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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyQui Jan 19, 2017 2:00 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptySab Maio 27, 2017 8:22 pm

緋色









Receber bronca de um lixo fardado como aquele oficial da marinha não me causou nenhuma emoção específica, na verdade achei patética a forma como conseguimos enganá-lo fingindo-nos de oficiais. Ele e seus companheiros eram o tipo de lixo humano que havia dentre os soldados que me irritava. A pose altiva, a forma arrogante de falar e o modo como achou que algo aconteceria comigo por eu ter me intrometido em seu diálogo com meu "superior". Ri comigo mesma enquanto tentava não esquecer o rosto daquele cara, talvez se eu tivesse a oportunidade de atacá-lo e tirar sua vida no futuro eu pudesse lembra-lo de mim e da ocasião na qual nos encontravamos no momento. Por hora só me restava esperar pacientemente por tal oportunidade.

Enquanto continuávamos com a encenação, percebi a forma como o nosso amigo oficial observou a Akuma no Mi de Ryuza e por um isntante notei o grandioso valor daquela fruta. Eu nunca tinha ouvido falar daquelas coisas até por os pés no navio juntamente à tripulação do Chess, mas pela forma como era mencionada, acreditei que uma Akuma No Mi pudesse ser bem valiosa de fato e isso me interessava um bocado, ainda que eu não tivesse ideia de como usar uma dessas atualmente, mas quem sabe o futuro não me sorriria e me daria algo como uma Akuma no Mi, tudo era possível.

Ouvir a notícia sobre a família real Montblanc, da parte do oficial, por sua vez foi deveras interessante, já que eu até o presente momento não tinha ouvido falar dos feitos antigos de meus companheiros de tabuleiro e por esse motivo eu ainda desconfiava deles. Saber que realmente eram piratas do tipo que se opõe à um sistema de governo me deixou não só interessada naquela história, como um pouco mais confortável com a possibilidade de realmente ter escolhido o bando certo para fazer parte. A visão que ia contra o sistema me agradava e sem saberem eles tinham acabado de marcar um ponto à seu favor em questão da minha opinião.



[...]



Descendo do Navio, junto de Eva, Sam, Ryuza e o Soldado que mal sabia os planos que eu tinha para ele, observei com atenção, ainda fingindo estar focada apenas na missão, mantenho a expressão fria e sem nenhuma emoção enquanto caminhava e observava o ocorrido com o tal soldado ao ficar do lado oposto ao do "gato", o que poderia significar que ele tinha medo do felino, talvez isso fosse um fator à ser explorado futuramente. De qualquer forma eu guardaria essa informação em minha mente e manteria o foco na situação atual, prestando atenção na conversa e nos arredores.

Ao ouvir a história sobre o casamento da tal princesa Belroda, soube que não poderia simplesmente cravas minhas espada naquele miserável. Agora entendia o porque de haver tantos marinheiros na Ilha e saber que haviam ali 4 galeões era sinal de perigo, então tentar alguma coisa seria loucura, ao menos no momento. Ryuza por sua vez foi mais ardiloso do que eu imaginava. Sua ousadia foi ao ponto de perguntar ao soldado desavisado à respeito dos planos dos Archill, informação esta que seria importante para nós de fato. Tinhamos acabado de ancorar numa Ilha na qual ocorria uma Guerra Civil, o que significava que havia mais de 50% de chance de encontrarmos problemas pelo caminho, então deixaria que o imediato prosseguisse com sua atuação magnífica para cima do Marine.

Não demorou muito aquela tosse falsa e forçada me fez despertar de minha indolência mental sendo o sinal perfeito visto que ele deu uma desculpa esfarrapada para que Eva e eu saíssemos dali, à fim de despistar aquele soldado e pelo visto ele teria mais êxito sozinho, deduzi. Olharia na direção de Eva de canto de olho, mesmo que ela não pudesse ver para onde meu olhar apontava devido o óculos escuro, esperando que ela dissesse algo, mas antes que ela pudesse pronunciar algo...

— Sim. - responderia a ele, batendo continência como fiz no navio.

Caso tudo estivesse ok, seguiria então com Eva e o felino para longe dali, acreditando que Ryuza tinha um plano para livrar nossa pele da enrascada de cair numa ilha cheia de marines. Mas antes que pudessemos ter ciência de qualquer plano, seguiria adiante buscando me afastar da vista dos marinheiros e tomando a precaução de manter-me próxima à garota durante esse meio tempo. Buscaria caminhar pela ilha e observar atentamente a cada local por onde passassemos, ainda em silêncio buscando saber a posição dos Marinheiros que haviam na Ilha, fazendo um reconhecimento do perímetro enquanto isso. Continuaria andando pelas ruas silenciosamente e caso não ouvisse nada da parte de Eva, então teria que falar algo, talvez ajudasse à estreitar os laços entre os companheiros de tripulação, já que desde saber sobre o incidente com a família Montblanc eu havia me interessado mais neles.

— Há quanto tempo se conhecem? - perguntaria sem olhar para ela. - Você e o Shinobi-kun.

Aguardaria pacientemente pela resposta, mas prosseguiria em seguida tendo ela respondido ou não.

— Conseguem se comunicar apenas com uma troca de olhares... Eu diria que a ligação e a confiança entre vocês é forte. - diria logo após. - Gostaria de saber mais à respeito do incidente envolvendo a família Montblanc que os Marines mencionaram mais cedo. Eu achei uma coisa no navio...

Levaria então a mão do lado de dentro da blusa puxando a ponta da carta à frota H-3 que eu havia pegado no navio e logo guardaria de volta entre os seios.

— Talvez haja algumas respostas para nós exatamente aqui, entretanto, lerei apenas quando tivermos um pouco mais de tempo. Por hora ficar à par dos feitos de vocês me ajudaria à entender melhor o porque seu capitão estava em conflito com o outro homem quando cheguei e a coisa que mais quero saber.

Até então teria dito tudo completamente sem emoção alguma no rosto, ainda caminhando ao mesmo passo que ela, antes de finalmente esboçar um meio sorriso malicioso no canto dos lábios e olhá-la de canto, deixando o óculos descer um pouco enquanto faria isso, expondo meus olhos focados na mesma.

— Qual o seu motivo para ter ingressado na tripulação? - perguntaria curiosa ainda com o mesmo sorriso.

Ela respondendo às minhas perguntas ou não, apenas continuaria andando esperando que o felino fizesse seu trabalho e nos guiasse até Ryuza, enquanto conversavamos. Caso encontrassemos com nosso imediato, então reassumiria o jeito inexpressivo, o efeito da bebida já teria passado há algum tempo então infelizmente acredito que minha lucidez e introversão voltariam à predominar minha forma de falar ao ouvi-lo questionar à respeito de irmos para o outro lado da ilha.

— E ficar longe dos Bonequinhos do Governo? - diria em ironia. - Tudo por nossa integridade.

Responderia afirmativa, mesmo com meu tom irônico, esperava que ele tivesse captado o fato de que tantos marinheiros assim me deixavam desconfortável e por isso sua ideia era aceitável, contanto que estivéssemos longe deles. Eu sabia que seria impossível alcançar o que eu queria numa ilha cercada de marinheiros, mas se continuassemos ali, a frota que nos recepcionou nos pegaria na certa, devido à forma como os despistamos. Por um instante pensei em Melissa, mas decidi que o melhor era manter o foco aqui e esperar que a "Rainha deposta" e o cara do Tapa-Olho já tivessem se livrado dos Marines.

— Darei meu melhor. - responderia a ele em relação à convencer as pessoas.

Tudo parecia estar sob controle, o que poderia fazer por hora era apenas segui-lo e esperar que ele soubesse o caminho certo, ou esperar que Eva tivesse alguma ideia brilhante. Manter-me-ia logo às costas de Ryuza enquanto fossemos por onde ele pudesse nos levar e manteria o disfarce até onde fosse cabível. Caso finalmente encontrássemos um local seguro e pudessemos trocar de roupa, simplesmente o faria sem me importar com os demais.

— Não aguentava mais aquela maldita farda. Aquilo fede, tanto quanto quem costuma usá-las. - diria desgostosa de ter vestido aquilo.

Caso não encontrassemos um local seguro e fosse nos perguntado algo sobre o motivo de estarmos em outra área, apenas me manteria calada, deixando que Ryuza tomasse conta do assunto, afinal ele era o imediato e na ausência do capitão ele era quem dava as ordens e enquanto me fosse conveniente obedeceria.






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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyDom Maio 28, 2017 4:33 pm

 


Todos


Akane, Ryuza, Eva e Sam seguiam o marinheiro, que andava mais a frente falando com eles. Jacob dava o relatório para eles, enquanto seguia dobrando esquinas, entrando e saindo em ruas e se aproximando do castelo, até que os sinos tocaram, anunciando que o casamento havia acabado. - Ih, que pena. Parece que chegaram tarde. Mas posso ver se consigo uma audiência com eles se desejarem. O presente que trouxeram é algo extremamente valioso. Eles devem ficar contentes. - Jacob disse, se virando para eles e depois voltando a andar. - Tudo bem. Antes tarde do que nunca, não é o que dizem? Mas me diga, caso uma batalha estoure, os Anchil pretendem atacar e levar a guerra até os Denrold? Isso livraria a população do terror da batalha. Sem falar que caso o governo ou marinha tenha instalações de pesquisa aqui, as colocariam em risco não é? Quais as rotas até os inimigos? - Jacob parou, de súbito, e olhou para eles, mais especificamente para Ryuza. Olhou por um segundo em um silencio constrangedor, e em seguida olhou para algo atrás dele. Em um instante ele olhou de novo para Ryuza e sorriu um sorriso ameaçador, como se soubesse de algo que os outros não sabiam. Seu sorriso carregava uma certa malicia e um ar de superioridade, ate que finalmente falou. - Por que daria uma informação dessas para piratas? - Um tiro foi ouvido, e um dardo tranquilizante acertou Sam, fazendo-o apagar na hora. - Sam! - Eva se abaixou e foi olhar para o felino, até que os três ouviram barulho de palmas vindo de trás. Clap, clap, clap. - Isso foi mais fácil do que eu esperava. Os soldados à mando do Kitsanne que devem ser um maricas mesmo. - O marine que os havia recepcionado quando chegaram estava atrás deles, junto com outros vários marinheiros. Todos eles, incluindo os que estavam a volta dos mesmos apontaram armas para os 3. - Vocês nitidamente são superestimados. Realmente acharam que conseguiriam nos enganar com esses disfarces de merda? Vocês próprios se entregaram! O navio da frota H-3 foi o que foi roubado por vocês, e ainda vem falar claramente qual ele é? HAHAHA! Hilário! - O marinheiro parecia estar se divertindo muito com a situação, e os olhava com um olhar de ódio.  

- Ainda mais com aquela historiazinha do Montblanc. Montblanc se preocupava demais com o reino para dar uma akuma no mi desse jeito. Estavam tão confiantes em seu teatrinho que nem perceberam o que estava acontecendo. Foi só falar uma mentirinha aqui ou ali, fingir que não reconheci vocês que acreditaram sem pensar duas vezes! Arrogância da nisso. Já ouviram falar em dividir e conquistar? Todos os seus amiguinhos foram capturados, e só falta vocês. - O marinheiro pegou uma sacola e rolou na direção deles. Dentro dela estava a cabeça decaptada do grandão de tapa-olho que haviam recrutado no farol. - Esse ai era Trumanai Monara, O Estripador. 15 milhões pela cabeça. Seu hobby era encontrar e matar pessoas mais fortes que ele. Provavelmente estava enganado vocês até ficar um momento a sós com seu capitão e matar ele em uma batalha. De nada. - Depois de dizer isso com um sorriso no rosto, o homem deu uma grande gargalhada. - Ah, mas em uma coisa eu não menti. Melissa realmente vai ficar desapontada. Ela queria muito lutar e matar vocês. - Os três estavam encurralados: Sam estava desmaiado e todos os caminhos estavam cheios de marinheiros armados.
OFF:
 


Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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Grupo:
 


2017:
 
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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyDom Maio 28, 2017 8:01 pm

O clima estava tenso, mas tudo parecia seguir um rumo favorável, Ryuza com sua mente rápida pensava em formas de se livrar daquela situação miserável em que tinham caído de paraquedas, um conflito territorial entre dois prováveis reinos, no qual ele se encontrava no lado onde não apoiava pessoas como ele – Não que ele soubesse que o outro lado o apoiava, mas um destino incerto é muito melhor do que um destino confirmadamente ruim – Olha só, você está bem filosófico hoje em? – Comentou Yang.
- Mas me diz, vai dar merda né, isso não tá cheirando a coisa boa.

Por mais improvável que pareça, a suspeita da fantasia estava correta... Ying estava prestes a ser surpreendido...
Para que seu plano desse certo, Ryuza precisaria de mais informações, e tentou extrai-las usando sua lábia, o soldado virou-se e pareceu olhar para o gatuno, e depois para algo atrás dele, a princípio o pirata disfarçado pensou que ele estava apenas aproveitando para dar uma “conferida” em Eva ou em Akane, visto que ambas eram bastante atraentes, mas segundos depois ele percebeu que aquela expressão e sua reação corporal eram bastante suspeitas.
- Que sorriso de cafetão é esse? – Pensou o gatuno.

- Por que daria uma informação dessas para piratas? – Ryuza congelou.
- A casa caiu. – Comentou Yang.

Um estampido agudo ecoou pelos ares, Ying virou-se de imediato, a tempo de ver Eva se dirigir para o lince e gritar seu nome, olhou assustado, mas não havia sangue e sim um dardo preso ao corpo do animal. – Não deve ser veneno, se quisessem mata-lo seria mais fácil usar uma bala normal, deve ser apenas um tranquilizante. – Concluiu o gatuno rapidamente.

O sargento de mais cedo se aproximou batendo palmas. – Isso foi mais fácil do que eu esperava. Os soldados à mando do Kitsanne que devem ser uns maricas mesmo. – Apesar da situação tensa, Ryuza se mantinha calmo, sem pose de combate, o susto já havia passado, ele já estava em uma situação merda, não havia motivo para nervosismo, era hora de abraçar o caos. Sorriu.




- Pra que toda essa algazarra? Precisava mesmo dessa “mise en scene”? – Indaguei com um ar sarcástico.
- Vocês nitidamente são superestimados. Realmente acharam que conseguiriam nos enganar com esses disfarces de merda? Vocês próprios se entregaram! O navio da frota H-3 foi o que foi roubado por vocês, e ainda vem falar claramente qual ele é? HAHAHA! Hilário! – Estávamos cercados por inúmeros marinheiros, todos com armas erguidas em nossas direções. Aquele cara parecia gostar de falar, e isso era ótimo, me daria tempo para “calcular”.

Enquanto ele falava minha mente rapidamente entrava em ação, processando informações do ambiente a nossa volta, quantidade de oponentes, armas que estavam empunhando, distância entre nós e cada um deles, espaço que eles ocupavam, a rua onde nos encontrávamos, patentes que suas vestimentas denotavam, estatura corporal e tudo mais. Aos poucos todo o ambiente passava a se colorir, círculos, semirretas, triângulos, elipses, uma lista completa de imagens que me diziam o que fazer a seguir.

O Sargento mostrou uma sacola contendo algo dentro e arremessou em minha direção, dentro do saco estava a cabeça do grandalhão de tapa-olhos. - Esse ai era Trumanai Monara, O Estripador. 15 milhões pela cabeça. Seu hobby era encontrar e matar pessoas mais fortes que ele. Provavelmente estava enganado vocês até ficar um momento a sós com seu capitão e matar ele em uma batalha. De nada. – Olharia para a cabeça com uma expressão séria, e levantaria o olhar para o sargento com uma expressão de quem estava, literalmente, pouco se fodendo com a situação.

- Olha, vou te dizer uma coisa. Que falta de cordialidade viu? É assim que vocês tratam os turistas por aqui? Um horror! Estava eu aqui, um cidadão direito, que paga seus impostos, acompanhado de duas belas damas, turistando em uma bela ilha e esse o tipo de tratamento que recebemos? – Colocaria as mãos na cintura e trocaria o lado do peso do corpo, da perna esquerda para a direita. – Nunca mais eu ponho os pés nessa cidade, nunca mesmo. Que ultraje!

- Se render é uma opção Ying, você sabe como se livrar de algemas, pode esperar um momento propício e arquitetar uma fulga.
- Sim... – Responderia em voz alta. – Mas que graça teria? – Era hora de criar a armadilha.

Semirretas traçavam o ar, partindo do cano das armas erguidas até a provável região onde atingiriam, mas aquilo só era válido até que eu fizesse meu primeiro movimento, sendo assim precisava atrair a atenção deles para algo diferente, precisava fazê-los acreditar em um padrão inexistente.

- Hereges imundos. – Concluiria. – Hora do show! – Durante todo o diálogo não estaria apenas pensando em meus movimentos, mas também estaria tencionando meus músculos, fazendo com que o sangue corresse por eles com mais intensidade, irrigando-os com oxigênio e energia para que não fossem pegos despercebidos no momento do avanço.
Usando de toda minha agilidade eu daria um passo para frente da cabeça decepada e declinaria o corpo para frente, levaria a mão direita até as costas, fingindo sacar minha adaga, simultaneamente ao declínio eu já investiria em uma ágil corrida em direção ao sargento, mas no primeiro passo eu chutaria com o calcanhar a cabeça para trás, visando acertar o marinheiro que estava atrás de mim e distrair os demais. Tentaria cobrir a distância em uma pequena fração de segundo para que os marinheiros das laterais não pudessem encontrar uma linha de tiro limpa sem que acertassem seus próprios companheiros.

Como um raio eu dispararia na tangente do sargento, abaixado, eu iria para sua lateral e sacaria a mão direita fingindo estoca-lo entre as costelas, mas minhas mãos estariam vazias, daria prosseguimento ao movimento circular para a estocada, mas não a efetuaria, apenas flexionaria os joelhos e jogaria o corpo para trás com um giro, como se desejasse realizar uma *ponte*, assim que tocasse as mãos no chão, eu iniciaria uma sequência de cambalhotas para trás, giraria no ar enquanto dava as cambalhotas mudando de direção e me jogando onde houvesse um grupo de marinheiros armados apenas com armas de fogo.

Minha intenção era aterrissar em um ponto cego no meio deles, onde para eles seria muito arriscado atirar sem que acertassem uns aos outros. Nessa etapa eu me movimentaria com agilidade e aproveitando os próprios marinheiros como cover para disparos. Tentaria evitar golpes corpo a corpo e com armas brancas com declives corpóreos e giros laterais tentando esquivas curtas e tomando o espaço vago do agressor e o afastando com golpes de corpo, como cotoveladas e empurrões, se possível.

Se eu tivesse êxito em me infiltrar entre os marinheiros eu diria. – Que festa horrível, todo mundo com a mesma roupa! – Seguraria um de meus punhos e tentaria acertar o alvo mais próximo com uma cotovelada no nariz, empurrando o braço com a outra mão para aumentar o impacto, aproveitando o movimento eu cruzaria os dedos das mãos juntas e rotacionaria os braços no marinheiro que tinha atacado, tentando agarrar sua cabeça a travando entre minhas mãos e meu bíceps. Firmaria os pés e jogaria o corpo para frente jogando o marinheiro em quem estivessem na minha frente.
Giraria para o lado me escondendo atrás de qualquer outro oponente, e tentaria um soco em suas costelas apenas para que ele se curvasse e continuasse a me cobrir de disparos pela frente, agarraria nele com ambas as mãos e o usaria como apoio para efetuar um flip no ar e sair daquele lugar onde eu estava.

Enquanto no ar eu sacaria minha adaga e tentaria aterrissar com ela no pescoço de qualquer marinheiro, mas mantendo-o de pé. As imagens e círculos se reorganizariam, mostrando onde cada alvo estava e onde eles miravam, nesse meio tempo já teria “armazenado” um pouco da forma como agem e lutam, usaria isso para facilitar a fuga.

Seguiria no combate da forma que melhor sei, desestabilizando oponentes. Continuaria a me mover entre os marinheiros, buscando pontos cegos e sempre tentando me estabelecer nas laterais ou nas costas deles, atacaria e tentaria abater logo aqueles que estivessem mais propícios a me atingir, focaria com minha adaga regiões do peito, entre as costelas, toda a área do pescoço e proximidades e a parte logo abaixo do queixo. Entretanto se a situação pedisse eu seguiria os comandos e atacaria regiões como pernas e braços, priorizando tendões e ligamentos. Não deixaria de desferir socos, cotovelados, chutes ou rasteira para abrir caminho e evitar combates diretos.
Vez ou outra eu seguraria a camisa ou capa de alguma marinheiro e a levantaria e puxaria para frente, cobrindo seu rosto e tentando impedir sua visão, logo em seguida atacaria quem estivesse por perto ou fugiria do local.

Esquivaria de golpes corpo a corpo, como coronhadas, cotoveladas, chutes ou joelhadas, entre outros, girando meu corpo entre todos os outros marinheiros e me afastando da ofensa, declinaria o tronco para trás ou para os lados, flexionaria os joelhos e me abaixaria, empurraria ou puxaria alguém para tomar a frente do golpe e se não fosse suficiente tentaria absorver o golpe com os braços ou pernas, tentaria resistir ao dano e me reequilibrar e logo em seguida me mover para fora dali, se não houvesse espaço para me esgueirar furtivamente, eu saltaria.

Como eu estava com roupa de marinheiro, eu supunha que assim que a confusão começasse, caso eu me mantivesse em meio ao grupo de marinheiros, chegaria uma hora onde seria difícil para os oponentes distinguir onde eu estava, ou quem eu era, claro que isso não passava de uma teoria, mas a seguiria fielmente, sempre furtivamente para dificultar minha localização.

Tentaria manter atenção nas garotas também, vez ou outra desviando o olhar para a direção onde elas estavam, caso notasse que elas precisavam de ajuda, eu iria ao auxilio delas, atacando os seus ofensores por trás ou pelas laterais, quem sabe até mesmo tentando desviar seus golpes colidindo com minha adaga.

Continuaria com a estratégia até que eu notasse alguma abertura, assim que isso acontecesse eu chamaria as garotas. - Minhas senhoras, saída pela direita! - ou as pegaria pelos braços, ou no colo, e sairia correndo dali, mas durante a fuga manteria os casos de defesa e contra-ataques. Correria por becos e ruas onde visse ter menos marinheiros, não importava a quão importante e fortalecida fosse a cidade, era impossível que todas as ruas e vielas tivessem um número muito grande de marinheiros, nem tão pouco que houvesse mais marinheiros do que cidadãos comuns, por isso, tentaria me infiltrar no meio de uma multidão ou em um beco escuro.

Se não aparecesse uma abertura eu criaria uma, sacaria uma de minhas granadas e arremessaria na direção onde pudesse existir uma rota de fuga, assim que ela detonasse eu aproveitaria para correr na direção da rota. E seguiria os passos descritos acima.

Se durante a fuga não conseguisse despistar os marinheiros eu entraria em uma rua estreita ou um beco, com construções de ambos os lados e jogaria uma granada para trás, para que a explosão criasse destroços suficientes e uma cortina de fumaça para impedir que os marinheiros nos seguissem. Se não houvesse uma rua assim eu atiraria a granada em alguma loja ou restaurante, qualquer lugar onde pudesse existir uma explosão solidária e aumentar exponencialmente o poder destrutivo da explosão, isso é valido também para o caso de não conseguir abrir uma brecha durante o combate.

Fugiria e tentaria me esconder por um tempo, recuperar o folego e continuar a fuga para fora da cidade, sempre ficando perto de Eva e Akane, caso eu notasse que Eva tinha dificuldade em carregar o Sam, eu o tomaria em minhas mãos e o levaria. Pararia apenas quando estivesse em um local tranquilo ou fora da cidade Anchil.

Se chegasse a despistar os marinheiros por algum tempo eu passaria a avançar de forma mais cautelosa, tomando a dianteira do grupo e avançando de forma furtiva, encobrindo-me em sombras, becos e coberturas, me esgueiraria e observaria o caminho a frente, caso não houvesse sinais de marinheiros, seguiria em frente. - Akane, Eva. Cubram seus cabelos, um cabelo vermelho e um prateado como o de vocês é muito fácil de se identificar. - Subiria em construções se fosse necessário - claro que para isso eu priorizaria meus talentos acrobáticos e não de escalada - Ajudaria as garotas a subir logo depois e continuaria a avançar agachado pelas lajes das casas.
Se dessemos de frente com um grupo de marinheiros de forma repentina, eu caminharia normalmente como se estivesse fazendo ronda, de cabeça baixa cobrindo a face com o boné, cumprimentaria e seguiria em frente, se fossemos percebidos, atacaria antes que pudessem alarmar, de forma rápida investiria com uma corrida e desferiria estocadas e cortes na altura do pescoço, em seguida fugiria do local correndo.

Em todo caso, se em algum momento eu fosse atingido por um golpe que me fizesse sofrer muito dano ou até mesmo cair, tentaria resistir e forçar meu corpo a se levantar o mais rápido possível, se a dor impedisse, usaria a mesma tática usada anteriormente e injetaria morfina no local atingido.
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Akane Kazumi
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyTer Maio 30, 2017 12:04 pm

緋色









Dizem que a calmaria costuma anteceder toda a tempestade, porém eu nunca pensei que um ditado velho e bobo pudesse fazer tanto sentido até o presente momento. Descobrir que todo o percurso que seguimos até ali tinha sido planejado, arquitetado friamente pela Marinha de forma que não conseguimos nem mesmo imaginar que algo assim estava por vir?

"Parabéns Kazumi! Você realmente é um gênio, se entregou de bandeja para os inimigos!" - pensei comigo mesma de forma irritada.

Meu semblante era o mesmo, como se nada tivesse acontecido, mesmo depois de o lince ter sido atingido pelo tranquilzante como se já estivessem espertos o suficiente com a possibilidade de ele tentar atacar o nosso amigo amedrontado que por estar cheio de coleguinhas ao redor de nós pareceu tornar-se o homem mais valente do mundo.

"Ria enquanto pode, imbecil! Vamos ver se continuará com esse sorriso no rosto depois que eu rasgar suas entranhas e banhar minha lâmina no seu sangue!" - meus pensamentos tornavam-se cada vez mais agressivos, mas o semblante ainda era frio e sem um pingo de emoção.

Assim como eu, Ryuza parecia ainda estar fingindo que tudo estava bem, talvez estivesse pensando num plano, enquanto Eva cuidava do felino nocauteado a nossos pés e eu por minha vez mantinha-me silenciosa, observando a ironia nas palavras do Bispo. Começaria então à tentar bolar algum plano de ação, afinal estar cercada por tantas armas não poderia ser coisa boa. Meu foco se perdeu levemente no momento em que me atentei ao fato de um dos piratas capturados por eles ter sido decapitado e sua cabeça trazida até nós como se fosse um troféu. Eu estava acostumada à ver coisas hediondas e crimes terríveis realizados pela marinha então sabia que eles diriam que tudo o que faziam era em nome da lei e por tal motivo poderiam fazer o que quisessem, então por esse motivo temi, mas não pela "Rainha deposta" ou pelo homem que se denominava o Capitão dos Chess, temi por Melissa.

Aqueles que ficaram comigo em terra firme não pareciam ser fracos, nem mesmo vulneráveis, já que só de olhar para o Bispo eu já tinha a certeza de que ele estava bolando alguma coisa, o que me restava fazer era tentar entender o que se passava na mente dele para que eu pudesse acompanhar e ajudar em seu plano. Começaria então à observar nossos arredores aproveitando-me da situação na qual o sargento não calava a boca e nesse meio tempo buscaria com o olhar, possíveis pontos cegos entre seu grupo. Logo ouvia Ryuza sendo irônico com eles, mas meu foco continuava em encontrar o oficial que parecesse ter a patente maior, além dos possíveis pontos cegos entre eles, contaria também o número de Marines que havia ali e tentaria calcular a quantidade de munição que poderia haver com os mesmos. Saber o máximo possível sobre seu inimigo era explicitamente fundamental para se vencer uma luta e assim como aconteceu em Baterilla há pouco tempo, eu não iria retroceder diante daqueles marines imundos. Como aconteceu no navio, ouvi Ryuza responder o vento e isso me intrigou outra vez.

"Que diabos esse cara ta falando afinal? Que graça teria o que?" - pensei.

Enquanto ele falava minha mão direita estaria lentamente sendo levada até a bainha de minha espada e de forma minuciosa e discreta eu forçaria o polegar contra a guarda que dividia a lâmina do cabo, fazendo-a ficar levemente saliente, enquanto respiraria devagar e profundamente, como preparação para me movimentar de forma brusca e repentina, flexionando a ponta do pé direito devagar contra o chão enquanto firmaria o esquerdo como pé de apoio à fim de estar preparada para girar no mesmo eixo assim que eu tivesse a chance. Estaria nesse momento posicionada de lado entre Jacob que nos guiou até ali e Ryuza, se não estivesse inicialmente posicionada ali, tentaria de alguma forma ficar às costas dele, caminhando devagar até estar atrás dele cobrindo sua retaguarda enquanto observaria as ações dos demais com cautela evitando que seguissem o movimento de meus olhos devido o óculos escuro. Ficaria ainda de lado pronta para defende-los de um possível ataque ou atacar um inimigo se fosse necessário.

No instante em que Ryuza fizesse o primeiro movimento, seria a oportunidade perfeita de levar a canhota até o punho da espada e assim que a cabeça fosse chutada com o calcanhar, me curvaria para frente deixando que a mesma passasse por trás de mim enquanto minha perna direita se posicionaria à frente de meu corpo antes de eu forçá-la para um giro de 90º para a esquerda em meio ao saque de minha arma então tentaria me mover por trás da cabeça decapitada recém chutada, usando-a como distração para o meu próprio movimento, ainda com o corpo semi-curvado tentando passar num ângulo abaixo da mesma evitando contato e aproveitando o momento perfeito para cortar o marinheiro mais próximo com um movimento de arco na altura da garganta, torcia para que fosse Jacob minha primeira vítima.

Se eu tivesse êxito em meu feito sabia que um corte em um ponto certo faria com que o sangue jorrasse, se eu tivesse a sorte de atingir a carótida externa, obviamente além da cabeça voando, contava com a possibilidade de todos ao redor terem sua atenção tomada pela chuva de sangue que eu teria providenciado, caso tivesse sucesso em minha tentativa. Avançaria então numa corrida frontal contra o Marine mais próximo tentando driblá-lo e passar por ele rolando ou correndo depois de fazer uma finta, fingindo que iria para a esquerda e correndo para a direita. Buscaria os pontos cegos dos meus oponentes armados com armas de fogo assim como Ryuza, afinal isso dificultaria as chances de eles atacarem sem atingir uns aos outros. Tomaria as costas do marinheiro driblado e tentaria empurrá-lo contra seus companheiros para desestabilizá-los. Tentaria evitar contato físico com qualquer um deles tentando breves esquivas usando a movimentação de meus pés para  jogar o corpo de um lado para o outro, girando no meu próprio eixo se possível, curvando meu corpo se necessário para esquivar de tentativas de agarrões ou golpes altos e tentando tomar distância deles, não em campo aberto, mas buscando locais de difícil acesso ou com facilidade de mira, normalmente buscando ficar às costas deles, e mesmo que houvesse algum atrás de mim, tentaria me posicionar entre um e outro para evitar possíveis disparos ou golpes, tentando fazê-los atacar os próprios companheiros em meio à tamanha confusão.

Diferente de Ryuza como pude observar, eu não tinha tanta desenvoltura para enfrentar muitos Marinheiros por muito tempo, mas eu copnfiava no meu talento com espada e em minhas habilidades de pegá-los desprevenidos quando tinha a chance, então era apenas com isso que eu poderia contar no momento. Se eu tivesse nova oportunidade de cortar algum próximo não hesitaria em tentar atingir o Marine nos tendões, logo atrás dos pés acima do calcanhar para impedir que eles corressem ou na altura do pescoço, sempre buscando a carótida e tentando jogar o recém atingido contra os outros de alguma maneira, fosse com o cabo da espada, com o pé ou empurrando-os com meu próprio corpo, atingindo-os com o ombro ou cotovelo se possível.

Evitaria movimentos impensados, semrpe usando contra-ataques e não ataques diretos, sendo que assim que fosse atacada de frente tentaria girar o corpo para o lado e golpear meu alvo nos rins com a ponta de minha lâmina à fim de perfurá-los, se os mesmos investissem com espadas ou em combate corpo-a-corpo. Se estes estivessem armados com arma de fogo tentaria reduzir a distância entre mim e ele, com movimentos de esquiva pendulares e cambalhotas simples tentando passar por baixo de seu campo de visão evitando a mira da arma se possível e mirando a ponta da espada abaixo da caixa torácica, evitando o osso esterno, tentando fazer perfurações na altura do estômago forçando a lâmina em direção de 45º para cima buscando perfurar o diafragma, antes de puxar a lâmina com força. Tentaria golpear com a parte inferior do cabo qualquer um que tentasse se aproximar pelas costas e fosse captado por mim, tentando atingi-los com possíveis impactos de preferência no nariz, na boca ou na testa.

Se eu porventura fosse derrubada, então tentaria jogar meu corpo na direção oposta à que se encontravam meus oponentes, fosse para a esquerda, para a direita ou girando as pernas e rolando no chão de costas na direção da parte superior do meu corpo. Se fosse agarrada tentaria golpear o meu agressor com a cabeça, mirando sempre o nariz ou a boca, fosse de frente ou de costas. Se eu fosse empurrada tentaria firmar a perna de apoio atrás de meu corpo e girar no mesmo eixo tentando golpear meu inimigo com a espada mirando seu pescoço ou parte inferior do braço buscando artérias e tendões. Se eu não tivesse espaço para correr entre eles, ou me esgueirar, tentaria abrir tal com a espada, colocando-a entre dois indivíduos com a ponta virada para um e o cabo para outro forçando passagem e armando uma forma de fazê-los atacarem a si mesmos caso se movessem, já que isso iria ferir seus próprios companheiros. Se tivesse a chance, baixaria os bonés de meus oponentes que estivessem frente à frente comigo, tentando tirar-me de seu campo de visão antes de  usá-los como escudo para possíveis ataques.

Caso conseguisse uma chance de fuga, tentaria correr na direção que eu acreditasse ser a mais segura, mas antes assoviaria para os outros dois para que me seguissem em meio à minha tentativa, caso ouvissem meu assovio. Se um dos outros dois encontrasse um jeito de escapar antes de mim, então os seguiria sempre tomando cuidado para não ser pega pelas costas desprevenida, já que a última vez que dei as costas para um marine fui baleada na coxa, não cometeria o mesmo erro novamente. Procuraria por rotas mais seguras onde houvesse menos marines e oficiais, tentando correr no ritmo que me cabia, o mais rápido que eu pudesse, claro. De qualquer forma faria o possível para me manter junto ao grupo e não ser deixada para trás, nem deixá-los para trás, à menos é claro que fosse estritamente necessário para que a maioria de nós pudesse sair ilesa.  

Se finalmente conseguissemos despistar os Marinheiros, então respiraria fundo tentando retomar o fôlego, escondida se possível. Caso ouvisse o que Ryuza disse sobre os cabelos, então faria segundo o que ele havia pedido, tirando o boné caso eu ainda estivesse o usando e amarraria o cabelo em um coque escondendo-o abaixo do mesmo.

— Dentre nós 3, você é o mais visado, afinal você tem um cartaz. - diria em tom provocativo ainda que com o tom de voz mais baixo possível, mesmo que tentasse ser audível a eles.

Tendo resposta ou não seguiria o fluxo das ações segundo Ryuza tentasse fazer. Subir nas construções se necessário ou até mesmo caminhar discretamente fingindo ser da Marinha. Caso trombassemos com um grupo de Marines, agiria friamente fingindo estar patrulhando e os seguiria logo atrás. Se notassem que éramos piratas fugitivos, faria da mesma maneira que Ryuza e tentaria usar minha espada o mais rápido contra tais o mais rápido o possível sempre buscando a altura do pescoço na carótida ou tentando perfurar-lhe a laringe e rasgar sua garganta com um golpe preciso, talvez isso evitasse um possível grito da parte de tal. Correria logo em seguida para evitar ser descoberta.

Se porventura Ryuza viesse à cair ou se machucar gravemente tentaria correr até ele e protege-lo enquanto estivesse debilitado, talvez atacando quem o atacou semrpe de modo preciso sem rodeios, atacando para matar.

Se acontecesse comigo e eu ficasse debilitada ou não pudesse me locomover, então tentaria me defender à minha maneira com a espada e subitamente atacar qualquer marine que se aproximasse de mim em queda, tentando fingir-me de impotente antes de tentar desferir um ataque na altura do pescoço ou do coração.







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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyQua Maio 31, 2017 8:14 pm

 


Todos


O sargento se gabava na frente dos dois, enquanto eram cercados por uma quantidade anormal de soldados, chegando facilmente à 30, ou até mais. O sargento estava bastante orgulhoso de ter enganado os dois, pois trazia em seus lábios um sorriso sincero e carregado de escárnio. - Olha, vou te dizer uma coisa. Que falta de cordialidade viu? É assim que vocês tratam os turistas por aqui? Um horror! Estava eu aqui, um cidadão direito, que paga seus impostos, acompanhado de duas belas damas, turistando em uma bela ilha e esse o tipo de tratamento que recebemos? Nunca mais eu ponho os pés nessa cidade, nunca mesmo. Que ultraje! - Ryuza respondeu, sendo nitidamente sarcástico, e essa atitude não agradou o sargento, que logo fechou a cara. - Obvio que não vão por os pés aqui de novo. É como dizem: mortos não contam histórias. - Enquanto isso, ambos Ryuza e Akane tentavam captar o máximo de informações possíveis do ambiente ao redor antes da verdadeira batalha começar. Akane logo se movimentou para ficar de costas para Ryuza e o dar cobertura, e logo que se virou viu algo que a surpreendeu. Jacob havia tirado o uniforme de soldado e estava agora com um terno e gravata azul. Seus cabelos, que antes estavam presos e ocultos pelo boné agora caiam livres, e ele trazia em suas mãos um óculos que limpava com um paninho. Jacob notou que ela o estava olhando, mas simplesmente a ignorou, colocou os óculos no rosto e levantou a cabeça novamente. Agora ele incrivelmente estava totalmente diferente de como estava antes, o que era bem assustador. Entretanto, era a hora do jogo começar, e Ryuza avançou chutando a cabeça decepada para trás na direção de Jacob, entretanto Akane estava no caminho do trajeto. Como já havia planejado, a garota saiu da frente do projetil, que seguiu em direção à Jacob, e a garota logo sacou sua espada, avançando contra o "soldado" e avançando junto da cabeça com o objetivo de decepar ele, mas algo estranho aconteceu. No meio do ar, Jacob pegou a cabeça com a mão esquerda e colocou ela na frente do golpe de espada de Akane contra sua garganta, fazendo o duro crânio absorver o impacto. Logo em seguida colocou a mão direita na frente do rosto de Akane e estalou os dedos. No momento que ele estalou os dedos, Akane se sentiu estranha: ela sentiu os músculos do seu corpo relaxarem e perdeu a consciência pelo que pareceu apenas meio segundo.

Enquanto isso, Ryuza colocava sua estratégia em ação avançando contra o sargento. Durante seu avanço, Ryuza percebeu que os soldados não estavam atirando nele despreocupadamente. Eles estavam atirando em seus pés com tiros baixos de modo a não ter perigo de acertarem os outros marinheiros. Eles incrivelmente pareciam estar lutando conforme uma estratégia pré-estabelecida, o que significava que ou aquele sargento estava era um ótimo em comandar e um bom estrategista ou a pessoa que comandava tudo estava escondida entre os soldados, o que poderia ser ainda mais perigoso. Em seu avanço, Ryuza conseguiu chegar próximo do sargento antes que os soldados pudessem entrar em seu caminho e logo deu blefes, que foram bem sucedidos em fazer o sargento se esquivar e abrir uma brecha. Aproveitando a oportunidade, Ryuza deu uma serie de cambalhotas e aterrissou no meio de um grupo de marinheiros portando armas de fogo, entretanto eles logo largaram as armas e pegaram pequenas adagas para lutar corpo a corpo. – Que festa horrível, todo mundo com a mesma roupa! - Disse, dando uma forte cotovelada no marinheiro mais próximo, fazendo-o cambalear para trás com o nariz sangrando. Logo em seguida deu um golpe que jogou esse mesmo marinheiro contra outros à sua frente o que causou uma pequena confusão. Entretanto, eles pareciam organizados, pois no meio daquilo tudo conseguiram acertar 3 golpes no gatuno: um no tórax, um no braço direito e um no ombro esquerdo. Não eram ferimentos muito profundos, mas eram incômodos, ainda mais que estava machucado da luta no farol, então talvez forçar tanto não fosse uma boa ideia. O Último Sussurro entrou atras de outro marinheiro novamente, dando uma cotovelada em suas costelas para que ficasse parado e servisse de escudo. Logo em seguida usou esse mesmo marinheiro como base para dar uma cambalhota e sair do meio dos marinheiros, descendo com a adaga no pescoço de outro, que caiu sangrando no chão. Sua atuação havia sido efetiva, visto que uma boa quantidade de marinheiros estava desnorteada ou ferida entretanto ele próprio havia se ferido também.  

Logo que ia partir para uma outra leva de ataques, Ryuza viu algo que chamou sua atenção: alguém estava ao lado de Eva, e com a mão em cima de seus olhos, e Akane estava caída ao seu lado, sem ferimento nenhum. Parecia Jacob, mas agora ele não estava mais com um uniforme de soldado, e sim com um terno, além de estar com o cabelo solto e óculos. Eva estava aparentemente desacordada no colo dele, que estava agachado no chão, e ele estava com a mão sobre o rosto dela, cobrindo seus olhos. Por um instante ele sussurrou algo no ouvido dela e então ela abriu os olhos. Assim que se levantou, Ryuza soube na hora que aquela não era Eva, e sim Winter, mas não era só isso. Se fosse só Winter, não seria um problema tão grande, pois não era comum Winter aparecer em uma batalha. O problema era que Winter olhava para ele com um olhar assassino, enquanto sacava sua adaga. Jacob sorria para ele, e o mais estranho de tudo: os soldados não estavam atacando. Eles estavam só parados ao redor, como um grande coliseu, e os dois seriam os gladiadores.

Akane abria os olhos e via que estava no chão. Não lembrava de ter caído, muito menos de ter sofrido qualquer ataque. Só se lembrava que Jacob havia estalado os dedos na frente do seu rosto. Sem entender absolutamente nada, a garota viu ao olhar para trás Ryuza de frente para Eva, mas era diferente. Era como se eles fossem se atacar a qualquer momento. Além disso, os soldados estavam parados, sem se mover, somente com as armas apontadas para os dois, mas sem atacar. E o mais estranho: havia uma brecha na formação deles exatamente à frente de Akane, que dava diretamente para um beco. Ao olhar melhor, viu uma figura muito conhecida pela garota: Melissa. Depois que o sargento havia mostrado a cabeça do grandão do tapa-olho, a garota havia temido por Melissa, mas agora a via escondida no beco e fazendo sinal para Akane se aproximar em silencio. - Vem logo. Aproveita que eles estão distraídos. - Melissa sussurrou para Akane, apontando para os soldados que estavam virados para Ryuza e Eva e em seguida entrou no beco novamente, sumindo de vista.
OFF:
 


Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyQua Maio 31, 2017 10:04 pm

A situação em que Ryuza se encontrava funcionava como uma função exponencial, a cada segundo que se passava o clima fica mais tenso, as emoções iam à flor da pele e tendiam ao infinito. O grupo de marinheiros mantinham as armas erguidas, enquanto o diálogo se prolongava, o Cruzado aproveitava o momento para absorver informações, e se preparar para a batalha.
Akane se moveu para cobrir as costas do parceiro, isso o deixou mais tranquilo, a garota se mostrava capaz de se defender.

A luta iniciou, os disparos compunham a orquestra maestral da batalha, mas nenhum conseguia macular o corpo esguio e ágil do Sussurro, entretanto, algo o intrigava, por que os disparos estavam sendo direcionados apenas para seus membros inferiores? Eram como se soubessem o que ele pretendia fazer. O que não fazia sentido, visto que Ying nunca antes tinha mostrado aquele estilo de luta. Mesmo assim, conseguiu ludibriar os oponentes e com suas firulas, se infiltrar no meio dos marinheiros.
Os soldados largaram suas armas e buscaram facas, o impressionante foi Ryuza não ter conseguido evitar tais golpes, o que só mostrava o nível dos soldados que estava lutando, afinal, sabiam manusear armas de fogo e armas corpo a corpo muito bem a ponto de conseguir acertar alguém especializado em esquivas como o Bispo.

Ele resistiu aos ferimentos e deu procedimento a ofensiva, sentiu o calor do sangue inimigo cobrir-lhe as mãos, mas algo interrompeu o processo. Um mauricinho se punha sobre Eva e Akane parecia acordar de algum tipo de transe, quando ela havia caído? E o que tinha a feito cair? Por que os marinheiros não aproveitaram para prendê-la?
Mas o que realmente irritou Ryuza foi aquele cara de óculos. – Como ousa? – Pensou o bispo, sua fúria explodiu. Largou o corpo do marinheiro morto no chão e pisou em seu pescoço.




O homem falou algo e logo em seguida Winter se levantou, com olhos ainda mais raivosos do que os de costume, e o foco daqueles olhos se estabelecia em mim. O posicionamento dos marinheiros esclarecia tudo, aquele desgraçado estava pensando mesmo em brincar comigo? Me aplicaria uma pequena doze de morfina nos locais feridos.
Faria o sinal da cruz, benzendo a mim mesmo. Agacharia e limparia o sangue de minha adaga na roupa do marinheiro, com uma voz calma eu diria. – Como preferes morrer? – Daria alguns segundos para ouvir uma resposta, do contrário, prosseguiria. – De forma rápida e limpa? Ou de forma lenta e dolorosa? – Olharia para o homem de óculos e me levantaria.

- Bem... não importa muito. O fato é que será por minhas mãos, minha face será a última coisa que verá antes de partir desse plano. – Não havia medo em lutar contra Eva, eu a conhecia, sabia seu estilo de luta, sua velocidade, alcance, seus pontos fortes e fracos, as figuras se desenhavam para ela de forma rápida e dinâmica, eram tão fáceis de ler que pareciam uma conta de soma com números de um único algarismo.

A hora de brincar havia acabado. – Não abençoarei sua alma... Hora do Rush... – Fecharia os olhos e ao abri-los dispararia em uma corrida em direção a Winter, independentemente de como ela tinha sido controlada, não faria diferença se estivesse inconsciente, a cerca de dois metros de distância da garota eu lançaria a perna direita para frente e manteria a esquerda como base, declinaria bruscamente o corpo para trás e permitirá que a inercia da grande velocidade com que tinha partido fizesse o resto do trabalho: Me fazer deslizar bem abaixado ao lado da Winter.
Passaria o mais rápido que pudesse, assim que a ultrapassasse completamente e chegasse a suas costas eu impulsionaria o corpo saltando e dando um único giro no ar. Usaria a força do giro para acumular energia no golpe que estava para desferir, efetuaria uma finta ao tentar acertar a nuca da bela garota com o cabo de minha adaga, meu objetivo era fazer com que ela tentasse uma esquiva e abrisse sua guarda.
Assim que ela tentasse a evasiva eu recolheria o braço que com que fingi o ataque e rapidamente eu iria para trás dela, segurando-a com uma gravata com força no pescoço e com a mão livre eu pegaria a seringa de morfina e injetaria no braço da mesma, daria a doze suficiente para que ela adormecesse. Faria tudo isso de maneira rápida e tentando pegá-la de surpresa, para que ela não pudesse me atacar.

Assim que aplicasse a dose eu a soltaria e me afastaria, a morfina primeira tornaria o braço da garota dormente e logo se espalharia pela corrente sanguínea e a faria apagar ou ao menos ficar grogue a ponto de não demonstrar perigo.

O primeiro passo havia sido concluído, faltava o segundo. A investida viria de forma repentina, uma corrida limpa, típica de um exímio corredor, com minha velocidade intensificada pela técnica e com a destreza natural de um corpo adaptador, tentaria cruzar a distância até o maricas de óculos, saltaria em sua direção e de imediato guardaria a adaga e voltaria com a granada de minha sacola, tirando o pino. Com a mão esquerda agarraria o pescoço do homem, pousaria meus pés sobre seu o toráx e quadril, daria um soco com a mão que segurada a granada em sua boca, fazendo-o engolir o objeto, encararia sua face instantes antes de soltar seu pescoço e impulsionar meus pés na tentativa de lança-lo para frente e me lançar para trás em um salto carpado.

Na primeira etapa eu me manteria atento, aos riscos ao redor, isso quer dizer especificamente os marinheiros e suas armas, a técnica não me impede de considerar possíveis riscos a execução do plano principal, o que é ignorado são as informações adicionais que não são variáveis do processo a ser executado. Caso tiros fossem disparados em minha direção, as imagens ainda estimavam seus prováveis trajetos, tentaria esquivar dos projéteis com redirecionamento de percurso, ziguezagueando, mesclando declives de troco com flexões dos membros inferiores, cruzaria as passadas e “sapatearia” para evitar disparos baixos ou até mesmo efetuaria rolamentos seguidos de saltos para me manter na direção ao objetivo.

Se Winter tentasse me atacar enquanto deslizava ou avançasse enquanto eu também ia a seu encontro, tentaria estimar o alcance de seus ataques e suas direções, para isso observaria o início de sua movimentação, assim que ela fosse definir o golpe eu poderia mudar o movimento, girando meu corpo para o lado oposto ao dela e apoiando minhas mãos no chão, me afastando com um rápido rolamento, me levantando logo em seguida e correndo ao seu redor para efetuar o golpe em sua nuca.

Se a garota por ventura esquivasse da gravata que tentaria aplicar, antes mesmo que ela conseguisse se afastar, aproveitando-me de minha velocidade e desferiria um chute na lateral de sua perna, tentando levantar uma de suas pernas e colidir uma com a outra e assim, derrubá-la ou ao menos desequilibrá-la. Se ela se afastasse muito eu firmaria os pés no chão e avançaria com passadas curtas e rápidas, ainda me mantendo em suas costas, com minha mão livre eu tentaria agarrar e segurar firmemente a mão da garota que estava armada, com a outra mão eu a aplicaria a injeção na parte mais exposta de seu corpo.

Para o caso de disparos na segunda etapa do processo eu efetuaria os mesmos casos de defesa da primeira etapa, se o grupo de marinheiros se colocasse a minha frente eu abriria caminho com uma sequência de cortes, visando respectivamente: coxas, quadris, tórax e gargantas. Os golpes seriam ascendentes, eu estaria abaixado e a cada ataque eu me deslocaria para um lado ou para o outro, tentando confundir os oponentes, a cada ataque também eu soltaria a adaga no ar e a apanharia com a outra mão, dando prosseguimento com o próximo ataque. Como um Cruzado, eu era capaz de efetuar esquivas mesmo durante ataques, caso atacado durante a ofensiva, eu daria uma breve pausa no ataque para livrar meu corpo de disparos, cortes ou golpes.
Tentaria efetuar esquivas curvas e precisas com deslocamentos corpóreos livrando-me do ataque por pouco, e seguindo os comandos das imagens. Se eu fosse cercado eu giraria em volta do meu próprio eixo com o braço esticado e tencionando um ataque ascendente em giro, na tentativa de cortar a todos que estivessem me cercando, se notasse que isso não seria o suficiente para me livrar, saltaria por cima de quem estivesse a diante, correndo, pulando e pisando na coxa e na cara do marinheiro para passar pelo mesmo.

Se o cara de óculos tentasse se esquivar ou revidar, eu cancelaria o movimento e tentaria acerta-lo com uma voadora de dois pés nos peitos, caindo sobre o mesmo e enfiando a granada em sua boca.
Se a voadora não fosse possível eu cortaria em sua diagonal em um movimento rápido como um bom bispo e enfiaria de vez a granada em sua boca.
No caso dele me atacar, eu tentaria desviar do golpe fazendo meu corpo girar em volta do próprio eixo, fingiria cambalear para um lado quando parasse, mas de imediato dispararia na diagonal do lado oposto e acertaria sua boca.

Se não conseguisse colocar a granada em sua boca, enfiaria a mesma dentro do seu terno ou entre sua gravata e sua garganta, seguraria a grava e puxaria para apertá-la ainda mais. Em todos os casos correria de imediato para longe.
Se de forma alguma eu conseguisse me aproximar, não arriscaria ficar mais do que alguns segundos com a granada na mão, a jogaria na direção do alvo e partiria na direção oposta.

Tomaria Eva em meus braços, e a jogaria sobre meu ombro, com meu outro braço pegaria o Sam, partiria correndo dali aproveitando a confusão. Saltaria sobre os marinheiros e buscaria a fuga do local por alguma abertura e seguiria para um lugar com menos marinheiros, ou para uma grande multidão de pessoas normais. Seguiria fugindo até despistar os perseguidores ou até sair da cidade.
hora do rush:
 


Edc especial - Cruzader:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptySex Jun 02, 2017 2:39 pm

緋色









Quanto mais nos esforçávamos mais complicada ficava a nossa vida e enquanto eu almejava vencer aqueles marines imundos para prosseguirmos com nossos planos e podermos ter alguns instantes de paz, a situação só ficava cada vez mais crítica do que eu esperava. O plano de ação de Ryuza fora executado de forma similar a que eu previ, ao menos o início dele foi, já que eloe realmente chutou a cabeça caída para trás como uma distração, movimento esse que eu talvez fizesse se fosse alguém como deduzi que ele era, ardiloso, inteligente e pelo que pude observar um excelente malandro, como demonstrou ao ter desenvoltura para tentar enganar os marines antes de chegarmos ali, foi uma pena não termos conseguido fazer isso até estarmos à salvo. A movimentação inicial de meu parceiro me deu uma oportunidade ímpar a qual tentei não desperdiçar, entretanto meu oponente parecia ser mais periculoso do que eu tinha previsto e assim que fiz meu movimento camuflado pela cabeça chutada, ele a usou para defender-se de meu ataque com espada, fazendo minha arma cravar no crânio do homem e impedir que eu lhe cortasse a garganta.

"Como ele..." - pensei surpresa, mas não disse uma única palavra ou expressei algo com meu rosto.

Foi aí que aconteceu... Com um estalar de dedos eu vi tudo se apagar diante de meus olhos. Enquanto desacordada, tive um breve sonho.


[...]


OFF: Theme:
 


Sonhei com algo que havia acontecido no passado, depois da morte de meus pais quando ainda estava praticando com o velho que todos na cidade acreditavam ser apenas um louco andarilho. Estavamos num beco, estava escuro e eu ainda mancava da perna direita, apesar de não precisar mais de gesso ou tala, ou qualquer coisa do tipo para mantê-la firme, ela sempre tremia e não tinha força o suficiente para que eu conseguisse me equilibrar sobre ela. Então lá estávamos nós, eu tentando me equilibrar sobre a direita, dobrando a esquerda enquanto sem forças para fazê-lo voltava a esquerda no chão, recebendo um golpe com a velha bengala dele na perna boa sempre que eu tentava voltá-la no chão.

- Não consigo!! - disse à ponto de chorar enquanto recolhia a perna.

- Consegue! Está tudo na sua mente! - dizia ele. - Se não se esforçar agora vai passar o resto da sua vida mancando dessa perna e sem conseguir usar a mão esquerda pra nada. Agora pare de choramingar feito um bebê e fique firme, falta pouco!

Senti meu lábio inferior franzindo e o mordi segurando uma lágrima. A perna começava à arder e me senti a ponto de desabar então fechei os olhos e revoltada com minha própria condição deplorável lembrei de meu pai e do que havia lhe acontecido e porque. Os Marines tiraram tudo de mim, destruíram minha vida, minha infância, minha família, minha dignidade e o que eu tinha feito até então? Era apenas uma garotinha chorona que mancava de uma das pernas. Eu era patética e não apresentava perigo algum para ninguém, então lembrei que foi naquele momento que decidi que não seria mais uma criança inofensiva e deprimida, eu seria o pior pesadelo dos Marines e por isso sobreviveria e recuperaria minha destreza como era antes, nem que eu tivesse que deixar minhas emoções de lado para cumprir meu objetivo.

- Kazumi... Você conseguiu...


[...]


Quando finalmente abri meus olhos eis que estava caída no chão, sem entender muito bem o que diabos estava acontecendo naquele lugar. Começava a observar a situação com atenção tentando captar o máximo de informação possível, observando a forma como os Marines estavam posicionados e vendo a postura de Eva e Ryuza um para o outro. Eu não conseguia entender o motivo que eles poderiam ter para entrar em conflito um com o outro e isso realmente não me agradava, afinal "Um Reino dividido não pode subsistir" e se estávamos entrando em atrito entre nós, estaríamos perdidos nas mãos dos Marines. Comecei à me lembrar do ocorrido, voltando à memória o estalar de dedos diante de meus olhos por parte de Jacob e observando com atenção as atitudes de Eva e Ryuza de modo agressivo um para com o outro senti que realmente havia algo errado e eu tinha uma ligeira ideia do que poderia estar acontecendo, mas nada era confirmado.

Logo minhas atenção foi tomada pela falha na formação dos Marines e então voltava os olhos na direção para onde a brecha dava e para a minha surpresa avistei ninguém menos que Melissa. Por um instante me senti tremendamente aliviada, ela estava viva, não sabia como havia escapado dos Marines, mas estava viva e isso era um verdadeiro alívio para mim, mas ainda estava desconafiada de algo, mesmo assim se tivesse chance de sair do local onde estava, discretamente e passar pela brecha na formação dos Marines para ir de encontro à Mel, não hesitaria em fazê-lo. Por mais que fosse ruim deixar Ryuza e Eva naquela situação, ainda observaria por mais alguns instantes para ver o que aconteceria entre eles antes de eu tentar ir até Melissa. Tentaria ouvir algo de um possível diálogo entre Eva e Ryuza ou algo que algum Marine dissesse, por esse motivo ficaria bem atenta, mas caso não conseguisse apenas seguiria o plano inicial.

Se tudo desse certo e eu conseguisse chegar ao beco, faria questão de me lembrar das palavras do sargento sobre "Melissa ficar desapontada", afinal aquilo tinha me incomodado antes e lembrar disso agora, logo depois de ver minha parceira de crime me chamando para um beco, fazia com que tudo parecesse uma grande e terrível armadilha. Eu ainda tinha minhas dúvidas à respeito de quem era essa tal Melissa a quem ele se referiu e o porque mencionou ela mais de uma vez, até porque minha parceira tinha o mesmo nome e à julgar pela situação na qual Ryuza e Eva se encontravam comecei à montar uma teoria bastante peculiar em minha mente. Se ainda tivesse o cantil com a bebida próximo a mim, tomaria um gole da mesma, afinal precisava relaxar um pouco minha mente e pensar numa forma de reagir, montando uma boa estratégia para tal.

— Apareça. - diria caso ela não estivesse à minha vista.

Ficaria atenta à possíveis ataques pelas costas, laterais, acima, ou até mesmo de frente, já com a espada pronta para tentar fazer algo. Tentaria me esquivar de possíveis ataques e girar no mesmo eixo usando a perna esquerda como apoio para um possível giro e um golpe de espada em um arco de 180º para afastar possíveis ameaças, caso fosse uma armadilha.

Caso não fosse atacada de primeira e Melissa aparecesse diante de mim tentaria reparar na mesma, olhando-a atentamente de cima a baixo, sem nada dizer. Tentaria me manter à uma distância segura de no mínimo um metro da mesma e caso ela fizesse algum movimento brusco sacaria a espada e apontaria em seu pescoço esperando que ela dissesse alguma coisa, enquanto posicionaria a lâmina próximo à artéria carótida externa.

— Não mova um músculo. - diria à ela. - Tudo até aqui foi uma armadilha, como posso ter certeza de que isso não é outro truque da Marinha?

Perguntaria a ela ainda com extrema frieza na voz. Nada parecia fazer sentido até então se mais alguém além de nós duas estivesse acompanhando isso, na certa nem ela própria devia estar entendendo, mas juntando os fatos de que os Marines atacaram nossa tripulação depois de nossa saída e mataram um dos que estavam no navio, o sargento deles ter mencionado o nome Melissa uma segunda vez, - mesmo que eu acreditasse ser uma oficial de seu exército ou uma superior, ainda tinha minhas próprias desconfianças, fossem tolas ou não, jamais ignoraria um instinto - a luta contra Jacob que apenas estalou os dedos diante de meus olhos e me levou ao chão provavelmente num desmaio e por fim as atitudes estranhas de Ryuza e Eva, tudo me levava a crer que estavamos enfrentando um usuário de hipnose e isso me deixava ainda mais tensa. Duas probabilidades tinham surgido diante de mim e por tal motivo ficaria alerta. A primeira: Eu tinha sido hipnotizada e aquela Melissa que estava diante de mim poderia ser uma ilusão ou alguém disfarçado. A segunda: Havia mais um usuário de hipnose e era ela quem estava hipnotizada e me levando para uma armadilha. Em ambas eu poderia estar enganada, mas não correria riscos.

— Responda rápido: Quem dos envolvidos no plano dos revolucionários, além de nós duas, sobreviveu ao ataque da Marinha no Galpão em Baterilla? Você tem 2 segundos antes que eu corte sua carótida e me banhe no seu sangue... 1... - diria com seriedade e eu não estava brincando.

Se ela não respondesse corretamente eu não hesitaria em fazer um corte em sua artéria, ainda que fosse difícil para mim ter que fazer isso com alguém que tinha o rosto de minha companheira, não hesitaria em nenhum momento. A razão para eu fazer-lhe tal pergunta era mais do que óbvia, afinal apenas nós duas e Mirrons, o Possuidor havíamos sobrevivido ao ataque já que Chris, que fora nosso refém não contava como um dos membros do plano. Se ela respondesse corretamente à minha pergunta, então baixaria a guarda devagar, afastando a espada do pescoço dela, mas ainda não a embainharia e a observaria com seriedade por um tempo tentando notar alguma diferença em seu comportamento e esperando que ela ainda fosse ela mesma e não estivesse sob controle de ninguém. Caso eu tivesse essa confirmação e ela me explicasse como fugiu dos Marines, eu respiraria fundo e embainharia a espada momentâneamente sem demonstrar nenhum arrependimento da forma como agi ou alguma emoção para com ela, exceto se tivesse bebido antes, pois se o tivesse feito a abraçaria ali mesmo sem ligar para uma possível raiva da parte dela.

— Que bom que não preciso matar você, seria um verdadeiro tormento ter que procurar por outra "fiel escudeira". - diria de forma provocativa caso estivesse alterada pelo álcool, do contrário nada diria.

Se ela estivesse à minha vista quando eu chegasse ao beco, então me aproximaria dela sem dizer nada, também observando suas atitudes para ter certeza de que ela não estava sob o controle de ninguém.

— Achei que tivesse morrido... Como escapou? - perguntaria à ela.

Ainda estaria tensa, mas tentaria tomar um gole de bebida se eu tivesse essa chance, enquanto estivéssemos conversando. Se não estivesse com a garrafa de álcool que eu tinha obtido de Ryuza mais cedo, deixaria de lado e continuaria observando-a. Caso Melissa respondesse de forma evasiva como "Isso não importa...", então sacaria a espada sem medo e faria as mesmas ações citadas acima, posicionando a espada em seu pescoço e repetindo as perguntas de antes para ter certeza de que era ela. Caso obtivesse a certeza de que era ela faria uma nova pergunta.

— Agora Tenho certeza de que você é você, então responda... Como conseguiu fugir? - diria com frieza.

Era um risco a se correr, mas eu tinha que tentar. Se ela respondesse e descrevesse a forma como conseguiu escapar dos Marines mais cedo, então guardaria a espada ainda um tanto desconfiada e faria o mesmo mencionado acima em relação à eu ter certeza de que ela não estava hipnotizada por ninguém.

Se tudo estivesse bem e ela tentasse me levar do local da batalha para longe dali, o que era realmente uma ideia à ser considerada como eu imaginei anteriormente. Não abandonaria meus companheiros de bando, tinha meus próprios interesses naquele bando de malucos e por conta disso não poderia simplesmente ir embora e deixar Ryuza e Eva por ali sozinhos, então olharia para Melissa e esboçaria um leve sorriso de canto.

— Ainda tem uma coisa que eu quero e preciso daqueles dois pra conseguir. - diria a ela caso ela tentasse me levar dali.

Pensaria então numa forma de voltar ao cenário de batalha, mas de forma mais sorrateira e furtiva. Confronto direto nunca foi o meu forte, mas eu também podia dar muito trabalho à qualquer infeliz que cruzasse o meu caminho. Então observaria as construções, tentaria ver se havia alguma entrada, ou porta ou qualquer tipo de abertura para que pudéssemos sair daquele beco sem sermos notadas por ninguém. Se fosse possível tentaria dar um jeito de chegar à um lugar alto para observar melhor a confusão na qual Ryuza havia se metido e procurar com os olhos possíveis brechas nas formações dos Marines para que eu pudesse analisar. Tentaria observar os arredores para ver se não haviam Marines chegando como reforços para aquele confronto, caso houvessem tentaria agir com o pouco de tempo que tinha e chamar a atenção dos presentes na briga jogando alguma coisa neles.

— Ei! Vocês Marines são tão inúteis que não são capazes nem ao menos de capturar uma garota desacordada! - diria a eles caso pudessem me ver.

Se essa parte do plano fosse bem sucedida, tentaria fugir dali correndo o mais rápido que eu pudesse na direção contrária à confusão. Se não houvessem reforços chegando para auxílio dos que ali já estavam, então procuraria por um lugar seguro para que os Marines não nos vissem e começaria à me despir o mais rápido possível, ali mesmo na frente de Melissa, sem me importar.

— Não da tempo pra explicar, estamos sem tempo. Anda logo, preciso das suas roupas ou de algo que eu possa usar como disfarce. - diria com pressa. - Vista isso ou alguma coisa que possa usar pra distrair aqueles caras, não me importa se vai ser uma donzela em perigo ou uma oficial da Marinha, eu tenho um plano.

Caso ela aceitasse meus termos e ambas tivessemos nos vestido de forma diferente, eu explicaria a parte que gostaria que ela executasse.

OFF: Theme 2:
 

— Crie uma distração, leve os Marines para longe do local do confronto, faça os pensar que eu fugi e que causei problemas, enquanto isso eu vou voltar pra lá. Está na hora de ser um pouco louca agora. - disse a ela em referência à situação em Baterilla.

Antes de nos separarmos voltaria até ela e a puxaria para perto de mim pelo pulso olhando a nos olhos.

— Nos encontramos do lado oposto da Ilha, fique viva! - diria isso antes de tentar lhe dar um selinho em seguida e depois dar-lhe as costas como se não fosse nada.

Tentaria buscar uma forma de volta ao local do confronto dando a volta por trás da confusão, tomando o cuidado para não ser notada ou percebida. Caso tivesse êxito em me aproximar, buscaria um lugar onde eu pudesse me esconder sem chamar atenção, próxima ao confronto, esperando que Melissa agisse e distraísse os nossos oponentes. Se a distração de Melissa desse certo e ela conseguisse atrair um bom número de soldados dali então eu esperaria pacientemente me concentrando tentando preparar meu Yokken-ryū - caso tivesse conseguido ingerir o álcool mencionado acima. Se eu não tivesse bebido então seria um pouco mais cautelosa e não tentaria o uso de qualquer técnica ou algo do tipo por hora.

Se Ryuza estivesse enfrentando Jacob e estivesse levando a vantagem, então procuraria outro alvo para atacar. Se ele estivesse perdendo a batalha, então tentaria correr até eles o mais rápido o possível, tentando evitar ser golpeada por alguém e tentaria me aproximar pelas costas de Jacob para desferir-lhe um golpe de espada em arco na altura dos rins ou nos tendões atrás das juntas dos joelhos de preferência para incapacitá-lo. Caso não conseguisse me aproximar por trás, me moveria aleatóriamente de um lado para o outro girando o corpo como se estivesse embriagada tentando evitar possíveis ataques diretos ou projéteis, tentando ao menos servir de distração para que Ryuza pudesse atacá-lo, mas se eu tivesse oportunidade tentaria golpear meu oponente na altura do abdômen. Se não tivesse bebido, então não tentaria avançar contra Jacob dessa maneira, mas se tivesse a oportunidade de pegá-lo pelas costas tentaria perfurá-lo com uma estocada na altura dos rins se possível, caso ele virasse de frente para mim tentaria manter os olhos longe de suas mãos e se tivesse a oportunidade de desferir-lhe um golpe na altura da boca ou da garganta o faria.

Se Eu tivesse escolhido outro alvo distraído no meio da confusão, apenas atacaria seus rins caso estivesse de costas para mim ou na garganta caso estivesse de frente para mim. Tomaria cuidado para não ser atingida por outros possíveis ataques fossem de armas ou golpes próximos tentaria rolar no chão me esquivar girando o corpo ou qualquer coisa do tipo.

Se Ryuza usasse alguma coisa que pudesse distrair ainda mais os Marines aproveitaria o momento para um ataque ao marine mais próximo tentando atingi-lo na altura do pescoço ou rins, não importava quem fosse. Se nada acontecesse continuaria de tocaia.

Se Melissa apenas tivesse chamado a atenção dos soldados e eles não tivessem saído do local e alguma coisa acontecesse para distraí-los em meio à esse tempo, como uma granada ou algum outro detalhe tentaria pegar o sargento distraído e cortá-lo na altura do calcanhar para debilitá-lo, mas não prosseguiria numa briga mesmo se o tivesse atingido.

— Prometo te mostrar o real significado de dor antes de me banhar no seu sangue! - diria friamente acertando ele ou não enquanto o encarasse.

Após fazer isso correria o máximo que pudesse para despistá-lo tentando seguir para um lugar seguro, se possível junto de Ryuza e Eva, se não fugiria sozinha tentando despistar possíveis Marines que estivessem na minha cola. De qualquer forma eu tinha que chegar ao lado oposto da Ilha.

Se nada acontecesse para chamar a atenção deles ou causar alguma distração continuaria de tocaia esperando pela oportunidade certa, de qualquer forma não sairia dali sem Eva e Ryuza, nem sem saber que Melissa estava à salvo e ao menos um dos Marines não tinha sido derrotado fosse enganado ou morto, não me importava como não aceitava perder para a Marinha.






Yokken-ryū:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyDom Jun 04, 2017 5:56 pm

 


Todos


Ryuza sentia um ódio profundo em seu interior. Como eles tinham a audácia de fazer algo assim com sua dama? Quanto mais ele processava a situação, mais irritado ele ficava, e consequentemente maior era sua intenção assassina. Aplicou um pouco de morfina para diminuir a dor e se voltou novamente para Jacob. – Como preferes morrer? De forma rápida e limpa? Ou de forma lenta e dolorosa? - O gatuno encarou Jacob mais alguns instantes enquanto limpava a adaga, mas o homem ficou calado, sem dizer uma única palavras. - Bem... não importa muito. O fato é que será por minhas mãos, minha face será a última coisa que verá antes de partir desse plano. Não abençoarei sua alma... Hora do Rush... - Ele murmurou, ativando sua técnica, e quase que instantaneamente sua concentração ficou melhorada. Com um movimento rápido, Ryuza começou a correr em direção à Winter, que ficou em posição de ataque, com a adaga na mão. Quando já estava proximo o suficiente, Ryuza se abaixou e deslizou por baixo das pernas dela, evitando por pouco um golpe mirado em sua garganta. Logo que chegou nas costas da mulher, o gatuno deu um giro no ar e tentou dar um golpe com o cabo da arma na nuca dela, entretanto em vez de ficar parada, Winter correu para frente, se distanciando de Ryuza de modo a não ficar de costas para ele. Com um avanço rápido como antes, O Último Sussurro se aproximou novamente da mulher, recuando logo antes de ser acertado por um golpe horizontal com a adaga desferido por ela. Aproveitando o ataque de Winter, o gatuno segurou sua mão que estava com a adaga e injetou a morfina no braço da mulher. Vendo que a situação estava indo mal e Winter estava perdendo, os marinheiros começaram a atirar em Ryuza, que recebeu um tiro no braço que estava segurando a morfina, pois não podia tirar a mão de lá e um na perna. Logo que percebeu os disparos, o pirata tirou a seringa do braço de Winter, pois já havia recebido uma dose o suficiente para desmaiar e começou a desviar das balas o melhor que pode, fazendo-as colidir contra outros marinheiros. Seu plano agora era matar Jacob, entretanto ao se virar percebeu que nem ele nem Akane estavam mais ali.

Assim que acordou, Akane viu Melissa em um beco, e não tardou a ir até ela, se aproveitando da falha na formação dos marinheiros. Melissa estava logo a frente esperando ela no beco. - Achei que tivesse morrido... Como escapou? - Akane perguntou, enquanto tomava um gole da bebida que tinha recebido de Ryuza. - Eu, morta? Acho que esta me subestimando. Não achou que eu ia realmente ficar lá no navio sem fazer nada com aqueles marinheiros, né? Assim que tive a chance, vazei dali, mas vi eles sendo atacados, então vim ver como você estava. - Akane sentiu-se aliviada com a resposta, e abraçou a garota. - Que bom que não preciso matar você, seria um verdadeiro tormento ter que procurar por outra "fiel escudeira". - Melissa sorriu e a abraçou de volta. - Ah, antes que eu me esqueça. - Melissa tirou um pequeno vidrinho da roupa com um liquido verde dentro. - Parece que as armas dos marinheiros estão envenenadas. Consegui derrubar um deles e roubar o antidoto, mas como minhas armas ficaram no navio, não consegui mata-lo. Melhor beber por precaução. - Nesse instante algo começou a apitar na cabeça de Akane. Armas? Melissa não usava armas, no máximo seu salto alto. Desconfiada, a garota instantaneamente se afastou e colocou a espada na garganta de Melissa. - Não mova um músculo. Tudo até aqui foi uma armadilha, como posso ter certeza de que isso não é outro truque da Marinha? - Melissa levantou as mãos, nervosa. - Do que esta falando? Não esta vendo que sou eu? - Ela disse. - Responda rápido: Quem dos envolvidos no plano dos revolucionários, além de nós duas, sobreviveu ao ataque da Marinha no Galpão em Baterilla? Você tem 2 segundos antes que eu corte sua carótida e me banhe no seu sangue... 1... - Akane estava prestes a matar sua companheira, e Melissa estava desesperada. - Não temos tempo para isso! - A garota respondeu, e Akane estava prestes a dar o golpe fatal em Melissa... Quando a mesma ddeu um avanço extremamente rápido para trás, se afastando 2 metros da lamina, que cortou o ar onde ela estava antes. - Vocês piratas tão realmente um lixo. Você estava prestes a matar sua companheira como se ela fosse um saco de merda. Quando eu contar até três e estalar os dedos todas as sugestões vão ir embora. Um, dois, três. - Melissa estalou os dedos e sua forma se desfez como uma miragem. No lugar dela, estava Jacob, irritado.  

- Uma pena que você não tenha bebido o veneno por livre e espontânea vontade, isso pouparia trabalho de ambas as partes. Agora pelo visto terei que fazer do jeito dificil. - Ele apontou para os pés de Akane. - Seus pés estão grudados no chão. Tenta soltar, mas não consegue. Quanto mais tenta, mais grudados fica. - Logo que ele disse isso Akane percebeu que não conseguia tirar os pés do chão. Quando a garota já estava presa, Jacob sacou uma pistola e apontou para ela. - Arrivederci. - Entretanto, antes de que o gatilho fosse puxado, algo acertou Jacob por trás e ele caiu no chão com a cabeça sangrando e inconsciente. - Que diabos está acontecendo? Saio do navio para vir te encontrar e tão tentando te matar. Não consegue ficar sem mim nem por um segundo? - Com Jacob desacordado, Akane conseguiu tirar os pés do chão novamente.

Com Jacob desaparecido, Ryuza aproveitou a confusão de balas e colocou Eva e Sam em suas costas. Era difícil carregar os dois, mas não impossível. Arrastando-os e usando a confusão de tiros para se emcobrir, Ryuza seguiu até o beco onde encontrou Akane, Melissa e Jacob caído no chão com a cabeça aberta e sangrando. - Não sei que merda vocês fizeram, mas é melhor irmos embora antes que nos fodemos mais ainda.

Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyDom Jun 04, 2017 9:42 pm

緋色









Como me foi ensinado no passado: "confiar demais nas pessoas  pode se tornar em sua perdição". Essa frase se fazia uma citação perfeita considerando o momento atual no qual estávamos, afinal se eu por um instante tivesse deixado minha guarda baixa para com Melissa eu teria me tornado uma mulher morta, porém foi exatamente por desconfiar até mesmo daquela que me acompanhava e em quem eu mais confiava dentre os caras do bando que eu consegui escapar de beber um maldito vidro de veneno o qual aquele lunático doentio do Jacob me ofereceu.

Para mim Jacob não parecia nada além de um simples soldado de patente baixa, ele estava abaixo de um sargento, seria ele um cabo ou coisa do tipo? Não sabia responder, só sabia que apesar de ser um merdinha sem patente alta, ele era perigoso o suficiente para poder causar perigo a mim com um maldito jogo sujo de usar hipnose e tentar brincar com a minha mente. Para o azar de meu adversário eu era a mulher mais inteligente do Chess, ao menos era assim que eu me via, já que sabia que meu intelecto era superior ao de Melissa e na certa superior ao da "Rainha deposta" visto que ela não teve capacidade nem moral o bastante para manter-se como a Rainha de seu bando, porém quanto à Eva eu não tinha certeza se poderia dizer que eu era mais inteligente que ela, já que sua hostilidade natural e o ciúme de Ryuza a afastava de mim o bastante para que eu não conseguisse analisá-la o suficiente, porém deduzi que se alguém me superava em intelecto dentre aquelas mulheres, ela era uma forte candidata. Tudo isso era irrelevante, inteligência, sagacidade, esperteza ou qualquer atributo mental que eu pudesse tentar utilizar agora, afinal eu sabia que aquele estalar de dedos maldito diante de meus olhos tinha me causado algo.

Quando Jacob revelou-se a mim confesso que fiquei irada, mas nada expressei, afinal de que adiantaria eu ficar enfurecida e louca de ódio se ele podia mandar eu me cortar com minha própria espada e eu talvez fosse forçada à obedecer? Eu tinha que resistir àquela maldita tentativa de me causar mal, mas como? Não demorou muito para que ele tentasse me imobilizar com suas palavras malditas e eu sentisse meus pés completamente presos ao chão enquanto ele sacava a arma diante de meus olhos e apontava para mim.

"Não posso me deixar vencer aqui... Eu me recuso à morrer dessa maneira." - pensei olhando-o com frieza.

Antes que o gatilho viesse à ser disparado, ele foi atingido na cabeça por alguém que veio de trás e por fim cau ao chão, o que me deixou extremamente surpresa, mas logo que vi de quem se tratava, senti-me aliviada mesmo com o comentário convencido que ela fez à mim. Eu tinha meus pés livres enfim e então a encarei cruzando os braços.

— Fui eu quem vim correndo atrás de você como um bebê pede colo à mãe, não é? Claro, Melissa. - ironizei provocativa respondendo à ela sobre não conseguir ficar um segundo longe dela.

Antes que ela pudesse responder alguma coisa iria em direção à ela e a abraçaria forte, mas por um curto período de tempo, antes de me afastar de leve e olhá-la nos olhos.

— Estou bem, não precisa ficar preocupada. - diria em seguida.

Se tudo desse certo até aí, tentaria pousar o pé sobre o maldito oficial Marine, forçando saus costas contra o chão e me abaixando um pouco até poder alcançá-lo de perto, posicionaria então a ponta da lâmina em seu pescoço e a cravaria ali, para me certificar de que ele havia morrido. Marinheiro de alta patente ou não eu tinha que derramar o sangue daquele convencido metido à bom. Cuspiria sobre ele em seguida, com ódio apesar de tentar suprimir minha raiva com um olhar frio.

— Você me da nojo, seu Marine filho da puta convencido. Vejo você no inferno. - diria em seguida.

Tentaria me certificar de que ele realmente estaria morto como eu queria, apesar de qualquer comentário de Ryuza ou Melissa e só depois que tivesse certeza que o tinha matado, procuraria pelo frasco de veneno que ele havia exibido a mim há pouco e só então me ergueria e olharia para os dois alternadamente.

— Shinobi-kun normalmente é o cara dos planos de fuga. Acho que deviamos ouvi-lo. - diria me referindo a Ryuza.

Caso ele não tivesse um plano de fuga ou ideia de como sairmos dali em segurança, então embainharia minha espada e procuraria nos arredores uma forma de sairmos daquele lugar em segurança, já que estavamos sendo visados na cidade não me parecia uma ideia fácil tentar fugir.

— Se pudermos atravessar o lugar e ir para o lado oposto da Ilha será que não teremos mais chance de sairmos livres? - perguntaria a eles.

Era apenas uma sugestão, ainda aguardava que Ryuza tivesse um bom plano, pois seja lá o que ele tivesse em mente, eu tinha confiança o suficiente para executar o que ele pudesse armar.

Caso ele realmente não tivesse um plano, tentaria me certificar que não estávamos sendo seguidos e buscaria uma forma de fugir dali, seguindo para alguma área movimentada por civis, então tentaria me misturar em meio à eles. Caso não encontrasse, mas encontrasse uma rota segura para o outro lado da Ilha, então a seguiria, mesmo que esperasse que Melissa e os outros me seguissem. Não me importava com o Lince apesar de ele ser útil, portanto não me daria ao trabalho de ajudar Ryuza à carregá-lo se fosse necessário, para mim ele era um grande atraso e nos deixaria vulneráveis.

Se tudo desse certo e conseguíssemos chegar ao lado oposto da Ilha em segurança, então procuraria reconhecer o local e buscar algum lugar seguro onde pudéssemos nos abrigar. Um bar, uma hospedaria, uma casa abandona, não importava onde, eu só precisava disso para reagrupar e pensar para onde ir em seguida.






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Ryuza Ying
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptySeg Jun 05, 2017 7:56 pm

Tomado por uma vontade singular de causar dor e sofrimento naquele que fora responsável por influenciar as ações de Eva, Ryuza iniciou sua movimentação, lutar contra sua amada não era tarefa fácil, mas o sentimento de que estava fazendo aquilo para o bem dela compensava aquele aperto no peito. Winter era muito boa de mira, além de ser bastante ágil, mas o Cruzado tinha como especialidade as suas evasivas.

A invertida funcionou, apesar do grande risco que se aproximar da Winter representava, um passo em falso e poderia ser o último de Ying. Sua mente processava as informações, seguindo o caminho indicado por suas alucinações, a dama esquivou da primeira finta, como Ryuza tinha considerado, suas passadas ao se afastar eram demarcadas por pequenos círculos no chão. O pirata avançou a contornando. A lâmina veio em sua direção, sua mão foi ao seu encontro para agarrá-la, as imagens se adaptaram... e sumiram. A seringa agora já estava injetada no braço da garota, suas reações se tornaram lentas, sua face ia perdendo as emoções.

A dor trespassou a perna e o braço do pirata, quase que simultaneamente ao som de disparos, rapidamente o Ultimo Sussurro se colocou em movimento, dançando aquela valsa mortal, evitando os projeteis que poderiam roubar-lhe a liberdade, ou a vida, mas algo estava faltando... onde estava o maldito alvo? Ryuza procurou por um tempo, mas nada achou e a cada instante o cerco se fechava mais, optou pela segurança, sua e de seus companheiros. Recuou tomando Eva e Sam nos braços, o peso recaiu sobre sua coluna e sobre os locais feridos, a dor era irritante e o esforço demasiado, mas mesmo assim, talvez graças aos deuses pelos quais ele ora, o pirata conseguiu fugir.




Segui o caminho até um beco onde não aparentava ter marinheiros, assim que adentrei lá me deparei com Akane e Melissa abraçadas e um corpo estendido no chão, fecharia os olhos desativando a técnica para evitar ainda mais exaustão. Abriria os olhos sentindo o mundo ao redor rodar um pouco devido a transição de “processamento” exercido pelo meu cérebro. Me aproximaria carregando Eva e Sam, me abaixaria deixando-os recostados na parede.
- Primeiro: Eu tou começando a criar aversão a armas de fogo. Segundo: Não tem um dia que se passe sem que aconteça alguma confusão em minha vida. Terceiro: Espero não estar atrapalhando o romance... mentira, na verdade não estou nem aí se estiver atrapalhando.

- Não sei que merda vocês fizeram, mas é melhor irmos embora antes que nos fodemos mais ainda.
- Até eu tou querendo saber que merda que aconteceu. – Olharia para o corpo estendido no chão, notando que se tratava do marinheiro que tinha hipnotizado Eva. – Como esse fdp veio parar a... – Minha fala seria interrompida pela ceninha de Akane trespassando a lâmina no pescoço do marinheiro.

- Sua palavra está passando a não valer mais de nada. Disse que a última coisa que ele veria seu rosto, errou de novo. – Cala boca merda. – Dirira olhando para Yang.

- Shinobi-kun normalmente é o cara dos planos de fuga. Acho que devíamos ouvi-lo. – Me viraria para Akane como se pego de surpresa. – Oh... – Juntaria as mãos. – Planos. – Olharia ao Redor. – Planos, isso, vamos lá. O plano é... – Você não tem plano. – Vai se foder. – Dar o fora daqui o quanto antes! – Concluiria sorrindo.

- Infelizmente vou precisar de seus cuidados mais tarde, minha rainha. – Tomaria duas pílulas de aspirina e me abaixaria segurando Eva nas costas, de macaquinho, manteria o corpo um pouco inclinado para frente e a seguraria pelas coxas. – Se importam de carregar o lince? O Sam é da família e é bastante útil. – Quando Akane ou Melissa estivesse com o Sam em mãos eu me colocaria em movimento.

Tentaria me lembrar de onde tínhamos vindo e para que lado ficava o centro da ilha, se minha noção de direções não tivesse adiantando ou se minha memoria falhasse eu tentaria subir no telhado de alguma casa, tentando saltar em objetos intermediários e me equilibrando em superfícies pequenas como permite meu estilo de luta. Tentaria alcançar um local alto e visualizar para que direção ficava os limites da cidade dos Anchil, claro que faria isso de maneira furtiva, procurando uma sombra e observando antes para ter certeza de que não seria avistado por marinheiros.

Se possível eu seguiria caminho pelos telhados, saltando de casa para casa, para mim aquilo seria simples, mas não tinha certeza quanto para a Akane e Melissa.
- Vou seguir por aqui, observando as ruas e verificando se o caminho está livre para você, tente acompanhar. – Seguiria pelas bordas dos telhados, lajes, beiradas, e escadas laterais das casas, sempre pelas casas menores e encobertas por outras maiores, de preferência nas sombras, pisaria firme e tentaria manter o equilíbrio, observando o caminho e evitando lugares que aparentassem ser escorregadios e/ou frágeis. Silenciaria o máximo que desse as minhas passadas e aterrissagens, observaria o caminho a diante e se estivesse sem sinais de marinheiros olharia para baixo fazendo sinal para Akane seguir, sempre avançando e parando.

Se notasse marinheiros eu avisaria para Akane desviar de caminho e a seguiria pelos telhados.
Se em algum momento não fosse possível mais me manter escondido nos telhados ou fosse muito arriscado, eu desceria e seguiria caminho por terra, da mesma forma, movendo-me rápido e observando de forma furtiva o caminho adiante. Tentaria evitar ao máximo contato com marinheiros, mas se viesse a acontecer, não tentaria lutar, apenas sairia correndo e tentaria me esconder ou fazer o marinheiro nos perder de vista.

Continuaria nesse ritmo até que estivéssemos fora da cidade. Quando enfim poderíamos seguir para o outro lado.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 12 EmptyTer Jun 06, 2017 7:31 pm

 


Todos


Akane e Ryuza estavam reunidos novamente, mas a confusão estava longe de acabar. Chegando no beco, Ryuza viu Akane, Melissa e Jacob caídos, com um vidro quebrado no chão e um liquido verde esparramado. Por estarem escondidos, aproveitaram o pouquíssimo tempo que lhes restava antes de serem encontrados para repassar o plano de fuga. - Shinobi-kun normalmente é o cara dos planos de fuga. Acho que devíamos ouvi-lo. – Ryuza, entretanto, estava avoado e foi pego de surpresa pela afirmação da garota. - Oh... Planos. Planos, isso. Vamos lá. O plano é... Dar o fora daqui o quanto antes! – Definitivamente sem um plano. - Ótimo. Presos em uma cidade cheia de marinheiros e sem um plano de fuga. Não poderíamos estar melhor. – Melissa ironizou. Sem saber o que fazer, a situação se tornava ainda mais desesperadora, pois aqueles marinheiros não eram os únicos presentes na ilha. - Se pudermos atravessar o lugar e ir para o lado oposto da ilha será que não teremos mais chances de sairmos livres? – Os piratas não sabiam muito sobre as duas casas que regiam a ilha, mas se a marinha estava ajudando aquele lado, não deveria ser muito familiarizada com os governantes do outro lado, o que podia vir a ser uma coisa positiva. - Infelizmente vou precisar dos seus cuidados mais tarde, minha rainha. – O bispo disse, tomando aspirina e ajeitando Eva em suas costas. - Se importam de carregar o lince? O Sam é da família e é bastante útil. - Melissa revirou os olhos e pegou a parte da frente do lince para carregar, esperando que Akane pegasse a parte de trás, entretanto a rainha não estava se importante nem um pouco para Sam e simplesmente foi embora, fazendo Melissa ter que arrastar Sam.

Ryuza não se lembrava de onde haviam chegado na ilha, pois ao olhar em volta pode perceber que Jacob havia enrolado eles e estava andando aleatoriamente por ai somente para ganhar tempo. Ainda haviam bastante marinheiros nas ruas, e para evita-los os três tiveram que se mover nas sombras, indo de um beco até outro sem chamar atenção. Em certo momento, nenhum deles sabia mais para onde ir, e Ryuza decidiu subir nos telhados das casas. - Vou seguir por aqui, observando as ruas e verificando se o caminho está livre para você, tente acompanhar. - Subindo nos telhados, logo Ryuza pode perceber algo bem obvio: se continuasse ali em cima seria fácil encontra-lo. Mesmo estando à tarde e com uma claridade não muito alta, bastaria olhar para cima que seria possível ver o gatuno. Sabendo que era arriscado se manter ali, o mesmo logo desceu, se encontrando novamente com as duas. Avançando mais um pouco, entretanto, eles ouviram algo que os chamou a atenção. Havia um lugar que parecia um armazém com uma carroça de madeira com o conteudo coberto com uma manta parada na frente e uma voz exaltada falando dentro do lugar. - COMO ASSIM NÃO PODE ME DAR O FORNECIMENTO DESSE MÊS? Olha, eu sempre te paguei em dia, e nunca atrasei o pagamento. Não posso voltar para minha via vila sem esses suprimentos. Os Achill estão querendo explodir essa guerra idiota e se não pegar o estoque agora nós vamos passar fome! Pessoas vão morrer! - O homem parecia desesperado. - Me desculpe, mas foram os próprios Achill que compraram todo o estoque. Parecem que vão usa-los como suprimentos do exercito. Não adianta nada reclamar, pois não tenho nada. Se for inteligente, vai voltar para onde veio antes que essa guerra estoure de vez. - O homem bufou, mas parecia ter desistido. Se os piratas quisessem fazer algo ou se aproveitar da situação, deveriam fazer logo.



Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


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