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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Auron
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySab 28 Jan 2017, 03:39

-Ei, Auron. Por que ele sempre age daquela forma? Querendo tudo da forma dele? É uma puta irritação, ele mal fez algo no navio, atrapalhou um dos meus disparos do canhão, mal vi ele matando marinheiros, e ate foi derrubado por um sargentinho de merda. E em Lvneel ele quase matou a princesa antes da hora. Ele realmente é útil, ou só ta levando ele por ai por que é seu amigo?

-Tenha calma com aquele cara, ele é louco! Fwahahahaha. - Responderia a principio de forma descontraída, mas no fundo eu sabia que o mink tinha razão em suas palavras. -Ele parece ficar mais louco conforme o tempo passa...Ele já me mostrou algumas vezes que é um homem no qual eu podia confiar, porém se ele continuar com essas loucuras eu serei obrigado a fodidamente bater em sua cabecinha até ele recuperar a sanidade... - Diria num tom claramente irritado, enquanto caminhava com Ashura rumo ao farol.

Enquanto o leopardo usava o equipamento completo da armadura real, eu usava apenas a parte inferior e estava sem camisa desde o momento em que saímos de Lvneel. Conforme caminhávamos, o vento batia em meus cabelos e os mesmos balançavam seguindo o ritmo que o vento estabelecia, cobrindo um pouco de minha visão, porém nada que viesse a me prejudicar de alguma maneira.

Nosso objetivo era encontrar pessoas sem esperança alguma e sem expectativa de vida para que pudéssemos recruta-los como subordinados para que finalmente pudéssemos partir rumo a tão temida grande line. Olharia tranquilamente para todos os lados tentando encontrar alguém ou grupos com estas características, caso encontrasse eu me aproximaria com o Ashuura e começaria os diálogos.  -Ora, Ora, Ora O que temos aqui, Ashuura... - Iniciaria o dialogo tentando chamar atenção dos homens com um ar de superioridade. - Parece que vocês perderam a condução que os levaria para o passeio não é mesmo?! Fwahahahahahahahaha! - Ironia. Caminharia até mais próximo dos mesmos e começaria a andar em sua volta vagarosamente, com os braços para trás. - Algo que me diz que vocês não tem para onde ir...E isso me deixa profundamente triste, odeio ver pessoas sem ter para onde ir. - Faria uma cara triste, mas claramente qualquer um perceberia que eu estava ainda falando com ironia e sarcasmo. Então, caminharia até algum que eu julgasse ser o mais forte de todos e caso ele tivesse abaixado/sentado, eu me agacharia. Caso ele estivesse de pé, eu o abraçaria de lado, colocando o meu braço esquerdo por trás de suas costas, passando pela sua nunca e segurando em seu ombro esquerdo. - O que acham de vir comigo?! -Falaria num tom de sussurro, porém de maneira que todos ali ouvissem.

Talvez não fosse o melhor discurso para recrutar alguém, e com certeza não era, porém eu tinha certeza que tinha deixando nitidamente o tipo de homem que eu era, e que eu queria a força deles ao meu lado. Embora não tenha mostrado minha força e planos para eles, acho que não condição que eles se encontravam, achar alguém para tira-los dali era quase que um milagre, logo talvez eles não tivessem tantas escolhas.

Terminando meu "discurso", me afastaria um pouco e deixaria que o Ashuura falasse o que ele tinha pra falar. Ao me afastar, procuraria um lugar para me encostar e encontrando ou não, eu cruzaria meus braços e continuaria observando tudo com um sorriso tímido no rosto. Se as coisas desse certo e eles decidissem nos seguir, ficaria feliz por dentro e os chamaria para embarcar no navio. -Ótimo! Agora vocês fazem parte dos Chess! E com a ajuda de vocês iremos dominar cada pingo d'agua nesse mundo! FWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA. - E seguiria de volta para o navio.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySab 28 Jan 2017, 14:24



Zed – Caverna Red Line

Sid havia finalmente encontrado o homem que havia sido encarregado da prova, mas qual era o nome dele mesmo? Isso não era algo que importava no momento, o que importava era conseguir pegar o Log Pose. - Te encontrei? – Perguntou o garoto, confuso. – Desde quando eu tava te procurando? – Quando fisse isso, o homem pareceu ficar impaciente. - Você é idiota ou tá se fazendo? – Foi então que o garoto se lembrou de porque estava ali. – Ah sim, eu tinha que encontrar o tal Log Pose. Quase esqueci. – Kravian encarou ele, sem acreditar no que tinha ouvido. - Tanto faz. Eu nem lembro seu nome mesmo. – Ele disse, apontando a adaga para o capitão pirata. - É KRAVIAN! CAPITÃO KRAVIAN! – Exclamou, irritado. - Afff. Não sei porque ainda tento. – Suspirou. – Vai descer dessa porcaria logo pra mim te matar? Ah sim, o Log pose? Tá com quem? Você? – Perguntou. - Você tá bem confienta, hein? E sobre o Log Pose. – Ele desceu do banquinho e ficou em pé. - Vem tentar descobrir. – Sem demora, o garoto avançou contra o pirata, entretanto havia algo estranho na posição em que ele estava. Logo depois de descer do bando, ele havia colocado as duas mãos nos bolsos e inclinado para frente. A estranha posição a primeira vista parecia horrível para o combate, mas Sid logo notou que não havia nenhuma abertura visível para atacar, pelo menos não a primeira vista. Em vez de tentar atacar de frente, o garoto decidiu persistir na estratégia e antes de entrar na área de alcance do ataque do homem, interrompeu o avanço ou começou a rodear o mesmo. Estranhamente, mesmo o garoto rodeando Kravian, o homem continuava parado, sem acompanha-lo, e o garoto aproveitou isso para desferir uma punhalada nas costas dele na altura do coração. Pelo menos foi o que ele tentou, pois logo que ia atacar, o homem se virou rapidamente, girando sobre o pé direito, e com a perna esquerda levantada colocou a sola do sapato na frente da adaga, que bateu sem per furar, o que fez o garoto perceber que tinha sola de ferro. Com a perna esquerda ainda estendida na frente da lamina, o homem executou um movimento acrobático para atacar.

Com um giro, ele tirou as duas pernas do ar e usou a perna direita, antes usada como apoio, para um chute no rosto do jovem, que por sorte conseguiu se abaixar o suficiente para não ser pego. Quando foi tentar aproveitar a situação para acertar sua perna que o havia atacado, já que o homem estava no ar, e dificilmente ele conseguiria esquivar, Kravian colocou a mão esquerda, que antes estava no bolso, em cima da cabeça do jovem que havia se baixado para evitar o golpe, e o usou como apoio para tomar impulso e se afastar. Logo que se afastou, o homem entrou na mesma posição e antes, se se mover. - Seus ataques são previsíveis. Eu observei de longe o que fez com meus homens, e sei que você foca partes vitais. Além do mais, seus passos fazem barulho na pedra. É fácil saber quando vai atacar, mesmo que não esteja vendo. – Sid voltou a rodear o homem, mas ele logo voltou a falar. - Há! Que demora é essa para atacar? Acho que ainda não entendeu a situação em que está. Sabe quanto tempo se passou desde que entrou aqui? Vinte minutos. Você não te tempo para desperdiçar, ainda mais demorando para atacar. Quem garante que o Log Pose esta comigo? Só preciso continuar em posição de conta-ataque, esperando seus golpes sem forçar a luta que o jogo está ganho.


Ryuza – Navio

A situação não foi muito boa para Ryuza, que foi impedido de sacrificar os marinheiros por Ashuura e por Auron. Ele parecia ser o único ali que não queria ver o marinheiros sofrendo, mas O capitão deu uma ordem. Logo que os dois saíram do navio, ficaram lá somente Ryuza e Eva. – Isso só vai sujar mais a porra do convés. Aqueles caras são completos idiotas, se esforçam tanto em tentar me parar para segundos depois deixarem o navio comigo... Achavam mesmo que apenas palavras me fariam não fazer nada? – Disse à Eva, e em seguida se virou para os marinheiros. - HEY VOCÊS! – Disse, chamando a atenção do marinheiros, que pararam o que faziam e se viraram para ele. – Pretendia mata-los e livrar vocês de futuras torturas, mas infelizmente não consegui, agora podem ver que eu só queria ajuda-los... Não tenho mais interesse em mata-los, logo, ofereço-lhes uma alternativa: Irei libertá-los, não tentem resistir ou lutar, do contrário não hesitarei em usá-los como sacrifício... Sumam daqui e vão viver suas vidas, nos odeiem se quiserem, esqueçam se preferirem, podem retornar para nos caçar... Não me importo. Mas lembrem-se, de que eu, o Bispo, foi aquele que lhes concedeu uma segunda chance. – Estranhamente, os marinheiros ali ficaram calados, sem se mover, e com um suspiro, o sargento masoquista se pôs a falar. - Já que ninguém aqui tem coragem para falar, eu falo. Você já viu em que lugar estamos? Vocês estão com os dois navios, então nossa única opção seria a Red Line, mas ela está cheia de piratas que adoraria torturar e matar um marinheiro, além disso não temos nada para apostar com Don Karthus. Ir para a Red Line seria pior do que se suicidar. E mesmo que conseguíssemos um navio, sem apostar com Don Karthus, não teríamos um Log Pose, e sem Log Pose ficaríamos vagando por ai até morrer de fome e sede. Ficando no navio de vocês e obedecendo seu capitão, como provavelmente vão conseguir um Log Pose, o que for solto poderá ser solto na próxima ilha, mesmo que os outros fiquem e sejam torturados. Nossa única esperança é ficar aqui, então se quer nos ajudar não nos enxote. – Pode cuidar de minhas costas, my lady? – Com sua retaguarda vigiada por Eva, Ryuza foi de um em um soltando as cordas que os amarravam, mas nenhum deles saiu dali. Depois de serem soltos, simplesmente continuaram o trabalho, agora com mais liberdade de movimentos.


Auron e Suchiro – Red Line

- Ei, Auron. Por que ele sempre age daquela forma? Querendo tudo da forma dele? É uma puta irritação, ele mal fez algo no navio, atrapalhou um dos meus disparos do canhão, mal vi ele matando marinheiros, e ate foi derrubado por um sargentinho de merda. E em Lvneel ele quase matou a princesa antes da hora. Ele realmente é útil, ou só ta levando ele por ai por que é seu amigo? – O mink disse, irritado. - Tenha calma com aquele cara, ele é louco! Fwahahahaha. – Falou, mas logo em seguida ficou mais serio. - Ele parece ficar mais louco conforme o tempo passa... Ele já me mostrou algumas vezes que é um homem no qual eu podia confiar, porém se ele continuar com essas loucuras eu serei obrigado a fodidamente bater em sua cabecinha até ele recuperar a sanidade... – Terminou, irritado também. - Parece até que ele tem pena deles... – A garota disse, do ombro de Ashuura. Os três seguiram pela Red Line, mas sem encontrar nenhum grupo muito relevante. Foi quando passavam pela frente de uma caverna que viram um grupo de pessoas conversando perto da borda da mesma. Entrando lá, viram um grupo de piratas conversando. Todos eles usavam robes pretos, com exceção de um, que usava uma branca por cima da preta e estava sentado sobre uma pedra.

- Ora, Ora, Ora O que temos aqui, Ashuura... – Todos os piratas se viraram para eles. - Parece que vocês perderam a condução que os levaria para o passeio não é mesmo?! Fwahahahahahahahaha! – Auron se aproximou ainda mais eles. - Algo que me diz que vocês não tem para onde ir... E isso me deixa profundamente triste, odeio ver pessoas sem ter para onde ir. – Era nítido que todos os piratas ali estavam irritados, menos o espadachim de túnica branca, que olhava sem se importar. Quando Auron se aproximou do mesmo e se agachou na sua frente, todos os piratas sacaram suas armas. - O que acham de vir comigo?! – Os piratas ficaram meio confusos ao ouvir tal declaração. - Todos vocês estão desesperados para voltar ao mar, não é? Foi isso que o chefe quis dizer. Vamos tomar um navio da marinha. Todos que os que ainda estiverem de pé depois da batalha vão poder retomar seus lugares no mar sob o comando de Auron. – Ashuura apontou para o seu capitão. - Então, qual a decisão de vocês? Lutar mais um vez por uma chance de voltar a navegar pelos mares ou apodrecer na escuridão de suas cavernas? – O aparente capitão daquela tripulação deu um sorriso maléfico. - Claro, eu seguiria até o diabo se fosse para sair dessa joça. Mas se você for um merdinha qualquer que pretende conseguir aliados fortes só por ter um navio, eu te mato na hora. – O homem se levantou. - Ouviram? Vamos com nosso novo capitão. – Todos os piratas guardaram suas armas. - Ótimo! Agora vocês fazem parte dos Chess! E com a ajuda de vocês iremos dominar cada pingo d'agua nesse mundo! FWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA. – Auron riu. - Ótimo, temos alguns marines capturados. Vamos comemorar a entrada de vocês se divertindo com eles. Também temos armas de primeira para todos. - Que se fodam os marines. – Agora, com novos seguidora, Auron voltava confiante para o navio, seguido por Ashuura, com Dandara no ombro e pelos piratas.
OFF:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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2017:
 
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySab 28 Jan 2017, 15:36


Desde que podia me lembrar, nunca tive grande confiança em confrontos direto. Mas meus primeiros minutos dentro da caverna mostraram que talvez fosse estupidez de minha parte ter aquele complexo de inferioridade e achar que seria improvável que eu fosse vencer uma luta. “Eu consigo fazer isso. “ Gargalhava internamente. “Eu consigo matar cada um deles. “ Aquela empolgação e felicidade em conseguir e poder retalhar aqueles pobres coitados era indescritível.

Mas um pouco a frente, o capitão demonstrava estar acima de todos os outros. Diferente daqueles que eram abatidos sem sequer reagir direito ele agia despreocupado em minha frente, como se não tivesse medo ou dificuldade alguma em me vencer a qualquer momento. Só de imaginar isso uma veia salientava-se na testa e os dentes rangiam entre si. “Quem esse puto pensa que é? “ Aquilo não fazia parte do plano, não fazia parte do padrão pré-definido pelo universo onde eu sempre vencia e tinha sucesso sem empecilhos.

- Ataques previsíveis é? – Cuspia para o lado deixando de pouco em pouco mais evidente a raiva em minha voz. – Barulhos de passos? – Sempre entre cada frase havia uma pausa, onde assimilava o que era me dito, repetia e processava aquela raiva que parecia acumular em um único lugar até o ponto que não fosse mais possível segurá-la. – Demora?... Vinte minutos?... CALA A PORRA DA BOCA! – Explodi tudo em um grito. – ACHA MESMO QUE EU LIGO PRA ESSA PORRA? EU SÓ QUERO MATAR TODO MUNDO AQUI DENTRO. – Segui então com as investidas.

É como o velho ditado, quanto maior a altura, maior a queda. A pouco tempo atrás ser derrotado em um combate ou ser humilhado por um inimigo superior não seria uma vergonha ou motivo de raiva. Seria apenas um acontecimento qualquer onde eu normalmente fugiria e procurar uma forma alternativa de vencer, ou mesmo me daria por vencido e procuraria um novo objetivo mais interessante. Mas não desta vez. A pouco tempo acreditava estar acima de qualquer um naquele lugar imundo e abandonado e agora estava sendo surrado sem chance de ferir um único homem? Que tipo de palhaçada era aquela? Era inaceitável.

“FODA-SE! FODA-SE! FODA-SE! “ Aquela expressão se repetia continuamente no meu subconsciente. E era sabido que a raiva afetava o julgamento de uma pessoa, lutadores irritados tinham uma tendência natural a avançar sem se preocupar com as consequências e comigo não seria muito diferente.

Ele até então havia demonstrado habilidades com as pernas e chutes. “Vamo ver como ele chuta sem as pernas. “ Talvez estivesse saindo um pouco do objetivo, uma morte limpa e direta naquele momento não parecia ser o suficiente para me acalmar. Mas ao menos um ponto “positivo” podia se tirado disso e explorado em um plano. A raiva deixa qualquer indivíduo mais disposto a se ferir para alcançar um objetivo. Receber golpes com um corpo magro e pequeno como o meu normalmente seria idiota, mas tinha motivação o suficiente por hora para aguentar uma boa pancada.

Iria realizar constantes ofensivas utilizando da adaga na destra. Mas não era no momento meu plano conseguir acabar com a luta daquele jeito. Tinha uma tática diferenciada em mente, que envolvia debilitar suas pernas e diminuir sua eficiência em combate. Procuraria tomar os flancos e aplicar golpes contra suas pernas em zonas expostas, não sabia ao certo que zonas eram as melhores para se acertar ali, decidia então ser logico e focar nas articulações. Ainda assim não tinha expectativas de causar grandes ferimentos com isso.

Meu plano era ganhar tempo e esperar por uma ofensiva do capitão, um chute médio-alto especificamente onde tentaria segurar todo o dano e dor de peito aberto apenas para ter a oportunidade de me agarrar a perna com a mão livre e poder utilizar disso para aplicar um golpe certeiro com a adaga contra a coxa do lutador abrindo o ferimento violentamente ao puxar a adaga em direção a sua barriga, tentando já emendar um segundo ataque contra o abdômen e continuar subindo com a lamina até o pescoço ou até que ele morresse. Preferencialmente as duas enquanto agonizasse em dor.

Caso ele aplicasse um chute ainda mais alto, na altura da cabeça tentaria fazer um pouco diferente, e muito mais cruel. Me abaixar no último instante e tentando cortar não as pernas, e sim o que ficava entre elas... Sim... Exatamente. Uma estocada contra aquela sensível região comum masculina.

Claro, seriam apenas momentos específicos e propícios onde estes planos poderiam dar certo, caso eles não surgissem continuaria a usar da velocidade para recuar a exata distancia necessária para sair do alcance de seus ataques e passar a lamina da adaga logo em seguida mirando em qualquer lugar que a bota com solado de ferro não estivesse protegendo.

Ainda que focar ataques nas pernas fosse meu principal plano por hora , nunca deixaria de buscar oportunidades para ataques mais brutais e fatais em pontos mais desprotegidos como as costelas e costas, mas ainda assim pretendia reduzir mesmo que minimamente sua mobilidade antes de poder seguir esse padrão. Ele já havia demonstrado uma postura com poucas brechas e uma velocidade de reação no mínimo decente.

Embora não houvessem aparecido nenhum outro de seus companheiros até então não descartaria a possibilidade de que podia ser alvejado por qualquer estranho a qualquer momento. Se viesse a acontecer iria tentar recuar o mais rápido possível de forma a não ser atingido e procurar por uma oportunidade de abatê-lo logo e poder me concentrar na luta contra o tal esquisitão... Chamado... Bem... Provavelmente nada de importa.

Hipoteticamente, ao ter sucesso em abater o capitão a raiva, como já dito, não seria simplesmente deixada de lado, ainda precisava extravasar. – Quem é previsível agora? Eim? – Diria antes de subir sobre o corpo desfalecido e apunhalar o peito. – EIM!? – Continuaria a desferir varias apunhaladas. – FALA AGORA! QUEM É PREVISIVEL SEU FILHO DA PUTA? EU SOU COMPLETAMENTE IMPREVISIVEL, EU SOU INVECIVEL, EU SOU UM DEUS. – Iria disparar com uma crise de gargalhadas enquanto pretendia deixar o peito dele igual a uma peneira com tantos buracos. E finalmente ao terminar de colocar toda aquela frustação pra fora iria levantar e respirar fundo.

- Agora sim. – Abriria um sorriso calmo e realizado. – Bem melhor. – Era como passar o dia usando um sapato apertado e finalmente tirá-lo ao chegar em casa. Bom, mas ainda tinha de encontrar o tal relógio. Com sorte ainda teria tempo de revistar todos os cadáveres da caverna a procura do mesmo. E claro, também como citado anteriormente, dinheiro, joias, objetos raros e desconhecidos e principalmente armas de porte semelhantes a minha. Feito isto iria me retirar daquela caverna em passos nem um pouco apressados.


Vicio Alucinógenos: 7/15

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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySab 28 Jan 2017, 20:35

Erros foram cometidos. Essa é a frase que define a vida daqueles marinheiros nos instantes seguintes, Ryuza já não via motivos para sacrificá-los, queria apenas se livrar daqueles homens, não podia ficar ali assistindo aquele tipo de atrocidades... se omitir de fazer algo, quando se pode fazer algo é o mesmo de realizar o ato.
Mas o resultado foi um tantinho diferente... Ying pretendia conversar com Eva, pretendia lavar seu corpo, pretendia procurar informações com alguém ali no farol, afinal, tinha chegado a uma decisão importante em sua vida...

Acontece que a resposta dos marinheiros não foi nem um pouco agradável para o gatuno, a princípio se mantiveram em silencio, e depois o marinheiro de cabelos loiros que aparentava possuir uma patente elevada se pronunciou, explicando o porquê do silencio, e em resumo, os motivos pelos quais eles não iriam embora e se sujeitariam a permanecer ali.

Ryuza respirou fundo e prosseguiu com o que tinha em mente, ele ignorou aquela conversa mole por pensar que era apenas um ato desesperado por pensar que o gatuno estava mentindo... mas mesmo depois de soltos, os sobreviventes continuaram a limpar... como eu disse no início... erros foram cometidos.




Fecharia meus olhos, respiraria fundo e começaria a contar até dez. Meus músculos começavam a ter espasmos, senti a minha pressão sanguínea subir... uma breve dor de cabeça me assolava. – Então é isso? – Perguntei a mim mesmo enquanto abria os olhos e observava aquela cena desprezível, meu punho se abria e se fechava. – Deixa eu ver se entendi direito... – Diria enfim, meu tom de voz estava embargado, a raiva tinha me dominado por completo. – Eu... benevolente como sou, lhes dou a oportunidade de batalharem mais uma vez por suas miseráveis vidas... e vocês recusam essa oportunidade por não serem capazes de superar as dificuldades? Vocês preferem abdicar de suas esperanças, serem torturados, humilhados e tratados como seres inferiores a ratos... do que morrer lutando para salvar suas vidas? – Concluiria, em meu rosto a expressão fechada daria lugar a traços severos, um sorriso estranho se formava em meus lábios.

- Foi isso mesmo que eu entendi? – Essa era a pergunta definitiva. - Bem... – Ouvi aquela voz familiar. – Pelo que eu entendi... foi exatamente isso. – Eu sabia que ele estava sorrindo. – I’m back, bitchs!

- Vocês são piores do que vermes, se não valorizam as próprias vidas, não tem porque eu as valorizar. – Minha mão tocaria o cabo da adaga, a concentração contava os segundos necessários para a ativação da técnica. – Não a lugar para lixos como vocês no mesmo barco que eu! – A mensagem era muito clara. – Hora do Rush! – Ying sentiu sua mente se afiar, seus pensamentos estavam voltados para uma única coisa: Extermínio.

Avançaria em direção ao marinheiro mais próximo, minha agilidade aumentada, correria com o máximo de velocidade que conseguisse, passaria na frente de seu corpo, meu braço direito despertaria a lâmina de seu sono, levando-a em uma viagem com destino o pescoço do marinheiro, meu pulso se moveria no movimento final, dando mais poder ao corte, deixaria que a arma salpicasse o ar por alguns segundos com um arco de sangue. Giraria dando um chute com toda a força no estomago do homem antes que ele caísse, minha intenção era jogá-lo para fora do barco.

Voltaria minha atenção para os próximos, como uma dança fatal eu correria em direção a cada um deles, quando não fosse possível terminar o combate em um único corte no pescoço, eu miraria nas pernas ou nos braços, meu estilo de combate seria voltado em me mover rapidamente a uma distância de dois metros do alvo, o circundando e atacando quando percebesse uma abertura, correria, efetuaria saltos simples ou acrobáticos, efetuaria brecadas repentinas e mudaria o sentido do giro, tudo isso para confundir e trazer a tensão para os que eu caçava. Faria isso de um por um, com toda minha agilidade, não deixaria que nenhum deles saíssem vivos dali, continuaria a atacar, visando pernas ou braços e assim que pudesse, cortaria seus pescoços.

Tentaria me manter a uma velocidade alta o suficiente para que não pudessem acompanhar minha movimentação, mas se por acaso eu percebesse que seria alvo de ataques, procuraria desviar aplicando declínios corpóreos e me afastando imediatamente do agressor, tentaria dar a volta no mesmo pela direção oposta a arma utilizada contra mim, e voltaria a atacar. Desviaria declinando meu corpo totalmente para trás em caso de golpes altos, tocaria o chão com as mãos e prosseguiria com uma cambalhota para trás.
Giraria o corpo para evitar golpes laterais e saltos para golpes baixos.

Quando enfim tivesse matado todos, desativaria a técnica, só aí daria atenção aos demais acontecimentos. – Estou indo tomar um banho. – Diria para Eva, ainda irritado. – Você não pretendia convidar ela para ir com você? – Me perguntou Yang. – Primeiramente boa tarde, segundamente vá se foder. – Pensaria em resposta.
Se Auron aparecesse e visse a cena e dissesse algo eu responderia. – Esses lixos não valiam a pena, se não gostou vá com sua puta cor de rosa se foder também. – Seguiria o caminho.

Se fosse o mink, por sua vez, diria. – Vá tomar no seu cu.
Se qualquer das alternativas acima acontecessem, certamente Yang estaria rolando no chão, rindo com o acontecimento.
Iria até o banheiro, onde trancaria a porta, tiraria minhas vestes e me banharia, em seguida limparia a sujeira das roupas para só então voltar a vesti-las, depois sairia diretamente indo em direção ao farol, se aquele lixo humano disse algo que preste, foi sobre um tal de Karthus, precisava encontra-lo.



off:
 

Hora do Rush!:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptyDom 29 Jan 2017, 02:41

Nosso discurso havia dado certo, como imaginamos, conseguimos recrutar alguns homens para seguir viagem conosco. Aquilo de certa forma me deixava bastante contente e empolgado, afinal aos poucos meu bando estava crescendo e criando força, a força que eu precisava para que num futuro próximo eu pudesse virar o mundo pelo avesso. Como esperado, aqueles homens estavam todos desesperados por uma nova chance de ir para o mar, exceto um. O homem de cabelos estranhos parecia ser alguém bem forte, mas ao mesmo tempo alguém muito arrogante que certamente me causaria problemas se eu não o mostrasse quem eu era e do que era capaz.

"- Claro, eu seguiria até o diabo se fosse para sair dessa joça. Mas se você for um merdinha qualquer que pretende conseguir aliados fortes só por ter um navio, eu te mato na hora.-" -Embora estivesse contente, aquilo estava me corroendo por dentro em raiva, minha vontade era acabar com aquele insolente ali mesmo por duvidar de minha força, mas como estava num momento alegre, decidi respirar fundo e dar uma nova oportunidade para ele não falar besteiras novamente.



Com isso, reuniria todos ali presentes e caminharia de volta para o navio, andando sempre a frente do grupo, simbolizando liderança. Enquanto caminhava, dessa vez bem mais sério, falaria num tom rígido e olhando para frente. -Estamos lhes dando uma nova oportunidade de vim para o mar novamente, mas há coisas que eu não irei tolerar de maneira alguma são traidores...Alguns de vocês podem até duvidar de minha força, ficarei puto, mas deixarei a primeira vez passar...Mas se algum de vocês tentarem fazer qualquer coisa contra mim ou contra qualquer coisa que foda com os planos do bando, tenham certeza que vocês desejarão nunca terem saído daqui! - O meu tom de voz estaria extremamente severo e sombrio, eu não conhecia aqueles homens de fato, mas seria muito bom deixar claro que tipo de homem eu era.

Quanto mais eu andava, mais ansioso eu ficava para chegar no navio, pois estava louco para ver como os marinheiros estavam se saindo na limpeza do navio. Ao chegar no navio, antes de subir no mesmo, gritaria ironicamente do lado de fora. - Queridaaa, CHEGUEI!!! - No intuito de provocar a Queen com essa piadinha idiota e ao mesmo tempo anunciar minha chegada. Caso eu subisse e visse os marinheiros mortos, a principio ficaria sem reação, correndo de raiva por dentro de maneira tão absurda que meus olhos dariam espasmos aleatórios devido a raiva, as veias da testa dilatariam e fecharia meus dois punhos com muita força. - QUE PORRRA É ESSA?! QUEM MATOU... A... PORRA... DOS MEUS MARINHEIROS?!! - Gritaria indignado, e caso ninguém falasse nada, logo minha ficha cairia e num tom de voz bem baixinho, com uma cara extremamente irritada eu sussurraria. - Ryuza...

Se ninguém aparecesse para dizer o que aconteceu, eu ficaria tão irritado que tentaria forçar minha forma hibrida de cavalo e entraria em todas as cabines procurando pelo Ryuza, porém estaria tão irritado que onde tivesse portas, ao invés de abri-las, eu daria poderosos socos para quebra-las com a força do soco, e assim entrando no local até encontrar o mesmo. Faria isso até encontra-lo e caso eu o fizesse, com um tom de voz muito puto eu perguntaria. -FILHO DA PUTA, O QUE PORRA VOCÊ FEZ?! ~Fumaça saindo pelo foucinho, devido a raiva~

HISTÓRICO:
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USO TOTAL : 30

Off:
O navio é no meu slot Dat Beard

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptyDom 29 Jan 2017, 05:33

Aquela cena era ótima, realmente Auron não tinha a mínima capacidade de lidar com o Ryuza, agora ficava obvio o que já estava claro e eu não queria aceitar, sentimentos parciais dele, deixou o Ryuza muito abertinho, e estava na hora de por aquele fanático no lugar dele.

Eu daria uma longa risada, olharia para Auron, Dandara e os novatos com um sorriso psicopata. Passaria a mão na cara com tentando acordar e me recompor daquela maluquice e olharia para o Auron com a cara mais lavada do mundo. -Engraçado, não é? Ele fez a única merda que você disse para esse arrombado não fazer? - Diria coçando o queixo.

Sem nem esperar resposta, mas ainda com um grande sorriso no rosto, enquanto saltitava iria ate o líder dos novatos. - Podem se afastar um pouco? Com o pouco que conheço o Ryuza, e com o conhecimento sobre mim e Auron eu sei o que vai rolar, e vocês vão querer se afastar um pouco. - Eu pegaria a Dandara e entregaria para o líder dos novatos. - E me faz um favorzinho, fica com ela um pouco. - Diria tudo com a cara mais serena e feliz do mundo. - E Dandara, acho melhor você não se meter desta vez, para sua própria segurança. - Continuaria com a mesma expressão, mas deixando meus olhos se tornarem escarlate, mesmo que por um pequeno momento.

Da mesma forma de antes, eu iria ate os canhões, aqueles quatro que o Ryuza havia feito eu errar um tiro, mais uma coisa da lista de merdas inúteis para me atrapalhar que aquele animal havia feito. Esse é um dia tão feliz, não acham galera? Me abaixaria, e antes de tudo, eu trocaria meu elmo pela minha mascara de gás. Acho que a fumaça iria subir um pouco.

Por um momento, meu caro companheiro, eu me perguntava...Será que tudo isso era realmente necessário? O que acham? Na verdade eu não dou a mínima para sua opinião, por que essa treta é totalmente necessária. Eu carregaria os quatro canhões, deixando eles a ponto de disparo, e já mirados para perto do convés. De sobra, deixando uma granada de gás escondida na parte de trás da roupa, pronta para ser ativada assim que a puxasse.

Eu olharia com um sorriso tão verdadeiro para Ryuza, por que a felicidade que já estava em mim era verdadeira, a felicidade que seria me livrar dele, de finalmente acabar com um problema. Que dia fantástico, não é? Ótimo dia para resolver seus problemas. -Você este ocupado, não foi?É um belo dia lá fora, Os marinheiros estão morrendo, os piratas estão saqueando, em dias como esses, piratas como você...DEVERIAM ESTAR QUEIMANDO NO INFERNO. - Terminaria com um sorriso maléfico, deixando meus olhos escarlate aparecerem dessa vez para irem ate o final desse combate.

Eu terminaria de fazer a mira do canhão, apontaria o primeiro canhão um pouco para baixo do Ryuza, fazendo um disparo que explodisse o chão que ele pisasse e ainda o acertasse. Eu nem deixaria o primeiro disparo chegar antes de continuar.

Eu apontaria sacaria ambas pistolas ao mesmo tempo, mirando em lugares diferentes, é claro. Minha arma da mão direita apontaria para sua perna esquerda, e a arma da mão esquerda para sua perna direita. Já que estávamos de frente um para o outro, um lado do outro equivalia ao contrario do outro.

Não importava para onde ele desviasse, se fosse para esquerda, o tiro na perna esquerda o acertaria, e o outro tiro se fosse para o lado oposto. A bola de canhão também o acertaria se ele tentasse se abaixaria ou subir demais, já que a explosão iria para os todos os lados. A única opção dele era tentar se defender, mas eu mesmo já havia visto que ele era rápido, não resistente, como na nossa ultima batalha no castelo.

Além do que, ele não é capaz de ver tão bem, afinal é um humano, ou perceber o corte de corrente de ar, ou seja, quando usar minha granada de gás, poderei ver no escuro, não me fará mal graças a mascara de gás, pela densidade vou poder ouvir ele se mexendo, e principalmente tentando me acertar com aqueles cortes de ar. O sol pode estar raiando, mas eu trago as trevas, afinal eu sou o Anjo do apocalipse...Se prepare para as revelações.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySeg 30 Jan 2017, 15:29



Zed – Caverna Red Line

A medida que a batalha ia se estendendo, Sid ia ficando cada vez mais irritado com o posicionamento que seu adversário havia tomado durante o embate. - Ataques previsíveis é? Barulhos de passos? – Ele dizia, dando uma pausa entre uma frase e outra, coisa que enfatizava sua falta de paciência. – Demora?... Vinte minutos?... CALA A PORRA DA BOCA! ACHA MESMO QUE EU LIGO PRA ESSA PORRA? EU SÓ QUERO MATAR TODO MUNDO AQUI DENTRO. – O garoto perdia o pouco de paciência que tinha em um ataque de raiva, tendo todo o seu pensamento possuído pela ira. Com um avanço desenfreado, Sid tentou atacar diversas vezes as pernas de Kravian, mas quando o pirata notou seu avanço começou a recuar também à medida que o garoto avançava, e com isso manteve sempre uma distancia de alguns centímetros do alcance do ataque de Sid. Enquanto recuava, Kravian muito próximo de um dos cantos da caverna, onde duas paredes se juntavam, e não tinha mais espaço para recuar. Sem desistir, ele deu um pulo usou a parede como apoio para se impulsionar com as pernas e se afastar. Infelizmente para o homem, Sid viu nessa manobra uma chance de ouro, e quando ele esticou as pernas para se impulsionar, o garoto usou sua adaga para fazer um corte no joelho esquerdo do homem. Quando o mesmo caiu com um rolamento já mais afastado do garoto, seu joelho manchava o chão da caverna de vermelho. Ao ver o ferimento, Kravian pegou um isqueiro de um de seus bolsos, acendeu uma chama e, com um gemido de dor, queimou o ferimento, estancando-o por causa do calor.

- Para mim já deu. – Disse ele após estancar o ferimento. - Do jeito que estou uma hora ou outra você vai acabar me acertando e é game over. Seria só uma questão de tempo. – Colocando a mão em um bolso de trás da roupa, ele pega algo e mostra ao garoto. A principio, por causa da raiva e estase de batalha, Sid não conseguiu identificar o que era, mas depois de alguns instantes lembrou do seu proposito ali, e percebeu que se tratava do Log Pose. - Sei que você deve estar morrendo de vontade de me matar, mas você só tem mais... – Ele olhou para o pulso. - Três minutos. Melhor você correr, senão Don Karthus vai comer seu cu a milanesa. – Disse, jogando a bussola para o garoto. Mesmo depois disso, Kraven não relaxou, e continuou em posição de combate, provavelmente para o caso do jovem dar a louca e atacar ele mesmo assim.


Ryuza – Navio

Mesmo com toda a boa vontade do gatuno, os marinheiros pareciam não querer sair dali. – Deixa eu ver se entendi direito... Eu... Benevolente como sou, lhes dou a oportunidade de batalharem mais uma vez por suas miseráveis vidas... E vocês recusam essa oportunidade por não serem capazes de superar as dificuldades? Vocês preferem abdicar de suas esperanças, serem torturados, humilhados e tratados como seres inferiores a ratos... Do que morrer lutando para salvar suas vidas? – Dizia, esboçando um sorriso no rosto. Sorriso esse que parecia uma mistura de raiva e vontade de matar, com uma pitada de sadismo. - Foi isso mesmo que eu entendi? – O sargento loiro se virou para ele mais uma vez. - Não. Vocês nos deu a possibilidade de fugirmos com o rabo entre as pernas para não encarar as consequências dos nossos atos e escolhas. – Mas já não era possível argumentar com ele. - Vocês são piores do que vermes, se não valorizam as próprias vidas, não tem porque eu as valorizar. Não a lugar para lixos como vocês no mesmo barco que eu! – Ele disse, se concentrando em sua ira. – Hora do Rush! – Com a mão em sua adaga, avançou contra o marinheiro mais próximo, que no caso era o baixinho, e usou a adaga para cortar sua garganta. Enquanto ele agonizava, o assassino deu um chute nele que o jogou para fora do navio, caindo na agua e morrendo. Logo em seguida foi avançar contra outro, o com grandes costeletas, e quando estava prestes a passar a adaga em seu pescoço um chute desviou o caminho da lamina. Percebendo que seria alvo de outro ataque, o homem recuou, vendo que quem havia salvo o marinheiro. Se tratava do sargento, que não parecia feliz em ver Ryuza tentando mata-los. Vendo que não conseguiria derrota-lo com apenas um golpe, começou a rodeá-lo, desferindo cortes em seus braços e pernas, a medida que ele ia defendendo os golpes sem contra-atacar.


Auron e Suchiro – Red Line

Auron e Ashuura estavam satisfeitos em terem conseguido novos piratas para o bando, mas para Auron aquilo não iria terminar ali. - Estamos lhes dando uma nova oportunidade de vim para o mar novamente, mas há coisas que eu não irei tolerar de maneira alguma são traidores... Alguns de vocês podem até duvidar de minha força, ficarei puto, mas deixarei a primeira vez passar...Mas se algum de vocês tentarem fazer qualquer coisa contra mim ou contra qualquer coisa que foda com os planos do bando, tenham certeza que vocês desejarão nunca terem saído daqui! – O homem com o tapa-olho deu uma gargalhada. - É assim que se fala! Se for tão forte quanto diz que é, não precisa se preocupar comigo. – Terminado o esclarecimento, rumaram novamente em direção aos navios. Quando finalmente chegaram, Auron subiu rapidamente no navio, animado. - Queridaaa, CHEGUEI!!!


Ryuza, Auron e Suchiro – Navio

Chegando finalmente no navio, Auron viu uma cena que não lhe agradou em nada: Um dos marinheiros não estava lá, havia sangue fresco no chão e Ryuza estava atacando o sargento, que se defendia da lamina como podia, protegendo sua garganta e outras áreas vitais. Os braços e pernas do mesmo já estavam cheios de cortes que sangravam. - QUE PORRRA É ESSA?! QUEM MATOU... A... PORRA... DOS MEUS MARINHEIROS?!! – E então a ficha caiu. - Ryuza... – O leopardo parecia se divertir com a situação. - Engraçado, não é? Ele fez a única merda que você disse para esse arrombado não fazer? – Log em seguida se dirigiu aos novatos do bando. - Podem se afastar um pouco? Com o pouco que conheço o Ryuza, e com o conhecimento sobre mim e Auron eu sei o que vai rolar, e vocês vão querer se afastar um pouco. – Ouvindo a recomendação do min, todos os piratas deram um passo para trás, menos o grandão de tapa-olho. - Covardes – Ele disse, olhando para trás e não saiu do lugar. - E Dandara, acho melhor você não se meter desta vez, para sua própria segurança. – Ele disse, entregando a anã para os piratas. - Porque? Eu também quero lutar! – Ela contestou, irritada, mas foi ignorada pelo mink. Auron estava tão irritado que seu corpo começou a mudar, entrando inconscientemente em sua forma hibrida. - Oh! Isso é interessante. – disse o pirata.

- FILHO DA PUTA, O QUE PORRA VOCÊ FEZ?! – Gritou, irritado, e só então Ryuza notou a presença do seu capitão. – Esses lixos não valiam a pena, se não gostou vá com sua puta cor de rosa se foder também. – Enquanto Auron falava com o gatuno, Ashuura seguia na direção dos canhões do outro navio. - Você este ocupado, não foi? É um belo dia lá fora, Os marinheiros estão morrendo, os piratas estão saqueando, em dias como esses, piratas como você... DEVERIAM ESTAR QUEIMANDO NO INFERNO. – Disse, depois dos canhões estarem armados, enquanto virava os mesmos na direção do homem, para logo em seguida dar um tiro com suas armas, um em cada perna do gatuno e um tiro de canhão próximo aos pés do homem, que fez um buraco no chão, algumas queimaduras na perna de Ryuza e jogou ele alguns metros para longe.
OFF:
 

Status:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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Última edição por Hoyu em Seg 30 Jan 2017, 19:34, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySeg 30 Jan 2017, 17:50

- Olha só... Parece que o regente dos acontecimentos mudou de novo... – Comentou Yang. – E as coisas voltaram a agir de forma estranha face palm 2 - Completou levando a mão até a face, bem, deixe eu explicar para os navegantes de primeira viagem... o Yang. – Hey, por que você fala de mim na terceira pessoa de forma impessoal? Você deveria usar “ele” ou “você”, eu estou aqui, sabia? - ... Como eu ia dizendo... Yang tem uma característica única. – Verdade. – Ele consegue “interagir com o plano fora de seus domínios”, ou seja, quebrar a quarta parede, entendendo as ações dos narradores ou como ele chama, “regentes”.
- Esse nome narrador é uma bosta. Mestre ou Regente é muito mais daora, será que são vocês os Deuses para quem o Ying ora? – Indagou.

Enfim... o motivo de Yang dizer isso foi porque os acontecimentos a seguir foram realmente estranhos, depois do diálogo com o marinheiro que parecia se recusar a aceitar a oferta de Ryuza, o gatuno ficou ensandecido, ele tem essa mania desagradável de quando é contrariado ou de quando é muito irrita muito querer sair matando todos os que julga responsáveis, já aconteceu isso antes... No assalto ao banco mundial, mas dessa vez as coisas fluíram de forma diferente.
Ryuza estava em perfeito estado físico, não estava muito cansado, nem afetado mentalmente, muito pelo contrário, sua mente estava mais afiada do que nunca devido a sua técnica ativa. E mesmo assim, o gatuno só conseguiu abater um mísero marinheiro.

- Marinheiros estes que agora a pouco ele conseguiu derrotar com facilidade... E que estavam em boa condição física, vai ver os “deuses” se voltaram contra ele por ele ser babaca demais? Esse sargento tá todo acabado e ainda consegue resistir aos seus ataques e acompanhar sua velocidade! Essa porra está endemoniada! – Bem, não foi só isso, Ryuza mantinha sua técnica ativa... o que supostamente o impedia de prestar atenção em qualquer outra coisa que não fosse o seu objetivo, além de, é claro, não poder falar enquanto ela estiver atuando. Acontece que com a chegada de Auron e dos outros (incluindo um bando de maltrapidos) parece que a técnica se desfez sem Ying querer ou sem ser nocauteado.
Para completar, antes mesmo que Ryuza pudesse agir, fora atingido por dois tiros, depois tudo se tornou escuro, sentiu um calor intenso lamber suas pernas, seu corpo foi arremessado para longe.





Minha cabeça estava uma bagunça, tudo a minha volta girava, eu realmente não conseguia entender. – Quando foi que eu desativei a técnica? – Me perguntei levando minha mão esquerda a cabeça. – Será que minha insanidade está se intensificando a ponto de isso acontecer? – Olharia em volta, minha visão estaria um pouco turva, dores intensas percorriam meu corpo a maior parte delas vindas de meus membros inferiores. Piscaria forte os olhos, veria Yang diante de mim, abaixado de cócoras, com os cotovelos apoiados nos joelhos. – Desiste logo cara, suas ações de nada vão servir, serão limitadas mais uma vez... Se em perfeito estado você não conseguiu derrotar um homem ferido que era obviamente mais fraco do que você, porque você iria conseguir reagir nessa luta? Nem sequer a Eva e o Sam parecem estar em sã consciência... A Eva que conhecemos se jogou em sua frente para lhe salvar de um tiro... A atual está parada e quieta desde que chegamos aqui... – Sentiria o calor da mão de Yang tocar minha testa. – Apenas desista cara.

Sorriria. – E dai? – Perguntaria enfim, tentando me levantar. – Se eu morrer, foda-se, se o Auron se voltar contra mim, foda-se, se qualquer um ficar em meu caminho, foda-se. – Olharia para frente. – Não há motivos para aquele filho da puta me atacar, mas mesmo assim ele o fez, de surpresa é claro... porque não tem culhões para fazê-lo de frente. – Levaria a mão até minha bolsa, pegaria a seringa de morfina, com meus talentos em toxicologia eu sabia a dosagem certa para que só neutralizassem as dores, aplicaria um pouco em cada perna. Enfim me levantaria, minha voz a princípio soaria calma, ajeitaria minha cartola sobre minha cabeça, ignoraria as dores de minhas pernas, não me importava se as perdesse depois, eu as utilizaria por uma última vez se fosse necessário. – Auron... Me dê licença, depois resolvemos nossas questões. – Diria para o capitão. Respiraria fundo.

Meus olhos focariam o mink, investiria contra ele, não poderia usar minha técnica obviamente pois tinha acabado de a utilizar, mesmo sem ter sido minha intenção o fazê-lo, mas acreditava ser rápido o suficiente para evitar os ataques daquele lixo. Minha movimentação seria transversal em direção ao oponente, minhas passadas tocariam no chão enviando sinais de dor, mas tentaria com toda minhas forças as ignorar, eu tinha como pericia corrida, além de uma agilidade de nível especialista, meu avanço não deveria durar mais do que alguns segundos.
Se o mink tentasse atirar com o canhão eu desviaria brevemente o caminho, inclinando o corpo e girando com um salto para que não perdesse sequer um segundo com a desaceleração, após o desvio de caminho esperaria o reposicionamento do canhão, antes da ocorrência do tiro eu avaliaria a sua inclinação estimando com minha genialidade o percurso, se fosse um tiro baixo eu aceleraria e ganharia energia cinética para carregar o impulso de um salto que visava passar por cima da bala de canhão deixando-a passar direto e prosseguir com a corrida aterrissando com um rolamento.

Se o tiro fosse reto, eu levantaria os braços e impulsionaria meu corpo com um rápido flexionar de joelhos, usaria os braços como força de toque e rotacionar meu corpo no ar saindo pela tangente, evitando a linha do tiro, me afastando e retornando a corrida assim que aterrissasse.
Se o tiro fosse alto eu declinaria meu torso para trás e flexionaria meus joelhos, tentando deslizar no convés ensanguentado como um artista de rock faz em um de seus shows, livrando assim, meu corpo do provável alvo.

Em todos os casos, após a explosão eu tentaria manter meu corpo firme, sem ser arremessado pela onda de choque, caso notasse que iria me desequilibrar, eu saltaria na direção em que a onda empurrava, aproveitando seu impulso.

Se depois do disparo do canhão o mink tentasse recarregar a arma, eu avançaria tentando alcança-lo antes que conseguisse, se não desse tempo, aplicaria as mesmas estratégias, mas mudaria minha velocidade, para que o oponente não pudesse antecipar os movimentos.
Se após o disparo do canhão o oponente tentasse disparar com suas pistolas eu efetuaria as seguintes esquivas (o mesmo serve para o caso de que desde o início o atirador começasse pelas pistolas):

Com meus olhos fixos em seus membros eu tentaria antecipar as direções de seus disparos, não só isso como tentaria também oscilar a velocidade com que corria, efetuaria brecadas e saltos acrobáticos com giros de corpo no ar, cambalhotas, deslizes ou rolamentos para confundir o oponente. Assim que notasse a direção do tiro eu tentaria livrar meu corpo: Para tiros que aparentassem atingir a lateral esquerda ou direita superior de meu corpo, eu brecaria a corrida com a perna oposta a direção do disparo (ex: se o tiro fosse na minha direita, pararia a perna esquerda) e usaria a inercia do movimento para efetuar um giro de costas seguindo a direção do disparo, não somente isso, mas durante o giro eu iria flexionando meu tronco para frente até, e encolhendo os joelhos, quando voltasse a ficar de frente estaria agachado, apoiaria as mãos no chão e efetuaria um impulso rolando para a direção que tinha havido o tiro.

Se os disparos fossem baixos eu catapultaria meu corpo usando a parte superior como força motora, para seguir efetuando estrelas, pararia agachado e correria em linha reta até o alvo. Se não fosse o bastante efetuaria saltos para frente, abraçando os joelhos e girando feito uma bola no ar durante algum tempo, para enfim parar e retornar a movimentação. Saltos simples ou giros impulsionados pelas minhas pernas fazendo meu corpo dar duas voltas no ar em volta do meu eixo longitudinal.
Se os projeteis acusassem a direção de minha cabeça, inclinaria meu corpo para frente, primeiramente o abaixando. Ou tentaria saltar para lado, livrando minha cabeça da direção ao incliná-la para o lado ou totalmente para trás.

Independente dos casos, caso eu fosse atingido por um disparo eu tentaria continuar minha movimentação, aplicaria rapidamente uma pequena dose do anestésico sobre o lugar e continuaria, meu objetivo era um só: alcançar o mink.

Caso houvesse algo que inibisse minha visão, como poeira, fumaça, ou flashs de luz, eu sacaria minha granada (a qual fica escondida por baixo do meu sobretudo, na parte de trás, ninguém do bando além da Eva sabe que possuo tais coisas) e a jogaria na direção onde estava o mink, obviamente, me guiaria por minha boa memória e genialidade, se após a explosão eu pudesse ver novamente, voltaria a avançar.

Assim que estivesse a uma distância aceitável eu inclinaria meu corpo para frente, me aproximaria pela direita do mink, minha esquerda, minha mão direita tomaria a minha cartola. – Desculpa Eva, depois você me dá outra. – E a lançaria em direção a face do mink, antes de jogar, eu o observaria meticulosamente, para saber para onde ele se moveria. Depois ativaria minha técnica, uma sombra negra emanaria de meu corpo, meus movimentos se tornariam tão silenciosos quanto a brisa de uma noite sem vento. – Marcha da Noite. – Minha intenção era obstruir os seus sentidos. Jogaria meu corpo mais para frente, colocaria a mão esquerda que sustentava a bengala para frente, segurando-a pela parte inferior, a intenção era alcançar o calcanhar do mink, caso conseguisse, com a alça da bengala eu puxaria a perna do alto, girando meu corpo no sentido ante horário e avançando para suas costas.
Soltaria a bengala, levaria a mão até minha sacola de remédios e tomaria uma seringa de morfina sem nenhum atraso e ainda no ar tentaria injetar o liquido no trapézio do alvo e pressionar até o final a dosagem não só tiraria as dores de seu corpo, como também seria o suficiente para inutiliza-lo. Agacharia de forma rápida e ainda impulsionando pelo giro eu desferiria um corte horizontal na parte de trás de seus joelhos.

Levantaria e aplicaria um chute em suas costas tentando jogá-lo para longe. – Vê se morre, lixo. – Tomaria nas mãos outra granada, tiraria o pino e a jogaria nas costas do mink. Saltaria para trás e correria me afastando da explosão.

Se a caça tentasse escapar correndo se afastando ou qualquer coisa do tipo, continuaria em seu encalço, logo o alcançaria, continuaria com as táticas de esquiva as repetindo se assim fosse necessário, uma hora ele teria de parar para recarregar.
Na aproximação tomaria cuidado com sua calda, ou em um movimento desesperado ele poderia tentar me atacar com suas garras, como ele não era um lutador corpo a corpo, não somente brecaria minha movimentação e tentaria inclinar meu corpo para a direção oposta ao ataque, como também desferiria com todas minhas forças um corte vertical ou diagonal, no membro que estivesse a se aproximar, se fosse sua calda, tentaria cortá-la fora, seu braço, tentaria inutiliza-lo por completo.


Se houvesse interferências, tentaria evita-las me afastando dos agressores o máximo que eu pudesse, se continuassem a me atazanar, atiraria uma das granadas nos mesmos.
Se fosse Auron a se interpor, tentaria dribla-lo correndo em sua direção e ao me aproximar de seu alcance eu pararia de repente e saltaria para a diagonal, primeiro fingiria ir em uma direção, para rapidamente desviar para o outro.
Se eu fosse capturado ou acertado por um golpe do capitão eu tentaria me livrar acertando seus membros e só então recuaria, parando a minha ofensiva e fugindo do barco o mais rápido que eu conseguisse.

As esquivas seriam aplicadas também no caso de eu ser alvo de ataques enquanto me levantava e me preparava.
Se durante minha ofensiva, alguma parte falhasse, eu continuaria pressionando, não desistiria até que todas as etapas fossem concluídas. Se o alvo estivesse de costas, só facilitaria, não precisaria lançar a cartola nem puxar sua perna, apenas acerta-lhe com a seringa, cortar suas pernas, chutá-lo e lançar a granada no mesmo.

Se fosse obrigado a gastar uma de meus ataques antes de chegar no mink, daria prioridade ao lançamento da granada.



Técnica:
 

Explicação:
 

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Última edição por Ryuza Ying em Seg 30 Jan 2017, 22:55, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptySeg 30 Jan 2017, 17:56

Eu normalmente era calmo. Sim, psicótico e caótico, mas calmo. Sabia sempre o que estava fazendo ou ao menos tinha as consequências em mente de meus atos e em último dos casos não deixava transparecer o que sentia. Mas naquele momento confesso que havia perdido essa calma com as provocações daquele pirata. E isso ficou em evidencia conforme comecei a berrar e atacar.

Meu oponente era forte. Não sabia estimar o quão forte ele realmente era, mas ao menos em níveis semelhantes ao meu. Conseguia acompanhar minha velocidade e se manter seguro mesmo com as sequencias de movimentos ofensivos, claro, ele tinha de sacrificar suas próprias ofensivas para isso e focar em sua própria sobrevivência e defesas. “FILHO DA PUTA! PARA DE CORRER! “ E isso de pouco em pouco me deixava mais e mais irritado, era como se estivesse perseguindo meu próprio rabo sem chance de pegá-lo, mas a insistência demonstrava ser efetiva quando houve uma oportunidade para cortar o joelho do capitão.

“Finalmente! ” Sorri empolgado, era finalmente o momento de começar o real ataque, o primeiro ferimento era apenas o que precisava para ir causando danos cada vez maiores até conseguir eliminar o cabeludo, mas nem tudo eram flores. Ele se rendia. – Hã? – Não entendi quando ele subitamente parou e tentou cauterizar a ferida. E conforme ele explicava a situação que estava não ajudava. Me deixava ainda mais irritado.

“Desistir de matar ele!? “ Aquilo era ofensivo só de pensar. Mas como ele mesmo havia dito. “Três minutos. Eu consigo! “ Era o que pensava, mas ainda assim pelo pouco que havia visto, não era uma missão fácil, apenas para conseguir aquele pequeno corte no joelho havia levado por volta de uns 5 minutos. Estava hesitante. “Eu vim aqui só pra pegar o Log Pose... “ Era este meu objetivo inicial, embora tivesse saído da trilha ao entrar na caverna e decidir matar a todos. Valia mesmo a pena desistir de cinco milhões e do objeto que seria necessário para prosseguir a viagem apenas para querer matar uma única pessoa? Por mais que ela tivesse me irritado não era o suficiente.

Ainda assim era difícil de assimilar aquilo. Meus dentes estavam rangendo uns contra os outros e minhas mãos tremiam, eu queria avançar e continuar a luta. EU QUERIA MUITO continuar a luta. Como eu queria... – AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!! – Trocava a adaga de mãos, segurando-a com a canhota e usando pra apunhalar minha própria mão direita... Claro, eu gritei de novo logo em seguida.

Fiquei em silencio após o segundo grito tentando me acalmar respirando profundamente algumas vezes. – Pois é... – Confesso que era tão frustrante que achei que podia até derramar lagrimas, mas não o fiz. – ... Eu também não posso continuar pelo visto. – Dizia ao mostrar a mão perfurada e ensanguentada. Meu rosto agora assumia uma expressão mais neutra, ainda assim era evidente que não estava com um humor muito bom.

- Vai acabar assim por hoje... – Peguei o log pose com a canhota logo depois de guardar a adaga. – Kravian não é? – O tempo todo eu sabia o nome, apenas não valia a pena repetir um nome que logo seria esquecido. – É bom você sair desse lugar de merda. – Comecei então minha caminhada em direção a saída. – Você é a primeira pessoa que eu quis e não consegui matar. Sinta-se feliz. – Tinha de aceitar minha derrota e sair dali logo antes que o tempo acabasse.

Durante o caminho, iria ignorar os corpos caídos. Eu já tinha o que queria e não estava com humor suficiente pra ficar coletando lixo naquele momento. “Como se eles fossem ter alguma coisa de valor...” Durante o caminho, embora não fosse ajudar de nada, usava a mão esquerda como apoio para a outra que estava ferida. Se houvessem novos inimigos que pudessem surgir ao longo da caminhada iria permanecer indiferente a eles e sequer trocaria olhares, apenas tentaria passar no mesmo ritmo em que já estava ao seu lado sem mais problemas, meu bom humor para homicídios estava perdido por hora.

Ao sair iria diretamente ao velho gordo. – Feito. – Diria tirando o Log Pose do bolso. Por mais frustrante que fosse a minha derrota no interior da caverna não queria demonstrar isso ao velho, já havia me rebaixado o suficiente ao mostrar isso ao capitão. Escondia minha raiva e frustação e dava lugar a um sorriso debochado, o mesmo que tinha no rosto ao entrar naquele lugar anteriormente.

Iria ouvir o que quer que ele pudesse querer dizer a respeito. E uma vez que fosse liberada minha saída com o Log Pose iria voltar a caminhar em direção ao barco. – Valeu... – Deixaria escapar em um tom melancólico assim que virasse de costas.

Caso ele ou Evangeline notassem a ferida da mão e questionassem a respeito iria responder de forma simples. – Nada de mais... Perdi a calma só. – Não queria explicar o ocorrido, apenas queria voltar o mais rápido possível ao barco. – Você consegue dar um jeito nisso? – Perguntaria a minha parceira deixando a mão em evidencia.

Ao chegar ao barco. Provavelmente notaria que as coisas não estavam iguais a quando havia saído. Iria manter distância e observar o ocorrido, mas caso encontrasse algum rosto familiar iria me aproximar. – O que exatamente aconteceu enquanto eu estava fora? – Iria me manter calado apenas observaria, claramente confuso.


OFF: Segundo genialidade eu tenho facilidade em guardar informações como padrões e etc. Eu presumo que nomes e caminhos de caverna não sejam exceções, mas como eu mesmo disse eu prefiro esquecer nomes pouco importantes(Infelizmente esse bosta conseguiu se destacar pro meu personagem)

OFF2: Pro Sid, ele perdeu a luta só por que não conseguiu matar o cara.
OFF3: Se pah eu vou tentar aprender ambidestria. Se me deixar bastante tempo com a mão direita ferida eu posso aproveitar pra treinar a esquerda.


Vicio Alucinógenos: 8/15

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptyTer 31 Jan 2017, 00:34

Depois de sair numa excursão para recrutar alguns miseráveis que estavam dispostos a ter uma nova vida de aventuras ao nosso lado, finalmente chegávamos no navio. Bastante empolgado eu pulei de volta na embarcação para trazer as boas novas e ver como estavam os marinheiros que designei para limpeza do navio, quando me deparo com o Ryuza lutando com eles. Aquilo me deixava profundamente irritado, não pela vida de um marinheiro que ele havia tirado, mas sim pela desobediência de uma ordem, afinal um grupo que não respeita seu capitão, não tem a menor chance de permanecer vivo nesses mares cruéis.

A raiva começava a tomar conta de meu corpo e sem que percebesse, começava a me transformar novamente na forma hibrida de cavalo. Enquanto eu pretendia fazer algo com Ryuza, Ashuura se afastou dizendo algo que eu não consegui prestar atenção, pois a raiva que estava em mim só fazia com que minha atenção fosse focada no Ryuza.

Observando aquela situação muito irritado, perguntaria ao Ryuza o que ele estava fazendo e para aumentar minha raiva, ele me respondia de forma rude e despeitosa.
– Esses lixos não valiam a pena, se não gostou vá com sua puta cor de rosa se foder também. –
-O QUE?! - Disse com as pupilas dilatadas, incrédulo no que acabei de ouvir. Depois disso, vagarosamente eu caminharia em direção ao Ryuza quando de repente vejo ele ser atingido por tiros de canhão e voando longe. Por mais que eu fosse punir o Ryuza, aquilo sem duvidas era coisa para o capitão fazer, não outra pessoa. Com isso, muito irritado eu olharia ao meu redor e perguntaria muito bravo. - QUEM FEZ ISSO?! - Minhas veias do braço estavam todas dilatadas e meus braços tremiam de raiva enquanto fechava o meu punho com toda minha força. Ainda tremendo de raiva, continuaria indo em direção ao Ryuza, se o marinheiro estivesse em minha frente, usando a força de meu braço eu bateria com toda minha força com a parte externa do meu ante-braço, tirando o mesmo do meu caminho.

Se Ryuza estivesse consciente ainda, usaria minha grande força muscular e aceleração para projetar o meu corpo com um poderoso impulso "voando" na direção do Ryuza da forma mais imperceptível e inesperada possível. Em seguida, daria um chute com a canela esquerda, tentando acertar o estomago do mesmo para que assim ele perdesse a consciência ou algo do tipo. Caso isso não fosse suficiente, faria isso até conseguir, não importando quantas vezes eu tentasse.

Se durante essas investidas, eu percebesse que o Ryuza tentaria me cortar ou cortar meu pescoço, sacaria a Rex Ventus e com ajuda da melhoria no meu campo de visão, tentaria prestar bastante atenção nos golpes do Ryuza e Suchiro, tentando esquivar das balas de canhão e dos cortes de Ryuza. Se a esquiva não fosse a melhor opção ao meu ver, tentaria colidir as laminas, colocando o máximo de força bruta nos golpes para desarmar o homem.

Se o Ryuza fosse derrotado, pegaria ele nas costas e o daria para o misterioso homem que havia sido recrutado por nós. - Cuide dele, veja com os outros tripulantes que já estavam a bordo onde tem correntes e o acorrente. Não deixe que o leopardo o mate... Agora tenho outra "peça" para conter... - Diria num tom de voz extremamente sério e imponente, enquanto olhava para o outro navio.

Concluindo isso, muito irritado eu voltaria ao solo e começaria a correr em direção ao outro navio. Desta vez, tentaria me transformar num cavalo completo e correria com minha velocidade máxima em direção ao outro barco. - O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTA FAZENDO, ASHUURA?!! - Gritaria enquanto permanecia a minha respiração tão forte que chega saia fumaça. -EU FALEI QUE DARIA UM JEITO, POR QUE VOCÊ TINHA QUE SE METER, ESTÁ QUERENDO DESTRUIR O NAVIO?!! - Enquanto eu corria, caso eu percebesse que seriam feitos disparos em minha direção, pularia para o lado oposto do tiro, usando minha aceleração para fazer o rápido movimento de desvio sem perder muita velocidade, e começaria a correr em zig-zag para dificultar a pontaria do homem. Faria isso quantas vezes fossem necessárias para não ser atingido até chegar no navio.

Quando eu chegasse bem perto, flexionaria minhas patas traseiras e daria um grande impulso para cima do outro navio, e ainda no ar, tentaria me transformar na forma humana de novo enquanto dava um salto mortal de 360° no ar. Ainda no ar, tentaria acertar um chute com a sola do meu pé esquerdo na cara de Ashuura.

Se eu novamente notasse que o homem atiraria em mim, tentaria direcionar meu corpo para a melhor distancia possível, tentando me livrar da bala. Se o chute desse certo, provavelmente ele "voaria" longe devido a minha grande força, e com isso, mais uma vez utilizaria minha aceleração para não perder tempo e continuaria em velocidade, flexionando  meus joelhos e me impulsionando na direção que o homem voou, tentando acertar outro chute no mesmo ainda no ar.

Caso ele caísse no chão e demorasse de levantar, eu sentaria em seu abdome e começaria a socar sua cara até ele desmaiar.

Se eu percebesse que ele tentaria me arranhar com suas garras, sacaria a Rex Ventus e tentaria bloquear seus golpes. Se eu sentasse nele e ele tentasse me tirar de cima, tentaria virar modo Hibrido de novo, para que o meu peso (Quase 1 tonelada +/-) Conte-se a fúria do homem, e assim daria diversos socos no mesmo até ele desmaiar.

Se eu obtivesse sucesso em conter os dois, jogaria Ashuura nas costas e caminharia com ele de volta até o outro navio. -Está na hora de acabar com essa palhaçada... - Falaria comigo mesmo, muito irritado, porém determinado. Chegando no navio, procuraria por correntes bem fortes e amarraria os dois um do lado do outro, e aguardaria os dois acordarem e o todos do bando estarem reunidos novamente. Ficaria sentado de braços cruzados na frente dos dois, até que ambos acordassem, quando eles acordassem eu falaria num tom sério. -Finalmente acordaram. - Levantaria - Está na hora de vermos que é Chess de verdade e quem só esta querendo brincar de ser pirata.  - Iria na direção dos dois e os pegaria, levando-os para terra firme. - Sid, como isso era um navio de marinheiro, me traga um balde de aço, o corpo de algum daqueles marinheiros imundos, fogo e algo inflamável. - Falaria num tom bastante imponente para que o garoto não achar que era brincadeira e me levar a sério.  -Está na hora...


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 4 EmptyTer 31 Jan 2017, 21:46

"Hora de aproveitar que ele caiu, cara aquela queda foi fantástica, arrancar uma perna ou braço teria sido mais vantajoso, mas não pude resistir a fazer isso, as vantagens de lutar contra alguém que não é um marine ou agente do governo é essa, eu posso com objetivo aberto". Eu guardaria a pistola da mão esquerda, e pegaria a granada de fumaça e a ativaria, e então a jogaria a alguns metros no convés do navio.

"Acabei de tirar seus olhos, agora vai ter que vir para cima de mim na cara e na coragem, afinal, não tenho nenhum bom motivo para ir para cima, afinal eu tenho minha vantagem aqui." Depois de jogar a granada, eu pegaria outra coisa do meu bolso, meu flavor Dial. Ficando armado na mão direita e com o Dial na esquerda.

"Será se terei que enfrentar Auron também? Ele é bem instável, então vou me focar no Ryuza, e me proteger do Auron, não tem como ele usar a mascara transformado em cavalo, o formato da cabeça é totalmente diferente. Ele é gatuno, mas de nada adianta nessa fumaça, sem uma mascara ele vai ficar tossindo, e a densidade dessa fumaça vai me ajudar a ver a movimentação dentro, e além do mais, a escuridão causada pela fumaça não é uma desvantagem pra mim, mas ele vai ter que confiar na audição." Eu ficaria posicionado atrás de outro canhão carregado, dessa vez ia ser bem pior, já que miraria na altura nas suas costelas. Usando das minhas habilidades sensoriais para sentir melhor o ambiente e saber a localização dos outros ali, com todas minhas habilidades, eu saberia onde encontrá-los antes que eles me encontrem.

Assim que tivesse uma possível localização de algum deles, é claro, pela transformação, a área do Auron bem maior, mesmo na forma hibrida, além do barulho dos cascos, mas nada disso era o suficiente. "Eu tenho todas as vantagens possíveis, ele cair antes mesmo de poder entender meus truques. Desorientar, enganar, e obstruir." Com a mão esquerda eu usaria o Flavor Dial,e guardaria minha outra pistola da mão direita para usar o canhão. Usaria o Flavor Dial para sugar parte do gás na minha linha de onde sentisse os sons, para limpar por um momento e fazer ter toda mira possível. Assim que percebesse o alvo, eu dispararia o canhão e depois liberaria a fumaça de volta, na altura nas costelas. " Uma mudança de ambiente iria atrapalhar alguém que não estivesse esperando, e usar o canhão daquela forma iria fazer aquela fumaça se afastar de toda forma, então era melhor recolher ela pelo tempo do disparo e solta-la depois do disparo para manter a fumaça na área de toda forma."

"É claro, agora meu plano estava completo, diferente de mim ele não estava usando nenhuma mascara e estava só tendo a audição para se guiar, o que faria o disparo além de uma surpresa ser pior para sua orientação, já que tirava sua audição por alguns segundos." Eu saltaria sacando minha pistola na mão direita mais uma vez, saltando usando um dos outros canhões, e então saltaria para o outro navio, viraria meu corpo durante o salto, e novamente usaria o Flavor Dial para retirar parte da fumaça e disparando mais duas vezes em Ryuza, dessa vez onde estivesse uma de suas granadas explosivas, e outra em uma de suas pernas, abaixo do joelho, onde já não tinha já defesas. " Era fácil, se eu saltasse significava que não iria precisar tocar o chão e fazer barulho com meus passos, e acabaria com a forma dele me localizar, afinal ele ainda teria que lidar em encontrar depois do barulho do canhão. Aquele imbecil ainda carregava explosivos, eram como se estivesse pedindo para eu explodi-los."

"Sabia que ainda poderia ser pego, ele esta em pé de igualdade comigo em habilidade, por isso usar todas essas vantagens faria a batalha ser bem mais fácil do que deveria. Atacar primeiro, tomar o campo de batalha, desorientar, e confundir eram ótimas táticas, mas sem fazer algo para lidar com ele pessoalmente, era inútil." Se ele chegasse a mim, ou conseguisse desviar do disparo do canhão, teria que manter a distancia, assim que ele viesse para cima, eu jogaria a camisa de sargento marine, na densidade era difícil ele diferenciar as coisas, tinha que usar isso, e me movimentaria para a direita, para cima de algum dos canhões e usar como antes para fazer um salto mais longo e criar mais distancia. Em um ataque realmente vindo em minha direção, eu faria um recuo tentando sair da area de acerto dele, e jogaria o elmo de metal, não contra ele, mas arremessaria em pleno ar para que sua adaga acertasse o elmo, já que na fumaça a diferença entre um elmo e uma cabeça não era muito diferente. "Era imaginário um ataque ali, já que poderia ser fatal e também era a única área sem metal protegendo"

Cortes superficiais, diagonais, horizontais ou verticais não tinha tanta diferença, já que ele usava um adaga, diferente de uma espada o impulso não era tão diferente. "Ainda bem que uso essa armadura, pode doer, mas não serei realmente cortado" Eu faria um movimento diagonal, para trás, então para o lado que a lamina estivesse passando, não poderia fazer sem a armadura, mas a tentativa seria para o ataque passar direto e não me atingir, não aumentando a distancia, mas aumentaria a diferença entre meu corpo e a área que o corte viria. Assim poderia zerar a área o corte, e sair pelo lado de onde veio o braço, o que me daria tempo para criar distancia.

"Auron é um perigo em dobro, ser acertado por um coice daqueles deve doer muito, eu vi o estrago que fez no tenente, não quero aquilo pra mim." Eu ainda tinha a fumaça, e ainda tinha a roupa de soldado marine que tinha a muito tempo. "Já que não queria gastar a de Tenente." Eu faria parecido, como antes, se Auron viesse com tudo para cima de mim, eu jogaria a camisa de soldado para o alto, assim Auron miraria alto para acertar meu peito ou cabeça, eu usaria essa prerrogativa e deslizaria por baixo do corpo do Auron, se ele mirasse na cabeça, e pelo lado se ele mirasse em qualquer outro lugar, desviaria por baixo ainda, mas um pouco mais ao lado esquerdo do Auron para evitar que fosse atingido. "Auron é muito bruto, e sempre ataca com tudo, então tenho que aproveitar isso, ele não acha que vai falhar, muito menos vai pensar duas vezes antes de me derrubar, então vou aproveitar disso."

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