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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1 - Ventura Highway

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MensagemAssunto: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptySeg 09 Jan 2017, 15:41

Cap 1 - Ventura Highway

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Lorenzo Vicentini. A qual não possui narrador definido.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptySeg 09 Jan 2017, 18:42


Cap 1 - Ventura Highway

Observe só todas essas pessoas, trabalhando e apenas buscando um ápice, mas a questão é, qual a graça desse ápice? Quando se chega à ele, ou melhor, quando já se nasce nele as coisas não tem graça, estas pessoas estão se distanciando justamente daquilo o que há de melhor no mundo! O caos!

Um raro sorriso brota do meu rosto ao observar todo esse papel limpinho diante de mim, completamente distante do frio do norte, aqui eu posso começar do zero, literalmente, mas não ouse acreditar que irá encontrar outro assim facilmente, caro leitor...

Acabo de chegar em Shells Town através de uma viagem de zepellin e estou em frente à Apple, observaria ao meu redor buscando ver como as coisas eram por ali, e também para o céu, para observar a quantidade de nuvens ali presentes, apesar de não entender sobre meteorologia, talvez pudesse perceber se ocorreria algum imprevisto como uma chuva...

Só espero que eu esteja com o suficiente para comprar ao menos uma arma, embora precisasse usar somente minhas mãos, mas algo para implementar esse dano seria excepcional… Pelo local em que eu estava, acredito que o movimento ali seria alto, porém, maioria seria de pessoas que não conheciam o lugar e acabaram de chegar, assim como eu, desta forma, iria até uma pessoa que parecia morar ali, algum vendedor de rua ou então algum estabelecimento e perguntaria:

- Com licença, sabe de algum lugar pelas redondezas que venda armas?

E seguiria as instruções dadas, chegando no local pediria:

- Iaê, você tem alguma soqueira custando no máximo 50.000 beries? - Caso tivesse, compraria e passaria o valor requisitado ao vendedor.

Agora sim, o mínimo para começar a minha jornada, o meu investimento feito à mim mesmo…” - Começo a imaginar escrito nos livros a lenda do grande aventureiro Lorenzo, assim como as histórias que me inspiraram a fazer isso!

Uma nova ilha, novas possibilidades, novas maneiras de despadronizar completamente a vida das pessoas! Mas nada disso seria feito sem informações, sem dinheiro, certo que eu joguei todo o meu fora, mas este seria conquistado por mim mesmo e eu gastaria com coisas úteis ao invés de acumular cada vez mais. Mas onde conseguir tudo isso? Os meus personagens favoritos sempre as encontravam em um bar, parece clichê mas acho que é verdade… Tenho nada a perder, vou arriscar…

- Sabe onde fica algum bar aqui por perto? – Aproveitaria para perguntar ao vendedor(a) de armas.

E iria para onde ele me orientava. Chegando lá, me sentaria no balcão em frente ao cara que servia as bebidas e falaria:

- Me diz aí, tem algum cara aqui que ta te incomodando? Que eu vou dar um jeito nele agora… – Com minha típica inexpressividade.

Caso viesse com gozação por eu parecer fraco, faria uma cara de deboxe enquanto responderia:

- Então vai tomar no seu cú… – E observaria ao redor quem parecia ser o sujeito mais forte dali.

Caso me dissesse que não havia nenhum problema com ninguém ali, continuaria:

- E quem é o cara mais forte daqui?

Me mostrando o cara mais forte ou então aquele com o qual ele tinha problemas, o observaria, buscando absorver suas características físicas.

Para ser notado você precisa fazer por onde, não sei ao certo o que quero com isso, mas é o gatilho inicial para que as coisas comecem a acontecer... Mas acredito que isso trará alguma reputação pra mim, ou então eu consiga algum favor do dono desse bar..."


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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptyQua 11 Jan 2017, 20:54

O que Vicentini previu aconteceu, uma chuva torrencial começa a cair sobre Shells Town. Era como se não existissem gotas, apenas um grande quadrado desabava sobre a cidade, com ventos estupidamente fortes, torcendo a copa das árvores acima da cabeça do jovem.

Todos os moradores corriam de um lado para o outro, recolhendo as coisas que estavam do lado de fora de suas casas, colocando as crianças para dentro, alguns gritavam enquanto falhavam miseravelmente em fugir da tempestade. Não trovejava, parecia apenas que uma gigante torrente de água castigava a pequena cidade.

Enquanto todos corriam, Lorenzo se aproximou de um senhor pequeno e magrelo que andava depressa e com muita dificuldade, ele tinha uma barba branca grande que chegava já até a altura de seu umbigo, ele estava carregando uma pequena caixa vermelha com alguns itens de pesca para dentro de sua casa quando o jovem o parou.

- Com licença, sabe de algum lugar pelas redondezas que venda armas?

O senhor então parou para pensar por um segundo e gritou por conta da chuva que abafava suas palavras:

- O QUE?! LOJA DE ARMAS? COM ESSE TEMPO VOCÊ QUER UMA LOJA DE ARMAS? - Disse ele com uma voz rouca mas ainda assim muito grave. - BOM, NA SUA SEGUNDA DIREITA TEM UM RAPAZ QUE VENDE ALGUMAS ARMAS SIM.

Após seguir as instruções ditas pelo senhor, Lorenzo chega numa espécie de casa de madeira velha, tinha apenas uma placa de madeira no topo da casa, com uma tinta vermelha que estava extremamente desgastada. A loja era muito simples, e assim como do lado de fora, o interior parecia bastante desgastado. Entretanto um choque de gerações acontece, um rapaz muito jovem atende Lorenzo. Ele era magrelo também e usava um óculos fundo de garrafa, era pálido e tinha um cabelo negro na altura dos ombros.

- Iaê, você tem alguma soqueira custando no máximo 50.000 beries?

O rapaz surge debaixo do balcão e diz ainda meio atrapalhado:

- Oi, desculpa. O que você quer mesmo? Ah uma soqueira, bom. Eu tenho essa aqui, ela é beeeeem simples. Deve servir pra você. - Disse ele enquanto pegava uma soqueira que estava em uma das vitrines com o vidro amarelado e sujo. - São 30.000 Berries


Após entregar o valor ao vendedor esse que faz um breve referência e agradece pela compra. O jovem se encaminha até um bar que não ficava muito distante da loja de armas.

Ao entrar, ele percebe que era um bar muito grande. Deviam existir ali, pelo menos umas cinquenta mesas, todas ocupadas. Estava um completo silêncio, era como se a tensão deixasse até mesmo o ar, difícil de ser respirado. Todas as mesas se entreolhavam, algumas tinham homens que pareciam ser barra pesada. As diversas armas dispostas sobre as mesas, espadas apoiadas do lado das cadeiras, alguns chicotes, lanças. Era como se aquele clima só precisasse de uma faísca para estourar numa grande confusão.

No fundo do bar, tinha uma grande mesa com alguns soldados marinheiros, todos eles estavam bem tensos como se soubessem o que estava para acontecer. Um dos Marinheiros parecia não ser um soldado entretanto. Ele possuía um sobretudo da marinha por cima de seu uniforme, simbolizando que devia no mínimo ser um oficial. Ele tinha uma grande cicatriz no lado esquerdo de seu rosto, que cobria desde seu olho até a sua boca, com seu olho fechado e sua boca torta, ele tornava um copo de cerveja.

Lorenzo se sente no bar, de frente com um homem que servia em silêncio as diversas bebidas.

- Me diz aí, tem algum cara aqui que ta te incomodando? Que eu vou dar um jeito nele agora… - Dizia Lorenzo ao homem.

Esse que foi completamente ignorado. O homem continuava servindo os outros homens ao longo do grande balcão, entre uma bebida servida e outra ele limpava os copos que eram devolvidos com um pano sujo.

-Então vai tomar no seu cú… - Disse Lorenzo.

Foi assim que um dos homens sentado ao lado dele disse.

- Ei Ei Ei! Calma ai garotão. O rapaz é surdo. Para chamar a atenção dele, só quando ele passa na sua frente, não precisa xingar. Diz ai, você quer confusão? O mais forte daqui? É aquele marinheiro ali - Apontando para o marinheiro de sobretudo - Mas não se engane, todo mundo aqui dentro é forte, e como você pode ter notado, ta um clima bem tenso aqui, a menos que queira começar a luta e fugir, aconselho nem pensar em começar uma briga.
Soqueira:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptyQui 12 Jan 2017, 17:33

Uma chuva me recebia ao chegar naquela cidade, poderíamos fazer aqui uma metáfora quanto à isso ser um sinal de que estou a me lavar da minha antiga vida ou coisa do tipo... Mas seria isso se fosse um chuva fraquinha, onde as pessoas pudessem ficar olhando tranquilamente, porém o que esta causava era... Caos! Olha só, temos outra coisa haver comigo do qual podemos fazer uma metáfora!

- O QUE?! LOJA DE ARMAS? COM ESSE TEMPO VOCÊ QUER UMA LOJA DE ARMAS? - Olhava com estranhamento para ele enquanto pensava:

"Mas é claro que sim, o que tem haver?"

Após observar o desperdício de juventude no vendedor de armas aproveitando o resto de qualidade que ainda havia naquela casa de madeira, partia para um bar que se localizava ali perto, já com a minha soqueira, mas ao invés da emoção de estar em um dos clássicos cenários dos livros que eu lia, juntamente com toda aquela festança, gente conversando, bebendo e se divertindo, eu me deparava com o que mais parecia ser um velório!

Começava a pensar a respeito de tudo aquilo observando o local enquanto me aproximava do balcão. As armas dos quais as pessoas que ali estavam faziam questão de exibir sobre as mesas tornavam o ambiente ainda mais provocativo, achava que iria encontrar algum bar pequeno, mas aquele ali era enorme, devia ter algum motivo para aquele silêncio todo! Era então que me deparava com um grupo de marinheiros no fundo do bar...

"Ahh!! Então será que são eles que estão causando isso tudo? Que existe algum grupo de piratas aqui dentro loucos pra matá-los? Ou será que são dois grupos de piratas riveis loucos pra se matarem estão se sentindo intimidados pela presença da marinha?"

Me sentava e me surpreendia com o fato de que até o garçom estava em silêncio! E ao perguntar-lhe algo, fui completamente ignorado. Após xingá-lo começo a achar que isso aqui na verdade é um clube profissional do jogo do silêncio, e que eu havia acabado de perder, era então que uma bendita alma falava comigo:

- Ei Ei Ei! Calma ai garotão. O rapaz é surdo. Para chamar a atenção dele, só quando ele passa na sua frente, não precisa xingar. Diz ai, você quer confusão? O mais forte daqui? É aquele marinheiro ali.

E apontava para um marinheiro que parecia ser o líder dos demais, este, vestido com um sobretudo que lhe garantia certo status e uma cicatriz que fazia com que parecesse ser bem experiente. Mas ainda assim a parte do garçom ser surdo ainda me chamava a atenção...

"Como assim? Como diabos deve ser para pedir alguma coisa pra ele então? Será que tem algum papel aqui informando algum tipo de linguagem de sinais para cada bebida?" - E olharia ao redor procurando por esse suposto papel enquanto o homem terminava de falar:

- Mas não se engane, todo mundo aqui dentro é forte, e como você pode ter notado, ta um clima bem tenso aqui, a menos que queira começar a luta e fugir, aconselho nem pensar em começar uma briga.

Optava então por não atacar naquele momento, acho que poderia fazer algo melhor, afinal, eu também estava ali para recolher informações, aquele sujeito parecia ser a pessoa certa.

- Prazer, sou Lorenzo Vicentini. – Falaria estendendo minha mão para um aperto enquanto esperava que ele também se apresentasse - Rapaz, sou obrigado a falar... Que esse bar aqui ta uma porra! O que é que ta acontecendo pra todo mundo estar assim? – Observaria sua aparência física enquanto dizia.


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E enquanto ouvia sua resposta, tentaria observar disfarçadamente os marinheiros que estavam lá no fundo: sua quantidade, assim como a arma que usavam, o formato da mesa assim como de que forma eles estavam dispostos ao redor dela, principalmente o superior, sobre estar de costas ou encostado na parede. Ao terminar sua fala, caso não saciasse a seguinte dúvida, perguntaria:

- E quem são as pessoas importantes que estão aqui no momento? - E olharia para quem ele se referia.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptyQui 12 Jan 2017, 19:25

O clima dentro do bar ainda era tenso, apenas duas coisas faziam barulho ali dentro: Os copos batendo nas mesas, depois de longos goles. E o dono do bar, surdo que vira e mexe esbarrava ou batia uma garrafa na outra sem querer.

O homem sentado ao lado de Lorenzo, era diferente de qualquer outra coisa que ele já tenha visto. Ele tinha uma pele escura, negra como carvão. Seu nariz, ou melhor a falta dele, exibia apenas os buracos para se respirar, seus olhos eram brancos e não pareciam exibir nenhuma íris mas ele enxergava mesmo assim.

- Prazer, sou Lorenzo Vicentini. - Dizia Lorenzo, ao homem que mal o olhava nos olhos, sempre buscando desviar o olhar - Rapaz, sou obrigado a falar... Que esse bar aqui ta uma porra! O que é que ta acontecendo pra todo mundo estar assim?

O homem usava um manto negro, assim como sua pele. Um capuz negro cobria sua cabeça, Lorenzo ao lado dele mal conseguia ver seu rosto escondido na sombra produzida pelo capuz.

- Aqui, deixe eu te mostrar como se faz - Sussurrou ele para Lorenzo - A gente espera ele passar e...

Assim que ele termina a frase, o dono do bar passa na frente. Ele estende a mão com uma moeda dourada arrastando ela no balcão na direção da vista do homem, assim que termina seu movimento o dono do bar rapidamente olha para os dois.

- Acho que você bebe um bom e velho saquê, certo? Eu pago uma para você. - Disse ele enquanto apontava para uma espécie de garrafa de barro queimado que ficava escondida na prateleira, logo atrás das incontáveis garrafas de rum.

O dono do bar logo entende o pedido para dois, ele pega a garrafa e despeja nos copos de barro um liquido um pouco grosso e transparente.

Assim que o homem toma o primeiro gole da bebida que queima por dentro, ele faz uma breve careta, mas se sente aliviado ao mesmo tempo. Não demora muito até uma banda entrar numa espécie de palco improvisado, todos os homens se ajeitam no palco com seus instrumentos e começam a tocar.


Uma música alta começa a tocar dentro do bar. Rapidamente, até mesmo o silêncio é interrompido pela música alegre.

- O que acontece aqui é: sempre nesse bar, uma vez por ano. Caçadores e piratas das ilhas do East Blue, se reúnem para planejar algum assalto ou coisa assim. Claramente existem bandos rivais aqui, e começa um verdadeira guerra, muita gente morre aqui dentro. São bandos rivais querendo um massacre, caçadores de recompensa querendo fazer fortuna aqui. - Diz o homem a Lorenzo, num tom alto, quase gritando já que era quase impossível não ouvir a música. - Mas parece que esse ano, as coisas não deram muito bem. Eu sou só um caçador de recompensas, gosto de passar aqui e analisar os bandidos de cada ano, mas nunca capturo ninguém talvez eu esteja aqui só pelo caos. A Marinha está aqui também, só podemos entrar numa briga se tivermos absoluta certeza que vamos fugir. Eu topo se você topar. - Antes dele terminar a frase, um dos homens numa cadeira qualquer do bar se levanta e começa a gritar.

- NÃO PODEMOS FICAR AQUI VENDO ESSES MARINHEIROS SUJOS NOS ENCARANDO.

Rapidamente um outro homem grita.

- Parabéns idiota, você revelou nossas intenções!

O homem encapuzado se vira e diz:

- E aqui vamos nós! - Uma cadeira de madeira voa na direção dele, e ele com certa maestria segura a cadeira no ar com uma mão só, se levanta e joga a cadeira que estava segurando na direção em que ela veio. - Em todo caso, eu sou um tritão enguia! CUIDADO PARA NÃO ME TOCAR! - Grita ele - MEU NOME É Brô-Dur!

Enquanto termina de falar, o verdadeiro caos se instala dentro do bar, cadeiras começam a voar. Garrafas, homens sendo jogados de um lado para o outro, uma gritaria intensa. A Marinha começa a agir, todos eles se levantam no meio do caos e entram na briga também.

Um homem sentado ao lado dos dois se levanta, saca uma espada e vai para cima de Lorenzo, ele tenta desferir um golpe em diagonal decrescente da esquerda para direita.
Tritão Enguia:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptySex 13 Jan 2017, 21:34

Quem olhasse atentamente poderia notar que meus olhos estavam levemente mais abertos do que o normal, um ser completamente negro era o que estava ao meu lado, algo do qual eu jamais tinha visto até então - "Eita negão gostoso da porra! Whathefuk " - , meu rosto podia esconder, porém meus sinais corporais estavam demonstrando tensão claramente, ainda bem que ele não havia pego a minha mão, se não haveria notado, mas por que?

Esse cara é mal educado? Nem quer se apresentar! Mas ele está desviando o olhar demais, deve estar escondendo alguma coisa, ainda mais com esse capuz…

- Aqui, deixe eu te mostrar como se faz – Dizia o negão, parecendo ignorar completamente a minha pergunta - A gente espera ele passar e...

Não entendia bem o por que mas ele estendia uma moeda no balcão, só depois percebia o surdo olhando para nós dois. Será que estava tão explícita assim a minha dúvida? Que eu havia voado tanto assim enquanto ele falava?

- Acho que você bebe um bom e velho saquê, certo? Eu pago uma para você.

Não estava acreditando naquilo, a minha primeira bebida estava sendo paga para mim! Não sentia muita vontade, porém eu nunca havia bebido, meus pais eram bem rigorosos quanto à aquilo, e ao morrerem, fiquei no orfanato até os 18, só agora estava saindo!

- Claro que sim, valeu!

Ah, então é assim que se pede! Nossa, é tão simples, como não pensei nisso antes…” – Pensava enquanto o observava apontar para a bebida desejada.

Não sabia ao certo quanto havia em meu copo, se houvesse algo igual ou inferior a 1 dedo, tentaria dar virote, se não, beberia normalmente. Tudo começava estranho, quieto, mas ao passo que ingeria a bebida, um grupo de homens arrumavam seus instrumentos e era aí que o clássico cenário dos meus livros começava a tomar vida!

A minha vontade era de colocar um braço sobre os ombros do sujeito ao meu lado e começar a dançar pulando enquanto levantava pernas alternadas em cada pulo, porém ele finalmente chegava ao ponto e me explicava o que ocorria ali, fazendo com que eu ignorasse todo cenário e transformasse a música somente em um plano de fundo.

Hmm… Então parte das minhas suposições estavam certas, e era por isso que ele não me respondeu, estava esperando o som da banda para poder abafar o que ele dizia…” – Começava a também pensar sobre todo aquele acaso ser obra divina conspirando ao meu favor, algum tipo de deus do caos, no entanto, algo interrompe essa reflexão:

- NÃO PODEMOS FICAR AQUI VENDO ESSES MARINHEIROS SUJOS NOS ENCARANDO.

Um louco em cima de uma cadeira era o estopim que todos ali estavam precisando!

- Parabéns idiota, você revelou nossas intenções!

Mas ora, isso iria acontecer de qualquer jeito! ” – Pensava, enquanto colocava minha soqueira na mão direita já me preparando para o que estava por vir.

- Ual! – Dizia bem baixo ao ve-lo segurar uma cadeira que havia sido lançada contra ele, simultaneamente várias coisas também eram jogadas contra os outros, ficava me perguntando como diabos o dono do bar lidava com aquilo, principalmente com os prejuízos… Ou melhor, onde será que ele estava agora? Será que também participava do bagaço ou se escondia no interior do bar?

- Em todo caso, eu sou um tritão enguia! CUIDADO PARA NÃO ME TOCAR! - Grita ele - MEU NOME É Brô-Dur! – “Ah! Então é por isso que ele não apertou a minha mão! Mas peraí... Como será que eles transam!?

- OK, A GENTE SE VÊ POR AÍ! – Respondia.

Que irônico, eu aqui pensando em causar o caos, entretanto era ele que me encontrava! Seria essa a demonstração de um deus ao ser provocado? De qualquer forma, esse ambiente é perfeito para mim que uso qualquer coisa como arma! E depois eu poderia muito bem pilhar o corpo de cada um que eu derrotasse buscando por dinheiro! Mas peraí... DEVE SER ASSIM QUE O DONO DO BAR COBRE OS PREJUÍZOS!

Mas parecia que alguém não havia ido com a minha cara! Um sujeito que estava ao nosso lado – e que provavelmente havia escutado toda a conversa – se levantava e ia pra cima de mim com um golpe diagonal de cima para baixo usando uma espada! Tentaria me jogar no chão, esperando cair agachado, na direção oposta à ele, porém me matendo de frente para o mesmo, para então pegar o banco do qual eu estava sentado com a mão esquerda e colocar na frente do golpe:

1 – Caso conseguisse efetuar tal movimento  e a espada cravasse no banco por conta do impácto, impulssionaria minhas pernas para poder avançar para cima com um poderoso gancho de direita, ao mesmo tempo em que manteria a mão que segurava o banco empurrando a espada para a esquerda, para que não me atingisse.

2 – Porém, se eu apenas me esquivasse do corte por ter me jogado no chão(ou então caído junto com o assento), mas não houvesse tempo para pegar o banco e usa-la como escudo, apenas o pegaria com ambas as mãos e a jogaria de lado contra as pernas do espadachim, visando desequilibrá-lo e manté-lo meio distante para que eu pudesse me levantar e me afastar um pouco, tornando aquela luta mais justa.

Se meu objetivo fosse alcançado, que era afastá-lo para poder tomar espaço, ficaria em posição de luta, com ambas as mãos fechadas, a esquerda de defesa em frente a direita que estava em frente ao rosto, e as pernas da mesma forma, a esquerda em frente à direita.

Enquanto ficava em posição tentaria, com um rápido movimento com a cabeça, observar todo ambiente próximo à volta: cadeiras, bancos, mesas, bebidas e copos que eu poderia usar como armas, pessoas lutando próximas à mim que poderiam acabar se tornando um incômodo, mas sem perder o foco no espadachim.

Entretanto, se o resultado fosse além das minhas expectativas, e, com aquele gancho, eu acabasse por desmaiá-lo, ao invés da posição de luta, me encostaria no balcão, ficando de costas para o único lugar seguro de todo o bar, e observaria mais atentamente e ainda mais longe, primeiramente se havia alguma ameaça próxima, logo após, no meu objetivo, o homem mais forte do bar! Sua localização, quantos o protegiam e o que havia no caminho!


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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptySeg 16 Jan 2017, 17:26

O bar foi tomado por uma guerra repentina que todos esperavam, o mundo agora estava em câmera lenta.

Era possível ouvir no fundo o barulho das espadas se chocando, o barulho das lâminas cortando a carne e o sangue sendo jorrado para fora de um pirata qualquer dentro do bar. Uma cadeira explode nas costas de um dos marinheiros, esse que grita com a dor e cai no chão, um outro pirata é arremessado pra fora do bar por uma das janelas, um outro caçador de recompensas pega um dos piratas e bate com a cabeça dele no balcão.

O homem que tentava bater em Lorenzo não era grande, muito menos musculoso, pelo contrário. Ele era gordo, tinha uma barba rala e baixa, sua camiseta que um dia fora branca agora estava suja de vômito, a julgar pela aparência aquele vômito era de dias atrás. O homem estava tão bêbado que mal conseguia segurar a espada direito, então de um jeito meio desajeitado ele tenta golpear o jovem rapaz num golpe horizontal de cima para baixo, o rapaz se joga no chão se apoiando sobre os pés e pega o banco em que estava sentado na tentativa de parar o golpe da espada, com sucesso, o homem cambaleia para trás, mas não consegue mais mexer a espada, logo ele larga de mão da arma e levanta uma guarda completamente aberta de boxe. Lorenzo se impulsiona com a força de suas coxas e da sua juventude golpeia o homem de baixo para cima com um soco de direita no queixo, o homem perde o equilíbrio e bate a cabeça no balcão caindo no chão desacordado enquanto vomita mesmo sem saber.

Lorenzo então recuperado da explosão instantânea de seus músculos encosta no balcão esperando que ali seja o lugar mais "calmo" de todo o bar. Ali ele poderia observar e analisar com certa facilidade e com estratégia. Ele não esperava entretanto que assim que ele encostasse de costas para o bar, o dono do mesmo usaria o ombro dele como apoio para um revolver simples, assim ele teria mais estabilidade para atirar no peito de um homem que corria com uma adaga para cima de Lorenzo. O cheiro de pólvora invade o local, todos param por um micro-segundo para analisar o barulho que ouviram, até aquele momento nenhuma arma tinha sido disparada.

Depois de usar o ombro de Lorenzo como tripé, o dono do bar sobe em cima do balcão, tira um outro revólver simples de dentro de seu coldre improvisado na cintura e ali mesmo ele começa a disparar ensandecidamente na direção de todos os homens que corriam para o balcão, aquele homem protegia o balcão com a sua vida e sorria fazendo isso. Enquanto uma arma disparava, ele carregava a outra com uma maestria jamais vista, usando apenas uma mão.

De longe Lorenzo podia ver o homem enguia correndo por cima das mesas batendo e chutando os homens também com certa maestria, ele parecia gostar daquilo e parecia experiente. Ele sabia em quem poderia bater. Lorenzo podia ver também, alguns homens desavisados que encostavam nas pernas do homem enguia, tremiam por alguns segundos e caiam desmaiados no chão.

O jovem rapaz tinha um objetivo em mente, o homem mais forte do bar. O marinheiro com o sobretudo, esse que com sua katana gritava enquanto cortava sem nenhum padrão alguns homens que partiam para cima dele. Ele estava cercado por quatro marinheiros, que serviam de guarda-costas dele e o protegiam de potenciais ataques surpresas. Todos os 4 marinheiros estavam armados com revólver simples. O que faria Lorenzo p*rra louca?

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptySeg 16 Jan 2017, 21:19

Apenas um leitão bêbado: gordo e imundo. O meu plano havia sido perfeitamente executado, sua massa corpórea assim comp a lentidão provocada pela bebida talvez tenha sido o que me fez ter tempo de cair e ainda aparar o golpe de espada, para logo em seguida, aproveitar o seu desequilíbrio e aplicar-lhe um golpe final!

Uma explosão de adrenalina flui pelo meu corpo ao sentir o contato da minha mão fazendo todo aquele rosto ondular! Um sorriso poderia ser visto caso ele não tivesse desmaiado…  Hora de descansar, apesar de que eu queria continuar, mas ainda assim, mesmo não tendo o que fazer, não havia, de certa forma, um descanso ali dentro, logo me deparava com um cano de ferro sobre meu ombro e virava um pouco para olhar, ainda bem que eu não virava muito pois POW!!!

- EITA PORRA!!! – Me afastava na hora com o estrondo do revolver após disparar em um sujeito à minha frente, quem o segurava era o mesmo surdo que anteriormente somente servia as bebidas, até ele entrava naquele louco frenesi!

O que acabava de levar um tiro carregava uma adaga, tentaria pegá-la para mim, tinha como meta ter, além das soqueiras, um coldre para guardar uma adaga(que era uma arma cortante, e muito boa para matar furtivamente) e uma pistola(por ser de longa distância).

Por um curto período de tempo poderia ter um pouco de sossego, observava toda aquela bagunça ao meu redor, via Brô-Dur se aproveitando de sua vantagem racial, virava um pouco e via o surdo em sua perfeita maestria com armas de fogo atirando com uma mão enquanto recarregava a outra com uma mão só!

Já é a segunda pessoa com uma perícia em combate boa o suficiente para me surpreender, e é por que o marinheiro é que é o mais forte!

Meus olhos agora se tornavam olhos de predador, um olhar em forma de túnel que só via aquele pequeno grupo de homenzinhos da justiça e da lealdade! Me preparava para dar a partida, agora eu era um guepardo atrás de um bisão! Deixava minha coluna quase na horizontal enquanto colocava o pé direito no balcão para dar partida!

Havia sido muito reconhecido pela minha velocidade enquanto menor, após estudar sobre corrida potencializei isso, e agora é o meu maior talento. Me esforçava em cada músculo da perna, passando pela panturrilha, indo até a coxa e chegando até os glúteos, sairia em disparada para poder pular na primeira mesa que eu visse e iria traçando meu caminho priorizando primeiramente a desocupação da mesa e depois o tamanho do trajeto, e assim iria pulando de mesa em mesa, tentando acelerar cada vez mais até chegar na mais próxima dos marinheiros para então dar um salto do qual durante este, eu giraria minha cintura e braço  para a direita para tomar impulso e descontar em um poderoso soco enquanto caía diretamente no rosto do marinheiro de sobretudo!

"Mas Lorenzo, você pode morrer fazendo isso! E QUEM DISSE QUE EU TO LIGANDO???? Tem um surdo atirador maluco atirando pra tudo quanto é lado e que pode me acertar a qualquer hora? FODA-SE! O superior dos marinheiros está protegido por atiradores que poderiam me encher de buracos? FODA-SE, EU SOU MAIS RÁPIDO QUE AS BALAS!!!!!"

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptyQua 18 Jan 2017, 13:20

Lorenzo via os Marinheiros de longe, como um animal caçando sua presa e ele sabia o que viria a seguir.

Ele se concentra e catalisa toda a sua força nos músculos da perna, o plano era simples: Correr sob as mesas para chegar até o grupo de Marinheiros para assim saltar por cima deles e acertar o Marinheiro de sobretudo.

Entretanto, as mesas eram mesas típicas de bares e tavernas. Elas tinham apenas um grande pé no centro dela, para que assim pudessem abrigar o maior número de pessoas sentadas em volta da mesma mesa, isso garantia um pouco mais de espaço por incrível que pareça.

Lorenzo começa a correr por cima delas, assim que ele coloca seu peso na primeira mesa de madeira ele escuta ela dar um rangido, o que era estranho. Como então o homem enguia conseguia fazer isso sem cair? Talvez pela maestria ou por saber administrar o peso de seu corpo.

O jovem então pisa na segunda mesa, com mais velocidade do que na primeira mas pisa um pouco fora do eixo e logo pula para a terceira tendo em vista que seu peso derrubara a segunda. E assim ele vai pulando de mesa em mesa até chegar no primeiro Marinheiro que cercava o Marinheiro de sobretudo. Ele fica espantado ao ver Lorenzo correndo por cima de todas as mesas, ele levanta seu rifle no susto e dispara! O tiro passa ao lado do jovem que sente o vento da bala balançar seus cabelos, ele não era mais rápido que um projétil, mas era muito sortudo.

Demora um pouco até o Marinheiro recarregar, mas no desespero ele deixa sua arma cair. Ficara claro que ele era um soldado sem muita experiência. Assim que deixa sua arma cair, ele desembainha sua espada, e isso dá um brecha para Lorenzo saltar, e assim o faz.

Ele pula por cima do Marinheiro que empunhava a espada, Lorenzo gira para a direita na esperança de acertar um soco no rosto do Marinheiro de sobretudo, entretanto talvez por um erro de cálculo, ele acaba com suas pernas abertas no rosto do Marinheiro esse que pego de surpresa segura Lorenzo e o derruba no chão com um golpe só.

Ambos agora estão no chão, o homem está atordoado pois jogou Lorenzo no chão e rolou por cima dele, por ser um movimento surpresa ele sofreu o impacto junto ao Jovem que bateu as costas no chão.

Todos os quatro marinheiros voltaram suas atenções á Lorenzo caído no chão.

- Não façam nada! Deixa que eu cuido desse. - Disse o Marinheiro oficial. - Vamos garoto, levante. Quero ver se consegue me bater.
OFF:
 

Golpe:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1 - Ventura Highway   Cap 1 - Ventura Highway EmptyQui 21 Dez 2017, 15:05

Preparava-me para encontrar o meu alvo, subia na mesa e notava que não eram como as tradicionais mesas de 4 pernas, a preguiça do carpinteiro que a criou o obrigou a fazê-la com somente um centro de equilíbrio!

Como diabos Brô-Dur ta conseguindo lutar em cima disso?

Mas por sorte, a minha tarefa não exigia muito equilíbrio, já que saí derrubando mesas, só precisava delas em pé para poder dar mais um salto! Minha tática parecia dar certo, um dos idiotas ao redor do alvo levava um susto ao me ver e errava o disparo!

A bala sacodia minhas madeixas, tornando minha postura mais imponente no campo de batalha, como um deus flutuante! Mas para a infelicidade de meus oponentes, eu estava para cair em um... Com as pernas abertas na cara do marinheiro? Fudeu! Começava a rir da minha própria desgraça, não podia deixar de ao menos zombar da cara dele, já que, estava em uma posição muito desprivilegiada e com certeza seria atacado:

- CHUPA MEU PAAAAAU!!!!

E foi aí que veio a minha punição, sou instantaneamente jogado de costas no chão, gritava desesperadamente enquanto ia de encontro ao solo, mas por sorte, era um golpe mal executado e acabava por ser danoso para ambas as partes, mas ele ainda rolou por cima de mim, então acabou por ficar meio atordoado.

- Não façam nada! Deixa que eu cuido desse. – Ouvia enquanto eu ainda estava caído - Vamos garoto, levante. Quero ver se consegue me bater.

Ora ora, pelo reflexo quanto ao meu golpe, a velocidade de se levantar e essa coisa de ‘se consegue me bater’, posso ver que ele é mais focado na velocidade ao invés da resistência, e não um brutamontes como pensei que fosse...” – Pensava enquanto me levantava e adotava uma postura de boxeador, com a perna e braço direito na frente, para defender, e os demais, atrás, enquanto começava a fazer o jogo de pernas, dando leves pulos alternados com os pés.

Antes de atacar observaria todo o ambiente ao redor, veria a posição das mesas, armas jogadas no chão, coisas do tipo e o tamanho de sua espada, e enquanto tentava correr até ele, ficaria atento quanto a posição da arma.

Caso estivesse com a ponta voltada para mim, significava que ele iria tentar um golpe de perfuração, que é o que eu menos esperava, pois haveriam menos formas de ataca-lo, sendo assim tentaria enganá-lo, fingiria reunir força nas pernas para dar um longo salto, mas seria um pulo fraco, com a intenção de cair antes de chegar ao alcance de sua espada, desta forma, ele iria apontar sua espada para cima, achando que eu iria ataca-lo por esse lado, mas na verdade seria o contrário.

Pois, assim que caísse, transformaria a queda em uma deslizada no chão e daria um soco para cima, mirando em sua mão, na tentativa de desarmá-lo e atento para que a mesma não caísse em mim, para isso, usaria a mão do soco para empurrá-la para o lado caso isso ocorresse, após isso daria uma cotovelada em seu joelho para poder desequilibra-lo, e se caísse para cima de mim, o meu terceiro golpe seria um soco em seu rosto, para finaliza-lo. Porém, se o marinheiro conseguisse reagir a minha investida por baixo se afastando para trás, usaria o pé para tentar desarmá-lo, mas ainda assim estaria atento quanto a queda da mesma.

Se a posição de sua espada fosse outra, estaria preparado para desferir um corte, desta forma, faria o mesmo que antes, porém ao invés de deslizar, rolaria para o lado que estivesse a espada, pois o golpe seria desferido na direção contrária, por exemplo: Está com a espada do lado esquerdo para atacar para a direita, se eu rolar para a direita, estarei indo para o lado ao qual ele está preparado para atacar, sendo assim, rolarei para a esquerda, e o rolamento ocorre fora do alcance da espada.

Após rolar aproveitaria o impulso para ficar de coca e reunir toda a força na perna do lado oposto a ele(se estivesse a minha esquerda, usaria a perna direita) para me impulsionar na forma de um salto ao mesmo tempo que girava minha cintura e braço da mesma posição que a perna para dar-lhe um cruzado em seu rosto antes que pudesse reagir.


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