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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Emerald Lady Strikes

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MensagemAssunto: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyQui 15 Dez 2016, 14:17

Relembrando a primeira mensagem :

Emerald Lady Strikes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySeg 04 Dez 2017, 13:12

Fighting is Magic



Por maior que o orgulho fosse meu espírito de batalha cedia as limitações que todo ser humano possui. Meus pulmões ansiavam por ar, energia que preenchesse tudo que fora gasto até agora e, de imediato, me via com as mãos sobre os joelhos, ofegante. Como os agentes do governo ainda estavam de pé? Não só eles, os revolucionários também. Nejima foi hábil suficiente com as palavras e pelo que eu observava o número de baixas do inimigo parecia se igualar com o nosso. O que dava forças aos agentes? Não havia um motivo racional para que tantos homens entregassem suas vidas assim. Só podia haver uma, uma única razão. "Sim, Sim! É por isso que Sara pediu para proteger Nejima! Com um adversário cego a minha frente e com um razoável espaço entre nós, creio que haveria tempo suficiente para refletir sobre. Era óbvio. Assim como nós, os agentes possuíam um líder. Alguém que fosse, no mínimo, acima da média. " Se eu derrubar esse cara, o jogo vira ao nosso favor" Senti um sorriso de ponta a ponta percorrer minha face.

Quando lutei na loja de Daichi havia um inimigo que não pude enfrentar. Seu nome era Jimmy e ele era uma espécie de mentor do agente azulado, será que ele também estava aqui? Se sim, era ele quem devíamos eliminar. Para falar com Daichi, um dos homens mais influentes da cidade, pouca coisa ele não era. Não só ele como o pequenino anão também. Nejima não deveria estar tão longe de mim, localizá-lo seria fácil. Porém eu ainda tinha de finalizar com o agente a minha frente.

Ficaria atenta a sua movimentação. Se continuasse a procrastinar botaria meu plano em prática. Daria uma forte pisada em sua direção - É o seu fim - Com os olhos feridos era mais do que certo que o desespero tomaria conta do homem. Mas ai estava toda a surpresa, deixaria o paspalho se contorcendo e remexendo a espada no ar sozinho. Daria pequenos passos na direção oposta me distanciando causando o mínimo de ruído possível, para que o homem ainda acreditasse que eu estivesse na ofensiva. - Desgraçado, você me acertou! Mas agora você morre! Ainda recuando, alimentaria as esperanças do homem enquanto procurava por Nejima. Considerava bem improvável que o homem me atacasse, se nem com a visão boa ele o fez, não teria essa ousadia sem poder me ver, mas estaria pronta para isso e realizaria esquivas sempre movimentando-me para trás e afastando-me o máximo possível do infeliz. Seu estado emocional faziam-no desferir ataques aleatórios, não precisaria pensar muito para esquivar.

Assim que o líder revolucionário estivesse no meu campo de visão, bradaria - Nejima! Eu sei como acabar com isso! Chamar atenção dele não deveria ser difícil mas se fosse necessário também gesticularia com as mãos, arquearia as sobrancelhas e deixaria bem claro que ele TINHA de vir até mim. - Precisamos achar um agente chamado Johnny. Ele possui olhos azuis e cabelos da mesma cor, curtos. Ele foi o responsável por atacar a loja de Daichi e eu tenho certeza que é o líder dos agentes . Sim, ouvir isso de uma novata soaria estranho mas não haviam muitas opções, o número de baixas só aumentava e o cansaço pendia para ambos os lados. - Sem seu líder, eles tem de desanimar! Vamos. -esperava que o líder revolucionário acompanhasse meu movimento. Concentraria o restante das minhas forças em uma grandíssima explosão, impulsionada pelo desejo de vencer percorreria o bar em busca do atirador.

Não havia nada mais para me importar. O ruivo? provavelmente estava morto. Sara? Meros desejos carnais, eu consigo isso depois. O que importava agora era minha vida, talvez o breve descanso que tive fez a razão falar mais alto que a adrenalina. "Jimmy." Suspiraria. - Acho irônico você ter matado aquele agente. Essa luta seria bem melhor se ele estivesse aqui. - Quando achasse o homem não deixaria de provocá-lo. Era minha válvula de escape para tudo, desde meus traumas as ofensas que guardava. De todos que os agentes ele deve ter o ranking mais elevado. Afinal, matou o próprio companheiro sem pensar duas vezes. Tinha que pensar, bolar a estratégia certa para lutar. O homem era mais forte que o azulado que enfrentei na loja mas mesmo assim - Ele continuava sendo um atirador. Se ele já se destacou, foi por sua habilidade com armas e não força física. Eu tinha de atacar com tudo, não deixar brecha alguma para que ele conseguisse distância. Se Nejima realmente fosse comigo, as coisas seriam mais fáceis mas mesmo se não fosse eu não deixaria de confrontar Jimmy.

Não havia outras alternativas a não ser confundir o agente e atacar com tudo, inibindo que sequer tenha chances de utilizar sua arma de fogo. Novamente, colocaria minhas pernas no limite e usaria de tudo que meu corpo oferecia para lançar-me em sua direção no menor tempo possível. Vale lembrar que antes disso, eu guardaria minha Katana na busca pelo agente e só nesse momento, na investida contra o mesmo, ela seria novamente desembainhada. Começaria com um simples movimento, com ela em mãos eu atacaria o agente movimentando a espada contra sua barriga, porém o movimento não terminaria por ai. Aquilo tudo se tratava de uma finta, novamente utilizaria da minha técnica: Malachite Series: Alternative Stab. E jogaria a espada para outra mão, mirando uma estocada desta vez bem ao meio do peitoral. Não havia avistado o oponente até então, a chance dele ter visto a técnica em execução era quase nula, então já começaria com certa vantagem. Com êxito ou não, continuaria a atacar o homem, dando mais passos em sua direção e diminuindo a distância entre nós, não estava disposta a dar oportunidades para um possível contra-ataque. Realizaria um corte de cima para baixo por toda a parte frontal de seu tronco. Se o agente se esquivasse da técnica, acompanharia o movimento de seu corpo e realizaria um corte diagonal contra o mesmo. Se ele se esquivasse de qualquer ataque posterior, botaria mais pressão, acelerando meu passo, e tentando duas estocadas consecutivas contra sua barriga. Porém se conseguisse acertar todos os ataque que imaginei até então, finalizaria minha investida com um corte que passasse por seus dois joelhos. E, se por algum milagre ele se esquivasse dessa última tentativa, tentaria acertá-lo um pouco mais a cima com um corte horizontal visando suas coxas.

As chances de Jimmy sacar sua arma e disparar antes que eu pudesse tomar a ofensiva eram grandes, e eu estava preparada para o caso disso ocorrer. Não pararia minha movimentação, mas alternaria meus passos dando pequenos saltos para a direita e esquerda, a movimentação em zigue-zague era o melhor que uma espadachim poderia utilizar contra um atirador. Não só isso, fitaria a arma que empunharia contra mim, focando no dedo que estaria a centímetros do gatilho. Assim que visse esse dedo se movimentar para trás - Uma clara tentativa de disparo- agacharia-me como um todo, caso a arma estivesse apontada para qualquer parte do meu corpo da barriga para cima, deixando com que o tiro passasse por cima. Se por outro lado o tiro fosse mirando nas pernas, pressionaria-as brevemente sobre o chão e lançaria-me para a lateral. Quando chegasse próxima o suficiente do homem, moveria-me para o lado do mesmo braço que empunhava a arma e segurando a espada, desta vez com as duas mãos, desceria-na contra o braço do homem. Decepá-lo parecia ser a solução mais fácil de acabar com o atirador. Se ele conseguisse se esquivar desse ataque, cortaria-o, desta vez me movendo com uma velocidade considerável para trás dele. Junto a isso, rasparia a lâmina contra o infeliz, e continuaria a me movimentar até estar de frente com o mesmo.

Se o homem tentasse contra-atacar em quaisquer um desses momentos, mesmo que fosse a base das coronhadas, manteria o jogo de pés em ritmo incessante. Não só confundiria-o durante a investida, mas também ao decorrer da luta. Realizaria esquivas rápidas, precisas, sem aumentar a distância entre nós, sem brecha para o homem ganhar vantagem em momento algum. Tentaria ródea-lo o máximo possível, deixando seus golpes passar em vão, para logo em seguida atacá-lo com um corte pelas costas na parte traseira de seus joelhos. Sequenciaria com mais dois ataques: Uma estocada em suas nádegas e por último elevaria os braços formando um semi-arco no ar . Atacaria na diagonal, desta vez com o cabo da espada, na lateral de sua nuca.

É claro que, no trajeto até o líder, outros agentes poderiam surgir em meu caminho. Não diminuiria o passo, quaisquer tentativas de obstruir meu caminho seriam defletidas. Tentaria passar de todas as formas possíveis, seja pelo lado ou até mesmo passando entre pernas dos inimigos, se houvesse espaço. Caso persistissem, usaria o que estivesse a minha disposição para livrar-me deles. Sejam mesas, cadeiras, ou até corpos de outros combatentes, arremessaria em suas direções e logo em seguida continuaria na busca por Jimmy.

O dia já havia cessado, e a luz do luar era uma das poucas fontes de iluminação no bar. Junto ao sol, cessava o ânimo de muitíssimos combatentes. Os que ainda não morreram carregam um fardo tão grande em suas costas, inclusive a minha pessoa. Não importa se aqueles inúteis morreram, eu vou viver, ver o amanhecer de outro dia. Sentir os raios de sol iluminando meu corpo e a vontade de desbravar o mundo também. Liberdade, não é irônico? Algo tão precioso, retirado de nós por esse governo nojento. Acho que eu finalmente entendi o ponto dos revolucionários. Liberdade..


Você será minha.
Malachite Series:
 

Histórico da garota Chuchu:
 


OFF

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Última edição por Davi King em Sex 08 Dez 2017, 09:23, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyTer 05 Dez 2017, 00:03

Stars they fall... All for you










Minhas mãos já estavam ficando trêmulas por não poder saciar meu vicio depois de tanto tempo... Ahh o fruto dos deuses, diria até mesmo melhor que as maçãs de Yggdrasil. Ou será que elas são as maçãs que tanto falam, e nós humanos não sabemos? “Talvez seja por isso que possuo tamanha destreza em combate Haha!” Meu espírito pegava fogo novamente, a cada mordida, um milhão de sensações positivas e um sentimento latente de abastecimento. Eu estava pronto novamente para a batalha, e dessa vez mais do que nunca. Meu coração ansiava pela batalha, só de ficar alguns segundos fora dela meu corpo inteiro estremecia, afinal, meus companheiros estavam lá correndo risco de vida. “Mas valeu a pena” Pensei, quanto às goiabas. Imediatamente me levantaria do chão e fecharia a mochila com o que restava dentro, e com a fidelidade de um pinguim com seu cônjuge correria implacavelmente de volta para o combate, almejando o fim logo para retornar à minha família, como todo bom pinguim.

Como um dragão, avançaria sem nenhum temor em direção aos meus inimigos enquanto correria. Dessa vez não ficaria sozinho, eu precisava mesmo encontrar meus amigos. Nejima... Sara! Meu coração palpitaria mais ao lembrar-me da ruiva, uma mulher em meio à batalha. Quer dizer, eu nunca vi ela lutando, não parece ser do tipo que derrubaria alguém como o grandão lá atrás. E com o aspecto de um dragão também, em meus avanços derrubaria meus alvos. Enquanto estivesse correndo, minha estratégia seria ajudar o máximo possível de aliados com socos frontais no lugar mais acessível do inimigo que estivesse no meu caminho, faria isso no caso três vezes. Sempre usando o impulso da minha corrida junto do peso do meu corpo, pra acertar prioritariamente o rosto ou alguma parte do tronco pra desestabilizar o oponente. Iria agir como um suporte geral para todo mundo com os socos, isso tudo enquanto procuraria por Sara. “Essa garota... mexe comigo” Era o que eu pensava, toda vez que me lembrava de seu sorriso. – AE SARA, TRAZ O LITRÃO, QUE HOJE EU VO COME ESSES AGENTE NA PORRADA! – Com entusiasmo, vociferaria assim que encontrasse a garota. Se ela estivesse ferida ou cercada por inimigos, não hesitaria em ajudar bloqueando, ou se me restasse algum soco. Depois de encontrar Sara, seguraria a mesma pela mão e iria correr pelo estabelecimento inteiro interferindo lutas e bloqueando adversários, para os aliados contra-atacarem. Assim seria o suporte de todo mundo ali.  – Podem Vir que EU TO PEGANDO FOGO!!! – Gritaria animado pela luta novamente, depois de um bom descanso acompanhado de goiaba. Com um sorriso sincero no rosto, ajeitaria minha manopla direita com a mão esquerda, simbolizando um gesto de “estou pronto”.

Desta vez todos os meus bloqueios se basearão em segurar a arma do oponente, fosse um braço ou uma espada, até mesmo uma pistola. No entanto, é claro que diversificaria de combatente para combatente. Sendo assim, para socos chutes e investidas de espadachins, iria avançar diretamente no membro que seria manejado contra mim, tentando segurar este de modo que não eu não saia ferido, sendo um chute pararia com a palma da minha mão oposta sobre a canela do adversário, segurando logo de seguida com as duas para Pará-lo e deixá-lo desequilibrado com uma perna só.

Um corte na horizontal eu colocaria ambas as mãos protegidas contra a lâmina, botando minha força ali e puxando o inimigo pela própria espada, fazendo-o girar de costas botando minha força para o mesmo lado que seu golpe iria anteriormente, e então colocaria meus dois braços por baixo dos seus sovacos chegando com as mãos até sua nuca prendendo-o comigo. Corte frontal e vertical iria virar meu corpo para o melhor lado, dando um passo para este e levando meu pé de apoio junto para não ser ferido enquanto o corte passaria do lado, segurando o inimigo pela espada novamente com o mesmo prosseguimento.

Um soco seria parado pela minha melhor palma também se fosse frontal, mas fazendo qualquer curva iria utilizar de minhas duas mãos para agarrar o antebraço do agressor, recuando o meu corpo ou a área que ele tentaria atingir, para então segurar seu braço nesse mesmo momento. Fitaria atiradores sempre dando passos falsos, primeiramente em zig zag, e depois alternaria de modo imprevisível para não ficar óbvio até chegar ao mesmo. E ai iria avançar contra o mesmo em direção as suas mãos, tentando tomar sua arma ou pelo menos puxar seu braço em minha direção fazendo-o girar de costas para imobilizá-lo agarrando-o com meus braços por debaixo dos seus levando minhas mãos até sua nuca, um clássico agarramento. Partindo de todos esses bloqueios “imobilizadores”, os usaria já que não poderia atacar por tê-lo feito em minha correria. Alertando o aliado em questão para bater no inimigo enquanto eu o agarrava – Vamos lá mete o pau!  -

Spoiler:
 


Histórico do Dantão:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyQua 06 Dez 2017, 09:49

A indecisão de hector enfurecia o nobre portgálio, mas logo seria necessário esconder a fúria, pois as taças se encontravam sobre a mesa, o ordor penetrava profundamente sob o ambiente, aromatizado o bastante para agradar o paladar nobre. A meretriz me trazia mais um companheiro, o homem parecia inquieto, buscando não se arrepender da boa vinhada.
- Seja bem vindo senhor, estes são os lords hector e vincent, e eu sou Dom Ineel. Obrigado pela hospitalidade, e por esta bela moça que lhe apresentastes. - Diria, apresentando a todos.

Elevaria a taça aos altos, com um bom sorriso pediria a todos um brinde em nome da reunião. Em quanto olhava rapidamente a todas as faces, com um olhar aconchegante, buscando prender a atenção a todos, buscando que tenham vontade de descobrir o motivo de estarem todos reunidos. Um intenso suspiro, antes de mais um leve sorriso, o ápice da missão de vida do Dom chegava agora, com o apoio destes 3 homens, sua sociedade poderia ser formada e nutrida sem problemas, e rapidamente poderia se espalhar pelos quatro ventos.
- Lord vincent, gostaria de fazer as honras em contar para o dono do recinto, oque acabaste de descobrir hoje sobre o governo mundial e para que serve os impostos? - Encorajaria o nobre a me ajudar a convencer hector e o dono do bordel.

Contribuindo ou não, o Dom buscaria manipular os homens a mesa


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Ficha :
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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyTer 12 Dez 2017, 02:30

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein





Elise entrava em um momento de reflexão se perguntando como os agentes e os revolucionários se mantinham de pé lutando. A resposta era simples e estava a sua frente, um bom líder como Nejima podia ser capaz de energizar toda uma tropa apenas com suas palavras e fora exatamente isso que o homem fizera tão habilmente. Alguém acima da média sem dúvidas desestabilizaria um dos lados facilmente e assim a jovem pensara em derrubar o líder dos agentes do governo. Recordando-se da luta que tivera contra Eric na loja de carnes de Daichi a espadachim também lembrara de Jimmy o homem que não pode enfrentar e ainda que matara o espadachim azulado era ele quem precisava ser derrotado agora. Antes de localizar Nejima a jovem ainda precisava finalizar o homem a sua frente que finalmente começava a se acostumar a sua parcial "cegueira" e corria na direção da espadachim brandindo sua Katana atacando a jovem com golpes aleatórios. Enquanto se esquivava para trás a figura do Major entrou no campo de visão de Elise ela bradou dizendo saber como acabar com a batalha. Rapidamente o homem se aproximava e acabava com o agente próximo a jovem que em seguida começou a falar sobre precisarem encontrar o Jimmy dando também sua descrição de cabelos e rosto - Vamos em frente então! o homem assim como a jovem começava a correr pela casa revolucionária em busca daquele que provavelmente seria o líder dos agentes do governo.
Ao encontrarem o homem a jovem o provocava falando sobre a morte de Eric provocada pelo próprio Jimmy - Sabe eu sou uma pessoa até que bem amigável, mas meu único problema é ter pavio curto! o homem já se demonstrava irritado com apenas uma provocação. A jovem precisava derrotar o agente sem deixar brechas para que ele não se distanciasse e possivelmente acabasse com a luta num tiro fatal, com a ajuda de Nejima as coisas seriam certamente mais fáceis para a espadachim.

Com a Katana embainhada Elise novamente colocava suas pernas no limite iniciando novamente uma disparada até o agente, mas antes que a jovem pudesse tomar qualquer ofensiva Jimmy sacava seu revólver começando uma série de tiros contra a jovem. Mesmo desviando dos tiros em zigue-zague a jovem não conseguira evitar um de raspão em sua perna direita começando assim sangrar rapidamente. Sem se deixar a abalar a jovem continuava a correr até o agente e quando se aproximou tentou fazer o que parecia ser mais fácil para acabar com o homem, decepar seu braço. Utilizando de sua velocidade o homem se esquivava, todavia a jovem continuava agora tentando o cortar se movendo numa velocidade considerável para trás do agente. Com o revólver Jimmy conseguia bloquear a segunda investida da jovem, além de tentar derruba-la, mas falhara por ser um pouco mais lento que a espadachim. Por fim a jovem se movimentava até ficar de frente para o agente - Parece que você está tendo problemas aqui, talvez ele não seja pro seu "bico" o Major dizia para a jovem, enquanto desembainhava sua Katana - Quer morrer também? O agente questionava encarando seriamente a dupla.

Após seu momento com as goiabas, Dante fechava sua mochila buscando agora voltar para o combate. Desta vez o boxeador planejava não ficar sozinho em combate e por isso precisava encontrar seus companheiros. Apesar de não aparentar muita força Sara conseguia facilmente derrubar seus inimigos aliada também a sua pistola que ela carregava na cintura. Correndo pela casa revolucionária o ruivo agia como uma espécie de suporte para alguns de seus companheiros distribuindo socos em agentes na região do tronco e rosto isso tudo, enquanto ainda procurava por Sara. Assim que encontrara Sara em meio a multidão de agentes e revolucionário o ruivo com entusiasmo vociferava para a revolucionária o que a fazia sorrir singelamente. Segurando na mão da ruiva o boxeador corria por toda a casa revolucionária se intrometendo no meio das lutas agindo novamente como um suporte, porém dessa vez ele procurava bloquear os oponentes de seus companheiros para que houvessem contra-ataques por parte dos revolucionários. Em meio aos embates Dante gritava chamando os adversários para si com um sincero sorriso no seu rosto o que claramente irritava um dos agentes que estava por ali lutando - Você me irrita demais com esse seu jeito! um alto e musculoso homem bradava para o ruivo aquele era um verdadeiro brutamontes. Ao redor podiam se ver alguns revolucionários que o agente havia derrotado e que estavam no chão - Ele parece ser bem "parrudo" a ruiva sorria para o boxeador.

Minutos depois os barulhos do chão tremendo podiam ser escutados por todo o local devido ao seu tamanho acima do normal o homem fazia alguns sons quando pisava forte sobre o chão. Próximo a Dante o homem tentava um soco frontal no rosto do ruivo que com a palma frontal buscava parar o golpe desferido pelo agente. Rapidamente com suas mãos o boxeador também agarrava o antebraço de seu adversário recuando seu rosto para então segurar o braço do homem. Segurando o agente Dante chamava a atenção de um de seus companheiros que carregava um taco de baseball para bater no homem que ele agarrava, já que não poderia por ter o feito enquanto corria em busca de Sara agindo de suporte para seus companheiros. Com sucesso o revolucionário acertava a cabeça do agente o desestabilizando e também o fazendo tombar ao chão por causa do desequilíbrio a batalha chegava em seus momentos finais era nítido a evidente vitória dos revolucionários sobre os agentes do governo.

No bordel estavam todos sentados apreciando o show que estava acontecendo, talvez Ineel fosse o misterioso ali pelo seu método de convencer as pessoas apenas com as palavras até porque não se via pessoas assim todos os dias. A indecisão de Hector certamente o deixava enfurecido, porém essa fúria teria de ser escondida. Rapidamente o dom cumprimentava a chegada de Lavigne apresentando a si e os outros homens que também estavam ali apreciando as palavras que eram proferidas. Minutos depois o Dom elevava sua taça para o alto e com um sorriso pedia um brinde para os presentes ali - Um brinde a talvez uma grande amizade! Lavigne rapidamente brindava e tomava um pouco do vinho que tinha em sua taça. Com um tempo Ineel encorajava Vincent para que o homem pudesse dizer o que havia aprendido com o Dom para convencer o seu irmão Hector e o dono do estabelecimento a entrarem também para a sociedade secreta do portgálio - Pois bem, contarei tudo o que entendi o jovem sorria ao começar a contar sobre os impostos e o governo mundial. Alguns minutos depois do jovem começar a contar o que havia escutado Lavigne se mantinha entretido apesar de pequenas confusões o lorde contara esplendidamente o que ouvira de Ineel - Muito interessante, mas me conte mais Dom Lavigne agora passava a encarar com curiosidade Ineel.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyQui 14 Dez 2017, 19:44

The Good, The Bad and The Lady

Subestimar o agente foi uma das decisões mais idiotas que eu havia feito até o momento. Senti um ardor subir por minha perna se intensificando a cada passo que dava até atingir seu limite, sangrando. A dor alcançava seu ápice e se espalhava para além do ferimento, mesmo de raspão a sensação de tomar um tiro fora surpreendentemente ruim e eu não estava afim de tê-la de novo, não por agora. Seja lá quem fosse aquele homem, minhas suspeitas se confirmaram e ele realmente estava acima da média, nenhum daqueles agentes havia me acertado sem que eu conseguisse revidar. "Estar certa nem é tão legal assim" Desejei por um breve momento que ele fosse como quaisquer um dos homens que havia lutado até agora, suas vísceras estariam estiradas ao chão e eu seguiria para o próximo. "Não Elise, caralho! Isso é um desafio, não fique na sua zona de conforto! O que raios eu estava pensando? Mesmo que Nejima me ajude, se eu derrotar o homem mais forte dessa casa ganharei muitos pontos com o revolucionários, reconhecimento, admiração, tudo aquilo que procurei durante tanto tempo e, por mais singelo que fosse, nunca consegui. Se preciso for, encerrarei com a vida deste homem aqui.

- Vai deixar uma dama lutar sozinha? - Falaria em alto e bom tom ao Major com um pequeno sorriso no rosto, apesar dele já estar desembainhando sua arma uma pequena provocação amigável pode motivar um pouco o homem e dar novos ares ao combate. Não era da minha natureza falar daquele jeito, mas sentia que a palavra dama havia caído como uma luva para a situação. Cerraria as sobrancelhas e voltaria a fitar o inimigo de cabelos azuis com Nejima ao meu lado e com minha determinação, só havia um jeito da batalha terminar, e seria a nosso favor.

Não pensei que teria de trabalhar em dupla tão cedo mas da última vez tinha dado certo, mesmo com aquele patife ruivo conseguimos derrotar outro agente, também com madeixas azuis, sem muita dificuldade. Se teria o mesmo sucesso com Eric, é uma possibilidade. Nejima finalizou todos os inimigos que lutei até esse momento, ele parecia ser forte, além de importante. "Major, será que algum dia eu alcanço esse cargo?" Era melhor parar de sonhar acordada já que, com sorte, eu saio viva desse bar.

O agente é bom no gatilho, sem dúvidas, talvez melhor do que eu sou com as espadas. Da última vez que investi contra ele, consegui me aproximar, mas ainda levei dano e não consegui acertá-lo sequer uma vez. Com mais um revolucionário, talvez eu conseguisse me safar dos tiros do agente, mas mesmo assim eu ainda tinha de acertá-lo. Se não tomar a ofensiva Eric vai nos acertar de qualquer jeito na distância que o desgraçado quiser, não poderei assumir uma postura defensiva. "Merda.." Ter que pensar tanto para lutar começara a me dar Náuseas. O importante seria acertar o desgraçado com guarda baixa.

Movimentar-me-ia em direção a Eric novamente e esperava que Nejima fizesse o mesmo. Se estivesse distante de Nejima aproximaria-me do agente antes de qualquer coisa. Continuando o movimento de início correria em direção reta ao atirador porém a cada passo dado deslocaria o corpo e a trajetória da investida para a direita, esperava que Nejima entendesse a movimentação e "espelhasse" o que eu estava fazendo. A melhor estratégia que pensei, Eric não conseguiria acertar dois alvos de uma mesma vez não com a mesma precisão do tiro que havia me acertado. Seguraria a katana novamente com ambas as mãos, elevando-a o mais alto que pudesse. Continuaria a correr em sua direção e, ainda com a katana drasticamente levantada, pularia para sua frente, saindo da trajetória diagonal. Não tinha dúvidas de que Eric enxergaria a pose como ridícula, com o peitoral e barriga amostra o homem de certo tentaria me alvejar e, por isso, eu daria aquele pulo a sua frente, se necessário o pulo seria em sincronia com um possível disparo com o homem. Uma vez a sua frente desceria a lâmina em trajetória retilínea contra seu peitoral. Porém, durante o movimento mudaria a trajetória do mesmo, deixando a espada na diagonal e atacando-o com o cabo da arma contra seu pescoço. Surpreendê-lo parecia ser a única forma de ganhar a luta. Sequenciaria o golpe com uma estocada contra seu peito, já aproveitando o movimento da espada e terminado o combo com um corte raso contra sua barriga, não tinha a intenção de causar fortes ferimentos com o último, mas sim dar-lhe um pequeno susto talvez a ponto do salafrário tropeçar e cair quando fosse atingido.

Se Eric tentasse atirar contra mim durante a investida, adiantaria o pulo planejado e seguiria em linha reta em sua direção. Caso seus tiros fossem dados durante a corrida retilínea moveria meu corpo o suficiente para deixar o projétil passar, não movimentaria mais do que o necessário, evitando o máximo mudar minha própria trajetória. Quando estivesse próxima de Eric, estaria preparada para possíveis golpes utilizando de sua arma de fogo em si. Esquivaria-me de possíveis coronhadas dando passos na direção contrária, pelo tamanho de sua arma não seria necessário muito esforço e durante a esquiva contra-atacaria com estocadas contra o braço do oponente na esperança de incapacitá-lo durante o combate. Mesmo que fosse acertada, não pararia a investida e continuaria com o planejado, executaria dois cortes rentes a possíveis esquivas que eu realizasse.

Porém se as esquivas, bloqueios viessem por parte de Eric continuaria utilizando a estratégia de golpes surpresa. Se o golpe com o cabo da espada não funcionasse, tentaria desferir um corte contra seu peitoral, rasgando-o por completo na direção horizontal. Se por outro lado ele bloqueasse ou esquivasse de ataques posteriores, diminuiria a distância entre nós me aproximando mais e mais e, próxima o suficiente de sua arma, tentaria acertar um golpe em seu pulso. Não colocaria muita força, o objetivo seria causar dor suficiente para que o azulado largasse a arma e ficasse indefeso.



Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySeg 18 Dez 2017, 15:43

Não teria mais escapatória, a pobre mente dos senhores a mesa já estariam ao encanto das palavras atiradas ao ar, um bom manipulador sempre encontra um jeito de quebrar uma barreira mental, ao visto, não existira cá uma barreira para o Dom. Ao visualizar o interesse de lavigne, é instantâneo o sorriso de bom grado do nobre, com um gole final, se direcionaria para rumo ao centro da atenção da mesa.
- Pois bem, a verdade é que vós sois um escravo da elite mundial, um gado em meio a rebanhos de leste a oeste, como poderia provar a vossa senhoria? Pois bem, se pergunte qual é o objetivo do governo mundial, se não criar um GOVERNO MUNDIAL, como se diz ao próprio nome. Ou seja, um governo único regido por eles, onde nossa existência sustentaria suas vidas de vaqueiros da humanidade.

Dando uma leve pausa, voltava a indagar.. - Não te assustas, nós temos chances de sobrevivermos a submissão. Quando o gado desperta o fazendeiro sente medo! Eu estou criando uma sociedade secreta, anti governo mundial, justamente para lutarmos e resistirmos contra isso juntos. Estou a procura de membros e financiadores para a causa, não precisa ser uma grande quantia, mas tem que ser o suficiente para organizarmos pontos de encontro em todos os blues, e ir expandindo nossa influência pelo mundo, libertando cada vez mais pessoas! E eu, Dom Ineel gostaria de convidar vossa senhoria para este grande desafio!

Este seria o último passo neste local, o odor do álcool e a visão de prostitutas expostas estaria começando a abalar a pervertida mente do nobre o tirando seu foco inicial, a diversão poderia esperar em nome da sociedade. Com uma rápida encarada, um pouco quanto intimidade e ao mesmo tempo sensata, o Dom pressionaria mais uma vez os senhores reunidos para apoiarem sua sociedade.
- E então senhores?

Haveria também a possibilidade, de recrutar revolucionários na ilha, que notavelmente é um ponto. Porém o plano está sendo concluído aos poucos, o objetivo sempre fora o mais complicado até então... Dinheiro para a causa, para comprar armas, um navio, dinheiro para uma rede secreta de espionagem e comunicação... Dinheiro para lutar contra o governo mundial! Estes nobres certamente poderiam preencher essa grande questão, além do mais, seria um ótimo ponto da sociedade este bordel... Ninguém poderia desconfiar, quem sabe um belo porão poderia ser utilizado para os círculos de encontro, e até mesmo recrutamento de novos membros na região em nome da ordem... As possibilidades vinham aos montes, mas por hora o portgálio já era contente com seu progresso.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySeg 18 Dez 2017, 20:04

Be sure you never let your guard






Sentia-me como um adolescente novamente, uma euforia desgraçada afetava todo o meu corpo e o êxtase estava no seu mais alto pico. Sentimentos resistentes e intensos, semelhantes à paixão. Eu me sentia inabalável, principalmente após saborear uma goiaba e derrubar mais um dos grandes com meu companheiro. O momento em que o taco tocou a cabeça do grandão sentia o clímax daquela luta em meu coração. Não havia contentamento maior em saber que eu havia arquitetado o plano, nossa primeira investida e ainda por cima derrubado alguns vários agentes em meu caminho. - Só parece – Diria ironicamente, sorrindo novamente para Sara. Aquilo era totalmente involuntário, impossível para eu impedir tais “espasmos” no rosto toda vez que eu olhava para a garota. Vendo toda aquela situação, os revolucionários levando a melhor finalmente... “É minha hora de brilhar”

Encaminhar-me-ia em direção ao corpo do grandalhão no chão, e antes que pudesse se levantar ou qualquer coisa do tipo iria pisar sobre suas costas, primeiro com minha perna esquerda e depois com a direita colocando todo meu peso. A partir daí, puxaria ambos os seus braços para as costas, pressionando-os para trás aonde ele não alcançaria normalmente para causar dor e imobilizá-lo. – Agora você deve estar MUITO irritado Hahahaha – Arquearia minha coluna aproximando meu rosto do homem, enquanto riria da sua cara. – Vamos precisar de alguns deles vivos, eu quero que saibam... – Mudaria totalmente meu semblante, ficando agora sério enquanto pensaria no interrogatório que eu faria e também em como resolver as possíveis levas de agentes que iriam vir para cá em longo prazo, pois minha ideia não é me limitar a essa ilha, então não vou poder protegê-los para sempre... – Alguém tem algemas ou amarras pra esse cara? – Iria pedir, mas senão houvesse eu iria puxar seus braços o máximo possível na intenção de quebrar ambos, se possível.

Assistindo o clímax final da batalha em minha exaustão física e espiritual, me jogaria ao chão, deitado com um sorriso encarando o teto, contente pela vitória e todos os agentes que eu derrotei... Cada vez mais próximo de trazer meu império à tona novamente. – Sara... – Falaria com certa melancolia, enquanto levantaria meu tronco agora ficando sentado encarando a garota. – Você disse que eu sou divertido antes, eu lembro bem – Me levantaria, me aproximando aos poucos. – Eu sei fazer algo mais divertido do que falar. – Chegaria cada vez mais próximo da garota, criando um clima e aproximando meus lábios, mas não chegando até o fim. Iria ver se era correspondente antes, para então finalizar enlaçando-a em meus braços e beijando-a, o clímax perfeito após a guerra. Ficaria ali por vários segundos, aproveitando e envolvendo a ruiva com meu fogo.

“Esses caras tem dinheiro?” Eu vou precisar, e muito, daqui pra frente. Essas manoplas não vão me ajudar pra sempre, e eu vou precisar de uns trapos novos pra me disfarçar em outras missões... Antes de qualquer outro pensamento, me veria com as mãos vasculhando todos os bolsos dos agentes que eu e meus aliados colocamos no chão. Tateando por dinheiro e coisas valiosas sempre, iria tentar encher meus bolsos não poupando esforços para isso.



Histórico do Dantão:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySeg 25 Dez 2017, 09:28

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein





Subestimar Jimmy custara a Elise uma perna machucada por um tiro de raspão do agente é claro a situação poderia ter sido pior, caso a jovem tivesse tomado outra decisão inconsequente. Ele não era como os outros agentes que a espadachim derrotara mais facilmente era como as pessoas chamam por ai o "Boss Final" aquele que era praticamente invencível para se derrotar sozinho. Por isso Elise precisaria da ajuda do major e mesmo não ganhando reconhecimento apenas para si ela ainda seria admirada por ser alguém que auxiliou Nejima a derrotar o homem. Em um alto e bom tom ela falava com o major o perguntando se ele deixaria uma dama sozinha em batalha em seu rosto podia ver um sorriso se formando - De um jeito ou de outro eu iria lutar contra ele hahaha o homem respondia também com um sorriso acompanhado de uma risada. Cerrando suas sobrancelhas a jovem voltava sua atenção para Jimmy que observava os dois com um profundo olhar de irritação - Eu realmente odeio vocês revolucionários! ele parecia estar agora bufando de raiva - Quanta raiva contida em você hein? Naquele momento Nejima parecia irritar ainda mais o agente que praticamente já estava irado com toda aquela situação entre agentes e revolucionários. Aquela parecia ser uma boa estratégia irritar seu inimigo para que eventualmente ele abrisse brechas e assim derrotá-lo mais facilmente.

A jovem avançava novamente na direção do agente esperando que Nejima pudesse fazer o mesmo que si e assim o homem rapidamente também ia ao encontro de Jimmy. Em meio a disparada de Elise o agente começava a realizar diversos disparos novamente com seu revólver, porém a jovem adiantava seu pulo que planejara anteriormente. Na sua corrida retilínea a espadachim também desviava dos tiros do homem se movendo o suficiente para que as balas passassem ao seu lado causando até que um efeito deveras legal. Próxima ao homem ela começava se esquivar dos golpes seguintes realizados por ele justamente coronhadas com o cabo do seu revólver. Dando passos na direção contrária a jovem conseguia evitar com sucesso para então realizar seu contra-ataque no homem uma estocada no seu braço visando incapacitá-lo na luta. A ideia fora boa, todavia antes que a espadachim pudesse realizar com êxito o contragolpe o homem notara sua movimentação e conseguira desviar para em seguida atirar contra o ombro esquerdo da jovem que respondia rapidamente com dois cortes rentes ao peito dele, mas que não pareciam ter tanto efeito já que ele usava uma espécie de roupa especial que protegia essa parte. Logo atrás de Elise aparecia Nejima acertando um corte em um dos braços do agente seguido de um  golpe em seu estômago com o cabo de sua Katana fazendo com que Jimmy recuasse alguns passos para trás - Não prefere recuar por enquanto? o homem colocava a jovem para trás de si. Rapidamente o ombro da jovem começava a escorrer o líquido rubro fruto de ferimentos em batalha juntamente de um dor latejante.

Não muito longe dali ou melhor na mesma casa revolucionária estava Dante se sentindo como um adolescente eufórico seu êxtase se encontrava no mais alto pico. Um misto de sentimentos intensos e resistentes semelhante a paixão. Principalmente por ter saciado seu vício e ter ajudado seu companheiro a derrotar um grande oponente o fazia achar ser inabalável. Para o Ruivo não havia contentamento maior que arquitetar o plano da sua investida contra o outro agente e em seguida dizia para Sara ironicamente que o inimigo só parecia ser forte. Com os revolucionários finalmente se dando bem naquele combate era chegado a hora do boxeador brilhar em meio a grande batalha que ocorria ali. Ele se encaminhava na direção do brutamontes do governo mundial e antes que ele pudesse levantar, o ruivo pisava sobre as costas do agente primeiro com a perna direita seguido da perna esquerda com toda sua força. Depois disso ele puxava os braços do homem para as costas os pressionando para trás aonde o homem não alcançaria e assim lhe causar dor, além de imobiliza-lo. Dante ainda arqueava sua coluna se aproximando do rosto do homem e falava que agora ele deveria estar muito irritado, enquanto ria ]- É claro que estou se lixo! o homem  gritava seguido de um olhar de extrema fúria para o ruivo. Retirando seu semblante alegre e assumindo um mais sério, Dante dizia que iriam precisar de alguns agentes vivos ele também pedia algumas amarras para o agente - Eu tenho aqui! um dos homens que estavam ali perto gritava com um par de cordas em sua mão.

Assim que conseguiram amarrar o brutamontes Dante fora observar o clímax final da batalha e em sua exaustão física e espiritual ele se deitava sobre o chão em meio a o sangue de alguns companheiros mortos com um sorriso encarando o teto feliz pela vitória dos revolucionários estar chegando. Falando com certa melancolia ele chamava por Sara, enquanto levantava seu tronco agora ficando sentado encarando a mulher a sua frente. Se levantando e aproximando-se aos poucos ele dizia se lembrar que ela lhe disse que ele era engraçado - Se lembra? ela sorria olhando diretamente nos olhos do ruivo boxeador. Ele continuava falando que sabia fazer algo mais divertido que apenas falar - Sabe é? me mostra então ela mordia seu lábio inferior olhando ainda para o ruivo que se aproximava ainda da mais da revolucionária. Criando um clima e aproximando seus lábios  os dois começavam a se beijar um calmo de início, mas que fora se aprofundando conforme o boxeador tomava a ruiva em seus braços criando um clímax perfeito ali. Minutos depois lá estava Dante tateando os bolsos dos agentes que seus companheiros capturaram e logo achava algumas joias de bijuteria e uma quantia de 25.000 Berries. A Batalha incrivelmente chegara a 6 horas de duração, mas felizmente para ambos os lados ela estava se encerrando com a eminente vitória dos revolucionários.

Vendo que o interesse de Lavigne era instantâneo o Dom começava a sorrir e assim ele agora daria seu golpe final para conquistar o dono do bordel. Ele começava novamente seu discurso envolvente fazendo com que o homem se atentasse a todas as palavras ditas por Ineel  sobre o homem ser um escravo da elite mundial e etc. Dando uma pausa em seu discurso o atirador voltava a soltar suas palavras para convencer o homem de que o governo mundial realmente era uma organização tirana e ruim para os homens merecendo ser totalmente destruída. Este era o último passo do nobre portgálio , já que o cheiro das bebidas penetrava suas narinas, além de que as meretrizes promíscuas atiçavam sua mente pervertida o tirando de seu foco principal que era recrutar membros para a Kiluminati. Com uma rápida encarada um tanto que intimidadora e ao mesmo tempo sensata o Dom colocava mais uma vez os homens sobre pressão para que pudessem realmente apoiar sua sociedade secreta um único questionamento saiu da boca do atirador - Tô Dentro   Vincent dizia - Eu também   Hector concordava com o irmão - Chegamos a um consenso então, mas qual será nosso próximo passo? Lavigne começava seus questionamentos para o portgálio - Aliás, eu conheço um grupo que pode nos ajudar bastante sigam-me o homem se levantava e rapidamente os outros dois faziam o mesmo. Se ineel os acompanhasse eles chegariam até a Grande Casa dos revolucionários local que naquele momento estava vazio - Devem estar em seu esconderijo Lavigne parecia se esforçar para lembrar do local

Se o Dom portgálio continuasse com os homens eles iriam até a casa revolucionária onde estava ocorrendo todo o combate contra os agentes - Não entrem, vamos apenas observar isso de longe o homem se sentava ao chão calmamente limpando um pouco antes de assentar para que o local ficasse um pouco mais limpo do que estava antes deles chegarem. O Plano de Ineel havia dado certo conseguira recrutar membros e agora poderia dizer que sua sociedade secreta a Kiluminati tinha membros muito importantes e que seriam os financiadores de todo os esquemas que seriam planejados mais pra frente. Contratação de mercenários, armas, munição, veículos, uniformes e etc. Aquele era um grande passo para o homem que sonhava em derrubar o governo mundial e reconstruir seu reino no novo mundo novamente.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Qui 08 Fev 2018, 03:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySab 30 Dez 2017, 16:07

Let us Go



O ardor da bala fora de certa forma eletrizante. Se até agora meu corpo não emitiu sinal de perigo, o alerta chegou da pior forma possível e, antes que eu pudesse perceber, o líquido rubro serpenteava meu braço em direção ao chão. "Merda, vai sujar minha roupa toda!" Não bastasse a dor, ainda teria minha única veste manchada por causa de Eric. Mas como eu adivinharia? Eu senti algo diferente quando ataquei-o, a espada mal encostara em sua carne, o impacto tinha sido contra algo tenaz, rústico. Juro que na próxima vez não cometerei o mesmo erro, o agente pode ter outras proteções espalhadas pelo corpo e até agora, apenas suas mãos, barriga e cabeça são os pontos que conseguirei acertar. Não me sinto pronta para atacá-lo. Droga, a cada momento o ardor em meu braço ficava mais intenso e Nejima estava indo tão bem, talvez eu conseguisse alguns segundos de descanso. "É o jeito, antes que esse ferimento piore." Colocaria minha mão direita superficialmente sobre o ferimento, embainhando a arma, caso necessário. - Beleza, daqui um minutinho eu volto pra te ajudar. - Comunicaria minha saída sem muita exaltação, falaria num tom que o homem conseguisse facilmente ouvir, não falando alto o suficiente para que Eric conseguisse. Assim feito daria alguns passos na direção contrária. Visualizaria o caminho dando breves olhadas para trás e em sequência em direção ao ferimento. - Tenho de dar um jeito em você - Fazer um monólogo parecia-me a melhor opção no momento.

Eu nunca entendi e muito menos me interessei por medicina mas algo estava bem claro ali, eu não conseguiria retirar aquela bala sozinha de jeito nenhum. A única opção que me restara era estancar o sangramento, do projétil eu cuidaria depois - Se não tiver um médico entre esses fodidos, eu vou acabar morrendo HEHEHEHE - De algum jeito eu arrumei um pouco de animação para o que eu estava preste a fazer. O breve semblante alegre que tive desapareceu, um clima sóbrio substituía-o. Já ouvi em algum lugar que amarrar um pano bem apertado sobre o ferimento era o suficiente para se curar, temporariamente. Encarei meu braço esquerdo e a manga longa que o cobria. Por um momento hesitei, mas sabia que tinha que cortá-la. Lembro até hoje quando o utilizei pela primeira vez, as clássicas vestes de um palhaço - ou pelo menos o que deveria parecer - com as cores preto e verde estampadas nele, tenho certo afeto por essa roupa, um dos poucos presentes que ganhei até hoje, mas ela também me trazia más lembranças. Tempos em que fui utilizada como um brinquedo, ganha-pão de um lugar doentio com pessoas esquecíveis. Não importava mais minha opinião sobre, rasgar parte da roupa representava um passo a mais para esquecer o passado e seguir em frente.

- Chega caralho, vamos acabar logo com isso. - Ajoelharia, Aproximando o antebraço de minha boca o deixando a poucos centímetros de distância para, em seguida, abocanhar o tecido, travando-o com meus dentes frontais. Colocaria minha mão direita sobre o pulso esquerdo e em um único movimento, moveria-me para trás enquanto faria o oposto com o braço esquerdo o afastando rapidamente de mim, não só o jogaria para a direção oposta, faria um movimento diagonal com ele. Meu objetivo era rasgar o pedaço de tecido que percorria todo meu antebraço. Com o pano em mãos, deixaria o braço esquerdo "colado" em meu tronco, e prosseguiria envolvendo o ferimento com o pano, terminando com um nó simples, forte o suficiente para estancar o sangramento. Caso necessário, utilizaria minha boca para ajudar a terminar o nó, pelo braço esquerdo não estar em boas condições.

É claro que se eu fosse atacada quando estivesse improvisando o curativo mover-me-ia o mais rápido possível para sair de perto do agressor, se necessário me colocando atrás de algum objeto e terminando de envolver o o ombro com o pano. Em nenhum momento pensaria em um contra-ataque, concentrando minhas forças em fugir e conseguir estancar o sangramento o quanto antes. Se fosse Eric, então minha prioridade realmente seria esquivar das balas me jogando para trás de algum objeto que servisse como proteção de uma possível enxurrada de projéteis. Assim que terminada com as remendas, voltaria minhas atenções a Nejima e Eric. "Melhor não fazer muito esforço com esse braço" Aprendi a utilizar ambas as mãos com destreza ao decorrer da vida e céus, não me parecia ter situação mais útil quanto agora. Se fosse depender da mão com que nasci boa, a esquerda, eu estaria em maus lençóis.

Olharia em volta de todo o bar para rapidamente localizar novamente o revolucionário, voltaria pelo caminho que percorri porém não me aproximando muito, não queria que nenhum dos dois me visse. Me esconderia atrás de alguma mesa ou objeto similar se possível e deixaria a mão direita já segurando o cabo da katana. Esperaria o momento certo, assim que Eric terminasse sua salva de tiros, arrancaria-me de meu esconderijo e correria com tudo em sua direção - Surpresa - Com um tom ameno e tranquilidade estampada no rosto, retiraria a katana rapidamente da bainha e a introduziria na barriga do homem. Uma forte estocada, buscando realmente afundar a lâmina contra seu corpo o suficiente para fazer o latente líquido rubro jorrar-se no chão. - Agora estamos quites - Continuaria no tom usado anteriormente, mesmo que fosse tão antagônico com que eu acabara de fazer. Não pararia por ali, tentaria acertar o homem em seguida em quaisquer um de seus braços, descer a espada e garantir um longínquo corte em sua carne, para então finalizar a sequência com um corte horizontal, desferido novamente contra sua barriga.

Se em quaisquer um dos meus ataques o agente conseguisse novamente se esquivar ou bloqueá-los eu utilizaria de um pequena finta para pegá-lo desprevenido. Elevaria a arma até a direção de seu pescoço em uma clara tentativa de decapitação porém, assim que o homem mostrasse sinal de que iria se esquivar ou defender, atacaria-o com o cabo da espada em um forte movimento contra sua barriga, impulsionando a força do golpe me lançando para frente. Seguiria então com a sequência de ataques planejada.

E se porventura Eric contra-atacasse me prepararia para tal. Se fosse novamente por coronhadas reagiria com um rápido corte horizontal na região de seu punho no intuito de provocar um pequeno susto e fazer com que o homem largasse a arma, ou pelo menos fraquejasse pelo menos por um instante. Sequenciaria a ofensiva com duas estocadas em sua barriga, ambas próximas do ponto que Nejima acertara anteriormente garantidos como um ponto frágil. Esquivaria de possíveis tiros dando pequenos pulinhos laterais, o jogo de pernas serviria para confundi-lo quanto meus próximos movimentos. Se visse que seria acertada, faria o possível para evitar outros impactos nas áreas em que já fui atingida, seja me jogando com rápidas esquivas em direção ao chão ou mesmo colocando outra parte de meu corpo na trajetória da bala.

Caso em qualquer momento Nejima necessitasse da minha ajuda me prontificaria para tal, depois que conseguisse estancar o sangramento, é claro. Eu quero mesmo derrotar o homem de madeixas azuis, mas a minha segurança, minha vida, vem em primeiríssimo lugar.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptySab 13 Jan 2018, 16:25

O sábio observa, só então decide oque fazer. O Dom adentrava o local que fora arrastado, suas suiças na face se espantavam em um mal presságio que logo fora confirmado,
um feroz combate tomava conta do cenário. Apesar de ser aconselhado a não entrar e se envolver,
o jovem portgálio com sua mente empreendedora e pouco curioso, decidira por observar de perto o ocorrido. - Ora, pois. Oque há com estas pessoas? Quem sois vós?- Se questionava o Dom. Tendo contato com todo o sangrento conflito, buscaria por manter distância dos embates,
porém aproveitando o momento para revistar todos os corpos estirados ao chão, se mantendo assim neutro no combate, pois afinal o nobre não poderia ainda arranjar um par de recompensas a sua cabeça, não fora planejado desta forma. Com cuidado, e sutileza, o Dom se esgueiraria até os derrotados do evento, primeiramente a procura de uma boa pistola e munição para se defender se preciso em último caso, em seguida buscando por dinheiro e bens de valores.
- Pois bem, sois não se comprometeria em se visualizar de tal cena, por gentiliza, aguardem aqui em quanto observo de perto oque está havendo aqui.
- Diria aos nobres que acompanham o Dom, fazendo-os aguardaram na entrada, prevenindo assim que de certa forma sejam envolvidos,
e que não chamem a atenção. Buscando ser tão sorrateiro quanto um rato, esgueirando os caídos em batalha, como um abutre aguardando sua vítima, Dom Ineel buscaria se manter neutro no conflito, até mesmo buscando não ser detectado no conflito. Logo após checar todos os corpos possíveis, buscaria um local no salão, onde seria possível se ocultar do conflito, onde aguardaria o desfecho do mesmo, sem se intervir apenas observando tudo e todos, assim como os que mais se destacariam, para convida-los a sociedade secreta talvez? Sim, mas o mais importante após isso, seria entender oque estaria acontecendo ali, com que tipos de pessoas estaria o Dom observando? Uma sombra é elemento oculto, se esgueirando por becos sem iluminação, se alimentando de segredos e esconderijos... Esse treinamento poderia ser efetivo para o atual momento em que se encontraria o Dom.

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 9 EmptyTer 16 Jan 2018, 03:59

Aceitação Própria






“Alo Adriano ta me ouvindo?” Lembrei-me de relance as ultimas palavras de meu tio no Den Den mushi antes de minha terra natal ser atacada e todos dizimados. Na verdade não sei se ele está vivo, nunca parei pra procurar. Acho que minhas esperanças estavam tão pra baixo esses anos todos que eu me esqueci dele e de todos os outros sobreviventes que vieram comigo. Mas agora não é bem assim. O medo deixou de andar ao meu lado, e tudo que me resta agora é uma vontade desesperadora e inconformada de seguir em frente e botar a responsabilidade em minhas mãos novamente. Depois de tempos sem sentir algo intenso, eu sabia o que era “gostar” de alguém novamente em anos, e essa sensação impulsionava qualquer coisa que eu quisesse fazer agora.

Em meus braços não estava somente a ruiva, mas também o fogo que se perdera em meu interior e ficara escondido por toda a minha vida. Essa era a verdadeira liberdade. A liberdade não está em sair mundo afora e conhecer ares novos. Não está presa por jurisdições ou leis. Até mesmo um homem condenado à prisão pode ser livre. Liberdade é querer e fazer, e não se prender as amarras da própria mente ou deixar de ser você por medo e vergonha. É um estado de espírito. E esse estado preenchia completamente o meu ser. Tive que perder minha família inteira e minha casa para descobrir o que é isso, mas não guardo arrependimentos. Eu estava feliz por saber que a batalha era nossa, sim, mas não mais eufórico. Sentia-me calmo e pleno, completo. Por quê? Todo grande homem é forjado com seus próprios erros, e aprendem com eles, se eu viver a vida toda arrependido ficarei escondido em meu canto confortado com minhas falhas, com ainda mais medo de tentar repará-las. E não é assim que eu quero viver. Eu nasci para lutar, e é isso que eu vou fazer, e não ficar choramingando. Essa vitória ressaltou isso, que sou capaz, que haverá falhas sim, mas devo aceitá-las. E principalmente que minha filha deve estar logo ali, pronta para ser salva. Sorri, enquanto olhava para minha própria luz.

Só poderei ter paz quando eu for completamente livre, e meu pequeno momento de catarse foi este. A verdade é que não vou ter paz quando eu encontrar minha filha ou conquistar meu império de volta, mas sim quando usar todas as minhas forças sem medo algum de perder, sendo meu único temor o de não fazer nada. Vendo que nossa vitória era certa, me retiraria depois de colocar o dinheiro e as jóias no bolso, com a ruiva em meus braços protegendo-a e levando-a para longe do conflito. Eu já havia feito mais do que o suficiente, agora deveria guardar minhas forças para eu mesmo. Ou no caso, para resgatar minha filha. Ficaria sentado em algum canto sossegado com a garota, esperando aquilo acabar, enquanto eu descansava.

Spoiler:
 



Histórico do Dantão:
 
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