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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Flagelo de Micqueot

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptySex 13 Jan 2017, 19:50

Relembrando a primeira mensagem :

O Flagelo de Micqueot

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Jurgen E. Rutherford e Escanor L. Sin. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kenway
Pirata
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 02:51

Post 15. Com Marinha Se Dialoga Na Ponta Do Revólver.
Spoiler:
 


Spoiler:
 
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não podia descrever como me sentia, talvez decepcionado por ter errado o tiro, triste por ser uma emboscada, empolgado por estar lutando ou feliz para caralho por ter marines logo abaixo de mim e eu estar armado para isso. Ah, mas não podia mesmo descrever o que sentia, pensamentos fervilhavam em minha cabeça sobre como seria quando começasse a atirar, a tropa havia acabado de chegar então provavelmente sequer sabiam de minha posição. Eu tinha apenas uma certeza no momento: Eu possuía uma bala com o nome de cada babaca dali gravado nelas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Coloquei-me de pé, suavemente pondo a garrafa de lado por um instante, sacando ambas as armas girando-as em meus dedos indicadores para em seguida segurá-las firmemente, olhando para baixo, mirando para baixo. Engatlihava e já preparava para disparar todas as 14 balas de cada um de meus revolveres. O show começaria, ali, finalmente. Meus disparos seriam consecutivos, tentando me manter concentrado à cada disparo contra os homens, focando primeiramente aqueles que tivessem armas de fogo para me precaver.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O show mal havia começado, apenas a abertura tinha sido feita, o que vinha a seguir seria ainda mais incrível, uma obra prima. Um salto pondo meu próprio corpo em risco, um pequeno pulo até onde eu acabara de realizar um tiroteio, mas possuía um objetivo digno: Saltar próximo à um rifle para pegá-lo já realizando a cambalhota para evitar danos maiores, algo simples que qualquer imbecil poderia fazer, afinal, é apenas flexionar os joelhos e saltar para frente, além disso, tinha corpos para usar para amortecer a queda. Com a arma em mãos dispararia em quem estivesse mais próximo a mim, não havia como errar desse jeito, em seguida recarregaria e o faria novamente, até abrir espaço para me locomover até outro ponto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em terra de caolho, quem tem olho leva chumbo. -diria, após saltar-
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]É óbvio que todo esse meu plano digno de aplausos poderia ser frustrante para mim caso os marinheiros não possuíssem tal arma de fogo, o que era bem improvável eu diria, mas, como dizia qualquer idiota precavido: Sempre tenha um plano C, pois dois não são o suficiente. Meu C seria simplesmente me esconder, me proteger, recarregar minhas armas e voltar a disparar. Mas é lógico que a estratégia da garrafa permaneceria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Defenderia-me de possíveis ataques com evasivas evitando o dano de qualquer ataque corpo-a-corpo que pudesse vir a acontecer, utilizaria do mosquete também para bloquear se necessário e até mesmo contra atacar, simplesmente utilizando-o para bater nos oponentes. Por fim, tomaria uma distância aceitável com o rifle e munição comigo para dar cobertura à quem precisasse. Tentaria ficar em um local onde pudesse ter cobertura para outras possíveis armas de fogo, mesmo que não fosse um ponto alto, mas de preferência que fosse.



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Histórico:
 

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Jinsang
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Jinsang

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 16:32

~Narração~



IT'S TIME!

Finalmente, o ápice da negociação e da estadia dos portadores do caos em Micqueot havia chegado. Com a entrada de dois sujeitos da marinha, e um grupo de tropas, a galerinha do hospício finalmente se deu conta de que a coisa tava preta. Muller havia assumido o controle da situação, velho esperto, deve-se admitir.

Parando para observar os dois recém chegados, o grupo observa que o sujeito dos nunchakus utiliza uma capa diferente da utilizada por Polyanna, com ombreiras douradas e um símbolo diferenciado na manga de sua camisa, enquanto o sujeito do bastão utiliza um modelo parecido com o utilizado pela tenente.

Jurgen havia iniciado uma investida em direção à Polyanna, mas desistiu de seu movimento para formular uma nova estratégia. O gigante se aproximou de Hynno, e disse -Escute aqui, não temos espaço para cometer mais erros, sugiro que vença logo esse homem do bastão se quiser ter mais chances de sair com vida.

Ignorando a fala do gigante, o lunático se levanta, com as pernas trêmulas por conta da pancada que recebeu, e grita com todo o seu fôlego. -ESTÁ ME OUVINDO, SUJEITO QUE RESGATOU A PUTA?! EU DEIXEI UM PRESENTE DENTRO DA POLLYANA. ESPERO QUE SEJA UM GAROTO E SE PAREÇA COM O PAI E ENTRE PARA A PIRATARIA, OUVIU?!

-Eu realmente espero que você não tenha feito isso que acabou de dizer. Stuart vai fazer questão de te executar da pior maneira possível, isso se ele não te torturar antes... -Disse o rapaz do bastão. Mas, quem era Stuart?

Muller, que já estava no beco entre os galpões 1 e 6, ouviu a frase do lunático, e se enfureceu. O velho estava prestes a gritar, quando um de seus guarda costas cai ensanguentado, com um tiro na nuca. O outro guarda costas logo trata de empurrar o velho para dentro do galpão, enquanto atira para trás, a esmo, tentando acertar algo que não havia visto. E no último disparo, o guarda costas acerta de raspão a bochecha direita do pequeno atirador, Doppio, que acaricia a ferida com seus dedos. O guarda costas então fecha a porta do galpão, deixando Doppio do lado de fora.

Hynno, do lado de fora do galpão, avança em direção ao sujeito do bastão, correndo em zigue zague, tentando se aproximar. O espadachim pensou que isso seria suficiente para que o seu oponente tivesse dificuldades para acertá-lo, mas isso não foi nenhum desafio. O marinheiro fez um movimento de varredura, esticando o braço para utilizar o máximo alcance de sua arma. O golpe acerta em cheio o rosto do espadachim, que recua alguns passos, com a mão no rosto, perdido com a tontura que o impacto lhe causou.

-Hahaha! Você aparentemente é o mais idiota desse grupo. Incendiou bares, mas ainda conseguiu apanhar de um barman... Pff... Até parece que um vermezinho como você me derrotará. -Disse o marinheiro. -Como é que vocês fizeram pra derrotar Polyanna, hein? -Zombou.

Aproveitando-se de sua posição estratégica, Arcangelo se levanta, pronto para atirar. Ele então inicia sua barragem de disparos, eliminando sete dos quinze homens que estavam abaixo de si. Ele então salta, do mezanino do galpão de onde estava, aterrisando próximo aos cadáveres que ele mesmo tinha tratado de banhar de sangue. Ele cai, e sente o próprio peso forçar seus joelhos, causando uma forte dor. Se não houvesse alivado a pressão saltando para frente, seus joelhos estariam em pedaços. Haviam sobrado dois atiradores da marinha, e eles atiram com seus rifles em direção à Arcangelo. O primeiro tiro passa zunindo abaixo da orelha do loiro, arrancando seu tapa olho. O segundo tiro, acerta em cheio o ombro esquerdo de Arcangelo, que é forçado a recuar. Ken corre rua abaixo, em direção a outros galpões, enquanto os marinheiros recarregam seus rifles.

De volta ao epicentro da batalha, Jurgen se limitava a discursar, tentando intimidar os marinheiros e Muller.

-Vocês são quem não entenderam a situação, EU sou aquele que irá tornar-se o governante supremo deste mundo, ninguém poderá me superar, ninguém! Mas parece que ainda desejam mesmo lutar comigo, então acho que vou mandar todos vocês para o inferno agora mesmo, para que nem mesmo deus possa salvá-los! -Bradou o gigante. -Serão liquidados agora mesmo pela minha lança, agora MORRAM!!! -Disse, avançando contra o marinheiro do bastão. Jurgen realizava estocadas velozes e poderosas, tentando acertar o tórax do marinheiro, mas o rapaz desviava os ataques com seu simples bastão.

-M u i t o... L e n t o... -Disse o marinheiro, ao acertar uma estocada em cheio no nariz de Jurgen, que começa a sangrar na mesma hora. O gigante leva uma das mãos ao rosto, sentindo a dor do golpe. -E você também! -Disse o marinheiro, realizando o mesmo movimento de Jurgen, fazendo Hynno suar, tentando bloquear seus ataques. Repetindo o comentário de antes, o marinheiro acerta um golpe vertical, acertando em cheio a cabeça do espadachim. -M u i t o... L e n t o... -Disse, calmamente.

Entrando noutro galpão, Arcangelo se limitava a correr e se esconder. Ainda não havia tido tempo para recarregar suas armas, e agora seus joelhos doíam por causa da tentativa falha de ser Badass, além de sentir pontadas em seu ombro atingido. O sangue escorria, manchando a camisa do caolho. Ouvindo o trote dos soldados procurando por suas madeixas loiras, o caolho aproveitou a brecha e abasteceu suas belezinhas com novíssimos cartuchos de munição. Logo, logo os canos de suas armas tornariam a se esquentar.

Enquanto isso, Hakuei e Uvo ainda lutavam arduamente contra seus oponentes marines. Uvogin começava a ganhar vantagem contra seu oponente, acertando poderosos socos no rosto e no tórax do marinheiro.

-MANDA MAIS QUE TÁ EASY PORRA!

Já Hakuei passava um aperto. Os cortes que o marinheiro espalhava por corpo começavam a arder, e ela se limitava a apenas defender-se. Ela se mantinha firme, mesmo em desvantagem, e seu oponente já começava a se cansar de sua ofensiva.

-Tá maluco? Eu não tô nem... -Desviou de um golpe. -Conseguindo lidar com esse aqui, imagina dois!

Doppio, abandonando sua posição elevada, iniciou sua perseguição. Ele foi até o galpão onde Muller, Polyanna e o sujeito dos nunchakus estavam, e começou a conversar com Muller.

-Que bom te ver, seu pilantrinha. Sabe, eu realmente não gostei do que fez aqui, mesmo que já esperasse isso. -Comentou. -Nós somos pacíficos, sabe? Mas... -Respirou. -Porra nenhuma, caralho. -E então respirou novamente, pronto para recitar seu lindo poema. -Conheça o gatilho desenfreado, filho do caralho da porra de uma puta de cu sujo buceta fedida cabelo escroto dente torto podre sua filha fede a merda e tu fede a jurema velha teu merda escroto da porra do caralho pega no meu pau eu nem sei mais ofensas pra usar aqui seu bosta do caralho vai se foder filho da puta. -A belíssima obra de arte fora somente uma apresentação para a verdadeira merda que ia sair daquele pequenino ser. Os dedinhos trêmulos de Doppio alcançaram o gatilho, e liberando toda a sua... energia, o atirador começou a disparar incessantemente. O que o rapaz não esperava, é que o guarda costas de Muller se jogasse na frente da rajada de projéteis, protegendo o velho dos disparos.

Doppio, então, olhando para o corpo morto do segurança, proferiu -Cê tá furado igual uma peneira hein seu fodido, fjohosabhuipfgbgspuaigbpui. Caralho até ri esquisito, que escroto porra. -Até que, então, notou a presença do rapaz do nunchaku, que estava um pouco mais atrás, perto da entrada principal do galpão. -Coé seu cara de cu fedido da porra, 'cê veio aqui pra acertar as contas?

E então, surgindo diante de seus olhos numa velocidade difícil de acompanhar, o marinheiro acerta um golpe ascendente bem no queixo do atirador, lançando-o para longe.

-Ouvi dizer que quando as pessoas morrem, elas veem uma luz, antes de tudo tornar-se escuro. -Disse o marinheiro. -Quando você morrer, pode voltar para me contar como foi? -Sorriu, e logo depois tornou a assumir uma postura séria. ESSE MALUCO TÁ PUTAÇO!

Porto:
 


Histórico Terry:
 

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 18:26


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O cara do bastão revelava um nome para o lunático, Stuart. Provavelmente não era o primeiro ou o segundo nome de Muller, poderia ser do sujeito que havia resgatado a tenente? De alguma maneira, mesmo falando no post, o cara acertava Hynno duas vezes e ainda zombava dele, sobre o fato dele ter apanhado para o barman, mas só tinha apanhado por causa dos ferimentos que os outros daquele bar havia causado nele antes do pirata chegar no bartender. Hynno então, botava sua mão no rosto, separando os dedos para deixar seus olhos a vista e então, começava a ativar Madness. Quando o tempo tivesse passado, o psicopata abaixaria a mão e começaria a sessão histérica com sua risada. Seus olhos estavam mais avermelhados do que o normal.

Avançaria na direção do marinheiro, retilineamente utilizando-se de sua aceleração e corrida. Quando estivesse próximo dele, tentaria um corte na diagonal no peito do boujutsu e caso ele bloqueasse, Hynno daria um giro completo, mas durante o giro posicionaria sua espada na horizontal e buscaria acertar o pescoço de seu inimigo no retorno e em seguida, se afastaria. Se o sujeito se esquivasse do ataque na diagonal de Hynno, o espadachim saltaria na direção que ele estivesse se esquivado e tentaria uma estocada na cabeça dele. Se na hora da estocada, o sujeito de bastão bloqueasse, Hynno se agacharia e ao mesmo tempo, iria dar um giro completo com sua espada na horizontal na direção dos joelhos dele. Funcionando ou não, Draguren tentaria se afastar rapidamente. Se o usuário do bastão se esquivasse da estocada para os lados, Hynno se impulsionaria na direção da esquiva e tentaria um corte rápido na horizontal no pescoço dele e em seguida, daria dois saltos para trás e assumiria uma posição defensiva.

Se ele se esquivasse da estocada, recuando ao invés de se esquivar para os lados, Hynno avançaria usando de sua corrida e aceleração e quando estivesse próximo, se agacharia e daria um giro, mas no final, antes de completar, botaria sua espada na diagonal, onde a lâmina estaria virada para o chão e com um salto na direção dele, tentaria um corte no peito, de baixo para cima e da esquerda para a direita. Se ele bloqueasse esse ataque com o bastão, o psicopata tentaria executar um giro para o mesmo lado que o ataque havia sido originado, para a esquerda e terminaria na direita, mas ao ter seu corpo para a direita, tentaria um na diagonal, de cima para baixo na cabeça dele e logo após se afastaria.

Caso o marinheiro contra-atacasse com um ataque em estocada com aquela arma dele, Hynno procuraria se esquivar, dando um salto para o lado e prosseguiria com o caso que estivesse executando. Se o contra-ataque fosse um na horizontal, Draguren procuraria se esquivar para o lado que o contra-ataque do marinheiro estivesse vindo, então, se o ataque viesse da direita para a esquerda, saltaria em diagonal para a esquerda, onde colocaria sua espada na frente para o caso de o salto não ser o suficiente, mas se fosse, prosseguiria com o caso que estivesse executando no momento. Caso o contra-ataque fosse na vertical, o pirata procuraria saltar na diagonal direita e durante o salto, Hynno procuraria desenhar um arco no ar, na direção do cotovelo do oponente, buscando na melhor das hipóteses, decepar aquela parte e na pior, faze-lo sangrar e então, após o ataque, o espadachim procuraria um golpe na horizontal, visando o pescoço do sujeito.

Se o boujutsu tentasse um contra-ataque na diagonal, da direita para a esquerda, Hynno procuraria rolar para a direita e após o rolamento, tentaria decepar o braço do bastão e em seguida, tentaria um corte na horizontal no rosto dele, na direção dos olhos para ser mais precisamente. Se o contra-ataque fosse da esquerda para a direita, faria a mesma coisa, mas o rolamento seria para a esquerda.

Com sua técnica ainda ativada e caso o cara do bastão estivesse morto, o psicopata pilharia rapidamente o morto, na busca de dinheiro e então, pegaria a sua bomba de fertilizante e procuraria naquele galpão do lado, se Muller e os outros estavam lá dentro, se sim, iria sorrir e diria para o meio gigante. – Se prepare, no meu sinal, você corre como nunca correu antes e pegue minha gaiola. Retiraria do bolso a caixa de fósforo e pegaria um palito e começaria a correr, segurando a bomba fertilizante na mão e a caixa de fósforo com o palito em outra, utilizaria de sua corrida e aceleração, para ir para o outro caminho, o caminho da fuga de Muller e seus seguranças, melhor ainda, se achasse Doppio por lá, atacando quem estivesse dentro daquele galpão, logo após a virada daquele local, onde poderia encontrar o garoto atirando contra eles, diria. – Se prepare para a maratona, Doppio.

Naquele momento, procuraria passar por trás de Doppio e naquele mesmo instante, procuraria acender o palito de fósforo e botaria naquela bomba de fertilizantes. O tempo estava contado, por isso, lançaria da melhor forma possível dentro daquele galpão. Não jogaria na direção de alguém, pois poderia chutar de volta ou algo do tipo. Por isso, lançaria em diagonal, onde não iria rolar um chute de revide e após o lançamento da bomba, utilizaria de sua corrida e aceleração e gritaria para Jurgen. – AGORA!  E então, correria como se não tivesse um amanhã para longe daquele galpão. Iria correr no máximo até a rua que de um lado tinha o galpão dois e do outro, o cinco.

Caso seja pego na explosão, sendo lançado para o chão, iria se recompor e se levantaria e começaria a rir com aquilo, havia dado certo, se estavam mortos, precisava conferir para ter certeza, mas não era estúpido de fazer isso, então, começava a rir e com a espada, procuraria recuar do local, se Uvogin e Hakuei precisassem de ajuda, iria na direção do oponente de Rise, pois sabia que o brutamontes era capaz de lidar com seus oponentes sozinho. Se eles tivessem de pé, mesmo após a explosão do galpão, Hynno procuraria um ataque na horizontal no pescoço do oponente da discípula de Jurgen e caso ele bloqueasse, daria um salto para trás e procuraria ficar em uma posição defensiva, pois Rise também poderia tentar algo contra o marinheiro ou contra Hynno. Iria botar sua espada na vertical, se atacasse-o na horizontal, além de dar um salto para trás para prevenir e caso o bloqueio seja um sucesso, o psicopata buscaria um giro de 360º e antes de terminar o giro, colocaria a espada na horizontal e visaria acertar o pescoço do oponente.

Se o ataque fosse na vertical, Draguren botaria sua espada na horizontal, além de saltar para os lados com sua espada na frente do corpo, para prevenir caso não conseguisse se esquivar a tempo. Se conseguisse a tempo, tentaria desenhar um arco na horizontal, na direção do pescoço do oponente. Se não conseguisse se esquivar e apenas bloqueasse, daria um salto para trás e em seguida, outro salto na diagonal direita e assim que pisasse no chão, tentaria um corte na horizontal, nos olhos dele e em seguida, se afastaria. Se o ataque fosse uma estocada, Hynno procuraria dar um salto para a direita e em seguida, um rolamento para a frente e após o término do rolamento, o pirata daria um salto e desenharia um arco na diagonal, no peito do oponente enquanto que durante o desenho, daria um pulo. Se fosse um na diagonal, apenas tentaria bloquear botando sua espada na direção contrária, enquanto que ao mesmo tempo, tentaria dar um salto para trás. Se tivesse êxito na esquiva, saltando para trás, o psicopata esperaria que a espada do cara já estivesse baixa e tentaria um corte na horizontal na mão do oponente. Se fosse um sucesso, avançaria com um dash para a frente e tentaria outra vez, um corte na horizontal no pescoço do marinheiro e em seguida, se afastaria. Se o corte na mão não fosse um sucesso, apenas ficaria na defensiva. Se não conseguisse se esquivar com o salto para trás e o bloqueio fosse um sucesso, Hynno procuraria girar para o lado da direção do ataque e então, tentaria um avanço com sua aceleração e então, tentaria uma estocada no pescoço do oponente e se fosse um sucesso, procuraria retirar a espada, segurando o cabo e fazendo um movimento para a direita.

Se então, após tudo o marinheiro estivesse morto, começaria a fazer cortes no pescoço do morto para fazer a cabeça dele se separar do corpo vazio e se fosse um sucesso, chutaria a cabeça. Se notasse que, para separar a cabeça dele fosse demorar ou exigir um esforço, desistiria de fazer aquilo e se aproximaria de Rise e diria. – De nada, gracinha.  Caso conseguisse separar a cabeça sem esforço e quando fosse chutar a cabeça do morto, notasse que se chutasse, poderia perder o equilíbrio ou cair, não chutaria e repetiria a mesma fala dita para Rise. Se eles tivessem sido pegos pela explosão ou então, pela distorção do ar após a explosão e os oponentes de Hakuei e Uvo estivessem no chão, não perderia o tempo e avançaria com corrida e aceleração até o que estava próximo da Rise e tentaria fincar sua espada na cabeça do oponente e se fosse um sucesso, aprofundaria mais a lâmina na cabeça do caído e então, retiraria puxando-a para cima e se fosse um sucesso, diria a mesma frase para Hakuei. Se o oponente de alguma maneira, no chão, conseguisse evitar o ataque fatal de Hynno rolando para o lado, procuraria dar um salto para trás, enquanto tentaria um ataque na diagonal para o lado que ele tivesse rolado. Se ele se levantasse, seguiria o plano da parte do psicopata avançar na direção dele após a explosão, executando todas as partes. A ofensiva, a defensiva e o contra-ataque.



Madness:
 

Ferimento:
 


Obs:
 

Objetivos:
 


Histórico:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 


Última edição por OverLord em Dom 07 Maio 2017, 23:58, editado 9 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 18:27

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22.

Massageei o queixo com a canhota; a destra mantinha Carnicería rente à altura dos meus olhos, mirando o homem defronte a mim. — Eu recuso. — Medo; esse sentimento corria pelas minhas veias à medida que os olhos avaliavam a capa do homem à minha frente. Era igual à de Charles Kim... O capitão do QG de Wars que devastou um exército sozinho. Meu cu piscou; se eu tivesse comido algo recentemente, eu teria me cagado todo. — Mas se você quiser, posso fazer você ir ver com os seus próprios olhos, ou... — Sem tirar a atenção do homem, me inclinei um pouco para visualizar Muller e Pollyana. — Eu deveria pedir para que um daqueles dois fizesse essa viagem por nós? — Me afastaria mais ainda, tentando estar sempre próximo de qualquer mobília ou objetos presentes no local. — Eu sou Doppio Pannacotta, capitão. — Me cagando ou não, meu orgulho era algo que não podia ser deixado de lado. Sorri. — Devemos começar? — Nesse instante e em qualquer anterior, manteria focado o olhar no próprio capitão; o objetivo era tentar acompanhar sua maldita velocidade nem que fosse um pouco para abrir brechas tanto para esquivas ou contra-ataques.

Avaliaria os arredores com astúcia, mantendo sempre a SMG pronta para disparar na direção do capitão. A mão esquerda pescou um cartucho no bolso traseiro e com um clique no dispositivo, o cartucho que já estava na arma se ejetaria; acoplaria o novo pente no lugar do antigo e pressionaria a trava novamente. Dedo indicador casado com o gatilho, sem apertá-lo. Madeixas negras sobre o rosto sem prejudicar a visão. Sangue na bochecha direita. Dor suportável. Calor. Suor. Seria isso ansiedade, medo ou um misto de ambos? Não sei dizer... Um calafrio percorreu minha espinha e a pele se arrepiou, eriçando todos os pelinhos finos e frágeis dos braços. Dentro da arma, estavam as munições com alto poder de perfuração. A mão esquerda nunca deixaria as costas; com um movimento do polegar, pus a arma em modo de disparo de rajada. Esse fodido do caralho não vai me matar, não mesmo. Inicialmente, manteria a defensiva, e usaria qualquer mobília (ou até mesmo caixotes, se houvesse algum) ao meu favor: usaria a força para empurrar com chutes alguns caixotes na direção do inimigo quando estivesse avançando, tentando obrigá-lo a saltar, destruir o caixote ou desviar a rota, e se ele realmente fizesse algo dos três, encontraria uma posição que um dos outros dois ocupantes do lugar estivesse diretamente atrás do capitão e dispararia uma única vez, liberando três projéteis na direção de sua coxa direita com intuito de atingir não só o membro, mas também o osso lá dentro e impossibilitá-lo de correr até mim; dado o poder de perfuração, caso atinjam e atravessem, ainda seguiriam na direção de Muller ou Pollyana, e se Stuart desviasse, também iriam na diretriz deles. Se Stuart saltasse para desviar de algun caixote e continuar avançando, dispararia contra ele no ar, liberando três projéteis na altura de seu peito, tentando atingí-lo ali e num dos ombros. O impacto das próprias balas poderia ser o suficiente para, no mínimo, retardar seu avanço e dar tempo para que eu me afaste mais um pouco, se esse for o caso, realmente me afastaria.

Caso houvessem pedaços de rejeitos no chão, como madeira ou até coisas metálicas e Stuart conseguisse avançar sem receber nenhum dano sequer, colocaria o pé esquerdo sob esses materiais e os "chutaria" para cima de encontro a qualquer ataque do inimigo; ainda assim, tentaria sair da rota do próprio ataque e também de qualquer estilhaço que fosse destacado do objeto usado para "barrar" o golpe, normalmente, me jogaria no chão e nesse movimento, colocaria a arma em modo de disparo contínuo, e faria questão de descarregar o restante do pente à queima roupa no marinheiro, nunca focando apenas um lugar: alternaria entre TODAS as partes de seu corpo para que fosse impossível bloquear com apenas sua arma, mas daria atenção especial ao braço armado e à mão que segurasse a nunchaku. A SMG ejetaria o cartucho vazio automaticamente, e assim que ela o fizesse, já estaria com o próximo em mãos e acoplaria-o no espaço do antigo. Caso Stuart fosse acertado e viesse a abrir sua guarda, saltaria para chegar o mais próximo possível à sua cabeça e desferiria uma coronhada com toda a força acima de sua orelha esquerda, buscando atordoá-lo.

Se obtivesse êxito em atordoá-lo, aproveitaria o tempo para olhar ao redor, se encontrasse algum mezanino dispararia contra os "pilares" para desestabilizá-lo, sempre mantendo um chave ainda inteiro para que não desabe. Em determinado momento, caso ouvisse Hynno, aceitaria algum golpe de Stuart que não visasse órgãos vitais. Caso a nunchaku viesse de encontro às laterais do corpo, levantaria o braço mais próximo do golpe e faria de tudo para aguentar o impacto e a dor do ataque. Contrairia os músculos finos da área alvejada e respiraria fundo e pesadamente, forçando os pés no chão e enlaçando um braço ao redor da nunchaku e do próprio pulso do capitão. Com a mão livre e ainda nas costas, agarraria a capa de Pollyana e jogaria-a sobre o rosto de Stuart para cegá-lo brevemente. É tudo ou nada nessa porra. Caso conseguisse, daria um tranco com todo o peso do corpo para trás para tentar desarmá-lo, e obtendo êxito ou não, tentaria empurrá-lo para baixo do mezanino (caso houvesse) e dispararia contra o pilar que havia deixado intacto, visando derrubar uma parte do mezanino sobre o capitão para tanto causar dano quanto ganhar tempo. Em seguida, tentaria abrir a porta normalmente, se não conseguisse, chutaria, socaria ou atiraria para tentar abrí-la; uma vez aberta, correria para fora novamente, sem fechá-la. — VAI CARALHOOOOOOOOOOOO!

Sempre buscaria evadir ataques: Empurraria qualquer parede próxima para usar a força resultante como impulso para me jogar para longe de algum ataque, além de me inclinar tanto para as laterais quanto para trás, sempre buscando uma oportunidade para disparar à queima roupa no capitão. Me abaixaria contra golpes acima do tronco, jogando o peso do corpo sobre as pernas sem dificuldade e sem forçar as juntas ou os ossos. Recuaria para trás contra estocadas, sempre mantendo a atenção com os arredores para não me chocar contra qualquer coisa que possa me desestabilizar. Giraria no próprio eixo, com os calcanhares, enquanto mudaria para uma posição que me tirasse do alcance de ataques. Repetiria tudo isso quantas vezes fosse necessário, e em todo momento buscaria brechas na guarda do capitão. Caso encontrasse, dispararia à queima roupa também. Caso algum aliado jogue algo para dentro do galpão, desviarei para que meu corpo não interfira no trajeto. Vencer esse doente no um contra um é impossível, ele deve ser mais forte que o próprio Kim, tenho que reagrupar.

Por fim...

Correria pra caralho pra longe do galpão e tomaria cuidado com qualquer inimigo ou ataque, correndo abaixado e evitando contato direto com aliados de Muller e da Marinha.

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 18:56

A batalha contra o marinheiro do bastão começara, surpreendentemente, Jurgen não conseguira acertar nenhum golpe no habilidoso marinheiro do bastão, e ainda recebera uma porretada no nariz, que o fizera sangrar pela primeira vez na batalha. Hynno também parecia não estar se saindo muito bem contra aquele inimigo, ainda não havia sinal de Doppio. O gigante havia presenciado a enorme velocidade que o marinheiro do bastão apresentara, porém achava ainda ser capaz de vencê-lo se lutasse junto, coordenando seus ataques com os de Hynno, porém ele não sabia se o piromaníaco tinha algum outro plano, assim, assumiu que ele resolveria lutar normalmente.

- Humpf! não se alegre por ter conseguido acertar um golpe ou dois, você ainda está a anos-luz de se equiparar ao nível do salvador deste mundo! eu ainda nem comecei a esquentar!

O gigante novamente assumiria sua postura de batalha, escudo erguido a frente do corpo, lança apontada na direção do inimigo, pernas flexionadas para dar maior estabilidade, e olhos atentos a qualquer ameaça vinda do marinheiro do bastão, ou dos capangas que ainda restavam. Dessa vez, Jurgen decidira por assumir uma postura de defesa e contra ataque, ele claramente era mais lento que o marinheiro, então achou que teria mais chances se bloqueasse os ataques dele, e respondesse com ferozes estocadas de contra ataque, afinal, bloqueio era a especialidade do gigante.

Jurgen manteria sua posição defensiva, caso ele recebesse algum ataque, seja ele de quem fosse, o gigante rapidamente daria seu melhor para bloquear o movimento com seu escudo improvisado, e após isso, conseguindo ou não, aproveitaria-se dessa pequena abertura para devolver o golpe contra seu oponente, na forma de ferozes estocadas rápidas e precisas, visando acertar o novamente o torso do inimigo, caso mais ataques venham, o lanceiro continuaria tentando defendê-los e contra atacar, sempre controlando sua respiração para extrair o máximo de efetividade em seus movimentos, se por acaso o escudo improvisado se quebre, pouco importaria para o gigante, ele continuaria fazendo todo o planejado, porém desta vez atacando e bloqueando usando a lança com duas mãos, faria isso até que vencesse seu oponente ou fosse impedido.

Se por acaso Hynno avisar a Jurgen para que ele corra no primeiro sinal, o gigante responderia.

- Não estou gostando disso, mas vou seguir esse seu plano maluco, se é que você tem algum.

Então, assim que o piromaníaco desse o sinal, o gigante correria o mais rápido que pudesse para longe do galpão, de preferência até a rua onde encontrava-se o galpão dois, então, ele aguardaria o que aconteceria em seguida, sempre pronto para bloquear qualquer golpe que viesse do nada, pois ele não achava que aquela era a última vez que eles veriam seus inimigos marinheiros.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyDom 02 Abr 2017, 19:40

Post 16. 「If You Want Blood (You've Got It)」





[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ombro sangrando… Joelhos doendo… E meu olho ruim exposto… Mas o que realmente importa é eu ter deitado sete dos marinheiros que estavam ali. Eu corria, em direção a um galpão, tentando acalmar-me e aliviar a dor através da coordenação de minha respiração, contava; um, inspirava, dois, expirava. Em um ritmo constante, enquanto corria para me proteger até que alcancei o galpão, fui até o meio do mesmo, “joguei” minha perna direita e a arrastei pelo chão para em seguida me por em uma posição favorável para atirar utilizando o rifle. Colocava a perna arrastada com o joelho dobrado e a sola no chão, e a outra perna entrava no vão que a primeira deixava, meu braço avariado apoiava na primeira perna e o outro apoiava a arma neste suporte improvisado. Não havia tempo para tratar minhas feridas, me esconder ou pensar em muita coisa. O movimento que acabar de realizar, deixou-me encarando por onde havia entrado, para que disparasse contra o primeiro infeliz que adentrasse o galpão, visando acertar pelo menos da cintura para cima.

Spoiler:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim que disparasse, acertando ou não, iria rebobinar a ação que realizei à pouco, ou seja, giraria meu eixo novamente me pondo de pé mais uma vez enquanto arremessaria o rifle contra o grupo de marinheiros criando uma distração para eu sacar meus revolveres e começar os disparos mais uma vez. Mirando primeiramente nos atiradores que sobrassem para em seguida disparar contra os com arma branca, sempre tentando me afastar, além de realizar evasivas como me fosse possível para evitar possíveis danos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se, de fato eliminasse à todos, daria um gole no vinho caso a garrafa estivesse comigo, logo após expondo a ferida em meu ombro e derramando quantidade do líquido na mesma, em seguida a cobrindo, amarrando tecido sobre ela, com o que encontrasse para fazê-lo, não havia equipamentos ou habilidades para realizar cirurgia ou algo do tipo, por ora isso deveria bastar.. Colocaria então a mão do braço intacto sobre meu olho ruim, esfregando-o levemente, estava obviamente fechado e a cicatriz exposta, estar sem o tapa-olho me incomodava. Por fim caminharia até os corpos, pilhando-os, procurando remédio, munição e armas diferentes das que tinha, como o mosquete que eu havia arremessado mais cedo. Pegaria o que me fosse útil, para terminar de beber o conteúdo da garrafa, caso sobrasse.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Filhos da puta... -diria calmamente-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por fim me colocaria novamente em um lugar onde poderia acompanhar o movimento dos oponentes e aliados, visando lhes dar cobertura com o rifle que acabara de adquirir, usando as outras armas caso necessário. Novamente não sabia o que sentir, se estava feliz pelos acontecimentos ou triste pelos ferimentos, mas pouco importa.



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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptySeg 03 Abr 2017, 22:17

~Narração~


~Ken~

Arcangelo estava ferido e acuado. Precisava se livrar dos malditos marinheiros antes de qualquer coisa. Quando uma pequena parte do grupo de marinheiros adentrou o galpão, o atirador sacou suas pistolas, e os eliminou sem dificuldades. O problema é que ter disparado com seu braço avariado fez a dor aumentar, e não era lá algo muito bom no momento. Contando os corpos caídos, o atirador percebeu que não havia eliminado todo o grupo. Teoricamente, ainda restavam quatro marinheiros vivos.

O caolho então vasculha os cadáveres a procura de itens, encontrando somente um mosquete e algumas munições. Se aproveitando da folga que o momento lhe proporcionava, Arcangelo dá uns goles na garrafa de bebida que carregava consigo, e derrama o resto da bebida na ferida, causando ardor. E então, finaliza com um curativo improvisado. Depois de alguns segundos, ouve um barulho vindo do outro lado do galpão. Poderia ser o resto do grupo de marinheiros. -Filhos da puta... -Disse, escondendo-se atrás de alguns caixotes.

~Doppio~

A velocidade do sujeito dos Nunchakus era incrível. Ele não havia dito nada até o presente momento, onde se mostrou ameaçador. Mas o caráter de Doppio não o permitia se rebaixar perante ao ligeiro marine. -Eu recuso. -Disse. -Mas se você quiser, posso fazer você ir ver com os seus próprios olhos, ou... Eu deveria pedir para que um daqueles dois fizesse essa viagem por nós? -Retribuiu a ameaça, sacando Carnicería. Doppio se movia para mais perto das pilhas e pilhas de caixotes próximos a ele.

-Você tem muita convicção para alguém de seu tamanho, garoto. -Disse o marinheiro, sério. -Tenho certeza de que você não faz a mínima ideia de quem sou, forasteiro. Sou Stuart, Capitão do Q.G. de Micqueot.

-Eu sou Doppio Pannacotta, capitão. -Disse, com o cuzinho tão fechado que não passava nem haki da observação. -Devemos começar? -Provocou.

-Sem dúvida alguma, moleque. -Disse o capitão, avançando em alta velocidade até Doppio. No susto, o pequeno atirador puxou um dos caixotes para baixo, realizando uma reação em cadeia, derrubando uma das torres de caixotes. Isso bloqueou a passagem por terra, mas não impediu que Stuart saltasse por cima dos caixotes, em alta velocidade. Doppio então ajustou sua mira, e disparou contra o capitão, que com um movimento de sua arma, dispersou as três balas. Quando o capitão aterrissou, Doppio descarregou o pente mas com sua velocidade, Stuart desviou dos tiros, fazendo com que o atirador somente destruisse muitos dos caixotes caídos.

Doppio ainda não havia sido realmente machucado porque sua visão aguçada o salvava, mesmo que pouco, da velocidade do capitão. Sempre antes de sumir em sua alta velocidade, Doppio podia notar o capitão repetindo um movimento com as pernas antes de sumir, como se chutasse o chão. Era dificil de notar, e não era lá algo muito preciso, mas era o que Doppio havia conseguido perceber.

Recarregando sua arma, Doppio permaneceu correndo pelo labirinto de caixotes, evitando o máximo de contato com Stuart. Em certo momento, o capitão conseguiu alcançar Doppio, que puxou uma caixa para bloquear o caminho de Stuart. O marinheiro destruiu a caixa sem dificuldade alguma, mas a ação de Doppio fez com que pilhas de caixas caíssem sobre o marine. O pequeno atirador então correu para longe do galpão, querendo se juntar a seus companheiros.

~Terry, Over~

A destreza do rapaz do bastão era algo que não podia se ignorar. Ele conseguia segurar o gigante e o lunático sem dificuldade alguma até o momento, e dava trabalho para os dois, acertando golpes desnorteadores.

-Humpf! não se alegre por ter conseguido acertar um golpe ou dois, você ainda está a anos-luz de se equiparar ao nível do salvador deste mundo! eu ainda nem comecei a esquentar!

-Hm, ata po! -Disse o homem, antes de acertar um rápido golpe no rosto de Jurgen, tão rápido que o gigante não teve chance de reagir. -Você acha mesmo, que eu, Monk, tenente da marinha, não tenho capacidade pra acabar com vocês dois? HAHAHA! -Riu. -Vamos ver o que vocês tem!

O comentário de Jurgen deu tempo para o lunático ativar sua técnica, Madness. Hynno, com os olhos avermelhados, avança em direção à Monk, realizando um corte diagonal. O marinheiro bloqueia, mas o seu bastão é partido ao meio por conta da precisão do corte. O lunático então gira seu corpo, tentando cortar o pescoço do tenente, mas Monk se abaixa, e utilizando os dois pedaços do bastão quebrado, acerta as laterais dos joelhos de Hynno, fazendo com que as pernas do lunático se choquem. Ele então salta, e com uma cambalhota no ar, bate com os dois bastões improvisados nos ombros de Hynno, fazendo-o cair de joelhos. -Fica frio aí! -Exclamou ao deixar o espadachim no chão.

Jurgen então se aproxima, realizando violentas estocadas, e o tenente tenta bloquear. Ele desvia alguns dos golpes, mas é ainda mais difícil bloquear os ataques de Jurgen sem seu bastão inteiro. O marinheiro então percebe que ficar na defensiva contra o gigante não vai funcionar. Ele se aproxima ainda mais do gigante, e começa a atacá-lo violentamente com os dois bastões, mas Jurgen demonstra sua habilidade de escudista, bloqueando os ataques do marinheiro.

Hynno se levanta, e se aproveitando da distração do marinheiro, avança pelas costas, em posição de estocada. No último segundo, o tenente percebe e se esquiva. E utilizando seus bastões, empurra Hynno, fazendo com que o espadachim finque a sua espada no escudo de Jurgen. Ele aproveita que a espada de Hynno está fincada, e a chuta, fazendo com que o escudo se parta ao meio. -Agora sim a gente pode lutar de igual pra igual, nada de frescuras!

Enquanto isso, Uvogin finalizava seu inimigo e começava a ajudar Hakuei com seu oponente. Os dois logo começavam a vencer a batalha, mas ainda era difícil para Uvo avançar contra um oponente armado.


Histórico Terry:
 

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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyTer 04 Abr 2017, 00:03

A batalha continuava com total ferocidade, Hynno havia conseguido quebrar no meio o bastão de Monk, coisa que provavelmente limitara sua capacidade de combate, mas ainda assim Jurgen não estava pronto a relaxar, ele havia perdido seu escudo, e a situação daquela batalha era curiosamente nostálgica para o gigante, alguns momentos atrás no dia, ele estava lembrando-se de sua luta contra o Mestre Koryuu, um outro praticante de Bojutsu que quase derrotara o lanceiro e o fizera reaprender a usar-se do conjunto de lança e escudo, agora, Jurgen novamente lutava contra um poderoso usuário de bastões sem poder contar com suas habilidades de escudista.

''Parece que seu bojutsu veio me assombrar mesmo depois de sua morte não é, Koryuu? só não pense que desta vez eu serei derrotado, eu jamais serei!''

Hynno demonstrava mais habilidades do que o gigante antecipara, com a ajuda do espadachim, a dupla com certeza poderia vencer aquele inimigo, Jurgen havia perdido seu escudo mas não seu espírito de luta, ainda tinha sua lança e isso com certeza seria suficiente naquele momento, tinha que ser, o lanceiro logo voltaria sua atenção para o tenente e falaria:

- Você já perdeu sua arma, e a troco disso levou somente meu escudo, achei que por ser um tenente da marinha; você seria um pouco mais habilidoso, não passa de mais um verme inútil que existe apenas para ser pisado por mim!

Feito isso, Jurgen assumiria sua postura de combate apenas com a lança, flexionaria bem seus joelhos, seguraria a lança utilizando as duas mãos e apontaria a ponta da arma na direção do seu inimigo, após isso, avançaria furiosamente em uma carga sanguinária para cima do marinheiro, pronto para lutar como nunca antes havia feito na vida pois aquele desafio era o maior que o gigante já havia enfrentado, e ele não estava a fim de ser parado tão longe de concluir seu objetivo. Ao chegar próximo de Monk, Jurgen realizaria uma poderosa estocada utilizando toda a sua força e precisão; mirando o torso do marinheiro, já antecipando uma esquiva, o gigante sorriria maliciosamente e da mesma posição que a lança estava, realizaria uma golpe em arco para o lado em que o tenente havia feito a esquiva, devido ao seu alcance e ao fato de não ter feito um golpe daqueles até o presente momento na luta, o lanceiro calcularia que aquele movimento tinha poucas chances de falhar.

Caso o tenente esquive-se ou bloqueie aquele movimento de alguma forma, Jurgen não desistiria de sua ofensiva e continuaria atacando-o com estocadas furiosas mirando sempre no torso do inimigo, e ignoraria qualquer golpe que o acertasse, ele não tinha muitas opções de como bloquear apenas com a lança então daria o seu melhor para ignorar os danos pelo presente momento, e focar-se apenas em machucar seu oponente o máximo que pudesse.

Se Hynno juntar-se a luta e utilizar qualquer tipo de técnica ou de ataque normal que acerte o tenente, Jurgen assumiria uma postura oportunista, ao menor sinal de um movimento poderoso do piromaníaco que pudesse acertar o marinheiro, o gigante partiria para cima do inimigo pelo lado oposto, brandindo a lança furiosamente e gritando para intimidar Monk, então desferiria vários golpes oportunistas, estocadas e golpes em arco, com o objetivo de assegurar o acerto dos golpes ou técnicas de Hynno, ou caso ela já tivesse acertado, extrair mais dano do inimigo

Caso o marinheiro fosse vencido mas não morto, Jurgen falaria:

- Humpf! está é a força dos tenentes da marinha? não passa de mais um inseto. - e cuspiria no inimigo. - Você nunca teve nem mesmo a menor das chances de me vencer, espero que esta derrota o persiga para sempre nas profundezas do inferno. - e então tentaria finalizá-lo com uma estocada de lança.

Caso ele fosse morto por Hynno, o gigante não falaria nada e voltaria suas atenções para o resto dos acontecimentos ao seu redor. Se por acaso o piromaníaco der ao gigante um sinal para correr ele falaria:

- Não estou gostando disso, mas vou seguir o que diz dessa vez.

E então quando o sinal visse, o gigante correria o mais longe possível do galpão, de preferência até o galpão 2, e então aguardaria.


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyQua 05 Abr 2017, 01:23

Post 17. Over The Gun





[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fechava meu olho, aquele único que eu ainda possuía bom, respirava fundo apenas para me preparar para o que viria a seguir, que para ser sincero, nem seu sei. Ponderava as possibilidades referentes à minha situação, meu braço estava doendo ainda mais por ter disparado utilizando o mesmo, mas valeu a pena… Eu acho… Enfim, não poderia utilizá-lo, seria eu capaz de utilizar o mosquete apoiado na caixa que usava como cobertura? De certo aquela arma possuía mais poder de fogo que meu revólver, teria que trocar logo em seguida para o revólver sem perder tempo, não duvido que consiga, afinal, minha habilidade com armas de fogo é acima da média creio eu. Enfim, era o que eu faria se me fosse possível.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O plano era simples, isto é, apoiar o rifle na caixa e disparar contra o primeiro marinheiro que visse, mirando da cintura para cima, em seguida pegaria o revólver com esta mesma mão, a direita, revólver este que estaria em minha mão esquerda enquanto o outro guardado em meu coldre, pegaria-a apenas se necessário, para também descarregar contra os homens. Acho que essa seria minha cartada final, pelo menos em minha cabeça havia sobrado quatro, se houvessem mais não seria problema, o processo seria o mesmo, me escondendo em outras coberturas se necessário, a não ser que surgisse algum imprevisto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Espero que aqueles idiotas estejam se fodendo tanto quanto eu, ou eu vou ficar no mínimo decepcionado. Ao menos isso servirá para aumentar minha recompensa, que nem eu sei ainda em quanto tá. -pensava, enquanto batalhava ou não contra os marinheiros-

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para defesa utilizaria o padrão do atirador, mantendo sempre o ambiente ao meu favor, empurrando caixas mais leves para impedir a rota dos de corpo a corpo e obstruir a visão dos inimigos a distância e me escondendo para me precaver de possíveis projéteis, além de é claro, esquivando de ataques corpo a corpo utilizando do bloqueio caso necessário, sempre evitando forçar demais meu braço ferido para evitar que o sangramento e a piore.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se, de fato eliminasse à todos, posicionar-me-ia em um ponto onde pudesse saber como estava sendo a situação para o restante do bando, visando os cobrir se precisassem, atiraria sem hesitar se obtivesse visão de Muller ou Pollyana, aqueles desgraçados precisam pagar pela emboscada. Aproximaria-me deles porem se já estivessem seguros, me mantendo sempre atento aos perigos ao meu redor. Um sorriso estaria estampado em meu rosto nesse momento, me agradava vencer tantos oponentes de uma vez, era o primeiro passo para me tornar forte como meu pai era, antes de partir.



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Última edição por Kenway em Sex 07 Abr 2017, 03:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptyQui 06 Abr 2017, 01:35


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Havia conseguido cortar ao meio o bastão do tenente Monk, mas ele ainda estava convicto e conseguia bater na dupla de piratas, até mesmo fazia a espada do lunático quebrar o escudo improvisado de Jurgen. O psicopata então, recuperaria sua espada e começaria a ver o que faria, mas uma coisa era certa. Monk não sairia com vida, pelo menos era o que o pirata queria. Jurgen parecia tomar a dianteira e aproveitaria aquilo. O plano psicótico estava na estaca zero. Precisava acabar com o cara dos nunchakus e com o tal Stuart, que Monk havia citado, mas primeiro, teria que acabar com aquele tenente. Primeiro passo: Bloody Hell.

Esse era o plano. Bloody Hell, precisaria acabar com ele, para prosseguir o plano que seria elaborado quando a morte de Monk já fosse eminente. Executaria então sua técnica: Bloody Hell. Se estivesse no alcance, se não, esperaria entrar no alcance para então, executar sua técnica. O corte seria feito no peito do oponente. Se a técnica fosse um sucesso e Monk tivesse sido acertado, deixaria que Jurgen acabasse com ele e se o meio gigante não conseguisse, avançaria com sua corrida e aceleração e tentaria um corte em diagonal na cabeça de Monk. Se o meio gigante conseguisse finalizar com o tenente após Bloody Hell, o lunático então, embainharia a espada e olharia rapidamente para a gaiola e com uma ideia veio à mente. Pegaria a sua bomba de fertilizante e procuraria naquele galpão do lado, se Muller e os outros estavam lá dentro, se sim, iria sorrir e diria para o meio gigante. – Se prepare, no meu sinal, você corre como nunca correu antes e pegue minha gaiola.

Retiraria do bolso a caixa de fósforo e pegaria um palito e começaria a correr, segurando a bomba fertilizante na mão e a caixa de fósforo com o palito em outra, utilizaria de sua corrida e aceleração, para ir para o outro caminho, o caminho da fuga de Muller e seus seguranças, melhor ainda, se achasse Doppio por lá, atacando quem estivesse dentro daquele galpão, logo após a virada daquele local, onde poderia encontrar o garoto atirando contra eles, diria. – Se prepare para a maratona, Doppio.

Naquele momento, procuraria passar por trás de Doppio e naquele mesmo instante, procuraria acender o palito de fósforo e botaria naquela bomba de fertilizantes. O tempo estava contado, por isso, lançaria da melhor forma possível dentro daquele galpão. Não jogaria na direção de alguém, pois poderia chutar de volta ou algo do tipo. Por isso, lançaria em diagonal, onde não iria rolar um chute de revide e após o lançamento da bomba, utilizaria de sua corrida e aceleração e gritaria para Jurgen. – AGORA!  E então, correria como se não tivesse um amanhã para longe daquele galpão. Iria correr no máximo até a rua que de um lado tinha o galpão dois e do outro, o cinco.

Caso seja pego na explosão, sendo lançado para o chão, iria se recompor e se levantaria e começaria a rir com aquilo, havia dado certo, se estavam mortos, precisava conferir para ter certeza, mas não era estúpido de fazer isso, então, começava a rir e com a espada, procuraria recuar do local, se Uvogin e Hakuei precisassem de ajuda, iria na direção do oponente de Rise, pois sabia que o brutamontes era capaz de lidar com seus oponentes sozinho. Se eles tivessem de pé, mesmo após a explosão do galpão, Hynno procuraria um ataque na horizontal no pescoço do oponente da discípula de Jurgen e caso ele bloqueasse, daria um salto para trás e procuraria ficar em uma posição defensiva, pois Rise também poderia tentar algo contra o marinheiro ou contra Hynno. Iria botar sua espada na vertical, se atacasse-o na horizontal, além de dar um salto para trás para prevenir e caso o bloqueio seja um sucesso, o psicopata buscaria um giro de 360º e antes de terminar o giro, colocaria a espada na horizontal e visaria acertar o pescoço do oponente.

Se o ataque fosse na vertical, Draguren botaria sua espada na horizontal, além de saltar para os lados com sua espada na frente do corpo, para prevenir caso não conseguisse se esquivar a tempo. Se conseguisse a tempo, tentaria desenhar um arco na horizontal, na direção do pescoço do oponente. Se não conseguisse se esquivar e apenas bloqueasse, daria um salto para trás e em seguida, outro salto na diagonal direita e assim que pisasse no chão, tentaria um corte na horizontal, nos olhos dele e em seguida, se afastaria. Se o ataque fosse uma estocada, Hynno procuraria dar um salto para a direita e em seguida, um rolamento para a frente e após o término do rolamento, o pirata daria um salto e desenharia um arco na diagonal, no peito do oponente enquanto que durante o desenho, daria um pulo. Se fosse um na diagonal, apenas tentaria bloquear botando sua espada na direção contrária, enquanto que ao mesmo tempo, tentaria dar um salto para trás. Se tivesse êxito na esquiva, saltando para trás, o psicopata esperaria que a espada do cara já estivesse baixa e tentaria um corte na horizontal na mão do oponente. Se fosse um sucesso, avançaria com um dash para a frente e tentaria outra vez, um corte na horizontal no pescoço do marinheiro e em seguida, se afastaria. Se o corte na mão não fosse um sucesso, apenas ficaria na defensiva. Se não conseguisse se esquivar com o salto para trás e o bloqueio fosse um sucesso, Hynno procuraria girar para o lado da direção do ataque e então, tentaria um avanço com sua aceleração e então, tentaria uma estocada no pescoço do oponente e se fosse um sucesso, procuraria retirar a espada, segurando o cabo e fazendo um movimento para a direita.

Se então, após tudo o marinheiro estivesse morto, começaria a fazer cortes no pescoço do morto para fazer a cabeça dele se separar do corpo vazio e se fosse um sucesso, chutaria a cabeça. Se notasse que, para separar a cabeça dele fosse demorar ou exigir um esforço, desistiria de fazer aquilo e se aproximaria de Rise e diria. – De nada, gracinha.  Caso conseguisse separar a cabeça sem esforço e quando fosse chutar a cabeça do morto, notasse que se chutasse, poderia perder o equilíbrio ou cair, não chutaria e repetiria a mesma fala dita para Rise. Se eles tivessem sido pegos pela explosão ou então, pela distorção do ar após a explosão e os oponentes de Hakuei e Uvo estivessem no chão, não perderia o tempo e avançaria com corrida e aceleração até o que estava próximo da Rise e tentaria fincar sua espada na cabeça do oponente e se fosse um sucesso, aprofundaria mais a lâmina na cabeça do caído e então, retiraria puxando-a para cima e se fosse um sucesso, diria a mesma frase para Hakuei. Se o oponente de alguma maneira, no chão, conseguisse evitar o ataque fatal de Hynno rolando para o lado, procuraria dar um salto para trás, enquanto tentaria um ataque na diagonal para o lado que ele tivesse rolado. Se ele se levantasse, seguiria o plano da parte do psicopata avançar na direção dele após a explosão, executando todas as partes. A ofensiva, a defensiva e o contra-ataque.

Caso de algum jeito, Monk cancelasse a técnica, Hynno procuraria rapidamente reaver sua espada e instantaneamente, procuraria se esquivar para os lados, botando sua espada numa posição melhor de bloqueio para o contra-ataque de Monk e então, tentaria um corte em horizontal no pescoço do tenente e em seguida, daria um impulso para frente e executaria o mesmo golpe novamente no pescoço de Monk.

Caso ele se esquivasse de Bloody Hell, provavelmente ele não conseguiria se esquivar completamente do ataque do meio gigante, então, após a utilização da técnica, continuaria o avanço, tomando cuidado com Jurgen e quando estivesse numa distância boa, tentaria um corte na diagonal no rosto de Monk e assim que a lâmina já estivesse para baixo, executaria novamente um corte em diagonal, mas desta vez, no peito do tenente.

Caso em qualquer um dos casos, Monk tentasse um contra-ataque ou uma ofensiva para cima de Hynno, o psicopata apenas tentaria se esquivar, tentando evitar ao mesmo tempo os ataques irritantes do tenente, agora ao invés de um bastão, ele tinha dois pedaços que para ele, era bom. Por isso, enquanto tentaria se esquivar e ao mesmo tempo bloquear um dos bastões, o outro, tentaria se esquivar uma segunda vez. Draguren não estava sozinho, tinha o meio gigante como “aliado” contra Monk. O tenente não poderia se preocupar com um ou focar tudo em um, isso poderia acabar matando ele. Com isso, procuraria uma brecha, onde tentaria um corte na horizontal no pescoço de Monk e em seguida, se não fosse o suficiente, o psicopata procuraria uma estocada no peito do inimigo até que a lâmina atravessasse o corpo de Monk. Então, após matar Monk, dando o golpe final ou não, faria o que havia citado no caso mais para cima. Após usar o Bloody hell em diante, pegar a caixa de fósforo, a bomba de fertilizante e os casos seguintes.




Bloody Hell:
 

Madness[2/2:
 


Obs:
 

Objetivos:
 


Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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R.I.P:
 


Chibis:
 


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MensagemAssunto: Re: O Flagelo de Micqueot   O Flagelo de Micqueot - Página 14 EmptySex 07 Abr 2017, 16:07

~Narração~


~Ken~

Machucado como estava, Arcangelo ainda estava cercado por quatro marinheiros. Quando ouviu um barulho vindo do outro lado do galpão onde estava, pensou rápido numa maneira de conseguir se defender mesmo com seu ombro avariado. O atirador apoiou o mosquete que havia apanhado anteriormente, e apoiou no caixote onde estava se protegendo. Assim que teve visão de seus oponentes, atirou. Acertou o primeiro desavisado, deixando os outros três marinheiros alertas.

-Onde você esta, seu franguinho corredor?

-Espero que aqueles idiotas estejam se fodendo tanto quanto eu, ou eu vou ficar no mínimo decepcionado. Ao menos isso servirá para aumentar minha recompensa, que nem eu sei ainda em quanto tá... –Sussurrou o atirador.

Abandonando o mosquete, Arcangelo sacou sua arma com a mão boa, e disparou contra os marinheiros. Com dificuldade, e errando alguns dos tiros, conseguiu finalmente eliminar todos os marinheiros que o perseguiam. Saiu então do galpão, procurando um local para se posicionar e ajudar seus companheiros caso precisassem.

~Terry e Over~

Os marinheiros tinham a vantagem até o momento. As forças de Monk e Stuart desequilibravam o campo de batalha, e até mesmo Jurgen e Hynno tinham dificuldades em acertar o tenente. Já Doppio havia conseguido despistar momentaneamente o Capitão, deixando-o soterrado por algumas caixas que havia encontrado no galpão.

-Você já perdeu sua arma, e a troco disso levou somente meu escudo, achei que por ser um tenente da marinha; você seria um pouco mais habilidoso, não passa de mais um verme inútil que existe apenas para ser pisado por mim! –Disse o gigante, para Monk.

-Perdi minha arma? –Riu o marinheiro. –Perder minhas armas é algo que nunca fiz, e não será hoje que isso acontecerá, gigante.

Jurgen novamente demonstrou seu estilo poderoso e agressivo desferindo uma rápida estocada. Porém Monk é extremamente rápido e bloqueou o ataque, com dificuldade por conta do tamanho de Jurgen. O gigante então recomeçou sua sequência de furiosas estocadas rápidas, e Monk se esquivava com facilidade. Hynno então, aproveitando da distração que Jurgen proporcionava, avançou em direção ao Tenente, utilizando sua técnica, Bloody Hell.

O espadachim se aproximou tão rapidamente que Monk quase não se esquivou. O tenente se abaixou, desviando do primeiro ataque da técnica, cujo a lâmina de Hynno proporcionou um novo corte de cabelo para Monk. –Opa! –Disse o marinheiro. Mas assim que percebeu que Hynno atacaria novamente, o marinheiro saltou, pousando sobre a lança de Jurgen, como se fosse a coisa mais simples do mundo. E impulsionando-se novamente, o tenente saltou sobre a cabeça de Jurgen, e começou a desferir violentos golpes sobre o gigante, como se batucasse um heavy metal no crânio do grandalhão.

Quando terminou sua sequência, saltou de girando várias e várias vezes de cima de Jurgen, pousando com os pés sobre o ombro de Hynno, fazendo o espadachim cair novamente.

-Hoje não! –Gritou. –Ai ô da espada! –Referiu-se à Hynno. –Quer um andador? Você cai mais que velho bêbado em subida de montanha! TROLLEI! –Disse, afastando-se um pouco.

Enquanto isso, Hakuei e Uvogin finalmente derrotaram seus oponentes. Antes que os dois pudessem comemorar, o navio solicitado por Arcangelo e Doppio finalmente aparece se aproximando do cais, porém, quando observam o convés, percebem mais um grupo de marinheiros.

-Nem fodendo.

-Só pode tá de brincadeira, né?


Histórico Terry:
 

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