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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Emerald Lady Strikes

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MensagemAssunto: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQui 15 Dez 2016, 13:17

Relembrando a primeira mensagem :

Emerald Lady Strikes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyTer 16 Jan 2018, 02:59

Aceitação Própria






“Alo Adriano ta me ouvindo?” Lembrei-me de relance as ultimas palavras de meu tio no Den Den mushi antes de minha terra natal ser atacada e todos dizimados. Na verdade não sei se ele está vivo, nunca parei pra procurar. Acho que minhas esperanças estavam tão pra baixo esses anos todos que eu me esqueci dele e de todos os outros sobreviventes que vieram comigo. Mas agora não é bem assim. O medo deixou de andar ao meu lado, e tudo que me resta agora é uma vontade desesperadora e inconformada de seguir em frente e botar a responsabilidade em minhas mãos novamente. Depois de tempos sem sentir algo intenso, eu sabia o que era “gostar” de alguém novamente em anos, e essa sensação impulsionava qualquer coisa que eu quisesse fazer agora.

Em meus braços não estava somente a ruiva, mas também o fogo que se perdera em meu interior e ficara escondido por toda a minha vida. Essa era a verdadeira liberdade. A liberdade não está em sair mundo afora e conhecer ares novos. Não está presa por jurisdições ou leis. Até mesmo um homem condenado à prisão pode ser livre. Liberdade é querer e fazer, e não se prender as amarras da própria mente ou deixar de ser você por medo e vergonha. É um estado de espírito. E esse estado preenchia completamente o meu ser. Tive que perder minha família inteira e minha casa para descobrir o que é isso, mas não guardo arrependimentos. Eu estava feliz por saber que a batalha era nossa, sim, mas não mais eufórico. Sentia-me calmo e pleno, completo. Por quê? Todo grande homem é forjado com seus próprios erros, e aprendem com eles, se eu viver a vida toda arrependido ficarei escondido em meu canto confortado com minhas falhas, com ainda mais medo de tentar repará-las. E não é assim que eu quero viver. Eu nasci para lutar, e é isso que eu vou fazer, e não ficar choramingando. Essa vitória ressaltou isso, que sou capaz, que haverá falhas sim, mas devo aceitá-las. E principalmente que minha filha deve estar logo ali, pronta para ser salva. Sorri, enquanto olhava para minha própria luz.

Só poderei ter paz quando eu for completamente livre, e meu pequeno momento de catarse foi este. A verdade é que não vou ter paz quando eu encontrar minha filha ou conquistar meu império de volta, mas sim quando usar todas as minhas forças sem medo algum de perder, sendo meu único temor o de não fazer nada. Vendo que nossa vitória era certa, me retiraria depois de colocar o dinheiro e as jóias no bolso, com a ruiva em meus braços protegendo-a e levando-a para longe do conflito. Eu já havia feito mais do que o suficiente, agora deveria guardar minhas forças para eu mesmo. Ou no caso, para resgatar minha filha. Ficaria sentado em algum canto sossegado com a garota, esperando aquilo acabar, enquanto eu descansava.

Spoiler:
 



Histórico do Dantão:
 
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQui 18 Jan 2018, 03:26

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein





A cada momento que passava a dor no ombro de Elise se intensificava ainda mais era a hora de parar para descansar, enquanto procurava alguém que pudesse lhe ajudar estancar o sangramento e retirar a bala que havia ficado alojada ali. Ela colocava sua mão superficialmente sobre o ferimento para em seguida em embainhar sua Katana e dizer sem muita exaltação que voltaria para continuar ajudando o major - Vá com calma, não precisa se forçar a vir até aqui novamente o revolucionário dizia serenamente. Assim a jovem começava a caminhar na direção contrária em que ocorria a luta, sempre visualizando o caminho dando breves olhadas para trás e para o ferimento em meio as passadas. Era bem verdade que a jovem não entendia e muito menos possuía interesse em medicina, assim ela não conseguiria retirar a bala de seu ombro sozinha, mas precisava pelo menos tentar estancar o sangue que escorria pelo local do ferimento do projétil. A jovem momentaneamente conseguira alguma animação para o que estava prestes a fazer e até com uma ponta de esperança em encontrar um médico para não ter maiores problemas. É claro que aquele não era o único ferimento da espadachim havia também o tiro de raspão que sangrava muito também, porém era de menor gravidade comparado a bala no ombro. Elise se lembrava que ouvira uma vez que se utilizasse um pedaço de pano poderia estancar o sangue. Por um instante ao olhar a longa manga que cobria seu braço esquerdo a jovem hesitara em corta-la, mas era preciso fazer um sacrifício naquele momento. Elise se lembrava da primeira vez que utilizara suas vestimentas as clássicas roupas de um palhaço com as cores verde e preta estampadas. Apesar do afeto que a jovem tinhas pelas vestes por ser um dos poucos presentes que ganhara a roupa lhe trazia também algumas lembranças más sobre a época que fora utilizada como brinquedo e ganha pão de um lugar doentio. De toda forma rasgar a roupa seria mais uma forma de esquecer de seu passado e seguir em frente deixando para trás todo o seu sofrimento.  


Se ajoelhando perto de uma parede a jovem aproximava seu antebraço a sua boca ela o deixava a poucos centímetros de distância para então abocanhar o tecido o travando em seus dentes frontais. Colocando sua mão sobre o pulso esquerdo e em um movimento ela se movia para trás, enquanto fazia o oposto com o braço esquerdo o afastando rapidamente de seu corpo não só o jogando para a direção oposta, mas também fazendo um movimento diagonal com ele. Fazendo isso o objetivo era conseguir rasgar o pedaço de tecido que cobria todo seu antebraço. Conseguindo retirar uma boa parte do tecido ela "colava" o braço esquerdo ao tronco para então envolvê-lo e terminar com a ajuda de sua boa um nó simples e supostamente firme. Era claro que a jovem não tinha a menor habilidade com primeiros socorros, já que a todo o tempo o tecido parecia que iria desamarrar antes que estancasse totalmente o sangue, além disso parte do liquido escapava por uma pequena abertura que ficara no curativo. Procurando por Nejima a jovem o encontrara vindo em sua direção com um aparente cansaço em seu rosto - Consegui, nocauteei ele dizia o homem quando ficara próximo a jovem - Vejo que precisa de um médico te levo até lá o major estendia sua mão para a jovem.


Ao ver seu líder totalmente nocauteado e também por estarem já em tremenda desvantagem numérica. Os agentes começavam a recuar rapidamente carregando Jimmy também desmaiado todos os homens restantes deixavam a casa revolucionária, talvez rumo ao porto ou então para alguma base que haviam montado na ilha o que era realmente é que os agentes não voltariam tão cedo para tentar novamente derrotar os revolucionários. Finalmente aquela duradoura batalha conhecera seu final a lua já brilhava fortemente iluminando toda aquela noite. Em meio aos revolucionários remanescentes estava Dante junto de Sara que estava em seus braços.  Ele se lembrava de seu tio e das últimas palavras que ouvira dele pelo den den mushi antes da invasão a sua terra natal, mas apesar disso ele não sabia se ele ainda estava vivo até por que o ruivo nunca parara para procurar por seu tio. Durante todos os anos que passaram em seguida as esperanças do boxeador estavam tão baixas que fizeram com que ele esquecera de seu tio e de todos os sobreviventes que vieram consigo, mas agora o medo deixava de andar ao seu lado restando apenas a sua vontade desesperadora e inconformada de seguir em frente e botar a responsabilidade em suas mãos novamente. Em seus braços não havia somente a revolucionária, mas também o fogo que se perdera no interior do ruivo e que ficara escondido por toda a sua vida e essa era a verdadeira liberdade.


Após alguns minutos absorto em seus pensamentos sobre seu império e também sua filha o homem notava que a vitória dos revolucionários já estava certo e decidia descansar um pouco com Sara ainda em seus braços. Não demorara muito tempo para que os revolucionários restantes começassem a recolher todos os corpos que estavam jogados ao chão para limpar o local de todo o sangue que sujara praticamente todo o local - Os corpos dos agentes joguem em uma vala qualquer, os nossos companheiros serão enterrados dignamente! dizia um dos homens que ajudava carregar os corpos provavelmente ele era um dos que estava no comando da sangrenta batalha. A maioria ali estava claramente cansada, mas não poderiam descansar em meio a corpos mortos e se sujar ainda mais com o sangue que estava ali na casa revolucionária de toda forma aquela seria uma longa noite.


Ineel que chegara com os nobres até a casa revolucionária a adentrara um pouco antes dos agentes recuarem e saírem do local. Ele se questionava sobre o que havia com aquelas pessoas e quem eram os que participavam da sangrenta batalha. Buscando manter distância dos embates que ocorriam ali o homem aproveitava para vasculhar algum dos corpos que estavam ali estirados sobre o chão, assim se mantendo neutro ao combate para que não acabasse ganhando alguma recompensa por sua cabeça. Primeiramente ele buscava uma pistola para que pudesse se defender em último caso, mas sem sucesso ele conseguira apenas encontrar uma quantia de 10.000 berries nos bolsos de um agente era pouco, mas talvez poderia ser de alguma ajuda mais para frente. Pedindo para que os homens aguardassem ali o Dom dizia que iria ver o que estava acontecendo ali na casa revolucionária, assim prevenindo que os nobres fossem envolvidos e que não chamassem a atenção. O atirador nem tivera tempo de voltar para dentro do local, já que quase fora atropelado juntamente dos outros homens pelos agentes que saíam do local carregando Jimmy. Os que haviam conseguido vencer a batalha estavam ainda lá dentro esse seria o momento ideal para que o homem tentasse recrutar os que estavam ali para sua sociedade secreta ou apenas convencê-lo a ajuda-lo. O fato era que Ineel sabia quem eram exatamente os revolucionários e o que faziam ali lutando contra os agentes.
Off:
 

Citação :
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptySex 26 Jan 2018, 10:53

Descansar

Toda aquela confusão havia chegado ao fim. Por sorte, não precisei de lutar novamente contra o atirador, Nejima conseguira nocauteá-lo e pela expressão em sua face, não fora fácil, ainda mais sem minha ajuda. Não resisti ao pedido do superior, meu corpo já doía demais e descansar era a opção mais sensata. Suavemente repousaria minha mão sobre a do revolucionário, balançando a cabeça em sinal de aprovação. - Eu fiz esse curativo aqui, mas acho melhor tirar, tem uma bala aqui - Indicaria o local do tiro enquanto fôssemos para a enfermaria. Teria sido sorte escapar do atirador a tempo? Mais alguns descuidos e eu terminaria como os homens próximos a mim, com o corpo estirado ao chão já sem vida. Quem dera se fosse eu quem tivesse acabado com Eric, mas isso já era pedir demais. Sair com vida já era o suficiente.

Quando chegasse a enfermaria ou lugar parecido, seguiria as instruções dadas para o repouso. O bar nada me lembrara a Casa Grande, mas deveria existir alguma cama para descansar. Mostraria meus machucados para quem fosse cuidar de mim, desfazendo o nó em meu braço e mostrando o local aonde a bala havia penetrado. Já no lugar certo, dirigiria a palavra para Nejima - O que aconteceu com Sara? - Minha curiosidade quanto ao estado da ruiva crescia, ora, não havia nada com que me preocupar no momento, apenas atiçar minha imaginação. Com a resposta de Nejima, novamente pediria explicações ao Major - E quantos os outros, muitos bateram as botas, certo? - Não que eu nutrisse quaisquer emoção por aqueles homens, mas era importante me manter atualizada do que acontecia. Sobreviver a batalha enchia-me de ternura, o suficiente para esboçar um sorriso em minha face, sentir o sentimento de dever cumprido batendo forte dentro de meu peito.

Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Seg 05 Fev 2018, 18:43, editado 1 vez(es) (Razão : Histórico Adicionado)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptySeg 29 Jan 2018, 19:49

O Dia em que o Paraíso foi-se Embora






Finalmente a batalha chegou ao fim. Agora, apenas o descanso e a boa sensação da vitória, uma que enalteceria meu ego é claro, pois fui um dos arquitetos desse resultado satisfatório, porém com sacrifícios. Com amargura, eu não poderia esquecer-me de meus companheiros que morreram também. Na verdade levarei a vontade de cada um deles comigo, e serei imparável. Esse é o inicio da minha carreira, tenho certeza que ficarei muito mais forte que sou hoje, e todos se lembrarão de meu nome. Nesse momento, me encaminharia até um dos prisioneiros amarrados, provavelmente o grandão de antes que já estava irritado o suficiente, e pisando um pouco acima de sua panturrilha forçando-o a se ajoelhar, daria a volta pelo mesmo novamente para encará-lo e falar – Você vai viver desta vez. Hahahaha. – Um sorriso sádico junto desta gargalhada tomavam o meu ser, e me aproximando ainda mais do rosto dele fitá-lo-ia sério agora. – Mas não sem antes... Fazer reverencia ao vosso rei. – Se ele tivesse voltado a ficar de pé, ou não tivesse se ajoelhado ainda, dessa vez chutaria sua outra panturrilha para terminar – Quando encontrar seus superiores, diga a eles para porem em todos os jornais, diga a eles que, Shurima, SEU IMPERADOR RETORNOU! –  Por fim, bateria incessantemente em seu rosto até ele virar uma grande bola roxa, para terminar – Então vou te soltar agora, mas antes, você vai falar por den den mushi ou o caralho que for, aos merdas dos seus amiguinhos que NÃO EXISTEM REVOLUCIONÁRIOS EM CENTAUREA, vocês foram atacados no caminho por nós e só! - Por ali, monitoraria o homem, e pegaria um de seus den den mushis para que ele ligasse enquanto algum de meus companheiros o ameaçaria com uma pistola ou até eu mesmo. Quando ele falasse, soltá-lo-ia por fim, e deixá-lo-ia correr por sua vida. A minha ideia era feri-lo tanto e fazê-lo ter tanto medo, que mesmo no conforto de seus amigos ele não contaria a verdade, por mais que fosse tentador.

Só existem duas coisas para mim, medo, e amor. E é o medo que eu imponho em meus inimigos, principalmente aqueles que vestem um terno e levam consigo o nome do governo mundial. Feito tudo isto, estava tudo acabado. Finalmente. Uma boa quantidade de berries comigo, mas, quanto será que custam essas jóias? E também... - Será que alguém sabe pra que serve isso? – Pegaria a bussola esquisita que estava em meu bolso e levantaria, mostrando para meus companheiros. Eu ainda tinha algo para fazer, minha filha... Minha querida filha poderia estar em perigo, mas acho que a maior ameaça foi-se embora. Preciso encontrá-la, será que os agentes estão com ela? A minha grande questão era, será que essa bussola pode me levar até ela? E somente por isso que eu gastava tempo com aquilo.
Histórico do Dantão:
 


Spoiler:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQua 31 Jan 2018, 06:22

Edmund Dante e Elise Von Bernstein





Era notório que todos os revolucionários que lutaram bravamente ali na casa estavam aliviados por todo aquele embate ter terminado com sucesso para o lado vermelho. Alguns após terminarem de retirar os corpos de companheiro e agentes do local comemoravam e ali entre os que estavam alegre estava Elise que aceitava o pedindo de Nejima repousando sua mão sobre a do major e assentindo com a cabeça em sinal de aprovação. Enquanto andavam a jovem indicava o local do ferimento que havia sofrido com o tiro de Jimmy - Entendo o homem olhava para a jovem e logo em seguida voltava sua atenção para frente onde já podiam ver uma improvisada enfermaria feita com algumas da várias cadeiras e mesas que haviam pelo local. Se sentando em uma das cadeiras a jovem mostrava seus ferimentos, enquanto desfazia o nó em seu braço revelando o ferimento no ombro - Temos um belo de um ferimento aqui mocinha dizia um velho que parecia ser quem tratava dos feridos ali - Esse é o Irineu, ele é meio estranho, mas é um bom médico o major falava se acomodando também em uma das cadeiras - Eu só pude chegar agora e vejo que muitos morreram, enfim vamos tratar esses ferimentos o velho começava a mexer em sua bolsa pegando alguns equipamentos necessários para retirar a bala alojada no ombro da jovem - Tome, você deve precisar morder algo para suportar um pouco da dor, já que é um procedimento rápido não vou te anestesiar o médico estendia um pedaço de pano para a jovem.

Não demorou muito tempo para que o velho retirasse a bala e para que Elise estivesse com seu ombro e perna devidamente enfaixados - Pronto, evite movimentos bruscos com o braço do ombro ferido o velho dizia e em seguida voltava sua atenção para outro revolucionário que havia chegado ao local. A curiosidade sobre o estado de Sara crescia na espadachim e por isso ela perguntava para o major a situação da ruiva - Ela está bem e alguns minutos antes eu vi ela junto do Dante o homem rapidamente respondia o questionamento da jovem que novamente pedia explicações sobre os outros revolucionários que haviam morrido - Cerca de 28 perdas com um tom de tristeza o major respondia a nova pergunta da jovem. Após ter todos os seus questionamentos respondidos a jovem se ajeitava sobre algumas cadeiras para que pudesse descansar um pouco.

Nosso outro protagonista Dante já descansado, aproveitava a boa sensação da vitória para enaltecer seu ego por ter sido um dos "arquitetos" para o resultado satisfatório na batalha. Se encaminhando para um dos agentes que haviam amarrado antes mais precisamente o grandalhão que já estava irritado o ruivo boxeador pisava sobre a panturrilha do homem o forçando a ajoelhar e dando uma volta pelo agente para então encara-lo dizendo com um sorriso sádico que ele iria dessa vez viver - Acha mesmo que é você quem decide isso!? o grandalhão bradava questionando o ruivo. Se aproximando do agente o ruivo passava a olha-lo seriamente dizendo que ele não iria sair dali sem antes reverenciar o boxeador que já havia obrigado o homem a tal ato. Batendo incessantemente no rosto do homem Dante falava para ele que deveria pegar seu den den mushi para falar que não existiam revolucionários em Centaurea e que os agentes haviam sido emboscados no meio do caminho - Tudo bem, mas para de me bater! o homem buscava o den den mushi em seu bolso. Depois que o agente ligara para seus superiores o ruivo o libertara o deixando correr pela sua vida e não voltasse tão cedo para ali.

Após tudo acabado o ruivo já se perguntava o preço das joias de bijuteria que havia pego com os agentes que haviam sido presos. Retirando uma diferente bussola de seu bolso ele perguntava aos seus companheiros se alguém sabia como funcionava o objeto - Eu sei Sara se aproximava do ruivo - Sendo direta, você deve pingar seu sangue nesse orifício azul para que então possa encontrar alguém com laços direto de sangue e assim você deve girar seu corpo até que ache a direção certa quando a pedra no centro da seta brilhe, já que não há agulha móvel a mulher terminava de explicar quando já estava ao lado do homem. Aquela bussola nas mãos de Dante seria bem útil para ele finalmente reencontrar sua filha e seu pai, talvez ambos estivessem com os agentes, mas o boxeador só saberia realmente quando os achasse.
Off:
 

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Irineu:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQua 31 Jan 2018, 09:28

O incidente já havia passado, o pessoal se encontrava sob descanso e pelo visto vasculhar corpos não fora uma ideia original o bastante, sendo o Dom possivelmente o menos '' Beneficiado '' do saque, resmungava para o pobre defunto, o caçoando por ser um plebeu insolente e não possuir mais dinheiro. Era claro que ali estavam revolucionários, logo seria possível observar um jovem, seus gritos demonstravam um sotaque peculiar... Havia também inclusive uma mulher pálida o bastante para amedrontar o nobre portgálio, estava a receber cuidados no local, curiosamente, o nobre homem decidira investigar quem eram estas pessoas de perto, para não enfurecer os burgueses que aguardava no exterior do edifício, Ineel os convidava para adentrar o local, lhes contando que o embate já havia acabado.
O Ar de morte se aprofundava cada vez mais ao olhar do nobre, ergueria a mão direita como um guia a seus acompanhantes financiadores, abrindo contornos pelo caminho de corpos e rastros de batalha, neste momento até mesmo nobres se sentiriam com pulgas nas orelhas... Além de que, aquela mulher de hipotese alguma não parecera uma pessoa comum ao portgálio.
'' Uma mulher desnutrida desta forma, só poderias ser uma meretriz má sucedida ora pois'' - Pensava ao comparar com a meretriz que outrora havia conhecido no bordel.
O Dom caminharia até a enfermaria improvisada, rumo a desconhecida mulher alienígena, se aproximando, se esgueiraria ao possível médico que estaria encarregado aos cuidados da pobre moça, com um tom de voz suave, buscando ser discreto, diria ao mesmo. - Pois bem meu senhor,  vosmicê poderias por obséquio me informar sobre quem é aquela  rapariga esverdeada? pois ao parecer-me que esta sois uma meretriz aparentemente desnutrida... Seria a pobre mulher anêmica, desprezada e desprovida de boa atuação em seu ofício? -
Antes mesmo da resposta, elevando cada vez mais a sua curiosidade, o nobre retrucaria rapidamente em quanto ouve. - A proposito, como serias teu nome sim? Perdoe-me pelo desprovimento de cortesia, cá estou, me apresento como Dom Ineel para vós, estes são meus companheiros, Hector e Vincent, como poderíamos chama-lo vosmicê? - Diria, apresentando meus financiadores a este. Ao ouvir com bom som o nome do médico, uma leve gargalhada não escaparia a situação, o momento pedira por isto. Hehe, Irineu! vós não sabe nem eu! - Diria após ouvi-lo, apresentando um trocadilho com o fantástico nome, a distração do momento teria seu fim, relembrando rapidamente os gritos do jovem ruivo, que além de possuir um sotaque familiar, havia pronunciado '' Shurima '' um antigo reino aliado a portgálio, a curiosidade se ascendia em sua mente, como uma chama intubada prestes a decolar, a curiosidade de fato decolaria mas da boca do nobre Dom, desferidas ao vento em direção ao misterioso rapazote ruivo.. - Quem vós grita, rapazote escarlate? E d'onde se dá sua pátria mãe? - Diria em sua direção, buscando a resposta para o mistério em sua mente.


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Última edição por Ineel em Ter 06 Fev 2018, 17:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptySeg 05 Fev 2018, 18:38

Night Night

Eu já esperava que a "enfermaria" não seria grande coisa, afinal, a batalha ocorrera dentro de um bar. Havia um velho com aparência bem estranha no qual Nejima dizia ser o médico, fiquei com certa repulsa de aproximar-me dele, mas não parecia haver outra opção a seguir. Ele retirou alguns objetos de sua bolsa, dentre eles um pano que estendia a mim. Se eu pude entender bem, ele sequer usaria anestesia para retirar a bala de dentro do meu braço, fiquei um pouco trêmula ao imaginar qualquer uma daquelas estranhas ferramentas dentro de mim, mas logo agarrei o pano, ainda receosa, e o dobrei num formato esférico, colocando-o em minha boca e pressionando com os dentes. - ..Cacete.. - Apesar de rápido, retirar a bala foi bem mais doloroso do que esperava. Mordi o pedaço de pano sem hesitar e acabei soltando um murmúrio de dor, com a boca tampada pelo pano duvidei que aquela singela expressão de dor soasse entendível. O resto do tratamento fora tranquilo comparado com a retirada da bala, logo estava enfaixada, pronta para descansar.

Se tive um momento de alívio ao cuidar de meus ferimentos, a notícia de Sara me desanimou. O tal do Dante ainda estava vivo e pior, junto a ela. ”Parece que essa eu perdi” Meu semblante triste acompanhou o de Nejima, obviamente não pelos mesmos motivos. Dei um jeito de arrumar as cadeiras formando uma cama improvisada, o suficiente para descansar um pouco. Colocaria ambas mãos sobre a nuca, encarando o teto acima de mim. Soltaria um pequeno suspiro, tudo que passei desde que entrei nessa organização valera a pena? Incontáveis emoções tão intensas e ainda não descobri. Fecharia os olhos lentamente, vendo a imagem do teto ficar cada vez mais embaçada até que sumisse por completo. Era hora de dedicar um pouco de tempo para mim.


~ Sonho: Início ~

A chuva batia com força no chão, mas eu vestia uma capa amarelada que me protegia. Caminhei em linha reta conforme as pancadas de água se tornavam cada vez mais violentas tendo que levar minha mão a frente da testa para tentar enxergar poucos metros a frente. Um caminho desértico, com uma aparência que em nada lembrava a pacata Centaurea Island. Seria....Shells Towns? Impossível, não havia meios de eu ter chegado até ali estando no South Blue, mas aquilo era a menor de minhas preocupações. Relâmpagos cortavam o céu no mesmo ritmo da correnteza que se formava no caminho.

Não havia outra escolha a não ser acelerar o passo e a cada passada o nível da água aumentava, em sintonia vinha um grito agudo, fino demais para ser de um adulto. Era um choro de bebê que não parava de martelar dentro da minha cabeça, soava estranhamente familiar. Porém o barulho cessou-se rapidamente conforme surgiam duas figuras, com vestes parecidas com as minhas, colocando algo no chão. Mesmo com o passo acelerado, elas corriam muito mais rápido do que eu, sumindo em um piscar de olhos quase como se estivessem desfazendo-se em meio a tempestade. Me aproximei com cuidado do que havia sido deixado por trás, estava coberto por trapos coloridos e com um pequeno buraco deixado para respirar. A tempestade esvaiu de uma só vez, retirei o capuz da cabeça encarando o que estava largado no chão, foi nessa hora que senti um arrepio descer pelas costas, meu corpo fraquejou quando fui descobrir o rosto da recém-nascida, de imediato, uma lágrima caiu ao chão.

Era eu.

~ Sonho: Fim~

Acordaria espantada em resultado ao pesadelo que tive. - Merda, vocês pararam de aparecer a tanto tempo. - Como reação cobriria os olhos rapidamente com minhas mãos, balançando a cabeça numa tentativa fútil de esquecer o que vi. Olharia em seguida o estado dos meus ferimentos. Ajeitaria o corpo na cama improvisada, pondo-me sentada. Alongaria meus braços, soltando um pequeno bocejo para logo em seguida cobrir a falta de educação com uma das mãos. - Por quanto tempo eu dormi? - Daria uma pequena puxada na primeira pessoa que passasse por perto.

Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQua 07 Fev 2018, 02:12

Take This Blood, They Will Never Die...






É, eu estava mais do que certo quando disse que os deuses estariam ao meu favor seguindo este caminho. Parece, cada vez mais e mais, que o destino se encaminha para isso, para o meu mais profundo desejo, Família. Sem pensar nem mesmo por um segundo mais, iria de encontro desesperadamente pela primeira coisa laminada que eu encontrasse, qualquer coisa afiada serviria. Com desdém, iria delicadamente passar sobre a palma de minha mão e rasgar um pequeno corte para sair sangue, e por fim depositando meu sangue, fé, e amor na bussola. Não me importaria com aquele pequeno ferimento, só queria salvar eles de uma vez, até que eu seria interrompido por um meliante de sotaque e roupas bem estranhas. - Quem vós grita, rapazote escarlate? E d'onde se dá sua pátria mãe? – Seu sotaque me era bem familiar, de dias longínquos. Mas eu não conseguia me lembrar bem, seu modo de falar era claramente de um nobre, porém só isso. “Não tenho tempo para isso!” – Certamente não é o cu de sua mãe – Diria com uma expressão neutra, enquanto seguraria firmemente a bussola e sairia correndo na direção indicada por fim gritando no caminho – SARA, NEJIMA, SE VÃO ME AJUDAR AGORA É A HORA!!! – Mudando totalmente meu semblante para sério, acabaram todas as gracinhas agora.

Se eles não viessem para me ajudar, eu não ligaria, já gastei muito tempo parado e muita coisa pode ter acontecido, não perderei um segundo mais. Não é medo que vai me parar agora, e também sei que posso acabar com aqueles desgraçados sozinhos se preciso. A verdade é que já senti isso antes, é como um deja vu, estou correndo em direção a minha família sem saber o que esperar, talvez o pior... Mas dessa vez eu vou saber como agir, é diferente! A única coisa que me afeta agora é saudade, de ter minha filha em meus braços e os conselhos precisos daquele velhaco fudido... Não sei direito nem se me lembro da voz deles, tantos meses, o que eu devo falar para ela?

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptyQui 08 Fev 2018, 03:41

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein




Não demorara mais do que alguns minutos para que Elise acordasse espantada com o pesadelo que tivera enquanto dormia. Como reação ela cobria seus olhos com suas mãos balançando a cabeça numa clara tentativa falha de esquecer o que havia acabado de ver. Em seguida ela olhava o estado de seus ferimentos devidamente tratados e se ajeitava na cama improvisada por ela com as cadeiras que haviam ali próximas a "enfermaria". Se sentando ela alongava seus braços e soltava um pequeno bocejo que contagiava um homem ali perto mesmo que ele não estivesse com sono. A jovem então dava um pequeno puxão no médico perguntando-lhe por quanto tempo ela dormira - Por apenas uns minutos, mas você acordou num bom momento, pois agora encontrei alguém que possa escutar minhas histórias o velho médico começava a se empolgar e nesse momento estaria falando como uma matraca - Então eu iria começar a brigar com ele... o velho não conseguira completar a frase, já que era interrompido por uma voz conhecida pela garota - Elise! Sara gritava enquanto se aproximava da jovem, ela havia visto a situação da jovem quando estava ajudando Dante com sua bússola e por isso estava ali - Eu estava contando uma história minha pra ela! o médico bradava irritado com a ruiva por ela ter o interrompido - A maioria dessas histórias são coisas da sua velha mente, enfim como você está a atiradora voltava agora sua atenção novamente para Elise.

Ineel por outro lado havia demonstrado interesse por Dante e por Elise que para ele estava pálida o suficiente para assusta-lo. Não querendo enfurecer os nobres financiadores que o acompanhava o Dom chamava o grupo para adentrar o local também antes de realizar qualquer investigação - Finalmente! Hector tomava a frente dos outros dois e parecia estar chocado com a sangrenta batalha que ocorrera ali na casa revolucionária, já os outros dois entravam calmamente sem mudar suas expressões. Eles então começavam a caminhar em direção a enfermaria e enquanto isso o atirador pensava que Elise era uma mulher desnutrida e que por estar assim era uma meretriz má sucedida comparando-a com Carlota. Próximos a enfermaria o Dom perguntava pela jovem esverdeada aparentemente anêmica, mas antes que o médico pudesse responder Ineel emendava outra pergunta sobre o nome do médico e apresentava a si e os outros 3 financiadores - Oh, me parecem serem homens importantes e por isso responderei com calma suas perguntas Irineu se virava para conversar com os homens, enquanto deixava a espadachim conversando com Sara - Ela é uma moça que se alistou recentemente para o exército e não está anêmica nem muito menos é uma meretriz apenas é estranhamente verde, a propósito me chamo Irineu dizia calmamente com seus olhos fixos em Ineel, mas não pudera evitar um riso provindo do trocadilho feito pelo Dom - Gostei deste trocadilho o velho parava de rir, mas se mantinha com uma expressão alegre em seu rosto. Após a brincadeira o atirador voltava sua atenção para Dante que despertava mais sua curiosidade, já que o nome proferido pelo ruivo "Shurima" era do Império aliado a Portgália.

Dante por sua vez estava certo de que os deuses estariam ao seu favor seguindo esse caminho o encaminhando para o seu desejo mais profundo reencontrar sua família. Rapidamente ele procurava um objeto cortante para que pudesse pingar seu sangue e assim achar sua filha através da bússola de tecnologia ainda desconhecida. Ele encontrava uma faca que um agente deixara cair quando morrera e com desdém passava a lâmina delicadamente pela palma da sua mão realizando um corte médio o suficiente para que pudesse pingar seu sangue ali, o ruivo já nem se importava mais com ferimentos só queria pode encontrar sua família rapidamente. Nesse momento ele era interrompido por Ineel que perguntava sua pátria mãe, o sotaque nobre fazia com que o ruivo recordasse momentos longínquos, mas nada ao certo e assim ele respondia de maneira "rude" a pergunta feita pelo atirador para então seguir atrás de seus familiares perdidos. Com o sangue pingado ele procurava a direção e vira a pedra brilhar quando girou seu corpo para o noroeste. Dante então pedia ajuda para Sara e Nejima, mas ambos não poderiam acompanha-lo e por isso o homem começava a correr sozinho na direção que o objeto apontava. Apenas a saudade o afetava no momento, de ter sua filha em seus braços e ouvir os conselhos de seu velho pai. Finalmente depois de viajar por todos os blues os procurando ele poderia revê-los novamente.

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptySex 09 Fev 2018, 20:02


O fardo que eu carrego
Nunca fica mais leve

Caralho nejima, ele tinha me dito que iria me ajudar caso eu o ajudasse. Nada disso, só gastei meu fôlego. Pelo menos deu pra amassar a cara de alguns agentes, pelo menos isso. Eu posso fazer isso sozinho daqui pra frente, mas o fato dele não cumprir com o trato me deixou com um pouco de raiva. “Aliás, será mesmo que foi o governo que os levou de mim?” Me pergunto, por um momento se haviam de fato sido eles os responsáveis. É estranho, pois já deveriam ter se pronunciado sobre o seqüestro ou algo assim, ninguém nem sequer citou o meu nome em todos esses conflitos... Uma pena, farei eles se lembrarem do pior jeito possível o nome da minha família, essa merda de vida que me fizeram levar por tantos anos finalmente teve um fim, e agora vou acabar com todos eles. Em meu caminho, não mediria esforços para continuar correndo a todo vapor, cada vez mais e mais motivado, com um olho no horizonte e outro na bussola.

Meus pés ficariam cada vez mais leves, carregados apenas por raiva e felicidade, ironicamente. – AAAAAAAAAASSSSSSTRRRRIIIIID!!! – Proferia um único só nome, antes de parar repentinamente, fechar meus punhos e encher em uma fração de segundos os meus pulmões para soltar tudo para fora, assim que avistasse minha filha. Correndo sem parar, sem fôlego, arquearia minha coluna para frente gesticulando com o indicador um segundo – Um... Minutinho... Amigo, Humpf Humpf – Ofegante puxando e soltando o ar, provavelmente teria parado próximo de algum inimigo, e assim, imprevisível iria levantar-me imediatamente e de surpresa enfiaria um soco com a esquerda de baixo para cima no queixo do primeiro, começando minha ultima luta. – FINALMENTE, o momento que eu tanto esperava! – Diria, com um sorriso estampado no rosto após socar esse inimigo, caso realmente houvesse algum. – Vocês vão pagar por cada dia – Me ajeitaria, ficando em guarda com os punhos cerrados na altura de meu rosto – Cada misera noite – Daria um pequeno passo para trás com a esquerda, deixando a direita na frente e flexionando minhas pernas levemente para ficar firme. – Andando no escuro, sem saber pra onde ir procurando pela única luz que me restava nesse mundo de merda! – Angustia e raiva, só poderia ser notado isso em minha voz. Agora eu finalmente estava com a guarda montada, pronto para soltar todo o gás que restava. – SEUS FILHAS DA PUTA!!! -


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 10 EmptySex 09 Fev 2018, 22:58

Uma relação de amizade já era desenvolvida com o velho Irineu vós não sabe nem eu, ao menos alguém no local era lúcido o suficiente para o Dom, já que o misterioso ruivo acaba por ignorar o portgálio por completo e de forma má educada, porém seu timbre de voz e sua aparência jamais seria esquecida, em sua mente algo estava se encaixando, a voz do jovem... '' Ora, quem afinal este rapazote pensas que é? É provável que não valha um pentelho seco de velha! Embora, cá d'onde estamos não se encontras sotaques como estes... Ah, o fixe nobre! '' - Pensava o Dom, enfurecido com a atitude do ruivo misterioso. Por outro lado, a rapariga esverdeada acabara por despertar e logo como de praxe de portgália, saudações seriam requeridas, a aproximação delicada era feita como o de um biólogo analisando uma nova espécie, certo de que a mulher não se da por uma existência normal, após analisa-la por completo tomaria por cuidados para não ser atacado pela espécime esverdeada. - Pois bem, apresentar-la ei meu nome minha gaja, chamo-me Dom Ineel, aparentemente e naturalmente não possuis boa maestria em dar-lhe cambalhotas hehe, pois vossa coloração não se engana. - Indagava com uma piada em relação a coloração pálida da pobre mulher.
Como de fato, uma espécime fêmea estava a sua frente, mesmo que por características diferenciadas, a mesma apresentava por ter bons atributos de corpo  oque atrairia o Dom para examinar mais uma vez a moça, tentando toca-la com o dedo indicador direito em suas bochechas de modo a descobrir novas expressões faciais da mesma, onde chegaria a conclusão de fato que não se tratava de uma meretriz, uma revolucionária pálida, que havia consagrado o local com uma formosa luta.. Era no mínimo atraente o suficiente para o Dom, que agora ansiava pela amizade com a mulher. - Perdoe-me os modos milady, percebo-me de facto que possuis habilidades de combate aguçadas, pois afinal oque ocorrestes a ti neste chão de sangue? - Diria, se desculpando pelos modos.
Ouviria atentamente as palavras da mulher, em quanto que buscava por catalogar suas expressões faciais, buscando por conecta-las as possíveis emoções da mulher para adivinhar seu possível status emocional presente, passando um ar de atenciosidade. Confiante de que, após receber um segredo a mulher não o espalharia como o vento. O Dom se aproximaria mais uma vez, desta vez cochicharia aos ouvidos da moça . - Queres saber de um segredo, sim? - Seria dito, cuidadosamente, tendo uma resposta positiva, o Dom a contaria sobre a formação de sua sociedade secreta, e todo seu objetivo para com a destruição total do governo mundial, ao final, convidaria seus dois nobres financiadores e membros para lhes apresentar a moça e logo a convidaria para se ingressar ao grupo.

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