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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptyQui 19 Jan 2017, 17:00

Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Yoroshi Auron, Ryuza Ying, Kaiyuki Ashuura e Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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Zed
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptyQui 19 Jan 2017, 18:57


Recapitulação:

Depois de ter saltado do Zepelim em queda em Lvneel, acabei por me juntar a um grupo que já havia lido a respeito no jornal. Na verdade este havia sido meu plano desde o princípio. Embora não tenha passado muito tempo com os que agora seriam meus novos companheiros pela ilha, ainda assim acabei por ajudar minimamente no plano de destruir o reinado e colocar uma nova figura no comando. Uma vez que o trabalho estava feito partimos em um barco em direção a Grand Line.

Eu realmente não entendi tanto do que acontecia, provavelmente por estar drogado durante boa parte da viagem, os tripulantes pareciam preocupados durante a subida e descida na enorme montanha que misteriosamente tinha um caminho de agua ascendente. Uma vez que chegamos ao outro lado da montanha me separei novamente do grupo e fui atrás de Evangeline que havia fugido depois de fazer um escândalo.

Presente:

Havia deixado meus novos companheiros no barco enquanto sozinho fui atrás da garota que havia fugido. Corri atrás dela até que finalmente se acalmou e sentou em uma pedra. Ela parecia confusa e não conseguia me explicar de forma clara o que estava sentindo, mas ainda assim seus olhos deixavam evidente o que ela precisava, um simples abraço que conseguia acalmá-la.

Agora... Voltando um pouco, como eu sabia disso? Desde quando era capaz de sentir coisas como empatia? Desde quando me comovia com uma triste garota com olhos carentes? O que havia de errado comigo? “Ela me passou alguma doença. Certeza. “ Era o único pensamento que consegui chegar.

“Droga, se a gente ficar aqui muito tempo ela vai começar a contar toda a historia de vida dramática dela. “ Era o que normalmente eu pensaria, se fosse QUALQUER outra pessoa. Mas por algum motivo, mesmo enquanto fazia piadas mentais estava intrigado. Era como se eu realmente estivesse interessado em saber mais sobre ela. “Não cara... Isso não ta acontecendo. “ O físico e o mental as vezes acabavam se confundindo. Por exemplo, colocava a mão sobre o rosto em vergonha, ela provavelmente não iria entender se visse.

- Vamo dar o fora daqui. – Olharia então para a vasta paisagem montanhosa. – Olha! Olha o tamanho dessa montanha. Eu duvido que não tenha alguma coisa de interessante acontecendo por aqui, vamo começar que a entrada do lugar é uma cachoeira reversa. – Puxava a sua mão e começava a andar na direção oposta ao barco.

“Aquela navegadora falou de um tal de Log pose... “ Comecei a refletir em silencio enquanto caminhava quase que distraidamente roendo a unha do polegar direito. “Ela disse que precisávamos arruma um Log pose, então deve ser um objeto... Eu podia perguntar pra ela” Olhei para Evangeline. – Ei... – Pensei um pouco. – Deixa pra lá... Esqueci. – Ela provavelmente não saberia a respeito. E ai estava uma oportunidade, reunir informações sobre um objeto desconhecido. “Parece uma caça ao tesouro. “ Apenas trocar a frase para uma forma que ela soasse mais interessante já me deixava empolgado o suficiente para ir atrás do objetivo. “Deve ter alguém vivendo por aqui que talvez saiba de alguma coisa. “ Pensando assim acabei por finalmente sentir uma dor aguda na mão, a unha já estava curta o suficiente para ficar desconfortável.

Por hora andaria a esmos acompanhado da garota. Iria manter os olhos atentos na região montanhosa e nos caminhos a nossa frente, tentando encontrar algo que se destacasse visualmente. Uma construção, algum ser vivo, qualquer coisa que parecesse não-natural na paisagem. Evitaria uma aproximação por hora observando a uma distância segura o que se tratava antes de prosseguir. Mas enquanto nada acontece iria aproveitar para prosseguir com a conversa e talvez tentar resolver um grande enigma.

- Afinal, a gente ta junto ou alguma coisa do tipo? – Não sabia colocar aquilo em palavras, de alguma forma qualquer coisa que eu pensasse em dizer na frente dela parecia estupido. Mas a grande duvida que tinha era: - Tipo... A gente é exclusivo um do outro?“Isso não faz parecer que eu to com ciúmes, né? “ Era quase engraçado. “Não é como se eu fosse ficar com ciúmes dela, eu só quero saber se ela não vai ficar enchendo o saco se eu acabar com mais alguém.” Mas isso eram apenas pensamentos que eu desejava que fossem verdades, era como eu me abrigava da realidade de que ela não era uma pessoa ordinária para mim, da realidade que talvez eu não fosse mais o mesmo cara que não se importava com ninguém além dele próprio. “ *Riso Engasgado* Isso é ridículo, claro que eu não mudei.” Mas pelo visto ainda tinha problemas em aceitar isso.


Histórico:
 
Objetivos:
[ ] Descobrir o que é um Log Pose
[ ] Conseguir um Log Pose
[ ] A “Assaut Knife” que ta no inventario e foi ganha em um evento, eu ainda não achei ela ingame. Se possível de um jeito nisso.
[ ] Encontrar mais objetivos.

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Última edição por Zed em Qui 19 Jan 2017, 23:41, editado 2 vez(es)
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Suchiro
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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptyQui 19 Jan 2017, 20:23

PREPAREM-SE!



Flashback On:



Mesmo que acabasse de recuperar meu fôlego, parecia que não teria muita chance de descansar, e parecia que o inimigo que nos seguia ate aqui não havia parado nos blues. Os malditos marinheiros conseguiram  passar pela Reverse atrás de nós, ao longe o navio caia na água.  Não sabia quanto tempo demoraria para eles nós perceberem, mas iriam perceber.

Flashback Off:




TODO MUNDO, PARA OS SEUS POSTOS! OS MARINHEIROS APARECERAM! TODOS, SE PREPAREM PARA O COMBATE! - Gritaria com toda força de meus pulmões, era hora de derrotar o inimigo. A diversão nunca acaba.

Eu me posicionaria aos canhões, aproveitando o tempo que eles não nós percebiam para carregar as armas,abrindo,  colocando a pólvora e as bolas de ferro e fechando os compartimentos. Então eu apontaria os canhões em direção ao navio marine, para deixar preparado para quando viessem em nossa direção. A melhor oportunidade seria assim que eles começassem a vir em nossa direção.

Ei, Dandara, acorda. - Puxaria a pequena da minha mochila, tinha que acordar a anã do sono dela. - Ei, é hora do combate, marinheiros estão vindo, vamos logo.

Assim que o navio marine começassem a vir na direção do navio, ou percebesse que eles tinham nos avistado, já estaria passando da hora de começar. Eu procuraria mirar nós canhões inimigos, havia pólvora perto para recarregar e sem eles seriam obrigados a lutar contra nós em pessoa. Eu apontaria logo abaixo dos canhões, para causar mais dano ao andar abaixo, mudando de canhão usado a cada disparo.

Quem estiver liderando lá deve ser um tenente, com azar um capitão, não...eles vieram de Lvneel, duvido o próprio capitão da ilha se afastar tanto do seu território. Não depois de ver aquele outro cara lá, provavelmente 80% de ser um tenente. Se matarmos o oficial rápido, os marinheiros entraram em desesperado, esses idiotas não vão conseguir agir de forma coesa sem um líder, diferente de piratas, marinheiros recebem e acatam ordens, pensar por si próprio não é algo comum é um soldado raso.

Embora eu não tenha visto esse navio por dentro ainda, não deve ser tão difícil adivinhar o caminho por dentro, isso que dá usarem navios padronizados. Quando tiver chance, posso entrar lá e atacar os marines e tirar o foco deles do nosso navio. Se recebermos muito dano, podemos ter problemas para sair daqui, eu não sei o que pode rolar quando estivermos no mar entre o farol e as primeiras ilhas.

Se alguma bola de canhão viesse em minha direção, eu saltaria para de trás longe da bola e de qualquer coisa explosiva que estivesse perto. Embora eu adorar explosões, não é muito divertido quando você esta dentro delas.



Histórico do Suchiro:
 

Objetivos:
 

OFF:
 

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narração:
fala
Narração
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Ryuza Ying
Pirata
Pirata
Ryuza Ying

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptyQui 19 Jan 2017, 22:38

Os últimos momentos da vida de Ryuza tinha sido uma completa bagunça, na verdade... desde que ele se encontrou com o Auron que nada mais tinha sido tranquilo em sua vida, as alucinações retornaram, seu humor oscilava como nunca, sua vida tinha sido colocada em risco inúmeras vezes, os crimes cometidos e acobertados eram cada vez piores, Ying estava em uma boa descida para o fundo do poço... o problema é que não havia formas de retornar.
- Sabe... tem um tal religioso ou estudioso, eu não lembro bem... que dizia o seguinte: Se há solução para um problema, então não há porque se preocupar... E se não há uma solução, há menos motivos ainda para preocupação... logo, eu traduzo o que ele disse assim: “Como disse Dalai Lama... Foda-se!” – E Yang parecia estar a todo vapor. face palm 2

Voltando para nosso foco, o gatuno estava com Auron e sua amada, Eva. O capitão mal humorado parecia estar ainda pior devido ao seu estado de fome, sendo assim, Eva como uma boa lady, se dispôs a fazer algo para que o mesmo comesse... A garota nem sequer chegou a tocar em qualquer ingrediente, rumaram para a cozinha da embarcação e antes que qualquer um pudesse fazer algo, Auron abriu um armário achou uma fruta e a devorou por inteira.

- É um poço de educação mesmo... – Pensou Ryuza, mas logo se surpreendeu com algo que julgava muito improvável de se acontecer. Durante alguns milésimos de segundos, a mão do Rei pareceu se transmutar em algo parecido com um casco. O bispo esfregou os olhos, tentando aguçar a visão.
- A tua mão se transformou num casco? – Indagou a amada de Ryuza. – Ou estou a alucinar?
- Puta merda... eu pensei que estava ficando louco... ao menos não estou louco sozinho. – Apesar de Ryuza ser bem inteligente, ele não associou aquela fruta a tal lenda sobre as “Akumas no mi”.




-TODO MUNDO, PARA OS SEUS POSTOS! OS MARINHEIROS APARECERAM! TODOS, SE PREPAREM PARA O COMBATE! – Ouvi a voz do mink rosa, aquele som me causava embrulhos no estomago, toda a calmaria que tinha se instaurado em meu ser parecia se esvair. – Mas que desgraça... o que essa pantera cor de rosa quer agora? – Indaguei irritado.
Olharia em direção a saída da cozinha, por alguns segundos me perguntei realmente o motivo daquele escarcéu, mas como um relâmpago fui atingido pela lembrança da perseguição de agora a pouco. – Marinha? – Pensei, indagando, mas certo de que era isso.

- Parece que vamos ter um pouco mais de agitação antes da verdadeira calmaria. – Olharia para o Auron. – Vamos mostrar a esses infiéis quem é a caça, e quem são os caçadores. – Sorriria de forma sádica para logo e em seguida me voltar para Eva, ainda com um sorriso no rosto, mas agora não mais da forma psicótica de agora a pouco, era um sorriso de carinho. – Teria a honra da senhorita me acompanhar nessa valsa?

Tendo finalizado a introdução, era hora da ação. Com a mão esquerda sobre o cabo da adaga e a direita sobre o coldre de um dos revolveres eu marcharia para o convés, deixaria que a brisa daquele novo mar me abraçasse mais uma vez, meus olhos estariam fechados, durante alguns segundos eu aproveitaria aquela sensação. – Ego sum apud te, et te sunt apud ego... – Abriria meu olhos. – Amen.

Precisava causar o máximo de dano enquanto eles ainda estavam longe, nosso navio não estava em condições de levar a batalha para alto mar, se houvesse algum canhão posicionado de forma que eu pudesse mirar os disparos no navio da marinha, iria me deslocar até o mesmo, colocaria minhas mãos na arma e me prepararia para o combate, miraria a arma no navio inimigo, não tentaria acertar uma região específica, eu não possuía destreza para tal ato, só precisava atrasá-los ou causar alguma avaria, dispararia primeiro para testar o alcance da arma. Se fosse suficiente para atingi-los logo começaria a recarregar o canhão, pediria ajuda de quem estivesse por perto, e logo voltaria a tentar mirar e a tentar acertar o navio inimigo com mais um disparo.

Repetiria a ação até que a munição acabasse, caso um disparo atingisse a região próxima aonde eu estava, ou os marinheiros se aproximassem demais.
Em caso de disparos contra mim, tentaria usar meus bons sentidos para evitar ser atingido por projéteis, me jogando para o lado ou me escondendo atrás da amurada. Se disparos de canhão ameaçassem atingir o navio, estimaria o local onde o mesmo iria acertar e me protegeria correndo da zona de impacto e procurando alguma cobertura, apesar de estar atacando os inimigos minha concentração seria mais voltada para me manter vivo e ileso, por isso manteria meus pés firmes no convés e minha atenção afiada para caso precisasse me apoiar em algo.



objetivos:
 

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Auron
Usurpador
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Auron

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptySex 20 Jan 2017, 02:02

~Flash Back ~
Auron, Ryuza e Eva foram até a cozinha e encontraram uma vasta gama de frutas e carnes, no entanto, um pequeno baú escondido nos armários atraiu Auron, dentro dele existia uma fruta peculiar. O pirata devorou a fruta, ela tinha um sabor estranho, era forte, sabia à derrota e do fracasso. Auron começou a se sentir estranho, sua mão esquerda parecia se estar a transformar num... casco? Mas rapidamente voltou ao normal.
- A tua mão se transformou num casco? - perguntou Eva - Ou estou a alucinar?


De fato aquela fruta possuía um gosto nada agradável, o seu gosto era tão horrível que por instantes eu pensei até que estava a degustar bosta. Aquilo acabou completamente com meu bom humor, ter conquistado o reino de Lvneel já não era mais tão gratificante quando se tinha aquele gosto de merda na boca, as veias da minha testa saltavam em raiva, enquanto minhas mãos tremiam, até que por um momento eu pude notar que de fato uma delas havia se tornado um casco. - Que porra de fruta é essa?! - Indaguei muito irritado. - Minha mão de fato virou um casco!! Olha só isso!!! FWAHAHAHAHA - Falei num tom de empolgação, mas no fundo eu estava bem assustado com tudo aquilo. -Será que eu consigo fazer de novo?! - Aquilo definitivamente esvaiu meu mau humor, afinal estava muito curioso para saber o que merda era aquela. Depois de perguntar isso, tentaria sentir se meu corpo estava diferente, meu olhar de euforia, perderia espaço para um olhar concentrado e bastante determinado. Fechando os olhos com bastante concentração, tentaria fazer aquilo de novo e seguiria os "instintos" do meu corpo para ver ate onde iria aquilo, e concluindo ou não, tomaria um grande susto com os gritos de Ashuura.

-TODO MUNDO, PARA OS SEUS POSTOS! OS MARINHEIROS APARECERAM! TODOS, SE PREPAREM PARA O COMBATE!

Meu coração aceleraria e com bastante raiva eu daria um soco no armário onde encontrei o bau com a fruta misteriosa. - Que susto da porra!!! - Após o soco, concertaria minha postura e antes que pudesse dizer algo, Ryuza ja estava a me olhar com "aquela cara". - Parece que vamos ter um pouco mais de agitação antes da verdadeira calmaria. – Olharia para o Ryuza com um olhar bem sério enquanto alongava meus dedos. – Vamos mostrar a esses infiéis quem é a caça, e quem são os caçadores. - Um sorriso determinado rapidamente aparecia no meu rosto, simbolizando que estava a concordar com o que o Bishop dizia, de fato eu estava louco para matar alguns marinheiros, e com isso, antes de dar a resposta, alisaria minhas adagas e passaria a frente do homem. -É o que eu mais quero! FWAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!




Enquanto caminharia vagarosamente até o convés do navio, arrumaria minha franja, colocando-a para trás e fazendo uma especie de "rabo de cavalo", claramente um ritual preparativo para uma batalha. Ao chegar no convés do navio, tentaria avistar os inimigos e passando as mãos sobre minhas adagas, eu diria com um tom de voz extremamente sério e aborrecido. -Vocês quase fuderam com meu bando...Eu sei que é algo que muitos tentaram fazer, mas sinto em informar que enquanto o rei estiver de pé... SIGNIFICA QUE O JOGO NÃO FODIDAMENTE ACABOU! -

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Gritando isso, analisaria a situação, contaria o numero de inimigos e se percebesse que seria tranquilo descer para lutar em terra firme, aguardaria um pouco e antes de descer, voltaria a falar calmamente. - Vocês tentaram nos fuder... e agora vocês irão pagar..FWAHAHAHAHAHAHA

Imediatamente ao concluir o discurso, desceria para lutar contra os marinheiros. -Ryuza e Ashuura, tomem cuidado para não danificar nosso navio! - Diria de forma extremamente irônica, insinuando que iriamos roubar o navio deles.  Já no chão, tentaria usar minha aceleração, ou qualquer outro artificio para correr o mais rápido possível em direção dos inimigos, sempre fazendo zig-zag e quando estivesse próximo dos mesmos, daria um grande impulso na direção dos mesmos, flexionando meus joelhos e projetando meu corpo contra eles. Executaria golpes limpos, variando as direções na diagonal, horizontal e vertical, usando a minha aceleração, manteria sempre o ritmo de: cortes, projeção contra o próximo, desferiria mais um corte e partiria rapidamente para o próximo. Faria isso até que não restasse mais nenhum.

Se durante minha investida rápida, eu percebesse tiros em minha direção, tentaria cortar o oponente o mais rápido possível e daria uma grande acelerada para um local mais seguro. Se não fosse possível executar o corte antes de escapar, eu rapidamente escaparia  e voltaria a atacar alguém que estivesse desprevenido.

Caso durante a rápida investida eu percebesse golpes de espadas ou qualquer outra arma cortante, usaria a minha Memoria do Rei que estaria empunhada na mão esquerda, para bloquear o ataque, enquanto com a Rex Ventus que estaria na outra mão eu terminaria o massacre. Como dito acima, faria isso quantas vezes fosse necessário até que todos estivessem mortos.  

Se por acaso nos obtivéssemos a vitoria, meio ofegante e meio suado eu diria num to extremamente irônico e cruel. -OH MEU DEUS! EU DEVERIA FAZER ISSO MAIS VEZES!!! -



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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptySeg 23 Jan 2017, 11:00

Zed – Red Line

Enquanto Sid refletia sobre a doença chamada se importar e tinha um conflito interno, Evangeline simplesmente olhou para o mar a sua frente, pensando em tudo que haviam passado.  Seu olhar misturava frustração, raiva e tristeza, o que não era uma coisa fácil de entender por alguém como Sid, que havia começado a descobrir o significado de empatia. Por fim, o jovem decidiu quebrar o silencio tentando mudar o foco da garota para que ela não pensasse sobre o que a estava incomodando. - Vamo dar o fora daqui. Olha! Olha o tamanho dessa montanha. Eu duvido que não tenha alguma coisa de interessante acontecendo por aqui, vamo começar que a entrada do lugar é uma cachoeira reversa. – O jovem pegava a mão da garota puxava ela em outra direção, que não o barco. - Você tem razão… Mas não precisa ficar me segurando pela mão! Não sou a caralha de um bebê não, porra. – A garota dizia, se soltando das mãos do pirata. Ela estava um pouco abalada psicologicamente devido à carta, então talvez aquela não fosse a melhor hora para tentar algo. Talvez quando ela se esquecesse disso. Andando pela Red Line, Evangeline começou a olhar ao redor, curiosa, procurando algo dentro das inúmeras cavernas, mas não encontrando nada. Passado um tempo Sid foi percebendo que ela parecia mais calma, como se tivesse voltado ao normal, então decidiu aproveitar a ocasião. - Afinal, a gente ta junto ou alguma coisa do tipo? – A garota pareceu ter sido pega de surpresa pela pergunta. - Que? Como assim? – Sid não sabia como dizer isso, mas tentou mesmo assim. - Tipo... A gente é exclusivo um do outro? – A pergunta criou um clima estranho entre eles. - Você não perguntou isso quando comeu a minha irmã. – Ela brincou, mas logo completou. - To brincando. Ela é igual a mim, então vou considerar que transamos duas vezes ao mesmo tempo. Mas eu nunca tinha pensando muito nisso. Eu achava que eu era só uma companheira de sexo, mas fiquei em duvida depois do seu “Eu te amo”.

Evangeline parecia conseguir falar com mais naturalidade do que o garoto, mas antes que ele pudesse responder qualquer coisa, a garota olhou por cima do ombro dele e soltou uma exclamação. - Que merda é aquela? –Ao olhar para onde ela estava olhando, Sid veria uma coisa inusitada. Uma construção logo abaixo da montanha. Mesmo a mesma tendo um tamanho considerável, Sid não a havia visto porque a montanha onde desceram do barco estava tampando a visão, mas agora podiam ver claramente: Um grande farol com uma casa com um quarto do seu tamanho logo ao lado. Logo a frente da casa estava um gordo sentado em uma cadeira e aparentemente lendo um jornal, mas se chegassem mais perto, veriam que ele os estava observando por cima das paginas do mesmo. Logo que viram a construção, um som foi ouvido por ambos: tiros de canhão.


Ryuza e Auron – Cozinha do navio

- Que porra de fruta é essa?! – O capitão do bando parecia animado com o que havia acabado de ocorrer em frente aos olhos dos três. - Minha mão de fato virou um casco!! Olha só isso!!! FWAHAHAHAHA. – A situação era no mínimo bizarra, e Auron não era o único surpreso. - Puta merda... eu pensei que estava ficando louco... Ao menos não estou louco sozinho. – Ryuza disse.  - Será que eu consigo fazer de novo?! – Ele questionou. Apesar disso, seu corpo não parecia diferente em nada, pelo menos não de inicio. Fechado seus olhos, o homem começou a se concentrar em um poder desconhecido que ele achava que possuía dentro de si. Estava tão concentrado que não estava preparado para os gritos que vieram. -TODO MUNDO, PARA OS SEUS POSTOS! OS MARINHEIROS APARECERAM! TODOS, SE PREPAREM PARA O COMBATE! – Ao ouvir os gritos, Auron tomou um grande susto e, irritado, deu um soco no baú que guardava a fruta. - Que susto da porra!!! – Mas ele só percebeu o que ocorrera depois de dar o soco, que despedaçou o baú e rachou o chão. – Mas que desgraça... O que essa pantera cor de rosa quer agora? – Disse, se virando para olhar a porta no momento exato. A mão de Auron havia tomado um tom negro, assim como o resto do seu corpo. No lugar de seus pés se encontravam cascos e seus músculos aumentaram, principalmente os dos braços e pernas, que ficaram de tamanhos consideráveis. E mais do que tudo, seu rosto ganhou traços equinos. A transformação durou apenas um instante, o que fez com que só Queen e Eva vissem, já que Ryuza estava olhando a porta e Auron estava cego pela própria raiva para perceber algo. Quando o gatuno olhou de novo para o seu capitão, a transformação já havia se revertido.

- Parece que vamos ter um pouco mais de agitação antes da verdadeira calmaria. – Ele disse para o seu capitão. – Vamos mostrar a esses infiéis quem é a caça, e quem são os caçadores. – O homem deu um grande sorriso, amado. - É o que eu mais quero! FWAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! – Entretanto, Queen parecia alheia à conversa deles, perplexa. - Você virou um cavalo? Quer dizer, depois conversamos sobre isso. Melhor lidar com os marinheiros antes. – O gatuno se virou para a sua companheira, com um sorriso carinhoso. – Teria a honra da senhorita me acompanhar nessa valsa? – Perguntou, entretanto eva ainda estava um pouco chocada com o que viu aconteceu com Auron. - Ahn, tudo bem. – Ela respondeu, um pouco perdida.


Suchiro, Ryuza e Auron – Convés

Logo após chamar seus companheiros, o mink começou a armar os canhões para a batalha e os apontar para o navio que se aproximava. Eles tinham a vantagem do ataque surpresa, já que os marinheiros estavam ocupados descendo a Reverse Mountain de modo que dificilmente notariam eles, e isso era uma vantagem que não poderia ser desperdiçada.   Ei, Dandara, acorda. – Ele disse, pegando a anã da mochila. - Ei, é hora do combate, marinheiros estão vindo, vamos logo. – A pequena mulher abriu os olhos lentamente. - Serio? Esses caras são persistentes. – Ela disse, esfregando as pequenas mãos nos olhos e se levantando. Já acordada, Dandara subiu no ombro de Ashuura para ver melhor a situação. Logo em seguida Ryuza, Auron, Eva e Queen subiram para o convez, vendo Ashuura preparando os canhões e o navio da marinha ao longe. Ryuza fala algo consigo mesmo e Auron arrumava o cabelo em um rabo de cavalo. O capitão andou até a borda do navio. -Vocês quase fuderam com meu bando...Eu sei que é algo que muitos tentaram fazer, mas sinto em informar que enquanto o rei estiver de pé... SIGNIFICA QUE O JOGO NÃO FODIDAMENTE ACABOU! – Ele gritou, apesar de os marinheiros estarem longe demais para ouvir.

Enquanto o capitão gritava seu discurso, Ryuza se dirigiu até um dos canhões que o mink havia preparado e deu um disparo contra o navio da marinha. Para sua infelicidade, o navio estava bastante longe, e como o mesmo não possuía uma mira tão boa, acabou errado o tiro, que caiu logo ao lado do navio. O tiro pareceu alertar os marinheiros, que posicionaram os canhões, e os fizeram perder a vantagem da surpresa. Vendo isso, Ashuura não pensou duas vezes e começou o ataque. -Ryuza e Ashuura, tomem cuidado para não danificar nosso navio! - O capitão falou. Diferentemente do companheiro, o mink tinha grande habilidades no manejo de canhões, e logo de inicio acertou dois tiros que acertaram a frente do navio, que o fez balançar um pouco e um dos canhões inimigos, que explodiu em chamas e acertou vários marinheiros. Infelizmente o navio estava virado de frente para eles, o que não dava um ângulo muito bom para disparos que o pirata queria. O navio da marinha descia a toda velocidade levado pela correnteza da montanha, e se aproximava cada vez mais dos piratas, mas infelizmente para eles, Ashuura era muito bom com os canhões, em contrapartida que os soldados tinham dificuldade para atirar. O navio dos piratas só havia recebido um tiro – que não acertou ninguém – enquanto o navio dos marinheiro recebera três tiros que abalaram o mesmo.

Enquanto o navio inimigo se aproximava, todos ali viram um homem grande e forte na frente do navio dos marines. Eles olhava fixamente para os piratas com cara de bravo. - NENHUM PIRATAS VAI SAIR IMPUNE ENQUANTO EU ESTIVER AQUI! – Logo em seguida fez sinal para os marinheiros, que atiraram três correntes com arpão usando lança-arpões, e os mesmos se prenderam na lateral no navio dos piratas. Quando o navio de marines descia rápido sendo carregado pela correnteza da reverse, eles usaram o navio dos Chess como freio, de modo que as correntes presas pelos lança-arpões puxaram o barco pirata um bocado e desacelerando drasticamente os marinheiros. Ao ser usado como freio, o navio pirata girou, Fazendo com que todos tivessem que se segurar em algo para não cair, e logo em seguida um navio estava de lado para o outro, com o navio da marinha tampando a passagem dos piratas.
OFF:
 

Legenda:
 

Histórico do Auron:
 

Histórico do Ryuza Ying:
 
Histórico do Suchiro:
 

Histórico do Zed:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptySeg 23 Jan 2017, 15:11


Enquanto a maioria de meus novos colegas decidia ficar no barco, acabei por ir atrás de Evangeline, o que logo viria a se tornar um arrependimento. Ao puxá-la pela mão ela pareceu mais irritada do que o normal. Soltei de imediato e levantei ambas a altura da cabeça Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder 2665178174 - Desculpa. – Disse apenas, embora tivesse muita coisa a dizer. “Que agressividade toda é essa? Ela ta na TPM ou algo do tipo? ” Seria o momento perfeito pra pular fora do navio que parecia ter um furo no casco... Mas pelo visto não era algo possível de ser feito.

Caminhamos pela montanha por um tempo explorando o lugar até que aos poucos ela parecia estar menos irritada. Tentei novamente quebrar o clima de silencio, mas pelo visto era melhor ter continuado quieto já que ela começava a jogar NOSSO recente ato em minha cara. “Tu foi a favor da ideia também. “ Era o que gostaria de dizer, ao invés disso apenas ri desajeitadamente e constrangido. – Você é engraçada hahaha... – Aquelas palavras saiam quase que de forma involuntária. “O que tem de errado comigo? “

Ela continuou falando por mais algum tempo, até que abruptamente parou e anunciou sua visão. “Um gordo, um jornal e um farol... “ Narrei mentalmente a vista tentando relacionar as três figuras. Mas antes que pudesse tomar qualquer atitude ouvi de algum lugar sons. Não podia ter uma completa certeza, mas devido a recentes experiências achei seguro presumir que eram tiros de canhão. “Um combate naval aqui perto? “ Por meio segundo imaginei apenas o rosto de Auron, Ashuura e Ryuza lado a lado. – Quais seriam as chances de logo eles estarem em uma batalha agora? – Pelo visto, a ideia dos marinheiros nos seguindo através da montanha já havia sumido da minha mente. “Não deve ser nada importante.” Decidi então por ignorar por hora.

EI TIOZÃO! – Berrei de uma longa distância iniciando uma caminhada tranquila naquela direção. Tinha as duas mãos enfiadas nos bolsos e uma expressão despreocupada enquanto me aproximava. – Você mora aqui, né? – Isso parecia obvio para mim, que outro motivo aquele individuo teria de estar naquele lugar? – Não que isso importe. – Completei rapidamente.

“Talvez ele saiba dizer o que é o tal Pose lag... Harry pose?... Pose... “ O nome por algum motivo havia me sumido, talvez devido as grandes preocupações desnecessárias que Evangeline me causava. – A nossa navegadora comentou algo sobre um tal... – Era o momento que tinha de falar a palavra que não recordava. – Err... – Olhei para a garota ao meu lado. – Cê lembra o que era? Pose alguma coisa, não? – Perguntava sem saber ao certo. “Ela ainda tava no barco quando falaram sobre o tal... Pose? QUAL O NOME DESSA DESGRAÇA!?“ Estava aos poucos ficando irritado com a falta de memoria.(Ao Hoyu: Ela tava no barco na hora.)

Caso ela ou o próprio velho soubessem do que estava falando e complementassem com a palavra seguiria com a conversa. – Isso. Essa coisa ai mesmo. – Voltaria o olhar para o gorducho caso não estivesse no momento. – Sabe dizer que porcaria é essa? É o que? E por que diabos a gente vai precisar de um? – Até então as únicas informações que tinha eram um bando de dados jogados que havia captado em conversas paralelas, era pouco para criar conclusões baseadas em outra coisa diferente de chute ou intuição.

Na hipótese de conseguir receber as informações sobre o que era e como funcionava o tal objeto, que ao menos achava ser um. Iria de imediato seguir para a pergunta que parecia ter mais importância para mim. – E como diabos eu consigo um desses por aqui? – Olharia em volta. – Esse lugar é um completo deserto, eu podia tirar minhas calças e cagar no chão que ninguém ia ver. – Olhei em direção a minha acompanhante e meu rosto ruborizou contra minha vontade. Embora não pudesse ver a vermelhidão, sentia como seu meu rosto tivesse “aquecido”. – Que foi? - Abri um sorriso para disfarçar meus reais pensamentos. “Droga, eu não posso nem mais falar coisas como isso perto dela? ” O desconforto de ficar perto daquela jovem estava começando a ser muito maior do que o esperado.


OFF: Eu ia fazer histórico, mas já que você fez a gentileza de fazer isso vou optar por não fazer desfeita e também histórico. Ahhhhwww...

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptySeg 23 Jan 2017, 20:09

Por incrível que pareça – não para você leitor... – Auron também achou que sua mão tinha virado um casco, Ryuza estava um pouco confuso, e ficou ainda mais depois que o soco do Rei destruiu o bau e rachou o chão da cozinha. – Porram... – Pensou o gatuno surpreso, ele sabia que o seu capitão era forte fisicamente, mas não àquele ponto.
A conversa prosseguiu e chegou a hora de agir, Eva parecia um pouco aérea e aquilo deixou Ying receoso por alguns instantes, mas não era hora para indaga-la o porquê dela estar assim.

Ao sair o Bispo fez uma breve oração em latim, algo como “Eu sou um com o Senhor, e o Senhor é um comigo”...  traduzir é um tanto quanto complicado, mas essa foi a intenção. Os batimentos do seu órgão vascular aceleraram brevemente, mas logo voltaram a se normalizar, a breve injeção de adrenalina o fez despertar para um novo patamar da realidade, estava na hora da batalha.
Ryuza correu para o canhão e efetuou o primeiro disparo, testando o alcance da arma, viu que estava longe demais para que sua mira pudesse ser útil. – Que droga. – Pensou. Mal sabia ele que aquele tiro tinha servido de alerta para os inimigos, mas por hora não seria problema, o mink odiado por Ryuza estava conseguindo acertar os disparos e ele continuava atirando, afinal, mesmo que não acertasse, o efeito psicológico nos inimigos faria diferença.

Não demorou para que a embarcação alcance o barco onde o Chess se encontrava devido ao impulso da correnteza da grand line, tudo foi muito rápido, um homem grande estava de pé na embarcação inimiga, ele gritava algumas coisas, o barco da marinha passou ao lado dos piratas, um segundo depois três baques surdos ecoaram pelo convés fazendo o navio chacoalhar, nada comparado ao repuxão que a embarcação viria a sofrer alguns segundos depois. – Só me faltava essa. – Reclamou o gatuno entendendo o que se passava, segurou-se na amurada e se preparou para o que estava por vir.
O barco pareceu que iria virar, o estomago de Ryuza se revirou fazendo-o sentir o gosto de bile na boca. – bleeerg. – Protestou.




Os barcos pararam. – Finalmente. – Me permitir levantar a cabeça e tomar ciência do cenário que se montava ao meu redor: Os barcos estavam um do lado do outro, os marinheiros bloqueavam o nosso caminho e agora podiam tentar nos assaltar, não era possível estimar o número de inimigos, mas era plausível assumir que nos superavam nesse quesito.
Suspirei aliviado. – Agora não preciso mais depender de minha pontaria. – Um sorriso brotaria em meu rosto. – AEW! NÃO ESTAMOS DANDO CARONA NÃO! – Gritaria em direção ao barco dos marinheiros e começaria a correr pelo convés em paralelo a amurada, se algum marine tentasse saltar para o nosso barco daria um breve salto saindo do chão com ambos os pés, de corpo inclinado desferiria um chute giratório contra a canela do intruso, esperava que fosse o suficiente para fazê-lo cair, mas se não fosse, assim que o giro estivesse completo eu saltaria mais uma vez dessa vez tentando acertar uma pesada no peito do oponente.

Cruzaria os braços levando minhas mãos até a cintura e logo em seguida sacaria meus revolveres, abrindo os braços em um movimento em arco. Começaria a disparar contra todo e qualquer marinheiro que tentasse vir assaltar o barco, esperava compensar minha falta de pontaria com a pouca distância entre mim e os alvos, me manteria em movimento, indo de um lado a outro, me abaixando e saltando para os lados para efetuar possíveis esquivas, declives corpóreos também seriam utilizados se necessários, tudo de forma rápida para que logo já estivesse pronto para dar continuidade ao ataque. Durante os disparos não tentaria acertar pontos específicos, miraria no tronco, mas não me preocuparia em errar. Continuaria a atirar até que as balas acabassem ou que acabasse sendo cercado por marinheiros.

Se fosse o primeiro caso, apenas me afastaria e guardaria os revolveres, para em seguida sacar minha adaga.
Se fosse o segundo caso, tentaria me esquivar das ofensas desferidas contra mim, correndo para a amurada e efetuando o salto acrobático jogando meu corpo para trás em um salto mortal tentando passar por cima dos agressores, se fosse o suficiente, tomaria distância e terminaria os disparos naqueles que antes tentavam me atacar.

Assim que estivesse com a adaga em mãos começaria a segunda parte do ataque, primeiro tentaria limpar totalmente o convés de nossa embarcação de qualquer assaltante, para isso iria correr em direção aos alvos e deslizaria em sua diagonal de forma furtiva para finalizar com um corte na diagonal de baixo para cima, tentando acertar a lateral de seu corpo ou suas costas. Seguiria desferindo estocadas ou girando meu corpo e rodeando o oponente, para que pudesse chegar em suas costas e de forma rápida cortar sua garganta em um movimento suave.

Se não houvessem mais oponentes no nosso barco era hora de levar o combate para o território inimigo, correria a toda velocidade em direção a amurada, e se o barco estivesse perto o suficiente, pisaria no muro e com meus talentos acrobáticos, saltaria para o convés do barco da marinha. Se os barcos estivessem longe eu usaria de meu equilíbrio para correr sobre as correntes presas nos barcos e alcançar o outro lado.
Assim que chegasse lá eu levaria mão esquerda até uma de minhas granadas presas atrás de minha cintura. – HORA DOS FOGOS! – Puxaria a granada e tiraria o pino usando o polegar, a jogaria em direção ao maior aglomerado de marinheiros, se fosse atacado, me abaixaria ou jogaria o corpo na direção oposta ao ataque, contornaria o agressor e tentaria uma estocada entre suas costelas.

Após a explosão eu voltaria a correr e saltar por sobre os oponentes, girando no ar e deslizando no convés quando necessário, tentando cortar todo oponente em meu caminho, se observasse mais um número significativo de marinheiros eu fortaleceria minhas pernas e afiaria minha mente. – Suspensão de Descrença! – Utilizaria minha técnica tentando cortar os oponentes.

Durante todo o momento, estaria atento ao meu redor e aos locais onde pisava, sobre qualquer circunstância se eu julgasse o risco de ser atingido alto, cancelaria o ataque e tentaria me afastar com cambalhotas e corridas.  


Suspensão de Descrença:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptySeg 23 Jan 2017, 22:22

Cada escolha, uma merda.


Opa, parece que temos uns brinquedinhos legais, ainda bem que não acertei nenhuma dessas belezinhas, eu adoro armas grandes. Ainda bem que eles estão se acomodando e não fugindo, diferente de Lvneel finalmente posso agir livremente, minha contagem de mortes esta baixa, hora de subir isso.

Mais um imbecil que se acha superior, se eu ganhasse uma moeda para cada um que diz essas exatas palavras, puta que pariu, eu nem precisaria saquear mais para cobrir meus gastos. - ISSO É FÁCIL DE RESOLVER! - Diria em alto e bom humorado tom. Embora aquele pedacinho de marine fosse bem gostoso, me seria mais divertido ver ele sangrando aos meus pés que gemendo de quatro na minha cama.

Eu faria um saque rápido com uma das armas e daria vários disparos em direção ao marine a frente, adoro imbecis corajosos, são tão fáceis de acertar. Eu correria pelo convés do navio, apontando apenas para o chefe imbecil que queria fazer moral diante seus subordinados.

Eu manteria meus olhos rápidos observando o navio inimigo por outros marines, assim que visse depois do disparo primário no líder, puxaria minha segunda pistola com minha outra mão, e passaria a focar ambas armas nos soldadinhos de chumbo. Nunca mirando na cabeça ou no coração, meus tiros eram bons e precisos, mas atingir o pulmão, uma perna ou qualquer outro ponto que tiraria eles de combate, mas não dessa vida. Se algum desses otários fossem otários o suficiente de tentar saltar tentar saltar para nosso navio, eu atiraria na perna deles assim que chegassem na beirada, para baterem contra o casco, e bem, o resto você pode imaginar.

Afinal, qual a graça de acabar com a diversão tão rápida, aposto que o Auron iria querer o navio,queria tanto queimá-los dentro. Bem, podemos achar uso melhor para eles.

Assim que minhas pistolas descarregassem, ou começasse a ser grande alvo de fogo inimigo, era hora de mudar de estratégia. Primeiramente, recarregaria minhas pistolas rapidamente. Eu saltaria para de trás da amurada, próximo a um dos canhões, e abaixado, usando a amurada e o canhão para me proteger, eu recarregaria um canhão com uma bala, e o puxaria para trás, para poder mirar no navio inimigo.

Realmente uma grande perda para minha coleção de rapazes que deitaram na minha cama, mas fazer o que? Matar marinheiros e esse tipo de escoria sempre vem a frente do meu prazer carnal, as vezes o mundo é cruel. Eu apontaria diretamente, bem no peito do corajoso e imbecil marine.

Eu já tinha conhecimento da mania do gatuno de usar granadas, e com uma grande facilidade, sendo que usou contra mim á primeira vista, e ele era um gatuno, e ate onde tinha visto, sua mira nem se comparava a minha, depender da sorte nunca foi minha praia. Se eu visse ele jogando uma granada, eu atiraria nela antes de cair no chão, enquanto ela estivesse ainda no ar, mas já próxima o suficiente para os inimigos serem acertados, mas não para destruir o navio. Logo em seguida, nessa situação diria.

- Esqueci de avisar...granada! - Diria em tom de deboche.

Não imaginava que existisse algum atirador melhor que eu, ate por que se existisse o dano inicial do nosso navio teria sido maior por parte dos canhões dele. Se aquele é um tenente, levando ao limite deve haver três sargentos, mas eu duvido disso. Fazendo pequenos movimentos deslizantes pelo chão, usando da amurada e mastros para não me ferir, e é claro não andando em linha reta pelo convés do navio, eu tentaria usar disso para não ser atingido por tiros.

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MensagemAssunto: Re: Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder   Cap 4 - Chess na Grand Line. Riquezas, Fama e Poder EmptyTer 24 Jan 2017, 00:28

Após fazer meu discurso no convés do navio, seguir em direção ao solo onde orientei e Ryuza e Ashura para que ambos não danificassem o navio inimigo, pois eu tinha intenção de toma-lo para nós. Infelizmente parece que ambos  não deram a mínima para o que eu havia dito e desceu a bala nos inimigos acertando os  em cheio. O som do impacto foi bem alto que logo me chamou a atenção, juntamente com fogo que subia em meio a fumaça e gritos de marinheiros. - Mas que porra Ashura, não danifica a porra do navio! - Gritei um pouco irritado com a ação do mesmo, mas nada muito sério, apenas uma alerta. - Vamos precisar usar aquele navio para escapar daqui, percebi que o nosso esta bastante danificado e provavelmente não conseguirá fazer mais uma fodena viagem longa.

Embora o navio inimigo tenha sido atingido em cheio, aparentemente não foi algo que pudesse vir a prejudicar o desempenho do mesmo, pois após o impacto, eles ainda foram capazes de fazer uma manobra nos deixando completamente cercados. Logo depois de armar o cerco, eis que surge um cara que saiu de dentro do navio inimigo, ele parecia ser bem forte e imponente.  - NENHUM PIRATAS VAI SAIR IMPUNE ENQUANTO EU ESTIVER AQUI! - Vendo aquele cara sair do navio daquela maneira, com aquela arrogância...Logo me dei conta de que ele não era um simples cara, mas ainda assim eu não dava a minima para ele.

-Ola garotão, esse é o problema... - Começaria a correr na direção do homem, fechando meus punhos de maneira firme e franzindo a testa de raiva, fazendo com que as veias dilatassem. - Quando passarmos... É VOCÊ QUEM NÃO VAI ESTA MAIS NO CAMINHO! - Ainda em velocidade e com as adagas em punho, eu tentaria usar aquele poder estranho que estava fluindo dentro de mim, e casso conseguisse, flexionaria minhas pernas e impulsionaria meu corpo em direção ao homem, tentando acerta-lo com um corte horizontal usando meu braço direito. Logo em seguida, usaria minha velocidade de aceleração para  tentar aplicar uma rasteira no homem, seguindo de um corte horizontal em uma de suas pernas. Em seguida rolaria para trás e ficaria numa posição confortável para voltar a atacar.

Se durante a investida eu percebesse que o homem tentaria me segurar, eu tentaria corta-lo com minhas adagas e daria seguimento a investida. Se eu notasse que ele atacaria alguma brecha na minha guarda, tentaria o mais rápido possível me esquivar para o lado que fosse mais propicio a um reposicionamento e seguimento da ação.

Caso tudo desse certo e o homem estivesse com sua movimentação debilitada por conta do corte, tentaria novamente usar minhas novas "habilidades interiores"  e caso eu conseguisse me transformar num cavalo completo, eu daria um coice duplo na região do tórax do homem. - Morra... - Diria com uma voz fria e vaga.

Se todos meus ataques bem sucedidos ou não, não fossem suficiente para abater aquele homem, eu me afastaria numa distancia considerável, uns 6 a 10 metros, e me concentrando bastante eu tentaria entrar numa forma hibrida, para ganhar mais massa muscular, força, agilidade, resistência, enfim... Melhorias no geral. Caso eu conseguisse, iria em direção ao homem com toda minha velocidade e tentaria aplicar diversos chutes na região de sua coxa, logo em seguida, empunhando as adagas eu atacaria diversas vezes com golpes cortantes e alternando sempre os lados, e em seguida flexionaria minhas pernas e impulsionaria o meu corpo para cima, tentando efetuar um salto por cima do homem com ajuda da minha acrobacia. Caso desse tudo certo e eu caísse atrás do homem, então eu diria num tom de voz bem suave.
....FONS SANGUINIS..

Fons Sanguinis escreveu:
Level: 1                     Números de Técnicas: 1
Nome: Fons Sanguinis (Nascente do Sangue)
Descrição: Usando sua facilidade em alcançar sua velocidade máxima, Auron desfere 8 perfurações com o limite máximo de sua velocidade, como uma especie de metralhadora e tentando acertar sempre na mesma região, causando um dano isolado no local atingido.
O que usa: Sai/Adagas + Aceleração
Restrição:
*Durante sua estocadas, o dano vai ficando continuo, ganhando mais força nas 3 ultimas estocadas.
*Caso a técnica falhe, Auron para de hitar, porém perde metade do custo de SP da habilidade.
*Por fazer diversos ataques em um local localizado, pode haver o risco de hemorragia no oponente.
(Dependendo de onde leve o dano)
*Caso a técnica falhe, além de perda parcial do SP o dano também é parcial, vai depender de quantos golpes atingirem o alvo (lembrando que o dano + 5% dano é resultado das 8 estocadas com sucesso).
Dano ou Bônus: Dano + 5%Dano

HISTÓRICO:
POST 2

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