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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Dias, um vagabundo ao vento...

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptyQui 22 Dez 2016, 19:03

Relembrando a primeira mensagem :

Dias, um vagabundo ao vento...

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Dias. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Sakaki
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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptySex 13 Jan 2017, 08:52

Dias, um vagabundo ao vento...
I'm Back

O plano inicial de Dias era dar um longo passo na diagonal direita para se esquivar do mesmo, mas logo perceberia que era inútil, por mais que o jovem fosse pequeno no tempo em que o homem tentasse esquivar ele teria sido acertado por um golpe da adaga por mais que de raspão, aguentando a dor do ferimento e orando por forças para a tempestade o rapaz perceberia que bloquear era a melhor opção. Rapidamente ao perceber a aproximação ofensiva do gatuno ele erguia sua lâmina diante a zona de impacto e deixava com que a adaga do garoto acertasse sua lâmina, por mais que o pirata fosse rápido ele não era muito forte, não foi preciso exercer muita força na espada para segurar o golpe do criminoso. Percebendo que havia retido o ataque o mink forçava sua lâmina contra a adaga do criminoso e a virando bruscamente para outra direção fazendo a pequena lâmina do pirata voar pelos ares.

Com o pequeno pirata agora desarmado e totalmente indefeso era hora do golpe final, Dias retirava a espada do caminho e enquanto lançava um leve rosnado na direção do garoto levava sua cabeça até próximo do mesmo onde abocanhava seu pescoço, ele podia sentir seus dentes perfurarem a pele e artérias do garoto, podia sentir o forte e marcante gosto de ferro do sangue em sua boca. Dias não era sádico, embora um pirata ele não parecia ter prazer em ver as pessoas sofrerem, não demorava muito para soltar o corpo do garoto no chão, que com a esperança de estancar o sangramento levava suas mãos até seu pescoço. O mink murmurava algumas palavras ameaçadoras para o criminoso ferido em sua frente, porém antes que pudesse fazer qualquer coisa sentia uma mão em seus ombros, era o operário líder, ele estava ferido, alguns cortes e hematomas no rosto mas nada grave, ele olhava para dias com uma expressão de tristeza e dizia:

- Não faça isso, deixe com que a marinha cuide deles, ele não vale a...

As palavras do homem eram interrompidas por um tiro para o alto, era o pirata líder armado com seu revolver, ele parecia ter despertado após ser nocauteado pelo homem, ele havia disparado um tiro para o alto enquanto sua cabeça sangrava pelo último golpe, mas ele não estava sozinho, preso em seu braço estava um jovem franzino que aparentava ter por volta de 18 a 20 anos, magro, com óculos e cabelo escuro e agora com uma arma apontada para sua cabeça, o pirata havia feito um refém. O operário líder parecia paralisado ao ver aquela cena, seus olhos estavam abertos e lacrimejando com uma expressão de surpresa em seu rosto enquanto ele murmurava:

-Filho...

Pelo que parecia aquele era o filho do comandante, era deduzível que na falta de trabalhadores o operário havia trazido seu próprio filho para ajudar no trabalho, mas agora ele estava em perigo, o pirata falava com voz violenta enquanto mantinha a arma apontada para a cabeça do garoto:

- Eu só quero o barco droga! Ninguém precisa morrer mas se não fizerem oque eu estou mandando vou matar o garoto!

O pirata parecia estar falando sério, mas oque Dias faria? Atacaria arriscando a vida do filho de seu patrão, ou influenciaria os operários a tomar a decisão que talvez fosse mais segura para a vida do jovem?

Off:
 


Última edição por Sakaki em Qui 19 Jan 2017, 05:07, editado 1 vez(es)
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Sephires
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Sephires

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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptySex 13 Jan 2017, 15:18



Dias , um vagabundo ao vento.





Dias fizera seu movimento, bloqueando o golpe e fazendo a arma saltar da mão do baixinho. Na adrenalina e urgência do combate, o mink cachorro avançara pra frente, mordendo o homem no pescoço. Ele caiu, e Dias deu dois passos para trás. Com sua espada em mãos, e a boca cheia de sangue, ele tentou intimidar quaisquer assaltantes restassem à vista.

Porém, uma mão o chamou atenção logo atrás. Era o operário chefe, e Dias ainda tinha os dentes à mostra num rosnado quando se virou, e seu rosto ainda estava soturno com a longa e farta franja escondendo os olhos.

-...eles tiraram....

O cão ia responder " Eles tiraram sangue primeiro, não este samurai." , mas sua fala foi interrompida por um tiro. Dias realmente não era um assassino, mas fora um soldado, um pirata, e aqueles bandidos estavam claramente dispostos a matar inocentes para roubar mercadorias. Então, não tinha qualquer reserva em se defender e matá-los.

Ele viu a cena, e logo entendeu. Suspirou, e o pêlo em seu pescoço e boca, antes brancos, estavam lavados de sangue. Ele viu a ameaça e o garoto refém, jovem e incapaz de se defender naquela situação. Então olhou para o velho.

Dias suspirou.

Parado, olhava na direção do homem. Guardou a espada na bainha e levantou as mãos limpas, em menção de falar e de mostrar que não tinha intenção de lutar.

-....ninguém mais precisa morrer. Se é o barco que quer, deixe sua arma no chão, deixe o garoto ir, ice as velas e parta.

Ele disse, dando uma olhadela para o comerciante chefe.


Ele esperava uma confirmação de que o homem liberaria o garoto em segurança antes de partir. Se ele elaborasse qualquer plano em que levasse o garoto como refém, ou que mantivesse a arma de fogo em mãos enquanto o garoto era liberado, ele se oporia:

-....Insisto humildemente que deixe sua arma no chão e deixe o garoto ir, ossan. Se deixar o garoto ir em segurança, pode partir em segurança.

Mas ele também tentaria um plano.

Tentativa de um plano para o garoto ir em segurança, e o bandido deixar oBarco com s mercadorias e fugir com vida.


- Caso fosse permitido continuar falando, ele , com sua mão levantada e parado, apontou na direção do mar. [/u]

-...mas....se me permite perguntar, pode ver a tempestade, ossan? essa pressão atmosférica....as nuvens carregadas...os pássaros voando baixo e a garoa fina já caindo....logo seu barco carregado estará no meio de uma tempestade. Você sabe como pilotar um barco pra fugir deste Porto? E....sozinho? Acho que seus companheiros estão indispostos ....e se não manejar o leme e lidar com as velas com esse clima, você afundará com as mercadorias em minutos....

Ele deixou o vendo soprar e a idéia crescer na mente do homem. Não falava como ameaça, agora. Dava uma dica de um navegador e meteorologista experiente.

-....e se ficar muito tempo aqui no Porto, a Marinha logo irá questioná-lo...essas mercadorias estão sendo esperadas por um comerciante dessa mesma ilha....

Ele disse, e então, olhou na direção do homem, tentando ler a expressão do homem. Se parecia nervoso e apreensivo, e se deixou que Dias terminasse de falar, como se estivesse realmente pensando na possibilidade, ele então daria seu ultimato, o objetivo de seu plano.

-....Infelizmente, parece que escolheu uma hora ruim, Ossan. E seus colegas não deram sorte...recomendo que terá mais chances em tentar roubar um barco num dia de sol, e com comparsas mais confiáveis. Deixe o garoto e sua arma e fuja, e este samurai promete que não irá persegui-lo, nem contactar a Marinha.

Esta era sua tentativa de que conseguisse usar a lógica para com o homem, para que conseguisse salvar o rapaz e as mercadorias ao mesmo tempo, sem mais lutas - utilizar de seus conhecimentos sobre metereologia e navegação.

Caso tenha falado e o plano deu certo:

- Caso o plano desse certo, e o homem visse que a situação não era favorável, ele deixaria o homem ir a pé, de olho para observar de que ele entregasse sua arma e não atirasse no rapaz, em Dias ou no velho, e que enfim, observasse aonde ele iria. Então, iria falar com o velho e ajudar o rapaz refém. -Está bem? perdão por tentar barganhar com sua situação.Este cão teve que tentar....



Caso o plano NÃO deu certo, mas o homem DEIXOU o garoto sair em segurança:

- Caso seu argumento não desse certo, e o homem insistisse em levar o barco na tempestade, e que ele parasse de falar, Dias daria de ombros e pararia de falar. Só tentaria se certificar de que o garoto deixasse o barco em segurança. Assim que o garoto saísse, ele observaria a situação, pra ver se ele tinha chances de voltar a atacar o homem, e recuperar o barco. Como a tempestade estava se aproximando, e o homem talvez não fosse navegador e estava sozinho, Dias olhava o barco e pensava. Então, decidiu tentar outra abordagem:

-....bem...nesse caso, com a sua insistência em navegar sozinho, Ossan.... Você está no meio de uma tempestade, sem tripulação e com um barco pesado e cheio de mercadorias. Eu sou um navegador experiente....er, desempregado no momento, mas para sua sorte, disponível. Apenas me pague um preço justo, e levarei o senhor ao Porto de sua escolha em segurança. E claro...esquecerei o que aconteceu aqui. Este samurai já foi um pirata. Entende os negócios de um homem....

Ele terminaria a proposta. Agindo de forma desprovida de muita emoção ou raiva já, esta proposta poderia ser vista com mais desconfiança e desgosto por parte do velho comerciante e seu filho. Afinal, ele estaria ajudando os bandidos, sendo pago como navegador e ajudando-os a roupar o barco com sucesso. Porém....o mundo não era perfeito.O comerciante teria seu filho em segurança, estaria com vida, e Dias, que estava desempregado, conseguiria receber um salário maior que o de um carregador de mercadorias. Porém, teria que navegar com bandidos e talvez....se fosse avistado pela Marinha, ele não iria se surpreender de ser denunciado e ganhar sua primeira recompensa. Porém, esperava que o velho entendesse.


Caso o plano NÃO deu certo, mas o homem NÃO DEIXOU o garoto sair em segurança:

-Caso lá atrás o homem se recusasse a deixar o garoto ir, dizendo algo semelhante a " Não vou deixar o garoto ir!! Ele é meu refém, e minha garantia que vocês não vão me matar!! Eu o libero em outro Porto,ou o deixo num bote-salva-vidas assim que deixar o Porto!!" , Dias insistiria que o plano não era correto, e o garoto ainda estaria em risco, e era para para deixar o garoto ir em segurança.

Neste caso, caso ele permanecesse insistindo em levar um refém, Dias suspiraria, insatisfeito, mas levantaria uma mão e falaria:

-....bem...nesse caso, com a sua insistência em levar um refém, Ossan....eu peço que considere em me levar no lugar do garoto. Você está no meio de uma tempestade, sem tripulação e com um barco pesado e cheio de mercadorias. Eu sou um navegador experiente....er, desempregado no momento, mas para sua sorte, disponível. Apenas me pague um preço justo, e levarei o senhor ao Porto de sua escolha em segurança. E claro...esquecerei o que aconteceu aqui. Este samurai já foi um pirata. Entende os negócios de um homem....

Ele terminaria a proposta. Agindo de forma desprovida de muita emoção ou raiva já, esta proposta poderia ser vista com mais desconfiança e desgosto por parte do velho comerciante e seu filho. Afinal, ele estaria ajudando os bandidos, sendo pago como navegador e ajudando-os a roupar o barco com sucesso. Porém....o mundo não era perfeito.O comerciante teria seu filho em segurança, estaria com vida, e Dias, que estava desempregado, conseguiria receber um salário maior que o de um carregador de mercadorias. Porém, teria que navegar com bandidos e talvez....se fosse avistado pela Marinha, ele não iria se surpreender de ser denunciado e ganhar sua primeira recompensa. Porém, esperava que o velho entendesse.


Caso, apesar de TUDO , o homem não tenha esperado nem ouvido porra nenhuma, e apenas matou o garoto, seja pelas costas,ou matou o garoto pelas costas enquanto o mesmo era " liberado" pra fora do barco, Dias não daria muita chance para a honra do bandido, nem pensaria na possibilidade de trabalhar pra ele. Ele podia trabalhar com piratas, mas não podia trabalhar com pessoas sem honra.

Ao ver o assassinato, Dias apenas rosnou imediatamente um:

-Me dê cobertura, chefe!...

E partiria na direção do homem. Ele havia atirado algumas vezes, e logo teria que recarregar, e Dias tentaria se aproveitar disso para poder se aproximar. O homem tinha agora dois alvos que provavelmente partiriam em sua direção. Se o velho comerciante conseguisse jogar outra caixa com a mesma precisão, ele estaria acabado. E dias se moveria em zigue-zague, usando caixas e elementos sólidos como cobertura se necessário, para se aproximar em velocidade e dar um golpe de saque no homem, mirando no braço da arma. Daria um ataque, e daria uma passada larga na lateral, saindo da direção de um possível ataque, cortando de novo, e dando uma terceira passada para um terceiro golpe de espada - se necessário. Todos ataques fatais, pois odiaria perder a chance de derrubar um homem que mata um jovem indefeso, e com todas as chances que já haviam dado para que se rendesse.


Spoiler:
 

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Sakaki
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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptySeg 16 Jan 2017, 04:43

Dias, um vagabundo ao vento...
Negociação Fail

O mink tentava negociar com o pirata enfurecido, porém ele não cedia as palavras do cão, a cada palavra que Dias pronunciava em pró do refém o criminoso parecia ficar mais enfurecido, porém ele não interrompia o mink, apenas o deixava falar com uma expressão de angustia como se realmente estivesse considerando soltar o refém e seguir sua vida, as coisas pareciam estar dando certo, já era possível ouvir as marchas dos marinheiros sobre as poças de água, era impossível se navegar naquela tempestade e o pirata sabia disso, já estava tudo acabado, entretanto enquanto Dias ainda recitava seu longo discurso sobre o tempo e o bandido não ter dado sorte, o criminoso observava o corpo de seus companheiros no chão, principalmente o do garoto com mordidas no pescoço, fazia uma expressão de remorso, e interrompia o homem mais agora com um olhar frio:

- Desculpe totó... Mas você me irrita.

Ao terminar a frase o homem apertava o gatilho fazendo a arma disparar contra o crânio do garoto, a bala atravessava a cabeça do jovem fazendo sangue e pedaços do seu cérebro voarem sobre o cais, o fora da lei soltava o corpo do garoto deixando seu cadáver cair como um saco de batatas sobre o deck. Era hora de atacar, Dias se virava para pedir por auxilio mas ao se virar para o homem via lagrimas escorrerem por seu rosto e as palavras do mink eram interrompidas por um grito do velho:

- Dean!!!

O homem estava totalmente abalado, não era para menos seu filho havia acabado de morrer na frente de seus olhos, mas era claro que Dias não poderia contar com ele, então resolveu realizar seu ataque solo, disparou em zig zag na direção do criminoso, entretanto o criminoso parecia não ter desistido, ele mirava a arma na direção do rapaz e disparava, o disparo acertava seu braço de raspão causando um corte superficial, para se defender um possível próximo disparo Dias correu para trás de um caixote próximo enquanto averiguava a gravidade do ferimento, mais um disparo era feito contra o caixote, a bala atravessava a caixa jogando estilhaços de madeira no rosto do cão, porém não o acertava mesmo tendo passado perto. Passado alguns segundos o jovem erguia a cabeça para averiguar a situação, e percebia que o criminoso estava recarregando a arma.

Botava seu plano em ação novamente, saia de trás do caixote e corria em alta velocidade na direção do criminoso, o pirata terminava de recarregar seu revolver porém antes que tivesse a chance de mirar seu braço era atingido, uma grande quantidade de sangue voava para o céu e o revólver era jogado longe, dava uma passada lateral com intenção de desviar de um golpe, e partia para outro golpe que acertava o torso do homem que caia no chão quase abatido, ele se preparava para realizar um golpe fatal quando era atingido com um tiro na coxa, a bala atravessava seu membro e a dor o fazia cair no chão, ao olhar para o local do disparo percebia que quem havia realizado o disparo eram cerca de sete marinheiros, provavelmente confusos com o ocorrido ou até mesmo com certo preconceito pelo fato do homem ser um mink o confundiram com o criminoso, os marinheiros se aproximavam para realizar a prisão enquanto miravam as armas e pediam para que o rapaz se rende-se, bastava a Dias explicar o ocorrido.

Off:
 

Histórico:
 

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Sephires
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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptySeg 16 Jan 2017, 11:29



Dias , um vagabundo ao vento.





Dias tentava argumentar com o homem. Ele sentia os ventos, e via a escuridão das nuvens que se aproximavam. Ouviu um som retumbante de trovão, e lhe soou como uma voz dizendo:" Estou vindo.....". Parte do que sentia era seu conhecimento de navegador, parte era seu sexto sentido fantasma que se comunicava com os elementos.

O bandido parecia ver sentido no argumento de Dias, mas isso só o deixava mais nervoso e mais inseguro. A frustração consigo mesmo e com a operação chegou ao limite, quando, por " vingança" da constatação, ele atira contra a cabeça do garoto.

Dias, revoltado com a atitude, mostra os dentes e parte pra cima. A garoa e o tempo fechando só deixava a cena ainda mais melancólica e triste - um samurai cão coberto de sangue, avançando na direção de um bandido que estava agora lavado de sangue de um tiro à queima roupa, enquanto a chuva lavava os dois com a vindoura tempestade.

O grito do velho comerciante, gritando " Dean!!" só serviu pra impulsionar ele pra frente, com ódio. Ninguém precisava morrer. Ninguém precisava ter morrido. Ele mesmo nem se importava tanto com um comerciante ser roubado por piratas, mas os Pelt Pirates eram piratas com alguma honra.

"...eu tentei te ajudar. Você fez certo. Você tentou alertá-lo e....você estava pensando em viajar na tempestade novamente não é? talvez.....se você navegasse na Tempestade novamente, você estaria no seu elemento e poderia subjulgá-lo no mar e resgatar a embarcação, navegador.....você tentou, eu sei, mas ele é um tolo, dias..."

Ele ouviu a voz, no "tchhhhhh" constante que caía com a chuva. De vez em quando , ouviu um trovão, ao longe, que parecia falar: "Vai terminar caindo morto!......"

O aviso e a conversa com a chuva falavam em sua mente, e ele parecia dar de ombros com o aviso de que estava talvez, morrendo devido aos ferimentos. Sua tripulação havia o abandonado, sua família e seus iguais, onde era chamado de " O Chamador da Tempestade". Ali, em outros mares, sua alcunha não era tão conhecida ainda, mas sua má sorte pelo visto continuava presente. Ele dava de ombros, pensando pra si e respondendo à chuva:


-...todo este sangue.....a-algo tem que valer a pena, não é? Ugh!....Pelo menos.....lavar esse cara pra fora.....deste mundo!!

Ele murmurava entre dentes, talvez sem sons. No caminho, foi atingido novamente, mas se aproximou, aproveitando a cobertura de caixas e a arma se carregando. Ele se aproximou e cortou o braço da arma, o desarmando. Os últimos golpes, enquanto anunciava sua execução de que estaria lavando o cara deste mundo, foram acompanhados de um novo disparo, em outra direção.

Ainda dormente da dor e da incapacitação devido à adrenalina e a urgência do dever - em vingar e proteger o filho do comerciante - ele não conseguiu dar o último golpe esperado, pois caía no chão, ferido. Olhou para trás, no deck, e viu cerca de sete marinheiros.


" Você tentou, mas....falhou novamente..."

Dias caiu de joelhos, ferido, e levantou a voz, respondia à voz da chuva e aos marinheiros. Deixou a espada lavada de chuva e sangue deslizar pra dentro da bainha, e levantou as mãos, se rendendo.

-Este.....samurai....só esava se certificando de que este homem sem honra não matasse mais ninguém. Infelizmente....ele não quis se render sem levar uma vítima inocente consigo...imperdoável....

Dias olhou na direção do garoto morto, e virou-se para trás, para os marinheirso, tentando explicar-se, com uma voz agarrada e vacilante.

- Ugh... estava trabalhando junto com o senhor comerciante... mas fomos atacados por estes três bandidos caídos armados. Eu e o velho-san tentamos nos defender após eles terem reagido com violência primeiro, mas....eles fizeram um refém.....ugh...... e, embora tenhamos nos rendido, estes homens sem honra mataram o rapaz. Eu tomei liberdade de me certificar de que o bandido não iria matar mais ninguém.....

A chuva parecia cair com mais força, e provavelmente a tempestade estava próxima.

" Tentou ser um herói , vinga o filho morto do homem e ainda atiram em você?..."


- E vocês....atiraram na pessoa errada....marinheiros.

Dias, ferido e de certa forma, puto com os marinheiros, estava começando a desfalecer um pouco. O combate aparentemente havia terminado, e ele estava cercado. Deixou-se cair ao chão, tentando juntar energias e acalmar sua perda de sangue.

Esperava que fosse ajudado e que o velho fizesse coro à sua história: afinal, era verdade. E que, enfim, fosse ajudado, afinal, apesar do preconceito, ainda era um homem inocente atingido por marinheiros que atiraram antes de anunciar o "renda-se", baseados apenas em pessoas que chegam numa cena. O mínimo que podia esperar era que o comerciante ou os marinheiros o ajudassem e o levem a uma enfermaria.

Caso fosse ajudado pelos marinheiros ou o comerciante, iria receber a ajuda de bom grado. Se levantaria com muita dificuldade, agora, com a adrenalina sumindo do corpo, mancando e voltando a sentir as dores.

Caso não receba ajuda imediata, sendo meio " abandonado" ali, ele pressionaria com as mãos o local do ferimento. Lamberia as feridas como pudesse, no chão, e procuraria rasgar um pedaço dos panos que vestia pra amarrar uma atadura improvisada pelos seus inexistentes conhecimentos médicos, apenas pela vivência e observação de dias de soldado. -Ai.....caimmmmmm......

Dias então se sentaria e procuraria observar o velho. Ele queria ser pago, mas não era um monstro insensível. Estaria disposto a até a não abordar o assunto neste momento.

Caso fosse preso, ele tentaria argumentar - afinal, ele já havia argumentado com o que ocorrera, e o fato de que ele era o " herói" ali. Mas estava tão ferido e desgostoso que não resistiria à prisão no momento. Mas tentaria argumentar com o velho pra que este o defendesse. -....s-s-senhor!!.....você sabe o que ocorreu....e que este samurai apenas se defendeu.....conte a estes homens..... Caso fosse preso, pelo menos, teria as feridas cuidadas, e pensaria no próximo passo após a prisão.

Caso a maior das injustiças ocorram, que seria ele apenas ser alvo de MAIS tiros e ameaças vindas de preconceito, Dias iria xingar e rolar no mar, tentando escapar por baixo do deck e fugindo por baixo da embarcação. Iria nadar e se desvencilhar dos captores de qualquer forma, até, então, pular a bordo de algum local e poder fugir.

Mas provavelmente, com Dias rendido, explicando o ocorrido e a legítima defesa, e o velho ali para dar coro, dificilmente acreditava que havia alguma possibilidade real de ser enfim, preso. Caso coneguisse se levantar e realizar os primeiros socorros por conta própria apenas com um pano, e a situação não estivesse assim tão grave, Dias se levantaria e falaria com o velho.

-...este samurai.....sente muito pelo ocorrido. Eu realmente esperava que este tolo não cometesse tal ato contra um inocente...tentei convencê-lo a libertá-lo em segurança.....esses tolos deveriam ter ouvido a tempestade, e não se aproximar do porto. Seu filho.....foi um homem até o fim. Trabalhar nos Portos nessa época de pirataria é trabalho duro....

De tempos em tempos, a fala de Dias era cortada por uma palavra de dor, ou um ganido baixo.

-Precisa de minha ajuda, senhor? Se precisar....minha espada é sua. Também poderia lhe ajudar com meus braços mas.....admito que provavelmente não conseguiremos carregar mais mercadorias esta noite,pois...preciso de mais curativos....e muito álcool..Argh.

Ele terminaria. Porém, ainda estava curioso com a atitude dos Marinheiros. porém, tinha que dizer suas palavras de respeito e honra para com o velho.




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Sakaki
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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptyQui 19 Jan 2017, 06:21

Dias, um vagabundo ao vento...
A Vida Não É Um Morango

Dias caia sobre o deck baleado, sentia que a bala não estava alojada em sua perna, porém estava com uma hemorragia, rapidamente ao perceber a situação em que se encontrava largava sua espada ensanguentada sobre o solo e levantava os braços simbolizando sua rendição, tentaria soltar algumas palavras para explicar o mal entendido para os homens da lei, porém antes de completar se quer uma frase era interrompido por um golpe violento em seu rosto, o mesmo marinheiro que havia atirado no mink acertava uma joelhada em sua face, fazendo seu nariz arder e sangrar, agora apontava a arma para a cabeça de Dias enquanto dizia:

- Cala boca seu pirata imun...

As palavras do preconceituoso marinheiro eram interrompidas por um disparo, que acertava um dos marinheiros atrás do homem que dialogava com Dias, o tiro acertava a testa do homem que caia morto no chão, parece que enquanto os tolos marinheiros tinham suas atenções chamadas para nosso protagonista o pirata havia encontrado uma brecha para pegar sua arma novamente e realizar um disparo. Aquela era a chance de Dias, muito provavelmente após a ação do pirata os marinheiros com certeza iriam cobrar satisfações do mink, e então ele resolveu agir, enquanto os soldados apontavam suas armas para o pirata e apertavam o gatilho fuzilando o corpo do criminoso o mink corria para a margem do pier com intenção de saltar na água e fugir daquilo, porém um dos marinheiros percebia e realizava um disparo que acertava seu tornozelo, ele caia extremamente próximo a margem, bastava se arrastar alguns segundos e pular na água, quando sentiu sua perna ser prensada contra o solo o impedindo de se arrastar, e ao olhar para trás percebia que quem estava pisando em sua perna e o impedindo de fugir era o velho comerciante, o homem que era para estar do seu lado estava contra ele, ao cessar dos tiros ele olhava para o mink com uma expressão de raiva e dizia:

- Aposto que você era comparsa deles não era, você se infiltrou aqui com o pretexto de querer trabalhar apenas para ajudar seus amigos a levar o barco não é? Você... VOCÊ MATOU MEU FILHO!

As palavras do velho não faziam o minimo sentido, se ele fosse mesmo um infiltrado dos piratas por que ele mataria um deles e deixaria o outro gravemente ferido? Por que ele tentaria impedir o assalto? Era óbvio que o velho estava ficando insano graças a morte de seu progênito e procurando um culpado para o mesmo, o velho retirava o pé da perna do mink enquanto dois fortes marinheiros o levantavam do solo pelos braços e prendiam suas mãos com algemas, o velho comerciante assistia o jovem mink ser injustiçado com lagrimas no rosto, aquilo era extremamente revoltante, estava ferido em diversas partes do corpo, cansado de lutar para defender os fracos, e agora estava sendo preso apenas por ser um herói.

O rapaz era levado até o QG a força, realmente não havia maneira de se soltar, aqueles marinheiros eram extremamente fortes e brutos, além de estarem fortemente armados, o minimo movimento de Dias e ele seria fuzilado igual o pirata lá atrás, não havia escolha apenas deixar ser levado e preso injustamente pelos homens, era fácil notar que não havia qualquer chance de argumentar com os homens, e caso tentasse seria fortemente reprendido. Não demorava muitos para eles chegarem até o QG, eles entravam por uma pequena porta na parte traseira do prédio, enquanto passava pelo interior da construção via mesas, passava por uma enfermaria, vestiários, até chegar ao seu destino, uma pequena e estreita cela no interior do QG, um dos marinheiros abria a porta de ferro das grades enquanto os outros dois homens que seguravam Dias o jogavam para dentro da cela como um trapo velho, ele caia no chão com uma dor agoniante, não foi lhe oferecido nem o mínimo de cuidados médicos, realmente a marinha fazia jus a sua politica de tolerância zero com piratas.

Ao tirar a atenção de seus diversos ferimentos enquanto os marinheiros trancavam a cela novamente  o mink percebia que não estava sozinho, junto na cela com ele estava um homem loiro de cabelo arrepiado e com um sorriso assustador no rosto, ele não usava camisa e tinha diversas tatuagens no corpo, vestia apenas uma bermuda verde rasgada e então Dias grudava seus olhos no que mais chamava atenção no rapaz, ele não possuía uma de suas pernas, utilizando uma prótese no lugar, enquanto os marinheiros ainda permaneciam por perto o homem quebrava o gelo da sala com algumas perguntas:

- Dia difícil hum ?

Após o mink responder ou não para seu companheiro de cela o mesmo arrancava um pedaço de tecido de sua bermuda que já se encontrava bastante danificado e jogava para o homem enquanto dizia ainda com um sorriso no rosto:

- Amarre isso no seu tornozelo, vai ajudar a parar o sangramento.

Eles trocavam alguns diálogos comuns até que os marinheiros tomassem uma distância segura da cela, então o sorriso já assustador no rosto do homem dobrava de tamanho, ele fixava os olhos no mink e dizia em tom baixo:

- Não vamos ficar aqui por muito tempo, eles provavelmente vão esperar amanhecer para nos levar até a prisão de Shells Town, eu vou sair daqui com ou sem sua ajuda, mas eis a questão, eu tenho sua colaboração?

Dias sabia que aquilo era verdade, criminosos não são mantidos por muito tempo dentro do QG, logos os dois seriam exportados para a prisão, porém o mink estava ferido para realizar qualquer plano complicado, e se não recebeu nenhuma ajuda médica no próprio quartel general, era quase óbvio que também não receberia na prisão, e não poderia ficar muito tempo com aqueles ferimentos sem tratamento, bastava a Dias escolher se colaboraria com o plano de fuga do homem louco ou não.

Pirata Da Cela:
 

Off:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptyQui 19 Jan 2017, 15:08



Dias , um vagabundo ao vento.





A chuva caía. Dias, ferido, tentava argumentar, mas desde que chegara em Shells Town, suas palavras pareciam latidos incompreensíveis.

Ele mais uma vez era ignorado e atirado,perdendo mais sangue sem qualquer chance de reação.

Tentou se jogar na água, mas os velozes marinheiros conseguiam alcançar o patamar onde estava mesmo tendo sido atingidos pelo outro pirata - que ainda estava vivo.

Seu antes "aliado" também incompreensívelmente reagia de forma insana em questão de segundos, mesmo que ele tenha acabado de levar tiros para apenas vingar a morte do próprio filho.

Ele aparentemente se mover muito depressa mesmo chocado e também ferido, conseguindo desviar dos marinheiros e subir no deck na faixa de tempo em que Dias se esforçava para apenas cair na água.

O cão vagabundo era levado injustamente, e embora sua expressão fosse de dor e raiva, ele não sentia qualquer força para reagir, sendo arrastado como um trapo velho para onde fosse, até porquê suas palavras não funcionavam desde que chegava a Shells Town. Ele dava de ombros. A chuva caía, e só parecia rir da cara dele.

-Sh sh sh sh sh sh....

Enquanto isso, a tempestade rugia um trovão, o pedindo pra que ficasse acordado.

-Não durma!...

E ele conservava as energias, levado como pirata - o que ele até fora, mas nem havia sido reconhecido até então - e se preocupando apenas em sangrar menos e evitar movimentos bruscos e encarar os homens nos olhos.

Focou sua atenção apenas no caminho em que seguiam e enfim, era jogado na cela. Onde havia um homem antes.

O homem talvez tenha percebido o estado deplorável do Dias, tanto psicologicamente como fisicamente, e fez um comentário jocoso.

-...

Dias ficou em silêncio, recostando as costas no chão. Mas não um silêncio de intimidação, tinha uma expressão de dor em seu rosto canino, embora sua longa franja continue cobrindo seus olhos. Preferiu ficar em silêncio, pois suas palavras não estavam lhe ajudando muito desde que desembarcara.

Quando recebeu o tecido, a educação de um samurai o fez obrigar-se a arranhar a garganta em uma resposta.

-.........agradeço.

Ele estancou o sangramento amarrando, e então voltou a ficar recostado. Evitou outros diálogos e não respondeu perguntas, ocasionalmente, sua expressão lhe traía e fazia um muxoxo de dor, mostrando que estava cansado e ferido demais pra fazer conversa.

Porém, quando um marinheiro se afastou, ele ouviu o discurso do homem falar algo interessante. Dias virou seu rosto e olhou na direção do homem.

-...acho que este homem não tem escolha. Qual o plano?

Ele perguntou. O homem não parecia muito estável, mas o navegador estava ouvindo a chuva do lado de fora da cela, e ela ainda parecia rir da sua desgraça, enquanto caía nos telhados.

- Sh sh sh sh sh.....

Perguntou Dias. Sem escolha e talvez próximo da morte, deu de ombros e estava preparado pra encarar qualquer chance de fugir e se afastar o máximo possível da Marinha de Shells town, se comprometendo a colaborar com o plano do perneta, se ouvisse que era plausível.

Se parecesse apenas um plano de alguém que o estivesse fazendo de idiota, Dias, cansado, suspiraria fundo e deitaria. Ele poderia pensar em um outro plano para este caso, mas provavelmente não daria certo,também.

Citação :
- Po Sakaki, tá foda heim? Tu gosta de narrar desgraça hahaha

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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptySeg 23 Jan 2017, 05:40

Dias, um vagabundo ao vento...
Vai EXPLODIR!!!

Dias definitivamente não estava tendo uma boa experiência em Shells Town, desde que chegou foi ferido, vitima de preconceito, e agora preso injustamente, realmente o jovem mink não estava nos seus melhores dias, e agora sua única chance de liberdade era confiar em um criminoso desconhecido mentalmente instável, apostava todas suas fichas no estranho que estampava um largo e assustador sorriso no rosto ao ver que o cão colaboraria com seu plano, ele encararia o mink por alguns segundos enquanto descia sua mão até sua prótese e desparafusava da parte que simulava um joelho um parafuso extremamente fino, ao retirar o parafuso uma pequena peça laranja se desprendia da prótese revelando um compartimento dentro do mesmo, nesse compartimento havia um objeto esférico de cor marrom escuro, no topo da esfera havia um pequeno botão, era possível notar que se tratava de uma granada, segurava o objeto sobre a face do cão e logo começa a contar os detalhes sobre seu plano:

- Eu cuido do portão da cela, você cuida da distração, ao apertar o botão da bomba você tem cinco segundos para arremessa-la, deixe para joga-la quando o portão já estiver aberto, ela é nossa única chance de sair daqui.

Antes mesmo que Dias pudesse discutir o homem arremessava o explosivo em sua direção, o mink por reflexos segurava o objeto antes que caísse no chão enquanto o homem sorrateiramente se ajoelhava sobre o solo em frente ao cadeado da cela e introduzia o fino e afiado parafuso, começando a fazer diversos movimentos aleatórios para destrancar a fechadura, Dias havia entendido oque o homem queria dizer, os marinheiros não estavam muito afastados da cela, e caso vissem o homem tentando arrombar o portão o plano todo iria por água abaixo, Dias não podia jogar o explosivo nem cedo demais nem tarde demais, seria o explosivo que impediria os marinheiros de atirarem enquanto os dois corriam, era um objeto um tanto quanto simples, não havia mistério para ativa-lo, apenas apertar o botão e arremessar em menos de 5 segundos, uma tarefa fácil.

Haviam se passado cerca de dois minutos, o homem ainda não havia conseguido romper a tranca, Dias servia de vigia para que o homem cumprisse seu objetivo, os marinheiros quase nunca olhavam para a cela, apenas faziam piadas sujas e conversavam entre si, até que um marinheiro que aparentava ser de uma patente superior chegou no recinto, olhou para os marinheiros que pareciam realizar suas tarefas de forma porca e disse em tom confiante e grosso:

- Eles chegaram, hora de levar os prisioneiros.

Ao dizer tais palavras o mesmo marinheiro que havia trancado a cela pegava seu molho de chaves e se erguia de seu assento caminhando em direção a cela enquanto remexia o molho atrás da chave que abria a cela, Dias olhava para seu comparsa com uma expressão de desespero, o homem com a língua para fora olhava para ele e dizia em sussurros:

- Se eu tirar a agulha agora ela vai quebrar, eu estou quase lá...

A cada palavra pronunciada pelo homem o marinheiro se aproximava mais, caso eles pegassem os dois em flagrante eles estariam totalmente ferrados, Dias tinha que pensar em algo, será que era a hora certa de jogar o explosivo? Ou ele teria uma maneira alternativa de distrair o marinheiro enquanto seu cumplice abria o portão? Era uma escolha difícil, mas a única coisa que ele não tinha era tempo para pensar, precisava de uma reação instantânea.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptyTer 04 Jul 2017, 22:53

O cão suspirou, vendo a explicação do homem sobre o plano. Estava cansado. Tentara apenas ganhar um emprego honesto para ganhar alguns trocados, quase perdera sua vida tentando bancar o herói e por alguma espécie de loucura doentia dos humanos, fora acusado por quem tentara salvar.

Dias então, na prisão, viu-se diante de um plano, que ele desconfiava: não iria dar certo. Então, sem muito ânimo, assoviou aos guardas que se aproximavam, sem pegar a bomba que era passada a ele.

-...Oy! Tem uma merda de um fugitivo aqui, e eu não quero mais problemas! E...amigo, desculpe,
essa merda nunca vai funcionar.


O cão cuspia no chão, e se recostava de braços cruzados na parede. estava ferido e tentando se recuperar. Não iria conseguir empreender uma fuga naquele estado.


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MensagemAssunto: Re: Dias, um vagabundo ao vento...   Dias, um vagabundo ao vento... - Página 2 EmptyQua 12 Jul 2017, 04:19

NARRAÇÃO


Uma bomba, um vagabundo e os resquícios de uma rebelião.




O azar de Dias era incontestável, cada segundo que passava algo novo lhe surgia sempre mais uma coisa que podia lhe trazer mais e mais problemas, o cenário parecia não melhorar, vendo aquela situação em que estava metido, o homem ainda tentava se redimir, em vez de estar junto ao fugitivo e querer adentrar em fuga, ele decidia fazer o que considerava certo, chamar o guarda e entregar o homem é claro, aquele não era o dia de sorte dele mesmo.

Ele tentava falar com o guarda, que se aproximava da cela, mas para seu azar na mesma hora, o guarda na mesma hora recebia um chamado de seu superior, ele olhava pra cela, mas não via a bomba, e mesmo que o homem fosse um fugitivo aparentemente ele não teria formas de fugir, ele então faria um gesto apenas colocando dois dedos frente aos olhos e apontando pra a cela posteriormente(O famoso to de olho em você), e tinha que se retirar a chamado do seu superior, e aproveitando a brecha o fugitivo partia para cima do homem e logo irritado e de forma meio bruta ele falava, era frustrante pra ele não poder gritar com o homem. - Você tá maluco vira-lata, acha que eles vão ficar do seu lado? Eles vão te salvar? Não garoto, pra eles eu e você somos o mesmo lixo, se não posso confiar em você, mas agora vai servir de estorvo para os meus crimes.- Ele puxava uma segunda bomba que estava com ele a exibindo fronte a Dias, e começava a falar novamente. - Achou mesmo que eu não tinha outra? Tentei testá-lo mas não merece fugir comigo, mas vai ser o cachorro que eu vou pôr a culpa.- Ele estava realmente com ódio presente no olhar quando falava aquilo, aparentemente a fuga não era pra ser exatamente naquele momento aquilo era um teste.

O homem então olhava para o mink e sentava ao chão continuando sua linha de raciocínio. - Olha garoto, se você se calar e apenas ficar numa boa na cela podemos vir a nos entender, mas lhe digo algo, chame os gurdas de novo e eu explodo isso na sua boca da próxima vez. - O olhar dele não parecia mentir, ele era louco o suficiente para fazer isso, ou, pelo menos, isso parecia ser o que aquele olhar queria dizer. Agora naquele mesmo momento o guarda que havia visto a cena voltava para o posto e caminhava até a cela, ele vinha com um sorriso sádico no rosto, ele já praticamente encostado na jaula dirigia a palavra aos dois homens ali. -O que está acontecendo aqui? Parece que havia algum problema na cela? O que era podem me dizer? - O prisioneiro ao lado de Dias suava frio, tudo podia ser estragado agora, e cada coisa apenas dependia da resposta do mink, por mais que Dias não soubesse, o homem que estava a mais tempo preso logo reconhecia a face do guarda, e o medo corroía ele, aquele era um guarda sádico, ele mal sabia o que tanto aquele cara poderia fazer se sentisse o cheiro do que eles planejavam, ele já havia visto dentes voando da boca de presos por muito menos.

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