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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #1 When the hunter becomes the hunted

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Axell
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MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyQui Dez 29, 2016 9:20 pm

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


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Satsumi
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySex Fev 10, 2017 12:21 am

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Beckman


Lá estava Simo dentre a loja que identificava como uma loja de armas, encontrando-se logo na entrada fazendo a averiguação do local e busca de seus objetos desejados [...] Mas aquela maldita loja estava literalmente um lixo, era sangue para um lado, vidro quebrado para outro [...] “Que merda rolou aqui?” Pensava Simo enquanto pegava uma espécie de isqueiro personalizado com uma grande caveira cravada no metal deste, mas aquilo não era tudo o que queria era somente uma pequena parte da sua lista que aos poucas era riscada.

Continuou assim a adentrar mais a fundo da loja procurando por uma arma e munição agora, não dando tanta importância para a destruição no local logo de início somente estranhando, aliás raramente perdia a calma diante de situações incomuns somente tentando entender aos poucos o que estava ocorrendo de acordo com que completava suas ações, típico de sua personalidade [...] Dando passos lentos e sorrateiros com tamanha tranquilidade o único som que ouvia era simplesmente o som de pedaços de vidros estilhaçados no chão, fazendo atrito com seus pés.

Instantes após Simo avistava uma arma prateada na prateleira dando sopa, bela arma era aquela por sinal [...] Não demorou muito para Simo tomar atitude e pega-la, aliás havia o agradado e era o modelo ideal que estava procurando, era sua zona de conforto dos velhos tempos, um belo revolver afinal o trazendo nostalgia dos velhos tempos [...] Empunhou este em sua mão direita, após abrindo o tambor desta e o rodando averiguando a situação, e estava em perfeitas condições embora descarregado.

Com uma arma nova bastaria somente munição para suprir o que poderia estar por vir, sendo assim vasculhou por mais algum tempo até que avistava ao balcão as que lhe faltava, exatamente seis balas o total que cabia dentre o tambor de seu novo revolver, sendo assim as agarrou com a mão esquerda, isto logo após guardar seu isqueiro no bolso de sua calça, como sequência recarregando seu revolver e fechando o tambor da arma e guardando está em sua cintura. Isto para pegar o maço de cigarro que estava em cima do balcão rapidamente e retirar-se daquele local rapidamente que por sinal era sinônimo de confusão, Simo não era bobo sabia que estava em situação complicada.

Arrancava o lacre do maço, retirando após um cigarro novo em folha acendendo após com seu novo isqueiro personalizado.

~Esse é do bom!

Dizia enquanto absorvia a fumaça por sua boca e liberava logo após.

Já estava a retirar-se logo em seguida, caminhando aos poucos para fora daquele local antes que a encrenca aparecesse em sua porta, mas aparentemente era tarde demais [...]

^ BOOOOM!

Era o barulho de um grande impacto, mas nem mesmo tinha tempo de identificar o que, sua consciência esvaia-se logo em sequência e lá estava Simo deitado o chão com pedaços de madeira jogados em cima de si, aparentemente fragmentos da construção da loja consequência da colisão de um navio ao porto embora não tivesse conhecimento disso.

Aos poucos ia retomando sua visão embora a cabeça ainda estivesse a dor aliás foi uma pancada e tanto. Pouco tempo após Simo voltava ao seu normal, mas ainda pouco desnorteado começava a notar uma conversa que estava a acontecer ali por perto.

_Encontrei um corpo!

Dizia o homem que Simo estava a escutar.

Mas ainda assim ficou dentre os escombros pois não sabia quem estava ali e acima de tudo havia realizado atos criminosos mesmo que pequenos ainda não deixavam de ser atitudes negativas, e ainda por cima vendo a situação que estava o local em sua chegada ligava logo os fatos, melhor esperar o desenvolver das coisas [...] Sendo assim mantendo-se imóvel somente a observar o decorrer das coisas, embora ainda assim com seu cigarro em sua boca.

_Esse deve ter morrido por “eles”. De qualquer maneira, certifiquem-se que não há mais nenhum cadáver à volta e tentem apontar o máximo de provas contra os Minks do Navio, não podemos deixar ninguém saber o que realmente aconteceu aqui, e depois chamem o vosso Sargento a reportar o Crime.

Mera o que Simo ouvia após tomar tal atitude [...] Porém aquilo era o suficiente para que ele tomasse uma atitude, pois ali aparentemente era uma cena de crime apesar de não saber ao certo onde encontrava-se tal cadáver sabia que a situação estava preta, dessa formar optou por levantar-se dos escombros pois era somente questão de tempo até que fosse encontrado pois uma averiguação do local provavelmente seria realizada.

~MALDITOS MINKS!!!!!!!!!!!!!

Gritava Simo tossindo para colocar-se como vítima daquela situação, embora nem mesmo sabia do que se tratava e nem mesmo quem era os Minks somente os vendo como algo interessante, sendo está somente uma medida para enganar aquelas pessoas, aparentemente identificando estes como marinheiros após avista-los [...] Medida para tirar suspeitas de quaisquer atos ou coisas do gênero, medida básica, mas possivelmente efetiva.

~ Me levem com vocês, quero acabar com esses Minks malditos, prometo não atrapalhar, pelo menos deixe vê-los sofrer!

Dizia com o intuito de acompanhar os marinheiros em uma possível procura pelos Minks, embora não estivesse nem um pouco disposto a ajudar aquelas pessoas, aliás não fazia estilo a sua personalidade, tudo isto somente em busca de uma aventura.

Caso tais ações não fossem bem-sucedidas ou a situação se complicasse e visse que seria preso ou algo do gênero, simplesmente este iria tentar correr e pular na direção do balcão ficando ao lado oposto dos marinheiros, utilizando assim o balcão como uma possível barricada e cobertura para o caso de uma luta, mantendo-se preparado e pronto para agir ao sacar sua arma, caso não seja necessário somente prosseguirá normalmente com seu diálogo a espera de colher frutos.



Observações:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyDom Fev 12, 2017 12:59 am

O Submundo


Royce Khajiit



Khajiit revelava-se satisfeito por ter escapado a tal final trágico e por ter alguém por o ajudar, mas na mesma de qualquer maneira ele avançava cautelosamente rastejando pelo chão para não se cortar ou fazer qualquer barulho para nenhum Marine o detetar utilizando sua capacidade de audição aguçada então ele poderia saber quando é que alguém se aproximava. Houve Marines que estavam “perto” mas era a uns 15 metros de distância, ainda a procurar por outras zonas sem ser aquelas.

– Achei que eram minks. – disse isso para si mesmo. – Nunca vi um desses.

Royce era o primeiro que tinha chegado à rua onde o polvo tinha dito e então se encostara à parede e manteve-se parado à espera da chegada de Akul.

Akul



Akul estava também entre os escombros a rastejar para não ser detetado pelos Marines, da mesma maneira que Royce, ele seguira a voz do Polvo após ter visto Royce a fazer o mesmo, mas de qualquer maneira, usava sua visão e olfato apurado para detetar quaisquer Marines e conseguir detetar o cheiro do esgoto pois soltava um grande mau cheiro de coisas tóxicas e lixo podre.

Ele conseguira rastejar até à Rua onde Royce também estava onde permanecia encostado à parede.

Royce Khajiit & Akul

Royce fazia uma vigia na retaguarda de Akul para ver se nenhum Marine o via,  dando então sinal ao Tubarão para se movimentar, no qual o Tubarão respondera com um gesto de positivamente com a cabeça.

Ambos se encontravam de frente à tampa do esgoto, uma tampa de metal que se encontrava encostada muito provavelmente deixada pelo Polvo, de qualquer maneira, ouvia-se Marines já a começarem a rondar as zonas onde eles estavam, e por isso Akul abrira com a força que ainda permanecia nele para abrir a tampa do esgoto mas sem muita força para não alertar os Homens da Marinha que agora permaneciam à procura deles. Antes mesmo que eles sequer pudessem entrar ouviram uma voz:

-Um dos piratas ao ser executado, disse que haviam capturado um Tubarão! Alguém o viu? – dizia um dos marines

-Não. – responderam todos em coro – Provavelmente ainda está vivo e escaparam, ou então está entre esta destruição toda, no qual é o mais provável – respondeu um Marine que tinha uma voz mais grave.

Então sem mais demoras Akul dissera em voz baixa sem que os Marines ouvissem mas que chegasse até Royce:

-O esgoto está aberto, venha, desça– e então Akul descera o esgoto com cuidado para não fazer muito eco.

A seguir veio logo Royce, que tinha feito questão de ser o último para garantir que não tinham sido vistos, e então pulara para dentro do esgoto, no qual se fosse um ser normal sem nenhuma pericia em Furtividade teria causado um grande barulho, mas com a sua experiência não o tinha acontecido.

– Obrigado à ajuda polvo-gara. Mas temos que nos afastar o máximo possível. Tem ideia de por onde seguir? Ou Tentamos a sorte? – tinha dito Royce mal tinha chegado aterrado no esgoto.

Por alguma razão, Akul se encontrava perdido nos seus pensamentos, e então começara a pensar no passado enquanto olhava para suas mãos azuis que se encontravam ensaguentadas devido à batalha e feridas que ele tinha tido e lembrara-se das palavras do seu mestre Khund.
“As pessoas tem a tendência de se sentirem diferentes perante acontecimentos que não podem explicar com seu conhecimento. Por exemplo, os fenômenos naturais dessa ilha são encarados como divindades, o que é relacionado com respeito e temor. Da mesma forma, diante de você que é um tritão, elas tem medo do que você possa representar, pois não são capazes de prever seu padrão comportamental por causa da visão caricaturada e maldosa que formam de sua figura"

Akul encontrava-se em um momento de questão sobre as personagens que ali se encontravam, afinal, era 1 estranho que o tentara ajudar e vice-versa e outro que pertenceu à sua mini-batalha de à pouco, Akul percebera que eles já mostravam ser melhores que grande parte da ilha, mas mesmo assim ele dissera:

-Talvez, por hora, eu deva concordar com o plano, mas se vamos seguir o mesmo caminho em um futuro próximo, vocês terão que provar seus valores.

O polvo mostrara uma cara de confuso pois não compreendera o sentido das palavras do tubarão, ele então com um dos seus tentáculos começara a coçar a cabeça e a dizer:

-Mas... Tubarão-San, eu lutei ao seu lado, e pelo que parece o Gato-San está com disposição de ajudar.. Nós não queremos seu mal – Ria-se agora – De qualquer maneira, tenho uma coisa para vos mostrar, ainda não repararam no cheiro que se espalha pelo ar? – após dizer isso, ao respirar o ar notariam que já não cheirava mais a Lixo Podre a coisas Tóxicas mas sim a uma mistura de vários animais.

-Venham comigo, SHISHISHISHISHI – dizia o Polvo enquanto ria-se um pouco.
Caso observassem bem, poderiam ver que o Polvo tinha sua Katana ainda, no qual segurava com dois dos seus têntáculos da esquerda.

Hyoraku agora fazia sinal com um dos tentáculos de trás para que eles o seguissem, enquanto caminhava por aquelas ruas de esgoto sem fim que eram revestidas por pedra, entre um lado ao outro do esgoto, era separado por um rio, mas que em vez de ter água azul, tinha água verde viva. Enquanto caminhavam o Gato interrompeu e disse:

– Eu colei no porto, tava vendo de longe a luta no navio e como parecia emocionante colei por lá. A marinha é claro colo junto. Ouvi as ordens do comandante deles que deveriam matar todos os piratas, mas para capturar os minks e vocês, para levar até um tal de Poynt. Não entendi se esse é alguém, ou algum lugar.

A expressão de Hyoraku mudara, isto não era propriamente uma noticia boa, ele então começara a apressar-se à espera que os restantes fizessem o mesmo, nunca se vira um Polvo a andar tão rápido como aquele andava, mas de qualquer maneira Royce prosseguira com a conversa:

– Cola ai galera. É o seguinte. Mal nos conhecemos-gara, mas nessa cidade já não parece importar. A marinha-gara vai nos culpar e não foi um estrago qualquer lá trás. Parece que ficar aqui não é uma opção. Mas também não vou colocar meu rabo entre as pernas e vaza.  Antes disso vou ensinar uma liçãozinha pra esse comandante Trynore e pro Poynt, se é que é uma pessoa-gara. Não sou nenhum herói vagabundo, nem quero ser. Sou um ladrão, mas não vou deixar meu povo ser vendido. Vou considerar isso como roubar o doce da boca deles. – fez então uma pausa à espera de qualquer reação dos mesmos.  – Posso fazer isso sozinho-gara, mas isso não melhora a situação de vocês-gara. Vão ta nos procurando-gara, o porto vai ficar cercado pra não fugirmos e mesmo que você possa nadar não acredito que alcance outra ilha desse modo. Podemos-gara nos unir? Soltar alguns prisioneiros, dar uma lição na marinha e forçar um agito, ai roubamos um navio-gara.  

Mal o gato tinha acabar de dizer tais palavras nos quais pareciam ser muitas, Hyoraku acenou positivamente, parou e fez sinal com o tentáculo para tal. Tentara relaxar-se um bocado e disse então:

-Vocês provavelmente não sabem, mas a Marinha já anda atrás de vocês os dois – fez uma pausa suspirando – nem se lembraram de mim... – fazendo agora uma reação triste – mas de qualquer maneira, eu acho que aqui o Gato-San foi acusado de um Ataque a um Marine e o Tubarão-San de Homicidio de um Marine. – riu-se para aliviar o clima pesado que ali presenciava – A situação do Pointy preocupa-me, pois ele é conhecido por tráfico de Minks, mas se o que o Gato-San diz é mesmo verdade, é possível que a Marinha esteja envolvida com Tráfico de Minks – fazia agora uma pausa para respirar e para continuar a caminhar a alta velocidade – Para onde estamos a ir neste momento é O Submundo dos Animais. É uma zona onde todos os Minks e Tritões estão para se refugiar, parece quase uma cidade subterrada.

Então ambos caminharam durante um tempo ainda, até que cruzaram uma ponte que conectava de um lado ao outro do esgoto e seguiram por outro caminho, o cheiro de animais se apresentava mais forte, o barulho de cidade e conversa aumentava.

Estavam eles no Submundo dos Animais, parecia mais um centro de cidade pobre, casas em vários sitios, lojas, bares, ali parecia uma verdadeira Anarquia, mas uma queu funcionava, tudo paraecia em Ordem e sem criminalidade. Mal haviam posto os pés lá dentro Hyoraku dissera logo: -Encontraremo-nos no bar “7 Rios” no outro lado da Cidade dentro de 10 horas que é mais ao menos ao final do dia, vou buscar informações – e então o polvo começara a deslocar-se para longe deles dois.

Mal o Polvo os tinha deixado eles começavam a observar em volta e viam uma loja Herbanária e uma Biblioteca, perfeitos para caso quisem aprender algo relacionado com tais. De qualquer maneira eles teriam de passar tempo a fazer alguma coisa, ou portanto era isso ou explorar a cidade com possíveis ladrões e jogos de aposta por aí, juntamente com bastantes restaurantes e bares.

As opções estavam nas mãos deles.

Simo Beckman



Os Marines estavam então de saída que até ouviram um grito.
-MALDITOS MINKS! – tinha gritado Simo a tossir a fingir que era um vítima daquela situação, mesmo nem sabendo do que se passava.
Os Marines então dirigiram-se para onde Simo estava deitado, Simo não conseguia vê-los muito bem para conseguir distinguir quem era quem, mas ambos usavam Uniforme da Marinha e o respetivo chapéu dando a indicar que ambos eram Soldados, um sendo moreno e outro sendo loiro, e então começaram a falar:

-Você é um “deles” afinal – ria-se o outro marine que era loiro enquanto ouvia este a discursar.

– Quão estúpido você precisa de ser para gritar? Não houve aqui Minks nenhuns, isso era quem nós iriamos incriminar – continuava o outro a rir – De qualquer maneira, o nosso Chefe disse que não podiamos deixar ninguém saber o que estaria aqui a acontecer, portanto, mil perdões, mas, ordens superiores.

Mal tinham acabado de dizer tais palavras, pegaram nas suas armas de fogo, nos quais eram umas boas caçadeiras e começaram a disparar contra Simo, no qual ele com sua boa visão e reação conseguira-se continuar atrás do balcão mas de maneira a fazer uma barricada.

-SAIA DAÍ COVARDE! – gritava o Marine que antes se encontrava a rir-se de tudo que o outro dizia.
Arma nova de Simo já não se encontrava no coldre e parecia estar ansiosa de ser experimentada estava na hora de Simo pô-la em ação.

Polvo:
 

Lagarto:
 

Royce Khajit:
 

Akul:
 

Simo Beckman:
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyDom Fev 12, 2017 10:12 am


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


O cheiro inconfundível alcançava as narinas de Royce, um pouco tardio, pois só o sentira após o mesmo ter sido mencionado pelo polvo. As suas orelhas tremiam vez ou outra indicando sua curiosidade para com o que encontraria logo além daquelas passagens.

Chegando a ponte o jovem Royce se adiantou, passando um pouco a frente do grupo e se esticando sobre o parapeito da mesma, suas orelhas agora agitavam-se um pouco mais rápido, devido a profusão de sensações que aquele lugar emanava.

Era uma espécie de lar, ao menos isso era o que dia as profundezas da consciência de Royce. Parecia ser um lugar onde ladrões como ele costumavam passar os seus tempos vagos e vender as suas mercadorias de origem dúbias.  

Puxando a respiração funda para sentir aquele lugar e se arrependendo logo em seguida, pois o cheiro forte de animais lhe deu um acesso de tosse.

– Já tava esquecendo que cheirávamos assim-gara.   – Ainda meio curvado, meio tossindo Royce voltou a acompanhar o grupo.

Na cabeça de Royce ficava apenas rondando a pergunta do porque haver tantos ali. Kanyon não era uma olha tão distante e certamente um lugar muito mais amigável a nossa raça. Se queriam apenas viver suas vidas em um lugar lá certamente seria uma escolha muito mais inteligente, mas quem era ele para dizer o que aquelas pessoas deviam fazer?

Já era suficiente ter se encrencado sem ter feito nada, nem ao menos tinha começado a roubar na cidade e já estava sendo procurado. Podiam ao menos ter tido a decência de esperar até que ele fizesse por merecer, não?  Não iria demorar tanto assim afinal para que viesse a se meter em encrenca pelas próprias mãos.... No entanto uma coisa se tornava certa na cabeça de Royce. Iria dar uma lição em quem quer que estivesse tentando tomar a sua liberdade, ele iria viver sua vida livre como bem entendesse, sem nunca dar satisfação, sem se preocupar com o ontem ou o amanha, iria viajar pelo mundo e não seria nenhum sargento idiota da marinha que ficaria no caminho dos seus sonhos.

– Cuidado lá polvo-gara, estarei no bar na hora. – olhando para a cidade, logo após a saída do polvo, e olhando logo então para o tubarão Royce prosseguiria. – Nya, vou fazer minha própria pesquisa-gara, podemos beber algo mais tarde nyan?

Aguardaria a resposta, que seria respondida com um aceno de cabeça, ou um dar de ombros caso a mesma fosse negativa e começaria a caminhar em direção a biblioteca.

– Um elefante incomoda muitas gente ... – começava Royce a cantar enquanto se deslocava em direção a biblioteca.

APRENDIZADO DE PERÍCIA REDAÇÃO:

Entrando na biblioteca o jovem gato viu a mesma imagem que se via ao lado de fora, uma construção simples, algumas poucas estantes, mesas velhas com a madeira arranhada ou mordida, o mesmo com as cadeiras. O chão tinha tabuas faltando, tabuas lascadas entre outros. Algumas estantes que antigamente possuíam portas estavam agora sem elas, ou com a vidraça das portas quebradas.

Logo a entrar Royce não via ninguém, o lugar estava vazio, mas estranhamente era possível sentir que não estava abandonado. O cheiro de animais era mais suave ali no interior, talvez por poucos dos que ali estavam se interessarem realmente por leitura. Ele próprio não era tão interessado assim, mas já era a alguns anos que tinha algumas ideias e achava que ali era uma boa oportunidade para pô-las em prática.

Havia entrado de mansinho seus olhos logo se fixando sobre uma caneta e um bloco de papel que havia sobre o balcão ao lado da entrada. Instintivamente olhou para os lados e para a entrada e como não via ninguém por ali moveu rapidamente a mão para embolsar ambos os itens. Já os tinha em mãos e a sensação de bem estar pelo furto já começava a querer aperecer quando rápido como um chicote uma régua de madeira surgiu acertando seu pulso fazendo-o soltar ambos os itens que caíram sobre o tampo da bancada não muito longe de onde estavam inicialmente.

– Hurrg hurg. – ouviu-se o som gutural vindo do fundo de uma garganta logo ao lado de Royce.  Enquanto o gato observava começou a ver o padrão de cores da parede começar a se alterar e ali surgir um mink camaleão, ou melhor dizendo... Uma senhora camaleão.   – Ora, ora o que temos aqui? – perguntou ela de forma retórica, mas sem entender o sentido Royce começou a responder, ou tentar.

– Eu-gar...ga...ra, eu, eu não esta...va,  só sabe, eu-ga – ra só ia olhar sabe. – tentava justificar o gatuno, embora a subida aparição e o súbito flagrante o tivessem deixado nervoso e desconcertado.

– Hurg hurg, sim eu vejo... Olhando.. Então garoto, o que veio fazer aqui?

Buscando se recompor Royce engoliu em seco e preparou bem suas próximas palavras.

– Eu-gara colei aqu... – Antes de ter a chance de terminar de falar a régua novamente surgiu rápida como chicote acertando a mão de Royce que mais uma vez tentava alcançar os itens sobre a bancada.

– Argghhhh, sua velha maluc.... – Outra vez mais a régua estalou acertando agora o ombro de Royce. – Maldição eu-gara vou.. – dessa vez o golpe foi na mão que começava a mover a espada, derrubando assim a arma no chão. Calando assim definitivamente o gato, que manteve ai as duas mãos paradas de forma comportada em frente ao corpo e a boca fechada. A régua já estava posicionada para um novo ataque, mas este não veio.

– Hurg Hurg, então você ainda tem salvação não é? Pois bem, você não vai tentar roubar nada aqui dentro, não vai falar gírias como esse “colei” e se me chamar de velha ou maluca de novo eu vou virar seu pelo ao contrario, estamos conversador filhotinho?

Com os olhos arregalados, mas com o bom senso ainda latejando em suas mãos Royce apenas acenou. Aquela havia sido uma boa dose de humildade, que talvez fosse necessário, mas nem por isso doía menos. A um sinal da senhora ele recomeçou a explicar.

– Bem... Eu-gara vim aqui por que quero aprender a escrever direito senhora.

– Hurg, sim bem melhor assim. E por que um larapio como você deseja aprender a escrever corretamente?

– Bem é claro que é... – Foi necessário apenas um leve movimento da régua para Royce perceber que não deveria mentir, então mudou o que estava dizendo e tão logo o fez recebeu um sinal de positivo da senhora. – A verdade é que quero aprender para poder falsificar documentos, parece-me útil no meu ramo.

– Hurg, viu? Muito mais fácil. Você não é o único por aqui que é um criminoso garoto, não precisa fingir ser outra coisa. Mas o que você quer aprender então não é só escrever corretamente, você quer aprender a falsificar também. Hurg, bom venha, faz tempo que não tenho um aluno. Deixe essa coisa ai no canto. – disse ela referindo-se a espada. – Chamo-me Rosangela e você filhotinho?

Embora de certa idade Rosangela era bem enérgica e ativa. Royce teve de correr para voltar a alcança-la e se apresentar. A humildade ainda latejava em suas mãos e por isso ignorava ser chamado de filhote por aquela mulher.

Guiado até umas das mesas, uma que apresentava um estado um pouco melhor que as demais. Ali lhe foi indicado que se sentasse e assim o fez, sentindo a cadeira ranger sob a acomodação de seu peso.

Rosangela logo voltou com duas canetas e um lápis, além de um bloco de papel e alguns livros surrados. Incrivelmente o bloco de papel era ao menos novo e não muito comido por traças.

– Bem, acredito que você já saiba escrever, pois não? – Royce concordou. – Mas por outro lado não conhece as fineses da linguagem. Então começaremos pelo básico. – disse ela empurrando um dos livros que havia trazido.
Um volume razoavelmente grosso que Royce veio a descobrir ser extremamente cansativo de ler, mas a régua se tornou um bom incentivo.  O livro tratava realmente do básico, verbos, pronomes, adjetivos, substantivos, objetos, frases simples, frases compostas e outras regras gramaticais.

Qual era a ordem correta do substantivo, do adjetivo e do verbo na frase?
As conjugações temporais do verbo, bem como a flexão de gênero e grau.
Onde e quando deveria usar o plural e quais palavras não possuíam essa flexão.
– Você não precisa ser perito em todas as regras, pois poucos são, mesmo aqueles que trabalham com isso muitas vezes possuem um conhecimento apenas um pouco mais aprofundado que as pessoas comuns. Mas você não pode cometer erros tolos, como a utilização errada de tempos verbais, ou no gênero e grau errado. Precisa entender como a frase deve ser escrita.

Após Royce começou a copiar uma lista de dicas para escrever da forma certa.
1. Deve-se evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??…então valeu!
9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em TODAS as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: “Quem cita os outros não tem ideias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar.
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais! Esqueça.
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações!! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúazem.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo! …nada de mandar esse trem… vixi… entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

Foi de certa forma divertido para Royce e também bem esclarecedor escrever está lista.  As próprias dicas exemplificavam o que ele não devia fazer e mostravam o quão desagradável àqueles hábitos podiam ser.

Os papeis a sua frente logo começaram a ficar cheios.  Rosangela o fez conjugar diversos verbos comuns de uso diário, como também o fez praticar o correto uso dos pronomes pessoais, tanto os simples como eu, tu, ele, nós, vós, eles, quando pronomes de tratamento como Senhor, Senhora, senhoria, vossa excelência... Ensinando em que caso cada um destes deveria sem empregado.

Ela acabou por se aprofundar bastante nesse tópico, afinal Royce havia deixado claro que desejava aprender a escrever para falsificar documentos e nesse caso estes pronomes deveriam ser corretamente empregados.

As passar de algumas horas o jovem estava dolorido e já com um pouco mais que uma leve dor de cabeça, então naquele momento Rosangela o chamou para uma pausa.

– Venha, vamos descansar um pouco e comer algo, você se esforçou mais do que eu esperava. – já virada e caminhando para a entrada ela acrescentou. – Pode ficar com essas canetas, eu não me importo.

E foi assim que Royce devolveu as canetas na mesa. Como poderia roubar algo que lhe estavam dando? Dando um longo suspiro ele se pôs a segui-la.

Voltaram após algum tempo, com Royce um pouco mais descansado e alimentado.
– Hurg, Agora que você deve ter entendido um pouco mais de escrita vamos entender mesmo sobre redação. Hurg, A diferentes tipos de redação que devem ser usados em diferentes situações. Primeiro há a narração, depois a dissertação, a descrição, os textos injuntivos, cartas e textos jornalísticos. Hurg, bom existem mais, mas vamos ficar com esses.  - completou entregando outro livro para Royce.
descrição dos tipos:
 
Royce esfregava suas têmporas após a leitura tentando firmar em sua mente o que havia lido para que assim entendesse do que se tratava.  Rosangela apenas o observava em silêncio aguardando com paciência. Royce parou então e abriu o livro mais uma vez para ler novamente o que ali havia escrito.
Passou-se quase uma hora entre as repetições da leitura até que ele finalmente acenasse afirmativo para Rosangela. Nas folhas a sua frente haviam algumas notas e alguns exemplos que ele próprio havia desenvolvido para fixar melhor o conteúdo. Rosangela tomou as notas em mãos e leu-as para si.

– Não estão de todo certas, mas é um bom começo. A maior parte parece estar correta. Você só não parece ter entendido muito bem a parte do texto jornalístico. – ela então foi mais uma vez para as estantes, abriu algumas portas baixas e retirou um jornal antigo de lá. – Esse é um jornal, aqui há algumas matérias de piratas que andam saqueando pelo mundo e de sucessos ou fracassos da marinha em pega-los, tome, leia.

Las Camp escreveu:

Masimos Howker, O Emissário da Morte, chegou a ilha Las Camp através do mar com objetivos sombrios. Bell Farest, Lâmina Demoníaca, que provavelmente já era seu comparsa de crimes, estava a perambular pela cidade em busca de ganhar informações da mesma. O tritão, que estava cometendo delitos, acabou sendo parado por um marinheiro, ordenou que o mesmo saísse da ilha e o mesmo se negou acatar a ordem. Howker, invadiu uma loja de armas para tentar se safar do homem da justiça, roubando alguns itens, e foi ajudado por seu parceiro a fugir em direção à prefeitura. A marinha rapidamente cercou o local, para evitar que eles fugissem. Mas eles, fizeram todos os civis de refém e incendiaram o local, armando um plano de fuga. A Marinha, sem escolha, teve que deixá-los sair. E em um ato de crueldade, eles mataram o prefeito e fugiram em um navio pirata. Quaisquer informações sobre os mesmos, contatem a marinha imediatamente.


Haviam outras reportagens, mas esta sem duvida era a que mais tinha prendido a atenção de Royce. Por se tratar da explicação do atual estado da ilha. As coisas agora faziam um pouco mais de sentido. Pois se um tritão havia deixado a ilha naquele estado era um pouco mais fácil de entender o surgimento de pessoas como Poynt e a liberdade que estas tinham para operar na ilha.

– Acho que começo a entender. – respondeu Royce, não apenas quando ao texto jornalístico, mas também quanto a sua situação atual e ao que devia ser feito.

– Hurg, bom. Então vamos praticar. – Dizia Rosangela já empurrando o lápis e uma folha em branco para Royce.   – Comecemos com o narrativo, escreva sua história de como você veio para na ilha.

E com isso seguiu-se o dia, passando quase que metade do tempo combinado com o polvo. Royce escreveu suas histórias, depois escreveu um texto onde tentava convencer o leitor do porque ser um ladrão era o melhor caminho a se seguir. Escreveu uma carta de amor para Rosangela, esse foi de longe o mais difícil dos textos. Teve de descrever em detalhes como era a ilha da onde havia vindo. Praticando assim diversos tipos de escrita.

Rosangela corrigia seu texto, apontando onde ele havia errado o emprego do tempo verbal, ou esquecido a pontuação. Após isso Royce passava o texto a limpo grifando a correção de seus erros.

– FIM DO APRENDIZADO DE PERÍCIA REDAÇÃO.


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyDom Fev 12, 2017 9:31 pm

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Beckman


O tiro acabou saindo pela culatra, todo o plano friamente calculado por Simo acabará dando totalmente errado, de forma que alterasse totalmente sua forma que agir perante aquela situação. O ar no ambiente começava a ficar pesado, gerando tensão perante ambos os lados, naquele instante Simo já estava com a mão em sua cintura pronto para o que viesse, com o olhar vibrado naqueles homens, que por sequência sacavam suas armas.

^Bang, Bang!

Eis o barulho das balas cortando o ar, tendo Simo como alvo. Ileso? Talvez [...] Este somente tinha consciência de que o segundo plano aparentemente estava dando certo, realocar-se e repensar em como agir, dessa formando posicionando-se atrás do balcão daquele local. Sua feição rapidamente se alterou, estava tenso seu olhar daria para notar o qual serio estaria, embora tivesse seus motivos para agir desta forma, aliás aqueles homens acabaram por passar dos limites [...]

Blefe? Falho[...] Novas ações deveriam ser tomadas [...] Faria mais um ciclo com seu cigarro, mantendo-o ainda em sua boca, soltaria um sorriso que estenderia até ao mais próximo do canto de sua orelha, estalaria o pescoço, estalaria seu dedo, após sabendo que estaria pronto para o entretenimento.

~ Vocês querem isso seus malditos, então é isso que lhes darei!

Falaria Simo enquanto se manteria o mais protegido possível atrás do balcão de maneira que tampasse totalmente seu corpo ou seja sentado, após dizer tais palavras este tentaria sacar, caso possível destravaria o gatilho e com sua audição tentaria identificar a posição de seus alvos antes mesmo de exibir sua face para identificação visual, ou seja evitando maiores perigos

Caso possível este irá erguer-se rapidamente colocando após todos os seus sentidos à tona, miraria em seus alvos visando pontos vitais (Utilizando a visão e audição aguçada para identificação rápida e conhecimento de anatomia) e pensando juntamente na trajetória das balas em sua cabeça para cada alvo se assim identificados, de forma que evite futuros erros e desperdice munições, tudo isto em questão de milésimos de segundos.

~ Hora do show criançada!

Falaria Simo enquanto tentaria realizar os disparos, uma bala para cada alvo, rodando o tambor e destravando o tambor a cada disparo executado, visando acertar pontos vitais como coração, cérebro, plexo cardíacos e traqueia. Por sequência este irá abaixar-se e sentar-se novamente utilizando novamente o local como barreira, embora ficando a 1m a esquerda da posição que antes estaria, de maneira que sua posição não seja inicialmente descoberta.

Caso tais ações não sejam possíveis, Simo irá correr a procura de um novo local para utilizar como barreira para se esconder, obter distância dos inimigos e repensar em uma nova estratégia, caso não seja possível manter-se no mesmo local sem que corra grandes riscos.

Observações:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyQui Fev 16, 2017 7:07 pm

Headshot


Royce Khajit


Royce havia combinado uma bebida com Akul em um bar, no qual ele o havia confirmado com um aceno positivo. Royce então entrara na biblioteca e começara a aprender como redagir seu texto com um Mink Elefante.

Horas haviam se passado após redagir o texto e por dar por concluído com a sua aprendizagem, mas no entanto ele ficara ali sentado na Biblioteca parecendo estar à espera de algo.

Satsumi


Ele pusera um sorriso na sua cara e mantinha o cigarro na sua boca, então estalou o pescoço e o dedo no qual fizera um barulho que se dera para ouvir em alto e bom som “Crack” , um barulho muito satisfatório e então Satsumi mantinha-se atrás do balcão totalmente com o seu corpo protegido, e então assim soltou uma fala:

-Vocês querem isso seus malditos, então é isso que lhes darei!

E então ele destravou o gatilho e com sua capacidade de audição avançada, conseguira reparar a onde estavam os inimigos pelo som da respiração e dos passos assim sabendo que o homem Moreno estava atrás de uma armário de armas e o homem Loiro estava a disparar sem sequer estar em cobertura e então gritando:

-VOCÊ VAI MORRER GAROTO!

E então assim Simo levantava-se e com sua visão avançada conseguira mirar muito rapidamente e então com seu conhecimento de Anatomia ele disparara contra a cabeça do Loiro causando morte imediata gritando então:

-Hora do show criançada!

Rodando e Destravando o tambor do seu revólver novinho em folha, Satsumi voltara a disparar, mas dessa vez ele só acertara na perna do Moreno no qual fez ele gritar de dor e então o próprio marine largara a arma e gritava expulsando todo o oxigênio que continha nos seus pulmões:

-Eu rendo-me! Mas por favor não me mate! Eu posso contar-lhe tudo. – fazia uma curta pausa para conseguir respirar devido à dor que sentia no momento – Ugh.. Eu.. Eu sou um Pirata infiltrado na Marinha que trabalha para o Pointy. Nós traficamos Minks e Tritões e estavamos a tentar incrimina-los com o assalto a esta loja para os Habitantes gostarem menos deles. – então voltava a fazer uma pausa – Nós estamos a tentar fazer uma rebeliação contra os Minks e Tritões com os Civis para irmos destruir a cidade deles que fica no Esgoto, Mais ninguém sabe sobre o tal sem ser os Piratas do Pointy. – agora o mesmo começava a chorar e a fazer uma expressão estranha – Por favor não me mate, eu ainda quero viver – punha suas mãos então entrelaçadas entre si a pedir por favor.

O Dia começava a escurecer e Satsumi tinha de tomar uma decisão do que fazer rapidamente antes que alguém lá chegasse devido ao barulho dos Tiros.

Satsumi:
 

Rick II:
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySex Fev 17, 2017 10:22 am


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


INICIO DO APRENDIZADO DA PERICIA FALSIFICAÇÃO.

Estavam novamente fazendo uma pausa, organizando as anotações e bebendo o que parecia ser um chá de algo desconhecido para Royce quando Rosangela voltou a falar.

- Hurg Hurg, acho que o que vimos é o suficiente para saber como escrever um documento, ou qualquer outra coisa de forma correta e coerente. Agora podemos partir para técnicas de falsificação. Nunca usei isso para enganar outros, mas entendo bastante sobre o assunto, afinal-hurg, não queria documentos falsos na minha biblioteca-hurg.

Royce assentia, assentia em dobro, pois ele estava pronto para fazer uma piada sobre uma bibliotecária que soubesse falsificar, então assentia avidamente tentando fingir que nunca ousou pensar algo daquele gênero.

– Hurg ...Há diferentes pericias dentro da falsificação. Caligrafia, assinaturas, formatação do texto, o tipo correto de papel, envelhecimento de tinta e de papel se quiser falsificar documentos como certificados antigos que atestem que você é dono de algo, identificação dos tipos de tintas e cores. Para saber falsificar corretamente ou identificar algo falsificado primeiro você terá de conhecer as características do que seria o original. Hurg Hurg.

Por exemplo, um vaso, vindo de uma ilha onde o deserto é predominante. Você espera que ele seja de um tipo de barro especifico, e que demonstre estar desgastado pelo calor e pela ação da areia. Você não espera encontrar mofo nele, por exemplo, ou manchas de umidade. Você teria que estudar a cultura daquele povo, como era sua civilização antigamente para também saber se os arabescos representados são os que deviam ser.


– Não me interesso por vasos-gara. – Interrompeu Royce abruptamente, recebendo de volta um olhar amargo por parte de Rosangela, mesmo assim ela respirou fundo e fingiu bom-humor. – Hurg, não mesmo não é? – Royce devia ter suspeitado do bom-humor, pois não mais de um minuto depois ele estava sentado à mesa com uma pilha de documentos a sua frente. Havia papel branco, amarelado, pergaminho e o que parecia couro de vaca. Alguns eram escritos a mão, enquanto outros digitados em máquinas modernas. Alguns documentos continham até o selo oficial da marinha ou do governo. Havia contrato de empresas, era um pilha bem diversificada.

Um pouco mais ao lado havia uma pilha de papel em branco. Rosangela então fez Royce estudar a documentação a sua frente e usando seus conhecimentos recém adquiridos escrever um texto descritivo contendo todos os aspectos que ele havia observado em cada documento. Rosangela exigia um estudo minucioso, era um jeito duro, mas esse modo logo fez Royce perceber a grande variedade de papel existente e o que se esperava do papel usado para cada documento.

– Onde que encontro papel antigo não usado para poder falsificar algo antigo? E como que faria pra tinta não parecer nova na folha?- e assim foi uma rara ocasião onde Rosangela sorriu.

– Hurg, sim, sim, você não é um caso completamente perdido.. Bom ....

A meia hora seguinte ela explicou a Royce que não era necessário possuir papel velho, e sim envelhecer o papel e a tinta gradualmente até que esses representasse um aspecto amarelado e corroído que se esperaria de um documento velho.

Algumas técnicas ditavam para usar chá e tingir o papel, enquanto outras consistiam em deixar o papel armazenado em caixas cheias de grilos, estes por sua vez defecariam no papel e roeriam o mesmo deixando-o com aspecto de velho. Era possível usar café, mas Royce achou que seria um desperdício esse ultimo. Mesmo assim esse foi um dos que praticou naquele momento, afinal era isso ou sair à caça de grilos.

A tinta era outra questão, os grilos ajudariam a envelhecê-la, mas a tinta escrita a mão era mais difícil de simular. Rosangela explicava-lhe isso enquanto mostrava uma técnica que usava uma chama e também a fumaça gerada pela queima de outros papeis, escurecendo o papel e rachando a tinta. No entanto isso devia ser feito com cautela para não se queimar o papel.

Royce estava ateando fogo a terceira folha de papel quando foi acertado por uma régua na cabeça.

[color-orange]- Auchh!! Pra que isso sua vel... Auchhh[/color] – Royce armou um beiço e ficou quieto. - Preste atenção no que está fazendo, Você está deixando o papel muito tempo parado, você deve movê-lo com constância como os ponteiros de um relógio e segure-o um pouco mais longe também filhotinho, ou vai queimar sua pata. Hurg.

Devidamente repreendido o Royce voltou à tarefa, concentrando-se em manter o papel em movimentos circulares contínuos e virando-o de tempo em tempo para envelhecer ambos os lados por igual. Como aconselhado afastou um pouco mais o papel do fogo e observou como a tinta se comportava com aquele tratamento térmico.

Após conseguir fazer o primeiro corretamente os outros foram um pouco mais fáceis, continuou praticando isso até que Rosangela o chamou para outra conversa.

-Bom acho que você já entendeu sobre os tipos corretos de papel e também já estudamos como são e devem ser as escritas nos documentos, vimos isso antes em redação, o que te falta agora é caligrafia. Cada pessoa tem o seu tipo próprio de letra, mas pra sua sorte há maquinas capazes de digitar as letras de modo que tudo o que você precisa é falsificar a assinatura e carimbo.

Com suas habilidades você pode roubar o papel adequado, com o emblema da organização que desejar, você precisará é claro de ferramentas feitas por outros muitas vezes. Uma cópia do carimbo da pessoa há qual você vai falsificar a assinatura, uma caneta similar que possa imitar com precisão o traço da tinta. A mesma tinta, mas isso são ferramentas compráveis o que você precisa é da pericia em letras para poder simular a identidade de outras pessoas.


Mal haviam decorridos alguns minutos do treino de caligrafia e as mãos de Royce doíam para segurar a pena que estava usando no momento. Rosangela havia insistido em começar com o uso de uma pena e um tinteiro, embora houvesse métodos mais atuais para se escrever. Os músculos das mãos ficavam rígidos assim como o dos braços, pois Royce não conseguia fazer um movimento fluido. Não podia apenas escrever tinha de ficar concentrado comandando sua mão a cada passo para que fosse possível modificar sua letra.

As pausas foram constantes nessa atividade, pausas necessárias para afrouxar a musculatura tensa, endireitar as costas e aliviar o pescoço. Comia algumas bolachas e tomava um chá enquanto Rosangela avaliava o seu progresso atual. Não se mostrava muito satisfeita.

– Você pensa de mais, se foca de mais. Hurg Hurg, é como andar, mas também não é.. Fixe a forma da letra na sua cabeça, observe ela em sua mente, todos os aspectos a fluidez de suas curvas a pressão da ponteira no papel e depois escreva, deixa a imagem em sua cabeça lhe guiar e não seus olhos fixos e músculos tensos.

Royce semicerrou os olhos, desconfiava que estava sendo feito de bobo, mas ainda assim tentou do jeito da velha. Da pena passou para o lápis, do lápis para a caneta. Esta ultima foi mais fácil de dominar, diferente dos outros ela deslizava melhor sobre o papel, permanecia leve em sua mão e o fluxo de tinta que saia era constante. Não dependia de mantes a ponta molhada ou o lápis apontado.

– Nyaaaaa, foi por isso que me fez treinar com aquela maldita pena.... – compreendeu Royce em um surto de compreensão.

Cominando anteriormente a ferramenta mais arcaica foi fácil compreender as novas e modernas ferramentas, não que a caneta houvesse poupado suas mãos de câimbra. Felizmente para ele era ambidestro e isso lhe permitia descansar uma mão enquanto praticava com a outra.

Outra vantagem encontrada na caneta era que não manchava seus pelos... A pena havia lhe causado muito desgosto.


FIM DO APRENDIZADO DA PERICIA FALSIFICAÇÃO.

– No fim ela era uma senhora legal-gara, nyanyanyanyanya. – diria Royce enquanto se punha a caminhar pelas ruas daquela cidade subterrânea. Suas orelhas tremiam de leve pela curiosidade. Queria ir entrando nas lojas para ver o que por ali encontrava-se, mas o tempo no momento era curto, as dez horas, haviam quase completamente passadas e os assuntos pendentes do jovem era mais importantes que sua breve curiosidade quanto aquela cidade dentro de uma cidade.

Seguindo mais ou menos de memória o que o polvo tinha dito o jovem começou a procurar o bar 7 rios, onde haviam combinado de se encontrar.

No caminho se manteria atento, pois seria idiotice um ladrão ser roubado em uma cidade submundo. Assim evitaria permitir que outros esbarrassem em si. E também tentaria manter sobre controle a sua própria vontade de esbarras nos outros, ainda assim, se a oportunidade surgisse e Royce percebesse alguém desatento a olhar alguma loja o jovem não resistiria.

Aproximar-se-ia da possível vitima, mantendo é claro sua descrição e de modo furtivo se aproximaria da mesma vitrine observada. Dando então dois tapas no ombro da vitima enquanto sua outra mão puxaria o que tivesse nos bolsos alcançáveis naquele espaço de tempo, usando de sua habilidade de batedor de carteiras para não ser percebido.

– Akul é .... – começaria Royce se interrompendo assim que a pessoa virasse. No caso da vitima ser uma mulher ele trocaria o nome por Rose. – Ahhh, nya, desculpe. Confundi com um conhecido meu-gara. – rapidamente abanaria uma despedida saindo de perto da pessoa e indo novamente em busca do bar.

Não importava muito o que tivesse pego, fosse um isqueiro, cigarros, ou um lenço sujo, dinheiro seria o melhor, mas qualquer coisa era tranquilizante, era bom afinal, poder sentir os próprios bolsos cheios de trecos.

Caso conseguisse se achar e encontrar o Café o jovem entraria e lá dentro procuraria visualizar o polvo ou o tubarão e se deslocar na direção dos mesmos, mas na falta desses ele mesmo pegaria uma mesa para si.

– Uma garrafa de saque, nyan.. – pediria ao primeiro atendente que se aproximasse.

No caso de encontrar o polvo:

– E então, Nyan, como estamos? Ou preferes esperar o tubarão um pouco mais? – a segunda parte seria dito caso o mesmo ainda não estivesse no local. Daria os ombros em seguida indicando que não importava e então olhando ao redor mudaria de assunto. – Eu-gara conseguiria ficar uma semana num lugar desses talvez, para me esconder-gara ou formular um plano, mas como eles conseguem viver aqui? – estaria falando baixo, apenas para o polvo, para assim evitar criar alguma animosidade pelos comentários. – Não consigo me imaginar preso. Depois de dar o troco aqui, ou melhor dizendo, ensinar uma lição de como minha raça deve ser tratada pretendo partir, ver o mar, as ilhas. A muitos lugares que quero roubar. – começaria a beber se o saque já tivesse chego. – Mas e você? O que faz aqui?






”objetivos”:
 

OFF: Sei que talvez seria interessante já partir pro assunto, mas quero aproveitar o post para conversar com o polvo e chamar ele pra ser meu navegador. Acho que da pra aproveitar isso e corrigir, se necessário, a discrepância temporal entre eu e o Sats. Já que pra mim se passaram 10 horas e pra ele poucos minutos.

A pericia eu escrevi no domingo como te disse, mas n gostei dela, então vou fazer outra no fim de semana e edito quando estiver contente com ela, pode ir seguindo enquanto isso sem problemas. Não coloquei ações justamente por ter te falado que ia fazer as duas pericias em seq.
Histórico:
 

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Última edição por Rick II em Qua Abr 05, 2017 10:42 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySex Fev 17, 2017 7:31 pm

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Citação :
O show estava para acabar.

Balas de chumbo estavam a voar, prontas para seus alvos exterminar.

Balas certeiras miolos a estourar, e sem maiores dúvidas não mais estariam lá.

Inimigos eliminados, dessa forma seu caminho acabaria sendo liberado [...]

Um alvo estava a sobreviver, a partir dali como Simo iria fazer?

_Eu rendo-me! Mas por favor não me mate! Eu posso contar-lhe tudo.

Dizia aparentemente o único sobrevivente no local, enquanto gritava de dor, embora Simo não estivesse a ainda a avista-lo, devido ao fato de manter-se protegido. Simo já estava a sentir-se mais confortável diante da situação, pois acreditava que aqueles negócios estariam próximos de acabar, balas não eram trocadas mais aparentemente, sendo assim demonstrando sua cara para avistar o que estava diante de si, e avaliar a situação e vê situação daquele homem, pois poderia ser útil.

A partir do momento que Simo ficaria de pé próximo ao balcão avistando o que estaria a ocorrer do outro lado deste. Não demoraria muito para o homem retornar a dizer.

_Ugh.. Eu.. Eu sou um Pirata infiltrado na Marinha que trabalha para o Pointy. Nós traficamos Minks e Tritões e estavámos a tentar incrimina-los com o assalto a esta loja para os Habitantes gostarem menos deles._ fazendo novamente uma pausa _Nós estamos a tentar fazer uma rebelião contra os Minks e Tritões com os Civis para irmos destruir a cidade deles que fica no Esgoto, Mais ninguém sabe sobre o tal sem ser os Piratas do Pointy._ agora o mesmo começava a chorar e a fazer uma expressão estranha _ Por favor não me mate, eu ainda quero viver_ dizia ao emplorar.

Naquele momento Simo notaria que homem poderia vir a calhar. Pularia o balcão, caso notasse que realmente não correria mais riscos, embora a manter-se atento, assim este começaria a andar rumo ao homem. mas ainda assim próximo a locais onde poderia utilizar como novos refúgios para uma nova possível troca de tiros.

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~ Se você tem alguma arma jogue-a longe agora!!!!!! Caso contrário não terei piedade.

Diria Simo, enquanto ao mesmo daria um rápido sorriso momentâneo, ao mesmo instante que jogaria seu cigarro acabado ao chão de forma que por sequência venha a pisar e estalar seu dedo indicador da mão esquerda. Caso a arma fosse jogada fora ou este provasse que não possuía e fosse convincente ele voltaria a caminhar rumo ao homem para entender melhor aquela situação e talvez obter informações que venham a ser úteis.

Ao aproximar-se este voltaria a dizer:

~ Bom não me importo se você é Pirata, Marinheiro e segue e coisas do tipo... Só me diga uma coisa, sabe onde posso encontrar esses tais Minks? Parecem ser interessantes, bom, caso não saiba acho que você não tem muito utilidade a final de contas [...]

Caso este não tenha mais informações sobre os Minks ou como encontra-los Simo simplesmente tentar atirar em sua cabeça, poucos segundos em sequência ao dizer tais palavras. Em caso de obter tais informações, simplesmente tentará ajudar este homem a levantar-se e ajuda-lo a caminhar até um possível local indicado ou algo do gênero.




Observações:
 

Legenda:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 


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Última edição por Satsumi em Seg Mar 06, 2017 6:24 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySex Mar 03, 2017 4:14 pm

---------> Royce


O mink estava entusiasmado com o reconhecimento do local. Afinal, não era todo dia que ele estaria passeando pelas ruas de uma cidade secreta. Apesar do cheiro um tanto quanto peculiar, pesado e úmido as ruas eram extremamente limpas, calçadas com blocos sextavados alinhados perfeitamente entre si. Não havia nenhuma vegetação aparente. O comércio seguia a mesma linha das construções da superfície, nada muito diferente a não ser o uso em excesso de canos e ferros.

Um local novo para colocar o seu ofício em dia e tentou o mais rápido possível colocar suas artimanhas em dia. Os passantes transitavam de forma educava, raramente embarravam-se e quando isso acontecia, desculpavam-se com um singelo sorriso e um acenar carinhoso.

Apesar de toda educação o mink logo foi de encontro a um mink macaco que aparentava ter seus 45 anos de idade. O homem estava olhando a vitrine de uma loja de livros antigos uma oportunidade perfeita para o gatuno que não pensou duas vezes e colocou seu plano em prática. De forma harmônica o gatuno toca os ombros do macaco e simultaneamente retirava e guardava o objeto recém adquirido... – Akul é... Ahhh, nya, desculpe. Confundi com um conhecido meu-gara... Disfarçava Royce.

Sem entender nada o macaco apenas sorriria de forma cordial com a intenção de quem estivesse dizendo que não tinha problema pela confusão feita a pouco.

Assim que tomou uma certa distância o gatuno averiguou o fruto de seu roubo, um singelo relógio de bolso na cor prata, se o mink decidisse abrir a tampa do relógio encontraria uma pequena foto do mink macaco e duas minks filhotes da mesma espécie, o mesmo estaria gasto devido a ação do tempo a primeira mão não parecia ser muito valioso e seus ponteiros marcavam as horas com exatidão.

Royce andou por mais alguns minutos e finalmente ao longo de uma rua estreita, conseguiu enxergar a placa do Bar 7 Rios e colocou-se a adentrar no ambiente. O bar era de construção simples, predominante de madeira, a pintura gasta mostrava um pouco da tinta que um foi  verde.  O luxo do local passou longe, na verdade nunca deve ter existido mas, mesmo assim o ambiente rustico atraia diversos clientes. Lá dentro o gatuno acomodou-se em uma mesa e lá esperou até ser atendido... Não demorou muito e o mesmo já estava bebendo uma dose de sua garrafa de saquê enquanto observava o movimento de todos por ali.

A garrafa de saquê estaria quase pela metade e finalmente um rosto amigo adentrava ao bar, era o tritão que abriu seus braços e sorridente foi de encontro ao seu amigo!

- Me desculpe a demora Roy-san... andei colhendo um pouco de informações aqui e outras ali! Mas me diga, o que achou da aqui até agora?

Enquanto Royce falava da sua insatisfação com a vida de cárcere que todos viviam por ali, uma falsa sensação de liberdade que deixava o gatuno “puto” da vida por notar que ninguém ali era livre de verdade e que todos estavam com medo de enfrentar a liberdade de verdade, o polvo apenas ia concordando com a cabeça e se servindo, sem  pedir permissão do saquê que estava na mesa.

- Concordo com você plenamente Roy-san, não gosto de viver preso e por isso mesmo que estou nesse rolo todo... Daria uma bela golada no saquê e encheria novamente  o copo e conversaria com  o Royce.... – Vim aqui por que escutei alguns rumores estranhos e acho que você deveria ir comigo, quanto aquele tubarão, pode esquecer dele... não poderemos contar com ele... mais uma longa golada.

O polvo parecia estar com cede, não parava de beber e pediu mais uma garrafa para o garçom e insistiu que Royce o acompanha-se... – Meu amigo felpudo-san, vamos tomar só mais uma e já iremos sair daqui...

Cabia Roy decidir se iria decidir mais uma garrafa com o seu amigo ou não. O tritão não iria sair dali até terminar a segunda garrafa que acabará de abrir.

Caso decidisse beber com o polvo, o jovem gatuno iria ter a experiência de perder a noção de profundidade, sua visão estaria turva, o tato parcialmente dormente e uma respiração completamente ofegante. Caso não, estaria apenas um pouco lerdo devido a primeira garrafa e a respiração parcialmente ofegante.

O tritão demostrou ser um beberrão de primeira e dominava com maestria a arte de engolir o saquê sem desperdiçar nenhuma gota, o olhar dele com o tempo ficou um pouco perdido  e resmungava palavras que o mink não conseguia decifrar o que ele dizia. De repente, sem nenhum motivo aparente, o tritão arremessou a garrafa de saquê no chão e começou a intimar os frequentadores do bar...

- Vocês são uns escrotos! Não sabem de nada e vivem suas vidas como marionetes, esperando apenas a morte chegar! Tenho nojo de vocês, meu amigo aqui está certo, apontaria para o mink, vocês são apenas bichinhos enjaulados!!

Nesse momento, dois minks aproximavam deles. O primeiro era um mink touro que sem dizer uma única palavra desferiu um murro na face do polvo que voou na mesa e o segundo era um mink leão que estalou todos os dedos da mão e disse ao jovem gatuno... - Vocês estão detidos por desordem, vai vir por bem ou vai querer que te faça dormir como o seu amigo peixe ali????

---------> Simo


O cheiro de pólvora ainda marcava o local, a poeira que subiu foi levada pela brisa de forma suave, o entardecer tomou conta de alguns escombros, a iluminação natural era quase mínima e a distância que separava os dois homens era de poucos metros. Por sorte a região estava deserta e ninguém ouviu os disparos realizados a pouco pelos três pistoleiros.

Simo, o poeta, aproximava-se do balcão e ao notar que seu inimigo não lhe apresentava nenhum risco pulou sobre o objeto parcialmente destruído e com um andar superior ditado pelas passadas cautelosas olhava o homem caído e ensanguentado. O  tom de de sua voz naquela disputa era absoluto e ao questionar sobre o desarme de seu adversário a resposta veio quase que imediata...
- Eh...eu estou desarmado! J-Juro, deixei minha arma c-cair assim que fui atingido... P-por favor não me mate, não me mate eu farei o que desejar.... solusos... não me mate!

Os olhos do homem estavam cheio de lágrimas, o ranho espeço e salgado que saia do seu nariz, adentrava em sua boca e era cuspido ou babado conforme implorava por sua vida ao valente pistoleiro que de forma habitual arremessava a bituca, completamente usada marcada pela brasa que a muito se apagou, no chão e com um estalar de dedos agudo fez com que o homem baleado gemesse.

Frente a frente com chorão Simo disparou suas palavras... ~ Bom não me importo se você é Pirata, Marinheiro e segue e coisas do tipo... Só me diga uma coisa, sabe onde posso encontrar esses tais Minks? Parecem ser interessantes, bom, caso não saiba acho que você não tem muito utilidade a final de contas...

O pirata sabia que  pala ele sair vivo dali só tinha uma condição, dizer o caminho para a vila escondida. O homem escarrado balançou a sua cabeça de forma positiva que fez com que seus resíduos navais caíssem no joelho de Simo... – E-eu o levo lá, mas por favor poupe a minha vida...

O pistoleiro não pensou duas vezes e ajudou o ferido que mesmo com dificuldade devido a dor e a perda de sangue não hesitou em apoiar-se completamente sobre o corpo do Simo e começar a caminhar para fora dos escombros. Por sorte a noite havia caído e os passantes não iriam reparar, de primeiro momento, no ferimento a bala na perna do homem que estava disfarçado de marinheiro. É claro que se o mesmo estivesse em plena saúde a distância levaria alguns minutos, talvez uns quarenta minutos, mas já haviam se passado algumas horas e as ruas que antes estavam repletas de mercadorias dava boas vindas aos boêmios que aos poucos acomodavam-se nos bares da ilha ...

- Desculpe-me, a demora, estamos quase lá... mais dois quarteirões e chegaremos! Poderia explicar como faz para chegar lá, mas veria que a entrada estaria disfarçada... só mais um pouco por favor...

Só mais um pouco para nós seria uma coisa rápida, caminhar dois quarteirões coisa fácil, porém Simo carregava consigo a sua mala escrota que nesse momento já havia enxugado parte de seus ranhos no ombro do pistoleiro que obstinado apenas carregava o ferido que deixou um grande rastro de sangue por onde passou... É ali / Estão aqui!... apontou o homem, para uma espécie de acesso subterrâneo que lembrará muito as escararias de um metro, que simplesmente desabou nos braços de Simo enquanto outro homem gritava e apontava para os dois.

Apesar de não aparentar, o tiro foi profundo, nem o homem ou o pistoleiro acomodaram o ferimento que jorrou muito sangue nesse período e é claro que alguns marinheiros acharam estranho aquele rastro decidiram averiguar! Ao mesmo momento em que o pirata apontava a entrada ao rapaz, um marinheiro gritou para seus amigos que apareceram rapidamente, no total eram 3. Dois deles sacaram seus sabres enquanto o que gritou retirou a espingarda de seu ombro, apontou ao rapaz e deu o comando ... – Você ai! Afaste-se agora mesmo, o que está havendo?

Outro marinheiro, gordinho e fora de forma ia se aproximando a passos cautelosos, empunhava um sabre básico e foi o primeiro a reconhecer as vestes do homem caído e gritou aos outros... – É um dos nossos, ele pegou um dos nossos....

A situação que antes estava tranquila para Simo começou a ficar uma zona, na verdade nem ele achou que fosse demorar tanto para chegar até o local e cabia a ele decidir o seu caminho possibilidades não lhe faltavam, poderia argumentar com os marinheiros nervosos e pelo jeito recém nomeados pela corporação, entrar dentro da escadaria subterrânea, fugir ou disputar um embate com aqueles três....


Off::
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySab Mar 04, 2017 4:23 pm


Khajit

Eu-gara o maior ladrão do mundo.


Royce balançava a cabeça concordando com o polvo. Enquanto tomava mais um copo de saque. Era bom poder relaxar um pouco após as duras lições com a bibliotecária e por isso aceitou continuar bebendo. Sua cabeça se tornando leve a cada brinde que fazia com o polvo.

– Isso Isso-gara. Isso não é vida. – começava já a falar um pouco embolado. Royce não era um veterano em bebida e o saque forte logo tinha seu efeito sobre o jovem ladrão.

Quando o polvo começou a gritar com os outros Royce balançava a cabeça entusiasticamente. E se levantou em seguida gritando junto a seu amigo de bebedeira.

– É isso ai!! Vocês-gara são uns covardes. Eu vou ir lá fora e matar esses filhas da puta que estão nos capturando-gara. - as falas sairiam emboladas pela língua grossa de bebida. Não sabe-se se os presentes entenderiam o que foi dito, mas eram essa palavras que o gatuno queria passar.

Quando achava que estava arrasando e sendo um grande modelo de herói para os Minks ali presente o jovem gato foi surpreendido por uma dupla que os acusava de perturbação, seu companheiro logo foi nocauteado por um golpe duplo, da bebida e do murro. Enquanto seguido disso o outro mink o ameaçava.

Royce olhou para o polvo caído e então para a dupla de Minks e então mais uma vez para o polvo caído e então colocando as duas mãos na cintura e estufando o peito começou a rir.

– NyaNyaNyaNyaNyaNya... Quem vocês acham que são pra conseguir me pren...Hug..pren..hug... MERDA DE SOLU. Hug ... Pra me prender???

Ainda com uma das mãos na cintura Royce tentava alcançar sua espada, mas no meio do soluço a deixaria cair se atrapalhando enquanto tentava pega-la antes de alcançar o chão.

– So .. hug.. um minu..hug.. e já vou ...hug ..lição em você-huggara. – dizia enquanto tentava juntar a espada do chão.


Caso: horas depois quando finalmente acordasse, na prisão provavelmente e com a cabeça martelando o jovem Royce buscaria se sentar apoiando a cabeça com ambas as mãos pressionando as têmporas.

– Ahhrrg, parece que um elefante passou por cima de mim-gara.

Começaria a olhar em volta localizando-se ao mesmo tempo que tentava lembrar o que havia acontecido.

– Que merda é essa? – Royce massageava as têmporas enquanto tentava se lembrar de como teria ido parar ali. – Acho que bebi de mais-gara.... Polvo-gara?

Chamaria na vã esperança de seu companheiro de bebida estar ali também.

– Acho que as coisas saíram um pouquinho de controle meu amigo-gara. NyaNya... Aiaiaiaiai – apertou a cabeça quando a onda de dor pela risada pressionou seu cérebro.

Olharia mais uma vez, tentando perceber qual era sua situação por completo. Se era uma cela, se estava amarrado, algemado, enjaulado? Onde estaria o polvo e quem mais estaria naquele lugar. Tatearia o bolso em busca do relógio que havia antes roubado. Este era pra Royce até mesmo mais importante que a espada antes conseguida.
Se o polvo estivesse mesmo por ali Royce continuaria papeando. Se estivessem até mesmo na mesma cela ele também se aproximaria do polvo. E se o mesmo estivesse dormindo o cutucaria até que este acordasse.

– Em polvo-gara, quer ser pirata? Você podia ser meu navegador-gara. Matamos o sargento, roubamos algum dinheiro dele, acabamos com os negócios do Point e pegamos o navio e dinheiro do mesmo, ai podemos sair por ai, encher a cara, fazer farra. Viver livres. – Royce mais uma vez se sentaria, encostando-se contra a parede. Não estava preocupado com a atual prisão, afinal o máximo seria passar um ou outro dia ali e seria solto, mas mesmo que não fosse o caso tinha confiança em conseguir arrombar por conta própria e sair quando quisesse. Afinal era essa sua especialidade pois não.

”objetivos”:
 

Histórico:
 
Bom não sei se vai prejudicar em algo, mas entrei na suposição que devido a minha ação perante os acontecimentos eu seria detido. Então ja fiz casos pra poder dar prosseguimento mediante tais acontecimentos.

Como não tem nada na personalidade do meu char que diga que ele se modera no alcool achei que o natural seria ele continuar aceitar beber. kkkkkk

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptyDom Mar 05, 2017 5:22 pm

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Citação :
SONETO LXV

William Shakespeare

Se a morte predomina na bravura

Do bronze, pedra, terra e imenso mar,

Pode sobreviver a formosura,

Tendo da flor a força a devastar?

Como pode o aroma do verão

Deter o forte assédio destes dias,

Se portas de aço e duras rochas não

Podem vencer do Tempo a tirania?

Onde ocultar - meditação atroz -

O ouro que o Tempo quer em sua arca?

Que mão pode deter seu pé veloz,

Ou que beleza o Tempo não demarca?

Nenhuma! A menos que este meu amor

Em negra tinta guarde o seu fulgor.

Enrolação e mais enrolação [...] Aquilo estava tornando-se um grande estorvo para Simo, muito trabalho e poucas recompensas acreditava este. Caminhando minutos e mais minutos, somente para encontrar algo que nem mesmo sabia o que estava exatamente a procurar, valeria realmente a pena? Começando por sequência surgir dúvidas em sua cabeça, mas fazer o que [...] Suas ações antepassadas já poderiam causar-lhe problemas futuros ou seja não haveria volta, deveria aceitar suas escolhas e seguir em frente.

~ Mendokuse, Mendokuse, Mendokuse [...]

Dizia Simo enquanto caminhava a reclamar, aliás estava tendo muito trabalho e poucas recompensas até o momento.

_É ali.

Dizia o que homem que acompanhava Simo.

Aparentemente estes haviam chegado ao local prometido, o local onde poderia colher frutos em questão de suas ações. Isto ainda deveria esperar, pois aparentemente Simo deveria enfrentar novos problemas. A caminha para aquele local acabará por deixar um enorme rastro de sangue, por sequência levantando suspeitas de um pequeno grupo de três marinheiros.

Deu um grande bocejo[...] Sua preguiça estava por falar mais alto, embora tivesse que deixa-la de lado. Tudo aquilo era por um bem maior, a partir do momento que colocou essa ideologia em sua cabeça sua feição mudou, dando um tom concentrado e sereno em sua faca. “Mulheres, dinheiro, luxuria....” Pensava Simo de forma incessável.

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~ Calem a boca seus lixos, não vão atrapalhar meus objetivos, todos vão morrer não dou a mínima... A luxuria me espera! HAHAHAHA...

Dizia Simo, seguido de uma grande gargalhada.

Assim acabaria por adentrar ao túnel, por sequência este tentará descer a escadaria, de forma que em seu término sairia do meio desta e ficará ao canto de uma parede, embora caso não venha a existir tal tipo de coisa, somente ficaria ao centro desta utilizando o pirata como escudo em caso de uma possível troca de tiros, ou como um meio de se proteger de outros ataques.

Caso acabem por descer e este seja bem-sucedido com as ações anteriores, ele tentará realizar disparos contra cada um dos marinheiros, visando acertar regiões como a cabeça, pulmões, coração de forma que venha a ser fatal por sequência. Atirando e voltando para a parede, utilizando-a como uma barricada, enquanto os marinheiros tendem a descer para o “abatedouro”.

Se minha ação de realizar a descida acabar sendo mal-sucedida, este utilizará o pirata novamente como um escudo mas desça vez do lado de fora do túnel, tentando realizar o mesmo estilo de disparos contra os marinheiros.





Observações (Leia)!:
 

Legenda:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 


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Última edição por Satsumi em Seg Mar 06, 2017 6:25 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 4 EmptySeg Mar 06, 2017 2:36 pm

Royce....Simo

Royce não se importou ao ver o tritão nocauteado no chão e com os olhos completamente apagados! Muito pelo contrário! Nossa valente mink em sua tentativa heroica e alcoolizada deixou sua espada cair no chão infelizmente ela não atingiu nenhum inocente. Os frequentadores do bar que a pouco estavam nervosos e aflitos por causa do tumultuo, engoliam a vontade de gargalhar da cena em que o jovem mink que estaria de quatro no chão, devido a falta de equilíbrio, tateando a espada e o chão enquanto resmungava palavras sem sentido.

O mink Leão apenas respirou fundo e desaprovou a cena lamentável que assistia. Sem dizer mais nenhuma palavra o leão desferiu um golpe simples no rosto de Royce. Em seu estado normal, aquele soco não seria nada mas, devido a grande quantidade, absurda, ingerida pelo gatuno o soco seria mais que o suficiente...

Ambos foram recolhidos e levados para uma construção improvisada de delegacia.
As horas iam passando...

Em uma outra parte da ilha, na superfície, o ar se tornava tenso com a chegada de três oficiais da marinha. Aquela cena poderia ser interpretada de diversas maneiras por oficiais mais experientes da Corporação, infelizmente para o nosso pistoleiro bom de estrofes, aqueles três ainda cheiravam a leite Ninho e isso seria um problema.

Os pobres marinheiros estremeceram ao escutar as palavras gritadas do homem de gargalhada maligna (praticamente um porco capitalista). O primeiro marinheiro que estava com o sabre a poucos metros soltou um gemido estranho... Hãii! e fechou os olhos enquanto tremia de medo, o segundo segurou o cabo de sua espada e prendeu a respiração, seu corpo estava completamente paralisado e o terceiro assustado com a gargalhada e com o movimento repentino de Simo disparou o seu rifle.

Sorte, misturado com uma pitada de inexperiência e falta de mira o tiro passou raspando a nádega esquerda de Simo, nada muito grave. Afinal o mesmo corria para dentro da escadaria, localizada a sua direita, quando o tipo fora disparado. No momento em que o projétil raspou sua nádega, tropeçou logo no primeiro degrau e rolou os outros 32 caindo em meio a escuridão. Sem ligar para as leves dores e a sensação de picada na bunda provocada pela bala, o pistoleiro se escondeu em uma das paredes aguardando os jovens marinheiros descerem e serem pegos.

Porém, Simo apenas escutou a conversa deles. Não era muito difícil de escutar devido a sua Audição Privilegiada...

– Vamos descer?
– Acho que temos que cuidar do nosso companheiro baleado...
– Creio que ele não irá muito longe, vejam a escadaria está com gotas de sangue!
– É verdade, você conseguiu acertar ele!
– Mas é Claro eu sou um exímio atirador, não iria errar um alvo lerdo como aquele...
- Hei! Vocês dois, parem de falar e me ajudem aqui, esse cara perdeu muito sangue, cuidaremos dele depois...

E assim os três novatos levaram o seu “companheiro” ferido até o QG. Dentro do túnel, nosso aventureiro não havia notado a presença de movimentos silenciosos e astutos que dançavam entre as sombras das pilastras. Sem ver quem era ou da onde vinha o golpe, Simo apenas sentiu um forte impacto em sua cabeça e um breve vislumbre do chão antes de apagar.

... tic, tac, tic, tac...


As horas voam quando estamos desacordados e o mundo não dorme só por que estamos de olhos fechados. O dia finalmente amanhece para os cidadãos da superfície, três jovens marinheiros recém-graduados foram parabenizados e conseguiram subir de patente graças a captura de um pirata disfarçado. No subsolo a vida continuava para os seus moradores, alguns limpavam a baderna ocasionada por delinquentes bêbados, outros continuavam a educar quem deveria ser educado e bêbados acordavam de suas ressacas.

Royce finalmente abria seus olhos, a dor era latente em todo o seu corpo, sua boca áspera devido a grande quantidade de álcool, acumulada a certa quantidade de sangue devido ao soco recebido. Com a vista um pouco embaçada ele tentava reconhecer onde estava, realmente o lugar era novo afinal ele ainda não havia sido detido pelas forças policiais minks, conhecidos também como PM.

Não era nada luxuoso ou cheio de conforto.  Uma masmorra feita de pedras com apenas uma pequena posta de barra de ferros e uma apertura no teto, o mink e seu companheiro tritão, ainda adormecidos, não estavam algemados ou acorrentados, o rapaz conseguiu movimentar-se livremente pelo local de seu confinamento. Não conseguiu enxergar nada mais do que já havia visto, pedras, algumas tochas, estão do lado de fora, iluminando o ambiente e o polvo babando no canto do ambiente.

Desolado o gatuno foi procurar refugio e afeto ao seu companheiro tritão, que após algumas cutucadas recebidas de forma rígida, rítmica e precisa em seu ombro acabou acordando. Ainda sofrendo dos efeitos colaterais da noite anterior o polvo tentava entender o que o jovem dizia e assim que compreendeu respondeu.. – Aummm... parando para pensar não me é uma má ideia Roy-san, se conseguirmos efetuar o seu plano você poderá me chamar de o grande navegador polvo!

Parece que os laços daqueles dois ficaram ainda mais mortes depois que passaram a noite juntos, desmaiados após a baderna noturno...

Passou-se um tempo e o mink Leão apareceu, sério como sempre ele apenas abriu a porta da masmorra e disse aos dois...

- Não quero estragar o relacionamento de vocês, mas isso aqui não é um Motel, por isso saiam! Seus pertences estão em cima da mesa na segunda porta a esquerda. Caso, pegue vocês novamente badernando pelas ruas a punição não será mais leve.


Royce e o polvo estavam livres para irem, no caminho até a porta indicada era uma distância de uns dez metros e caso o jovem mink olhasse para uma das celas iria reconhecer seu amigo Simo que estava acorrentado com os braços pendurados para cima. Aparentemente desacordado... As opções era difíceis de serem tomadas naquele momento....


Masmorra:
 

Off Simo:
 



Off Royce:
 

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