One Piece RPG
#1 When the hunter becomes the hunted XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Que tal um truque de mágica?
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 03:17

» Art. 4 - Rejected by the heavens
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 01:58

» O catálogo continua, Baterilla a cidade da beleza
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor maximo12 Hoje à(s) 00:00

» Apresentação 6 ~ Falência Bombástica
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Licia Ontem à(s) 23:32

» Seasons: Road to New World
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Volker Ontem à(s) 22:37

» Vol 1 - The Soul's Desires
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Arthur Infamus Ontem à(s) 22:08

» VIII - The Unforgiven
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 22:00

» The Hero Rises!
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 21:56

» The One Above All - Ato 2
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor CrowKuro Ontem à(s) 20:53

» Cortes e Tiros, resgate na ilha das aranhas!
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Achiles Ontem à(s) 20:49

» Bakemonogatari
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Milabbh Ontem à(s) 20:39

» Caçadoras Eternas: Almas entrelaçadas!
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Kenshin Himura Ontem à(s) 20:25

» Ato 157: Se eu quisesse tua opinião, Eu tirava na Porrada
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Dante Ontem à(s) 19:52

» [MINI-DoflamingoPDC] A pantera negra da ilha montanhosa
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Makei Ontem à(s) 19:43

» [Mini - Nice] A espada que dorme.
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Ryoma Ontem à(s) 19:35

» [M.E.P] Nice
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Ryoma Ontem à(s) 19:34

» [Mini] Albafica Mino
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Makei Ontem à(s) 19:16

» [M.E.P] Albafica
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Makei Ontem à(s) 19:15

» A primeira conquista
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor Rangi Ontem à(s) 18:19

» A Ascensão da Justiça!
#1 When the hunter becomes the hunted Emptypor K1NG Ontem à(s) 16:26



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 #1 When the hunter becomes the hunted

Ir em baixo 
Ir à página : 1, 2, 3 ... 10 ... 20  Seguinte
AutorMensagem
Axell
Comandante Revolucionário
Comandante Revolucionário
Axell

Créditos : 33
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 10010
Masculino Data de inscrição : 14/05/2011
Idade : 24
Localização : 5ª Rota - Pindorama

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyQui 29 Dez 2016, 22:20

#1 When the hunter becomes the hunted

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Akul. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyTer 03 Jan 2017, 00:31

Akul Post: 01 Ganhos: -X- Perdas: -X-
Primeiro Ato!



Finalmente terra firme! Não poderia estar mais empolgado, em todos os meus anos de vida essa era a primeira vez em que eu viajava para outra ilha, mais do que isso, era o inicio da trajetória para conseguir conquistar minhas ambições e sonhos, e como aquele seleto e pequeno grupo de pessoas que me conhecem um pouco que seja, sabem que eu sou muito intenso em minhas atitudes e que com certeza entregarei o máximo de mim para que essa aventura traga bons resultados. Até então, só tinha contato com o gélido clima da terra em que cresci, que agora estava para trás.

Meu objetivo primário não era exatamente Las Camp, mas a única carona oferecida por mercadores tinha como destino exatamente essa ilha e como fui incapaz de arranjar uma nova carona pra outra ilha não tive escolha senão seguir pra cá mesmo. Não tinha nenhum objetivo específico, na realidade, visto que não havia escolhido uma carreira pra trilhar. É claro, as histórias do meu mentor sobre piratarias eram impressionantes e empolgantes, todavia seguir um conselho sem conhecer os outros não fazia muito meu perfil.

● ● ●

Antes de tudo iria me familiarizar com o local, saber de fato onde estou. Estava atento para não esbarrar em nenhum transeunte e assim evitar ficar no caminho de alguém, é claro, ninguém ousaria questionar meus passos determinados, mas chamar atenção não fazia parte dos planos. De maneira brusca iria analisar o padrão construtivo e avaliaria os serviços de infra-estrutura presentes no local, usaria minha visão aguçada tomando cuidado para não deixar nada passar despercebido. Nesse período de tempo a possibilidade de haver algum tipo de manifestação hostil devido a minha natureza de um grande tubarão branco, era real e não descartável, manteria uma forte presença e daria de ombros enquanto se tratasse apenas de olhares tortos, porém, se algum engraçadinho tentasse alguma investida para cima de mim seria uma questão de tempo até que ele(a) comprovasse da minha verdadeira natureza. – Humano sem cérebro e sem tipo, o que pensa que está fazendo... tsc! - Iria pegá-lo pelo gogó com minha mão esquerda, levantá-lo, e com meu punho direito arrematador iria socá-lo com toda minha força na barriga logo após, arremessaria-o para longe.

Seria a hora de fazer meu nome. Estava à procura de um recinto conhecido popularmente como um centro de informação muito alto, que circula através de cada viajante e aventureiro - frequentadores assíduos desse tipo de ambiente - o caminho que considerava o mais viável a seguir seria buscar por um bar ou taverna. – Olá, me indique uma taverna ou bar presente nessa ilha? - Andando pelas ruas, abordaria o primeiro humano que estivesse próximo a mim, se fosse feliz em obter minha resposta logo na primeira oportunidade, ótimo, prontamente sairia em direção do lugar indicado, senão, insistiria em perguntar para as pessoas sucessivamente até que encontrasse meu caminho.

Chegando ao meu destino utilizaria da minha visão privilegiada para, em uma primeira análise, observar o interior do local analisando os perfis dos presentes e traçando possíveis rotas de fuga. – Vou direto ao ponto, como eu enriqueço nessa ilha? Onde estão os tesouros? - Diria em alto e bom “som”, certamente chamaria a atenção, um método diferente somado com minha aparência repulsiva e assustadora segundo os próprios humanos, mas que poderia me render valiosas descobertas. Como um bom ouvinte, ouviria atentamente aqueles que, independente da minha natureza, estivessem dispostos a me ajudar e ignoraria por completo os demais.



Nota:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hara Sakura
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Hara Sakura

Créditos : 6
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 9010
Feminino Data de inscrição : 16/12/2016
Localização : Navegando

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyQui 05 Jan 2017, 01:40



"West Blue... Grand Line... Novo Mundo... Eu irei superar todos estes oceanos, e me tornar a maior pirata que esse mundo já viu!"

E é com este pensamento, que minha longa jornada se inicia...

Minha chegada em Las Camp foi um sucesso, porém, acabei perdendo meu bote, minha lança e quase todos meus limitados recursos, exceto por cinquenta mil berries, que supostamente ainda estão em meu bolso. Entretanto, minha determinação permanece inabalável, como uma resistente muralha de aço ou uma enorme fortaleza de pedra. Estas novas terras, conhecidas por muitos como Las Camp, trazem um ambiente totalmente novo para mim, que cresci em uma grande floresta, sem nenhuma cidade ou civilização humana. A experiência nesta nova sociedade, repleta de pessoas da mesma espécie que eu, está sendo uma novidade bem impactante e diferente, não poderia evitar de volte e meia encarar uma pessoa ou outra com estranheza, não por elas serem estranhas em si, mas sim por eu ainda não estar acostumada à vê-las, talvez eu seja a estranha no fim das contas.

"O que eu faço? Estou completamente perdida! Calma, mantenha o foco... Você será uma grande pirata... Mas por onde começar?" Imagens da tripulação de Zhao passam pela minha mente, trazendo uma ideia brilhante com elas, a qual demonstraria em uma face alegre e cheia de empolgação, certamente a ideia perfeita. "É isso! Eu preciso de companheiros! Não posso navegar sozinha, e essa ilha é cheia de pessoas, com certeza vou conseguir fazer algumas amizades por aqui."

Estava empolgada, já tinha um grande objetivo em mente, que seria encontrar candidatos para minha futura tripulação, mesmo que sem saber por onde começar. Me ergueria de onde estiver sentada, tendo em mente que não faço a mínima ideia de onde estou, pois ainda não estou muito acostumada com a ilha.

Ajeitaria meu chapéu de tigre, para ele ficar certinho em minha cabeça.
- Certo, lá vamos nós. - Diria em um sussurro, enquanto me espreguiçaria, esticando bem meus ossos e braços para cima.

- Por onde será que eu começo? - Agora estaria falando comigo mesma, em tom normal, encostando o dedo indicador direito em minha bochecha, enquanto olharia para cima, com uma face pensativa. - Talvez... Sair convidando todo mundo que eu ver pelas ruas? - A ideia me parece boa, porém, um novo feixe de memória se faz presente, desta vez uma das muitas histórias de Zhao, na qual ele me contou que, recrutou boa parte de sua tripulação em tavernas, e eu obviamente estava disposta a fazer o mesmo. - Taverna! Isso ai! - Minha animação provavelmente ficaria evidente para qualquer pessoa que me veja.

Começaria minha caminhada pela ilha, na busca por uma destas tavernas, embora eu nem saiba o que realmente seja ou onde encontrar. Mas me manteria atenta, observando tudo e todos ao meu redor, sempre buscando com minha visão alguma placa escrita Taverna ou algo do tipo, e se encontrar tal local, não perderia tempo, entraria sem hesitar ou fazer rodeio.

Se durante minha caminhada, eu avistar alguma pessoa chamativa e diferente, alguém que pareça legal ou bem forte, eu me sentiria na obrigação de convida-la para meu bando, e assim o faria. Primeiramente, caminharia até essa pessoa, de maneira bastante tranquila, embora estivesse bem agitada por dentro, e assim que estivesse próxima, faria o convite, me pondo no caminho da pessoa caso ela esteja em movimento.


- Olá! - Saudaria erguendo a mão e acenando, para ser notada. - Você quer fazer parte da minha tripulação pirata??? - Minha pergunta sairia de maneira natural, como se isto fosse a coisa mais normal do mundo, além de que, como de costume, seria bem direta em minhas palavras.

Se a pessoa recusar, eu responderia ainda em tom normal. - Tudo bem então, até mais. - E continuaria buscando pela taverna, mas pararia outras vezes, caso consiga encontrar outras pessoas que também chamem minha atenção, sendo que, repetiria a mesma pergunta de antes para esta nova pessoa. Na ocasião de eu enfim encontrar uma taverna e conseguir adentra-la, daria uma boa olhada ao redor, se eu ver uma quantidade considerável de pessoas no local, puxaria uma boa quantia de ar até meus pulmões e logo em seguida soltaria tudo, em uma pergunta em alto e bom tom, para que todos presentes no lugar me escutem.

- OIE! ALGUÉM AI QUER FAZER PARTE DA MINHA TRIPULAÇÃO PIRATA??? -

E aguardaria por uma resposta, ansiosa e crente de que haveriam alguns candidatos, mantendo uma expressão de tranquilidade e confiança.

Haveria também a possibilidade de eu me deparar com uma loja de armas, e se isto ocorrer, daria uma breve desviada do meu objetivo principal, já que acabei perdendo minha lança durante a viagem entre Kyanon e Las Camp, algo problemático, pois Zhao disse para eu sempre ter uma lança comigo, para assim ser capaz de me defender.

Entraria no estabelecimento, dando uma rápida observada no local. Procuraria por uma lança, se eu ver, exclamaria bem animada.
- Uma lança! - E me aproximaria da lança com alguns pulinhos, apanharia ela com ambas as mãos, e a examinaria com cuidado, como se estivesse pegando em uma relíquia antiga e de grande importância. Mas se eu não ver, caminharia até a primeira pessoa que eu avistar dentro do local, seja ele cliente ou atendente, e faria meu pedido.

- Olá moço(a). Eu quero comprar uma lança, pode me vender? -

Eu não entendo bem os sistemas de preços ou coisas assim, tudo o que sei é que as pessoas compram e vendem coisas por berries, e eu tinha uma certa quantia deste dinheiro mundial, que eu inclusive daria para a pessoa no momento em que fazer meu pedido, sendo que, não esperaria por algum retorno (troco), já que nem entendo exatamente sobre compras e vendas, mas se a pessoa me oferecer o troco, eu não recusaria. Tendo a lança em mãos e a aprovação do dono para leva-la comigo, eu agradeceria e partiria do estabelecimento. - Muito obrigada, moço(a). - E então seguiria com a minha jornada, só que agora com uma lança em mãos, a qual manteria alojada na palma de minha mão direita, que inclusive estaria fechada, o braço em si ficaria ligeiramente relaxado, o que resultaria na lança ficar reta para frente, na posição horizontal.

Post: 01
Vantagens: Ambidestra, Visão na Penumbra, Aparência Inofensiva e Liderança.
Desvantagens: Curiosa, Devoção e Sinceridade Excessiva.
Perícias: Acrobacia, Doma e Treinamento.
Ficha: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Comentários: O primeiro post é triste.
Objetivos:
[ ] Encontrar o Akul (Blind).
[ ] Conseguir uma lança.
[ ] Me tornar uma pirata procurada.
[ ] Recrutar npcs para meu bando (Navegador?).
[ ] Conseguir uma embarcação.
[ ] Viajar para Ilusia Kingdom.

Credits: Masquerade Girl by [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
OverLord
Pirata
Pirata
OverLord

Créditos : 31
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 4010
Masculino Data de inscrição : 31/03/2012
Idade : 23

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptySeg 09 Jan 2017, 01:47

Era um belo dia, por volta de onze horas da manhã e o jovem tritão tubarão branco chegava com uma carona de mercadores na ilha, mesmo que o seu destino não fosse Las Camp, aquela era a única carona que havia sido capaz de arranjar, por isso, Akul chegaria em alguns minutos no porto da ilha. Passou os minutos e a embarcação atracava e o tritão saia do barco e começava a andar pela ilha, avaliando as infraestruturas da ilha, que uma vez já foi invadida por um grupo de bandidos, liderados por um tritão do dobro da altura de Akul, mas de espécie diferente.

Não tinha nada demais nas infraestruturas, eram simples e durante a caminhada, algumas pessoas olhavam para ele. Algumas com medo, outras irritadas que, se tivessem algum poder de luta, atacariam o. Akul andava na procura de um bar, uma taverna e parava um rapaz, pedindo para que o mesmo indicasse uma taverna ou bar presente na ilha, o sujeito apontava para uma taverna e saia de cara feia. Akul seguia na direção apontada pelo jovem e adentrava no bar e lá, ele podia ver que até que estava cheio e a maioria armados. Teve olhares tortos para o mesmo, por causa da discriminação e do ocorrido com o outro tritão da espécie carpa.

O tritão chegava já no local e avaliava os possíveis locais de fuga, mas só tinha a porta de entrada e uma aos fundos, mas teria que atravessar a taverna toda, passar por outra porta e procurar pela saída dos fundos. Ele gritava, buscando saber como ele enriquecia na ilha e perguntava onde estava os tesouros. Boa parte das pessoas ignorava as palavras de Akul, outra pessoa respondia. – Procure lá na puta que te pariu e saia dessa ilha! Após a fala, era seguido por vaias para o tritão, parecia que ninguém estava afim de ajudar aquela raça depois do que Masimus fez para a ilha.

Hara Sakura, uma garota de doze anos com um grande chapéu amarelo com o formato de um tigre chegava em Las camp, apenas com as roupas do corpo e o dinheiro. Havia perdido tudo num bote. Como uma garota da floresta, não estava acostumada com tantas pessoas e sem conseguir evitar, encarava algumas pessoas, que sorriam para ela e uma dessas pessoas, não tinha nada, sem dentes. Era um velho.

Imagens da tripulação de Zhao surgia em sua mente, enquanto se questionava o que fazer, até que, a ideia de conseguir companheiros vinha em sua mente e ela se erguia de onde estava sentada e começava a andar por Las Camp. Hara ajeitava seu chapéu e sussurrava algumas palavras e partia para o seu objetivo. Uma taverna era uma ótima opção, para tentar companheiros, mas ela não conhecia a ilha e ela apenas andaria às cegas. Durante a trajetória no escuro, Sakura avistava um homem, usando um casaco de pele por cima de uma camisa que parecia uma armadura de couro simples, uma bermuda e botas. Em seus ombros, tinha dois corvos, enquanto no céu, vários voavam por perto, emitindo o famoso som deles. Uma barba curta, um cabelo loiro e não possuía o olho direito e não usava um tapa-olho para deixar discreto.

A garotinha se colocava na frente do sujeito, que parava e fitava a mesma, com um sorriso no rosto e quando a mesma o cumprimentava, o loiro retribuía. Ele também escutava a pergunta de Hara sobre se ele queria fazer parte da tripulação dela. O homem dos dois corvos, sorria com a pergunta e tocava no chapéu e respondia. – Eu não vou recusar. Mas também não vou aceitar de cara. Te darei a resposta em breve, não saia da ilha. Com isso, o homem se desviava de Sakura e continuava a andar, com os corvos no céu o acompanhando.

A lanceira então, continuava o seu caminho para uma taverna, sem saber a exata direção, ela entrava numa Taverna, aonde os funcionários vestiam roupas de uniforme escolar. Na verdade, apenas tinha uma funcionária visível, tinha cabelos azul, uma pulseira azul na mão direita. Então, Hara gritava, perguntando se alguém queria fazer parte da tripulação dela, mas o local estava abrindo aquele momento, e só tinha aquela empregada no local, arrumando o local. A funcionária olhava para a garotinha de doze anos e dava uma curta risada, caminhava até ela e limpava a garganta e perguntava, se agachando para ficar na mesma altura que Sakura. – Você não é muito nova, para querer formar uma tripulação? Em nenhum momento, a moça criticava ou repudiava a atitude da menina, perguntava curiosamente, com um sorriso no rosto.




Homem loiro com corvos:
 

Mulher de cabelo azul:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

R.I.P:
 


Chibis:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyTer 10 Jan 2017, 15:46

Akul Post: 02 Ganhos: -X- Perdas: -X-
Desafeto.



“A ignorância é uma benção...” – Pensava comigo, enquanto caminhava pelas ruas de Las Camp. Pude comprovar a simplicidade que suas infraestruturas transmitiam, assim como a notável expressão de raiva estampada nos rostos dos transeuntes, somados do olhar assustado e amedrontado dirigidos a mim por esses bandos de ignorantes. Não que eu me importe, eu até dou inteira razão, as pessoas temem o desconhecido, por isso a ignorância é uma benção, quando no meu caso o conhecimento é tão malditamente assustador.

No bar veio à minha mente o mesmo cenário de antes,  só que agora, pra ajudar, eu era completamente ignorado. Eu não era bobo e nem nada, estava em desvantagem numérica, desarmado e não havia encontrado nenhuma saída viável que estivesse ao meu alcance, eu não iria me colocar em perigo. É lógica, a minha real vontade era esmagar o pescoço do filho de uma prostituta que me mandou ir para a puta que pariu e me mandou sair da ilha, como um covarde que ele era, nem mesmo foi capaz de mostrar seu rosto e se escondeu atrás das vaias dos colegas. Muito provavelmente se eu tivesse acesso a ele seria uma tarefa tão difícil quanto tirar a boneca de uma criança. Procuraria por entre os clientes do estabelecimento encontrar o autor da falácia, se o encontrasse apenas tentaria traçar seu perfil e guardar sua aparência para o futuro.

Sem respostas, sairia da taverna, seria hora de mudar meu foco, era necessário estar preparado para combater a altura gestos como o daquele homem, eu iria procurar me armar. De volta as ruas de Las Camp eu abordaria a primeira pessoa que estivesse em minha frente. – Onde encontro uma loja de armas aqui nessa ilha?. – Se obtivesse minha resposta logo na primeira tentativa, perfeito, seguiria para o lugar indicado. Senão, continuaria a perguntar sucessivamente até que encontrasse minha resposta. No caso de encontrar por conta própria sem ter que depender das pessoas, melhor ainda, entraria imediatamente.

Chegando à loja, mais uma vez não esperaria por uma boa recepção. Colocaria o meu intelecto estrategista em ação desde o principio momento e logo iria analisar o local, se havia muitos clientes ou não, uma rota de fuga alternativa, câmeras de vigilância, todo o necessário. Meu objetivo era roubar uma katana, mas só faria no caso de não haver muitos clientes na loja. – Meu senhor/senhora, eu gostaria de comprar uma katana. – Sacaria a quantia máxima de 30.000 berries que eu tinha e colocaria sob o balcão - objeto normalmente utilizado para atender os clientes - rente ao meu corpo, um pouco para a esquerda. Esperava que, em uma sequencia natural dos fatos, o(a) atendente me entregasse a katana para então pegar o montante do dinheiro. Quando a katana estivesse no meu alcance e o(a) atendente fosse colocar as mãos no dinheiro, eu levaria minha mão esquerda na direção do dinheiro ou mão do atendente como forma de interceptar o recebimento do dinheiro, e a mão direita livre, usufruindo de minha aceleração privilegiada, direto no pescoço do(a) atendente e apertaria fortemente, então eu iria arremessá-lo(a) para fora, por cima do balcão e o jogar o mais longe possível.

Prontamente pegaria a katana e o dinheiro e procuraria sair do estabelecimento o mais rápido possível. Se nesse período de tempo alguém tentasse defender/ajudar o(a) atendente eu iria utilizar de cotoveladas e jogo de corpo para tirar a pessoa do alcance. Se tivesse exito no roubo da katana, manteria ela em uma posição que fosse do tronco até o topo da minha cabeça cabeça. Trata-se de uma posição média, ideal para qualquer nível, e que permitiria que eu me defendesse de possíveis ataques de uma maneira razoavelmente veloz, além de aumentar minhas chances de me deixar apto a atacar de vários ângulos. Usaria de ataques aleatórios tanto na diagonal como na vertical, de cima para baixo, de baixo para cima, da esquerda para direita, da direita para a esquerda, até que conseguisse sair do estabelecimento. – Essa katana me pertence agora, meu caro. – Na pior das hipóteses, se estivesse muito cheia de clientes, eu hesitaria, pegaria a katana e pagaria pela quantia necessária e sairia do estabelecimento.

Caminharia pelas ruas de Las Camp procurando por algo interessante a ingressar.



Nota:
 
Histórico:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hara Sakura
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Hara Sakura

Créditos : 6
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 9010
Feminino Data de inscrição : 16/12/2016
Localização : Navegando

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyTer 10 Jan 2017, 17:13



Minhas encaradas arrancam expressões até que amistosas das pessoas, vulgo sorrisos, sendo que, o sorriso mais chamativo vem de um idoso, pelo simples fato de ele não ter um dente sequer.

"Nossa! Cadê os dentes dele?"

Penso, em um misto de surpresa e curiosidade, nunca havia visto um velho, muito menos alguém totalmente banguelo. Entretanto, não deixo de sorrir de volta para todos os que sorriram para mim, em um gesto de pura simpatia. Após decidir meu rumo, começo minha caminhada pela cidade, bastante animada e atenta. Até que avisto uma pessoa bem chamativa, trata-se de um homem rodeado por corvos, com um buraco repulsivo em seu olho direito.

Não sinto medo e nem hesito de falar com ele, na verdade fico até um pouco empolgada, o sujeito seria perfeito para meu bando, tem um ar de misterioso e aparenta já ter uma certa experiência, afinal ele não tem um olho! Deve ser bem forte. Quando faço a oferta, ele me responde com algumas palavras confusas, partindo logo em seguida.

"Como assim? Ele vai ou não ser do meu bando?"

Pergunto a mim mesma, bem confusa e tentando entender o que ele quis dizer. O primeiro fato marcante sobre o sujeito é a atração dos corvos por ele, não deixava de apreciar aquilo, era algo incomum e bem diferente.

- Como será que ele faz isso? - Perguntaria em um sussurro, imaginando-me rodeada de corvos, uma cena bem interessante.

Porém, a coisa mais marcante e chamativa nele, é a ausência do olho direito, só de observar aquilo, sinto diversos calafrios percorrem por todo meu corpo, é certamente um ferimento nada agradável de se ver, mas eu buscaria resistir. No passado conheci minks com ferimentos diversos, alguns que podem até se assemelhar ao do sujeito, e por isto meio que consigo me acostumar sem grandes problemas, embora ainda seja uma novidade a qual faz minha barriga revirar, ao menos nos primeiros momentos em que vejo alguém assim. Entretanto, não ligava muito para isso, era apenas um detalhe na aparência dele, o que realmente me interessa é se ele vai fazer parte do meu bando ou não.

Foram com estes pensamentos que segui meu caminho, até finalmente avistar o que parece ser uma taverna, não perdi tempo e adentrei no estabelecimento, gritando imediatamente na esperança de que todos escutassem minha oferta, mas para a minha surpresa, só há uma pessoa presente no local, uma garota com roupas estranhas e cabelo azul.

"Ué? Esses lugares não deviam ser cheios? Como vou recrutar pessoas assim?" Penso, bastante confusa, me perguntando se entrei no lugar errado, talvez o estabelecimento não seja uma taverna.

A moça de cabelo azul caminha até mim, ela se agacha e diz algumas palavras, eu nem sequer pensaria duas vezes antes de responde-la, sendo bem direta e mostrando um sorriso inocente.

- Não sou não. Zhao disse que virou pirata quando tinha dez anos. - Responderia e concluiria com uma afirmação, bem confiante - E eu serei a maior pirata de todas! -

Após a resposta, seria a minha vez de fazer perguntas para ela.

- Moça, você quer se tornar uma pirata comigo? E isto daqui é uma taverna? Me disseram que tavernas são bons lugares para encontrar pessoas que desejam ser piratas. -

Perguntaria com bastante naturalidade, enquanto observaria os arredores, na busca por mais detalhes da taverna. Apesar de manter um aspecto otimista, eu na realidade estava com fome, não comia bem a alguns dias, afinal, não parti de Kyanon com muita comida em meu bote. Não sabia ao certo se o lugar oferecia comida, mas não deixaria de buscar saber.

- Aqui vende comida? Eu estou com fome. -

Mudaria minha expressão para uma mais abatida, levando a palma de minha mão direita até a barriga, a qual alisaria sutilmente, aguardando por alguma resposta. Se ela me responder com um sim, eu pularia em animação. - Eba! - Exclamaria e entregaria meus cinquenta mil berries para a garota de cabelo azul. Sentaria em qualquer assento próximo, esperando que ela me traga algo bom de comer, e se ela realmente trazer algo, comeria com certa pressa, até satisfazer minha fome.

Porém, se ela der uma resposta negativa, manteria a expressão de desanimo por alguns instantes. - Tudo bem. - Diria, tentando me conformar.

Independente da situação, voltaria para minha expressão amistosa, e torpedaria a moça com diversas perguntas.

- Moça, qual seu nome? Eu me chamo Sakura! Qual sua idade? Como esta ilha se chama? Como eu encontro pessoas para meu bando? O que tem de divertido para se fazer aqui? -

Faria todas as perguntas sem pausas entre elas, por estar bem empolgada, afinal, esta moça poderia se tornar minha nova amiga, minha primeira amiga humana e só de pensar nisto a empolgação vem toda a tona, fora que eu ainda tenho muitas dúvidas sobre a ilha e sobre como me tornar uma pirata de verdade.

Post: 02
Vantagens: Ambidestra, Visão na Penumbra, Aparência Inofensiva e Liderança.
Desvantagens: Curiosa, Devoção e Sinceridade Excessiva.
Perícias: Acrobacia, Doma e Treinamento.
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Npcs: Em Breve
Ficha: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Comentários: Adorei seu post *-*
Objetivos:
[ ] Encontrar o Akul (Blind).
[ ] Conseguir uma lança.
[ ] Me tornar uma pirata procurada.
[ ] Recrutar npcs para meu bando.
[ ] Conseguir uma embarcação.
[ ] Viajar para Ilusia Kingdom.

Credits: Masquerade Girl by [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
OverLord
Pirata
Pirata
OverLord

Créditos : 31
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 4010
Masculino Data de inscrição : 31/03/2012
Idade : 23

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyQua 11 Jan 2017, 22:56

Akul estava irritado, queria esmagar o pescoço do sujeito que havia falado com ele, mas o tritão percebia que estava em desvantagem numérica e com apenas uma porta de saída logo atrás dele. O peixe procurava buscar o autor da fala para marca-lo para referências futuras, mas era inúmeras pessoas, que ele não conseguia achar o autor e com isso, saia com o rabo entre as pernas daquele estabelecimento e com a saída de Akul, a taverna retornava ao normal. O sujeito agora procurava por uma loja de armas, ele, como da primeira vez, parava uma pessoa.

Sorte ou azar, era a mesma que havia lhe indicado a taverna que então, apontava para uma loja de armas e saia de vista do tritão. Akul ia até o estabelecimento e ao entrar, ele analisava o local e via que tinha apenas um cliente, olhando as armas. Akul botava a quantia de trinta mil no balcão e pedia uma espada, fazendo o vendedor pegar a arma branca e colocar na bancada. Com uma mão, o vendedor levava até o dinheiro, mas era interpelado pela ação de Akul, que uma mão ia na direção do cara enquanto que a outra, com uma velocidade boa, ia no pescoço que começava a perder o fôlego. O tritão tentava joga-lo para o lado dele, mas era impedido por duas picadas e de repente, tudo ficava preto. O vendedor ainda assustado, gaguejava agradecendo o homem.

Hara havia ficado curiosa sobre o homem com os corvos, queria saber como ele fazia aquilo, a ausência do olho foi o que revirava o estômago da garota por alguns segundos e então, Sakura já estava na taverna, aonde ela havia gritado e uma garota de cabelo azul havia feito algumas perguntas para a menor. Hara falava sobre um tal de Zhao e que ele havia virado um pirata aos dez anos de idade e em seguida, a garotinha afirmava que ela seria a maior pirata de todas, fazendo a moça de cabelo azul rir, pois ela ainda era uma criança e era pequena, comparada a ela.

Hara enchia a moça de perguntas, como se ela queria se tornar pirata com ela, se aquele local era uma taverna e dizia uma afirmação verdadeira. Tavernas era um ótimo local para se conseguir companheiros. A mulher sorria e dizia para ela, enquanto se levantava. – Não sei se eu seria uma boa pirata. E sim, aqui é uma taverna, mas estamos abrindo ainda, precisamos arrumar as cadeiras e limpar um pouco.  A lanceira começava a olhar ao arredor, ela podia notar que era uma taverna simples, aonde quem trabalhava vestia um uniforme escolar feminino.

Hara questionava a mulher se naquela taverna vendia comida, a moça sorria e afirmava com a cabeça, a garotinha botava a mão na barriga, mostrando que estava faminta e a empregada ia para trás do balcão. A lanceira parecia alegre, dava um pulo de animação e se sentava próxima da bancada e entregava todo o dinheiro que ela tinha para a mulher, a moça achava estranho e devolvia praticamente tudo, só havia retirado cinquenta berries. A mulher botava uma comida e uma bebida simples para a garota, que comia rapidamente e bebia.

Agora, Hara lançava novas perguntas para a moça, perguntando seu nome, ela se apresentava, perguntava a idade da mulher. Também perguntava qual era o nome da ilha que estava, aonde encontrava pessoas para o bando dela e o que tinha de divertido para fazer na ilha. A mulher se sentava ao lado de Sakura e respondia. – Sou Mitsuna, prazer em conhece-la, Sakura. Tenho dezenove anos e está ilha se chama Las Camp. Bem, sobre alguma coisa divertida? Não sei, aqui não é uma ilha de diversão, é mais sobre estudos.

Mitsuna se levantava e passava a mão sobre suas roupas e dizia para a lanceira, enquanto caminhava para a porta. – Eu ainda tenho alguns minutos, antes dos clientes virem. Vamos comprar alguma arma para você se defender, futura maior pirata.  A garota ia até a outra porta e avisava os demais que ia sair por alguns minutos e então, retornava para a porta, na espera que a garotinha fosse junto.

Em algum canto da ilha, um sujeito entrava numa casa, aonde tinha um outro sujeito, encapuzado e cheio de coisas antigas e ele dizia. – O que você quer?  O homem suspirava e se sentava na frente do homem e perguntava. – Eu quero saber, se os deuses vão me ajudar no dia de hoje.  O ouvinte escutava o que o primeiro tinha a falar e logo após, mexia em ossos e pedras, poderia ter algo místico naquilo? Talvez. Ou talvez, ele apenas estivesse mexendo por vontade. – Você quer dizer o convite daquela garotinha?   O homem olhava para o “dono da casa” e afirmava com a cabeça. – Eu vejo um oceano. Dois navios. Três lados. Eu vejo morte.  O homem se levantava e perguntava. – Quem morre? A garota? Eu me darei bem, aceitando ou recusando a proposta?  O sujeito que estava escutando e respondendo, respondia. – Você faz muitas perguntas.  Então, ele esticava a palma da mão para o homem e o primeiro lambia e saia do recinto.

Quando Akul acordasse, ele se veria algemado. Nas mãos e nas pernas, debilitando a movimentação do tubarão. Ao lado dele, ele poderia ver um tritão polvo, com oito tentáculos na mesma cela que ele. Na cela da frente, ele podia ver um lobo e um gorila de pelagem escura. Na cela à esquerda, tinha um lagarto e do lado daquele mink, tinha outra pessoa, que não dava para ele distinguir. Todos com algemas nas mãos e pés, incapacitando os movimentos, iguais aos de Akul.

As celas estavam no que parecia ser no andar debaixo de um navio e a prova de som. Tinha cinco celas contendo duas coisas dentro, mas para a nossa história, só vai importar a da frente e a da esquerda.

Gorila:
 

Lobo:
 

Lagarto:
 

Polvo:
 

Homem loiro com corvos:
 

Mulher de cabelo azul:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

R.I.P:
 


Chibis:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Convidado
Convidado
avatar


#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyQui 12 Jan 2017, 19:24

Akul Post: 03 Ganhos: -X- Perdas: -X-
Cárcere.



“O que foi aquela picada de antes?” – Após retomar a consciência tomei conhecimento da minha terrível situação. Estava algemado com as mãos para trás e nos pés. – Filho de uma puta. – Era a primeira palavra que me vinha a cabeça pensando no responsável pela picada. Fazendo-me companhia estava também um tritão, porém polvo. Sentia muito que estivéssemos nos encontrado em um momento como esse, a expectativa por ouvir histórias acerca da ilha dos homens peixes eram as melhores, e esse não era um momento adequado. – Ei colega, sabe me informar onde estamos? Que merda de algemas é essas? Quem são essas pessoas que nos sequestraram? – Não estávamos a sós, via um lobo e um gorila na cela a minha frente, e na cela ao lado à esquerda, um mink lagarto. “Isso não foi acaso, mas sim de caso pensado. Eu não tenho memória fotográfica ou algo do tipo, mas estou certo de que a mesma pessoa me falou sobre a taverna e a loja de armas, é muita informação pra assimilar. Eu estava sendo observado desde que coloquei os pés nessa ilha.”

– Ei homens, há quanto tempo vocês estão aqui? Eu não sei vocês, mas eu não tenho interesse em permanecer aqui por muito mais tempo. – Diria em um som audível para que todos escutassem, me debatendo tentando estourar as algemas, bateria as algemas das mãos na parede, uma, duas, três... cinco vezes, se visse que não daria em nada, cessaria.

Era a hora de pensar em uma forma de escapar dessa situação de merda. Como um tubarão, sabia da possibilidade de “tirar” os dentes de minha boca - algo natural de minha espécie e que já aconteceu comigo anteriormente, quando os dentes da fileira da frente começavam a quebrar ou ficar gastos eles eram substituídos pela fileira que vinha logo atrás, ou seja, eles cresciam automaticamente - o grande problema é que minhas mãos estavam presas nas costas então eu não tinha como simplesmente arrancar os dentes com os dedos, teria que ir além. Primeiramente, tentaria arrancar com a força da língua - muitos dizem ser o músculo mais forte do corpo - se conseguisse, ótimo. Minha segunda opção era torcer pelo bendito polvo não ser surdo, então eu o faria um pedido. – Ei polvo, você quer sair desse lugar? Então anda logo e me da uma cabeçada bem na boca, suficiente pra arrancar meus dentes... Tenho algo em mente, confie em mim. – Com a cabeçada esperava que ao menos um ou dois dentes cedessem, confiante que me manteria sóbrio, um desmaio a essa altura do campeonato só iria piorar a situação, se não conseguisse de primeira, tentaria mais uma vez. O principal foco seria conseguir me libertar das algemas, pegaria um dente ao chão e começaria a serrar a algema, senão, iria inserir o dente entre o mecanismo de bloqueio e os dentes da algema. Deslizaria-o para dentro do mecanismo de bloqueio para que ele passasse ao longo dos dentes; basicamente, estaria inserindo-o dentro da algema ao longo do aro. Com o dente servindo como um calço no lugar seria a hora de apertar um pouco a algema. Conforme eu estivesse apertando a algema, eu empurraria o calço. Acreditava que ao término desse procedimento, a algema deveria estar destravada. Se tivesse êxito, ajudaria meu colega prontamente, pois se funcionou comigo, daria certo com ele também.

Outro cenário, precisaríamos agora nos libertar da cela. Acreditava que o polvo e seus tentáculos teriam uma maior flexibilidade e alcance para chegar até a fechadura/tranca da cela. – Vamos colega, estamos quase lá, conto com você para nos tirar dessa cela, pegue o meu dente e insira na fechadura. – É claro, se ele me recusasse, eu mesmo tentaria chegar até o objetivo. A intenção era manusear o dente na parte de baixo da fechadura e colocar certa pressão no dente, ao levemente empurrá-lo para baixo com o polegar, até conseguir destrancar a porta. Se conseguíssemos nos libertar, procuraria auxiliar os demais encarcerados.

– Ei homens, vamos chutar a bunda desses filhos das putas. – Acreditando estar no andar debaixo de um navio, procuraria a primeira escada que desse acesso à parte de cima. Durante o trajeto se nos depararmos com algum grupo de inimigos eu procuraria atacar áreas como o rosto, as têmporas, a garganta, os rins ou o plexo solar para deixá-los incapacitados, com socos, chutes ou mordidas se necessário. Tudo o que fosse possível para garantir a minha segurança. Se necessário, atacaria os olhos ou a garganta. Quando percebesse perigo em alguém se aproximando, usaria a perna de trás para atingir o inimigo com força entre o peito e o abdômen e empurrá-lo. Ou então, projetaria meu braço do mesmo lado em que estivesse vindo o ataque, com o cotovelo flexionado e os dedos abertos procurando aumentar minha área de defesa, simultaneamente, fecharia o punho da outra mão e desferiria um soco em uma das áreas vulneráveis da cabeça do adversário, como o queixo, o nariz ou a garganta. Chegando à parte de cima do navio, repetiria os mesmos passos citados a cima, até que encontrasse uma saída e me dirigisse a ela.

Se não conseguisse tirar os dentes, iria procurar enxergar a situação com outros olhos. – Ei droga, vocês tem algo em mente pessoal? – Também procuraria em minha cela algum item que pudesse me ajudar em minha fuga.



Nota:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 


Última edição por Blind1 em Sab 14 Jan 2017, 01:47, editado 2 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hara Sakura
Estagiário Narrador
Estagiário Narrador
Hara Sakura

Créditos : 6
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 9010
Feminino Data de inscrição : 16/12/2016
Localização : Navegando

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptySex 13 Jan 2017, 02:37



Estava contente, não tinha errado o estabelecimento, entrei de fato em uma taverna, e a moça de cabelo azul foi quem confirmou este fato para mim. Para ajudar mais ainda, o lugar oferece comida, em um pulo de alegria, me sentei em uma cadeira, ansiosa pela refeição. Quando a comida chegou, devorei com certa pressa, e nem sequer repararei no que estava comendo e bebendo, não que isso fizesse tanta diferença para mim, afinal, não sou exigente em relação ao que como.

Satisfeita, escuto atentamente as respostas de Mitsuna, ela também se apresenta, revelando seu nome. "Estudos?" Eu não era do tipo estudiosa, o máximo que tal palavra me faz recordar, é de ter aprendido a ler e escrever com os minks, tal como algumas aulas de história que tive, a grande maioria sobre contos de piratas, e uma particularmente sempre me chamou a atenção, era a minha favorita... Trata-se de uma história fascinante, sobre um bando pirata, eram conhecidos como Wild Pirates. O capitão teve um fim trágico, mas seu legado foi e ainda é algo realmente muito interessante, não o tesouro em si, mas a aventura de ir atrás do One Piece, isso muito me interessa, parece algo bem legal, e só de pensar já fico bem empolgada.

Acabo ficando com minha mente um pouco distante, devido aos pensamentos que pairam por ela. Porém, a voz de Mitsuna me traz de volta para a realidade. Ela fala algo sobre comprar uma arma, e conseguir uma lança é a primeira coisa que passa pela minha mente.

- Ok, vamos lá! - Responderia, com certa animação.

Me levantaria da cadeira e acompanharia Mitsuna, me mantendo ao lado dela. Ela havia devolvido quase todo meu dinheiro, não entendi bem o porquê, porém, acreditava que conseguiria comprar uma lança com o que ainda tenho. Apesar dela ter recusado indiretamente meu convite para o bando, eu sempre fui bem insistente e não desistiria tão facilmente de recruta-la, até porque ela me parece uma pessoa bem legal e confiável.

- Eu acho você daria uma ótima pirata... Afinal você é legal - Diria com um sorriso no rosto. Estava sendo sincera, até agora a moça se mostrou bem legal comigo - Ser pirata é bem legal, você é livre para ir aonde quiser, não iria precisar ficar só aqui, nesta ilha. - Já nem recordava mais o nome da ilha, até porque não é algo do meu interesse.

Acompanharia Mitsuna até o lugar onde vendem armas, e assim que chegar, já anunciaria o que eu desejo comprar, sem nem sequer avaliar os produtos disponíveis. - Eu quero uma lança! - Outros tipos de armamentos nunca foram do meu agrado, ainda mais pelo fato de eu não saber manuseá-las, coisa bem diferente com lanças. Entregaria meu dinheiro para Mitsuna, para que ela entregue para o vendedor(a), ou então entregaria diretamente para ele(a), caso eu já esteja dialogando com tal.

Caso eu consiga efetuar a compra, pegaria a lança com ambas as mãos e observaria a arma com mais atenção, contente com a nova aquisição.

- Obrigada - Diria em agradecimento.

Acompanharia Mitsuna caso ela vá para outro lugar, até porque eu não sei bem para onde ir, ela havia falado que a taverna ainda ia abrir, então eu provavelmente teria de aguardar um pouco, até que surjam pessoas no lugar.

No caminho de seja lá onde ela decidir ir, ou até mesmo na própria loja, caso a gente não tenha saído ainda - e se a gente tiver chegado nela -, eu tentaria conversar mais um pouco com Mitsuna, a conversa de mais cedo despertou uma profunda dúvida em mim... O momento em que me recordei da história do rei dos piratas e seu bando, os Wild Pirates, eu também me lembrei da ilha em que ele morreu, Loguetown, estava curiosa, como será que esse lugar é? Como chegar lá? Buscaria sanar estas dúvidas com Mitsuna, até porque eu não conheço nada de geografia, nem sequer lembro o nome da ilha que vim, só me lembro de Loguetown por ser uma ilha especial, que foi citada bastantes vezes em uma história da qual gosto muito.

- Mitsuna, você conhece Loguetown? Como eu chego lá? -

Se retornarmos para a taverna, buscaria me acomodar em algum acento livre, seja próximo a algum balcão ou ao redor de uma mesa, não ligaria para isso. Aguardaria até o lugar ficar mais movimentado, para depois pensar no que fazer. Ficaria observando atentamente quaisquer clientes que adentrem o estabelecimento, para decidir quem chamar para meu bando.

Post: 03
Vantagens: Ambidestra, Visão na Penumbra, Aparência Inofensiva e Liderança.
Desvantagens: Curiosa, Devoção e Sinceridade Excessiva.
Perícias: Acrobacia, Doma e Treinamento.
Ganhos: N/A.
Perdas: 50 Berries.
Npcs: Em Breve.
Ficha: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Comentários: Desculpa se ficou ruim.
Objetivos:
[ ] Encontrar o Akul (Blind).
[ ] Conseguir uma lança.
[ ] Me tornar uma pirata procurada.
[ ] Recrutar npcs para meu bando.
[ ] Conseguir uma embarcação.
[ ] Viajar para Loguetown.

Credits: Masquerade Girl by [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
OverLord
Pirata
Pirata
OverLord

Créditos : 31
Warn : #1 When the hunter becomes the hunted 4010
Masculino Data de inscrição : 31/03/2012
Idade : 23

#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted EmptyDom 15 Jan 2017, 00:43

Akul acordava finalmente na cela, ele notava seu companheiro de cela e os outros da cela da frente e do lado, ele tirava conclusões precipitadas sobre quem estava por trás daquilo, ele achava que era o garoto coincidência, aonde fora ele, que havia dado a informação da taverna e da loja de armas para o tritão. Ele perguntava para o polvo sobre a localização deles, sobre as algemas e quem eram as pessoas que haviam feito aquilo com eles. O polvo então, dizia. – Bem, estamos num navio. As algemas são para nos prender e as pessoas, provavelmente mercadores de mercadorias valiosas. Traficantes.

Ele questionava o grupo misto de quanto tempo eles estavam lá, enquanto batia suas mãos na parede, na intuição de quebrar o que prendia as mãos dele, mas havia sido em vão. O polvo dizia. – Três dias. Já o lobo, respondia dois dias. O gorila, dizia. – Eu estar aqui, quatro dias. O lagarto então, respondia. – Seis dias. A única ideia que vinha na mente do tritão, era de retirar suas mandíbulas e quebrar as algemas, só que os braços dele estavam para trás e com sua língua não seria eficiente, por isso, ele pedia a ajuda do polvo, pedia para que ele desse uma cabeçada nele para que os dentes caíssem, o tritão escutava, mas era interpelado pelo lagarto que dizia. – Um outro tritão pensou a mesma coisa, mas não deu certo. Na melhor das hipóteses, ele está em outro local. Na pior, morto.

Com isso, o polvo voltava ao que estava fazendo antes, olhar para o nada e sem nenhuma ideia, Akul questionava se alguém tinha algo em mente, o mink da cela ao lado então, virava um pouco para o lado, mostrando as costas para a dupla de tritão e o espadachim poderia ver que a mão esquerda não tinha e a algema só estava agora de um lado. Mas a mão esquerda parecia estar retornando numa casca aos poucos e em seguida, o lagarto voltava para a parede com as costas encostada nela. – Só esperar o momento certo agora, para eu tirar a outra e conseguir abrir a cela.

Hara e Mitsuna saiam da taverna e iam na direção da loja de armas, a garotinha não desistia de chamar a mulher para seu bando, a mesma sorria para o que a menina falava, não respondia a lanceira e quando chegavam na loja, Mitsuna deixava que a garotinha agisse sozinha, a menina entrava na loja e já pedia uma lança. O vendedor dava um sorriso para a garota e lhe entregava a lança, dizendo o preço. 30.000.

Enquanto ela adentrava, a mulher ficava pelo lado de fora e lá, ela começava a ser assediada por quatro homens, cobrindo a presença dela ficando envolta dela e segundos depois, ela ficava inconsciente. Hara então, ao pagar começava a sair da loja e poderia ver Mitsuna ser levada por quatro homens de estatura normal e se a lanceira os seguisse, a perseguição a levaria para um local um pouco abandonado, uma casa um pouco grande, mas simples e lá, ela poderia ver um cavalo acoplado com uma carroça.



Gorila:
 

Lobo:
 

Lagarto:
 

Polvo:
 

Homem loiro com corvos:
 

Mulher de cabelo azul:
 

____________________________________________________

- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

R.I.P:
 


Chibis:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




#1 When the hunter becomes the hunted Empty
MensagemAssunto: Re: #1 When the hunter becomes the hunted   #1 When the hunter becomes the hunted Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
#1 When the hunter becomes the hunted
Voltar ao Topo 
Página 1 de 20Ir à página : 1, 2, 3 ... 10 ... 20  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: West Blue :: Las Camp-
Ir para: