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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A primeira aventura

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MensagemAssunto: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyDom 15 Jan 2017, 19:17

A primeira aventura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hikasuno. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyTer 24 Jan 2017, 16:11

Após deixar o passado para trás, viajei para Fernand Ice Land para viver uma vida tranquila, longe de tudo e de todos, mas a monotonia foi me deixando cada vez mais agoniado e impaciente. Eu precisava de aventuras, emoção, adrenalina. Sentia falta daquilo. O clima frio me forçava a não sair de casa, vivi como um presidiário e em todo esse tempo não cheguei a conhecer ninguém, nem vizinhos, nada. – Viver aqui está acabando comigo... Não posso seguir a vida nesta ilha... nesta miniatura de ilha. – Estava certo de que precisaria sair dali, mas como? Ainda não havia pensado em uma maneira e nem ao menos sabia o que faria a seguir, mas qualquer coisa era melhor do que aquilo.

- Nunca possui nada, não tenho pertences, nada aqui me fará falta! – Vesti minhas roupas, calcei os sapatos e deixei a residência levando comigo apenas 50.000 barries, tudo que havia sobrado desde a ultima missão, uma pequena economia para quando fosse tentar refazer minha vida e estava na hora. Ao sair de casa, caminharia em direção ao centro da ilha, o que não deveria ser muito longe dali, onde buscaria informações e pessoas que pudessem me ajudar a deixar a ilha. – Tudo que eu preciso é de uma arma e um barco para sair daqui, mas também não sei navegar. Uma carona talvez, será?

Eu viajava nos meus pensamentos seguiria adiante, não deixando de observar tudo a minha volta, todos os detalhes que julgasse importante para caso eu precisasse de um plano B. – Será que aqui tem um Rei? Um cara poderoso que controla toda a ilha? Alguém importante ou influente? Mas em um lugar tão pequeno... Devo tomar cuidado com o que falo ou faço por aqui. – Murmurava e pensava nas possibilidades. Como seguir adiante e deixar tudo pra trás, no que faria a seguir, em como faria e, por que estaria fazendo o que seja lá o que fosse fazer. Minha mente estava a mil na falha tentativa de fazer com que eu esquecesse o frio e parasse de tremer um pouco.

Por fim, colocaria os braços por baixo da camiseta e estregaria as mãos nos mesmos para me aquecer, até que finalmente encontrasse um estabelecimento aberto que pudesse me esquentar um pouco. – Foi burrice não trazer um casaco... maldito frio. - Quando finalmente encontrasse, se encontrasse, correria e adentraria o local, caso contrário continuaria diante até encontrar alguém e buscar informações quanto ao porto e onde pudesse conseguir uma arma descente para poder deixar a ilha. – Preciso aprender a me localizar aqui o quanto antes... tenho que aprender tudo sobre essa ilha no menor tempo possível!

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyQui 26 Jan 2017, 14:42

NARRAÇÃO



Era por volta do meio dia, mas a luz do sol não chegava ao solo em sua totalidade máxima, uma nevasca muito forte encobria toda a extensão da ilha, nevascas era comum nesse período do ano, mas essa era estranhamente mais longa do que o habitual. Tudo na ilha estava encoberto por neve, Fernand Ice Island não tinha esse nome atoa! Depois de semanas a nevasca começa a enfraquecer, algumas crianças olham pelas janelas de suas casas esperando o momento em que poderão ir para fora brincar, os mais velhos preocupados em arrumar alguma maneira de reabastecer suas casas com mantimentos. Não pensavam em outra coisa a não ser sair e caçar, afinal de contas essa era uma das principais atividades naquele vilarejo.

A atual residência de Mokuhyo Hikasuno, se encontra quase que no meio da ilha, durante todo esse tempo como residente de Fernand Ice, o jovem muito de vez em quando saia de sua casa por causa do intenso frio, saindo apenas para coisas pontuais como compra de mantimentos e higiênicos. Afinal de contas o vilarejo não tinha muito a oferecer, se deslocar para lá ainda mais se fosse feito no período de pico das nevascas, era como uma sentença de morte. No que se prontificou a sair de sua casa para ir em busca de aventuras, emoção e adrenalina, Hikasuno pela primeira vez em um longo período de tempo pôde notar em um casebre ao lado de sua casa um senhor sentado perto de sua janela observando enquanto tomava uma dose de rum com intuito de se esquentar. – Pode vim o frio que quiser, se eu tiver uma garrafa de rum não temerei frio algum!

A nevasca ia se enfraquecendo, mas ainda não era possível enxergar mais de dois metros, tudo que se via era neve e mais neve. O senhor vendo que já havia terminado de tomar sua dose de rum fixa sua visão naquela mansidão e começa a admirar. – Tenho que concordar que essa nevasca por mais forte que aparenta ser ainda promove uma visão delicada, é como se eu tivesse vendo um véu, é muito lindo! – Realmente a visão era linda! – Hic! Eita, parece que passei do ponto! Hahahahahahic! – Nesse momento surgiu algo no meio da nevasca, um vulto negro com forma humanoide, o senhor vendo aquilo ficou assustado. – Realmente passei do ponto, já estou vendo coisas! – Desesperadamente começava a esfregar os olhos e voltava a olhar para a mansidão branca, entretanto não viu mais nada. – Hahahahaha, melhor eu ir tirar uma soneca! Hic – O senhor não estava imaginando coisas, aquele vulto na verdade era um homem, mas quem seria louco de chegar ao ponto de andar no meio de uma nevasca?

Mesmo que a nevasca estivesse enfraquecendo não mudaria o fato de que era perigoso estar do lado de fora, Hikasuno buscava forças em seu interior para continuar caminhando e sair daquela situação. Colocou os braços por baixo da camiseta e esfregou suas mãos nos mesmos para ir se aquecendo enquanto ia para o centro de Fernand Ice, sorte que em cerca de 5~10 minutos já havia chegado ao seu destino. Ali naquela região tinha uma Cafeteria que estava lotada, uma Taverna com uns cinco gatos pingados, uma Loja de Casacos e uma Loja de Armas.  

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyQui 26 Jan 2017, 19:00

Em meio a toda aquela ‘tempestade’, cada passo dado era um novo desafio, meu sangue parecia congelar e o tempo parecia não passar, era um inferno congelante que não me fazia parar de tremer. – Qual o problema dessa ilha? Porque eu vim para cá afinal?! – Os minutos pareciam horas e meu corpo já não aguentava mais até que, por fim, pude notar as primeiras residências se aproximando, logo a frente uma cafeteria, uma taverna, uma loja de casacos e uma de armas. Meu primeiro pensamento foi correr para a loja de casacos e seguir para tomar um chocolate quente na cafeteria, mas a taverna poderia ter muito mais a me oferecer e a loja de armas então, poderia me deixar preparado para qualquer tipo de circunstancia que viesse a surgir. Era uma decisão difícil.

- Primeiro vem as necessidades básicas. Também não tenho muito dinheiro, não tenho o luxo conseguir tudo que desejo agora, mas dependendo da maneira com que eu tome as decisões, tudo pode ser adquirido. – Resolvi correr antes de me tornar um boneco de neve. Iria em direção à loja de armas e adentraria o recinto o mais rápido que pudesse e quem sabe ali dentro poderia me aquecer um pouco. Quando finalmente estivesse ali, observaria a loja e quem estivesse ali dentro, estaria atento a todos os tipos de detalhes sejam objetos ou pessoas, então buscaria algum vendedor e lhe procuraria por uma arma – Olá, estou a procura de uma espada de baixo valor, não tenho muito a oferecer e gostaria de ser breve – Eu olharia em seus olhos e aguardaria até que a espada estivesse em minha frente, para então pega-la e pagar o vendedor. Eu tentaria ao máximo agilizar o processo de compra para deixar o local e seguir a cafeteria. – Não sei porque vim aqui, será que preciso mesmo estar armado antes de ir a qualquer outro lugar? Estou em uma ilha pequena, todos devem se conhecer e viver em harmonia. Não sei se eu deveria mesmo me preocupar tanto assim com qualquer problema até deixar este bloco de gelo. – Mesmo tendo a impressão de que nada aconteceria, não pude evitar em adquirir algo para me sentir seguro. Todavia eu ainda precisava de recursos, sentia a necessidade de adquirir mais dinheiro para que pudesse deixar tudo para trás e conseguir uma vida de riquezas e conquistas, mas este processo ainda estava sendo elaborado em algum lugar na minha mente.

Após comprar a arma, iria em direção a cafeteria onde procuraria por chocolates e um local para me aquecer, onde provavelmente gastaria o que sobrou do meu dinheiro. Quando chegasse lá, adentraria o local vagarosamente, observando todos que estivessem ali e quem sabe, coletando informações de cada um quanto ao modo em que se comportavam e/ou falavam, qualquer coisa poderia ser-me útil. Então buscaria um local para me aquecer, se houvesse, e observaria até ser atendido ou sentisse a necessidade de tomar algo bem quente. – Isso vai ser interessante.

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptySex 27 Jan 2017, 02:51

NARRAÇÃO


Caminhando a passos largos, mas que ainda assim parecia como uma eternidade, Hikasuno ia se perdendo em seus próprios devaneios, questionava-se do por que da escolha de Fernand Ice como seu destino, mas no meio de todo o inferno congelante da ilha, ele não chegava a nenhuma conclusão, talvez com o desenrolar de sua aventura ele não chegue a uma resposta ou um final feliz?

Sabia que um cenário ideal seria correr para a loja de casacos, se agasalhar e depois ir para a cafeteria onde poderia saciar seu vicio em chocolates. Porém, era convicto na ideia de se armar e estar preparado para qualquer situação, por fim optava mesmo por correr até a loja de armas antes que congelasse de frio.

Adentrou, pôde perceber a simplicidade do ambiente, não muito grande, com seu interior de madeira rústica e um painel com os mais diversos tipos de armas atrás do balcão. No momento da entrada de Hikasuno, havia só dois clientes, um estava sendo atendido pelo atendente e o outro estava estudando as opções no painel, eram muitas, dentre elas, adagas, armas de fogo, escudos e o que mais interessava ao garoto, espadas. Em uma primeira conversa com o atendente logo que chegou sua vez, deixou claro que não tinha muito a oferecer e que não queria saber de olhar outras mercadorias senão a arma do seu estilo de combate, foi direto ao ponto, pediu por uma espada. Porém, no momento em que foi receber o produto, o atendente pareceu hesitar por um breve momento. – Me pergunto o porquê de uma criança tão nova, em uma ilha como Fernand Ice, tem interesse em uma espada que da quase o seu tamanho? – Falava em um tom irônico. – Ah! É lógico, deve ser para ajudar seu pai com a caça? Se é assim, vamos fazer negócios. – E então pegava o valor de 30.000 berries e acenava com as mãos enquanto o jovem se retirava.

Sentindo-se assegurado com sua nova aquisição e confiante de que deixara tudo para trás e irá conseguir uma nova vida, cheia de novas aventuras e riquezas, Hikasuno seguiu para a Cafeteria. Chegando lá, mais uma vez, um ambiente pequeno de madeira, com uma meia dúzia de mesas e uma lareira ao centro que contribuía para manter um ambiente aconchegante. O serviço era bom e havia boas opções de bolos, pastéis, empadas, refrigerantes, sucos, café, achocolatados e outras variedades de doces. Uma atendente que possuía um chapéu branco com a marca da cafeteria, de cabelo rosa preso em forma de laço, usando um vestido rosa com golas e um avental branco, vinha fazer o atendimento do garoto. – Acomodo-se, por favor, se ficar entrando e saindo de um lugar para o outro, mudando do clima frio para o quente, você pode ficar doente. O que vai querer?    

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptySex 27 Jan 2017, 14:54

Ao entrar na cafeteria pude perceber um local menor do que eu imaginava, mas com aproximadamente as mesmas dimensões da loja de armas, uma lareira bem localizada que aquecia o local e uma enorme variedade de doces e bebidas, o lugar ideal para comer e beber. – Nossa, que lugar incrível! Tem de tudo um pouco. Quem diria que existiria um lugar desses numa ilha dessas. Porque nunca vim aqui antes? – Procurei ficar o mais próximo possível da lareira e assim, relaxar os músculos e aproveitar a temperatura agradável. Até que finalmente uma jovem atendente com um vestido rosa e avental se aproxima para me atender.

Olhei para ela por alguns instantes até que pudesse memorizar seu rosto, abri um leve sorriso e falei sem demonstrar tanta confiança. – É... Obrigado pela sugestão... eu acho. MMmas eu preciso, eu preciso me aquecer um pouco! Está muito fffrio lá fora. – Eu parecia estar gaguejando, mas logo notava que o frio era a causa de tudo. – Que ambiente agradável. Eu poderia passar o resto da vida aqui.

Sem que ainda tivesse feito meu pedido, eu voltaria a atenção para as pessoas que frequentavam a cafeteria naquele momento enquanto aninharia ainda mais próximo do calor. – Não posso ficar aqui. Informações... é disso que preciso daqui. – Este foi o impulso que precisava para dar um salto e ir até a pessoa mais próxima de mim, onde iria abordá-la com alguns questionamentos. – Olá, senhor. Como faço para sair desta ilha? Pode me dizer onde e como consigo um barco? Alguém pra me tirar daqui? E, do que preciso para tal feito? – Com um sorriso simpático no rosto aguardaria por algo positivo, caso contrário iria até a próxima pessoa e faria o mesmo questionamento até que finalmente estivesse satisfeito com a resposta. Adquirir estas informações era essencial a partir de agora, eu precisava saber tudo de todos antes que pudesse fazer qualquer coisa e assim, acabaria não fazendo nada desnecessário que pudesse comprometer minha possível viagem.  

- Também preciso aprender a navegar... Mas será que encontrarei alguém aqui capaz de ensinar? – Tal pensamento surgiu de forma inesperada e acabou me fazendo refletir o assunto. – Quem sabe assim, não precisarei depender de ninguém, poderei ser apenas eu navegando pelo mundo afora e também não precisarei depender de ninguém para me levar onde eu quiser e quando eu quiser. Seria perfeito. Mas isso poderia me fazer perder muito tempo, embora seja extremamente viável. – Parecia uma grande ideia naquela situação, mas não fazia a menor ideia de por onde começar. Deveria passar mais tempo em uma ilha onde o frio congelaria até meus ossos? Entretanto deixa-la para trás era a maior prioridade no momento.

Após ter adquirido as respostas que buscava, iria até a atendente que me procurou e procuraria por barras de chocolate e um chocolate quente, contanto que não fosse mais caro do que o valor que eu possuía guardado. – Olá senhora. Quanto me custaria por algumas barras de chocolate e um chocolate quente? Ou qualquer coisa com chocolate. Só preciso de chocolate. Chocolate é vida! – Aguardaria até que as opções fossem apresentadas e escolheria as doces barras de chocolate. Por fim falaria baixinho, de forma que apenas ela escutasse. – Saberia me dizer... é... onde ou com quem posso aprender a navegar? – Tentaria parecer o mais simpático possível e quem sabe assim teria uma resposta agradável e intressante.

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyDom 29 Jan 2017, 20:06

NARRAÇÃO



O garoto se voltava a observar o interior do estabelecimento, queria descobrir quantos clientes frequentava a cafeteria. Um casal de idosos, uma mãe e seus três filhos e um grupo de três homens. O objetivo era conquistar algumas informações pontuais como, como sair da ilha e conseguir um barco e o que precisaria ser feito para obter esses recursos. Primeiramente foi até a mãe e seus filhos, ela tratava de um neném no momento da abordagem e respondeu negativamente com o balançar da cabeça, bastante solicito, Hikasuno prosseguiu para o casal. Abordou respeitosamente o idoso que estava com sua mulher. – HUUUM! Eu realmente gostaria de poder te responder, mas nunca sai dessa ilha, tampouco conseguir um barco, vou ficar te devendo essa, meu jovem. – Era negativa atrás de negativa, então ele seguiu questionar o grupo de homens.

– Vocês estão com medo?! Não entendem a gravidade da situação? – Falou um deles, que Hikasuno pôde identificar como uma espécie de líder, pela maneira como falava e toda a linguagem corporal.

– O que vamos conseguir fazer lá? Eles estavam muito mais perto que nós, uma hora dessas... – Disse um outro integrante. – Além disso, por que avisar eles? Deveríamos cuidar das nossas próprias vidas. Não é como se fôssemos amigos ou coisa parecida. – Disse outro. O líder ficou lívido naquele momento. Sua face avermelhou de repente e ele segurou para não falar o que passava pela cabeça. Alguns segundos depois respondeu. – Vocês não entendem, não é? Depois de Igloos vai ser Freya. E mesmo que não seja, ficaremos sem um monte de recursos que conseguimos com eles. – Respirou fundo, controlando a raiva. – Quem não estiver certo do que está fazendo pode voltar. Torçam para que nós sobrevivamos, voltemos e vocês passem o resto da vida com a vergonha dos covardes que são! Porque a outra hipótese é muito pior!

Uns trinta segundos de silêncio se fez. Os dois integrantes que estavam questionando engoliram seco. Foi nesse momento em que Hikasuno considerou ser sua brecha e resolveu abordar o grupo e um dos integrantes o escorraçou de maneira bruta. – Saia daqui garoto, não vê que atrapalha? Vá procurar a mamãe. – Ele pegava no braço esquerdo de Hikasuno e o jogava de bunda no chão.
   
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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptySeg 30 Jan 2017, 15:46

Nenhuma das pessoas entrevistadas parecia saber de algo relevante, até que por fim cheguei a um pequeno grupo de homens, onde tratavam de um assunto delicado e importante. Para não parecer desrespeitoso tive que esperar até que encontrasse uma brecha entre sua conversa para me intrometer com o rápido questionamento, todavia fui recebido como grosseria e intolerância de sua parte. Um dos homens, aparentemente nervoso me pegou pelo braço e me empurrou fazendo eu cair de bunda no chão. Olhei fixamente para seu rosto e memorizaria sua aparência de forma que pudesse reconhecer ele em qualquer circunstância, então levantaria lentamente e observaria mais uma vez o grupo. – Como desejar. – Respondi em um tom que eles pudessem ouvir.

- Interessante. Parece que estão com grandes problemas. – Por algum motivo isso me fez sorrir. Todavia, após estar de pé, voltaria minha atenção a balconista e seguiria até estar de encontro a ela. – Senhorita, como está seu dia? A cafeteria hoje parece bem movimentada. – A intenção era não demonstrar interesse em assuntos que não fossem da minha conta, portanto buscava um jeito de contornar a situação para benefício próprio. – Vejo que tem bastante coisa em vitrine. Isso deve atrair bastante gente. Gente de todos os tipos... Em todos os tipos de situações... afinal, aqui é um lugar para se alimentar e conversar sobre a vida, não é mesmo? Estou um tanto quanto curioso a esse respeito. – Então observaria sua reação e atentaria a resposta da moça. – Isso pode ser melhor do que imaginei.

Caso obtivesse uma resposta positiva quanto ao comentário citado, abaixaria um pouco mais o tom de voz e perguntaria a mesma de forma desinteressada, afinal estaria tentando não levantar suspeitas quanto a minhas verdadeiras intenções. – Aqueles homens ali atrás... Quem são eles? O que fazem da vida? Nunca os vi antes. – Voltaria então a posição anterior e finalizaria meu pedido. – E algumas barras de chocolate por favor. – Aguardaria com o braço esquerdo apoiado sobre o balcão até que meu pedido fosse atendido e observaria mais uma vez tudo que estivesse a minha volta apenas com um objetivo em mente, avaliar o grau de preocupação estampado no rosto daqueles homens. – Deve ser algo muito importante. Suas vidas devem correr perigo.

- E... mais uma coisa, se eu não estiver atrapalhando. – Falaria ao ter meu pedido atendido. – Poderia me dizer onde encontro alguém que entende sobre navegação? – Pegaria no bolso a quantia necessária para pagar pelo produto e guardaria o chocolate no bolso. – Tenho alguns assuntos importantes a tratar com esta pessoa. – Voltaria agora a atenção ao casal de idosos que aproveitava a companhia um do outro e abriria um leve sorriso por vê-los juntos em um local tão agradável quanto aquele estabelecimento. – Essa ilha... Fernand Ice Island... tão pequena, mas tão interessante... Preciso saber seus nomes.

Por fim aguardaria próximo ao balcão até que o grupo de homens deixasse o local e então segui-los-ia a distância tomando todo o cuidado possível para não ser notado, até que chegassem a seu destino final. A partir daí eu apenas observaria a quem iriam de encontro, aonde seria, quanto tempo ficariam ali e, quem saber me aproximar o suficiente para conseguir escutar sua conversa entre eles ou mais indivíduos.

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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyTer 31 Jan 2017, 15:08

NARRAÇÃO


Os demais companheiros do agressor ficaram surpresos com a ação de seu colega e temiam uma reação por parte do garoto, que por sua vez, mostrou mais uma vez um toque de educação e não revidou, levantou-se lentamente e com uma ultima analisada no grupo, retirou-se respeitando o pedido do homem. Hikasuno achava interessante a ideia de o grupo estar com dificuldades e esboçava um sorriso.

O jovem então se dirigiu até a atendente. – Estou bem! Na medida do possível, é verdade que nessa ilha não tem muitas oportunidades, então esta sendo mais um dia normal como qualquer outro. – Respondeu ante a pergunta de Hikasuno. – Sim, a cafeteria é um bom espaço onde as pessoas podem sair de suas vidas cotidianas monótonas, conversar com diferentes pessoas e ao mesmo tempo comer algo e se aconchegar. – Continuava. Vendo que o ritmo da conversa estava caminhando bem, Hikasuno abaixou o tom de sua voz e perguntou de forma desinteressada a respeito dos três homens, o objetivo era não demonstrar suas reais intenções. – Eles são um grupo de piratas que frequentam a ilha faz pouco tempo, ultimamente aqui tem sido um "ponto de encontro" para eles. – Respondeu. – E as barras de chocolates, como pedido. – Concluiu a atendente, entregando dois tabletes de chocolate para o garoto.

No que parecia que Hikasuno já estava satisfeito com suas respostas, ele agora questionava onde poderia encontrar alguém que soubesse ensiná-lo a arte da navegação. – Sim, sim, quando eu tenho que ir para Wars Island para abastecer o estoque da cafeteria, eu vou normalmente com o senhor Jeremias. Ele mora a uns 10-15 minutos daqui, na direção da qual você veio. – Por sinal, era o mesmo senhor que Hikasuno encontrara quando saia de casa. Então ela recebeu a quantia de dinheiro no valor de 60 berries, paga pelo produto. Porém, antes de sair da cafeteria, o garoto cumprimentou o casal de idosos em sinal de respeito com uma ultima olhada e um sorriso no rosto, e teve um aceno de cabeça positivo por parte do casal.

Hikasuno decidiu seguir o grupo, pelos seus próprios motivos. Andaram por algumas horas ainda, sempre se preocupando em manter a distância. Felizmente um chão de neve não faz muitos barulhos. O tempo ia passando e o sol começava a ficar cada vez mais forte no céu, apesar de ainda estar gelado. Finalmente se aproximaram de Igloos. O trio que estava sendo seguido também entraram em modo furtivo, tentando ver o que estava acontecendo na cidade antes de adentrarem. A vila tinha um punhado de casas espalhadas e um poço de água no meio. Hikasuno procurou uma posição vantajosa e olhou verificando que próximo ao poço tinha sido montada a base de uma grande fogueira. Alguns deles estavam cuidando de acender a fogueira, os outros estavam terminando de tomar conta da vila. Naqueles segundos que pôde observar, um grupo saiu de dentro de uma das casas, arrastando alguns homens pelos braços. Perto da fogueira, praticamente toda a população de Igloos estava ajoelhada em fila, com as mãos amarradas por cordas comuns. De frente para essa fila estava uma pilha de armas velhas. Do lado das armas, um grupo de três homens conversava. Do ângulo que estava não dava para ver seus rostos. Um deles estava tremendo de frio, apesar das roupas, o mesmo frio que Hikasuno sentia no momento.
   
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MensagemAssunto: Re: A primeira aventura   A primeira aventura EmptyTer 31 Jan 2017, 23:39

- Finalmente consegui meus chocolates. – Fiquei satisfeito ao adquirir duas barras do melhor doce já criado pelos humanos, mas antes que pudesse aproveitar seu sabor delicioso precisava completar meu objetivo. Quando percebi que os piratas deixavam a cafeteria e partiam em alguma direção não pude deixar de segui-los, e assim fiz por algum tempo enfrentando todo aquele frio, mas sem que os perdesse de vista por um só instante até que finalmente chegaram a seu destino.

Já estavam bem próximos a cidade quando algo inusitado aconteceu. Os piratas que eram seguidos por mim notaram algo anormal e passaram a observar o que acontecia logo a frente. Um grupo de desconhecidos estava saqueando a cidade, no centro havia a base de uma fogueira, o que me fez pensar bastante a respeito de tudo aquilo. – O que está acontecendo? Estão saqueando a cidade... Será que são companheiros daqueles homens da cafeteria? Hm... não tem como ser, pois eles também parecem confusos com a situação. Aquela fogueira e todas aquelas pessoas alinhadas serão executadas? Vão queimar elas? – Mais uma vez o frio me fazia tremer e, por algum motivo atrapalhava meu raciocínio, todavia era muito claro o que estava acontecendo.

Lentamente eu tentaria me aproximar, tomando distância dos piratas que havia seguido e do grupo que saqueava a cidade. – Nada disso me importa. Não preciso me meter nessa confusão, mas acho que vai ser interessante ficar aqui e observar. – Eu andaria furtivamente até encontrar um local afastado onde estivesse seguro de que não seria visto e, quem sabe um local próximo a uma ‘casa’ para que pudesse me aquecer de alguma forma, pois se ficasse ali por muito tempo certamente viraria um bloco de gelo.

Permaneceria atento e com uma das mãos na espada para caso precisasse sacá-la rápido caso houvesse algum imprevisto e, ainda com a visão no tumulto, observando o que acontecia, o que era saqueado e afins, tentaria não perder os piratas da cafeteria de vista, pois eles poderiam me levar ao porto. Caso notasse que tudo aquilo fosse demorar eu tentaria recuar e procurar uma casa, comércio ou Igloos e adentraria para me aquecer e, novamente buscaria por informações quanto a localização do porto para o(s) residente(s) do local.

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