One Piece RPG
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Furry Hoje à(s) 12:39

» [ficha] Arthur D.
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 12:25

» Enuma Elish
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 11:22

» [Mini-Aventura] A volta para casa
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Fiest Hoje à(s) 10:51

» Ler Mil Livros e Andar Mil Milhas
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Fukai Hoje à(s) 10:10

» [MINI-ARTHURBRAG] COMEÇANDO UMA AVENTURA
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor arthurbrag Hoje à(s) 10:07

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor PepePepi Hoje à(s) 07:50

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 06:02

» Hey Ya!
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor GM.Mirutsu Hoje à(s) 02:56

» [E.M] - Gostosuras e Travessuras
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor GM.Jinne Hoje à(s) 02:08

» [Ficha] Raveny Moonstar
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:38

» Raveny Moonstar
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor ADM.Senshi Hoje à(s) 01:36

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 01:11

» Escuridão total sem estrelas
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 00:39

» Capítulo I: Meu nome é Cory Atom! Filho de Kouha Atom
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Kiomaro Hoje à(s) 00:27

» Arco 5: Uma boa morte!
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 23:58

» A inconsistência do Mágico
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor CaraxDD Ontem à(s) 23:45

» Seasons: Road to New World
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Volker Ontem à(s) 22:44

» Ain't No Rest For The Wicked
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Hoyu Ontem à(s) 21:55

» I - O bêbado e o soldado
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Emptypor Domom Ontem à(s) 21:49



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1 ... 7 ... 10, 11, 12, 13, 14  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Akane Kazumi
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 05/01/2014

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyTer 25 Abr 2017, 00:06

緋色









Desde a nossa chegada no quarto Melissa não me pareceu receptiva como eu esperava, mas também não me questionou em nada do que lhe perguntei até que mencionei meus temores e desconfianças à respeito de nossos novos companheiros de tripulação. Eu não podia esconder meus pensamentos dela, mas juro que a melhor opção que encontrei ao ouvi-la dizer que não se submeteria à mim, foi permanecer calada e apenas me retirar do quarto como fiz, mudando de assunto. Não era minha intenção me converter numa fanática radicalista e mandona só por conta de um título de Rainha, nem era minha intenção dominar os pensamentos de Melissa, mas eu tinha em mente continuar sendo o cérebro de nossa dupla, a mente brilhante que organizaria a forma como nós nos portaríamos no meio de tantos piratas.

Em meu Tour pelo navio, se é que ele poderia ser chamado assim no estado em que se encontrava, me deparei com uma cena com a qual nunca imaginei que me depararia num navio como aquele, mas não era nada demais, seres humanos se reproduzem então sexo era algo natural de acontecer entre duas pessoas, para mim não parecia nada demais. Não permaneci ali por muito tempo já que a garota arremessou um travesseiro em mim e antes que me atingisse fechei a porta voltando à minha busca sem me importar com o que tinha visto.

Meu objetivo que até o presente momento era a enfermaria mostrou-se completamente frustrante, aquele lugar não tinha quase nada de medicina e isso seria um grandioso contratempo para nós. Eu não tinha uma sala perfeita para trabalhar, nem equipamentos para fazê-lo, então me perguntei se algum ferimento surgisse em alguém ali, como eu faria para simplesmente executar a biópsia do mesmo sem um bisturi adequado ou coisa do tipo, afinal pensar em salvar a vida de alguém naquelas condições era impossível, pular para a análise do cadáver pré sepultamento me parecia muito mais útil e produtivo. Decidi me retirar dali e voltar ao quarto enfim.

Ao chegar naquele lugar, a imagem de Melissa deitada como um bebê sobre a cama me trouxe um breve sorriso aos lábios. Por um instante me coloquei à refletir sobre nossa caminhada até aqui e notava que essa era a primeira vez que eu a via naquele estado, cheia de calma e paz, completamente tranquila como se nada a tivesse irritado, o que era bem difícil enquanto estava acordada já que sua paciência era extremamente escassa. Pegaria então minha garrafa de bebida e tomaria um gole direto do gargalo. Era noite, estávamos sozinhas e eu não tinha trabalho à fazer, então podia me embebedar ao invés de ficar maquinando em minha mente o que eu deveria fazer quanto aos rapazes e se eram ou não de confiança. Também queria manter minhas mente longe do ocorrido em Baterilla e se minha tentativa de matar Chris tinha ou não sido um sucesso, a bebida na certa me ajudaria à não pensar nos meus problemas.

"Paz, Sossego e Álcool... Melhor que isso só explodindo algum maldito marine e levando seu corpo para autópsia, um verdadeiro deleite." - pensava

Me sentaria no chão do quarto para não acordar Melissa, enquanto consumia minha bebida completamente sozinha, olhando para o teto ou para qualquer local no qual houvesse luz, tentaria ter pensamentos felizes ou sonhar com as possibilidades de encontrar mais marinheiros que eu pudesse ferrar. Eu queria de fato causar grandiosos impactos à Marinha, deixá-los cheios de cicatrizes, talvez cicatrizes tão profundas quanto as que deixaram em mim e em minha alma, então apenas sorriria feito boba, vez ou outra observando Melissa e imaginando o que uma garota como ela sonhava.

Ao ouvir a aproximação de Ryuza, apenas o olharia de cima à baixo observando cada detalhe e procurando suas feridas, nada diria à princípio, apenas faria sinal para que ele falasse baixo e sinalizaria com o olhar para Melissa que dormia. Em seguida me levantaria de onde estava e o guiaria até a enfermaria precária daquele navio antes de dizer as primeiras palavras à ele.

— Seu navio não tem equipamentos médicos, o que significa que você simplesmente está numa grande roubada. - diria com um sorriso brincalhão no rosto.

De certo meu humor estaria excelente devido ao álcool que me deixava mais livre e animada. Observaria com atenção uma segunda vez aquela maldita cabine de enfermaria buscando por qualquer coisa que pudesse servir de atadura, agulha e linha. Caso encontrasse alguma coisa traria para perto de mim e o tomaria pelo pulso guiando-o até a maca ou qualquer lugar onde ele pudesse se sentar, colocando a mão sobre seu peito e o empurrando bruscamente em seguida.

— Vamos ter que amputar. - diria com seriedade à ele caso houvesse algum corte nas mãos, nos pés ou em algum dos membros superiores ou inferiores.

Era mais do que óbvio que era mentira, mas não resistiria à esse tip ode provocação, então sorriria deixando um breve riso escapar logo em seguida. Mas caso os cortes e ferimentos não fossem nos membros, mas sim no peito ou abdômen, examinaria com cautela, procurando ver se haviam suturas ou gase cobrindo as feridas. Procuraria por sangramentos, rompimentos de ponto ou arranhões e sem pudor ou medo tocaria as pontas dos dedos nos arredores.

— Isso dói? - perguntaria como se não fosse nada.

Caso fosse necessário desinfetar os ferimentos e não houvesse álcool, derramaria um pouco de bebida sobre o mesmo e na ausência de um pano limpo ou algodão, tiraria o lenço que mantinha amarrado à gola da camisa limpando o mesmo, afinal eu teria que improvisar em meus métodos para tratar os feridos.

— Sabe que não há obrigação alguma de minha parte em fazer esse tipo de coisa, visto que nosso acordo pode estar em risco à partir do momento que sua parte, que era o navio, está num estado deplorável, não sabe? - diria provocativamente ainda com um sorriso debochado no rosto

Apertaria um dos ferimentos com cuidado apenas para lhe causar um pouco de dor, enquanto o encararia, terminando de limpar a ferida. Se não houvessem ataduras em lugar nenhum daquela bendita enfermaria, pegaria a parte limpa do lenço, dobrando-o e amarrando sobre o ferimento improvisando um curativo, porém se houvesse ataduras, então o envolveria sem demora. Caso o ferimento fosse necessário dar pontos e não encontrasse alguma agulha por ali, o encararia novamente sem expressão.

— Que tipo de navio possui uma enfermaria sem kit de primeiros socorros? Vocês são suicidas? - questionaria com seriedade.

Mas caso encontrasse agulha e linha para fazer-lhe o curativo, então buscaria uma forma de esterilizar o instrumento de metal e após tomar um bom gole de bebida enquanto o encarava nos olhos ainda inexpressiva, colocaria a linha na agulha preparando-a para suturar o ferimento novamente e deixá-lo novo em folha.

Se não fosse necessário nenhum cuidado, apenas examinaria os ferimentos com as pontas dos dedos, apertando-os com certa intensidade para causar-lhe dor, mas não com força o bastante para corromper os curativos ou romper os pontos.

— Minha chegada ao navio foi mais calorosa do que imaginei. - diria séria enfim antes de me afastar e tomar um gole de bebida outra vez. - Já tinha notado que sua garota não gostava de mim, mas não esperava que houvesse mais uma nesse meio. É uma pena... Eva faz o meu tipo.

Minhas palavras seriam provocativas enquanto bebia mais uma vez da garrafa. No normal eu não era de muito falar, mas o faria caso estivesse completamente bêbada e eu amava ficar bêbada, assim eu ficava mais livre de espectativas e menos tida à regras. Não me importava o que pensavam à meu respeito, eu só me importava com a forma como conseguiria atingir meus objetivos e um diálogo com o imediato da tripulação me pareceu uma boa ideia.







Objetivos:
 

Histórico:
 

OFF:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

Créditos : 76
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2013
Idade : 20
Localização : Grand Line - Jingle Bell Island

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyTer 02 Maio 2017, 21:34

 


Todos


Depois de um sonho bastante estranho Ryuza, já com as roupas secas, se dirigiu imediatamente para o quarto de Akane afim de que ela olhasse suas feridas e trocasse os curativos. Ao entrar no quarto, encontrou a garota sentada no chão com a garrafa de bebida na mão e bebendo. Não parecia o melhor estado para se fazer tratamento medico, mas parecia que nenhum dos dois se impostava muito. - Akane! Como está sendo a adaptação? - Em vez de responder a pergunta, Akane Fez sinal para ele fazer silencio e apontou para Melissa, que dormia na cama logo em frente aos dois. - Lembro de dizer que era uma médica... Poderia fazer novos curativos em mim? - Akane olhou ele de cima a baixo, olhando as feridas mais expostas, se levantou e andou na direção da enfermaria, seguida logo atrás pelo gatuno. - Seu navio não tem equipamentos médicos, o que significa que você simplesmente está numa grande roubada. - Ela disse, brincalhona, e começou a examinar as feridas e curativos do gatuno. Quando viu as feridas das balas em sua perna, logo resolveu brincar. - Vamos ter que amputar. - Akane logo constatou que não seria necessário refazer as suturas, somente trocar as gazes sujas de sangue. Quem quer que tivesse feito aquelas suturas, sabia bem o que estava fazendo. A garota achou gazes em uma gaveta e começou a trocar os curativos. - Sabe que não há obrigação alguma de minha parte em fazer esse tipo de coisa, visto que nosso acordo pode estar em risco à partir do momento que sua parte, que era o navio, está num estado deplorável, não sabe? - A garota provocou, enquanto trocava as gazes das feridas do homem. Depois de um tempo os curativos haviam sido trocados e trabalho havia terminado. Apesar de bêbada, Akane havia feito um trabalho decente, ainda mais com pouco material. Não que trocar curativos fosse uma tarefa complicada. Foi só então que a garota respondeu a pergunta que Ryuza havia feito. - Minha chegada ao navio foi mais calorosa do que imaginei. Já tinha notado que sua garota não gostava de mim, mas não esperava que houvesse mais uma nesse meio. É uma pena... Eva faz o meu tipo. - Era uma provocação clara, e Ryuza sentia isso. A garota parecia ser bem mais atrevida quando estava bebada, e isso talvez não fosse muito bom para ela.

Para Sid, o sexo era bem mais exaustivo do que esperava, apesar de quem estar fazendo todo o trabalho ser Evangeline. O dia havia sido bastante exaustivo, e no ato, todas as energias do garoto foram se esvaindo. Terminado, Sid tentou apoiar a cabeça sobre a mão esquerda, se esquecendo que Evangeline havia amarrado ambas suas mãos à borda da cama antes de partir para cima. Logo a garota desamarrou ele, que pode relaxar devidamente. - O dia foi longo... - E logo caiu no sono. Não houve muitos sonhos, e se houveram, os mesmos se perderam com o tempo, pois quando o garoto acordou, só se lembrava de flashes e cenas. Logo se levantou e voltou para o convés, onde tudo parecia muito bem, fora o fato de Helena parecer estar evitando um bocado Eva. Provavelmente por ter ameaçado ela durante a guerra civil do bando. No mirante, Auron parecia já ter descido e ido para seu quarto dormir, pois estava vazio novamente. Ao subir lá, Sid viu que sua erva ainda estava lá, como havia deixado. Acendendo e dando uma tragada, Sid olhou o horizonte, onde logo viu uma forma aparecer. Não dava para saber se ele realmente estava vendo ou se era efeito da droga, mas a medida que se aproximava, Sid teve certeza: Era uma ilha. O local parecia cheio de construções de um lado, reluzindo em prateado e mais simples e robusto do outro. Esatava longe de mais para consegur ver algo direito, mas uma coisa que o garoto viu foi a grande montanha no centro da ilha, chamativa e poderosa. Então essa era a primeira ilha onde Chess atracaria, em busca de fama!

OFF:
 


Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Zed:
 


Histórico do Akane:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Grupo:
 


2017:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Zed
Pirata
Pirata
Zed

Créditos : 42
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 18/08/2011
Idade : 24
Localização : Chaos

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyQua 03 Maio 2017, 02:12


Depois de me exercitar e descansar enfim fui novamente até o local com a vista mais privilegiada daquele navio onde pude encontrar uma pequena sardinha no chão, a mesma ponta que havia deixado para mais tarde. “Com esse nível de planejamento é surpreendente que eu não seja presidente. “ Pensei enquanto tragava, fiquei processando a frase em silencio enquanto segurava a fumaça no pulmão, ao me dar conta começava a tossir compulsivamente, era como se a fumaça tivesse ido para o lugar errado.

Quando finalmente parei de tossir senti uma lagrima descer no lado direito do rosto. – Caralho, quase morri... – Voltei a ficar pensativo enquanto olhava o horizonte. “Eu tinha notado alguma coisa... “ Traguei novamente enquanto seguia olhando para um borrão que a princípio achei fazer parte das visões. “Tinha alguma coisa com a frase... “ Continuei pensativo até finalmente lembrar. – AH SIM! – A fumaça saia junto a voz um tanto zuada devido a pressão no peito. Expeli a fumaça e então falei sozinho. – Tinha rimado... – A essa altura já havia perdido o impacto... Mas tanto faz.

Com uma ultima tragada fiquei olhando fixamente para o borrão que parecia começar a ganhar uma forma mais definida. – Ué... – Continuei encarando com os olhos duplamente semi-serrados até chegar a uma conclusão. – CARALHO UMA ILHA! – Soltei no espanto antes de correr até a borda e berrar para o pessoal de baixo. – TEM UMA ILHA EM FRENTE! FINALMENTE PORRA! – Era impossível esconder a excitação enquanto descia apressadamente e procurava pela navegadora. – ILHA! – Anunciei apontando na direção. – TEM UM LADO QUE BRILHA! VAI PRA LÁ! – De imediato sai correndo para o interior do navio sem saber se minhas instruções haviam sido compreendidas.

No navio procurava por Evangeline. – Estamos chegando, arruma o que precisar levar. – Diria animado caso a encontrasse e de imediato voltaria para o convés e ficaria na extremidade frontal, que provavelmente tinha um nome ainda que não soubesse qual era. Aguardaria ansiosamente pela chegada na ilha.

Antes de descer teria certeza de ter comigo todos os meus pertences, e acima de tudo ter Bolinha por perto. Não queria perder aquele desgraçado de vista, e talvez de alguma forma ele até podia ser útil.... Talvez...

Assim que possível, ou talvez até um pouco antes, iria saltar do navio tentando chegar em terra firme enquanto levava o cachorro em meus braços, mas não antes de um último berro ao tripulantes remanescentes enquanto permanecia de pé sobre a borda do navio. – Eu vou na frente galerinha. Encontro os sobreviventes depois. – Com um último aceno enfim pularia para a ilha esperando que Evangeline me acompanhasse. Assim que colocasse meus pés naquele lugar iria começar a caminhar ilha adentro sumindo então da vista de meus companheiros... Por hora.


OFF: PELO AMOR DE DEUS ME TIRA DESSA AVENTURA Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 3551987972

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ryuza Ying
Pirata
Pirata
Ryuza Ying

Créditos : 13
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 05/02/2012

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySab 06 Maio 2017, 22:11

O sonho conturbado de Ryuza tinha o deixado desconcertado, suava frio e seus batimentos estavam acelerados, respirou fundo antes de se levantar. Teve um breve dialogo com Yang e foi em direção a suas roupas, que por sorte, já estavam secas.
Depois de vestido o gatuno saiu em busca da mais nova peça do tabuleiro, foi encontra-la sentada no chão se seu quarto, buscando algum tipo de felicidade no fundo de um copo de rum. – Uma alcoólatra de primeira, pelo visto... – Pensou o bispo antes de perguntar a garota sobre como estava indo a estadia e falar o porquê de sua vinda.
Akane fez um sinal de silencio e sinalizou que sua amiga estava dormindo, Ryuza assentiu com a cabeça.

A garota mostrou uma inciativa que Ying havia julgado não ser natural dela, levantando e o arrastando para a ala médica. – Seu navio não tem equipamentos médicos, o que significa que você simplesmente está numa grande roubada. – Seu sorriso era muito bonito, inocente. O pirata se limitou a revirar os olhos, apenas.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

A garota começou a examinar Ryuza, apertando suas feridas com certa violência. – Ai! Que ideia de merda eu fui ter em confiar em uma médica bêbada – Disse o homem tentando afastar as mãos nada delicadas da suposta profissional de saúde. – Vamos ter que amputar. – Brincou ela em relação a perna ferida do gatuno. Ying levou a mão até o rosto, sem paciência para aquilo.

- Sabe que não há obrigação alguma de minha parte em fazer esse tipo de coisa, visto que nosso acordo pode estar em risco à partir do momento que sua parte, que era o navio, está num estado deplorável, não sabe? – Dizia a mulher enquanto finalmente começava a fazer algo realmente útil, pondo novos curativos sobre as feridas.
- Tsc... você sabe fazer algo além de reclamar? Um barco é o de mínimo, consigo um quando chegarmos a próxima ilha, deixa de ser chata. – Disse o gatuno com certo esforço, era difícil ir de contra ao que aquela garota dizia, sua voz era inebriante e sua face denotava uma inocência impar, quase que sem sentido, transmitindo confiança e fofura. – Pessoas inocentes sempre passam esse tipo de confiança... – Pensou

- Minha chegada ao navio foi mais calorosa do que imaginei. Já tinha notado que sua garota não gostava de mim, mas não esperava que houvesse mais uma nesse meio. É uma pena... Eva faz o meu tipo. – Disse por fim, se afastando e voltando a beber. Enquanto isso, Ryuza cobria os locais que tinham sido expostos, com sua roupa.




- Ela faz seu tipo? – Perguntei meio sem entender, mas logo daria continuidade. – Pois então entre na fila, querida, afinal não estou nem um pouco afim de participar de uma troca de casais. – Olharia para akane com um sorriso sarcástico estampado no rosto.
- Obrigado pelos curativos... eu acho. Só precisa melhorar essas mãos de ferreira que tem, já não basta termos uma açougueira, agora temos uma médica que trata os pacientes como um lingote de ferro. – Depois do sono que tive, acabei acordando com um humor provocativo e ácido.

Para falar a verdade eu sentia uma vontade imensa de provoca-la ainda mais, de formas até um pouco mais... diretas, mas não faria isso, algo me dizia que a intensão dela era essa, me desestabilizar. – Essa garota é perigosa. – Pensei comigo mesmo. – Até parece que você não gosta de garotas assim... não é justamente esse o motivo de estar achando-a interessante? O mesmo motivo que fez você gostar da Eva? E continuar com ela mesmo depois da Winter... – Yang comentava, de costas para mim enquanto parecia brincar com os utensílios da enfermaria, ele levantou as mãos como se glorificasse algo. – IT’S ALIVE!!! – Gritou ele do nada.

- Serio cara... de onde você tira essas ideias? – Deixaria o comentário escapar em forma de palavras, olhando para o local onde supostamente Yang estava. Me voltaria para a Akane. – Erm... Bem, vamos indo? Já devemos estar chegando na ilha.

Tendo dito isso iria até o convés, caso desse com a gritaria causada por Sid eu apenas me limitaria a ficar quieto o observando ir de um lado para o outro. Caminharia até a frente do navio e tentaria confirmar, afinal, partindo daquele ali, poderia muito bem ser uma alucinação.
De fato, uma ilha se aproximava. – PREPAREM PARA DESEMBARCAR! – Gritaria a todos os pulmões para a tripulação. Iria até o grandalhão que tinha visto antes, ele parecia ser autoritário o suficiente. – Quando atracarmos certifique-se de que tudo o que for útil seja reunido e esteja pronto para ser transferido para outro barco. Irei fazer o que sei de melhor ao chegarmos na ilha, reunir informação. Conto com sua ajuda. – Daria dois tapinhas nas costas do mesmo.

Caminharia para os meus aposentos e pegaria tudo que me pertencia, depois procuraria por Eva e Sam. – Vocês vêm comigo? Serão de grande ajuda. – Tendo dito isso iria até o convés e aguardaria a aproximação da ilha. Caso eu ouvisse a despedida de Sid eu me viraria para ele e acenaria. – Vê se não arranja muita confusão seu delinquente... – Sorriria. – Deixe um pouco para mim. – Depois que Sid tivesse ido eu desceria do navio, saltando para o chão e observando o local ao redor. Caso Akane me seguisse, eu diria. – Virá comigo ou planeja fazer algo em específico? Pretendo verificar se há um submundo na ilha para reunir informações. – Caso ela concordasse, concluiria. – Então vamos indo.
Do contrário. – Tudo certo então, nos encontramos aqui dentro de duas horas. – Seguiria ilha adentro.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

>>narração<<
||pensamento||
::Minha fala::
**Fala da Fantasia**


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Akane Kazumi
Pirata
Pirata
Akane Kazumi

Créditos : Zero
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Feminino Data de inscrição : 05/01/2014
Idade : 23

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySeg 08 Maio 2017, 13:54

緋色









A sensação de estar sentada no chão do quarto bebendo para muitos podia ser a coisa mais superficial do mundo, mas para mim... Era um momento de reflexão. Pensamento bobo o meu? Talvez, mas eu não me importava, na verdade a opinião alheia sobre mim há muito tempo tinha sido deixada de lado, desde o incidente em minha infância o qual eu não ficaria lembrando naquele momento. Tinha passado um bom tempo observando Melissa, minuciosamente enquanto ela dormia, cada detalhe dela me deixava entretida, enquanto eu pensava no que faríamos ao chegar em terra firme e foi aí que aconteceu de alguém entrar no quarto, ninguém menos que "O Bispo", o cara que parecia mais capitão do que o próprio capitão.

[...]

Depois de puxá-lo para a ala médica na intenção de afastá-lo de Melissa e deixá-la dormir, comecei à simplesmente provocar com qualquer tipo de palavra bem colocada em meio às sentenças. Esse era o efeito do álcool em mim, não significava que eu tinha algum interesse a mais ou que eu estivesse me insinuando ou tentando seduzi-lo, eu apenas agia com menos lógica, pudor e racionalismo, tudo era natural, nada me era problema e em meio aos momentos onde eu apertava seus ferimentos simplesmente por pura diversão, ouvi sua reclamação em eu estar bêbada e isso me tirou um breve riso.

As coisas não melhorariam muito para Ryuza depois de seu comentário sobre eu estar reclamando à respeito do barco, o que fez com que eu apertasse com um pouco mais de força sua ferida esperando que ele reclamasse ou gritasse de dor ao sentir-me pressioná-lo naquela área.

— Sei fazer feridas infeccionarem e pontos abrirem, mas não queremos isso não é? Aliás, é muito bom saber que cumprirá com sua parte do acordo e tem dinheiro o bastante pra isso, talvez você possa aproveitar que tem bastante e comprar novos instrumentos médicos pro próximo navio, não queremos que alguém na tripulação pegue tétano ou alguma infecção generalizada, certo?

Sorri para ele ternamente, simulando bondade e preocupação em meio ao meu cinismo e ironia, afinal as expressões que ele fazia e a forma como falava eram muito engraçadas, como se ele achasse realmente que eu não era nada perigosa ou não pudesse ser hostil de alguma forma.

A conversa prosseguia e em meio à nossos diálogos, enquanto eu provocava colocando Eva no meio do assunto e falando algo sobre a recepção no navio, antes de tomar um gole de rum. Ouvia então ele responder com sarcasmo à minha observação, o que me tirou um novo sorriso dos lábios antes que eu pudesse dizer-lhe algo.

— Nunca sugeri nada desse tipo, a má intenção foi toda sua. - me limitei à dizer isso diante de seu comentário tornando à seriedade natural, apenas arqueando uma das sobrancelhas e movendo a cabeça levemente para o lado, antes de dar as costas.

Ouvia então seus agradecimentos enquanto criticava a forma rude que o tratei, pelo menos foi assim que deduzi a expressão "mãos de ferreira", com certeza tinha lhe gerado certo incômodo ao pressionar-lhe as feridas de forma proposital. Eu não me continha comigo mesma ao ouvi-lo falar aquilo, já que o objetivo foi concluído, irritá-lo. Para mim era divertido testar as reações das pessoas e as demonstradas por Ryuza me diziam que na próxima eu deveria machucá-lo ainda mais enquanto o tratava, afinal ele suportava bem a dor.

— Acostume-se com isso. Meus métodos são para tratar homens de verdade, se ficar choramingando vou ser obrigada à duvidar de sua virilidade. - comentei, ainda sem emoção na voz, enquanto caminharia pelo local.

Iria em direção ao local que estavam os utensílios da enfermaria, procurando algum lugar onde eu pudesse guardar os materiais restantes dos curativos que troquei e jogar os usados fora, pouco antes de ouvi-lo perguntar algo sobre "De onde tirou essa ideia?".

— Que ideia? - questionaria ele, acreditando que estivesse falando comigo já que éramos os únicos ali.

Vendo-o disfarçar suas reações eu estranharia ficando um pouco confusa na certa, mas nada diria, apenas ouviria ele falar sobre estarmos chegando na Ilha. Então sem questionamentos o seguiria até o convés, observando em silêncio a tudo.

Caso realmente estivessemos perto de alguma ilha, ou esta tivesse sido avistada, desceria até o convés inferior, indo atrás de Melissa no quarto. Adentraria o local e a cutucaria na parte traseira com a bainha da espada, na intenção de fazê-la acordar, caso não funcionasse cutucaria com um pouco mais de força até que ela despertasse.

— Acorde Bela adormecida, estamos chegando. Vamos atracar em breve, arrume suas coisas. - diria a ela.

Em seguida caminharia pelo quarto procurando o que fosse meu, vasculharia também o quarto para buscar algo que mesmo que não fosse meu, eu pudesse levar e fazê-lo meu, afinal eles dariam fim àquele navio velho mesmo, ninguém iria requerer alguma coisa deixada para trás no mesmo.

Depois que estivéssesmos prontas, subiria até o convés superior e procuraria por Ryuza e observaria-o se despedir do garoto que há poucas horas eu havia flagrado num momento íntimo mais cedo, então caso ouvisse a pergunta do gatuno, o encararia sorrindo de canto da mesma forma que fiz na enfermaria antes.

— Reunir informações num possível submundo da Ilha me parece uma boa opção. Apenas guie-nos, Shinobi-kun. - responderia a ele.

O seguiria então esperando que Melissa viesse comigo para onde quer que fossemos, afinal prometi que caminhariamos juntas e que cuidaria dela e era assim que seria. Observar Ryuza e Eva de perto também me daria a oportunidade de definir o caráter de ambos, assim saberia se eu tinha de fato ingressado num grupo de verdadeiros aliados, ou se eles iriam me deixar na mão como foi com os revolucionários em Baterilla.







Objetivos:
 

Histórico:
 


____________________________________________________

Fala - "Pensamento" - Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

Créditos : 76
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2013
Idade : 20
Localização : Grand Line - Jingle Bell Island

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySex 12 Maio 2017, 22:15

 


Todos


- Ela faz seu tipo? Pois então entre na fila, querida, afinal não estou nem um pouco afim de participar de uma troca de casais. - Ryuza disse, confrontando Akane. Akane poderia ser astuta para dar alfinetadas, mas o bispo também era inteligente. - Nunca sugeri nada desse tipo, a má intenção foi toda sua. - O tratamento estava completo, e Akane guardava os curativos que não usou e descartou os velhos. - Obrigado pelos curativos... Eu acho. Só precisa melhorar essas mãos de ferreira que tem, já não basta termos uma açougueira, agora temos uma médica que trata os pacientes como um lingote de ferro. - Akane sorria ao perceber que havia incomodado o gatuno, como planejara. - Acostume-se com isso. Meus métodos são para tratar homens de verdade, se ficar choramingando vou ser obrigada à duvidar de sua virilidade. - A enfermaria ficou silenciosa por um instante, enquanto a garota terminava de guardar as coisas que usou, enquanto Ryuza ouvia a Yang. - Serio cara... de onde você tira essas ideias? - Ryuza quebrou o silencio, falando com sua imaginação. Entretanto, Akane não sabia disso, o que causou certa confusão. - Que ideia? - Quando a garota fez a pergunta, sem entender o que estava acontecendo, o gatuno tratou logo de mudar de assunto. – Erm... Bem, vamos indo? Já devemos estar chegando na ilha. - Quando saiam da enfermaria, os dois ouviram os gritos que vinham do andar superior. – CARALHO UMA ILHA! TEM UMA ILHA EM FRENTE! FINALMENTE PORRA! - Sid, que estava fumando em cima do mirante, desceu de lá ao mesmo tempo que os dois chegaram ao convés. - ILHA! TEM UM LADO QUE BRILHA! VAI PRA LÁ! - Ele gritou para Helena, que cuidava do leme. Sidney correu a uma velocidade impressionante para o interior do navio, nitidamente animado e impressionado com o aspecto peculiar que a ilha parecia transmitir, pelo menos dessa distancia. – PREPAREM PARA DESEMBARCAR! - Ryuza gritou, e os piratas começaram a se organizar e se preparar para a chegada na ilha. Sem perder tempo, o gatuno se dirigiu ao homem grande de tapa-olho. – Quando atracarmos certifique-se de que tudo o que for útil seja reunido e esteja pronto para ser transferido para outro barco. Irei fazer o que sei de melhor ao chegarmos na ilha, reunir informação. Conto com sua ajuda. - Akane seguiu novamente para seu aposento enquanto o homem do tapa-olho assentiu quanto as ordens de Ryuza.

- Acorde Bela adormecida, estamos chegando. Vamos atracar em breve, arrume suas coisas. - Melissa gemeu e se remexeu na cama. - Eu ouvi quando o Zé Droginha gritou. Me da só mais 5 minutos. Hmmm... - Akane começou a reunir seus pertences e vasculhou as gavetas, e achou uma carta de um capitão destinada à frota H-3. Não parecia grande coisa, e fora isso não havia mais quase nada. Vendo que a companheira estava apressada, Melissa levantou a contragosto e acompanhou-a até o convés. Enquanto isso, Sid também foi para seu quarto, animado, atrás de Evangeline. – Estamos chegando, arruma o que precisar levar. - A garota se levantou rapidamente da cama em que estava deitada. - SERIO? FINALMENTE! - E em seguida foi vestir as roupas às pressas, por estar somente de roupa intima. Sid pegou todas as suas coisas que tinha caido e se espalhado pelo quarto quando os dois "mandaram ver" na cama e foi atrás de Bolinha. O cachorro estava parado em frente ao quarto de Ryuza, Eva e Sam, cheirando a porta. Provavelmente havia sentido o cheiro do felino e logo resolveu demarcar o território, pois começou a urinar no pé da porta. Pegando o cachorro no colo depois do mesmo se aliviar, Sid seguiu para o convés e esperou Evangeline. Ryuza pegou todas as suas coisas e foi até o convés, onde Eva estava auxiliando Helena no controle do navio, apesar da segunda estar nitidamente evitando ela. – Vocês vêm comigo? Serão de grande ajuda. - Eva se virou para o gatuno assim como Sam, que ronronou. - Não vejo por que ficar no navio. Ele esta caindo aos pedaços e vamos trocar ele mesmo. - Enquanto Eva estava virada de costas para a ilha, falando com Ryuza, Helena soltou um suspiro de surpresa. - Merda, o porto esta cheio de navios da marinha. E tem quatro galeões! Já devem ter nos visto, se recuarmos agora vamos parecer suspeitos! - Sid estava bem, pois estava usando uma roupa de marinheiro a paisana, entretanto todo o resto estava com as roupas habituais.

- Todos, vão até os armários e coloquem uma roupa de marinheiro! Estamos em um navio da marinha, então vamos tentar passar despercebidos. - Dizendo isso, todos os piratas que estava no convés seguiram para o interior do navio, apressados, a fim de se trocar. Eva também o fez, e assim que voltou, com roupa de tenente, Helena entrou para se trocar. Evangeline, ao ouvir a o que Eva disse, voltou e colocou uma roupa feminina de tenente também, e logo depois se encontrou novamente com Sid. - Odeio ter que usar, isso, mas é melhor que morrer. Vamos sair logo dessa merda para poder tretar. - Ao ver a quantidade de navios, Melissa estremeceu. - Para que tantos navios? É um comitê de boas vindas, por acaso? - Agora que estavam perto o suficiente para ver, a parte da ilha em que se aproximavam tinha uma arquitetura bastante chamativa. Era puxada para o design renascentista/gótico, e era muito extravagante, como que feita para grandes nobres. Era tudo impecável, com um nível de detalhes absurdo, e mais ao longe um enorme castelo se erguia sublime em sua própria perfeição. Depois de pouco tempo, o navio finalmente chegou na ilha, atracando em um espaço vazio entre um navio bem parecido com esse e um dos grandes e imponentes galeões. – Eu vou na frente galerinha. Encontro os sobreviventes depois. - Ele anunciou. – Vê se não arranja muita confusão seu delinquente... Deixe um pouco para mim. - Ryuza sorriu, e Sid desceu correndo do navio, seguido por Evangeline e Bolinha. Ao mesmo tempo, um sargento subiu no navio com uma prancheta em mãos e três soldados com ele. - Chegaram bem atrasados, hein? E essa coisa esta bem caidinha. Foram atacados no meio do caminho? Bom, pouco importa. Quem é o responsável por esse navio? - Helena, que estava no timão, olhou em volta procurando a opção que menos poderia foder eles, e por fim apontou para Ryuza. - Claro. Então, vocês fazem parte de qual frota? É só procedimento padrão, nada demais. E me passa o seu nome que depois contatamos o QG para trazer um navio novo para vocês. - O sargento ia anotando as informações que lhe eram passadas. - Vocês chegaram bem atrasados, então não sei se da tempo. Qualquer um de patente tenente para cima precisava comparecer no casamento lá no castelo. Se correrem acho que da para pegar o finzinho. O resto pode patrulhar a ilha ou algo assim. Tanto faz, na verdade. Só não causem confusão. A situação esta tensa. - No porto, uma quantidade significativa de sargentos, e uma maior ainda de soldados fazia patrulhas, e aparentemente essas patrulhas se estendiam pela cidade também.
GM.Yami escreveu:
Avaliação Sidney Thompson

Perdas:
● Tickets de zeppelim para Loguetown e Micqueot  - OK
● Roupas atuais - OK - Como roupas são apenas coisa meramente ilustrativa, o player pode optar ou não por alterar no campo de "Aparência" as partes que envolvam a descrição de sua vestimenta. Se ele não quiser, não precisa... Ele pode apenas pegar uma roupa na próxima aventura sem problemas.

Acrescentando:

Houveram 3 usos da seda, alucinógenos e do isqueiro, sendo que o player apenas possuía 2 sedas na ficha. Isso significa que, na próxima vez que o player vier a comprar seda ou obtê-la de alguma forma, virá com 1 a menos do que deveria. Portanto, atualmente o player só tem apenas +1 alucinógeno na ficha.

A "punição" foi branda, pois nem eu havia notado antes do Zed me chamar atenção, muito menos o player e o narrador viram isso. Da próxima vez, irei considerar que Zed não conseguiu fumar, portanto havendo punições para a sua experiência.

Ganhos:

● Furo na mão direita. Precisa ser tratado por alguém com a perícia cirurgia, e depois disso demorará 10 posts para se recuperar totalmente. (0/10) - OK - Deixarei a condição, mas com um adendo: caso o player não trate a mão nos próximos 10 posts, a situação poderá a vir ser irreversível e, dessa maneira, poderá inclusive perder o punho futuramente. Ele apenas tratou com um simples primeiros socorros e não buscou nenhum modo de tratamento, além de ter sido o próprio que realizou tal façanha sendo que, a NPC que o tratou, deixou claro que havia ferido de forma severa.
● Roupas de marinheiro à paisana - OK - Mesma coisa citada quanto a perda de roupas.
● Treinamento para ambidestria - Alterado - Como ele começou o "treinamento" nessa aventura, botarei uma contagem de 1/3 aventuras pra poder aprovar. Lembrando que, para que tal coisa possa ser aprovada, precisa ser analisado uma genuína tentativa de aprendizado com a outra mão.


Relação de personagens: - O player faz.

Exp: 12
EdC: 12

Localização: 5ª rota, 1ª ilha, Emeigh  - NEGADO - A viagem não terminou, pois são 5 posts. Você finalizou a parte do Zed no 4º post da viagem, então ainda falta um. Portanto, Zed ainda precisa fazer 1 post em alto-mar para que, no post seguinte, possa pisar em Emeigh. Portanto, Localização: 4/5 posts para a Emeigh (5ª Rota - Primeira Ilha).

Quantidade de posts do(s) Narrador(es):
Hoyu - 20 posts
OK


OFF:
 


Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Zed:
 


Histórico do Akane:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Grupo:
 


2017:
 


Última edição por Hoyu em Qua 17 Maio 2017, 21:01, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ryuza Ying
Pirata
Pirata
Ryuza Ying

Créditos : 13
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 05/02/2012

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySab 13 Maio 2017, 13:00

Já estava tudo preparado, a ilha se aproximava cada vez mais, Ryuza tinha ido ter com Eva e saber se ela iria acompanha-lo no primeiro “passeio” pela Ilha. - Não vejo por que ficar no navio. Ele está caindo aos pedaços e vamos trocar ele mesmo. – O gatuno concordou com a garota, antes de notar o suspiro de Helena e ouvir seu comentário quase que simultaneamente ao vislumbre que teve do porto da ilha. - Merda, o porto está cheio de navios da marinha. E tem quatro galeões! Já devem ter nos visto, se recuarmos agora vamos parecer suspeitos!
– Mas que droga. Você tem razão... – O pirata olhou ao redor. – De quem foi a ideia de atracar neste lado da ilha? Porra, somos piratas deveríamos ter ido para o lado mais afastado, sem cidade.

- Todos, vão até os armários e coloquem uma roupa de marinheiro! Estamos em um navio da marinha, então vamos tentar passar despercebidos. – Disse Eva, sagaz como sempre, Ying sentiu uma estranha felicidade preenche-lo, algo como orgulho. – Essa é minha garota! – Todos os que estavam no convés seguiram as instruções, Ryuza não viu outra forma a não ser aquela de se safar.
Entrou nos cômodos e procurou por uniformes de marinheiros, foi direto no maior quarto na esperança de conseguir um uniforme de maior patente, se certificou de guardar suas vestimentas normais dentro de sua bolsa e de pôr um boné da marinha para ajudar no disfarce. Retornou para o convés a tempo de poder vislumbrar a grandiosidade daquela cidade. – Aquele castelo faz a mansão montblack parecer lixo... – Pensou o gatuno.

Os momentos a seguir foram de tensão e Ryuza procurou manter a calma, respirando fundo e considerando hipóteses do que poderia acontecer ao atracarem. Sid logo que o barco se aproximou do porto, saltou para fora se despedindo. – Espero que fique vivo, maldito, posso precisar de sua ajuda mais tarde. – Logo em seguida um oficial da marinha de verdade subiu a bordo, pelas suas roupas deveria ter patente maior do que tenente, talvez um sargento, com ele vinham três soldados. Ryuza passeou com os olhos brevemente tentando fazer contato com Eva, Akane, Melissa, Helena e o grandão de tapa olhos. Um breve balançar de cabeça e direcionamento para os recém-chegados. Esperava ter se feito entender. Deviam estar preparados para agir rápido caso o diálogo não fosse ao favor do grupo.




- Chegaram bem atrasados, hein? E essa coisa está bem caidinha. Foram atacados no meio do caminho? Bom, pouco importa. Quem é o responsável por esse navio?
Helena apontou para mim. - Segura essa aí, bichão. – Ouvi Yang comentar. Meu semblante se abriu em um sorriso de alivio, deixando as expressões faciais que colaboravam com minha lábia se aprumarem. – Você nem sequer imagina por quantos problemas passamos. – Tentaria começar a falar como um tagarela tentando impedir que o homem falasse mais nada. – Me deram uma tripulação verde no quesito grand line, nenhum aqui jamais havia velejado por esses mares, inclusive eu! Eu não sei o que está passando pela cabeça dos nossos superiores. É claro que fiquei honrado com tamanha responsabilidade, mas minha nossa! Fomos atacados no caminho por piratas, tivemos baixas, o mar mudava de calmo para revolto em questão de instantes, perdemos boa parte dos suprimentos para uma tempestade! – Respiraria fundo e me aproximaria do sargento. Deixaria que ele falasse agora, torcendo para que estivesse no mínimo sensibilizado.

- SERIO!? – Exclamaria. – Minha nossa, nós não temos tempo para essas formalidades, por favor, preciso chegar antes do casamento começar. Fui encarregado de trazer um presente do Rei de Montblanc para os noivos. – Mostraria o baú para o sargento. – Olha só o nível do presente desses nobres! – Abriria a caixa e mostraria a akuma no mi.
Se o homem duvidasse do que estava vendo eu confirmaria. – Isso ai! Essa aqui é legitima. Por favor, quebra esse galho para mim.
Eu torcia para que a mensagem sobre o assassinato da família real não tivesse chegado ainda aos ouvidos dos marinheiros, mas caso ele comentasse que a família Montblanc havia sido morta eu pararia imediatamente e desfaria o sorriso.

- A família real... como? Quem foram os malditos? – Esperaria a resposta e caso ele desse um resumo palpável citando os guardas reais infiltrados, diria. – Droga, saímos um dia antes disso acontecer... cheguei a ver um desses novos guardas, um baixinho encorpado... se eu soubesse. – Fecharia a mão em punho. Ficaria em silencio por um instante. Não me preocuparia em fazer uma encenação perfeita, tentaria manter a atenção dos marinheiros em minhas palavras. – Isso não importa, é mais um motivo para que entreguemos o presente a tempo, em memória da família real. Me chamo Doran. – Inventaria o nome no momento. – Pode me emprestar um de seus oficiais para servir como guia?

Se tudo fosse acertado eu viraria para Helena e o grandão de tapa-olhos. – Cuidem das coisas por aqui. – Me aproximaria da mulher e falaria bem baixo. – Na primeira oportunidade deem o fora daqui. – Viraria de costas e caminharia até a borda do barco para em seguida descer do navio.
Esperaria pelas minhas companheiras e pelo guia. – Mostre-nos o caminho, soldado. – Sorriria. – E poderia nos contar um pouco sobre a ilha e o que está acontecendo, no caminho? – Me aproximaria e sussurraria. – Eu esqueci de ler o relatório, se fizer isso quando voltar eu vou te elogiar muito para o seu superior. – Daria cotoveladas de leve no soldado. – Quero saber tudo.

Se por acaso, a conversa não desse certo e o sargento começasse a duvidar demais, eu suspiraria. – Vai ter que ser desse jeito então... – Olharia para Akane e depois para Eva. – Vai ter que ser rápido.
Continuaria falando para o sargento. – Espera o pouco, por que essa hostilidade toda? – Caminharia ao seu redor até ficar no mínimo ao seu lado, quando chegasse nesse ponto tentaria realizar a seguinte movimentação, em um rápido e fluido ataque: Seguiria o comando das imagens em minha mente, ditando o exato local onde deveria pisar, avançar, sacar minha adaga, contornar o oponente e em um rápido e preciso movimento cortar-lhe a garganta, fazendo-o se afogar no próprio sangue. Esperava que os demais atacassem os guardas e os finalizassem rapidamente.

Se esquivas fossem necessárias eu tentaria observar a movimentação de ofensiva do oponente, estimando velocidade, percurso e destino para rapidamente deslizar recuando, abaixando ou girando meu corpo para longe do ataque, mas sem me afastar, aproveitaria a baixa guarda nos segundos logo após ao ataque do oponente e contra atacaria visando sua garganta ou peito em uma estocada direta.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

>>narração<<
||pensamento||
::Minha fala::
**Fala da Fantasia**


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Última edição por Ryuza Ying em Qui 25 Maio 2017, 13:42, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Akane Kazumi
Pirata
Pirata
Akane Kazumi

Créditos : Zero
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Feminino Data de inscrição : 05/01/2014
Idade : 23

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyTer 23 Maio 2017, 20:00

緋色









Ao chegar lá embaixo, enquanto recolhia meus pertences, logo após despertar Melissa que me pedia mais cinco minutos, encontrei algo que me pareceu valioso, talvez fosse mais do que valioso. Teria uma utilidade impar, além de provavelmente ser algo que salvaria nossa pele visto que eu duvidava muito que aquele bando de idiotas tinha pensado em saber qual era a nomenclatura ou a numeração da frota da qual roubamos o navio, então eu era agora a peça de ouro nas mãos da tripulação.

— Espero que tenha dormido bem, creio que não teremos chance de descansar tão cedo outra vez. E se depender de mim... Nenhuma de nós o fará tão cedo. - piscaria um dos olhos para ela antes de esconder a carta entre os seios.


[...]


Ao chegarmos novamente ao convés superior, notei que a situação era mais complicada do que imaginávamos. Ver que estavamos cercados por Marines me incomodou ao mesmo tempo que me deixou um pouco apreensiva, pouco antes de ouvir a voz da "Rainha deposta" mencionar que haviam quatro galeões, o que significava problemas e não problemas pequenos.

Os demais pareceram tão apreensivos quanto eu, mas mantive a expressão neutra, demonstrar que estava emocionalmente comprometida poderia estragar tudo, até mesmo minha pose de pessoa estável mediante a eles. Eu era calma, de fato, mas Marinheiros me deixavam profundamente irritada e nervosa e tal irritação me fez querer fincar a espada em algum deles. Foi aí que Eva teve aquela ideia genial, por tal motivo a olhei de canto ainda inexpressiva, mas satisfeita com o fato de ela ter pensado naquilo.

Nada disse de início apenas segui o que ela havia sugerido após ouvir o Bispo ovacionando sua ideia, tendo procurado pelos quartos por vestimentas de Marinheiros, aquelas malditas fardas revoltantes que faziam com que minha gargante secasse e meus dentes trincassem em minha boca ao ser obrigada a me vestir daquela maneira. Era realmente algo que eu detestava, eu não estava nem um pouco feliz com isso, mas era necessário. Colocaria então um boné sobre a cabeça depois de colocar óculos escuros para manter o disfarce de uma maneira aceitável.

A carta ainda estaria no mesmo local, escondida, no mesmo momento em que voltaria para o convés superior em busca dos meus companheiros. O garoto drogado deu o fora do navio assim que atracamos, enquanto os remanescentes foram, a "Rainha deposta", Eva, Melissa, nosso honrável capitão, o Bispo e Eu, além dos demais tripulantes que só serviam para a mão de obra no navio. Ryuza pareceu tentar manter a calma mediante a chegada do oficial da Marinha à bordo e assi mque perguntaram pelo responsável, Ryuza assumiu total responsabilidade à respeito, visto que Helena apontou para ele como se fugisse completamente da raia.

"Mas não era você a Rainha até agora?" - pensei enquanto a olhava de canto por baixo de meus óculos.

Antes que ele se enrolasse e começasse à falar alguma merda eu tinha que fazer alguma coisa. Ele na certa não fazia ideia de qual maldita frota pertencia aquele navio, então era a hora de provar-me a peça mais valiosa do tabuleiro e dar um verdadeiro xeque naqueles Marines. Daria um passo à frente ficando ao lado de Ryuza e bateria continência fingindo-me de oficial.

— H-3, senhor! - diria em alto e bom som.

Caso alguém me olhasse feio, ou o Marinheiro me achasse intrometida, eu poderia estar enrascada, mas não podia deixar que nosso disfarce fosse estragado dessa maneira. Então ainda em sinal de continência, me manteria ali parada olhando para frente antes de prosseguir com minhas palavras.

— Perdão, senhor. Só quis ajudar, senhor! - diria.

Manteria a pose, esperando que eles perdessem o foco em mim e que Ryuza assumisse dali em diante. O olharia de canto ainda por baixo do óculos, mesmo sabendo que ele não veria, esperava que ele entendesse que eu havia acabado de salvar sua pele e iria querer ser valorizada como companheira do bando depois. Não que eu tivesse os aceitado como verdadeiros companheiros, ainda havia desconfiança em mim, com relação a eles, porém eu tinha que fazer algo para manter a mim e a Melissa à salvo, além disso, Ryuza e Eva não me eram pessoas tão revoltantes, pelo contrário, talvez aquela dupla fosse os que eu mais gostava dentro do navio.

Caso a enrolação dele fosse bem sucedida e enganássemos os soldados ao ponto de eles nos levarem em direção ao tal castelo onde fora relatado que havia uma cerimônia de casamento, então seguiria Ryuza caso fosse possível. Antes de sair do navio olharia para Melissa baixando o óculos de leve e piscaria para ela, em sinal de que tudo ficaria bem, para ela seguir conforme o plano dos dois que ficariam responsáveis pelo navio segundo o comando do Bispo, em seguida voltaria o óculos para o lugar e caminharia logo atrás dele completamente inexpressiva. Eu não era o tipo de pessoa que havia aprendido a mentir ou atuar, mas coisas simples era fácil de fazer, como seguir ordens e responder coisas que me fossem questionadas.

Se percebesse que tudo estava correndo bem, que estavamos em terra firme e longe do navio e da vista dos Marines que ficaram para trás e o Marinheiro nos desse toda a informação da qual precisávamos, então eu avançaria sorrateiramente por trás dele, sacando a espada rapidamente e o golpearia com a ponta da espada na altura da caixa torácica do lado esquerdo abaixo da omoplata, na intenção de perfurar-lhe o coração de maneira sorrateira, caso ele já não fosse mais útil.

— Obrigada pela cooperação, nos vemos no inferno. - diria próxima ao seu ouvido antes de puxar a lâmina.

Se porventura estivessemos cercados por mais Marinheiros, então me colocaria em guarda pronta à atacá-los em seguida. Trabalhar com gente como eles não me agradava nem um pouco e não me importava com o que pensariam meus companheiros mediante minha atitude, já que eu deixei bem claro que banharia minha espada no sangue de Marines se tivesse a oportunidade. Se algum deles viesse em minha direção, tentaria me esquivar recuando com breves saltos para trás, esperando afastá-lo dos demais para um um contra um, já que assim eu teria mais chances. Se estivessemos sozinhos com aquele Marinheiro em questão, então o problema seria apenas esconder o corpo, portanto olharia para Ryuza ainda inexpressiva e ficaria o observando silenciosamente um tempo.

— E agora? - perguntaria como se realmente não soubesse o que eu tinah que fazer.

Se a história e a enrolação do Bispo não colassem enquanto ainda estivessemos no navio, me manteria muda por um tempo, mas caso tudo desse errado e eu recebesse o sinal de Ryuza, então levaria a mão direita à bainha da espada e esperando que ele se movesse e iniciasse o possível ataque, me manteria em pura frieza. Empurraria a guarda rapidamente com o polegar, caso ele estivesse pela lateral do homem dando início ao seu ataque, me moveria de forma ágil curvando levemente o corpo na direção do guarda mais próximo, flexionando a perna de apoio e girando o corpo para ficar frente à frente com o mesmo me impulsionando com a mesma perna em sua direção, no momento do saque da arma laminada a qual moveria num arco de 180º mirando a altura de sua garganta na intenção de decepar-lhe a cabeça, antes de girando o corpo na direção oposta, com a guarda alta pronta à me defender de algum possível ataque.

Caso fosse necessário que eu me esquivasse de algum possível ataque ou contra-ataque da parte de meu oponente, usando a mesma perna flexionada, trocaria a base e saltaria para trás usando a outra perna como apoio para minha esquiva, tomando certa distância, mas não muita, rapidamente usando a perna de pouso como impulsão para saltar para uma das laterais, antes de tentar correr em um semi-círculo ao redor do mesmo. Observaria muito bem o local, antes de tentar qualquer coisa novamente, então assim que a guarda estivesse baixa, daria impulso a mim mesma em sua direção, me curvando rapidamente num movimento pendular tentando atingi-lo com uma estocada usando a ponta da espada no peito do lado esquerdo entre o esterno e algumas costelas, para perfurar-lhe o coração ou na lateral do pescoço onde ficaria a artéria carótida interna.








Objetivos:
 

Histórico:
 

OFF:
 

____________________________________________________

Fala - "Pensamento" - Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

Créditos : 76
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2013
Idade : 20
Localização : Grand Line - Jingle Bell Island

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptyQui 25 Maio 2017, 21:43

 


Todos


Logo que o navio chegou na ilha, Sidney tratou de sair dali, junto de Evangeline, e logo em seguida um oficial da marinha subiu a bordo do navio. - Chegaram bem atrasados, hein? E essa coisa esta bem caidinha. Foram atacados no meio do caminho? Bom, pouco importa. Quem é o responsável por esse navio? - O fardo foi passado à Ryuza, que sorriu. – Você nem sequer imagina por quantos problemas passamos. Me deram uma tripulação verde no quesito grand line, nenhum aqui jamais havia velejado por esses mares, inclusive eu! Eu não sei o que está passando pela cabeça dos nossos superiores. É claro que fiquei honrado com tamanha responsabilidade, mas minha nossa! Fomos atacados no caminho por piratas, tivemos baixas, o mar mudava de calmo para revolto em questão de instantes, perdemos boa parte dos suprimentos para uma tempestade! - O marinheiro assentiu e foi anotando o relatório. - Claro. Então, vocês fazem parte de qual frota? É só procedimento padrão, nada demais. E me passa o seu nome que depois contatamos o QG para trazer um navio novo para vocês. - Ryuza nitidamente não fazia ideia de a qual tropa pertencia aquele navio, o que parecia ser um beco sem saida. Entretanto, Akane deu um jeito de faze-los se safar. - H-3, senhor! - Disse, batendo continência. O marinheiro olhou para ela com um leve olhar de desprezo e anotou o numero da frota. - Perdão, senhor. Só quis ajudar, senhor! - O marinheiro olhou novamente para ela, olhando-a nos olhos dessa vez. - Da próxima vez, em vez de se intrometer, deixar seus superiores cuidarem da burocracia. - E virou-se para Ryuza. - Como você que esta no comando do navio deixo à seu cargo se ela será punida ou não. Mas que pelo menos fique de aviso para não se intrometer. - Terminou. Akane abaixou um pouco os óculos escuros e olhou discretamente para Ryuza antes  de voltar à posição. - Vocês chegaram bem atrasados, então não sei se da tempo. Qualquer um de patente tenente para cima precisava comparecer no casamento lá no castelo. Se correrem acho que da para pegar o finzinho. O resto pode patrulhar a ilha ou algo assim. Tanto faz, na verdade. Só não causem confusão. A situação esta tensa. - Ryuza ficou surpreso com a informação sobre o casamento afinal, em uma ilha nova, qualquer informação era vital. - SERIO!? Minha nossa, nós não temos tempo para essas formalidades, por favor, preciso chegar antes do casamento começar. Fui encarregado de trazer um presente do Rei de Montblanc para os noivos. Olha só o nível do presente desses nobres! - Ryuza pegou o bau e mostrou ao homem a akuma no mi, e ele logo arregalou os olhos em surpresa. - Inacreditável! - Mas logo recuperou a compostura e pigarreou. - Bem, o casamento já começou, então é impossível chegarem antes de começar. Creio que talvez seja possível chegar lá antes de acabar, como disse antes, mas não tenho certeza. - O marinheiro parou por alguns segundos como se processasse a informação. - Espere, você disse Montblanc? Não souberam das noticias? Parece que um grupo de piratas se infiltrou na guarda real e deu um golpe de estado, matando toda a família real. Realmente horrível. - O sorriso falso de Ryuza logo se desfez.  

- A família real... como? Quem foram os malditos? - A situação voltara a ficar tensa, e cada palavra proferida carregava certo receio. - Parece que se autodenominam Chess. Houveram rumores de que estavam vindo para cá, então tomem cuidado. Não queremos que eles atrapalhem o que esta para acontecer. - Em seguida se virou para um dos soldados. - Pegue uma copia de cada um dos cartazes deles para mim. - O soldado bateu continência e saiu. – Droga, saímos um dia antes disso acontecer... cheguei a ver um desses novos guardas, um baixinho encorpado... se eu soubesse. Isso não importa, é mais um motivo para que entreguemos o presente a tempo, em memória da família real. Me chamo Doran. Pode me emprestar um de seus oficiais para servir como guia? - Nesse momento, o soldado que havia saido voltou correndo com 4 cartazes: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. - São esses 4 ai que participaram do golpe que matou a família Montblanc. Jacob, acompanhe eles até o castelo. - Um dos soldados bateu continência. Ryuza então se virou para Helena o do tapa-olho. – Cuidem das coisas por aqui. - E sem que ninguém percebesse, sussurrou no ouvido da mulher. – Na primeira oportunidade deem o fora daqui. - Helena assentiu e Ryuza se virou novamente. – Mostre-nos o caminho, soldado. - Ryuza disse. - Jacob, leve eles até o castelo para ver se da tempo de pegar o fim da cerimonia. Philip, vá falar com o capitão Kitsanne. Avise a ele que chegaram os mensageiros do falecido rei Montblanc, e mesmo assim nem sinal desses "Chess". Devem ter fugido com o rabo entre as pernas. HAHAHAHA. Melissa vai ficar desapontada. - Ryuza, Eva, Sam, Akane e o soldado desceram do navio. O soldado parecia evitar o felino, ficando do lado contrario onde ele estava, provavelmente por nervosismo e medo da fera sair do controle e ataca-lo. - E poderia nos contar um pouco sobre a ilha e o que está acontecendo, no caminho? Eu esqueci de ler o relatório, se fizer isso quando voltar eu vou te elogiar muito para o seu superior. Quero saber tudo.

Jabob deu um sorriso ao ouvir que Ryuza, ou melhor, Doran, elogiaria ele para seus superiores. - Bem, vocês perderam muita coisa! Irei explicar do começo, tentem acompanhar. Como devem saber, os Achill e os Denrold nunca se deram muito bem. Há anos que os dois reinos lutam, disputando o domínio total da ilha e o resultado das inúmeras batalhas sempre acaba igual: Um Empate! - Falando o mais calmamente e devagar o possível, o marinheiro gesticulava com os braços, explicando cuidadosamente, tentando ter a certeza que percebiam toda aquela parafernália. - Cansados desse resultado e preocupado com o seu povo, a princesa Belroda decidiu casar-se com o príncipe de um dos reinos mais prósperos e avançados no que diz respeito à armamento militar, o príncipe Solum, do reino de Insomnia! Porém, apenas poucas pessoas sabiam desse casamento que, pelo o que dizem os rumores, foi planeado há seis meses atrás! O público em geral apenas soube disso ontem ainda o sol nascia! A maioria reagiu com alegria, alguns com indiferença, e poucos, muito poucos, se demonstraram contra! Seja como for, como não poderia ser o contrário, os principais da Marinha sabiam da cerimónia e até mesmo resolveram mandar auxílio à causa dos Achill, enviando os Quatro lendários Dragões da Marinha! Cada um desses galeões é uma embarcação de um dos Dragões! - Ao falar das lendas vivas e velhas da Marinha, o homem parecia excitado. - Pluto, o Dragão do Oeste. Marvis, o Dragão do Este. Vesta, a Dragão do Sul e Quirino, o Dragão do Norte. Seus nomes verdadeiros ninguém o sabe, e a maioria apenas ouviu falar deles e de seus feitos em livros de histórias! É uma honra estar no mesmo lugar que eles e poder vê-los em acção assim que decidirem o momento de ataque! Ao lado deles, será impossível perdemos! - Concluía em jubilo extasiado o marinheiro. Tudo parecia estar favorecendo o lado dos Achill, e consequentemente, dos marinheiros, e isso não parecia nem um pouco bom. Estavam se aproximando do castelo, até que algo chamou a atenção de todos. De súbito, o sino da catedral se pôs a tocar, dando 12 badaladas longas e prolongadas. Em sequencia, 12 águias-reais de penas grisalhas sobrevoaram a ilha, simbolizando que o casamento havia terminado. - Ih, que pena. Parece que chegaram tarde. Mas posso ver se consigo uma audiência com eles se desejarem. O presente que trouxeram é algo extremamente valioso. Eles devem ficar contentes.
OFF:
 



Legenda:
 


Histórico do Auron:
 


Histórico do Ryuza Ying:
 


Histórico do Akane:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Grupo:
 


2017:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ryuza Ying
Pirata
Pirata
Ryuza Ying

Créditos : 13
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Masculino Data de inscrição : 05/02/2012

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySex 26 Maio 2017, 16:25

A chegada na primeira ilha da grand line foi muito mais agitada do que Ryuza desejaria, logo ele, um homem que gosta da calmaria e prefere agir encoberto e sem holofotes o iluminando. Logo de cara o gatuno foi pego de surpresa com uma pergunta que ele não sabia como se livrar, qual era a frota? Ele pensou em apenas confundir o marinheiro, mas a Rainha se mostrou eficiente ao interromper o diálogo. - H-3, senhor! – Falou a ruiva que agora trazia em sua face óculos escuros. O olhar repreensivo do marinheiro fez a garota se desculpar, mas o de Ryuza deveria fazê-la se gabar por dentro. – Te devo uma. – Pensou Ryuza.

Depois do sermão do marinheiro, que Ying ouviu calado e apenas assentiu com uma expressão séria, vieram algumas informações. O pirata foi rápido em pensar em uma desculpa aproveitando aquelas poucas informações que tinha obtido e se sentiu orgulhoso ao ver que parecia ter dado certo. Entretanto, como suspeitava, a mensagem da morte da família real de Lvneel já havia chegado ao conhecimento geral da marinha, o coração de Ryuza gelou quando o oficial trouxe os cartazes, mas se acalmou ao notar que não havia suspeitas que se tratavam deles. Tomou os cartazes em mãos e os olhou. – Esse aqui você já pode descartar. – Pensou ao ver o cartaz do mink. – “Ursurpador” acho que o Auron vai gostar de ser chamado assim... ou não.

Ao ver seu próprio cartaz e ler a descrição ficou confuso devido a mistura de sentimentos que o preenchiam. – 12 milhões não é nada mal, e Ultimo Sussurro é uma alcunha maneira, mas como assim não sou confiável? E não fui eu que traí o clã... filhos da puta. Hm... o gerente do banco de Wars morreu? Que pena, eu não tinha intenção de mata-lo. – Ahhh claro que não tinha intensão, você só enfiou uma adaga no peito dele! Sua alcunha deveria ser: “Desculpa Qualquer Coisa”. – Ying olhou o cartaz de Sid. – Filho do satanás mesmo.

- Cheguei a encontrar esses dois. – Se referiu a Auron e ao mink. – Os outros dois eu desconhecia. – Concluiu o falso marinheiro.
Com tudo concluído enfim puderam se colocar a caminho do castelo, enquanto se afastava Ryuza podia ouvir o marinheiro caçoar do Chess. – De fato... devem ter fugido. – Sorriu.




O soldado que o sargento havia encarregado de nos guiar se chamava Jacob, o marinheiro pareceu se interessar com a proposta que lhe apresentei, e mesmo parecendo um pouco desconfortável, talvez por conta do Sam, começou a explicação.
Enquanto o marinheiro falava eu balançava a cabeça esporadicamente, mostrando atenção e interesse, o que não era de fato uma mentira, eu realmente estava interessado em saber o que se passava por aquela ilha. – Então estamos em uma ilha dividida, em? Anchil e Denrold... pela forma como ele falou “os Anchil e os Denrold” ou se trata de famílias lideres ou da forma ética da população. – Faria minhas analises enquanto o jovem falava.

Enquanto andávamos eu me preocupava em olhar ao redor, e era agoniante aquela cena, a cidade estava lotada de marinheiros, em quase todas esquinas e ruas. – Nunca vi tantos marinheiros assim antes. – Olharia para as garotas, ciente de que elas já tinham notado. – Um passo em falso e teremos problemas.
Continuaria a ouvir as explicações. – Um casamento para consolidar uma aliança em? Interessante. E pelo visto, estamos no lado Anchil e por muito azar nosso eles são bastante íntimos da marinha, que droga. – O soldado continuou, citando os quatro dragões. – Só ouvi rumores sobre esses malditos, rumores que diziam coisas absurdas, parece que não há chance quase alguma de escarpamos daqui se arrumarmos confusão, mas pensando bem... se esses tais Anchil estão em guerra com os tais Denrold, e se os Anchil são aliados da marinha... é plausível supor que os Denrold não são favoráveis a marinha... – Olharia ao redor. – O que quer dizer que estou no lado errado da ilha.

Sinos começaram a ressoar, uma, duas, três... doze badaladas. – Está na hora da Cinderela voltar. – Comentou Yang ao meu lado, nem me dei ao trabalho de questionar aquele comentário sem sentido. Águias levantaram voo do topo do grande castelo. Eu estaria com uma cara de tapado, sem entender nada do que estava acontecendo, mas o soldado logo explicou, dizendo que a cerimonia tinha chegado ao fim. – Denrolds burros, se quisessem virar esse jogo deveriam ter infiltrado alguém aqui e assassinado o tal príncipe, isso atrasaria as negociações e quem sabe até virasse a aliança para o lado deles. Em todo caso, não posso ficar aqui, estou acostumado a enganar garotas inocentes, pessoas normais e alguns comerciantes, mas isso aqui está fora de minhas capacidades, uma hora vou acabar tropeçando em minhas conversinhas. – Olharia ao redor, tentando pensar em uma saída para aquela situação.

- Tudo bem. – Diria enfim, fingindo um pouco de desapontamento. – Antes tarde do que nunca, não é o que dizem? Mas me diga, caso uma batalha estoure, os Anchil pretendem atacar e levar a guerra até os Denrold? Isso livraria a população do terror da batalha. Sem falar que caso o governo ou marinha tenha instalações de pesquisa aqui, as colocariam em risco não é? Quais as rotas até os inimigos? – Perguntaria como se estivesse pensando no rumo da batalha, mas na verdade estava interessado em saber como sair daquele lado da ilha.
- Cof! Cof! Arhg. RRRh. - Tossiria e pigarrearia. – Droga! Minha garganta está seca! Garotas! Vão até uma loja e busquem algo para bebermos, não posso chegar em uma audiência sem voz! O gato conhece bem meu cheiro, ele pode guia-las até mim de volta. – Olharia para Eva e piscaria um olho. Eu podia despistar aquele soldado facilmente, mas para isso eu precisaria estar sozinho. – Continue liderando o caminho Jacob.

Esperava que as meninas se afastassem indo para algum local longe da vista do marinheiro, caso isso acontecesse, eu voltaria a falar com ele. – Agora me conte sobre você e sua frota, como é o mar e suas viagens aqui na grande rota? Mal cheguei aqui e já tive aventuras além da conta! – Pelo o que eu havia percebido, o marinheiro gostava de contar histórias e se empolgava, esperaria ele começar a falar e aliviaria aos poucos minhas passadas, indo para trás dele de maneira natural, logo tentaria silenciar minha presença e minhas passadas, esperaria pelo momento que passássemos por um grupo de pessoas para me esgueirar entre elas, me afastando mais e mais do soldado.

Me esconderia atrás das pessoas, abaixaria o boné e me afastaria até dar com alguma rua ou beco adjacente, com movimentos sutis e ágeis eu adentraria na rua e começaria a andar, agindo naturalmente, mas com passadas mais rápidas, olharia para trás para confirmar de que Jacob não me seguia. Se não houvesse sinais do marinheiro eu seguiria caminhando pelas ruas da cidade, pegando curvas e mais curvas, mas tomando cuidado para não andar em círculos, procuraria memorizar os locais por onde passava.

Assim que me sentisse seguro eu iria até um ponto mais isolado, afastado de marinheiros e de preferência sobre a proteção de uma sombra e pouca iluminação. Ali eu me recostaria em alguma parede ou objeto, abaixaria a cabeça e ficaria no aguardo, torcendo para que Sam conseguisse encontrar meu rastro.
Caso o lince me encontrasse e com ele, as minhas companheiras eu sorriria. – Eu acho que seria muito mais favorável para nossa integridade, se nós fossemos para o outro lado da ilha. O que acha rainha? – Perguntaria a Akane, se ela concordasse eu diria. – Certo, eu tenho um cartaz com minha cara estampada, mesmo que o lenço cubra parte do meu rosto, ainda é arriscado. Akane, você parece levar jeito em convencer as pessoas, se precisarmos, use seus encantos. Conto contigo também, minha senhora. – Terminaria me dirigindo a Eva.

- Vamos indo, por hora continuamos os disfarces, mas se precisarmos é melhor nos livrarmos deles. – Tendo dito isso, caso Jacob tivesse indicado a rota até o outro lado, eu tentaria seguir suas instruções, do contrário, não podia arriscar de sair perguntando por ai, tentaria me lembrar de como a ilha se mostrava enquanto nos aproximávamos e com a ajuda de Eva que era navegadora, tentar encontrar a direção dos limites da cidade.
Se não houvesse empecilhos para atravessar para fora da cidade, apenas seguiria caminho e quando estivesse longe dos domínios da cidade, trocaria minhas vestimentas e guardaria as roupas de marinheiro. Se me fosse perguntando o que queria fazer do outro lado, diria que tinha sido escalado para realizar rondas no perímetro externo.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

>>narração<<
||pensamento||
::Minha fala::
**Fala da Fantasia**


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Akane Kazumi
Pirata
Pirata
Akane Kazumi

Créditos : Zero
Warn : Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 10010
Feminino Data de inscrição : 05/01/2014
Idade : 23

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 EmptySab 27 Maio 2017, 21:22

緋色









Receber bronca de um lixo fardado como aquele oficial da marinha não me causou nenhuma emoção específica, na verdade achei patética a forma como conseguimos enganá-lo fingindo-nos de oficiais. Ele e seus companheiros eram o tipo de lixo humano que havia dentre os soldados que me irritava. A pose altiva, a forma arrogante de falar e o modo como achou que algo aconteceria comigo por eu ter me intrometido em seu diálogo com meu "superior". Ri comigo mesma enquanto tentava não esquecer o rosto daquele cara, talvez se eu tivesse a oportunidade de atacá-lo e tirar sua vida no futuro eu pudesse lembra-lo de mim e da ocasião na qual nos encontravamos no momento. Por hora só me restava esperar pacientemente por tal oportunidade.

Enquanto continuávamos com a encenação, percebi a forma como o nosso amigo oficial observou a Akuma no Mi de Ryuza e por um isntante notei o grandioso valor daquela fruta. Eu nunca tinha ouvido falar daquelas coisas até por os pés no navio juntamente à tripulação do Chess, mas pela forma como era mencionada, acreditei que uma Akuma No Mi pudesse ser bem valiosa de fato e isso me interessava um bocado, ainda que eu não tivesse ideia de como usar uma dessas atualmente, mas quem sabe o futuro não me sorriria e me daria algo como uma Akuma no Mi, tudo era possível.

Ouvir a notícia sobre a família real Montblanc, da parte do oficial, por sua vez foi deveras interessante, já que eu até o presente momento não tinha ouvido falar dos feitos antigos de meus companheiros de tabuleiro e por esse motivo eu ainda desconfiava deles. Saber que realmente eram piratas do tipo que se opõe à um sistema de governo me deixou não só interessada naquela história, como um pouco mais confortável com a possibilidade de realmente ter escolhido o bando certo para fazer parte. A visão que ia contra o sistema me agradava e sem saberem eles tinham acabado de marcar um ponto à seu favor em questão da minha opinião.



[...]



Descendo do Navio, junto de Eva, Sam, Ryuza e o Soldado que mal sabia os planos que eu tinha para ele, observei com atenção, ainda fingindo estar focada apenas na missão, mantenho a expressão fria e sem nenhuma emoção enquanto caminhava e observava o ocorrido com o tal soldado ao ficar do lado oposto ao do "gato", o que poderia significar que ele tinha medo do felino, talvez isso fosse um fator à ser explorado futuramente. De qualquer forma eu guardaria essa informação em minha mente e manteria o foco na situação atual, prestando atenção na conversa e nos arredores.

Ao ouvir a história sobre o casamento da tal princesa Belroda, soube que não poderia simplesmente cravas minhas espada naquele miserável. Agora entendia o porque de haver tantos marinheiros na Ilha e saber que haviam ali 4 galeões era sinal de perigo, então tentar alguma coisa seria loucura, ao menos no momento. Ryuza por sua vez foi mais ardiloso do que eu imaginava. Sua ousadia foi ao ponto de perguntar ao soldado desavisado à respeito dos planos dos Archill, informação esta que seria importante para nós de fato. Tinhamos acabado de ancorar numa Ilha na qual ocorria uma Guerra Civil, o que significava que havia mais de 50% de chance de encontrarmos problemas pelo caminho, então deixaria que o imediato prosseguisse com sua atuação magnífica para cima do Marine.

Não demorou muito aquela tosse falsa e forçada me fez despertar de minha indolência mental sendo o sinal perfeito visto que ele deu uma desculpa esfarrapada para que Eva e eu saíssemos dali, à fim de despistar aquele soldado e pelo visto ele teria mais êxito sozinho, deduzi. Olharia na direção de Eva de canto de olho, mesmo que ela não pudesse ver para onde meu olhar apontava devido o óculos escuro, esperando que ela dissesse algo, mas antes que ela pudesse pronunciar algo...

— Sim. - responderia a ele, batendo continência como fiz no navio.

Caso tudo estivesse ok, seguiria então com Eva e o felino para longe dali, acreditando que Ryuza tinha um plano para livrar nossa pele da enrascada de cair numa ilha cheia de marines. Mas antes que pudessemos ter ciência de qualquer plano, seguiria adiante buscando me afastar da vista dos marinheiros e tomando a precaução de manter-me próxima à garota durante esse meio tempo. Buscaria caminhar pela ilha e observar atentamente a cada local por onde passassemos, ainda em silêncio buscando saber a posição dos Marinheiros que haviam na Ilha, fazendo um reconhecimento do perímetro enquanto isso. Continuaria andando pelas ruas silenciosamente e caso não ouvisse nada da parte de Eva, então teria que falar algo, talvez ajudasse à estreitar os laços entre os companheiros de tripulação, já que desde saber sobre o incidente com a família Montblanc eu havia me interessado mais neles.

— Há quanto tempo se conhecem? - perguntaria sem olhar para ela. - Você e o Shinobi-kun.

Aguardaria pacientemente pela resposta, mas prosseguiria em seguida tendo ela respondido ou não.

— Conseguem se comunicar apenas com uma troca de olhares... Eu diria que a ligação e a confiança entre vocês é forte. - diria logo após. - Gostaria de saber mais à respeito do incidente envolvendo a família Montblanc que os Marines mencionaram mais cedo. Eu achei uma coisa no navio...

Levaria então a mão do lado de dentro da blusa puxando a ponta da carta à frota H-3 que eu havia pegado no navio e logo guardaria de volta entre os seios.

— Talvez haja algumas respostas para nós exatamente aqui, entretanto, lerei apenas quando tivermos um pouco mais de tempo. Por hora ficar à par dos feitos de vocês me ajudaria à entender melhor o porque seu capitão estava em conflito com o outro homem quando cheguei e a coisa que mais quero saber.

Até então teria dito tudo completamente sem emoção alguma no rosto, ainda caminhando ao mesmo passo que ela, antes de finalmente esboçar um meio sorriso malicioso no canto dos lábios e olhá-la de canto, deixando o óculos descer um pouco enquanto faria isso, expondo meus olhos focados na mesma.

— Qual o seu motivo para ter ingressado na tripulação? - perguntaria curiosa ainda com o mesmo sorriso.

Ela respondendo às minhas perguntas ou não, apenas continuaria andando esperando que o felino fizesse seu trabalho e nos guiasse até Ryuza, enquanto conversavamos. Caso encontrassemos com nosso imediato, então reassumiria o jeito inexpressivo, o efeito da bebida já teria passado há algum tempo então infelizmente acredito que minha lucidez e introversão voltariam à predominar minha forma de falar ao ouvi-lo questionar à respeito de irmos para o outro lado da ilha.

— E ficar longe dos Bonequinhos do Governo? - diria em ironia. - Tudo por nossa integridade.

Responderia afirmativa, mesmo com meu tom irônico, esperava que ele tivesse captado o fato de que tantos marinheiros assim me deixavam desconfortável e por isso sua ideia era aceitável, contanto que estivéssemos longe deles. Eu sabia que seria impossível alcançar o que eu queria numa ilha cercada de marinheiros, mas se continuassemos ali, a frota que nos recepcionou nos pegaria na certa, devido à forma como os despistamos. Por um instante pensei em Melissa, mas decidi que o melhor era manter o foco aqui e esperar que a "Rainha deposta" e o cara do Tapa-Olho já tivessem se livrado dos Marines.

— Darei meu melhor. - responderia a ele em relação à convencer as pessoas.

Tudo parecia estar sob controle, o que poderia fazer por hora era apenas segui-lo e esperar que ele soubesse o caminho certo, ou esperar que Eva tivesse alguma ideia brilhante. Manter-me-ia logo às costas de Ryuza enquanto fossemos por onde ele pudesse nos levar e manteria o disfarce até onde fosse cabível. Caso finalmente encontrássemos um local seguro e pudessemos trocar de roupa, simplesmente o faria sem me importar com os demais.

— Não aguentava mais aquela maldita farda. Aquilo fede, tanto quanto quem costuma usá-las. - diria desgostosa de ter vestido aquilo.

Caso não encontrassemos um local seguro e fosse nos perguntado algo sobre o motivo de estarmos em outra área, apenas me manteria calada, deixando que Ryuza tomasse conta do assunto, afinal ele era o imediato e na ausência do capitão ele era quem dava as ordens e enquanto me fosse conveniente obedeceria.






Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

Fala - "Pensamento" - Narração

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty
MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder - Página 11 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder
Voltar ao Topo 
Página 11 de 14Ir à página : Anterior  1 ... 7 ... 10, 11, 12, 13, 14  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Farol-
Ir para: