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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #1 When the hunter becomes the hunted

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Axell
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MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQua 21 Jun 2017, 20:01

Olhando para a lança que estava prestes a quebrar, Scar sentiu extremo desprezo por quem quer que tivesse feito ela, onde quer que ele estivesse. “Inútil, não sabe nem fazer uma arma decente que aguente o tranco...” Claro que ele próprio não sabia forjar uma arma, de boa ou má qualidade, mas esse fato era completamente ignorado pelo Tigre.

Olhando os novos inimigos que surgiam, ele percebeu que um deles também carregava uma lança e seus olhos brilharam. Por mais que se deliciasse mais em eliminar suas presas usando as próprias garras, talvez por causa daquele monge maldito ele ansiava em alcançar o nível de “um só com a arma” ponto no qual sentiria sua lança como uma extensão do seu corpo, e por isso sempre usava a lança quando podia.

Ao ver o Lince tomar uma pancada e perder sua presa e a arma do Ruivo ser arrancada de sua mão o Mink rolou os olhos pra cima em um claro sinal de “Será que só tem gente inútil nesse lugar?”  Se abaixando e pegando a arma do homem que tinha acabado de matar, ele tentaria pegar as armas dos outros três piratas caídos se esses estivessem por perto e, ainda agachado iria se mover rapidamente em direção ao ruivo tentando não entrar na linha de tiro do inimigo, usando caixotes ou qualquer outra barreira que pudesse ajudar a protege-lo.

Passando as armas paro homem de tapa olho, ele olharia para a companheira deste e ao ver o sangue escorrendo em seu rosto, sentiria uma ânsia quase incontrolável de dar uma bela lambida ali. Mas lembrando-se do aviso do seu irmão para não encostar na moça, só pode suspirar em resignação e insatisfação. “Hunf que desperdício... sorte dele que devido ao tedio naquele lugar não tenho muitas opções além de meditar que nem o velho ensinou... se não certamente não conseguiria me segurar... imagina só o gosto dela...”

Voltando sua atenção para o que era importante, se a menina estivesse acordada e apenas estupefata ele estalaria os dedos na frente dela e diria de forma desdenhosa - Hei, sai dessa garota. Acha que é capaz de recarregar a arma do seu macho ali? Hein? Hei! – Se a menina demonstrasse estar aterrorizada demais para responder, o Tigre sentiria que a menina era simplesmente inútil. “Bom, não exatamente, aposto que daria um ótimo brinquedinho...” Naquele momento sentiu vontade de matar o Ruivo e mandar o Sr. Hipócrita Certinho (Raksha) ir a merda. Novamente o efeito da meditação que fazia quando estava preso surgiu e impediu uma catástrofe.

- Controle sua fêmea cara... tsc – Diria em um tom obviamente arrogante – Essas armas aqui são pra você fazer chover chumbo neles, quero ver quem eles vão matar se não conseguirem nem se mexer gigigigi!!

A realidade é que Scar odiava atiradores, para ele essa era a raça mais covarde na face da terra, medrosos que não conseguiam participar de uma luta corpo a corpo e se duvidar tinham medo de se aproximarem até da sombra do oponente, mas esperava que ter um do seu lado agora pudesse ser de alguma serventia. – Quer fazer uma aposta? Quem mata mais, eu com minhas garras e essa lança quase quebrada ou você com todas essas armas?? Hahah – Completaria sentindo certeza que o resultado seria a seu favor. – Ah! E os canhões não contam hein gigigigi! – Pronto, ali estava o real motivo de ter proposto a aposta. Plantar a ideia de usarem os canhões depois. Nem sabia se isso seria possível, mas se fosse, o Peixe tinha sumido, ele mesmo não tinha uma mira boa... dependeria do Ruivo.

Enquanto conversava com ele, Scar rasgava um pedaço do sobretudo que estava usando e tentava enrolar o pano de forma apertada em volta de seu abdome para tentar fazer o sangue parar de correr. A dor não o incomodava, mas a fraqueza que viria se continuasse a perder tanto sangue, sim. Nesse meio tempo ouviria os gritos de desafio e raiva do Lince, mas não daria muita atenção, faria bem para o garoto sentir o sangue ferver e ver a realidade desse mundo perverso.

Uma vez que Simo começasse a atirar, o Tigre se moveria de caixa em caixa tão rápido quanto fosse possível. Sentia dificuldade em respirar devido aos ferimentos, porem procurou não deixar transparecer enquanto estava perto do humano, não queria parecer fraco. Seu último ataque apesar de bem-sucedido havia mostrado que que seu ombro não estava se movendo de forma ideal. Quanto mais demorasse para resolver essa caçada, quer dizer, luta, pior seria sua situação.

Prestando sempre atenção na movimentação do inimigo, o Tigre só arriscaria se mover quando o ruivo estivesse dando cobertura, e prestaria atenção principalmente no atirador adversário, para pular em direção a algum obstáculo se no meio de suas pequenas corridas (abaixado) visse o homem mirando em sua direção.

Vendo que o amiguinho de seu irmão (Royce) afastava o homem que estava com a lança, Scar pensou em seguir naquela direção e não permitir que o gatuno roubasse sua presa, mas então percebeu algo que o deixou momentaneamente perplexo. A arma do homem não era uma lança. Era um bastão. Normalmente ele não erraria em identificar algo como o instrumento que ele utilizava para trazer morte para os outros. Mas aparentemente dessa vez havia. – Pode ficar com ele então... – Disse como se fosse magnânimo. Não compreendia quem preferia usar um bastão ao invés de uma lança, na verdade nutria um forte desdém por tais pessoas. Estupidas.

Sobrando dois adversários, o Tigre procuraria ir em direção ao atirador do oponente e eliminar o incomodo de uma vez. Porem se o cara das luvas estivesse em seu caminho, seria forçado a elimina-lo primeiro. Se aproximando de seu alvo, Scar esperava que devido os tiros de Simo sua presa tivesse que fazer igual a si e se mover usando os caixotes como escudo. E se esse fosse o caso, essa seria sua oportunidade.

Analisando a altura do caixote, se ele visse que era possível, em um momento em que o velho estivesse tomando cobertura, e o atirador loiro estivesse distraído com o ruivo, o Tigre realizaria uma corrida segurando a lança com o braço cujo ombro estava ferido. Usando passos específicos para realizar o movimento que pretendia, ele daria um leve salto e tentaria apoiar com o braço bom em cima do caixote, fazendo um movimento acrobático chamado estrelinha de uma mão só.

Isso faria com que quando ele aterrissasse, estivesse de frente para o homem abaixado, que por sua vez poderia estar olhando para o Tigre que acabara de cair dos céus ou até mesmo ainda estivesse olhando para a direção da qual o Mink tinha vindo correndo. Independente do caso, Scar ainda abaixado e já preparado para atacar, seguraria rapidamente a lança com seu braço bom também, e daria um estocada no adversário, jogando todo seu peso em cima deste ao saltar como um verdadeiro tigre dando o bote em sua presa.

Caso a lança se quebrasse e o inimigo não estivesse morto, Scar usaria suas mãos e garras para tentar segurar os pulsos do adversário enquanto tentaria afundar suas presas no pescoço do adversário. Durante essa luta ele tentaria rolar com o inimigo, indo para baixo deste mesmo que não tivesse êxito em mata-lo de forma a se resguardar contra o atirador loiro.

Caso a luta ainda estivesse acontecendo, o Tigre faria o possível para manter os braços e mãos da sua presa presos, puxando-o contra si e mordendo ombro, pescoço, rosto, o que causasse dano e pudesse encerrar o serviço. Porem se o homem de luvas morresse em algum momento, o Tigre tentaria recuar e ir para o outro lado do caixote, onde poderia se proteger melhor do atirador.

No entanto se mais cedo o Tigre visse que realizar seu plano é impossível, ele ficaria onde estava, segurando sua lança na diagonal de forma a realizar uma estocada de baixo para cima quando um inimigo aparecesse ao seu alcance como forma de impedir um ataque dele ou bloquear.

Observações pro Alencar!:
 
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Última edição por Ragnar, O Primeiro em Qui 22 Jun 2017, 16:14, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 22 Jun 2017, 13:14

Nada como um simples jogo de Xadrez

O belo atirador estava em uma bela de uma enrascada: sem arma, machucado e cansado. ~ Tsk que saco, cansei. Indagaria. Sua respiração estava um pouco ofegante com tudo o que estava acontecendo, sendo assim, visando retomar a normalidade e seu raciocínio lógico. Avaliaria os acontecimentos. “Muitos inimigos, mulher machucada, sem arma. Hmm... Acho melhor ficar na minha e deixar o resto com eles, salvar duas cabeças é melhor do que nenhuma. “ Referindo-se a si e Agatha.

Observaria o posicionamento inimigo erguendo sua cabeça por possíveis milésimos de segundos, para assim decorar suas devidas localizações em um curto período caso possível. Neste período abaixaria e tentaria esticar seu braço esquerdo rapidamente para pegar sua arma, embora possivelmente deixando o resto do seu corpo protegido atrás das caixas.

Seria está a melhor ideia que Simo pensaria naquele momento, aliás atingir um graveto (Refiro ao braço. Graveto é somente uma referência de tamanho baseado na distância para atirar) em movimento a metros de distância não seria uma tarefa fácil. (Essa ação será bem rápida, coisa de esticar o braço tentar pegar a arma e voltar, como não teve valor em metros da distância, presumo que posso tentar algo assim sem expor todo o meu corpo).

Retiraria as demais faixas da mãos direita, empunharia a arma na mesma. Ouviria atentamente as palavras do grande bichano. “Cara irritante, tsk!” Pensaria ao ouvir alguma das palavras arrogantes do tigre. ~ Não estou muito afim de ajudar, sabe. Duas cabeças salvas são melhores do que nenhuma, não é mesmo? Diria com serenidade, em sua feição seria clara a expressão de tranquilidade apesar das possíveis palavras “intimidadoras” do tigre, para Simo nada mais seriam do que um simples miado de um gatinho indefeso. Para pedir ajuda, em boa situação ele não se encontrava não é mesmo?

Visto a arrogância do tigre Simo completaria suas falas. ~ Bom sirva de torre, suporte a dor, libere o ódio e seja o pilar da nossa operação; serei o Rei que nós guiará para a vitória. Diria Simo com um sorriso que se estenderia até o canto da orelha, fazendo referência ao xadrez. “Rei” responsável por localizar-se atrás protegido, enquanto envia os demais para a batalha em busca da vitória.

DARIA POSSIVELMENTE UM TIRO em qualquer inimigo, para que Raksha tomasse uma iniciativa dali. Raksha possivelmente ficaria exposto em seu avanço caso fizesse o mesmo, com isso Simo se ergueria ficando atrás de seu corpo robusto em linha, tirando proveito do tamanho do seu aliado para não ser alvejado frontalmente. Seu foco, seriam aqueles que visassem alvejar Raksha. Simo deveria ser sua proteção, atirar naqueles que interrompessem o avanço do mesmo seria o foco, embora a intenção de matar possivelmente estaria em cada disparo realizado.

Caso este Raksha avançasse com sucesso até o local desejado e ainda sobrem inimigos, Simo irá se abaixar novamente ficando em sua posição de conforto e segurança na qual antes se encontrava.

Na possibilidade de Simo se tornar o foco e não Raksha que estaria agindo como linha de frente, este ficará se abaixando e erguendo-se à medida que tornar-se o foco. Erguer-se somente quando sentir a segurança para tal.


Observação:
¹ Espero pegar minha arma.
² Usarei a mão esquerda para pegar a arma, ou seja mesmo que ela seja atingida eu uso a direita para atirar, pois já está curada. Somente teria que deixar ela cair perto etc, não é possível que não vai rolar.
³ Não citei questão de esquerda e direita, porque acredito que é meio óbvio, porém estou explicando aqui para evitar complicações de entendimento.
Legenda:
 

Objetivos:
 

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Última edição por Satsumi em Ter 27 Jun 2017, 11:33, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptySab 24 Jun 2017, 22:22




Filhos de Anúbis


O despertar de Royce




Contrariado com a dificuldade que tinha tido até então, Ken Rock, o tritão mal educado, grosso e boca suja carregava sua pistola para então começar com a disputa de sobrevivência. O alvo do tritão era o oponente que ainda rastejava tentando encontrar um lugar seguro. A distância era em torno de 9 metros do tritão até o seu alvo. Com dois disparos, o tritão buscava acertar a cabeça e o tronco do oponente, curiosamente, pois se acertasse a cabeça primeiramente, não necessitaria acertar o tronco, mas, sem ponderar tais coisas, o tritão prosseguiu.  

O primeiro disparo, que havia tido sua mira na cabeça do oponente, falhou vergonhosamente. O segundo disparo, que visava o tronco inimigo também falhou e o acertou de raspão. Vendo que sua tentativa havia falhado, o tritão então voltou a manter sua cobertura enquanto cobria seus ferimentos com pedaços de sua veste que havia rasgado com suas cartilagens. Pronto para combate, o tritão então partiu em direção ao mar. Ele sabia que teria de passar pelo atirador e o outro inimigo ferido, porém mesmo assim não pestanejou e seguiu.

Mancando constantemente, o tritão buscou colocar o peso maior na perna boa e, com o braço não machucado, o tritão buscou disparar contra seu oponente que fazia o mesmo. O tritão então iniciou seus disparos, que foram refutados pelo inimigo. Dois disparos visavam os oponentes, o primeiro atingiu o inimigo caído, que foi o primeiro a ser avistado por Ken. No tronco, o disparo derrubou o homem que tentava se mantiver em pé. O segundo disparo visava o outro oponente que estava abaixado mirando no tritão. Em uma disputa de iniciativa, o tritão perdeu e o disparo do inimigo acertou o seu abdômen.

O vigor físico do tritão era invejável. O tritão ainda se mantinha em movimento. Sem pensar em parar, o tritão então continuou a correr. Aproveitando-se da necessidade do oponente de carregar a sua arma, o tritão conseguiu um bom espaço de distância. O inimigo vendo isso começou a correr atrás do tritão enquanto carregava sua arma. Ambos os atiradores iniciaram uma disputa de fogo cruzado. O tritão disparou quatro vezes enquanto o atirador apenas três. Sem saber o que tinha acontecido na beira do mar, o tritão saltou e mergulhou. Seus disparos havia acertado o oponente em maioria. Dois dos quatros disparos atingiram o oponente que apenas caiu, mas antes conseguiu disparar três vezes, acertando apenas uma nas costas do tritão que só sentiu após o ardor da água salgada em seus ferimentos.

Uma vez no mar, o tritão sentiu seus ferimentos arderem além de manchar toda a água de sangue, sabendo assim a quantidade de ferimentos que havia tido até então. Ken estava agora no mar, da borda até a água era uma distância difícil de subir direto, então o tritão teria de encontrar meios para isso. O Brigue possuía janelas baixas que estavam trancadas ou emperradas. A corda da âncora poderia ser usada como subida. Se tritão tentasse ver pelas janelas, a embarcação ainda tinha minks presos e preparados para transporte. A única maneira de entrar, no momento para essa região dos presos era pelo piso do navio. Lá em cima, caso o tritão subisse, ele veria o tal Franco tendo seu ferimento cuidado por outra mulher.

Enquanto isso, no cenário principal da guerra do porto abandonado, Royce mergulhava em total ódio pelo que o bando do Point fez até ali. Dentro de si o ódio só crescia e a única saída seria a morte do capitão corrupto que comandava tudo aquilo. Inicialmente Royce se afastava de seus oponentes para conseguir recuperar o fôlego para uma investida. O seu oponente aparentava ser o grande gordo asiático. O homem se aproximava lentamente do felino, que se mantinha preparado para o combate. Tal movimentação atrapalhava os planos de Royce que consistia em atrair a atenção dos três homens para si mesmo. Cada um aparentava ter escolhido quem iria destruir e com isso a presença dos outros inimigos se tornava um nada, havia uma grande confiança das habilidades dos outros ou apenas eram egocêntricos.

O homem robusto girava seu bastão de acordo com que se aproximava lentamente do felino. Royce então esperava a aproximação do homem para assim medir sua velocidade máxima, porém a ideia falhava devido ao homem apenas andar e não correr. O felino poderia julgar como se ele não pudesse correr ou apenas não queria correr. Royce então provou seu inimigo, que apenas sorriu e preparou para o combate. A primeira movimentação foi do inimigo. Um golpe em diagonal da direita para a esquerda, decrescendo. Era um golpe bem rápido, o ar fazia até alguns barulhos de sopro, porém que foi desviado com sucesso por parte do bichano.


A sequência de golpes persistia e o felino continuava a desviar. Cada vez mais os golpes ficavam mais lentos e o bichano desviava com cada vez mais facilidade. A cada desvio, uma provocação era feita e isso deixava o asiático irado. Em certo momento, após não conseguir se controlar mais o gordo forçou um golpe que acertou o vácuo e o fez perder o equilíbrio, momento esperado pelo felino para assim acertá-lo. A ideia de Royce era acertar o joelho do grande homem e assim limitá-lo quase por completo, era uma ideia perfeita, porém que falhou.

- Surpresa! – bradou.

Ao pensar que o homem havia perdido o equilíbrio, Royce partiu em um ataque à zona posterior do joelho, porém com o bastão o homem defendeu sua perna enfincando o bastão no solo, o que foi acertado pelo golpe de Royce, e com um chute giratório deslizando pelo bastão, o gordo atingiu um rosto de Royce, que fez arrancar alguns bigodes além de lhe cortar as gengivas, fazê-lo cuspir sangue e voar dois metros à direita. Mesmo após ser atingido, o felino não deixava as provocações cessarem, coisa que deixava o inimigo bastante chateado.

- Você está começando a me incomodar, par de bigodes! – bradou.


Completamente enojado pela qualidade e criação da lança que antes manuseava, Scar notou que se dependesse dos outros, ali morreria e nada do que pensava iria se cumprir, logo que sua existência iria acabar. Pensando nisso, o tigre então buscou reunir todas as armas dos abatidos por sua lança e leva-las para o ruivo. Eram três pistolas simples, nada demais. Ao chegar próximo ao ruivo, com tremenda facilidade, o tigre entregou as armas que acabara de conseguir e deu uma boa olhada e Agatha, que estava caída junto ao ruivo. Ela estava desacordada.

Uma vez entregue as armas, Scar resolveu então propor um desafio ao ruivo. Atiradores não eram pessoas que estaria na roda de amigos do tigre, longe disso, mas uma aposta serviria como piada para demonstrar o quanto este estilo de combate era covarde e não possuía qualidade o bastante. Enquanto esperava a resposta do ruivo, o tigre então enrolava seu troco com pedaço do sobretudo que vestia, mas o tamanho não conseguia dar mais de uma circunferência no corpo do mink.

Enquanto isso, o ruivo ouvia tudo que o mink tigre falava e apenas ignorava. Certamente o santo de ambos não batia, porém com as memórias de Raksha em mente, o ruivo se dispunha a trabalhar em conjunto com o tigre. Enfim prontos ambos partiram para o ataque. O atirador inimigo iniciava com um disparo que visava acertar o ruivo, que apenas desviava pelo corpo do seu aliado que ia à frente, e então respondia da mesma maneira com disparos. A dupla inimiga então se separava, porém, por algum motivo o bigodudo partia para a direção direta.

O tigre não conseguia muita velocidade em seus movimentos, porém o ruivo, que pensava em usá-lo como escudo, tinha uma intrigante surpresa. O atirador inimigo se postava mais lado, distante do seu parceiro que ia à direção do grande animal que corria entre as caixas. Simo então tentou seguir o tigre, foi alvejado por disparos do loiro que estava no bando do point. Tais disparos o fizeram parar de correr e focar no seu, ali, oponente. Estava a cerca de oito metros de distância um do outro. O loiro então se aproximava dos cadáveres dos homens e os afastava do seu caminho com chutes. Enquanto isso, Scar estava protegido dos disparos do loiro, porém seu inimigo era outro. O homem rapidamente se colocava perto do tigre que ainda planejava saltar pelas caixas. A preocupação do felino com o oponente do bichano havia lhe tirado a atenção que, mesmo em fração de segundo, em um campo de batalha faz total diferença.

Rapidamente o tigre usou sua lança e desferiu um golpe avassalador. A distância entre ambos não permitiu que o lutador desviasse dos golpes do felino. A estocada acertou o abdômen do homem. A força exercida pelo tigre não era suficiente para que a lança conseguisse penetrar com sua totalidade pelo corpo robusto do homem que, mostrando tremenda força, segurou a lança e a quebrou como se fosse um simples pedaço de madeira velha. Ainda com parte da lança em seu corpo, o homem não cessou e partiu para cima de Raksha. Seu soco foi amparado pelas garras do tigre e então uma disputa de força se iniciou.

Raksha então conseguiu segurar o golpe do homem com sucesso e logo mostrou suas garras. O movimento começou a ferir a mão do homem ao destruir suas soqueiras. Antes do humano sequer pensar em uma movimentação, o felino agarrou o seu pescoço e então tentou o estrangular. Porém, em um momento de total adrenalina o homem se esforçou para livrar-se do estrangulamento e, mesmo machucando o pescoço acertou um Lariat certeiro no queixo do tigre, que apenas tombou grogue. Havia sido um belo e poderoso golpe que fazia o tigre balançar.

Scar nesse momento tinha sua visão turva, estava tonto e prestes a cair. Ele poderia ver de relance o home se afastando com algumas passadas e retirando o pedaço de lança que estava preso em seu corpo. Enquanto isso, o ruivo se encontrava em um enfrentamento “estilo faroeste” com seu oponente. Com suma boa visão, Simo poderia ver que o loiro estava com seu cigarro na boca, assim como ele. Ambos poderiam ser parecidos, porém estavam em opostos lados da moeda. Se tentasse ver o redor, veria que Royce estava lutando com um grande homem gordo e asiático enquanto Raksha/Scar estava aparentando ter alguma dificuldade. Não havia sinal de Point algum. O fedor era algo bem desagradável, ainda mais para quem tivesse um olfato aguçado. Para quem tivesse uma boa audição, poderia ouvir o soar de um falatório por parte da população, além de palavras dos marinheiros indicando que seria melhor todos irem para suas casas.

- E aí ruivo? Que tal você me mostrar – sugava a fumaça do cigarro e soltava lentamente – Que aquele seu tiro não foi pura sorte? Vamos lá, vamos lá, acenda esse cigarro para mim!

O loiro então colocou a mão em seu bolso e pegou um passo de cigarros. Nele escolheu qualquer cigarro “virgem” e guardou o restante. Esticando para longe de si, o loiro esperava que o ruivo tentasse acertar o cigarro. Ele parecia calmo e confiante de si mesmo.


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptySeg 26 Jun 2017, 13:48

Meus ferimentos ardiam devido à ação da água do mar em meus ferimentos! Era uma situação desagradável, mas me serviria para me mantar em alerta referente aos limites do meu corpo. É claro que um tritão boombastic como eu não poderia  deixar que os  ferimentos fossem uma pedra no meu caminho dourado, Havia dito para  aqueles infelizes que iria entrar no navio. Para qualquer um em minha posição sabia que esse poderia ser os últimos movimentos, ou melhor, o início dos últimos movimentos do pai de santos.

Após procurar uma maneira de subir, usaria a corda da ancora e iniciaria a minha subida. Não teria tanta pressa até por que a cada movimento que fazia, sentiria meus ferimentos doerem, principalmente o do meu braço! Aquela era uma situação onde não poderia me dar o luxo de me deixar levar pela dor e me esforçaria o máximo para subir aquela corda!

“Calma cara, você já passou por muito mais merda do que essa.... falta pouco e agora é a hora de cutucar lá no fundo”

Na subida, enroscaria a corda pelo meu pulso e também pelos meus pés para manter a posição e assim auxiliaria no caso de perder a pegada e escorregar. Continuaria dessa forma até chegar em meu objetivo de embarcar na porra do navio. Caso escorregasse, faria o máximo para não cair no mar... apesar da dificuldade não queria estragar aquele momento único! Olharia com um sorriso pela janela do navio e notaria alguns infelizes presos.

Uma vez que tenha conseguido alcançar a parte superior, convés, não subiria de imediato, daria aquela espiadinha a fim de notar a movimentação do ambiente. Assim que a situação estivesse favorável para a minha humilde e bela pessoa, subiria e procuraria um caixote, barril, mastro ou qualquer outra coisa e me esconderia para pensar em uma estratégia. Após, conseguir me ocultar, pegaria a minha arma e olharia a condição de uso da mesma a fim de descobrir se estaria própria para o uso.

Situação I – Arma.

Após o ckeck-up da arma notasse que a mesma estaria apta a exercer suas devidas funções e finalidade sobre a qual foi criada, recarregaria caso houvesse a necessidade de complementar o tambor e guardaria algumas capsulas vazias e deixaria uma ou duas em minha posse. Respiraria com calma e tentaria olhar mais uma vez o local em busca dos meus inimigos. Faria isso de modo que não deixasse expor a minha presença fantástica.

“Beleza, vejo uma puta humana fazendo alguma coisa com aquele pai de santo. Pelo jeito foderam legal o buraco dele! Agora é a hora da confusão geral porra!”

Iniciaria a minha movimentação com duas frentes, chamar atenção para um local completamente diferente do qual eu estaria indo. Jogaria os cartuchos para direita ou para a esquerda, dependeria de qual fosse o melhor local para executar tal ação. Assim que os cartuchos chocassem contra o chão da embarcação, sairia para o lado oposto e executaria 3 disparos contra os dois. Assim que minha ação fosse feita, saberia que estaria no campo de visão de meus inimigos, era óbvio e contaria com isso também.

Após meus disparos, colocaria minha crista para brilhar mais uma vez, ajoelharia com um dos joelhos no chão e dispararia mais duas vezes contra o Point e uma vez contra a mulher. Procuraria algum local para me esconder e recarregaria a minha arma mais uma vez! Caso não houvesse lugares para me esconder, guardaria a minha arma e pegaria meu último peso de papel e arremessaria contra quem estivesse mais próximo de mim. Pegaria o meu porrete e começaria a correr em zig zgue. Procuraria mergulhar completamente na adrenalina do momento e assim esqueceria dos meus ferimentos! Esses eu iria me preocupar mais tarde!

-Aeew Caralho, eu vou foder vocês porra!

Arremessaria o porrete contra o Point e se a enfermeira estivesse em meu alcance, morderia a mesma algumas vezes e jogaria o seu corpo contra o Point com a intenção de me proteger e impedir que o mesmo reagisse a tempo. Procuraria algum local para me esconder, caso não houvesse pularia contra o homem e a mulher. Começaria a socá-lo ou mordê-lo. Se em algum momento notasse o ferimento em seu olho, enfiaria o dedo no buraco enquanto gargalharia de forma sádica e o morderia em seguida.

- Huauhuahushuahuhsuah Vamos direto ao Point!!! Irei arregaçar o seu buraco, humano de merda! mauhshsuhauhsuha

Continuaria a soca-lo e a morde-lo!


Situação II – Na atividade.

Analisaria a minha arma e após notar que a mesma estaria fora do combate, enfiaria o dedo no nariz e pensaria em alguma soluções...

“Desarmado vai ser foda, não faço a menor ideia do que aquele puto e aquela puta podem fazer e parece que ele já se fodeu  também uahushauhusha... vou tentar revistar esse navio ou fazer o caos nessa porra!”

Olharia a minha volta e procuraria algum acesso para o interior do navio. Assim que encontrasse o que estaria procurando, prenderia a minha respiração, agacharia e iria de forma calma e sorrateira para o local. Estaria sentindo algumas fisgadas, pontadas, ardência e até outras coisitas a mais devido aos ferimentos.... porém, a excitação e a empolgação do momento me daria forças e continuaria concentrado em chegar ao ponto de acesso para o interior da embarcação inimiga.

Uma vez que tenha adentrado de forma ardilosa no interior daquele navio, voltaria a andar um pouco arcado e concentrado no ambiente.

“Minha pistola está fora de combate, preciso de outra caralho! “

Olharia a minha volta e procuraria por alguma pistola, assim que tenha encontrado, recarregaria a mesma caso estivesse vazia e a guardaria comigo. Aproveitaria para apertar um pouco mais as ataduras feitas anteriormente de forma grosseira, faria isso apenas se elas estivessem frouxas.

Andaria mais um pouco pelo local e procuraria a sala dos canhões ou sala de armas como muitos costumam chamar. Continuaria a procura sempre de forma tranquila e estaria com a arma em posse, engatilhada e pronta para o uso. Assim que encontrasse o recinto, notaria que as escotilhas não estariam abertas...

“Provavelmente essa porra vai fazer barulho e tenho que recarregar antes de colocar o mutumbo pra fora e começar a despejar essa porra em todo mundo!”

Daria uma olhada nos canhão(ões), caso houvessem mais de um e mais uma vez com calma recarregaria o armamento pesado, se houvesse a necessidade. Estando pronto para o uso, procuraria algo para ascender o pavio respiraria fundo e diria comigo mesmo.

- Caralho, tô até de pau duro em usar essa porra!

Não saberia que a escotinha iria fazer barulho ou não, por isso já estaria mentalmente pronto para mirar e atirar sem enrolar muito.

“Agora vai!”

Abriria a escotilha da melhor forma que fosse possível, caso estivessem com um cadeado ou qualquer coisa do tipo, morderia para conseguir o acesso (essa ação será repetida em outras escotilhas caso tenham mais dois ou três canhões no loca.). Após liberar o acesso, abriria a escotilha olharia a situação no porto e miraria...

“Olha só, aqueles três ainda estão vivos... espero que eles entendam o recado do tritão gostosão!"

Miraria na população que parecia estar dispersando e ascenderia o pavio do canhão... (no caso de haver outros canhões) ... assim que ascendesse o primeiro canhão, iria para o segundo e dessa vez miraria nos marinheiros ou se não houvessem miraria próximo, não muito, dos três para que eles corressem em direção ao navio e mais uma vez acenderia o pavio. Iria em direção ao terceiro canhão tampando os meus ouvidos e gritaria de emoção. Meus gritos seriam uma mistura de gargalhada com um monte de coisa sem sentido!

- Aeee! UAHUSHUAHUSHUhuhauhushauhsa caralho que foda, vai mais uma vez porra! Auhsuhauhsuhauhsha Bum, bum! Uahushuahushuahsuha.....

Após o segundo disparo, olharia para a porta que eu entrei a fim de identificar a aproximação de alguém. Caso houvesse alguém, apontaria a arma e dispararia duas vezes e me esconderia atrás do canhão. Se não houvesse ninguém, apontaria mais uma vez contra a população ou na região de fuga deles e atiraria mais uma vez. Caso a população estivesse correndo na direção de Roy, Rag e Sats, dispararia apenas em algumas casas distantes para prejudicar a aproximação de marinheiros para o local.

“Agora preciso me esconder, com certeza já deve ter algum filho da puta vindo pra cá”

Assim que os disparos tenham sido realizados, me esconderia atrás da porta da sala ou de algo que me deixasse nas costas do meu inimigo assim que entrasse no local. Faria essa opção com a arma sempre apontada e prestes a atirar para não ser pego de forma desprevenida! Uma vez escondido, esperaria a pessoa entrar no ambiente e assim que notasse que não era nenhum dos meus aliados, dispararia 3 vezes nas suas costas. (Essa ação de me esconder também será realizada no caso de só haver um canhão).

Na opção de ninguém aparecer, sairia com calma da sala dos canhões e me dirigiria para o convés no navio, estaria armado e prestes a atirar caso o Point ou a mulher aparecessem na minha frente, se isso viesse acontecer descarregaria a minha arma em quem aparecesse e procuraria um local para me esconder e recarregar a minha arma. No caso de não ter encontrado uma pistola, me esconderia e usaria o porrete para golpear a cabeça de meu adversário pelas suas costas. Pararia apenas quando o sangue do indivíduo tivesse se espalhado e ele desacordado.

No caso de não ter encontrado uma arma, iluminaria o local e desceria porrada com o porrete restante.
---------------------------
• Observações:
- As ações de mirar a atirar ou arremessar estão sendo feitas com o meu braço bom!


Objetivos:
 

Histórico:
 

Alencar:
 

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Legendas:
 


Última edição por Ken Rock em Seg 26 Jun 2017, 15:50, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptySeg 26 Jun 2017, 14:43




Royce

Nobres Vigaristas!!!!



Ao bem da verdade Royce estava surpreso ao ser bloqueado, esperava que atacar enquanto o oponente estivesse desequilibrado por ter errado um golpe forte fosse o suficiente para lhe garantir um golpe forte, mas a única coisa que pareceu conseguir foi um chute na boca. Por sorte estava de boca fechada e não mordeu a língua. =)

Ainda assim o gosto ferroso de sangue cobriu-lhe a língua fazendo-o por um momento quase esquecer que aquele era o seu sangue. Não havia comido e o sabor do sangue de algum modo lhe recordava isso.

Cuspiu , virando a cara para o lado do mar. Mesmo dali onde estava conseguia ouvir as ordens dos marinheiros que tentavam afastar as pessoas do porto. Cuspiu de novo... Embora estivessem longe as pessoas era o que lhes garantia até o momento que não haveriam mais marines se interferindo. Mas se as pessoas começassem a ir embora, não haveria mais o que impedisse os marines de avançar. Ao menos assim achava.

Trocou a espada para a esquerda, dando um passo para a direita, depois dançaria novamente para a esquerda trocando a espada de mãos, sem nenhum motivo. Não havia sorriso na face de Royce, apenas uma boca suja de sangue e um olhar irado. Viraria a espada, deixando o lado sem gume para frente. Esperava que seu oponente, sendo usuário de bastões não fosse entender o que aquilo significava.

Royce começaria então a avançar em passos curtos para o oponente, dessa vez seria ou tentaria ser ele o primeiro a atacar. No momento que visse o oponente realizar aqueles giros com os bastões que tanto fazia anteriormente ele daria alguns passos acelerando em direção ao oponente com a espada pronta para um golpe circular.

Estaria atacando com o lado sem fio, imaginando que seu oponente, diferente de si bloquearia seus ataques ao invés de esquivar. Assim esperava ao menos. Aproveitar-se-ia então dessa situação, batendo no bastão com o lado sem fio de sua espada, para depois deixar sua mão girar a lâmina correndo a espada pelo comprimento do bastão, deslizando a lâmina em direção as mãos do oponente, visando assim realizar o seu ataque, cortando os dedos, ou talvez pulso do gordo.

Se no momento em que tentasse isso, percebesse que o oponente girava o bastão para lhe forçar a perder o equilíbrio, ou mesmo atacar ele abdicaria do ataque e saltaria para o lado que lhe permitisse esquivar do golpe, saltando uma vez mais para se afastar do alcance de um possível chute.

Se, no entanto. Talvez percebesse que tomaria um chute após o oponente bloquear o jovem abriria mão de um pouco de autopreservação e aceleraria seu golpe para no momento que tomasse o chute conseguisse cortar a mão do oponente.

Se o oponente no entanto, atacasse antes, aproveitando-se de sua arma de maior alcance o gatuno utilizaria da mesma estratégia de antes, realizando as esquivar e esperando o momento de um golpe forte para tentar atacar, e ali provocaria o gordo da mesma maneira.

- Acha que vai conseguir me chutar de novo monte de banha?

Dessa vez Royce faria exatamente o mesmo que antes, mas como planejado por ele no atual momento, atacaria com o lado sem fio, permitindo a liberdade de girar sua espada e a deslizar pelo comprimento do bastão cortando as mãos ou mão do oponente antes ou durante o chute seguinte lhe acertar. Também repetindo a prevenção de antes, para o caso de perceber que o oponente empregaria mais força no bastão para lhe desequilibrar após o bloqueio, ou lhe atacar com o bastão, saltando nesse caso para longe e para o lado fugindo com sua aceleração do alcance do bastão.

Se se visse forçado a ficar realizando as esquivar o jovem gatuno tentaria fazer com que elas deixassem o gordo de costas para o mar, enquanto ele mesmo iria avançando em suas esquivas mais para dentro do porto, de modo a não ficar encurralado entre o gordo e o mar.



”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyTer 27 Jun 2017, 12:51

Sente o suspense

O seu cigarro aos poucos perdia seu brilho. A ansiedade? Era uma problema que Simo estava começando a enfrentar, ser desafiado? Era algo que não poderia recusar... Como completaria seus objetivos: Mulheres, dinheiro e fama. Sem nem mesmo conseguir passar por um pequeno obstáculo à sua frente, seria somente um sonho? Deveria este provar o contrário!
~ Aceito seu desafio! Não só irei acender o seu cigarro, mas também irei plantar uma bala na sua cara. Diria levianamente com um sorriso estampado.

Começaria a caminhar para próximo do atirador caso ele estivesse de acordo, após realizaria uma pausa. ~ Armas baixas, três passos e atiramos. Falaria Simo esperando que o loiro entendesse as regras e agisse a nível de tal, pois propondo um duelo seria o mínimo a se fazer, não? (Se é um duelo tem que ter o mínimo de regras não?

~ Contarei até três, começamos a andar a cada número e vemos que é o melhor no gatilho, HAHAHA. Soltaria uma risada escandalosa, que ao mesmo demonstraria a felicidade e satisfação em fazer tudo aquilo, embora seu olhar mostrasse a seriedade em propor aquele desafio, de forma que não demonstrasse dúvidas da honestidade de tudo aquilo. Recarregando possivelmente a arma ao mesmo instante.

Começaria a contagem, dando passos lentos e sorrateiros. Teria um "porém" em tudo aquilo, em nenhum momento Simo afirmaria que seguiria todos os passos à risca, aliás era um criminoso e não possuía toda essa honra que o loiro aparentava esperar por parte dele. No número um ao instante que realizasse o primeiro passo, este ergueria a arma rapidamente e realizaria todos os disparos até esvaziar o tampo da arma, visando atravessar a cabeça do alvo e "acender" o maldito cigarro com aquela chuva de chumbo.

~ Cigarro acesso, HAHAHA. Pausaria ~ Honra entre ladrões? Loiro idiota, duelo? Onde já se viu HAHA, desde que você não possua dois seios, desconheço isso que chama de duelo, honra, tanto faz.... Ironizaria, caso bem sucedido e o corpo estivesse jogado aos seus pés.

Se o inimigo já estivesse abatido, caminharia para próximo de Agatha para ver como estava sua situação, enquanto ao mesmo aproveitaria para recuperar o folego junto a ela, ficando assim sentado ao seu lado, colocaria sua cabeça em meu colo, e apoiaria as costas no caixote, aproveitando para descansar.

~ ACABEI AQUI, CUIDEM LOGO DA PARTE DE VOCÊS, CANSEI DESSA MERDA DE LUGAR. NÃO VOU FICAR RICO AQUI, tsk. AINDA TEMOS QUE MATAR AQUELE CAOLHO DESGRAÇADO. Gritaria, aguardando por resposta de seus aliados, esperançoso pelo triunfo de todos.  

A possibilidade  de não sair aos conformes era real, caso Simo notasse que o inimigo não seguiria a "leis do duelo", ou se que concordasse com o desafio e a qualquer momento demonstrasse a intenção de aportar a arma para este, antes de seguir os passos impostos. Daria um salto para o lado, tentando sair do raio do cano da arma do inimigo, para tentar desviar de qualquer disparo possivelmente realizado contra si, e assim realizaria disparos visando o rosto do inimigo no momento do salto, até que descarregasse o tambor.  

Errar a face do inimigo poderia ser uma realidade, aliás não é uma área muito grande para se atingir, dessa forma caso note que as chances não estejam a seu favor este atiraria rumo ao torso do adversário, aguardando que a sorte estivesse consigo. Seguido do salto correria, cataria cavaco, o que fosse necessário para  não ser atingido e seguir para alguma cobertura e repensar suas estratégias e repensar as possibilidades, aproveitando  também a cobertura para se defender.

Observação:
1º O cigarro ta na boca, só que está apagado já, ou seja, vou contar o vicio nesse post já.
2º A distância seria de uns 10m para começar os passos para o "duelo".
3º Se o cara propôs um duelo, eu recomendei esse, pois como sou um atirador e tal isso deve ser um conhecimento geral o que é um duelo, etc. As regras seriam no calor do momento,
porém falaria sério.
4º Meu personagem nunca foi honesto, pois como conta na história era um "ladrão", membro de organização criminosa, e como diz na personalidade não gosta de fazer o que ele não que, quando não esta disposto a seguir algo ele não segue, ou seja, que um duelo? blz! Só não garanto que vai ser do jeito do cara. KKK
5º Como você falou que é estilo velho oeste, dei essa ideia mais ou menos no contesto, embora seria uma ideia leviana de Simo no calor do momento.
Legenda:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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Última edição por Satsumi em Ter 27 Jun 2017, 22:19, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyTer 27 Jun 2017, 17:30

“Então quer brincar de rei? Tsc! Quero ver quantos xeques ele vai conseguir suportar antes de tombar e levar mate. Gigigigi!” Enquanto o Tigre menosprezava mentalmente o ruivo e suas palavras, iniciou um combate que acreditava ser capaz de encerrar rapidamente. Mas a realidade se provou diferente das suas previsões e após tomar um soco Scar perdeu momentaneamente o equilíbrio enquanto via o mundo girar. Tombando para trás, o Mink apoiou sua mão direita no chão (para trás também) enquanto ele próprio se encontrava agora abaixado.

Aplicando força em suas pernas e levantando o quadril, ele saltaria para trás tirando ambos pés do chão ao mesmo tempo fazendo assim um movimento acrobático chamado “macaco\macaquinho”, utilizando tal movimentação para se colocar de pé novamente ao mesmo tempo em que se afastaria um pouco do oponente. Piscando fortemente os olhos umas duas ou três vezes para retornar o foco a sua visão, ele analisaria o seu redor, vendo a posição dos outros e procuraria por alguma oportunidade.
Aprenda você tambem a fazer um macaquinho!!:
 

Claro que tudo isso seria feito com apenas uma passada de olho e utilizando de seu rápido raciocínio e pensamento estratégico. Percebendo que tanto o Lince quanto o Ruivo estavam ocupados em lutas particulares, o Tigre voltaria seu foco para sua própria presa. – Bom! Bom! Bom! – Exclamaria três vezes para o adversário enquanto sentia seu sangue ferver dentro de si. Não ter matado o inimigo rapidamente não havia irritado o mink, não, muito pelo contrário, ele se empolgara com a realização de que essa caça daria um pouco mais de trabalho para ser abatida.

Erguendo ambas as mãos para facilitar seus futuros movimentos, de ataque ou de defesa, o Tigre as manteria abertas ao contrário de punhos fechados normalmente utilizados pelos boxeadores. Ao menos era isso que o Tigre imaginava que seu oponente fosse graças a falta de armas que não fossem suas luvas e pelo soco que recebera. Enquanto se aproximasse o Tigre tentaria respirar o tão profundamente quanto lhe fosse possível independentemente da dor que isso pudesse lhe trazer já que estava com dificuldades de fazê-lo no momento.

Sentindo o cheiro fétido do lugar devido a tantos corpos mortos, ao contrário do desgosto e ânsia de vomito que aquilo poderia causar em pessoas normais, ainda mais que tivessem um olfato tão apurado quanto o seu, Scar se sentiria revitalizado e satisfeito. “Que cheiro fascinante!!”

Observando o alcance do inimigo e comparando com o seu próprio, uma vez que chegasse numa distância que achasse ideal, todo a “tranquilidade” de seus movimentos desapareceria, sendo substituídas por um salto para frente, um golpe frontal vindo de cima para baixo (devido tamanho e o leve pulo) com o braço direito onde a mão estaria estendida com as garras para frente, como se fosse a ponta de uma lança, e um repentino rugido que visava desequilibrar e atrasar os movimentos do pirata a sua frente.

- ROOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAAAAAR!!!

Aterrissando no chão, caso o humano tivesse bloqueado\desviado de seu golpe, Scar usaria sua mão esquerda para segurar a parte de baixo de um dos braços do oponente, tentando bloquear um possível soco que ele estivesse tentando desferir, ou simplesmente impedir a movimentação do inimigo. Tendo aprendido a sua lição anterior, o Tigre daria um passo a frente para manter o corpo mais próximo possível do humano e usaria sua mão direita para tentar segurar o outro braço do oponente e desferindo rapidamente uma grande mordida no pescoço dele.

Se não conseguisse segurar algum braço em algum momento, usaria a mão (agora fechada) que tentou dar a agarrada para tentar bloquear o provável ataque que viria contra seu corpo, ao dobrar o braço e move-lo como o ponteiro de um relógio, para fora ou para dentro, dependendo da direção do golpe. Independentemente de ser bem-sucedido em sua defesa ou não, ele aproveitaria o braço esticado do oponente para começar a tentar segura-lo novamente.

Scar não era especializado em lutas desarmado, ao contrário de seu inimigo, e por isso tentaria usar suas vantagens naturais como tamanho, garras e presas para tentar dar cabo do pirata. Sabendo que este aparentava ser especializado em socos, sua tática seria simples, mas ele esperava que eficaz. Inutilizar rapidamente os braços do oponente ao segura-los ou lentamente através dos cortes que sofreria ao escapar das agarradas, e usar suas presas para finalizar o serviço com uma mordida no pescoço.

Se após tentar algumas vezes (no máximo quatro vezes) essa tática, se defendendo com o movimento descrito e ao se manter bem próximo do corpo do bigodudo, Scar percebesse que não estava funcionando e que ele estava saindo mais na desvantagem, ele aproveitaria o momento que estivesse segurando ao menos um dos braços do adversário para puxa-lo levemente e empurra-lo com força, seguindo com um chute frontal para aumentar mais ainda a distância do adversário, enquanto ele próprio se afastaria alguns passos para poder respirar e observar o tamanho das caixas ou qualquer outra coisa que pudesse vir a lhe permitisse usar suas vantagens naquela luta.

No entanto se conseguisse morder com sucesso o pescoço ou rosto do oponente, Scar iniciaria uma serie de mordidas e arrancadas frenéticas de carne, puxando o inimigo para si e enfiando suas garras nas costelas deste uma vez que os corpos estivessem colados o suficiente, estraçalhando por completo o pirata e se banhando no sangue dele.

Após a morte da presa, respiraria profundamente mais uma vez se deliciando naquele momento delicioso por um segundo, olhando para os outros combates. Se esses já estivessem alcançado seu fim, ele se dirigiria para a embarcação, deixando que o Lince entrasse primeiro e tentando ser o segundo a entrar. Porem se as lutas ainda estivessem ocorrendo, ele iria em direção a Royce para ajudá-lo a finalizar logo a luta.

Se em algum momento no navio os canhões fossem disparados, Scar não perderia o foco da luta, apenas pensando “Mais um roubando a minha ideia! (royce atacou o cara do bastão antes dele)”. No entanto se conseguisse findar a luta, ele repararia em todas as pessoas sendo mortas e fugindo desesperadas e riria insanamente, quase como se ele próprio estivesse disparando os canhões. – GIGIGIGIGIGIGIGIGIGIGI! ISSO! ISSO! MATE TODOS ESSES VERMES! GIGIGIGIGIGIGI!

Em seguida seguiria em frente para fazer o que fosse preciso, mantendo atenção redobrada nos marinheiros ao seu redor para não ser pego desprevenido por um tiro (saltaria para trás de alguma caixa se percebesse alguém mirando nele.

“Será que é o peixe azul atirando ou o próprio Franco? Quem quer que seja eu não vou matar. Dessa vez.” Claro que não matar, não significa que ele não assistiria friamente enquanto outra pessoa fizesse aquilo.
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Off::
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 29 Jun 2017, 13:30




Guerra no Porto Abandonado


Destruição total! Ergam-se Piratas!




Uma vez na escuna (sim, vamos começar a tratar essa parada como uma escuna) o tritão poderia perceber que era já uma escuna modificada, caso tivesse conhecimento a respeito de navios e embarcações. Era uma escuna modificada, aparentava muito com um brigue, porém de perto era apenas uma velha escuna. Era um barco diferente do confronto anterior, este era menor e possuía três salas, sendo a terceira mais ao fundo. Possuía dois canhões, um na área frontal e um maleável, podendo ser manipulado e colocado em uma das bordas laterais da navegação.

Já em cima, Ken também poderia perceber alguns caixotes que acumulavam ali em cima e dificultavam a passagem de pessoas ali por cima. Por trás destes caixotes, o tritão poderia ouvir duas pessoas conversando, o assunto em si não poderia ser ouvido, mas, o tritão sabia que havia pessoas ali atrás. Abaixado, o tritão tentou ser o mais furtivo possível, porém ao adentrar no local, a porta fez um pequeno barulho para o tritão, mas um ruído perceptível para a dupla que estava ali.

- Veja o que está acontecendo ali atrás! – ordenou “silenciosamente” o Franco.

Uma vez lá dentro, Ken procurou repor a perda da sua pistola que molhou por inteira e não estava apta para uso. Por sorte, o tritão encontrou algumas armas que estavam presas acima de uma escrivaninha. Lá estava algumas anotações criptografadas, um mapa do East Blue. As ilhas de Shells Town, Conomi, Fernand e Las Camp estavam marcadas com um grande “X” vermelho. Também tinha quatro chaves, três de bronze e uma de prata. O tritão então pegou uma das pistolas, recarregou a mesma e a guardou consigo. Pronto então, o tritão vasculhou em busca de canhões ou algo do tipo, porém ele encontrou apenas duas portas, uma lateral e outra que dava seguimento a sala. Dentro da frontal, um barulho de pancadas podia ser ouvido pelo tritão. Ambas as portas estavam fechadas.

Aproveitando-se da sua vantagem natural, Royce partiu em direção ao inimigo que era bem maior que o gatuno. Com passadas precisas e aceleradas, o mink logo se aproximou do inimigo e, uma vez no ar, mirou sua lâmina para acertar o oponente já esperando que o mesmo bloqueasse o golpe com seu bastão. O homem soltava um leve sorriso ao bloquear o golpe circular do mink, porém, o mesmo também se aproveitava da situação e, deslizando como uma guilhotina prestes a decapitar alguém, Royce fazia sua lâmina deslizar pelo bastão liso e assim cortar três dos cinco dedos da mão esquerda do asiático.

Ao fazer isso, Royce ficou a mercê do contra-ataque inimigo, que apenas lhe deu um golpe com a ponta contrária do bastão, o derrubando a cerca de um metro do inimigo. Novamente, o mink levantava e, não ligando para os arranhões que havia adquirido, partiu para cima do oponente da mesma maneira. Tentando prever a movimentação do felino, o robusto desta vez deixou o bastão o mais vertical possível e assim atingir o bichano em um golpe decrescente. O felino, de maneira furtiva conseguiu deslizar sua lâmina novamente e assim ferir desta vez a mão direita do inimigo, porém novamente não havia conseguido desviar do golpe, sendo atingido e dessa vez caindo próximo ao lanceiro.

Royce, se tentasse, poderia ver que o inimigo era a única barreira entre ele e a escuna onde o Point estava. O sentido era diagonal. Se movimentando mais à esquerda, o homem ficaria entre o felino e o mar. O mar se encontrava a direita do gatuno. Ele não conseguia ver facilmente a luta de Raksha, porém poderia se esforçar um pouco para ver a disputa de Simo, que não estava às suas costas, como o tigre. Se oponente, tentava segurar o bastão com o restante de dedos que lhe era permitido. O sangue escorria pelo bastão e pingava no solo. Gota a gota.

Aceitando, aparentemente, o desafio do loiro, o ruivo se aproximou, mesmo que pouco, do loiro, que estranhou e preparou sua pistola para disparo, mas, logo a abaixou quando o ruivo cessou seus passos. Uma vez proposto o desafio e aceito pelo loiro, ambos os homens de prepararam. O ruivo já tinha em mente o que iria fazer, então rapidamente, também pela velocidade do plano, que se realizaria no primeiro passo, colocou sua trapaça em jogo.

Quatro disparos. Naquele momento o loiro havia sido pagado pelo seu egocentrismo. Por mais que ele soubesse que o ruivo fosse fazer aquilo, sua velocidade de ação não foi rápida o bastante para que conseguisse responder a altura. Quatro disparos do Ruivo e cinco do loiro. O ruivo acertou todos os disparos que podia no tronco do inimigo que dava era “empurrado” para trás a cada incisão de projéteis em seu corpo. O loiro, por sua vez, conseguiu disparar cinco vezes no ruivo, por ter sido acertado primeiro, errou dois dos disparos, mas acertou os últimos três no ruivo, um no abdômen, ouro no ombro esquerdo e por fim um de raspão no pescoço.

- Vai se foder, ruivo do caralho! – bradou o loiro antes de cair.

Uma vez terminado o combate, o ruivo caminhou até onde estava Agatha. O sangue escorria pelos seus trajes e pingava no solo. Ao tentar recuperar o fôlego, ruivo via sua vista escurecendo e tudo ficando embaçado. Todos tinham um limite, o ruivo estava chegando ao dele. O cigarro lentamente escorregava por sua boca e caía ao seu lado. Na tentativa de alertar os outros sobre o ocorrido, ele conseguia proferir as principais palavras, mas o restante se sucumbia em sua boca e afogava-se em seu cansaço.

Após sofrer o soco, Scar não perdeu tempo e, com um movimento acrobático, tentou se mantiver em pé e ao mesmo tempo se afastar. O seu oponente apenas soltava um leve riso. Ver um gigantesco animal daqueles fazendo movimentos de circo realmente era bem cômico, pelo menos para o bigodudo.

- Você tem bons movimentos, grandalhão!

Uma vez em pé novamente, Scar então levantava uma postura suave para boxeadores. O ato de se persistir em lutas com os punhos abertos era entendido pelo velho homem inimigo como um convite para a trocação de socos e ataques físicos. O homem então começou uma estratégia de aproximação. Scar esperou até certo momento e então, com um salto, tentou pegar o oponente de surpresa com um golpe de suas garras que estavam no alto. O experiente lutador então realizou um rolamento e depois, impulsionando com seus braços, realizou um rolamento aéreo, se distanciando de qualquer tentativa do tigre.

O homem então, rapidamente se aproximou de Scar e iniciou uma rápida trocação de socos. O gingado era de um puro boxeado e a área de foco dos golpes era o estômago do tigre. Scar, com uma estratégia em mente, mesmo sofrendo os golpes, conseguiu agarrar um dos braços do oponente e o segurar com suas garras. A força incisiva do mink fazia o humano sangrar. Uma vez preso um dos braços, o outro foi só questão de tempo. Com ambos os braços presos, o tigre então partiu para um golpe de misericórdia. Mostrando suas afiadas presas, Scar atacou o pescoço de seu inimigo. O golpe era preciso. O homem, lutando por sua vida, conseguiu se soltar de Raksha e continuou uma sequência de socos no abdômen do tigre.

Lentamente o homem diminuía a frequência de seus golpes, até perder totalmente a consciência e se entregar ao longo caminho que é a morte. Scar, vendo que seu oponente havia padecido, tratou de larga-lo. Ao soltar, o boxeador ainda levantou-se, preparou um soco e, ao executá-lo, caiu inconsciente. Dessa vez para sempre. Feito isso, o tigre seguiu em direção à escuna, mas, sua vista persistia turva, então ele se ajoelhou para descansar. Enquanto isso, na entrada do porto uma figura importante da ilha tentava se aproximar do local passando pelas inúmeras pessoas que estavam ali, assistindo o show de horrores.

- Onde está o Franco? – questionava.

- Capitão Yasuhiro? Já chegaste de viagem? Bem, o Franco, aqueles minks, é... – tentava se explicar certo marinheiro.

- Eu já sei de tudo. Apenas evacue essas pessoas daqui. Cuidarei do restante. Não deixarei que mais ninguém manche o nome dessa ilha, esteja ele do nosso lado ou do lado inimigo – afirmou seriamente.


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Última edição por Safadown em Qui 29 Jun 2017, 15:09, editado 3 vez(es) (Razão : Falta Raksha/Sca)
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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 29 Jun 2017, 16:39

Finalmente estava no interior do brigue do Serginho Malandro. Em um dos cômodos da escuna havia encontrado alguns mapas, chaves e armas. Finalmente conseguia substituir a minha companheira que estaria fora de combate devido ao banho generoso que a mesma tomou ao entrar comigo no mar. Prestaria atenção a minha volta e em uma das portas poderia escutar o som de batuques ou coisa similar vindo de uma delas e logo pensei...

“Esses devem ser os vacilões que foram capturados pelo pau no cu do Point... Mas que caralho, com o barulho que esses vermes estão fazendo, irão acabar chamando a atenção do pai de santo! Porra viu..”

Voltaria minha atenção para o local de onde eu havia vindo, já que alguém poderia aparecer lá devido ao barulho! Caso notasse alguém e não houvesse tempo de me esconder, dispararia contra o mesmo. Se houvessem tempo, apenas me esconderia, esperaria a pessoa adentrar a sala e a pegaria pelas costas, aplicaria um golpe com o punho de minha pistola até o indivíduo cair ao chão, continuaria a batucar a cabeça, com um dos porretes, até o chão ficar cheio de sangue!

Mas, se não houvesse ninguém, apenas voltaria para a escrivaninha de onde estariam as coisas que encontrei anteriormente e tomaria posse das chaves e já que estaria ali, pegaria mais uma pistola e os mapas. A recarregaria e a guardaria comigo!

Se estivesse com as chaves em mão, iria em direção a porta que não houvesse nenhum barulho, fecharia a mesma para não levantar suspeitas e continuaria a minha busca para encontrar mais canhões naquela maldita escuna!

“Não é possível que só tenham aqueles dois canhõezinhos nessa merda de navio.... tem certeza que deve haver mais alguma merda nessa porra!”

Andaria um pouco mais pela sala para descobrir mais coisas que pudessem ser úteis ou quem sabe o maravilhoso peixe dourado que faria pronta para o uso. questão de botá-lo para disparar. Continuaria a procura do canhão e assim que o encontrasse abrira uma grande sorriso malicioso.

Agora um pouco mais acelerado, mas não estabanado, procuraria as escotilhas que me dessem acesso ao porto. Uma vez que as encontrassem e as mesmas estivessem trancas, usaria uma das chaves para abrir ou meus dentes para morder e arrancar o que estivesse impedindo as mesmas de serem abertas.
Obtendo sucesso, abrira as escotilhas e daria uma olhada rápida para o local...

“Quanta gente, acho vou mandar bala lá, com certeza vai ser legal, o pessoal vai curtir de camarote!”

Olharia para a pulação com a intenção de identificar alguém que fosse importante ou que parecesse importante, provavelmente essa pessoa teria outras a sua volta com um olhar de desespero, esperança ou até mesmo alívio. Se houvesse algo assim para ser identificado, miraria naquele local ou se não seria no meio da população mesmo.

Com o plano em mente, recarregaria o canhão e o apontaria em direção a multidão de civis, no caso de haver mais de um canhão na sala, faria a mesma estratégia de mira só que os apontaria um pouco próximo das residências para aumentar a zona de pânico e limitar o caminho de possíveis marinheiros que poderiam chegar até o local ou estrem por ali.

- Uhauhuhsuhuhsuhsuhauhhsauh... Morram seus filhos de uma puta!

Após colocar as duas crianças em seus devidos lugares, procuraria algo que pudesse ascender o pavio dos dois e assim que estivesse com o objeto em mãos, não perderia meu tempo ou pensaria duas vezes, simplesmente ascenderia os pavios com um grande sorriso, sairia da sala e empunharia a(s) minha(s) (duas) pistola(s).

- Agora sabem que estou dentro dessa porra, o bagulho vai ser duro e doloroso pra quem aparecer!

Saindo da sala, estaria pronto para disparar com quem estivesse a minha frente, caso não houvesse ninguém, apenas correria para a sala que antes havia encontrado os mapas e lá buscaria um local para me esconder e assim que alguém passasse por alí o alvejaria 5 vezes pelas costas, na sequência sairia do meu esconderijo, morderia a coluna dessa pobre vítima pessoa com a intenção de partir o osso em dois e caminharia até a outra porta para abri-la. Provavelmente lá poderiam estar os mink e tritões capturados pelo Point.

Abrira a porta com uma das mãos enquanto com a outra apontaria a arma na direção da cabeça de quem estivesse lá e falaria com um tom de comando!

- Pra trás caralho, vamô filho de uma puta.... levanta essa mão que eu quero ver o teu rosto de merda porra! Bora caralho...

Se fosse os homens e mulheres que estariam aprisionados mandaria os mesmo abaixar as mãos com um gesto de mão e conversaria com os mesmos! Se não fosse apenas começaria a disparar em quem estivesse lá, recuaria e fecharia a porta....

- Ae... foderam com vocês né porra? O bagulho é o seguinte, se quiserem sair vivo dessa porra e não serem escravos desses filhos de uma puta, vocês terão que ir com tudo lá pra cima... tipo um bando de espermatozoides dentro da boceta da mulher .... tão ligados! E pro inimigo ficar com medo é só vocês saírem gritando que fazem parte do esquadrão da morte Ken Rock! Só com isso o cara já ficará com medo de vocês!

Após minhas instruções, tentaria usar uma das chaves em minha posse para libertá-los, se não fossem essas as chaves, procuraria por alguma outra e no caso de também falhar partiria para o plano B. Morderia as correntes e barras para libertá-los e se isso também falhasse iria para o último plano... atiraria na porta das selas e correntes.

Finalmente livres, gritaria para que os mesmos começassem a avançar!

- Agora esquadrão da morte Ken Rock, façam a parte de vocês....

Começaria a correr um pouco atrás deles, assim teria a visão de algum inimigo e assim atiraria contra 4 vezes. Se conseguíssemos chegar no deck e lá a multidão de presos começassem a sua baderna, aproveitaria esse momento para assumir uma posição que me favorecesse a assumir o controle do canhão maleável no centro da embarcação. Na eminencia do mesmo estar carregado, não pensaria duas vezes e atiraria na direção do Point e apontaria a correr, agora com a(s) pistola(s) em mão(s) e dispararia se tivesse o Point ou qualquer um que não fosse aqueles mink e buscaria refugio para pensar em minhas ações futuras....

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• Observações:
- Se conseguir a segunda arma, não esticarei o braço para atirar, farei aquele esquema de atirar na linha da cintura, estilo faroeste!
- Se conseguir essa segunda pistola, irei adicioná-la no histórico no próximo post.
- Assim como as chaves e mapas.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 29 Jun 2017, 18:17

Scar havia mostrado sua resiliência e ferocidade naquela luta, eliminando seu oponente. Mas não sem um preço a pagar. Ter os ferimentos de balas em seu torso serem atingidos várias vezes pelo pirata haviam deixado o Mink praticamente exaurido, e apesar de ter tentado se dirigir à escuna, uma onda de cansaço o fez se ajoelhar no chão, colocando uma das mãos sobre aqueles ferimentos. Respirando fundo, de uma maneira específica e controlada como quando se medita, o Tigre fechou os olhos por alguns instantes antes de abri-los novamente e observar a situação.

Vendo que apenas Royce ainda estava na luta, ele resolveu dar uma força – Só falta você Lince? Precisa de alguma ajudinha aí? Gigi – coghf – coghf… - Diria de forma a colocar uma pressão mental no inimigo do gatuno, pretendendo encerrar com sua risada maliciosa característica, mas começando a tossir levemente de forma desconfortável ao invés. Aparentemente até gritar não era algo que poderia fazer facilmente naquele momento.

O felino não se incomodava com a dor. Não, na verdade até gostava dela, e ele gostar de algo era algo raro. O que o incomodava era a fraqueza que estava vindo junto dela. O cansaço. Respirou fundo ritmicamente mais algumas vezes antes de tentar se erguer. Caminharia na direção da luta de Royce se esta ainda estivesse acontecendo, mas não pretendia participar dela, apenas pressionar o pirata com o bastão e faze-lo quem sabe cometer um erro. Durante esse caminhar estaria reunindo as energias que ainda lhe restavam, focando a sua vontade. No entanto se o Lince conseguisse fazer com que o humano ficasse de costas para si (Scar), o Tigre não pensaria duas vezes antes de se aproximar rapidamente, com uma corrida e salto se necessários e possível, e atacar com seu braço direito como se esse fosse uma lança, enfiando suas garras nas costas do homem e tentando matar sua nova presa.

Em sua mente ele se via agarrando a coluna do pirata, e arrancando de forma selvagem e brutal (scorpion fatality!). Quem sabe um dia não seria capaz de fazer isso...

Porem se notasse que o gordo tentaria ataca-lo ao perceber sua movimentação, ou que havia trocado o alvo de sua atenção, o Tigre mudaria a direção da sua aproximação com um grande salto para o lado, finalizando esse com um rolamento. Não faria nenhuma acrobacia mais elaborada, seus ferimentos não o permitiriam.

Se o homem estivesse olhando o Tigre, Scar olharia para um ponto atrás do pirata e se visse que Royce estava correndo em direção à embarcação, diria de forma feroz – Agora!! - Poderia funcionar e fazer o homem tentar se defender de um ataque inexistente vindo ás suas costas, ou não, mas valeria a tentativa.

Independente do homem olhar ou não, o mink saltaria sobre ele atacando com garras e presas, usando uma mão para tentar segurar o bastão dele e outra para desferir um golpe na diagonal de cima para baixo mirando estraçalhar o pescoço do adversário ao mesmo tempo que o puxasse para si. Se falhasse em faze-lo, continuaria a movimentar essa mesma mão levando-a até o bastão para segura-lo assim como a outra, iniciando o uso de suas presas afiadas para tentar morder o inimigo que nem fizera com o comparsa deste mais cedo.

Estava ferido, cansado e não era proficiente em combate desarmado, suas táticas não teriam grandes mudanças daquela forma. Mas se nem mesmo suas dentadas conseguissem retirar a vida do gordo, ele tentaria dar cotoveladas no rosto do homem de forma a não deixar de segurar a arma e fazer o oponente solta-la ao mesmo momento. Uma vez que o homem não conseguisse aguentar os golpes e soltasse a arma, Scar a tomaria para si, utilizando-a como se fosse uma lança ele primeiro atacaria com uma estocada rápida o rosto do adversário, e recuaria, ajeitando o bastão de forma a realizar uma defesa caso o inimigo tentasse avançar contra si. Para tal ele ergueria o bastão acima de sua cabeça, com uma das pontas para a frente e inclinação para baixo. Se o inimigo atacasse, o Tigre realizaria outra estocada, dessa vez mirando os membros que estivessem realizando o ataque ou o peito do oponente, de forma a fazê-lo cambalear para trás e falhar em sua tentativa.

Mas se desde o início Scar não precisasse participar da luta, apenas pegaria o bastão do corpo do morto, pretendendo usá-lo até que encontrasse uma lança. Em seguida seguiria para a escuna.

Se em algum momento no navio os canhões fossem disparados, Scar não perderia o foco da luta, apenas pensando “Mais um roubando a minha ideia! (royce atacou o cara do bastão antes dele)”. No entanto se conseguisse findar a luta, ele repararia em todas as pessoas sendo mortas e fugindo desesperadas e riria insanamente, quase como se ele próprio estivesse disparando os canhões. – GIGIGIGIGIGIGIGIGIGIGI! ISSO! ISSO! MATE TODOS ESSES VERMES! GIGIGIGIGIGIGI!

Prestando atenção a sua volta para não ser surpreendido, o Mink ao ouvir o comentário do Lince ignoraria, e deixaria que ele fosse atrás do "rei e sua rainha". Indo em direção a embarcação, ele olharia para a rampa que levava a escuna e suspiraria na ironia da vida. Sua vontade era de recolher a rampa após passar por ela, ou então joga-la no mar, forçando o ruivo a ficar em terra ou sacrificar sua rainha. - Xeque Ruivo – Diria baixinho. Seria algo tão lindo e satisfatório. Só de pensar nisso o Tigre já ficava empolgado. Mas infelizmente ele sabia que essa seria a coisa mais tola a se fazer, e por isso teve de se forçar a deixar a ideia para lá.

Por que? Simples. Ele estava ferido, perdendo litros de sangue, exausto. O que aconteceria se eles fugissem daquele lugar e não houvesse algum medico naquela embarcação? Morreria só porque quis ter um momento de prazer? Não. Outras oportunidades viriam se ele ainda continuasse a achar o humano arrogante de tapa olho que se achava rei um alvo que pudesse diverti-lo.
Enquanto suas ações poderiam fazer com que ele parecesse uma besta sanguinária que agia sem pensar e só pensava em matar, isso não era a verdade. Bom, não toda ela pelo menos. A realidade é que Scar via beleza e tinha prazer em poucas coisas nessa vida. Causar dor, estar no meio de chacinas, sentir a vida da caça se esvair enquanto luta para evitar o fim inevitável eram uma delas. Jogos de “gato e rato” onde ele perturbava alguém até que essa pessoa perdesse o controle e cometesse o erro de ataca-lo era outro. Se sentir superior também era legal. Provavelmente existiriam outras coisas também, ele apenas não tinha descoberto quais ainda.

Assim, essa ideia ficaria apenas em sua mente, e nenhum de novos “companheiros” saberiam disso. Infelizmente. "Não é que eu sou bonzinho as vezes também... o Raksha ta me afetando muito... tsk" Voltando a observar a entrada da escuna e de quem mais estivesse na embarcação e no seu campo de visão, assim como o ambiente e a situação, o Tigre se decidiria no que fazer. Durante esse tempo seguraria o bastão na sua frente, pronto para aplicar um golpe na diagonal de baixo para cima para se defender se isso fosse necessário, ou saltar para o lado se o ataque fosse a distancia. Se ninguém aparecesse, entraria no barco enquanto respirava com dificuldade e cansaço. A caçada ainda não tinha acabado.
Histórico:
 

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Última edição por Ragnar, O Primeiro em Qui 29 Jun 2017, 23:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 18 EmptyQui 29 Jun 2017, 20:47




Royce

Nobres Vigaristas!!!!



Havia quase dado certo, não fossem alguns erros de calculo, tais quais o gordo conseguir ainda segurar o bastão... Royce, no chão, tentaria não perder tempo e esforçar-se-ia para rolar duas vezes para longe do gordo antes de buscar se levantar. Faria isso com o intuito de não receber um golpe do bastão enquanto se levantava.

‘Mate,

Mate...
Corte esse humano cruel, ele faria o mesmo com todos os minks.... O sangue, o cheiro, você lembra deles não lembra? ‘
- mais uma vez Royce ouvia sua raiva falando, ou talvez aquela fosse realmente Shizuka gritando ódio em seus ouvidos.

- Calada!!! - bradou o jovem em voz alta assim que conseguisse se vez em pé. O jovem conseguia ver bem como aquilo acabaria em sua mente, conseguia se ver avançando sobre o inimigo, confiante para o golpe final, confiante em que veria as tripas daquele monte de banha saltando para fora daquela barriga, mas também conseguia ver o preço a ser pago, ou talvez esse fosse apenas seu lado covarde e de autopreservação falando.

Acima de tudo, Royce era egoísta e preservava sua liberdade. E não estaria disposto naquele momento em se arriscar por uma oportunidade incerta. Sabia que no contexto atual o inimigo já não era grande ameaça, lento e com as mãos feridas.

- Então... Eu tenho mais o que fazer-gara. - Talvez, se nesse momento viesse a ouvir o tigre os planos de Royce viriam a mudar e assim sendo ele sorria para o inimigo e começaria o seu recuo para a direita e para mais próximo ao mar. Era uma estratégia que já havia usado desde seu encontro com o tigre, sempre se colocando em posições opostas enquanto ele próprio fintava ataques para o tigre finalizar. No entanto talvez, agora precisasse de ser diferente, o tigre havia sido baleado e enfrentado uma nova luta, e embora egoísta, Royce havia visto esses sacrifícios.

Sendo assim o plano do gatuno consistia em tentar puxar o inimigo, forçando-o a virar de costas, mas ainda com algum receio. Havia visto como o bastão era flexível em batalha, e sabia que por mais que atacasse de um lado ele ainda poderia usar a outra ponta para repelir o tigre.

Assim, quando o tigre estivesse posicionado Royce fintaria um avanço, correndo para o gordo, forçando este a dar as costas para o tigre. Havia lutado anteriormente com o mesmo e sendo assim esperava que se o gordo desse as costas para ele o mesmo atacasse e era com isso que o gatuno contava.

Olharia o avanço do tigre, e ajustaria a sua velocidade pelo mesmo, tentando chegar apenas um pouco antes que o mesmo. Seria um golpe bruto, um golpe sem refinamento ou técnica, um golpe que forçasse seu oponente a boquear ou a morrer. Tentaria forçar o mesmo, aproveitando-se do fato que a destreza do mesmo deveria ao menos ter diminuído e que o sangue que corria por suas mãos reduziria a firmeza de sua arma.

Assim o golpe ‘tosco’ e bruto de Royce seria com o único intuito de forçar o asiático a firmar a atenção em si dando as costas para o tigre.

No entanto, bem sabia o jovem... Um animal encurralado não espera o bote, um animal encurralado ataque por sua vida. Assim esperaria de seu oponente, se houvesse é claro aço para ser forjado naquele corpo gordo. Um homem com aço em seu interior não se entregaria.

Caso então fosse atacado durante seu avanço o jovem se prepararia para duas situações. Um golpe circular e um vertical, visto que outros manuseios até mesmo estocadas poderiam ser difíceis perante os danos que o oponente havia sofrido.

No caso de um golpe vertical o jovem se esquivaria para o lado do mar, dando um giro em volta de seu próprio eixo junto a um passo para o lado movendo seu corpo para longe do trajeto do golpe. Segundo após a esquiva com um golpe como o primeiro que havia tentado, visando o joelho do alvo. Contanto que dessa vez os danos nas mãos impediram-no de bloquear com igual habilidade.

No caso de receber um golpe circular, horizontal, ou similar. Algo que fosse ‘varrer’ a área em frente o gatuno dobraria se posicionaria de modo que o golpe lhe atingisse o braço que não portava a espada, trocando a mesma de mão de necessário e flexionaria este junto ao corpo. Não era realmente um bloqueio, mas sim uma aceitação do golpe, preparando seu corpo para o impacto enquanto com o outro braço prosseguia o ataque. Esperando o momento que fosse atingido para jogar seu corpo contra a arma do mesmo, acreditando que os danos na mão de seu oponente lhe reduziriam a firmeza e por consequência o poder do golpe. Royce esperava que fazendo força contrária, mesmo que sofresse danos, fosse ele capaz de desarmar o oponente e seguir avançando com sua espada pronta para ser cravada no centro do abdome do mesmo.

Ainda no entanto, o homem poderia chuta-lo ou tentar soca-lo, visto que parecia saber lutar sem o auxilio de sua arma, tal qual o tigre. Nesse caso o gatuno visualizaria o ataque e buscaria ele mesmo atacar com sua espada o membro usado pelo homem para lhe atacar.


No entanto, nada disso podia vir a acontecer. Royce podia nem sequer ouvir algo em relação ao tigre e nesse caso o jovem faria exatamente as mesmas coisas, afinal ele não era um gatuno de muitos planos, apenas não contaria com um possível auxilio em sua luta.

Se por fim, tivesse dado cabo do gordo e ainda fosse capaz de prosseguir o jovem assim o faria, mas agora que sede de sangue humano havia começado a ser saciada ele voltar-se-ia para o porto, procurando enxergar seus aliados. Não se sentiria bem se partisse e abandonasse aqueles que o haviam ajudado até aquele momento. E assim os procuraria antes de decidir o que fazer.

Se por ventura, nesse momento visse Simo e Aghata caídos e o tigre estivesse perto ele bradaria.

- Vamos pega-los, estão feridos... - se por algum motivo desconhecido o tigre se recusasse. Ele prosseguiria. - Você tá parecendo uma peneira, vai querer mesmo continuar sem médico? - e sem esperar pelo mesmo seguiria até a dupla, agarrando o ruivo por ambos os braços e torcendo para que a marinha não avançasse ou que o point voltasse a disparar. Assim começaria, com dificuldade, a arrastar o ruivo para próximo à embarcação.


”objetivos”:
 

Histórico:
 



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