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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptyQui 26 Jan 2017, 13:46

Parecia mais uma vez que estava na hora da minha chamada com a marinha, esses caras demoram para sacar o que houve. Eu colocaria o telefone na orelha, puxando um caixote para me sentar, e descansando minhas pernas sobre o cadáver do marinheiro que acabava de abater.

Hello QG, parece que vocês falharam mais uma vez. Relatório da missão, todos os marinheiros mortos ou em fora de combate, e devo lhes dizer, deveriam sentir pena dos vivos e não dos mortos. Ah, obrigado pelo navio, gostei desse novo truque com arpões, realmente engenhoso. Acho que deveriam trazer um capitão da próxima vez ou pelo um tenente mais competente, e do tipo mais humilde, esses grandalhões arrogantes sempre acabam deslizando no próprio ego. - Falaria em uma voz hilariante e com enorme tom de deboche, terminando com uma risada. - Nós falamos na próxima vez que eu matar mais de seus companheiros mais a frente na GL, ate mais. - Desligaria o telefone.

Eu deixaria o Den Den mushi ali, voltaria a subir as escadas a procura dos meus companheiros, com minhas armas já guardadas, eu retiraria meu elmo de batalha, e trocaria pelo minha nova e bela cartola. Ela era muito mais foda. - Eva ou Queen, me façam um favorzinho básico, poderiam jogar sal ou qualquer outra coisa nas feridas dos marinheiros e deixarem eles amarrados, os que sobreviveram, eles podem ter utilidade. Seja diversão ou informações.

Eu procuraria pela cabine dos oficiais do navio marinheiro, abrindo com cuidado, se estivesse fechada, eu meteria o pé na porta para entrar. Estava a procura de coisas úteis, talvez uma boa arma de fogo nova, grana, alguma bebida para comemorar, e principalmente algum uniforme de marine, de sargento ou tenente. Depois de vasculhar, se achasse uma roupa de sargento ou tenente, eu jogaria a roupa de soldado que tinha guardado e guardaria essa no lugar daquela.

Eu iria ate Auron, tinha uma ideia baseada na minha própria falta de vontade de ficar atirando em alvos tão fracos, matar marines era divertido, mas quando eles nem ao menos conseguem reagir, me parece muito sem graça, mas esses marinheiros ainda tem que ser mortos. - Auron, tenho uma ideia, temos dois navios, ambos tiveram dano, e você já deve ter percebido que enfrentar tanto marines soldados assim vai ser difícil quando tivermos um inimigo forte de verdade. Por que não aproveitamos dos desesperados do Farol? Boa parte deles são ex-capitães piratas que perderam seus navios. Precisamos de mais peões. Depois que arrumarmos tudo por aqui, se quiser, eu vou com você recrutar novatos.

Depois disso eu iria ajudar Auron a mover as coisas para o outro navio, eu tinha minhas próprias coisas que precisava mover, tudo meu que estava naquele navio, para o outro, como Auron havia pedido. Parando para pensar, meu pai tinha uma habilidade estranha, me lembro disso, mas uma pessoa virando um animal? Isso realmente foi um pouco além. Eu procuraria um quarto de um dos Sargentos para me acomodar no outro navio, Ryuza poderia ficar com o outro, e Auron provavelmente iria querer o quarto do Tenente, sorte que aquele delinquente não esta aqui, não a competição. Eu iria arrumar tudo, organizado no meu novo quarto.

Depois de organizar minhas coisas, eu reuniria todo o montante de armas de marine que eu encontrasse, se iriamos reunir piratas, era o básico que precisávamos oferecer. Depois dos recém chegados virem, poderíamos fazer uma competição de acertar tiros em marines amarrados, será divertido. Eu deixaria todas as armas em uma pilha, e contabilizaria quantas haviam.


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Hoyu
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Hoyu

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptyQui 26 Jan 2017, 21:10



Zed – Farol

A medida que as regras do jogo proposto por Don Karthus eram explicadas, a excitação de Sid ia diminuindo. Obviamente o jogo não valia a pena, apesar de precisarem muito de um Log Pose.  -Acabou? – Ele perguntou ao homem, quando o mesmo terminu e explicar s regras. - Você chama isso de jogo? Esse tempo no farol realmente acabou com você eim velhinho. – Ele virou de costas. – Deixa pra lá tiozão. Desisti de jogar, esse jogo tem claras vantagens apenas pro seu lado e aparentemente tem muita cera no seu ouvido, por que eu disse claramente que eu tinha apenas... – Sid continuou, gritando. - ...CINCO ... – E diminuiu o tom. -...Milhões. Eu nem tenho o valor mínimo pra participar do jogo. – Don Karthu sentou de novo em sua cadeira. - É claro que o jogo tem mais vantagens para o meu lado, ou você achou que eu ia dar o Log Pose assim tão fácil? E você acha que eu tenho cara de idiota? Pela sua atitude você é nitidamente ou caçador ou pirata. Independente do caso, em um você deve ter muito dinheiro por caçar procurados e no outro deve ter dinheiro de saque. A única coisa que queria saber se tinha dinheiro com você no momento. – Mas Sid ainda não tinha terminado. - E esse jogo em si é estupido. ‘Olha, vamos decidir seu destino com um super jogo de cartas’ Sério mesmo? Isso não é nem de perto um jogo legal. Se você me colocasse em um lugar escuro contra uns 30 malucos e me pedisse pra sair de lá em um tempo determinado AI SIM! Ai seria um puta jogo. Mas não, ‘vâmo brincar de cartinha.’ – Sid estava nitidamente decepcionado. - É por causa de pirralhões brigões como você que eu enjoei disso. Todo mundo que chega aqui quer resolver essa porra com força bruta. – Reclamou o homem. - Vamo bora. – Disse Sid para Evangeline, com um tapa em sua bunda e um sorriso maldoso, o qual ela retribuiu com um tapa na bunda do garoto e mordendo o lábio inferior, levantando o braço esquerdo em um dedo do meio para o gordo.

- Não espere que vá conseguir um Log Pose em outro lugar. Sem jogo, sem Log Pose. Aff, não sei porque ainda tento argumentar com esses pirralhos que só pensam em porradaria. Vou te dar essa colher de chá, mas depois não venha reclamar comigo. – Ele se virou para uma das caverna da red line. - KRAVIAN! – Logo em seguida  um homem com roupas espalhafatosas apareceu da caverna. - É capitão Kravian! – Ele respondeu, sem paciência. - Belo capitão sem navio que mora em uma caverna. – Ele respondeu. - Diz logo o que é. To prestes a ganhar o peixe que o Jhonny pescou hoje em uma partida de poker. Com meu 10 escondido eu faço um royal. – Uma exclamação indignada veio de dentro da caverna e ele virou o rosto para dentro. - O que quer que tenham te dito, é mentira! – Ele gritou. - Deixa de vagabundear. Lembra que te prometi participar do próximo desafio? O pirralho aqui não quer jogar cartas. – Ele tirou uma coisa que parecia uma pulseira de madeira com uma esfera de vidro em cima e jogou para Kravian, que quase o deixou cair, mas conseguiu pegar. - Esconde isso e não deixa ele pegar. Desmaiem ele, se necessário. Se aguentarem por meia hora podem ficar com metade do que conseguir dele. – O pirata se apressou e entrou correndo na caverna. - Caralho, Jhonny. Esquece a porra do peixe. Esconde essa caralha, enfia no cu, se precisar. Só não quebra, senão tamo fudido. – Os dois conseguiram ouvir pelo eco da caverna, e com um suspiro, Don Karthus se virou para os dois. - Vocês tem meia hora para derrotar todos os piratas que entrarem no caminho de vocês, recuperarem o Log Pose e voltarem para cá. Se não voltarem em meia hora eu mesmo entro lá para chutas a bunda de vocês daqui e pegar esses 5.000.000 que resolveu apostar.


Ryuza – Navio 1

O ultimo dos marinheiros naquele navio havia sido morto por Winter, evitando que esse jogasse uma adaga em Ryuza, entretanto o gatuno não parecia muito feliz em vê-la. – Ah, puta que pariu, você de novo Summer? – O gatuno se aproximou e limpou a adaga na camisa de um dos marinheiros mortos antes de guarda-la. - E então Spring, como vai a sua pessoa? – Ryuza aproveitava a situação para fazer piadas com o nome da mulher, que parecia não gostar nem um pouco. - ME chama assim de novo para ver se eu não enfio essa adaga na sua barriga – E se afastou logo em seguida. O gatuno não se importou em responder a mulher, pois viu algo que chamou sua atenção no navio inimigo: Seu capitão havia virado um meio-cavalo e lutava ferozmente com o tenente. - Santa mãe... Não é que o maldito virou mesmo um meio cavalo? – Se apoiando na amurada do navio, observou os momentos finais do gigante enquanto as engrenagens do seu cérebro trabalhavam sem parar. - Akuma no mi... – Sussurrou. A batalha finalmente havia terminado, e todos podiam relaxar. – Bem, parece que vamos ter que trocar de embarcação. Pelo menos não vamos ter que limpar isso aki...  - O gatuno se calou ao ver que o outro navio estava tão ruim quanto.

- Bem, vamos indo. - Aceitando o fato de que teriam que lavar sangue seco do convés de qualquer jeito, Ryuza foi para os seus aposentos catar seus pertences para levar ao novo navio, e passou em alguns outros aposentos importantes, como o deposito, cozinha, etc, para ter uma ideia das coisas que teriam que levar. – Seria bem útil transformar isso aqui em uma arma não? Em uma espada ou uma adaga quem sabe? Vou trabalhar nisso. – Refletia ele, com a bengala que trazia consigo. O gatuno vasculhava cada cômodo do navio em que eles estavam usando, com exceção dos cômodos dos outros, Ryuza seguiu para o novo navio.


Suchiro – Interior do navio 2

Com o corpo morto do soldado a sua frente, Ashuura parecia se divertir muito com a situação. O marinheiro do outro lado da linha pareceu demorar alguns segundos para perceber o que havia acontecido, e esse tempo foi o suficiente para o pirata pegar o telefone para conversar. - Hello QG, parece que vocês falharam mais uma vez. Relatório da missão, todos os marinheiros mortos ou em fora de combate, e devo lhes dizer, deveriam sentir pena dos vivos e não dos mortos. Ah, obrigado pelo navio, gostei desse novo truque com arpões, realmente engenhoso. Acho que deveriam trazer um capitão da próxima vez ou pelo um tenente mais competente, e do tipo mais humilde, esses grandalhões arrogantes sempre acabam deslizando no próprio ego. – O homem do outro lado da linha rangia os dentes de raiva, mas sem falar nada. - Nós falamos na próxima vez que eu matar mais de seus companheiros mais a frente na GL, ate mais. – O marinheiro pareceu perder a paciência. - JÁ CHEGA! Melissa, prepare um navio para mim, e desative a linha H-3 com o navio do tenente Howges. – O telefone desligou e uma onda de choque atravessou o caracol, que rapidamente murchou e morreu. Despreocupadamente, o mink subiu para o convés de seu novo navio, feliz com sua façanha.


Auron, Ryuza e Suchiro – Navio 2

Voltando à sua forma normal depois da batalha, Auron começou a se acalmar. - Até mais ver, grande saco de merda... – Disse o pirata ao jogar o corpo morto do marinheiro ao mar. - Vocês viram como eu acabei com ele? FWAHAHAHAHAHAHAHA Estes marinheiros são patéticos! – Ele dizia para Queen e Dandara, que estavam no navio próximo a ele. - Vamos limpar a sujeira, esta aqui será nossa nova casa! - Belas boas vindas. – Dandara disse. - O problema é esse bando de corpos. Não tenho saco de ficar limpando essa porra, e acho que pisei no cérebro de alguém que o Ashuura acertou. – Ela disse, olhando o pé. - Se não era isso, não quer nem saber o que era... – Resmungou. - Aquele filho da puta ficou vivo só pra quebrar a porra do MEU navio, olha só isso! Se eu pudesse eu o traria de volta a vida para mata-lo de novo, e de novo e de novo e de novo até mata-lo para sempre! – Disse o capitão, com a veia da testa pulsando de irritação, e andando até a borda do navio.  - Onde está o delinquente pirado?! Ele foi atrás do bog vose?

Enquanto olhava para a red lina ao lado do navio, Ryuza pulou de um navio para o outro, falando com seu capitão. – Então, vamos fazer uma troca de barco? Seria bom aproveitar algumas coisas do outro barco, principalmente seu precioso tesouro Auron. – Auron esboçou um sorriso. - Sim, vamos trazer o tesouro para este barco... Aquela grana vai nos ajudar a dar inicio a o nosso império nesse vasto e temido mar! FWAHAHAHAHAHA! Vamos, quanto antes pegarmos as coisas, mais rápido a gente da o fora deste fodido lugar. – Dizendo isso, ele pulou para o outro navio, com o intuito de pegar as suas coisas. Logo em seguida o mink subiu para o convés vindo do interior do navio. - Eva ou Queen, me façam um favorzinho básico, poderiam jogar sal ou qualquer outra coisa nas feridas dos marinheiros e deixarem eles amarrados, os que sobreviveram, eles podem ter utilidade. Seja diversão ou informações. – Queen assentiu com a cabeça e começou a cutucar os corpos com o pé para ver quais estavam vivos. - Também vou ajudar. – Anunciou dandara, e começou a pular de um corpo para o outro. Logo em seguida o mink entrou de novo no navio e procurou a cabine dos oficiais do navio. Encontrou, enfim, uma espécie de closet com vários uniformes de soldados, alguns uniformes de sargento e dois uniformes de tenente. Provavelmente roupas sobressalentes. - Vamos todos! Precisamos tirar tudo que tem nesse navio e levar para o outro! E para os espertinhos, eu sei exatamente quanto temos e o que temos, não queiram pagar um preço caro para ver a minha ira! – Gritou Auron, e todos com exceção de Queen e Dandara, que checavam os marinheiros vivos e Ashuura, que estava no outro navio começaram a ajudar a transportar as coisas.

Auron foi até a sala do tesouro e, com um grande pedaço de pano amarrou o tesouro e o carregou para o outro navio. Depois de pegar uma roupa de sargento e uma de tenente, foi até Auron. - Auron, tenho uma ideia, temos dois navios, ambos tiveram dano, e você já deve ter percebido que enfrentar tanto marines soldados assim vai ser difícil quando tivermos um inimigo forte de verdade. Por que não aproveitamos dos desesperados do Farol? Boa parte deles são ex-capitães piratas que perderam seus navios. Precisamos de mais peões. Depois que arrumarmos tudo por aqui, se quiser, eu vou com você recrutar novatos. – Depois de dar a ideia, o mink começou a levar as coisas para o outro navio, começando pelas suas, e logo de inicio todos o viram levando uma mulher morena que não lutava contra ele, somente o seguia, aparentemente calma. Ninguém ali, com exceção de Dandara e Queen a haviam visto antes. Depois disso ajudou a levar o Eremita para a enfermaria no outro navio e em seguida a levar as outras coisas. Quando Queen e Dandara terminaram de checar os vivos e jogar sal nas feridas, amarraram eles e os deixaram no convés do novo navio. - Seis vivos. Um deles é muito estranho. Ele tava com um tiro na perna, mas parecia estar sentindo prazer. E acho que tava com uma ereção. – Disse Dandara, pulando no ombro do mink. Caso ele fosse ver esse marinheiro, veria 5 marinheiros gemendo e chorando e um loiro com um penteado cobrindo parte do rosto que mordia o lábio inferior e gemia de prazer com a ardência provocada pelo sal na ferida. Só havia uma mulher, e mais quatro homens. Além do sargento masoquista, havia um de bigode e cavanhaque, um com grandes costeletas e um baixinho. Enquanto traziam as coisas para o novo barco, Auron foi falar com Queen. - Queen! Procure pelo o delinquente júnior e veja se ele precisa de ajuda para encontrar essa porra de Jog Tose. – Pode deixar. – Ela respondeu, e saltou do navio na direção da red line.

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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2017:
 


Última edição por Hoyu em Sex 27 Jan 2017, 20:18, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptyQui 26 Jan 2017, 22:08

Depois de ficar desapontado com as regras daquele jogo, fiz um enorme discurso ao idoso gordinho. Discurso que tinha o propósito de recusar sua proposta e principalmente irritá-lo. Infelizmente eu falhava em ambos. Não demonstrou nervosismo algum com minhas atitudes, era como se tivesse se acostumado com tipos semelhantes. “Droga, eu queria muito irritar o tiozinho. “

Ele também alertava sobre não haver outra forma de adquirir o tal Log Pose e também fazia a proposta de um jogo mais interessante aos meus olhos, de certa forma semelhante ao que havia sugerido a pouco. – Olha só. – Me espantei em baixo tom virando ao velho e abrindo um sorriso logo em seguida. – Agora sim, parece divertido. – Voltei o olhar a Evangeline logo em seguida.

“Ela sequer sabe lutar? “ Ela já havia sido útil de fato quando mesmo sem equipamentos apropriados removeu as duas balas alojada em meu corpo. Ainda assim, nunca havia a visto em combate... “Mas isso também se aplica em mim. “ Lembrei.

Em toda minha carreira como criminoso até então eram contadas nos dedos as lutas verdadeiras que havia tido. Em grande parte dos casos minhas vítimas e “oponentes” eram exterminados logo antes de terem a chance de reagir, normalmente sendo pegos de surpresa ou enganados até uma oportunidade surgir para serem mortos. “Vai ser a primeira vez tendo um confronto de verdade... “ Ainda no começo de minhas aventuras criminais, era um simples e fraco jovem. Mas tempo havia passado, experiências haviam sido vividas. Estava mais forte do que a poucos meses atrás quando parti de Wars Island.

Não conseguia esconder o sorriso cheio de empolgação enquanto encarava minha companheira. – É melhor deixar isso comigo. Fica esperando se quiser ou volta pro barco. – Olhei em direção a caverna enquanto mexia os ombros e pescoço os estralando algumas vezes. – Na verdade... Eu acho que se eu for sozinho vou conseguir lutar sem preocupações... – Dito isto esperava que ela não me seguisse em minha caminhada caverna a dentro onde empolgado mordia o lábio inferior ao ponto de um pouco de sangue encher minha boca. Cuspi o liquido vermelho próximo aos pés velho. – Espero que você não sinta a falta deles. – disse provocando o idoso ao passar.

Logo antes de pisar naquele lugar já iria empunhar minha adaga com a destra. – E lá vou eu, quem não se esconder morreu... LITERALMENTE! – Gargalhava durante o trajeto. Ainda não sabia o que iria presenciar lá dentro. Minhas expectativas eram apenas escuridão e alguns futuros defuntos, mas não fazia ideia se haveriam coisas como mobílias, casas ou mesmo algum mínimo de luxo. Mas não era esse o ponto.

Minha ideia de me livrar da garota na entrada da caverna tinha dois motivos claros, o primeiro, por mais que não conseguisse admitir era por que no fundo de um poço enterrado em algum lugar muito oculto de meu subconsciente tinha algum apreço por ela, talvez não quisesse vê-la se machucar mas a ideia era abstrata demais para pôr em palavras. O segundo? Por que uma vez que isso fosse feito só havia uma certeza TODOS ali dentro seriam alvos. Não tinha de me preocupar em reagir rápido demais e machucá-la ou confundi-la com o inimigo, qualquer som era sinal de um adversário, de um novo alvo.

E essa seria minha forma de agir por ali. Matar qualquer coisa que se movesse, respirasse ou emitisse som e depois me preocupar se ele tinha ou não o bendito Log Pose. Por isso a adaga em mãos, esperava encontrar qualquer um logo de cara.

Assim que encontrasse, estivesse ele sozinho ou em bando iria iniciar uma corrida em direção ao inimigo(s). iria utilizar de meu corpo ágil e pequeno para atacar, mas não de forma direta com golpes largos e ofensivas chamativas. Seria sutil como sempre, procurando contornar as vítimas antes de abatê-las. Procuraria por brechas em suas posturas e tentaria causar feridas com minha arma e logo em seguida voltar a me movimentar circundado as vítimas.

Estaria sempre atento a ataques diretos ou surpresa. Focado em ouvir tanto dentro quanto fora de combate se minha visão fosse de alguma forma prejudicada pelo escuro ou outro fator. Daria saltos curtos e rápidos para qualquer direcional disponível e que me colocasse longe dos inimigos e já usaria de imediato a posição para avançar e continuar atacando.

Procuraria fazer ofensivas nos pontos vitais mais famosos, normalmente o que mais ficava disponível ao meu favor era a garganta que podia facilmente ser aberta com uma lamina como a minha. Era a forma mais rápida de eliminação, dificilmente o coração ficava exposto, mas ainda assim uma estocada ali seria capaz de resolver meus problemas rapidamente. Mas enquanto estes dois principais pontos não ficassem livres iria focar em atacar pelas costas e flancos. Costelas costumam ficar expostas por qualquer usuário de arma que a movimente. Mesmo boxeadores experientes deixam as deles expostas ao atacar.

Fora isto, atacar pelas costas era uma ótima opção também. Segurando a lamina voltada para o mindinho e cravá-la nas costas puxando-a violentamente para cima ou baixo para causar um enorme ferimento. E se bem lembrava, já tinha ouvido alguém dizer que um golpe na coluna podia deixar alguém paralisado das pernas para baixo. “Tá ai uma boa chance pra testar ” Não precisaria mais do que uma estocada logo acima da “bunda adversaria” pra isso.

Uma vez que o primeiro caísse morto faria questão de orgulhosamente anunciar aos outros. – FOI O PRIMEIRO. – E seguiria fazendo uma contagem a cada nova vítima. A cada cinco vitimas iria novamente falar esperando que ouvissem pelo eco da caverna. – Se me trouxerem esse relógio estiloso eu posso parar de matar todo mundo. O que vai ser? – Em nas vezes seguintes. – Tem certeza que não mudaram de ideia?

E caso alguém de fato resolvesse traze-lo ou simplesmente tentasse dialogar iria ignorar e continuar a seguir o padrão ofensivo. Apenas iria pegar o Log Pose se ele estivesse visível. Caso alguém tivesse o escondido nas roupas iria fazer uma revista geral uma vez que todos estivessem mortos por ali. Afinal, mesmo acima do Log Pose eu queria matar cada um deles... O motivo?... Por que as regras permitiam, era a oportunidade perfeita de unir o agradável com o legal.


OFF: Legal no sentido de lei, saca?
Vicio Alucinógenos: 5/15

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Ryuza Ying
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Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptyQui 26 Jan 2017, 23:02

Ryuza de fato sentia algo muito forte por Eva, algo que poderia sim ser descrito como paixão, ou até mesmo, amor, mas o mesmo não se aplicava a Winter... Ying não chegava a odiar a segunda personalidade da jovem, não, ele apenas sentia algo estranho, algo que não sabia explicar, uma mistura de sentimentos que era tão complexa e emaranhada que ele não tinha uma resposta definitiva, mas de uma coisa ele sabia: era muito bom provocar a Winter.

Depois de ser ameaçado por Winter, assistir o termino da batalha e recolher seus itens, o bispo deu uma volta pelo navio em busca daqui que poderia ser útil e valesse a pena transportar. Voltou para o convés, pensativo, seu estado de espirito enfim estava retornando ao normal. O salto foi facilmente efetuado, o pouco gracioso como só ele sabia achar que foi, Ying era um babaca de marca maior.

Depois de comunicar a Auron o que tinha de fazer, o bispo começou a perambular pelo navio da marinha, e por conta disso, não chegou ao ouvir a conversa que se passou depois, do contrário, a situação teria sido totalmente diferente. Ryuza caminhou lentamente por todo o barco, até que desse uma volta completa, ao retornar pode vislumbrar coisas que não lhe agradaram nem um pouco.




O mink vinha trazendo consigo uma garota com o tom de pele marrom, cabelos roxos, ele não a puxava nem obrigava a fazer nada, a mulher apenas caminhava atrás dele, em silencio, foquei meu olhar em sua expressão, o olhar dela não era a de uma pessoa feliz, era algo perdido, desolado... morto. – Tsc... – Uma raiva brotou de dentro de mim, sentia os músculos de meu corpo se retesarem, eu nunca tinha sido uma pessoa muito empática com relação a morte de outras pessoas, a dor de perder duas pessoas importantes, tão cedo por nada além do que o acaso fez com que esse sentimento secasse em mim... mas aquilo era diferente, aquilo fugia aos preceitos que seguia.

A outra coisa que observei com desagrado foram os marinheiros amarrados pelas garotas, elas pareciam jogar sal em suas feridas, para qual motivo? – Estes homens estavam apenas cumprindo ordens, estavam fazendo o que achavam certo, merecem uma morte digna e não uma tortura desonrosa. – Pensei comigo mesmo.
Sacaria minha adaga e caminharia a passos lentos em direção aos marinheiros presos. – O senhor dará um uso melhor para suas almas. – Diria ao me aproximar, se a Anã se colocasse na minha frente eu diria. – Acho melhor não tentar interferir, isso não lhe diz respeito. – Desviaria dela e pegaria o primeiro dos marinheiros, tentaria arrastá-lo até a lateral do navio.

- Arrependa-se de seus pecados e aceite sua fraqueza, somos falhos, mas no fim, todos podemos nos juntar a Ele. – Diria olhando para o mar, segurando o marinheiro firmemente pelo colarinho. Eu não era nenhum fanático religioso, sempre tive fé em um ser superior, em vários deles até... mas aquilo que estava fazendo naquele momento não era o meu normal, apesar de causar uma estranha sensação de prazer. O que realmente me motivava, era o fato de por um fim no sofrimento daqueles homens. – Eu te concedo, o sacramento da extrema unção. Em nome de todos os deuses e do Deus que é todos. – Colocaria minha adaga em sua garganta. – Descanse em paz. – Pressionaria lâmina contra o pescoço do homem, abrindo-o de lado a lado, em seguida o empurraria para o mar. – Aceite esse humilde sacrifício como prova de minha devoção, e nos conceda bons ventos, deus afogado. – Diria por fim.
Retornaria até o próximo homem, e repetiria o mesmo processo, oscilando entre cortar a garganta ou perfurar entre as costelas tentando acertar o coração. Faria isso com cada um.

Se algum deles apresentassem resistência, deferiria um golpe com o cabo da adaga em sua nuca, não a ponto de fazê-los desmaiar, mas apenas para limitar seus sentidos, se eu fosse atacado arremessaria o homem contra a amurada e saltaria para longe, para só depois voltar a pega-lo e concluir o processo.

Se fosse Dandara ou o mink a tentar me impedir eu diria. – Hereges como vocês não deveriam ousar se interpor no caminho de um fiel servo. – Minha mão apertaria o cabo da adaga. Se fosse o mink. – Não queira me dar mais motivos para que o próximo a ter a garganta cortada e ser lançado ao mar, seja você. – Minha voz soaria seria, sem expressão alguma, meus olhos estariam serenos. Dito isso contornaria o mesmo e continuaria a realizar o que tinha para fazer.
Se alguém ousasse fazer algo a para tentar me impedir que não fosse se colocar no caminho, eu não hesitaria em com toda minha velocidade investir contra aquele que tinha realizado a ação e com meus talentos de corrida cobrir a distância até o alvo no menor intervalo de tempo possível, gingaria o corpo para o lado e desferiria uma estocada focando o peito ou o ombro. Se fosse alvos de ataques, procuraria desviar gingando o corpo para a direção oposta a agressão, efetuando rápidos declives e sequencias de movimentos imprevisíveis, mudando o sentido de corrida e realizando saltos mortais ou cabriolas para confundir o agressor.

Em todo o caso, se fosse Auron a tentar me impedir, minha postura teria de ser diferente, apesar de não me importar em enfrentar o capitão, eu tinha ciência de que para que aquele bando funcionasse eu precisaria ceder certos desejos, sem falar que se eu entrasse em combate com ele estaria em desvantagem primeiramente pelo seus novos poderes e depois por que o lixo do mink provavelmente iria interferir. Não tinha certeza se a Winter me ajudaria. - Tsc... - Minha face inerte daria espaço para meu ar mentiroso, um sorriso descontraído essencial para compor minha lábia. - Dessa vez tudo bem Capitão, mas lembre-se que o que eles fazem não é muito diferente do que nós fazemos. - Tendo dito isso, me retiraria do local.

Se eu conseguisse concluir o que tinha iniciado a fazer, ou se fosse impedido, iria até o outro navio, e começaria a transportar o que tinha visto que me parecia útil, dando prioridade para os alimentos e água e ignorando por completo o que quer que estivesse acontecendo no convés.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 02:51

- Auron, tenho uma ideia, temos dois navios, ambos tiveram dano, e você já deve ter percebido que enfrentar tanto marines soldados assim vai ser difícil quando tivermos um inimigo forte de verdade. Por que não aproveitamos dos desesperados do Farol? Boa parte deles são ex-capitães piratas que perderam seus navios. Precisamos de mais peões. Depois que arrumarmos tudo por aqui, se quiser, eu vou com você recrutar novatos. - Olharia para Ashura com um olhar calmo porém mostrando interesse no que o mink dizia, cruzaria os braços e conforme ele ia falando eu pude notar que realmente fazia sentido o que ele falava. - Ashuura... Eu acho que você acaba de se tornar meu novo melhor amigo! FWAHAHAHAHA, de fato é uma boa sugestão, mas precisamos mostrar a estes homens que nós somos as pessoas certas para eles darem seu ultimo voto de confiança.

Dito isso, olharia a bagunça que estava no navio, toda aquela sujeira e sangue me deixava bastante irritado, e eu estava louco para arrumar tudo logo e partirmos. Coincidentemente, enquanto eu ficava irritado com aquilo, Dandara nos trouxe noticias que haviam marinheiros vivos, logo rapidamente eu perguntei onde e logo em seguida eu as seguiria. - Mostre-me esses vermes... - Ao chegar no local, chegaria bem sério e imponente, olhando cada um deles com um olhar amedrontador e penetrante. Caminharia lentamente com os braços pra trás, pela frente dos prisioneiros. - Vocês fizeram uma bagunça em meu navio...Tem sangue por toda parte, pedaços de cérebros, mais sangue e uma pilha de corpos de merda! - Suspiraria vagarosamente enquanto fechava os olhos. - Eu não vou limpar. - Apontaria para Queen. - A Queen não vai limpar. - Apontaria para o Ashura - O Ashuura não vai limpar. - Apontaria para o Ryuza. - O Ryuza não vai... - Antes que pudesse concluir a frase, percebi que o Ryuza caminhava vagarosamente com intenção de por um fim a tudo aquilo.  – Eu te concedo, o sacramento da extrema unção. Em nome de todos os deuses e do Deus que é todos. - Disse ele enquanto segurava um dos marinheiros pelo colarinho.

Por hora apenas observaria o que o louco do Ryuza faria. Agora de braços cruzados, eu deixaria ele matar um dos marinheiros e não falaria nada, continuaria apenas observando de braços cruzados enquanto mexia meus dedos. Caso após seu ritual de loucura ele partisse para outro marinheiro eu caminharia vagarosamente em sua direção e antes que ele o fizesse, eu seguraria seu pulso que estava com a adaga. - Ora, ora, ora o Bispo está loucão?! - Diria com um tom de voz risonho e com um sorriso discreto no rosto. - Você tinha seu "brinquedinho" e você o quebrou...Não posso deixar que você quebre todos os outros! - Dessa vez diria com um tom de voz mais séria e olhando nos olhos do mesmo, para ele perceber que eu estaria falando sério.

Como agora me tornei capitão do grupo, eu sabia minha postura deveria ser diferente em algumas situações, precisaria me impor e fazer com que o grupo confiasse em mim, ou as coisas não terminariam bem. - Acho melhor não acabarmos com isso... Não agora. - Tentaria abaixar a mão do Ryuza. - Eles nos atacaram e ainda sujaram todo o nosso barco! - Falaria meio irritado. - Mas agora eu tive uma ideia que pode acabar de fato com o sofrimento deles... FWAHAHAHAHAHAHAHA - Olharia novamente para Ryuza, com um olhar extremamente frio e com um sorriso demoníaco porém bem tímido no rosto. - Que tal darmos uma escolha a estes pobres coitados?! - Tom de deboche. -Nós temos coisas importantes a fazer em terra firme... Preciso que você venha comigo para resolvermos algumas coisas. - Voltaria a olhar para os marinheiros, daria um sorriso e me abaixaria até ficar bem parelho no nível deles.

- O navio está bem sujinho... Quero que vocês 5 limpem tudo!...Com a língua! - Levantaria e começaria a caminhar para fora do navio. - Os pedaços de cérebro que estão no chão,  quero que vocês comam tudo!... - Não precisam chorar, um Rei também deve ser piedoso, o melhor faxineiro terá a oportunidade de escapar de volta para a marinha e viver com o dia de hoje assombrando seus dias, ooou pode esquecer o que aconteceu aqui e sermos bons amigos de viagem! FWAHAHAHAHAHAHA já podem começar! - Apesar do tom irônico e risonho, era o tipo de mensagem que ficaria bem clara, e caso não fosse cumprida, certamente eu ficaria muito puto.

Ao concluir isso, falaria para Queen procurar pelo  delinquente e assim que ela saísse, faria sinal com a cabeça para Ashura e Ryuza, sinalizando que iriamos naquele momento. - Esta na hora! - E saltaria para terra firme, seguindo algum rumo intuitivo até encontrar algo interessante (Pessoas naufragadas ali, doidas para viajar pelo mar novamente)

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 04:19

Parece que temos um masoquista aqui, esse não é feio não, embora eu preferisse o tenente, talvez ele tivesse mais algum uso pessoal por algum tempo, antes de eu jogá-lo fora, afinal ele não me parece muito valioso e já tenho meu brinquedo permanente.

Parecia que Ryuza finalmente iria fazer alguma coisa divertida, mas como sempre ele tinha que tornar algo divertido em irritante. Eu olhava com os braços cruzados ele fazendo aquele primeiro sacrifício, malditos fanáticos, sempre com suas regrinhas idiotas. Eu olharia para a Eva que era namoradinha dele, com um sorriso debochado. - É esse o tipo de cara com quem você sai? - Eu ergueria meus braços na altura dos ombros. - Ei, eu não estou aqui para julgar. Pelo menos vamos ganhar bons ventos.

Quando eu vi ele voltando para pegar o segundo marinheiro a brincadeira perdeu a graça, matar um tudo bem, bons ventos e os caralhos, mas esse desgraçado queria sacrificar toda a minha diversão? Mais nem por um caralho dourado. Eu ficaria em uma distancia segura para não ser acertado por um ataque corpo a corpo, ergueria minha pistola com o punho direito apontando na cara dele. - Não mexa com a minha diversão, você já teve seu sacrifício.

Ao ouvir ele me chamar de Herege, eu daria um sorriso debochado. - Eu, Herege? Se realmente soubesse quem sou eu saberia o quão engraçado soa essas palavras. - Faria uma cara seria, tornando meus olhos escarlate. - E pode ter certeza que eu só ainda não explodi você ainda por consideração ao Auron.

Se ele tocasse em mais um marinheiro depois daquilo, eu descarregaria minha pistola na cabeça dele, mirando alguns centímetros para baixo a cada disparo por conta do recuo, isso enquanto eu recuaria para não ficar perto o suficiente para ser pego suas artimanhas. Faria um rolamento giratório para trás para desviar de qualquer golpe preliminar. Mas se Auron, Queen ou Eva²(Evagabunda) fizessem algo para pará-lo, eu não chegaria a atirar na cabeça dele.

Assim que ouvisse a proposta do meu capitão, me afastaria um pouco, procurando um lugar que não estivesse sujo, colocaria a arma na cintura, tremeria um pouco, e então cairia no chão de tanto rir. Essa era a ideia mais engraçada e divertida do que eu mesmo poderia imaginar. - Essa foi a melhor ideia, não acredito cara. Auron, eu acho que você acaba de se tornar meu melhor amigo. - Eu começaria a bater palmas tentando me levantar e me recompor enquanto ainda chorava de rir. - Ryuza escolheu o dele, Auron decidiu que o melhor em limpar vai o dele. Para os que sobraram, acho justo que para nós quatro restantes cada um fique com um, mas primeiro temos que ver quem vai ganhar a disputa do Auron. - Olharia para Ryuza e apontaria para a Eva² - Pronto, ai depois vai poder matar o da sua namorada, se ela deixar.

Depois de recomposto, eu me aproximaria de um dos marines, uma mulher de preferência, enrolando seu cabelo nas minhas garras e forçando sua cara contra a sujeira do chão. - Viu? Somos juntos, você matou o seu, agora o líder decide o que acontece com os outros, é assim que um bando funciona. - Então eu largaria ela. Me ergueria, e daria um chute no estomago do loiro. - Eu quero esse chão limpo.

Weak, Obedeça a Queen. E Queen, não faça muito estrago naquilo. - Apontaria para Weak - Gosto do que é meu em bom estado. acho que Weak pode ter uma ótima utilidade para todos nós quando chegarmos em na primeira ilha, e quero discutir isso com você e Auron depois.

Eu seguiria Auron para terra firme, mas antes de sair do navio, me viraria para Ryuza uma ultima vez. - Não vem? Eu pensei que você era o braço direito do Auron. Será que Queen ou Sid vão ter que ser o braço direito?- Diria em um tom debochado. Depois eu seguiria Auron, andado a sua esquerda. Aquilo era para deixar a mensagem clara para Ryuza, não era uma competição, eu já tinha meu lugar, mas mesmo assim ele não demonstrava ter o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 14:39



Zed – Farol

O garoto estava prestes a ir embora, desapontado por causa do jogo e por não ter conseguido tirar o homem do serio, até que ouviu a nova proposta do mesmo. – Olha só. – Disse, se virando para o gordo. – Agora sim, parece divertido. – foi então que o jovem percebeu que tecnicamente aquela seria a primeira experiência de combate serio do mesmo, pois estava mais acostumado em acabar tudo com um golpe limpo. Batalhas longas e prolongas não eram coisas comuns para ele, e por isso estava bastante empolgado. – É melhor deixar isso comigo. Fica esperando se quiser ou volta pro barco. – O jovem disse, virando-se para a sua companheira. Ao ouvir tais, palavras, Evangeline se sentiu um tanto indignada. - Espero que não esteja me subestimando. – Passando os olhos pela caverna, Sid logo tratou de responder. – Na verdade... Eu acho que se eu for sozinho vou conseguir lutar sem preocupações... – A garota fez uma careta, irritada com uma situação. - Tá bom, tá bom, eu fico aqui nessa caralha, mas só porque se alguém vier podem achar que a gente se perdeu e partir sem a gente. – Virando-se novamente para Don Karthus, o pirata cuspiou sangue resultante de uma mordida no lábio bem entre os pés do homem. – Espero que você não sinta a falta deles. – Disse, e o gordo se limitou a se sentar novamente em sua cadeira e ir ler o jornal.

Seguindo diretamente para a caverna onde o pirata tinha entrado com o Log Pose, Sid sacou sua adaga. - E lá vou eu, quem não se esconder morreu... LITERALMENTE! – Disse gargalhando, e tais palavras ecoaram nas paredes da caverna. Olhando mais de perto, o pirata podia ver que a caverna era bem mais extensa do que ele achava, e hora ou outra ele via tochas a parede, iluminando o local o melhor que podia.Seguindo pelo túnel, em um momento o túnel se dividiu em três caminhos, um para a direita, um para a esquerda e um para a frente. Prestando atenção nos sons, o garoto ouviu algo arrastando no piso de pedra vindo do caminho a esquerda, e ao se virar rápido para atacar antes que ele o notasse, com a adaga estendida a sua frente, o homem jogou o corpo para trás de modo a sair do alcance da lamine, enquanto um outro que se escondia do lado direito voou nele com um chute na cabeça. Aparentemente haviam pessoas escondidas de ambos os lados, e agora haviam duas pessoas para ele derrotar. Por um momento os dois piratas sorriram, confiantes, mas logo Sid se levantou e passou pelo lado direito do que estava a sua frente, cortando sua garganta. O homem começou a agonizar no chão, a medida que ia morrendo, enquanto o garoto se virou para o outro lado.

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O sangue do homem sujava seu rosto, e com um sorriso, ele se virou para o outro homem. – FOI O PRIMEIRO. – Gritou, alto o suficiente para não só o outro homem a sua frente ouvisse, mas o som ecoasse pela caverna até o fundo. – Se me trouxerem esse relógio estiloso eu posso parar de matar todo mundo. O que vai ser? – O homem, assustado, tentou correr, mas Sid enfiou a adaga na base da sua coluna, logo acima da bunda, e o fez cair no chão. Sem conseguir mover as pernas, o homem tentou se arrastar com os braços, mas o garoto segurou sua cabeça pelo cabelo e passou um golpe rápido pelo pescoço do mesmo. – Tem certeza que não mudaram de ideia? – Mas ninguém respondeu. Seguiu assim pelo tuneis, matou outras três pessoas até que chegou em uma área em que o túnel ficava mais largo, como uma sala, e acabava ali. Uma pedra havia sido esculpida para parecer um banquinho, e Kravian estava sentado na pedra. Logo que o garoto entrou na sala, a atenção do pirata se voltou a ele. -Ó! Finalmente me encontrou!


Auron, Ryuza e Suchiro – Navio 2

- Ashuura... Eu acho que você acaba de se tornar meu novo melhor amigo! FWAHAHAHAHA, de fato é uma boa sugestão, mas precisamos mostrar a estes homens que nós somos as pessoas certas para eles darem seu ultimo voto de confiança. – Auron respondeu ao mink, alegre com a sugestão. Realmente, os piratas que moravam nas cavernas da Red Line poderiam ser uteis, nem que fosse para servir de alvo vivo em vez deles. Apesar disso, ao ver a bagunça que os navios estavam, ele ficou irritado de novo. - Mostre-me esses vermes... – Disse, ao ouvir Dandara falando sobre os marinheiros ainda vivos. Ryuza também, enquanto levava as coisas para o outro navio, viu as garotas jogando sal nas feridas dos sobreviventes e ficou indignado. Aparentemente ele não sabia que aquilo era uma técnica para fechar feridas e parar sangramentos não muito profundos, pois se sentiu indignado por estarem “torturando” pessoas que apenas seguiam ordens, em vez de dá-las uma morte digna. - Vocês fizeram uma bagunça em meu navio... Tem sangue por toda parte, pedaços de cérebros, mais sangue e uma pilha de corpos de merda! – Disse o capitão para os prisioneiros. - Eu não vou limpar. A Queen não vai limpar. O Ashuura não vai limpar. O Ryuza não vai... – ele dizia, apontando para cada um deles, até parar ao ver o que Ryuza estava fazendo. – O senhor dará um uso melhor para suas almas. – ele dizia, ao pegar um dos marinheiros e arrasta-lo até a borda do navio. - Arrependa-se de seus pecados e aceite sua fraqueza, somos falhos, mas no fim, todos podemos nos juntar a Ele. Eu te concedo, o sacramento da extrema unção. Em nome de todos os deuses e do Deus que é todos. Descanse em paz. – O marinheiro chorava ouvindo a prece, e mesmo se debatendo não era um problema para Ryuza, que cortou a garganta do homem, jogando-o ao mar logo em seguida. – Aceite esse humilde sacrifício como prova de minha devoção, e nos conceda bons ventos, deus afogado. – Disse, falando para o mar. - É esse o tipo de cara com quem você sai? – Ashuura perguntou a Eva, que já tinha voltado ao normal a essa altura. A mulher só olhou para ele sem dizer nada. - Ei, eu não estou aqui para julgar. Pelo menos vamos ganhar bons ventos.

Todos ali só observavam, sem sequer mover um dedo para fazer algo, até que Ryuza voltou, tentando pegar outro marinheiro para fazer o mesmo. - Não mexa com a minha diversão, você já teve seu sacrifício. – O mink avisou. – Hereges como vocês não deveriam ousar se interpor no caminho de um fiel servo. Não queira me dar mais motivos para que o próximo a ter a garganta cortada e ser lançado ao mar, seja você. – Intimou o gatuno. - Eu, Herege? Se realmente soubesse quem sou eu saberia o quão engraçado soa essas palavras. E pode ter certeza que eu só ainda não explodi você ainda por consideração ao Auron. – Entretanto, antes que ele pudesse pegar outro marinheiro, Auron segurou sua mão. - Ora, ora, ora o Bispo está loucão?! Você tinha seu "brinquedinho" e você o quebrou... Não posso deixar que você quebre todos os outros! – Disse o capitão, serio. - Tsc… – Auron sabia que, como capitão, precisava se impor quando necessário, e continuou. - Acho melhor não acabarmos com isso... Não agora. Eles nos atacaram e ainda sujaram todo o nosso barco! – Ryuza suspirou. - Dessa vez tudo bem Capitão, mas lembre-se que o que eles fazem não é muito diferente do que nós fazemos. – E se retirou para transportar os suprimentos. - Mas agora eu tive uma ideia que pode acabar de fato com o sofrimento deles... FWAHAHAHAHAHAHAHA – anunciou o homem. Apesar de estar falando mais para Ryuza do que para os outros, o gatuno não pestava atenção e se afastava. - Que tal darmos uma escolha a estes pobres coitados?! Nós temos coisas importantes a fazer em terra firme... Preciso que você venha comigo para resolvermos algumas coisas. – Dizia para sua tripulação ao seu redor, e se virou para os marinheiros. - O navio está bem sujinho... Quero que vocês 5 limpem tudo!...Com a língua! Os pedaços de cérebro que estão no chão,  quero que vocês comam tudo!... Não precisam chorar, um Rei também deve ser piedoso, o melhor faxineiro terá a oportunidade de escapar de volta para a marinha e viver com o dia de hoje assombrando seus dias, ooou pode esquecer o que aconteceu aqui e sermos bons amigos de viagem! FWAHAHAHAHAHAHA. Já podem começar! – Os marinheiros, com exceção do loiro, estavam prestes a chorar. Eles não queriam fazer aquilo, mas queriam menos ainda morrer.

- Essa foi a melhor ideia, não acredito cara. Auron, eu acho que você acaba de se tornar meu melhor amigo. – Disse o mink, caindo no chão de tanto rir. - Ryuza escolheu o dele, Auron decidiu que o melhor em limpar vai o dele. Para os que sobraram, acho justo que para nós quatro restantes cada um fique com um, mas primeiro temos que ver quem vai ganhar a disputa do Auron. Pronto, ai depois vai poder matar o da sua namorada, se ela deixar. – Ele disse a ultima parte para o Ryuza, sem perceber que o mesmo já havia saído do local. O mink andou até a única marinheira que havia saído viva e esfregou o rosto dela no chão sujo. - Viu? Somos juntos, você matou o seu, agora o líder decide o que acontece com os outros, é assim que um bando funciona. – Em seguida soltou a mesma e deu um chute na barriga do loiro, que gemeu de prazer. - Eu quero esse chão limpo. – Receosos, os marinheiros começaram a lamber o chão, com os braços e pernas amarrados, eles tinha que se arrastar por ai. - Esta na hora! – O capitão anunciou, e pulou para terra firme. Quando viu Ryuza passando com os suprimentos, Ashuura resolveu incomoda-lo. - Não vem? Eu pensei que você era o braço direito do Auron. Será que Queen ou Sid vão ter que ser o braço direito? – E logo em seguida pulou atrás do capitão, seguindo pelo seu lado esquerdo. Eva ficara no navio para ajudar Ryuza, E Dandara seguia no ombro do mink, indo junto de Auron.

Ao pisarem no solo novamente, os piratas puderam averiguar melhor o terreno ao seu redor. A Reverse Mountain se localizava na Red Line, o que significava que de ambos os lados um extenso muro de terra seguia, como se fosse uma enorme muralha. Entretanto, existiam inúmeras cavernas ao longo da Red Line, salpicando a montanha com uma visão não muito agradável para tripofobicos. Do outro lado de onde haviam saltado havia um grande farol com uma casa do lado que possuía um quarto da sua altura, e era para onde a Queen havia seguido procurando Sid.
OFF:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 17:13


Era bom não precisar esconder minha natureza homicida. Um jogo proposto onde explorando as regras de forma apropriada conseguiria interpretar como um simples “Mate todos, volte com o item depois.” E era exatamente o que pretendia fazer e o que tinha sucesso até então.

De forma espalhafatosa adentrava ao túnel que era mais claro e espaçoso do que esperava, ria e chamava a atenção propositalmente para atrair novos inimigos e futuros cadáveres. Embora o início não tivesse sido dos melhores para mim, conseguia reverter a situação e abater um bom número de inimigos enquanto ia de pouco em pouco me aprofundando no túnel. “Eu achei que seria bem mais difícil... Vai ver eu realmente fiquei forte... ” pensava durante o trajeto que culminava no encontro com o sujeito escolhido por Karthus para realizar aquele “teste”.

- Te encontrei? – Fiquei confuso com aquelas palavras. – Desde quando eu tava te procurando? – Fiquei pensativo por um momento até lembrar meu real objetivo naquele espaço apertado e de visibilidade limitada. – Ah sim, eu tinha que encontrar o tal Log Pose. Quase esqueci. – De fato a ideia tinha me fugido da cabeça após alguns litros de sangue serem jogados pelas paredes, chão e minha própria face.

- Tanto faz. Eu nem lembro seu nome mesmo. – Apontei a adaga como se fosse meu dedo e balançava apontando para a pedra onde ele sentava. – Vai descer dessa porcaria logo pra mim te matar? – Lembrei novamente do real objetivo da minha estadia ali. – Ah sim, o Log pose? Tá com quem? Você? – Pessoalmente eu preferia não ter a resposta, seria um motivo extra para terminar de matar quaisquer sobreviventes que pudesses estar por ali.

Assim que ele descesse daquela pedra ridícula iria avançar sem muita demora. Até então meu plano havia sido eficiente, então persistiria nele. Iria manter certa distância, o suficiente para que nenhum de nós pudesse atingir um ao outro. Com este posicionamento iria começar a me mover em círculos ao redor do estranho e avançando para um único ataque rápido e tomando distancia logo em seguida. “Só tem um agora. ” Observei apenas o que estava visível, embora também estivesse o mais atento possível aos ataques que viessem de fora. Eles já haviam demonstrado serem baixos o suficiente para emboscadas... Sim, eu sei, parece hipócrita da minha parte, mas existe uma regra antiga a respeito de emboscadas, elas são validas a menos que o alvo seja um garoto de até 18 anos chamado Sidney Thompson, é a única exceção e a regra mais importante de todas.

Voltando a luta: Como a princípio não parecia ter de me preocupar com mais adversários atrapalhando podia levar essa luta a um ritmo mais calmo e seguro para mim. E claro, também aproveitar um pouco o combate, não era sempre que tinha tais oportunidades. “Já que a gente vai lutar, que seja divertido. “ Claro, diversão não era a única razão de tal decisão. O fato dele ter sido selecionado para aplicar aquela prova implicava que ele estava acima da média se comparado aos outros vários que havia abatido por ali. Então tinha de tomar um pouco mais de cuidado para não ser ferido e colocar um pouco de empenho se realmente quisesse feri-lo.

Os alvos tradicionais como garganta e coração e também pelo visto coluna (que havia demonstrado ser um eficiente lugar para acertar) iriam permanecer, mas não forçaria investidas em tais áreas de forma imprudente, apenas alvejando a área quando houvesse uma abertura ou posicionamento favorável por minha parte. Do contrário iria adotar uma metodologia diferente de combate, causar pequenos, porém, numerosos ferimentos. Diversos pequenos cortes com a adaga ao redor dos braços, pernas e qualquer área que ficasse ao alcance da lamina e de forma a me manter ainda seguro. Ou mesmo um rápido corte durante uma movimentação estratégica para reposicionamento.

Quando alvejado por ataques do “capitão” iria rapidamente me reposicionar em seu flanco e atacar o membro usado na investida e logo voltar a circulá-lo, sempre tentando manter uma posição favorável, principalmente as costas.

Como citado antes, ainda não estaria desprevenido a ataques de terceiros, embora de fato focasse minha atenção no combate mais do que no exterior. Em ofensivas de terceiros tentaria rapidamente me reposicionar tomando distancia para uma área segura, observar o posicionamento inimigo e seguir com o padrão ofensivo. Soldados desimportantes (Qualquer um que não seja o capitão) iria tentar eliminar de forma rápida e limpa para poder focar minha atenção no sujeito peculiar.

Caso me visse cercado em algum momento, ao invés de só usar a velocidade pra tomar distância tentaria agir de forma mais ousada e me enfiar em meio aos inimigos, atacando e de imediato circulando no apertado espaço que pudesse existir, também tentando usar os próprios atacantes como cobertura de outros ataques. Com um pouco de sorte e habilidade conseguiria fazer com que eles mesmos se matassem... Talvez não fosse tão divertido quanto de fato atravessá-los com uma adaga, mas era ironicamente cômico por outro lado.

No caso de identificar atiradores naquele espaço, tornaria eles como meu alvo principal antes de terminar com todos. Eram mais perigosos já que não ficavam em minha zona de alcance, mas ainda assim eles seriam uteis caso tivesse sido cercado, a chance de me acertarem sem atingir seus próprios companheiros era baixa... Ao menos assim esperava que fosse.

Caso conseguisse ser o ultimo combatente de pé. Iria me aproximar do corpo do capitão e caso ele ainda estivesse vivo aproveitaria para bater um papo. – Então cara... – Começaria retirando do bolso o baseado enrolado mais cedo e o acendendo imediatamente. – Eu devia lembrar o seu nome, mas não lembro. – Daria uma tragada profunda e soltaria toda a fumaça diretamente em sua face. – Não se esforce tentando me dizer, eu provavelmente vou esquecer antes de colocar o pé fora da caverna. Agora, quem ta com o relógio? – Talvez agora ele pudesse responder.

Logo então iria começar uma revista geral, passando por todos os corpos que havia deixado no caminho e checando quaisquer pertences que eles podiam ter. Dinheiro e o Log Pose eram meus principais objeto de desejo. Talvez alguma joia pudesse chamar minha atenção, a levaria comigo neste caso. Qualquer objeto que não soubesse identificar ou não tivesse certeza da raridade/importância que fosse de um tamanho/peso que não atrapalhasse iria vir comigo também.

Armas dos corpos iria deixar por ali, eram pesadas e difíceis de carregar EXCETO no caso da arma em questão ser uma adaga, uma segunda ou terceira delas viria a ser útil, principalmente se tivesse uma boa qualidade ou também qualquer outra arma independente do tamanho que aparentasse ser de alguma forma cara e/ou ornamentada com joias e metais preciosos.


Vicio Alucinógenos: 6(ou 0)/15

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 20:19

Ouvir Auron falando aquelas coisas fez com que Ryuza sentisse um pouco de receio, não por ser pego de surpresa com aquele tipo de ação vinda dele... não, era justamente pelo contrário. Para Ryuza, Auron sempre pareceu um homem determinado e problemático, explosivo e com um senso de prazer completamente distorcido, já o tinha visto cometer atrocidades antes... agora o espadachim apenas se perguntava se tinha sido seguro trazer Eva para junto daquele bando... – Hodor confiou em mim. – Pensou o gatuno enquanto caminhava para o primeiro marinheiro.
Executá-lo não lhe causou mal algum, entendeu como se estivesse fazendo um bem para o pobre homem.

Quando rumava para o próximo, foi interrompido por Auron, ouviu brevemente o seu discurso e aquela ideia doentia. – Pelo que você passou para sentir tanto ódio por marinheiros assim? – Se perguntou o gatuno ao dar as costas, ignorou por completo as palavras do mink, para Ryuza ele não passava de um erro do universo, um erro que poderia ser facilmente corrigido e excluído a qualquer instante. Olhou para Eva, e percebeu que os olhos vermelhos tinham sumido, dando lugar para os lindos olhos azuis da mulher, Ying não conseguiu conter o sorriso em vislumbrá-la.

Enquanto trazia os suprimentos, Ryuza pensava no que tinha acontecido, tentando entender, Auron deixou o navio sendo seguido por seus cachorrinhos, o mink fazia questão em parar e comentar algo sobre “braços” o bispo apenas balançou a cabeça com um sorriso de desdém estampado na face. – Desde quando eu preciso de aprovação ou títulos referentes a outros? – Se perguntou - que façam bom proveito. – Concluiu consigo mesmo.




Ao terminar de transportar os materiais iria até o convés, onde os pobres marinheiros passavam suas línguas no chão sujo do convés, não era de se surpreender caso eu viesse a ver marcas de vômito. – Isso só vai sujar mais a porra do convés. – O odor era extremamente desagradável. Eva tinha ficado no navio, aquilo me deixava contente. – Aqueles caras são completos idiotas, se esforçam tanto em tentar me parar para segundos depois deixarem o navio comigo... Achavam mesmo que apenas palavras me fariam não fazer nada? – Comentaria.
- HEY VOCÊS! – Exclamaria para os marinheiros. – Podem parar com essa cena desgraçada. – Diria a seguir. – Pretendia mata-los e livrar vocês de futuras torturas, mas infelizmente não consegui, agora podem ver que eu só queria ajuda-los... – Esperaria por alguma reação dos marinheiros, suas almas já deveriam estar devastadas.

- Não tenho mais interesse em mata-los, logo, ofereço-lhes uma alternativa: Irei libertá-los, não tentem resistir ou lutar, do contrário não hesitarei em usá-los como sacrifício... sumam daqui e vão viver suas vidas, nos odeiem se quiserem, esqueçam se preferirem, podem retornar para nos caçar... não me importo. Mas lembrem-se, de que eu, o Bispo, foi aquele que lhes concedeu uma segunda chance. – Tendo dito isso, caminharia para perto dos marinheiros. Olharia para Eva. – Pode cuidar de minhas costas, my lady? – E um por um, começaria a libertar suas amarras e escolta-lo até a descida do navio, seja par ao mar através de um bote ou para terra. Após libertar um, voltaria e libertaria outro até que todos estivessem fora do navio.

Se algum deles tentasse me atacar, como dito, não hesitaria em usar minha adaga e cravá-la em seu pescoço para que em seguida pudesse arremessa-lo no mar, mas antes, é claro, procuraria esquivar de sua ofensiva aplicando um salto para trás e inclinando para o lado ou girando o corpo para deixar com que o ataque passasse direto. Tomaria cuidado para não escorregar nos detritos do chão, me concentrando em meu equilíbrio devido as habilidades acrobáticas.

No fim daquilo eu caminharia até Eva, meus olhos estariam demonstrando cansaço, mas não cansaço físico. – Me desculpe por tudo isso. – Diria, mesmo sabendo que ela não era como uma princesa que precisa ser resgatada, mesmo sabendo o quão forte ela era. – Eu não estou louco, não dessa forma, aquilo foi só... eu não sei, achei que seria o certo a se fazer. Não concordo com desperdício de vidas ou em torturas infundadas, baseadas apenas em um prazer sádico. – Olharia para o horizonte, encarando aquela imensidão azul, o maior mar de todos. – Deve estar se perguntando o porquê de eu ter ido atrás do Auron sendo que não concordo com suas ações, não é? – Sorriria, um sorriso sem graça. – Eu apenas passei bons momentos em Wars com ele e os outros... me senti vivo depois de muito tempo.

Olharia para baixo e balançaria a cabeça de forma negativa. – Às vezes até sinto falta dele... – Talvez Eva não entendesse, mas estava me referindo a Yang. Minhas mãos estavam sujas, minhas vestes provavelmente também estariam. – Preciso de um banho. – Olharia para a garota, com um sorriso brincalhão, com intenção de provoca-la. – Me acompanharia, my lady? – Tendo dito isso, iria para o banheiro, acompanhado ou não por Eva, me banharia e limparia o sangue preso em minhas roupas, se tivesse acompanhado, ajudaria ela a se lavar, podendo aproveitar o toque de sua pele, curtindo o momento.

Por fim, quando enfim estivesse livre de toda aquela sujeira, diria. – Vamos para terra firme? Preciso verificar uma coisa. – Iria para fora do barco, e me encaminharia para o local onde o pequeno delinquente tinha ido em primeiro lugar, se eu encontrasse algum velho, me dirigiria até ele, e cordialmente o cumprimentaria. – Boa tarde senhor.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 21:29

Parece que finalmente aquele imbecil tinha parado, mal posso esperar pela diversão que vou ter, acho que vou pegar aquela marinheira e aquele loirinho...vou ter que pedir para Dandara. Aposto que ela vai deixar se eu prometer comprar uma bebida cara para ela, ai podemos nós divertir como fizemos em Lvneel, só que dessa vez vamos ter mais servos. Vai ser delicioso. Eu recarregaria minhas pistolas, não sabia o quão perigoso eram as cavernas, então precisava estar preparado.

Ei, Auron. Por que ele sempre age daquela forma? Querendo tudo da forma dele? É uma puta irritação, ele mal fez algo no navio, atrapalhou um dos meus disparos do canhão, mal vi ele matando marinheiros, e ate foi derrubado por um sargentinho de merda. E em Lvneel ele quase matou a princesa antes da hora. Ele realmente é útil, ou só ta levando ele por ai por que é seu amigo?- Diria realmente puto, gesticulando com as mãos.

Eu seguiria Auron, andado a sua esquerda. Eu ficaria com o  elmo, já que estava com a armadura, usar todo o equipamento era o melhor. Como será que as pessoas vivam aqui? Só conseguia pensar em uma hipótese, viver pela base do que sobra das quedas dos navios, como muitos tentam ir para a GL, o que deve ter de sobra são produtos e recursos que os navios carregavam. Não marines, agentes ou revolucionários devem ficar presos aqui, mas piratas, caçadores de recompensa e civis. Se eu ficasse muito tempo aqui, com toda certeza faria qualquer coisa para sair, qualquer coisa.

Eu deixaria Auron falar primeiro, no final, parecia que ele estava no comando do grupo, eu nunca gostei muito de ficar no comando total mesmo, evita que eu seja o principal alvo. Depois que ele terminasse de discursar, ou parecesse que não ia dizer nada, tiraria o elmo, apoiaria a perna direita em uma pedra ou cadeira, e seguraria meu elmo com o braço direito e a escopeta com o esquerdo. -Todos vocês estão desesperados para voltar ao mar, não é? Foi isso que o chefe quis dizer. Vamos tomar um navio da marinha. Todos que os que ainda estiverem de pé depois da batalha vão poder retomar seus lugares no mar sob o comando de Auron. - Apontaria com o polegar para Auron. - Então, qual a decisão de vocês? Lutar mais um vez por uma chance de voltar a navegar pelos mares ou apodrecer na escuridão de suas cavernas?- Eu ergueria meu braço segurando a arma.

Depois de ouvisse respostas positivas, esboçaria um grande sorriso. - Ótimo, temos alguns marines capturados. Vamos comemorar a entrada de vocês se divertindo com eles. Também temos armas de primeira para todos.


Se depois Auron resolvesse voltar para o Navio, eu retornaria com ele.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 3 EmptySab 28 Jan 2017, 03:39

-Ei, Auron. Por que ele sempre age daquela forma? Querendo tudo da forma dele? É uma puta irritação, ele mal fez algo no navio, atrapalhou um dos meus disparos do canhão, mal vi ele matando marinheiros, e ate foi derrubado por um sargentinho de merda. E em Lvneel ele quase matou a princesa antes da hora. Ele realmente é útil, ou só ta levando ele por ai por que é seu amigo?

-Tenha calma com aquele cara, ele é louco! Fwahahahaha. - Responderia a principio de forma descontraída, mas no fundo eu sabia que o mink tinha razão em suas palavras. -Ele parece ficar mais louco conforme o tempo passa...Ele já me mostrou algumas vezes que é um homem no qual eu podia confiar, porém se ele continuar com essas loucuras eu serei obrigado a fodidamente bater em sua cabecinha até ele recuperar a sanidade... - Diria num tom claramente irritado, enquanto caminhava com Ashura rumo ao farol.

Enquanto o leopardo usava o equipamento completo da armadura real, eu usava apenas a parte inferior e estava sem camisa desde o momento em que saímos de Lvneel. Conforme caminhávamos, o vento batia em meus cabelos e os mesmos balançavam seguindo o ritmo que o vento estabelecia, cobrindo um pouco de minha visão, porém nada que viesse a me prejudicar de alguma maneira.

Nosso objetivo era encontrar pessoas sem esperança alguma e sem expectativa de vida para que pudéssemos recruta-los como subordinados para que finalmente pudéssemos partir rumo a tão temida grande line. Olharia tranquilamente para todos os lados tentando encontrar alguém ou grupos com estas características, caso encontrasse eu me aproximaria com o Ashuura e começaria os diálogos.  -Ora, Ora, Ora O que temos aqui, Ashuura... - Iniciaria o dialogo tentando chamar atenção dos homens com um ar de superioridade. - Parece que vocês perderam a condução que os levaria para o passeio não é mesmo?! Fwahahahahahahahaha! - Ironia. Caminharia até mais próximo dos mesmos e começaria a andar em sua volta vagarosamente, com os braços para trás. - Algo que me diz que vocês não tem para onde ir...E isso me deixa profundamente triste, odeio ver pessoas sem ter para onde ir. - Faria uma cara triste, mas claramente qualquer um perceberia que eu estava ainda falando com ironia e sarcasmo. Então, caminharia até algum que eu julgasse ser o mais forte de todos e caso ele tivesse abaixado/sentado, eu me agacharia. Caso ele estivesse de pé, eu o abraçaria de lado, colocando o meu braço esquerdo por trás de suas costas, passando pela sua nunca e segurando em seu ombro esquerdo. - O que acham de vir comigo?! -Falaria num tom de sussurro, porém de maneira que todos ali ouvissem.

Talvez não fosse o melhor discurso para recrutar alguém, e com certeza não era, porém eu tinha certeza que tinha deixando nitidamente o tipo de homem que eu era, e que eu queria a força deles ao meu lado. Embora não tenha mostrado minha força e planos para eles, acho que não condição que eles se encontravam, achar alguém para tira-los dali era quase que um milagre, logo talvez eles não tivessem tantas escolhas.

Terminando meu "discurso", me afastaria um pouco e deixaria que o Ashuura falasse o que ele tinha pra falar. Ao me afastar, procuraria um lugar para me encostar e encontrando ou não, eu cruzaria meus braços e continuaria observando tudo com um sorriso tímido no rosto. Se as coisas desse certo e eles decidissem nos seguir, ficaria feliz por dentro e os chamaria para embarcar no navio. -Ótimo! Agora vocês fazem parte dos Chess! E com a ajuda de vocês iremos dominar cada pingo d'agua nesse mundo! FWAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHA. - E seguiria de volta para o navio.

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