as janelas estavam no mesmo nível que a varanda do Sr. Bruce, o senhor que observava com atenção o oficial. Rente às três janelas estava um cadeirão acastanhado, uma mesinha de três-pernas deitada no chão e um livro aberto em V e deitado para baixo.

  De forma impressionante para quem se deparava com aquele cenário pela primeira vez, Mao parecia saber o que fazia. Andava pelo local à procura de pistas de forma cautelosa e meticulosa, não fosse pontapear alguma informação. No grande e imundo tapete vermelho da sala a jovem moça pôde notar algumas manchas peculiares. Examinando-as mais de perto, notariam que eram pegadas e não manchas, e que estavam “pintadas” no tapete por sangue. E onde havia sangue, havia um corpo. Analisando mais a sala, se folheasse o livro, veria que era um diário de comércio. De vários tipos de mercadorias, onde vendê-las e quais as melhores rotas para transportá-las, no entanto, haveriam páginas faltando, não dando para identificar que mercadorias seriam respectivas àquelas páginas.

   Tocando ao de leve, Isara chamou a atenção de Mao: - Não consegues sentir este estranho cheiro no ar?! Parece cheiro à queimado… Vem do cómodo ao lado. –
Alertou a jovem caminhando até a cozinha. Se seguisse Isara, ambos descobririam vários pedaços de papeis queimados, e em estado de combustão, dentro de uma panela.
   
  Precipitada, Isara encheu um copo de água e entornou-o em cima dos papeis. – Pode ser alguma pista importante! – Afirmou. No que restava do pedaço de papel apenas se conseguia ler “…26° 37′ 45″ N, 70°…”
   
 Na cozinha, nada mais iriam encontrar mesmo se continuassem a vasculhar por ali. De seguida, quando entrassem no quarto, a sujidade do chão ensanguentado, passando pelas paredes arranhadas e com o papel de parede saindo para fora, evidenciando uma luta, a cama desarrumada e o corpo ainda quente na mesma com um furo fino como uma agulha atravessando a garganta do homem, além da falta do olho esquerdo azul e os machucados da luta. Ambas se aproximando para analisar notariam, não Mao, mas Isara, o terrível odor que o corpo exilava. E não só isso Isara notava, mas também, quando se aproximara mais do crânio da vítima para verificar a ferida no pescoço, uma criatura de pernas peludas saia da boca do morto, fazendo com que Isara desse um berro e recuasse, dando um encontrão a Mao. Era uma tarântula que a assustara. Talvez a havia pego de surpresa, ou talvez a garota odiava aranhas.
 
 Nada mais de útil seria encontrado na habitação. Todavia, quando voltassem a passar pela sala, conseguiriam observar, se olhassem pela janela, Alucard dentro da casa do velho.

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Alucard

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Assim que concluiu o seu interrogatório camuflado de uma simples conversa, Alucard dirigiu-se à casa do velho Sr. Bruce, que aparentemente o observava com demasiada estima. Se aquele velho não estivesse a esconder nada, então o mundo era um Cubo!

 Batendo na porta com os nós dos dedos, o jovem aguardava que o idoso lhe viesse abrir a porta. Contudo, passou-se um minuto… dois… três e quatro… E nada do velho. Teria ele fugido? Ou somente ignorado Alucard do outro lado da sua porta? Preparando-se para procurar por outra maneira de entrar na casa, a maçaneta da porta começava a mexer-se.  – Peço desculpa… As minhas pernas já não são o que eram! – Dizia com a sua voz de bagaço firme. – Bom dia senhor, sou o sargento Vermillyon, gostaria de fazer algumas perguntas, posso entrar?

 Abrindo a porta o velho o convidava, demonstrando um sorriso malicioso por de baixo do bigode grisalho. – Faça o favor, meu caro! – O velho Bruce trajava o de sempre, uma camisa social, blazer, gravata, calças-sociais e sapatos pretos. Na mão esquerda um anel verde com um símbolo triangular estranho, e na direita a bengala que o ajudava a locomover-se.  A escuridão e a ausência de luz pareciam ser algo que o velho gostava, não era algo só de suas roupas. Alucard pôde conferir isso ao entrar na casa. Apesar de parecer uma das casas mais ricas, com jóias, quadros e móveis pintados à ouro, faltava luz à casa. Além de que era estranho toda aquela riqueza com os vários assaltos recentes e num bairro pobre como aquele.  Na sala-de-estar, em cima da lareira, um quadro do velho Bruce de quando o mesmo era mais novo, trinta anos atrás. No quadro, o velho está fardado como um Comodoro da Marinha, e além de vários outros homens e mulheres ao seu lado fazendo postura para a foto, duas pequenas crianças estavam consigo. Uma delas aos seus pés era muito parecida com o “Cachorro louco”, e outra, no seu colo, parecia ser uma menina de cabelos cor-de-rosa.

 O reformado ouvia todas as perguntas e explicações que Alucard dava-lhe, bebendo do vinho que o mesmo lhe havia oferecido. – Meu caro, eu estive a espera que aquele pirralho mandasse alguém faz dias! – Pausou, dando um gole suave no tinto. – Estou mais que disposto em ajudar-vos, mas infelizmente não consegui muita informação daquilo que andei a procura. O que sei é que é uma criatura animalesca… Antropomórfica… ou seja, um mink! Diria que um rato, mas não tenho a certeza, sendo que apenas lhe vi o vulto quando tentou entrar em minha casa, mas foi recebido pela minha velha amiga, Tiffany! – Confiante de si, acariciava uma caçadeira velha onde se podia ler a inscrição “Tiffany” no corpo da mesma.

 - Eu diria que o local ideal para começar a procurar pelo responsável de todos estes assaltos é no porto. As notícias lá circulam à uma velocidade enorme. Infelizmente, as minhas pernas já não são o que eram, por isso que eu mesmo não comecei a investigar sobre esse delinquente à quem todos chamam de “demónio”. – Terminava irritado, bebendo em um trago só todo o vinho do copo.
 
 Na sala onde ambos bebiam, além do quadro e de vários itens preciosos, espadas raras e baús que escondiam sabe-se lá o que, havia um pequeno navio em miniatura onde no casco do mesmo se podia ver a inscrição raspada na madeira: “ 26° 37′ 45" N, 70° 53′ 1" W. B.Português”.

 - Talvez seja melhor você se reunir com os seus parceiros e começar a procurar, não?! Parece que um deles está ali em baixo à sua espera. – Sugeriria o homem se Alucard começasse a olhar demais para as coisas que havia na sala. O homem que se encontrava do lado de fora, na rua, era Wander que havia sido largado por Shiro, como que se fosse um incómodo, o que havia deixado Wander bastante chateado.

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Nakigitsune Shiro

11:30 da manhã, 21ºC - dia soalheiro.

Vestindo novamente suas roupas negras e que lhe ofereciam uma maior efectividade no quesito da furtividade, o jovem de cabelos brancos separava-se de seus companheiros. Insistia que, sozinho trabalhava melhor, ou que os resultados eram mais frutíferos.

Por becos e cubículos sombrios silenciosamente vagou, sem deixar um pequeno rasto sequer. Contudo, o que procurava tão afincadamente, parecia não existir por aqueles lados. Ou se existisse, era excessivamente secreto para ser encontrado à luz do dia, mesmo numa zona tão podre e amaldiçoada como aquela.

No lugar de caveiras ou adagas, o único símbolo que acabou encontrado, e somente uma única vez, escondido não numa parede, mas por debaixo de uma velha âncora que se encontrava no centro de uma ruela, foi um triângulo pintado se azul. A posição da âncora, a distância da mesma do porto e o local onde se encontrava... Tudo era demasiado acidental ou alheio para ser mera coincidência.

Analisando o minúsculo triângulo, Shiro verificaria duas letras no seu interior: B.P. O seu significado não o saberia, a menos que fosse um pirata ou contrabandista da zona, o que não era.

O garoto poderia ficar ali centenas de horas pensando no que seria B.P, mas assim que saísse da ruela sem saída, e se deparasse próximo do porto, uma plaquinha de madeira em cima de uma porta traria-lhe uma epifania: "B. Português" - lêr-se-ia na plaquinha que com o vento marítimo baloiçava, fazendo um ruído de ferro enferrujado irritante para alguns.

Apesar de ter encontrado o local, não seria fácil entrar. Para isso, surpreendentemente, uma única frase lhe traria o bilhete dourado. Ao bater na porta, uma pequena janelinha abriu-se e dois olhos pretos avermelhados de um gigante gordo surgiu.

- O homem que rouba a confiança de outros é o pior dos ladrões. - O que pensariam seus companheiros se estivessem ali com ele agora?! Perguntar-se-iam do porque dele saber daquele frase e o que ela significaria?! Perguntar-se-iam da sua relação com o passado do companheiro?! Talvez fosse por essa razão que o jovem preferisse ir sozinho naquele momento... "Roube ainda hoje, pois amanhã pode ser ilegal...".

Dentro, o ambiente não parecia o mais feliz, mesmo para uma taverna à beira-mar. O porquê era precisamente a falta de clientes: piratas, assaltantes, contrabandistas e outros mais. Os poucos que por ali estavam não chegavam para satisfazer nem as despesas da casa, nem para dar àquela típica atmosfera que um ambiente do género deve possuir. Era triste de se ver.

O bar não tinha barman e sequer outros empregados além das prostitutas e dos três seguranças: o que estava na porta por onde havia entrado, e outros dois do outro lado do estabelecimento, guardando umas escadas que davam para o andar de cima. Os clientes no local eram nada mais do que cinco piratas bêbados que desfrutavam da companhia das belas donzelas, um indivíduo encapuçado dos pés à cabeça no canto sombrio que bebia sossegadamente, um velho barbudo e uma pirata jovem que pareciam conversar sobre a próxima rota que tomariam e qual era a melhor para a sua frágil carga e, claro, o próprio rapaz.

Shiro poderia notar, estando atento, que todos os cinco piratas e o velho "barba-negra" tinham a mesma tatuagem em seus braços, um pedaço de queijo cortado em uma fatia triangular.

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OFF escreveu:
Desculpem a demora, tentei postar na sexta-feira, mas não consegui porque estava muito cansado… Desculpem o post fraco! Se não gostarem ou não entenderem algo, por favor, me avisem!!! Sério! Mil Desculpas! E desculpas se as vossas acções não correram exactamente como queriam, mas não queria "entregar" as coisas assim tão fácil... Ç.Ç


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ThanksPanda


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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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