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Capítulo 1: Mar a vista XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1: Mar a vista

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MensagemAssunto: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptyDom 22 Jan 2017, 19:58

Capítulo 1: Mar a vista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Zod Umbra. A qual não possui narrador definido.


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Zod
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptySeg 23 Jan 2017, 12:20

~ Barulhos de explosões e de espadas entrando em conflito eram audíveis do lado de fora do quarto em que eu parecia estar. Estava ofegante. Como todo o sonho, o ambiente em minha volta era difícil de se caracterizar, mas parecia uma cabine de algum navio. Caminha em direção a porta do local, sentimentos de medo e aflição tomavam meu corpo. As pernas tremiam, suava frio. Para um sonho, aqueles sentimentos pareciam bem reais. Ao abrir a porta, o cenário a minha frente era trágico, corpos e sangue por todo lado. Olhei para a direita e uma grande vela branca escrita “Marine” esvoaçava na escuridão daquela noite chuvosa. A minha frente, dois corpos se abraçavam, um deitado ao chão coberto de sangue, o outro segurando-o enquanto rugia aos céus. Ao terminar o lamento, o ser que ainda parecia com vida me olhou. Fui tomado por uma sensação estranha de amor, medo e solidão. De repente um forte barulho de explosão tomou o local e tudo escureceu.~

     Acordaria ofegante, me pondo a sentar no local onde estava dormindo. Não era a primeira vez que tinha aquele sonho. Também não seria a última. Desconhecia o que era, mas a certeza que aquilo fazia parte da minha infância, era cada vez maior. Pararia por alguns instantes com a mão direita em meu colar entalhado com o nome "Zod", a única lembrança que tinha do meu passado distante. A cicatriz a cima de meu olho esquerdo latejava.
Provavelmente estaria em minha cabana, localizada em uma floresta de Conomi Island. Evitava conviver com os humanos pelo preconceito sofrido desde minha infância, por isso o local isolado. Se estivesse em tal local, levantaria e olharia em volta buscando meus pertences: um pano preto que usava para cobrir minha aparência, anexo a um capuz; minha máscara na forma de felino que facilitava meu disfarce, além de se adequar bem ao meu corpo; uma de minhas armas (um bastão ou duas jutte), apesar de não me lembrar se havia esquecido eles no local onde usualmente treinava; uma sacola com meu dinheiro. Independente de quais objetos estivessem ali, sairia da casa, rumo ao início de minha aventura.

“Hoje é o dia que começo a desenhar meu futuro”

     Havia decidido que o melhor jeito de descobrir sobre meu passado era me tornando um pirata. Seres aventureiros, livres e que combatiam a marinha. Sem saber o motivo, nutria um ódio profundo por essa organização do governo. Além disso, queria libertar todos os oprimidos por essa organização e por ditadores, nos locais ao qual iria me aventurar.

     Sairia do local em direção a cidade. Procuraria um bar ou taverna para o desjejum, me sentando na mesa mais isolada para poder comer sem ter minha aparência exposta. Enquanto lá estiver, usaria minha audição aguçada para tentar ouvir sobre algum local que estivesse necessitando de algum aprendiz a carpinteiro. Precisava aprender a construir um barco, uma vez que queria se mostrar útil a sua futura tripulação, além disso, parecia um ofício interessante de se aprender, pois necessitava de muita habilidade manual e calma, coisas que eu tinha. Se não ouvisse nada de interessante, perguntaria ao dono do bar sobre o assunto.

-Olá, sabe de algum carpinteiro que precisa de um aluno?- diria com minha voz firme

     Após isso, procuraria a loja de armas mais próxima, caso estivesse desarmado, para comprar um bastão ou duas jutte, dependendo do preço de ambas. Com isso, seguiria para o local onde poderia haver necessidade de um aprendiz de carpinteiro, provavelmente no porto da cidade.

     Se, por acaso, acordasse em algum outro local que não fosse minha cabana, iria até ela para pegar os itens de meu interesse, antes de continuar seguindo minha jornada.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptySeg 13 Fev 2017, 18:15

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Zod Umbra

Chapter I: Mar a vista





Já passavam das 10h da manhã e o tigre branco permanecia a dormir em uma área úmida debaixo de uma pedra na mata, entretanto o sono mais parecia um tormento do que um descanso, sua mente trazia a tona um sonho já recorrente para Zod, chuva, rugidos, trovões e sangue, todas estas coisas voltavam constantemente a atormentar seu repouso.
Talvez por seus sonhos ou talvez pelo calor dos raios de sol já batendo em seu rosto, Zod acorda, ofegante e intrigado com seus pesadelos, ele senta no chão de terra e folhas, escora suas costas contra a pedra, se espreguiça e solta um leve rugido que mais parece um bocejo, logo coloca a mão em seu peito e segura seu colar, nele esta entalhado aquilo que aderiu como seu nome, "Zod Umbra", como será que sua vida havia sido, e por que não conseguia se lembrar? Perguntava-se o tigre em um breve momento de introspecção .

"Hoje é o dia que começo a desenhar meu futuro"

Pensava o felino humanoide confiante de que sua vida aventuresca estava prestes a começar, porém ao olhar ao seu redor percebia que não estava em sua cabana, mas sim no meio da floresta, então ao sentir um leve cheiro de sangue vindo dos pelos que envolviam sua boca, se deu lembrou de que havia vindo caçar para se alimentar, e tinha decidido dormir pelo o local mesmo.  Ao perceber isto, Zod vai diretamente até sua cabana mais ao litoral da ilha, ao adentrar sua humilde cabana de bambus e couro vê suas roupas perfeitamente dobradas em cima de seu aglomerado de panos que chama de cama, pendurado na parede está sua máscara de felino, um item irônico mas muito útil para o disfarce, pois as pessoas não costumam ser muito "receptivas" aos Minks. Entretanto ao procurar seu bastão via apenas dois pedaços de madeira quebrados, não iram servir para lutar, precisaria ir até uma das cidades para comprar um, tinha consigo ainda 50 mil Berries que  havia conseguido, digamos, de maneira não convencional.

Após colocar suas vestimentas de aparência discreta, ou pelo menos o mais discreto que um tigre branco consegue ficar,  o jovem Mink desmemoriado sai de sua cabana e recebe uma brisa intensa do mar, que o refresca do calor intenso de Conomi Islandparte, mas ao olhar em direção a costa percebe algo diferente, um grande navio pirata atracando na costa da ilha, longe do porto, no mastro há uma bandeira um tanto peculiar. Apesar de incomum, aquilo não tirava o foco do de Umbra que partia em direção a cidade de Shirotown, a qual o mesmo fazia suas visitas quando necessário, apesar de evitá-las ao máximo.

Já na cidade o barulho do comércio era insuportável para alguém como uma audição sensível como a do Tigre, para sua sorte seu auto-controle e temperamento calmo ajudava-o a se manter focado. Estava já perto do meio dia e as ruas das cidades estavam lotadas, era o horário de maior movimento, pessoas transitavam de um lado para o outro sem parar, algumas esbarravam em Zod, por pressa ou pelo "disfarce" do felino, os habitantes passavam por ele sem nem mesmo perceber sua presença. Quando já estava prestes a ficar enjoado com o cheiro de laranjas que impregnava as ruas do comércio local, finalmente  chega a uma loja de armas, é um local simples e pequeno, afinal de contas depois de Grambo se os revolucionários tomarem conta da ilha, muito pouco há necessidade de armas.

Ao adentrar o estabelecimento de madeira, percebe em sua entrada uma discreta placa escrito "Clancy's Wepons Shop",  o interior do local era coberto de armas penduradas nas paredes, haviam de todos os tipos, lanças, arcos, até mesmo estranhas espadas serrilhadas, em cada arma haviam etiquetas  com seus preços, estes eram bem maiores do que a aparência inicial da loja dava a entender. No balcão um homem de pele morena e cabelos negros, de seus 20 e poucos anos de idade atendia outro rapaz encapuzado, e concentrado em seu trabalho não havia percebido a fisionomia do Tigre gatuno.

- Olá...Rapaz mascarado? O que deseja?  Ah... Antes que você comente, os preços da loja não são injustos, essas armas são realmente muito boas, diversos aventureiros passaram por aqui, e também aqueles homens-peixe monstruosos, eu aproveito e coleto as armas que deixam para traz e as vendo aqui Hehehe!

Dizia o atendente para Zod, após terminar a compra do homem encapuzado, este que saia pela porta de cabeça baixa e a passos largos. O felino no entanto não da muita atenção para o atendente tagarela, apenas aponta para um bastão dentro de um barril, que havia visto que o preço estava dentro daquilo que podia pagar. O rapaz moreno percebendo que Umbra era de poucos palavras, apenas pega o bastão e o coloca no balcão, o preço era de 30 mil Berries,  o custo era razoável, visto que era um bastão de ferro bem trabalhado.

- Sabe de algum carpinteiro que precisa de um aluno?

O atendente ouvia uma doce voz vindo de trás daquela máscara,  um pouco surpreso mas feliz de seu cliente finalmente conversar, ele pega um bastão de madeira um pouco torto e levemente rachado, de baixo de seu balcão e mostra para Zod.

- Como eu disse, eu apenas vendo as armas que encontro, mas estou tendo aulas lá no porto, recém comecei então estou apenas fazendo armas de madeira como esta, mas irei melhorar!  Desde a expulsão dos homens-peixe da ilha muitos trabalhadores se ofereceram para ensinar os outros, a oeste do porto você vai encontrar ferreiros, marceneiros  e claro, carpinteiros dispostos a lhe ajudar.Espero que aprenda mais rápido do que eu Hehehe.

Agora com uma localização em mente Zod paga o atendente e pega seu bastão de ferro,  porém no momento em que sua mão de pelos brancos e garras é colocada sobre o balcão, um fino grito sai da boca do atendente, que agora finalmente havia percebido o que era seu cliente, quase paralisado de medo o homem da alguns passos para trás, pressiona suas costas contra a parede e fica demasiadamente ofegante, Zod por sua vez já tinha sua informação, não precisava ficar ali nem mais um segundo. Chegando ao porto o vai e vem de pessoas é comparável ao do centro, caixas e caixas de laranjas sendo transportadas para os navios,  porém um pouco mais a oeste, O Tigre Branco avista um homem de cabelos brancos e um pouco acima do peso, junto de 5 jovens construindo uma quilha de uma embarcação, todos a martelar, erguer e segurar ao comando do homem mais velho.


Bastão:
 


Obs:
 









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Histórico de Zod Umbra:
 


Post: 001 ~Tigre Branco~Civil ~ Conomi Island

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptyQua 15 Fev 2017, 11:58

A reação do “simpático” vendedor ao notar as brancas garras de Zod já era algo que o tigre estava habituado. Alguns anos atrás tentou usar luvas para esconder os poucos vestígios de sua raça que ficavam expostos aos olhares preconceituosos, mas aquilo tirava totalmente seu tato, bem como atrapalhava seu manuseio com o bastão.

“Eles nunca mudam”- pensaria, decepcionado, enquanto se virava rumo a saída da loja, olhando para sua nova arma, gélida e reluzente, podendo até visualizar seu reflexo na mesma.

    As informações que necessitava já haviam sido coletados, não precisando se delongar naquele ambiente de madeira, por isso, colocou-se a caminhar por entre as ruas da agitada cidade em direção ao ponto indicado pelo moreno vendedor. Chegaria ao porto, notando o mesmo tumulto de pessoas dos mais diferentes tipos que havia reparado no centro e o constante cheiro, às vezes nauseante, de laranjas que eram transportadas para os navios mercantes que sustentavam o comércio da região.

Seria um bom local para recuperar algumas moedas...”- pensava, vendo aquele tanto de gente susceptível a um habilidoso gatuno- “...Mas hoje não é o dia para isso”.

    Ao ver os navios, lembrou-se do que havia visto mais cedo, assim que saiu de sua cabana. Um navio pirata, distante do porto.

“O que será que aquele navio fazia lá?”- questionava-se por um breve momento, sendo interrompido pelos encontrões que recebia dos humanos locais, voltando a se concentrar no seu atual objetivo.

     Começaria a caminhar pelo local, tentando avistar a possível “escola” que o vendedor de armas havia lhe informado. Nesse momento, provavelmente o bastão recém adquirido já estaria guardado, repousando em suas costas, preso por alguns panos, não impedindo que transitasse facilmente pela multidão.

    A oeste, depois de alguns metros de caminhada, pôde avistar o que, possivelmente, seria seu objetivo. Um homem grande, de cabelos brancos, emitia ordens a um grupo de 5 jovens que trabalhavam ao redor de um quilha naval. Iria em direção ao humano, calmamente, como era sua característica. Ao se aproximar, ficaria por alguns segundos parado, observando o trabalho que ali era feito, para que assim, o senhor que ali comandava, não estranhasse sua próxima ação, que seria uma sutil abordagem.

- Vejo que está ensinando esses jovens as habilidades de um marceneiro, e, pelos calos em suas mãos e os brancos em seus cabelos, diria que você tem uma longa experiência em construir navios... posso me juntar a eles como seu discípulo?

     Caso a resposta fosse afirmativa, Zod agradeceria com um simples inclinar de cabeça para a frente, deixando seu novo bastão em um local seguro em seu campo de visão. Colocando-se a obedecer as ordens do seu atual mestre. A roupa que usava para cobrir suas feições, só seriam retiradas caso ordenadas pelo novo mestre e, caso esse mostrasse repúdio à sua imagem, diria:

- Sou um tigre, mas te garanto que, sozinho, trabalho o mesmo tanto, ou mais, que seus atuais discípulos... por favor, sempre sonhei em construir o melhor dos navios, mas para isso, preciso do melhor dos mestres...

    Caso a resposta fosse negativa, insistiria retomando a fala anterior, mas sem mencionar que era um tigre, por enquanto.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptyQui 16 Fev 2017, 16:34

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Zod Umbra

Chapter I: Mar a vista





O Tigre Branco após presenciar a reação amedrontada do atendente, saia da loja ainda encapuzado e com sua máscara de felino, seu mais novo bastão agora repousava em suas costas envolto em alguns panos, já possuía certa destreza, logo, sua arma não o impedia de caminhar livremente pela cidade.

Ao se aproximar do porto e ver a multidão de marujos e comerciantes marítimos, a sua alma de gatuno aflora, fica tentado a praticar sua "profissão" com tantos alvos a sua disposição, mas o mesmo percebe que este não era o dia para isto, e o porto não iria a lugar nenhum, no momento estava mais interessado em aprender,  assim então seguia seu caminho ao oeste. Após algum tempo, chega no lugar que acredita ser o que procura, um homem acima do peso de cabelos brancos, dando ordens a 5 jovens que construíam uma quilha naval, Zod então aproxima-se do local calmamente, não querendo despertar estranheza nos humanos e em um primeiro momento apenas analisa o ambiente.

O gatuno via a quilha naval de pequeno porte ainda em fase inicial sendo construída no chão de terra, firmada com estacas e cordas , mas ainda longe do mar. Dois dos garotos estão tendo dificuldades ao pregar uma das madeiras curvadas, o jovem a pregar está se esforçando em vão pois aquele que está segurando a madeira não possui força para mantê-la erguida, outros dois aprendizes estão a medir com uma régua de pedra e cortar diversas tábuas de tamanhos variados, o quinto jovem está com um nível (ferramenta) de madeira conferindo a nivelação das partes já montadas da quilha.  Entre o barulho do serrote, das marteladas e dos resmungos dos garotos ao errar em algo, Zod ouvia os ensinamentos do homem mais velho.

- Hey Katu e Iatu! Vocês estão cortando tábuas ou estacas? Essas madeiras precisam ser retas!

- Hey Kou, você precisa comer mais, nunca vai conseguir construir um navio se não conseguir segurar tábuas mais pesadas, e não quero mais ouvir suas reclamações Titu, se não consegue martelar, você que segure a madeira e de os pregos pro Kou.

- Como é que estamos ai Jhonny? Tudo em ordem? Se vocês afundarem em alto-mar a culpa será de vocês Hahaha.

- Argh....Ta bom Jack...

Diziam os garotos em coral, estes que tinham aparências muito perecidas, poderiam até mesmo ser irmãos, todos morenos de cabelos bem pretos, com seus 16 a 20 anos,  altos e franzinos , vestiam roupas simples e estavam encharcados de suor, com exceção de Jhonny, este era ruivo e usava óculos, estava claramente isolado do resto, que conversavam entre si.  Então Zod após observar o local, decide fazer sua abordagem.

- Vejo que está ensinando esses jovens as habilidades de um marceneiro, e, pelos calos em suas mãos e os brancos em seus cabelos, diria que você tem uma longa experiência em construir navios... posso me juntar a eles como seu discípulo?

O homem fica surpreso em ouvir aquela voz, nem tinha percebido que o felino estava observando-os e muito menos esperava aquele tom aveludado vindo de alguém naquele lugar, mas o responde de bom grado.

- Hahaha! Sim garoto tive anos de experiência já, agora utilizo meu tempo para passar meus ensinamentos, por muito tempo a  construção de navios foi proibida nesta ilha, e agora que estamos livres há poucos de nós por aqui. Mas acredito que cometeste um pequeno engano, eu ensino carpintaria, mas não se preocupe é um erro comum e sempre acreditei que quando você sabe um automaticamente sabe o outro, mas você sabe como é este pessoal que gosta de dar nomes as coisas... Mas se você quer ser meu discípulo, tudo que precisa fazer é se esforçar, não dou aula para preguiçosos Hahaha.

O jovem Tigre fazia um gesto de agradecimento com sua cabeça, retirava seu bastão de suas costas e o cravava na terra, a alguns metros da quilha. Ao se preparar para iniciar o trabalho, Umbra recebe um pequeno aviso de Jack, agora em um tom muito mais sério e quase sussurrado.

- Hey encapuzado, não importa o que aconteça não retire sua máscara! Eu não me importo com seja lá o que você for, mas essas crianças... Essas crianças perderam muitas coisas para algumas... Criaturas... Não vão saber diferenciar o bom do ruim... Estou confiando em você, não faça me arrepender. Agora vamos trabalhar! Venha comigo.

O gatuno conseguia tirar duas informações deste aviso, a primeira é que Jack avia percebido sua real natureza, apesar de não se importar pessoalmente com ela,  e a segunda é que ele realmente se importava com seus discípulos, mas o quê será que elas haviam perdido?


Post Perícia:
 

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✸ Narração ✸ NPC ✸ Player

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1: Mar a vista   Capítulo 1: Mar a vista EmptyTer 21 Fev 2017, 16:28

Por dentro da máscara, Zod lamentava ter errado ao falar sobre a perícia que almejava aprender. Carpintaria era o que realmente queria, por isso colocou-se a falar assim que o mestre terminasse de dar ordens aos garotos e de lhe corrigir sobre o erro:

- Sim, sim... Carpintaria é o que realmente quero aprender! Desculpe pela confusão hehe- soltaria um riso abafado por debaixo da máscara.

O tigre branco observava os garotos trabalhando, cometendo alguns erros que poderiam ser supridos pelo gatuno. Porém, Zod não queria tomar a frente de todo aquele serviço, o que poderia causar certa raiva nos colegas de aprendizado. O melhor era se “infiltrar” aos poucos.

Recebido a advertência do mestre em relação a não mostrar sua verdadeira forma, Zod se sentiu um pouco desconfortável ao saber que a experiência do homem era muito maior que imaginara, indagando-se quais problemas aquele grupo de jovens poderia ter enfrentado no passado.

O barulho do serrote e do martelo tocando a madeira tomava os ouvidos do felino. A vontade que teve era de ajudar o garoto que segurava a estaca, mas lembrou-se da forma que o dono da loja de armas havia reagido ao ver suas garras e, talvez, ao segurar o pedaço de madeira, pudesse colocar sua mão à vista, entregando sua “monstruosa” forma.

Zod, então, resolveu ajudar no corte. Era uma atividade simples, mas que traria grande contato com a madeira, algo necessário pro almejante a carpinteiro.

-Hey, garoto! Será que posso tomar seu lugar enquanto você ajuda seu irmão (é seu irmão mesmo né?!) a segurar aquelas estacas?

O tigre branco, então, tomaria o lugar de Hey, o mais alto e forte dos irmãos, iniciando a atividade escolhida. Serrar era mais difícil que imaginara. O corte devia ser preciso, reto, sem falhas ou tortuosidades. O aspirante a carpinteiro dava o máximo de si para fazê-lo perfeitamente, mas era seu primeiro dia ali e as correções que antes eram dirigidas apenas aos garotos, agora lhe incluía.

-Hey, novato! Coloque menos força e mais suavidade... trate a madeira como um ser vivo a ser moldado! – gritava o velho mestre.

O dia caminhava para seu fim, enquanto o grupo se esforçava ao máximo para cumprir suas tarefas na construção da quilha. O calor litorâneo tomava o corpo de Zod que começava a se irritar com o pano preto que usava por cima de suas leves roupas.

“Merda, não posso tirar isso se não revelo aos jovens minha forma...”

O corte na madeira ainda não estava perfeito, mas havia feito um bom progresso desde a hora que começara. Os colegas ao seu redor também haviam evoluído e as vezes olhavam para Zod como se aprovassem seu progresso, apesar de trocarem poucas palavras. Com o sol já se despedindo, o mestre dispensou o grupo dos serviços daquele dia.

- Amanhã, ao nascer do sol, quero todos aqui. Vamos acabar isso o quanto antes.- pausou por um momento, enquanto os irmãos recolhiam suas ferramentas- Zod, venha aqui um instante.

O tigre branco aproximou-se do mestre que lhe estendia uma muda de roupas e um livro com um barco na capa.

- Essa blusa vai ajudar a mantê-lo longe do sol quente e dos olhares curiosos... Já esse livro... acho bom você ler sobre o que está construindo.

O gatuno agradeceu com um leve inclinar da cabeça, enquanto o mestre começava a se afastar do grupo. Já em sua cabana, na floresta, Zod abriu o livro e começou a ler, antes que o sono o tomasse. Apesar das dores musculares, a mente estava descansada. As páginas que leu antes de dormir diziam:

“A Quilha é em náutica uma peça forte - na origem em madeira - da embarcação que se estende da proa à popa, na parte inferior da nave, e se fixam as peças curvas onde se pregam as tábuas do costado. Termina na proa pela roda da proa e na popa pelo cadaste. É uma verdadeira espinha dorsal da embarcação. A quilha é uma peça estrutural do casco que não deve ser confundida com o patilhão que serve para equilibrar a embarcação. Por vezes fala-se de quilha lastrada pois a forma do patilhão confunde-se com o quilha, constituindo uma peça única, como era muito usual ver-se nos antigos veleiros, e onde mesmo o leme fazia parte.”

O dia começava a emitir seus primeiros raios. Zod já estava no local marcado, aguardando seus colegas e mestre, usando sua nova blusa branca de mangas longas, típica de um marinheiro ou pirata de baixa patente, mas bem refrescante. A máscara tinha nas suas costas um pano branco que ajudava a esconder a cabeça do felino e, em suas mãos, um par de luvas apropriado para trabalhos de carpintaria.

Quando o grupo chegou, voltaram a trabalhar na madeira, alternando de função com os colegas a cada 1 hora, para que assim, tivesse uma base completa sobre cada atividade ali necessária. Assim mantiveram a rotina por mais 3 semanas, até que a quilha estivesse completa e sem defeitos, pronta para fazer parte de um forte navio. Nesse tempo, Zod aprendeu sobre as melhores madeiras, as técnicas ideais para sua modelagem, como identificar cupins e outros problemas na mesma. Alguns dias iam a floresta coletar a melhor árvore para o trabalho, aprendendo a derrubá-la com maestria e precisão. Os calos nas mãos do felino agora faziam parte de seu corpo, não eram mais um incômodo como no início.

A amizade do felino com o grupo crescia cada dia mais, apesar de nunca revelar sua verdadeira forma nem seu sonho de se tornar um pirata. O garoto ruivo era o mais tímido, mas isso não impediu o tigre de se tornar amigo dele. Quando interrogado sobre o porquê da máscara, Zod afirmava que havia recebido uma forte queimadura no rosto quando criança, acrescentando sua história verdadeira à mentira – a de que não se lembrava sobre seu passado, a única pista que tinha era um constante pesadelo.

Na última noite antes de serem dispensados pelo mestre, Zod resolveu perguntar ao grupo sobre o passado deles. Era uma noite repleta de estrelas e o grupo comia na frente de uma fogueira a beira mar.

-E vocês.... qual a história de vocês?
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Capítulo 1: Mar a vista
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