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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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Axell
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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySeg 26 Dez 2016, 20:53

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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Pedrão
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySeg 27 Fev 2017, 02:47




RISE OF THE DRAGON


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Em frente à ferraria, o indivíduo respondia de maneira bem simpática, chegando a incentivar o loiro a continuar usando soqueiras. Não que Ryu se importasse muito com o modelo do seu próximo equipamento, afinal, tudo o que lhe interessava era que fosse confortável, e também o mais resistente e impactante possível. No entanto, por questão de educação, e retribuindo a gentileza do ferreiro, ele concordou positivamente com a cabeça.

- Não é como se eu dependesse desse tipo de arma apenas, mas imagino que você tenha razão, será mais fácil me adaptar a algo que já usei anteriormente. – diria com um sorriso no rosto, deixando claro que a arma em si não era um fator tão determinante, até porque, não passava de uma simples extensão do seu corpo. Sua força vinha unicamente do seu físico bem treinado, e também da sua experiência de batalha, ainda que essa não fosse muita.

- Hehh, elas parecem muito boas, você se importa que eu prove... – Embora parecesse uma pergunta, Ryu falava com um tom de afirmação. Apanharia as soqueiras independentemente da resposta do ferreiro, e as encaixaria nas mãos observando, é claro, se eram confortáveis e serviam bem nos seus dedos. Em seguida, afastar-se-ia um pouco de Li Wan e Jacob. Queria testá-las sem correr o risco de machucar qualquer um dos dois.

“Hmmm, a pegada é diferente, compacta, mas só saberei se é bom depois que testar.” – Abriria e fecharia as mãos analisando o produto cautelosamente. O rapaz não era nenhum especialista em equipamentos e armas, entretanto, ele era um boxeador, e sabia avaliar se aquilo lhe seria útil ou não. Primeiro, formaria uma base protegendo o rosto com os punhos fechados, enquanto os cotovelos permaneceriam apontados para baixo protegendo o tronco.

“Primeiro, um jab.” – Desferiria um soco rápido e sem muito impacto com o punho esquerdo, “perfurando” o ar. As pontas na soqueira pareciam lhe dar uma sensação diferente, agradável ou talvez fosse somente uma impressão. Ryu ficou empolgado mantendo um sorriso no canto dos lábios, e aproveitando o momento, lançaria mais socos no ar até ficar satisfeito. Depois que testasse, devolveria ao ferreiro colocando as peças delicadamente em cima da mesa.

- Eu gostei, irei levar. Você tem algum nome para elas? – Falaria enquanto procurava nos bolsos apertados da calça o pouco dinheiro que tinha, chegando a ficar com um semblante decepcionado ao constatar que a grana não dava para absolutamente nada.

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– Cinquenta mil berries... Isso não da nem para metade. – Guardaria as cédulas amassadas com um sorriso trémulo nos lábios enquanto lágrimas escorriam sem parar pelas maçãs do seu rosto. Dessa vez ele teria que apelar para a generosidade do cozinheiro ao seu lado.


- Ei aniki, o que acha delas? – Ryu nunca foi o tipo de pessoa que deu importância a algo tão banal quanto dinheiro. Por ter vivido toda a sua vida na floresta ele nunca tinha precisado tanto disso como agora. O berries era a moeda do mundo civilizado, e inevitavelmente Tetsu teria que se adequar a essa realidade caso quisesse sobreviver.

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- Eu estou duro, você pode comprar um par para mim certo? – Exibiria um sorriso no rosto, sem vergonha de mendigar as soqueiras. Assim que terminasse o que tinha para fazer na ferraria, Ryu agradeceria o atendente curvando a cabeça, guardando o par de soqueiras novas no bolso (caso fosse comprado). Depois, acompanharia Jacob nos lugares que ele quisesse ir. A verdade é que o grupo precisava se preparar para sua próxima viagem, e suprimentos eram primordiais para a sua sobrevivência no oceano.

- Além de comida, precisaremos também de um barco. Eu realmente gostaria de ter um só pra gente, assim não teríamos que ficar pedindo carona por ai, fora que somos piratas, certo? Que tipo de criminosos nós seríamos sem pelo menos uma bandeira? – À medida que caminhasse, levaria a mão direita suavemente ao queixo com uma expressão pensativa. Planejar era uma tarefa simples, já executar... Eram outros quinhentos.

- Duvido muito que tenhamos dinheiro para comprar um, a não ser que a senhorita Li Wan-chan esteja bem das finanças. – Esfregaria uma mão na outra mostrando um sorriso malicioso que ia de uma orelha a outra. Era uma expressão assustadora, diga-se de passagem, e ao mesmo tempo engraçada. Li Wan provavelmente soltaria gargalhadas por causa do temperamento tão infantil e imaturo de Ryu.

- Nossa segunda opção é roubar um. Também seria legal se conseguíssemos mais um amigo para nos acompanhar. – Brincadeiras a parte, o rapaz passaria seriedade em suas palavras. Ele não tinha proficiência em nada, e tanto Jacob quanto Li Wan, apesar de serem úteis de alguma forma, não eram navegadores. O grupo precisava de alguém que soubesse navegar em um mar tão perigoso.  




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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptyTer 28 Fev 2017, 12:07

As coisas começaram a se resolver, pouco a pouco, Srta.Li mostrava a sua fragilidade, seu cerne, mas também mostrava a sua coragem. Das muitas coisas que aprendi dês de minha partida a mais incrível foi que as pessoas apaixonadas pela vida não param de lutar.

Toda a cena para mim foi um alívio e foi no momento que tudo estava bem que fomos as compras, os nossos passos nos levaram ao pequeno estabelecimento, nossos pedidos foram atendidos apesar do salgado preço, pude ver a desenvoltura do armamento, leve , propício, ele tinha o Groove e nas mãos certas...foi quando ouvi toda a lenga lenga de Ryu, o mesmo não tinha jeito, sempre uma criança para aspectos gerais e com uma risada falei:

-- Dois pares desse "Groove" meu chapa, vamos levar dois pares dessa belezinha, nem embrulhe, vamos testar elas na praça um com o outro.

E com uma larga risada paguei o homem enquanto dava tapinhas na cabeça do tampinha e ria das caras e caretas que todos ali podiam fazer.

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySex 03 Mar 2017, 03:37




Suprimentos e Furto 24h





Ryu & Jacob



Desejando apenas um equipamento melhor, mais confortável e efetivo, Ryu ouve a sugestão do ferreiro panda, já que já estavam utilizando soqueiras, a adaptação ia ser mais fácil. Podia ter um sotaque de caipira, mas ele sabia do que falava, aparentava trabalha com aquilo há algum bom tempo. Ryu concordou humildemente com o homem e pediu para às provar, porém já as pegando e equipando para o fazer, o ferreiro responde:



- Me importa eu não me importo, mai custa deixa eu te entrega antes? Caramba - Não tinha um tom irritado quando falou, estava mais com um tom de deboche, de certa forma.


Ryu, afastado dos seus companheiros, começa a fazer uma análise superficial do produto, já que não era nenhum profissional. Podia notar que ela era um pouco mais pesada, mas o ponto de equilíbrio dela era melhor, com alguns golpes básicos no ar, verificou que o impacto seria melhor, além das pontas da soqueira, que pareciam presas afiadas de algum animal, eram bonitas, para um produto simples.

Enquanto dava seus golpes no ar, Li Wan observava o sorriso bobo de empolgação na cara de Ryu e ria baixinho, um pouco reservada. E o ferreiro olhava aquilo e ria alto.

- HA HA HA HA HA Que jeito bão de treina hein rapaz. O nome delas é Presas de Lobo, mas se ocê quise da nome pra elas, sem problema HA HA HA - Parecia que fazia tempo que o velho panda não ria por uma bobagenzinha assim, talvez nem fosse tão engraçado, mas ainda havia servido de alívio cômico.

Porém Ryu que não tinha dinheiro o suficiente, não teve outra opção se não pedir para Jacob, mais parecendo que estava pedindo esmola, ou talvez aquela garota chata que te acompanha nas compras e fica dizendo “que colar lindo!”, induzindo seu parceiro à comprá-las. Por fim, Jacob, dando alguns tapinhas na cabeça do “baixinho” (que não era tão baixo assim, era apenas ponto de vista), Allan faz o pedido de dois pares sem nenhum tipo de embrulho, já que seriam usadas na praça em pouco tempo. Li Wan ficou um pouco preocupada com a frase, enquanto o ferreiro ria como estava rindo antes e respondeu quando se despediu do grupo:

- Vê se toma cuidado com o campeão aí. Esse é perigoso HA HA HA HA - Claramente se referindo a Ryu.

Então o grupo estava caminhando pela rua logo saindo da ferraria e apareciam as dúvidas do que se faria agora. Suprimentos foi a primeira resposta de Ryu, mas além disso: “um barco”. Sim, um barco. Se quisessem cruzar os mares até a Grand Line realmente precisariam de um barco, e não um barco qualquer, já que o caminho até lá não é qualquer botezinho minúsculo que aguenta. Pensou em Li Wan que talvez pudesse ter o suficiente nos bolsos pra arcar com isto, mas a mesma respondeu de cara:

- La-lamento mas eu não tenho nada que possa cobrir o preço de um barco… De-desculpe… - Claramente ela se sentia um pouco culpada por não poder ajudar com isso, mas depois de olhar melhor o rosto debochado de Ryu, ela soltou algumas risadas bem discretas.

Por fim ele pensou em roubar um, além de necessitarem de mais um companheiro para acompanhá-los, já que nenhum deles ali tinha real habilidade em navegação. Ir para a Grand Line sem alguém assim era suicídio.

Enquanto andavam sem destino, chegaram em algo que parecia uma feirinha. Várias barracas com vários produtos e suprimentos, exatamente o que precisavam, além de, claro, várias pessoas pra congestionar a passagem, sem novidades até aí. O que o trio iria fazer agora?







Buzz



Um roubo fácil se mostrou desafiador no momento em que o fator humano se destacou… Claro, ela era a atendente, ela deveria ajudar, mas não deixa de ser um obstáculo complicado na operação, essa que estava indo muito bem até ali, mas a estabilidade era duvidosa, principalmente pela personalidade de Umika e o número de detalhes não calculados. Um deles era o que ele estava tentando lidar neste momento.

Vários pensamentos passam pela cabeça de Buzz, automaticamente, pela sua outra cabeça (no bom sentido). Culpava o universo e a força da natureza pela sua falta de sorte, ou seu erro de cálculo, o que acabou deixando-o em uma enrascada complicada. Mas após uma outra análise da situação, que estava quase ficando constrangedora, Bee brilha sua cabeça com uma solução e finge estar procurando roupas para uma namorada, creio eu que ele realmente queria que fosse verdade, nesse caso, mas isso não era importante. A atendente sorrindo com uma cara padronizada de funcionário que lida com pessoas, o responde:


- Ah ótimo ótimo, verde então, não é? Bem, já que pelo que você falou ela não é muito de vestidos, vejamos uma blusa...- Enquanto ela procurava algo que pudesse agradar, o homem que estava ali antes era então chamado pela mulher do provador, querendo que ele levasse as roupas para ela experimentar, e assim ele o faz, levando algumas peças de roupa que o deixariam ocupado por no mínimo uns cinco minutos. Instantes depois a atendente surge com um conjunto de uma saia azul-escuro e uma blusa verde, folgada com alguns babados nos ombros, um conjunto típico de verão. Pegando o conjunto inteiro em mãos, a atendente se dirige a Buzz.


- Eu recomendo esse conjunto, é algo bem básico, então mesmo não conhecendo sua namorada, eu imagino que isso vá ficar bem nela. Nada muito chamativo nem muito brega. -



Talvez fossem os céus tentando se redimir pela sacanagem anterior, mas as ajudantes que estavam atendendo Umika, depois de escolher diversos “looks” a forçaram a ir para o provador. O grupo passou por Buzz e ela olhou rapidamente para ele e para as roupas que havia escolhido, mas logo depois sua atenção se voltou para o empenho daquelas mulheres em ajudá-la, isso era explicado pela aparência de Umika, que caía muito bem em vários estilos, então elas estavam vendo-a como uma modelo.


A mulher que estava no caixa, chamou a atendente que estava com Bee, essa que deixou o conjunto com o ladrão e foi atender ao chamado lá ao fundo, nos provadores, foi uma breve conversa, mas Bee fez seu movimento rápido, e fingiu, sem muito alarde, se dirigir ao balcão para fazer o pagamento para fugir, e com sucesso o fez, se misturando nos grupos de pessoas que haviam ali, calmo, sem pressa. Olhando para trás ele pôde ver a balconista saindo da loja e olhando para os dois lados mas acabando por não se importar muito e voltando para dentro da loja. O roubo havia sido bem sucedido, por mais que difícil e vergonhoso até. Com isso as roupas foram para dentro de sua mochila e agora a busca era por alguma residência que pudesse lhe proporcionar mais um grande roubo.

Algum tempo andando pelas ruas não se via o quartel e poucas pessoas andavam pela rua também, era uma boa oportunidade. Estava em uma zona residencial, havia uma grande quantidade de casas comuns ali, algumas luzes acesas, outras totalmente apagadas. Mas havia uma casa que lhe chamou atenção. Era grande, parecia antiga, possuía um vasto jardim com vários vasos grandes com plantas e algumas esculturas menores. Sem medo e sem escrúpulo algum, Bee adentra a residência como se nada estivesse acontecendo, para observar e analisar o que havia dentro da casa. Pela frente se viam 3 janelas. Uma era logo ao lado da porta, era uma janela grande, que ia do teto ao chão, estava tapada pela cortina, e outras duas no segundo andar, uma menor no canto esquerdo e uma maior no direito, parecida com a de baixo e ambas com as cortinas abertas. Rodeando mais a casa, haviam mais 5 janelas, duas de cada lado da casa, sendo que as do lado esquerdo, a primeira dava para a cozinha, que exalava um cheiro muito apimentado. E a outra era bem menor e dava para o banheiro, Bee não conseguiu ver por ela, por ser uma portinhola mais alta do que ele alcançava. Do lado direito a primeira janela estava tapada pela cortina, mas era muito próxima da porta de entrada da casa. Posteriormente observou a segunda janela, que dava para um corredor, o que pôde observar deste corredor, olhando para a direita dele, era que havia um trófeu dourado em um estante, parecia pesado e não soube detalhá-lo, e olhando para a esquerda via uma porta entreaberta e ouvia algumas vozes rindo, aparentemente eram duas mulheres e um homem. Neste corredor também haviam 2 portas fechadas, uma bem próxima à entreaberta citada antes e a outra, na outra extremidade. Nos fundos da casa havia mais uma porta, porém estava fechada (não significa trancada, já que tu não tentou entrar).

Seu coração batia forte, mas o sentimento de culpa por roubar de pessoas aparentemente inocentes não estava se manifestando. Como pensou, talvez pudesse estar endoidando, mas descartou a hipótese assim que foi corrigido pela sua própria mente.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySex 03 Mar 2017, 14:46

Quando o cozinheiro vai as compras

As primeiras compras.




Não se preocupe meu chapa, desse “borra botas “ cuido eu.

Minhas palavras eram claras, estava me referindo a Ryu, ele era meu irmão mais novo não por coisas mais simples como o sangue mas pelo maior laço que tivemos , a escolha, enquanto arrumava as soqueiras em minhas mãos observava o caminho que estávamos tomando, sim, era um caminho árduo, um caminho onde nada poderia ser perdoado, mas era um caminho que nós fazia completo , era o caminho que nos edificava e enquanto observava tudo e todos a minha volta me foquei em ver o que aquela bela cidade trazia para mim e para meus aliados, a caminhada não demorou para que eu encontra-se junto com eles a pequena feira, um excelente lugar para começar a comprar suprimentos e então falei  :



Bem “rapaziada”, acho que agora é o momento que a gente se separa, Broto se quiser pode ir com o “Aniki-boy” , nós encontramos mais tarde, sabe como é, um “Chef Maneiro “ nunca faz compras com quem come sua comida, tudo tem que ser uma surpresa ‘ transa o que estou falando?

Com um estalar de dedos finais mostrei que a discussão acabou, apenas acenei e segui, sem olhar para trás, estava de costas com as mãos nos bolsos e observando tudo e todos para que pudesse ter a maior possibilidade de ver os mais variados preços e claro procurando os mais variados ‘ cozinheiros de feira ‘ uma classe que particularmente admirava. As compras que seriam feitas é algo simples, quantidades maiores mas no mais comidas simples que listadas ficariam basicamente com essa metrica :


Batatas – 30 dias para 3 pessoas– 4 refeições
Legumes e Vegetais – 30 dias para 3 pessoas– 4 refeições
Peixes Salgados e Carnes Salgadas (e gordurosas ) – 30 dias para 3 pessoas – 4 refeições
Temperos variados e diversos  - 30 dias para 3 pessoas– 4 refeições
Açucares variados e diversos – 30 das para 3 pessoas– 4 refeições
Equipamentos de cozinha básicos (Facas, panelas e afins )
Frutas diversas – 30 dias para 3 pessoas– 4 refeições



E enquanto a minha busca acontecia o observar das possibilidades de exibição de habilidades também era um foco, afinal de contas um cozinheiro adora competir e com outro cozinheiro então, tudo torna-se divertido e um aprendizado fantástico. As compras tinham de ser barateadas logo sempre o de médio-alta qualidade em sentido de carnes, mas os de alta qualidade em termos de vegetais e legumes ( assim também como os tubérculos e frutas ) para que assim pudesse ser feito os melhores jantares.





bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySex 03 Mar 2017, 23:31

Roupas de verão e troféus convidativos



* Como esperado da minha técnica patenteada de saída de emergência. * Pensava ao ver meu plano dando frutos. A atendente parecia ter engolido toda a história, apesar de que eu sinto que ela não estava nem ai pra mim. Mas quem liga? Tá, eu ligava um pouco, mas isso era irrelevante para o andar do plano. Pensei por um momento em checar se a minha jovem acompanhante ainda estava conseguindo lidar com aquilo, mas nem precisei. Logo que a funcionária me mostrou as roupas, a garota passou por mim e foi guiada aos provadores. Como não vi nenhuma alteração em seu fingimento, decidi tomar aquilo como um "estou conseguindo por enquanto, mas é melhor não demorar muito. Ah, e eu amei essa roupa!" Com isso, e com mais uma ajudinha de Umika para com a minha atendente, consegui sair da loja sem problema nenhum. * Ah, como é bom não ter que arriscar minha vida sem necessidade... * Estava tranquilo, relaxado e esperançoso de que a moça fosse lembrar de sair dali e me esperar no bar de Guin. Estar nesse estado meio zen se fazia necessário. Roubar é de certa forma um tipo de arte: Nem todos podem fazer, e os que podem tem que manter a calma e a atenção para fazer um belo trabalho. Acho que a única diferença entre arte e roubo, é que se você cometer um deslize enquanto afana algo, não tem como simplesmente começar tudo de novo. Para alguns, é justamente essa sensação de perigo que os move a roubar algo. Mas para mim, quanto mais sossegado o roubo, melhor. Talvez isso se dê pelo fato de que eu odeio sentir dor, então evitar coisas que possam causá-la é meio que a minha meta diária.

Prosseguindo com meu objetivo, cheguei até uma casa que possuía um certo charme único, como uma espada antiga ou uma escultura. Aquele local parecia ser tão aconchegante, que não consegui resistir ao impulso de imaginar como seria viver ali com a garota, e deixar para trás o que já havia feito até então. * É um bom pensamento. Com certeza seria mais futuro para ela viver uma vida pacífica nesta ilha, sem se preocupar com os perigos que esperam por nós. Mas o que você faria para sustentar ela? Viraria algum tipo de médico ou empregado em algum lugar? E você realmente se acostumaria à viver preso em um só local? Fora que você já tem uma recompensa pela sua cabeça, então não dá para voltar atrás e tentar do zero. Lide com isso e vamos terminar o que viemos fazer. * Mesmo um pouco para baixo com tudo isso, consegui dar uma boa olhada em uma boa parte do térreo da casa, então já tinha uma ideia do que fazer e até talvez de por onde entrar. Também descobri que haviam algumas pessoas na casa, mas sabia onde elas estavam, então era só evitar entrar naquele cômodo e fazer o mínimo de barulho que eu pudesse. Antes de adentrar na casa, porém, resolvi assumir uma postura cuidadosa e levar em conta que todos os cômodos tinham pelo menos uma pessoa. Eu sabia que não era verdade, porém seria mais seguro assim. Trabalhando com esse pensamento, preparar uma rota de fuga fácil e um jeito melhor de transportar os itens roubados era um bom ponto de partida.

Inicialmente, a primeira coisa que eu pensava em pegar da casa era aquele troféu, mas por parecer pesado, não seria muito inteligente cuidar dele agora. * Se algo der errado, tenho que já ter garantido alguma coisa para fugir dali sem ter nenhum prejuízo. Deixarei o troféu por último, e começarei com coisas mais leves e pequenas. * Como o cômodo à esquerda da janela certamente tinha pessoas, entrar por ali poderia estragar tudo. Por isso me dirigiria até a porta dos fundos da casa, mas não entraria ainda. Antes de começar o assalto, respiraria fundo e tentaria visualizar o que eu estava prestes a fazer. Sabia que roubar aquelas pessoas seria um grande passo para mim, mas não sentia mais aquela tensão de antes. Talvez fosse a inveja que eu tinha deles que inibia minha moral, porém não tinha tempo para isso agora. Se não me sentia hesitante quanto aquilo, ótimo! Da mochila, tiraria minha máscara e a colocaria, tomando um minuto para me acostumar com ela. Faria movimentos de cabeça e verificaria o meu campo de visão, para me adaptar da melhor forma que pudesse. Já pronto, tentaria abrir a porta dos fundos devagar e silenciosamente, para não alarmar ninguém. Se eu não conseguisse abrir a porta, iria até a janela da cozinha e olharia por ela para saber o que havia ali. Não havendo ninguém, tentaria abrir a janela e adentrar o recinto com calma e tomando cuidado para não esbarrar em nada. Se a janela estivesse fechada, iria até a que ficava ao lado do troféu e tentaria fazer a mesma coisa, mas de maneira mais rápida para não ser pego pelas pessoas no cômodo ao lado esquerdo, cuja porta está apenas entreaberta.  Mas caso conseguisse entrar pela porta dos fundos, olharia por todo o lado para verificar onde me encontrava, e se havia alguém ali. Caso houvesse, verificaria se havia alguma maneira de passar despercebido por ela, priorizando paz ao invés de violência. Mas como eu não era alguém muito furtivo, sabia que se parecesse muito difícil, seria mais fácil entrar por outro local, como as janelas. E seria exatamente isso que eu faria, caso houvesse realmente alguém no cômodo. Já se não houvesse ninguém, iria caminhando devagar e atento, olhando para os lados e sempre próximo à algum lugar ou cômodo em que eu pudesse me esconder caso alguém estivesse vindo em minha direção.

Caminharia até alguma escada que levasse ao segundo andar, pensando em primeiro esvaziar a parte da casa de onde é mais difícil escapar. Caso conseguisse chegar lá em cima, iria até a primeira porta que eu visse e olharia pelo buraco da fechadura, ou no caso de não conseguir por ali, abriria devagar a porta, apenas para criar uma fresta pela qual eu pudesse ver se há alguém dentro do cômodo. Se houvesse alguém, iria para outra porta e faria a mesma coisa, até achar um quarto vazio. Se achasse um sem ninguém, entraria e pegaria a fronha de algum travesseiro para me ajudar a carregar as coisas. Claro, eu tinha minha mochila, mas se eu colocasse nela e eu me envolvesse em uma luta, teria de tirá-la para que meus movimentos não fossem atrapalhados pelo seu peso. Fazendo isso, eu estaria apostando tudo em uma luta, pois se eu tivesse que fugir do combate, ou se alguém desse uma de espertinho e pegasse a bolsa, eu perderia tudo. Para evitar isso, nove entre dez ladrões recomendam a boa e velha trouxa de roubo. Alguns tem as suas próprias, dizem que dão sorte. Já eu nunca roubei uma casa, então não tenho uma só para mim. Mesmo assim, eu sou prático o suficiente para usar o que tenho à mão. Se não achasse alguma fronha, pegaria um lençol mesmo e começaria a vasculhar o quarto em busca de qualquer coisa que parecesse valiosa. Achando-as, poria dentro da fronha ou no meio do lençol para amarrá-lo em volta das coisas.

Repetiria meu sistema de checagem nas outras portas e afanaria as coisas de valor nos cômodos pelos quais passasse. Mas, como já havia decidido enquanto ponderava sobre o assunto, não pegaria muitas coisas. Vamos dizer que no primeiro quarto houvessem cinco objetos de valor e alguns berries. Sendo assim, eu pegaria os dois objetos que parecessem valer mais e todos os berries do local, não deixando escapar nenhum. Buscaria sempre fazer dessa forma, deixando mais objetos do que pegaria e sempre tomando todo o dinheiro em espécie. Tinha consciência de que não conseguiria afanar muitos berries, já que pessoas ricas sempre recorrem aos bancos para manterem seu dinheiro à salvo. Mas se essa fosse realmente a casa de algum comerciante importante ou alguém com muita grana, sabia que haveriam muitos objetos de valor. Os riquinhos guardam muito bem o dinheiro, mas precisam que as pessoas que visitam suas casas saibam que eles possuem dinheiro. E como fazer isso? Com objetos caros. Logo que vi aquele troféu, percebi na hora em que tipo de local estava me metendo e dei graças por isso. Depois que sentisse que o saco já estava um pouco difícil de se carregar apenas com uma mão, iria novamente em direção às escadas e tentaria ver se há alguém próximo delas ou em algum local que pudesse me ver quando eu descesse. Para isso, deixaria o saco no chão com cuidado e colocaria as mãos no chão. Com isso, desceria as escadas aos poucos, engatinhando devagar e me apoiando nas mãos para tentar visualizar a situação. Mas obviamente não desceria toda a escada, indo apenas até um local de onde pudesse ver se o caminho está livre para que eu pudesse passar. Caso não, voltaria e voltaria com o produto do roubo para um dos quartos, de onde desse para ver a escada. Olharia para a hora em meu relógio e contaria cinco minutos, para então voltar à escada e fazer a mesma coisa para ver se a barra estaria limpa. Enquanto não estivesse, faria a mesma coisa por uma hora.

Se a situação não mudasse, iria nos quartos que eu sabia que estavam vazios e pegaria todos os lençóis, amarrando um ao outro para formar uma espécie de corda. Ao final, iria no quarto que tivesse uma janela e a abriria. Prenderia uma das pontas em alguma coisa pesada e jogaria o resto da corda improvisada para o lado de fora, pretendendo usa-la para escapar. Claro, não esqueceria de por os bens roubados dentro da mochila antes de partir. Quando estivesse tudo pronto, passaria minhas pernas primeiro, enquanto me seguraria no peitoril com ambas as mãos. Depois de ter passado as pernas, soltaria um dos braços e agarraria a corda com força, fazendo o mesmo com a outra mão. Quando ambas as mãos estivessem segurando forte na corda, iria afrouxando-as de pouco em pouco, para ir deslizando até o chão. Caso a corda acabasse antes de chegar ao solo, me prepararia para o impacto e me soltaria, tentando pousar com ambas as pernas. Era arriscado, mas eu confiava no treinamento que fiz para deixá-las fortes, então tinha fé de que elas não se machucariam muito. Feito isso, iria até a janela do troféu e observaria com cuidado se tem ou não possibilidades de que eu pudesse entrar e roubar aquele negócio. Caso não, iria embora em direção ao bar de minha amiga. Se houvesse, entraria na casa pelo mesmo canto que antes e pegaria o troféu, tendo cuidado de deixá-lo próximo ao meu corpo. Assim, ficaria mais fácil de aguentar seu peso e não fazer muito barulho. Quando estivesse fora da casa, partiria em direção ao bar de Guin, feliz da vida por ter sido bem-sucedido e pronto para parabenizar a jovem pela sua ajuda imprescindível durante o roubo das roupas.

Voltando um pouco, no caso de que, durante a hora que eu me disponibilizei para esperar as coisas ficarem mais fáceis, elas realmente ficassem, desceria as escadas e iria em direção ao troféu. Quando chegasse, poria os objetos na mochila - já que tudo estava terminando, podia me dar ao luxo de um pouco mais de peso - e, com ambas as mãos e uma determinação forte, levantaria o troféu e iria em direção ao local que eu usei de entrada. Uma vez fora da casa, partiria em direção ao local que prometi encontrar novamente a jovem, agora tendo algo que nos ajudaria na jornada e que provaria, até para mim mesmo, o meu valor. Mas caso as coisas não fossem bem como planejadas, a qualquer momento, se eu fosse visto, pegaria o que pudesse e correria para qualquer saída na parte do térreo, mesmo que para isso eu tivesse que arrombar alguma porta ou passar por alguém. Para isso, uma boa e forte voadora poderia dar conta do recado, mesmo que só service para fazer o inimigo desviar. É claro que, caso o que estivesse me bloqueando fosse uma criança ou um idoso, eu iria para outra saída. Posso ser um pirata, mas não sou um desgraçado desalmado. Se ao sair da casa eu estivesse sendo perseguido por alguém, tentaria despistar fazendo curvas rápidas e entrando em algum local para me esconder. Quando houvesse despistado o perseguidor, ai sim iria para o bar. Em algum momento, caso fosse perguntado sobre minha identidade ou algo assim, apenas faria uma reverência e diria. - Sou apenas um pierrot. - Terminada a reverência, revelaria um pouco do rosto puxando a máscara um pouco para o lado. * Ainda com vergonha da recompensa? * * Sempre. * Quando chegasse ao bar, iria diretamente até ela enquanto retirava minha máscara e, deixando o troféu no chão com um de meus pés sobre ele, tiraria de minha mochila as roupas que peguei para ela e a abraçaria forte, colocando as vestes em suas mãos logo em seguida e dizendo de modo calmo e feliz. - Você foi muito bem. Sem sua ajuda, eu teria falhado no roubo e não teria conseguido pegar essa belezinha. - Diria apontando para o troféu ou para a trouxa de objetos, que tiraria da mochila caso não tivesse conseguido roubar o troféu. Retiraria o pé de cima e pegaria meu orgulhinho em forma de taça para averiguar seu material. Em tom de brincadeira, falaria. - Quanto será que isso aqui deve valer? -

off:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySab 04 Mar 2017, 01:55




RISE OF THE DRAGON


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- Não se preocupe com isso Li Wan-chan, eu estava brincando. – Respondeu exibindo um largo sorriso enquanto direcionava a moça um olhar gentil, carinhoso, sem perceber que ela estava rindo disfarçadamente das suas palavras. Ryu podia até ser esperto quando o assunto era luta, no entanto, em searas sociais como essa, ele se mostrava um verdadeiro principiante, ou um xucro se colocado em termos não tão agradáveis.

- E você, baka aniki... Parece mais uma criança que acabou de comprar um brinquedo novo e não sabe esperar chegar até em casa para abrí-lo. – Deu uma tapa de leve na cabeça do irmão, cruzando os braços em seguida e fechando os olhos. Era irônica como a situação tinha se invertido com Ryu repreendendo o cozinheiro, afinal, o loirinho é quem sempre costumava levar bronca.

- Gezz... Ainda bem que você mudou de ideia. – Abriu apenas um dos olhos observando-o, colocando as mãos nos bolsos. – Se bem que eu sei como você se sente. Chame de intuição ou não, mas eu sinto que logo teremos a oportunidade de usá-las. – Tetsuya podia até tentar disfarçar, mas por trás daquela falsa maturidade havia também uma vontade incontrolável de testar as novas soqueiras, querendo mais do que nunca ser abraçado pelo calor do combate.

Enfim, distraídos com a conversa, os rapazes andaram sem rumo deparando-se ao longo do caminho com uma feirinha. Tetsu aproximou os punhos fechados ao peito olhando para as várias barracas locais com uma expressão animada, e cheia de empolgação. Não era a primeira vez que via esse tipo de comércio, todavia a paisagem de Loguetown era muito diferente da de Porto Branco (frequentada quando criança), passando-lhe uma sensação de “novo”.

- Chegamos ao lugar certo! – Disse entusiasmado, olhando de um lado para o outro observando os tipos de coisa que vendiam ali. Quanto tempo tinha se passado desde o café da manhã Ryu não fazia a menor ideia, mas o seu estômago já dava sinais de querer um agrado, o que lhe motivou a querer gastar um pouco do seu tempo ali. Em contrapartida, Jacob também tinha interesse no comércio local, optando por garantir as provisões da viagem sozinho.

- Ei aniki, nos encontraremos mais tarde em um barzinho está bem? Se bem que... – A ideia era promissora, e o tipo de lugar perfeito para conseguir a informação que desejasse. Só que havia um problema. – Espere só um pouco... - Ryu não conhecia nenhum barzinho de Loguetown, o que tornava a sua proposta muito vaga. Por isso, antes que o irmão se distanciasse, o garoto aproximar-se-ia de uma das barracas na intenção de pedir informação.

- Olá senhor (a), desculpe importuná-lo, mas você poderia me informar qual o bar local mais conhecido por aqui? – Falaria gesticulando com as mãos, utilizando uma voz suave e simpática. Se lhe respondessem como o esperado, agradeceria com um “obrigado”, curvando levemente a cabeça. Se não soubessem, agradeceria mesmo assim, indo até a próxima tenda. Repetiria o processo até ter o resultado desejado.

Depois diria ao cozinheiro o nome do lugar, acenando brevemente à medida que o perdesse de vista. – Agora somos só nós dois Li Wan-chan. – Sorriu para moça, satisfeito de que ela o acompanharia. Esse seria um bom momento para que eles se aproximassem ainda mais, embora o garoto estivesse mais preocupado agora com a sua barriga.

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- O que acha de darmos uma volta por aqui... Depois podemos explorar a cidade. – Não era uma pergunta, e sim uma afirmação. Sem mais delongas iria de barraca em barraca, curioso para saber o que era vendido em cada uma delas. A falta de dinheiro talvez se mostrasse um problema, o que o levaria a parar numa frutaria. Para quem está com fome, e não tem muito, uma maçã seria mais do que o suficiente para um lanche rápido.

- Olá, eu gostaria de duas maçãs. Qual o preço? – Compraria caso tivesse dinheiro o suficiente, entregando uma das frutas a Li Wan. Se ela rejeitasse, comeria a outra sem problemas, limpando a boca na manga direita da camisa ao terminar, soltando um leve suspiro de satisfação. Ryu ainda abusaria um pouco da vontade do (a) atendente. Havia muito a ser aproveitado em Loguetown, e ele precisava de uma pequena ajuda.

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- Sabe... Eu e minha amiga acabamos de chegar à cidade. Meu velhote sempre me falou muito sobre essa ilha, mas não temos a menor ideia de quais lugares seriam legais para visitar. Você poderia me dizer alguns? Até pensei em ir para o barzinho X (nome do lugar indicado) que me indicaram, mas talvez a essa hora não esteja muito animado por lá. – Mais uma vez agradeceria com um "obrigado" independente de ter conseguido a informação desejada, despedindo-se com um breve aceno. Se lhe fossem dadas instruções, seguiria pelo caminho indicado, mas se não, perguntaria a qualquer pessoa que estivesse de passagem.

Caso não conseguisse de jeito nenhum, simplesmente caminharia aleatoriamente pela cidade observando o que ela tinha a lhe oferecer, indo ao final da tarde ao barzinho indicado. Se não soubesse o caminho, o que é provável, pediria orientação de maneira educada as pessoas na rua, sempre agradecendo no final.

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Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySex 10 Mar 2017, 00:22




Chamas de confusão X Show de facas X Choro fatal





Ryu & Jacob



Jacob chamava Ryu de borra botas, o que pra muitos homens pode ser considerado um verdadeiro laço de amizade, tão forte que se torna uma um afeto fraterno, o que era o caso, literalmente.

Enquanto pensava no que a vida lhe traria dali para a frente, sentiu um tapinha na cabeça, o que acabou lhe tirando dos sentimentos. Era Ryu falando sobre sua empolgação, comparando-a com a de uma criança que acabara de conseguir um brinquedinho novo. Comparação essa que poderia acabar deixando Ryu sem comer em alto mar. Também disse que tinha o pressentimento que logo iriam usá-las, E possivelmente estava certo, Loguetown é um lugar de confusões frequentes com piratas, logo a possibilidade de acontecer com o trio era grande. Os irmãos estavam ambos empolgados para os acontecimentos que viriam a seguir, mas Li Wan ficou um visivelmente preocupada com o que Ryu havia dito, ela não queria que nada acontecesse com eles, e não queria ter de lutar, mas ficou quieta sobre o assunto.

Chegando mais próximos da feira, cada um tinha seus próprios objetivos. Eles já estavam se despedindo quando Ryu o pediu para esperar e foi falar com um cara, dono de uma das barracas logo ali ao lado para perguntar qual era o bar mais conhecido da cidade, e recebeu essa resposta:


- Você é de fora, não é? Praticamente todos daqui, e até vários de fora conhecem o Red’s Pub, principalmente pela dona, que é… Bem ela é... - O homem fazia alguns gestos com as mãos, tentando moldar algo no ar com elas, apenas deixando a ideia no ar. Depois de falar o nome do local para Jacob, eles finalmente se separam, com Jacob indo sozinho em busca de ingredientes e Ryu indo com Li Wan dar uma volta por aí matar o seu tempo e sua fome até que fosse o momento de ir para o Red’s Pub.


Eram os dois, sozinhos no meio da pequena multidão da feira, Li Wan ficou segurando a camisa de Ryu o trajeto todo, já que não queria se perder dele, o que seria muito fácil naquela situação, dado também à personalidade da garota, mas as palavras do loirinho à acalmaram um pouco. Andando por mais alguns metros eles avistaram uma barraquinha de frutas, bem simples, algumas maçãs, bananas, laranjas e pêssegos, seu dono era um humano sem nada demais. Devido à sua falta de dinheiro, seria tudo que poderia comer naquele momento.

- Ohh irasshai! Duas maçãs é? 250 berries cada - Respondia o feirante ao pedido de Ryu para saciar sua fome e a possível fome de Li Wan, que aceitou a maçã sem problemas e à comia em um ritmo bem lento, saboreando a fruta, que estava bem fresca. O loiro, aproveitando que estava ali, perguntou ao homem quais recomendações de pontos legais em Loguetown para se ver. Sua recomendação não poderia ser menos empolgada:

- Ohoho, pelo jeito não conhece muito daqui… Bom, minha recomendação é o La Arcana Famiglia, um grande restaurante, muito chique, automaticamente não muito barato, mas com vários pratos saborosos. Eu mesmo só fui uma vez. Vou de vez em quando ao Red’s Pub para tomar umas e conversar com os amigos, é um lugar deveras agradável, mas é só isso que sei lhe recomendar. Mas mesmo neste momento o pub é bem ativo. Faltam poucas horas para a noite, então não há problema ir agora. Já o restaurante só vai abrir a partir do começo da noite, eles costumam manter fechado por algumas horas do dia, tirando as horas comuns de refeição. O pub fica seguindo esta rua, então você vai para a esquerda e vai ver uma fachada parcialmente destruída e alguns prédios na sua volta também no mesmo estado, creio que vocês identificarão o bar. Guin é o nome da dona, e aconselho-os a não aborrecê-la. - Aparentemente o homem não era muito de sair da rotina das suas vendas e de ir para o bar, por isso o baixo número de recomendações.

Já que tinha recebido a orientação, ia lentamente, observando os lugares em que passava, para o Red’s pub, e pelo que o homem havia lhe falado, não parecia um lugar calmo, de jeito algum, inclusive, talvez fosse um bom lugar para achar um companheiro para a pirataria.

Logo a dupla chegava ao tão falado bar, e de fato estava parcialmente destruído, mas estava funcionando, e só isso já valia a viagem até Loguetown. Li Wan finalmente tinha terminado sua maçã, e talvez não estivesse com tanta fome, mas não quisesse fazer desfeita para Ryu. Estavam ambos ali em frente ao bar, que estava já com algumas luzes acesas. O que seria feito por eles agora?

Quanto ao lado do Cozinheiro. Este estava procurando pelos suprimentos para a viagem que viria a seguir. Observando mais a feira, via de fato alguns cozinheiros, por assim dizer. Eram alguns assando pequenos espetos de carne e legumes, outros fritando um macarrão com algumas carnes e outras coisas incluídas, via vendedores de crepe, um doce muito popular com as mulheres, tanto que via algumas em fila para comprá-los em algumas barracas por ali. Realmente fascinante o cenário de cozinha de rua, mas seu objetivo era totalmente. Via diversas barracas com os ingredientes listados, porém, as melhores qualidades, analisadas a olho nu, por Jacob, estavam espalhadas, e seria necessário ir em uma por uma para fazer suas compras da melhor forma possível, isto indo desde o armazenamento à qualidade visual daquilo que analisava.

Via também alguns cozinheiros aparentemente especialistas em facas, cortando peixes, carnes de gado e etc. Mas havia um que jogava diversos ingredientes para cima, e após alguns cortes estranhos feitos nos seus ingredientes, eram cortados perfeitamente e exibidos em cima da tábua onde eles repousavam anteriormente. Aquilo atraía uma pequena multidão, e claramente, atraía a atenção do cozinheiro como se fosse algo natural. Essa multidão o rendia vários berries por ele vender algumas facas, com o pretexto de ser aquele modelo de faca que usava para seu show. O que Jacob faria neste momento?




Buzz



Buzz não conseguia deixar de imaginar como seria sua vida longe da marginalidade, junto de Umika, em uma casa como aquela, mas logo foi convencido pela sua própria consciência de que voltar atrás das suas ações, e mais, de sua recompensa, não seria possível, encorajando-o a terminar logo o serviço que fora fazer.

Sua rota almejada para entrar na casa era a porta dos fundos, que estava, de fato, destrancada, talvez pela família estar distraída conversando há muito tempo, e não se tocaram de o fazer neste meio tempo. Entrando nesta parte da casa, via seu objetivo, uma escada para o segundo andar, e pelo que pôde ver antes, era a única da casa, logo, apenas uma rota interna de fuga do segundo para o primeiro andar. Subindo-as da forma mais furtiva possível, ele observou pela fechadura da primeira porta das três que haviam no corredor, esta estando à esquerda no corredor, bem próxima à escada.

O que havia no quarto dentro do campo de visão de Bee eram: Um criado mudo, com uma ampulheta dourada em cima, não via janelas e não ouvia nenhum som vindo do cômodo, a máscara atrapalhava um pouco a visão daquela sala, mas ainda conseguia ver bastante coisa. Decidido de que não havia ninguém no quarto, Buzz entra mas se surpreende com o que vê ali dentro. Um bebê em um berço, dormindo como um anjo, mas para o ladrão, aquilo poderia ser o pior dos demônios que habitam o planeta. Então ele se dirige a um roupeiro, que talvez tivesse alguma fronha, lençol ou tecido para usar de trouxa e colocar o produto do roubo, e a achou, uma fronha, porém muito pequena, uma fronha de bebê, não surpreendentemente, visto quem estava dormindo naquele quarto.

E então, sua má sorte atacava mais uma vez, o bebê acordou e começou a chorar de modo ensurdecedor, era um som mortal para o ladrão que estava em plena atividade. Pôde perceber que o burburinho no primeiro andar havia aquietado, e alguns passos, que estavam cada vez mais próximos, traziam sua ruína.

Naquele quarto havia o berço, o criado, o roupeiro, algo como uma caixa com alguns brinquedos, uma bancada com um espelho e um banquinho, possivelmente pra fazer a higiene e embelezamento da criança, e haviam alguns cantos vazios, pouco iluminados, diga-se de passagem. Agora era a hora de o ladrão colocar em prática algumas artes de ocultamento, ou aquilo poderia acabar com alguns feridos.
Cara do show de facas:
 


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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptyDom 12 Mar 2017, 01:29

Caixa de Pandora


Algum de vocês já leu algo sobre a lenda de Pandora? Caso a resposta seja não, permita-me introduzi-los a este conto, que foi um dos vários lidos por mim no período de minha infância. A jovem Pandora foi criada por Zeus, em conjunto com outros deuses, para castigar os homens pela ousadia de roubarem o fogo das divindades. Ela foi entregue para se casar com Epimeteu, irmão do titã prometeu, que, ao invés de seguir o conselho de seu irmão e não aceitar presentes dos deuses, tomou Pandora como esposa. A jovem chegou trazendo uma caixa - ou jarro, em certas versões - fechada, um presente de casamento para Epimeteu. O titã pediu para que ela não abrisse a caixa, mas tomada por sua curiosidade, não resistiu. Ao abrir a caixa na frente de seu marido, Pandora liberou todos os males que até hoje afligem a humanidade, como os desentendimentos, as guerras e as doenças. Ela ainda tentou fechar a caixa, mas só conseguiu prender a esperança. Bem, agora que já conhecem ou foram lembrados da história, poderei prosseguir com o relato sem ter problemas com referências não entendidas.

Fazendo um breve recapitulo, consegui com sucesso adentrar na casa e alcançar o segundo andar, o que foi uma surpresa para mim. Eu esperava acabar tropeçando em algo ou derrubando um vaso e alertando todo mundo, mas não fiz! Tudo parecia ir muito bem, até eu achar uma criaturinha fofa. Podem falar o que quiserem, mas eu tenho um fraco por coisas fofas e por doces, então ver aquela coisinha dormindo tão calmamente foi realmente um ponto alto do dia. * Talvez um dia eu tenha um desses... * Confesso que tive um leve impulso de pô-lo no colo e observá-lo um pouco, mas resisti em função do que eu estava fazendo. Eu praticamente estava roubando seus pais, então acho que não seria certo segurar algo tão puro, com mãos tão manchadas como as minhas. E chegar a essa conclusão, me permitiu esquecer a ideia de ter um filho. * Acho que essa é a parte que eu apareço e falo que você está certo, mas confesso que fazer um bebê seria legal. Ah, e eu estou me referindo ao processo, só pra você saber. * De princípio achei estranho a colocação da voz, até lembrar como os bebês eram feitos. Uma rápida visão cruzou minha mente e senti como se minha cabeça estivesse queimando. Tinha certeza que havia ficado corado com isso, e agradecia de não ter ninguém ali para ver. * Pensou em fazer isso com a garota, né? Seu safadão! * * CALA A BOCA. A menos que queira que eu perca a concentração no meio de uma invasão, é melhor ficar quieto. * * Nossa... Tá bom então, seu estraga prazeres. *

Meu foco havia se perdido, mas não há nada melhor no mundo para recuperar a atenção do que um berro que pode denunciar sua posição e te levar à uma série de lutas desnecessárias. Aparentemente, havia alguém na casa que sabia se cuidar contra ladrões. Tá ai um uso que eu não sabia que os bebês tinham: Alarme anti-roubo. * Oloko bicho, e agora pra desligar? * * Você pergunta pra mim? Talvez se a gente brincar com ele... * Talvez isso até pudesse dar certo, mas isso é algo que nunca saberei. E o motivo para isso é simples: Passos. Tudo ali me levava a crer que eu seria pego com a boca na botija caso eu não fizesse uma jogada inteligente. Mas qual? Se ao invés de um berço houvesse uma cama ali, poderia ter me jogado em baixo dela e esperado o momento certo para sair, mas esse não era o caso. Então o que me restava? O roupeiro parecia ser a escolha mais lógica, já que devia ter espaço suficiente para que eu me escondesse lá, mas e se o bebê precisasse trocar de fralda ou algo do tipo? Se quem quer que estivesse vindo tivesse que pegar algo no guarda roupa, eu seria descoberto e teria que nocauteá-la. Para mim, isso não seria muito difícil, já que eu pegaria a pessoa de surpresa. O problema é que eu não queria fazer isso, pois seria algo horrível a se mostrar a um bebê. Então isso me deixava com o canto pouco iluminado, apesar de que eu não estava botando muita fé nele. Como eu já devo ter dito antes, eu não era o tipo de cara que conseguia se esconder com facilidade e não ser notado pelas outras pessoas, e em parte isso se devia ao meu cabelo branco e minhas vestes de tom claro. Se eu estivesse vestindo algo mais escuro e que cobrisse minha cabeça, talvez aquele fosse o esconderijo perfeito para mim. E havia algo a mais: E se a pessoa que está vindo é parecida comigo? Quando falo sobre ser parecida comigo, falo da minha facilidade em enxergar cantos com pouca luminosidade, o que é bem útil de vez em quando. Se essa pessoa também tiver isso, ela poderia me ver sem muitos problemas, e ai eu entraria na problemática do combate novamente.

O tempo estava acabando, e eu ainda não havia tomado uma decisão concreta sobre como proceder. * Apenas tome o bebê como refém. Ninguém é maluco de tentar alguma gracinha quando a vida de um bebê está em risco. * Nessa hora, senti algo estalar dentro de mim. Senti minhas veias se dilatando e meu coração batendo mais rápido. Cerraria meus punhos com toda a força que poderia por em meus braços e me afastaria do berço, tomando a ampulheta com a mãos esquerda e indo em direção à um dos pontos escuros mais afastados do bebê. Antes de me esconder de verdade, retiraria a máscara e bateria em meu rosto com o punho direito da melhor forma que conseguisse. Como não era versado em lutas com os punhos, provavelmente isso seria um golpe bem ridículo e não doeria muito, mas aquilo seria apenas para provar algo. * Diga isso de novo! Diga mais uma maldita vez! Eu o desafio. Eu o desafio em dobro, seu desgraçado! Acha que me importo com a dor? Contando que você também sofra, eu não ligo. Fale outra palhaçadas dessas, e o próximo golpe será um chute. * Parece meio que um exagero, já que o dano também vinha para mim, mas aquilo realmente me deixou com raiva. Que espécie de desgraçado usaria um bebê como refém? Ainda um pouco tenso, me encolheria no local pouco iluminado e ficaria de olho no que iria acontecer. Aproveitaria para colocar a máscara novamente e manter o personagem por hora. Respiraria de maneira calma e tentaria não fazer muito barulho, e ficaria torcendo para não ser notado ali. Enquanto observava, guardaria a ampulheta com cuidado na fronha pequena que tinha em minhas mãos e pensaria. * Pelo menos, já tenho uma garantia. * No caso de não ter sido achado ali, esperaria a pessoa deixar o quarto e só então sairia do esconderijo. Me aproximaria da porta e poria um dos ouvidos na porta, para tentar julgar se a pessoa já estava afastada o suficiente. Quando julgasse que ela já havia terminado de descer as escadas, abriria a porta do quarto e olharia a situação. Caso ainda houvesse alguém ali, entraria e fecharia a porta do quarto, marcando um minuto no meu relógio para dar um tempo a quem quer que fosse que estivesse do lado de fora. Assim, com o fim do minuto, daria outra olhada para checar o perímetro. Quando eu olhasse e não visse ninguém do lado de fora do quarto, eu sairia e iria até a porta de outro quarto para averiguar seu interior pela fechadura da mesma forma que fiz no primeiro. Se visse que o quarto estava vazio, adentraria e vasculharia tudo em busca de coisas de valor, sempre pondo-as na fronha. Faria isso em todos os quartos até que a fronha enchesse ou os quartos acabassem, mas caso fosse a segunda opção, ainda restava o térreo para olhar.

Com cuidado para não ser ouvido, desceria as escadas abaixado para notar qualquer movimento suspeito o mais breve possível. Se notasse, voltaria ao primeiro quarto e esperaria escondido por cinco minutos, para então tentar fazer isso novamente. Mas se a barra estivesse limpa, desceria com cuidado e da maneira mais rápida possível, indo em direção à outros objetos pequenos e valiosos que eu visse e que estivessem longe do cômodo de onde vinham as conversas. Mas claro, só faria isso se minha fronha ainda não estivesse cheia. Do contrário, começaria a me dirigir até a porta dos fundos. * Pera, pera. E o troféu? * * Você tá louco? É arriscado demais. * Mas antes de dar sequer mais um passo até a saída, uma outra voz reverberou em minha cabeça. * PEGUE! * Foi tão repentino que eu não tinha certeza de como reagir. Parecia diferente da voz habitual, mas ainda assim parecia familiar para mim. Já havia ouvido aquela voz antes, mas não me lembrava aonde. Não sabia se seria por influência dela ou não, mas agora eu queria muito aquele troféu. Quase como se aquilo fosse um imã, sentia que estava sendo atraído até o local daquela linda taça. Iria rápido e certeiro no alvo, o pegando firme e colocando junto ao corpo, para mandar o peso para as minhas pernas bem treinadas. Feito isso, apenas sairia do local, talvez até correndo se conseguisse. Como já estava de saída, não estava muito preocupado com furtividade agora, apesar de que eu não tinha isso mesmo. Fora do local, iria para o ponto de encontro com Umika, rezando para estar tudo certo por lá. Se conseguisse chegar, adentraria o bar e procuraria pela jovem para confirmar que ela estava bem.

Mas é claro que eu estaria preparado para caso as coisas dessem errado. Como já havia dito, não estava muito confiante com o esconderijo e sabia que poderia ser achado ali. Caso fosse por um homem, não perderia tempo e me levantaria, aplicando um forte chute frontal e aproveitando o movimento para correr para a saída do quarto. Se eu o houvesse acertado, desceria as escadas e vasculharia tudo rapidamente para pegar o máximo de coisas e fugir. Mas caso eu não o houvesse acertado, correria para a porta dos fundos, pegando tudo que parecesse de valor pelo caminho, sem vasculhar muito ou desviar da rota. Já caso fosse uma mulher, tentaria ser um pouco mais gentil e optaria por uma abordagem mais calma. Primeiro, me levantaria devagar com o dedo indicador na frente da boca da minha máscara, simbolizando silêncio. Depois, iria me aproximando devagar e começaria a falar em um tom baixo e apaziguador. - Calma. Não faça nenhum alarde ou as coisas podem piorar. Eu só estou aqui para roubar, então não há motivos para machucar ninguém. Mas caso eu não saia da casa nos próximos cinco minutos com algumas coisas de valor, meus companheiros vão invadir e, bem, digamos que eles não são tão calmos como eu. - Era um blefe meio descarado, mas era minha melhor carta no momento. Se por um acaso aquela fosse a mãe do bebê, essa seria a melhor coisa que eu poderia fazer para escapar dali. Afinal, que mãe em sã consciência põe o filho em risco? - Pense na criança e nas outras pessoas. Ninguém precisa se machucar sem necessidade. Eu vou pegar algumas coisas de valor e vou embora, e provavelmente você nunca mais vai me ver de novo. - Se eu percebesse que ela havia aceitado isso, iria até a porta do quarto, sem virar minhas costas para ela nem por um segundo, e sairia, fechando a porta logo em seguida. Por fim, faria como o prometido e iria para o andar de baixo para pegar algumas coisas de valor. Quando já houvesse pegado tudo, sairia da casa e decoraria a estrutura dela e sua fachada, para cumprir o prometido para a mulher e evitar que ela pudesse me ver outra vez. Com essas informações sobre a casa, junto com o caminho que tomei até aqui, saberia por onde não passar para dar de cara com qualquer um dos moradores dali. Se em algum momento eu fosse questionado sobre a minha identidade, apenas responderia. - Não reconhece um Pierrot quando vê um? - Afastaria um pouco a máscara da frente do meu rosto e sorriria, tentando passar um ar de confiança. Mas se alguém reagisse e tentasse me atacar, tentaria desviar me movendo para o lado oposto que o golpe visaria ou bloqueando com os braços, caso a esquiva fosse impossível. Apenas atacaria de volta caso fosse um homem, aplicando um chute lateral em sua cabeça, ou na lateral de seu joelho no caso de sua guarda superior ser melhor que a inferior. Se quem me atacasse fosse uma mulher, apenas evitaria ser atingido usando as esquivas e me afastando, enquanto ia pegando o que pudesse que parecesse valer algo e colocando na fronha, enquanto me dirigiria até a porta dos fundos da casa. Uma vez fora, prezaria por uma fuga rápida e, no caso de perseguição, faria curvas fechadas e tentaria adentrar em estabelecimentos antes que os perseguidores pudessem me ver fazer isso.

Para o avaliador:
 

Para qualquer um que ler esse post:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySeg 13 Mar 2017, 02:31

O show da cozinha

A cozinha não é um show, a cozinha é um templo




Hum...

De todas as coisas que mais abomino, a falta de profissionalismo é a que mais odeio, observando todo aquele show pude constatar o por que odiava, não por que era uma técnica rudimentar, ou por que não era eficaz, mas por que no fim, todos viam a cozinha como “ um show “ e não o que ela realmente é “ Apreciação “, a beleza de um prato, o sabor de um preparo, o requinte de um ingrediente, tudo isso é enaltecido, tudo isso é o verdadeiro primor da cozinha. Ver aquela transgressão a tudo aquilo que é de fato primoroso na cozinha, apenas me faz consumir um ódio em mim sem igual, minhas reações foram tão involuntárias que nada parecia ter muita importância na verdade e por isso tudo que se passou outrora sumiu de minha mente por alguns instante enquanto eu erguia minha mão furiosamente na direção do homem apontando para o mesmo e falando ao meio de todos :

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Você é um grande merda! O que pensa que estava fazendo seu imbécil? Você perdeu a noção do seu próprio profissionalismo?! Esqueceu como deve tratar os objetos de cozinha e o seu ambiente sagrado? Ao menos transa do que eu estou falando seu “fedelho”?

Não era do meu feitio ter uma postura tão deselegante, meu desejo de fato era soca-lo, mas não seria proveitoso da mesma forma que não seria tranquilo e obvio, não seria nada profissional, apenas respirei fundo, me recompus, pude voltar de fato a sentir as pessoas a minha volta, com um caminhar lento fui mais próximo possível do mesmo, independente de sua resposta, de sua reação, meu intuito era aproximar-se e então falei com um tom sereno, direto e agora extremamente profissional :


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Apesar de sua postura e firmeza nos cortes, percebo que não passa de um amador, se deseja de fato mostrar suas habilidades, vamos lá, um prato seu contra um prato meu? Se vencer, faço questão de comprar uma de suas facas retirar tudo que disse, se perder, vou te ensinar a primeira regra da cozinha novamente, mas claro isso se você tiver bolas para me enfrentar. Justo “ Fedelho”?


Um desafio formal entre cozinheiros, um desafio prático para que com isso ambos pudessem mostrar seu valor, era isso que estava fazendo ali, a resposta do mesmo definiria a sua honradez, mas não esperava muito de um “ agitador “ de facas, afinal era da minha natureza cozinhar e honrar e cozinha e era da deles fugir quando a cozinha o desafiava. Mas algo dentro de mim dizia que aquele homem aceitaria o desafio e por isso esperei ali, o observando com o semblante pronto para a resposta positiva, de fato, seja isso ou não, a negativa nada renderia se não uma boa risada e um caminhar para longe, afinal existiam comprar a serem feitas e nunca esqueço e fazer compras, mas devido a quantidade de coisas, teria que apenas “reservar “ os produtos para que com isso eu pudesse busca-los aos poucos para a nossa nova “charanga” que nem tínhamos ainda.








bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySeg 13 Mar 2017, 16:04




RISE OF THE DRAGON


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O dono da barraca era um indivíduo bem simpático e respondia ao garoto de maneira educada sugerindo dois lugares a serem visitados: o restaurante La Arcana Famiglia – um espaço chique com pratos requintados e nada baratos – e o Red Pub’s, um barzinho famoso, frequentado aparentemente por todo tipo de gente.

O garoto ergueu as sobrancelhas surpreso com a coincidência. Não era a primeira vez que tinham lhe sugerido o Red Pub’s, inclusive era justamente nesse bar tão bem falado que ele tinha marcado de se encontrar com Jacob mais tarde. O rapaz só não imaginava que o estabelecimento fosse tão ativo a essa hora do dia.


- Esse Red Pub’s é bem famoso mesmo. Tentaram até me falar algo sobre a dona, mas eu não entendi muito bem. - Acredite ou não, o loiro não tinha entendido o que os gestos utilizados anteriormente significavam e como poderia? Ele tinha vivido a sua vida inteira na floresta, e não estava familiarizado com esse tipo de “malícia” da cidade. O mais irônico de tudo é que mesmo com toda essa inocência, havia um cartaz de procurado com o seu nome.

- De qualquer forma, muito obrigado pelo seu tempo, e também pelas informações. – Curvou-se levemente agradecendo a gentileza do sujeito, acenando à medida que ia se afastando da barraca. Se esses dois lugares eram as únicas coisas que a cidade tinha a oferecer, então Loguetown era menos interessante do que pressupunha.

- Li Wan-chan, nós iremos para o Red Pub’s. – Disse com um semblante animado, esperando que a mink estivesse tão entusiasmada quanto ele, embora isso fosse algo um tanto quanto improvável. Ryu estava ansioso para conhecer a tal de Guin, afinal, o que essa mulher tinha de tão especial a ponto de ser tão comentada? A expectativa de chegar ao Red Pub’s só aumentava.

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- Lugares chiques como o Arcana Famiglia não fazem meu estilo, e também eu quero conhecer essa tal de Guin. Ela parece ser uma mulher bem especial. – Andava com as mãos nos bolsos da calça, olhando de um lado para o outro, distraído. Loguetown podia não ter muitas atrações, mas a sua arquitetura ímpar não parava de conquistar a sua atenção.

Quando chegou ao bar, Tetsu foi surpreendido pela fachada parcialmente destruída. – O que será que aconteceu aqui? – Pensou em voz alta, parado em frente ao Pub. Apesar da entrada não ser tão apresentável, ele podia sentir uma energia positiva e animada vindo do lugar, deixando que uma sensação nostálgica percorresse pelo seu corpo.

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- O meu oyaji sempre dizia...


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- Escute Ryu, o bar é um lugar sagrado onde as sempre se divertem bebendo e cantando. Nem todos são hospitaleiros, mas isso não é importante. O que realmente importa são as pessoas que estão com você.  Seja sempre educado, e se algum dia participar de uma briga de bar, não se esqueça de quebrar as garrafas na cabeça dos canalhas. É assim que um homem deve agir.


Fechou os olhos brevemente, deixando escapar uma curta gargalhada amarga.  Como queria que o seu pai estivesse ali, ao seu lado, enchendo o seu saco e pegando no seu pé. A saudade era dolorosa demais, quase sufocante, e ao mesmo tempo inapropriada para o momento. Afastou o sentimento do peito sustentando um sorriso apático.

- Então, o que estamos esperando? – Entraria no bar normalmente, como um cliente qualquer, caminhando em direção ao balcão enquanto observava o estabelecimento cuidadosamente. Em seguida sentaria em um banquinho caso tivesse algum disponível, relaxando os braços em cima do balcão. Era a primeira vez que colocava os pés em um bar após a morte do seu pai.

- Boa tarde! Eu gostaria de um drink sem álcool, por favor. A escolha fica por sua conta, surpreenda-me! – Ergueria o indicador direito fazendo uma ligeira pontuação. – Você vai querer alguma coisa Li Wan-chan? – Deixaria que a Panda escolhesse a sua bebida sem prestar muita atenção, a princípio, na pessoa que estivesse atendendo. Assim que ela escolhesse, faria o pedido.

Histórico de Pedrão:
 


Histórico de Afro:
 




Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 4 EmptySab 18 Mar 2017, 05:08




Master ryourinin Loguetown X Cuidado pra onde olha X Mímico em perigo



Jacob


Um desrespeito à arte, um desrespeito à profissão que ele exercia. Era o que Jacob estava sentindo ao ver aquele “show” de rua e vendo os transeuntes o aplaudirem, isso o enraiveceu, essa falta de consideração para cada ingrediente que compunha um prato. Um ódio então surgiu do seu interior, uma forte ira que o fez confrontar aquele aparente cozinheiro, o xingando de tudo que era possível xingar, o que deixou várias pessoas na volta muito assustadas, e todos em um raio próximo dali pararam suas atividades por algum segundo para ver a tormenta que se armava. Porém percebeu que a sua postura não havia sido a correta naquela situação, então continuou, de forma menos agressiva, porém com uma tremenda vontade de cair na porrada com ele.

Após a proposta de Jacob algumas pessoas, muito próximas se interessaram pelo possível desafio culinário que ali ocorreria, mas o “fedelho” se aproveitou de forma exemplar, desta aproximação do seu desafiante, respondendo em voz alta:


- HA! Pois bem, meu caro, aceitarei seu desafio. Já era hora de trazer algum show relevante para meu público e te massacrar vai ser o banquete perfeito HA HA HA HA! - Um tom prepotente envolvia aquelas palavras proferidas não por um cozinheiro, mas sim por um ótimo comerciante. O homem sabia vender seu produto, o que se provava pelo tanto de pessoas que se aproximaram para assistir, e essas foram chamando mais até que uma grande multidão se formou e assim que o homem apontou uma faca para Jacob, um silêncio repentino se propagou para que ele fosse ouvido.

- Meu nome é Rafael Vicenzo. Pode se aproximar signore- Falava gesticulando para a bancada a qual estava fazendo sua apresentação anteriormente. - Tenho de tudo um pouco aqui, o prato que quiser fazer, poderá. Separarei de antemão seus legumes dos meus em partes diferentes, para não haver sabotagens, poderá conferir os seus antes de começarmos, se assim preferir. Teremos quarenta e cinco minuti para terminar o prato e deixá-lo apresentável. Para a avaliação, podemos… Chamar algum outro cozinheiro que esteja presente aqui, o que não será difícil de achar. O que acha? Estamos fechados, signore? - Perguntava o homem, por último, com um sorriso malicioso de quem já cantava vitória antes de a luta começar.



Buzz


Um chorinho que estava estragando absolutamente tudo, desde o andamento do roubo até a mente do ladrão, que ponderou sobre ter um “desses”, referindo-se ao bebê, claramente, porém foi logo rebatido pela voz habitual, seguido de uma ideia de que este bebê seria feito com Umika, o que corou e desconcentrou Bee mais do que ele poderia suportar, mas a situação não o deixava mais ficar pensando nesses detalhes, ele precisava era dar um jeito naquilo. E fez, da melhor forma que conseguiu. Se escondeu no canto escuro do quarto para não ser descoberto pela pessoa que estava indo atender ao choro da criança. Era uma mulher, aparentava seus quarenta anos e estava, por sorte, focada no bebê, e nem chegou a virar para a direção que estava Buzz. Alguns passos foram ouvidos e após isso o burburinho voltava no andar de baixo.

Saindo aliviado daquela perigosa enrascada que o pequenino havia lhe causado, ele volta a vasculhar os quartos do andar de cima, apenas dois haviam sobrado. Aquele que estava do lado oposto ao do bebê estava trancado, e pela fechadura não se via nada de especial, apenas um criado mudo. Seguindo cautelosamente para o outro cômodo, Bee via o que aparentemente era o quarto principal da casa. O quarto do casal, possivelmente pais da criança do quarto anterior. Neste havia uma penteadeira, uma cama grande de casal, dois criados mudos e uma porta entreaberta que dava para o closet que continha uma interessante coleção de roupas. Quando o ladrão vasculha mais do closet, encontra um uniforme de marinheiro e aquilo o faz imaginar que estava roubando nada mais nada menos do que a casa de um. A sensação disso é provavelmente indescritível. Mas isso foi logo deixado de lado para o que tinha em uma caixa, logo perto das roupas de marinheiro. Seu conteúdo era o tão esperado dinheiro em espécie. Não havendo tempo de contar, Bee apenas enfiou tudo na fronha sem pestanejar e seguiu vasculhando, porém não achou nada mais relevante para levar.

Mais uma vez cauteloso, e agora com atenção dobrada por causa do marinheiro, ele observa o movimento, que estava tranquilo e desce as escadas. A conversa na sala principal prossegue normalmente com assuntos difíceis de decifrar à essa distância. Já no andar de baixo uma pequena busca por algum objeto, porém nada de muito valor foi encontrado nas zonas seguras para se transitar. E então quando ele começa a se dirigir para fora do recinto, ignorando o troféu visto antes de entrar nele, uma voz, diferente da comum, surge para envolvê-lo em uma vontade incontrolável de surrupiar aquele prêmio, e o fez, assim como a voz disse, abriu a portinha da estante, cheia também de várias fotos de um marinheiro lutando contra outros com um tipo de roupagem específica, além de algumas fotos em família.

Sua fuga agora era praticamente certa, iria tudo acabar naquele instante em que saísse pela porta, mas o universo realmente não perdoa. Logo que encostou na maçaneta para abrir a porta, a voz alta e imponente de um homem o paralisou ali mesmo. Virando, percebe que era um grandalhão, com cerca de uns 45 anos, porém forte, muito forte.

- EI SEU ARRUACEIRO FILHO DA MÃE! O QUE TA FAZENDO COM MEU TROFÉU, HEIN? AH MAS EU VOU QUEBRAR ESSA SUA MÁSCARA JUNTO COM A CARA, SEU DESGRAÇADO! - O homem estava vermelho de enfurecido e vinha correndo rápido na direção de Buzz, que por reação, abriu a porta e pulou para fora da casa o mais rápido que conseguiu. A mulher que viu antes no andar de cima e uma senhora de idade saíram da sala da frente para ver o que estava acontecendo, o que distraiu o brutamontes por alguns segundos e deu tempo suficiente para o ladrão escapar correndo daquele local. Mas o marinheiro não desistiu, perseguiu-o por mais alguns metros e sacou um revólver, disparando contra o ladrão três vezes, uma delas acertou o chão. Na segunda atingiu de raspão o lado esquerdo da cabeça de Bee, o que o fez sangrar um pouco por ali e danificar a máscara,, mas não diminuiu seu passo. E por último, acertou, também de raspão, a fronha de coisas roubadas da casa, entretanto o desespero na fuga era tão grande que nem sequer notava o que havia se perdido pelo caminho, e quando percebeu, já havia despistado seu perseguidor, entrando e saindo por alguns becos.

A pergunta agora era se esse dia já havia acabado.  


Ryu


A chegada ao Red’s pub foi marcada por uma nostalgia de Tetsuya sobre seu pai, falando algumas asneiras sobre bares e suas confusões. Essa nostalgia desencadeada pelo estado da fachada do estabelecimento, que estava destruído. Em reforma, porém.

Adentrando o lugar, como já era bem fim de tarde, estava enchendo aos poucos, e vários bebuns se socando em alguns cantos, em outros uns tipos bem misteriosos, em outros apenas civis normais, rindo em um happy hour depois do suado trabalho. Ao chegar no balcão, Ryu pediu uma bebida sem àlcool para si e questionou Li Wan sobre se iria querer algo, esta respondeu hesitantemente e com gaguejos que iria querer apenas água.

Ao ouvir esse pedido, a mulher que os atendeu começou a rir de forma bem exagerada, deixando Li Wan um pouco constrangida, e acordando uma jovem que estava cochilando no balcão.

- Vocês vêm pra um bar e realmente não vão querer nada com àlcool? HOHOOHOHOOHOO! É cada coisa que eu tenho que ver, viu? Mas ok então, garoto... - Pausou para se repousar sobre o balcão, acentuando seus seios em um vestido vermelho com um decote deveras generoso e seu cabelo que apenas realçava a beleza dos seus… Atributos femininos. - ...Gostei de você, percebo que não é daqui, não tem aquela coisa da cidade… Que veio fazer aqui, hã? - Terminava, enquanto servia a água para a mink, que apenas recebia com um olhar um pouco envergonhado, observando de canto de olho os seios da balconista. E preparava uma pequena taça de uma bebida que tinha uma aparência não muito “desprovida de àlcool”, tinha uma cor azul-claro e cheirava realmente doce, apesar disso.
OFF:
 

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