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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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Axell
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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptySeg 26 Dez 2016, 20:53

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptySex 06 Out 2017, 18:14

Wheel of Fortune


Buzz


Ao ouvir as palavras de Don Karthus, meus ombros ficaram um pouco menos tensos. Já tinha conhecimento da minha deficiência de sorte, então nada mais lógico do que temer a perda desta aposta que estava por fazer. Porém, como eu poderia tentar novamente caso falhasse, resolvi me permitir ter um pouco de calma. Após eu e o meu adversário mostrarmos as posições que queríamos que as balas ficassem, o velho foi para outra sala, de modo que nada pudemos ver. Ao voltar, embaralhou as balas e apenas quando o compartimento em que elas estavam parou de rodar é que ele o colocou na pistola. Com isso feito, a arma foi girada e eu fui declarado como o primeiro jogador. Até ali, tudo normal. O problema começou logo em meu primeiro disparo. Ao apertar o gatilho, um som alto e curto saiu do objeto, e logo me toquei o que significava. * Tá falando sério? De primeira? * Eu tinha plena ciência de que aquilo era apenas um teste, mas começar perdendo me deixou um pouco receoso quanto ao fato de que era eu que iria jogar a partida valendo a bússola. * Calma, respira. Foi só uma balinha, relaxa. * * Tomara que você esteja certo. * Mas não estava. Um pouco depois do primeiro, logo veio o segundo. A reação de Kravian, que antes havia sido compreensível já que fora uma circunstância deveras improvável, agora me fazia cogitar sobre qual seria seu problema com aquele barulho.

O jogo prosseguiu, e uma conversação foi brevemente feita entre mim e o ruivo. Mesmo curta, foi esclarecedora e um pouco perturbadora. * Sete anos presos nesse fim de mundo por conta de uma aposta... O quão horrível deve ter sido ficar aqui por tanto tempo? * * Melhor nem pensar nisso! Só de imaginar, já me dá calafrios. Acho que eu iria enlouquecer na metade do primeiro ano. * * Eu DEFINITIVAMENTE não posso perder. Nem que eu tenha que gastar cada centavo do meu bolso * * Calma, bambino, também não é pra tanto. * * Você... Donato, certo? Você e os outros novos ficaram quietos por um tempo, o que houve? * * Nada. Apenas não tínhamos porque falar. Bem, pelo menos não até você começar a ficar maluco. Esse dinheiro é importante demais para desperdiçar aqui. Ganhe sem perder nenhum berri! * * Você acha que eu quero perder dinheiro? O melhor que eu posso prometer é que vou gastar menos da metade do que tenho. * Com alguns grunhidos de desaprovação, o tal Donato silenciou-se novamente e a partida seguiu seu rumo. Mais algumas rodadas se passaram, e no final eu perdi. Tentava manter o pensamento de que era só um teste e que não valia nada, entretanto, eu sentia um horrível sentimento de derrota que me amargava a boca.

A jovem mink aproximava-se de mim e me puxava pelo braço para um canto da sala. Como era de se esperar, ela não havia gostado da minha performance e eu não a culpava por isso. Ela tinha toda a razão de ficar tensa com aquilo, até porque ela não sabia que eu já tinha um plano para a rodada que se seguiria e aquilo havia sido apenas para terminar logo com o teste. Enquanto ouvia sua opinião sobre a rodada, notava o quão atenciosa a mink havia sido para notar até o desbalanceamento do centro de gravidade da roleta. Além disso, ela havia chegado a mesma estratégia que eu, e olhando para o esquema desenhado por ela, Kravian parecia ter chegado perto disso. * Não que fosse uma estratégia que necessitasse de muita inteligência, mas eu não esperava muito do ruivo devido ao nervosismo dele. Porém, é como Li Wan disse: É vantajoso para mim que usemos a mesma estratégia. Até porque, eu já pensei em um modo de ganhar algumas fichas, para que mais a frente não tivesse que apostar as minhas. * Tamborilaria os dedos na minha perna direita e olharia para os meus pés por alguns segundos, depois olharia nos olhos da garota e diria. * Não precisa se preocupar com nada. Eu VOU conseguir essa tal Log pose nem que eu tenha que tomar medidas drásticas. * Soltaria o ar de meus pulmões todo de uma vez, antes de puxar o ar de volta calmamente. Era hora de tentar usar um pouco da minha manipulação para deixar o jogo ao meu favor.

Voltaria para o local onde estava antes de ser puxado e pegaria o papel e a caneta. * Humf, onde por as balas? Eu não tenho exatamente um número da sorte, então não é como se eu tivesse uma preferência. Bem, se a sorte não me ajuda, quem sabe o azar? * Pegaria a caneta e marcaria os números doze, treze e quatorze. O número treze em algumas culturas era considerado como um número que traz o azar, só que eu não me importava com isso. Eu sempre tentava ter sorte e acabava atraindo o azar, então talvez fazer o inverso desse certo. Assim que terminasse de marcar, dobraria o papel ao meio e entregaria ele à Karthus, para que ele fosse colocar as balas. Quando ele fosse girar a roleta da arma, focaria a minha atenção na mesma para tentar notar se o centro de gravidade estava alterado. Conseguiria notar isso quando ela começasse a perder velocidade. Se em dado momento ela começasse a fazer movimentos pendulares, isso indicaria que há um lado mais pesado que o outro. Assim que ele fechasse a arma, esperaria ele girar a arma para decidir quem iria começar e esperaria pela minha vez. Não importa se eu seria o primeiro ou o segundo, apenas pegaria a arma e atiraria contra a minha têmpora. Já quando fosse a minha vez novamente, olharia com um olhar vazio para a arma. Aproximaria-a dos meus olhos e os correria por toda a sua superfície, analisando minuciosamente. Após isso, sentiria o peso dela e depois ficaria balançando-a de leve, como se estivesse descobrindo algo. Depois de fazer isso, balançaria a cabeça em afirmação e passaria a arma para meu adversário, e colocaria a quantidade de fichas necessárias sobre a mesa, indicando que eu estava passando a minha vez. - É sua vez de atirar. - Diria em um tom confiante. Não sabia qual o problema que ele tinha com barulhos altos, mas ele parecia ter bastante receio de acabar "tomando um tiro". Eu tinha quase cem por cento de certeza de que aquele local estaria vazio, e era por isso mesmo que eu estava fazendo tudo aquilo. Queria levá-lo a crer que naquele espaço havia uma bala, e isso somado ao fato de que ele parecia desconfortável com o barulho que a arma fazia, poderia levá-lo a passar a vez. Se ele o fizesse, colocaria a quantia necessária de fichas sobre a mesa e passaria novamente a arma, dizendo. - Vamos, é a sua vez! - Meu olhar agora seria sereno, como se estivesse com plena certeza de minhas ações, seguro de que tudo daria certo. Esperava que aquilo o fizesse vacilar ainda mais, e com isso ele novamente passasse. Se ele assim o fizesse, pegaria a arma e atiraria contra a minha têmpora, seguro de que não ouviria o barulho do tiro.

Se eu estivesse certo, pegaria todas as fichas sobre a mesa e entregaria a arma para Kravian, mantendo uma expressão calma e atenda ao seu movimento. Já se ela houvesse disparado, o que era muito pouco provável, deixaria que ele pegasse as fichas e passaria o revólver à ele. No caso de não ter disparado, pelas minhas contas as chances do próximo espaço ter uma bala eram muito pequenas, e este seria um dos último (senão o último) espaços vazios antes das balas aparecerem. Se ele por algum motivo resolvesse passar logo após eu o entregar a arma, faria novamente a mesma estratégia de passar, só que desta vez eu atiraria contra minha cabeça se ele passasse a arma novamente. Havia uma pequena, porém não inexistente, chance de que ele houvesse entendido minha estratégia e a quisesse usar contra mim para recuperar as fichas que houvesse perdido. No fim desta etapa, eu ficaria preparado para começar a ouvir os barulhos que representariam a nossa "morte" no jogo. As chances de tomar um tiro agora seriam maiores que cinquenta por cento, e por isso eu não arriscaria o meu pescoço naquela parte do jogo.

Seria provavelmente a vez dele e eu esperaria para ver sua reação. Haviam três cenários que poderiam ocorrer ali: Ou ele passaria, ou ele atiraria contra a própria cabeça e não seria "morto", ou ainda ele atiraria contra si mesmo, mas a arma dispararia. Em qualquer caso eu passaria a vez e, apenas se voltássemos à ficar passando um para o outro, falaria. - É surpreendente! Mesmo depois de sete anos morando por aqui, você ainda tem dinheiro suficiente para ficar passando desse jeito. De qualquer forma, não é como se eu achasse isso uma coisa ruim. - Ao dizer isso, pegaria uma das fichas e ficaria brincando com ela entre os dedos. Não mostraria vacilação em meu tom de voz e nem gaguejaria. Meu objetivo se fazia importante o suficiente para me focar completamente no sucesso daquela missão. Se eu demonstrasse nervosismo ou timidez, não conseguiria mais deixá-lo pressionado e perderia minha vantagem no momento mais crítico do jogo. Se ele cedesse à pressão e tentasse a sorte, as chances dele ter de me passar dez fichas eram enormes e animadoras. Isto acontecendo ou não, passaria novamente a vez e contabilizaria quantas balas haviam sido disparadas até aquele momento. Se ambos ficássemos passando até que Karthus tivesse que atirar contra si mesmo, isso pelo menos serviria como parâmetro para que eu tivesse uma noção de onde estavam as balas. Assim que três delas houvessem sido disparadas, não importando quem houvesse as disparado, me prepararia para uma vez mais tentar enganar o pobre ex-capitão. Por conta do festival de passes que teria ocorrido anteriormente, quando eu uma vez mais fizesse isso provavelmente já não chamaria tanto a atenção do meu oponente. E assim como da primeira vez, esperaria ele passar duas vezes para então atirar contra a própria cabeça e arriscar ganhar ou perder algumas fichas. Depois de fazer isso, se houvesse levado um tiro eu passaria a vez até que ele ou Karthus tomasse os outros dois, já que era quase que certeza que os dois próximos espaços teriam balas. Já se não houvesse sido acertado, eu passaria até que todos os outros três tiros houvessem sido disparados. Era triste ver meu dinheiro ir para a vala, porém era melhor isso do que perder a aposta e ter que apostar ainda mais para conseguir a droga da bússola. Após os seis tiros disparados, o jogo seria encerrado, e assim que fosse eu perguntaria algo para Kravian. - Suas reações a cada tiro me deixaram intrigado. Por algum acaso você tem medo de armas? - Ouviria alguma resposta do pirata e então retiraria dos bolsos o dinheiro que havia perdido, ou então pegaria o que houvesse ganhado durante as apostas, além é claro de pegar o Log.

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptySex 20 Out 2017, 22:18




Roleta Russa pt.3!




  • Jacob e Buzz


Jacob, Li Wan e principalmente Buzz estavam muito nervosos com aquilo tudo. O jogo, a aposta e a possibilidade de perderem tudo era assustadora, mas aquela era a única chance de eles saírem daquele lugar para finalmente irem para a Grand Line, e os dois pareciam confiar completamente em Buzz. Com a estratégia formada, ambos Buzz e Kravian entregaram para Don Karthus as tabelas com as balas, que logo foi para outra sala e posicionou cada bala em seu devido lugar. Quando voltou novamente para a sala, o tambor foi posto na arma e, assim como Li Wan havia comentado, ao prestar bastante atenção era possível perceber uma leve alteração no centro de gravidade da arma. Aquele era o trunfo que Buzz iria se aproveitar no início do jogo. Depois de carregado, o revolver foi girado na mesa, parando na frente de Kravian. - Ah, caralho. Eu primeiro? - O pirata pegou a arma, olhou por um instante e colocou contra a têmpora. - Qual a chance de ter bala na primeira câmara duas vezes seguidas, né? - O homem fechou os olhos e apertou o gatilho. Click. A câmara estava vazia. Suspirando aliviado, Kravian passou a arma para Buzz, que sem nem pensar duas vezes ou olhar direito para a arma atirou contra sua cabeça. Click. Novamente nada. Até aqui, tudo ia de acordo com o que Li Wan havia dito, mas agora era o momento de Buzz colocar em ação seu plano diabólico. Depois que Kravian apertou o gatilho, novamente vazio, Buzz, diferente da primeira vez, começou a analisar muito bem a arma. Assim como era de se esperar e já sabia, não era possível saber onde as balas estavam posicionadas ao olhar para a arma, mas isso não impediu que seu oponente ficasse inquieto.

Depois de analisar, Buzz balançou a cabeça parecendo perceber algo, e sem hesitar colocou uma fica em cima da mesa. - Ah, qual é? Tá zoando, né? É impossível você saber onde a bala está! - Mesmo dizendo isso, Kravian ainda parecia nervoso. No primeiro tiro Buzz não havia nem pensado duas vezes antes de atirar, e agora ele havia passado com uma certeza tão grande... Depois de refletir um pouco, Kravian acabou colocando duas fichas na mesa. Antes que Kravian pudesse falar qualquer coisa, Buzz colocou quatro fichas na mesa, empurrando a arma de novo para Kravian. - Tá me tirando? - Kravian seguiu, colocando 8 fichas. Nesse momento, haviam 5 fichas de Buzz na mesa e 10 de Kravian, que parecia ter caído como um patinho no jogo de Buzz. Ele parecia ter certeza de que Buzz passaria novamente, mas ficou chocado em ver que o jovem atirou, e o pior, a câmara estava vazia. - FUI TAPEADO! - O pirata olhou fundo nos olhos de Buzz. - Vai ter volta. - As 8 fichas de Kravian, junto das que ele próprio havia apostado foram para Buzz, e a vez de atirar foi para Kravian. Kravian olhou um pouco a arma e passou. Buzz fez o mesmo e passou, o que fez Kravian dar um pequeno sorriso, passando novamente. Kravian estava certo de que Buzz passaria mais uma vez, entretanto para sua surpresa, o jovem atirou e a câmara estava vazia. - Vai se ferrar! - Assim, Buzz conseguiu mais 5 fichas de Kravian.

A partir da sexta câmara, não só Kavian, como Buzz também estava tenso com a possibilidade e uma bala vir a qualquer momento. O jogo foi passado, até chegarem na 10ª câmara, trajeto esse que um foi ganhando fichas do outro até que Buzz havia conseguido mais duas fichas de Kravian. Buzz estava com um lucro bom, de 17 fichas, mas o verdadeiro problema viria quando as balas aparecessem. A decima câmara foi disparado por Buzz, sem nenhuma bala. Kravian pensou um pouco e colocou uma ficha na mesa. Buzz seguiu, colocando duas, e resolveu começar a provocar seu adversário. - Vai cagar no mato, vai. - Mesmo assim Kravian parecia ter sido afetado um pouco pela fala de Buzz, pois encarou a arma e resolveu atirar. BANG! O primeiro tiro do jogo pode ser ouvido, e Kravian quase caiu da cadeira de susto. - Finalmente um pouco de ação nesse jogo! - Don Karthus riu. Com pesar, 11 fichas de Kravian, 1 da mesa e 10 do disparo foram para Buzz, totalizando um saldo de 28 fichas. O problema começava agora. Se realmente os dois tivessem usado a mesma estratégia, nenhum deles arriscaria atirar, e com certeza iriam passar até Karthus testar a câmara. Mas isso jogaria muitas fichas no lixo. Seria muito dinheiro perdido. Buzz poderia ter acumulado um saldo ótimo, mas isso... Buzz não era burro, e nem Kravian, por isso os dois passaram até que os 5 passes fossem dados, resultando em uma perda de 21 fichas por parte de Buzz. Don Karthus pegou a arma e atirou contra a própria cabeça, e assim como esperado, ela atirou. - Muito bom! Escaparam de um tiro! - E sem seguida pegou as fichas apostadas. Novamente 5 passes seguidos foram efetuados, causando 10 fichas de prejuízo em Buzz.

No total seu saldo de 27 fichas havia caído para -4 , e o saldo de Kravian deveria ser ainda mais assustador. Entretanto, as três balas seguidas foram disparadas, e os dois podiam relaxar um pouco. Aproveitando a chance, Buzz resolveu novamente usar sua estratégia de passar para atirar e pegar as fichas de Kravian, aproveitando a tensão causada pelos últimos disparos. Buzz passou, e Kravian fez o mesmo. Assim como Bee havia planejado, depois de tudo aquilo o seu passe parecia ter passado desapercebido, e com um sorriso ele passou novamente. Quando era a vez de Kravian passar sua segunda vez, entretanto, ele se limitou a olhar para o jovem. - Isso de novo? Sério? Não vou cair na sua de novo. Sei que nessa câmara não tem uma bala, pois já passaram 3. = Kravian colocou a arma na cabeça, e tudo levava a crer que Buzz teria mais 5 fichas de prejuízo, entretanto quando o gatilho foi apertado... A arma disparou. Kravian levou um susto e Don Karthus riu. - Mas que porra...? - Uma quarta bala em sequência fora disparada, concedendo à Buzz mais 12 fichas novas, deixando seu saldo em 8 fichas. Pela fala e Kravian ficou óbvio que ele também havia colocado três balas em sequência, e acreditava fielmente que aquelas primeiras eram suas balas, Mas por sorte ou azar, os dois colocaram as três balas de cada em uma sequência perfeita. Seis balas seguidas.

A partir dai, não havia para onde fugir: os dois continuaram passando até que o jogo se encerrasse, gerando mais 31 fichas de prejuízo, totalizando um saldo de –23 fichas para Buzz. Era um resultado negativo, de 2.300.000 no total, mas mesmo assim ele havia vencido. Kravian estava meio para baixo, triste por ter perdido, e Li Wan correu na direção de Buzz, dando-lhe um abraço. - AEEEEE! Nunca duvidei de você! - Don Karthus recolheu as fichas e trocou pelos berries correspondentes, recolhendo os 2.300.000 berries que Buzz perdeu na aposta. - Com um resultado de 2x0, Buzz vence o jogo da roleta-russa de 24 tiros. - Em seguida virou-se para Buzz. - Esperem aqui. Já volto com seu log pose. - E saiu. Enquanto o velho estava ausente, Buzz aproveitou para ir até Kravian tirar uma duvida com ele. - Não, não tenho medo de armas. Mas, po, esse jogo iria definir se iria continuar mofando aqui ou conseguiria vazar desse fim de mundo. Óbvio que eu estava nervoso. Mas você jogou muito bem, se um dia eu conseguir sair daqui, espero te encontrar novamente.

Logo Don Karthus voltou, trazendo consigo uma pequena bússola de pulso. - Como prometido, aqui está o Log Pose. - A bússola tinha uma agulha que apontava estranhamente para uma direção de forma fixa. - Com isso agora vocês podem seguir para a Grand Line sem problemas. - Finalmente eles possuíam o Log Pose em mãos, e agora de um vez por todas era hora de zarpar para a Grand Line.



Log Pose escreveu:
Quantidade aleatória (1,7) :
1


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyTer 24 Out 2017, 14:03

Vitoria com custos

Seguindo a rota dos sonhos!






Arg...

Não conseguia esconder a minha tensão, armas carregadas mesmo que de forma “ fícticia “ me incomodavam de maneira abissal, cada click fazia a minha espinha se arrepiar, mas Bee parecia calmo, inabalável, tranquilo como uma rocha deveria ser e isso talvez fossa a nossa vantagem . As chances de sair daquele local dependiam de Bee, confiava nele e por isso meu único medo é que a arma disparasse de fato e meu companheiro se ferisse gravemente, conhecia um mal carater quando via um e o cheiro de do “ velho apostador “ não enganava nem um pouco.

Logo o primeiro disparo aconteceu, minha mão se contraiu, mas tranquilizei-me quando vi que foi o adversário de Bee que tinha caído como um patinho na estratégia de meu companheiro, pude esboçar um pouco o sorriso e logo passar as mãos pelos meus cabelos e organiza-los enquanto pensava: “ Acabou, vencemos. “ foi um pensamento honesto, se conhecia bem o meu companheiro aquilo era o inicio do fim, por isso coloquei a mão em seu ombro e apenas dei dois tapinhas, uma forma gentil de dizer que confiava nele e que agora era com ele.

Minhas mãos foram aos bolsos, meus pés viraram em seus calcanhares e eu segui diretamente para porta caminhando com tranquilidade, era uma luta que o meu confiar no meu companheiro sabia o final, então estar ali apenas causaria uma pressão desnecessária para ele e para o seu adversário e por isso seguir caminho para o lado de fora talvez fosse mais relaxante, tendo em vista que continuar em um local com tana tensão talvez nem fosse tão saudável assim:

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– “Bee-Boy”, não demore para ganhar, esperar sempre é tedioso.

Olhei por cima do ombro para indicar que essa pequena tirada era a forma de demonstrar a confiança que tinha em suas atitudes e segui para o lado de fora para poder apreciar um pouco o grande mar que me cercava e a paz do cheiro de salina que percorria todo o lugar.

A espera me fazia pensar, pensar no que passamos e no que ainda tínhamos para enfrentar, pude olhar o meu punho fixamente e perceber seus ferimentos, suas cicatrizes, era algo grandioso pensar que tínhamos lutado com tantos homens e termos conquistado tantos feitos usando nossos punhos, nossa determinação e a nossa amizade e companheirismo, era algo que podia se dizer como incrível. E foi em meio a esses devaneios que me perdi durante alguns minutos e outros minutos me perdi no apreciar do solidão, alguns sons de tiros me incomodava durante a espera e algumas poucas tensões se faziam em meu corpo, mas no fim foi o grito de vitória de Li que me fez sorrir do lado de fora.

Não demoraria muito para Bee sair e quando o mesmo desse suas caras um punho estendido estaria a sua espera como em um sinal de respeito pelos seus feitos e então com um tom tranquilo falaria:



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–“Bee-Anaki-Boy” fez um bom trabalho lá dentro com os “Meganhas”, acho que é a hora de “picarmos a mula”.

Meu tom seria tranquilo, meus movimentos relaxados, de costas ficaria no momento que o comprimento fosse feito e retribuído ou não, um maneio de cabeça seria feito para Li , uma forma de chamar o broto para perto de uma maneira descolada e sutil, conseguimos o nosso objetivo e não tinha por que não ficarmos felizes foi seria seguindo ritmo de Bee que caminharia de volta ao navio enquanto falava:


– Acho que teremos boas surpresas para fazer ao “Anaki-Boy” e ao “Broto” lá na nossa “charanga”.




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyDom 29 Out 2017, 22:29

We Are the Champions, My Friends


Buzz


* Armas de brinquedo sempre foram tão assustadoras? * Era nisso que eu pensava enquanto jogava contra Kravian. Cada puxar de gatilho era friamente pensado, mas isso não impedia que eu ficasse receoso quanto ao meu sucesso. Não importa o quanto um plano seja bom, sempre vai haver pelo menos um por cento de chance de dar errado. E era justamente esse um por cento que me tirava o sossego. Porém, consegui administrar bem os meus nervos para não expressar insegurança. A partida seguiu com altos e baixos. Era até legal ver as reações exageradas de Kravian e o jeito como ele era manipulado facilmente, só que isso não me deixava menos chateado com o resultado. Até por que, havia alguém que fazia questão de me lembrar disso aos berros. * AAAAAAAAAAAHHHHHHH, meu precioso dinheirooooooo!!! O que merda você tem na cabeça, bambino? Olha só o que sua estratégia fez! Estamos pobres! * * Deixa de exagerar, velhinho. Ainda tem bastante dinheiro no nosso bolso e nós sempre podemos "ganhar" mais. * * Pelo amor de Deus! Será que você não pensa, seu asino? Já parou para pensar no trabalho que vai ser roubar as coisas daqui para frente? A arte do furto não é nada fácil. Exige-se experiência, furtividade, adaptabilidade e tempo para formular um bom plano. * * Heh, da última vez foi bem fácil e a gente não precisou perder muito tempo com um plano. * * PORQUE ESSE STRONZO É UM COMPLETO MALUCO! E você sabe muito bem que nós tivemos muita sorte de não termos de enfrentar diretamente aquele marinheiro e de só termos recebido um tiro de raspão. * * Bem, não adianta mais nada agora. Se quiser mais dinheiro, vamos ter que conseguir na próxima ilha. Além de que, roubar não é o único método de se conseguir uma grana. * Estranhamente, após minha fala a discussão foi encerrada. Talvez eles estivessem me dando esse descanso por ter conseguido a bússola para sairmos desse buraco.

Uma vitória amarga, se me permite dizer. Mas ainda assim, uma vitória. Allan já parecia certo disso e havia deixado a sala antes, então quem primeiro me parabenizou foi a panda. Enquanto meu rosto ia ficando gradativamente mais vermelho, não conseguia parar de pensar no quanto ela parecia com um ursinho de pelúcia por conta de sua pelagem. Logo me afastaria de maneira natural da moça e esperaria até ter a bússola em mãos para examiná-la. Por ser algo que eu nunca havia visto, era natural que eu estivesse interessado em sua aparência e seu funcionamento. Faria uma observação minuciosa sobre a sua estrutura externa e logo começaria a tentar entender como aquilo funcionava. O poria de cabeça para baixo, a fim de ver se haveria alguma alteração em seu funcionamento, e daria leves batidas com a unha do dedo indicador, para tentar identificar o material de que era feito. Mesmo com minhas análises, esperava que ainda me restassem algumas dúvidas, que provavelmente eu tiraria com a ajuda de Umika quando voltasse ao barco. Ao fim disto, começaria a andar em direção à saída do local, enquanto acenava de costas para Don Karthus e o ruivo. - O mundo é grande. Talvez nos vejamos novamente. -

Ao deixar o local, procuraria por Jacob e mostraria a tal Log Pose para ele. Ao ver seu punho estendido, tocaria-o com o meu próprio para finalizar o cumprimento. Jac parecia querer ir embora do local tanto quanto eu queria, então não havia porque ficar mais tempo por ali. Começaria a andar calmamente de volta ao nosso navio, enquanto ouvia o homem dizer algumas palavras que se referiam aos dois outros membros do nosso grupo. * Esses gírias dele continuam confusas como sempre. Talvez algum dia eu escreva um dicionário sobre elas, assim o conhecimento desse idioma não se perderá. * * Piadinhas à parte, como se sente agora? * Passaria levemente a mão por detrás da minha cabeça e questionaria a mim mesmo. * Eu estou bem. Por que a pergunta? * * Acho que você não entendeu a pergunta. Não estou falando sobre seu bem estar. Quero saber qual a sua opinião quanto à tudo isso. O que você sente sabendo que estamos indo para uma ilha completamente aleatória? * * Entendo... É estranho, mas acho que não tem problema para mim. Acho que não saber para onde estou indo é parte da experiência de conseguir a liberdade que eu tanto quero. Além disso, eu tenho que aprender a me adaptar melhor às situações que aparecerem na nossa frente. * Seguiria meu rumo em direção ao navio, mas caso alguém me chamasse eu pararia para ver do que se trata.

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyQua 15 Nov 2017, 21:32




A nova bússola!



  • Jacob e Buzz


A batalha estava ganha. Por mais difícil que houvesse sido todo aquele embate mental, Buzz havia conseguido sair vitorioso, e era isso que importava. Li Wan parecia feliz com a vitória de lavada por parte de Buzz, chegando a dar-lhe um abraço, que logo foi afastado pelo garoto tímido. Jacob, entretanto, não estava ali para presenciar a vitória; talvez por estar tenso ou talvez por já estar certo quanto a vitória de Buzz. De uma forma ou de outra, os dois encontraram o cozinheiro assim que saíram da casa de Don Karthus, já com a bússola. - Jacooooob! Ganhamos! Ganhamos! - Disse a mink, abraçando Jacob e dando pulinhos. Ela parecia bem feliz por eles não terem ficado presos naquele fim de mundo tendo que viver nas cavernas, como Kravian. Mas quem não ficaria, não é mesmo? Enquanto a mink celebrava com Jacob, Buzz encarava e cutucava o novo objeto que trazia consigo: a redoma era de vidro, o bracelete era de madeira e a agulha apontava para uma direção especifica, não importando quanto ele girasse, ela sempre apontava para aquela direção. Uma brisa soprava pelo pé da montanha, fazendo com que gotículas de água da cachoeira chegassem até eles. Uma fina chuva caia, molhando-os levemente, e assim como o velho havia dito, levando para longe a diarreia que doidão que havia cagado atrás da casa de Don Karthus.

Tudo parecia bem, e o ambiente exalava calma e relaxamento. O cheiro de terra (e pelo) molhada dominava o ambiente, se sobressaindo ao cheiro dos excrementos, o que era aliviante. Entretanto, uma voz rompeu a calmaria do ambiente, chamando os três novamente para a porta atrás de si. - Ei, ei, ei. Camaradas. - Kravian saia da casa, chamando a atenção deles e fechando a porta atrás de si. - E ai, como estão? Felizes em terem conseguido o log pose, né? Bom, é exatamente sobre isso que queria falar com vocês. - Colocando a mão na roupa, Kravian tirou um objeto que guardava consigo. Ele parecia um log pose, entretanto em vez de um bracelete de madeira, o estranho objeto possuía uma armação de madeira que o envolvia. - Sabe, não era para eu estar falando isso para vocês, mas esse log pose que vocês tem não é o suficiente para navegarem pela Grand Line. - O que ele dizia poderia parecer um absurdo, mas sua voz ela confiante. - Acontece que essa bússola ai só serve para chegar na primeira ilha, depois disso vocês ficam presos. É claro, ficam presos se não tiverem uma belezinha dessas. - Ele disse, mostrando a bússola que trazia com eles.

- Isso é tudo um plano do velho para lucrar mais. Ele vende essas coisinha para vendedores e mercadores da primeira ilha, assim se quiserem prosseguir, precisam disso. Por causa do desespero, elas são vendidas por preços altíssimos, beirando aos 50.000.000. - Vendo que os três já haviam visto a bússola em suas mãos, Kravian trouxe ela novamente para junto de seu corpo, de modo que não seria possível pegar dele. - Mas como eu simpatizei com vocês, e estou desesperado por dinheiro para sair desse lugar miserável, eu vendo por 10.000.000. Acreditem, Vocês não vão conseguir encontrar um desses por esse preço em lugar nenhum na Grand Line. Melhor comprarem para não serem feitos de trouxa depois. - A chuva continuava caindo, e se aquilo fosse verdade, eles teriam na frente deles algo que realmente precisariam dali para frente.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyDom 19 Nov 2017, 03:41

Uma proposta irreal.

Aceitar ou não?






Calma, Calma “Broto”, não precisa ficar “ serelepe “ com tudo, hehe.

Li era uma mulher engraçada, um “Broto” tímido que reagia de maneira tão natural a todos os estímulos que as coisas pareciam sempre uma grande descoberta, não posso negar que a felicidade me tomou conta em saber que ganhamos de fato, mas não era uma novidade para mim pensar dessa forma, afinal, determinação não nos faltava, nem mesmo a força de vontade necessária, mas era precisa também contar com a sorte.

Mas foi ao ver Bee e ela sair dali que de fato pude concluir em meus pensamentos mais simplórios : “ Saímos por cima da carne seca nessa. “ e isso era algo que me deixava feliz, bem mais do que apreciar um belo decote de um “Broto Supimpa” e acredite, isso era algo que eu gostava muito.  Logo pude ver o “ rapagote” divertindo-se com o seu novo brinquedo, o tal “ Log Pose” que nós faria seguir adiante em uma jornada que buscamos ser mais do que um simples navegar por um oceano cheio de aventuras, uma jornada que definiria quem somos, uma jornada que nos moldaria o caráter, mas isso era apenas o pensamento heroico de um cozinheiro “cool”. Tentei me aproximar, dar  um tapinha nesse homem de “cuca” tão brilhante que venceu por nós, e com um olhar sorridente falar para ele algo como:


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– “Bee-Boy”, você é do “balacobaco”, isso eu não posso negar, agora vamos para nossa “charanga” ok?

Voltaria a caminhar com o mesmo e com Li, não esperaria a resposta em si, afinal aquilo era um comprimento de vitória, mas não deixaria de “interagir de acordo” caso fosse preciso. Não demorou muito para que fossemos interrompidos em meio ao cheiro de terra e “ porcarias “ acima disso, era aquele “meganha”, um homem com um papo mole, um papo que “não seguia reto”, mas que nós trazia informações um tanto preocupantes e controversas em um contexto geral. Escutar ele falar cada palavra e logo em seguida observar meus “comparças” seria a primeira coisa que faria, passar a mão pelos cabelos e falar seria algo quase que imediato para que eles compreendessem o meu incomodo, afinal aquela postura indicava “ um preparo” para algo mais sério caso fosse preciso:


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– Não sei para vocês, mas isso me parece um “ lero” de “meganha”, o que me dizem?

Com uma postura firme mantive a minha posição, as decisões agora não eram só tomadas por mim, era tomada por todos e independente disso se ele estivesse falando a verdade uma atitude impensada minha poderia causar algo ainda pior, por isso, expressar o que pensava era o máximo que podia fazer.

Atento a possíveis falcatruas tentaria fazer o máximo de análises de ações para que isso nos precavesse de uma atitude mal intencionada, como um roubo por exemplo e por isso meu punho cerrado foi algo constante em toda a conversação que se seguiria. Porem, se caso positivo ao acordo o grupo fosse apenas com um olhar selvagem e nada amigável falaria para aquele “ borra botas” de marca maior:



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—Quero que escute bem “ Borra Botas”, pois eu costumo falar apenas uma única vez com gente do seu “ solado”,  se você estiver nos enganando, eu pessoalmente irei ate você e farei você compreender por que sou conhecido como “ O Touro” dessa tripulação, “transa o que eu disse” ?

E após falar tal frase, tentaria tocar com o dedo na testa do mesmo, mostrando que “ não estava brincando “ nem um pouco, um toque rígido e ameaçador, apenas para mostra quem de fato estava falando com ele naquele momento, afinal era assim que homens se resolviam e após tudo isso complementária com a frase:

–  Vamos então “ camaradagens” ? Estamos perdendo tempo aqui, temos um mar inteiro para “passar o bizu” .




bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyQua 22 Nov 2017, 22:35

Conselho ou trapaça?


Buzz


A alegria que a jovem mink demonstrava poderia ser cativante, não fosse o sentimento amargo que me vinha por conta do gasto que isso me causou. Antigamente, perder tal quantidade não me afetaria tanto, já que eu ainda possuía bastante dinheiro. Mas desde que o tal Donato apareceu, berries era um assunto que me atingia diretamente, fosse para o bem ou para o mal. Felizmente para mim, investigar aquele novo objeto fazia com que eu não me atentasse tanto ao que havia se passado. Era algo particularmente curioso, composto essencialmente de madeira e vidro. Em seu núcleo havia algo parecido com uma agulha, que apontava para uma só direção. * Seria essa a rota que vamos tomar? * Pensava. Aquele singelo objeto em minhas mãos seria o farol que nos guiaria por aqueles mares, e eu mal podia esperar para explorar as ilhas pelas quais passaríamos. Sentia um espírito aventureiro crescer em meu peito e traria para perto deste a minha bússola. * Esse é o primeiro passo. *

Aos poucos, fui notando as gotículas de água que batiam em minha pele. Aquela leve chuva poderia não ser um evento climático real, mas era tão agradável quanto. Climas chuvosos e frios sempre foram os meus favoritos, pois me davam a sensação de sempre estar limpo. Além disso, meu gosto por roupas sempre foi puxado mais para o lado de peças formais ou com muito pano, o que não casa nada bem com climas quentes. O ar que nos cercava adquiria um odor mais agradável que o anterior, o que era ótimo já que não era muito fã do cheiro de dejetos. Jacob demonstrava que havia gostado do resultado, e decidia dizer algumas poucas palavras de entendimento complicado. Apesar dos termos estranhos, fui capaz de entender a ideia principal da mensagem: Voltar para o navio. Não havia reclamações de minha parte quanto a isso. Se eu pudesse, me teleportaria instantaneamente para o navio e partiríamos daquele fim de mundo à toda velocidade. O que me compelia isso era não só a perda total de tempo que aquele local era, como a vontade de saber se Umika estava bem. O farol não era bem a minha ideia de lugar tranquilo e seguro, e deve ser fácil entender o porquê.

Antes que pudéssemos nos distanciarmos da casa, Kravian saiu de dentro da residência de Don Karthus e resolveu vir falar conosco. O homem nos contou sobre como era o sistema de navegação da Grand Line e que o velho nada mais era do que um mercenário que agia para ganhar dinheiro em cima das logueposes. Ouvia cada palavra com atenção e ponderava comigo ao mesmo tempo. Uma parte de mim achava que aquilo era bem possível, vide o local onde estávamos e a situação em que o velho se encontrava, tendo de encomendar suprimentos e qualquer outra coisa que quisesse. Mas outra parte de mim não conseguia engolir aquela história. Karthus parecia ser um homem de palavra, e se ele disse que só precisaríamos daquela bússola para seguir viagem, então isso era verídico. * Mesmo assim, eu não posso confiar tudo na minha capacidade de julgar as pessoas. O velho poderia estar só atuando para que fôssemos enganados mais facilmente por ele. * Passaria a mão direita pela minha nuca enquanto refletia sobre a situação. Não era como se aquilo fosse nos deixar perdidos na Grand Line, já que eu manteria comigo a Logue pose que Karthus havia me entregado. Se algo desse errado, era só a seguir para a rota correta e jogar fora esta outra que Kravian estava me oferecendo.

* Você não está mesmo cogitando fazer isso, está? Já não bastasse perder tanto dinheiro naquela aposta, ainda queres perder mais? Estás insano, homem? * Donato era um pouco exagerado, porém eu até que o compreendia. O mundo gira em torno do dinheiro, e quem o tem dita as regras de praticamente tudo. Um exemplo claro são os nobres do governo mundial, que são livres para agir como bem entenderem. Então sim, eu até que simpatizava com o pensamento de Donato, mas confesso que naquele momento eu não aguentava mais as reclamações dele. * Da pra calar a boca de uma VEZ! Eu SEI que precisamos de dinheiro, só que não vou arriscar o progresso dessa viagem por conta disso. Preste bem atenção. Quando chegarmos à próxima ilha, eu vou dar um jeito de conseguir bastante dinheiro e alguns objetos de valor, ok? Agora relaxa e deixa eu cuidar disso. * Pegaria a quantia pedida por Kravian e esticaria o braço para entregá-la. Porém, antes de dar o dinheiro, olharia fundo nos olhos daquele homem e diria. - Se por sua causa algo de ruim acontecer com qualquer um dos membros da minha tripulação, você não vai conseguir correr rápido o bastante para fugir de mim. E quando eu te pegar, vou usar meus conhecimentos sobre anatomia humana para te torturar da forma mais dolorosa e menos letal possível, para que isso dure por dias. Vou fazer você implorar pela morte, e por vezes eu vou deixá-lo à beira dela. Mas no fim, eu só vou te matar depois de ter destruído completamente a sua alma. - Após isso, entregaria-lhe o dinheiro e tomaria sua bússola.

Com a transação feita, começaria a caminhar na direção do navio e faria uma averiguação geral da nova logue. Procuraria os pontos em comum e as diferenças que ela tinha com a que já possuíamos e tomaria cuidado para não deixar nenhum detalhe escapar. Assim que avistasse o navio, aceleraria o meu passo e subiria a bordo, passando o olho rapidamente sobre o convés à procura da garota de olhos verdes. Queria vê-la e mostrar as coisas que havíamos conseguido. Queria ver sua reação quando mostrasse ambas as bússolas para ela. Eu ansiava por isso. Assim que a achasse, iria em sua direção com ambos os objetos em minhas mãos, porém as deixaria às minhas costas para que ela não visse o que era. Ao me aproximar, as apresentaria para a garota e perguntaria. - Sabe o que são essas coisinhas? - Observaria com atenção a reação da garota, dando um enfoque maior aos seus olhos. Eles eram quase hipnotizantes de tão bonitos, e eu gostaria de vê-los quando ela observasse tais itens que trazia comigo.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyTer 28 Nov 2017, 20:52




Hora de zarpar!


  • Todos



As gotículas de água que respingavam solenes da grande queda d'água cobriam gentilmente os corpos dos viajantes, que se encontravam com um dilema que definiria a viajem dos mesmos: comprar ou não a bússola oferecida por Kravian. Sua história não parecia ter furos, pois era algo bem possível e absolutamente provável que fosse verdade, mas os instintos primais dos dois homens pareciam dizer o contrário. Apesar de tudo, não passava disso, instinto, e não seria muito bom arriscar toda sua jornada por causa disso. Eles ainda tinham muito o que desbravar além da imensidão azul que os convidava para seguir adiante, e se a história fosse real e eles não comprassem a bússola, suas aventuras poderiam acabar bem mais cedo do que o esperado. A decisão fora tomada, mas mesmo tendo decidido por comprar o suposto artefato, tomava-se como necessário que Kravian soubesse das consequências do que estava fazendo caso os estivesse enganando. Mesmo assim, o homem se manteve inabalável mesmo diante das ameaças, o que dava certa consistência a sua história e fazia parecer que realmente falava a verdade. - quando ódio. - disse ele, brincando. - Não se preocupem, vão me agradecer por isso. - Dito isso, o pagamento fora devidamente efetuado e Buzz recebia a segunda bússola em mãos. - E tomem cuidado. Tem muito cara de pau por aqui que tenta aproveitar a chegada de novatos para roubar o navio e sair desse inferno.

Enquanto andavam de volta para o barco, o pirata se pós a analisar a bussola que havia acabado de comprar, e percebeu que na parte inferior haviam os dizeres "Aracne", mas não era nada que realmente fizesse sentido para ele, pelo menos por enquanto. A princípio aquela bússola não parecia tão diferente do log pose que haviam conseguido, mas a armação diferenciada apontava que muito provavelmente teriam usos também diferentes. Entretanto, mal teve tempo de analisar o objeto com muito cuidado, pois assim que chegaram no navio os três puderam ver Umika no convés, de frente para um homem negro desconhecido. - Finalmente vocês voltaram - Seus olhos demonstravam preocupação e insegurança causada pela figura desconhecida. - Caralho, vocês foram mais rápidos do que eu esperava. - O negro disse, surpreso com a chegada dos três. Sem saber o que mais fazer, colocou as mãos ao redor da boca de modo a simular um megafone e gritou. - Ei, cambada! Vamos adiantar o plano! - Logo que ele deu o grito, vários outros homens saíram das cavernas onde estavam escondidos, vindo na direção do navio. Era como Kravian havia dito, desesperados querendo roupar um navio para meter o pé. - Cuidem disso, vou preparar as coisas para zarparmos. - Umika parecia estar surtando um pouco, mas conseguia manter calma o suficiente para fazer o que precisava fazer.

Eles estavam em número muito maior, mas antes que qualquer outra pessoa pudesse embarcar o navio para "pegar uma carona", Umiko abriu a vela, que logo fez o navio pegar no tranco. - Não, não. Para, porra. Ainda tem gente para embarcar. - O negro tentou puxar as velas e novo para parar o barco, mas Li Wan deu um golpe em sua cabeça com o bastão que o levou ao chão e em seguida chutou ele para fora. - Da para acelerar essa coisa? Tenho certeza que ninguém quer dar carona. - O vento forte trazido para baixo pela montanha reversa criava uma corrente forte, e em poucos instantes o navio estava longe da terra firme, impossibilitando que os piratas da montanha o seguissem. - Ufa. - Disse a navegadora, aliviada, mas logo percebeu algo extremamente importante. - PERA! Vocês conseguiram o log pose, né? Por que senão a gente acabou de se jogar no mar aberto sem chance de voltar. - Umiko suou frio enquanto Buzz se aproximava da mesma com as mãos nas costas, até que mostrou ambas as bússolas. Ao ver o log pose na mão de seu namorado, Umika logo se acalmou, demonstrando uma expressão de alivio e duvida ao perceber a outra bússola.

- Sim, sei o que são. O que encaixa no pulso é um Log Pose, a bússola que precisamos para navegar na Grand Line. O com o suporte é um Eternal Pose, um tipo de Log Pose que aponta sempre para a mesma ilha, não importa o que aconteça. - Umika olhou para ele sem entender, enquanto colocava o Log Pose no pulso e segurava o Eternal. - Por que vocês estão com um Eternal? "Aracne". Não faço ideia de que ilha é essa, mas parece ser divertida. - Indo até o timão, Umika colocou o Eternal Pose logo a frente, de modo a verificar para que lado a agulha apontava e girou o navio até ficar alinhado com a agulha da bússola. - Vamos lá, eternal. Guie-nos.


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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyQua 29 Nov 2017, 04:37

Seguindo rumo.

Enganados porem contentes.






Que bom que compreendeu “meganha”...

Meu tom de voz não mudou, ver a postura de Bee-Boy me tranquilizou em parte, não era apenas eu que estava pronto para acertar contas com esses imbecil caso ele resolvesse dar uma de “João sem braço” parece que meu “ parceiro chapa quente” também estava nessa mesma “ pegada “. Me virar logo em sequência e seguir a passos moderados na direção do “charanga” era algo que de fato faria independente de qualquer coisa, a luta tinha acabado, nossos negócios ali tinham acabado, não precisávamos de mais nada deles, o correto agora era apenas seguir.

O mar grandioso e violento a nossa frente já tinha coisas demais para nós colocar em perigo e arriscar não era algo bom, compreendi a intenção de Bee ao vê-lo comprar o “trambolho”, mas não podia deixar de me incomodar te termos que confiar em um mal caráter, no fim ele ate foi util nos alertando sobre os “borra botas” que estavam ao nosso redor, talvez isso fosse algo a ser analisado de fato e por isso seguir caminho era o que eu queria que fizéssemos o mais rápido possível, pois a minha mente apenas dizia : ” Aposto que teremos problemas ainda. “ e bem, não estive errado dessa vez.

Nossa “Charanga” estava sendo importunada por um homem, o “Broto” encontrava-se ate incomodada pela sua situação complicada, mas a nossa chegada, assim como esperava tranquilizou a parada toda. Saqueador era o que ele era, seus companheiros bem, também eram homens desesperados buscando partida, mas infelizmente, naquele barco só cabiam sonhos e não desespero e medo, por isso foi ao ver Umika entrar e mandar um belo desfecho que estalei meu pescoço e falei enquanto escolhia a dedo quem levaria o primeiro soco e falei:


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–  Um passo mais próximo da “ Charanga” e vão descobrir como nos tornamos capazes de fazer as coisas tão rápido ?

Eu pensei ter falado, mas era evidente que gritava de maneira nada agradável, nossos “ captores “ pareciam determinados, foi antes deu dar o primeiro soco que vi Srta.Li agir agredido o homem e o derrubando, ela estava certa, não tínhamos tempo e por isso apenas a segui enquanto falava para a mesma em um tom misto de agradecimento e vergonha por ter tentado ser “ mais uma brigão “ mais uma vez, mas claro tudo isso em minha postura tradicional, afinal nunca pode-se ficar vermelho perto de um broto:


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– “Broto”, desculpe-me, não queria ser grosseiro mais uma vez, mas sabe como é, a carne é fraca.

Ao adentrarmos as coisas tinham ar que começariam a engrenar, pouco a pouco a “ Charanga “ parecia partia e eu pude compreender que nossa jornada começava, foi só quando o “ broto” navegador falou que eu pude me dar conta de que Bee estava com o material, eu sabia que ele estava , mas talvez os meus  sonhos tivessem me distraído. A conversa breve que tiveram me fez compreender basicamente o que se passava, a veia saltou em meu pescoço, eu queria mesmo era acabar com aquele ser, dar um mergulho, nadar ate lá e quebra-lo em dois, mas saber que estávamos seguros era melhor e enquanto meu nervosismo não passava decidir  seguir caminho para o meu templo pessoal, a minha cozinha.

Lá verificaria se estava tudo correto, separaria as coisas que seriam precisas para as refeições conforme o que de mais rápido perecimento e claro o que era mais nutritivo, para que assim pudéssemos comer descentemente ao longo da viagem e enquanto isso seria feito uma rápida análise em um presente que a muito ganhei seria feita, um livro comprado por meu irmão, uma valiosa aquisição, seus dizeres foram que ele me ajudaria com as mulheres, mas bem, por que não melhor averiguar não é mesmo ?

Observei sua cama “ A anatomia humana e como desvenda-la “, o corpo feminino era algo saboroso de se explorar em meu rosto apenas o sorriso se formou, meu irmão no fim sabia como me agradar, não é só de boas lutas que um homem vive e sim também dos prazeres que ela nós trazem após sobrevivermos a ela e ai que entra o conhecimento de “ anatomia “.

Foliei as paginas, nada de corpos desnudos para mim, apenas informações mais e mais precisas sobre onde era como era e como funcionava o miocárdio, eram palavras complexas para explicar coisas complexas, não tratava-se de uma mulher, tratava-se de seres humanos, em minhas mãos estava o que agora pude perceber ser um livro sobre “ as partes do corpo humano “ e isso me pareceu curiosamente divertido de se conhecer.

As paginas complexas não era algo fácil de entender, mas ate ai o nome sugere, porem elas eram fáceis de comparar, o corpo humano não era tão diferente de um corte de carne descente, cada parte uma musculatura, uma peça que podia ser preparada, cada arteira uma reação que fazia o corpo deixar suas partes mais “ suculentas “ ou não, foi usando esse raciocínio de métodos de comparação que comecei a melhor entender  :



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—Quer dizer que uma “ chuleta “ humana é isso...interessante...

Mais e mais eu me esforçava a compreender, cada musculo era uma forma da carne humana harmoniosa permanecer, compreender artérias e órgãos não foi uma fácil mesmo com comparação,  mas compreendi que partes do corpo tem seus pontos frágeis ou  não. Pagina a pagina conseguia melhor compreender sobre pontos sensíveis que cada humano a de ter, o esterno  é o osso que protege o coração, não tão diferente de um boi com seu peito musculoso ,  os ossos são fáceis de entender, os organismos que são complicados  mais nada difícil de aprender e enquanto navegávamos esse livro fiquei intrigado a ler.

Quando dei por mim o livro já tinha devorado, não sabia tudo mais conseguia agora compreender como o corpo de meu inimigo e o meu era elaborado, isso poderia me ser útil, ou ate mesmo me ajudar em meus “preparos” mas sinceramente não era algo que eu teria certeza se compreendi ao ponto de ficar tudo claro e foi fechando o livro e o apoiando na mesa que então me estiquei falando para mim enquanto me situava da situação em que estava todos as pessoas naquela “charanga de reis”.



–  Que livro complicado e interessante de se ler...talvez umas duas leituras dessas e eu aprenda algo de vez.




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Última edição por Jacob Allan em Qua 29 Nov 2017, 04:39, editado 1 vez(es) (Razão : Concertei o Code Collor que estava errado.)
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BuzzB
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptySab 02 Dez 2017, 02:25

O caminho que escolhemos



Buzz



Não esperava muito daquilo. Seja pelo meu jeito franzino, minha carinha de bebê ou meu jeito pouco intimidador, eu raramente causava medo nas pessoas. Então, quando ameacei Kravian não esperei que ele fosse se borrar de medo, mesmo que eu fosse gostar disso. Mas ao contrário de mim, Alan parecia ter um poder de intimidação à ser considerado, por isso fiquei surpreso com a atitude calma do ruivo. Talvez ele realmente estivesse falando a verdade? Teria de seguir aquela bússola para saber. Bússola essa que lembrava um pouco a que já possuíamos, só que parecia ser mais robusta. O suporte que ela possuía dava um toque requintado e único à peça. Procurando um pouco mais, achei a palavra "Aracne" escrita nele. - Aracne... - Aquela palavra, sua sonoridade, ela me lembrava algo, só não tinha certeza do quê. Durante toda a minha vida, havia lido incontáveis livros, sendo em sua grande maioria livros de medicina e histórias fantasiosas. Tentava veemente puxar na memória o porquê disso parecer tão familiar, só que sem sucesso. Minha preocupação se elevava, estranhamente junto de minha excitação. Eu tinha ciência de que se lembrasse de onde conhecia a palavra, talvez isso nos tirasse de uma bela enrascada. Porém, não conseguia esconder o sorriso que se formava em meu rosto. * Eu não consigo deixar de imaginar o que possa ter lá. Eu quero explorar a ilha, de preferência por completo, antes de prosseguirmos. Na verdade, talvez eu faça isso em todas! * * Finalmente você parece estar entrando no espírito da coisa. Vamos logo pra sairmos desse buraco! *

Mais entusiasmado em zarpar do que nunca, subi no navio com meus dois companheiros e comecei a procurar por Umika para lhe dar as boas notícias. Assim que corri meus olhos sobre o local, pude ver a bela dama junto de um homem moreno que me era desconhecido. - Ela tá te traindo com um negão! Por essa eu não esperava. - Por um segundo, aquilo me surpreendeu de tal forma que fiquei paralisado. Não que eu acreditasse em Staz, mas a ideia de que alguém havia entrado no navio enquanto estávamos fora e estava tão perto assim da jovem navegadora me deixava temeroso. Logo, a voz de Umika me fez sair do transe e me focar em resolver aquilo. Pelo comentário do homem, ele era como Kravian: Um pirata que havia perdido seu navio e agora estava preso naquele lugar. Triste ou não, só o fato de que ele invadiu minha propriedade e planejava tomá-la de mim era motivo o suficiente para que eu quebrasse a cara dele. No momento em que me preparava para avançar, pude ver que a jovem mink tinha tudo sob controle. As velas estavam abertas e o vento nos empurrava para longe da costa, deixando para trás todo aquele pessoal desesperado.

Após todo o rebuliço, resolvi mostrar meus espólios para nossa navegadora, esperando alguma reação interessante ao ver ambas as bússolas. Infelizmente, ou felizmente, ela sabia o que eram e me explicou um pouco mais sobre a tal Eternal pose. * Aponta sempre para a mesma ilha? Eu sabia que ele estava mentindo! Sorte dele que eu não tenho saco pra voltar naquele lugar, senão ele estaria morto. Mas um dia... Um dia eu irei encontrá-lo para dar o troco. Nem que leve a droga da minha vida toda! * *Ora ora, parece que estamos um pouco pistolas, não é mesmo? Olha, ser enganado é um porre, mas a garota parece ter gostado do novo destino. * Ele tinha razão. Umika não havia perdido tempo e já estava usando a Eternal para nos guiar até essa tal "Aracne". - Não vai ter problema se a gente seguir essa Eternal? Melhor, pode me explicar de uma forma simples como ambas as bússolas funcionam? Eu fiquei um pouco curioso com esses dispositivos. - Diria enquanto aproximaria meu rosto e a mão direita do log pose e o cutucaria de leve. Prestaria atenção na explicação da garota e tentaria guardar toda a informação em minha mente, para caso um futuro próximo exigisse esse conhecimento.

Ficaria em pé próximo a garota, porém evitando ficar muito perto para não atrapalhá-la, e olharia para ela por um tempo. Acho que eu nunca tinha fitado-a mais do que cinco segundos, então tentaria dobrar esse tempo. Queria estudar melhor seu rosto e ver as expressões que fazia enquanto pilotava aquele navio. Como já havia dito antes, eu amo observar as pessoas. É um hobby estranho e ao mesmo tempo é como se fosse uma pesquisa. Um dos meus objetivos à longo prazo era aprender a identificar os sentimentos de uma pessoa apenas olhando para ela. Para isso, eu precisaria observar ao máximo as pessoas para ter algo no que me basear e, além disso, tinha que aprender a superar a minha vergonha. Pessoas conhecidas são fáceis de se olhar nos olhos, mas estranhos são um desafio totalmente diferente. Umika... Bem, ela era uma exceção. Eu já a conhecia e até já tinha tido um encontro com ela uma vez, só que eu ainda não conseguia me acalmar quando a via. Mesmo assim, faria um esforço para conseguir ficar esses dez segundos olhando para ela, de preferência sem enrubescer e ficar parecendo um tomate. Após esse tempo, resolveria deixar isso de lado e mudar meu foco fazendo uma simples pergunta para a jovem. - Como você acha que vai ser essa ilha? - Escutaria o palpite da jovem e depois diria. - Talvez nós tenhamos sorte e ela seja desse jeito mesmo. - Caso ela fizesse a mesma pergunta para mim, responderia. - Acho que é uma ilha pequena, mas bem desenvolvida. Queria que o clima fosse frio, mas acho meio difícil disso acontecer. E, tem algo me incomodando sobre o nome da ilha. Essa palavra, é como se tocasse um sino na minha cabeça, só que eu não consigo identificar da onde vem o som, entende? Se bem que pode apenas ser paranoia da minha cabeça. - Começaria a caminhar para fora do local, mas antes falaria. - Eu vou dar uma checada no navio. Se precisar de minha ajuda para alguma coisa, é só pedir para alguém ir me chamar que eu virei. -

Assim que finalizasse a sentença, sairia do local e caminharia até os outros cômodos do navio, visitando todos de modo que eu conseguisse fazer um mapa mental do lugar. Quando finalizasse isso, iria até a enfermaria e começaria a checar tudo para ver quais equipamentos tínhamos e quais estavam em falta. Checaria se tínhamos remédios e quais eram, procuraria kits médicos, utensílios, tudo. Além de roubar algum dinheiro como havia prometido à Donato, iria procurar tudo que estivesse faltando na enfermaria quando chegássemos à ilha.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 18 EmptyDom 03 Dez 2017, 22:06




Log & Eternal


  • Todos


Buzz se mostrava um tanto frustrado por ter sido enganado daquele jeito, mas a animação no olhar de Umika fez com que ele esquecesse daquilo; talvez, se a ilha fosse interessante, não seria tão ruim, afinal. Com curiosidade e um certo receio, o garoto foi até a navegadora, pedindo que ela explicasse os detalhes sobre as bússolas. - Nossa, como eu vou explicar isso... - Umika ainda estava concentrada em guiar o navio, mas agora dividia sua atenção com a explicação que formulava para Buzz. - As ilhas da Grand Line emitem um tipo de ondas eletromagnéticas únicas, características de cada ilha. São essas ondas que as agulhas detectam. Quando o Log Pose chega na ilha para onde ele aponta, ele precisa de um tempo se regular com a onda da ilha e passar a apontar para a próxima ilha, fazendo assim com que se tenha uma progressão linear nas viagens. - Enquanto ela explicava, o garoto começou um desafio pessoal de tentar encarar ela, já que estava olhando para o caminho a frente sem olhar para ele. Com determinação, ele conseguiu encará-la por cerca de 7 segundos, até que ela se virou e olhou ele bem nos olhos.

- Que foi? - Olhar no olho dela já era demais, com seus olhos esmeralda profundo que o tragavam, e os óculos de armação retangular que dava foco em seu belíssimo rosto. Sem saber o que fazer, o rosto do garoto começou a enrubescer, e ele desviou o rosto, sem conseguir manter o contato. A vergonha sempre foi um inimigo constante de Buzz, mas não deveria ser assim com Umika. - Você fica fofo quando fica vermelho. - A garota disse, com um sorriso sincero, que provavelmente faria o garoto corar mais ainda, para então olhar novamente para o mar à frente. - O Eternal Pose, ao contrário do Log Pose, não se adapta às ondas emitidas pela ilha e troca para outra. Ele é feito e configurado para identificar e apontar somente para a ilha em questão, não importa em que parte do mundo você esteja. Geralmente essas bússolas só são feitas para lugares de destaque ou importantes, e é isso que me deixa animada. - Umika checou a direção que o Eternal Pose apontava mais uma vez, e se surpreendeu com a pergunta de Buzz sobre a ilha. - E-eu não tenho a menor ideia de como pode ser, mas espero que seja uma ilha calma e aconchegante, de preferência de primavera ou outono. Adoraria algo como um SPA para relaxar depois de tantas confusões, mas se não tiver, tudo bem. Só quero algum lugar calmo. E sem aranhas, definitivamente sem aranhas.

Por sua vez, Bee compartilhou que achava que seria da ilha, e comentou suas preocupações em relação com o nome cravado na madeira. - Aracne... Não me lembro de nada sobre isso. Espero que seja só paranoia da sua cabeça, ou pelo menos não seja nada de ruim. - Um calafrio percorreu o corpo da garota, enquanto mantinha o curso, de modo a seguir a direção a agulha. Despedindo-se, o garoto começou a checar o navio, vendo onde eram os dormitórios, cozinha (onde Jacob estava sentado no chão lendo, banheiros e enfermaria. Na enfermaria, entretanto, não haviam nada além de uns 3 band-aids em uma gaveta. Aparentemente o antigo proprietário não queria incluir nada no navio que não fosse estritamente necessário.

Em outra parte do navio, alheio ao mundo, Jacob lia o livro que seu irmão havia comprado para ele sentado no chão da cozinha. O livro era complicado, mas não era impossível de se entender, e logo o homem terminou a leitura. Depois de alguns instantes, Li Wan apareceu na porta da cozinha. - Você se sente mais confortável aqui, né? - A mink panda deu alguns passos e se sentou ao lado de Jacob, no chão de madeira da cozinha. - As vezes eu fico pensando no quanto nós passamos para chegar até aqui, e só gostaria de dizer "obrigado" por terem me acolhido no bando e me ajudado esse tempo todo. Principalmente você, Jacob. Você pode parecer alguém muito durão, mas quando se conhece bem, você é um doce. - A garota se inclinou e deu um rápido beijo na bochecha no homem, antes de se afastar novamente. - Obrigada por em apoiar nesse tempo todo. Estou muito feliz de estar aqui com vocês. - Li Wan já estava se levantando para sair, de modo a deixar Jacob sozinho novamente, quando pareceu sentir o cheiro de algo. - ...Que? - Olhando debaixo de uma das bancadas da cozinha ela pode ver uma latinha de comida enlatada caída, com sua tampa levemente rasgada e o conteúdo caído no chão. Pegando-a, os dois poderiam ver que se tratava de uma lata de feijão, e seu conteúdo havia caído e sujado um dos cantos da cozinha, perto da parede. - O que diabos isso está fazendo aqui?


Viagem:
 


Legenda:
 

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