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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Terceiro Ato: The Swordless Knights

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Axell
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MensagemAssunto: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptySeg 26 Dez 2016, 20:53

Relembrando a primeira mensagem :

Terceiro Ato: The Swordless Knights


Aqui ocorrerá a aventura do pirata Buzz Bee. A qual não possui narrador definido.

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Lostboy
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQua 11 Jan 2017, 23:45



私が見る世界
あなたが見ること同じではありません
私飢えて。


        [ ... ]     E ntre curtas passadas e uma coçada no queixo, talvez o pensamento que vem a seguir pudesse vir a surgir. Um olhar distante para o horizonte, porém com ouvidos atentos, tentaria observar em que período de tempo me encontrava. Manhã, tarde ou noite. Porém, ainda tentando ouvir os passos e dizeres trocados entre os transeuntes que estivessem próximos a mim. Minha chegada havia sido recente, ao que me recordo, logo não muito distante da área de pouso dos Zepellins não deveria estar. *Ahh Loguetwon, última parada para aqueles que querem ir para a Grande Linha... Finalmente me encontro na cidadela onde deveria estar para... Para... Por que diabos mesmo estamos aqui, Kevin?*

“Não é óbvio? Para continuar sua aventura sem ser um NPC qualquer por aí... Ai ai, será que eu tenho que fazer tudo por aqui? E para de pensar nisso, se foca em tentar achar o Lúcifer, que agora até eu fiquei curioso com quem diabos é esse cara!!”

*Ok, ok, mas não se irrite.*

“E quantas vezes eu tenho que falar, não se comunique comigo por pensamento, quero que os outros pensem que você é um esquisitão que fala alguma outra língua sozinho, entendeu?!”

Lentamente, balbuciando, responderia ao Kevin de forma baixa, para não despertar muita atenção. -Certo, mas o que viemos fazer aqui?-

“Sua nova tripulação... Agora começa a correr atrás desse tal de Lúcifer.”

Antes de começar a caçar uma sombra, ao menos o que parece ser, seria bom explanar um pouco para o novo narrador quem é esse tal de Lulu. Bem, caro narrador, Lúcifer fora algum tipo de NpC ou alucinação que surgira em minha última e primeira aventura. Tal homem acabara por me auxiliar no combate de um dos procurados que fui atrás. Esse “Homem”, ou seja lá o que for, aparentemente é um utilizador de arco e flecha, assim como parece ser capaz de surgir e desaparecer dos lugares, quase como mágica.

Não demoraria muito para poder identificar o horário, acredito eu, em poucos instantes, após me localizar no tempo, tentaria procurar o espaço onde estava, como placas indicativas, caso houvesse alguma ao meu redor. Por certa infelicidade eu não conhecia o local que me encontrava. Uma pena, pois acabarei me perdendo ou então andando demasiadamente sem sentido.

Procuraria alguém que parecesse ser residente da ilha, lentamente andando e com o simples pensar. *Mais tarde ele deve voltar, espero...* Sei que minha aparência não é a das mais amigáveis, porém não deixaria que isso me restringisse de indagar de forma gentil. -Senhor(a), sabe onde eu poderia encontrar algum lugar em que pudesse trabalhar como ferreiro um pouco?- Com um simples sorriso amigável e uma reverência, afastar-me-ia e seguiria o caminho indicado, caso houvesse, se não perguntaria a outro que estivesse próximo.

Em caso de não obter a resposta com os primeiros 5 para os quais repetiria a pergunta, apenas seguiria sem rumo cidade a dentro, tentando criar uma espécie de mapa mental por onde eu passasse, de forma a lembrar dos caminhos e estabelecimentos que eu passasse, até encontrar uma loja de armas ou então algum tipo de lugar que fosse possível treinar com escudos. Na loja, apenas perguntaria. -Olá, vocês não estariam precisando de alguém para ajudar na fabricação de armas, estariam? Ainda sou novo nesse tipo de coisa e se pudessem me ajudar ensinando algumas coisas seria muito bom...- Aguardaria a resposta.

Porém, se o local de treino com escudos surgisse primeiro, indagaria para a pessoa que aparentasse ser o recepcionista do lugar. -Olá, tudo bem? Quanto custa para eu poder participar de algumas aulas com escudos?- Aguardaria a resposta.

Se fosse tarde da noite e eu acabasse por passar por algum desses estabelecimentos e o mesmo estivesse fechado, apenas iria para alguma estalagem, caso já tivesse passado por uma ou seguiria em busca de alguma outra.

Apesar de não ser a mais apurada, tentaria encontrar com minha visão qualquer rastro ou ser que se aparentasse com Lúcifer, ainda que pouco provável de acontecer. Sempre me manteria atento, não só com meus olhos, mas com ouvidos também, para o caso de Lúcifer aparecer. Se isso ocorresse, pararia meu percurso iria a seu encalço.

Em tom sério, tentaria olhar em seus olhos, diria. -Ok, chega de enigmas. Eu sei que seu nome é Lúcifer, mas o que você quer? Por qual motivo parece que estamos sempre nos encontrando? Já não sei mais dizer se você é real ou apenas um fruto da minha cabeça...- Se sumisse novamente ou não conseguisse alcançá-lo, apenas voltaria a fazer o que estaria fazendo antes do homem aparecer. *Será que esse final fez sentido para o narrador? Aqui dentro fez... eu acho...*


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Última edição por Lostboy em Qui 12 Jan 2017, 14:36, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQui 12 Jan 2017, 01:37

Voltar a ver aquele rosto risonho, depois de toda aquela bagunça, tinha um efeito calmante sobre o meu corpo. Sentia a tensão se esvaindo à medida que fitava as expressões que a jovem fazia. O término do show era avisado pelo palhaço Argows, que veio em minha direção e me entregou uma máscara curiosa. Aos meus olhos a máscara era linda, com um certo aspecto misterioso e alegre. O comentário de Argows me deixava com uma pulga atrás da orelha. Poderia aquele cara saber quem eu realmente era? Julgando o que já havia ocorrido, as chances não eram baixas, até por que eu já fui reconhecido várias vezes, mesmo com uma recompensa tão pequena. * Será que ela aumentou novamente? Mesmo assim, não consigo ver ela subindo para mais que três milhões, afinal eu não fiz nada de muito errado por um tempo. * * Teve aquele velho que você bateu. * * Quis dizer você, certo? * * Que seja. * * Mas mesmo batendo nele, não acho que ela subiria tanto. Não é como se ele fosse um nobre ou alguém do governo. Agredir um civil não deve render muita coisa. * Aparentemente ambos concordávamos nisso, já que a voz parou de tentar argumentar sobre o fato. Com certeza a recompensa não era algo que chamaria atenção o suficiente para as pessoas gravarem minha identidade em suas memórias, então o que seria? Talvez fosse algo do meu passado do qual nem mesmo eu soubesse, ou ele simplesmente tivesse me confundido com alguém. Por hora, isso não importava.

O palhaço havia se afastado, sendo que eu nem tive tempo de agradecer-lhe o presente. Se bem que, com o ódio que eu havia desenvolvido pelo tipo, não sabia se eu conseguiria ser educado com ele. Dali, nos dirigimos até o bar de Guin, e pelo caminho acabei notando a passagem do tempo. A noite havia caído sobre a ilha, me fazendo me perguntar como eu não havia notado tantas horas se passarem. Ao chegarmos ao nosso destino, vi a bela dona do bar, com seus cabelos ruivos que pareciam emanar uma aura de poder, despachando alguns bêbados incômodos. Quando entramos e eu apresentei a garota que me acompanhava, obtive uma resposta curiosa. * HAHAHAHAHAHAHAHAH, isso explica a aura poderosa e o jeito meio másculo dela. Não é como se no fundo você já não suspeitasse? Não foi esse um dos motivos que te levaram a desistir de tentar ficar com ela? * * Colocando nesses termos... * Era como a voz havia dito. Uma parte, mesmo que pequena, já tinha uma leve ideia de que poderia ser esse o caso. E mesmo eu não vendo Guin como uma ameaça à, bem, o que quer que estivesse acontecendo entre mim e Umika, eu comecei a ficar um pouco mais "em guarda" com ela. Eu até gostaria de responder ao que ela havia falado, mas sentia que eu não conseguiria dizer sem gaguejar de vergonha, então apenas olharia rapidamente para o chão em busca de amparo.

A ruiva era uma boa anfitriã, admitamos. Nem me lembrava de qual fora a última vez que eu havia bebido algo, e após o leve treino que tive no circo, aquele suco delicioso vinha em boa hora. Enquanto eu bebia, ouvia a dama contar sobre a situação do local, que para ela parecia normal. Logo, o foco da conversa foi mudado e ela acabou acertando em cheio um dos motivos que eu tinha para ir ali. Ao ouvi-la falar que eu estava em busca de uma aventura, engasguei de leve com o suco e parava um pouco de tomá-lo para recuperar meu fôlego. Aparentemente a certeza dela era tanta, que nem precisava de uma resposta minha para começar a contar o que queria. Ouvi tudo em silêncio e ponderava sobre qual seria minha resposta ao pedido. Pegaria o envelope que Guin me entregou e o abriria, olhando em seu interior e guardando-o no bolso logo em seguida. Resolvia ao invés de manter meus pensamentos apenas comigo, compartilhá-los com minha amiga e com meu atual interesse amoroso. - É uma proposta muito boa. Confesso que eu já tinha uns planos para ir futuramente para a Grand Line, então acho que não tem problema adiantar um pouco as coisas. Mas... - Faria uma pausa dramática e tomaria um gole do suco de laranja. - Vou precisar de um tempo para reunir um pequeno bando e conseguir um bom barco para a viagem. Não é nada fácil chegar naquele mar, e eu certamente não sei como pilotar uma embarcação. Também não sei quantos dias eu vou levar para arrumar tudo isso, mas levando em conta que estamos tão perto do maior depósito de piratas do mundo, não deve demorar muito. -

Já havia colocado tudo em pratos limpos, mas ainda me faltava alguns detalhes sobre o trabalho que me eram necessários. - Agora, de que tamanho é a carga que eu terei de transportar e o que ela é em si? - Era de suma importância que eu soubesse isso, para saber que tipo de navio pegar e quais os cuidados que eu teria de ter com a carga. Depois de ouvir tudo, diria. - Certo. Quando eu tiver tudo pronto, venho avisar para que levem a carga ao navio. - Terminaria a minha bebida e olharia para a jovem dama que me acompanhava. Queria ver se ela teria algo a dizer, ou se conseguia perceber o que se passava em sua mente. A jovem era sempre tão viva e espontânea, que suas expressões já diziam muito sobre o que pensava, e por isso buscava nelas uma bússola para saber o que fazer. * Quero que ela vá comigo. * * Então leva, oras. * * E se ela não aceitar? * * Tenta, animal. * * Mas você mesmo disse que eu não poderia proteger ninguém. * * E não é esse o motivo de você querer um bando? Para que eles te ajudem a proteger o que te é importante? * Olharia nos olhos de Umika por um tempo, sentindo aquelas sensações de formigamento e frio em minha barriga e de um calor intenso em meu peito. Queria mais que tudo mantê-la ao meu lado, mas havia tantos "poréns"...

Depois de todo o negócio ter sido discutido, veria se Guin tem mais algo a tratar e me levantaria, tomando a mão de Umika e me dirigindo à saída, enquanto diria para a dona do bar. - Foi um prazer revê-la. Tentarei ser rápido para juntar o que me falta para poder viajar a GL e levar sua mercadoria. Até mais. - E com um aceno de mão singelo, sairia do recinto com minha acompanhante. Do lado de fora, olharia o céu noturno e procuraria ver as estrelas que o enfeitam. Caminharia com Umika por alguns poucos minutos sem ter ao certo para onde ir, mas evitando locais que aparentassem serem perigosos e dando preferência a seguir o caminho que levava até a estalagem de sua avó. No caminho, pararia e respiraria calmamente. Tomaria sua outra mão e, olhando em seus olhos, diria. - Preciso te perguntar uma coisa. Se, hipoteticamente, eu fosse mesmo para a Grand Line, você iria comigo? - Minha voz seria solene e a mais doce que eu conseguisse fazer. Não sabia o que esperar dali para frente. Estava andando às cegas em direção à um futuro caótico que me esperava naquele mar. Era egoísta da minha parte querer que ela fosse comigo para um lugar tão perigoso, mas eu já não conseguia me imaginar sem ela. Era doloroso pensar que teria de deixa-la aqui, e nunca mais vê-la. Por isso, me permitiria esse ato de egoísmo.

Caso ela recusasse, tentaria não demonstrar tristeza. Sabia que era um passo enorme para ela, e que não tinha garantia de que ela sobrevivesse naquele lugar, então apenas soltaria uma das mãos dela e diria com um leve sorriso. - Eu entendo. Foi egoísta da minha parte pedir isso. - Depois, voltaria a andar com ela na direção da pousada de sua avó, para descansarmos e passarmos a noite. Pegaria a chave do meu quarto e me despediria da jovem com algumas palavras. - Boa noite. E obrigado por hoje, foi bem divertido. - Após isso, subiria para o meu quarto, abriria a porta e entraria, trancando a porta logo que passasse. Tiraria quase toda a roupa, mantendo a cueca em seu lugar, me deitaria na cama e me cobriria com um lençol, pronto para dormir.

Mas caso ela aceitasse ir comigo, não conseguiria conter minhas emoções e abriria um grande sorriso. A abraçaria de maneira carinhosa, apesar de só conseguir fazer isso apenas por alguns segundos. Depois, a soltaria e olharia para os lados, como se estivesse procurando alguém que estivesse nos vigiando, quando na verdade só queria esconder meu rosto que devia estar vermelho como uma pimenta. Falaria. - E-eu estou feliz por v-você ter aceitado o convite. - Sentia meu queixo tremer de nervosismo, mas talvez ela não notasse. Depois, agora segurando apenas uma de suas mãos, voltaria para a pousada de sua avó e requisitaria uma chave para a senhora que provavelmente estava no balcão de atendimento. Com a chave em mãos, iria em direção à jovem e bagunçaria meus cabelos, sem saber bem o que dizer. * Geralmente é nessa parte que você beija ela. * * B-b-b-b-beijar? * * Mas é óbvio. Quer um empurrãozinho? * * Nem ouse. Eu nunca beijaria uma dama à força. * * Mas e se ela quiser? * * E como eu vou saber? * * Chega mais perto, oras. * Influenciado pela voz em minha mente, me aproximaria da jovem e olharia para seus olhos, enquanto tentaria entrelaçar meus dedos nos dela. * Isso, continua assim. * Mas esse era o máximo que eu poderia ir. Roubar um beijo dela seria hediondo, mesmo eu sendo um pirata. Observaria suas expressão e, apenas caso ela mostrasse que queria ser beijada, eu me inclinaria mais, levando meus lábios aos dela de maneira delicada e sutil, pois se ela não o quisesse, poderia me afastar se assim desejasse. Mas caso não o fizesse, tocaria meus lábios nos dela e permaneceria por alguns segundos, aproveitando as sensações que eu sentiria. O beijo tendo acontecido ou não, eu olharia para ela e diria. - Boa noite. Amanhã, você me acompanharia até o centro da cidade? Tenho que resolver os preparativos. - Independente da resposta, assentiria com a cabeça e subiria para o quarto. Quando abrisse a porta e a trancasse, me despiria até ficar só de cuecas e me deitaria na cama, pensando no que tinha acontecido e ficando vermelho ao lembrar de cada momento do dia. Meu sorriso ia de orelha à orelha, como a da máscara que havia ganhado. Não, era até maior. Colocaria a máscara em frente ao rosto, para experimentá-la e tentar esconder do mundo a minha vergonha. Depois, a retiraria e guardaria junto de meus pertences, me aconchegando logo em seguida e dormindo profundamente.

off:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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Última edição por GM.BuzzB em Qui 12 Jan 2017, 21:33, editado 1 vez(es) (Razão : Coisa boba, nego)
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQua 18 Jan 2017, 21:43

~~ Narração ~~


A noite estava estrelada, a lua minguante, pois a luz do luar simplesmente se equiparava com o sol radiante. Harkyn um humanoide peludo perambulava tarde da noite, talvez nem tenha percebido escurecer. Provavelmente pela forte movimentação de pessoas em logue, visto que, mesmo após escurecer, a aglomeração e o transito de pessoas continuavam o mesmo. O comercio estava fechado, entretanto, tavernas e bares estavam abertos para o publico de sempre.

O ursídeo tentou dialogar com alguns humanos, porém apenas o ignorava algo que vinha a repetir conforme o mesmo tentava dialogar com as pessoas. No entanto, após uma busca estressante para muitos, entretanto para Harkyn que possuía um excepcional temperamento, mantinha-se firme e confiante. – Trabalhar como ferreiro? Sei não... acho melhor cê procurar amanha de manha! Um homem velho, com dentes caídos e roupas rasgadas respondia e em seguida seguia seu rumo. Talvez não fosse a melhor hora para o ursídeo achar o que procurava.

Enquanto isso Buzz ouvia as falas de Guin e respondia interessado na proposta da mesma. No entanto, faltavam algumas condições para que ele pudesse aceitar. Guin analisou a situação e respondeu por conhecer o jovem Bee. – Entendo! Ótimo que vai aceitar irá fornecer o dinheiro para você agilizar o processo de condições, volte em três dias com tudo certo! Ela terminava de falar ao pegar um saco cheio de dinheiro e entregar a quantia dita anteriormente. Muitos achariam errado ela entregar o dinheiro assim ou de qualquer jeito, entretanto, quem conhecesse bem a dona daquele lugar, saberia que a mesma era poderosa e destemida, não faria nenhuma tolice em tentar rouba-la ou confronta-la, apesar das brigas no bar, geralmente era entre bêbados apostadores.

Buzz após aceitar acaba dialogando com a jovem Umika e de certa maneira com pensamento perversos, não exatamente de sua atual personalidade, mas sim de algo mais obscuro que o mesmo possuía. Uma pergunta ousada era feita para a jovem que arregalou os olhos e ficou pensativa durante alguns minutos. – Eu gostaria de rever minha irmã! Ela profere ao olhar para o copo ao qual bebia a ultima gota que havia no copo. – Talvez minha avó fique chateada, mas não importar, eu quero viver, ser livre... não aguento mais ficar aqui! Sim eu aceito. Ela terminava de falar ao abrir um sorriso e cativar ainda mais os sentimentos de Bee.

O rapaz tentava se aproximar dela, entretanto a mesma ficava tímida e com as bochechas avermelhadas e dizia para o mesmo. – Já está tarde, não acha? Virava o rosto para o lado e largava o copo em cima da mesa, enquanto a senhorita Guin estava atendendo alguns homens no lado sul da taverna.
!



OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptySex 20 Jan 2017, 00:51

Quem não gosta de trabalhar sobre pressão? Eu não gosto de trabalhar sobre pressão. Ter um prazo de três dias para arrumar tudo o que eu preciso parece até algo razoável, não fosse o fato de que eu ainda nem conhecia a ilha direito. Eu não precisava só de alguns caras mais ou menos fortes que pudessem me levar até o farol e depois me trazer de volta, em um navio que aguentasse a viajem. Eu precisava de um bando de verdade, que fosse forte e confiável para navegar por toda a Grand Line e viver a maior aventura possível. Não podia chegar em uma esquina e perguntar para a primeira pessoa que eu visse se ela queria ir comigo na viagem. Tinha também o barco, mas isso não era um grande problema, já que em minha mente eu tinha um plano muito bom para conseguir o transporte, e seria um momento de teste para uma habilidade que só agora eu me lembrava de usar. Mesmo estando um pouco chateado com o tempo limite, não podia fazer nada quanto à isso. Guin era uma amiga importante para mim, além de que estava pagando uma boa quantia para algo que eu já ia acabar fazendo, então não tinha jeito de reclamar disso. Aceitava em silêncio minha nova condição, enquanto tentava imaginar como conseguiria os membros que me eram necessários. Não era muito difícil descobrir que teria de arrumar alguém que soubesse pilotar o navio, alguém que pudesse consertá-lo caso ele sofresse algum dano e um cozinheiro para que pudéssemos não morrer de fome. Juntando comigo, que sou praticamente um médico, seria mais que o necessário para fazer a viajem. Mas para durar mais que algumas horas vivos ali, todos teriam de serem fortes o bastante para enfrentar o que pudesse aparecer.

Pelo menos, meu humor melhorava com as palavras que a jovem Umika me proferia. Fiquei tão feliz com isso, que até deixei de lado minha vergonha e me aproximei dela. Mas não havia levado em conta de que a garota havia ficado envergonhada e ela própria se afastasse de mim. Não estava chateado com isso. Na verdade, estava muito feliz de haver conseguido deixá-la com vergonha, pois isso poderia significar que eu era alguém especial para ela. * Isso não necessariamente quer dizer que ela gosta de você. * * Eu sei disso, mas não faz mal algum pensar que poderia ser isso. * * Tem certeza de que não faz mal? Se você se iludir demais, vai acabar se machucando muito se ela te der um fora. * * Eu sei o que eu estou fazendo. * * Espero que sim. * Às vezes é um saco ter essa voz falando comigo, mas ele até que fala algumas coisas inteligentes de vez em quando. Sim, eu sabia que ele estava certo, mas naquele momento eu não estava pensando direito. Na verdade, desde o momento que fiquei ao lado daquela garota eu parecia pensar de uma maneira estranha. Estava sendo mais sentimental do que racional, o que era muito incomum para mim. Seria esse o efeito do amor? Trágico.

As últimas palavras que saíram da boca de Umika me atentaram para algo: Estava realmente tarde. Não era uma boa ideia levá-la muito tarde para casa, já que sua avó poderia ficar preocupada com o sumiço da neta. A menina passara o dia inteiro ao meu lado e não havia dado notícias para a senhora que tinha sua guarda, e isso havia sido completamente irresponsável da minha parte. Percebendo a cagada que havia feito, me levantaria e estenderia a mão para a jovem, dizendo. - Você tem razão. Está tarde, precisamos ir. Amanhã será um dia cheio, então seria bom dormir bastante. Vamos? - Caso a jovem pegasse minha mão, a guiaria até Guin para que ambos nos despedíssemos por hora. Se ela não quisesse se pronunciar primeiro, tomaria a dianteira e me despediria da mulher de cabelos vermelhos. - Estamos de partida. Obrigado pela hospitalidade e nos vemos depois. Talvez, até antes do que você espera. - Aguardaria a jovem se despedir e iria com Umika para fora do bar, caminhando em direção à estalagem de sua avó. * Tá legal, agora abraça ela. * * Quê? * * ABRAÇA - A - MENINA! * * Tu não acha que tá muito saidinho não? Para que eu vou fazer isso. * * Não era isso que você ia fazer naquela hora? Então, aproveita. Não é como se ela fosse quebrar algum osso por causa disso. * * Mas... * * Calado! Ou você faz isso, ou eu faço. E você não quer que eu faça isso por você. * Confesso que as ameaças dele pareciam bem inúteis e beiravam o ridículo, mas e se ele pudesse mesmo fazer isso? Naquela vez, pouco antes de começar à ouvir essa voz, fiz algo que normalmente eu não faria. Será que ele podia mesmo controlar meu corpo? Arriscar era idiotice, ainda mais se tratando de Umika. E no mais, eu queria mesmo fazer isso. * Pera, é sério? De onde saiu tanta coragem? * Resolvia tentar. Buscando ainda manter minha mão junto à dela, iria para a frente da jovem e a abraçaria com ternura. Todo o movimento antes do abraço seria feito rápido, até por que eu não sabia quanto tempo duraria minha coragem repentina e eu poderia acabar desistindo no meio do caminho. Mas após abraçá-la, manteria o gesto por alguns segundos e sussurraria em seu ouvido. - Fico feliz por ter escolhido ir comigo. - Depois, a soltaria lentamente enquanto a olharia e retomaria minha posição, voltando a caminhar com ela para a hospedaria de sua avó.

Quando lá chegássemos, iria até a avó da jovem e requisitaria a chave do quarto, para que eu pudesse descansar um pouco. Depois, me afastaria um pouco da idosa ao lado de Umika e perguntaria em um tom baixo, para que apenas ela escutasse. - Gostaria de me acompanhar amanhã? Irei começar a procurar por tripulantes para nos acompanharem, e como não conheço muito bem a ilha, apreciaria sua companhia. - Caso ela recusasse, faria um sorriso um pouco fraco, esboçando a tristeza da recusa e falaria. - É uma pena, mas eu entendo. Você provavelmente tem outras coisas para fazer, então seria falta de educação forçá-la à ir. - Já se ela aceitasse, sorriria e baixaria a cabeça para esconder meu rosto se enrubescendo. Independente da resposta, me aproximaria dela mais um pouco, talvez para abraçá-la, mas hesitaria. Sabia por meio da experiência passada que a jovem tinha a mesma dificuldade de manter certos tipos de contato físico que a minha, só que em um nível aparentemente bem menor que o meu. Se as coisas fossem no meu ritmo, ainda não teríamos nem dado as mãos. Tenho que trabalhar mais nisso. Mesmo hesitando em me aproximar mais do que um palmo dela, isso não impediria ela de se aproximar mais. * Criança sonha... * * Sempre, meu caro. * Depois de esperar em silêncio por cerca de um minuto, quebraria o silêncio com as palavras. - Boa noite. - Seguidas de um "até amanhã" caso ela tivesse aceitado me acompanhar no dia seguinte.

Depois, iria para o meu quarto e adentraria o recinto utilizando a chave que havia pego com a dona do lugar. Lá dentro, sentiria toda a energia que ainda estava contida em meu corpo. Estava animado. Muito animado. Retiraria toda a minha roupa e a deixaria em cima da cama, enquanto faria uma série de marinheiros até que meus braços cansassem. Depois, colocaria meus itens sobre o baú fechado, levaria a roupa comigo para o chuveiro e tomaria um banho apenas para tirar o suor do corpo. O objetivo agora seria lavar minhas roupas e colocá-las estendidas da mesma forma que fizera no dia anterior, esperando que elas secassem até o dia de amanhã. E era exatamente isso que eu faria. Depois, pegaria a máscara e o colar relógio que havia conseguido e me deitaria na cama com ambos os itens em mãos. Colocaria a máscara na frente do rosto, mas sem prendê-la na parte de trás da minha cabeça, apenas vendo como seria a minha visão quando a estivesse usando. Ainda de máscara, olharia para o colar e abriria a parte do relógio, para saber que horas eram. Depois, poria ele sobre o peito e riria. Riria pelo dia que tive, e pelo que teria amanhã também. Riria pelo que me aguardava além daquela ilha e pelo que ainda me esperava nela. Parecia tudo tão divertido... Guardaria a máscara e o colar junto das outras coisas sobre o baú e tocaria meu nariz, vendo se ele ainda doía do que ocorrera mais cedo. Então, dormiria, sem me preocupar com nada.

Quando acordasse no dia seguinte, me ergueria e me alongaria, ainda sentindo aquela pontada de energia do dia anterior. Tomaria um bom banho, como se estivesse me aprontando para ir à uma festa muito importante e me vestiria, guardando todos os itens em seus devidos lugares. Sairia do quarto e desceria até a recepção, indo entregar minha chave e 5.000 berries à Umika ou a sua avó. Observaria o local esperando ver que tipo de hóspedes estavam ali. Era estranho, mas só agora me vinha a ideia de observar quem mais se encontrava na estalagem. Caso alguém ali me chamasse a atenção, o observaria com uma expressão neutra, avaliando tudo que conseguisse enxergar com meus olhos. Já no caso de ninguém me interessar, não perderia tempo e me prepararia para sair dali. Se a jovem não houvesse aceito meu convite na noite anterior, apenas acenaria e sorriria para ela, caso a visse, e iria embora. Nas ruas, procuraria perceber onde a maior concentração de pessoas se reúne, afinal, se eu quero achar pessoas tenho que ir até onde elas estão. Mas se ela houvesse aceito, sorriria e tomaria sua mão de leve, e juntos iríamos para as ruas da cidade. Lá fora, pediria. - Pode me levar até a parte mais movimentada da cidade? Acho que lá seria um bom lugar para começar à recrutar. - Quando lá chegássemos, observaria a qualquer um que me chamasse a atenção e o avaliaria com meus olhos, tentando imaginar se seria um boa ideia convidá-lo para a viagem que iríamos fazer.

Histórico:
 

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* Pensamento * (Buzz)
* Pensamento * (Staz)
- Fala

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptySeg 23 Jan 2017, 03:03

the lost one

Para minha, ou melhor, nossa infelicidade, a escuridão da noite já havia recaído sobre Loguetown. Minhas perguntas e alternativas para o que fazer em um caso como esses, pareciam não ter alcançado o coração do Narrador, limitando-me apenas a perguntar algo sobre trabalho.

É meu amigo, recitando as palavras do velho sentado. ‘Se fudeu.’Voc...”

As palavras continuavam a vir, mas... Sabe quando deixamos uma conversa no meio da multidão. Digo, não damos atenção para o que é dito ou ouvido pela outras pessoas? Acho que é isso que acontece muitas vezes quando não estou muito a fim de ouvir as palavras de Kevin. A verdade é que surge um pensamento em minha mente.*Isso tudo é mesmo só um jogo? Sou mesmo apenas um ser controlado por uma outra pessoa? Provavelmente essa apenas sentada em frente a uma tela, ou quem sabe até mesmo duas, digitando os meus passo. Eu olho para essas pessoas, para essas paredes, para o céu e terra... Para o mar. Tudo me parece tão real*

Engraçado. Apesar de tudo isso, ainda sinto como se as palavras de Kevin fossem verdade, mesmo que a dúvida habite em minha mente. Pois, se fosse verdade, como eu poderia estar a ter pensamentos como esse? Ou estaria ele também controlando isso?

*Não tem muita importância agora... Acho melhor ir em busca de uma estalagem logo... Dormir faz bem... Preciso me livrar desse kit, nem me lembro o porque que eu comprei isso... Acho que eu apenas queria para me lembrar do meu passado, mesmo que fosse só um pouco..*

Passos pesados, talvez o cansaço da viagem estivesse começando a fazer seus efeitos sobre meu corpo. Minha última noite não havia sido das melhores, ainda mais com aquela luta contra Yorki, ou qual seja lá seu nome, já não me recordo muito bem.

Apesar de já possuir uma quantia razoável de dinheiro, não acho que seria uma boa ideia gastar muito com besteiras como onde passar a noite. Procuraria por uma estalagem pelas redondezas. Assim que a encontrasse, daria uma breve olhada em sua faixada, para poder ter uma ideia de preço baseado em sua aparência. Caso aparentasse não ser de melhor qualidade, entraria. - Olá, gostaria de um quarto para dormir essa noite e talvez pelas próximas. Quanto custa? - Retiraria o dinheiro e logo o entregaria a atendente, prosseguindo. - Poderia me levar ou me indicar onde fica o quarto, por favor? Ah, mais uma coisa, sabe onde eu posso encontrar algum lugar pra trabalhar como ferreiro? -

Se não fosse interrompido por alguém, iria para meu quarto e teria uma boa e relaxante noite de sono. Na manhã que se conseguisse a informação que pedira, seguiria para o local  indicado, esperançoso por uma oportunidade de “emprego”. Para o(a) atendente ou vendedor, diria. - Olá, desculpa incomodar, vocês por acaso teriam algum tipo de vaga para que eu trabalhasse como ferreiro? Me indicaram aqui lá da [Nome da estalagem]. -


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- Harkyn -
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyTer 24 Jan 2017, 21:36

~~ Narração ~~


Os jovens Buzz e Umika saiam da taverna da senhorita Guin. Bee estava com um nível de coragem que jamais havia sentido, principalmente pelos pensamentos ousados ao qual seu lado sombrio o instigava. Num rápido movimento, Buzz estava abraçado com a jovem garota e a mesma com as bochechas coradas, apesar de não negar o gesto carinho do jovem pirata, a timidez permanecia na garota.

Após chegarem à hospedagem, o pirata médico entregava sã e salva a moça enquanto profere em um tom baixo para que a mesma escutasse suas falas. Sua avó estava próxima, mas de costas, apenas uma afirmação com a cabeça de Umika confirmava para Bee que ela iria com ele no próximo dia! Consequentemente deixando o garoto extremamente feliz. – Boa noite! Umika respondia após ser chamada por sua avó que parecia irritada pelo horário que a mesma havia chegado. Após pegar a chave do quarto Bee dirigiu-se até o local. O garoto de cabelos brancos tomava banho, arrumava seus itens e deitava-se na cama para repousar após um dia cansativo. O sorriso e a felicidade estavam estampados na face do moleque.

A noite era tranquila, agradável e os sonhos de Buzz eram pervertidos, mesmo ele acordando e não se lembrando de mais das cenas ousadas que sonhará com sua amiga “Umika”. Enfim! Após arrumar-se seguia até a recepção e a jovem garota e sua avó se encontrava no local. A velha mulher recebia o dinheiro do garoto e conversava com a moça que lhe respondia alegremente. – Bom dia Bee! Não sei bem qual parte é mais movimentada, mas posso tentar. Respondia ao dar um beijo em sua avó e sair ao lado de Buzz pelas ruas de Loguetown. Mas antes de sair, Buzz acabou se pechando com um sujeito um tanto peculiar! Possuía pelos por todo corpo, expressando bem sua diferenciada raça ursídea, talvez fosse o que o garoto procurasse, na verdade, era o único naquela hospedagem além de Buzz. Roupas incomuns e um ar de “intimidador”! Apesar de sua personalidade ser simpática para aqueles que conhecem.

Algumas horas atrás...


Harkyn um humanoide peludo que estava em devaneios enquanto peregrinava pela cidade de Logue... achava que todas suas ações se baseavam em comandos de alguma mente superior, ou seja, acreditava ser um mero fantoche em um jogo. Insanidade? Pode se afirmar que 90% diriam que sim! Mas quando se tem certeza de algo, e digo isso na parte de Harkyn ter total convicção da sua situação... não se acharia nem um pouco louco.

Após procurar um local para dormir, achou uma hospedagem bonita e não tão cara. A noite custava B$5.000 mil bellys na placa da frente e o mesmo seguia até o local. Uma senhora de idade avançada o atendia. – Boa noite senh-... Suas falas eram interrompidas ao avistar o cliente que iria adentrar em sua hospedagem. – Seja bem vindo! O quarto fica logo ali... estou muita velha e com uma dor nas costas imensa, apenas siga até lá. Ela dizia ao apontar o dedo para o quarto que se encontrava alguns metros a frente. O ursídeo pagava o dia e em seguida ia até o local.

O quarto era simples, mas bonito e reconfortante! Não era um motel de cinco estrelas, mas não dava para reclamar, pois a cama era grande, a iluminação era boa, o cheiro era prazeroso e os cômodos elegantes. Após se ajeitar no local o Mink relaxou e descansou para repor suas energias. Ao acordar no outro dia e seguir até a entrada da hospedagem, observou um jovem de cabelos brancos e uma garota de aparência encantadora, quase cativante aos olhos de qualquer homem, até mesmo um homem animal como Harkyn. – Desculpe senhor! Não era pra isso--... Umika encarava o largo urso enquanto sentia a presença do homem ursídeo e diminuía seu tom de voz! Seria isso o destino? Ou um mero acaso? Buzz poderia dizer que seus pedidos foram atendidos? Ou poderia ser alguém perigoso? Tudo dependeria do jovem de cabelos brancos e do homem urso peludo.



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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 14:54

the lost one

Velha. Apesar de tudo, mesmo amedrontada, ou pelo menos intimidada (talvez apenas surpresa) com minha aparência, atendera-me de forma cordial, algo que eu realmente não estava acostumado. Possibilitou-me aquele recinto uma longa e boa noite de sono acabei por ter. Sorte a minha, devo admitir. Não esperava poder descansar tão cedo de minha longa viagem através do mundo. “Ele está aqui.” Já fazia um bom tempo que Kevin estava calado... Ou seria eu que apenas o ignorei? Interessante. Apesar do silêncio dele, não me senti sozinho. Não era como se houvesse alguém comigo, ou uma alma me assombrasse. Apenas não fora como quando eu era apenas um pirralho e tive que me virar nas ruas. *Seria esse ambiente?* ao que parecia, o lugar era muito reconfortante. Talvez o melhor lugar que eu já tenha passado a noite em minha vida.

Não consigo me recordar com o que sonhei, se é que isso realmente ocorreu. Não se é incomum não lembrar o que passava em sua mente enquanto dormia. Ou pelo menos fora o que Kevin havia dito a mim a muito tempo. Antes mesmo de eu começar essa jornada. A estadia já estava paga desde a noite passada. *Ou seria madrugada? Indiferente. Não consegui a informação que eu queria na noite passada. Acho que seria melhor eu tentar novamente.*

Na entrada da estalagem, deparei-me com dois hóspedes? “É ele.” Aparentemente ali estava meu motivo de ter atravessado meio mundo. Um jovem rapaz de cabeleira alva e uma garota. Muito linda por sinal. *O Narrador realmente existe. Não é possível ter alguém desse jeito no mundo sem algum tipo de interferência... De todo modo, acho que está meio claro que ela já deve estar com esse cara. Se esse é o cara, bem, tenho que lembrar que não posso só chegar nele e dizer que uma voz na minha cabeça disse que ele é um player de um jogo e que o cara que narra ele e o meu combinaram de fazer uma equipe... Como devo proceder?* Minha cabeça nas nuvens, se é isso que posso dizer de meu estado. *Acho que vai parecer meio estranho se eu não agir rápido. O que eu faço? Acho que tive uma ideia.*

Tentaria não encarar demasiadamente os dois, principalmente a garota, que pareceu se intimidar com a minha presença. Calmamente, avançaria até a dupla, de forma educada, gentil e descontraída, diria para a dupla, mantendo um leve sorriso em meu semblante. - Olá, desculpa incomodar, mas vocês sabem onde eu poderia encontrar algum lugar para trabalhar como ferreiro? Perdão, onde estão meus modos? Prazer em conhecê-los, podem me chamar de Harkyn, perdão pela, minha aparência um tanto... desconfortante. - Esperaria por uma resposta. Não havia muito o que fazer a seguir, visto que meu objetivo naquela ilha era justamente o garoto, talvez mais algumas pessoas, já que seria uma tripulação para um barco.

Entretanto, se apenas ignorado, ou quem sabe um diálogo não desejassem estabelecer, não insistiria em tentar estabelecer contato, apenas acenaria com uma simples abaixar de cabeça, algo similar a uma reverência e prosseguiria para as ruas, onde iria em busca de uma forja ou loja de armas.

*Estranho. Kevin realmente não tem se pronunciado muito...*



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- Harkyn -
"Pensamento"
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Última edição por Lostboy em Qua 25 Jan 2017, 22:08, editado 1 vez(es) (Razão : Editar o plot da música)
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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQua 25 Jan 2017, 22:21

A manhã MAIS ESTRANHA da minha vida. Logo que eu acordei naquele dia, sentia que havia sonhado com algo incrivelmente interessante, do qual infelizmente não me lembrava. Mesmo assim, só a vontade insaciável de lembrar do sonho que tive já me diziam que era algo que valia a pena passar horas naquela meditação, mas para meu azar, eu não tinha tempo. Tinha de me concentrar no fato de que agora em tinha um prazo, então tempo era precioso. O que se seguiu foi a parte mais normal do dia até agora. Conversava com meu afeto e esta me explicava que poderia tentar me levar ao local que eu desejava ir. Tal doçura me impelia à outro ato para demonstrar meus sentimentos, mas resolvi evitar fazer isso na frente de sua avó, que já devia estar zangada pela hora na qual chegamos. Enquanto íamos em direção à saída, acabei esbarrando em algo felpudo. * Dei de cara em um tapete peludo? Melhor, tem um tapete na porta? * A ignorância precedeu a visão da criatura peculiar.

Mas não se enganem, eu sabia mais ou menos o que ele era. De fato, alguém diferente e peludo como ele só poderia ser um mink. Não é como se eu nunca tivesse visto um, afinal. Quando era mais jovem, avistei, mesmo que de longe, uma mink gato. Como sabia que era um gato? Bem, não seria muito difícil identificar pelas orelhas e pelo rabo, mas eu poderia ter confundido com um cachorro. O motivo para eu saber disso é que meu amigo Snatch havia me dito. Na verdade, ele não só me disse o tipo de mink que ela era, como também me apresentou ao conceito, que até então era desconhecido para mim. Mas aquele ser na minha frente, era totalmente diferente da garota que havia visto. Tinha altura diferente, parecia ser de uma espécie diferente, obviamente também tinha o sexo diferente. Mas acima de tudo isso: Ele tinha uma aura diferente. Senti um arrepio na espinha e involuntariamente tensionei os músculos da perna direita, como se fosse atacar. Seria apenas um instinto superprotetor para com a dama ao meu lado, ou ele realmente poderia ser uma ameaça? Resolvi que deveria tentar levar tudo na conversa.

Primeiro, traria Umika um pouco para trás e ficaria no espaço entre ela e o mink, mas faria isso de modo que não ficasse completamente em sua frente e ela ainda pudesse observar o que se passaria ali. Queria que ela não se sentisse posta de lado por mim, e sim que eu só queria mantê-la afastada do elemento até determinar sua verdadeira natureza. Tentava relaxar e manter uma aparência calma e de certa forma amigável para o homem, enquanto resolvia iniciar o assunto. - Me desculpe por esbarrar em você, foi um infeliz acidente. Meu nome é Buzz Bee. - Faria uma rápida e sutil reverência ao homem, como se fôssemos dois cavalheiros de alguma família nobre que acabaram de se conhecerem. Ouviria a resposta do homem atentamente, enquanto meu corpo ia relaxando aos poucos com o que ouvia. * Aparentemente é só um turista de boa. * * Você também não aparenta ser um pirata, mas surpreendentemente é um. * * Não tô dizendo que ele é um santo, mas que não aparenta querer começar uma briga. Talvez... * * Não! Você não vai fazer o que eu acho que vai fazer. * * Precisamos começar de alguma forma. E sinceramente, um pouco de variabilidade é bom. Se ele for mesmo um cara de boas, não vejo problemas em chamá-lo para ir com a gente. * * Você é um maldito okama coração de manteiga. Vai acabar se matando se continuar confiando assim nos outros. * * Acha que sou tão idiota? Senta e aprende. * Depois que o mink terminasse de falar, diria para ele. - Não precisa se preocupar com a sua aparência. Você só nos pegou desprevenidos, e por isso nos surpreendemos. Quanto ao pedido, olha, eu não conheço muita coisa dessa ilha já que só estou aqui faz uns dias. Mas se quiser, eu e minha... - Hesitaria. O que eu deveria dizer? Como rotular o que estava acontecendo entre mim e a jovem? Com medo de acabar estragando tudo, optaria por uma palavra que poderia tanto significar que ela era apenas uma amiga quanto que não éramos só amigos. - Linda acompanhante estamos indo para o canto mais movimentado da cidade, então você pode acabar achando o que procura lá. Por que não nos acompanha? - Ficaria à espera de uma resposta do mesmo. Caso ele negasse, me despediria e iria embora do estabelecimento ao lado da garota, indo aonde ela me guiasse.

Já se ele aceitasse, daria um leve sorriso e faria o mesmo que o descrito acima, andando em um passo que tanto eu pudesse procurar meus objetivos quanto o nosso convidado. Seguraria a mão de Umika com a mão contrária à que estivesse ao lado do mink, mantendo um "Buzz" de distância entre os dois. * Não é ciúmes, só estou... Protegendo ela. Ainda não confio cem por cento nele. * * Na verdade, é ciúme sim. E você percebeu que disse que era era linda antes de sair da hospedaria? * Só agora caía a pesada e não tão sutil ficha. Sentia meu rosto ficar quente como se o tivesse posto em um forno e olharia de relance para a jovem, tentando fingir que não estava envergonhado. * Eeenfim, o que vamos fazer hoje, cérebro? * * Só o óbvio: Juntar companheiros. Primeiro as coisas que chamam menos atenção, depois o resto. * * Aye, sir. *

Nesse meio tempo, acabei tendo uma ideia para que ambos possamos aprofundar nossos conhecimentos um do outro. Conversar no meio da rua, e ainda por cima de barriga vazia, é uma forma horrível de conhecer gente nova. Diria em um tom animado. - Por que não vamos tomar um bom café da manhã? Sei que você tem um objetivo traçado, mas perder um pouco de tempo em troca de uma boa refeição não parece uma má troca. Ah, só avisando que eu não vou pagar o seu, só o da dama, ok? - Faria um movimento de negação com o dedo indicador da mão direita para o homem. Era bom deixar as coisas claras para não haver complicações futuras. Mas acho que isso não seria problema para ele. A estalagem não é cara, mas esse homem não parece alguém pobre. Pelo menos deveria ter o suficiente para uma refeição tão simples como um café da manhã.

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQua 01 Fev 2017, 01:43




RISE OF THE DRAGON


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Na noite anterior...


Os argumentos de Jacob eram válidos, mas não necessariamente corretos. Talvez o cozinheiro pudesse realmente protegê-la dos perigos encontrados na Grand Line, entretanto, será que ele tinha consciência do perigo que ele próprio representava? Ryu não devia nada a Li Wan, tampouco se sentia na obrigação de salvá-la ou ajudá-la em sua própria empreitada, que era até algo mais íntimo.

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- Sinto muito aniki, mas dessa vez não posso concordar com você. – Simplesmente baixou a cabeça fechando os olhos com um ar de reprovação e as mãos no bolso, recusando obviamente o punho estendido de Jacob. Era natural que o seu irmão quisesse ajudá-la, até porque a panda era um interesse amoroso seu, no entanto Tetsu não se sentia nem um pouco compelido a seguir com esse plano.

Caminhava pelo navio auxiliando como podia os marujos da embarcação, dando uma breve pausa na conversa. Querendo ou não, sabia que precisava ponderar suas palavras para não ferir o cozinheiro. – Digamos que a salvemos desse casamento... O que acontecerá depois? – disse encarando-o com seriedade. O tradicionalismo da família da Ms Wan era um assunto delicado demais para ser tratado tão levianamente.

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- Ela perderá o apoio da família e das pessoas que a conhece. Você acha que isso será fácil? Não aniki... Você não pode protegê-la dessa dor. – Com o navio atracado, agradeceu o senhor Pancho uma última vez, descendo enfim no porto. Mesmo a noite a cidade tinha movimento, e tudo o que ele desejava naquele instante era um lugar para descansar. A decisão sobre o destino da mink ficaria para depois.

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- Não direi que não iremos seguir com seu plano, mas é melhor deixar essa conversa para depois. Tudo o que eu quero agora é descansar.

Hoje


Um dia se passou desde a chegada em Loguetown, ou melhor, quase isso. Ryu, Jacob, e a senhorita Wang passaram a noite em uma estalagem simples no centro da cidade, as acomodações não eram de primeira, mas para quem estava exausto o lugar cumpria bem o seu papel. Jantaram uma comida mais ou menos, e ao terminar cada um foi para o seu quarto.

Ao amanhecer, o rapaz tomaria um banho, e em seguida desceria para encontrar os outros dois. Faria a refeição matinal calmamente, sem citar em nenhum momento os problemas da panda. O que mais incomodava era o fato dela não ter compartilhado isso com os dois. Tudo bem que Jacob é o seu amante, mas o garoto esperava que após salvar a sua vida, ganharia um pouco mais de confiança e intimidade.
Seja como for, a estadia na cidade do começo e do fim estava apenas começando.

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– Então, como os dois pombinhos dormiram? – com o cotovelo em cima da mesa, e o rosto apoiado na mão esquerda, diria com um tom bem humorado enquanto mastigava o que seria servido para o café. O loiro não era lá muito exigente, e ao menos ali Jacob não precisava cozinhar, ainda que Ryu preferisse mil vezes a sua comida a qualquer outra coisa servida ali.

- Eu estava pensando... Antes de irmos para a Grand Line precisamos de um barco, e também mais companheiros. Eu queria ter feito isso em Dawn Island, mas não deu muito certo. Além disso, o meu velho sempre falou muito dessa cidade. – Pararia um instante, lembrando-se e ao mesmo tempo citando o que vinha em sua mente com uma voz ranzinza e um semblante enrugado.

– “Ryu, Loguetown é uma cidade maravilhosa. Ela é a última parada antes dos piratas irem para Grand Line, e um ótimo lugar para conseguir suprimentos. Não há absolutamente que você não possa encontrar por lá.”. E aqui estamos com tudo o que esse lugar tem a nos oferecer. – daria um rápido gole na bebida, caso houvesse uma, e após terminar simplesmente acertaria as contas com o taverneiro.

Na falta de dinheiro, deixaria que Allan pagasse, até porque ele tinha recebido uma boa recompensa pela comida prazerosa no Novelo. – Muito obrigado por nos receber. – Agradeceria ao dono (a) e assim que colocasse os pés nas ruas ficaria maravilhado com a cena de pessoas indo e vindo sem parar. O ar movimentado da cidade grande era diferente de qualquer outro.

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- O que acham de irmos primeiro ao mercado? Não há lugar melhor para encontrarmos tudo o que precisamos. Você poderá encontrar temperos novos por lá aniki. – Apesar da questão levantada, o boxeador já tinha tomado sua decisão, e sem hesitar perguntaria a qualquer transiente onde ficava o mercado.

– Bom dia Senhor/Senhorita, por gentileza, você poderia me dizer onde fica o mercado? – Falaria com um sorriso animado no rosto, sua boa aparência e voz encantadora refletiam o seu charme juvenil, rebelde. Tão logo tivesse a resposta, seguiria as instruções dadas (isso se lhe dessem alguma). Caminharia olhando para os lados, atento demais para não deixar escapar um único detalhe da cidade.

Citação :

OBS: Ola senhor narrador! Bom, a razão do meu post ter sido tão longo foi porque minha outra aventura terminou no meio de uma conversa, e a noite. Falei com o Buzz, e para adequar nossa linha temporal, já que está de manhã nessa aventura, fiz um pequeno resumo do que aconteceu antes. No mais, gogogo guys. Ah sim, sobre o dinheiro, caso o post seja aceito, pode descontar da hospedagem e talz \o





Uma nova lenda. Inicio em Dawn Island!

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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptyQui 02 Fev 2017, 22:14

As verdades de um cozinheiro

Ele fala o que sente




Aniki, você não compreendeu não é mesmo? Apenas acha que são escolhas que vão além desse seu caminho a ser trilhado? Tolice, é isso que faz o caminho ter sentido, Srta.Li assim como você é alguém que tem um único desejo, ser Livre, ter sua liberdade. E se não consegue ver isso, não compreendeu a decisão que ela tomou. Isso vai além do meu cavalheirismo, além de sua ambição, além ate mesmo do que nossos sonhos, pois o desejo dela é o desejo por qual lutamos todas as nossas batalhas, ela deseja LIBERDADE. E eu não posso lutar todas as lutas por ela, nem você , mas tem uma que podemos lutar e se isso é o que ela precisa para lutar todas as outras, não vejo por que não ajuda-la e se você ver o grande problema nisso, não acho que devemos andar juntos.

Escutei em silêncio por tempo de mais os pensamentos lógicos de um jovem que a atitude mais logica que teve ate agora foi aceitar o fato que não está só, seus pensamentos são concretos mais eram tão unilaterais quanto o de pensar em si mesmo apenas. Apesar de ter a empatia com ele maior do que eu jamais tivera com alguém que não fosse Obeha eu ainda aprendi muito cedo que existem dois tipos de pessoas, as que tentam e as que morrem sem tentar, Ryu estava agindo como o segundo tipo, pois ele nem mesmo estava tentando entender, nem mesmo estava tentando pensar no como era doloroso para aquela mulher panda pedir ajuda a desconhecidos em algo que ela não tem o menor controle e isso era algo que o jovem Ryu teria de amadurecer se quisesse continuar a sua jornada, não que eu não tivesse de fazer o mesmo e por isso complementei :



Sabe “ Aniki-boy”, a vida é como um grande ensopado, alguns cozinheiros fazem com as carnes mais nobres, com os mais deliciosos pedaços de legumes, com os melhores temperos, mas não conseguem ver o valor da gordura na panela das cascas desperdiçadas e dos émbulos mal usados e é ai que os “ cozinheiros” , pessoas como eu e você fazemos algo diferente e nosso ensopado fica muito mais saboroso...pense nisso.

De fato não queria me afastar do meu irmão, do jovem que com os punhos e com seu coração conseguiu meu respeito, não queria que sua ingenuidade ou “ logica “ fizesse as coisas que construí desmoronassem e passando ao seu lado falei as palavras finais que acabariam aquela discussão para mais um dia que infelizmente não amanheceria com o mesmo amargor e seguindo para onde estava a Panda completei para ela enquanto caminhava com seriamente :


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Acho melhor nos acomodarmos para uma soneca Broto, todos nessa noite tem muito o que pensar. Eu já decidi, te darei a chance de “ explanar “ a sua família, mas o resto é você que “ Explana “ transou o que eu disse miudinha ?


Apenas dei dois leves tapinhas em sua cabeça, enquanto sorrindo continuei a caminhar para uma estalagem próximo junto com meu irmão, deixaria o Broto falar afinal era por isso que estivemos ali, não seria uma escolha prudente não ir ate lá, existiam coisas que gostaria de ver no dia seguinte e apenas um homem descansado e “ relaxado “ conseguiria isso e por tanto ir para o quarto e deixar a porta convidativa para a Srta.Li seriam minas ultimas ações da noite.


O dia seguinte me arrumar independente de qualquer coisa era o primordial, um cozinheiro deve sempre estar acessado e manter assim era o principal, equipado (armamentos e posses em dinheiro ) seriam os principais pontos focais no fim da arrumação, pois ao termino disso acompanhado ou não iria descer as escadas para um saboroso dejejum. E lá embaixo apenas aproveitar o embalo de todos no momento de partir, conversar agora e responder provocações demonstrariam um cinismo não característico meu e por isso com os comentários de meu irmão apenas concordei com a cabeça e segui ao destino que ele desejava, enquanto observava a tudo e a todos, pois apenas a loja de suprimentos e de armas me interessava naquele instante.





bichaelson



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MensagemAssunto: Re: Terceiro Ato: The Swordless Knights   Terceiro Ato: The Swordless Knights - Página 2 EmptySab 04 Fev 2017, 21:01

Off logo de cara:
 

Buzz

Buzz tivera uma bela noite de sonhos, sonhos esses que não conseguia se lembrar... Talvez se lembrasse teria uma maior vontade de demonstrar seus sentimentos por Umika, mesmo ali, na frente de sua avó. Estava focado no prazo de entrega das mercadorias e fortunadamente seu afeto iria lhe ajudar a chegar até o local, ou ao menos tentaria lhe ajudar.

Com sua mente focada em sua tarefa, não se deu conta que havia esbarrado em uma coisa peluda... ou melhor algo peludo. Logo percebeu que a criatura era um mink. Julgou ser um mink urso, possuía uma fina camada de pelos curtos e macios e uma barba presa por um laço. Retesou seu corpo de modo a proteger Umika da possível ameaça, mas decidiu levar para o lado diplomático e apenas conversar. Se desculpou e apresentou-se ao mink, que por sua vez puxou assunto e se apresentou:

– Olá, desculpa incomodar, mas vocês sabem onde eu poderia encontrar algum lugar para trabalhar como ferreiro? Perdão, onde estão meus modos? Prazer em conhecê-los, podem me chamar de Harkyn, perdão pela, minha aparência um tanto... desconfortante.

Respondeu o Mink de forma cavalheiresca e disse não conhecer muito bem a ilha, mas que poderiam sair juntos para o lado mais movimentado da ilha... Talvez até tomarem café juntos para se conhecerem. Ficou ali, aguardando a resposta do mink, junto de sua amada e sua vó.


Harkyn


Harkyn acordou totalmente descansado, estava inerte nas lembranças de seu sonho e de suas conversas com Kevin. Dirigiu-se até a portaria onde encontrou mais duas pessoas além da senhora dona da pousada, um garoto alto de cabelos brancos e uma bela  garota de óculos que julgou estar acompanhada do rapaz. Certamente aquilo não poderia ser coincidência, estava deveras crente que a entidade Narrador existia! Enquanto pensava o quão maluco aquilo poderia ser, sentiu um impacto e percebeu que o garoto esbarrara em seu corpo. Logo tratou de puxar assunto de forma cordial e se apresentar, e apesar de alguns segundos de tensão por parte do jovem de cabelos alvos, teve uma resposta também cordial:

– Me desculpe por esbarrar em você, foi um infeliz acidente. Meu nome é Buzz Bee

Fez uma reverência e continuou respondendo o Mink:

– Não precisa se preocupar com a sua aparência. Você só nos pegou desprevenidos, e por isso nos surpreendemos. Quanto ao pedido, olha, eu não conheço muita coisa dessa ilha já que só estou aqui faz uns dias. Mas se quiser, eu e minha... linda acompanhante estamos indo para o canto mais movimentado da cidade, então você pode acabar achando o que procura lá. Por que não nos acompanha?  – Fez uma pausa por mais um tempo e por fim finalizou – Por que não vamos tomar um bom café da manhã? Sei que você tem um objetivo traçado, mas perder um pouco de tempo em troca de uma boa refeição não parece uma má troca. Ah, só avisando que eu não vou pagar o seu, só o da dama, ok?


Ryu e Jacob


Os jovens haviam descansado na modesta taverna no centro de Loguetown. Pela manhã, enquanto Ryu tomava banho, Jabob se arrumava e mantinha suas coisas em ordem. Desceram até o mezanino para tomar café da manhã acompanhados da Srta. Wang.

A mesa era composta de frutas, pães, queijo e leite, apesar de simples estava muito saboroso, Ryu agradeceu ao dono e então saiu da taverna acompanhado de seu irmão e Wang.

O jovem decidira que a primeira parada seria no mercado, Jacob concordou com a cabeça e juntos foram pedir informações. Era uma tenda de frutas pequena, com um velho senhor de barba rala e chapéu de coco. O homem deu um sorriso e então disse:

Velho: Ora, acredito que não daqui não é mesmo hohoho. Basta seguirem reto por esta avenida principal... No terceiro quarteirão vocês verão o mercado!

E assim os jovens fizeram, seguiram pela movimentada avenida principal. O sol era ameno e batia uma brisa leve conforme caminhavam. Podiam ouvir o barulho de pessoas vendendo os mais diversos tipos de coisa, conversas, risos, crianças brincando, era um pacifico dia em Loguetown.

Chegaram até o mercado, era uma estrutura média com um grande toldo laranja, na frente do estabelecimento, cestos com frutas secas, nozes, grãos e temperos que perfumavam o ar com seu cheiro. Não estava muito movimentado, apenas algumas pessoas faziam suas compras. Dentro podiam ver uma mulher alta e forte no caixa, e mais outros diversos tipos de alimento organizados em quatro corredores com prateleiras.

OFF pt2:
 

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Objetivos nessa aventura::
 


A voz do Joe:
 


Aventura:
 


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