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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #1 When the hunter becomes the hunted

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Axell
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MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

Relembrando a primeira mensagem :

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptySab 10 Jun 2017, 15:40

Por um momento sua mente pareceu parar de funcionar. A descrença e negação vieram em seguida para cobrir todo o espaço. Percorreram cada centímetro de seu corpo e preencheram todo o seu ser. Logo após veio um tipo de fúria que o Tigre temia, não aquela fria onde ele ainda era capaz de raciocinar e agir calmamente apesar de tudo, mas aquela que fazia sua visão ficar turva, sua cabeça doer como se alguém estivesse serrando ela de dentro para fora, tentando abrir ela ao meio.

Esse tipo de fúria era perigoso pois o fazia perder o controle, e perder o controle significava ser transportado para um quarto com apenas uma pequena janela por onde ele poderia ver os acontecimentos do mundo externo, enquanto seu corpo era controlado por outra entidade, outra mente, outra personalidade. E nesse momento ele podia sentir essa outra personalidade se agitar, se empolgar, rugir de excitação.

“Deixe-me sair irmãozinho! Você não está pronto para lidar com esse tipo de situação!”

“Não, eu ainda posso...”

“Deixe-me sair! Venha descansar, aqui você pode fechar os olhos e meditar por um longo tempo, refletir o quanto você quiser! Ninguém vai te atrapalhar!”

“Eu não preciso! Vim para salva-los e...”

“Não há mais ninguém para salvar pequenino, o único trabalho a fazer é matar, e apesar de eu admitir que você faz isso tão bem quanto eu, você não sente o mesmo prazer em faze-lo, não se sente inebriado ao ver o sangue deles molhar nosso pelo enquanto as luzes se esvaem de seus olhos esbugalhados. Eu sinto! Porque não me deixar sair para aproveitar esse momento lindo? Deixe-me sair!!”

“NÃO!”

“DEIXE-ME SAIIIIRRRR!!!”

“NÃÃÃÃÃÃÃOOOO!!!”

A última palavra mental proferida por Raksha foi tão alta e com uma força tão grande que seus lábios se abriram e imitaram sua mente - NÃÃÃÃÃÃÃOOOO!!! – Um urro grave, alto, misturado com um tipo de rugido, cheio de desespero foi proferido. Quem ali estivesse provavelmente acreditaria que aquilo era feito por causa da chacina que presenciavam, e bom, isso tinha seu fundo de verdade já que era o que tinha gerado todo aquele conflito interno.

Sentindo seu autocontrole se esvair a cada segundo que passava, ele respirava profundamente enquanto recitava mentalmente “Esse nó em seu estômago, deixe tomar conta de si. Essa dor em seu peito, deixe tomar conta de si. Esse desespero em sua garganta, deixe tomar conta de si. Essa fúria espalhada por seu corpo, deixe tomar conta de si. Agora respire fundo (expirou e inspirou em um certo padrão) e guie todos esses sentimentos espalhados pelo seu corpo para o fundo da sua mente. Deixe tudo isso inundar seu corpo e depois ir para o fundo da sua mente, onde não mais poderá de afetar. Sinta, e deixe passar."

Apesar de não estar mais perdendo o controle, mesmo após repetir (e seguir os passos) isso para si por mais de três vezes, não teve sucesso em retomar a um estado completamente calmo, e por isso sentiu necessidade de dizer em voz alta – Esse nó em seu... – Mas no momento que começou a falar, ele reparou no estado que seu Royce estava. Tremendo, vomitando, com dificuldade para respirar e fúria no olhar.

- Royce! - Disse baixinho enquanto respirava fundo. – Royce! Aqui! Ouça a minha voz! – Repetiu para chamar a atenção do garoto. – Siga minhas instruções, inspire fundo, isso assim, agora expire com velocidade. Agora expire fundo de novo, mas expire de forma calma. Agora inspire fundo e expire rápido. Agora inspire fundo e expire devagar. Isso, repita, de novo. Enquanto você faz isso quero que siga o que vou te falar. – Enquanto o Tigre falava ele próprio fazia os movimentos. Sua mão ainda segurava a lança que estava presa no polvo. Quem estivesse olhando de fora pensaria que durante todo esse tempo o Mink estava petrificado.

Quando voltou a falar ao Lince sua voz estava estranhamente calma, uma calma que ele estava buscando alcançar, mas ainda não possuía. Ainda assim por algum motivo, ensinar aqueles passos para alguém ajudava e sua voz não mais continha a mesma tensão de antes. - Esse nó em seu estômago, deixe tomar conta de si. Essa dor em seu peito, deixe tomar conta de si. Esse desespero em sua garganta, deixe tomar conta de si. Essa fúria espalhada por seu corpo, deixe tomar conta de si. Agora respire fundo (expirou e inspirou em um certo padrão) e guie todos esses sentimentos espalhados pelo seu corpo para o fundo da sua mente. Deixe tudo isso inundar seu corpo e depois ir para o fundo da sua mente, onde não mais poderá de afetar. Sinta, e deixe passar. Isso, agora repita. De novo. Leve para o fundo da sua mente.

Nesse momento ele seria interrompido pela voz do maldito. Em sua vida não lembrava de ter odiado alguém uma vez, nem mesmo quando um homem que havia decepado a cabeça de uma mulher dentro de um bar no meio de uma briga de tripulações, toda a morte no local somadas a esse ato haviam feito o Mink perder o controle e Scar assumir seu lugar. Ódio era uma característica dele (Scar). E perceber que aquele homem (Point) estava lhe fazendo sentir aquilo, assustou Raksha.

Não sabia se tinha surtido efeito em Royce aquela técnica, não era algo tão fácil de se fazer logo de cara, afastar as emoções. Mas nesse momento só podia esperar ter ajudado. - Depois que tudo acabar, você vai voltar a sentir isso em dobro já que é a sua primeira vez afastando as nuvens que podem cegar seus olhos, mas depois vai ser o momento correto, agora precisa pensar claramente. Vamos lá, vamos matar todos eles. Venha atrás de mim. – Disse para o Lince antes de desprender sua lança do corpo do polvo usando um pé para manter o morto parado e um puxão para arrancar a arma. Em seguida sairia andando.

Após olhar a situação, localização dos oponentes, do ruivo, das caixas e do capitão inimigo, o Tigre se aproximaria com a cabeça para baixo, ombros caídos e lança apontando para o chão em sinal de rendição ou submissão. Porem tirando proveito de sua grande estatura pela primeira vez naquela manhã que aparecia, seus passos apesar de lentos seriam largos, percorrendo uma boa distância, e se aproximando de forma rápida dos adversários apesar de passar a sensação de estar andando devagar. Na verdade seus passos largos tinham outro objetivo escondido, que veriam a luz em breve.

Uma vez que chegasse a aproximadamente quatro metros de distância, desde que apenas um ou dois atiradores inimigos tivessem apontado para si, o Tigre realizaria um ataque surpresa. Seu ataque seria baseado no fato de acreditar que os oponentes estariam confiantes, subestimando a si e ao Lince, e o mais importante, não estarem acostumados a lutar com Minks do mesmo tamanho que ele.

Com três metros de altura, suas pernas possuíam mais de um metro e setenta. Seus braços praticamente um metro e quarenta. Sua lança um metro e oitenta.  A realidade é que com um pequeno salto para frente ele poderia atacar a uma distância de cinco metros dependendo de sua posição. Mas quatro metros seria uma distância mais segura. Mais certeira. Assim pela segunda vez o Tigre se aproveitaria de seu tamanho avantajado.

De forma veloz e fluída, enquanto dava um passo aparentemente normal, ele esticaria sua perna direita (de trás) o máximo possível, enquanto sua perna esquerda (na frente e dando a passada) se flexionaria, dobrando. Seu torço se inclinaria ao máximo para frente e levemente para o lado esquerdo, e ambos braços se esticariam para frente dando uma estocada com a lança em direção ao atirador mais próximo que estivesse apontando para si. A mão direita que estaria segurando a base da lança a empurraria até que suas mãos se encontrassem, tirando assim completo proveito do alcance de sua arma.

Sem nem mesmo olhar o resultado do seu ataque, o Mink usaria a inclinação do corpo e a força do seu movimento de ataque para “cair” para trás, com as costas no chão e fazendo um rolamento de costas, de modo a sair da mira do segundo atirador e de um possível tiro desse.

Tendo rolado na direção da sua esquerda, o Mink já levantaria saltando a frente, ou em direção ao segundo atirador (se este continuasse muito próximo), ou em direção a um terceiro atirador que se encontrasse numa posição atrás do primeiro (que sofreu o ataque). Sua lança se moveria na diagonal de baixo para cima, realizando um movimento de corte, e apesar de que seria bom se pudesse matar o novo adversário, na verdade era em primeiro lugar um movimento de bloqueio, visando atingir a arma do oponente, faze-lo se esquivar, atrapalhar o ataque deste. O segundo objetivo era dar tempo para o tigre se aproximar ainda mais, e o terceiro o de posicionar a lança em uma posição difícil de ser bloqueada.

Sempre se movendo, Raksha daria mais uma estancada, mas dessa vez vindo na diagonal de cima para baixo, em um ângulo difícil de escapar, ainda mais considerando a altura do Mink. Tentando assim atravessar o oponente, o Tigre se moveria de forma a direcionar o corpo deste para ficar entre si e o quarto atirador, se abaixando para que pudesse se proteger melhor dos possíveis tiros deste e usando o corpo preso em sua lança como escudo humano.

Nesse momento ele analisaria o andar da luta. Esperava que Royce e o Ruivo tivessem atacado também e dado conta dos outros atiradores, mas não podia ter certeza. Caso visse que a situação era grave, recuaria para trás de um caixote para se proteger. Mas se visse que os atiradores estavam mortos, ou em desvantagem, ele inclinaria a lança levemente para cima de forma a manter o corpo preso nessa e correria em direção ao inimigo sobrevivente, de forma a tentar empala-lo junto de seu amigo defunto.

Na situação de seu segundo ataque não conseguir matar o inimigo, ele recuaria para trás de uma das caixas para se proteger enquanto faria um movimento de corte na vertical, de baixo para cima, que serviria tanto como ataque como tentativa de bloqueio.

Uma vez que estivesse em “segurança” analisaria a batalha para decidir se valia mais apena ir em direção ao Point e tentar eliminar a cabeça da cobra, ou se precisaria continuar a luta com os capangas.
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyDom 11 Jun 2017, 18:57

Treta News

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! Simo, daria um urro de dor, ao momento no qual este recebia um disparo direto em sua coxa. ~ Seu desgraçado filho d... Não concluiria a frase, pois sabia que embora sofrendo perder a calma somente pioraria ainda mais a sua situação. Pensar, pensar, pensar como sair daquela enrascada? Refletiria Simo.

Chegaria a conclusão de encontrar uma brecha para agir e assim agir em conjunto com seus companheiros. ~ Ei você, aquelas pessoas consegue ver? Irão acabar com sua raça seu maldito! Apontaria para os demais juntamente, porém aquilo não seria uma frase vaga em vão, mas sim uma estratégia possivelmente elaborada naqueles curtos segundos. Uma reação comum das pessoas olharem para locais no qual lhe são indicadas. Utilizaria aquela possível fração de segundos obtida na qual o inimigo observasse a nova direção, para assim sacar sua arma rapidamente e realizar um disparo a queima roupa visando atravessar sua cabeça. Boa estratégia seria aquela, porém quem seria mais rápido Simo, ou seu inimigo? Com sua mão ainda parcialmente ferida, sacaria sua arma com ambas as mãos e deixaria maior parte do peso da mesma concentrada na mão “boa”.

Na possibilidade na qual este chegasse a conclusão que sua estratégia seria falha, somente cessaria o saque de sua arma tentando disfarçar para que não notasse que se tratava de qualquer tipo de reação e assim não viesse a verificar o que ocorreria, sendo assim somente ficaria imóvel aguardando qualquer brecha para realizar uma rasteira no inimigo e tentar um novo disparo conjunto, seguindo a mesma ideia da estratégia passada. (Utilizarei a perna boa para a rasteira.)

Seguindo a ideia, de que o inimigo possivelmente possa realizar um novo disparo contra Simo e este venha a notar algum indício deste tipo de ação (Estratégia válida para qualquer um que não seja aliado do mesmo, seguindo a ideia de aproximação inimiga também nessa estratégia), tentará esquivar-se para direções contrárias do centro do raio de disparo da arma (Direita ou esquerda), para que assim caso atingido não será de forma letal e com “sorte” desviando ou atingindo-o de raspão. Tal ação será realizada com um rolamento para as horizontais.

Caso obtenha sucesso, Simo tentará utilizar os caixotes como cobertura enquanto se arrastará para um que deduzir não está na linha de fogo inimiga, após ficaria de prontidão. (Arrastar para possivelmente não ser alvejado.) ~ Ei vocês vão ficar parados, vamos acabar com esses desgraçados! Diria enquanto ao mesmo se encolheria, juntamente recarregaria sua arma e com uma de suas mãos apertaria a região da ferida, caso estivesse sangrando e assim aguardaria pelo apoio de seus aliados para novas tomadas de decisões.

Sendo "resgatado" este seguiria espreitando fora da linha de fogo (Apoiado em alguém o mais provável, pois estou com a perna fodida agora, HAHAHA), para seguir para a "linha de trás" do grupo, pois acreditaria que estaria exercendo uma função incorreta naquela batalha, seguindo a linha de pensamento avaliada em seu tipo de combate.

Olharia para qualquer um que estivesse ao seu lado e diria, enquanto acenderia possivelmente seu cigarro. ~ Seu vou morrer, pelo menos quero morrer fazendo uma das coisas que gosto. Após daria um grande trago no mesmo.


Observação:
¹ "Ignorei" o Point por hora (Falo em questão de reagir a ele, mas ainda assim estou atento a todos nos arredores), pois como antes citei não estou cara a cara com ele.
² Acertei o contador de melhorá da minha mão.
³ Próximo post contabilizo o gasto de cigarro, vicio etc... De acordo com o que ocorrer.
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQua 14 Jun 2017, 23:30




Desventuras em Las Camp


Que rufem os tambores! Inicia-se o pandemônio!




A situação não estava nada boa para o tritão. Seus inimigos o impediam de chegar até o seu objetivo marítimo. Demonstrando sua personalidade forte, Ken não recuou dos homens, sempre com sua boca suja e atitudes escrotas, o homem peixe enfrentou seus inimigos de cara a cara. Sua aceleração impressionava os homens, eles não esperavam que um tritão tivesse tal velocidade, pelo menos era surpresa para os caçadores.

- Latino, esse bicho é mais rápido que os outros, o que fazemos? – questionou um dos homens, que segurava o facão.

- Vamos comer essa porra de bacalhau, caralho! – bradava o Latino, partindo em direção ao tritão.

O tritão era rápido. Mais rápido que quase todos, e utilizando dessa vantagem, o espetado azul sacou sua pistola e disparou três vezes, seguidamente, contra o atirador inimigo. O grupo não aparentava ter muita coordenação em equipe, ao invés de se separarem, ambos partiam para cima do tritão de uma só vez. Os disparos eram uma boa saída, porém o tritão acertou apenas um no braço do atirado, que o atrasou por algum tempo. Em movimentos frenéticos, o tritão buscou então carregar sua arma, mas a mesma não necessitava disso e, com diversos planos de ação em mente, seu raciocínio não saiu bem como esperado.

Enquanto tentou carregar a arma enquanto fazia movimentos complicados para serem divididos pela atenção e ainda prestando atenção nos oponentes, o tritão então tropeçou em seus próprios movimentos e assim deu brecha para um ataque inimigo. O primeiro que chegou até o homem peixe foi o batedor de taco, que atingiu uma tacada, óbvio, que acertou a perna do tritão. Sem pensar duas vezes, sentindo as dores do golpe, o tritão então sacou seu porrete e atingiu a perna do inimigo, por estar caído, o que o fez cair também. Com uma mordida, o tritão então estraçalhou o braço do inimigo que empunhava um taco, seus ossos quebravam como meros gravetos de madeira velhos. Um urro, um gélido urro era ouvido do homem, que instantaneamente soltava o taco próximo ao local onde estava.

Tentando salvar seu parceiro, o outro homem usou seu facão para afastar o tritão que, em um último recurso jogou seu peso de mesa, o mesmo que havia o atrapalhado na direção do homem, da sua nuca, com sucesso, porém um arder surgia em crescente no braço do tritão. A lâmina havia entrado no braço do tritão de maneira que a dor só tendia a crescer.

- Que merda é essa? – bradava Ladino, se aproximando ainda do tritão.

Ken não conseguia se manter em pé com facilidade. Seu braço estava com um corte quase exposto que podia piorar dali em diante. O homem que usava o taco urrava se rastejando para longe do tritão com seu braço destroçado e sem o taco, sua arma. O homem de facão havia caído e estava zonzo, próximo ao tritão, sem óculos, devido a pancada e ainda armado com o tritão. O grande homem ainda chegava próximo ao local da briga, sua velocidade não era tão rápida. O atirador ainda se recuperava do disparo, mas não estava muito prejudicado.

Em contrapartida, no centro do porto, a situação não aparentava nada confortável para o restante do grupo. Royce aparentava estar mergulhado em um mundo alternativo (drogas), devaneios temerosos que só foram cessados com a ajuda do tigre que se aproximava do local. Suas passadas evidenciavam sua presença para os atiradores que cercavam Simo, que ordenadamente, iniciavam uma onda de disparos provenientes de uma das quatro armas dali, porém não acertou o tigre. Point apenas ria, agora sabia onde o restante estava, ou pensava ele que sabia onde TODOS estavam.

Simo então atraía a atenção novamente pra si. Sem pestanejar, o atirador caolho, ou aparentava isso, afirmava que o grupo, aquele grupo, os fanfarrões que pensavam no conjunto e não saíam por aí pistolando e dando uma de Rambo, esses seres iriam acabar com qualquer resquício de plano e existência do homem que o enfrentava ali. Tal atitude tirava risos do Big Boss, que apenas aceitava tudo que o ruivo falava reagindo com um sorriso irônico, sempre.

- Meu caro amigo ruivo, gosto da sua coragem. É admirável, você não está interessado em entrar para nossa organização? Teria um bom lugar para você no nosso grupo, gostei de você!

Realmente o tom que o mercenário falava podia ser subjugado de diversas maneiras. Ironia talvez, verdade dificilmente, a questão era que dessa vez não seria apenas o ruivo que dava as caras e enfrentava o causador de todos os problemas aqueles inúmeros seres, aquelas diversas criaturas. Agatha, segurando o velho, se aproximava do local. Ela não esperou ação de qualquer um dos aliados, alguns estavam abalados, outros suicidas, ela então tinha a faca e o queijo na mão.

- É, P-Point, eu sou um oficial da marinha e-e... Se você não abaixar essa arma, eu irei prendê-lo por justa causa! – afirmava o velho, que era segurado por Agatha e afirmava de olhos fechados tudo – Eu sou...

Ao abrir os olhos e enfrentar o inimigo, o marinheiro então percebeu que ali na frente não estava um desconhecido. Seu olhar mudava drasticamente. De medo passava a total esperança. Sua boca tremulava, as palavras queriam sair, sair de maneira totalmente descontrolada, a figura imponente do oficial seria totalmente destroçada com o implorar de salvamento.

- Pelas graças do senhor! Franco é você? Franco, me salva, manda esses piratas abaixarem as armas e me deixarem ir. Isso é tudo um mal entendido, não existe Point algum, certo? - gaguejava o velho.

As informações poderiam surpreender todos ali. Agatha, pelo menos esteva surpresa. Por mais que tenha ouvido falar do tal Franco, ela nunca havia visto o mesmo. Seu olhar ficava totalmente atordoado. A felina não sabia mais nada o que fazia ali. Era um total pandemônio. Franco então sacava uma arma lentamente e a limpava com um lenço vermelho. Era uma bela arma. Não era vista em qualquer loja.

- Não precisa desse alvoroço todo, o senhor cumpriu bem seu papel e será salvo desses piratas... Mas, antes, tenho que eliminar alguém que não faz mais parte dos meus planos... – apontou a arma para o ruivo.

Um disparo. Um disparo que, embora estivesse distante, ressoava como um cantar de mil demônios. Era frio, as vozes das mais variadas almas que foram mortas, de todos os minks, tritões e humanos que foram vítimas daqueles disparos, tudo ecoava ao ouvido de todos que ali estava. Um único disparo lhe tirou a vida. Um disparo na cabeça, diretamente na testa, a tremenda força da arma fez o projétil atravessar a nuca do alvo. Uma morte certeira. Mais uma vítima. O velho caía sem vida em cima de Agatha. A felina estava surpresa, porém algo estava estranho. O sangue escorria pelo seu rosto. De fato o projétil atravessava o crânio do velho e acertava a mink.

A dupla de felinos então entrava em ação. O tigre atraía a atenção dos atiradores que cercavam o ruivo pra si enquanto o gato, abaixado, se espreitava perante a presença imponente do tigre. A guerra ali se iniciava. Os atiradores então levavam suas miras de encontro a dupla que ali surgia. O tigre, a longas passadas rapidamente acertava o primeiro oponente, porém sofria o dano de dois projéteis que iam de encontro com sua pele. Royce, que estava mais sagaz que nunca, aproveitou o rolamento do tigre para surgir perante o segundo atirador e atingir o torso do mesmo com um movimento circular.

O tigre por sua vez, rolava e retornava para enfrentar o próximo atirador. Sua dor era intensa, porém a adrenalina fazia ignorar tudo aquilo. Enquanto pudesse lutar, ele lutaria. Com o inimigo ainda em sua longa lança, o mesmo aproveitou da movimentação de Royce, que atraiu a atenção do restante, e estocou o segundo atirador, que ficava preso em sua lança. Sua lança não era tão forte, sinais de rachadura eram observados pelo tigre, mas naquele momento nada importava. O atirador que estava agora preso a sua lança disparava contra o tigre como último ato antes de padecer. Foram três disparos, dois certeiros no dorso do inimigo que estava em sua lança e um em seu ombro.

- Olhem! Todos vocês! O que veem aqui é a visão do caos que estava acobertado nessa ilha. Esses piratas assassinavam e traficavam Minks e tritões. Aqueles que descobriam os tratavam dessa forma. Vejam todos esses cadáveres nos caixotes. Todos foi obra desse grupo, horrendo. Eu, Franco, responsável pela segurança de vocês, cuidarei de cada um. Aqueles que não puderem ver fujam. Aqueles que têm sede pelo sangue desses inimigos fiquem e assistam como cada um deles morre. Essa é a nova segurança da ilha.

O circo estava armado. Ali estava uma população, a mesma que estaria ansiosa pelo discurso de Franco, estava ali, vendo tudo. Teria visto tudo? Certamente não. Mas a impressão que ficava era que de fato o Point, se assim podemos o chamar também, havia planejado tudo, peça por peça, havia achado uma maneira de se livrar da culpa de seus atos e a jogar contra o bando do felino. Marinheiros, talvez inocentes, estavam atônitos. Haviam sido ordenados anteriormente por homens do Franco a dirigir a população até o porto abandonado, pois lá seria o local do discurso de posse. A população se encontrava em um semicírculo envolta a entrada do porto abandonado. Muitos cobriam os rostos, outros clamavam pela morte de Royce e seus aliados. Era um completo espetáculo de horrores.

- Olhem! Eles mataram minks. Mataram tritões, mataram até o velho oficial, meu braço direito, mataram honrados marinheiros da ilha e guardaram todos nos caixotes desta ilha. Agora, o que desejam? Vida ou Morte a esses horrendos assassi...

Franco tinha seu discurso atrapalhado por um disparo. Um disparo que surpreendia todos. Um disparo que atingia o olho do marinheiro que estava de pé, discursando. Simo, esperando a menor brecha possível, sacou sua arma e, com sua visão aprimorada, ele acertou um tremendo disparo que atingiu a região ocular do Franco. Era um disparo que silenciava toda uma multidão que pregava pela morte dos maus feitores. O disparo não era potente, não chegou a atravessar o rosto do inimigo, porém lhe causava uma enorme dor, que o fazia agonizar de gritos. Simo, então aproveitou toda aquela confusão e partiu em direção aos caixotes. Sua mobilidade era pouca, mas graças à distração de Royce, que se dirigia até o Point, ou Franco, o ruivo conseguiu uma brecha. Estavam todos a cerca de seis a oito metros do brigue do Point.

- AAAAH! MEU OLHO! MEU OLHO! MATEM TODOS! TODOS! – bradava o líder, imerso em tremenda dor.


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQui 15 Jun 2017, 04:00

Enquanto atacava, o Tigre apesar de perceber tudo que acontecia ao seu redor não se permitia distrair de seu objetivo. Mas no entanto, após eliminar dois daqueles piratas imundos, todas aquelas reviravoltas ameaçavam tirar por completo o pouco do controle que ele ainda conseguia ter sobre si mesmo.

O sentimento de frustração era avassalador. Ele havia ido até ali salvar os Minks e tritões, no entanto chegara tarde demais, estavam todos mortos. Mas ele ainda poderia desmascarar aquele homem e impedi-lo de cometer tais atos novamente, certo? ERRADO! Em uma reviravolta surpreendente o Tigre com sonhos de se tornar um libertador acabou se tornando um contrabandista assassino perante os olhos de toda aquela multidão. E tudo isso havia sido orquestrado por um homem, Point! Ou melhor, Franco!

Enquanto o mink se sentia bombardeado por todos aqueles acontecimentos, uma frase que seu Vovô Geen lhe dissera uma vez ecoou em sua mente "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.”

Horrorizado ele percebeu que não conhecia seu inimigo de forma alguma. E as consequências disso haviam lhe causado mais dor do que os ferimentos dos três tiros que havia recebido agora. Agora ele seria conhecido como um traficante de Minks, havia dado seus primeiros passos em direção aos seus sonhos, apenas para levar uma rasteira da qual não via como se erguer.

Com o corpo tremendo e os olhos arregalados olhando ao seu redor, Raksha tentava achar palavras que contassem a verdade, mas com o histórico da ilha e a forma que tudo estava se desenrolando, ele sabia que seria impossível conseguir convencer alguém sem provas. Provas. “A medica!!” Pensou ele. Ela sabia de toda a verdade, o velho havia morrido, mas ela ainda estava viva não estava?

Olhando ao seu redor tentando encontrar a medica, ele percebeu a multidão, os marinheiros, mas nem sinal da mulher. Foi nesse momento que ouviu o Franco gritar para mata-los. Atraído pelo barulho que o homem sinistro fazia, ele o viu segurar seu rosto que sangrava, e naquele momento, o ódio que sentira e havia conseguido afastar, o desespero, a dor, a frustração, a angústia e até mesmo, o medo, vieram à tona como um vulcão em erupção, quebrando completamente o temperamento calmo que o Tigre lutava para manter, o controle que ele exercia sobre si mesmo.

Ele não sabia como isso afetaria o equilíbrio que mantinha com seu irmão, nunca antes na vida havia odiado alguém daquela forma. Nunca antes havia se permitido inundar de todos aqueles sentimentos horrendos. Até o presente ele sabia de seis situações que permitiam que Scar assumisse o controle. Infelizmente estava prestes a descobrir a sétima. No momento em que tudo aquilo explodiu, ele gritou como nunca havia feito antes, um urro vicioso emitido por uma voz poderosa e carregada do mais puro ódio, com tanta sede de sangue que até mesmo um asura ficaria impressionado:

- POOOOOOOOOOOOOOIIIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNNNNTTTT!!!!!!!

Opcional, para cumprir uma das situações descritas na ficha (a numero 6):
 

Porem quando o grito chegou ao seu fim, o Tigre não havia saído correndo em direção ao fruto do seu ódio. Não. Surpreendentemente ele pareceu se acalmar de repente e olhou a sua volta com um olhar estranho. Um olhar que para quem o estivesse observando perceberia ser de... divertimento. Dando um riso sádico e zombeteiro ele olhou para os próprios ferimentos e ao sentir a dor que eles emitiam, estremeceu. Não por conta da dor em si é claro, mas devido a excitação que ela lhe proporcionava.

Livrando sua lança dos corpos que nela estavam ele trouxe a ponta perto de sua boca e lambeu o sangue. - Ah! Esse sabor, essa emoção! Essa situação! – Disse com uma voz similar à de quem estava, bem, prestes a gozar. Enquanto seus olhos se reviravam seu sorriso aumentava ainda mais e os primeiros passos eram dados. – Que bagunça, que bagunça... que empolgação!! Gigigigigigigi!! – Ria e falava enquanto seus passos se transformavam em uma leve corrida.

Se o ultimo atirador inimigo tivesse tirado sua atenção do Lince e apontasse para si devido as suas ações, Scar iria realizar um salto para trás de um dos caixotes, tentando escapar do disparo e em seguida agarraria um dos corpos mortos e o jogaria por cima do caixote em direção ao inimigo, sem a mínima intenção de acertar, apenas de distrair. Pegando um segundo morto, ele usaria esse de escudo de carne e iria correr novamente em direção ao oponente, atropelando ele com o corpo a sua frente e em seguida, largando o corpo, usaria a sua lança para dar uma estocada no pirata. Caso não conseguisse mata-lo, ele soltaria uma das mãos que estivesse na lança, daria um passo largo se aproximando do pirata, puxaria o adversário pelo cabelo e morderia de forma selvagem seu pescoço.

Finalizando isso se dirigiria a embarcação com o homem a quem era muito grato, e do qual não podia esperar para experimentar o sangue.

Caso o pirata ainda estivesse perseguindo Simo ou Royce, Scar iria correr por trás desse e empala-lo pelas costas, dando um salto na diagonal e uma cambalhota para desviar de um possível ataque desse durante a sua corrida, antes de ataca-lo com sua lança (mesmo esquema anterior).

Correndo em direção a embarcação, o Tigre manteria um olho nos marinheiros a sua volta que poderiam estar se aproximando, pronto para “mergulhar” atrás de um caixote e escapar de seus tiros se isso fosse necessário. Mas se não fosse, o Mink sádico se aproximaria rapidamente, usando os caixotes como cobertura para não ser alvejado enquanto isso fosse possível e sempre deixando Royce alguns passos a sua frente “Ta na hora de você levar uns tirinhos pra variar não é mesmo moleque?”

Pensar em ver o mais novo amiguinho de seu irmão sofrendo lhe fez soltar uma gargalhada e ajeitar a lança em suas mãos com empolgação. Seu sangue fervia, e toda aquela morte que lhe cercava parecia estar prestes a inebria-lo. “Que lugar maravilhoso!” Enquanto se aproximava do navio tentava ver se este possuía algum canhão. Apesar de não ser bom de mira, o estrago causado pela arma se ele apontasse ela para frente e atirasse não seria pequeno, imaginava. Vendo aquela população ali aglomerada, quase tropeçou de emoção ao imagina-los em vários pedaços. – Em todo caso aquele peixe azul parece gostar de atirar, aposto que toparia esse trabalhinho...

Prestando atenção nas ações dos tripulantes da embarcação a sua frente (inclusive o Point), Scar se prepararia para saltar para as laterais e possivelmente recuar para trás do caixote mais próximo se visse alguém mirando contra si, e na ocasião de ter de fazê-lo, tentaria retirar os corpos de dentro do caixote e move-lo se o peso deste o permitisse fazer isso. Se não fosse possível, o Tigre esperaria Royce entrar na embarcação e atrair a atenção antes de agarrar um dos corpos e sair correndo (em direção a luta) usando o corpo mais uma vez de escudo de carne.

Na verdade ele sabia que tal atitude não impediria por completo que fosse baleado, mas poderia ajudar a evitar, e ele não tinha muitas opções melhores disponíveis. Apesar de se sentir excitado com a dor de seus ferimentos, sabia que isso prejudicava sua força, eficiência, energia e vitalidade. Não iria permitir se ferir só por se sentir excitado com isso, até porque, ferir os outros trazia uma quantidade de prazer muito maior.

Por algum motivo seu irmãozinho estava calado. – Provavelmente meditando naquele lugar miserável. Disse para si mesmo enquanto alcançava o barco. “Ou talvez esteja fora do ar como daquela vez que a mulher morreu...” Enfim, independente do motivo, sabia que o bom moço não o atrapalharia por um bom tempo.

Caso a rampa estivesse estendida ele tentaria atravessa-la, porem se tivesse sido recolhida, ele tentaria um salto. Se conseguisse adentrar o navio, iria “pousar” já dando uma estocada frontal com a lança contra o oponente mais próximo, seja ele o Point ou não. Na ocasião de sua lança quebrar ou estar quebrada ele usaria seu braço, mão e garras para fazer um movimento similar ao que faria com a lança (estocada), procurando perfurar o corpo no inimigo e abrir a mão dentro dele, tentando agarrar os órgãos internos e puxa-los com uma selvageria e crueldade incríveis.

Se o ataque falhasse, o Tigre usaria o restinho de inercia de sua corrida\saltos anteriores para ou usar o peso do seu corpo para bater contra o braço do adversário e desviar sua arma (se for uma arma de fogo), completando o movimento com as garras\ponta da lança indo em direção ao pescoço dele, ou caso o oponente use armas brancas, Scar tentaria realizar um salto na direção de alguma porta, onde poderia analisar as condições da luta.

Ao finalizar o salto ele estaria em posição de defesa, quer esteja empunhando a lança ou não, de forma a estar preparado se novos inimigos aparecessem.

No entanto se o ataque desse certo, o Tigre analisaria o resto da situação para ver o que poderia ser feito enquanto lamberia o sangue do inimigo caído com uma sorriso amplo e feroz no rosto.

Observação::
 
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Objetivos::
 

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Última edição por Ragnar, O Primeiro em Seg 19 Jun 2017, 00:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptySab 17 Jun 2017, 14:11




Royce

Nobres Vigaristas!!!!



Royce achou que a raiva arrefeceria quando por fim matasse um dos culpados, ou que talvez cedesse quando Point foi ferido, mas a única coisa que arrefeceu foi seu medo. Este abrandou conforme o sangue brotava dos atiradores, mas não a raiva, pois nela havia um certo conforto, uma certa calma, era quase como um lugar seguro onde o gato assustado chamado Royce podia se esconder e se manter seguro da dor e do medo. Junto com a raiva a voz de Shizuka crescia, a maldita Mink coelha que por anos da juventude de Royce tentava faze-lo odiar os humanos. Era uma voz tentadora, cheia de razão e de verdades, ao menos agora elas pareciam verdades e assim no fundo a voz da compreensão ia perdendo as forças, embora Royce ainda desejasse ouvi-la, ainda que agora parecesse surdo para está voz.

Avançava contra o culpado, aquele que havia lhe enganado... Havia sido ele mesmo? Ou havia sido sua própria ganancia? A qualquer momento Royce podia ter deixado para lá, havia escapado da primeira tentativa de captura, isso dois dias atrás, havia escapado para uma cidade nos esgotos e ali podia ter deixado tudo para lá, arrumado um outro barco e saído da ilha, mas não conseguia ignorar o fato de que haviam tentado lhe tomar sua liberdade. E assim se convenceu que Point era o culpado.

- Maldito! - exclamou enquanto tentava acelerar mais a sua corrida na direção do Point, queria aproveitar o fato dele ter sido ferido pelo ruivo.... Para ser justo, o jovem gatuno até então não havia notado, distraído em sua raiva havia ignorado a presença do humano. Na corrida teria ignorado o outro atirador, o quarto, mas Royce até então sabia que podia confiar no tigre para isso, esperando apenas que este não tombasse antes. O Ruivo da posição dele poderia também cuidar do quarto, ou de outros possíveis marines que se aproximasse da luta. Assim se concentrou apenas no Point e em seu avanço contra o mesmo.

Com olhos focados nele se manteria atento a qualquer movimento de saque de arma. Haviam atiradores de mais ali, mas isso não impedia que Point também fosse um. Assim caso Franco fizesse algum movimento que indicasse estar sacando uma arma para mirar em Royce o jovem se prepararia para esquivar saltando para a diagonal, mas ainda tentando avançar. Se houvesse caixas ainda entre ele e o Point o jovem entraria atrás das mesmas. No entanto, por exemplo se estivesse correndo para uma caixa evitaria entrar por um lado e sair pelo outro, pois isso permitiria que Point antecipasse sua posição, sendo assim flexionaria as pernas freando e saindo pelo lado oposto ao qual seria o obvio de sua corrida, novamente acelerando rapidamente em direção ao Point.

Caso disparos fossem efetuados contra ele e não houvesse obstáculos nos quais pudesse se por atrás tentaria apenas zigzaguear antes que o oponente tivesse realizado a mira completa, fazendo o mesmo ter de mover a arma tentando buscar a melhor mira e uma vez que Royce ouvisse o disparo, ou percebesse de outra forma o mesmo ele interromperia o zig zag avançando mais para o lado ao qual estava indo no dado momento, tentando assim evitar que o oponente tivesse antecipado sua posição de retorno.

Se tivesse tido sucesso até então, precisando ou não precisando ter de desviar e nesse momento Royce tivesse alcançado o Point ele saltaria contra o mesmo, atento ao fato deste poder puxar outro tipo de arma, mas independente disso, uma vez que saltasse não havia muito que pudesse fazer no ar. Prepararia um golpe vertical de cima para baixo, esperando acertar, ou que Point esquivasse para o lado. Num desses dois casos o jovem esperaria seus pés tocar no chão para mover a espada e o corpo para um dos lados realizando nessa sequencia um corte lateral.

Mas no caso de Point se esquivar para trás o jovem aproveitaria a queda para flexionar as pernas e se impulsionar em um salto reto com a espada apontada para frente tentando assim a seguir uma estocada frontal na altura do abdome do pirata.

>>>No entanto, outros oponentes poderiam vir a surgir em seu caminho, impedindo o gatuno se seguir e alcançar o Franco, mediante disso o jovem não forçaria, pois não valeria a pena alcança-lo ao custo de ser retalhado no caminho. Posicionar-se-ia assim a frente do novo oponente, ou novos. Usando de estratégia similar a citada acima para enfrenta-los. Focando inicialmente um com o golpe vertical e usando o segundo golpe para avançar em outro ou no mesmo, dependendo do caso.

Sem habilidades de bloqueio Royce daria preferencias para suas esquivar, evitando sempre que possível com esquivar laterais os golpes que lhe fossem dirigidos. Mas para caso de golpes circulares a frente do corpo o jovem tentaria frear seu avanço para saltar para trás assim tentando evitar o golpe.


”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptySeg 19 Jun 2017, 11:14

O ruivo em ação

Demasiadas eram as ações do ruivo, de certa forma um tanto quanto extremistas, porém acabará colhendo fruto com tudo aquilo. Um tiro certeiro do olho do inimigo, embora aparentemente não fosse o suficiente para matar no mesmo momento Simo demonstrará um sorriso em seu rosto, satisfação? Talvez, aliás com todo esforço que fazia para ficar frente a frente com Point, colher um “fruto” como aquele não era nada mal.

Sua satisfação era momentânea, pois teria consciência que não conseguindo elimina-lo logo que cara novos problemas poderiam desencadear a partir dali. Recuar para a backline: reagrupar, traçar planos e cuidar dos ferimentos. Sendo assim Simo acabaria optando por recuar e deixar com seus companheiros que tomassem a linha de frente, pois afinal de conta este acabará “protagonizando” mais do que o necessário. (As feridas estão ai como prova KKK)

Cauteloso seria Simo ao instante que optasse por recuar e escolher um bom posicionamento, dar cobertura para seus companheiros seria a prioridade, pois embora machucado não poderia nem mesmo pensar em dar as costas para eles, estavam contando com Simo. Observar os inimigos ao redor para efetuar tais medidas de realocação seria primordial, de forma que vise a sair do raio de disparo e possíveis investidas contra o mesmo.

Caso realocado com Agatha juntamente, carregando-a ou se utilizando de apoio, ou qualquer meio que veja como plausível para que ela venha com ele. ~ Descanse agora minha querida, eu cuido da nossa proteção, esses desgraçados não tocaram um dedo mais em você, eu prometo. Diria simo, após daria um sorriso para conforta-la.

Simo ficará em uma posição coberta de cobertura fora do raio dos inimigos para dar cobertura aos seus companheiros, em suma alguns metros atrás destes (A distância será levada em conta uma avaliação simples, o tanto quanto necessário para não se colocar em perigo [Cabe ao narrador]). Apontará possivelmente sua arma para a frente, embora não realizará disparos inicialmente, aguardará a movimentação inimiga para tal.

Caso inimigos se aproximem de seus companheiros ao instante que seguirem para realizar suas ações ofensivas, este dará prioridade a atingi-los, ou seja cobrindo a retaguarda deles. Na possibilidade de avaliar como algo não tão necessário, visará realizar um novo disparo contra Point, visando a região na qual lhe fora atingida anteriormente.

Tirar proveito da possivelmente perda de visão do mesmo, seria a ideia de Simo com este possível disparo, aliás ainda estaria abalado e com uma possível cegueira não estaria em suas melhores condições para avaliar sua situação e se defender. De todas as formas daria um trago no cigarro e estalaria seu dedo de aflição em relação a situação.

Sairia ileso de tudo aquilo? Óbvio que poderia correr o risco de não sair como os conformes. Simo ficaria ligado em relação a sua defesa, caso notasse uma aproximação repentina este visaria esconder-se sempre atrás dos caixotes saindo do raio de visão inimigo e assim evitar seu alvejado. A aproximação inimiga poderia ser uma possibilidade e para tal este tentaria esquivar-se com rolamentos que quaisquer tipos de ataques e esperar que seus aliados contribuam em sua defesa, pois não se encontraria em suas melhores condições.

Observação:
¹ Meu cigarro ta na boca, pois como expliquei post passado iria descontar agora. Narrei eu fumando em um breve trecho.
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptySeg 19 Jun 2017, 12:36

A situação não saiu como esperado, mas o que importava era a diversão de escutar aqueles suínos berrando pela rua! Poderia aproveitar aquilo o dia ou quem sabe a vida inteira! Porém, sim sempre há um, porém e eu não poderia me dar ao luxo de ficar olhando o sofrimento alheio! Eu tinha que dar mais sofrimento para aqueles putos que machucaram o meu corpo mais uma vez!

- Caralho! Uma buceta no meu braço!

“Porra, esses filhos de uma puta tem noção de quanto um machucado no braço dói? Acho que só aquele verme que está rastejando sabe o como isso é doloroso!”

Enquanto conversava mentalmente comigo mesmo, buscava levantar com cuidado para não piorar ainda mais o machucado em meu braço e também não ser pego pelo filho de uma puta portador de um facão. Enquanto buscava realizar esse movimento ativaria minha bela e luminosa crista... “ Eles podem estar com óculos escuros mas, mesmo assim vai incomodar um pouco ou dificultar o foco deles em alguma coisa” (nesse caso, estou levanto em consideração que mesmo de óculos de escuro ficamos com uma certa dificuldade de olhar para o sol e até mesmo para uma lâmpada).

Foi isso, daria o primeiro tiro no homem de facão, estaria mirando em sua cabeça, afinal ele estaria grogue graças a pancada na cabeça ou se o infeliz dificultasse a minha mira, o tiro seria em seu peito. Continuaria a brilhar um pouco mais e caso ainda não estivesse de pé, ficaria e recuaria alguns passos, para aumentar a minha distância contra o lento corredor e assim, pararia o recuo, coloraria um de meus joelhos no chão com a intenção de auxiliar na mira e mantê-la mais estável utilizaria a minha outra mão para dar um suporte. Na posição,  Respiraria fundo com a intenção de estabilizar a minha mira e ignorar possíveis dores que poderia sentir naquele momento. Miraria no atirador e dispararia dois tiros no atirador, um em seu peito e outro direcionado na sua cabeça. No Caso dos tiros não atingirem o alvo, me levantaria e recuaria mais um pouco em zigzague e tentaria aumentar minha distância contra o grande correr e  dificultar a mira do para não ser atingido pelo mesmo.

Esse recuo tentaria deixar o grandalhão corredor entre nós. Após a movimentação, aceleraria e correria em direção ao grandalhão e assim que estivesse uns cinco metros de distância, mais ou menos, aplicaria um disparo visando o seu tórax, porém, se minha a situação fosse favorável e precisa para aplicar um disparo contra a sua cabeça, tentaria!

Ainda me restaria um tiro no tambor e se o atirador já tivesse sido abatido, aplicaria o último tiro contra o grandão, buscaria efetuar um disparo que o ferisse mortalmente ou que o deixasse incapacitado de continuar com a luta. Porém, se o atirador ainda estivesse vivo, após efetuar os dois disparos contra o grandão, correria para a esquerda, para chamar a atenção do atirador e na seguida iria para a direita, utilizaria a minha aceleração nessa movimentação, após ir para a direita, pararia minha movimentação, meio que agachado e aplicaria o último disparo no atirador.

Feito isso, recuaria e desabilitaria minha iluminação, caso a mesma ainda estivesse funcionando. Procuraria um local para me esconder e recarregaria o meu revolver.

- Porra tenho que terminar logo com esses filhos de uma puta e me reunir com os outros filhos de uma puta que devem estar com toda a diversão contra o zé pelintra!

Observação: 1 – Sei que a minha luz não brilha de forma infinita e por isso deixei essa parte de quanto tempo ela irá durar por sua parte!

Observação 2: Procurei sempre utilizar o braço que não foi ferido a não ser para servir de apoio na hora em que eu ajoelhei para atirar com uma precisão maior.

Observação 3: No post anterior tentei manter minha arma sempre carregada ao máximo.


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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyTer 20 Jun 2017, 17:33




Las Camp


A Guerra do Porto Abandonado




A decepção do enorme tigre era mais dolorida que os machucados que o mesmo tinha em seu corpo e que faziam o sangue escorrer pelo seu corpo. Sua motivação era totalmente diferente do que era mostrado ali, um personagem era criado em cima de um ser que pensava totalmente o contrário e isso o machucava mentalmente. O ódio era intenso como a escuridão. O mink perdia completamente o controle e sua segunda personalidade surgia, enfim surgia.

O tigre mudava completamente seu semblante. Seu corpo aparentava ter sido possuído por algum espírito sádico. Toda aquela dor era uma dádiva para ele, seus risos, seu prazer, tudo aumentava de acordo com que o tigre analisava a situação, o caos, os problemas, a dor, tudo era motivo de prazer para aquele novo ser que estava ali, perante todos. As atenções estavam nele devido aos seus gritos. Ao som de urros prazeroso, o grande felino “limpava” sua lança dos corpos dos marinheiros, antes de saborear o gosto de seus sangues.

O atirador que antes mirava em Royce, agora focava no grande monstro. Os disparos faziam o mink recuar. O atirador, amedrontado, apenas atirava por atirar, mas acertar não acertava. Uma vez atrás dos caixotes, abertos, o tigre então começava a arremessar os cadáveres, mas os mesmos não iam muito longe, era uma tática bastante falha. Esperando ter distraído o inimigo, o monstruoso tigre partiu em direção ao mesmo, novamente. Tal atitude acontecia ao lado de onde Simo estava. Caído o ruivo olhava para as atrocidades que o tigre fazia e seu coração acelerava, era medo que o ruivo sentia ali?

Com longas e pesadas passadas, o mink ia em direção ao atirador. Os disparos que acertavam o abdômen do cadáver que o tigre carregava como escudo não atravessava o corpo, logo não o faziam parar e ao fim, o resultado foi o mesmo, mais um inimigo havia sido preso em sua lança nessa batalha. O homem ainda se mexia, tentava escapar do inevitável fim, mas nada adiantou. Suas tentativas fizeram a lança do tigre rachava mais ainda com a movimentação do inimigo, porém ela continuava “inteira” e “pronta pra uso”. Não estava mais rígida, sinais de depreciação eram percebidos pelo manipulador caso ele focasse para esse ponto.

Royce por sua vez, corria mais rapidamente que nunca. Sua velocidade era realmente rápida e, sem encontrar empecilhos em sua movimentação, o mink rapidamente chegou até o brigue onde Point havia caído. Como um gato atacando um pintinho, o felino saltou, como um predador atrás da sua caça. Com um golpe em diagonal, o mink avistava Franco mais próximo que nunca, porém, rapidamente essa visão mudava, o mink voltava a se distanciar do Franco, do Brigue e do mar. Enquanto o mink saltava em direção ao inimigo, um grande homem surgiu e, com sua lança atingiu o abdômen do felino, que nada pode fazer, a não ser voar arremessado pela força do inimigo. Era um grande homem, gordo, asiático, que segurava um bastão.

- Não se preocupe senhor Franco! Iremos cuidar da situação a partir de agora! – afirmava.

Enquanto isso, Simo estava já próximo a Agatha. A mink permanecia caída, com um ferimento no rosto. O ruivo então a carregou até a proteção de um dos caixotes, onde o mesmo a agradeceu, mesmo ela não ouvindo nada do que ele havia falado. Suas lembranças da cena anterior ainda estavam em sua mente, o tigre realmente estava descontrolado e isso o assustava, assim como a população que ali estava, cercando o local. O ruivo sabia que não tinha muitos disparos a fazer, eram apenas seis disponíveis, ele poderia ver isso olhando a arma que tinha então tudo teria de ser pensado. Scar, por sua vez, analisava a situação. Mais um inimigo surgia a sua frente e não aparentava ser o único a vir.

Após aparecer o primeiro inimigo que golpeou Royce, mais alguns surgiram na proa do Brigue. Um homem já de uma idade avançada, mas não muito, surgia na proa. Ele era branco, cabelos morenos e um grande bigode. Vinha retirando seu casaco e vestindo suas luvas de combate, que eram pretas. A barba mal feita dava um ar de “homão da porra” para ele.

- Muito bem, Uno, vejo que conseguiu mais um animal de estimação? Veja se adestra esse bem!

- Pode deixar senhor Sir!

- Que merda, esse atirador porcaria acertou um disparo dessa maneira no chefe? Ele tem que pagar! – bradou uma voz nova.

Era um homem loiro. Era mal encarado, tinha um olhar insano, cabeço com bastante gel. Vestia trajes sociais de cor azul e tinha consigo duas pistolas de cor marrom, uma em cada lado de seu dorso em bolsinhas que portam armas, coisa típica de atirador mafioso. Em sua mão tinha um cigarro, o qual era tragado de instante em instante.

- Parem de enrolação Mudo! Irei cuidar do mestre Franco! Cuidem desses piratas!

Uma jovem então surgia, era branca, tinha cabelos um pouco ruivos, vestia uma blusa branca com um casaco vermelho. Não estava armada, porém corria em direção aonde o Franco havia caído. Enfim o grupo se preparava para saltar do Brigue e ir para o porto, porém um disparo novamente cortava toda a preparação, o ruivo de onde estava buscava acertar novamente um disparo, porém dessa vez ele errava e acertava a garota, de raspão. Rapidamente, o loiro, atirador inimigo, sacava sua espingarda e disparava contra o ruivo, que estava na linha de trás, o disparo acertava a arma do ruivo, que caía ao lado, no campo de visão inimigo.

- Que baita sorte! Acertar de primeira! – bradava o loiro.

- Você está bem? Scarlett? – questionou o velho homem a mulher, que confirmou que estava bem e carregou Franco para trás de seu trono.

Então, os três homens saltaram do brigue e se colocaram prontos para batalha. O loiro, o gordo asiático e o velho bigodudo, estes homens eram os principais membros do bando do Point e agora seriam os inimigos de Raksha/Scar, Simo e Royce.

Enquanto isso, Ken, ainda caído, não parava de pensar na melhor maneira de se livrar daquela situação. Usando sua vantagem natural por ser um cação luminoso, o tritão ativou seu brilho, o que dificultou, de certa maneira, a visão de seus inimigos, principalmente do atirador, que disparou e errou o alvo, acertando próximo ao tritão que estava no solo. O tritão, por sua vez, sacou sua arma e desferiu um disparo que tinha como mira a cabeça do inimigo, que tentava pegar seu facão. O disparo não foi tão preciso, pois a movimentação instável do inimigo, por estar grogue, não dava uma certeza para o tritão, que acabou por atirar no dorso do mesmo, por falta de opção. O inimigo apenas caiu. Se Ken se aproximasse dele, veria que ele estava apenas desacordado, porém vivo ainda e perdendo sangue.

Ainda utilizando sua habilidade, Ken agora se preparava melhor para disparar contra atirador que estava na linha de trás. Sua velocidade tinha de ser precisa e fria. De joelhos, sua perna latejava e tremia de dor. Seu braço estava lento devido ao ferimento, qualquer tentativa de estabilidade vinda daquele braço falhava em quase sua totalidade. Dois disparos. Um seria no peito e o outro na cabeça, dois alvos que o tritão não conseguiu acertar por mais que tentasse ficar estável. Os disparos atingiram o corpo do inimigo, mas não como o tritão queria.

Os disparos adentravam no corpo do grande homem que interferia nos disparos do blueman. Em seu abdômen e em seu braço, porém sua constituição o permitia prosseguir e ignorar esses ferimentos por enquanto. Os planos de Ken eram destroçados e a única saída do tritão era recuar, mais uma vez, o tritão se afastou do lento batedor que vinha sem sua direção. Mesmo sem tentar perceber, o tritão conseguiu desviar da parede que estava as suas costas graças a sua percepção que foi bastante eficaz naquele momento.

Vendo que a montanha de gordura e músculos vinha em sua direção, o tritão mudou de planos e partiu em sua direção. Com sua pistola o tritão buscou acertar dois disparos, um no tórax do gordo e outro na cabeça. Efetivamente o tritão conseguiu e o grande homem, como uma árvore sendo derrubada, caída para o lado esquerdo, imóvel. Logo atrás, com seu braço destroçado, o inimigo do facão conseguiu chegar até o atirador e isso podia ser visto por Ken após ele vencer o grande inimigo. O atirador inimigo não perdia tempo, e disparava contra o tritão duas vezes enquanto se afastava. O tritão de maneira inata conseguia perceber o primeiro disparo e desviava do mesmo com sucesso, porém do segundo ele não conseguiu desviar e foi atingido na coxa esquerda, onde o projétil atravessou uma pequena parte lateral do músculo. Uma vez feito isso, ambas as partes buscaram de esconder. O atirador inimigo se escondeu perto da rua que levava ao mar. O tritão recuou e se escondeu em um beco que tinha ali. Se Ken observasse, ele poderia ver que a única maneira de chegar ali rapidamente seria ir pelo caminho onde o inimigo, digo, os inimigos estavam.

Tabela de Dano:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Alencar em Qua 21 Jun 2017, 00:18, editado 3 vez(es) (Razão : Acrescentei a parte do Ken... E editei a parde do Rak, além da tabela de dano e cores das falas)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQua 21 Jun 2017, 14:49




Royce

Nobres Vigaristas!!!!



A respiração que já não vinha facilmente para Royce acabava mais uma vez por lhe ser roubada. A corrida lhe tinha exigido algo que já era difícil, e com isso ele era agora um gatuno ofegante cuspindo para o lado enquanto se levantava. Não havia de fato sido um golpe pesado, mas o susto de ter sido pego desprevenido lhe roubará o ar dos pulmões. Respirações arfantes tentavam re-estabilizar o gatuno.

Já de pé, ou possivelmente quase, o jovem tentaria puxar fundo o ar, uma das mãos fechada com força enquanto a outra apertava firme o cabo da espada, mas não estaria em guarda ainda. Em sua mente a voz de Shizuka prosseguia.

“Mate, mate os humanos, mate...
Mate.
Mate.
Mate.
Mate.


A insistência dessa voz manifestava-se no tom da voz de Royce quando ele falou.

- MESTRE FRANCO-gara? - gritou Royce irritado. -VOCÊS SÃO ASSASSINOS DE MINKS E O LIXO DO TEU MESTRE É O PIOR-GRAUR. - Royce ergueria a espada usando-a para apontar para a Jolly Roger do navio. - Talvez ela esteja certa. - admitia Royce consternado, baixando a espada e colocando-a na vertical a frente do corpo, ambas as mãos no cabo com este próximo a sua cintura com os pés parcialmente afastados e os joelhos flexionados. Olhos fixos no inimigo, mas ainda parado recuperando a respiração, após seu ataque de fúria. Com breves desvios dos olhos, buscaria com a visão periférica o tigre e o ruivo. Queria matar os humanos, mas ainda dentro dele sabia que ao menos esse ajudava. Aghata pelo menos parecia gostar do mesmo e por enquanto isso teria de bastar.

Arrasando os pés Royce começaria a dar alguns passos para trás. Afastando-se dos oponentes, não era por medo e sim apenas para ganhar tempo de recuperar o folego antes de um novo frenesi. Olhos focados no atirador para saltar para o lado no momento em que esse tentasse disparar. No entanto, se já estivesse reestabelecido o jovem não se daria o trabalho desse recuo, pois não queria mostrar sinais de medo para aquela escória.

O único sinal de ataque que daria seria o balançar agitado de suas orelhas no segundo anterior a sua investida. Era um tic que poderia lhe prejudicar no futuro, mas era um tic que não controlava. Royce então começaria a andar em uma parábola ao trio, afastando-se do ponto onde pudesse ter percebido o tigre, era melhor afinal cercar o inimigo do que se ver cercado.

Com isso ou eles dariam as costas ao tigre ou dariam as costas um ao outro, deixando assim combates individuais. A perna esquerda cruzando por de trás da direita enquanto com cuidado iria se posicionando.

- Você bate que nem uma mocinha-gara, não adestraria nem um cachorro assim. - provocaria Royce, relembrando sua antiga rivalidade com todo e qualquer cachorro existente no mundo e também lembrando que esses seres toscos eram os mais fáceis de ‘comprar’ e faze-los fazer o que você queria.

Se o inimigo viesse a avançar com a provocação Royce aguardaria a chegada do mesmo, observando sua velocidade de avanço para permitir que quando fosse se mover ter a ciência de o quão rápido deveria agir. Observando o bastão do mesmo o jovem realizaria as primeiras esquivas saltando para trás, sempre um pouco na diagonal para esquivar tanto de golpes circulares quando de estocadas do bastão, usaria sua aceleração e sua habilidade de esquivar para se mover só quando fosse preciso e o mínimo possível também, tentando manter o folego enquanto forçava o asiático a avançar e se distanciar de seus companheiros.

Sempre após uma esquiva o jovem olharia para trás verificando o espaço a suas costas para ter certeza de que não tombaria com nada em seus recuos.

- É só isso que faz bolo fofo-gara? - provocaria novamente tentando fazer o inimigo avançar com mais raiva. Diria isso mesmo se fosse acertado, tentando é claro se levantar e recuar novamente após ter sido golpeado, tentando fingir que não havia sofrido muito, levantando-se assim que possível e dizendo o mesmo para provocar o oponente.

Em algum momento o gordo colocaria força demasiada no golpe, golpe para o qual Royce estaria atento e a espera. Queria esquivar de um golpe forte do oponente para aproveitar o momento de desequilíbrio que se originava a seguir, quando se tenta frear a arma para voltar a atacar. Nesse momento Royce aceleraria, passando ao lado oposto ao ataque e atingir o joelho do inimigo com um corte antes de chegar às costas do mesmo onde aguardaria o mesmo realizar um novo ataque, imaginando que no momento que chegasse às costas o oponente giraria com fúria para lhe golpear, nesse momento Royce se abaixaria e daria uma estocada para cima tentando cravar a espada no abdome do inimigo. Se obtivesse sucesso puxaria a espada e saltaria para o lado, imaginando que apenas isso lhe salvaria de receber um novo ataque do oponente antes que a dor do golpe o atingisse por completo.

- E então bolo fofo-gara? - diria novamente, com a voz tomada pela raiva que a voz de Shizuka provocava em sua mente.


”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQua 21 Jun 2017, 16:48

- Porra, porra e porra caralho! Mas que merda! Vou te matar seu filho de uma puta! Você tem noção da merda que vc fez com o meu belo corpo escultural seu saco de lixo humano!! Filho de uma puta desgraçado! Vou te comer inteiro seu pau no cu! Eu sou a porra do tritão mais foda da merda desse mundo porra!

Desgraçadamente estaria mais ferido do que eu gostaria! Enquanto discursava minhas palavras puras e sinceras aos meus inimigos, eu recarregaria a minha pistola. Após recarrega-la, olharia rapidamente para os meus inimigos para notar o que eles estariam fazendo. Caso estivessem simplesmente escondidos, dispararia duas vezes contra o homem que estaria estirado no chão (não no gordo, no outro meliante) os tiros seriam um na cabeça e o outro no corpo!

- Morre filho da puta, morre caralho.

Voltaria para a minha cobertura e rasgaria parte de minhas vestes com os meus dentes! Pegaria os pedaços de panos rasgados e os enrolaria em meus ferimentos. Sabia que isso não iria adiantar muita coisa, mas ajudaria em manter os ferimentos tampados. Se no momento em que olhasse a situação dos meus inimigos eles estivessem a minha espera, voltaria a minha posição de proteção e faria a situação de enrolar os meus ferimentos descritos acima!

“Porra vamos lá o que eu deveria fazer nesse momento... quais seriam as minhas grandes opções? Vejamos acho que toda grande situação de desespero possuem três grandes saídas...
Primeira: acho que eu posso simplesmente ficar aqui esperando os caras aparecerem... afinal não tenho que ir lá fora agora tomar tiro...
Segunda: posso desafiá-lo para um duelo, tipo faroeste! Sempre quis fazer isso.
E a última opção seria simplesmente seria foda-se!”


Situação 1:

- É isso aí, essa é a melhor opção... Foda-se!

Respiraria fundo, colocaria minha mão no saco por alguns segundos, buscando a melhor posição para confortar o meu patrimônio particular e depois fofaria algumas vezes por cima da  calça!

- Pronto minha arma está preparada para a foda!

Mais uma vez colocaria minha cabeça para fora para notar se o pistoleiro estaria apontando para mim. Se estivessem, dispararia uma vez contra eles e depois correria para o meio da rua com a arma apontada para o local, minhas pernas estariam tremulas e doloridas! Mas como um tritão viril, não poderia me deixar abalar por tais ferimentos e continuaria com a corrida que me favorecesse, balancearia o peso nas passadas para não afetar ou piorar ainda mais o ferimento da perna! Buscaria algum local para me apoiar e esperaria os mesmos se manifestarem. Caso estivessem saindo do local, ao mesmo tempo, me jogaria e rolaria para o chão. No término do rolamento apontaria para o pistoleiro e dispararia quatro vezes contra o mesmo! Miraria em seu corpo, não queria perder tempo focando em um locais pequenos e exclusivos, queria alvejá-lo para tirá-lo do combate da melhor maneira possível. Após os disparos, rolaria mais algumas vezes pelo chão com a intenção de desviar de quaisquer possíveis disparos e me levantaria. Uma vez de pé, caminharia com calma até o local de onde o atirador e o bracinho entraram.

Com a arma apontada, faria o percurso de maneira cautelosa, recarregaria a minha pistola caso as balas estivessem terminado ou próximas do fim. Se o homem que fora acertado pelo peso do papel e depois alvejado estivesse próximo de mim, apontaria para a cabeça do mesmo e dispararia um tiro.

- Tenho certeza de que eu vi ele se mexendo... Você está bem amigo?

“Como diz o velho ditado, atire e pergunte depois!”

Caminharia para a pequena rua e assim que olhasse para a mesma, faria um movimento rápido com a cabeça e olharia o local. Não queria entrar contudo e ser pego de surpresa pelo bracinho. Caso o mesmo ainda estivesse ali, pularia, com a intenção de supreende-lo e talvez esquivar de um ataque kamikaze. Descarregaria toda a minha arma contra o mesmo.
Uma vez que tenha conseguido obter sucesso em eliminar os meus opressores, recarregaria novamente a minha arma e andaria até o atirador e pegaria sua espingarda. Revistaria o corpo do mesmo em busca de algum dinheiro e até mesmo mais munição.

A pequena rua em que eles estavam dava para o mar e aproveitaria para olhar o navio e saber se havia alguém a bordo do mesmo ou não! Caso a barra estivesse limpa, pularia no mar e nadaria, de forma submersa até o Brigue. Uma vez que tenha conseguido me aproximar da embarcação, sairia com muita cautela da água e buscaria uma forma de entrar sem fazer barulho ou chamar atenção, estaria voltado para o lado do oceano e não da parte do porto.

Caso conseguisse ir a bordo, me esconderia o mais rápido possível e observaria calmamente o ambiente a minha volta e quais poderiam ser as minhas opções.

"Pelo o que aqueles caras loucos falaram, esses putos estariam traficando minks e os bhrother´s tritões! Preciso achá-los e usá-los em meu exercito Ken Mother Fucker Rock!"

Situação 2:

Levantaria do chão caso estivesse sentado, abaixaria as minhas calças e mijaria no muro tentando escrever o meu nome com a urina!

- É isso ai porra! A bexiga está vazia e agora é só botar no rabo daquelas duas putas medrosas!


Balançaria três vezes o predador e o guardaria novamente. Conferiria minha arma e caso estivessem faltando balas, simplesmente a recarregaria. Apertaria mais um pouco as ataduras improvisadas, engatilharia a minha arma, respiraria fundo... - Agora essa merda vai ficar louca!

Sairia correndo do beco em direção ao mar. Em cada passada, tentaria sempre manter o peso na pena que não fora tão machucada e mentalmente me incentivaria para não desistir e não me deixar levar pela dor e desconforto... “Vai seu filho de uma puta! Acha que tá doendo, imagina um cavalo comendo o seu cu! Isso sim seria dor, isso não é nada.... dor é psicológico, anda logo e mecha essa suas perninhas sexy sem reclamar porra! Só mais um pouco seu estúpido”...

Em todo momento não desgrudaria os olhos da rua e estaria apontando a arma para o local e se algum dos dois mostrasse a cara ou tentassem algo, atiraria na mesma hora com um disparo para cada. E como não queria piorar o ferimento do braço, estaria utilizando o que não foi atingido. Assim que chegasse o mais perto possível do mar, rangeria os dentes com a intenção de ignorar a dor, aumentaria a velocidade e pularia em direção ao mar mas, estaria mirando nos inimigos e descarregaria a minha arma neles, tanto no atirador quanto no bracinho.

-  Acreditem em mim, minha pica ficaria enorme na mão de vocês!

Apesar do movimento arriscado, sem noção e simplesmente insano! Ninguém em uma saúde mental razoável tentaria fazer esse tipo de situação contra um inimigo e meio. Uma vez no mar, nadaria de forma submersa até o brigue. Assim que chegasse, sairia com muita cautela da água e buscaria uma forma de entrar, me posicionaria do lado que estivesse voltado para o mar e não para o porto.

Com calma, acharia algum meio de ir a bordo da forma mais calma e sem afobação. Caso conseguisse ir a bordo, me esconderia o mais rápido possível e observaria calmamente o ambiente a minha volta.

"Vejamos, procuro sobreviventes para me ajudar ou mato quem estiver a bordo?"

Objetivos:
 

Histórico:
 

Alencar:
 

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Legendas:
 


Última edição por Ken Rock em Qui 22 Jun 2017, 11:12, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted - Página 17 EmptyQua 21 Jun 2017, 20:01

Olhando para a lança que estava prestes a quebrar, Scar sentiu extremo desprezo por quem quer que tivesse feito ela, onde quer que ele estivesse. “Inútil, não sabe nem fazer uma arma decente que aguente o tranco...” Claro que ele próprio não sabia forjar uma arma, de boa ou má qualidade, mas esse fato era completamente ignorado pelo Tigre.

Olhando os novos inimigos que surgiam, ele percebeu que um deles também carregava uma lança e seus olhos brilharam. Por mais que se deliciasse mais em eliminar suas presas usando as próprias garras, talvez por causa daquele monge maldito ele ansiava em alcançar o nível de “um só com a arma” ponto no qual sentiria sua lança como uma extensão do seu corpo, e por isso sempre usava a lança quando podia.

Ao ver o Lince tomar uma pancada e perder sua presa e a arma do Ruivo ser arrancada de sua mão o Mink rolou os olhos pra cima em um claro sinal de “Será que só tem gente inútil nesse lugar?”  Se abaixando e pegando a arma do homem que tinha acabado de matar, ele tentaria pegar as armas dos outros três piratas caídos se esses estivessem por perto e, ainda agachado iria se mover rapidamente em direção ao ruivo tentando não entrar na linha de tiro do inimigo, usando caixotes ou qualquer outra barreira que pudesse ajudar a protege-lo.

Passando as armas paro homem de tapa olho, ele olharia para a companheira deste e ao ver o sangue escorrendo em seu rosto, sentiria uma ânsia quase incontrolável de dar uma bela lambida ali. Mas lembrando-se do aviso do seu irmão para não encostar na moça, só pode suspirar em resignação e insatisfação. “Hunf que desperdício... sorte dele que devido ao tedio naquele lugar não tenho muitas opções além de meditar que nem o velho ensinou... se não certamente não conseguiria me segurar... imagina só o gosto dela...”

Voltando sua atenção para o que era importante, se a menina estivesse acordada e apenas estupefata ele estalaria os dedos na frente dela e diria de forma desdenhosa - Hei, sai dessa garota. Acha que é capaz de recarregar a arma do seu macho ali? Hein? Hei! – Se a menina demonstrasse estar aterrorizada demais para responder, o Tigre sentiria que a menina era simplesmente inútil. “Bom, não exatamente, aposto que daria um ótimo brinquedinho...” Naquele momento sentiu vontade de matar o Ruivo e mandar o Sr. Hipócrita Certinho (Raksha) ir a merda. Novamente o efeito da meditação que fazia quando estava preso surgiu e impediu uma catástrofe.

- Controle sua fêmea cara... tsc – Diria em um tom obviamente arrogante – Essas armas aqui são pra você fazer chover chumbo neles, quero ver quem eles vão matar se não conseguirem nem se mexer gigigigi!!

A realidade é que Scar odiava atiradores, para ele essa era a raça mais covarde na face da terra, medrosos que não conseguiam participar de uma luta corpo a corpo e se duvidar tinham medo de se aproximarem até da sombra do oponente, mas esperava que ter um do seu lado agora pudesse ser de alguma serventia. – Quer fazer uma aposta? Quem mata mais, eu com minhas garras e essa lança quase quebrada ou você com todas essas armas?? Hahah – Completaria sentindo certeza que o resultado seria a seu favor. – Ah! E os canhões não contam hein gigigigi! – Pronto, ali estava o real motivo de ter proposto a aposta. Plantar a ideia de usarem os canhões depois. Nem sabia se isso seria possível, mas se fosse, o Peixe tinha sumido, ele mesmo não tinha uma mira boa... dependeria do Ruivo.

Enquanto conversava com ele, Scar rasgava um pedaço do sobretudo que estava usando e tentava enrolar o pano de forma apertada em volta de seu abdome para tentar fazer o sangue parar de correr. A dor não o incomodava, mas a fraqueza que viria se continuasse a perder tanto sangue, sim. Nesse meio tempo ouviria os gritos de desafio e raiva do Lince, mas não daria muita atenção, faria bem para o garoto sentir o sangue ferver e ver a realidade desse mundo perverso.

Uma vez que Simo começasse a atirar, o Tigre se moveria de caixa em caixa tão rápido quanto fosse possível. Sentia dificuldade em respirar devido aos ferimentos, porem procurou não deixar transparecer enquanto estava perto do humano, não queria parecer fraco. Seu último ataque apesar de bem-sucedido havia mostrado que que seu ombro não estava se movendo de forma ideal. Quanto mais demorasse para resolver essa caçada, quer dizer, luta, pior seria sua situação.

Prestando sempre atenção na movimentação do inimigo, o Tigre só arriscaria se mover quando o ruivo estivesse dando cobertura, e prestaria atenção principalmente no atirador adversário, para pular em direção a algum obstáculo se no meio de suas pequenas corridas (abaixado) visse o homem mirando em sua direção.

Vendo que o amiguinho de seu irmão (Royce) afastava o homem que estava com a lança, Scar pensou em seguir naquela direção e não permitir que o gatuno roubasse sua presa, mas então percebeu algo que o deixou momentaneamente perplexo. A arma do homem não era uma lança. Era um bastão. Normalmente ele não erraria em identificar algo como o instrumento que ele utilizava para trazer morte para os outros. Mas aparentemente dessa vez havia. – Pode ficar com ele então... – Disse como se fosse magnânimo. Não compreendia quem preferia usar um bastão ao invés de uma lança, na verdade nutria um forte desdém por tais pessoas. Estupidas.

Sobrando dois adversários, o Tigre procuraria ir em direção ao atirador do oponente e eliminar o incomodo de uma vez. Porem se o cara das luvas estivesse em seu caminho, seria forçado a elimina-lo primeiro. Se aproximando de seu alvo, Scar esperava que devido os tiros de Simo sua presa tivesse que fazer igual a si e se mover usando os caixotes como escudo. E se esse fosse o caso, essa seria sua oportunidade.

Analisando a altura do caixote, se ele visse que era possível, em um momento em que o velho estivesse tomando cobertura, e o atirador loiro estivesse distraído com o ruivo, o Tigre realizaria uma corrida segurando a lança com o braço cujo ombro estava ferido. Usando passos específicos para realizar o movimento que pretendia, ele daria um leve salto e tentaria apoiar com o braço bom em cima do caixote, fazendo um movimento acrobático chamado estrelinha de uma mão só.

Isso faria com que quando ele aterrissasse, estivesse de frente para o homem abaixado, que por sua vez poderia estar olhando para o Tigre que acabara de cair dos céus ou até mesmo ainda estivesse olhando para a direção da qual o Mink tinha vindo correndo. Independente do caso, Scar ainda abaixado e já preparado para atacar, seguraria rapidamente a lança com seu braço bom também, e daria um estocada no adversário, jogando todo seu peso em cima deste ao saltar como um verdadeiro tigre dando o bote em sua presa.

Caso a lança se quebrasse e o inimigo não estivesse morto, Scar usaria suas mãos e garras para tentar segurar os pulsos do adversário enquanto tentaria afundar suas presas no pescoço do adversário. Durante essa luta ele tentaria rolar com o inimigo, indo para baixo deste mesmo que não tivesse êxito em mata-lo de forma a se resguardar contra o atirador loiro.

Caso a luta ainda estivesse acontecendo, o Tigre faria o possível para manter os braços e mãos da sua presa presos, puxando-o contra si e mordendo ombro, pescoço, rosto, o que causasse dano e pudesse encerrar o serviço. Porem se o homem de luvas morresse em algum momento, o Tigre tentaria recuar e ir para o outro lado do caixote, onde poderia se proteger melhor do atirador.

No entanto se mais cedo o Tigre visse que realizar seu plano é impossível, ele ficaria onde estava, segurando sua lança na diagonal de forma a realizar uma estocada de baixo para cima quando um inimigo aparecesse ao seu alcance como forma de impedir um ataque dele ou bloquear.

Observações pro Alencar!:
 
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