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Chapter I: Going to the sea!! XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chapter I: Going to the sea!!

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MensagemAssunto: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyTer 17 Jan 2017, 20:14

Chapter I: Going to the sea!!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ingstad Akira. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyQua 18 Jan 2017, 16:50

Depois de sair de casa, sendo abençoado com as palavras de incentivo de meu mestre, o meu rumo começava a ser tomado. Eu era um cara calmo, não estava muito preocupado com o que realmente aconteceria daquele momento para a frente, e nem com pressa de seguir minhas ambições. Por isso, andava calmamente, em passos leves, observando a cidade e seus comerciantes e cidadãos. Nascera ali, naquela pequena ilha chamada Las Camp. O nome era meio estranho, realmente não pertencia a língua falada ali, talvez tivesse vindo de algum estrangeiro que ajudou a fundar a cidade, e, claro, se houvesse um lugar que pudesse decifrar tais informações desconhecidas era a renomada universidade da ilha.

Mas falando a verdade, antes de conhecer tal pessoa, meu objetivo estava longe de estudar história. Gostava era mesmo de lutar. Mesmo errando os golpes e não tendo tanta força e agilidade, gladiaria o dia inteiro se Deus deixasse, ou melhor se minha “mãe” deixasse. Coloco entre aspas, porque ela não era minha mãe biológica, mas conto mais sobre isso mais a frente. Voltando as lutas, bastões eram minhas armas preferidas, seguida das tonfas. Apesar de ter sido apresentado a todos os tipos de armamentos diferentes existentes, a não ser que tenham inventado um novo tipo e eu não soubesse, nunca consegui me adaptar a outra arma, senão essas duas. Meu mestre era um ex-marinheiro aposentado. Tinha muita experiência em combate, e também muitas aventuras e pessoas interessantes que conheceu. Digo isso, após as várias histórias que este me contava em nossos treinos. Posso dizer, que assim como os olhos deles brilhavam de orgulho, os meus brilhavam de ansiedade e alegria em um dia ter experiências como as deles e poder fazer o que estou fazendo agora. Contando a Minha História.

Voltando para o dia que entrei na universidade, ansioso para conhecer sua renomada e gigante, em seu acervo de livros, biblioteca, eu já havia me decidido que iria me especializar em história. Afinal, com tantos livros ali, quantas história não poderiam ter sido contadas. Infelizmente, a perigosa Grand Line e suas ilhas não tinham suas histórias aprofundadas. No entanto, conheci o nome de algumas ilhas importantes como LogueTown no East Blue, conhecida como a cidade do início e do fim, o lugar onde o rei dos piratas nasceu e também foi executado. Conheci também um pouco sobre as lendárias Akumas do Mi, mais popularmente fruta do diabo, e seus poderes extraordinários. Lamentavelmente, também não tinha nada muito aprofundado sobre esta. Mas digamos que teve uma certa expressão me chamou atenção (até demais), e afirmo que hoje não estaria contando essa história senão fosse por ela.

Século Perdido. Tal expressão que remetia a um tempo perdido (não, não é sobre a canção do Legião Urbana), tempo de escuridão, tempo que não se tinha informações, um tempo fora do alcance da história. E claro, um historiador como eu não tem como não deixar de ser curioso em uma situação dessa. Principalmente, quando a simples menção dessa expressão era um tabu, e que eu quase fora expulso por tentar pesquisar sobre ela. Século Perdido. Ele fora minha principal ambição na vida. Se foi ruim ou bom eu ter corrido atrás disso? Não sei, só sei que segui os conselhos de Renato Russo (talvez fosse esse o nome do meu treinador, não me lembro mais) e fui “sempre em frente”.

Voltando ao início da minha jornada, eu havia acabado de me formar em história na Universidade de Las Camp. Era a hora de eu realmente buscar meus objetivos, sendo o principal deles, a descoberta sobre o século perdido, e os secundários, a exploração das ilhas da Grand Line e também a pesquisa sobre as Akumas no Mi. De qualquer forma, estava andando pelo centro da cidade. Não lembro exatamente como era o cenário, talvez depois eu lembre e conte, mas o que importa era que eu estava calmo como sempre. Sem o meu bastão nas costas, eu era como um animal indefeso, mas como já estava perto do QG da Marinha, e ali era meu destino, eu não precisava me preocupar muito com a segurança. Ah, porque eu estava indo para o QG? Para me alistar, lógico. Na marinha? Não. No governo mundial. Sim, eu seria um agente do governo. Porque? Porque a rede de informações do governo era a maior do mundo. Eles tinham agentes espalhados por todo o globo, e se tinha alguma coisa que eu poderia ganhar ali, era informações sobre o meu objetivo. Claro, ainda tinha a questão de segurança. Andar por ai sob a proteção do governo era certamente um mão na roda.

Iria então, assim que chegasse ao QG, tentar avistar algum soldado ou porteiro/segurança. Caso avistasse-o, andaria até sua direção, e faria a posição de ‘sentido’, juntando os pés e pernas, assim como meu braço e mão esquerda junto ao meu corpo, e em postura reta, colocaria minha mão direita reta em minha testa. Meu rosto era sério e eu tentaria olhar nos olhos do soldado/segurança, tentando demonstrar segurança no que estaria fazendo.
-Boa tarde, senhor! Eu gostaria de me alistar ao governo mundial! – Esperaria uma resposta e um comando para continuar agindo. Claro, se eu não achasse ninguém, eu iria continuar procurando, sem desistir. -Ei!! Tem alguém ai?? – Gritaria esperando por alguma resposta.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyTer 24 Jan 2017, 21:04

Veraneios


O dia de Akira começava com lembranças do seu passado. Lembranças de sua "mãe", da faculdade de Las Camp e de seu mestre ocupavam-lhe a mente enquanto caminhava pelas ruas daquela bonita ilha. Mesmo com lembranças tão rotineiras na mente, de nada rotineiro seria aquele dia. Seus pés desatentos causavam barulho enquanto o jovem passava pela cidade, mas felizmente o barulho do próprio barulho do ambiente de vez em vez subjugava suas passadas. Seus pensamentos como em um salto rumavam para outro lado de suas lembranças enquanto via seus objetivos em forma da grande estrutura da marinha erguida a sua frente.

Não, ele não iria se alistar na marinha como qualquer transuente desatento poderia pobremente supor. O governo era seus objetivo. Mas porque um jovem com tão grande entusiasmo quereria se juntar ao governo? Para manter a ordem? Para extinguir as chamas da revolução? Não, por céus, não. Seu olhar estava mais ao longe, e em um horizonte um tanto quanto inusitado. O jovem ingressaria no governo para tentar descobrir algo sobre o Século Perdido. Mas, não seria tal história um segredo dos líderes do governo que era altamente repreendido pelo mesmo? Porque tentar descobrir um segredo na própria instituição que a esconde? Isso, porém, só poderia ser respondido pelo próprio jovem, mas este não tinha mais tempo para responder essas perguntas, visto que adentrava no quartel general a procura de um meio de se juntar ao governo. Não muitos passos após sua entrada nos muros da fortaleza, uma figura esguia podia ser vista prostrada na entrada do edifício. Ao se aproximar, Akira pode perceber ser um marinheiro - Boa tarde, senhor! Eu gostaria de me alistar ao governo mundial! – Dizia o jovem em tom cordial e posição de sentido, e não tardava a receber sua resposta após um suspiro do mesmo - Nos precisávamos de gente assim na marinha. Bom, você pode se alistar para o governo na quinta sala do lado esquerdo - Dizia com o dedo apontando prédio adentro. Tão logo quanto recebeu a informação, o jovem seguiu ao destino indicado e adentrou na sala. Uma mulher na casa dos 30 estava sentada com uma mesa cheia de papelada a sua frente - Veio se alistar governo? Se sim, veio ao local certo. Preencha essa papelada aqui antes de te guiarmos - A tal "papelada" referia-se apenas a uma pequena ficha que requisitava o nome e idade de quem quer que escrevesse seguida de linhas vazias provavelmente destinadas para algum outro propósito, talvez anotações sobre o mesmo.
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyQua 25 Jan 2017, 12:17

Bom, finalmente ali estava. De frente para o QG da marinha. Apesar de ter vivido meus 19 anos de vida naquela ilha, o edifício ainda me era desconhecido. Para falar a verdade, nunca havia adentrado no local, até porque o governo e a marinha não eram meu real objetivo. Apenas um meio. Mas observador como era, tentava notar todos os detalhes do prédio. Era algo realmente magnífico.

Assim que cheguei, fiz uma cara séria. Não estava mais ali para brincadeira. Adentrei ao lugar, ainda observando os seus mínimos detalhes. Logo que avistei alguém, entrei em posição de sentido, e expeli por meus lábios, o meu mais simples desejo no momento: me alistar ao governo. A recepção do soldado ali presente foi ótima, totalmente respeitosa e sem um pingo de superioridade em seu tom de voz e em suas palavras.

-Hahaha! Aposto que tem muita gente melhor do que eu para se alistar na marinha. Pode ter certeza, mas obrigado – Com um sorriso meio tímido e de olhos fechados, respondi ao homem, e com uma pequena reverência a ele, como um pedido de licença, segui suas indicações para o local. Meu andar ali era como antes citei. Calmo, com passos leves, mas que infelizmente causavam um pouco de barulho. Continuamente, observava o lugar. Depois de 19 anos, finalmente estava conhecendo o QG da marinha de minha ilha natal, e meus olhos brilhavam como se tivesse ouvindo uma nova história, até porque, quantas pessoas já não haviam passado por onde eu pisava, quantas histórias incríveis haviam começado ali. Era realmente uma oportunidade única.

Falando a verdade, lembro que nesse dia, veio a minha mente a recordação da minha “mãe” entre aspas. Como disse antes, esta não era minha mãe biológica, já que esta havia falecido durante o meu parto. A minha “mãe” era uma simples vizinha que me adotou após o falecimento da minha verdadeira. Que esforço e coragem para fazer tal coisa, não? Afinal, vivendo sozinha e quase aos 80 anos de idade, que pessoa iria adotar uma criança para educar e ver esta crescer, não é mesmo? Sim, minha “mãe” era uma incrível mulher, e se eu sou o que sou hoje, grande parte eu devo a ela. Falar, andar, brincar, respeitar e quase todas as inúmeras virtudes que possuo, devo estritamente a ela. Acho que como dizem, mãe é quem cria, e talvez nesse momento, eu deva tirar finalmente as aspas, e torna-la a minha verdadeira mãe.

Mas voltando ao QG. Fui contando as portas para não errar e acabar abrindo a errada. Aproveitava para observar também o corredor e sua movimentação, os rostos das pessoas que ali transitavam, os mínimos detalhes do local. Na quinta entrada, dei um leve “toc, toc” na porta, e com calma fui entrando – Com licença – Empurrei a porta o suficiente para que eu pudesse entrar, e com leveza a fechei para que não fizesse barulho. Ali estava uma mulher, de aproximadamente 30 anos, não sei dizer ao certo, sentada numa cadeira. Esta, logo percebeu minha presença, e antes que eu pudesse falar alguma coisa, já me deu algumas ordens para que o alistamento fosse possível. Havia a frente dessa jovem senhora, uma mesa cheia de papéis, mas eram muitos papéis mesmo. Felizmente, não demorei a achar os que eu precisava preencher. Não lembro direito, se tinha uma cadeira para eu sentar, se lembrar falo depois, mas nesse momento, tentaria ser educado. Esticaria minha mão a tal moça, para tentar cumprimenta-la com um aperto de mãos, e me apresentando. – Boa tarde! Sou Ingstad! Muito prazer! Sim, realmente gostaria de me alistar no governo. A senhora, se assim posso lhe chamar, teria uma caneta? – Esperaria por sua resposta calmamente, tentaria também observar um pouco da sua expressão facial para saber como prosseguir com a conversa.

Caso me fosse dado, uma caneta ou lápis, eu tentaria sentar em uma cadeira perto da mesa, caso houvesse claro, e logo depois me apoiaria um pouco sobre a mesa e com a caneta/lápis, começaria a escrever o que ali pedisse. Se me lembro bem desse dia, a “papelada” só pedia nome e idade, e seguia de algumas linhas em branco, que fiquei me perguntando para que servia.

Claramente, se conseguisse completar meu nome e idade, com Ingstad Akira e 19 anos, respectivamente, sem demais problemas, perguntaria, somente se esta houvesse se mostrado calma e aberta a perguntas ( se essa tivesse sido rude no começo comigo, apenas entregaria o papel com nome e idade preenchidos), diria em tom calmo e respeitoso. – Com licença. Estas linhas em branco servem para quê? – Nesse caso, esperaria por uma resposta e tentaria preencher com o pedido caso houvesse necessidade.

Após preenchido o papel, com as linhas em branco deixadas do modo que estava ou não, entregaria o papel. – Aqui está! O que faço agora? – Meu tom era de respeito, e minha postura era reta, e de pernas e braços juntos ao corpo. Estaria ali me pondo como subordinado dela, afinal assim havia aprendido com meu mestre, a respeitar meus superiores. Esperaria por ordens para poder agir.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyQui 26 Jan 2017, 15:05

Primeiro Passo


Logo que recebia o papel, Akira percebia que não tinha caneta nem nada que pudesse usar para preencher – Boa tarde! Sou Ingstad! Muito prazer! Sim, realmente gostaria de me alistar no governo. A senhora, se assim posso lhe chamar, teria uma caneta? – A mulher então, abria uma gaveta, pegava uma caneta ao jovem - Aí está, não demore muito, até porque não tem muito mistério - E logo o aspirante a agente estava escrevendo suas informações sentado em uma cadeira na pequena sala.

Após escrever seu nome e idade, o jovem ficou observando intrigado as linhas em branco. A curiosidade estava batendo em sua porta, e logo o mesmo questionou sobre aquilo – Com licença. Estas linhas em branco servem para quê? – Dizia ele indicando as mesmas, de logo recebeu sua resposta - Essas linhas são destinadas ao seu avaliador. Ele vai anotar aí sei progresso para decidirmos se segue com os testes e se passa - Após uma última olhada na ficha, Akira entregou a mesma a agente – Aqui está! O que faço agora? – A mesma também olhava rapidamente a ficha e então se levantava - Agora você me segue - Dizia a moça enquanto saía da sala e adentrava no corredor esperando que o jovem a seguisse. Quando o fez, a mesma foi o guiando.

Enquanto a seguia, Akira pode dar uma melhor olhada nela, seus cabelos loiros estavam presos nun coque atras da cabeça e sua roupa parecia um terno e saia. Em pouco tempo os dois chegavam em uma sala maior com uma espécie de ringue no meio da mesma - Primeiro avaliaremos como você luta. Não se preocupe caso não vença. O que importa é que lute com tudo e receba a aprovação do avaliador. Falando nele - ela parava por um instante e acenava para um homem cochilando em uma cadeira na sala - Sasaki! Vou deixar esse daqui aos seus cuidados - Dizia a mesma acordando dele - Desculpe, desculpe... - dizia o mesmo acordando de supetão e vendo a moça sair da sala. O tal Sasaki então dava uma rápida olhada em Akira e se levantava - Olá, não sei se Jan te disseram, mas primeiro você será avaliado em um combate, boa sorte, e escolha uma arma que lhe seja confortável - Dizia o homem apontando para uma parede com algumas armas e indo para a estrutura no meio da sala que se parecia um ringue.
Off:
 

Sasaki:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptySex 27 Jan 2017, 15:26

Han? Aonde eu tinha parado a história mesmo? Ah, sim! Estava contando do momento em que estava me alistando, certo? Pois bem. Quando entrei naquela quinta sala, lembro de estar um pouco nervoso e tímido, por isso demorei um pouco para reparar no lugar. Assim que as papeladas me foram indicadas, dei uma breve olhada nelas até reparar que não tinha caneta para eu escrever. “Seria legal se pudesse escrever com uma pena. Nunca escrevi com uma hahah”, pensei com um leve sorriso no rosto, enquanto pegava a caneta da mão da jovem mulher.

Preencher a ficha foi a tarefa mais fácil que já fizera. Depois de anos passando por provas de faculdade super difíceis, e desafios de luta ainda piores, escrever duas linhas não eram nada. Ahh, agora me lembro. Sim, havia uma cadeira ali. Não lembro se era muito confortável, até porque não tive muito tempo para me acomodar e experimentar ela, já que em, digamos, cerca de 1 minuto, já havia preenchido a ficha, entregado ela, e já me levantava para a seguir a mulher para outro local.

Por sinal, aquelas linhas que eu havia comentado anteriormente, haviam me sido explicada pela moça. Eram para o próprio avaliador escrever sobre mim. “Espero que essas linhas recebam frases maravilhosas sobre a minha pessoa!”. Foi o que pensei quando recebi a informação vinda das bocas da mulher.

Voltando, logo saímos da sala. Com ela na frente, passei a reparar um pouco em seu corpo e fisionomia. Era uma loira muito bonita, com cabelos presos num coque, e trajada de uniformes verdadeiramente formais, terno e saia. Infelizmente, ela não parecia aquela pessoa que gostava muito de conversa, visto que sequer havia me dado o direito de saber seu nome. Mesmo assim, aquilo não me incomodava. Apesar de fazer amizades muito facilmente, já havia encontrado inúmeras pessoas que sequer haviam olhado na minha cara, e que me responderam como se fizessem pouco caso de mim. Lamentavelmente, ao viver nesse mundo, você irá encontrar todos os tipos de pessoas que imaginar. Todos mesmo.


- Primeiro avaliaremos como você luta. Não se preocupe caso não vença. O que importa é que lute com tudo e receba a aprovação do avaliador. Falando nele -  Foi o que ela disse assim que chegamos naquela outra sala. Esta, um pouco maior que a primeira, e talvez eu esteja sendo um pouco modesto nessa comparação, mas imaginem que a primeira sala era do tamanho da pequena área de um campo de futebol, enquanto a segunda já tinha a dimensão da grande área. Acho que assim dá para  se ter a noção da diferença de tamanho da salas.

O que chamava atenção naquele novo lugar também era a espécie de ringue que tinha no meio e também a enorme parede de armas que tinha ali. Nesse momento, não reparei muito nos detalhes da sala já que as conversas e apresentações rapidamente se sucediam, mas, talvez depois, conto os detalhes da situação.

A tal mulher acordava um certo garoto que ali dormia numa cadeira. Não, não dava para se chamar aquela pessoa de adulto à primeira vista. Mas assim que este levantou, e a mulher deixou a sala, deu para se perceber algumas coisas. Era um cara loiro, que utilizava óculos, e estava trajado assim como a última, terno. Acho que foi ali que eu comecei a perceber que teria que também usar terno para trabalhar para o governo, e aquilo seria muito desconfortável para um jovem que costumava vestir algumas roupas mais alargadas, e nunca usara terno e gravata, exceto na sua formatura. Continuando sobre o tal avaliador, diferente daquela que parecia estar nos 30, este parecia ser apenas alguns anos mais velhos que eu, mas como era meu superior, minha ideia de respeito não mudou, mesmo sua fisionomia não parecer merecer muito.

-Olá, não sei se Jan te disseram, mas primeiro você será avaliado em um combate, boa sorte, e escolha uma arma que lhe seja confortável – Apontava para a parede de armas.

Ali tinha todos os tipos de armas que você pode imaginar. Espadas, juutes, adagas, shurikens, soqueiras e todas as outras milhares de armas que existem. Como era de se esperar, e eu já citei, não havia nenhuma que eu já não houvesse testado e tentando utilizar. Felizmente, dentre elas, havia a minha favorita, o bastão. Logo que pusesse o olho nele, já correria até a parede e tentaria tirá-lo de lá. Pegando a arma, tentaria começar a tentar fazer acrobacias com ele, girando ele pela minha mão, passando de uma mão para a outra, pelas minhas costas, tentando demonstrar grande domínio sobre o instrumento. - Certo!! Hahah, faz quase uma semana que não toco em uma dessa. Espero não ter perdido o jeito –

E realmente fazia. O meu treinador havia deixado de me treinar fazia quase uma semana. Isso porque eu já tinha aprendido todo o básico da luta, e que o resto “deveria aprender por conta própria”, segundo próprias palavras dele.

Tentaria então andar até o centro do ringue, aonde Sazaki, que era o nome do cara  (desculpe por não ter mencionado antes), já me esperava. – Bom, acho que estou pronto, Sazaki-san, certo? – De um sorriso meio tímido no rosto, faria uma reverência ao homem para iniciar nossa luta, como fazem os mestres de artes marciais. Feita a reverência, me colocaria em posição de luta: de lado, com o pé esquerdo a frente, e o direito um pouco atrás, servindo como apoio, mas com os dois um pouco flexionados. O bastão eu segurava apenas com a mão direita, enquanto a mão esquerda ficava a frente com o indicador e o médio um pouco levantados, e o anelar e o mindinho um pouco fechados.

-Certo. Assim que me avisar, nós começamos! - Estava confiante. Depois de quase 10 anos treinando, minhas habilidades estavam ótimas, apesar de meu mestre ter me dito que eu só sabia o básico. Esperaria, então, o sinal do avaliador para começar o combate. Dado o sinal, eu começaria a andar um pouco para o lado tentando manter minha posição de combate e tentando observar as ações de meu oponente. Caso ele não viesse para cima após alguns segundos de observação, eu tentaria correr em sua direção, segurando o bastão com a mão direita, em seu centro. Chegando a aproximadamente uns 2 metros de distância dele, com segurança, tentaria dar um salto para a frente, deslizando a mão minha mão pelo bastão, e tentando segurá-lo a uns 5 centímetros de sua ponta. Caso tudo desse certo até esse momento, tentaria, então, acertar um golpe em diagonal de cima para baixo, e da esquerda para a direita, visando sua cabeça. Mesmo que esse último golpe fosse defendido, eu tentaria continuar o ataque, deslizando mais uma vez minha mão, mas dessa vez para a outra ponta, e, abaixando um pouco o bastão até mais ou menos a região de minha barriga, tentaria utilizar da palma da minha mão esquerda para empurrar a ponta do bastão, visando acertar uma estocada do estômago/peito de meu oponente. Depois da sequência de ataques, tentaria me afastar dele novamente, com dois pulos para trás, e tentando me colocar na mesma posição de luta já citada.

Para defesa, em qualquer momento da luta, eu tentaria utilizar meu bastão para defender golpes de espadas, chutes, defendendo o golpe ou utilizando-o para desviar o caminho do ataque. Para socos, ou ataques a longa distância, tentaria me desviar, me agachando ou desviando o corpo para o lado, ou até mesmo dando saltos para trás ou para lado para fugir dos golpes.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptySab 28 Jan 2017, 11:08

Choque De Bastões


Logo após ser indicado, o jovem seguiu para a vasta estate de armas. Como já era esperado, bastão foi a arma escolhida, não só porque era a arma na qual estava mais familiarizado, mas também uma das únicas duas que sabia usar direito. Akira aproveitava aquele momento com o bastão para testar suas habilidades prévias e ter certeza que não tinha perdido o jeito fazendo algumas manobras, e pareceu contente com o resultado - Certo!! Hahah, faz quase uma semana que não toco em uma dessa. Espero não ter perdido o jeito – E logo seguiu para o pseudo-ringue que não passava de um quadrado levemente mais elevado e em destaque do centro da sala. Logo em seguida, o agente imitava o jovem e pegava um bastão também antes de se dirigir ao ringue – Bom, acho que estou pronto, Sazaki-san, certo? - Quase, é Sasaki. Mas não espero que grave meu nome assim no primeiro encontro - dizia ele com a mão atras da cabeça e com um sorriso inocente no rosto - Pelo que vi na sua ficha, se é que tem como chamar aquilo de ficha, seu nome é Akira, certo? Espero que tenhamos uma boa luta - Dizia o mesmo retribuindo a reverência pre-combate que Akira fazia.

- Certo. Assim que me avisar, nós começamos! - E logo em seguida recebia o sinal de batalha iniciada. Seu oponente parecia não saber usar o bastão tão bem, já que sua postura era bem pobre em relação a de Akira, mas não era de se espantar após os 10 anos de treino do jovem. Vendo que Sasaki não iria atacar, ele tomou a dianteira e partiu para cima de seu oponente com uma invéstida e um salto. O jovem poderia ter prosseguido o ataque se não fosse por Sasaki no último instante começar a girar seu bastão e projetá-lo para frente. Por pouco Akira conseguiu se esquivar para a esquerda, e aproveitou a chance para tentar um golpe diagonal contra a cabeça de Sasaki, mas este terminou seu giro com o bastão defendendo o ataque a sua esquerda. Mesmo tendo o golpe bloqueado, Akira prosseguiu com um movimento maestral de seu bastão ao mudar sua mão de local e prosseguir com um golpe na barriga do mesmo. O agente tentou bloquear, mas não teve tempo e foi atingido, dando um passo para trás enquanto via Akira recuar.

Sasaki então saia da posição de combate - Acho que isso é o suficiente - Dizia antes de sair do ringue - Você tem habilidade, mas lhe falta força. Precisa treinar um pouco mais esse aspecto, me siga - E então pegava o papel com a ficha de Akira e saia da sala
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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyTer 31 Jan 2017, 20:12

Bom, acho que estou enrolando um pouco demais a história, né? Então, a partir de agora, vou contar somente a história dessa aventura em si, então preste a atenção para não perder nenhum detalhe, ouviu?

Ali estava eu e o tal Sasaki prestes a lutar. Por coincidência ele utilizava do mesmo tipo de arma que eu, um bastão. Ou talvez, ele simplesmente estava tentando evitar que a luta fosse em condições desiguais, e escolheu a mesma arma para que isso não acontecesse. Segurava firme meu bastão, enquanto olhava para ele, e lembrava de algumas boas lembranças de minhas lutas “Que nostalgia... Finalmente vou poder lutar de novo” Olhava, assim, confiante para o avaliador, enquanto apertava o bastão com a mão. – Bom, acho que estou pronto, Sazaki-san, certo? - Falava isso enquanto me colocava em posição de batalha:  de lado, com o pé esquerdo a frente, e o direito um pouco atrás, servindo como apoio, mas com os dois um pouco flexionados.

Dado a sinal para o início da luta, esperei um pouco para partir para cima. “Ele não vai vir? Então, acho que vou ter que começar isso” Depois de cerca  30 segundos apenas me movimentando para o lado, e observando meu oponente, corri. Não, não de medo, corri na direção dele, totalmente ligado em suas ações. Tão ligado, que foi por estar atento aos seus movimentos que consegui desviar de seu golpe com o bastão, que quase me pegou de surpresa. Durante este, eu olhava para o bastão com os dentes rangendo de medo e os olhos arregalados por ver o ataque passar de raspão pelo meu corpo. Por sorte, meu movimento para a esquerda me fez passar por sua defesa, e me deu confiança para realizar o meu golpe. Assim, pulei e tentei acertar o seu ombro com um golpe em diagonal de cima para baixo e da esquerda para a direita, mas que surpreendentemente foi defendido. “Oh... Ele defendeu?! E o que será que acha disso então?!”. Com um sorriso, e olhando em seus olhos, confiantemente, abaixei o bastão e o meu corpo rapidamente, e como se fosse dar uma tacada com um bastão de sinuca, empurrei o bastão com a minha mão esquerda, e lhe acertei uma bela de uma estocada no estômago. Recuei.

Gostei do golpe. Certamente, não tinha sido o meu mais forte golpe, e eu estava longe de ser tão bom quanto ele, mas, estava bom para um golpe de boas-vindas. – E então, o que achou? Da próxima vez, vou não vou pegar tão leve, viu? – Brincava um pouco só para ver a reação dele, o que certamente me surpreendeu mais que a defesa do meu golpe - Acho que isso é o suficiente – Ele saia do ringue, enquanto eu ficava sem entender nada, e desfazia minha posição de ataque esperando alguma explicação para aquilo. - Han?- Por quê a luta já acabara? O golpe havia sido tão forte assim, que ele não podia continuar? Duvido. Provavelmente era porque ele achava que já tinha visto minhas habilidades o suficiente, apesar de ainda não ter lutado com meus 100%. Eu estava certo. -Você tem habilidade, mas lhe falta força. Precisa treinar um pouco mais esse aspecto, me siga – Ele saia da sala, e assim como a mulher provavelmente iria me esperar lá fora para que eu o seguisse.

Primeiramente, desceria do ringue, que possui apenas um degrau, portanto não era tão alto. – Acho melhor guardar a arma né? Vai que depois levo uma bronca por ter ‘roubado’ uma arma – Assim, guardaria minha arma na parte onde a havia pego, e daria uma trotada para a saída da sala. Não lembro ao certo, se saí pela mesma porta que havia entrado ou se havia uma segunda, que dava acesso a outra parte do Quarte General. Então, abriria a porta, girando a maçaneta, e sairia para o corredor/outra sala, esperando ver o tal Sasaki.

A partir desse momento, haveria duas opções. Caso ele estivesse me esperando, ou no caso de ele não estar me esperando.

No primeiro, eu apenas o seguiria. -Certo. Vamos lá, então! – Andaria ao seu lado, no mesmo ritmo de passos dele, observando o local onde estivéssemos, o movimento, e a expressões de cada pessoa que passava por mim, tentando aprender e descobrir mais coisas sobre o QG e seus soldados. Para o segundo caso, eu, primeiramente, eu rapidamente olharia para todos os lados e procuraria ver se ele ainda estava em meu campo de visão. Se estivesse, eu simplesmente correria em sua direção, tentando alcançá-los, e também tentando tomar cuidado para não trombar em ninguém, tentando desviar para os lados, sempre que houvesse um perigo de esbarrão. E logo depois, faria o que já foi dito no primeiro caso. Porém, para a situação onde ele sequer estivesse em meu campo de visão, eu então tentaria andar para um dos possíveis caminhos ao sair da sala, e assim que encontrasse alguém, tentaria parar e perguntar – Com licença. O senhor (a), saberia me dizer onde está um dos avaliadores para ingresso no governo? O nome dele é Sasaki! – Seria cordial e respeitoso pois havia o perigo de eu acabar falando com uma pessoa muito superior a mim, e eu não estava a fim de oferecer uma má primeira impressão. Se me fosse dito as direções, tentaria segui-las da melhor forma possível, mas caso a pessoa não soubesse, continuaria andando na mesma direção, e procurando alguma pessoa que soubesse de sua localização
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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptyQua 01 Fev 2017, 16:56

Uma Questão De Força


De fato os movimentos de Akira haviam sido bons, e garças a eles, nem precisou prosseguir no teste de habilidades. Parecia ter sido uma aprovação fácil, mas as palavras de Sasaki sobre a força do golpe deixaram a desejar. Logo que o avaliador deixou o ringue, Akira o seguiu e tomou a sábia decisão de deixar o bastão lá – Acho melhor guardar a arma né? Vai que depois levo uma bronca por ter ‘roubado’ uma arma – Uma rápida e discreta risada pode ser ouvida vinda de Sasaki, antes do mesmo se pronunciar - Não precisava se preocupar. Enquanto estivesse acompanhado de um agente oficial, eu poderia te dar permissão para estar com o bastão.

Logo em seguida o jovem seguiu seu avaliador pelo mesma porta pela qual entrou na sala - Certo. Vamos lá, então! – Enquanto seguiam pelo corredor, Sasaki falava um pouco sobre a etapa seguinte - As pessoas que vem tentar entrar no governo, ou até na marinha, já que o sistema é parecido, normalmente tem algum ponto em que tem menos experiência ou são piores, principalmente no quesito combate. Assim, difícilmente barramos essas pessoas nessa etapa, mas sim damos uma oportunidade de botarem essas habilidades ao menos no padrão. No seu caso, a própria habilidade com o bastão normalmente lhe garante um bom ataque e defesa, países que gmas a força pura não deve ser deixada de lado, então você vai treinar um pouco esse lado - O avaliador terminava de dizer assim que os dois chegavam na frente de outra porta, essa ao qual ele abria e entrava junto de Akira.

Era uma sala com varios objetos de treino, desde esteiras e alças para musculação, até bonecos de couro e alvos para mira. Havia quase qualquer tipo de objeto de treino lá - Essa sala normalmente é usada pelos recrutas da marinha para treinar, mas eles não estão aqui, estão acho que não vão se importar. Bom, você tem duas horas para treinar sua força e/ou efetividade dela nos seus golpes. Depois disso, você vai usar o mesmo ataque que usou em mim naquele boneco de treino - Ele apontava para um dos pesados bonecos de couro apoiados no chão usando o bastão que Akira via que ele ainda carregava - E eu vou avaliar de houve progresso. Não acho que deve ser algo difícil, mas esforce-se.

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MensagemAssunto: Re: Chapter I: Going to the sea!!   Chapter I: Going to the sea!! EmptySex 03 Fev 2017, 19:46

Luta encerrada. Era isso que significava o tal avaliador sair do ringue e sair da sala. Infelizmente, eu ainda não havia mostrado todo o meu potencial em batalha, mas pelo que parecia, aqueles segundos de combate haviam sido o suficiente para Sasaki ver que minha habilidades eram boas, pelo que parecia.Também sai do ringue após aquilo, e por certo receio, resolvi guardar a arma. A risada rápida de sasaki, ainda que um pouco discreta, me fez me perguntar se eu havia feito alguma coisa errada ou idiota, e se minhas habilidades serem boas eram realmente o motivo de a luta ter parado. “Han?”

-Não precisava se preocupar. Enquanto estivesse acompanhado de um agente oficial, eu poderia te dar permissão para estar com o bastão. – Ouvindo aquilo, sai pela mesma porta que havia entrado, voltando ao tal corredor inicial. – Sério?- Minha cara era um pouco despreocupada, não que não estivesse surpreso, mas sim que eu estando com o bastão provavelmente não faria diferença- Bom, de qualquer jeito, já deixei o bastão lá.– Fechei a porta - Certo. Vamos lá, então! – E assim fomos. Não prestei muita atenção no movimento do corredor, se eu não me engano não tinha mudado muito desde a última vez que eu havia passado por ali, o que devia fazer uns 3 minutos só. Ao invés disso, escutei com atenção às palavras de Sasaki, que ainda carregava o seu bastão, apesar de eu ter deixado o meu, olhando em seu rosto, e no canto do olho, olhava para frente para não esbarrar em ninguém.

- As pessoas que vem tentar entrar no governo, ou até na marinha, já que o sistema é parecido, normalmente tem algum ponto em que tem menos experiência ou são piores, principalmente no quesito combate. Assim, dificilmente barramos essas pessoas nessa etapa, mas sim damos uma oportunidade de botarem essas habilidades ao menos no padrão. No seu caso, a própria habilidade com o bastão normalmente lhe garante um bom ataque e defesa, países que gmas a força pura não deve ser deixada de lado, então você vai treinar um pouco esse lado – Eram as palavras que eu escutava. – Desculpe, não entendi a última parte do que o senhor falou. Poderia repetir? – E esperava por sua resposta.

Logo em seguida, ele parava, e eu acabava por parar em seguida “Chegamos já?” Sasaki abria a porta, e eu entrava logo em seguida um pouco curioso com o novo local. -Eita! – Era uma palavra que saia assim que eu vi a sala. Era realmente um local de treino que eu nunca havia chegado perto antes. Os meus treinos de batalha sempre haviam sido utilizando golpes no ar, ou tendo um sparing com o meu mestre. Aqueles tipos de equipamentos, o máximo que eu já havia chegado perto era quando eu passara uma vez pelo QG com o meu mestre, eles estavam descarregando os equipamentos na marinha, e meu treinador acabara por me falar para o que serviam. – Nossa. Belos equipamentos essa sala tem, hein?!- Ainda estava surpreso e admirado, meu beiço de baixo ia um pouco para frente, enquanto de braços cruzados, eu balançava a cabeça e olhava a sala. - Essa sala normalmente é usada pelos recrutas da marinha para treinar, mas eles não estão aqui, estão acho que não vão se importar. Bom, você tem duas horas para treinar sua força e/ou efetividade dela nos seus golpes. Depois disso, você vai usar o mesmo ataque que usou em mim naquele boneco de treino – Utilizando o bastão, Sasaki apontava para um dos bonecos de couro que havia ali. Eu só observava.  - E eu vou avaliar de houve progresso. Não acho que deve ser algo difícil, mas esforce-se. – Eu descruzava os braços, e com a mão esquerda coçava um pouco a cabeça, como alguém que estava em uma situação um pouco complicada. – Ai ai! Fácil para alguém que já usou esses equipamentos até vai, mas eu nunca usei isso. Pelo menos me empreste o seu bastão, Sasaki-san. O meu, você viu, eu deixei na outra sala! – Esperaria por sua resposta.

Caso ele me desse o bastão eu faria o seguinte:

Spoiler:
 



Caso ele não me desse o bastão, minha única alternativa seria treinar com o que dava:

Spoiler:
 
Durante os descansos, tentaria respirar fundo para recuperar o fôlego e não perder tanta força. Se tivesse lugar para beber água, eu procuraria beber apenas entre os exercícios para que não pesasse tanto no corpo -Parece que estamos progredindo. Faz um tempinho que não treino tão intensivamente assim, Hehe - Diria passando a parte de trás da mão esquerda no meu rosto para limpar o suor.


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