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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySeg Dez 26, 2016 7:53 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySeg Ago 28, 2017 8:30 pm




RISE OF THE DRAGON


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A cobra serpenteava assustando as meninas, e, no entanto tudo o que Ryu fazia era sorrir da situação com uma expressão radiante e alegre. Assim que o navio tocou a correnteza novamente, o baque contra o assoalho foi seco, surdo, mas de alguma maneira o loiro tinha sobrevivido e estava bem. Com um simples salto colocou-se de pé observando a inclinação do trajeto diminuir consideravelmente.

O frio que sentia na barriga era inevitável, o mesmo valia para a empolgação estampada em seu sorriso. Com o esforço do restante da tripulação a embarcação lentamente foi desacelerando, enquanto Ryu caminhava calmamente até a extremidade com as mãos nos bolsos da calça.

O mar surgia com toda sua imponência e imensidão, sendo o céu o limite. Ao redor, restos de antigos navios faziam jus ao título “túmulo dos piratas”, mas era a presença de um velho caquético que mais chamava atenção no momento. Buzz foi o primeiro a sair da embarcação, como se tivesse algo a resolver com aquele sujeito, já Jacob seguia o fluxo, dando a entender que eles teriam uma conversa séria depois.

Tetsu não respondeu absolutamente nada. Com um dos pés no extremo da escuna, seus olhos miravam o horizonte com um semblante saudosista. Seus pensamentos estavam distantes, atraídos por lembranças antigas.


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- Tio Jun, eu vou ser um pirata tão incrível como você. Meus socos serão como dinamites, eles vão ser tipo kabummm, bummmmmm, tadãããã.

- Hahahaha, eu fico feliz pelo elogio, mas Ryu... O mundo é grande. Há pessoas por ai muito mais fortes do que eu.

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- Não! Não existe nenhum pirata melhor do que você Tio Jun. Eu vou juntar a melhor tripulação de todas, e me aventurar pelo mundo. Eu definitivamente irei para Grand Line.

- Hahaha nesse caso me prometa uma coisa Ryu. Independente do que você encontre pelo caminho, sempre continue se desafiando, sempre buscando o topo, jamais se acomode.

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“Tio Jun... Sempre em frente... Esse é o caminho que eu escolhi.” – Cerrou os punhos mostrando um sorriso tímido, enchendo-se de vontade, até respirar fundo, tirando toda a tensão dos músculos. Em seguida virar-se-ia para onde estavam as garotas dentro do navio caminhando até Umika com um ar despreocupado.

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- Yare yare... Por um momento pensei que ia cair do navio, aquele peixe maldito... Aparecendo tão de repente. – Diria à medida que alisava o rosto novamente no lugar onde tinha sido acertado. Apesar da situação cômica, o susto em si tinha sido maior que a dor e o impacto. Assim que chegasse até a navegadora levaria a destra até os seus cabelos, bagunçando um pouco de maneira carinhosa.

- Umika-chan, bom trabalho. Nós estaríamos perdidos se não fosse por você. – Riria já aproveitando o momento para falar bem perto do seu ouvido, colocando uma das mãos na frente da boca para impedir que seus lábios pudessem ser lidos.

- Por sinal, qual é a do Bee com esse velhote caveirinha?




Objetivos para essa aventura:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySab Set 02, 2017 8:38 pm

   



O velho do farol!


A pior parte finalmente havia passado, e todos podiam respirar aliviados, pois poderiam viver por mais um dia. Mas isso não significava que a aventura havia acabado ali, os piratas ainda teriam que entregar a encomenda e encontrar um jeito de ir para a primeira ilha. De primeira, Buzz estranhou e resolveu falar com o velho, pois ele parecia ser a única pessoa ali fora eles. A pergunta de quem ele era logo chamou novamente a atenção do velho, que parou de catar os pedaços dos navios na água e seguiu para a margem. - Sim, eu sou Don Karthus. - Respondeu, antipático, mas logo mudou de expressão ao ouvir sobre a entrega. - Entrega da Guin? Já não era sem tempo! - Achar o homem não havia sido tão difícil, principalmente por ele parecer ser a única alma viva ali, e sem perder tempo Jacob foi ajudar Buzz, logo depois de dar um pequeno recado para Ryu. Enquanto os dois saiam junto de Li Wan, carregando os caixotes que deveriam entregar para o velho, Tetsuya foi até Umika, querendo perguntar sobre Buzz. - Ué, não ficou sabendo? Guin nós pediu para trazer uma encomenda para um tal de Don Karthus no farol; Mas levando em consideração que Bee é todo tímido e caladão, não é surpresa que não tenha comentado. - Umika riu, vendo o namorado seguis com Jacob e a mink na direção do farol. - Pode ir lá com eles se quiser. Eu fico aqui cuidando do navio. Sei que não vai conseguir ficar parado em um só lugar.  

Enquanto isso, os três piratas seguiam para a casinha de Don Karthus logo ao lado do farol com os caixotes da encomenda, mas logo que chegaram perto sentiram um sorte cheiro de diarreia.  - Arg, que cheiro é esse? Tava com prisão de ventre e usou laxante para dar à luz? - Li Wan tampou o nariz desesperadamente, e parecia extremamente incomodada com o cheiro, provavelmente por ser mink e seu olfato ser bem mais potente do que os outros ali. - Um engraçadinho que passou por aqui achou que seria engraçado cagar nos fundos da minha casa. Mas não se preocupem, lá dentro o cheiro não chega. E daqui a pouco chove e a merda escorre para o mar. - Chegando em frente à casa, o velho abriu um dos caixotes, e só então puderam ver o conteúdo que eles traziam: pacotes de alimentos. - Como podem ver, não tem nenhum mercadinho aqui, então eu simplesmente compro estoques de comida. - Assim, os três ajudaram Don Karthus a levar a mercadoria para um estoque que ele tinha dentro da casa, casa essa que era bem modesta, por sinal: moveis simples e só o necessário para se sobreviver. Aproveitando a oportunidade, Buzz resolveu tirar suas duvidas com o homem, que parecia saber inegavelmente mais que eles. - ...Que lado? HAHAHA! Os novatos de hoje em dia não sabem de nada, não é mesmo? Isso deveria ser de conhecimento geral. - O homem sentou-se no pequeno sofá de sua sala, que seria vazia não fosse pelo sofá, uma mesa de vidro logo na frente do sofá e prateleiras com fotos e livros. - Para seguir para a Grand Line é necessário um Log Pose. Os Log Pose são bussolas especiais que identificam uma rota e seguem o campo magnético dela. Só assim é possível não se perder no mar da Grand Line. Assim só é necessário esperar que o Log Pose identifique o campo magnético da ilha em que estiver para que ele aponte para a próxima ilha. Simples e rápido. - O homem levantou-se novamente, estalando as costas. - Se quiserem um desses, eu tenho, mas não vai ser fácil assim. Vão ter que apostar algo de mesmo valor. Eu escolho um representante e vocês escolhem um representante. Quem ganhar pega a aposta do outro. Essas são as condições pra vocês receberem um Log Pose.
   

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptyQui Set 07, 2017 10:28 am

Um Velho e o Farol!

Jogos perigosos com Dom Karthus!






Hum...

Silêncio , foi como fiquei, o cheiro desagradável que Don Karthus deixava sua casa exalar era digno dos becos e vielas próximo ao orfanato em Revan, mas levando em consideração que uma cidade acumula mais detritos que uma pessoa só, Don Karthus estava de parabéns pela façanha.

Logo um comentário de Li foi feito, não devo admitir, mas foi bastante engraçado, tanto que tive que fazer um movimento de arrumar meu cabelo para olhar para cima, respirar um pouco e claro voltar ao centro de minhas atenções com uma postura rígida e com um olhar sereno e sério, algo que de fato o momento exigia  e foi tentando tocar no ombro da Mink que com meus olhos falei “ Apenas se segure “ , afinal aquele era um momento novo em terras desconhecidas e trauçoeiras.

Foi mantendo a minha mesma postura que escutei as palavras de Karthus, sua ausência de culpa pelo mal odor e as loucuras de um homem viver solitário em um farol, mas ele tinha lá o seus motivos, ao escutar o que de fato Bee falou e a confirmação de Karthus compreendi que estávamos ali para fazer negócios e bem, posso ser um cozinheiro e agora um “sub-chefe” de família mas finanças e negociações nunca foram a minha praia por isso apenas me dignifiquei a falar :


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– “Bee-Boy” , não acho que possamos demorar muito nesse “lancete”, decida o desafio com esse “velhote” para seguirmos, não que ache que não possamos dar um jeito nisso tudo ao maior estilo “ Chavaliers “  .

Não era uma ameaça, apenas uma forma de mostrar a Bee que estava com um pouco de pressa pois estava com outras coisas em mente. Após escutar atentamente tudo que foi dito e claro ver exatamente como seria essa competição tentaria chamar Bee de canto para uma conversa rápida sobre algo que apenas eu mesmo poderia agradecer e pedir.

Chamando meu companheiro de canto caminharia com ele ate um local um pouco mais distante da presença de Li e de Karthus e então olhando para o mesmo de maneira dura mas falando palavras que expressavam realmente o que sentia e o que era preciso ser dito, pois desse momento a diante apenas a nossa união e nossos laços nos manteriam firmes:



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– Você salvou minha vida “Bee-Boy”, não sou a muralha que pretendia ser e não sou menos imprudente do que um “borra-botas” mas sou o homem que “Anaki-Boy” escolheu para proteger a sua vida e daqueles que ele julga digno. “Anaki-Boy” é um “donzelo” mas é um bom “chapa” compreende? Você é “Cuca de aço” meu amigo “Bee-Boy” mas você é o homem que ele escolheu para nós proteger dos males que não podemos combater, você “Bee-Boy” é o nosso irmão...e obrigado por ser nosso irmão e por isso apoio na decisão que você tomar daqui pra frente, mas te peço que nunca abandone essa família, transa o que to falando?

Era emocional mas era algo sincero, Bee era recluso, tinha lá a suas maneias e pragmatismos mas era um homem que mesmo frente a  “ derrota certa “ sempre arriscou um All-In para todas as nossas decisões, Ryu era um homem de atitudes que muitas vezes mostravam imaturidades mas eu , eu era um homem que falava para aquele homem de valor o que ele significava para mim e para os meus companheiros  e por isso voltando para onde Karthus estava complementei de costas falando para Bee:

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–  Agora vamos, acredito que temos um “ trecoso” para conseguir antes de sair daqui. Afinal, não vamos conseguir chegar em uma boa cama quente sem isso, se é que me entde.




bichaelson



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Historico Afro:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptyQui Set 07, 2017 9:15 pm

Desafio no farol


Buzz



Após a confirmação da identidade do tal senhor, eu, Allan e a panda começamos a levar a encomenda para a casa dele. Logo pudemos notar um forte odor que exalava dali, cortesia de alguém que parecia não ter muito apreço pelo senhor e nem pela higiene. O gesto não parecia ofender muito ao dono da residência, o que demonstrava um temperamento calmo do mesmo. Se eu estivesse em seu lugar, teria certeza de caçar o idiota que ousou fazer tal atrocidade e fazê-lo limpar tudo, antes de dar uma boa surra nele. Continuando, abrimos as caixas e vimos o que já deveria ser óbvio naquele momento: As caixas estavam cheias de comida. Levando em conta que naquele local só parecia haver o farol e a casa dele, não era de se espantar que ele precisasse encomendar comida. Mas ter que atravessar essa montanha maluca toda vez para trazer comida para esse cara, deve ser um pé no saco. Não sei se ele paga muito bem pelo transporte ou se Guin tem mesmo um coração de manteiga.

Após finalizar o que tínhamos de fazer, falei com Don Karthus sobre a nossa rota de viagem. Sua resposta veio logo em seguida, porém não era bem o que eu estava esperando. * Isso parece bem complexo... Talvez Umika entenda isso melhor do que eu, já que ela deve entender dessas coisas de navegação. * Logo em seguida, ele completava sua fala nos informando de que ele possuía uma das tais log poses, só que deveríamos fazer uma aposta com ele. Não saber o que envolveria isso me deixava desconfortável, mas não tanto quanto o fato dele ter dito que indicaria alguém. * Se ele estivesse sozinho, teria dito que a aposta seria entre ele e alguém do nosso grupo, mas não foi isso que ele disse. Sua fala dá a entender que há mais pessoas nessa ilhota do que somente ele. * Jacob dirigia algumas palavras à mim, e com isso acabei tomando minha decisão. * Devo ser eu. Não tenho muita certeza do que ele quis dizer com "resolver as coisas no estilo chevalier" mas a primeira parte dá indícios de que ele está confiando a tarefa a mim. Não que eu fosse deixá-lo se envolver nisso, já que não faz muito tempo que ele tomou um tiro nas costas. Só que levando em conta o que ele disse e o fato de que eu não tive muito destaque na luta do restaurante, é minha vez de fazer algo. *

- E qual seria o jogo? - Independente da resposta dele, minha escolha não mudaria. Estava apenas tentando reunir informações enquanto ainda tinha tempo de pensar em algum plano. Ele revelando ou não o que definiria o vencedor, começaria a mexer em meus bolsos e procuraria retirar a quantia de 2.000.000 de berries. Assim que a tivesse em minhas mãos, mostraria para o senhor de idade e diria. - Irei apostar isso. Há 2.000.000 de berries aqui. Soa justo? - Se ele não se contentasse com a quantia, adicionaria mais 1.000.000 ao montante e faria novamente a pergunta. Se obtivesse uma resposta positiva, guardaria o dinheiro novamente em meus bolsos e esperaria um pouco, para caso ele ainda não tivesse terminado de falar. Com Jac me chamando à um canto, seguiria até ele para ver do que se tratava. Ouviria cada palavra atentamente, esperando até que ele houvesse terminado sua fala. * Apesar dos termos difíceis que ele usa, dá pra entender a ideia geral... Irmão, é?... * - Nunca abandonar. Lealdade, para ser mais preciso? - Suspiraria. Levaria a mão direita até a minha nuca e faria uma leve massagem no local, enquanto escolhia as palavras certas para se usar. - As pessoas que estão acima de mim geralmente ganham meu respeito, pois sei que elas chegaram onde estão com dedicação e esforço. A maioria poderia pensar que isso só se aplicaria caso eu fosse um marinheiro, porém isso é um equívoco. Mesmo sendo um pirata, ainda há duas posições que eu considero estarem acima da minha. Uma é a posição que meu mestre abraham oculpa, e a outra é a de capitão, que para mim ainda se encontra vaga. Ryu pode ser uma boa pessoa, mas devotar minha vida a ele seria um exagero muito grande de minha parte. Por conta disso e por conhecê-los à pouco tempo, não posso prometer algo tão pesado como "lealdade". Entretanto, não precisam se preocupar com uma eventual traição ou algo tão ruim quanto. Meu orgulho não me permitiria fazer algo tão baixo. -

Seguiria de volta com Allan para onde o velho estava e aguardaria o começo do que quer que ele estivesse planejando. Pensando sobre o que havia dito, não via nada de errado com o jeito como tinha explicado a situação e me deixei escapar um sorriso. Por me conhecer desde que nasci, tinha plena ciência da minha falta de desenvoltura para conversações. Mesmo que recentemente eu houvesse conseguido melhorar o suficiente para conseguir proferir pequenas frases a estranhos sem gaguejar, isso não explicava o tanto que havia conseguido conversar com o cozinheiro. Isso só poderia significar que ele já não era mais um estranho para mim. Não diria que já éramos amigos ou algo assim, mas que pelo menos tínhamos um laço de cooperação. * HA, quem diria! Parece que você está amolecendo. * * É... Talvez eu esteja mesmo. *

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySeg Set 11, 2017 1:30 pm




RISE OF THE DRAGON


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- A senhorita Guin han? – Disse com um sorriso bobo no canto dos lábios, imaginando a figura da ruiva. Poucas mulheres tinham chamado tanto a sua atenção, e Guin era a mais extraordinária de todas. Rapidamente balançou a cabeça, desvencilhando-se da lembrança. Bee, como Umika tinha falado, não era um cara que se expressava muito, mas isso não importava agora.

- Está tudo bem Umika-chan, não se preocupe, por enquanto tem algo que eu preciso fazer. – Passaria a mão na cabeça da garota carinhosamente sem segundas intenções, distancio-se lentamente, dando as costas. À medida que andava pegaria o livro que tinha comprado recentemente em Loguetown, sentando-se em uma das beiradas do navio.

- Desvendando o corpo humano... – Sorriu ao ler o título do livro passando a mão na capa com gentileza. Não era a primeira vez que Ryu via um exemplar sobre anatomia humana, e embora nunca tivesse tido nenhum tipo de interesse no oficio do seu pai, sentia que para melhorar como lutador precisa aprender um pouco mais sobre o assunto.

“Quem diria que depois de todo esse tempo eu iria pegar em um livro desses novamente.” – Encostou a cabeça na madeira olhando para cima. O vaivém das nuvens, e o som das águas chocando-se contra o navio o deixava relaxado, calmo. Lembrou-se da sua própria infância, e do seu pai tentando fazê-lo estudar de qualquer jeito.

O velho queria que o menino se tornasse um grande médico, no entanto Tetsu tinha obviamente outros planos.


“Oyaji, não é bem o que você planejava, mas antes tarde do que nunca. Se eu quiser protegê-lo, eu preciso ficar mais forte.” – Passar parte da sua própria aventura lendo não era bem o que ele gostaria, mas a necessidade e os desafios que viriam adiante o motivavam a ler. Foliou algumas páginas, até parar na primeira. Enquanto o restante se ocupava entregando as mercadorias a Don Karthus, Ryu permaneceria ali, lendo, compenetrado.

Objetivos para essa aventura::
 

Histórico de Pedrão:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySab Set 16, 2017 7:05 pm




Roleta Russa!


  • Ryu


Dentro do navio, Ryu e Umika se mantinham serenos enquanto conversavam calmamente sobre a carga que traziam no navio para Don Karthus. Apesar de tudo, logo o falatório se encerrou com Ryu seguindo para um dos cantos do navio de modo a ler o livro que havia comprado em paz. O livro fazia-o lembrar-se do pai, e as lembranças boas inundavam sua mente enquanto as palavras impressas em tinta preta sobre a folha levemente amarelada escorrias das páginas para a sua mente. Ler o livro poderia ser um ato comum ou até ordinário, mas algo com tal carga emocional para o jovem de modo algum seria algo ordinário. Não demorou tanto para que todo o livro fosse devorado, passando por textos informativos e ilustrações, logo chegou na bibliografia. Eram nomes de médicos e pesquisadores que nunca havia ouvido falar na vida, somado com pequenas biografias resumidas e feitos deles. Eram informações enfadonhas e desnecessárias, que logo fizeram Tetsuya cair no sono. Não sabia ao certo quanto tempo havia passado ou quando exatamente caíra no sono, mas fora acordado com alguém balançando seu ombro. Abrindo os olhos levemente, um feixe de luz ofuscou brevemente sua visão, até que pudesse se acostumar novamente com a claridade pós-cochilo e ver que era Umika a sua frente. - Ryu? Parece que o balanço do navio na subida da cachoeira fez uma bagunça lá na cozinha. Vem me ajudar a limpar. - Indo para a cozinha, Ryu pode ver que a situação era pior do que ele poderia esperar. Pratos e copos caíram das prateleiras, quebrando-se ao caírem no chão. Os que que tiveram a sorte de não quebrar, apenas lascando ou perdendo um pedaço, jaziam jogados no chão. Latas de comida enlatada haviam caído, amassando e, em alguns casos específicos, abrindo-se e derramando o conteúdo no chão. Alguns pedaços de carnes e frutas também caíram de onde estavam guardados, se transformando o chão em uma bagunça de pedaços de cerâmica, carne, frutas e comida enlatada esparramados como em uma grande sopa, cobrindo não só o chão, mas também parte das paredes e prateleiras. - Isso vai dar trabalho...

  • Jacob e Buzz


Jacob, Buzz e Li Wan estavam de frente com o ultimo desafio que teriam para finalmente chegar na tão sonhada Grand Line. Uma aposta para conseguir o Log Pose e finalmente poder navegar de ilha em ilha naquele mar revoltado. Depois de uma breve conversa entre Buzz e Jacob, eles já pareciam muito mais compenetrados e prontos para o desafio que viria a seguir. Como teriam que escolher um representante, confiança seria uma peça chave naquela disputa. Logo que voltaram para onde Don Karthus estava, ele logo se pós a falar novamente. - Sobre sua aposta, eu estava pensando em algo um pouco diferente. - Em seguida foi até a frente da casa e virou-se para o lado, e foi somente nesse momento que os três ali perceberam que na parede rochosa da montanha onde a cachoeira extava, haviam várias e várias cavernas esculpidas na rocha, grande o suficiente para alguém morar. - KRAVIAN! - O idoso gritou, aparentemente chamando alguém que vivia ali. Não demorou muito para aparecer da fenda um homem ruivo com várias camadas de roupa, que aparentemente parecia irritado. - Já falei que é capitão Kravian, merda! Quantas vezes tenho que repetir? - Ele disse, descendo por um caminho na montanha é indo até eles. - Repetir isso sem parar não vai fazer virar verdade. Um capitão sem um barco não é um capitão. - Don Karthus disse ao homem. - Sempre será verdade no meu coração. E aí? Qual a parada? - Ele disse, olhando os três recém-chegados. - Os três estão querendo um Log Pose. Tenho um outro trabalho para você. - Ao ouvir essas palavras Kravian sorriu de orelha à orelha. - Tu me ama, né seu velhote? - Mas logo fechou a cara. - Pera, não vou ter que lutar de novo não, né? Meu joelho ainda tá doendo do último. - O homem resmungou, passando a mão no joelho esquerdo. - Não, dessa vez vamos fazer algo que é mais a sua praia. Vamos ir lá para dentro.

Com todos no interior da casa, Karthus deixou-os na sala e foi buscar algo que ninguém sabia o que era. Quando voltou, rapidamente puxou uma pistola, o que poderia dar um susto em todos assim como fez com Kravian, que quase pulou para trás do sofá, entretanto logo o velho explicava tudo. - Kravian é meu representante. O que iremos jogar é roleta-russa de 24 tiros. - Kravian logo ficou desconcertado. - Ei, ei, ei. Não vim aqui meter chumbo na cara. - Kravian disso, inquieto. - Calma, seu bunda-mole. Assim como o nome indica, iremos jogar uma roleta-russa, mas a arma que usaremos é essa. -Ele disse, mostrando o revolver para todos. Ele era um tanto diferente de revolveres convencionais, pois o tambor dele era bem maior - Mas podem relaxar, vocês não estarão correndo risco de vida. Quando a arma está carregada e o gatilho é apertado... - Don Karthus colocou o cano da arma contra sua têmpora e puxou o gatilho. Um alto estrondo de tiro foi ouvido, mas nenhuma bala saiu da arma. - Ela faz um barulho alto e dá um coice, mas não dispara nenhuma bala. Naturalmente vocês não sentiram nada, então não precisam se preocupar. - Karthus colocou a arma sobre a mesa de vidro em frente ao sofá. - Entretanto, no jogo esse barulho representará a "morte" de vocês. - Em seguida, Karthus colocou em cima da mesa uma maleta cheia de fichas de poker. - Jogaremos esse jogo com fichas. Cada ficha valerá 100.000 berries, e caso você tome um tiro, terá que pagar 10 fichas ao seu adversário. - Ele disse, e fechou novamente a maleta. - Quando começar, cada um terá o direito de colocar 3 balas na arma, na posição que quiser. O jogo começará quando 6 das 24 câmaras estiverem carregadas. - Em seguida, colocou sobre a mesa dois papéis com um desenho do tambor da arma e enumerados.

- Não querer puxar o gatilho também é opcional. A maior diferença entre esse jogo e uma roleta russa convencional é que você pode se recusar a atirar. Porém, passar não é de graça: um jogador que passa deve colocar uma ficha na mesa. Quando você passa o turno, é a vez do oponente, mas ele também tem a opção de atirar ou passar. Se o jogador dispara e a arma dispara, o outro jogador recebe as 10 fichas mais qualquer outra ficha que esteja na mesa. Se o jogador dispara e a arma está vazia, todas as fichas na mesa vão para esse jogador. Se um jogador passa, o oponente naturalmente tem a liberdade de fazer a mesma coisa, porém isso vai custar a ele o dobro da quantidade de fichas atualmente na mesa. O primeiro passe custa uma ficha, o segundo 2, o terceiro 4 e assim por diante. Se o passe for declarado 5 vezes seguidas, se torna um empate. Todas as fichas são passadas ao chefe de jogo, que sou eu, e eu puxo o gatilho no lugar dos jogadores. Ganha no final quem tiver recebido menos tiros. - Novamente ele abriu a maleta e deu um punhado de fichas para Kravian. - Você pode ficar com metade do que lucrar com o jogo. - Assim que viu lucro envolvido, Kravian sorriu. - Agora você está falando minha lingua. Vamos jogar! - Ele disse, animado. - Primeiro, vamos fazer uma simulação para ver se vocês entenderam. Assim, qualquer detalhe extra do jogo ficará claro para que joguem de forma oficial. Escolham seu representante para a simulação. - Ele disse, colocando sobre a mesa duas canetas para que os papeis com a posição das balas fossem preenchidas. - E tenham certeza de não deixar seu adversário ver onde suas balas estão sendo postas.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptyTer Set 19, 2017 11:00 pm

Challenge



Buzz



Quantas vezes haviam sido? Por quantas vezes tive que entregar todo o meu destino na mão de algo tão incerto como a sorte? Algo que poucas vezes sorrira para mim, estava mais uma vez a decidir a minha história. À princípio, esperava que o desafio fosse algo que exigisse explicitamente intelecto ou força física. Talvez uma parte de mim já tivesse desconfiado um pouco quando ele disse estar pensando em algo diferente, mas não me incomodei o suficiente com o fato para refletir melhor aquelas palavras. Caminhamos até a parede da montanha, onde pudemos observar várias cavernas esculpidas em pedra, que por algum motivo me lembravam os ninhos de uma certa espécie de pássaros que uma vez li sobre. De uma dessas cavernas, saiu um homem ruivo chamado Kravian. Pela conversação entre o homem e Don Karthus, pude saber que ele era um ex-capitão pirata, que não tinha dado tanta sorte quanto nós e agora estava preso naquela ilha. Suor frio escorreu pela lateral do meu rosto quando tentei imaginar como seria a nossa vida caso tivéssemos tido o mesmo infortúnio que o ruivo. Logo após isso, voltamos para dentro da única casa daquela localidade.

O velho pegou o material que seria utilizado para realizar a aposta, que parecia se resumir à um jogo de sorte. Nunca havia ouvido falar sobre aquele jogo, mas a menção à apontar uma arma para a minha cabeça e disparar foi o suficiente para que eu resolvesse pensar duas vezes antes de aceitar aquilo tudo de uma vez. Por sorte, Karthus não era um maluco de pedra e as balas da arma pareciam apenas reproduzir o som de um disparo. Sem ter de me preocupar com uma morte prematura, poderia até ter ficado aliviado, não fossem os termos do jogo. Primeiro, cada um de nós teria que colocar três balas na arma e poderíamos escolher onde colocá-las. Fora isso, quem tomasse um "tiro" teria de pagar o equivalente à um milhão de berries para o adversário. * Como é que pode isso? Fica rico, fica pobre, fica rico, fica pobre... Desse jeito vou acabar na sarjeta! * Pensaria. Havia tido tanto trabalho para juntar a quantia que estava em meus bolsos, que quase poderia verter lágrimas com a breve menção de que poderia perdê-la.

Já havia ouvido todas as instruções passadas pelo idoso, porém ainda me faltava uma importante informação. - Senhor, se eu tomar mais tiros do que ele... Não poderei ganhar a tal Log pose? - No caso dele dizer que mesmo perdendo, poderia ganhar a tal Log, expiraria aliviado e fecharia meus olhos. Algo ainda mais importante que o dinheiro que carregava era conseguir aquele objeto para poder seguir a sua jornada. Afinal, dinheiro é algo que se encontra em praticamente todo o canto. Já se ele revelasse que minha derrota ali acarretaria na impossibilidade de receber a bússola, cruzaria meus braços e deixaria meu rosto com uma expressão séria. Trabalhar sob pressão é sempre algo ruim, principalmente quando se necessita usar a cabeça. Em qualquer um dos casos, aceitaria a aposta. Não havia outra maneira de fazer aquilo sem que tivéssemos que partir para a violência, então eu não tinha escolha. - Eu participarei do teste e da aposta. - Tomaria em mãos a folha que ele havia entregado para indicar as posições que as balas teriam e a olharia bem. Eram vinte e quatro espaços, dos quais seis seriam preenchidos. Desses seis espaços, eu só teria uma pequena chance de saber as posições das minhas balas se eu as dispusesse de uma maneira que eu pudesse distingui-las das do meu oponente. Não tinha muita certeza, mas era provável que depois que colocássemos as balas, ele giraria aquele treco para embaralhar. Se não, o jogo seria muito fácil e quase impossível de se ter um vencedor. Se nenhum de nós fosse completamente burro, aquele jogo terminaria em empate.

Minha cabeça começava a trabalhar em alguma coisa enquanto eu percorria meus olhos pelo desenho. Esse jogo era tão simples, porém tão complexo que até chegava a me irritar. Precisava desenvolver uma estratégia rápida e boa o suficiente para me fazer ter uma vantagem sobre o oponente, mesmo que aquilo fosse apenas uma simulação. * O único jeito de diferenciar as minhas balas das dele seria usando um padrão. Eu poderia fazer algo semelhante à um triângulo, só que isso não ajudaria muito. Dependendo de como fique embaralhado, isso pode acabar me confundindo mais. Poderia colocá-las revezando com espaços vazios, mas ainda não é bom o bastante... Então só resta uma opção. * Era bem provável que tivéssemos de mostrar as posições ao velho, já que se ele nos entregasse a arma para que nós mesmos colocássemos os projéteis, o último a por poderia ver a posição das balas do oponente, o que o deixaria praticamente invencível. Com isso, assim que ele me perguntasse a posição das minhas eu viraria a folha de ponta cabeça e, deixando a parte de trás da folha virada para meu adversário, apontaria para os espaços contendo os número nove, treze e vinte e um. Assim que o fizesse, me sentaria no chão e fecharia meus olhos, esperando dessa maneira até que o começo da partida fosse anunciado. Aquilo que estava fazendo não era a minha real estratégia, e sim só uma maneira de terminar logo com a simulação para enfim jogarmos à sério.

Quando o jogo tivesse início, abriria meus olhos e observaria fixamente o adversário. Caso a pessoa que iria iniciar o jogo tivesse de ser escolhida no cara ou coroa, ou até no jan ken, eu escolheria coroa ou pedra, dependendo de qual for o método. Já se ele deixasse que nós mesmos decidíssemos, eu permitiria que meu adversário começasse, dizendo. - Faça-nos as honras. - Se eu fosse o primeiro, pegaria a arma e a olharia de maneira curiosa. Apesar de não entender muito sobre, ainda era um dispositivo fascinante. Após isso, colocaria o cano da arma em meu queixo e puxaria o gatilho. Ela disparando ou não, entregaria a pistola ao meu adversário, junto com dez fichas caso tivesse tomado um "tiro". Se meu adversário fosse o primeiro, observaria o que se passaria e esperaria o resultado. Se ele não tomasse um tiro eu praguejaria baixinho enquanto estenderia a mão direita para pegar a arma. Já se ele tomasse o tiro, sorriria de canto de boca, ao mesmo tempo que tomaria a arma e as dez fichas. Após pegar a arma, respiraria fundo e atiraria contra minha cabeça, preparado para o barulho que poderia se seguir. Assim que o fizesse, passaria a arma e as fichas no caso de ter tomado um tiro, assim como as regras indicavam. E continuaríamos o jogo! Se ele tomasse um tiro eu pegaria as fichas dele e o revólver, apontaria ele para minha têmpora e dispararia. Já se eu tomasse um tiro, logicamente passaria as fichas e a pistola para o oponente, e caso ele passasse, não me acovardaria e continuaria sem passar. Talvez se eu desse sorte e ele fosse meio burro, ele poderia achar que eu não estava levando o jogo à sério, e por isso não se esforçaria tanto.

Enquanto estivéssemos naquele bate e rebate, aproveitaria o tempo para tirar uma dúvida que minha imaginação havia plantado em minha mente. - E-então... Kravian, certo? O que aconteceu para você ficar preso aqui? - Depois que ele respondesse, ou se ele recusasse falar sobre isso, faria outra pergunta. - À quanto tempo você e seu bando estão aqui? - Ouviria o que ele tinha a dizer, ou apenas olharia para o teto caso ele não quisesse falar. Por mais horrível que fosse, não era difícil para mim imaginar como seria mais ou menos viver ali. Conseguia me ver acordando no chão de pedra da minha casaverna, tendo que pescar e contar com a sorte para comer algo, vendo alguns navios de novatos chegarem, mesmo que não inteiros, observando o velho limpar os destroços que um dia compuseram o que poderia ter sido um ótimo navio, e no fim do dia voltando para o buraco aonde moraria por um bom tempo. * Odioso e entediante. Pelo menos você ia ter tempo para "brincar" com a bonitinha. * * Como se isso fosse acontecer mesmo. * * Não acontece porque você é um bunda mole. * * Eu prefiro o termo cavalheiro. * * Chame do que quiser, não vai mudar o fato de que você é um bunda mole. Agora vamos terminar logo com isso para vazarmos daqui. Esse lugar é um saco! *

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySex Set 22, 2017 1:40 am




RISE OF THE DRAGON


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Página após página era como se o espírito do seu pai ganhasse forma saindo daquele objeto tão ordinário e o lecionasse sem deixar escapar um único detalhe. Estranhamente Ryu se divertia ao aprender sobre o funcionamento do corpo humano, e após uma breve pausa repousando o livro aberto no seu colo, respirou fundo olhando para o céu. Não havia nada, somente as nuvens dançando vagarosas e passageiramente.

Logo voltou ao ler, dessa vez um pouco mais acostumado com que aquelas termologias tão peculiares significavam. Ele não estava habituado com um linguajar tão robusto, mas com as ilustrações estampadas em algumas páginas, tudo ficava relativamente mais fácil. Assimilar os pontos vitais onde seus golpes poderiam ter uma maior eficácia era o que considerava mais importante, embora aprender a cuidar de ferimentos também tivesse a sua importância.

Ryu fechou o livro assim que chegou ao final, cansado. Em pouco tempo tinha assimilado boa parte do conteúdo ainda que não fosse considerado um gênio. O sono veio de forma arrebatadora, e ali mesmo no convés acabou cedendo a um descanso apropriado. Quando seus olhos abriram vagarosamente adaptando-se a claridade, viu Umika a sua frente.


- Umika-chan... Claro que eu irei ajudar. Vamos lá. – Foi tudo o que disse no momento sem saber quanto tempo tinha cochilado. A garota solicitava a sua ajuda, o que o fez aceitar de pronto. Passou a parte de trás da destra nos olhos limpando-os, e com um pulo ficou de pé aproveitando para dar uma olhada ao redor. Buzz, Umika e Jacob ainda não havia retornado, o que era no mínimo suspeito.

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“O que aqueles três estão fazendo?” – Pensou a medida que caminhava ao lado da garota mantendo as mãos nos bolsos. Ao chegar na cozinha, a cena era um verdadeiro desastre. Pratos e copos caídos, latas e comida também. Praticamente nada dali se salvava, e isso bateu um certo desespero no loiro, deixando-o com uma cara pálida e um sorriso desconcertado.

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- Isso não é nada bom Umika-chan, se o aniki chegar aqui e ver que o seu santuário sagrado está nessa situação... Eu não sei o que pode acontecer! – A imagem que veio na sua mente foi a do cozinheiro completamente enfurecido. Ryu tirou o casaco jogando-o no convés, e tirando a camisa a amarrou na cabeça formando uma espécie de touca.

- Primeiro vamos varrer tudo, e depois passar um rodo com água. As latas que não tiverem sido abertas e estiverem conservadas, nós guardamos. – Pegaria obviamente a vassoura juntando o máximo de lixo necessário, e assim que terminasse colocaria tudo em um único recipiente. Por fim pegaria um rodo molhado e enrolando-o em um pano surrado, passaria nas paredes e depois no chão. Quando o “grosso” fosse concluído, passaria produtos de limpeza e um pano úmido e limpo para remover a gordura do ambiente.

- Finalmente terminamos, ufa. Diria com um tom animado passando a mão na testa para enxugar o suor. Em seguida pegaria uma bebida que estivesse pronta, ou na falta dela uma água, e sentaria em uma das cadeiradas da cozinha. Na falta de uma sentaria no chão mesmo encostando-se em uma das paredes.

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- Umika-chan, por que você não me fala um pouco da sua história? Eu queria saber mais sobre você, e também do Bee. Eu sinto como se ele tivesse muita dificuldade em confiar nas pessoas.

Objetivos para essa aventura:
 

Histórico de Pedrão:
 

(As imagens são ilustrativas)





Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySab Set 30, 2017 9:21 pm




Roleta Russa pt.2!


  • Ryu


Ryu não pensou duas vezes antes de se levantar e ir ajudar Umike , entretanto ao chegar na cozinha os pelos do seu corpo arrepiaram e ele teve um calafrio. Parecia que um furacão tinha passado por ali. Mesmo que intimidado, Tetsuya logo se prontificou a limpar aquilo tudo, e não precisou de mais meia palavra para que os dois começassem a limpar. Uma confusão de vassouras, panos, sacos de lixo e rodos até que finalmente tudo estava limpo, e o que podia ser aproveitado, guardado. Umika se sentou no chão, suspirando aliviada. - Ufa. Bem que os outros podiam estar aqui para ajudar... - Ryu sentou-se ao lado dela, com um copo de água na mão e fez uma pergunta inusitada. - É, o Buzz é complicado. Mas depois que ele se acostuma com você, vira um doce! - Ela disse, sorrindo para Ryu. - Bom, por onde eu começo? Eu e minha irmã Sora sempre vivemos na estalagem da vovó em Loguetown, desde que nascemos. Nosso pai era um historiador dedicado, as vezes penso que até demais. Um dia, ele começou a agir estranho, e durante a noite me esgueirei até o quarto dele e consegui ouvir que isso era por causa de algo que ele descobriu sobre o trabalho, mas tive que voltar para o meu quarto para que ele não percebesse nada. No final, por causa dessa descoberta dele, papai acabou saindo de casa. Vários anos se passaram sem termos noticias dele, até que um homem com um sobretudo, rosto coberto e chapéu cowboy ao contrário entrou na estalagem, falou com a vovó e depois saiu. Descobrimos depois que ele veio trazer a mensagem que nosso pai havia sido morto. - Os olhos de Umika começaram a ficar úmidos com a lembrança, mas ela se manteve firme.

- Até onde sabemos, sua pesquisa foi tão fundo que ele teve que agir fora da lei para dar prosseguimento. Entrou na pirataria e acabou sendo morto por marinheiros. Eu e Sora ficamos muito tristes, e depois de um tempo, quando ela atingiu a maioridade, também foi ao mar. A única coisa que sei é que ela disse que estava fazendo isso para seguir seu sonho, mas nada além disso. A partir dai ficamos só eu e a vovó, até encontrar vocês. - Umika limpou as lagrimas com as costas da mão e sorriu para Ryu. - Não só Buzz, mas você, Li Wan e Jacob também. Com vocês finalmente vou poder seguir adiante e talvez encontrar minha irmã novamente. - A garota parecia que ia falar mais alguma coisa, entretanto um barulho no convés chamou a atenção de ambos. - Que? - Subindo para verificar o que o barulho tinha sido, os dois poderiam ver um grande homem negro no convés fazendo sinal para outros subirem antes de perceber Ryu e Umika. - Ah, droga. Ahn, olá, senhores. Me desculpe por invadir o navio de vocês, mas achei que estava vazio.

  • Jacob e Buzz


As regras foram explicadas, e era hora da rodada de simulação antes do jogo principal. - Se perder, não vai ganhar o log pose, mas também não significa que não poderá tentar de novo. Pode jogar enquanto tiver como apostar. - Don Karthus respondeu à pergunta do pirata. Buzz ficou em um dilema de como e o que jogar nessa simulação, mas por fim decidiu jogar de modo indiferente só para seguirem logo para o jogo real. Os dois indicaram as posições das balas para Don Karthus e esse foi para uma sala separada para carregar a arma. Alguns instantes depois ele voltou, já com os cartuchos na arma, mas com o tambor para fora do revolver. - Vou girar o tambor para embaralhar. Para não alegarem que estou trapaceando, esperarei que o tambor pare sozinho para só então colocar ele na arma. - O velho, então, girou o tambor, que seguiu girando com um rangido de click, click, click, click até finalmente parar e ser colocado na arma. - Agora vamos girar a arma para ver quem começa - Don Karthus colocou a arma na mesa entre os dois e girou. A mesma se manteve girando por alguns instantes até parar com o cano apontado para Buzz. - Você começa, garoto. - Ao pegar a arma, antes de atirar, Buzz começou a analisar o revolver, talvez procurando uma forma de identificar onde as balas estavam, ou talvez estivesse somente a admirando. Mas uma coisa era certa: ele acabou não encontrando nada que o pudesse ajudar. Por fim, colocou a arma conta seu queixo e disparou. Bang. Todos se surpreenderam, principalmente Kravian. Quais eram as chances de vir uma câmara carregada logo no primeiro tiro. Mas de um modo ou de outro, era o que havia acontecido, para a surpresa de todos. - HAHAHA. Acho que você é azarado, garoto. E da próxima vez dispare a arma contra sua têmpora, pois fica mais fácil de vermos e impedirmos uma possível trapaça. - Buzz ia pegando suas fichas para dar para Kravian, mas Don Karthus o parou. - Eu disse que isso é uma simulação. Não será necessário entregar ou gastar as fichas.

Praguejando baixinho por não ter recebido as fichas, Kravian pegou a arma e disparou contra sua cabeça sem nem mesmo aconteceu na vez após essa, de Buzz, e na seguinte, de Kravian, que da mesma forma atirou sem pensar duas vezes. Quando chegou ao quinto tiro, Kravian já estava confiante, atirando como se tivesse certeza de que não seria acertado pelos próprios tiros. Buzz levou a arma para a cabeça, assim como instruído pelo velho e apertou o gatilho. Bang. Novamente a arma disparou, surpreendendo todos com o recuo. Novamente Kravian tomou um susto, como se achasse impossível algo assim acontecer, e Buzz pode ver ele engolindo seco. Apesar de tudo, o jogo seguiu, e por mais tempo dessa vez, nada aconteceu. Enquanto tudo se mantinha calmo, Buzz aproveitou a oportunidade para fazer uma pergunta que já o estava incomodando a um tempo. - Ah, eu perdi a aposta para o velho. Meu bando precisava de um log pose para continuar, então chegamos ao ponto de apostar nosso navio. Perdemos tudo e ficamos presos aqui. - Aquilo era assustador, e a possibilidade de acontecer com Buzz e os outros era mais assustadora ainda. - A gente tá a... Sei lá quanto tempo a gente ta aqui. - Ele respondeu, depois de pensar um pouquinho. - Sete anos. - Don Karthus murmurou. - Isso, sete anos. Pera, sete anos? Achei que fosse menos. - O jogo seguiu até finalmente chegarem à 12ª câmara, na vez de Kravian atirar. Ele colocou a arma na têmpora e disparou. Bang. Ao ouvir o barulho do disparo, Kravian deu um soco na mesa. - Puta que o pariu! Que bom eu é só uma simulação. - E respirou aliviado. Em seguida entregou a arma para Buzz, que do mesmo modo que Kravian, atirou de imediato. Bang.

Mais do que todas as outras vezes, Kravian ficou de olhos arregalados, e Don Karthus riu. - É o seu terceiro tiro, garoto. - Quando a arma passou para Kravian novamente, ele pegou a arma extremamente receoso. Apesar de tudo, final ele atirou com a arma, e assim como ele esperava, ela atirou. Quando Buzz pegou o revólver e atirou, a câmara seguinte estava vazia, mas isso não fez Kravian ficar mais calmo, muito pelo contrário. Ele pegou a arma, respirou fundo... E passou. Mesmo sendo uma simulação, Kravian acabou passando, e quando Buzz atirou, a arma disparou. Kravian parecia já saber que aquela câmara estava carregada, e esse foi o motivo do seu passe. - Todas as 6 balas foram disparadas, então a rodada se encerra. Vou der um tempo para digerirem todas essas informações, e depois iniciaremos o jogo normal. - Em seguida deu um olhar fulminante para Buzz. - E da próxima vez preencha o papel com onde você quer as balas. Se me apontar, tem a chance do seu oponente ver e ter uma ideia de onde suas balas estão. Dei caneta para isso, e não para ficar jogada. - Logo que a partida terminou Li Wan pegou Buzz pelo braço e o arrastou para um dos cantos da sala, onde Jacob também o estava esperando. - O que foi aquilo? Você não estava indo sério, né? Porque o jogo terminou 2x4, e se continuar desse jeito vamos perder esse jogo junto da chance de conseguirmos o log pose. - A mink pegou um papel, a caneta que Don Karthus havia dado e desenhou no papel o que parecia uma cópia da tabela de preenchimento das balas.. - No final a posição das balas terminou assim. Algo chama a atenção de vocês? - Era estranho, mas a maior parte das balas estava concentrada na parte de baixo do tambor.

- Quando ele girou o tambor, dava para ouvir claramente que o centro de gravidade estava alterado, provavelmente pelo peso da pólvora. Já deve imaginar o que isso significa, né? - Em seguida Li Wan amassou o papel, para que não houvesse chance de Kravian ver e desconfiar do que ele discutiam. - Não sei se já chegou à essa conclusão, mas a melhor estratégia possível é colocar 3 balas seguidas, pois assim que vier a primeira, você sabe que mais 2 vem em seguida. Aparentemente Kravian teve a ideia de colocar cada bala com um espaço de distância um do outro, mas com a coincidência de uma de suas balas vir entre as dele deve ter feito ele perceber essa estratégia alternativa. Mas isso é bom para nós. Normalmente, quando vem uma bala, sem saber se é sua ou do seu adversário, é difícil saber se vai vir ou não outra em sequência. Mas se os dois usarem a mesma estratégia, a qualquer momento que uma bala vier será possível saber que logo em seguida vem mais duas. Somente uma das balas se torna uma incógnita. Além do mais, com as três balas juntas, se elas não ficarem em direções opostas, provavelmente o lado em que elas estiverem será o lado que ficará para baixo, o que deixa o primeiro quarto e o último quarto do tambor com uma possibilidade quase inexistente de possuírem balas. - Em certo ponto Li Wan parecia ter parado de falar com eles diretamente e começava a refletir em voz alta. Ele precisavam se preparar e analisar todas as possiblidades possíveis para que conseguissem vencer o jogo e conseguiu o Log Pose.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptyTer Out 03, 2017 4:13 am

O Jogo da Roleta

Uma única chance de sair dali






Então o jogo funciona assim em?

Observar aquilo tudo me dava um calafrio na espinha, pensar que nossa jornada poderia acabar nas mãos de um velho não era algo saudável, isso posso afirmar.  Ao ver todo o procedimento de preparação acontecendo ouve um certo alivio em minha mente em perceber que aquilo tratava-se de uma simulação e que ninguém morreria...não no primeiro momento.

Logo quando estava tudo pronto Buzz foi o primeiro a disparar, infelizmente a arma estalou e instintivamente dei um pequeno passo para trás em busca de me preparar para o pior, felizmente nada aconteceu e apenas meus instintos agiram de maneira precavida. O velho homem ria e falava mais asneiras, aquele jogo estava me fazendo ficar tenso e eu nem estava jogando de fato e um dos meus pensamentos mais claros foi “ Que desgraçados... “ , afinal tudo parecia muito “ idôneo” para um jogo contra piratas e desconfiar era sobreviver ao menos nesse momento.

O pirata logo começou o seus disparos, nada no primeiro, no segundo, no terceiro, nada no quarto e no quinto nada aconteceu, se aquela fosse uma situação real acredito que já possuiríamos uma desvantagem enorme, mas era apenas uma simulação, uma assustadora simulação que tornou-se ainda mais terrível com o que soubemos em sequência : PERDER SIGNIFICAVA PERDER TUDO!!


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– “Bee-Boy”, talvez agora tenhamos que contar com o máximo do seus “ miolos” transa do que to falando? Por que se perdermos a “ caranga “ e não conseguirmos o “bagulhete “ vamos ter um problema com o “Anaki-Boy”.

Meu rosto entregava que não era nada confortante pensar no que Ryu faria se soubesse que perdemos a nossa charanga, mostrava um pouco do ar cômico que as coisas estavam tomando, e quão trágico aquilo poderia se tornar.

Logo me coloquei a observar  a rodada e nada parecia estar ao nosso favor, a medida que o jogo passava mais aquilo tornava-se complicado, por outro lado mas conseguíamos entender a mentalidade do jogo, não tratava-se de “ sorte ocasional “ tratava-se de “ estratégia localizada com sorte aplicada” era como jogar dados em um cassino sabendo as probabilidades de cada jogada e isso me fez sorrir pela primeira vez naquele jogo demoniaco:



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– Acho que entendi a “ parada “ meu “Brother Bee-Boy”, acho que entendi a sacada.

Ao termino do jogo, com muitos lances e erros e com muitos tiros que atormentariam minha mente por um tempo , chegamos ao fim com a “perda” na simulação. Mas agora a barca tinha virada, parece que todos ali presentes mostravam-se capazes de fazer o jogo acontecer de maneira impar e Bee parecia ser capaz de montar um grande espataculo, aquela era a sua mesa de cirurgia e pelo que me recordo, ele nunca perde um paciente. Logo o broto começou  a falar, suas estratégias mostraram-se mais brilhantes do que imaginei, fiquei boquiaberto alguns instantes e foi no fim de suas conclusões que meu olhar ferino virou-se para os homens a qual apostamos e falei em tom severo e confiante para Bee:

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–  Acho que chega de Brincar “ Anaki-Bee-San” , acaba com esses meganhas.




bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 17 EmptySex Out 06, 2017 6:14 pm

Wheel of Fortune


Buzz


Ao ouvir as palavras de Don Karthus, meus ombros ficaram um pouco menos tensos. Já tinha conhecimento da minha deficiência de sorte, então nada mais lógico do que temer a perda desta aposta que estava por fazer. Porém, como eu poderia tentar novamente caso falhasse, resolvi me permitir ter um pouco de calma. Após eu e o meu adversário mostrarmos as posições que queríamos que as balas ficassem, o velho foi para outra sala, de modo que nada pudemos ver. Ao voltar, embaralhou as balas e apenas quando o compartimento em que elas estavam parou de rodar é que ele o colocou na pistola. Com isso feito, a arma foi girada e eu fui declarado como o primeiro jogador. Até ali, tudo normal. O problema começou logo em meu primeiro disparo. Ao apertar o gatilho, um som alto e curto saiu do objeto, e logo me toquei o que significava. * Tá falando sério? De primeira? * Eu tinha plena ciência de que aquilo era apenas um teste, mas começar perdendo me deixou um pouco receoso quanto ao fato de que era eu que iria jogar a partida valendo a bússola. * Calma, respira. Foi só uma balinha, relaxa. * * Tomara que você esteja certo. * Mas não estava. Um pouco depois do primeiro, logo veio o segundo. A reação de Kravian, que antes havia sido compreensível já que fora uma circunstância deveras improvável, agora me fazia cogitar sobre qual seria seu problema com aquele barulho.

O jogo prosseguiu, e uma conversação foi brevemente feita entre mim e o ruivo. Mesmo curta, foi esclarecedora e um pouco perturbadora. * Sete anos presos nesse fim de mundo por conta de uma aposta... O quão horrível deve ter sido ficar aqui por tanto tempo? * * Melhor nem pensar nisso! Só de imaginar, já me dá calafrios. Acho que eu iria enlouquecer na metade do primeiro ano. * * Eu DEFINITIVAMENTE não posso perder. Nem que eu tenha que gastar cada centavo do meu bolso * * Calma, bambino, também não é pra tanto. * * Você... Donato, certo? Você e os outros novos ficaram quietos por um tempo, o que houve? * * Nada. Apenas não tínhamos porque falar. Bem, pelo menos não até você começar a ficar maluco. Esse dinheiro é importante demais para desperdiçar aqui. Ganhe sem perder nenhum berri! * * Você acha que eu quero perder dinheiro? O melhor que eu posso prometer é que vou gastar menos da metade do que tenho. * Com alguns grunhidos de desaprovação, o tal Donato silenciou-se novamente e a partida seguiu seu rumo. Mais algumas rodadas se passaram, e no final eu perdi. Tentava manter o pensamento de que era só um teste e que não valia nada, entretanto, eu sentia um horrível sentimento de derrota que me amargava a boca.

A jovem mink aproximava-se de mim e me puxava pelo braço para um canto da sala. Como era de se esperar, ela não havia gostado da minha performance e eu não a culpava por isso. Ela tinha toda a razão de ficar tensa com aquilo, até porque ela não sabia que eu já tinha um plano para a rodada que se seguiria e aquilo havia sido apenas para terminar logo com o teste. Enquanto ouvia sua opinião sobre a rodada, notava o quão atenciosa a mink havia sido para notar até o desbalanceamento do centro de gravidade da roleta. Além disso, ela havia chegado a mesma estratégia que eu, e olhando para o esquema desenhado por ela, Kravian parecia ter chegado perto disso. * Não que fosse uma estratégia que necessitasse de muita inteligência, mas eu não esperava muito do ruivo devido ao nervosismo dele. Porém, é como Li Wan disse: É vantajoso para mim que usemos a mesma estratégia. Até porque, eu já pensei em um modo de ganhar algumas fichas, para que mais a frente não tivesse que apostar as minhas. * Tamborilaria os dedos na minha perna direita e olharia para os meus pés por alguns segundos, depois olharia nos olhos da garota e diria. * Não precisa se preocupar com nada. Eu VOU conseguir essa tal Log pose nem que eu tenha que tomar medidas drásticas. * Soltaria o ar de meus pulmões todo de uma vez, antes de puxar o ar de volta calmamente. Era hora de tentar usar um pouco da minha manipulação para deixar o jogo ao meu favor.

Voltaria para o local onde estava antes de ser puxado e pegaria o papel e a caneta. * Humf, onde por as balas? Eu não tenho exatamente um número da sorte, então não é como se eu tivesse uma preferência. Bem, se a sorte não me ajuda, quem sabe o azar? * Pegaria a caneta e marcaria os números doze, treze e quatorze. O número treze em algumas culturas era considerado como um número que traz o azar, só que eu não me importava com isso. Eu sempre tentava ter sorte e acabava atraindo o azar, então talvez fazer o inverso desse certo. Assim que terminasse de marcar, dobraria o papel ao meio e entregaria ele à Karthus, para que ele fosse colocar as balas. Quando ele fosse girar a roleta da arma, focaria a minha atenção na mesma para tentar notar se o centro de gravidade estava alterado. Conseguiria notar isso quando ela começasse a perder velocidade. Se em dado momento ela começasse a fazer movimentos pendulares, isso indicaria que há um lado mais pesado que o outro. Assim que ele fechasse a arma, esperaria ele girar a arma para decidir quem iria começar e esperaria pela minha vez. Não importa se eu seria o primeiro ou o segundo, apenas pegaria a arma e atiraria contra a minha têmpora. Já quando fosse a minha vez novamente, olharia com um olhar vazio para a arma. Aproximaria-a dos meus olhos e os correria por toda a sua superfície, analisando minuciosamente. Após isso, sentiria o peso dela e depois ficaria balançando-a de leve, como se estivesse descobrindo algo. Depois de fazer isso, balançaria a cabeça em afirmação e passaria a arma para meu adversário, e colocaria a quantidade de fichas necessárias sobre a mesa, indicando que eu estava passando a minha vez. - É sua vez de atirar. - Diria em um tom confiante. Não sabia qual o problema que ele tinha com barulhos altos, mas ele parecia ter bastante receio de acabar "tomando um tiro". Eu tinha quase cem por cento de certeza de que aquele local estaria vazio, e era por isso mesmo que eu estava fazendo tudo aquilo. Queria levá-lo a crer que naquele espaço havia uma bala, e isso somado ao fato de que ele parecia desconfortável com o barulho que a arma fazia, poderia levá-lo a passar a vez. Se ele o fizesse, colocaria a quantia necessária de fichas sobre a mesa e passaria novamente a arma, dizendo. - Vamos, é a sua vez! - Meu olhar agora seria sereno, como se estivesse com plena certeza de minhas ações, seguro de que tudo daria certo. Esperava que aquilo o fizesse vacilar ainda mais, e com isso ele novamente passasse. Se ele assim o fizesse, pegaria a arma e atiraria contra a minha têmpora, seguro de que não ouviria o barulho do tiro.

Se eu estivesse certo, pegaria todas as fichas sobre a mesa e entregaria a arma para Kravian, mantendo uma expressão calma e atenda ao seu movimento. Já se ela houvesse disparado, o que era muito pouco provável, deixaria que ele pegasse as fichas e passaria o revólver à ele. No caso de não ter disparado, pelas minhas contas as chances do próximo espaço ter uma bala eram muito pequenas, e este seria um dos último (senão o último) espaços vazios antes das balas aparecerem. Se ele por algum motivo resolvesse passar logo após eu o entregar a arma, faria novamente a mesma estratégia de passar, só que desta vez eu atiraria contra minha cabeça se ele passasse a arma novamente. Havia uma pequena, porém não inexistente, chance de que ele houvesse entendido minha estratégia e a quisesse usar contra mim para recuperar as fichas que houvesse perdido. No fim desta etapa, eu ficaria preparado para começar a ouvir os barulhos que representariam a nossa "morte" no jogo. As chances de tomar um tiro agora seriam maiores que cinquenta por cento, e por isso eu não arriscaria o meu pescoço naquela parte do jogo.

Seria provavelmente a vez dele e eu esperaria para ver sua reação. Haviam três cenários que poderiam ocorrer ali: Ou ele passaria, ou ele atiraria contra a própria cabeça e não seria "morto", ou ainda ele atiraria contra si mesmo, mas a arma dispararia. Em qualquer caso eu passaria a vez e, apenas se voltássemos à ficar passando um para o outro, falaria. - É surpreendente! Mesmo depois de sete anos morando por aqui, você ainda tem dinheiro suficiente para ficar passando desse jeito. De qualquer forma, não é como se eu achasse isso uma coisa ruim. - Ao dizer isso, pegaria uma das fichas e ficaria brincando com ela entre os dedos. Não mostraria vacilação em meu tom de voz e nem gaguejaria. Meu objetivo se fazia importante o suficiente para me focar completamente no sucesso daquela missão. Se eu demonstrasse nervosismo ou timidez, não conseguiria mais deixá-lo pressionado e perderia minha vantagem no momento mais crítico do jogo. Se ele cedesse à pressão e tentasse a sorte, as chances dele ter de me passar dez fichas eram enormes e animadoras. Isto acontecendo ou não, passaria novamente a vez e contabilizaria quantas balas haviam sido disparadas até aquele momento. Se ambos ficássemos passando até que Karthus tivesse que atirar contra si mesmo, isso pelo menos serviria como parâmetro para que eu tivesse uma noção de onde estavam as balas. Assim que três delas houvessem sido disparadas, não importando quem houvesse as disparado, me prepararia para uma vez mais tentar enganar o pobre ex-capitão. Por conta do festival de passes que teria ocorrido anteriormente, quando eu uma vez mais fizesse isso provavelmente já não chamaria tanto a atenção do meu oponente. E assim como da primeira vez, esperaria ele passar duas vezes para então atirar contra a própria cabeça e arriscar ganhar ou perder algumas fichas. Depois de fazer isso, se houvesse levado um tiro eu passaria a vez até que ele ou Karthus tomasse os outros dois, já que era quase que certeza que os dois próximos espaços teriam balas. Já se não houvesse sido acertado, eu passaria até que todos os outros três tiros houvessem sido disparados. Era triste ver meu dinheiro ir para a vala, porém era melhor isso do que perder a aposta e ter que apostar ainda mais para conseguir a droga da bússola. Após os seis tiros disparados, o jogo seria encerrado, e assim que fosse eu perguntaria algo para Kravian. - Suas reações a cada tiro me deixaram intrigado. Por algum acaso você tem medo de armas? - Ouviria alguma resposta do pirata e então retiraria dos bolsos o dinheiro que havia perdido, ou então pegaria o que houvesse ganhado durante as apostas, além é claro de pegar o Log.

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