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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyTer 06 Jun 2017, 20:31

 


Todos


Akane e Ryuza estavam reunidos novamente, mas a confusão estava longe de acabar. Chegando no beco, Ryuza viu Akane, Melissa e Jacob caídos, com um vidro quebrado no chão e um liquido verde esparramado. Por estarem escondidos, aproveitaram o pouquíssimo tempo que lhes restava antes de serem encontrados para repassar o plano de fuga. - Shinobi-kun normalmente é o cara dos planos de fuga. Acho que devíamos ouvi-lo. – Ryuza, entretanto, estava avoado e foi pego de surpresa pela afirmação da garota. - Oh... Planos. Planos, isso. Vamos lá. O plano é... Dar o fora daqui o quanto antes! – Definitivamente sem um plano. - Ótimo. Presos em uma cidade cheia de marinheiros e sem um plano de fuga. Não poderíamos estar melhor. – Melissa ironizou. Sem saber o que fazer, a situação se tornava ainda mais desesperadora, pois aqueles marinheiros não eram os únicos presentes na ilha. - Se pudermos atravessar o lugar e ir para o lado oposto da ilha será que não teremos mais chances de sairmos livres? – Os piratas não sabiam muito sobre as duas casas que regiam a ilha, mas se a marinha estava ajudando aquele lado, não deveria ser muito familiarizada com os governantes do outro lado, o que podia vir a ser uma coisa positiva. - Infelizmente vou precisar dos seus cuidados mais tarde, minha rainha. – O bispo disse, tomando aspirina e ajeitando Eva em suas costas. - Se importam de carregar o lince? O Sam é da família e é bastante útil. - Melissa revirou os olhos e pegou a parte da frente do lince para carregar, esperando que Akane pegasse a parte de trás, entretanto a rainha não estava se importante nem um pouco para Sam e simplesmente foi embora, fazendo Melissa ter que arrastar Sam.

Ryuza não se lembrava de onde haviam chegado na ilha, pois ao olhar em volta pode perceber que Jacob havia enrolado eles e estava andando aleatoriamente por ai somente para ganhar tempo. Ainda haviam bastante marinheiros nas ruas, e para evita-los os três tiveram que se mover nas sombras, indo de um beco até outro sem chamar atenção. Em certo momento, nenhum deles sabia mais para onde ir, e Ryuza decidiu subir nos telhados das casas. - Vou seguir por aqui, observando as ruas e verificando se o caminho está livre para você, tente acompanhar. - Subindo nos telhados, logo Ryuza pode perceber algo bem obvio: se continuasse ali em cima seria fácil encontra-lo. Mesmo estando à tarde e com uma claridade não muito alta, bastaria olhar para cima que seria possível ver o gatuno. Sabendo que era arriscado se manter ali, o mesmo logo desceu, se encontrando novamente com as duas. Avançando mais um pouco, entretanto, eles ouviram algo que os chamou a atenção. Havia um lugar que parecia um armazém com uma carroça de madeira com o conteudo coberto com uma manta parada na frente e uma voz exaltada falando dentro do lugar. - COMO ASSIM NÃO PODE ME DAR O FORNECIMENTO DESSE MÊS? Olha, eu sempre te paguei em dia, e nunca atrasei o pagamento. Não posso voltar para minha via vila sem esses suprimentos. Os Achill estão querendo explodir essa guerra idiota e se não pegar o estoque agora nós vamos passar fome! Pessoas vão morrer! - O homem parecia desesperado. - Me desculpe, mas foram os próprios Achill que compraram todo o estoque. Parecem que vão usa-los como suprimentos do exercito. Não adianta nada reclamar, pois não tenho nada. Se for inteligente, vai voltar para onde veio antes que essa guerra estoure de vez. - O homem bufou, mas parecia ter desistido. Se os piratas quisessem fazer algo ou se aproveitar da situação, deveriam fazer logo.



Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 

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Akane Kazumi
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Akane Kazumi

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyQua 07 Jun 2017, 00:49

緋色









Tinha conseguido concretizar minha vingança, meu ódio por aquele capa azul tinha atingido seu ápice depois de vê-lo tentar me controlar, coisa que eu não aceitava muito bem, muito menos partindo de um Marine sujo como ele. Minha única lamentação era o fato de ter perdido o frasco de veneno pelo chão, já que no momento em que ele caiu provavelmente o frasco quebrou-se espalhando aquilo por todo lado.

Ryuza não demorou à se unir à festa, na verdade ele estava lá há alguns minutos, mas estava tão concentrada em transpassar o fio da minha lâmina no pescoço de Jacob que nem sequer o notei enquanto ele e Melissa discutiam, durante minha execução rápida e indolor do Marine em questão. Levantei em seguida deixando o corpo jogado por lá enquanto prosseguia entrando no diálogo e jogando o problema nas mãos do imediato, mas não foi difícil de notar que ele não fazia ideia do que fazer, enquanto Melissa como sempre reclamava.

"Vocês são muito barulhentos". - comentei mentalmente comigo mesma antes de sugerir irmos para o outro lado.

Tendo dado a sugestão ouvi o pedido de Ryuza em relação à cuidar dele e nada respondi. Era minha função como médica do bando fazer isso, mas eu não o fazia por obrigação, na verdade toda vez que alguém se feria eu via uma oportunidade única de testar meus companheiros, aprender mais com eles, seja sobre o funcionamento da tripulação, suas ideologias ou até mesmo seus corpos, o que para mim era um verdadeiro playground, considerando que eu estava pronta à buscar conhecimento da forma que fosse possível. Tendo ignorado o pedido dele em relação ao Lince, fingi não reparar em Melissa carregando aquele bicho pelas patas, daria trabalho e mesmo que Ryuza dissesse que ele seria útil, ainda o via como peso morto naquele estado.


[...]


Após prosseguirmos pelo caminho, Ryuza indo por cima das casas para enxergar melhor, mantivemos a discrição enquanto caminhavamos por ali até eu notar que estava para escurecer, era fim de tarde, o que significava que tinhamos uma ótima chance de nos esconder num local seguro. Quando pensei que tudo estava tranquilo ouvi algo e parecia ser alguém conversando sobre algum tipo de negociação. Decidi que deviamos prestar atenção, então tentaria me aproximar do local, antes de voltar os olhos na direção daquela coisa coberta com a manta.

O som que ecoava para o lado de fora me chamava a atenção de uma forma muito interessante eu diria, mas ouvir o nome Archill novamente só podia significar que aquele bando de Marines malditos estava no meio e apoiando a causa, então o que mais uma mulher "frágil e indefesa" como eu poderia fazer se não me opor à eles?

— Pessoal... Mais alguém além de mim está sentindo isso? - perguntaria a eles.

Não precisaria ouvir a resposta, apenas me viraria na direção de Ryuza e Melissa, com um sorriso convencido nos lábios, levando a mão à cintura e ainda me sentindo a mulher mais sortuda desse mundo.

— Essa vontade louca de roubar o exército dos Archill? - diria com um meio sorriso travesso nos lábios.

Senti vontade de investigar o carregamento do lado de fora, mas ao invés de fazê-lo e chamar atenção, me dirigiria para o lado de dentro do tal armazém, entraria no meio da conversa da forma mais intrometido o possível e tentaria colher informações à respeito. Tentaria me posicionar ao lado do comprador e olharia alternadamente para o mesmo e para o vendedor, antes de começar.

— Com licença, não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. Desculpe, mas quem os Archill pensam que são para monopolizar os suprimentos? - questionaria com um tom de supremacia.

Enquanto estivesse falando tentaria observar o local com atenção procurando saber se havia mais gente ali ou se estávamos apenas nós. Em seguida colocaria o cotovelo direito sobre o balcão ou o que quer que fosse que fizesse divisória entre comprador e vendedor.

— Acho que o exército não se importará de dividir seus suprimentos com viajantes necessitados, não é?  - perguntaria tentando ser intimidadora ao assumir a expressão fria de antes.

Caso o vendedor fosse hostil ou fizesse algum movimento brusco, sacaria a espada rapidamente e a apontaria em seu peito, tentando tocar a ponta da mesma contra a roupa do homem e pressionar de leve.

— Se você se mexer, eu te mato... Se chamar alguém, eu te mato... Se tentar pegar uma arma, eu te mato... Se respirar, eu te mato... Se entendeu, pisque. - diria.

Caso ele obedecesse e piscasse então forçaria um pouco mais a espada entre o esterno e as costelas no lado esquerdo. Caso ele não entendesse diria tudo de novo com o adicional de forçar mais a espada contra ele antes de prosseguir.

— Os Archill não verão a cor dos suprimentos... Porque Akane Kazumi a Rainha do Chess está oficialmente confiscando-os para uso próprio. Se algum deles tiver objeções que venham me pegar... Pisque se entendeu. - diria com frieza.

Caso ele piscasse, moveria a espada num movimento súbito tentando decepar-lhe a orelha esquerda num só golpe.

— É só um lembrete pra não se esquecer de mim.

Caso ele não piscasse, mas fizesse algum movimento brusco, eu forçaria a ponta da lâmina em seu peito na intenção de perfurar-lhe o coração sem nenhuma compaixão. Certificando-me que o tivesse matado, tiraria a lâmina, a limparia e embainharia antes de olhar para o homem ali presente e o encarar ainda com frieza.

— Pegue o que precisar... Em troca nos dê abrigo e algo pra comer. Estamos em 4 pessoas e um animal. - diria.

Se porventura não precisasse sacar a espada para o dono do armazém por ele apenas ficar discutindo comigo, tentaria ganhar algum tempo com conversa para adquirir a confiança dos presentes ali. Se houvesse muita gente ali, eu não sacaria a espada. Se o atendente reagisse mal com meu comentário, eu continuaria tentando parecer convincente em alegar que estava apenas de passagem e curiosa sobre o assunto tratado. Caso surgisse a oportunidade, tentaria obter informações...

— Conhece algum lugar onde eu possa adquirir, novos conhecimentos? - perguntaria para ambos por perguntar, aproveitando da oportunidade para distraí-los com minhas palavras.

Esperava que Ryuza entrasse em ação a seguir ou então que já tivesse dado um jeito de surrupiar os suprimentos. Isso se ele não entrasse no recinto junto comigo, claro. Caso ele tivesse entrado comigo, falaria o que eu tinha para falar, mas não deixaria de ouvir-lo caso fosse preciso. Eu estava louca para entrar numa guerra como aquela, mas pelo lado certo.








OFF:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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Fala - "Pensamento" - Narração

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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyQua 07 Jun 2017, 10:31

Assim que Ryuza começou a se mover percebeu que não seria nada fácil sair dali, a cidade mais parecia um labirinto aos seus olhos, todas ruas apesar de diferentes, pareciam iguais para o Bispo. Em suas costas carregava Eva, e notou que Akane se recusou a carregar Sam. – Melissa acaba de marcar um ponto, já a Rainha acaba de ser penalizada... – Pensou observando a situação.
Tentou subir nas casas e observar o caminho a seguir, mas a arquitetura da cidade não contribuía em nada para que se mantivesse incógnito ali, logo seria avistado e toda a confusão voltaria. Por isso, o mesmo optou por voltar ao solo e seguir caminho pelas ruas e becos desconhecidos da cidade.

Mais a diante era possível ouvir um diálogo, mais parecia uma discussão.  – COMO ASSIM NÃO PODE ME DAR O FORNECIMENTO DESSE MÊS? Olha, eu sempre te paguei em dia, e nunca atrasei o pagamento. – Erm... Acho que é isso que significa sempre pagar em dia... – Pensou o gatuno incomodado com a frase redundante. - Não posso voltar para minha vila sem esses suprimentos. Os Achill estão querendo explodir essa guerra idiota e se não pegar o estoque agora nós vamos passar fome! Pessoas vão morrer! – Dentre todo aquele drama, algo chamou a atenção de Ryuza, não a carroça contendo uma carga de algo que ele não sabia o que era, mas sim o fato daquele homem pertencer a uma “vila”. Isso queria dizer que ele não morava dentro dos muros daquela cidade.

A discursão perdurou mais um pouco com a resposta do suposto vendedor, logo Akane começara a agir de forma estranha.




- Pessoal... Mais alguém além de mim está sentindo isso? – Perguntou a Rainha com um sorriso de criança maluca estampado na cara.
- Cansaço? – Perguntaria sem entender do que ela falava.
- Essa vontade louca de roubar o exército dos Archill? – Ela continuava com aquele sorriso estranho.
- É Achill, não tem R. – Responderia com uma expressão de desinteresse.

E do nada, serio, do nada! A louca saia andando e adentrava no armazém, a ação foi tão repentina e inacreditável que nem sequer tive tempo de impedi-la, ficaria ali, olhando ela ir adiante, olhando para melissa, olhando para o armazém, olhando para os lados, gesticulando e balbuciando palavras sem som. – What the FUCK? – Diria enfim. – Ela é louca? Esqueceu que estamos sendo procurados? – Perguntaria para Melissa.

- Agora a Inês é morta. – Comentou Yang. E ele tinha razão, seguiria me movendo furtivamente e tentando me esconder em algum local que desse visão para dentro do armazém, tentaria observar a situação de longe.
- Com licença, não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. Desculpe, mas quem os Archill pensam que são para monopolizar os suprimentos? – Ihh... Sua rainha despirocou de vez.

- Merda, merda... O que eu vou fazer agora? Qual a necessidade de bater de frente com o cara assim? Droga... – Me abaixaria e deixaria Eva sentada no chão, viraria para Melissa. – Cuide dela um instante, por favor, minha querida Mel. – Diria para a garota.
Tentaria avançar furtivamente até a carroça coberta, tentaria não ser visto se não houvesse pessoas por perto, mas se tivesse movimento eu andaria normalmente como só mais um transeunte, fingiria me abaixar para amarrar os sapatos e aproveitaria para descobrir a mercadoria um pouquinho, tentando verificar o que havia dentro.

Se o que tivesse dentro da carroça fosse alimentos ou equipamentos bélicos em geral, eu teria o plano. Levantaria como quem não quisesse nada, iria até a guia da carroça (caso fosse uma carroça puxada a mão) e sairia levando ela até a lateral do armazém, deixaria lá e voltaria para dentro. Interrompendo toda a bagunça lá. – Ou! Ou! Quem mandou você sair de perto de mim? – Já chegaria com um tom de voz elevado. – Você tomou seus remédios hoje? Que porra que você ta fazendo com esse pobre homem? Vamos indo senhorita. – Pegaria Akane pelo braço e olharia para o vendedor. – Me desculpe, ela está passando por alguns problemas psicológicos, da umas crises volta e meia. Nem consegue falar o nome dos Achill direito.

Me viraria para o comprador. – E você? Os Achill compraram toda a mercadoria, volte para sua vila enquanto antes para não ser pego no meio da confusão! – Me aproximaria do homem. – Venha comigo senhor, tenho o que veio buscar. – Sairia dali puxando Akane e acompanhando o comprador, assim que estivesse fora do armazém eu diria. – Vamos nos apressar? Eu te dou os mantimentos para que sustente sua vila e você nos tira daqui, temos um acordo? – Me dirigiria ao homem. – Nos traia e eu mato você e sua vila vai morrer de fome quando a guerra começar. – Sorriria. Sabia que na situação em que ele se encontrava, não tinha opções, e estava desesperado. Pessoas desesperadas fazem coisas que elas mesmas duvidam.

Iria até a carroça e começaria a guia-la para longe do armazém. – Nos indique o caminho. – Pararia a carroça e iria até onde tinha deixado Eva, pegando-a no colo novamente e retornando até onde estavam.
Se tudo desse certo eu seguiria o homem com a carroça, de forma sorrateira ainda me escondendo nas vielas e sombras, cobriria sua retaguarda para ver se estávamos sendo seguidos. Não me afastaria muito do mesmo para que ele soubesse que estava ali o observando.
Continuaria desse modo até conseguirmos nos livrar dos perseguidores.


Mas se dentro da carroça não houvesse nenhum desses dois tipos de mercadoria eu não tinha outra escolha se não aceitar a loucura que Akane estava fazendo, adentraria no armazém, rodeando o local e esperaria a conclusão de suas ações, se desse certo, esperaria que o homem fornecesse a mercadoria e iria até o comprador para dizer. – Em troca queremos que nos guie até fora da cidade. Agora! – Da mesma forma que antes eu pegaria Eva e seguiria o homem, me mantendo sorrateiro.

Se fosse pro caralho e houvesse confusão eu correria até o homem que tinha ido ali comprar as mercadoria e diria. – Se quer sobreviver, venha com a gente, nos mostre o caminho para fora da cidade. – Repeliria com minha adaga ataques que viessem em nossa direção, esquivando e contra-atacando golpes corpo a corpo e apenas desviando de disparos, usaria declínios do troco ou saltos para o lado para me livrar de máculas. – Vamos dar o fora Akane! – Voltaria a estaca zero, iria até Eva, a pegando e sairia correndo dali, mas dessa vez, tínhamos um guia. Esperava que ele nos levasse para fora da cidade.

Em qualquer momento se a confusão se mostrasse grande demais, não hesitaria em sacar uma de minhas granadas e lança-la em prováveis marinheiros ou em objetos para despistar nossos perseguidores.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySex 09 Jun 2017, 20:23

 


O armazém!


Ryuza, Melissa e Akane estavam presenciando uma pequena discussão entro de um armazém próximo de onde estavam. A negociação não parecia estar indo bem para o comprador, por motivos óbvios, pois o vendedor não tinha mais os produtos para vender. - Pessoal... Mais alguém além de mim está sentindo isso? - A garota disse, com um sorriso bizarro. - Cansaço? - Chutou Ryuza. - Vontade que você me ajudasse a carregar essa bola de pelos? - Melissa disse, irônica. - Essa vontade louca de roubar o exército dos Archill? - Akane parecia estar meio fora de si, pois o vendedor havia dito claramente que não tinha mais a mercadoria para vender. - É Achill, não tem R. - Ryuza respondeu, desinteressado. - Ficou doida? O cara disse que não tem nada. - Sem nem se importar com o que os dois haviam dito, a garota se virou e andou direto para o armazém, deixando Melissa e Ryuza com cara de cu. – Ela é louca? Esqueceu que estamos sendo procurados? - Akane realmente tinha desmiolado, e sua ação impensada poderia fazer com que fossem encontrados novamente pelos marinheiros, o que não era uma coisa muito boa, devido ao numero extremamente grande deles na cidade. - Eu sei lá! Ela deve estar bêbada! - O comprador tentava negociar desesperadamente com o vendedor quando ela entrou, e os dois se viraram para ela imediatamente, sem saber o que estava acontecendo. - Com licença, não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. Desculpe, mas quem os Archill pensam que são para monopolizar os suprimentos? - Os dois homens se mantiveram sem dizer nada, sem entender o que diabos estava acontecendo ou o que diabos a garota queria. Olhando ao redor, Akane constatou que estavam só os dois ali, e além dos mesmos haviam somente varias caixas de madeira vazias. - Acho que o exército não se importará de dividir seus suprimentos com viajantes necessitados, não é? - O vendedor parecia finalmente entender do que a garota falava, e do que queria. - Olha, assim como eu disse, os Achill já compraram tudo. Não tenho mais nada, infelizmente. - Akane tentou intimidar o vendedor, o que não deu muito certo.

– Cuide dela um instante, por favor, minha querida Mel. - Ryuza disse, colocando sua dama no chão e se esgueirando até a carroça, enquanto Akane arrumava confusão dentro do estabelecimento. - Desde quanto a gente tem essa intimidade toda? Eu, hein. - Enquanto isso, o gatuno se esgueirou até a carroça e constatou que estava vazia. Provavelmente o homem trouxe aquela carroça para carregas os suprimentos que comprasse, mas como não havia conseguido comprar nenhum, ela estava vazia. Sem muito o que fazer, ele se esgueirou para dentro do armazém e se manteve oculto, sem que ninguém o percebesse. Para Akane, a conversa não estava indo nada bem, pois o vendedor não tinha nenhum dos produtos que eles pudesse pegar nem nada do tipo, mas talvez pudesse ter informações. - Conhece algum lugar onde eu possa adquirir, novos conhecimentos? - Akane perguntou. - Tipo uma biblioteca? É nova na ilha? Isso explicaria porque falou Archill em vez de Achill. Bem, tem uma biblioteca boa perto do castelo, mas ela esta fechada desde ontem, e sem previsão para reabertura. Deve ter a ver com essa guerra que vai começar. Algumas vilas livres tem bibliotecas, mas são bem mais limitadas. - O homem não parecia ter agressividade nenhuma. Na verdade parecia até que não se importava muito. - Na vila onde moro tem uma biblioteca pequena. Não sei se seria útil. Se quiser eu te dou uma carona, já que trouxe a carroça para nada. - O homem parecia cabisbaixo, como se já tivesse aceitado quenão conseguiria nenhum suprimento para levar de volta. - Se tiverem alguma comida para me dar, eu seria muito grato.

Spoiler:
 



Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySab 10 Jun 2017, 22:45

Akane de fato parecia estar tomada por uma sede de vingança infundada pela marinha e todo e qualquer aliado da instituição... Isso havia se tornado um carma para a vida de Ryuza, quase todos que encontrava e se juntavam a ele tinham essa revolta contra os marinheiros, o que não fazia sentido para o gatuno...
Ryuza achava que assim como qualquer outra instituição ou grupo composto por seres humanos e que possuí algum poder e superioridade as demais pessoas a marinha era sujeita a falhas, corrupção e ganancia. Ele particularmente não tinha nada contra os marinheiros, mesmo depois de terem armado para que ele fosse culpado de algo que não fez, o problema era quando os mesmos tentavam prendê-lo ou mata-lo, ai a questão se tornava pessoal.

Já a rainha, não parecia compartilhar da mesma linha de raciocínio, ela investiu como louca para aquele armazém, Ryuza se sentiu obrigado a acompanha-la, pediu para que Melissa tomasse conta de Eva por um instante. - Desde quanto a gente tem essa intimidade toda? Eu, hein. – Desde que ele precisou te pedir um favor... – Comentou Yang, sabendo que aquela era a forma ridícula com a qual Ying agia, e ele estava certo. – É claro que tou certo, porra, eu não preciso de sua afirmação.

Dentro do armazém a discussão corria solta como se fizesse parte de um show de comedia non sense, estava difícil até mesmo para Ryuza, que é louco por natureza, entender aquela situação.
Por fim, a rainha tinha sido vencida pelos fatos: não existia nada para ser vendido.




- Tipo uma biblioteca? – Disse o vendedor. – É nova na ilha? Isso explicaria porque falou Archill em vez de Achill. – Eu disse isso para ela... – Comentaria em voz baixa. – Porque você tá ai se gabando? Você chamava de Anchill com N, tem direito de julgar a garota não.
- Cala boca seu maconheiro.– Responderia irritado.
- O QUE?! Isso nem faz sentido! – Respondia Yang gesticulando irritado e meio perdido.

- Bem, tem uma biblioteca boa perto do castelo, mas ela está fechada desde ontem, e sem previsão para reabertura. Deve ter a ver com essa guerra que vai começar. Algumas vilas livres têm bibliotecas, mas são bem mais limitadas. – Até que enfim aquela loucura tinha rendido algo bom. – Então na ilha existem vilas “livres” isso deve significar que não fazem parte nem do lado Achill nem Denrold.

- Na vila onde moro tem uma biblioteca pequena. Não sei se seria útil. Se quiser eu te dou uma carona, já que trouxe a carroça para nada.
- BINGO! – Pensei empolgado.
- Quem dá cu da sorte. – Comentou Yang.
Aproveitaria o momento para sair do local e ir até onde tinha deixado Eva e Melissa, enquanto me movia ouvia o homem comentar sobre comida, uma pena realmente não termos nada parecido, mas sabia como ajudar o homem.
Assim que chegasse até Melissa eu me abaixaria pegando Eva no colo e olhando para a baixinha de roupas provocantes. – Obrigado pelo favor, parece que acabamos de conseguir carona para fora da cidade. – Faria força para me por de pé enquanto carregava Eva, sentiria as dores dos ferimentos me maltratarem, faria uma careta. – Ou melhor, nossa Rainha conseguiu... de uma forma estranha, mas conseguiu.

Voltaria para o Armazém, carregando Eva em meu colo, caso encontrasse Akane e o homem eu diria. – E então, conseguiu descobrir onde fica a biblioteca? – Diria aproveitando a informação que eu tinha. Esperava que a ruiva me apresentasse o cavalheiro que nos levaria para fora da cidade.

- Prazer senhor... – Esperaria que ele dissesse seu nome. – Me chamo Dave, agradeço pela gentileza de nos guiar até sua vila, a médica de nosso grupo precisa de algumas informações adicionais... enfim, isso não vem ao caso, se importaria de levar as damas em sua carroça, e... eu também, como pode ver estou um pouco ferido. – Se o homem se recusasse eu esperava que as garotas entrassem em ação usando seus respectivos charmes e eu completaria.

- Suponho que veio aqui com essa carroça em busca de mantimentos correto? Já que estava dentro de um armazém comercial... e pelo visto não conseguiu nada. Se nos fizer esse favor, prometo ajuda-lo com os suprimentos... usando meus métodos. – Sorriria. Esperava que aquilo fosse o suficiente.

Se o homem concordasse eu colocaria Eva dentro do “veiculo” e ajudaria Melissa a pôr o Sam também, em seguida faria uma breve reverencia me oferecendo para ajudá-la a subir a bordo, faria o mesmo com Akane. Por fim eu mesmo subiria na carroça e cobriria a todos nós com a lona que tinha lá.
- Agora é só rezar para que esse velho não tenha me reconhecido e queira nos integrar para a marinha por conta da minha recompensa. – Pensaria.
- Se isso acontecesse seria muito engraçado. – Responderia Yang. – Mas como pretende ajudar esse pobre homem? Os mantimentos que tinha estão no navio que a marinha capturou.

Sorriria. – Você realmente pensa como um paladino... essa ilha está preste a entrar em guerra, e essa é a melhor oportunidade para ladrões se tornarem ricos e poderosos.
- Então com o que? – Perguntou Yang.
- Muito antes da guerra começar vários roubos são feitos, como uma garantia. Uma grande quantidade de comida, é roubada e estocada, grãos, pães, frutas, verduras, carne seca, peixes, queijo, vinho até mesmo água potável. Quando a guerra eclode e o comercio exterior, agricultura, pesca etc. se tornam escassos e, na melhor das hipóteses, é montado um cerco na cidade, as pessoas passam a oferecer tudo o que tem, chegam a pagar fortunas em troca de migalhas de pão para saciar a fome. No fim da guerra, os ricos estão menos ricos e os ladrões de comida se tornaram detentores de riquezas enormes.

- Certo... então se quer achar comida no momento antes de uma guerra... – O melhor lugar é onde existe uma boa quantidade de pessoas... como eu. – Sorriria. – E para sorte desse cara, eu sei como achar lugares assim.

Se o homem começasse a fazer perguntas demais eu diria. – Por favor, sem muitas perguntas, apenas nos leve para fora dessa cidade de lá podemos seguir a pé e eu cumprirei com minha parte do trato.

Aguardaria então pela locomoção, da carroça e ficaria contando o tempo até que o homem nos avisasse que tínhamos saído da cidade, aguardaria mais um tempo e espiaria levantando um pouco a lona para ter certeza de que estávamos em um local seguro, só depois de confirmado eu sairia da carroça. - Certo, agora vamos para sua vila, e agora começa minha parte do trato... mas antes preciso de algumas informações: primeiro, como faço para chegar até uma cidade chamada Denrold? Segundo, o que você pode me falar sobre lá? - Ouviria o que o homem tinha a dizer, e assim que chegássemos em sua vila eu daria uma boa observada, a ideia de estudar um pouco sobre química e física agora me chamava atenção, mas creio que o melhor a se fazer seria ir direto ao submundo e negociar um pouco.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySeg 12 Jun 2017, 13:42

緋色









Eu estava sendo imprudente? Digamos que era meio óbvio que estava, porém tomar uma atitude improvisada de uma forma inusitada e imprevisível era uma forma de alcançar um objetivo, não era uma forma segura, nem prudente, mas nunca conseguiríamos nada se não tomassemos uma atitude e a possibilidade de entrar lá dentro e talvez encontrar algum Marine que eu pudesse ferrar me pareceu uma boa. Infelizmente meu plano perfeito não era tão perfeito assim, já que realmente o vendedor não tinha nada, os malditos Achill levaram tudo e não havia nada nem ninguém, além de caixas de madeira vazias e aqueles dois. A raiva tomou conta de mim e provavelmente devido a bebida eu estava muito mais falante do que o costume, também um tanto frustrada e irritada, queria descontar no maldito vendedor que não pareceu se incomodar muito com as minhas palavras, não sabia se eu realmente parecia inofensiva ou apenas uma bêbada maluca.

Eu podia não ser boa com intimidação, visto as reações do carinha do armazém, mas querendo ou não ele acabou me dando informações valiosas, ao menos aos meus olhos eram coisas importantes para que eu pudesse prosseguir em minha jornada. Ele logo notou que eu era de fora por errar a pronuncia do nome dos malditos nobres coleguinhas da Marinha com quem ele fazia negócios e assim como Ryuza fez mais cedo ele corrigiu minha pronúncia, o que me fez revirar os olhos por um segundo e voltar a encará-lo.

— Archill, Achill, Anchill, quem liga pra pronúncia de algo que mais parece um espirro do que um sobrenome? - responderia a ele.

Eu estava andando tempo demais junto de Melissa, até os comentários ríspidos e ácidos dela eu estava começando à imitar. Precisava de um gole de bebida, urgente, aquele dia tinha sido bem cansativo e eu não tinha chegado à uma conclusão de minhas ações ainda, mesmo que agora eu soubesse que haviam locais aparentemente neutros na Ilha, o que poderia significar uma possibilidade de encontrar guarida e descanso por algum tempo, ao menos para podermos passar a noite já que eu tinha certeza de que iria querer futuramente me unir ao lado Denrold para causar algum transtorno aos malditos Achill, a Marinha estava com eles, logo eles eram meus inimigos e eu não perdoaria o fato de ter nos tapeado daquela maneira e atrasado nossa viagem. Olhei então para o homem que tentava comprar do vendedor enquanto ele falava a mim sobre a possibilidade de nos dar uma carona até a Biblioteca da cidade onde ele morava o que para nós seria de grande utilidade.

— Agradeço por sua bondade. - responderia a ele ainda séria, sem me expressar muito além de um meio sorriso. - Infelizmente eu receio que não tenho comida ou suprimentos para ajudá-lo, porém conheço alguém que podeao menos agradecê-lo de uma forma digna.

Realmente não poderíamos fazer muito visto que estávamos apenas com as roupas do corpo e o que podíamos carregar, então não havia muito o que eu pudesse fazer por ele, mas talvez Ryuza pudesse ter algum plano ou carta na manga, em todo caso já tinha aberto a boca demais ali dentro, continuar à falar perto daquele vendedor inútil só iria dar mais pistas sobre nós, mesmo que eu quisesse chamar a atenção da Marinha de algum modo para pegá-los quando menos esperassem numa emboscada, agora não era mais oportuno me revelar ou tentar alguma coisa ousada. O vendedor não sabia em quantos estavamos, então assim que saíssemos da loja eu me dirigiria ao homem esperando que o vendedor não ouvisse do lado de dentro.

— À propósito... Estamos em 4 pessoas e um Animal, espero que não se importe com isso. - diria sem muita expressão na voz, mas firme como se já tivesse a carona garantida.

Assim que eu avistasse Melissa e os demais, prosseguiria.

— Se for problema, o animal é dispensável, podemos deixá-lo no meio do caminho. - diria ignorando Ryuza ou qualquer um presente, queria que ouvissem o quanto eu achava o lince um peso morto no momento.

Logo depois olharia para Ryuza com cara de paisagem caso ele dissesse algo ou se aproximasse de nós, então olharia para o homem que nos ofereceu a carona, sem poder apresentá-lo já que eu não sabia o seu nome.

— Consegui sim, esse senhor vai nos ajudar. Está tudo sob controle, Shinobi-kun. - diria apenas isso a ele caso perguntasse sobre a Biblioteca.

Eu poderia contar a ele que existia uma boa biblioteca perto do castelo, apesar de estar fechada ou que havia uma na pequena vila para onde o homem nos levaria, mas preferia guardar aquela informação comigo mais um tempinho por questão de segurança. Talvez fosse errado da minha parte, mas não estava me medindo com padrões de moral ou ética, não era falta de confiança, era apenas a questão de me certificar de que tudo daria certo dessa vez e eu não estava abrindo a boca na hora errada como fiz no navio anteriormente. Deixaria que Ryuza fizesse do seu jeito o lance das apresentações já que ele era melhor em fingir ser outra pessoa do que eu, o máximo que eu poderia fazer seria fingir ser uma médica comum, já que eu era médica e se ignorasse a parte que havia marines atrás de mim não havia nada que me impedisse de contar exatamente essa mesma história.

Esperaria que Ryuza desse seu jeito, mas caso ele não tivesse sucesso em sua atuação eu olharia para o homem observando suas expressões na tentativa de entender o que ele estava pensando naquele momento, tentaria então apelar para o emocionalismo e apesar de não ser boa em mentir ou coisa do tipo, diria a verdade apenas omitindo detalhes importantes como a pirataria e a perseguição envolvendo os Marines.

— Como pode ver nossa situação é complicada. Tenho que cuidar dos ferimentos de meus companheiros e estou pensando em deixar o Lince morrer por aí, mas... Se eu fizer isso eles vão dizer que sou insensível, então... Pode nos ajudar? - diria.

Caso tudo desse certo, e se todos nós estivéssemos à bordo da carroça, nada mais diria. Tentaria manter o silêncio a maior parte do caminho enquanto nos dirigíssemos ao nosso destino. Tentaria me manter quieta por algum tempo no caminho, caso estivesse debaixo da lona junto com os demais me aproximaria de Ryuza e tentaria puxá-lo para perto, para alcançar seu ouvido e sussurrar-lhe sobre onde o homem nos disse que levaria.

— Tem uma biblioteca na vila dele, é pequena, mas pode ser útil. Não seja precipitado. - diria a ele.

Deixaria as coisas seguirem seu curso naturalmente daí em diante.







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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyQui 15 Jun 2017, 15:26




Fuga de mestre!


Tudo parecia estar dando certo para os piratas, pois logo eles conseguiram uma carona para sair daquele lugar infestado com os lixos conhecidos como marinheiros iriam para um lugar o de teoricamente estariam a salvo e onde poderiam conseguir todas as informações que precisavam. Entretanto, apesar do homem estar oferecendo os levar lá, ainda precisavam se concentrar em não fazer merda para que ele não mudasse de ideia. - Archill, Achill, Anchill, quem liga para a pronúncia de algo que mais parece um espirro do que um sobrenome? - O homem deu uma risadinha, mas logo se segurou. - Agradeço por sua bondade. Infelizmente eu receio que não tenho comida ou suprimentos para ajudá-lo,... - O homem abaixou a cabeça, triste, ao ouvir isso. - ...porém conheço alguém que pode ao menos agradece-lo de forma digna. - Ao ouvir a última parte da fala da garota, o homem pareceu ver uma pequena luz de esperança. Vendo que estava tudo indo bem, Ryuza voltou até onde Melissa e Eva estavam. - Obrigado pelo favor, parece que acabamos de conseguir carona para fora da cidade. Ou melhor, nossa Rainha conseguiu... De uma forma estranha, mas conseguiu. - Disse, e pegou Eva no colo da novo, seguindo em seguida para a entrada do armazém - A propósito... Estamos em quatro pessoas e um animal, espero que não se importe com isso. - A garota disse, enquanto saia do armazém com o homem, e logo que Ryuza e Melissa a viram, completou. - Se for problema, o animal é dispensável, podemos deixá-lo no meio do caminho. - Esse comentário não deveria agradar nem um pouco a Ryuza, e agradaria muito menos Eva, caso ela estivesse acordada. - Não, não, sem problema! Tem muito espaço livre ma carroça. - O home disse.

- E então, conseguiu descobrir onde fica a biblioteca? - Ryuza perguntou, usando as informações que tinha para deixar a situação mais convincente. - Consegui sim, esse senhor vai nos ajudar. Está tudo sob controle, Shinobi-Kun. - Akane respondeu. - Prazer senhor... - Ryuza esperou que o homem dissesse seu nome, e o mesmo demorou alguns instantes para entender o que Ryuza queria. - Ah, Simon. - Respondeu enfim. - Me chamo Dave, agradeço pela gentileza de nos guiar até sua vila, a médica de nosso grupo precisa de algumas informações adicionais... enfim, isso não vem ao caso, se importaria de levar as damas em sua carroça, e...eu também, como pode ver estou um pouco ferido. - O gatuno pediu, fazendo uso de sua lábia. - Sem problema. A carroça é grande. - Ele respondeu. - Suponho que veio aqui com essa carroça em busca de mantimentos correto? Já que estava dentro de um armazém comercial... e pelo vist não conseguiu nada. Se nos fizer esse favor, prometo ajudá-lo com os suprimentos... usando meus métodos. - Ryuza era persuasivo, mas não era preciso muito para convencer alguém desesperado. - Eu ficaria muito grato se o fizesse. Quando ao seu método, desde que seja efetivo eu não me importo qual seja. Tempos difíceis levam a medidas desesperadas. Podem subir na carroça quando quiserem. A viajem demora uma hora, então se quiserem tirar uma soneca podem se cobrir com o manto. Ele está lavado para não sujar os alimentos, apesar de não ter conseguido nenhum.

Ryuza colocou Eva na carroça, Sam, ajudou Melissa e Akane a subirem e subiu em seguida, os cobrindo com a manta. Cinco minutos após terem subido na carroça, Akane puxou Ryuza para o seu lado e sussurrou em seu ouvido. - Tem uma biblioteca na vila dele, é pequena, mas pode ser útil. Não seja precipitado. - Passaram-se mais 15 minutos, totalizando 20 e o homem sussurrou para eles. - Ei, estou dormindo? Acabamos de sair da cidade. - Ryuza levantou um pouco o manto para olhar e viu que estavam andando em uma estrada de terra, com a cidade onde estava, bem atras. Vendo que finalmente era seguro, levantou a manga e saiu, andando ao lado do homem, que levou um susto um susto quando o gatuno saiu de repente. - Certo, agora vamos para sua vila, e agora com a minha parte do trato... mas antes preciso de algumas informações: primeiro, como faço para chegar até uma cidade chamada Denrold? Segundo, o que você pode me falar sobre lá? - Nenhum deles sabia muito sobre o lado Denrold, e aquela era uma ótima chance de adquirirem informações. - Não, não. A cidade não se chama Denrold. Denrold é a família que comanda o lugar. O domínio dos Denrold se localiza na cadeia de montanhas da ilha. Entre os dois territórios está as terras neutras, onde as vilas camponesas que não apoiam nenhum dos lados estão. Ao contrário dos Achill, que são honrados e tem uma relação melhor com o governo e marinha, os Denrold são tidos como povo sem honra e tem uma relação melhor com piratas e revolucionários. As duas casas lutam pelo território do monte Queendo, onde está o trono do sol que determina o rei da ilha. - O homem foi dizendo. Log todos puderam ver uma pequena vila ficando cada vez maior. - Estamos chegando. - A vila do homem era bem simples, na verdade. Várias casas simples de madeira, uma taverna pequena e um mercadinho. Atras da vila havia um pequeno canteiro onde plantavam alimentos. - A biblioteca fica logo ali, ao lado da escola, pois quem usa mais são os alunos. - A escola a qual ele estava se referindo era na verdade uma casinha com apenas um cômodo, onde estava um quadro negro, uma mesa do professor e algumas mesas e cadeiras. Na biblioteca, a maioria dos livros eram educacionais, como por exemplo livros de biologia, física, química, história, etc, com apenas meia dúzia de livros de literatura.



Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySex 16 Jun 2017, 11:42

Finalmente uma luz no fim do túnel, aquele acontecimento aleatório veio como um raio de sol rompendo a barreira de densas nuvens de chuva. Como Ryuza tinha dado a sorte de conseguir escutar a conversa entre Akane o vendedor e o comprador sem que nenhum deles tivesse notado sua presença, ele pode improvisar de maneira suficientemente convincente. Não fora lá aquela lábia toooda, mas deu pra gasto, e era isso que importava.

O homem havia se mostrado realmente desesperado, como o gatuno tinha suspeitado, a ponto de não questionar e aceitar a oferta sem maiores dificuldades. A única coisa que incomodou Ryuza fora o comentário da Rainha quanto ao Sam. O pirata desferiu um olhar ameaçador para a mulher de cabelos ruivos, e aquilo deveria bastar – Pensou ele.
Tanto Ying quanto Yang tinham um apresso muito grande por animais, tinham vivido boa parte de sua juventude junto ao seu pai, que era um caçador que respeitava fielmente o código. Dando valor a vida animal e caçando apenas o suficiente para sobrevivência, agradecendo à caça por dar sua própria vida para que a vida de sua família pudesse prosperar...

Subiram a bordo da carroça e Akane veio lhe falar sobre a biblioteca. – Olha lá, a senhorita óbvio, ela já não percebeu que você sabe disso? – Perguntou Yang. Já Ying se limitou a girar os olhos e continuar seu diálogo mental. Ele ainda não tinha engolido o comentário da garota a respeito do Sam, mesmo tendo quase certeza de que fora apenas algo dito para lhe provocar.
Não tardou para que o guia comunicasse que estavam fora da cidade, Ryuza verificou se era seguro e logo desceu da carroça, se sentia melhor assim. A conversa com Simon se mostrou de enorme valor.

A confirmação de que os Denrold eram uma família (o que provavelmente dizia que os Achill também o eram), a localização da sua cidade e o fato deles se darem melhor com piratas e revolucionários. – De fato, lá deve ficar o mercado negro da ilha. – Concluiu Ryuza. E a tal guerra parecia ser algo antigo, em busca do tal trono que mais parecia um símbolo de conquista total da ilha.




Enfim chegamos a vila de Simon, olharia ao redor contabilizando o numero de construções e quantas pessoas haviam por ali, não era um local glamoroso, mas tinha seu charme camponês, a escola indicada por Simon não se diferenciava muito das demais casas, as construções que mais se destacavam eram a biblioteca em si, a taverna o mercadinho e uma pequena horta.
Viraria-me para Simon. – Muito obrigado Simon, vamos direto tratar de nossos assuntos da biblioteca e em seguida um breve descanso, assim que estivermos prontos iremos a busca da nossa parte do trato, mas temo que para isso tenhamos de ir até os domínios Denrold, podemos ir sozinhos já que você já nos contou a respeito de lá, mas não dispensaríamos um bom guia, se assim desejar. – Estenderia a mão para o homem, em um gesto de gratidão.

Caso a Eva ainda não demonstrasse sinais de consciência voltaria a pegá-la e carregar a mesma em minhas costas, caminharia até a biblioteca e tentaria adentrar na mesma, iria até uma mesa com bancos ou cadeiras e acomodaria Eva por ali. – Você ta carregando ela pra um lado e para o outro parecendo uma boneca, a garota vai acordar mais dolorida do que tudo. – Comentou Yang.

Iria até o mercadinho, ao chegar lá iria até o atendente. - Sabe onde posso encontrar um relógio de bolso por aqui? - Porque isso de repente? - Perguntou Yang. Reviraria meus olhos e responderia. - Para saber as horas. - Vi Yang levantar o dedo do meio. - Lido muito com explosivos, tenho que começar a saber o tempo certo que levam para explodir, isso facilitaria a minha vida, sem falar que ter um relógio é muito útil.
Se o atendente vendesse o item, eu o compraria diretamente, claro, que antes de pagar eu tentaria barganhar usando de minha lábia para ganhar um desconto. Se ele não tivesse um relojo a venda eu perguntaria se ele sabia a respeito de alguém que estivesse disposto a vender um e iria até essa pessoa caso existisse.

Tendo hesito ou não eu voltaria para a biblioteca e daria uma volta pela mesma, buscando todos os títulos que tivessem alguma relação com física e ou Química, acumularia esses livros e os empilharia sobre uma mesa, mas mesmo tendo uma boa mente e sendo capaz de aplicar o autodidatismo, eu ainda preferia ter alguém experiente me guiando e me ensinando ao menos o básico, por isso, buscaria na própria biblioteca por alguém que soubesse dos assuntos que estava procurando aprender.

Se eu já tivesse obtido o relógio eu começaria a olhar as horas volta e meia, prestando atenção no tempo de segundos indicados pelos ponteiros antes e depois de realizar alguma ação, ao andar de um lado para o outro da biblioteca, ao ler um enunciado do livro e tudo mais.

- Bom dia senhor(a), sabe me informar onde posso encontrar alguém que possa tirar minha duvidas sobre esses temas? – Mostraria um livro de Química e outro de Física. Se me fosse indicado a pessoa eu iria a busca dela.

Se na biblioteca eu não tivesse tal sucesso eu procuraria por uma pessoa assim na escola, quem sabe um professor em si. Faria a mesma pergunta e completando. – Sou um entusiasta por conhecimento. – Sorriria.

Se por fim eu encontrasse tal pessoa eu diria. – Poderia me ensinar a respeito? Quero saber tudo o que sabe e principalmente: Quero saber como aprender mais a sobre o assunto por conta própria. Estou disposto a pagar pela aula. – Se a pessoa duvidasse de que seria possível eu aprender algo assim tão rapidamente eu desafiaria. – Vamos lá, tentaremos a sorte, posso lhe afirmar que sou uma pessoa dedicada e sagaz. – Até que sua babaquice hoje está bem controlada, mas não vou falar nada, ao menos está trilhando o caminho que nossa mãe queria.

Se uma pessoa só não fosse suficiente por não saber ou por não ser um especialista em tudo que eu queria saber, buscaria por outros que pudessem acrescentar no processo, perguntando com quem eu falava no momento e pedindo por sua ajuda para encontrar tais pessoas.
Se tudo desse certo, iria até a mesa onde tinha deixado os livros e começaria os estudos/treinamento, me esforçaria bastante para absorver o conhecimento passado e lido nos livros, me atentaria aos detalhes e faria questões sempre que houvesse dúvidas ou aplicações práticas.

Durante o estudo eu focaria também na parte relacionada ao conhecimento de física a respeito do tempo, e claro continuaria com o processo de contar quanto tempo levava as ações, tentando memorizar e tomar noção da passagem do tempo, logo começaria a estimar quanto tempo se passou em determinada ação e logo conferiria a resposta, continuaria assim durante todo o estudo.

Seguiria pedindo um reforço na parte matemática como um aporte para a teoria, iria do básico até o mais avançado que houvesse ali na biblioteca. Quando começasse a sentir que meu desempenho mental estava começando a decair devido ao cansaço eu pediria uma pausa para descanso, pediria por água e recostaria e fecharia os olhos, tirando um breve cochilo, logo que acordasse mais descansado eu voltaria aos estudos.

Por fim eu pagaria pelos conhecimentos, para quem que tivesse me ensinando (caso tivesse conseguido um professor) ou para o responsável pela biblioteca (caso não tivesse encontrado ninguém).

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySab 24 Jun 2017, 21:55

 


Hora do estudo!


Finalmente os piratas haviam chegado na vila, o que parecia ser um porto seguro no meio de um mar de turbulência. Por não estarem mais em território Achill, não havia mais o perigo tão iminente de serem capturados, o que os deixava mais aliviados, mas não desatentos. Nada impediria os Achill ou os próprios Denrold de atacarem aquela vila, afinal eram tempos de guerra. Assim que a carroça parou, Ryuza foi falar com Simon. – Muito obrigado Simon, vamos direto tratar de nossos assuntos da biblioteca e em seguida um breve descanso, assim que estivermos prontos iremos a busca da nossa parte do trato, mas temo que para isso tenhamos de ir até os domínios Denrold, podemos ir sozinhos já que você já nos contou a respeito de lá, mas não dispensaríamos um bom guia, se assim desejar. - Ryuza estendeu a mão para o homem, fazendo o pedido de um guia. - Apesar de saber onde é, eu nunca fui no território Denrold. Por comprar suprimentos no lado dos Achill, dificilmente eles seriam amistosos com alguém como eu. Creio que terão que seguir por conta própria. - Simon apertou a mão do homem, e era possivel perceber que o homem colocava todas as suas esperanças na promessa do homem de conseguir suprimentos, e não era para menos, já que a comida da vila estava acabando. O gatuno voltou até a carroça, pegou Eva e seguiu para o mercadinho enquanto Simon se despedia dele. - Boa sorte, e que os deuses estejam com você. - Ao chegar no pequeno mercado, que estava mais para uma pequena barraquinha, pode notar que ela era dividida basicamente em duas partes: uma para comidas, apesar de estar quase vazia e uma para objetos variados, como penas e pergaminhos, bonecas ou coisas do dia a dia. - Sabe onde posso encontrar um relógio de bolso por aqui? - O vendedor virou-se para vê-lo quando o mesmo o chamou, e olhou embaixo da bancada onde estavam os produtos. - Ter eu tenho um, que o velho Joe me vendeu por estar quebrado e eu concertei, mas ele esta um pouco enferrujado. - O homem pegou algo e colocou na frente de Ryuza. O relogio estava intacto, se não considerasse por algumas ferrugens nas bordas. - Não esta em perfeitas condições, então eu faço por 10.000. E nem adianta tentar barganhar. Estou passando por uma crise financeira e já estou te fazendo um desconto.

Apesar dos apelos de Ryuza, o vendedor não cedeu, fazendo com que ele que tivesse que pagar o valor estipulado. Logo em seguida o homem seguiu para a biblioteca, onde conseguiu reunir uma boa quantidade de livros sofre física e química. Por sorte, aquela era uma biblioteca de uso da escola, e a maioria dos livros era didático, o que facilitava com que Ryuza achasse o que queria. Com uma boa pilha de livros, carregou-os todos para uma das 3 mesas que havia lá e os organizou por assuntos. Enquanto o estava fazendo, uma figura entrou no recinto, indo ate o balcão de bibliotecário(a). Ao virar-se, Ryuza pode ver uma figura que não conseguia distinguir se era homem ou mulher. Era bizarro que alguém assim existisse, mas aquela pessoa parecia trazer características de ambos os sexos. Apesar de tudo, aquela parecia ser a pessoa responsável pela biblioteca, então não havia porque perder tempo. - Bom dia senhor(a), sabe me informar onde posso encontrar alguém que possa tirar minha duvidas sobre esses temas? - Ryuza mostrou os dois livros, um de química e outro de física, pedindo ajuda sobre os assuntos. A pessoa andrógena abaixou a cabça para olhar os livrs cm uma expressão serena, e então respondeu. - Eu gravei todos os livros aqui dessa biblioteca. Pode irar qualquer duvida comigo. - Sua voz era ambígua assim como sua aparência, deixando seu gênero ainda mais obscuro. – Poderia me ensinar a respeito? Quero saber tudo o que sabe e principalmente: Quero saber como aprender mais a sobre o assunto por conta própria. Estou disposto a pagar pela aula. - A pessoas à sua frente virou a cabeça em um ângulo de 60 graus. - Pagar? Mas conhecimento não é um bem para ser vendido. É um direito. Se quer pagar, aceito como doação. - Ryuza pegava o dinheiro e o entregava.

Sem mais delongas, a elx saiu de trás do balcão e foi até a mesa onde Ryuza havia reunido os livros. Pensou por 3 segundos e depois organizou eles de forma a haver um maior aproveitamento dos mesmos. - "Introdução à física I". Vamos começar. - De fato, assim como elx havia dito, o(a) mesmo(a) havia gravado todos os livros, sabendo todas as passagens de có sem nem mesmo ter que olhar, o que ajudou muito Ryuza. Formulas e formulas eram mostradas e demonstradas para ele, de modo que ele tivesse uma melhor compreensão do mundo a sua volta, e durante todo esse tempo Ryuza se manteve cronometrando o passar do tempo com seu novo relogio. Apesar de tudo, o tempo era também um grande aliado da física, e Ryuza precisou aprender bastante sobre a passagem do tempo. Eram muitas formulas para que Ryuza pudesse gravar tão facilmente, e para que pudesse respirar, sem acabar com uma dor de cabeça, o mesmo teve que fazer duas pausas para descansar. - Ótimo. - Disse a pessoa, depois de muito tempo. - Isso é tudo que temos por aqui. Pode dar mais uma descansada antes de cairmos de cabeça na química. - Elx parecia bem animado(a). A porta então se abriu e Simon entrou com um copo d'agua. - Bom dia, Andy. - Simon cumprimentou a pessoa. Até o nome delx era ambíguo, podendo ser homem tanto de homem quanto de mulher. Em seguida, o homem se virou para Ryuza. - Como está indo? Como não temos muita comida, não pude te trazer nada para comer, então trouxe um copo d'água. - Simon entregou a água para Ryuza. - Desculpe qualquer coisa. Se-Se precisar de mim para alguma coisa é só chamar. - E então saiu da biblioteca, deixando Ryuza e Andy sozinhos de novo.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptyDom 25 Jun 2017, 19:23

Finalmente um momento de paz depois da brincadeira de gato e rato pela qual o grupo de Ryuza havia passado, a vila onde chegaram era pequena e tinha um ar de calmaria, mas algo no ambiente estava estranho, uma atmosfera de incerteza pairava inerte sobre o vilarejo, a tensão da guerra eminente parecia se esconder atrás daquela paz.
Simon se mostrou uma pessoa amistosa, Ying não sabia ao certo o quanto deveria confiar nele, e justamente por isso acabava por não confiar nele. Mas não deixava isso transparecer, afinal o gatuno nunca confiava em ninguém que tinha acabado de conhecer, isso se mostrou verdade até mesmo com as últimas duas “aquisições” do bando.

Simon infelizmente não poderia guia-los para os domínios Denrold, mas não era lá um problema tão grande, o Cruzado daria um jeito de se virar, por hora ele precisava de um descanso e de trabalhar sua mente. Ao notar a presença de uma venda, se encaminhou até ela, carregando Eva em suas costas.
A negociação não saíra do jeito que esperava, achou ter pago muito em um relógio enferrujado, mas pelo visto o vendedor estava desesperado por dinheiro, Ying precisava do objeto, do contrário, teria feito jogo difícil ou até mesmo desistido da compra.

Em seguida, já na biblioteca, deu início a sua busca por conhecimento, reunindo livros que julgou promissores ao seu aprendizado. Por sorte, encontrou um tutor para seus estudos, bem... um... uma... tutor, tutora?...
Era difícil saber, a pessoa apresentava traços neutros, era muito difícil supor por sua aparência o seu sexo, mas isso não dizia nada para Ryuza, ele apenas queria saber se a pessoa em questão saberia lhe ensinar, e logo ele percebeu que sim, ela era. O/A responsável pela biblioteca tinha uma mente brilhante, uma memória capaz de lembrar de tudo e de passar conhecimento facilmente.
Os estudos perduraram por muito tempo, Ying demarcava seus estudos e forçava sua mente ao máximo, depois de muito esforço e alguns descansos, o estudo chegou ao fim.




- Isso é tudo que temos por aqui. Pode dar mais uma descansada antes de cairmos de cabeça na química. – Marquei o tempo de estudo. – Nossa isso tudo? – Pensei, física era realmente um tópico difícil, minha cabeça doía um pouco e meu olhos ardiam, as informações pareciam participar de uma festa intensa em minha mente, uma festa barulhenta e bagunçada, levaria um tempo até que a festa terminasse e todas as informações se assentassem em seus devidos lugares.

A porta se abriu e eu demoraria alguns segundos até olhar para a direção dela. Simon se prostrou ao lado da mesa, pondo sobre a mesma um copo cheio d’agua. - Bom dia, Andy – Disse o homem que tinha me guiado. – O nome dêla é Andy, que legal, um nome ambíguo para uma pessoa ambígua. – Apesar da brincadeira de Yang, isso fez Ryuza notar que nem sequer tinha se apresentado para Andy e muito menos perguntado o seu nome.

- Como está indo? Como não temos muita comida, não pude te trazer nada para comer, então trouxe um copo d'água. – Tomaria o copo em minhas mãos e faria um sinal de agradecimento com a cabeça, aproveitaria o movimento para olhar rapidamente o estado da água e cheirar, a desconfiança em um tempo de guerra é uma companheira bem vinda, ainda mais para um procurado em uma vila necessitada de ajuda. Sabia que alguns venenos são inodoros e incolores, mas estes eram mais difíceis de se providenciar e manusear.

Colocaria o copo na boca caso não tivesse um cheiro estranho nem uma cor diferente, fingindo dar um pequeno gole, apenas tocaria a água com os lábios e com a ponta da língua, sentiria o gosto, se tudo tivesse normal, entornaria o copo saciando minha sede.
Caso notasse algum sinal estranho eu diria. – Ah, é melhor guardar para o fim dos estudos, não quero ter de interromper o processo tendo de ir ao banheiro hahahaha. – Riria compondo minha lábia e deixando o copo de lado.

- Ahhhhh...! – Diria depois de sentir o líquido fluir refrescante garganta abaixo. – Muito obrigado Simon. Estava precisando de algo assim, e não se preocupe quanto a comida, eu vi com meus próprios olhos como está a situação por aki. – Sentiria uma pontada de dor, devido aos ferimentos da luta, o efeito dos analgésicos e da morfina deveria estar passando. – Que droga onde a Akane foi parar? – Me perguntei, tinha passado um bom tempo e nada dela aparecer.

- Desculpe qualquer coisa. Se-Se precisar de mim para alguma coisa é só chamar. – Disse o homem, se mostrando prestativo.
- Parece que minha companheira médica se perdeu, se ela não retornar parece que precisarei de um curandeiro, por acaso você não é um, é? Hahahaha. – Brincaria mais uma vez. – Até mais. – Concluiria com um aceno e me voltaria para o tal Andy.

- Podemos dar continuidade? – Diria e olharia o relógio, marcando a hora, na parte de química eu pararia de apenas marcar o tempo e durante todo o estudo, leitura e explicação, passaria a estimar o quanto de tempo durou minha ação, ao terminar uma leitura de um parágrafo eu chutaria os segundos ou minutos, ou a leitura de um capitulo ou livro. Estimaria o tempo que demorou para Andy concluir uma explicação, ou tempo de me levantar e ir até o balcão e voltar apenas para esticar as pernas e fazer o sangue circular um pouco.

Da mesma forma que anteriormente, prestaria atenção as explicações e tentaria executar as atividades práticas com bastante determinação, perguntaria sempre que algo me soasse confuso ou pedir explicações para assuntos cotidianos que eu pudesse ligar ao assunto dissertado. Pediria sempre exemplos nos mais variados âmbitos, reações, concentração, cálculos estequiométricos, nomenclaturas de elementos e moléculas, propriedades químicas de materiais, relação com física e variáveis como temperatura, pressão e o próprio tempo.

Faria pausas ao longo dos assuntos, dessa vez faria mais vezes do que durante o estudo de física, a cada parada eu iria me impor um tempo, como dois minutos, cinco ou oito, olharia no relógio a hora de início e descansaria, assim que achasse que o tempo determinado tivesse chegado eu voltaria a estudar e conferiria se acertei na passagem de tempo, caso errasse a próxima pausa teria o mesmo período e tentaria acertar, se acertasse eu repetiria mais uma vez o mesmo tempo na próxima pausa, apenas para confirmar.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 13 EmptySex 30 Jun 2017, 15:25

 


Despertar!


Ryuza parecia estar esgotado depois da maratona de estudos de física, entretanto não era hora de parar, e dali a pouco tempo começaria a estudar química. Quando Simon apareceu, oferecendo-lhe água, Ryuza logo bebeu ao constatar que a mesma não possuía cor, cheiro nem gosto. Era simplesmente água normal, sem nada demais. Não estava fria, e sim meio quente, mas era melhor do que nada para matara a sede. - Ahhhhh...! Muito obrigado Simon. Estava precisando de algo assim, e não se preocupe quanto a comida, eu vi com meus próprios olhos como está a situação por aqui. - Realmente a refrescancia da água era prazerosa ao homem, que estava um tempo sem beber água apropriadamente. Com a sede do hospede saciada, Simon foi saindo, até que Ryuza o chamou de novo. - Parece que minha companheira médica se perdeu, se ela não retornar parece que precisarei de um curandeiro, por acaso você não é um, é? Hahahaha. - Ryuza parecia estar brincando, mas Simon respondeu isso seriamente. - Ah, não temos médicos ou curandeiros por aqui. A única pessoa com noções de primeiros socorros é Andy. - Ele disse, apontando para a figura que o estava ensinando. - Se precisar que eu de uma olhada em algo, é só pedir. - Andy disse, e Simon voltou a sair. - Até mais. - Ryuza se despediu do homem, que acenou para ele e saiu da pequena biblioteca. A mente do gatuno parecia mais calma, e provavelmente já seria possivel voltar aos estudos. - Podemos dar continuidade? - Ele pediu. - Sim. Acho que já descansou o bastante.

Logo o estudo teve inicio novamente, entretanto a matéria dessa vez era mais complicada de se entender. Enquanto física podia ser testada no mundo real para facilitar o entendimento, química tratava de um mundo submolecular que parecia por demais abstrato para que se entendesse. Apesar de tudo Ryuza foi perseverante e aos poucos aquele conhecimento começou a se desdobrar e fazer sentido em sua mente. De modo semelhante à primeira vez, Ryuza marcava o tempo de tudo que fazia com seu relógio de bolso. Tentou também chutar a duração de suas ações, e mesmo que de inicio fosse errando por muito, com o passar do tempo essa margem foi diminuindo. Ao fim de tudo, Ryuza estava com uma boa dor de cabeça devido a usar tanto o cérebro em um espaço de tempo tão curto. Entretanto a dor de cabeça significava uma coisa: ele havia aprendido. - Issso deve responder todas as suas duvidas. - Andy disse, guardando todos os livros que foram pegos de volta em suas respectivas prateleiras. - Você é inteligente, não esperava que fosse aprender tão rápido. - Enquanto Andy guardava os livros, Ryuza pode perceber um movimento em uma das mesas, e pode ver que Eva parecia estar acordando. - Ahn? Aonde estou? - Entretanto, Ryuza não teve nem tempo de falar com ela quando ouviu um rugido e Simon gritando. - AAAAHHHH! O PUMA ACORDOU!


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