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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|

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MensagemAssunto: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySex 23 Dez 2016, 13:07

Relembrando a primeira mensagem :

|Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Reinhardt Herculean Zeus. A qual não possui narrador definido.


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Reinhardt H. Zeus
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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySeg 16 Jan 2017, 23:00



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Assim como eu pensava ele avançaria e tentaria me atacar. A pressão dos ataques do tenente moreno, eu quase conseguia ouvir seu soco cortar o ar. Minhas pernas fraquejavam por um segundo, mas conseguia evitar aquele ataque com um mortal para trás. Eu estava surpreso, se aquela era metade de sua força imagina sua forma completa. Ele parecia também estar surpreso pela minha saída daquela situação.

— Ora, ora, isso é muito bom de se ver! Quantas pessoas aqui tem um corpo bom o suficiente para isso? — Ele olhava para os soldados de forma ameaçadora, parecia que isso tinha causado um efeito tando no Tenente quanto nos subordinados. que respondiam dizendo que iriam treinar mais. perecia que existiam regras impostas pelo mão de pedra, mas não tive tempo de entendê-las. —O que estão esperando? Vocês sabem as regras! O mesmo vale para você, não sairá deste navio até completar cem flexões, cem abdominais e cem agachamentos! Vi o suficiente para me agradar! Sobre dicas... treino, treino e mais treino!

Quando o barco Parou em Baterilla, vários batiam continência e começavam a fazer flexões. As casas luxuosas e resorts embelezavam a ilha assim com uma floresta densa que podia ser vista no horizonte. Olhando para o porto havia um QG da marinha, mas ele era pequeno para uma ilha daquela dimensão. mas meus pensamentos foram interrompidos pelo tenente mais uma vez.

— Terminem antes da inspeção acabar, e assim que poderem descer, corram 10 quilômetros antes de irem ao QG principal! Lá, se reagrupem no refeitório — Então para mim falava em um sussurro em meio a um sorriso — Após terminar, me procure no QG, estarei esperando seu retorno para... oficializarmos algumas coisas

Dois marinheiros subiam no convés, provavelmente aquela era a inspeção. Esperava que fosse bem minuciosa pois isso daria tempo suficiente para tudo. Começaria a fazer as flexões, primeiro as faria rápido até alcançar aqueles que haviam começado antes de mim, depois entraria no mesmo ritmo que eles, afinal eles provavelmente sabiam qual o tempo necessário, mas se em algum momento eu percebesse que eles estavam indo devagar demais eu aceleraria o ritmo. E seguiria assim para os abdominais e os agachamentos. Aquilo não era nada anormal para mim, pelo contrário, aquilo era o que nós fazíamos antes dos treinos no dojo.

Quanto a corrida esperaria o primeiro marinheiro sair para os 10 quilômetros, e então o seguiria lado a lado, afinal ele sabia qual era o trajeto para percorrer. Se em algum momento ele tentasse abrir espaço correndo mais rápido eu o deixaria, não precisava comprar uma briga ou rixa com alguém que poderia ser meu colega depois, mas caso ele continuasse ao meu lado tentaria começar uma conversa.

— Oi, sou Reinhardt e você? — daria uma pausa para que ele respondesse e então completaria — Onde fica o QG?

Caso ele não respondesse eu continuaria calado e seguindo-o e se nada ocorresse que nos impedisse, quando chegássemos no QG eu sentaria no chão e descansaria, pelas instruções do tenente eu deveria procurá-lo, e o faria assim que recuperasse o fôlego.


Thanks Panda


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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyQui 19 Jan 2017, 14:00

Rei começava a sua série de exercícios, a pedido do tenente. A regra estabelecida em seu navio era que sempre ao entrar um novato promissor, seus soldados deviam começar a treinar imediatamente para não serem deixados para trás. A conhecida lei da pedra.

O rapaz fazia as flexões rapidamente, em harmonia com os outros marinheiros. Eles estavam acostumados com aquele tipo de exercício, assim como Rein, mas sabiam controlar o tempo para tal. Antes que a inspeção terminasse, eles conseguiam completar com êxito seus deveres.

O tenente vinha conversando com os inspetores, que prestavam continência e deixavam o barco. Agora, estavam livres para circular pela ilha. Os marinheiros fizeram uma fila na ponte que ligava o convés ao cais, marchando em uníssono pelo porto. Rein juntou-se a eles, mesmo que quebrasse o padrão do uniforme.

Quando o grupo distanciou-se mais do porto, saindo da vista dos civis, eles começaram a correr. Faziam o exercício em conjunto, mostrando a disciplina de uma unidade. Ao longo do trajeto, eles cantarolavam músicas sobre seus feitos enquanto sob a ordem do seu capitão e do tenente.

Rein não havia percebido a presença do miúdo, mas o mesmo garoto de outrora estava ao seu lado. Só agora ele puxava conversa com ele.

Estava começando a achar que estava incomodando... Olá, o meu nome é Pohden, posso te chamar de Rein? - ele falava ofegante. O seu porte era pequeno, era evidente que não gostava de fazer aqueles exercícios — Eu posso te apresentar o QG quando terminarmos aqui, se quiser - ele continuava a corrrer, mais ofegante que antes — Ah, como eu odeio isso! - ele reclamava baixinho, apenas para Rein ouvir.

Volta após volta, entrando e saindo pelos bosques, o grupo finalmente parava em frente ao QG da marinha. Os soldados estavam esgotados, assim como o boxeador. Pohden não estava passando bem, suando frio e com o olhar vago. Rein estava sentado no chão, recuperando o fôlego.

De repente, Pohden caia no chão, desmaiado.

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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyQui 19 Jan 2017, 17:55



The Lion's Awakening
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Segui a mesma velocidade que os outros soldados durante os exercícios e tudo deu certo terminávamos antes do final da inspeção. E assim que os inspetores terminaram me juntei aos outros marinheiros e comecei a corrida junto com todos os outros. Enquanto andávamos os marinheiros cantavam músicas sobre seus feitos.

Olhando para o lado percebi a presenta do mesmo marinheiro que havia me dado as informações mais cedo. Ele era baixinho e pelo porte físico dele era evidente que ele não estava costumado a fazer aquilo. Ele não parecia alguém que usava o físico, mas mesmo assim estava na marinha, então ele deveria ser um gênio ou utilizar-se de armas de fogo.

— Estava começando a achar que estava incomodando... Olá, o meu nome é Pohden, posso te chamar de Rein? — Perguntava o garoto correndo ao meu lado arfando enquanto falava.

— Prazer em conhece-lo Pohden. E sim, pode me chamar de Rein. — Respondia ainda concentrado no percurso, mas falando com o garoto.

— Eu posso te apresentar o QG quando terminarmos aqui, se quiser— Pohden falava agora mais cansado ainda que antes.

— Caro! Eu tenho que falar com o tenente quando a corrida acabar, mas seria ótimo ter alguém para me apresentar o local. Mas você está bem?

— Ah, como eu odeio isso! —
Ele falava baixo para que só eu pudesse ouvir e então.

— É melhor nos concentrarmos na corrida então, se a gente continuar conversando vamos desperdiçar energia, vamos terminar isso logo. Ok?

Demorou um pouco, mas nós chegamos no QG. Todos estavam cansados inclusive eu, e então eu me sentei para descansar. Olhando para os lados procurava por Pohden, e quando finalmente o avistei ele não parecia bem. O suor descia pelo rosto e seus olhos estavam perdidos, eu pressentia que algo ia acontecer, e quando vi seu corpo perder a força tentei correr para pegá-lo antes e cair no chão, mas o cansaço não me permitia correr na minha velocidade máxima.

Me aproximaria do corpo de Pohden no chão e o levantaria colocando-o em meus braços. Perguntaria para alguns dos marinheiros ao meu redor onde era a ala hospitalar eu tinha que falar com o tenente, mas não poderia deixar um colega naquele estado.

Se eu conseguisse a localização da ala médica seguiria as informações que me foram passadas. E assim que chegasse a ala médica eu bateria na porta com suavidade e entraria. Tentaria achar algum médico ou enfermeiro e passaria para ele algumas informações.

— Senhor(a), por favou cuide dele. Seu nome é Pohden, ele acabou de fazer atividade física intensa por um grande período de tempo, e acabou por ficar exausto, ele estava suando frio e seu olhar estava vago. — Falava para a pessoa responsável, se ela falasse para que eu colocasse o garoto em algum lugar, ou em alguma maca eu colocaria. Assim que Pohden já estivesse sendo tratado eu perguntaria. — Onde fica a sala do Tenente Moreno Batist? Eu preciso vê-lo.

Se a pessoa me respondesse com as coordenadas para chegar na sala do tenente seguiria pelo caminho dito até a sala do “mão de pedra”. Quando chegasse nela daria 3 batidas e esperaria pela permissão de entrada, e assim que ele desse a permissão eu entraria e faria uma continência.

— Reinhardt se apresentando. Desculpa pela demora Tenente, tive que passar em um lugar antes. Então senhor o que preciso fazer?



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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySex 20 Jan 2017, 21:45

Pohden era erguido por seu companheiro. De sua testa saia traços de sangue que escorriam por sua face, tingindo seus óculos de vermelho. Rein o levava nos braços, com suas reservas de força.

Os marinheiros assistiam aos dois. Alguns não ligavam, outros pareciam segurar o riso, já outros mostravam-se empáticos. Pohden não parecia ser muito popular entre os soldados. Um dos marinheiros acompanhava Rein até a ala hospitalar, mostrando-lhe o caminho.

Sabe, o Pohden nunca quis ser marinheiro de verdade que nem nós. Seu desejo era entrar na divisão de inteligência e ser um cientista, mas para isso ele precisa subir de patente. No entanto, ele é fraco demais para isso, já fazem dois anos que ele tenta, mas sempre acaba falhando em suas missões. Mesmo assim, ele não desiste... - o marinheiro falava com pesar — Eu gostaria de ajudá-lo, mas creio não ser mais talentoso que ele

Os dois chegavam até a enfermaria, onde imediatamente um enfermeiro e uma enfermeira pegaram o paciente dos braços de Rein, com cautela.

Cheque o pulso - a mulher falava, enquanto escutava os batimentos.

Os dois ainda escutavam Rein, enquanto faziam alguns procedimentos padrões.

Então foi isso, creio que seja um caso agravado de hipoglicemia. Nada que uma refeição adequada não resolva - o marinheiro que acompanhou Rein franziu os lábios, guardando palavras.

Ele estava prestes a sair da sala, mas parou para responder Rein.

É claro, você ainda está para juntar-se a nós. Basta seguir por aqui - ele apontava para um corredor — Vire para a esquerda e continue virando, só tem um caminho. Você irá encontrar a sala onde está o tenente

Destarte, Rein seguia o caminho indicado, localizando com facilidade a sala do tenente. O rapaz entrava na sala assim que escutava a permissão para tal, prestando continência em seguida.

Trocar-se, é claro. Não vai querer andar por nosso QG assim, vai? - Moreno o respondia, com um caixote em sua frente, o qual contia algumas mudas do uniforme — Isto é para você, cuide bem de seus pertences e troque-se em um dos vestiários imediatamente - ele erguia-se, aproximando-se — E isto - ele dava um "soquinho" no peito de Rein — É a prova de seus esforços, Soldado Reinhardt - ele abria o punho, mostrando uma medalha de admissão.

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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySab 21 Jan 2017, 02:19



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Levantei Pohden e ele tinha sangue descendo pela sua testa, não parecia algo grave, mas era mais um motivo para levá-lo para a enfermaria. Alguns dos marinheiros não ligavam para Pohden, outros mostravam empatia para com o garoto, mas existia algo pior alguns pareciam achar graça e eu os olhava com um olhar fulminante.

Um dos marinheiros me levava até a enfermaria, ele me explicava a história do garoto que estava em meus braços e eu me compadecia. Pohden queria contribuir com a marinha de uma forma diferente, mas não poderia fazer isso se não fosse de uma patente mais alta. Ele era corajoso e determinado e por isso eu o admirava. O homem falou que queria ajudá-lo, mas também não tinha muita força para isso e foi então que eu respondi.

— Vocês têm que aprender uma coisa que eu aprendi a algum tempo atrás. Sua força não é medida pelo quanto você pode carregar, ou o quão doloroso seu soco é. Pohden também é muito forte e eu senti isso quando vi ele. Ele pode não ter uma força bruta como a do Tenente, mas eu tenho certeza que sua força mental é muito bem treinada, ele só precisa aprender a usá-la. E você também, só precisa achar a sua força. — Falava para o homem que me levava até a enfermaria.

Ao chegar na enfermaria um casal de enfermeiros começavam a cuidar do meu novo amigo. Sabia que só tinha conhecido ele naquele dia, mas sabendo da sua história me sentia bem próximo. O homem que me seguiu até a enfermaria dava um provável diagnóstico, depois se virava para sair, mas não antes de me dar informações para chegar na sala do “mão de pedra”. Já na sala do capitão eu entrava e me apresentava, mas a única coisa que ele falou foi.

— Trocar-se, é claro. Não vai querer andar por nosso QG assim, vai? — Ele tinha um caixote na frente dele que continha algumas mudas do uniforme da marinha. — Isto é para você, cuide bem de seus pertences e troque-se em um dos vestiários imediatamente — ele agora se levantava e se aproximava de mim, ele me deu um “soquinho” de aprovação no tórax e abrindo a sua mão me mostrava minha primeira medalha a medalha de admisão. — É a prova de seus esforços, Soldado Reinhardt.

Orgulhoso do meu novo posto eu cumprimentaria o homem com a seriedade necessária, mas a felicidade era visível na minha voz e face. Eu pegaria o caixote se ele não se opusesse a isso e colocaria a insígnia no topo da pilha de uniformes. E só então responderia.

— Senhor, tem mais alguma ordem que deva seguir senhor? — Perguntaria para caso ele quisesse que eu fizesse algo para ele, caso a resposta fosse negativa eu me despediria, sem esquecer a educação e formalidade e então iria trocar minha roupa para ao uniforme.

Agora com minha camisa branca com detalhes azuis, o símbolo da marinha do lado esquerdo do peito. Calças azul-marinho e sapatos pretos. Em minha cabeça um boné da marinha virado para trás, uma das minhas mexas brancas e encaracoladas escapavam pela abertura. Mas deixando isso de lado, iria para a enfermaria ver a situação de Pohden.

Se ele estivesse desacordado eu perguntaria a alguns dos enfermeiros se ele acordaria logo, ou se ele está com algum problema pior. “Com licença, o que há com ele?”. Caso se ele estivesse acordado eu chegaria de forma tranquila, afinal era uma enfermaria e só depois falaria.

— E aí Poh, posso te chamar de “Poh”, né? — Perguntava para o garoto e logo depois emendaria. — Então você prometeu me mostrar o QG, que tal fazermos isso? Se você puder sair daqui, é claro.

Se ele estivesse liberado e pudesse me levar, eu o seguiria com curiosidade, queria saber onde cada coisa estava naquele QG, mas se ele me falasse de algum lugar que fosse proibido, não insistiria, mesmo que tivesse minha curiosidade demasiada, a proibição é uma ordem superior e com toda certeza há algum bom motivo para isso. Já se ele não pudesse eu responderia.

— É uma pena que eu não possa fazer o tour hoje, mas eu vou vir cobrar quando você estiver melhor. — Com entusiasmo e sinceridade aquelas palavras sairiam da minha boca.

Saindo com Pohden ou não eu tinha que fazer algo, meu objetivo era decifrar os caminhos do corpo, tanto para poder trata-lo como para poder melhorá-lo e ajuda-lo. E então falaria com alguns dos enfermeiros ou médicos da base, para ver se alguns poderiam me ajudar nessa empreitada, afinal eu já sabia muito sobre a anatomia humana, mas precisava melhorar em outros aspectos. Identificação e tratamento de doenças era um deles e o primeiros socorros deveriam ser básicos para alguém que pretende se tornar médico.

— Com licença, eu não queria incomodar, mas você poderia me ajudar? — Falaria isso primeiro e explicaria a minha situação, e só então eu perguntaria se alguém poderia me ajudar a entender a arte dos diagnósticos e dos primeiros socorros. Se obtivesse algum sucesso eu iria mais fundo no processo mais tarde, mas se não conseguisse teria que fazer isso de algum jeito, talvez numa biblioteca se existisse uma, ou algo do tipo.




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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyDom 22 Jan 2017, 20:22

Seu jubilo estava estampado em sua face, apesar de tentar manter a seriedade. Aliás, era um sonho que se cumpria. Rein botava as mãos na caixa, tomando posse de seus novos pertences. Agora, ele podia ser facilmente identificado como um genuíno marinheiro.

É claro! Eu tenho alguns pedidos para analisar, precisarei de alguns soldados para lidar com eles, então volte aqui mais tarde. Antes de anoitecer, esse é o horário, mas também não tão cedo. Não sei quanto irá levar para fazer a papelada, mas até lá, está dispensado, soldado- o tenente parecia meio perdido. Apesar de sua patente, o trabalho físico parecia a única aptidão que tinha.

Com isso, Rein ia até um dos vestiários, trocando suas peças de roupa pelas recém obtidas. Elas vestiam o rapaz muito bem, de um tamanho adequado. Dessa forma, poderia andar com mais liberdade pelas instalações da marinha.

O boxeador decidia procurar por Pohden na enfermaria, refazendo o trajeto de outrora. Chegando lá, ele procurava pelo companheiro, encontrando-o deitado em uma cama. O garoto estava acordado e encarava Rein, corado.

O-obrigado por me trazer até aqui! - ele falava de sua forma engraçada, ao escutar a voz familiar — É claro que pode, mas você poderia pegar os meus óculos para mim? - ele apontava para uma mesa, fora de seu alcance.

A enfermeira chegava, notando a presença da visita e interrompendo a conversa.

Infelizmente ele terá que descansar mais um pouco, então a volta de vocês terá que esperar - ela falava de forma suave, segurando uma prancheta na mão. Ao redor de seu pescoço estava um estetoscópio e ela vestia uma jaqueta branca com o símbolo da marinha no peito.

Sem poder sair com Pohden, Rein agora abordava a moça, pedindo por ajuda. Ele reconhecia a oportunidade de aprender mais sobre Diagnose e Primeiros Socorros com ela, já que tinha um conhecimento prévio sobre outras áreas ligadas com a medicina.

É claro, para isso, você precisará me acompanhar por um tempo aqui na enfermaria, assim poderá aprender mais facilmente. Vamos, me acompanhe, temos um espaço todo para usurfruimos - ela apresentava a enfermaria para Rein.

Havia diversas alas, além de todos equipamentos necessários para tratar os pacientes. Também haviam livros para serem consultados, ter em posse o conhecimento era importante caso a memória falhasse. Ademais, diversos livros sobre doenças faziam-se presentes. O arsenal da marinha para as questões médicas era surpreendente.

PP da Enfermeira:
 

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySeg 23 Jan 2017, 05:00



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É claro! Eu tenho alguns pedidos para analisar, precisarei de alguns soldados para lidar com eles, então volte aqui mais tarde. Antes de anoitecer, esse é o horário, mas também não tão cedo. Não sei quanto irá levar para fazer a papelada, mas até lá, está dispensado, soldado — respondia o tenente me dispensando.

Fui aos vestiários e me troquei, as roupas me cabiam perfeitamente, como se tivessem sido feitas sob medida. Agora com aquela roupa eu poderia andar pelo QG sem ser confundido com um civil. Guardava minhas roupas em algum lugar e depois ia para enfermaria ver a situação do meu amigo.

Ao chegar, foi bom vem que ele estava acordado, mas quando ele ia se levantar para me mostrar o QG a enfermeira interrompeu dizendo que ele precisaria ficar algum tempo de observação, e então eu falei.

— É... tudo bem. Poh vamos fazer isso outra hora, as vou ficar aqui com você na enfermaria. — abordei a moça e perguntei se ela poderia me ajudar e ele respondeu afirmativamente.

— É claro, para isso, você precisará me acompanhar por um tempo aqui na enfermaria, assim poderá aprender mais facilmente. Vamos, me acompanhe, temos um espaço todo para usufruirmos — Falava ela, me apresentando o a enfermaria, havia muita coisa, livros equipamentos separados em diversas alas.

~ Começo da aprendizagem ~


— Vamos começar pela parte teórica — Falava ela se aproximando da vasta biblioteca que faiam meus olhos brilharem. — Tem algum conhecimento prévio, soldado...

— Reinhardt. Reinhardt Herculean Zeus. Sim, tenho algum, mas muito pouco, somente coisas que você consegue encontrar em livros para leigos. Senhorita... — Respondia com sinceridade para a mulher.

— Bem, Isso já é um grande passo, vários dos residentes chegam sem saber como escrever sintoma. E meu nome é Raphaella — Falava ela não em tom autoritário ou raivoso mais brincalhão, parecia ter sido uma piada, mas eu não tinha entendido ela muito bem. — Vamos começar com esse daqui... — falava ela ficando na ponta dos pés pra pegar um livro, e foi então que eu a ajudei. — Obrigado. Doenças e enfermidades 1.1 – Uma introdução à diagnose. Eu tenho alguns pacientes então leia os 10 primeiros capítulos que eu volto em um instante.

Eu não tive tempo de responder antes de ela sair olhando para o relógio, provavelmente teria que olhar algum paciente ou aplicar algum medicamento. Então segui as instruções dela. Primeiro foliei os 10 primeiros capítulos como ela tinha falado e então percebi que o primeiro capítulo eram instruções bem claras de como verificar os sintomas nos pacientes, desde procedimentos como verificação de sensibilidade luminosa da íris, até percepções mínimas como cheiros, sons e sinais visuais no corpo.

Todo capítulo era focado em um grupo de doenças com sintomas parecidos. Como por exemplo o capítulo 2 que eram focados nas “Gripes e resfriados” listando semelhanças e diferenças entre as diferentes doenças, assim como suas diferenças e a forma como trata-las.

Li cada um dos capítulos prestando atenção em cada detalhe, qualquer informação errada no meu estoque mental de dados poderia levar a erros médicos futuros. Depois de um tempo, poucos segundos na verdade, eu ouvi uma sirene e logo depois uma movimentação por todo o QG. Provavelmente era a hora do almoço. Mas não me movi, continuei lendo o livro como se nada tivesse acontecido. Consegui adiantar a leitura e quando percebi estava lendo o começo do capítulo 11. Era por volta de 13:30 quando Raphaella voltava na biblioteca e chamava minha atenção.

— Voltei! — Falava ela fechando o livro que estava na minha mão. — Hora de almoçar... vamos lá?

— Como assim? Não entendi. — Falava visivelmente confuso.

— Vamos, só me segue... e não esquece o livro.

A mulher tomava a dianteira, ela estava me levando aparentemente para o refeitório. Quando chegamos já não tinha, mas ninguém lá a não ser o pessoal de uma mesa, todos se vestiam de forma parecida com Raphaella então presumi que eram colegas de trabalho. Ela seguiu para o local onde tinham algumas bandejas e pegou uma e eu também a fiz. Ela falou alguma coisa com as pessoas que estavam entregando comida, e não parou de conversar com elas sobre alguns pacientes do dia, com Poh, mas não falava seus nomes.

Quando terminamos eu tinha uma refeição completa na minha bandeja, e segui a enfermeira até a mesa com os outros e nossa recepção foi...

— Raphaella! Quem é este? — Falava um homem alto, magro e careca.

— Reinhardt, meu “pupilo”, pelo menos por hoje. Se vocês não se importarem podemos fazer aquilo com ele, que tal? — Ela falava como se eu não estivesse ali, mas com um entusiasmo demasiado, que aos poucos ia tomando conta do resto da mesa.

— “Aquilo” o que? — Eu respondia fazendo a primeira garfada.

— Simples — Ela respondia. — Nós daremos situações hipotéticas de possíveis pacientes, e você tem que responder com respostas que nos deixem satisfeitos. Fácil não é? Pense nisso como uma aula teórica.

— Eu acho... que tudo bem? — Falava com pouca convicção, mas tudo o que tinha aprendido ainda estava fresco, então deixei que eles fizessem enquanto almoçávamos.

A primeira foi Raphaella que definiu um paciente. “32 anos, originário de Baterilla. Vermelhidão nos olhos, dificuldade para respirar e mucosas arroxeadas”. Para pensar eu enchi minha boca de comida e levei meu tempo mastigando, meus “avaliadores” pareciam se divertir com aquilo e me olhavam, sem nem mesmo disfarçar, o que me deixava incomodado, então foi que eu falei.

— Vermelhidão nos olhos e dificuldade para respirar são sintomas de jominieiose, apesar dela ser comum no West blue, e as mucosas arroxeadas podem ser resultado do uso errado de medicamento.

— Bom palpite — Respondia Raphaella. — Mas na verdade é intoxicação por demônio roxo. Uma fruta venenosa que existe aqui na ilha.

— Mas não tinha intoxicação nos primeiros 10 capítulos... — Eu falava, mas era interrompido por ela.

— Mas seu paciente acabou de morrer por você não saber como trata-lo de forma correta. — Ela colocava uma colher na boca e comia um pouco deixando um silêncio na mesa. — Não se preocupe, só fiz isso para provar um ponto. Daqui pra frente vamos lhe dar situações que você pode resolver.

E então começaram, todos os outros médicos e enfermeiros me davam pacientes hipotéticos, os quais eu dava uma resposta razoável para trata-lo, algumas vezes eu tinha que passar por todo o tratamento, ou pedir um exame para saber mais informações, e os pacientes se tornavam cada vez difíceis. Parecia um jogo, mas suas aplicações eram reais e a capacidade de ensinamento por meio daquilo era assustadora.

Foi então quando estávamos a mais ou menos uma hora ali, o careca me falou o último paciente.

— 19 anos, originário de baterilla. Mora com os pais e trabalha na empresa da família. Febre alta, vômito, diarreia, incapacidade de comer, dor de barriga, dor de cabeça e desidratação. — Todos olhavam para ele com interesse, parece que já sabiam o que era, e então voltavam para mim.

— hum... — Pensava um pouco, todos já havíamos terminado de almoçar. — Exames?

— Não indicam, que ele está intoxicado ou foi envenenado, também mostram que tudo está de acordo com a barriga, não existe nada impedindo a entrada da comida no estômago, mas ele sente dor nas extremidades (mãos e pés). Sua imunidade está baixa e seu suor tem cheiro ácido.

— Ok. Não ajudou muito, tem algumas possibilidades, mas eu preciso de mais informações. — Eu pensava um pouco, eu havia aprendido algo com o joguinho, nada é o que parece. — O que ele fez nos últimos dias?

— Ele saiu cedo para o trabalho na empresa dos pais, durante todos os dias anteriores. Ele foi para o mesmo restaurante todos os dias e ao voltar pra casa passava sempre na padaria para comprar bolinhos. — Ele falava com sorriso no rosto.

— Isso não melhora muito. Poderia ter sido algo no restaurante ou na padaria, mas os exames não mostravam intoxicações. Pera... qual a empresa dos pais dele e em que ele trabalha?

— A empresa é de transporte de pessoas e ele trabalha da recepção, mas exatamente recepcionando todas as pessoas que chegam na ilha pela empresa. — O Careca parecia entusiasmado então eu poderia estar chagando perto da resposta.

— Ok. Vômito, dor de barriga, e , dificuldade para comer, cheiro ácido e dor nas extremidades, são sintomas de “Praga da Luta”, uma doença que acontece geralmente em karate island. Mas essa doença só ataca pessoas com a imunidade baixa e é por isso que só pessoas que tenham treinado excessivamente ou lutado demais a contraem. Ele pode ter pego esta doença de algum dos passageiros que ele falou, mas isso não explica os outros sintomas e como a imunidade dele baixou.

— Correto, o que você vai fazer? — Raphaella falava dando uma risadinha baixa.

— Hum...— Eu levei mais algum tempo para pensar até que vim com a resposta. — Febre das flores. Febre das flores, é uma doença que acontece apenas uma vez na vida de uma pessoa, devido ao podem de uma flor específica ela passa uma, ou duas semanas, sofrendo de Febre alta, diarreia, dor de barriga e cabeça, além de baixa imunidade. Então o paciente pode ter sofrido se Febre das flores e então ido para o trabalho, e lá, entrando em contato com alguém infectado com a praga da luta e assim piorando o seu estado médico.

— Qual o tratamento? — Falava uma das outras colegas de Raphaella.

— Como a febre das flores não pode ser “curada”, sua cura é feita pelo próprio corpo, deve-se entrar com o tratamento para praga da luta o mais rápido possível, para que o corpo possa se recompor para curar a febre.

— Muito bem! Acertou. Mas acho que a gente vai quer que ir embora... nossa hora de almoço acabou.

E assim aconteceu, foi uma hora divertida de almoço, mas eu queria continuar ali queria aprender mais e minha curiosidade não estava satisfeita. Segui Raphaella até a enfermaria novamente, onde encontrei novamente Poh, que acenei para mostrar que havia voltado. A enfermeira pegou algumas fichas e as empilhou em suas mãos e então me mandou segui-la e assim o fiz. Ela andou até uma maca com as costinhas fechadas e me dando uma máscara de papel que me fez colocar entramos.

Lá dentro havia um homem, ele estava com as narinas irritadas e vermelhos assim com produção de muco e secreção excessivos e então ela me falou todos os sintomas que ele tinha.

— Irritação e vermelhidão dos olhos narinas e boca, febre, aumento de secreção nasal, espirros constantes, dor de garganta, dores nas articulações, fraqueza muscular e dor de cabeça. Eu vou passar todas as informações de todos esses pacientes para você assim como você poderá vê-los na sua frente, esse vai ser um teste prático, para ver o quanto você aprendeu.

— Ele pode estar com kirmenionose, ou com febre de ligor. Se ele estivesse com gases ele... — mas ela novamente me interrompia e falava.

— Calma garoto, nem todo caso é complicado e mirabolante. As vezes uma gripe, é só uma gripe.

Eu entendia o que ela falava depois de analisar novamente, eu estava teorizando muito em cima do homem, eu tinha que me ater aos fatos e não teorizar, no que poderia ter sido se ele tivesse “tal” sintoma. A cada novo paciente que ela me mostrava, eu entendia que a nem todos os casos eram quebra cabeças irresolvíveis, muitos deles eram simples. E o médico tinha que perceber isso na hora de tratar os pacientes. E então veio o último paciente.

— Perda de consciência, desidratação momentânea, tontura e fraqueza muscular. Sabe o que aflige seu amigo Pohden?

— Eu creio que tenha sido um caso de exaustão, ele deveria comer algo e ficar no soro por algum tempo enquanto fica em observação, correto?

— Corretíssimo! E assim acabamos com sua aula. Mas não se esqueça de ler os livros para saber mais, você não vai se tornar um bom doutor de não estiver cheio de informação aqui — ela apontava para a cabeça — Se quiser aquelas aulas de primeiros socorros eu ainda estou disponível, meu turno é o da manhã e por isso estou livre à tarde. Aliás podemos usar seu amigo como ajudante não é mesmo?

Ela parecia entusiasmada novamente, parecia olhar para Pohden como uma cobaia e não um ajudante e isso me preocupava.

— Não, eu não posso fazer isso com ele...

— Ok, se quiser a aula pode falar comigo. — Ela respondia dando de ombros.

~Fim do aprendizado~


Como a enfermeira havia falado, ele não podia sair dali mas sabia que por volta das 6:00 ou 6:30, o tenente daria ordens para os soldados e isso poderia ser uma chance tanto pra mim quanto para ele. O outro marinheiro havia me contado sobre a história dele e eu entendi isso. Então perguntaria.

— Enfermeira, você acha que meu amigo pode ser liberado antes das 6? — Eu perguntaria para ela com esperança, e então me voltaria para ele cochichando. — O tenente me mandou voltar na sala dele ao pôr do sol para vê-lo provavelmente algum trabalho e ele falou que precisaria de soldados.

Se ela respondesse afirmativamente eu falaria para o homem. “Saímos as 5:30, temos que passar no arsenal primeiro”, se a resposta fosse negativa “Então, cara ela disse que você não pode, parece que vai ter que ser a próxima”. Se pudesse ficaria um pouco com ele conversando sobre aleatoriedades, para conhecer um pouco mais de Pohden, tinha simpatizado com ele, então não queria que aquilo se perdesse.


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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptySeg 23 Jan 2017, 19:00

Rein passava um bom tempo na enfermaria. Ele lembrava das palavras do tenente, as quais haviam sido bastante claras. Ele precisava de soldados. Nisso, o marinheiro via a chance de poder ajudar o seu companheiro. Fariam a missão juntos, assim Pohden poderia subir de patente e finalmente trabalhar em um laboratório, onde era o seu devido lugar.

Ele deverá passar o dia aqui, por precaução - a enfermeira respondia.

Havia um brilho nos olhos de Pohden, mas que logo se extinguiram. A notícia o abalou profundamente. Esta era a sua chance, mas aparentemente ele seria impedido de deixar a ala hospitalar.

Não! Eu irei, eu irei com você! - o garoto pegava os seus óculos, ajustando-o com firmeza em sua face juvenil.

A enfermeira adotava uma expressão mais severa.

Você não está permitido de sair daqui por hoje, soldado. Não se esqueça que eu também sou uma marinheira, apesar de não estar nas linhas de frente e aqui na ala hospitalar nós somos uma autoridade. Quantos marinheiros você acha que nós recebemos por dia? Quantos você acha que já passaram aqui severamente machucados, mas que insistiam em levantar-se por causa de seus orgulhos? Esta autoridade nos foi dada pelos próprios superiores, nenhum enfermo sai daqui até ter a devida permissão! - a enfermeira engrossava a sua voz, ficando irritadiça.

Pohden abaixava a cabeça, rangendo os dentes. Seus olhos carregavam certa umidade, brilhando através das lentes. Ele apertava os punhos com força.

M-Mesmo assim, eu não posso ficar aqui, eu tenho que ir! - ele se levantava, com os ombros encolhidos.

A enfermeira franzia os cenhos, olhando a sua prancheta e rabiscando-a.

Relatarei isso para os seus superiores, soldado Pohden! Exigirei que se explique frente a eles por desobedecer as regras daqui. Como pretende servir a marinha se não consegue seguir simples regras?!

E-Eu não voltarei atrás com as minhas palavras! - o marinheiro ia em direção a Rein, com a cabeça baixa. Sua voz estava pesada — Por favor, me leve com você, Rein! E-Eu juro que serei útil! N-Não sou aquilo que todos dizem... - ele o olhava nos olhos, cheios de lágrimas e com as bochechas coradas.


Pohden:
 

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Reinhardt H. Zeus
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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyTer 24 Jan 2017, 05:54



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A enfermeira negava o pedido. “Ele deverá passar o dia aqui, por precaução” falava com convicção. Mas Pohden estava determinado o suficiente para não deixar se abater por aquilo e tentou se levantar. Quando ele fez isso Raphaella levantou a voz, até parecia outra pessoa.

— Você não está permitido de sair daqui por hoje, soldado. Não se esqueça que eu também sou uma marinheira, apesar de não estar nas linhas de frente e aqui na ala hospitalar nós somos uma autoridade. Quantos marinheiros você acha que nós recebemos por dia? Quantos você acha que já passaram aqui severamente machucados, mas que insistiam em levantar-se por causa de seus orgulhos? Esta autoridade nos foi dada pelos próprios superiores, nenhum enfermo sai daqui até ter a devida permissão!

Eu estava assustado o quanto ela mudar quando não era obedecida, tão assustado que minha voz não saiu. Poh abaixou a cabeça, e eu que estava ao seu lado pude ver seus olhos encherem de lágrimas e então de supetão ele levantou dizendo que iria sim, mesmo contra as regras da enfermaria. E quando a enfermeira falou que relataria isso aos superiores ele não titubeou e falou.

— E-Eu não voltarei atrás com as minhas palavras! — Sua emoção era clara nas suas palavras — Por favor, me leve com você, Rein! E-Eu juro que serei útil! N-Não sou aquilo que todos dizem... — Seus olhos cheios de lágrimas e as bochechas coradas eram a prova que ele estava falando sério e que aquilo era doloroso se certa forma, meus olhos também marejaram.

— Idiota... — Falava colocando ele novamente na cama e falava sussurrando para ele. — E a gente não vai sair agora. Hahaha! — Ria um pouco, e esperava que ele entendesse também. — Limpa esse rosto e me escuta. Você não tem que provar nada para mim, eu já sei que você pode ir longe. Você tem que provar é para os nossos superiores — Falava dando uma piscadela rápida. — Agora fique aí que você tem que você tem que passar o DIA descansando. — Eu falava dando ênfase no dia, para ele entender que a ordem vaga da enfermeira poderia ser contornada. — Tente dormir até eu voltar e então eu dou um jeito em tudo.

Devolvia para Pohden a coberta da maca onde ele estava e levantava dois dedos em posição de V quando me afastava. Chegando perto da enfermeira novamente eu falava.

— Você não tem coração? Sabe o quanto ele quer isso não sabe? — Depois de um ou dois segundos eu mesmo completaria. — Bem, não importa, Vamos a aula?

~ Começo do aprendizado ~

— OK... me siga — Falava a enfermeira ela ainda estava um pouco emburrada com o que havia acabado de acontecer e então não deu uma palavra, voltamos para a biblioteca, onde ela pegava um livro e me entregava. — Vamos pra sala ao lado, podemos treinar com alguns dos marinheiros com machucados leves.

Segui ela por mais algum tempo até um lugar onde tinham várias macas com pessoas com as mais diversas feridas. Ela me apontou uma maca vazia que eu deveria usar para ler enquanto ela passeava pelo local. Eu o fiz rapidamente, sentei num dos bancos usado para espera e utilizei aquela maca como mesa.

“Do Something! ” Um guia para emergências. Esse era o nome do livro, me pus a ler. Capítulo por capítulo, memorizando os procedimentos descritos precisamente no livro. Higienização de feridas, interromper sangramentos pela pressão, respiração boca-a-boca e outras mais. Não demorou muito para ela voltar, a leitura era rápida, pois o livro era cheio de ilustrações de como deveriam ser feitos os procedimentos.

— Acho que você já deve ter terminado, ou precisa de mais tempo... — Falava ela com a cara fechada, parecia irritada ainda, e então eu fechei o livro e levantei. — Bom, parece que está tudo bem. Eu vou mostrar somente uma vez. Pegue essas luvas.

Vestia as luvas que ela jogava para mim e a seguia para o primeiro paciente. Ele estava sentado na maca, e seu ombro parecia estar deslocado, a enfermeira se virou para mim pegando um pedaço de atadura e me mostrou como deveria fazer uma tipoia. Logo depois desamarrando me deu a atadura e me ordenou que fizesse uma. Eu a fiz e logo depois de colocar o ombro do homem de volta no lugar ela inspecionou e aprovou.

O segundo paciente tinha um corte de espada no abdômen e outro corte no antebraço. Ela me mandou pressionar o ferimento e me lembrando como o livro me mandava fazer eu o fiz com os mínimos detalhes. Ela verificava enquanto fazia um torniquete no braço e começava a tratar do ferimento dali. Era um processo rápido, e então ela seguiu para o ferimento maior e o tratou. E assim se seguiu até o último paciente daquela tarde.

— Obrigada pela ajuda, na verdade você foi muito bom. — Ela falava enquanto lavávamos nossas mãos. — É verdade que eu não tinha plantão hoje à tarde, mas eu iria passar meu tempo aqui mesmo. Ajuda é sempre bem-vinda.

— Parece que seu humor melhorou Raphaella, então pensou melhor no caso do Pohden?

— Não me fale disso, volte para perto do seu amigo, vai
.

~ Fim do aprendizado ~

Voltando para o lado do meu amigo, agora depois de aprender o que devia sobre primeiros socorros. Provavelmente já era tarde, mas tinha que consultar algum relógio se tivesse algum. Se fosse estivesse perto das 5 horas da tarde eu ficaria ali parado, quieto para que ele pudesse descansar. Mas se o tempo estivesse se aproximando de 6 horas eu o chamaria. Caso não houvesse relógio eu voltaria para a maca do meu amigo e tentaria verificar o tempo pela luz do sol.

— Pohden, acorda — Falaria para o meu colega, não importa se estivesse acordado, ou só descansando era mais um “presta atenção” — Ok deve estar melhor agora né? Vamos sair exatamente as seis e uma. — Falava com um sorriso malicioso no rosto.

Quando visse que já passavam das 6 horas eu levantaria do meu lugar e daria o sinal para Pohden. Sem falar nada sairia na enfermaria, talvez não desse tempo de passarmos no arsenal, e por isso teríamos que fazer isso depois, então fui diretamente para a sala do Tenente Moreno.

Se chegássemos sem nada nos impedir, bateria na porta como de costume e esperaria a permissão. Assim que entrássemos me apresentaria.

— Soldado Reinhardt e Pohden se apresentando senhor. Vim assim como senhor pediu. — Se ele perguntasse o porquê de Pohden estar ali eu responderia. — O senhor havia falado mais cedo que precisaria de soldados, então como nós dois já estávamos juntos, decidimos vir em conjunto. — E então completaria. — Estamos as suas ordens senhor.


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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyQua 25 Jan 2017, 19:46

Rein ficava com um pé atrás em tomar alguma atitude com a mudança de temperamento da enfermeira. Havia ficado assim por ter sido desobedecida, mas a questão não era essa, mas sim a dedicação pelos pacienes. Como uma médica, não podia deixá-los decidir quando estariam recuperados ou não, havia estudado anos para isso, ela sabia quando uma pessoa estava em condições de ser liberada ou não.

O marinheiro erguia Pohden pelos braços como se fosse um boneco, o botando de volta na cama. Ele estava com um sorriso no rosto, risonho. Pohden tentava ir contra, mas não encontrava palavras. Um tempo em silêncio e logo assentiu com a cabeça, entendendo o que Rein queria dizer.

Sendo assim, descansarei até o fim do dia - ele ajeitava seus óculos, tirando-o em seguida. Uma curva em sua boca podia ser ligeiramente vista — Obrigado, Rein.

O boxeador, por fim, virava-se para a enfermeira, dirigindo-se a ela.

Sob a minha ala, os meus pacientes só saem quando eu permitir, estudamos para isso, não? Se eles saírem quando bem entenderem, do que valerá nossos esforços de querer curá-los? - ela redarguia, virando-se — Vamos, temos mais o que aprender.

Já entardecia, Rein havia completado seus ensinamentos na enfermaria. Agora, o ponteiro do relógio já batia as cinco horas e cinquenta e dois minutos da tarde. Rein estava sentado ao lado de Pohden, esperando pacientemente. Ele deixava alguns minutos se passarem, para então acordá-lo.

O-onde estou? - Pohden estava desnorteado, levantando as mãos e apalpando tudo ao seu redor, como um cego faz — Alguém pode pegar os meus óculos, por favor?

Rein falava o seu plano, mesmo com o garoto quase cego.

Oh, é você Rein! Vamos, não temos tempo a perder! - o garoto falou com entusiasmo, esbarrando em seu próprio óculos enquanto movia os braços pelos cantos — Aqui está! - pegava-o e se erguia da cama — Estou mais do que pronto, Rein, o que acha de minha condição? - ele dava alguns pulos.

Os dois já estavam prestes a deixar a enfermaria, quando a mulher apareceu.

Para onde acham que estão indo? - ela falava com os braços cruzados e a sua prancheta na mão — Esperem eu dar alta - levantava um dos dedos, anotando algumas coisas — Pronto, agora sim está liberado, soldado Pohden - ela logo saia do caminho, deixando-os passar.

Ambos chegavam até a sala do Tenente Moreno, batendo em sua porta e entrando. Lá, ele os esperava. Antes de entrarem, três soldados saiam de lá, falando sobre suas missões, que se passariam no porto.

Bom horário, soldados. Este é o homem que você quer levar com você soldado Reinhardt? - ele olhava para Pohden, o conhecia, é claro — Vocês até que formam uma boa dupla - ele sorria — Pois bem, escutem com atenção, vocês dois irão ser responsáveis por um crime. Iria mandá-lo para atuar no porto, soldado Reinhardt, mas creio que a ocasião seja melhor para vocês investigarem uma cena de crime, visto suas capacidades - ele olhava para Pohden — Admito que as vezes é necessário mais do que músculos para se realizar um trabalho, creio que vocês estão aptos para o caso. Vocês irão até uma Pub, um homem foi morto esta tarde no local. Peço que reuniam o máximo de informações possíveis e relatem o obtido. Agora, estão dispensados - ele espera a saída deles, mas logo os parava — Esperem! Quase ia esquecendo, soldado Reinhardt, eu tenho um presente para você - ele tirava de uma gaveta um par de manoplas — Estas foram as minhas primeiras armas, soldado, gostaria que as herdasse e fizesse bom uso delas - ele o entregava nas mãos — Agora, vão até lá e resolvam esse acontecimento - despedia-se.

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MensagemAssunto: Re: |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening|   |Chapter One| ~ |The Lion's Awakening| - Página 3 EmptyQua 25 Jan 2017, 21:57



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Fiquei impressionado quando a enfermeira deu alta para pohden. Eu realmente pensei que ele só seria liberado na manhã seguinte, então tudo aquilo me pegou de surpresa. Enquanto saia eu fazia um sinal positivo para ela e então me dirigia até a sala do tenente. Ao chegar haviam 3 soldados saindo, falavam alguma coisa sobre o porto. Quando entrei fiz as devidas apresentações e então o tenente respondia.

—Bom horário, soldados. Este é o homem que você quer levar com você soldado Reinhardt? — Falava ele olhando para nós e eu respondia que sim com um gesto de cabeça. — Vocês até que formam uma boa dupla. Pois bem, escutem com atenção, vocês dois irão ser responsáveis por um crime. Iria mandá-lo para atuar no porto, soldado Reinhardt, mas creio que a ocasião seja melhor para vocês investigarem uma cena de crime, visto suas capacidades.

Parece que ele havia falado a última frase apenas para pohden, e eu olhava para o mesmo com um sorriso também. A inteligência do meu colega tinha me tirado de uma simples ronda para uma investigação de crime, parece que eu era o sortudo da vez.

— Admito que as vezes é necessário mais do que músculos para se realizar um trabalho, creio que vocês estão aptos para o caso. Vocês irão até uma Pub, um homem foi morto esta tarde no local. Peço que reuniam o máximo de informações possíveis e relatem o obtido. Agora, estão dispensados — Nós já estávamos para sair, quando o “Mão de pedra” nos chamou de volta. Ele havia me entregado uma manopla, mas não qualquer manopla, aquela tinha sido a primeira arma do tenente. Eu não conseguia conter a emoção, com as duas manoplas na mão eu ficava trocando entre olhar para meu superior e olhá-las. Quando fomos dispensados eu falei.

— Muito obrigado Tenente Moreno, não vamos decepcioná-lo — E além de uma continência normal da marinha, eu fazia uma reverência, era uma tradição de karate island, e ele ria entender que significava o respeito que tinha por ele. Assim que saíssemos da sala do tenente me viraria para Pohden e falaria. — Agora temos que passar no arsenal para você pegar seus equipamentos. Né?

Se ele não soubesse usar arma alguma eu teria que ter atenção redobrada com a sua segurança durante a noite, mas se ele conseguisse usar algo eu ficaria mais tranquilo, mas ainda assim ficaria de olho. Se fossemos mesmo para o arsenal eu deixaria pohden me mostrar o caminho, e o seguiria até o local e esperaria ele do lado de fora. Esperava que ele fosse um atirador, então se ele saísse com uma arma diferente provavelmente não conseguiria esconder a surpresa, e então sem medo de ser sincero falaria.

— Pensei que você era um atirador — Falava rindo de forma desajeitada coçando a nuca. — É o que dizem, não julgue um livro pela capa. — Mas caso nada disso acontecesse eu só falaria — Estamos prontos?

E se realmente estivéssemos prontos esperaria Pohden tomar a dianteira, ele provavelmente sabia andar na cidade melhor do que eu. A única experiência que eu tinha com aquela cidade foram os 10 quilômetros que eu tinha corrido mais cedo naquele dia. Enquanto seguia meu amigo pela cidade enquanto escurecida vigiava nossa retaguarda e esperava que ele vigiasse nossa frente. Se nada nos impedisse e se chegássemos no local do crime, daria dois tapinhas no ombro de Pohden e falaria.

— Vamos lá, temos um crime para resolver. — Dando um sorriso e tomando a frente.

Primeiro procuraria o dono do local, se ele não fosse a vítima, caso esse fosse o caso procuraria por alguém responsável pelo estabelecimento, para que ele pudesse nos inteirar da situação. Primeiro eu iria nos introduzir e depois perguntar algo.

— Por favor, quem é o responsável pelo estabelecimento? — Eu falaria para aqueles presentes no local, e se alguém apontasse o dono eu me aproximaria e falaria — Olá! Eu sou o soldado Reinhardt e esse é o soldado Pohden, estamos aqui para tratar na investigação do assassinato que ocorreu esta tarde neste estabelecimento. — Falava com a educação necessária para o procedimento e então completaria. — Você estava aqui durante o ocorrido? Se sim, poderia me dizer como aconteceu?



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