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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #1 When the hunter becomes the hunted

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MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptySeg 30 Jan 2017, 14:03


Khajit

Um brinde aos furtos do dia.




– Era uma casa muito engraçada,
Não tinha teto, não tinha nada,
Ninguém podia entrar nela não, Porque
Na casa não tinha chão ...
Hunhunhun hunhun hun....


Não que alguém estivesse ouvindo, ou que sua voz fosse muito bonita, ou ainda fosse uma bela canção, mas Royce cantava e ronronava, por quê? Estava contente é claro.. O jovem havia finalmente deixado à floresta, havia visto o quão vasto era o mar e agora havia chego a sua primeira cidade... É ele estava feliz, mas a cidade já não lhe causava tanto espanto, afinal já eram alguns os dias os quais ele estava ali.

Já havia é claro roubado algumas carteiras nesse meio tempo, e visto muitos dos cantos da cidade. Ele é claro não era um completo ingênuo e logo percebeu o cuidado que deveria tomar por ali. Umas conversinhas aqui, uma bisbilhotada ali, uma ida no “mercado” foram o suficiente para informar o jovem que deveria ter cuidado ali.

Ainda assim, estava contente... Deitado sobre um telhado próximo ao porto com um pequeno galho seco no canto da boca olhava o céu azul e o mar a sua frente. Ouvindo a balburdia das pessoas abaixo de si a correria do dia a dia e de suas obrigações e isso só o deixava ainda mais contente por não ter obrigações.

– Ninguém podia fazer xixi,
Porque penico não tinha ali...


Royce preferia a noite, onde ele enxergava bem e os outros nem tanto. A noite onde era fácil se esconder e afanar o que não estivesse grudado ou pesado de mais para se carregar. A noite onde a marinha tinha mais dificuldade de encurrala-lo.
Havia sido no dia anterior seu primeiro contato com a marinha, um susto e tanto. Fez o jovem gato perder a maior parte de seus roubos.

- Eu-gara tinha gostado tanto daquele dedal.

Cinquenta mil berries eram tudo que havia restado depois da fuga da marinha. Mas agora ao menos ele sabia o que devia evitar. Descobrirá que a cidade estava em uma espécie de estado de alerta e que com isso devia se cuidar.

A dias vinha rondando a loja de armas e planejava faze-la uma visita esta noite... Usar suas garras para abrir a fechadura, pegar quem sabe uma espada, uma adaga, uma lança, um canhão....

– Acho que o canhão é de mais... – refletiu.... essa compulsão as vezes saia de controle, mas era realmente divertido. – Mas isso fica pra mais tarde, ta muito claro ainda. – diria Royce se sentando no telhado.

Instintivamente sua cabeça viraria para o lado, olhando para a lateral do telhado por onde havia subido, sua expressão tornando-se amarga por um momento. Era mais fácil subir em árvores, onde suas garras travavam facilmente na madeira, já na cidade precisou apelas para alguns caixotes na lateral da casa apenas para alcançar o telhado.

Logo que voltou olhar o mar sua expressão se aliviou, começou olhar os navios que por lá circulavam e a imaginar a si mesmo dentro de um navio, indo para todos os mares do mundo assim como os piratas dos quais ele furtava os pertences quando apareciam em Kyanon.





E ai Over... Invadindo essa bagaça... Me auto coloquei no porto e sem nenhum objetivo imediato para que você possa usar da minha desvantagem curioso e fazer talvez o navio onde Akul está me chamar a atenção.

”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptySeg 30 Jan 2017, 16:18

Akul Post: 07 Ganhos: -X- Perdas: -X-
Combate



"Assim mesmo, morram um por um, desgraçados." – Pensava conforme ia atacando e derrubando meus adversários. No calor da batalha e em um momento de desatenção da minha parte, fui atingido. – ARRRGGH! – Sentia o arpão entrando em meus tecidos da pele. O atacante, um dublê de indiana jones, parecia empolgado com a ideia de me colocar atrás das grades novamente, mas ele estava mais enganado que corinthiano. Nunca que colocaria-me como derrotado. – Mais uma vez com essa palhaçada e se referindo a nós como atrações? Seu monte de merda... – Respondia seguido de uma pausa. – ARRRGGH! – Soltava no momento em que o arpão era retirado. O mais engraçado de toda a situação, era que a arma usada pelo meu carrasco é justamente um arpão, uma ferramenta muito utilizada para pesca. Eu não tenho o coração de um revolucionário ou um justiceiro da marinha, mas esse pequeno detalhe ofendia o meu pessoal de uma maneira que não conseguia expressar.

Precisava armar uma estratégia contra aquele usuário de arpão.  – "Considerando uma distancia de seis metros entre nós, ele certamente detém a vantagem do combate nas mãos, pois pode manipular seu arpão em livre e espontânea vontade a longa distancia. Enquanto eu, como um espadachim de origem, utilizo o combate de pequena distância." – Forçando-me a ignorar a dor naquele momento de adrenalina, pois não me sentia no direito de reservar momentos como esse para me queixar de dor, começaria minha investida, e para isso utilizaria de minha máxima velocidade assim como aproveitaria-me de minha resistência para começar uma corrida - não desrespeitando o golpe que me pegou desprevenido momentos antes e poderia estar debilitando meus movimentos - e correria em zigue-zague em direção ao meu oponente. Giraria a espada em minha frente, de modo a desviar dos arpões que venham em minha direção. Outra coisa, devido ao meu olfato aguçado eu acreditava conseguir sentir o cheiro do meu próprio sangue, logo, somado de minha visão aguçada, quando ele lançasse o arpão ensanguentado em minha direção, tentaria antecipar o destino final e rolar contrário ao golpe, nesse momento eu tentaria alcançar e segurar firmemente o arpão e puxá-lo em minha direção - se ele estava manipulando seu arpão através de uma corda, nessa minha ação ele provavelmente se desequilibraria, nem que por um breve momento - e continuaria a correr em zigue-zague até o alcançar, o alcançando eu estaria revertendo a situação e traria a vantagem para mim. Próximo o suficiente, atacaria em um golpe na diagonal, de cima para baixo, visando acertar seu peito.

Durante meu percurso poderia acontecer de alguém tentar se colocar em meu caminho e atrapalhar minhas ambições. Para contra-ataques como estes, colocaria o filo da katana na direção dos golpes e combaria com chutes altos entre o membro reprodutor e o umbigo.




Nota:
 

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Última edição por Blind1 em Seg 30 Jan 2017, 16:49, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyTer 31 Jan 2017, 14:19

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Beckman

O primeiro ato.

Uma cidade próspera e serena algo não antes visto por Simo que vivia em meio a confusões e intrigas sendo aquele local algo totalmente novo pra este, Last camp eis o nome daquele belo lugar, seu novo lar de Simo embora possivelmente temporário, sendo somente um pequeno ponto marcado em seu grande mapa do mundo ainda inexplorado. Simo o viajante[...] Era como este mesmo se via. Quando retirou-se de sua terra natal tendia a vagar pelo mundo em busca de aventuras sem um rumo fixo ou nem mesmo traçado, mas não importava uma hora sua vida mudaria e obteria um objetivo pelo menos era o que este pensava.

~Tsk... Preciso de cigarro, que merda!

Dizia este ao mesmo passando a língua sobre seus lábios, talvez fosse um sinal da abstinência que este sentia naquele momento, aliás fazia um tempo que não colocava um cigarro se que em sua boca. Ajeitará seu manto e iniciava uma caminhada sem rumo pela cidade, enquanto ao mesmo seu cumprido e belo cabelo ruiva balançava a cada passo de um lado para o outro de acordo com a brisa que ali soprava.

O rumo daquela caminhada? Eis o grande segredo, aliás não existia quaisquer segredos quanto a isto[...] Simplesmente não existia rumo, era somente mais uma de suas caminhadas rotineiras em busca de saciar seus vícios. Mulheres, jogos e dinheiro ele amava isso, além do seu bom e velho cigarro, uma rotina que estava se repetindo desde o dia que chegava em tal cidade, somente permanecendo a espera de que algo o surpreendesse e quebrasse essa vida rotineira, embora somente o tempo pudesse dizer se isto realmente iria vir a ocorrer[...]

Crack! Era o som deste ao estalar seu dedo indicador direito enquanto permanecia a caminhar a procurar de aventura e coisas intrigantes mesmo que não de forma direta, sendo assim somente permanecendo a caminhar sem rumo para saciar seus vícios, o que viesse ocorrer além disso, seria somente mera consequência do destino.



Observações:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptySeg 06 Fev 2017, 19:42


The Cat, The Fish and The Cowboy



Royce Khajiit




Royce olhara para o mar e ficara a sonhar consigo mesmo dentro de um navio indo para todo o lado do mundo mas tal não era impossível, de onde ele estava dava para ter uma boa vista dos barcos no mar, e dali conseguira ver se visse com atenção gritos de guerra e pessoas.. e pelos vistos animais também a gritar.

Devido a grande curiosidade de Royce ele nem pensara 2x e começou-se a movimentar para lá a grande velocidade no qual alertara vários membros da Marinha pois já que a cidade estava em alto alerta, algo de um Mink a correr de um lado para o outro não poderia ser bom, e então eles seguiram Royce à espera de encontrar algo suspeito. Nada que o gato não conseguira ouvir se estivesse com atenção, mas devido à sua alta curiosidade no combate focado no Mar ele não ouvira os passos nem os gritos dos tais soldados da Marinha.

Minutos passaram-se e o navio agora estava mais próximo da terra o próprio navio parecia ter algo partido ou avariado e portanto estava a vir a alta velocidade contra o Porto de Las Camp. Agora que finalmente Royce tinha ganhado consciência do que se passava, também conseguia ouvir Soldados da Marinha a falarem por Den-Den-Mushi com o QG da Marinha de Las Camp.

-Sarg...ento... Trynore... Está... havendo...aqui... uma batalha em... um... na.. - dizia o soldado a gaguejar.

-DIGA LOGO HOMEM! – Gritava uma voz muito grave.

-Está aqui um navio Pirata a vir contra o Porto! No Navio está vários Minks e Piratas a lutarem uns contra os outros. – Respondeu o Soldado agora a falar normalmente mas em desespero.

-NAVIO CONTRA UM PORTO!? Porra. Nem conseguimos salvar os Habitantes. É assim..  Evacue toda a gente daí, eu vou enviar 2 Navios da Marinha, tenho de pedir ordem superior portanto vai demorar um pouco, tente ganhar tempo, muito provavelmente está acontecer um tráfico de Minks. Tente prender os Minks. Mate o resto e diga a toda a população que os Minks os mataram e que são uma ameaça. Traga os Minks e depois vendemo-los no Mercado Negro ao “Pointy”. O resto da tripulação, execute-os. - terminava com uma voz fria.

Ao acabar de ouvir isso, o Navio aproximava-se mais. Tinha Soldados da Marinha à espera de reforços dos navios e que ia evacuando os civis dali, alguma coisa de tinha de ser feito, agora, estava em mãos do Royce.



Akul



-Já vai desistir? – dizia a cópia de Indiana Jones tentando provocar o Akul. – Eu queria um combate melhor. Vá lá! Dê-me o seu melhor, ou você é só um peixe assustado?

Mas Akul não ouvia ou fingia não ouvir, estava tão focado em como exterminar aquele Caçador de Minks que nem conseguia perceber que alguém tinha sabotado o navio e que agora estava a ir a alta velocidade contra o Porto, mesmo com gritos de vários Piratas e Minks a dizerem o mesmo.

Então o Tubarão pensou em uma estratégia e foi em tão alto desespero que até ignorou a dor que sentia naquele momento e entou lançou uma investida a alta velocidade para começar a correr, claro que não conseguia chegar ao seu máximo potencial devido ao seu ferimento feito pelo arpão mas mesmo assim já era bastante rápido, e então ao mesmo tempo começara a correr aos zigue-zagues também pondo em posição sua espada para defender qualquer arpão que viesse, com isso tudo em mente Akul ainda avançava, até que o Caçador de Minks mandara um arpão para o chão acertando no pé do Tubarão.

-HAHAHAHA! – ria o Caçador de Minks por um segundo – Acha que eu já não cacei milhares de Minks da sua espécie? Eu utilizei o arpão sem o sangue para imobilizar você. Agora é só dar a última estacada e ver você a morrer lentamente! Olhe à sua volta, está quase tudo mor... – Mal o Homem ia acabar dizer a palavra Akul continuara a avançar, mesmo com o pé perfurado por um arpão ele continuava,  ele poderia não ser o melhor a esquivar, mas tinha vária aptidão para resistir a vários ataques, mas então ele continuara, a cara do Caçador de Minks mudara de face para uma muito mais séria e desesperada e então Akul desferiu um ataque diagonal de cima para baixo fazendo o Caçador de Minks ser derrotado então caindo.

Por uns momentos houve gritos de glória, pois aquele parecia ser o Capitão daquele Navio, mas esses momentos de glória foram interrumpidos assim que Akul caíra no chão devido à alta velocidade que o Navio se deslocava contra o Porto da cidade. Se olhasse para a Cidade, via habitantes da cidade a serem evacuados pela Marinha, e via uma barragem da marinha pelas ruas este, oeste, norte que eram as principais, as ruas pequenas estavam todas vazias. Na Terra também, conseguia ver um Mink Gato e se olhasse para trás iria ver 2 Navios da Marinha se aproximando.

No próprio Navio dos seus parceiros de cela Minks só o Polvo e o Lagarto mantinham-se consciente e a combater, pelo que se percebera o Polvo era um habilidoso espadachim e o Lagarto um Boxeador não lá muito bom, mas servia para lutar.

-Temos de saltar daqui para fora! Antes que nos apanhem! – só gritava o o polvo.

-Eu não sou bom nadador! – contra-respondia o lagarto ao polvo.

-Eu não quero saber! Eu sou um navegador e sei que este barco não tem salvação possível para navegar. – gritava já o Polvo.

Estavam todos em desespero e estavam à espera que o Tubarão fizesse alguma coisa para eles seguirem. Estava tudo nas mãos do Akul.



Simo Beckman



Simo caminhava, ajeitando seu manto para manter a elegância do seu andar, tudo no que ele pensava era arranjar um revólver e cigarros para saciar o seu desejo de tabaco, e ele continuara a andar sem qualquer problema, sem saber onde ir, passava por lojas que poderiam vender armas, mas estavam quase todas fechadas por alguma razão. Não conseguia entender ao certo o que se passava, mas com a sua audição conseguira ouvir um monte de gritos e passos a correrem.

Simo estava passando por uma rua estreita que ninguém reparava se passassem por ele e então foi o que aconteceu, um pelotão de soldados da marinha passaram por Simo a correr e enquanto passavam por ele ouvia-se as mesmas ordens:

-Lembrem-se! Prendam os Minks! Matem o resto da tripulação e culpem os Minks! – gritava um Soldado de Patente Maior – Precisamos dele para o “Pointy” – e então prosseguiam a correr em direção ao porto.

Ao mesmo tempo que via os soldados da Marinha a irem-se embora, via duas indentidades encapuzadas a fugir da zona, pareciam levar algo às costas, e iam a alta velocidade pelas ruas estreitas que haviam na cidade, dando a entender que eles conheciam aquela zona.
Em volta do Simo havia vários prédios, que davam em direção ao Porto mas por outro lado, havia várias lojas à volta que estavam fechadas mas eram fáceis de assaltar. Agora era opção de Simo do que fazer.


Akul:
 

Royce Khajiit :
 

Simo Beckman:
 

OBS:
 

Lagarto:
 

Polvo:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyTer 07 Fev 2017, 13:13


Khajit

Um brinde aos furtos do dia.




Royce espichava-se nas pontas de seus pés, alheio a balburdia atrás de si. Sua mão direita posicionada logo acima de seus olhos, protegendo-os do sol, enquanto observava a aproximação feroz do navio.

– Nyaa, que demaisss. – as orelhas de Royce agitavam-se em empolgação. – Quem tá lutando? – nesse momento de divagação que o gato finalmente percebe a agitação a sua volta.

Percebendo também onde sua curiosidade havia lhe colocado... Desarmado e cercado, com um navio vindo de maneira selvagem contra o porto no qual estava.

– Bom... Como eu sempre digo: A ocasião faz o ladrão, mas o melhor ladrão faz sua ocasião.

Os marinheiros iriam tentar captura-lo, embora ele em nada tivesse haver com o que estava acontecendo, mas agora que estava ali seria envolvido de qualquer maneira. Era provável que se capturado conseguisse fugir, era bom com trancas e em passar despercebido, mas não conseguiria se sentir bem deixando outros minks para trás enquanto dava no pé sozinho. Havia crescido “isolado”, mas não era desalmado.

Mas o que fazer? Eis a questão não? Assim nosso jovem e promissor aventureiro aproveitaria a tensão crescente com a aproximação do navio para começar a recuar, ainda na ponta dos pés e com a mão sobre os olhos fingindo que dedicava toda a sua atenção ao navio, mas na verdade buscando olhar disfarçadamente se algum marinheiro próximo era um espadachim, pois precisava de uma arma e a forma mais fácil de conseguir naquele momento seria surrupiar de alguém.

Direcionaria seu recuo para se aproximar de tal marine e quando a um metro e meio dele viraria rápido e correria na direção do mesmo, algo natural como se não tivesse percebido ele ali e estivesse apenas pensando em correr do navio.

Ter ouvido o plano deles o deixava confiante de que o marine não sairia do caminho e também não o atacaria, mas sim bloquearia sua passagem para poder captura-lo.

Royce daria um esbarrão, usando assim suas mãos ligeiras para afanar um par de algemas, se o homem as possuísse, e então com um movimento rápido e se aproveitando da surpresa do homem tentaria colocar as algemas no sujeito.

– Nyaaa, eu preciso disso. –diria ao arranhar os braços do marine forçando-lhe a mão para tomar a espada, já que era provável que essa já estivesse empunhada a está altura. Caso o mesmo ainda estivesse com a arma na cinta o jovem usaria da mesma estratégia e apenas puxaria a arma do homem do cinto e aplicaria uma estocada na coxa do mesmo.

A estocada na perna seria dada em qualquer caso de se conseguir a arma, caso o homem não possuísse algemas Royce tentaria a execução sem elas.

Se o tempo de Royce estivesse certo, ou no mínimo aproximado o navio estaria batendo no porto neste momento e instintivamente as pessoas estariam voltando a sua atenção para conseguirem se manter seguras do impacto.

Royce em um ato quase impensado faria o oposto, correndo na direção do navio assim que esse se chocasse contra o porto. Precisava avisar os minks no interior que eles estavam encrencado. Royce correria na direção do navio mesmo que não tivesse conseguido uma espada, pois via essa como sua melhor chance de conseguir uma e sair do porto livre.

Se conseguisse se aproximar em segurança, evitando destroços voadores com sua agilidade e mantendo sua audição focada em perceber ordens dos marines para atirar em suas costas, evitando se possível tais disparos, o jovem se esconderia “atrás” do navio, fora da vista dos marines do porto.

– Sou um Mink gato-gara . – gritaria a plenos pulmões. – A marinha quer nos capturar e contrabandear, precisamos-gara sair já. – caso ainda não estivesse armado acrescentaria – – E me joguem uma espada.

Batendo na lateral do navio com seus punhos fechados, tentando avisar quaisquer minks no interior da situação. Aguardaria um momento por resposta com as costas contra o casco do navio. Sentia nesse momento o coração martelando no peito e fazendo suas costas vibrarem contra a embarcação a mera corrida naquele momento de adrenalina o deixará com a respiração pesada e o pelo eriçado.

A espada estaria em riste, pronta para revidar qualquer oponente que aparecesse contornando o navio, ou vindo de frente, já que nesta altura o mesmo devia-se encontrar cercado não só por terra como também por mar.

– Em que tipo de problema que fui me meter? – resmungaria Royce com um pouco de mal-humor.
(Off: Imagino que com a batida em alta velocidade o navio invadiu o porto e esta ou totalmente fora d’água, ou ao menos parcialmente fora)

Caso marines avançassem frontalmente Royce montaria guarda na lateral escolhida do navio, impedindo que ao menos por aquele lado os marines entrassem a borda. Esperava que quem quer que estivesse abordo saltasse logo para o seu lado.

– Estamos-gara meio que cercados, conseguem lutar?

A situação se complicava e aos poucos Royce se via cada vez mais sem saída. Assim... Se seus possíveis companheiros saltassem ao seu lado ele não perderia tempo e começaria a avançar, buscaria seguir a sua frente em uma diagonal, afastando-se do porto e do local do acidente simultaneamente.

– Vamos por aqui, se forem vir mais marines iram chegar provavelmente em linha reta, precisamos-gara pegar um caminho diferente. – gritaria em meio as suas respirações.

Na luta procuraria ser limpo e rápido. Uma esquiva simples, uma jogada de corpo para o lado seguida de um corte limpo e sem floreios, abusando apenas da velocidade e destreza. Um passo para o lado e um corte lateral aproveitando o mesmo movimento. Um salto para trás com um corte vertical visando os membros do agressor, de preferencia o membro que portasse a arma.
No caso de tiros se abaixaria e no mesmo movimento saltaria em diagonal para frente rolando e voltando a se erguer.

Queria levar o confronto para as ruas internas, seria mais fácil de serem cercados lá é claro, mas as chances de despistar também aumentavam e com seus números menores seria mais fácil se defender em um local estreito que obrigaria os atacantes a virem em menores quantidades do que no porto onde poderiam ser atacados de todas direções e certamente subjugados pelos números dos marines.

Caso cercado e sem muitas opções falaria baixo para que apenas seus acompanhantes ouvissem.

– Se rendam. Se não nos desmaiarem consigo nos libertar. Sou bom com fechaduras.

Render-se-ia, a fim de evitar ferimentos que pudessem coloca-lo para dormir. Acordado tinha certeza que a oportunidade de fugir viria.



”objetivos”:
 

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Última edição por Rick II em Ter 07 Fev 2017, 17:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyTer 07 Fev 2017, 15:31

Akul Post: 08 Ganhos: -X- Perdas: -X-
Decisões Importantes.




– Ah! – Soltava enquanto o navio desenfreado estava indo ao encontro do porto. Também pude comprovar a ineficiência de minha tola estratégia, sendo atingido logo em seguida no pé. – Filho de uma puta. – Era a primeira palavra que me vinha à mente. Porém, provido de minha resistência fui feliz em me aproximar e acertar uma estocada certeira e finalizar o maldito caçador de Minks. O sorriso sádico e a imagem da satisfação estampado em minha face, aumentava ainda mais quando tomei conhecimento que aquele era o capitão daquele navio. Atrás de nós, dois navios da marinha e mais a frente uma barragem montada pela mesma, eu não entendia o porquê de tamanha comoção por parte deles e não fazia questão de entender.

Os quatro metros de altura do gorila bem que me espantou em uma primeira analise quando ficamos de frente um para o outro, mas naquele momento eu não demonstrei reação alguma, não era conveniente. Porém, isso deve ter contribuído para uma possível derrota em combate, já que o tornava um alvo fácil. Também não conseguia localizar o lobo.

A conduta define o homem. Estávamos em maus lençóis, é verdade. Escapar pelo mar era uma alternativa, de fato. Mas notava a dificuldade e as limitações de raça do lagarto, ele, que foi o grande responsável por escaparmos, e só pelo fato de ter sido um dos que ainda permaneceram em pé após a batalha, já demonstrava seu valor, eu não poderia deixá-lo naquele lugar.

– Aaarf! – Estava ofegante a essa altura do campeonato, e com dois ferimentos na perna. – Homens. – Faria uma pausa. – O plano é o seguinte, vamos nos dirigir de volta até o interior do navio. Logo na primeira porta, vamos nos sentar e se fixarmos com as pernas e pés no corredor para nos mantermos firmes e amortecer o impacto. – Essa era a estratégia imposta. No entanto, por estar ferido nessas partes, eu utilizaria de meus braços e mãos, e ficaria aguardando o momento certo, após a iminente colisão, para colocar em retirada em direção ao porto. Para o caso de impedimento por parte de qualquer ser humano, independente de sua organização e/ou posição, ainda era a raça responsável por ter me colocado em cárcere, atacaria prontamente aqueles que botarem a cabeça em meu alcance, em ataques na vertical e diagonal, de cima para baixo.

Durante a batalha, notei que o polvo era um espadachim extremamente habilidoso, e por estar com dois ferimentos na perna e o lagarto ter se mostrado não tão bom quanto, insistiria para que ele permanecesse junto de nós para essa arriscada iniciativa. "Que tenhamos forças para continuarmos vivos."

Para o caso de êxito e sairmos com vida daquela tomada de iniciativa, correria em direção à superfície do navio, independente de qualquer coisa, tendo ou não tendo ouvido o Mink gato, aquele que era provavelmente o que eu havia avistado no porto, e no caso de ouvir os gritos do Mink, ouviria atentamente ao que ele tivesse a dizer. – Se consigo lutar? Eu ainda estou novo em folha. – Diria de modo firme, disfarçando meu real estado e tentando passar uma imagem de durão. Se fosse o caso dele estar desarmado, tentaria alcançar uma possível espada - entre 20 caçadores, pelo menos 1 devia ter uma espada - onde havia acontecido um combate. E logo que pegasse, jogaria em direção ao Gato.

Então correria em direção a proa do navio, com a espada sempre em mãos, e pularia para o porto logo que o alcançasse. Para o caso de esbarrar em algum marinheiro, daria cortes com a espada, em ambas as transversais. Para aqueles que eu conseguisse passar por eles, atingiria-os nas costas e aqueles mais acessíveis, fincaria a espada sobre seus pés, usando-a como um bastão de apoio, retiraria-a do pé do oponente e daria um soco com toda a minha força em seu rosto. Já no porto, procuraria por um ambiente afastado, fechado, seguro para nos esconder.




Nota:
 

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Última edição por Blind1 em Qua 08 Fev 2017, 15:35, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyTer 07 Fev 2017, 16:30

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Beckman


A caminhada acabava estendendo-se por mais tempo que o imaginado por Simo que não conseguia completar nem mesmo um de seus objetivos primários [...] Todas as lojas ali pareciam estar completamente fechadas. O motivo? não fazia a menor ideia [...] Algo estava realmente errado naquele dia,raramente via tais lojas estarem fechadas, aliás aquilo era algo rotineiro para Simo [...] Pouco tempo após, ele ouvia uma grande quantidade de barulho ao longe, passos, gritos e coisas do gênero, era estranho pois onde estava era geralmente calmo [...] Sua intuição estava certa algo estava errado.

Embora o deixava intrigado Simo não importava muito com aquilo inicialmente, sendo assim continuou a caminhar da mesma forma que estava antes, somente a procurar de obter o que desejava, porém de repente aquela grande quantidade de barulho surgia na rua que Simo estava a passar, já de cabeça baixa frustrado devido ao fato de seu dia estar sendo falho, deixou isso de lado naquele instante erguendo sua cabeça imediatamente  olhando para aquele grande pelotão passando às pressas, juntamente com duas entidades desconhecidas encapuzadas. Um marinheiro tomou a frente naquele momento dizendo:

_Lembrem-se! Prendam os Minks! Matem o resto da tripulação e culpem os Minks!

Naquele momento Simo matutava o que aquele homem dizia, pois havia um nome naquela frase que nunca antes havia escutado “Minks” eis o nome, pensou. Aquela palavra não se esvaia como todas, ficava repetindo diversas vezes repetindo-se na cabeça deste, mesmo após os soldados seguirem seu caminho.

Pouco tempo após este tomou uma atitude, vindo a tomar a decisão de que encontrar aqueles seria algo interessante, aliás estava ali a um bom tempo e nada ocorria, sendo assim não poderia perder esta oportunidade. Simo não era tolo a ponto de não entender um possível significado daquela palavra, aliás inteligência não lhe faltava [...] Uma nova raça era o que vinha a deduzir sobre tal nome, aliás aquela palavra estava no plural não podendo assim ser somente nome de um indivíduo, não faria sentido. Começou assim a seguir aqueles soldados, mantendo sempre distância para não ser notado, deixando que seus sentidos o guiassem (Visão e audição), sabendo que causar confusão com um grupo daquele sozinho seria sinônimo de problemas [...]

Após um curto período este logo vinha a notar que estavam seguindo em direção ao porto daquela cidade, aliás já estava conhecendo de certa forma bem a cidade, sendo assim deixou aquele pelotão de lado por um curto período, focando-se em manter se preparado para possíveis problemas futuros. Simo parou pois notava que lojas ali residentes poderia ser invadidas já que não encontrava outras formas de obter o que desejava, pois afinal de contas estava procurando a um longe tempo.

“Devo fazer isso?” pensou, aliás tal ato poderia ter consequências sérias, invadir uma propriedade privada era um crime afinal de contas, poderia se tornar um procurado como resultado ou até pior [...]

Mas naquele momento este não via outra opção, aliás estando em busca de aventura não poderia deixar aquela oportunidade passar batida, não é todo dia que se vê algo do gênero ali, pois estava naquela cidade a um tempo e nunca tinha visto algo do tipo. Dessa forma possivelmente notaria lojas com o objetos de seu agrado e tentaria invadir o mais discreto possível sem maiores alardes, após retirando-se e segundo rumo aos marinheiros e a procura daqueles tais Minks [...]

Caso tal seja possível tentarei chegar a um prédio mais próximo do porto possível (E dos tais Minks), dessa forma escalando este de forma que fiquei ao seu terraço, assim ficando a observar o desenvolvimento da coisa ainda que as escondidas e a pensar qual decisão tomar ao decorrer das coisas, e caso meus objetivos primários se concluam simplesmente acenderei meu cigarro o colocando em minha boca absorvendo aos poucos a fumaça e liberando após, formando um ciclo com intervalo mediano, Crack!


Observações:
 

Legenda:
 

O que tentarei roubar nas lojas:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyQua 08 Fev 2017, 22:24


The Earthquake




~~Antes da Colisão ~~



Royce Khajiit


Khajit decidira então ir tentar salvar os Minks que estavam no navio, que se encontrava neste momento em ir à direção ao porto da cidade, não é que Khajiit tivesse a força de 1000 Homens para parar o Navio, mas provavelmente poderia socorrer alguém da sua captura pelos oficiais da Marinha, e se tentasse escapar agora provavelmente iria ser visto por alguém da Marinha, portanto fugir agora ou depois iria dar ao mesmo.

Khajiit pelos seus motivos então decidira ir ajudar, mas só com o auxílio de alguma arma, com sua inteligência e percespicácia de Felino, então decidira aproveitar do caos que o Navio estava a causar para então fingir que estava assustado com o Navio para encontrar seu alvo para arranjar uma Espada. Qualquer Homem que tivesse uma espada, seja da marinha ou não, ele procurava e procurava, até que finalmente tinha reparado em um Soldado que estava a “esvaziar as águas” em um canto, provavelmente a preparar-se para executar Piratas e capturar Minks que já eram então vistos como perigo para o Governo Mundial e para a População.

Khajiit então sem mais demoras foi se aproximando do tal Marine, pé ante pé para que o Marine não reparasse nele e quando ficou perto, começou a então a correr contra ele, o Marine antes disso reparara que ele era um Mink e então pensara que ele era um dos fugitivos do barco e então o Marine tentou gritar:

-Ajuda! Temos um fugi... – mas o grito foi abafado devido à Espada que o Khajiit agora tinha na posse. Durante a tentativa de grito que o Marine tentou lançar, Khajiit conseguira verificar se ele tinha algemas ou não e conseguiu tirar a espada dele que permanecia repousada ao lado dele pois ele estava a “esvaziar as águas” e portanto tinha poisado a espada ao pé dele e não com ele.

Então com a espada já na posse do Khajiit, ele então dera uma estocada na coxa do Marine para pô-lo ali sem ir a lado nenhum, o melhor é que era em uma zona que não havia mais ninguém, mas será que fora uma boa escolha não o matar ou não arranjar algo para não o falar?

Mas no entanto, tudo ficara preto e então ele tinha perdido sua consciência



Akul



Akul já estava ofegante, mas ele merecedor desse cansaço, pois mesmo após de dois ferimentos feitos por arpões e uma bela batalha contra um Caçador de Minks que se encontrava no chão, provavelmente morto devido ao corte na diagonal feito por ele, ele ainda se encontrava vivo e pronto para mais uma batalha, Akul demonstrava o necessário para liderar aquela tripulação no navio. Enquanto o Polvo e o Lagarto discutiam sobre o que fazer em pânico e esperavam por uma intervenção do Tubarão, Aluk finalmente dera ordens do que fazer, no que fizera o Polvo e o Lagarto sentirem-se mais aliviados mas mais preocupados após ouvir tais ordens.

-Homens – agora dava uma pausa no diálogo – o plano é o seguinte, vamos nos dirigir de volta até ao interior do navio. Logo na primeira porta, vamos nos sentar e se fixarmos com as pernas e pés no corredor para nos mantermos firmes e amortecer-mos o impacto – mal tinha-se dito essas ordens, ambos tripulantes restantes nem pensaram duas vezes e dirigiram-se até ao interior do navio. Aluk como estava ferido fazia o mesmo mas com os braços e mãos.

Mas quando ambos chegaram lá, tudo tinha tremido, ouvira-se um conjunto enorme de barulhos tudo ficara preto e então perderam a consciência.


Simo Beckman



Simo ficara a pensar no que sequer significava “Minks”, na verdade, não era um nome comum para qualquer pessoa que não tivesse vindo do New World ou da Grand Line, só se alguém se cruzasse com um Mink saberia o que era de facto um verdadeiro Mink.

Muitos dizem que um Mink era uma criatura aterradora que matava tudo que encontrava à frente, devorando crianças e adultos, Piratas, Governo, Marinha, tudo o que era existente. Outros diziam que os Minks eram criaturas dóceis que se podia dar-se bem com. Minks de qualquer maneira eram raros de se ver, e se via-se era em algum Circo ou em algum negócio de tráfico de Minks. Poucas vezes se via um a passear pela rua, já que muitos eram mal-tratados pela própria raça Humana.

Mas de qualquer maneira Simo tomara a situação de seguir os Soldados em vez de investigar os tais encapuzados, afinal, Minks era uma coisa nova, era quase definitivo que qualquer um que ouvisse tal palavra em urgência de um Marine iria surgir a curiosidade de uma pessoa, e foi o que Simo fez, com sua capacidade de pensamento conseguira pensar na teoria que Minks poderia ser uma raça, no qual não estava errado, e então começara a seguir os soldados sempre de fundo para que ninguém o visse para não causar problemas.

Algum tempo deveria-se ter passado e Simo ainda continuava a perseguir os Marines que iam-se aproximando do porto da cidade, o local onde vinha tanta confusão e caos, mas quando Simo notara isso pusera seguir os Marines de lado e começou-se a focar nos seus objetivos principais.

Ele finalmente notara que estava em uma zona comercial com várias lojas e ruas estreitas, estava tudo abandonado e não havia ninguém à volta, afinal, estava tudo distraído com a situação do Porto com a exceção de Simo e dos homens encapuzados.

Simo questionava-se a si mesmo a moralidade de invadir uma loja para ter qualquer objeto das suas ambições e vícios, ainda se questionava o problema de se tornar um procurado, mas não deveria ser grande incomodo, já que não havia ninguém em volta.

Simo finalmente deixara suas questões de moralidade de lado e finalmente observava a oportunidade de ouro que tinha em suas mãos e então ele começara a rondas as lojas à procura de algum dos objetos que o interessava, como por exemplo Maços de Tabaco para saciar o seu vício, o isqueiro para acender os Cigarros pois claro e o Revólver com as devidas munições.

A primeira coisa que se via naquela rua onde Simo se encontrava perto do porto era um enorme letreiro em uma janela dizendo “Loja de Armas”, por mais estranho que pareça, a porta estava aberta, parecia ter sido arrombada mas a janela também estava partida, algumas armas faltavam nas prateleiras e parecia que tinha havido um combate e roubo ali.

Mal Simo entrava na loja pela porta, sentia o vidro a estilhaçar no seu calçado, caso olhasse bem para o chão de madeira de lá conseguia reparar que tinha sangue, e também pegadas de sangue que levavam do balcão de trás, até à rua. Mas nada mais importava que o simples revólver e os cigarros. E era exatamente isso que se encontrava se olhasse para uma das prateleiras, um lindo revólver prateado, as munições se encontravam no balcão principal. Simo aproximava-se de lá para recolher as balas do Revólver, estava tudo carregado no revólver, 6 balas. 6 tiros que podia dar antes de recarregar de novo. Quando Simo ia sair devido a tudo que queria estava nesse momento nas suas mãos, reparara que alguma coisa tinha feito reflexão da luz que vinha dos vidros partidos no chão e batera na sua cara. Era algo também prateado e de metal. Um isqueiro com um esqueleto gravado no isqueiro, não parecia fazer parte da venda das coisas da loja já que se encontrava no chão com um bocado de sangue nele. De qualquer maneira Simo o apanhara, era interessante e já acabara mais um item da lista.

Quando Simo se erguera notava que atrás do balcão vendiam tabaco também, mas só havia um maço infelizmente, e era ao fundo da prateleira pois o resto tinha sido saqueado, claramente os ladrões eram fumadores também. Estranhamente havia um poça de sangue em uma porta que ficava ao lado do balcão, mas nada disso importava. Só o maço com os cigarros.

Após Simo adquirir o maço, ele o abrira para ver quantos cigarros tinha. 12 cigarros. O normal de um maço de cigarros. Finalmente estava tudo na lista, até que ouvira um impacto forte e tudo ficara preto e ele tinha perdido sua consciência.



~~Depois da Colisão ~~



Royce Khajiit & Akul



O navio havia batido contra o Porto, demasiada destruição em volta, o Navio não era pequeno mas era o tamanho suficiente para destruir 1 quarteirão devido à alta velocidade que vinha, isso era o suficiente para causa o equivalente a um tremor de terra. Havia madeira por todo o lado, corpos da Marinha e de Piratas por todo o lado. Não dava para entender o que se tinha passado, parecia que tinha toda a gente morrido.

Khajiit e Akul não estavam distantes um dos outros. Estavam a 3-4 metros de distância, afinal, Khajiit estava perto do Barco e Akul estava dentro do barco, ambos ainda tinham as Espadas que tinham conseguido, mas caso levantassem a cabeça, iriam reparar em 3 pelotões da Marinha. Um à esquerda deles executando Piratas. Um à frente deles procurando por Minks nos destroços no meio de tantos Marines e Piratas mortos também e à direita, um Pelotão de Soldados que era para vigiar o que tinha acontecido.

O Lagarto que acompanhava Akul tinha sido capturado e mostrava-se a ser algemado e levado para o Norte da cidade, já o Polvo, desconhecia-se a localização dele, mas provavelmente haveria ter sido capturado também. Provavelmente os únicos que restavam ali, eram Khajiit e Akul, eles tinham maneira de escapar dali se fossem sorrateiros o suficiente, havia suficientes mortos para ir a rastejar até alguma rua paralela que desse para escapar. Ambos estavam feridos o suficiente para não conseguir correr, mas antes que conseguissem pensar em mais nada ouvira-se um certo barulho:

-Psst! Hey! Tubarão-Sama? Sou eu.. o Polvo Hyoraku, o espadachim, sabe, aquele do navio? Enfim não interessa! Não virem as vossa cabeças para a voz, simplesmente tentem ouvir e seguir o que eu digo – fazia uma pausa para espereitar para ver se nenhum Marine vinha – Os Marines não estão a vigiar esta parte, portanto façam assim, estão a ver onde os vossos corpos estão localizados? Sigam a minha voz a rastejar pelos escombros de madeira em vossa volta, vocês darão a uma rua estreita com uma tampa de um esgoto, é por aí que eu estou a falar, parece que é bastante longe mas não é. Descam à vez, um vigia a rua enquanto outro desce. Vocês estão a ser procurados pela Cidade e pela Marinha. Eu explico depois. – ouvia-se então a voz do Polvo a desparecer.

Aposto que Akul e Khajiit tinham bastante perguntas, mas agora não era altura para as ter, assim que tivessem a salvos e percebessem o que se passava é que poderiam finalmente falar.


Simo Beckman



Simo encontrava-se no chão, lentamente ia abrindo os olhos, a cabeça doía do impacto, ele tinha voado para trás, afinal, ele estava a menos de um quarteirão do Porto, e o Navio tinha ido a alta velocidade contra ele. Assim que abrira os olhos via 1 marine e 1 homem de terno, parecia que nem o tinha notado.

-Encontrei um corpo! – gritava um marine que parecia ser da porta ao lado do balcão de onde havia a poça de sangue, assim fazendo 2 marines e 1 homem de terno.

Os Marines agora focavam-se no cadáver que tinham encontrado que parecia ser o Dono da Loja, nem conseguiam reparar em Simo que estava cheio de madeira em cima de pedaços da loja que tinham caído com o impacto do Navio.

-Esse deve ter morrido por “eles”. – dizia o homem do Terno – de qualquer maneira, certifiquem-se que não há mais nenhum cadáver à volta e tentem apontar o máximo de provas contra os Minks do Navio, não podemos deixar ninguém saber o que realmente aconteceu aqui, e depois chamem o vosso Sargento a reportar o Crime. – dizia o Homem de Terno então deixando a zona da loja.

Os Marines ou seja lá o que eles eram, só respeitaram a decisão com um simple aceno de cabeça e começaram a investigar a área à procura de cadáveres, era só questão de tempo até chegarem a Simo. Estava nas mãos de Simo seu futuro.

Lagarto:
 

Polvo:
 

Revólver - Simo:
 

Isqueiro - Simo:
 

Katana - Akul:
 

Katana - Royce Khajiit:
 

Royce Khajit:
 

Akul:
 

Simo Beckman:
 

OBS Geral:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyQui 09 Fev 2017, 08:03


Khajit

Um brinde aos furtos do dia.




– Teeeteetetetetete . – gemia o nosso gato. O choque havia sido muito, mas muito maior do qual a sua parca imaginação havia sido capaz de estipular.Com esforço ele erguia a cabeça e se colocava a comtemplar o porto dizimado.

– Nya nya. Alguém deve estar torcendo por mim-gara.

As buscas dos marines começavam a ser ouvidas por Royce, e este percebendo que havia machucado algo durante a colisão apenas permaneceu parado buscando encontrar uma maneira de sair daquela situação. Deixava um pouco de lado nesse momento a preocupação com os outros, pois se não fosse capaz de livrar nem mesmo o próprio pescoço quem dirá livrar o pescoço dos outros? Foi então que seu pescoço foi praticamente tirado da forca por um estranho.

– Nya Nya, realmente alguém torce por mim, e assim mais uma vez o incrível Royce sai pela direita.

Sem outra opções o jovem gato começava a rastejar, braço ante braço, perna ante perna avançando com cautela para não se cortar nos escombros e nem derrubar algo, seria furtivo, mas o mais ágil possível.  Usando de sua audição para detectar se podia acelerar ou não o seu rastejar, percebendo com ela se os marines estavam mais ou menos perto de si.
Rumando em direção a voz, Royce procuraria seguir em direção à rua mencionada pelo polvo????

– Achei que eram minks. – diria a si mesmo. – Nunca vi um desses.

Ao chegar e se chegasse a rua Royce  se encostaria contra a parede e manter-se-ia o mais parado possível aguardando a chegada do outro. Vigiaria o caminho atrás do mesmo dando instruções para ele acelerar ou parar se visse que as mesmas eram necessárias.
Royce desceria por ultimo, para garantir que não haviam sido vistos e tão logo pulasse para dentro falaria.

– Obrigado à ajuda polvo-gara. Mas temos que nos afastar o máximo possível. Tem ideia de por onde seguir? Ou Tentamos a sorte?

Caso ele mostrasse saber por onde ir Royce o seguiria.

No entanto havia a chance de serem percebidos, a chance de que isso ocorresse só consigo era pequena, mas em todos os casos não sabia como era o deslocamento do outro sujeito. Assim Royce se prepararia para o caso de precisar arranjar outro meio de escapar. Deixaria que o tubarão seguisse para o subsolo, mas ele próprio não faria isso, tentaria ao invés disso sair corrente pela rua onde estava. Não seria um caminho exato, mas procuraria se afastar do porto em direção as ruas internas da periferia. Durante a corrida buscaria outro acesso ao subsolo. Buscaria então seguir por baixo em busca de encontrar os outros.


Quando com ele e já caminhando Royce prosseguiria:

– Eu colei no porto, tava vendo de longe a luta no navio e como parecia emocionante colei por lá. A marinha é claro colo junto. Ouvi as ordens do comandante deles que deveriam matar todos os piratas, mas para capturar os minks e vocês, para levar até um tal de Poynt. Não entendi se esse é alguém, ou algum lugar.

Aguardaria os comentários deles, ou outras informações e quando chegássemos a algum lugar onde fizéssemos uma parada o jovem continuaria.

– Cola ai galera. É o seguinte. Mal nos conhecemos-gara, mas nessa cidade já não parece importar. A marinha-gara vai nos culpar e não foi um estrago qualquer lá trás. Parece que ficar aqui não é uma opção. Mas também não vou colocar meu rabo entre as pernas e vaza.  Antes disso vou ensinar uma liçãozinha pra esse comandante Trynore e pro Poynt, se é que é uma pessoa-gara. Não sou nenhum herói vagabundo, nem quero ser. Sou um ladrão, mas não vou deixar meu povo ser vendido. Vou considerar isso como roubar o doce da boca deles. – daria uma pausa para ver se estavam acompanhando e prosseguiria. – Posso fazer isso sozinho-gara, mas isso não melhora a situação de vocês-gara. Vão ta nos procurando-gara, o porto vai ficar cercado pra não fugirmos e mesmo que você possa nadar não acredito que alcance outra ilha desse modo. Podemos-gara nos unir? Soltar alguns prisioneiros, dar uma lição na marinha e forçar um agito, ai roubamos um navio-gara.



”objetivos”:
 

narrador-san:
 

Histórico:
 

PS: A galera no skype comentou ta animada com teus posts, parabens. xD

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Última edição por Rick II em Qui 09 Fev 2017, 15:41, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptyQui 09 Fev 2017, 14:24

Akul Post: 08 Ganhos: Katana Perdas: -X-
Decisões.




"Mas que droga! Onde estão meus companheiros de cela?" – Me questionava após retomar a consciência. "Certo, preciso dar um jeito de sair daqui o mais breve possível" – Tentaria evitar falar para não me desgastar. Bem, os grupos da esquerda e ao centro pareciam bastante ocupados, por isso, optaria por seguir rumo a direita. "Que bagunça." – Pensaria ante a grande repercussão que teve a colisão. Era hora de bater em retirada, o intuito era chegar até a rua, e para isso, utilizaria de minha visão aguçada para me guiar através dos escombros e o meu olfato aguçado para tentar prever a direção do esgoto - devido ao mau cheiro oriundo do mesmo. -

Caso consiga o acesso à rua e para o caso de me deparar com o Mink Gato, bracearia positivamente com a cabeça, permitindo que ele fizesse a vigia do local enquanto me encaminharia até o esgoto. Se fosse feliz em chegar ao meu destino, colocaria a força necessária o suficiente para abrir a tampa, sem muito escarcéu para não alertar possíveis marinheiros, então abriria passagem para o Mink, se fosse o caso dele ainda estar presente. – O esgoto está aberto, venha, desça. – Falaria em um som audível o suficiente para alcançá-lo e desceria logo em seguida.    

Assim como na cozinha, onde em uma etapa inicial para o preparo de qualquer prato, nós "cozinheiros" ou amantes, separamos todos os utensílios e ingredientes necessários para executá-lo. Medimos todos os ingredientes, e, descascamos e cortamos as verduras, legumes e carnes, assim como os utensílios são devidamente dispostos para manuseio. Era esse o cenário que eu imaginava em meu momento de maior dificuldade desde que cheguei em Las Camp. Precisaria e iria pôr as coisas em ordem, colocaria-me a disposição.

Olharia para minhas próprias mãos azuis, enquanto lembrava-me das palavras de meu mestre Khund. "As pessoas tem a tendência de se sentirem diferentes perante acontecimentos que não podem explicar com seu conhecimento. Por exemplo, os fenômenos naturais dessa ilha são encarados como divindades, o que é relacionado com respeito e temor. Da mesma forma, diante de você que é um tritão, elas tem medo do que você possa representar, pois não são capazes de prever seu padrão comportamental por causa da visão caricaturada e maldosa que formam de sua figura"

Nesse momento me colocaria em um pedestal que serviria para atestar minha superioridade sobre pessoas como aquelas, era um modo automático e inconsciente de me livrar da pressão que aquela situação exercia sobre mim. Assim, como superior, não precisava se importar com os incômodos dos preconceituosos. E pela primeira vez notaria bem lá no fundo que aqueles dois na verdade eram muito mais razoáveis do que a grande maioria ali. – Talvez, por hora, eu deva concordar com o plano, mas se vamos seguir o mesmo caminho em um futuro próximo, vocês terão que provar seus valores.




Nota:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 3 EmptySex 10 Fev 2017, 01:21

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Beckman


Lá estava Simo dentre a loja que identificava como uma loja de armas, encontrando-se logo na entrada fazendo a averiguação do local e busca de seus objetos desejados [...] Mas aquela maldita loja estava literalmente um lixo, era sangue para um lado, vidro quebrado para outro [...] “Que merda rolou aqui?” Pensava Simo enquanto pegava uma espécie de isqueiro personalizado com uma grande caveira cravada no metal deste, mas aquilo não era tudo o que queria era somente uma pequena parte da sua lista que aos poucas era riscada.

Continuou assim a adentrar mais a fundo da loja procurando por uma arma e munição agora, não dando tanta importância para a destruição no local logo de início somente estranhando, aliás raramente perdia a calma diante de situações incomuns somente tentando entender aos poucos o que estava ocorrendo de acordo com que completava suas ações, típico de sua personalidade [...] Dando passos lentos e sorrateiros com tamanha tranquilidade o único som que ouvia era simplesmente o som de pedaços de vidros estilhaçados no chão, fazendo atrito com seus pés.

Instantes após Simo avistava uma arma prateada na prateleira dando sopa, bela arma era aquela por sinal [...] Não demorou muito para Simo tomar atitude e pega-la, aliás havia o agradado e era o modelo ideal que estava procurando, era sua zona de conforto dos velhos tempos, um belo revolver afinal o trazendo nostalgia dos velhos tempos [...] Empunhou este em sua mão direita, após abrindo o tambor desta e o rodando averiguando a situação, e estava em perfeitas condições embora descarregado.

Com uma arma nova bastaria somente munição para suprir o que poderia estar por vir, sendo assim vasculhou por mais algum tempo até que avistava ao balcão as que lhe faltava, exatamente seis balas o total que cabia dentre o tambor de seu novo revolver, sendo assim as agarrou com a mão esquerda, isto logo após guardar seu isqueiro no bolso de sua calça, como sequência recarregando seu revolver e fechando o tambor da arma e guardando está em sua cintura. Isto para pegar o maço de cigarro que estava em cima do balcão rapidamente e retirar-se daquele local rapidamente que por sinal era sinônimo de confusão, Simo não era bobo sabia que estava em situação complicada.

Arrancava o lacre do maço, retirando após um cigarro novo em folha acendendo após com seu novo isqueiro personalizado.

~Esse é do bom!

Dizia enquanto absorvia a fumaça por sua boca e liberava logo após.

Já estava a retirar-se logo em seguida, caminhando aos poucos para fora daquele local antes que a encrenca aparecesse em sua porta, mas aparentemente era tarde demais [...]

^ BOOOOM!

Era o barulho de um grande impacto, mas nem mesmo tinha tempo de identificar o que, sua consciência esvaia-se logo em sequência e lá estava Simo deitado o chão com pedaços de madeira jogados em cima de si, aparentemente fragmentos da construção da loja consequência da colisão de um navio ao porto embora não tivesse conhecimento disso.

Aos poucos ia retomando sua visão embora a cabeça ainda estivesse a dor aliás foi uma pancada e tanto. Pouco tempo após Simo voltava ao seu normal, mas ainda pouco desnorteado começava a notar uma conversa que estava a acontecer ali por perto.

_Encontrei um corpo!

Dizia o homem que Simo estava a escutar.

Mas ainda assim ficou dentre os escombros pois não sabia quem estava ali e acima de tudo havia realizado atos criminosos mesmo que pequenos ainda não deixavam de ser atitudes negativas, e ainda por cima vendo a situação que estava o local em sua chegada ligava logo os fatos, melhor esperar o desenvolver das coisas [...] Sendo assim mantendo-se imóvel somente a observar o decorrer das coisas, embora ainda assim com seu cigarro em sua boca.

_Esse deve ter morrido por “eles”. De qualquer maneira, certifiquem-se que não há mais nenhum cadáver à volta e tentem apontar o máximo de provas contra os Minks do Navio, não podemos deixar ninguém saber o que realmente aconteceu aqui, e depois chamem o vosso Sargento a reportar o Crime.

Mera o que Simo ouvia após tomar tal atitude [...] Porém aquilo era o suficiente para que ele tomasse uma atitude, pois ali aparentemente era uma cena de crime apesar de não saber ao certo onde encontrava-se tal cadáver sabia que a situação estava preta, dessa formar optou por levantar-se dos escombros pois era somente questão de tempo até que fosse encontrado pois uma averiguação do local provavelmente seria realizada.

~MALDITOS MINKS!!!!!!!!!!!!!

Gritava Simo tossindo para colocar-se como vítima daquela situação, embora nem mesmo sabia do que se tratava e nem mesmo quem era os Minks somente os vendo como algo interessante, sendo está somente uma medida para enganar aquelas pessoas, aparentemente identificando estes como marinheiros após avista-los [...] Medida para tirar suspeitas de quaisquer atos ou coisas do gênero, medida básica, mas possivelmente efetiva.

~ Me levem com vocês, quero acabar com esses Minks malditos, prometo não atrapalhar, pelo menos deixe vê-los sofrer!

Dizia com o intuito de acompanhar os marinheiros em uma possível procura pelos Minks, embora não estivesse nem um pouco disposto a ajudar aquelas pessoas, aliás não fazia estilo a sua personalidade, tudo isto somente em busca de uma aventura.

Caso tais ações não fossem bem-sucedidas ou a situação se complicasse e visse que seria preso ou algo do gênero, simplesmente este iria tentar correr e pular na direção do balcão ficando ao lado oposto dos marinheiros, utilizando assim o balcão como uma possível barricada e cobertura para o caso de uma luta, mantendo-se preparado e pronto para agir ao sacar sua arma, caso não seja necessário somente prosseguirá normalmente com seu diálogo a espera de colher frutos.



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