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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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Axell
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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySeg 26 Dez 2016, 20:53

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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TheJoker
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySab 04 Fev 2017, 21:01

Off logo de cara:
 

Buzz

Buzz tivera uma bela noite de sonhos, sonhos esses que não conseguia se lembrar... Talvez se lembrasse teria uma maior vontade de demonstrar seus sentimentos por Umika, mesmo ali, na frente de sua avó. Estava focado no prazo de entrega das mercadorias e fortunadamente seu afeto iria lhe ajudar a chegar até o local, ou ao menos tentaria lhe ajudar.

Com sua mente focada em sua tarefa, não se deu conta que havia esbarrado em uma coisa peluda... ou melhor algo peludo. Logo percebeu que a criatura era um mink. Julgou ser um mink urso, possuía uma fina camada de pelos curtos e macios e uma barba presa por um laço. Retesou seu corpo de modo a proteger Umika da possível ameaça, mas decidiu levar para o lado diplomático e apenas conversar. Se desculpou e apresentou-se ao mink, que por sua vez puxou assunto e se apresentou:

– Olá, desculpa incomodar, mas vocês sabem onde eu poderia encontrar algum lugar para trabalhar como ferreiro? Perdão, onde estão meus modos? Prazer em conhecê-los, podem me chamar de Harkyn, perdão pela, minha aparência um tanto... desconfortante.

Respondeu o Mink de forma cavalheiresca e disse não conhecer muito bem a ilha, mas que poderiam sair juntos para o lado mais movimentado da ilha... Talvez até tomarem café juntos para se conhecerem. Ficou ali, aguardando a resposta do mink, junto de sua amada e sua vó.


Harkyn


Harkyn acordou totalmente descansado, estava inerte nas lembranças de seu sonho e de suas conversas com Kevin. Dirigiu-se até a portaria onde encontrou mais duas pessoas além da senhora dona da pousada, um garoto alto de cabelos brancos e uma bela  garota de óculos que julgou estar acompanhada do rapaz. Certamente aquilo não poderia ser coincidência, estava deveras crente que a entidade Narrador existia! Enquanto pensava o quão maluco aquilo poderia ser, sentiu um impacto e percebeu que o garoto esbarrara em seu corpo. Logo tratou de puxar assunto de forma cordial e se apresentar, e apesar de alguns segundos de tensão por parte do jovem de cabelos alvos, teve uma resposta também cordial:

– Me desculpe por esbarrar em você, foi um infeliz acidente. Meu nome é Buzz Bee

Fez uma reverência e continuou respondendo o Mink:

– Não precisa se preocupar com a sua aparência. Você só nos pegou desprevenidos, e por isso nos surpreendemos. Quanto ao pedido, olha, eu não conheço muita coisa dessa ilha já que só estou aqui faz uns dias. Mas se quiser, eu e minha... linda acompanhante estamos indo para o canto mais movimentado da cidade, então você pode acabar achando o que procura lá. Por que não nos acompanha?  – Fez uma pausa por mais um tempo e por fim finalizou – Por que não vamos tomar um bom café da manhã? Sei que você tem um objetivo traçado, mas perder um pouco de tempo em troca de uma boa refeição não parece uma má troca. Ah, só avisando que eu não vou pagar o seu, só o da dama, ok?


Ryu e Jacob


Os jovens haviam descansado na modesta taverna no centro de Loguetown. Pela manhã, enquanto Ryu tomava banho, Jabob se arrumava e mantinha suas coisas em ordem. Desceram até o mezanino para tomar café da manhã acompanhados da Srta. Wang.

A mesa era composta de frutas, pães, queijo e leite, apesar de simples estava muito saboroso, Ryu agradeceu ao dono e então saiu da taverna acompanhado de seu irmão e Wang.

O jovem decidira que a primeira parada seria no mercado, Jacob concordou com a cabeça e juntos foram pedir informações. Era uma tenda de frutas pequena, com um velho senhor de barba rala e chapéu de coco. O homem deu um sorriso e então disse:

Velho: Ora, acredito que não daqui não é mesmo hohoho. Basta seguirem reto por esta avenida principal... No terceiro quarteirão vocês verão o mercado!

E assim os jovens fizeram, seguiram pela movimentada avenida principal. O sol era ameno e batia uma brisa leve conforme caminhavam. Podiam ouvir o barulho de pessoas vendendo os mais diversos tipos de coisa, conversas, risos, crianças brincando, era um pacifico dia em Loguetown.

Chegaram até o mercado, era uma estrutura média com um grande toldo laranja, na frente do estabelecimento, cestos com frutas secas, nozes, grãos e temperos que perfumavam o ar com seu cheiro. Não estava muito movimentado, apenas algumas pessoas faziam suas compras. Dentro podiam ver uma mulher alta e forte no caixa, e mais outros diversos tipos de alimento organizados em quatro corredores com prateleiras.

OFF pt2:
 
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySeg 06 Fev 2017, 00:55

Ficar ali, esperando uma resposta do mink, não era bem o que eu esperava fazer durante a manhã. Mas acho que pensar na proposta era o mínimo a se fazer. Ninguém em sã consciência segue um estranho para onde quer que ele queira ir, não importa o quão forte você se ache. É até engraçado como uma simples resposta como "sim" ou "não" pode demorar tanto. Tomando a mão da jovem às minhas costas, iria em direção a porta, esperando ouvir a réplica do mink antes de sair de fato do local. Quando já a tivesse, ai sim poria-me a andar para onde a jovem me guiasse, deixando que a mesma vá um pouquinho mais a frente, já que eu não conheço tão bem a ilha quanto ela. O humanóide, caso viesse, provavelmente acompanharia nosso ritmo, até porque a falta de conhecimentos da localidade parece ser uma característica que ambos compartilhamos. Manteria Umika do lado contrário ao do mink, apenas para me certificar que ela está o mais segura possível. Podia ser jovem, mas não era burro de confiar cegamente em alguém que nunca vi. Se ele não estivesse junto à nós, começaria a procurar pela multidão por pessoas que me chamassem a atenção. Sempre gostei de pessoas que se destacassem, então fazer isso seria um bom começo.

Mas se o cara peludo estivesse conosco, seguiria a procura de algum café, como disse que faria mais cedo. Eu era um cara que pensava mais do que agia, mas quando se está com fome fica difícil pensar nas coisas. E além disso, tinha o pressentimento de que hoje não seria bem o que eu chamaria de dia calmo. Quando finalmente achasse o tal café, seguiria para lá com as duas pessoas que me acompanham e procuraria me sentar em uma mesa que fosse mais afastada das outras pessoas. O que conversaríamos ali poderia ser algo que nos prejudicasse caso chegasse aos ouvidos de algum marinheiro. Se algum garçom chegasse para nos atender, pediria apenas um pão e uma xícara de café, e esperaria cada um fazer seu pedido. Assim o garçom sairia e eu poderia começar nossa conversa sem mais empecilhos. Como ambos já sabíamos o nome um do outro, seria idiotice começar por essa parte. Pulando as apresentações, iria direto ao ponto. - Enquanto esperamos nossas refeições, por que não falamos um pouco? Diga, que negócios tem à tratar aqui em Loguetown? - Como um bom ouvinte, manteria o silêncio até que ele terminasse de falar enquanto tamborilaria de leve meus dedos sobre a mesa. Assim que ele terminasse, emendaria com uma segunda e importante pergunta. - O quão disposto você estaria para ir até a Grand Line? - Faria uma expressão séria e olharia firmemente em seus olhos ao fazer essa pergunta em particular, e assim como da outra vez, ficaria em silêncio.

Caso a comida já tivesse chegado, começaria a comer de maneira devagar e educada, lembrando de assoprar de leve meu café a fim de esfriá-lo um pouco para não me queimar. Se eu estivesse prestes a falar, evitaria fazer isso de boca cheia, respeitando os bons modos que eu prezo. Depois que obtivesse as duas respostas, deixaria meu convidado fazer as dele. Não seria prudente esconder a verdade neste momento, mas também não iria abrir totalmente o jogo. Já havia ouvido falar de pessoas que trabalham para o governo disfarçadas, e apesar de pensar que seria exagero mandar alguém assim em meu encalço, teria de manter a cautela. Caso ele me fizesse a mesma pergunta sobre o que eu fazia por aqui, responderia. - Minha passagem por essa ilha foi apenas para me preparar para seguir para o real meu real destino. Tenho desejo de ir para a Grand Line e conhecer o lugar. Apesar de que, agora, eu também tenho que fazer uma entrega lá. - Caso ele perguntasse qualquer coisa sobre a mercadoria que eu iria transportar, apenas responderia. - Infelizmente eu só saberei disso no dia que tiver de zarpar da ilha. -

Quanto a perguntas sobre minhas intenções na Grand Line, responderia de maneira simples. - Ora, já lhe disse o que irei fazer lá. Estou indo apenas para conhecer o local. - O que de certo modo era verdade. Não queria ir para aquele local para ganhar fama, pegar garotas ou ficar rico, apesar de que ficar rico é uma boa. Meu principal objetivo é a minha própria diversão. Por ter convivido com pessoas de idade tão avançada por quase toda a minha vida, prezava muito o tempo de vida que ainda me restava, e queria aproveitá-lo o máximo que eu podia. Queria fazer tudo o que eu quisesse e saber de tudo, e ai sim eu poderia morrer em paz. * Mesmo que você não morresse em paz, isso faria alguma diferença. Quer dizer, você vai estar morto. Não é como se você pudesse voltar como um fantasma ou algo assim. * * Quem sabe? Talvez eu volte, talvez não. É por isso que eu vou aproveitar bastante. * * Essa é a coisa mais inteligente que você já disse até hoje. Ah, nós vamos roubar algum banco ou coisa assim antes de partirmos, né? E umas roupas mais legais também. * * Contanto que eu não tenha que jogar fora a jaqueta que ganhei de presente e que roubemos de algum nojento por ai, por mim tudo bem. * * Sabe, temos que falar sobre isso. Esse negócio de só roubar de alguém ruim é, vejamos, coisa de trouxa. Você não tem uma regra própria de fazer o que for necessário para o seu próprio bem? Então isso deveria incluir roubar o que quisesse, de qualquer pessoa. * * Você me pegou nessa, mas isso não quer dizer que eu vou fazer isso. E por hora, é assunto encerrado. *

Depois que ele terminasse suas perguntas e todos acabassem de comer, chamaria o garçom e pediria a conta, retirando do bolso o dinheiro necessário para pagar a minha parte e a da jovem que me acompanha. Depois, levantaria-me e tomaria a mão da moça, enquanto convocaria o mink. - Vamos ajudá-lo a procurar por um ferreiro. Venha. - Assim, sairia do estabelecimento e começaria a procurar por alguma ferraria para que o humanoide pudesse fazer o que precisava. Quando achássemos, deixaria-o lá e diria. - Estamos na mesma hospedaria, então não será difícil nos encontrarmos novamente. Por hora, isso é um até logo. - Acenaria para o homem e continuaria a caminhar com a jovem, tentando achar alguém que me parecesse interessante. Enquanto observava, claro que não esqueceria de dar a devida atenção à dama que me acompanha.

Na verdade, faria mais que isso. Estava na hora dela saber quem eu era, apesar de que eu sinto que ela sabe mais do que aparenta. Mesmo pensando que talvez eu possa vir a me arrepender disso, não contar a ela seria estúpido. Ela já irá me acompanhar na minha jornada, então cedo ou tarde ela vai descobrir. E convenhamos, é melhor ela saber agora que está tudo calmo do que quando estivermos sendo perseguidos pela marinha. Durante nossa caminhada, tocaria no assunto de maneira descontraída e, talvez, sutil. - Umika, o que você me diria se eu lhe dissesse que eu tenho uma recompensa pela minha cabeça? - Diria as palavras calmamente, como se estudasse cada uma delas antes de dizê-las. Sentia meu coração bater mais forte e meu estômago se revirar. Talvez fosse o medo. O medo de ser rejeitado. O medo de ficar sozinho de novo. Respiraria fundo, buscando me acalmar e escutaria sua resposta em completo silêncio. Não havia mais nada a se dizer. Ela não me pertencia, então era escolha dela o que iria acontecer naquele momento: Se ela iria permanecer ao meu lado, ou se ela iria embora. Caso ela permanecesse, seguraria sua mão com um pouquinho mais de força, talvez em reflexo ao meu desejo de não deixá-la ir. De todo jeito, as buscas continuariam.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySeg 06 Fev 2017, 22:44




RISE OF THE DRAGON


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Assim que colocou seus pés fora da estalagem, o loiro olhou para os lados, e a primeira coisa que avistou foi uma simples e pequena tenda de frutas. O aparente dono do lugar era um senhor de idade, a barba era rala, e na sua cabeça repousava um chapéu de coco. Sem receios aproximou-se do homem, perguntando onde ficava o mercado.

– Bom dia senhor, por gentileza, poderia me dizer onde fica o mercado? – disse entusiasmado, imaginando as possibilidades a sua frente. O dono da barraca respondeu gentilmente, chegando até a soltar uma pequena gargalhada. – O senhor é bem observador em velhote? Nós chegamos aqui ontem. – falava com o seu jeito de moleque, pressupondo que o homem não fosse se sentir ofendido por ter sido chamado de “velhote”. – Muito obrigado pela informação, nós estamos indo então.

Agradeceu, sorrindo e acenando com a destra enquanto dava as costas ao vendedor. – Parece que nós estamos com sorte aniki, bem que nos disseram que essa estalagem era perto do centro. – olhou para o lado rapidamente, aguardando uma reação por parte de Jacob. A verdade é que eles não tinham conversado muito durante o café da manhã, e da maneira como o diálogo tinha terminado na noite anterior, Ryu tinha a sensação de que as coisas não iam muito bem.

Enquanto o cozinheiro insistia para que eles salvassem a panda do seu terrível destino, Tetsu ponderava se aquela era a decisão mais sensata. Durante toda a noite passada e até o momento de dormir, o rapaz tinha cozinhado o assunto na sua cabeça, mexendo e remexendo sem conseguir chegar uma conclusão que agradasse os dois.

Além disso, o seu aniki que se julgava tão maduro tinha fugido da sua pergunta, até porque, ele sabia muito bem que não seria capaz de protegê-la da dor de perder a família. Uma hora ele vinha com o papo de que poderia proteger o broto das coisas que a ferissem por dentro, outrora afirmava que o que importava é que ela queria ser livre.


Ryu olhou para cima andando com os braços cruzados atrás da cabeça, tentando organizar as ideias e achar algum sentido naquilo tudo. – “O que eu faço?” – – Sentia como se estivesse faltando algo, só não sabia o que. O mercado a sua frente já tinha muita importância, não antes de resolver a questão em definitivo.

– Senhorita Li, me diga, o que eu sou para você? Um amigo? Um estranho? – a pergunta soaria como uma bala perdida, súbita e inesperada, enquanto paravam em frente a uma loja de armas caso houvesse alguma por perto, é claro. – Ontem à noite eu e o aniki chegamos a um impasse se iríamos ajudá-la ou não, no entanto, eu vejo agora que foi errado discutir sobre isso sem que você estivesse presente.

Havia naturalmente, um certo desprazer em sua voz por ter que deliberar uma questão tão delicada em um ambiente tão tumultuado, entretanto, uma hora ou outra eles teriam que falar sobre isso. Tetsu apenas não queria mais aguardar pelo “momento certo”, simplesmente queria saber até onde iria a “toca do coelho”.


– O aniki disse que você está sendo obrigada a casar. O que você espera que façamos? Que chutemos a bunda do noivo e façamos ele desistir? – diria olhando para a mink com um semblante frio, e uma voz apática, compreendendo ainda que lentamente, o porquê da sua hesitação em concordar com aquele plano. Ele estava machucado por dentro.

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– Eu entendo que você é mais íntima do aniki, mas eu achava que depois de tudo o passamos que nós éramos amigos. – Curvaria a cabeça recolhendo o olhar decepcionado. Eles eram um grupo, no entanto, por que ele se sentia tão excluído? Li Wan tinha que entender que Ryu e Jacob era um pacote completo. Se ela queria discutir algo que fosse afetar o destino dos três, então que o fizesse da maneira correta.





Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptyQua 08 Fev 2017, 00:44

A pergunta

Quando se deve tomar decisões




De fato, ela era próxima do centro, isso facilita o “ groove “.

Não estava chateado com Ryu, de forma alguma, mas não podia deixar de pensar que talvez tudo aquilo que estivíssimo passando poderia ser mais duro do que se imaginava quando se falava de conclusão final. Nem sempre ele estaria certo, nem sempre ele estaria errado, assim como aconteceria comigo obviamente, mas precisaríamos acreditar na “ certeza “ um do outro, para ele todo meu discurso e linha de raciocíneo poderiam ser confusas, era difícil compreender o que eu “ podia e devia “ proteger e o que não “ podia e não devia “ proteger , mas era algo que de fato seria mais claro quando visse o que de fato era o problema e por isso o silêncio e a certeza de prosseguir fora a minha escolha pelo momento.

Logo as coisas começaram a seguir, por outro caminho, as ações de Ryu renderam o que ele sempre fazia “ Não fazer o que se faz “, seguir uma própria direção, é uma certeza de que ele sempre faria isso, mas nem sempre seria a melhor escolha, mas seria a melhor para aquele momento talvez, suas palavras eram súbitas diretas e objetivas, a primeiro momento, não pareciam uma “ situação “ com desfecho, mas logo tornou-se um pouco mais claro o que o jovem rapaz de cabelos loiros estava tentando passar com seus questionamentos, não posso negar que ao ouvir as palavras de meu Aniki apenas cruzei os braços e observei, pois aprendi duas coisas com o passar dos anos: Uma é que nunca devemos deixar de viver um momento crucial e a outra é que as vezes uma conversa abruta é melhor que uma conversa rasteira e por isso esperei a resposta, mas independente da mesma a fala mais objetiva que pude proferir foi :




Sabe “Broto” de maneira prática o que o “tampinha” quis dizer é que , nada vai acontecer se você não explicar o por que , transa o que falo?

Existem duas coisas que aprendi com a convivência mínima com Ryu, uma é que ele não é complexo e a outra é que ele e tão simples que torna-se complexo, por isso apenas coloquei as mãos nos bolsos, olhei para a mulher panda e esperei ate o ultimo instante, pois naquele momento fiz minha primeira ação de defende-la e “ liberta-la “ com a seguinte escolha : “ Nos conte a verdade e seja sincera, pois somos três, ou seja desonesta e sem decisões e seja UMA mesmo sendo três.” e por isso apenas esperei a resposta, Ryu tinha dado a cartada, ele geralmente armava o tabuleiro, mas eram as peças que jogavam, e as vezes um “ cavalo “ como eu tem que fazer as peças se moverem, bem, sabendo disso completei:


Se você não tomar uma decisão precisa, vai acabar sendo o que era antes de nos encontrar Broto, vai acabar sendo o que não quer ser: NINGUÉM





bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptyQua 15 Fev 2017, 01:55

OFF::
 

***B U Z Z***


Bee gentilmente convidou seu novo conhecido a um café e ambos comeram bem um um gostoso café colonial que encontraram. Logo levantaram e nosso protagonista deixou 2500 berries para pagar o seu café da manhã. Logo foram um busca de um ferreiro para ajudar o mink a encontrar um local para trabalhar e de fato não foi difícil, pois o som das fortes marteladas podiam ser ouvidas a uma longa distância.

Não poderia dizer que a ferraria era de fato um grande estabelecimento, mas o mink ficou com os olhos brilhando ao ver a ferraria a sua frente e logo conversaram com o proprietário que achou interessante um mink estar ali procurando emprego e logo acertou com ele um trabalho de aprendiz.

Finalmente Buzz e Umika estavam sós caminhando, esse era um momento decisivo para a vida de ambos, pois era necessário revelar a verdade para que essa união desse certo. Então Buzz meio que se confessa através de uma pergunta que ele não era uma pessoa comum, mas alguém que era procurado pela polícia.

Umika olhou para Buzz e parou sua caminhada deixando Bee dar alguns passos a frente. Ela respirou fundo e olhou para cima e começou a falar consigo mesma: - Ele é procurado?! - Ela fechou os olhos por uns dois segundos e logo se virou opara Buzz e continuou a falar. - Você sabe que vai ter que me proteger e me levar para lugares mais bacanas. Se a Marinha vier atrás de nós então vou ter que ser recompensada.


*** R y u e J a c o b***


Os três estavam parados em meio ao caminho para o mercado quando resolveram colocar a mink na parede. Um questionando qual era de fato a relação entre eles e o outro cobrando a verdade pura e crua.

Porém o pensamento dos três foram interrompidos quando viram um panda trabalhando em uma ferraria. Encontrar um mink panda já não deveria ser comum, mas dois?

- Infelizmente não existe uma resposta simples para tudo. - Disse a Li Wan. - Mas posso dizer que não a amizade não é algo que eu possa decidir, mas algo que construímos juntos, com um apoiando o outro, não sei se você concorda comigo Ryu?

A panda parecia nervosa, pois não sabia o que dizer e nem se quer como realmente agir, mas ela deveria falar algo para os dois. Sentia que se omitisse qualquer detalhe talvez o problema fosse maior.

- Senhores. - disse olhando para ambos. - Sou de uma família honrada da Grand Line e em um acordo fui forçada a um casamento. De fato não conheço meu noivo e tão pouco sei se ele concorda com tudo isso. Mas a vida que eu quero esta no mar, não presa aqui ou a um casamento. Sei que por um lado devo honrar meus pais, mas talvez isso custe muito caro para mim. Eu quero se livre.

As pessoas a volta começaram a dar uma olhada no trio, parecia que todos percebiam que algo estava acontecendo, a panda começava a chorar de leve e esfregava os olhos para ninguém perceber isso.

- O que vou perdir talvez seja ousado de mais. - Ela então olha firmemente para Ryu. - Quero que vocês me salvem desse casamento e me levem nas maiores aventuras no mar. quero ser uma companheira, amiga e alguém que vocês também possam contar, mas agora eu preciso da força de vocês.

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OBJETIVOS:

Nessa missão::
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptyQua 15 Fev 2017, 19:14




RISE OF THE DRAGON


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- Infelizmente não existe uma resposta simples para tudo. Mas posso dizer que não a amizade não é algo que eu possa decidir, mas algo que construímos juntos, com um apoiando o outro, não sei se você concorda comigo Ryu?

Li Wan respondia de maneira seca, firme, aristocrática, longe daquela garota gentil e frágil que Ryu tinha conhecido um dia atrás. O panda ferreiro que estava próximo até chamou a sua atenção momentaneamente, mas não o suficiente para que perdesse o foco da conversa.

A mink tinha razão, amizade não era algo que deveria ser decidido, e sim construído, no entanto isso não respondia a sua pergunta, pelo contrário estava fugindo de uma usando outra, a qual o loiro optou por não responder. Ao invés disso colocou os braços cruzados atrás da cabeça, deixando que ela continuasse falando.


- Senhores. Sou de uma família honrada da Grand Line e em um acordo fui forçada a um casamento. De fato não conheço meu noivo e tão pouco sei se ele concorda com tudo isso. Mas a vida que eu quero esta no mar, não presa aqui ou a um casamento. Sei que por um lado devo honrar meus pais, mas talvez isso custe muito caro para mim. Eu quero se livre.

“Ser livre...” – Não havia nada mais valioso que a sua própria liberdade, e pela primeira vez Ryu via Li Wan decidida, forte, mas que enfrentava ao mesmo tempo um dilema entre honrar a família e viver a sua própria maneira. Isso inevitavelmente lembrava a sua infância, quando o seu pai queria que ele estudasse para ser um médico respeitável.

- O que vou perdir talvez seja ousado de mais. Quero que vocês me salvem desse casamento e me levem nas maiores aventuras no mar. quero ser uma companheira, amiga e alguém que vocês também possam contar, mas agora eu preciso da força de vocês.

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– Está decidido então. – diria com um sorriso genuíno no rosto, quase explodindo de felicidade. Ele tinha a resposta que queria, e isso já bastava. – A partir de hoje não vou te chamar mais de senhorita, mas de Li Wan-chan. Eu te levarei para as maiores aventuras que você já viu e se alguém quiser te obrigar a casar, terá que se ver comigo primeiro!

Caminharia em direção ao ferreiro enquanto cantarolava qualquer estupidez que viesse a sua mente, feliz pela decisão da mink. – Yoshhh, primeiro precisamos nos preparar, e depois vamos para Grand Line! – fez uma breve pausa, apontando o indicador para o vasto céu, pouco se importando se isso chamaria ainda mais a atenção das pessoas, voltando a cantar em seguida.

- Ohh, ore waaa, tensaiiiii... – Assim que chegasse à ferraria, colocaria as mãos no bolso, baixando a cabeça e a avaliando as peças feitas ali. Ryu não era nenhum perito no assunto, mas a aparência do produto contava muito na sua humilde opinião.

– Hehhh, você é bem hábil em? Eu estou procurando uma arma para utilizar nos punhos. Eu tenho essas duas soqueiras aqui... – retiraria as armas do bolso mostrando para o ferreiro. Eram simples, e justamente por causa disso queria algo melhor, que causasse mais impacto no momento do contato.

– Mas sinto que elas não encaixam bem nas minhas mãos. Eu queria algo melhor, como uma manopla de aço, ou quem sabe uma soqueira com espinhos.






Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptyQui 16 Fev 2017, 00:28

Ouvi cada palavra dita pela jovem e analisei calmamente. Seu tom e as palavras que ela escolheu pareciam diferentes do normal. O que estava acontecendo era um mistério para mim, mas talvez não tanto para o outro. * Não precisa ficar preocupado. Ela só tá tirando uma brincadeira com você, apesar de que a parte da proteção pareceu bem séria. Mas não é nada novo pra você, certo? Você já sabia que isso iria ocorrer. * Alívio. Não que eu tivesse muita confiança nas afirmações da voz, mas me apegar à esta explicação é bem melhor do que ingressar na minha. Umika seria apenas uma garota interesseira? * Impossível! Inconcebível! Uma dama tão pura e bela não pode ser tão podre por dentro. Não, não pensarei nem mais um segundo nisso. * * Melhor mesmo. Se você acabar explodindo, eu vou pro inferno junto, então não é uma boa ideia ficar se esforçando muito. *

Com as dúvidas que nublavam meus pensamentos dissipadas, resolvi dar progresso a conversação e as minhas ações do dia. Esboçaria o melhor sorriso que pudesse no momento, aproximaria meu rosto do dela, parando à pouco menos de um palmo de distância, e diria para ela. - Não se preocupe. Terei certeza de recompensá-la devidamente. - Encararia seus olhos e veria o que eles tinham à me dizer naquela bela manhã. Certamente, observar as pessoas é um hobby que vai me seguir por um bom tempo. * Boa safadão. Eu não teria feito melhor. Agora mostra que aprendeu mesmo e beija ela. * Me afastaria devagar e esconderia com a mão livre a parte inferior do rosto. Estava corando? Provavelmente. Anda acontecendo mais do que deveria, mas fazer o quê. Tentaria apagar a cena embaraçosa da mente e me focar no próximo objetivo, que era... * O que eu vou fazer agora mesmo? Recrutar em uma rua movimentada não parece ser muito inteligente. Volto à estalagem? Vou ao bar de Guin? Alguma ideia? * * Ué, tá perguntando pra mim? Achei que não gostava das minhas ideias. * * Fala logo. * * Tá bom então. Vai roubar algumas roupas e dinheiro. E não é pra ir atrás de mixaria não. Mire alto. * * Tá, agora a gente só precisa achar alguém que não preste e... * * Eu juro! Se você não parar com essa palhaçada agora, vou te ferrar. Que tipo de retardado é você? Roubar só de quem é mal? O que houve com o "fazer o que for preciso" ? E quando fosse para arrumar um barco? Acha que a merda da esmola que você tem nos bolsos compra um navio que preste. VOCÊ ESTÁ INDO PARA MARES QUE SÃO INFINITAMENTE MAIS PERIGOSOS QUE ESSE! * A voz retumbava em minha mente de maneira estrondosa, e continuava. * Se quer manter seus ideais frescos, mantenha os que não vão foder com ambos. Você não está sozinho nessa, apesar de que não foi uma escolha minha estar aqui. Eu vou ser legal com você e te dar uma saída: Roube dos ricos.  *

Tinha de admitir, ele tinha argumentos melhores que os meus. O plano para o barco era realmente comprá-lo, mas eu sabia que precisava de mais do que o que eu já tinha. Além disso, ficar caçando gente ruim requer tempo, e eu não tenho isso por enquanto. Ficava apreensivo de ver que teria de fazer isso, mesmo com a saída fácil que a voz me fornecera. De certa forma, roubar dos ricos não vai fazer com que eles passem fome ou nada do tipo, então por que não o fazer? * Essa é a época em que eu já não posso mais vacilar em minhas decisões. Roubar ou não? * Sem uma decisão formada, resolvi ir pensando nisso enquanto procuro alguma loja de roupas. Decidindo roubar ou não, roupas eram algo necessário para a viagem que eu iria fazer. Por conta disso, pediria para a minha acompanhante. - Pode me guiar até uma boa loja de roupas? - Durante todo o caminho, tentaria retirar o peso de minha consciência. * São só tecidos. São apenas tecidos. Alguns panos não vão prejudicar o dono do local. Não tem por que hesitar. * * Finalmente! É como você disse, são só tecidos. Mas é melhor ir se preparando, porque você vai precisar ir atrás de dinheiro depois. Lembra que você foi roubado um dia desses por aquele cara estranho? Qual o nome da figura mesmo? Trêsze? Enfim, o cara te prometeu poderes e itens legais, e tudo que você ganhou foi um adesivo invisível de trouxa, que te custou 50.000 berries. * * Um problema de cada vez, certo? Ótimo, agora me deixa trabalhar. *

Não era a primeira vez que eu ia roubar, e sabia que não estava nem perto de ser a última. De certa forma, eu já estava pronto para isso. Antigamente, meus planos de furto eram em conjunto com Snatch, então era só trocar o parceiro nessa situação. Eu faria o papel que o rapaz geralmente fazia, enquanto a jovem fará a parte que eu era acostumado a fazer. Quando eu conseguisse avistar a loja para a qual nós estivéssemos nos dirigindo, pararia a jovem e diria em seu ouvido. - A partir de agora, o plano vai ser posto em prática. Eu vou na frente, e assim que eu entrar, você só tem que contar até trinta e ir também. Finja que não me conhece e tente chamar a atenção dos atendentes, pedindo que eles lhe tragam roupas para experimentar e para que lhe ajudem à escolher roupas bonitas para você. Depois que você perceber que eu saí, dê alguma desculpa e vá para o bar de Guin e me espere lá. Por ainda estar cedo, não deve ter muitos bêbados para mexer com você, mas fique próxima da ruiva só por precaução. Caso ela pergunte sobre mim, diga apenas que eu tenho que fazer algo perigoso, e que não posso arriscar levar você comigo. Se entendeu, apenas acene positivamente. - Depois de falar, me afastaria um pouco dela e observaria o sinal. Caso ela negasse o entendimento, repetiria minha fala, mas de maneira mais calma e pausada. Mas se ela acenasse de maneira positiva, sorriria e perguntaria, em um tom normal de voz. - Antes de começarmos, alguma preferência por roupa ou cor? - Talvez para ela isso parecesse apenas uma piada para tirar a tensão, mas eu estava falando sério. Já que ia roubar alguma roupa para mim, poderia muito bem aproveitar a deixa e roubar um presente para ela.

Com as instruções dadas, restava agora por o plano em prática. Ao entrar na loja, olharia ela de cima a baixo e tentaria decorar o máximo de informações possíveis sobre o local. Quantas pessoas haviam ali? Quantas delas eram marinheiros ou empregados? Como era o espaço lá dentro? Com todas essas informações em posse, iria procurar por alguma roupa que fosse de meu interesse. Uma camisa social branca e uma gravata preta, para manter o mínimo de elegância necessária de qualquer ser humano. Também buscaria pelas roupas que Umika possa ter descrevido, mas para isso eu tomaria mais cuidado. Uma coisa é um cara entrar em uma loja e procurar roupas masculinas. Outra totalmente diferente é ele entrar e ir olhar as roupas femininas. Visualizando os itens, iria calmamente na direção de cada um deles, fingindo estar olhando os produtos e tentando decidir entre algum deles. Ficaria atento à porta do estabelecimento para ver o momento exato que a garota fosse entrar. Quando ela estivesse concentrando a atenção de algum ou alguns dos atendentes, usaria minhas habilidades de ladrão para surrupiar de maneira rápida as peças de roupa que eu vim buscar. Faria calmamente e tentaria ocultar o roubo usando meu corpo para bloquear a visão que as pessoas têm das minhas mãos. Guardaria por baixo da minha camisa, já que minha jaqueta pode encobrir o volume que as roupas farão. Com tudo em mãos, sairia do estabelecimento tentando levantar o mínimo de suspeitas que eu pudesse, agindo de maneira calma e natural. Uma vez fora, guardaria as roupas em minha mochila e caminharia pela rua, olhando em volta para ver se acho alguma construção que aparente ter muito dinheiro e pouca proteção. Se em qualquer momento eu fosse descoberto, pegaria as roupas e correria com toda a minha velocidade para as ruas, sem muita preocupação de para onde eu estivesse indo. Caso houvesse perseguidores que eu não consegui despistar, procuraria fazer alguma curva e adentrar em algum lugar para me esconder, fazendo o máximo de silêncio para não ser percebido pelos "caçadores" que estivessem em meu encalço. Já caso não houvesse nenhum, respiraria fundo e andaria despreocupado, olhando em volta para achar alguma construção que parecesse fácil e vantajosa financeiramente de roubar. Se de alguma maneira eu fosse alcançado pelos perseguidores ou o perseguidor, tentaria me virar em sua direção e atacar com chutes laterais, visando acertar sua cabeça ou suas pernas, para fazê-los desmaiar ou dificultar que eles me seguissem. Ficaria, claro, atento à ataques que eles pudessem desferir. Em caso de golpes horizontais ou diagonais, correria de costas ou daria um forte salto para trás, tentando sair da área de acerto do golpe. Se fossem golpes verticais ou retos como uma estocada, uma simples e rápida esquiva para um dos lados deveria bastar, seguida de um chute que visasse o estômago do inimigo.

No caso de conseguir achar um local que parecesse presa fácil, iria averiguar seu interior por meio de alguma janela ou porta que possibilitasse a visualização do local, sem ter de entrar nele. Caso não tivesse, entraria com cuidado e atento, pronto para o que pudesse vir a achar lá dentro. Não que eu esperasse encontrar uma frota da marinha me esperando do outro lado, mas precaução é algo que nunca é demais. Mesmo estando bem ali, ainda não estaria cem por cento certo de que queria fazer aquilo. Uma coisa era roubar alguns tecidos que não deviam custar mais que 50.000 berries. Outra é roubar dinheiro em espécie, que até onde eu sei poderia ser uma quantia bem superior a 50.000. Se nada estivesse ocorrendo no momento, talvez eu tirasse um tempo para um momento reflexivo, onde eu iria rever meus princípios que podem ou não vir a me prejudicar.

Objetivos que sobraram:
 

Para o avaliador:
 

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptyQui 16 Fev 2017, 21:01

[turno]A Srta.Li falou, suas palavras eram como marteladas em meu cerne, ela estava pronta para o desafio que viria, e não seriam poucos, mas ela estava pronta e foi vendo suas reações que de braços cruzados apenas admirei cada ação.

Afastei os braços passei a mão pelos cabelos, sim estava nervoso, ela de fato estava se tornando um belo prato principal, e logo ao ouvir a resposta de Ryu sorri para os céus enquanto tinha chances para isso e falei :


--Acho que agora você sente o Groove não é Broto ? É desse Groove que eu to falando..

E com um largo sorriso os acompanhei, tranquilo que aquela jornada tinha muitos "pratos" a me apresentar , tranquilo que agora apenas desafios viriam , não problemas, escutei os pedidos de Ryu para o vendedor e levatei dois dedos em pedido a ser multiplicado por dois o pedido do mesmo, enquanto me aproxima a e falava:

-- Duas, uma para ele e outra para mim e elegantes de preferência.
[/turno]

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySex 24 Fev 2017, 01:32




Ferreiro e Roupa de mulher





Ryu & Jacob



Ryu após as revelações de Li Wan ficou emocionado, feliz. Tão feliz que qualquer cego na rua poderia perceber sem precisar ver. Assim que disse à ela que colocaria o “-chan” no final do nome, a levaria em muitas aventuras por esse vasto mundo e a “protegeria” de qualquer casamento obrigado que fosse, essa havia perdido a tensão e uma corrente de lágrimas seguidas de um abraço foram jogados em Ryu com as palavras:



- O-obrigado… Realmente muito obrigada por isso tudo *sob sob* - Manteve seu rosto colado em Ryu o tempo todo que chorava, provavelmente não queria que seu rosto fosse visto daquela maneira. Alguns momentos depois, após secar seus olhos e acalmar os ânimos e ouvir sobre o tal “groove” o qual não entendeu e deu algumas piscadas para Jacob, mostrando o não entendimento do que havia dito. Enquanto eles andavam para o ferreiro panda, Li Wan voltava a falar:

- O-olha… Eu meio que acho que a culpa daquela briga foi minha então… De-desculpem, mas não façam mais, por favor… - Falava cabisbaixa e com a voz um pouco trêmula. Estava realmente aflita com aquilo.

Chegando no ferreiro, Ryu elogia o trabalho desse e explica a situação do seu equipamento e um pouco da insatisfação com ele. O ferreiro respondeu:

- Ohhh, agradeço pelos elogios. Já que ceis usam soqueiras, acho que podia usa soqueiras de novo né? - Mostrando as presas de lobo para os homens. - Esta é uma boa soqueira, tem suas pontas que possibilitam um grande dano no oponente d’oceis, é a minha recomendação, elas tão 750 mil o par. Ceis quer? - Era bem notável o sotaque caipira do ferreiro, mas isso não prejudicava a comunicação em nada.






Buzz



Proteção, foi o seu pedido para Bee. Umika não parecia do tipo interesseira aos olhos dele, mas aos olhos do outro, era praticamente uma certeza, por ter ficado um tempo considerável observando a garota, ela acabou por desviar o olhar, corando levemente, normal pra uma situação daquelas, eu diria. Mas claramente depois de ouvir a promessa de Buzz, lágrimas discretas desceram de seus olhos e um sutil obrigado, de sua boca. Após alguns momentos, os ânimos se acalmaram e Buzz se afastou para pensar consigo mesmo (ou quase isso), nos seus objetivos, seria esse a Grand line, mas ainda alguns obstáculos pela frente. Um navio, tripulantes, e as coisas básicas pra uma viagem perigosa como essa. “Roubar dos ricos” a voz o dizia, e tinha bom embasamento pra convencê-lo, tanto que assim o fez. Dali o plano de Buzz era roubar uma loja de roupas, conseguir alguns trajes decentes, algo bem recomendável, já tendo traçado o próximo destino, pede para Umika guiá-lo até uma loja de roupas, e essa aceita, mas fica com uma expressão um pouco confusa, enquanto olhava para o rosto concentrado de Buzz, que neste momento estava se livrando dos seus bloqueios morais pelo bem de seus objetivos.

Depois de caminharem até a loja, esta que era até que grande, tanto que via-se o final bem ao longe, com uma escada no canto direito para o segundo andar, que só tinha uma parte no fundo, parecendo uma sacada, protegida por uma divisória de barras de ferro. O balcão ficava à esquerda, logo na entrada, o balconista conseguia ver perfeitamente quem vinha pela rua, que estava bem movimentada. Então eles pararam um pouco antes para que não houvesse como serem descobertos e Bee explicou o plano para Umika, que acenou positivamente mas respondeu afoita, em seguida:


- M-mas e se nos pegarem? Eu não saberia o que fazer... - Suas pernas estavam tremendo um pouco, mas ela se conteve em falar mais alguma coisa, e acenou positivamente mais uma vez, com mais confiança, por mais que na verdade não tivesse nenhuma...

Quando lhe foi perguntado pelas preferências, respondeu, com seus braços a frente do torso.

- Não se preocupe comigo, faça apenas o que realmente tiver que fazer… Não quero que tenha problemas por minha causa. Mas gosto de verde... - Disse, cabisbaixa.


Terminadas as explicações, Bee entrou no estabelecimento, sendo automaticamente atendido por uma das 4 atendentes que podia ver, contando com a própria balconista, que estava atendendo um cliente de saída da loja. Haviam outros dois clientes, uma mulher perto do provador feminino, que ficava no fundo da loja, à esquerda e um homem, que estava na seção de roupas femininas, vestidos e blusas, porém ninguém estava olhando de forma estranha para ele. As outras duas atendentes estavam uma no andar de cima e a outra rondando pela loja, mas não era uma ronda padronizada, ao que parecia ela só estava andando aleatoriamente pela loja.

Tendo a entrada em foco, ele viu Umika entrando e da forma dela, que não era muito chamativa, digamos assim, mas ela entrou pedindo ajuda para as atendentes, das quais 3 se mexeram, incluindo a balconista. A única que não havia se movido, era a que estava no segundo andar. Diga-se de passagem, esse segundo andar não era acessível a clientes, então era algo como estoque.

Com a brecha e a atenção da atendente que lhe recepcionou tirada por Umika, o plano foi posto em prática. Bee foi rapidamente para a seção dos masculinos, onde haviam várias camisas sociais básicas e gravas ficavam em algo tipo uma caixa aberta, no corredor, também básicas, afinal, homens comumente só querem estar vestidos, simplesmente vestidos, não precisa ser chamativo, e nesse caso, quanto menos, melhor.

Observou seus arredores e daquela seção, pegou a camisa social e gravata preta, mas ainda faltava a parte de Umika, e com cautela se aproximou da seção feminina, que era bem visível de todas as partes da loja, e ainda havia o homem ali, que ficou observando Bee por algum tempo, e curioso, perguntou.

- É presente praquela garota especial? HA HA HA! - Riu alto o homem, chamando a atenção da funcionária lá do segundo andar, que o abordou:

- Olá, posso ajudá-lo a escolher aqui? Visto que é homem, poderia ser útil uma opinião feminina aqui, não é? -

Buzz estava encurralado agora, e Umika com sua distração não durariam por mais muito tempo. O que há de ser feito agora?
OFF:
 

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Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySab 25 Fev 2017, 00:56

* Como pude ser tão idiota de pensar, mesmo que só por um segundo, que essa bela moça seria uma interesseira? Maldita desconfiança! Mil vezes maldita! Agora eu estou me sentindo meio mal por ter pensado nisso... O que eu faço? * * Nessa eu estou com você, seu lixo. A pobre garota até chorou por você... Me sinto envergonhado de dividir este corpo com você. * * Não me faça me sentir pior... * * E ai eu ia fazer o que? Não é como se tivesse muita coisa para fazer aqui dentro, sabe? Uf! Se quer mesmo compensar isso, rouba uma roupa legal pra ela que tenha a cor favorita dela. depois, bem, eu te dou umas dicas de como agradecer ela por aguentar seguir um animal igual você. Por enquanto, só foca no objetivo. * Ele estava certo. Precisava agradecer ela de algum jeito, mas nada que eu pensasse no momento parecia ser bom o suficiente para demonstrar o quanto eu gostava dela. A roupa seria o primeiro passo para isso, e as outras coisas viriam com o tempo. Sempre dá pra contar com o tempo para trazer boas ideias, a menos que você esteja contra ele. Neste caso, pensar em um agradecimento não rivalizava em nada com o tempo que eu tinha, e isso era uma boa coisa.

Como esperado, tudo ocorria de acordo com meus planos. A jovem se mostrou bem versátil, mesmo com o evidente desconforto que a situação lhe trazia. Apesar de, é claro, parecer mais nervosa do que deveria, isso não vai prejudicar o andamento do plano. Como entramos separadamente na loja e ela está sob constante vigília das atendentes, não há como associarem-nos um ao outro. Mas como sempre, não tinha como continuar fácil desse jeito. É como uma força da natureza, que sempre tenta equilibrar minha sorte com um azar logo em seguida. Talvez seja a maneira do universo de manter o cosmos intacto contra os desastres que um dia de sorte possa causar para mim... Ou seja só uma forma de me ferrar indiretamente. Das duas, a última me parece mais real e coerente com o que está ocorrendo. Quem poderia imaginar que meu maior obstáculo para a realização do meu plano seria um simples civil retardado? Parecia até uma piada de mau gosto, mas era só a realidade.  * Esse cara nem deve saber o que fez, e eu acho que é isso que me deixa mais nervoso. Agora eu só tenho basicamente três opções: Ou eu compro o vestido, o que não seria muito benéfico para mim, ou pego ele e saio correndo, o que pode me levar à algum combate ou desgaste desnecessário que prejudicaria a outra parte do plano, ou eu poderia fazer com que a atendente ache que eu não preciso de ajuda, mas isso implicaria em... * * Algo extremamente vergonhoso e desnecessário. Eu sei no que está pensando, e prefiro arriscar correr do que fazer isso. Até por que, somos rápidos o suficiente para fugir sem sermos pegos. Mas bem, ai é com você. Se quer passar vergonha na frente da garota, vai em frente e faz logo essa merda. * * Eu não gosto dessa ideia tanto quanto você, mas não podemos ficar nos arriscando desse jeito. Sei que Umika não seria prejudicada com a nossa fuga, na verdade, acho que até seria beneficiada em não ter mais que continuar fingindo ser apenas uma compradora, mas se fugíssemos e fôssemos perseguidos, íamos nos cansar sem precisão, e isso no melhor dos casos. Ainda temos que roubar dinheiro em espécie, e acho que isso exige que estejamos na nossa melhor forma. *

Ai você deve estar se perguntando: "Mas que plano é esse que faria vocês passarem vergonha, mas é a saída mais simples?" Fácil. A atendente veio até mim achando que eu iria comprar a roupa para dar de presente para uma jovem, e por isso poderia querer uma opinião feminina para o assunto. Mas e se eu não precisasse? E se por um acaso o presente não fosse bem um presente, mas sim só mais uma roupa? Sim, estou falando de fingir que o vestido seria para mim. Eu sei, eu sei, isso é um nível de horrendo que ninguém quer ultrapassar, mas com isso eu poderia finalizar meu saque. Eu só teria de dizer que o vestido era para mim, e que eu só estava olhando os preços. Mas sabe aquela sensação que você tem de que se fizer algo, pode acabar se odiando para o resto da vida? Bem, a sensação estava à toda agora. É saindo de uma crise existencial para cair em outra pior. Quando eu já estava fazendo minha cabeça sobre o plano, me lembrei de algo que parecia ter ficado de lado por todo este tempo. * Por que este cara está na seção feminina e ninguém parece se importar? * * Você tem razão. Se a desculpa da atendente foi que você poderia precisar de uma opinião feminina, por que já não a ofereceu ao homem que estava à mais tempo aqui do que você? * Para mim, era fácil achar respostas para isso, mas saber qual a certa já era uma outra história. Poderia ele já ter sido atendido, mas ter dispensado ajuda? Pouco provável. Poderia ele gostar de se vestir assim e a atendente saber disso? Tem lógica, mas se for isso, fingir que gostava de me vestir de mulher pode ser algo pior do que a encomenda. Mas também havia a possibilidade dele ser nada mais nada menos que o dono da loja. Se ele é o dono, pode olhar o que quiser e ninguém dará a mínima para ele. Mas se for isso mesmo, arriscar roubar este último item com ele em minha cola pode muito errado.

O tempo estava contra mim. Quanto mais demorar a resposta, mais as suspeitas sobre mim vão aumentar. E não só isso, cada segundo que passa é um risco de que a jovem não aguente mais a pressão e o nervosismo que eu pus sobre ela e acabe deixando o local. Isso me deixaria com mais três harpias para me preocupar, e só uma já estava se provando um belo desafio. Parecia que tudo estava contra mim, mas eu já estive em situações piores. E em todas elas, pude contar com a minha técnica patenteada de saída de emergência, no caso de algum roubo dar errado. Um leve sorriso se formaria em meus lábios, e em minha mente eu já conseguia ver os passos que levariam à minha fuga. Com um sorriso ainda mais caloroso, olharia para a atendente e diria em um tom animado. - Ah, você me salvou! Confesso que não tenho nenhum costume em escolher roupas femininas, e já estava começando a ficar preocupado. - O sorriso e a animação não eram um desafio, visto que retratavam o que eu realmente sentia. Estava feliz de verdade por ter achado uma saída, então nada mais lógico que sorrir. - Poderia me ajudar a escolher uma camiseta ou uma camisa da cor verde, e que seja confortável de usar. É um presente para... Uma namorada. - Desviaria o olhar em direção as roupas e fingiria que eu não tinha dito uma linha tão embaraçosa assim. * Mas é um animal mesmo. Você lembra que ela tá bem ali? Essas crianças de hoje em dia, viu... * Assim que a mulher me apresentasse algumas peças de roupa, as olharia e tentaria avaliar, por meio das minhas memórias da proporção do corpo da jovem, se elas serviriam ou não. Escolheria umas três e pediria a opinião da atendente para saber qual delas é a mais bonita. Tendo obtido uma resposta, agradeceria a atendente e me dirigiria até o balcão, com o intuito de pagar pela roupa e sair dali... Só que não.

Achou que meu plano era tão imbecil assim? Nunca. Como eu disse, é uma "saída de emergência" para situações complicadas, e não uma rendição. Claro, assim como eu disse, eu iria até o balcão como se tivesse o objetivo de pagar pelas roupas, mas passaria direto. Por uma dádiva divina, o balcão era ao lado da porta, então não seria muito difícil enganar todos com essa estratégia. Uma vez do lado de fora, apenas correria com toda a minha velocidade para alguma rua que aparentasse abrigar construções com muito dinheiro. Caso estivesse sendo seguido, faria algumas curvas e, na terceira, adentraria em alguma casa ou loja, esperando assim despistar meu perseguidor. Caso não houvesse ninguém atrás de mim, apenas seguiria calmamente até alguma construção chique, que não aparentasse ter uma boa segurança. Avistando uma, olharia em volta tentando me situar e perceber se estava perto ou não do QG da marinha. Se estivesse, seguiria para uma parte mais afastada do quartel à procura de outra construção para servir de alvo. Mas se eu percebesse que o local não era próximo ao ninho dos marinheiros, adentraria calmamente o local e observaria tudo de cima a baixo, tentando montar um mapa mental do lugar. Precisava saber quantas pessoas haviam ali, onde se encontravam as saídas, quais os objetos relevantes que haviam ali, saber o que estava à venda, no caso de estar em uma loja, e se havia algum marinheiro no recinto. Com todas essas informações, traçar um bom plano não deveria ser muito trabalhoso.

A essa altura, meus bloqueios morais não pareciam grande coisa. Quanto mais próximo da hora do roubo, menos eu estranhava a ideia de nem ao menos me preocupar em saber de quem eu estava roubando. Em parte, acho que isso se devia ao fato de que eu estava tentando roubar alguém rico. "Eles têm tanto, então não vão se importar se eu pegar um pouco." Era nesse pensamento que eu queria me agarrar. Estava quebrando algo que me fazia ser quem eu era, então qualquer âncora que eu achasse para me prender ao que ainda sobrara de mim, eu iria segurar sem nem mesmo hesitar. Talvez isso fosse bom para minha saúde mental, ou talvez não fosse. * Poderia isso ser um sinal de que eu estou endoidando? * * Não, isso sou eu. * * É... Faz mais sentido. Isso vai ser um problema? * * Talvez. *

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 3 EmptySeg 27 Fev 2017, 02:47




RISE OF THE DRAGON


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Em frente à ferraria, o indivíduo respondia de maneira bem simpática, chegando a incentivar o loiro a continuar usando soqueiras. Não que Ryu se importasse muito com o modelo do seu próximo equipamento, afinal, tudo o que lhe interessava era que fosse confortável, e também o mais resistente e impactante possível. No entanto, por questão de educação, e retribuindo a gentileza do ferreiro, ele concordou positivamente com a cabeça.

- Não é como se eu dependesse desse tipo de arma apenas, mas imagino que você tenha razão, será mais fácil me adaptar a algo que já usei anteriormente. – diria com um sorriso no rosto, deixando claro que a arma em si não era um fator tão determinante, até porque, não passava de uma simples extensão do seu corpo. Sua força vinha unicamente do seu físico bem treinado, e também da sua experiência de batalha, ainda que essa não fosse muita.

- Hehh, elas parecem muito boas, você se importa que eu prove... – Embora parecesse uma pergunta, Ryu falava com um tom de afirmação. Apanharia as soqueiras independentemente da resposta do ferreiro, e as encaixaria nas mãos observando, é claro, se eram confortáveis e serviam bem nos seus dedos. Em seguida, afastar-se-ia um pouco de Li Wan e Jacob. Queria testá-las sem correr o risco de machucar qualquer um dos dois.

“Hmmm, a pegada é diferente, compacta, mas só saberei se é bom depois que testar.” – Abriria e fecharia as mãos analisando o produto cautelosamente. O rapaz não era nenhum especialista em equipamentos e armas, entretanto, ele era um boxeador, e sabia avaliar se aquilo lhe seria útil ou não. Primeiro, formaria uma base protegendo o rosto com os punhos fechados, enquanto os cotovelos permaneceriam apontados para baixo protegendo o tronco.

“Primeiro, um jab.” – Desferiria um soco rápido e sem muito impacto com o punho esquerdo, “perfurando” o ar. As pontas na soqueira pareciam lhe dar uma sensação diferente, agradável ou talvez fosse somente uma impressão. Ryu ficou empolgado mantendo um sorriso no canto dos lábios, e aproveitando o momento, lançaria mais socos no ar até ficar satisfeito. Depois que testasse, devolveria ao ferreiro colocando as peças delicadamente em cima da mesa.

- Eu gostei, irei levar. Você tem algum nome para elas? – Falaria enquanto procurava nos bolsos apertados da calça o pouco dinheiro que tinha, chegando a ficar com um semblante decepcionado ao constatar que a grana não dava para absolutamente nada.

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– Cinquenta mil berries... Isso não da nem para metade. – Guardaria as cédulas amassadas com um sorriso trémulo nos lábios enquanto lágrimas escorriam sem parar pelas maçãs do seu rosto. Dessa vez ele teria que apelar para a generosidade do cozinheiro ao seu lado.


- Ei aniki, o que acha delas? – Ryu nunca foi o tipo de pessoa que deu importância a algo tão banal quanto dinheiro. Por ter vivido toda a sua vida na floresta ele nunca tinha precisado tanto disso como agora. O berries era a moeda do mundo civilizado, e inevitavelmente Tetsu teria que se adequar a essa realidade caso quisesse sobreviver.

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- Eu estou duro, você pode comprar um par para mim certo? – Exibiria um sorriso no rosto, sem vergonha de mendigar as soqueiras. Assim que terminasse o que tinha para fazer na ferraria, Ryu agradeceria o atendente curvando a cabeça, guardando o par de soqueiras novas no bolso (caso fosse comprado). Depois, acompanharia Jacob nos lugares que ele quisesse ir. A verdade é que o grupo precisava se preparar para sua próxima viagem, e suprimentos eram primordiais para a sua sobrevivência no oceano.

- Além de comida, precisaremos também de um barco. Eu realmente gostaria de ter um só pra gente, assim não teríamos que ficar pedindo carona por ai, fora que somos piratas, certo? Que tipo de criminosos nós seríamos sem pelo menos uma bandeira? – À medida que caminhasse, levaria a mão direita suavemente ao queixo com uma expressão pensativa. Planejar era uma tarefa simples, já executar... Eram outros quinhentos.

- Duvido muito que tenhamos dinheiro para comprar um, a não ser que a senhorita Li Wan-chan esteja bem das finanças. – Esfregaria uma mão na outra mostrando um sorriso malicioso que ia de uma orelha a outra. Era uma expressão assustadora, diga-se de passagem, e ao mesmo tempo engraçada. Li Wan provavelmente soltaria gargalhadas por causa do temperamento tão infantil e imaturo de Ryu.

- Nossa segunda opção é roubar um. Também seria legal se conseguíssemos mais um amigo para nos acompanhar. – Brincadeiras a parte, o rapaz passaria seriedade em suas palavras. Ele não tinha proficiência em nada, e tanto Jacob quanto Li Wan, apesar de serem úteis de alguma forma, não eram navegadores. O grupo precisava de alguém que soubesse navegar em um mar tão perigoso.  




Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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