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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tem que ter karater

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptySex Jan 06, 2017 4:32 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Tem que ter karater

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Erickson e Jasmine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyTer Jan 10, 2017 9:46 pm

Tem que ter karater - Página 2 EMvNpuU
JASMINE
02
Ainda ofegante, Jasmine escorava em uma parede para descansar um pouco. Ajeitava o chapéu por hábito e quase abraçava a arma, devido sua felicidade em saciar sua compulsão ilícita.

- Uma arma e um punhado de munição... poderia ser um roubo melhor, mas já é alguma coisa. - de fato, apenas o fato de ter um coldre cheio já a fazia se sentir menos despida, entretanto ainda precisava de algo que preenchesse seu desejo por nicotina. Distraidamente, ela examinava seu exemplar enquanto colocava a munição no tambor, sem se preocupar com nada.

A presença do velho cego era notada pela atiradora pouco antes de ele se aproximar, mas sua aparência inócua pouco despertava temor na jovem. Apesar disso, sua natureza desconfiada a obrigava a não baixar a guarda, e sua mão direita tocava a arma. O gesto a dava certa satisfação, por tê-lo repetido tantas vezes em situações que alimentavam sua adrenalina.

- Depende, você tem um cigarro aí? - era a resposta crua e direta da Skylab, que explanava muito bem seus desejos muito distantes de serem altruístas. Em caso positivo, ela daria continuidade. - Então manda ver, qual o problema? - e ouviria, sem se descuidar por nenhum segundo (talvez por um ou dois).

Se a resposta fosse negativa, Jasmine insistiria para não fazer nada que fosse gratuito. - O que você pode me oferecer então? - e se finalmente não houvesse nada que ele pudesse dar, a resposta final seria óbvia. - Meh, tenho mais o que fazer, sinto muito.

Afinal de contas, independente do rumo que aquela conversa tomaria, as últimas palavras da moça refletiriam uma grande dúvida que lhe surgira repentinamente, atingindo-a de forma que a fazia se sentir estúpida, por ser uma questão tão óbvia. - Peraí, como você sabe que eu sou uma "senhorita" se você não enxerga? - e com a maior velocidade que podia demonstrar, ela retiraria a arma do coldre e a apontaria com as duas mãos para o homem, segurando com firmeza e apontando para seu rosto. - Desembucha, velhote! O que você tá aprontando aí? Melhor falar logo se não quiser usar terminar com um furo no meio da sua cara.

Caso notasse um comportamento estranho, como uma investida repentina ou uma tentativa de ataque, ela não hesitaria em disparar contra a região abaixo do estômago do sujeito, buscando atingir a perna ou o joelho, e se afastaria com alguns pequenos saltos para trás.

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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyTer Jan 10, 2017 11:19 pm

Takamoto Lisandro Ai ai...

Erick ficou receoso quando o garoto admitiu não ter pais e se sentia triste por lembrar o menino deste trágico fato, deixava a criança molhar suas vestes e andava até a cidade, o garoto afirmava conhecer o médico, porém não dava a direção de imediato e a fala do boxeador apenas agradava a criança e a fazia rir. – Você é meu cavalo e eu sou seu rei, o rei Poco! – Ele ria enquanto dava seu nome ao homem, apontava as direções a cada rua até achar uma residência com um símbolo de cruz vermelha em cima da porta aberta, seria ali o médico.

Ao entrar no recinto, observava de frente uma enfermeira que olhava para o mesmo e com uma feição gentil perguntava. – Como podemos ajudar senhor? – Ele logo respondia. - Esse pivete aqui quebrou a perna! Onde eu coloco ele? – A enfermeira esboçou preocupação e rapidamente ordenou a Erick. – O coloque nesta cadeira senhor. Meu nome é Cindy aliás. – Ele pedia ajuda da enfermeira para tirar Poco de suas costas, porém ele não queria sair e colocava força para não sair das costas de Erick. – Sai! Me deixa em paz! – Berrava o garoto a enfermeira que não queria derruba-lo, precisava que o garoto se aquietasse para pega-lo com cuidado sem machucar sua perna, movimentos bruscos poderiam causar danos severos se a perna estivesse mesmo quebrada como disse Erick, mas era só uma torção mesmo.

O garoto não solta de jeito nenhum, tudo bem então, vou chamar o médico e pegar sua água. – Falava Cindy desistindo de tirar o pequeno das costas de Erickson, ela agora entrava em uma porta ao lado do balcão e depois de alguns minutos voltava com um copo de água. – Aqui. – O pugilista saciava sua sede. – O médico estar a sua espera. – Ele entrava na porta e caminhava seguindo a enfermeira, entravam em uma porta a esquerda e se deparavam com o tal médico que tinha um cabelo estranho e sorria de modo suspeito.

Me dê o garoto! – Pedia ao Erickson que pegasse Poco e desse ao doutor para trata-lo, Poco estava com medo e isso se refletia em seus olhos que encarava ele.

Wolfgang

A jovem se encontrava no beco satisfeita por seu roubo bem executado, por mais que foi algo bem simples de se fazer, o sentimento de missão cumprida era algo magnifico. Era notava o velho e por mais que ele parecesse inofensivo, mantinha sua mão na arma em sinal de alerta e o velho apenas sorria. Ela não era uma jovem bondosa que ajudava as pessoas sem esperar algo em troca e pedia cigarros, mas seu pedido era negado, pois o velho não fumava. – O que você pode me oferecer então? – O velho direcionava sua atenção para a moça, ela olhava os óculos escuros dele e assim ele falava. – Uma lição para se aprender. – O velho parecia sábio, mas a garota dava de ombros com a oferta, recusava e se desculpava.

Andava até a saída do beco quando percebeu que o velho apesar de ser cego sabia que ela era realmente uma mulher, ao se questionar parava e olhava para o velho que se encontrava no mesmo lugar se apoiando em sua bengala. – Peraí, como você sabe que eu sou uma "senhorita" se você não enxerga? – Rapidamente pegava sua pistola e com as duas mãos firmes apontava para o senhor de idade. - Desembucha, velhote! O que você tá aprontando aí? Melhor falar logo se não quiser usar terminar com um furo no meio da sua cara. – O velho apenas gargalhava depois das perguntas e ameaça da jovem, ele não parecia nem um pouco assustado. – Como eu sabia que você era uma senhorita? – Coloca a mão no queixo pensativo, depois fazia uma expressão de como se estivesse encontrado a resposta. – Do mesmo jeito que sei que você estar apontando uma arma para mim.

O velho era realmente estranho, não parecia estar com medo da garota. – Isso é perigoso jovenzinha, eu abaixaria a arma se fosse você. – Ele movia sua bengala para frente e começava a andar em direção da jovem que estava com sua arma apontada para o idoso, a cada passo que ele dava a garota cogitava disparar contra o mesmo, mas não sentia que dele viria um ataque e foi quando percebeu que ele já estava ao seu lado, com uma das mãos abaixava a arma da garota que estava mirando para frente, sem nenhum alvo.

Vamos ande, preciso de sua ajuda em uma coisa. – Sorria gentilmente para a jovem, ele liderava o caminho e parecia confiar em Jasmine, era escolha dela se iria com o velho ou o deixaria a andar sozinho pela cidade.


Doutor/Médico:
 

Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyQua Jan 11, 2017 6:40 pm

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JASMINE
03

"Do mesmo jeito que sabia que eu estava apontando uma arma..." - Então você é tipo um mutante ou algo assim? - apesar do comentário descontraído, a atiradora não baixava a guarda. Ainda lhe era muito estranho que o velho não somente a reconhecesse, mas que também insistisse em sua ajuda, quando tinha ao seu dispor uma cidade inteira, cujas chances de ter um pacato cidadão minimamente altruísta era muito maior do que a de Jasmine ajudar um cego sem receber nada em troca. O fato do sujeito não se abalar sob a mira de uma arma, também contribuía para aumentar sua desconfiança e deixar que ele andasse sozinho por aí, sem correr o risco de cair em uma possível armadilha.

Entretanto, um dos grandes defeitos da jovem se manifestava sob seu inquietante desejo de descobrir onde aquele homem a levaria e que tipo de ajuda fazia as chances de levar um disparo no rosto não parecer tão relevante assim. Os aforismos já apontavam que a curiosidade matou o gato, e possivelmente levaria a garota ao mesmo destino, eventualmente.

- Está bem, você me mostra o que precisa e eu vejo o que faço. - lentamente ela baixava a mira de sua pistola, ao se certificar de que ele não a atacaria. - Só que eu não vou fazer isso de graça! Se eu perceber que é uma furada que não vai me render nada além de trabalho, eu dou o fora.

Tendo sua mensagem devidamente transmitida, ela permaneceria em uma distância segura atrás do velho. Era quase cômico tamanho cuidado com um idoso que sequer enxergava, mas era de sua natureza agir assim. Skylab estaria sempre olhando para os arredores, no intuito de identificar alguma movimentação estranha que configurasse uma possível emboscada, e correria no primeiro sinal de armadilha.

Se o destino fosse tão tranquilo quanto o trajeto, ela daria uma boa examinada no local e então perguntaria. - Muito bem, o que você quer? - sua mão estaria sempre próxima da arma, para que a pudesse sacar rapidamente em algum caso de emergência. Se assim fosse necessário, seja no trajeto ou no fim, ela não hesitaria em disparar contra seus agressores na altura do peito até que os derrubasse.


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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyQui Jan 12, 2017 1:48 pm

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ERICKSON
05
- Você? Meu rei? - Erickson deu um beliscão na coxa do moleque, rangendo os dentes de raiva. - Só não te arremesso no chão por que tu é um fracote... Diabinho infeliz... - Soltou o ar pelo nariz, como um touro envolto em raiva. Seguiu os apontamentos de Poco por um tempo até encontrarem uma construção com o famoso símbolo médico da cruz vermelha preso acima do umbral.

A enfermeira do local logo tratou de atendê-los, porém Poco não desgrudava de cima de Erickson que sinalizava sua raiva. Seu rosto estava vermelho, uma veia sobressaltava em seu pescoço, seus olhos eram pressionados pelas sobrancelhas inexistentes. - SAI DE CIMA DE MIM! TU QUE QUERIA VIR PARA O MÉDICO, DESGRUDA AGORA! PIVETE INSOLENTE! - Tentou de todas as formas pegar o moleque, beliscá-lo, apertá-lo de raiva, mas o fato dele estar em suas costas impossibilitava o livre movimento do seus braços.

A enfermeira chegou com o copo d'água, o que fez com que Erick interrompesse seu impulso de raiva automaticamente, já que a sede o incomodava tanto quanto o garoto. - Ahh... - Soltou um suspiro aliviado após tomar toda a água em um só gole, o garoto mantinha-se preso ao seu tronco como uma mochila esquisita. A enfermeira anunciava a disponibilidade do médico e Erick adentrava a porta da sala de consultas do mesmo.

Nossa, que cabelo feio. - Comentou em voz alta, a mão direita aberta e tampando levemente a boca aberta, em uma expressão de leve espanto. O médico pediu o garoto, o que fez com que o Erbach desse um sorriso, já imaginando-se sem o peso daquele parasita em seu corpo. Viraria-se de costas para o doutor e daria passos para trás até que o garoto estivesse próximo do velho. - Desce Porco! - Ordenou, errando o nome da criança. - Não vai descer? - Lançou um sorriso largo, que só mostrava os dentes de cima e manteve os olhos semi-abertos, em uma feição de pura malandragem. Sua língua sairia para fora de seus lábios, vermelha e molhada. - VOU VE LAMBÊ! - Gritou, as palavras saiam estranhas pois a língua obstruia o contato entre os lábios. Sua língua se contorceria, aproximando-se lentamente do braço direito moleque que lhe envolvia o pescoço. Se ele não desistisse de ficar agarrado ao corpo de Erick, o boxeador passaria sua língua no braço do mesmo, lambendo-o como um cachorro, da forma mais babada possível para que fosse algo grotesco.

Lambendo, seus olhos estariam arregalados, as bochechas retorcida em um sorriso macabro. "Morra de nojo pivete!" Exclamaria em seu interior, divertindo-se com o possível nojo da criança.
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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptySex Jan 13, 2017 1:00 am

Takamoto Lisandro Calmaria antes da tempestade?

Sentiu um certo mistério pelo velho cego que acabara de conhecer, deixava explicito suas convicções e desejos, queria ganhar algo em troca de sua ajuda. Estava distante do idoso que caminhava com tranquilidade e paciência, um passo de cada vez. Jasmine estava atenta como se fosse entrar em algum tipo de perigo ou armadilha, chegou até mesmo a cogitar fugir se caso uma ameaça brotasse, mas suas paranoias acabaram quando finalmente eles chegavam em seu destino. Uma residência azul marinho e uma porta de madeira simples, ali era a casa do velho, ele retirava de seu bolso suas chaves e abria a porta entrando no recinto.

Muito bem, o que você quer? – Perguntava Skylab para o velho assim que os dois entravam na casa do dele, a casa era bem simples, a sala era pequena conectada com a cozinha e um corredor que tinha duas portas. – Apenas companhia. – Dizia o velho sorrindo. – Vamos ande, me ajude a preparar o almoço, há coisas que um velho cego não pode fazer só. – Tentava convencer a senhorita a lhe ajudar na preparação da refeição. - O sabor vai ficar melhor se uma bela moça me ajudar e comer junto comigo.

O velho andava usando a bengala, mas dos moveis que a casa tinha não havia esbarrado em nenhum, era como se conhecesse o lugar como a palma de sua mão. Puxava gavetas na cozinha e pegava alguns utensílios e outras panelas, enchia uma com agua e colocava no fogão para ferver enquanto pegava algumas verduras e legumes, usando a faca fatiava cada legume com precisão. A garota podia se espantar com a destreza do velho. – Me ajude a temperar a carne, vamos fazer um ensopado de carne. – Pegava uma frigideira e salpicava azeite e depois gratinava os legumes e logo depois as verduras acrescentando na água fervente, colocava pequenos potes de tempero ao lado da carne para ser temperada. - O que está esperando?

Kant

Insultar as pessoas na primeira vez de conhece-la não era um bom modo de se fazer amizades, porém a sinceridade de Erick era reconhecida pelo médico que sorria com afeto concordando com o mesmo. – YAHAHAH! Meu cabelo é mesmo feio! – Agora pedia para que o pugilista desse o garoto, Poco se recusava a sair das costas de Erick que se encontra irritado pelo filhote pregado em suas costas, até que ele teve a brilhante ideia de utilizar do melhor meio para tirar Poco de suas costas, ele sorria de modo malicioso e o garotinho se encontrava confuso e com medo e do nada, mostrava sua língua e fazia caretas.

O garoto dava pequenos gritos e dizia. – Sai! Sai! Não me lambe! – E sem querer soltava as costas de Erick, o médico pegava o garoto sutilmente, o pequenino se contorcia. – Me larga! Me larga! – O médico o segurava com força para que ele não caísse de suas mãos. – Calma garoto, eu te dou um doce! – Convencido pelo médico que ganharia um doce se parasse de se debater, era um garoto ganancioso. – Bom garoto, bom garoto.. Deixa ver sua perna. – Começava a examinar o ferimento do menino.

Enquanto isso, Erick se encontrava perto da parede e poderia a usar de apoio, ao lado dele Cindy que observava o médico tratar o menino e conversava com o boxeador. – Que criança mais agitada. – Dava uma pequena risada e continuava a socializar. – Você é o pai? É uma criança bem fofa. – Ela mal sabia que eles haviam acabado de se conhecer. – Dá pra ver no olhar dele que você é um bom pai.. Te olha com confiança. – O Poco apesar de estar com medo olhava para Erick e segurava seu choro percebe-se pela movimentação de seu queixo que tremia com a força para não chorar, ele segurava suas lagrimas enquanto olhava a cara séria do lutador sem sobrancelhas.

Bom, não é nada demais, apenas uma simples torção. – Dizia o médico, a enfermeira soltava um suspiro de alivio e olhava para Erick. – Ainda bem que era apenas uma torção. – Ele enfaixava o pé do garoto e exigia para o protetor do garoto. – Olhe, não pode mexer ou colocar peso nesse pé por algumas horas. Não deixe ele forçar esse pé! – Olhava nos olhos do grandalhão e dizia. – Agora saiam do consultório, tenho mais doentes para atender!

A criança sorria com um pirulito em sua boca, e erguia seus braços esperando que Erick o pegasse e o colocasse novamente em suas costas, mas se ele não quisesse poderia pegar uma muleta que o médico apontou que poderia dar para a criança, ficaria a cargo do que fazer ali e mais adiante.


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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptySex Jan 13, 2017 4:11 pm

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ERICKSON
06
Seus olhos? Fechados. Seu queixo? Levemente erguido para cima, de uma forma que devido ao fato de sua cabeça estar flexionada para trás, o topo de seu topete mantinha-se encostado perfeitamente sobre a lisa superfície da parede atrás de suas costas. Ouviu a pergunta da mulher, o que lhe causou certo desconforto. - Eu? Pai daquele troço ali? - Apontaria para o garoto, guiando-se pelos ouvidos, sem abrir os olhos. Aquela posição estava ótima, seu corpo estava em um perfeito estado de descanso, não queria arruinar aquilo de maneira alguma. - Eu encontrei ele na floresta, caído, berrando vergonhosamente... - E o cansaço tornou-o mudo, ficou ali de pé, em um estado de semi-sono, escorado na parede.

Quando o doutor voltou a falar, Erickson acordou de supetão, como se um espasmo corresse por todo seu corpo. - Como assim, não deixe ele colocar força no pé? Eu já disse, eu não sou pai desse garoto! Eu não vou continuar cuidado dele... - Comentou aborrecido, expulsando um resto de baba do canto da boca com o dedo indicador. - Eu vim para essa ilha para começar minha vida como Caçador, não para virar babá... - Atravessou a sala com a mão esquerda no bolso. Quando seus passos cessaram, pegou a muleta com a mão direita. - Tó garoto, acho que você vai ter que se virar daqui pra frente... - Entregaria ao menino, com o rosto virado para o lado, não queria encará-lo nos olhos. "Eu perdi muito tempo cuidando desse pestinha... Tenho que cuidar das minhas coisas agora!" Pensava, enquanto seus lábios se retorciam em uma expressão amarga, puxando suas vértices para baixo.

Após entregar a muleta, viraria-se de frente para os três indivíduos que na sala estavam - a enfermeira, Poco e o médico - e andando de costas em direção da porta, com ambas as mãos no bolso, perguntaria: - Vocês não saberiam me dizer onde eu encontraria cartazes de recompensas aqui não? Um bar, ou algo do tipo? Ou sei lá, vocês não conhecem nenhum pirata que tenha aparecido por aqui não? - Atravessaria o umbral da porta com um passo para trás, observando-os de fora. - Eu vim pra essa ilha achando que ia ser uma coisa extraordinária, mas as únicas coisas que vi foi mato e uma criança chorona. Tsc - Reclamou, com o cenho franzido em raiva e descontentamento.

Caso alguma alma viva naquele cômodo lhe indicasse algum lugar, viraria de costas e começaria a sair do local. Quando atravessasse a porta do consultório, como quem acabou de esquecer algo, voltaria, somente colocando seu tronco para dentro do recinto. "Esqueci de dizer tchau!" - Até mais Porco chorento! - Gritaria para o jovem, errando mais uma vez seu nome e erguendo a mão direita. Após isso, voltaria a caminhar.

Porém, caso não lhe fossem contadas novidades, se colocaria à caminhar a esmo, tentando encontrar algo que trouxesse um pouco de adrenalina para aquela viagem sem graça na qual ele havia se metido. "Se um dia eu voltar pra Las Camp eu vou fazer esses idiotas pagarem!" Praguejaria mentalmente contra aqueles que haviam feito propaganda sobre a horrorosa Karate Island.
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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptySex Jan 13, 2017 6:05 pm

Tem que ter karater - Página 2 EMvNpuU
JASMINE
04
"Além de cego, deve ser surdo, hunf." - a atiradora já havia reforçado de que não sairia de lá sem obter algo de valor em troca, fosse um punhado de moedas, um cigarro ou até mesmo uma... refeição? Não. Ela afastava aquela ideia da cabeça imediatamente, era simplesmente bizarro que justamente ela - Jasmine Skylab - se colocasse em uma situação tão embaraçosa e incomum como cozinhar lado a lado de um velho cego e dividir a comida com ele. "O que aconteceria depois?" - perguntava-se, largaria as botas para usar sandálias? Trocaria a calça por uma saia e faria trancinhas e o chamaria de vovô? Era inconcebível que se rebaixasse tanto.

Abria a boca para dar adeus e dar o fora, mas de repente lhe ocorreu que aquele poderia ser o roubo mais fácil de sua vida. Junto com este pensamento, veio um breve e imprevisível dilema moral: "Roubar de um velho inofensivo cego na sua própria casa?" - limites era algo que a jovem nunca considerou muito seriamente, mas pela primeira vez pareceu coerente que considerasse essa questão. Encarou o teto por alguns segundos com a mão no queixo, pensativa. "Sim, eu faria isso." - concluiu por fim, livrando-se de um peso enorme. Saciar sua curiosidade em saber até onde o velho a levaria criava simultaneamente a necessidade de suprir seu desejo esquisito de roubar coisas.

- Ah, é, tá, é verdade. Olha, velho, eu na verdade nunca cozinhei na minha vida e vai ficar tenso quebrar esse galho pra você. - enquanto explicava, seus olhos espreitavam cuidadosamente cada detalhe da sala, com a finalidade de eleger "O" roubo, aquele objeto que decididamente traria fama, riqueza e poder, talvez o artefato mais cobiçado e sonhado pelos maiores ladrões e aventureiros de todo oceano. Ou então um cinzeiro bonitinho já servia.

"Pra isso dar certo, preciso entrar no jogo do cegueta." - preocupada em deixar suas intenções muito explícitas, Jasmine forçava um tom de voz mais doce, como se realmente estivesse se dirigindo a alguém querido. - Bom, quem sabe se você me ensinar eu possa fazer um almoço maravilhoso hihihi... - ela nunca fora muito boa em atuação, é verdade, e a ansiedade não ajudava muito. - Ah! Antes eu acho que preciso ir ao banheiro, já volto! - sem sequer perguntar onde ficava o sanitário, Jasmine caminharia em direção ao objeto escolhido, imprudentemente assobiando uma melodia estereotipicamente muito comum aos que estão prestes a aprontar.

Uma vez agarrado o objeto - independentemente de qual fosse - já que dificilmente a natureza e o valor do objeto se sobrepunha ao simples desejo de furtar algo e se safar, ela correria em direção a porta, ou a uma janela aberta, deixando o sujeito sozinho em sua casa e correndo alegremente pelas ruas, erguendo seu objeto como se fosse um troféu. "Ele não vai me alcançar tão fácil!" - e ria, cruzando ruas, lojas e estabelecimentos até que se encontrasse salva. Se necessário, esconderia-se em qualquer lugar que parecesse conveniente e somente sairia quando sentisse que estava tudo bem.

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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptySab Jan 14, 2017 3:18 pm

Takamoto Lisandro Pobre Poco...

Negando qualquer parentesco com o garoto e explicando seu envolvimento com o mesmo, se encostava na parede meio sonolento e cansado, um pequeno cochilo não faria mal a ninguém. O médico havia terminado tudo, Poco poderia agora seguir em frente com seu novo amigo musculoso, porém o pugilista se negava a cuidar da criança e o médico o olhava de forma insatisfeita para o homem. – Hum.. – Olhando para a criança maravilhada com suas ataduras na perna. – Se é assim que você quer jovem, então tudo bem, agora vá embora. – Virava-se o médico.

O brutamontes agilizava-se e andava para fora do consultório, mas antes pegava a muleta para o garoto, ele não o olhava nos olhos, e seguia em frente, mas antes de deixar as três pessoas para trás, perguntava onde poderia encontrar cartazes de procurado já que na ilha não existia um QG e assim era respondido pela enfermeira. – No bar do Johnsson, talvez tenha o que você procura.. – Ela apertava seus lábios ansiosa para perguntar algo ao homem, mas não conseguia falar. O homem saia da sala, Poco rapidamente se levantava com a ajuda de sua muleta e ia em direção da porta, parecia que não queria deixar de acompanhar seu novo amigo e indo em direção a porta levava um susto, seu amigão havia voltado, mas apenas para dizer adeus.

Erick se despedia, de costas ele acenava para todos ali, a criança não suportava ser deixada e ia em direção do pugilista, mas com sua perna machucada e sem pratica com a muleta, ela logo caia no chão. Quase chorando ela olhava para o grandalhão sumindo do seu campo de visão e relembrava as palavras que ele dissera. “Vamos, cale a boca! Engole esse choro e para de passar vergonha, criança idiota!”, engolia o choro em seco e se levantava com a ajuda da muleta, por mais que as palavras não fossem as mais bonitas, o pequenino entendia o que o grandalhão queria transmitir. – Sniff, sniff.

Caminhando para a cidade sem o peso do garoto em suas costas, se sentia mais relaxado e leve. Não sabia ao certo onde era o tal bar para pegar os cartazes de recompensa, assumia uma postura mais alerta tentando identificar o tal bar, era um bar conhecido pela região, só rodar um pouco pela cidade que acharia. Via uma placa com o nome do tal bar, entrava nele e via uma cena comum entre todos os bares, se já frequentara alguns.

Uma disputa de bebedeira, um monte de pessoas em volta de uma mesa assistindo de perto que era o mais pinguço, um homem careca em seus 30 anos ou um jovem que mal aparentava ter saído dois seus 18 anos. Olhava para o atendente, um senhor barbudo e com uma bandana em sua cabeça, este poderia ser o dono do bar, vulgo Johnsson.

Wolfgang

A donzela cogitava ir embora daquela casa, achava a situação esquisita e besta que nem mesmo merecia sua atenção mais, porém uma ideia malegna vinha em sua mente, brotava que poderia usar da situação para realizar outro roubo fácil. Ela alegava não ter nunca cozinhado e o velho virava sua cabeça em direção a menina, e direcionava seus olhos cegos a ela, era como se ele visse através dela, porém dava de ombros e dizia. – Tudo bem, deixe comigo então. – Sua expressão era de contento, um pequeno sorriso de seus lábios era formado, a garota não sabia ao certo o porquê do velho sorri.

Skylab examinava a casa minuciosamente, queria achar o objeto de valor para pôr em suas mãos, sua atuação não era tão ruim, o velho não tinha visão e seria fácil falar que faria algo e não fazer. Entrava no jogo do velhote e se deparava que o único objeto que manifestava alguma aura de elegância, era a tal bengala. Era azul com entalhes dourados, sua ponta curva e bem-feita poderia ser confortável de sentir em sua mão, mas a bengala estava ao lado do balcão da cozinha e perto do velho.

A ladra afirmava que precisava ir no banheiro e sem perguntar o velho declarava. – Segunda porta do corredor. – No momento, ele estava de costas em frente ao fogão ocupado para saber se seu almoço ficaria bom. Jasmine se levantava e assobiava enquanto se aproximava do objeto que colocara seus olhos, e naquele momento esticava sua mão para adquirir sua nova peça na coleção de roubas, porém, o velho rapidamente segurava seu pulso e dizia. – Opa! Eu preciso dessa bengala para me guiar. – A garota tinha uma surpresa e seu coração pulsava velozmente pelo susto, recuava um pouco e olhava para o velho sem saber o que ele faria, gritaria por ajuda ou tentaria ataca-la.

O idoso dava de ombros a ação da garota e ordenava. – Sentisse, a comida está quase pronta. – Pegava sua bengala e caminhava até a panela, ficava de costas para Jasmine não se importando muito para a ladra.


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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyTer Jan 17, 2017 3:50 pm

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ERICKSON
07

Ambas as mãos no bolso, passos lentos, a coluna levemente envergada para frente. Era dessa forma que Erickson entrava no bar. Uma algazarra chamou sua atenção por um tempo, fazendo-o caminhar em direção do balcão, porém sem desgrudar os olhos da barulhenta competição de bebida. - Espero que não estejam trapaceando... - Comentou em voz baixa, com um sorriso no canto do rosto. Erickson de vez em quanto adorava uma bagunça como aquela, porém desde a partida de sua terra natal acabou não fazendo muitas amizades, o que havia deixado sua vida um tanto quanto monótona.

- Eh, senhor... - Viraria o rosto agora para o balcão, dirigindo-se ao velho e deixando a bagunça dos bêbados de lado. - Saberia me dizer onde posso encontrar cartazes de recompensa por aqui? Ou poderia me dizer se conhece algum procurado que tenha andado pelas redondezas?  - Colocaria a mão no bolso, sacando todo o seu dinheiro. - Ah, e eu quero uma dose da bebida mais cara que você tem... - Por mais que resguarde um estilo próprio, dificilmente Erickson consegue esconder seus caprichos fidalgos. - Quanto custa?

E então ficaria esperando por sua bebida, procurando sentar-se em algum banco próximo ao balcão e esperando para ouvir o que o barbudo tinha para dizer.

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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyTer Jan 17, 2017 5:43 pm

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JASMINE
05
"Não... não é possível!" - Jasmine estava incrédula com tudo que se desenrolava, estava convicta de que o Universo tramava uma imensa conspiração contra a atiradora. Talvez por todos os furtos de uma vida, era amaldiçoada com a incapacidade de realizar o que deveria ser um dos mais fáceis e rentáveis roubos de sua preciosa juventude. Isso lhe frustrava imensamente, era preciso que uma medida drástica fosse tomada o mais rápido possível para conter toda aquela sucessão de erros e más decisões.

Jasmine Skylab jamais poderia sair de um lugar sem se beneficiar de alguma maneira, sempre foi mais do que um simples estilo de vida, era muito mais do que isso, beirava a um código de honra pessoal que todas suas ações fossem destinadas ao seu próprio bem. Moedas e ouro foram feitos para parar em sua mão, se multiplicar e se converter em cigarros ou bebidas. Não necessariamente nessa ordem.

O homem velho estava lá, na sua frente de costas. Completamente vulnerável, somente ele a separava de uma bengala de um suposto alto valor, a julgar pelos seus ornamentos dourados que o sujeito mal desconfiava possuir um brilho tão atraente e cativante, capaz de enlouquecer qualquer ladrão, mas principalmente os que levavam o ofício não somente como um hobbie ou profissão, mas como uma compulsão. "Eu preciso fazer alguma coisa..." era o que martelava a cabeça inquieta da atiradora, havia um dilema moral acima de tudo: "Como eu vou me dar bem aqui?"

De repente, a resposta veio como uma benção divina. "É claro!" - Jasmine podia facilmente converter toda aquela angústia em uma vitória - tão evidente que chegava a incomodar - "Um almoço gratuito!"

Seus olhos brilhavam, podia sentir seu corpo relaxar e ser tomado pela satisfação. Primeiramente, ela teria uma refeição sem sequer ser cobrada por isso, e também por não saber cozinhar, foi poupada de colocar a mão na massa. Tudo que precisava fazer agora era sentar, desejar bom apetite ao homem, comer até não poder mais, e se despedir com a consciência tranquila de que nada daquilo havia sido em vão. Seria um pouco vexatório? Talvez. Entretanto, ao que parecia, ele morava sozinho e os riscos de ser vista em um momento tão familiar eram muito baixos.

Aliviada, a moça puxava uma cadeira e se sentava, apoiando-se nos cotovelos e por um momento, mais longo que seu âmago arisco e desconfiado deveria permitir, esquecia-se de todos os possíveis perigos que corria, somado a algumas inconsistências de toda aquele peculiar cenário. Apenas um em particular a incomodava naquele momento: - Ah sim, afinal de contas, qual é o seu nome? - questionava, comportadamente esperando pela comida.

É claro que em qualquer situação de perigo real, Jasmine alcançaria a pistola rapidamente no coldre e apontaria para o epicentro do possível conflito, e dispararia uma ou duas vezes se necessário.

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MensagemAssunto: Re: Tem que ter karater   Tem que ter karater - Página 2 EmptyTer Jan 17, 2017 11:40 pm

Tem que ter karater - Página 2 2763139085 ...

O pugilista curtia o modo animado do bar que era bem agitado, muitos baderneiros gritando e dando altas gargalhadas que ecoavam pelas paredes dessa taverna rústica. Abordando o barman normalmente, perguntava onde poderia encontrar cartazes de piratas ou revolucionários para caçar, mas o homem continuava limpando os copos e olhava nos olhos do sem sobrancelhas. – Você não é daqui rapaz? Aqui não têm piratas faz bastante tempo.. Mas possuo sim alguns cartazes.. – Olhava para baixo de seu balcão e vasculhava entre alguns objetos até que fazia uma expressão de surpresa, havia achado o que Erick pediu.

Puxava cartazes de recompensas e dava para o homem musculoso que agora tinha consigo cerca de 3 cartazes de recompensa. – Espero que não morra de procurar.. – Dizia Johnsson soltando uma pequena risada, pegava um copo e enchia com uma dose de rum, Erick a tomava e perguntava o preço, porém o barman apenas lhe respondia. – É por conta da casa, caçador.

O jovem folhava os cartazes, via um pirata feio que valia 1.000.000 de berries, um jovem que tinha uma boa quantidade de berries valendo por sua cabeça. Logo, esta noticia podia mudar o humor de Erick que procurava por alguma ação. Rikey Kiam era o nome do pirata de 7.000.000, para valer tanto deveria ser um forte oponente. Examinava mais um pouco e o outro cartaz era de um revolucionário de 3.000.000 berries.

Com isso em posse, teria que ajustar seus planos para escolher a melhor presa, não poderia se arriscar muito, pois quanta maior a recompensa mais forte é o bandido, não se sabe se ele era forte o suficiente para enfrentar Rikey. Poderia começar caçando os pequenos peixes.

Wolfgang

Jasmine se encontrava inquieta por sua tentativa de furto não ter dado certo e agora impaciente precisava sair daquele recinto usufruindo de alguma beneficio “grátis” por assim dizer. Logo achava um modo de acabar com sua insatisfação, o almoço para era seria o jeito de acabar com desgosto que sentiu por não cumprir seu objetivo primário. Sendo assim se sentava aliviada esperando que o velho acabasse de cozinhar.

Olhando de forma plena para o idoso cozinhando perguntava seu nome. – Meu nome é Hisuko, mas pode me chamar de Hisu. – De perfil, sorria para a jovem que agora sabia o nome do cego que conseguia perceber tudo, ele não perguntava o nome de Jasmine e nem esperava que ela o dissesse. – Terminei! Cuidado que está quente! – Preparava a mesa, colocando os talheres e os pratos, colocava três pratos na mesa. Agora servia para ele e a garota, o ensopado de carne tinha um cheiro forte, o caldo era grosso e suculento com pedaços de legumes e carne.

O semblante do velho mudava, parecia estar feliz por poder apreciar um almoço ao lado da jovem, após dá a primeira colherada exclamava. – Você não pode fazer barulho quando for pegar algo discretamente. – Sorria sabendo que a ladra há poucos minutos tentara lhe roubar sua bengala. – Posso não enxergar, mas uso muito bem meus ouvidos. – Colocava outra colherada na boca. – O que lhe traz por essas bandas moça? – Questionava o senhor, enquanto se deliciava pela boa comida e companhia da mesma.

Eu já fui um dos melhores espadachins do mundo sabia? O grande Hisu, o pirata ganancioso. – Se vangloriava o velho, ele olhava para o lugar onde havia o prato vazio e depois retornava sua face em direção à garota. – Mas meu tempo já passou, não sou mais um fora da lei, perdi minha visão e muito mais... Mas só uma coisa que me arrependo. – Dava uma pausa. – De não ter roubado o suficiente. – Gargalhava.


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