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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Emerald Lady Strikes

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MensagemAssunto: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyQui 15 Dez 2016, 13:17

Relembrando a primeira mensagem :

Emerald Lady Strikes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 03 Out 2017, 20:03

But tell me, did you sail across the sun?




De fato a verdinha fazia parte dos revolucionários como suspeitei. Maldita novata, conseguiu quebrar todo o romance junto da goiaba. Com ela, esmagou meu coração junto. Era uma goiaba a menos no meu estoque, e de quebra uma explosão de felicidade a menos também. “Pergunto-me se ainda terei alguma até a missão acabar?” SERÁ QUE NINGUÉM CONSEGUE COMPREENDER O AMOR QUE EU GUARDO POR ESSAS BELEZINHAS? P$@A MERDA! Com um misto de tristeza e raiva latente em mim, esboçaria no meu rosto consequentemente depois que a garota esmagasse minha goiaba. Mas não estava triste por ser rejeitado, na verdade tudo que me importava ali era aquele fruto, e se ela não dá importância a ele também, nem merece meu romance.

De nervoso, iria retirar a goiaba já mordida de meu bolso em um movimento rápido, e de relance já morderia ligeiramente, ainda bravo. Iria devorar rapidamente de um modo bruto, em um ritual para não descontar a minha raiva na novata, enquanto que me depararia com o tal do incrível Zack. “Prever futuro, HAHA, que tipo de piada você é?” Só mais um caloteiro, um desses ciganos que engana essa gente que acredita em signos. Mas um pássaro falante? Viraria a cabeça para o lado e inclinaria as sobrancelhas, surpreso. – Heh, interessante. – Nunca vi um desses, mas deve ter muitos na Grand Line, nada de espetacular aqui.

No mesmo instante que o homem falasse que sabia sobre crimes e pessoas desaparecidas, virar-me-ia de imediato na direção de Zack, e com os olhos arregalados brilhando, murmuraria para mim mesmo, espantado – O QUE CÊ FALO? – Impressionado agora, essa certamente era minha chance de encontrar meus parentes. Isso não tem nada a ver com signos, os deuses estão me recompensando. ”Charlatão nada, eu que sou muito descrente.” Depois de ouvir a garota falar me encaminharia até o homem como um cachorro farejando churrasco, totalmente iludido por sua proposta fosse ela falsa ou não. Chegando até o homem, passando pelas pessoas seja desviando no caminho ou até dando leves empurradas iria falar casualmente

– Hey, quanto você faz para eu saber sobre o paradeiro da minha filha e pai? E... – Me aproximaria do homem o máximo possível, e sussurraria próximo ao seu ouvido como quem fosse falar um segredo – Sobre o velho Daichi – Feito isso, veria o preço e esperaria pela garota me trazer o dinheiro que havia falado. Se faltar algo, iria tentar barganhar, levantando ambos os braços como se estivesse me rendendo – Porra isso ai ta um roubo, fui assaltado ali na esquina e me levaram menos que isso. – Baixaria as mãos agora, esboçando desaprovação com a boca e balançando a cabeça pro lado - Coe,faz um precinho mais amigo ai – De qualquer modo, se ainda fosse caro e barganhar não desse certo teria que pegar do meu dinheiro restante também e juntaria tudo que fosse possível pra pagar o homem.

Eu me aproximava em um passe de mágica, é como hipnose, qualquer chance de encontrar minha filha agora deve ser usada. Não posso desperdiçar nenhuma oportunidade, prometi a minha mulher e a eu mesmo protegê-la a todo custo. “Por mais que esse homem talvez seja um farsante, não custa tentar. Ou custa no caso né haha” Estava ansioso para saber onde aquilo iria dar, e muito curioso, pois talvez o tal incrível Zack saiba onde eles estão, e mesmo que eu já tenha alguma ideia relacionada ao governo, não é certeza. Heh. Ouviria o homem atentamente, e também prestaria muita atenção em suas expressões faciais e corporais, coisas que indiquem nervosismo, qualquer tentativa de mentira. Movimentos inseguros, tom de voz, congruência na sua história e gesticulação, tudo.




Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptySab 07 Out 2017, 11:17

Elise Von Bernstein e Edmund Dante

A dupla não havia se impressionado com Zack, até porque o animal que o mesmo carregava em seus ombros o delatara. Começando a importunar o ruivo, Elise perguntava com um sorriso cínico para o "companheiro" se Zack havia mexido com ele e com certo interesse a jovem se disponibilizava para arranjar o dinheiro para Dante que por sua vez, parecia impressionado com o pássaro falante. A espadachim passava entre a multidão pegando as carteiras de alguns cidadãos que estavam distraídos com falatório do loiro. Voltando até o boxeador a jovem entregava em suas mãos todas as carteiras que havia batido que continham exatamente os 25.000 berries que o homem precisava, com isso Elise achava que poderia se livrar do ruivo. Após entregar o dinheiro para Dante a espadachim dava um empurrão no boxeador na direção de Zack. Vendo a aproximação da dupla que se vestia elegantemente a loja de Daichi, a espadachim decidia por se esgueirar entre os arredores seguindo os homens. De perto Elise podia escutar o som da conversa entre os homens e o atendente - Finalmente chegaram! o atendente gritava - Desculpe a demora, paramos para um lanche o homem passava a mão em seu estômago - De todo modo, entrem o atendente apontava para a porta da sala de Daichi. Depois de um tempo mesmo do lado de fora a jovem podia escutar alguns gritos vindos de dentro da sala - Meu chefe ainda não se decidiu, por favor não destruam a loja! a voz era parecida com a do atendente que aparentemente implorava para os homens - Tarde demais, já foi informado a indecisão de Daichi e por isso iremos acabar com tudo aqui a outra voz parecia rir em seguida - Com o governo não se brinca! era possível escutar também o som de várias coisas começando a ser quebradas. Elise agora tinha uma escolha, adentrar a loja e ajudar o homem ou continuar escutando para ver até onde aquilo ia.

Ainda no meio da multidão, Dante se espantava com o que Zack havia dito sobre saber de crimes e pessoas que haviam desaparecido. O ruivo rapidamente começava a se encaminhar em meio a multidão dando leves empurradas nas pessoas distraídas que ficavam no meio do seu caminho até o homem. Aproximando-se o ruivo perguntava a quantia de dinheiro que o loiro cobraria por informações de sua filha e pai - Olá! não cobro muito, apenas 25.000 o homem sorria tranquilamente. Ouvindo que o boxeador sussurrara em seu ouvido que queria saber sobre Daichi, o loiro de imediato mudara a feição que carregava em seu rosto, agora olhava Dante de maneira desconfiada das intenções do ruivo com um dos homens mais importantes da ilha - Vai ficar barato as duas informações, apenas 50.000 berries o homem falava ainda desconfiado, mas é claro não podia evitar seu sorriso ganancioso. Vendo que o boxeador reclamara do preço e ainda falava que havia sido assaltado na rua e levaram menos do que aquilo que o loiro cobrara, Zack passara a pensar em algo - Tudo bem, como acordei de bom humor hoje vou fazer pela bagatela de 30.000, mas nada menos do que isso o loiro agora estendia a mão para receber o dinheiro. Após Dante dar o dinheiro para Zack, ambos foram até uma mesa que estava atrás de Zack e se sentaram - Bem, oque eu sei sobre algum desaparecimento de criança e um homem é que a algumas semanas atrás aportaram aqui exatamente uma criança e um homem, mas não sei ao certo sua localização, talvez estejam mais ao leste da ilha, porém é só uma suposição o loiro falava tranquilamente, enquanto mostrava a direção que o ruivo deveria seguir - Sobre o Daichi, bem ele anda muito estranho esses dias e alguns cidadãos dizem por ai que ele está tentando expulsar os revolucionários de centaurea juntamente com agentes do Governo Zack terminava de falar ajeitando-se na cadeira onde estava sentado. Apesar das poucas informações dadas pelo homem, o ruivo já teria por onde começar a procurar seus familiares e uma quase certeza de que Daichi estava trabalhando com os agentes do Governo.
Off:
 

Citação :
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptySeg 09 Out 2017, 19:52



Daichi estava..... indeciso? Confesso que aquele informação me surpreendera. Até então, tinha certeza de que trabalhava com o governo. Não só pelos boatos, mas o jeito que fui tratada pelo atendente também me confirmava isso. Não havia ligação qualquer entre esses dois fatos, mas eu tenho que justificar meu erro de alguma forma. Eram muitos boatos, ouvir o homem que tinha contato  diretamente com Daichi, era a melhor fonte que consegui, até então. Sem dúvidas, essa informação será crucial para os revolucionário porém, deveria a minha pessoa, ofendida e humilhada por aquele mesmo atendente, ajudá-lo em tal momento?

Para uma simples missão, poderia, sim, ser o suficiente. E admito, não quero ajudar o homem. Mas dentro de meu peito, um sentimento fervia, dava-me forças para continuar. Ver aquele desgraçado, que havia caçoado de minha aparência, agradecendo por minha ajuda parecia perfeito. Se arrependeria totalmente do que me disse quando entrei naquela loja pela primeira vez. Era hora de agir, assistir aquele desgraçado indefeso, dependendo unicamente de mim.

Não havia sinal algum do ruivo. Ótimo, não preciso de interrupções, muito menos de auxílio contra aqueles dois idiotas. A questão é, será  que estão armados? Tinha conseguido ouvir algums utensílios sendo quebrados, mas som algum que remetesse a armas. Talvez estavam escondidas, sejam em coldres ou algo do tipo, talvez não, um atendente falastrão como aquele certamente reagiria a uma dupla de palermas desarmados, aprontando no interior da loja.

Seguiria em direção a entrada da loja, a mesma utilizada pela dupla e, em seguida, entraria correndo na direção dos sons que ouvi anteriormente. No caso da porta estar trancada, forçaria minha entrada pressionando ambas as mãos contra a mesma, caso necessário, utilizaria de minha Katana e desferiria alguns cortes contra a mesma. Tentaria, a partir do momento que causasse muito barulho, o suficiente para alertar a dupla, cessaria com o movimento, procurando por outro lugar para entrar, como uma janela, por exemplo, e seguiria meu caminho a partir daquele ponto.

Quando encontrasse a dupla junto ao atendente, sacaria minha espada e apontaria para a dupla, utilizaria também do restante do meu corpo, com uma postura dominante e ereta, buscaria intimidar a dupla, talvez o suficiente para acabarem com a bagunça que estavam fazendo. - Trabalham para o governo, não? Temos bastante assuntos para resolver. Diria, com tom alto e  claro para os meliantes. Em qualquer caso de resistência, seja a sacada de uma arma ou até mesmo sinal de fuga, realizaria uma rápida investida em direção a dupla, já com a espada em mãos, atacaria cada um deles, cortando suas barrigas superficialmente, como um aviso. - O que diabos vocês querem aqui, e qual a relação com o Daichi? Vociferaria, tentando intimidá-los com o tom de voz e um olhar penetrante.

Na hipótese de alcançarem suas armas a tempo, atentaria-me a seus ataques. Se fossem em armas de fogo, esquivaria-me para quaiquer dos lados, o que tivesse mais espaço, e continuaria com a ofensiva. Se fossem armas brancas, jogaria-me para os lados, para possíveis ataques verticais, e em casos de ataques horizontais, afastaria-me rapidamente para trás, agachando-me um pouco, também. Se os combatentes simplesmente utilizassem seu próprio corpo como resistência, utilizaria os casoss anteriores, seguidos com minha ofensiva.


OFF
Spoiler:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 02:38

In the Darkness... I was stumbling for the door





O meu plano de pechinchar dava certo, visto que o homem fazia tudo por quase metade do preço. “Puta merda, que vontade de jogar o meu ego na parede, puta que pariu.” Me sentia como um expert no assunto, quer dizer, eu baixei 20 mil o preço! Cortando de vez as banalidades em minha cabeça, teria prestado toda a atenção no que o homem falava. Não notei nada de errado nele fora sua ganância e incerteza sobre mim, talvez não esteja mentindo. “Mas também não me deu informações concretas. Como ele disse são só boatos, e será que são mesmo eles?” Eu nunca soube de verdade o porquê de terem sumido, sequestro, tédio, ou será que eu fiz algo de errado? Esse tipo de dúvida me deixava inseguro, pensar desse modo sempre atinge minha cabeça de um modo ruim, e eu não posso ficar assim. “Eles estão bem” Pensei comigo mesmo.

Minhas pernas estão bambas, meu corpo, transbordando em suor em todos os cantos e eu nem sequer consigo ficar de pé de tão grande que é meu cansaço físico. Senti um estalo, e assustado joguei o meu corpo ao chão no mesmo momento, não agüentando mais. – Coé veião, tu ta só o pó. Levanta daí caralho, você não tem um império pra vingar? – De braços cruzados, a silhueta demonstrava extremo desapontamento, mesmo que fosse sua forma de me encorajar. Era meigo, do jeito dela claro, mas não deixava de ser fofo com sua voz doce e suave, revelando um fraseado solene, porém – Você nunca vai derrubar o governo se continuar treinando desse jeito – Eu estou no meu limite, 100 flexões, 100 abdominais, 100 agachamentos e corri por 10 fodendos kilometros, quer mais? Do chão, olhei para minha filha como se estivesse pedindo arrego, e com a respiração ofegante numa entonação “triste” falei – Sério, eu não consigo nem imaginar com quem você aprendeu a falar assim – Quebrei o clima, finalizando com um sorriso em minha frase irônica e tirando forças do além, ultrapassando meus limites para continuar treinando.

Do chão mesmo, comecei a fazer mais flexões, motivado. Disciplina, determinação... O grão-velho mestre sempre deu ênfase nessas palavras, e agora ele só está lá sentado rindo da minha situação. Qual o sentido disso? Ele só medita e ainda assim, é muito hábil. No mesmo momento me senti enciumado, por ele ensinar minha filha a lutar com espadas tão bem, uma vez que eu nunca poderia fazer isso. Um, dois, três, quatro... Em alguns segundos vou esfregar em marinheiros o meu, SACO. Pensei, enquanto treinava fervorosamente.


Despediria-me de Zack com um aperto de mão cumprimentando-o. – Obrigado pelas informações, me foi de grande ajuda. E pelo precinho... Hehe – Daria uma breve gargalhada amigável, enquanto colocaria minha outra mão livre sobre seu ombro como um gesto de companheirismo. Sairia dali de perto com alguns passos, e pararia por alguns segundos com meu dedo indicador direito sobre o queixo, e minha mão esquerda sobre a cintura, em dúvida. “Vou atrás deles agora mesmo, ou termino minha missão?” Tudo tem um motivo... Desde que entrei para os revolucionários, o que não faz muito tempo, tenho tido muito progresso. Então acho melhor não falhar com eles, e, de qualquer forma, se eu chamar atenção arrebentando alguns porcos do governo meus parentes vão saber... Isso vai atrair eles, tenho certeza. De qualquer forma, é só eu ir lá depois que terminar por aqui. “Sim, um passo de cada vez.”

Em meio a lembranças e conflitos internos, já estava a caminho da loja do Daichi. Não me restava dúvidas de que aquele velho estava se envolvendo com o governo, no entanto, por qual motivo ele estava nervoso àquela hora? Seria o peso de sua decisão em expulsar seus “amigos” revolucionários? Ou será que ele ta sendo extorquido a fazer isso, ameaçado talvez? Pois ele passou por mim como se estivesse correndo de algo... Talvez daqueles dois caras suspeitos que se pareciam com nobres que eu vi algum tempo atrás. Hmm. Medo é o primeiro de muitos inimigos.

Assim que eu chegasse à loja, se eu me deparasse com qualquer cena de luta iria pra cima com tudo, ativando minha técnica dentro do alcance. – Unrelenting Force... – Falaria entusiasmado ao momento em que eu estalasse meus dedos, indo para cima do primeiro inimigo que houvesse ali. Se eu o atingisse com sucesso, iria fazer minha apresentação no lugar finalmente – Alo mulheres mosca, o homem bosta chegou! – Falaria em um tom alto e alegre, transmitindo minha energia. Rapidamente olharia para a mulher verde, lançando-lhe mais um de muitos sorrisos maliciosos – Oi bebê manda áudio pelada – Nem eu sabia direito o que aquilo significava, soltei no calor do momento, terminaria com uma breve piscadela para ela, levantando minha guarda agora para a luta mantendo meus punhos cerrados na altura do tórax.


Spoile:
 

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 16:31

Elise Von Bernstein e Edmund Dante





Elise tomava a decisão de ajudar o atendente, entretanto não era por bondade e sim para que o homem que havia caçoado de si, lhe agradecendo pela ajuda. Sem o ruivo a jovem poderia lutar contra os homens sem interrupções e nenhum auxílio por parte do boxeador. A questão que a afligia era se a dupla tinha armas que ainda não haviam utilizado e estavam as guardando em um coldre. A espadachim agora ia até a entrada da loja tomando o mesmo caminho que os homens para adentrar o local. Já dentro, a jovem se direcionava até a porta da sala de Daichi, todavia a porta estava trancada e por isso Elise teria de arrombar para conseguir chegar até o homem. Vendo que empurrar com as duas mãos para forçar a abertura da porta não funcionava, a jovem começava a dar espadadas para finalmente conseguir abrir - Hey, ouviu isso? a voz que antes conversava com o atendente podia ser escutada por Elise - Sim respondia uma voz até então desconhecida pela jovem - Vá la fora e veja quem é o tom de voz que o homem utilizava era sério, como uma ordem para aquele que era seu companheiro - Tudo bem o homem parecia suspirar em desanimo. Antes que Elise pudesse continuar quaisquer ação, uma figura surgia em sua frente com o abrir da porta. Era o homem que havia recebido a ordem de seu companheiro, este possuía cabelos azulados e tinha os olhos também da cor azul. Peculiarmente o azulado havia uma máscara em seu rosto, uma espécie de arcária dentaria de algum animal grande - Jimmy é apenas uma garotinha com uma Katana nada demais o homem falava em um tom de voz rígida para o outro que ainda se mantinha dentro da sala, sem desgrudar os olhos de Elise com um olhar diabólico.

Num rápido movimento o homem puxava uma katana de seu quadril e atacava a jovem com um ataque vertical que conseguia se esquivar do golpe com relativa facilidade - Interessante, pode deixar que eu acabo com ela! o homem bradava passando sua língua pelos beiços - Certo, mas não mate Eric vamos ter que extrair algumas informações dela o homem dizia em um tom rígido - Ok, só vou deixa-la um pouco machucada Eric mantinha seu sorriso diabólico. Assumindo uma posição ereta e dominante, Elise buscava intimidar o azulado para que o mesmo recuasse e pudesse acabar com a bagunça que ele e seu companheiro estavam fazendo no local, ela ainda falava em um tom claro e alto para o "meliante" que tinham assuntos a resolver - Hahaha, você realmente é interessante o azulado soltava uma breve gargalhada. Novamente Eric realizava  uma investida para cima da jovem que só podia desviar dos ataques violentos do homem - Você só consegue desviar? Humpf, acho que te superestimei garotinha verde Eric se lamentava em um suspiro. Em uma tentativa de contra-ataque a jovem investida utilizando sua grande velocidade para cortar a barriga do homem, entretanto o golpe fora facilmente bloqueado - Talvez essa seja uma luta rápida o homem colocava novamente seu sorriso diabólico em sua face.

Do lado de fora, Dante se sentia um pouco inseguro com as dúvidas que surgia em sua mente por conta do seus familiares. Despedindo-se do homem, o ruivo se levantava da cadeira em que estava sentado soltando também uma gargalhada e pousando sua mão livre sobre o ombro de Zack - Vai com calma eu te dei o desconto, mas você vai ter que me fazer um favorzinho antes de ir embora o homem colocava novamente em seu rosto o sorriso ganancioso - é algo muito simples, você deve ir até aquela loja ali tá vendo? o loiro apontava na direção da loja de carnes de Daichi - Chegando lá, você entrega esse papel para o atendente de lá e pronto, ele te dará uma encomenda que pedi a ele o homem escrevia em um pequeno pedaço de papel, oque o boxeador deveria dar ao atendente. Agora sim se despedindo o ruivo se levantava e ia até a loja de carnes, ao se aproximar do local Dante podia escutar o som do barulho dá luta entre Elise e Eric. Adentrando o lugar, o boxeador se deparava com o homem pressionando a jovem que conseguia apenas se esquivar dos golpes. Partindo para cima com tudo do azulado ativando sua técnica, assim que entrasse em uma distância de no mínimo 3 metros, estalando os dedos e mirando um soco no rosto do azulado. Pegando Eric desprevenido a técnica acertava o rosto do homem o fazendo cuspir algumas gotas de sangue - Me pegou de surpresa maldito! o homem bradava, enquanto limpava o sangue de sua boca. Dante fazia uma piada chamando o azulado de mulher mosca e ele mesmo de homem bosta, depois falava algo para Elise que nem ele sabia o significado - Você me parece forte, mas bem idiota Hahaha Eric soltava mais uma gargalhada diabólica. Aquela batalha havia se tornado um dois contra um, entretanto aquilo não parecia fazer diferença para o homem, já que o homem realmente estava se divertindo com o combate.

Offzão:
 


Eric, é o grimmjow imagine colorido:
 

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Última edição por Vincent Arkaryas em Seg 11 Dez 2017, 01:55, editado 4 vez(es) (Razão : Arrumando Code)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 19:40

BATTLE!


(Bor dar um ânimo pra essa luta Norio)

Aquele homem, das madeixas azuis, realmente me surpreendera. Nosso embate até agora não havia resultado em nada, não consegui causar dano algum a ele que bloqueou com facilidade meus golpes, da mesma forma, consegui sem dificuldades me esquivar de suas lâminas. Havia alguma coisa nele que me incomodava, seu jeito, sua linguagem corporal não eram de uma pessoa normal. Essa pequena disputa de acertos e esquivas entre nós realmente deixava-o animado. Qualquer um perceberia isso naquele olhar diabólico. "Sujeitinho estranho" Não perdia o foco, manteria minha visão voltada ao homem. Maldição, não conseguia acertá-lo, como ele também não conseguia sucesso algum em seus ataques. Esse impasse não vai acabar tão cedo e sinto que sou eu quem vai se ferrar no final das contas. Apesar da desconfiança, permaneceria com a postura ereta não demonstrando qualquer sinal de medo para o homem. Apenas apertaria o cabo de minha espada com mais força, dando mais firmeza a meus próximos movimentos, garantindo que acabaria com esse desgraçado. Se ele quer um combate a sério, é isso que terá.

Falando em desgraçados..... Quem mais poderia aparecer? no local errado, na hora errada... Era aquele ruivo, de novo, aquele mesmo ruivo. Como adivinhou que eu estava ali? Foda-se, meu foco estava no oponente. Este que, surpreendentemente, foi acertado em cheio pelo punho do revolucionário, soltando algumas gotas de sangue. Meu semblante mudaria, uma pequena reação ao golpe. Minhas sobrancelhas arqueariam-se, complementando a expressão com um pequeno sorriso de canto. Não posse negar que fiquei feliz vendo aquele maldito sangrar, mas a felicidade vinha com um pequeno toque amargo de raiva, não fui eu quem fez aquilo e, ainda por cima, fora o ruivo. Talvez ele não fosse tão inútil como imaginei, apesar de balbuciar alguma frase estranha pra mim. Não consegui entender, minha visão ainda estava focada no oponente, responderia a seja lá o que o ruivo dissera com um olhar de lado. Voltando, rapidamente, a visão para o oponente.

- Até que você não é tão inútil assim, mas quem vai acabar com o cabeça de algodão doce, sou eu. Firmemente, diria ao ruivo, deixando implícito uma provocação ao oponente, sem retirar meus olhos dele. Era a hora de terminar com isso, ainda havia outro oponente no interior da loja e o atendente estava junto a ele. Sem mais delongas, então, utilizaria de minha grande agilidade para alcançar o máximo de velocidade que conseguia de uma só vez, partindo em direção ao inimigo. Segurando a Katana agora com ambas as minhas mãos e sabendo da minha vantagem em relação ao oponente o combate ficará mais fácil, ainda mais com o ruivo ao meu lado. Quando me aproximasse do oponente, seguraria minha Katana firmemente, com as duas mãos e a elevaria, tentaria um ataque vertical de cima para a baixo, visando rasgar todo o peitoral do homem. Seguiria o ataque em alta velocidade, movimentando-me rapidamente para lateral direita. Puxando a espada para trás, atacaria o homem com uma rápida estocada em sua costela assim, com os ataques concluídos, iniciaria uma recuada para a posição anterior, próxima do homem ruivo, evitando que o homem me atacasse e deixando bem claro qual de nós dois era o mais rápido.

Se por qualquer motivo o homem bloqueasse meu primeiro ataque, reagiria rapidamente tentando me mover para a lateral esquerda, agachando-me e realizando um rápido corte lateral por debaixo do braço do homem. Seguiria com a ofensiva, jogando-me para trás e atacando o homem com uma estocada rasa na barriga, junto ao meu movimento traseiro. No caso dele contra-atacar meu ataque lateral, utilizaria minha vantagem defensiva e moveria-me para trás com um pequeno salto. Contra-atacaria, então, movendo-me um pouco inclinada e jogando meu corpo para frente, com as duas mãos no cabo da espada. Usaria do peso de meu corpo para atacar o homem em linha reta, com o impulso de minha velocidade, até então a única coisa que funcionara contra o mesmo.

Na hipótese do homem bloquear meu segundo ataque, ou ao menos dar indícios, retiraria a lâmina da direção do golpe - Com um rápido puxão para trás, tentaria cortar a perna do homem, como um improviso e impedindo que sua defesa funcione. Pressionaria a lâmina contra o alvo, segurando com ambas as mãos, garantindo que o golpe funcione e que cause mais dor. Se em qualquer desses golpes, o homem contra-atacasse, me esquivaria com rápidas passadas para o lado, distanciando-me o máximo de seu golpe, agachando-me caso a distância não fosse o suficiente para escapar de seu golpe. Caso ainda conseguisse atacá-lo, prosseguiria a ofensiva com um corte da esquerda para a direita no braço que empunhasse a espada, visando seu antebraço.

No caso do inimigo ser rápido o suficiente para me atacar primeiro, firmaria meus pés no chão, enquanto fitaria o oponente com os olhos cerrados. Com as duas mãos firmes na Katana, esperaria que se aproximasse de mim. Se me atacasse com estocadas, visando meu peitoral para cima, levemente esquivaria para o mesmo lado do braço que empunhava a espada, deixando com que seu golpe passasse para então contra-atacar, elevando a Katana e descendo-a violentamente contra o braço do homem. Em seguida, realizaria um corte da direita para a esquerda na região logo abaixo, com menor precisão e maior rapidez, com a certeza que acertaria o desgraçado. Se me atacasse com ataques laterais, agacharia-me assim que a lâmina estivesse perto o suficiente de mim, dobraria os meus braços, deixando minha espada na vertical e com um rápido pulo, daria um ataque retilíneo contra o homem, mirando em seu ombro direito, seguindo com isso, estenderia os braços para cima e realizaria um ataque diagonal contra o peito do homem, da direita para a esquerda. O homem poderia mirar em minhas pernas, a melhor arma que eu tinha, até então, e faria questão de não perder a vantagem. Caso o homem em qualquer momento visasse me atingir nessa região, esquivaria com rápidas passadas na direção oposta de seu golpe, pulando para trás, caso necessário. E junto a isso, atacaria com duas estocadas ligeiras o homem, buscando afastá-lo de mim, enquanto me afastaria dando pequenos passos para trás.

Em qualquer momento da luta, ficaria atenta no ruivo. Se ele também pretendesse atacar o oponente, invés de disparar suas piadinhas infames, colaboraria com o mesmo. Tudo bem que não gostasse dele mas o desgraçado conseguira acertar o oponente, coisa que até o momento eu não tinha feito.E isso seria útil na batalha. Fitaria atentamente o oponente tentando não demonstrar emoção alguma em minha face, pressionaria minhas pernas contra o chão, fortemente, para então prosseguir com uma rápida investida em direção ao oponente tentando assim chamar toda a atenção dele para mim. Atenta a movimentação do ruivo desviaria do homem deixando o caminho livre para o ruivo fazer seu ataque. Seja lá o que ele fizer, prosseguiria com minha movimentação, almejando alcançar as costas do homem e, com ambas as mãos firmemente agarradas a Katana atacaria o oponente com um ataque diagonal da direita para a esquerda, buscando rasgar suas costas por completo.
Histórico da garota chuchu :
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 23:25

I Am Your Overlord









- Me pegou de surpresa maldito! – Era meio inesperado eu já dar de cara com um inimigo, não estava achando que iria encontrar isso logo de cara, pois eu estava incerto de que aqueles dois realmente eram os “vilões”. Mas de todo modo, esses caras não fizeram o mínimo de esforço pra não chamar a atenção. “Eu ein hahaha” Pensaria, com um sorriso quase imperceptível no rosto enquanto responderia o homem prontamente – É o que todas elas dizem Hahahaha – Sarcasmo à parte, Daria agora outro aspecto totalmente diferente para a luta. O espírito esportivo daquele homem parecia ser um desafio tentador, no entanto, eu não irei pegar leve nem com ele nem com ninguém em uma luta. E se ele for um desses agentes, vai pagar caro pela vida que está vivendo. Franziria minha testa nesse momento com a guarda já feita, pressionando as sobrancelhas junto em meu semblante mortalmente sério.

Um espadachim hah. A orgulhosa “limão” não parecia estar tendo vantagem sobre ele quando eu cheguei aqui, uma batalha de espadas é interessante. Provavelmente essa luta seria mais acirrada se eu não interrompesse heh. - Até que você não é tão inútil assim, mas quem vai acabar com o cabeça de algodão doce, sou eu. – Aquelas palavras só aumentavam meu conceito sobre ela ser orgulhosa, e ter um rival nesses momentos sempre é bom. Isso te faz querer vencer e ser o melhor. “Competitividade nem sempre é ruim, serei o destaque nessa missão” Em meus olhos, o brilho tornava novamente. O Fogo incessante ressurgia em meu coração, almejando por uma batalha que fique para a história.  – Se ele for do governo, a última coisa que você vai ter o prazer de fazer é acabar com ele em minha presença – Falaria, enquanto me ajeitava levantando meus punhos na altura de meu tórax, avançando minha mão direita e fazendo um sinal, chamando o azulado para a briga com minha mão. Em um tom suave afinando minha voz de um modo cômico como se zombasse do patife – Cai pro pau meu fio. – Falaria provocando-o, esperando que o mesmo viesse pra cima de mim com tudo voltando sua atenção para cá.

A minha estratégia era analisá-lo de inicio, e usar isso contra ele ou encontrar brechas para quebrar seu plano de luta. Procurar por movimentos padrões, deslocação e golpes, qual sua mão mais hábil, bloqueio e esquiva, enfim... Lutar contra um espadachim não parece ser uma tarefa pra lá de difícil. Se eu desarmá-lo, acabou. E eu tenho essas belezinhas aqui pra bloquear ele perfeitamente. Olharia para minhas manoplas de relance, rapidamente para não perder o foco. Essa história de “se esquivar”, é só mais um conto que covardes usam, um modo bacana de dizer que você está fugindo. Minha mãe sempre dizia para não ser um covarde, fugir é sempre a ultima opção...

Casos de Bloqueio na Horizontal

Ficando com as pernas flexionadas preso ao chão para manter equilíbrio, iria bloquear esses golpes usando a mão do lado que deveria ser atingido, colocando minha palma contra o objeto cortante, e com um movimento sutil tentaria segurá-la com a manopla, fazendo o movimento mais com a parte da palma do que dos dedos em si, usando apenas eles para prender, visando que não queria perde-los obviamente. Feito isso, iria de quebra revidar enquanto segurava a lamina com uma mão, iria puxá-lo através da espada, encaminhando-a para o meu lado de uma forma segura fazendo-o perder equilíbrio e vir direto para meu punho livre, procurando acertá-lo com tudo por um soco em sua barriga, onde provavelmente ficaria o estomago em um movimento de trás para frente. Assim ele ficaria muito próximo de mim, e me aproveitando disso, balançaria minha cabeça de trás para frente rapidamente, para acertar com minha testa em seu nariz com uma cabeçada. Logo depois o soltando e saindo de perto com um pequeno salto para trás.

Bloqueio na Vertical e Diagonal

Com golpes de baixo para cima, iria fazer um movimento com ambas as mãos protegidas pela manopla, abrindo as duas e com as palmas baixaria as mãos e chocaria elas contra a espada parando-a antes que subisse para me cortar. Se fosse ao contrário, faria basicamente a mesma coisa, porém com a diferença que levantaria as mãos em vez de abaixá-las. No entanto, ao final de ambos os tipos de bloqueio se eu não tivesse ainda tentado revidar contra o homem, iria fazer o mesmo movimento citado de segurar a espada e atingi-lo duas vezes se possível.

Golpes frontais
Iria parar suas estocadas, usando de uma estratégia simples que aprendi com meu irmão mais velho há tempos atrás. Assim que ele encaminhasse sua lâmina para frente, iria chocar a mão mais acessível contra a parte não laminada da espada, batendo com a palma fortemente e fazendo a arma desviar seu trajeto para o lado que bati, procurando não acertar nenhum aliado. E aproveitando seu movimento para frente, usaria essa sua aproximação para avançar logo após o bloqueio e com um golpe frontal também jogaria meu punho do lado oposto para frente procurando acertar o nariz do azulado se eu não o tivesse atacado pelo menos duas vezes antes.

De qualquer modo, se o covardão não viesse para cima de mim e fosse para a garota, iria me jogar na frente dele, pois a estratégia da verdinha sempre fora se esquivar de golpes. Efetuando logo após o movimento com o devido bloqueio para sua investida. Se ele ficasse parado, iria para cima do mesmo junto com o Limão, me aproveitando de nossa vantagem numérica para atacá-lo ao mesmo tempo, correndo em sua direção iria usar esse impulso para tentar acertá-lo com um soco de esquerda de trás para frente, procurando acertar a maçã do seu rosto. - Você deveria tomar cuidado ao atacar o sexo frágil assim, filho de uma super puta! - Falaria bravo, ao ver que o homem não dava muita importância ao fato de tentar machucar uma mulher.

Por fim, avançaria uma vez mais com a garota, buscando usar sua agilidade como uma distração para mim. Assim que ele voltasse sua atenção para ela, iria pegá-lo desprevenido de novo para então acertar a maçã do seu rosto novamente, no mesmo lugar,
com meu punho cerrado em um movimento curvo da direita para a esquerda com meu braço direito. A intenção seria danificar aquela parte cada vez mais e fazê-lo sentir dor.
Dor física, uma que nem se compara ao que esses caras um dia me concederam.

Histórico do Dantão:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptySex 13 Out 2017, 15:27

Elise Von Bernstein e Edmund Dante







Uma rivalidade se iniciava naquela batalha entre Elise e Dante, ambos queriam derrotar Eric e também ser o destaque na missão - HAHA, sinto muito em decepcioná-los, mas quem vai vencer essa luta serei eu! o homem gargalhava como se o que a dupla tivesse falado fosse uma espécie de piada muito engraçada. Elise pensava em apenas uma coisa, finalizar o azulado rapidamente e para isso utilizaria sua velocidade superior para se aproximar do homem e tentar uma estocada em sua costela. O ataque fora um êxito acertara justamente na costela do agente que apenas urrava de dor - Isso foi um erro garota! o homem gemia pela dor que sentia no momento. Uma grande mancha de sangue começava a surgir na camiseta branca do homem, mas ele continuava de pé e afastava a jovem usando o cabo de sua Katana a acertando na região do estômago. Com o afastamento da espadachim era a vez de Dante entrar na "brincadeira", este fazia um sinal com a mão para que Eric partisse para cima - Você realmente tem coragem ruivo o homem corria na direção do ruivo que o esperava em posição de combate. O boxeador iria primeiro analisar os movimentos do homem e suas características numa batalha, como mão hábil, tipos de golpes e etc. Nos pensamentos do ruivo, desarmar o espadachim certamente o deixaria inútil no combate.

Flexionando suas pernas para manter o equilíbrio, o ruivo buscava bloquear os golpes que vinham na direção de sua mão direita e sutilmente segurar a lâmina da arma utilizando seus dedos. Conseguido com sucesso, o boxeador puxava o azulado para seu lado e tentava acertar um soco no estômago de Eric. Após o golpe o ruivo conseguira deixar o espadachim sem ar o que o fizera recuar para trás, porém Dante não o deixaria escapar tão facilmente e tentou realizar uma cabeçada, entretanto o azulado fora um pouco mais rápido e acertara uma estocada de raspão que quase tirara um "filé" de seu braço. Novamente alguém estava sangrando naquele combate, o líquido da cor rubra cobria o braço do ruivo o fazendo saltas alguns passos para trás - Você realmente é alguém que vai me dar muitos problemas o homem rasgava um pedaço de sua camisa e estancava o sangue do corte que tinha em sua costela. Sem ter muito tempo para fazer qualquer coisa, Elise já estava novamente em seu lado o azulado então começava a atacar a jovem com uma série de estocadas em suas pernas. A espadachim podia apenas se desviar com passadas ligeiras na direção contrária e algumas vezes saltando para trás, assim evitando praticamente todos os golpes violentos do homem. Para afastar o homem a jovem, realizou uma série de estocadas que com êxito afastara o azulado que alguns saltos para trás. Eric começava a transpirar e arfar de cansaço pelo tremendo esforço que estava fazendo naquela luta - Vamos parar de brincar? mesmo sendo o que estava mais ferido no combate, o azulado ainda conseguia sorrir diabolicamente para a dupla. Com um último avanço, ambos pareciam se entender, já que Elise utilizara sua velocidade para atrair a atenção do azulado e fazê-lo focar em si. Num piscar de olhos, Eric estava cambaleando e quase caindo sobre o chão. O que acontecera foi que o homem distraído com a jovem, acabou não percebendo a aproximação de Dante e por isso fora acertado em cheio na maçã do rosto por um soco do ruivo. Antes que qualquer um dos dois desse o golpe final no homem, um pequeno ser saltava do bolso do azulado - Cheguei! o pequeno vestia um terno também e usando um chicote acertava o rosto da dupla com uma incrível força - Vamos lá ruivo, eu vou acabar com você! o anão provocava Dante. Aquela batalha parecia ter tido uma reviravolta, será que o ser poderia organizar um contra-ataque para derrotar Elise e Dante?
Off:
 

Citação :
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyTer 17 Out 2017, 17:18

What a lovely, lovely day



As provocações do agente azulado de nada adiantaram contra meu talento nato com as espadas - E a brutalidade do ruivo pervertido. Ver aquele desgraçado urrando de dor por minha causa dava-me prazer pela batalha. " É uma pena que não vai durar o bastante. " A sutileza em meus golpes me fez escapar quase ilesa do adversário se não por um pequeno golpe na barriga que causara algumas dores de início mas rapidamente havia passado. O ruivo também tinha conseguido acertar alguns golpes - como havia feito antes. Mas a sua falta de técnica e atenção resultaram em um pequeno sangramento em um de seus braços que não parecia cessar cedo. As diferenças entre nós eram claras e começavam a se acentuar agora, o sangue nobre que corria em minhas veias - mesmo que incestuoso - fazia meu comportamento ser bem diferente do meu aliado atual como também do oponente. No fundo eu sabia que não deveria me misturar com essa ralé, mas quando sua própria família te despacha, não há muitas escolhas a serem tomadas.

A luta já estava praticamente encerrada com o oponente delirando enquanto dava passos em falso e quase caía ao chão. Consegui encaixar um golpe em conjunto com ruivo e conseguia imaginar aquela luta se encerrando de vez - Ao menos no começo do golpe - Tudo parecia acabar naquele momento. Eis que, de um dos bolsos do azulado, pulava algo em altíssima velocidade e junto a isso sentia um grande ardor se espalhar por minhas bochechas. Por instinto levava minha mão livre ao local averiguando os danos causados. " O que diabos foi isso? Meus olhos rapidamente procuravam pela causa do desconforto. E, céus, era uma criatura insignificante.

Via aquilo com certa desconfiança dos meus sentidos pois nunca tinha visto algo parecido. Forçaria a vista levemente em direção ao pequenino, recusava-me a acreditar que aquilo era real. Quando dei-me conta do que era minha reação não fora outra a não ser sentir o riso subir pela garganta. Colava os lábios tentando impedir a risada mas não parecia ser suficiente, levaria também minha mão desocupada até a boca mas novamente fora inútil e o riso escapava dentre os dedos. - Oh céus, que criatura insignificante. - O governo era realmente podre a ponto de chamar criaturas assim? De súbito, senti que ingressar aos revolucionários não tinha sido tão ruim assim - Poderia ter sido pior. O pequenino demonstrava certo complexo de superioridade ao chamar o ruivo para o combate "Que assim seja, ainda tem outro desgraçado junto ao atendente" Menos um peso nas costas e um alívio cômico ao meio ao clima tenso de batalha. Podia melhorar? A cada segundo sentia que a missão estava cada vez mais próxima do fim.

Se era ao ruivo que o anão queria nada melhor que conceder seu desejo. Viraria meu rosto em direção ao ruivo, uma rápida olhada para seu ferimento e então para seu rosto - Desafiado por um anão? Deve ser bem humilhante para o orgulho de um homem. Daria até uns tapinhas leves em seu ombro - Se estivesse perto o suficiente de mim - pousando a mão com certa gentileza. - Vá, ele quer você. Eu cuido do morto-vivo e do outro agente. - Se o outro agente possuir a mesma força que esse talvez o combate seja interessante diferente de um soldado de bolso, não conseguia imaginar um combate decente com alguém daquela estatura. Esse tipo de situação inflava meu orgulho e a satisfação comigo pois realmente haviam coisas piores do que nascer com a pele pálida, mesmo sendo um pouco verde.

Aquele azulado continuava de pé mesmo que a beira da derrota, talvez os ferimentos que tinha fossem suficiente para morrer mas suas provocações não passariam impunes por mim. Avançaria em alta velocidade em sua direção, com ambas as mãos no cabo da arma e quando chegasse próxima suficiente, realizaria uma única estocada contra o peitoral do homem - Sem parar o movimento para realizar o ataque - tentando encerrar a luta, e sua vida, por ali. Dependendo da reação do homenzinho, reagiria de formas diferentes. No caso de continuar sua disputa contra o ruivo, seguiria em frente, apesar de seu comportamento infantil eu tinha certeza de que venceria alguém tão insignificante assim. No caso de me atacar com chibatadas da cintura para baixo, colocaria grande esforço em minhas pernas, pressionando-as fortemente contra o chão realizando assim um pulo alto o suficiente para me esquivar de seu ataque. Se tentasse me atacar do peitoral para cima, abaixaria-me tentando passar por debaixo de sua chibatada, e seguiria com o ataque em direção ao azulado. Mesmo que conseguisse me atacar, com força suficiente para realmente me machucar ou não, seguiria o caminho em frente, buscando inspirar mais ar para dentro de mim - Tentando futilmente contornar a dor-  e continuar com o ataque ao azulado. Em quaisquer desses casos, seguiria em frente apenas desviando-me do anão sem contra-atacar. Somente o atacaria caso entrasse em meu trajeto, nessa situação desferiria 2 cortes consecutivos contra o pequenino o mais rápidos que eu conseguisse, depositando mais velocidade que precisão nos golpes, tentando confundi-lo e seguiria em direção ao homem de madeixas azuis. Se desviasse, tentaria novamente atacá-lo com um corte de cima para baixo, dessa vez acertaria o desgraçado, eu espero.

Mesmo no estado deplorável que se encontrava , o verdadeiro oponente - O agente azul -  podia me contra-atacar, momentos antes conseguira manter a compostura com provocações e poderia mantê-la no combate mesmo que fosse em um único esforço final. No caso de tentar atacar-me com estocadas, jogaria-me para a esquerda e passaria a espada contra sua pele, suada pelos esforços anteriores, em diagonal, buscando rasgar uma grande área do peitoral do homem. Na hipótese de ataques pelas horizontais, simplesmente me abaixaria e seguiria com o ataque planejado enfiando a espada em trajetória retilínea contra o homem.

Com o caminho livre, era a hora de buscar pelo atendente. Queria muito que aquele homem estivesse vivo sentindo até certa preocupação por aquele trabalhador " Alguém vai me agradecer por esse trabalho, e não será somente Laura" Depois de toda essa tensão era possível alguma recompensa que não fosse em dinheiro. Reconhecimento? Pensava na hipótese de deixar um desses homens vivos para informar seus superiores de mim. Ser vista, lembrada, possivelmente até admirada eram mais motivações para continuar na carreira de revolucionária, além do dinheiro, é claro. Podia imaginar um dia o homem ruivo lustrando minhas botas e isso me enchia de ânimo e determinação. " Esse próximo oponente, acabarei com ele o mais rápido que conseguir."

O outro oponente - Chamado de Jimmy pelo azulado - estava na sala logo em frente, possivelmente com o atendente. Continuaria a correr em direção a sala, dando breves olhadas para trás. imaginava como o ruivo sairia de situação um tanto quanto estranha mas não deve possuir grandes dificuldades. A surpresa estava reservada para mim. Assumindo uma postura ereta assim que chegasse ao local deixaria minha visão fluir pelo ambiente, tentando achar o funcionário da loja para então fitar o agente. - Você não terá a mesma sorte que seu colega, vai durar bem menos. - Sentia a tensão do conflito anterior subir pela minha coluna, meus delírios momentâneos de felicidade foram derrubados por aquela tensão antes do combate. Encararia brevemente minha espada, tão bela e limpa, conseguia refletir minha imagem com facilidade mas o líquido que a encobria de certa forma me dava repulsa. Algo tão belo, mesmo que simples, estava contaminado com  líquido vindo de um corpo, um corpo humano e sua situação logo pioraria com o sangue do próximo oponente. Uma lástima, mas sacrifícios são necessários.

Ficaria atenta a movimentação do oponente por não saber como lutava ou qual armas portava e adotaria uma postura defensiva no início do combate. Em casos de possuir armas com lâminas e me atacasse, esquivaria para a direção contrária ao golpe - Exceto em golpes laterais - nos quais me lançaria para trás rapidamente, abaixando-me com o apoio de minha mão livre. Em seguida,tentaria desferir dois cortes ligeiros contra as pernas do homem, me movimentando para trás.No caso de possuir armas mais bruscas, focadas em, literalmente, quebrar o adversário eu buscaria o máximo de distância possível, antecipando a esquiva pela distância que manteria do mesmo. Caso se aproximasse demais, realizaria duas estocadas consecutivas, uma contra seu peitoral e a próxima um pouco abaixo. Havia a possibilidade de me surpreender com uma arma de fogo e para essa ocasião eu partiria para a ofensiva. Com uma corrida em zigue-zague tentaria confundir o oponente, aproximando-me o suficiente para dar um leve pulo e atacar com um corte vertical de cima para baixo contra o homem. Durante a trajetória do combate, buscaria pelo funcionário com meu olhar, tentando pedir seu auxílio, de alguma forma. Não deixarei com que esse combate dure o suficiente para o ruivo interromper, não preciso daquele desgraçado roubando meu momento de glória e ainda por cima soltando seus devaneios pela fala, a simples hipótese dele aparecer ali aflorava meus nervos.
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– Fala –

"Pensamento"

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Última edição por Davi King em Ter 17 Out 2017, 17:27, editado 2 vez(es) (Razão : Arrumando os codes ( E o histórico))
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyQua 18 Out 2017, 06:23

A Way of Life










Comentários e mais elogios de meu oponente, isso não é algo que me afete. Tudo bem que coragem sempre foi uma característica minha, devo concordar com ele nesse aspecto. Heh, mas mesmo que eu fosse o soberano de um império outrora, sempre fui guiado a não seguir esses caminhos de egocentrismo, viver me sentindo ser melhor que os outros por coisas fúteis ou me importar com o que pensam sobre mim. Tenho rivais, claro, mas é algo muito pequeno em minha vida. “Mãe... Eu te agradeço por tudo, sinto muito não estar lá pra te salvar...” Forcei minhas pálpebras brevemente depois de finalizar meu golpe, fechando minha cara em um semblante triste. Abri meus olhos, centrado no inimigo. Antes de detonarmos com o agente, me perguntava de onde que havia vindo àquela chicotada na minha cara. - Puta que pariu velho – Falei de imediato, colocando minha palma direita sobre o lugar atingido na esperança de amenizar a dor. Não me bastasse o corte que quase arrancara um presunto de mim, agora teria um homem, ou quer dizer, quase isso, me batendo com chicotadas. E pensar que todo o treinamento que eu já tive ainda não foi nada... Esses caras são de patente baixa e to tendo dificuldade. Vou ter que treinar muito mais se eu quiser combater o governo, como minha filha disse...

O jeito bruto e marcado por muitas cicatrizes de batalha do meu irmão mais velho, de certo modo não tem muito a ver com ele. Muito alto e robusto, um homem careca de barba cheia que sempre estampa um sorriso gentil em sua face. Devo admitir que eu nunca encontrei caras desse tamanho amigáveis assim. Por um momento, me lembrei das vezes em que treinava no alto da montanha com ele, sob a sombra da goiabeira milenar que havia ali por gerações e gerações. O pai do meu pai do meu pai do meu pai... Do meu pai viu essa árvore crescer, e desde então ela faz parte do nosso “pequeno” jardim.

- Puta que pariu meu mano Cê ta mó frango, borá come uns rango com maínha – Ele falava animado, brincando com o fato de eu estar fazendo flexões com ele sentado sobre minhas costas. Esse cara deve pesar toneladas, e eu devo ter flexionado meio braço só. Cacete, eu nem sei se eu saio vivo dessa. Pensei, enquanto apenas estava tendo um momento em família com meu irmão. Nunca dei valor de verdade para tudo aquilo, até o dia que eu sai em busca de “aventuras”. Até eu voltar e ver... Tudo destruído, minha mãe, meus amigos e meu irmão mais velho, todos mortos. Chamas e cinzas por todo lado, enquanto um amontoado de corpos se concentrava na praça e a nossa árvore, queimada. Afinal, é errando que se aprende não é. Nesse caso só comecei a dar valor às coisas depois de perdê-las para sempre...


Notaria que o modo de pensar de minha “companheira” era totalmente diferente vendo que ela debochava do anão. Sentia-me desinteressado agora, na verdade sempre foi muito difícil encontrar uma mulher com personalidade forte. “A maioria só se encaixaria comigo fisicamente, hehe” Se ela me tocasse, relutante eu iria retirar suas mãos de mim e em um tom alto e solene falaria sem tirar os olhos do anão, focado na luta. – Agora não é o momento para caricias, deixe isso para mais tarde quando as crianças estiverem dormindo – Terminaria com um sorriso pervertido novamente, acompanhando um olhar breve com uma piscadela. Aquele pequenino era realmente ousado e corajoso, ia muito além do seu tamanho real e eu gostava disso. “Não posso perder, não mais...” Nunca mais, eu já perdi muita coisa e lutas, bom isso é o pouco que me resta. – Bó, só eu e você. Depois de acabar contigo, vou acabar com sua organização imunda – Franziria minha testa e cerraria meus punhos entrando em combate novamente, levantando-os próximo ao meu rosto.

Dessa vez, eu não iria me conter de jeito nenhum. O fato de ele usar um chicote em vez de uma lâmina me deixava muito mais aliviado, sei lá, não me imaginar ser atravessado por uma katana é realmente confortante sabe. “Sem falar que se eu tiver o reflexo, posso segurar essa merda” Com um sorriso imperceptível no rosto, correria com tudo na direção do pequenino, ele seria um alvo difícil de acertar creio eu, mas menos letal do que o azulado que me trouxe problemas com essa merda de corte. Sentiria meu braço, mas não hesitaria em minha investida. “Eu vou lutar até o fim, até acabar com todos esses desgraçados que mataram minha família!” Pensaria, enquanto provavelmente já estaria bem próximo do “rapazinho”, e usando o impulso da corrida, frearia repentinamente nesse ponto flexionando minhas pernas e dando uma “pisada de direita” no chão para por minha força e equilíbrio, concentrando toda a energia e velocidade em meu braço esquerdo, fitaria o anão, fingindo ser destro com um movimento de trás para frente com o braço direito, e usando disso, assim que ele desviasse de meu “falso golpe” iria usar todo o punho esquerdo concentrado na altura que ele tentasse pular ou se mexer, pegando-o de surpresa com um soco curvo da esquerda para a direita. Na seqüência, se ele fosse acertado e atordoado, já garantiria o próximo golpe pulando na direção em que ele fosse arremessado pelo meu soco, e rapidamente desceria meu punho direito num movimento de cima para baixo visando “esmagar” o anão com o impacto de meu punho e peso. - Eu vou derrotar você... - Gritaria irritado, no calor do momento.

Meu terceiro golpe seria feito em um contra-ataque, assim que ele tentasse bater em mim com seu chicote após um bloqueio meu efetuado, iria tentar segurar a arma no seu movimento de ataque e puxá-lo para mim, semelhante ao azulado, só que dessa vez, iria pegá-lo num soco com a mão que estivesse livre, de baixo para cima, tentando arremessá-lo aos céus!- E mandar todos vocês pro inferno! - Irônico, pois minha ideia aqui era enviá-lo justamente na direção oposta.

Iria bloquear suas chibatadas frontais, isto é, em movimentos verticais(e diagonais também), primeiramente tentando premeditar seu movimento, olhando para suas mãos procurando ver onde atacaria e então iria usar meu reflexo junto, e tentaria segurar com a melhor mão o chicote. Afastaria minhas pernas e o resto do corpo no movimento, para evitar os danos. Seus ataques na horizontal em meu tórax e acima, iria levantar meu braço do lado que seria atingido para proteger o tronco ou a cabeça, usando da manopla para por sobre o local que seria atingido. Abaixo do tórax, faria um movimento me agachando, flexionaria as pernas imediatamente e baixaria meu tronco junto, e encolhido, iria fazer o mesmo movimento com o braço do lado atingido usando a manopla, ou pelo menos o braço se não fosse possível, para proteger minhas pernas e não comprometer minha movimentação.


Spoiler:
 

Spoile 2:
 

Histórico do Dantão:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 6 EmptyDom 22 Out 2017, 00:41

Elise Von Bernstein e Edmund Dante







A reação que a dupla tivera ao ver o pequeno ser saltar de um dos bolsos de Eric fora diferente, enquanto Elise se contia para não ter uma crise de risos Dante ao contrário da jovem se mantinha desinteressado e focado na luta. Mesmo com a mão na sua boca, a espadachim deixava escapar alguns risos por entre seus dedos chamando o anão de criatura insignificante - Sou menos que você é claro, mas sua força nem se equipara a minha! o pequeno ser era energético e parecia gostar de provocar os outros dizendo ser mais forte. Antes de retomarem o combate contra os agentes, a jovem pousava sua mão sobre o ombro do ruivo falando sobre o homem ter sido desafiado pelo anão e que iria finalizar o "morto-vivo" azulado - Eu ainda não perdi para você, então para de ficar achando que já venceu mesmo debilitado e sem quase conseguir se manter em pé o agente provocava a jovem - A luta de verdade começa agora! Eric puxava sua Katana e se preparava para avançar até Elise. Dante realmente se encontrava muito focado na luta, já que retirou a mão da espadachim de seu ombro falando que não era momento com um sorriso malicioso e em seguida se virara para o anão dizendo que depois de acabar com o pequeno acabaria com a organização "imunda" do agente - Você é realmente engraçado ruivo! o anão rolava de rir pelo chão, mostrando que o pequeno facilmente ria com qualquer coisa.

Dessa vez Dante queria não se conter na luta contra o pequeno agente, o fato do pequeno utilizar um chicote deixava o homem muito mais aliviado, já que não teria uma Katana o perfurando a cada golpe, ele talvez até conseguiria segurar a arma do anão. Com um sorriso em seu rosto o boxeador começava a correr na direção do pequenino, próximo ao pequeno o ruivo conseguia observar melhor sua feição e roupas. Como os dois outros agentes o anão utilizava um pequeno terno, possuía cabelos pretos, olhos da mesma cor e uma cicatriz abaixo de seu olho. Dando uma freada brusca, Dante flexionava as pernas e realizava uma "pisada de direita" para por sua força e equilíbrio concentrando toda sua energia e velocidade em seu braço esquerdo em seguida o ruivo fitava o anão fingindo ser destro com um movimento de trás para frente. Sem dúvidas aquele era um engenhoso falso golpe, já que como o esperado o anão desviara do ataque com um pequeno salto, entretanto o que Dante não esperava era que o pequeno saltasse em sua mão dificultando seu outro golpe com a mão esquerda. Mesmo o pequeno sendo muito mais rápido que o ruivo não conseguira evitar o soco curvo do boxeador o fazendo cair no chão com tudo, porém num ato de sorte ou não o anão conseguira amarrar a corda do chicote no punho do ruivo e levar Dante ao chão consigo. Aquele fora um enorme baque um grande som ecoo por todo o local que poderia ser ouvido por até as pessoas que passavam na rua - Você me pegou e eu também! sou mesmo forte não é mesmo? o pequeno parecia estar com alguns ferimentos, mas continuava sorrindo.

Com Elise as coisas pareciam estar muito favoráveis, já que os ataques que o azulado realizava com sua Katana, eram desesperados que podiam ser facilmente desviados nada como antes que a jovem de pele esmeralda se esquivava por ser mais veloz que Eric. Agora os dois estavam um pouco afastados um do outro, enquanto Dante e o anão se levantavam do chão para voltarem a lutar entre si. A jovem espadachim então iniciou uma corrida até o azulado e quando se aproximou realizou uma estocada no peito do homem que por pouco conseguira desviar do golpe dando dois saltos para a esquerda - Sabe, eu mal consigo me manter em pé, mas não vá achando que eu não posso me esquivar dos seus golpes Eric estava ofegante até demais e em seguida ele começava a ficar esbranquiçado pelo cansaço. Antes que Elise pudesse realizar mais um ataque contra o azulado, o anão jogava seu chicote em suas pernas amarrando ambas e a fazendo cair de cabeça no chão, provavelmente aquilo formaria um galo no dia seguinte. Após derrubar Elise, o anão se voltava novamente para Dante que também estava de pé - Podem vir os dois pra cima de mim o anão fazia o famoso movimento de provocação com as mãos. Nesse mesmo momento a figura de Jimmy aparecera na porta com seus curtos cabelos azuis e olhos também da mesma cor, vestindo um terno assim como seus companheiros do governo - Você ainda não terminou Eric!? um visível semblante de irritação surgia em seu rosto - Isso que dá eu deixar um agente em treinamento fazer um trabalho de gente grande o homem suspirava claramente muito irritado - Eu posso acabar com eles Jimmy! Eric pela primeira vez parecia suplicar para o homem - Cale-se! Jimmy bradava e em seguida pode-se ouvir um barulho de tiro e o da queda do azulado ao chão possivelmente morto - Vamos Alan depois da "execução" ambos saíram pela porta sem dizer mais nada. Dentro da sala se encontrava apenas o atendente estirado ao chão, mas estes tinha sérios ferimentos por todo o corpo - Alguém me ajuda! o homem gritava gemendo de dor, enquanto Elise e Dante caminhavam até onde ele estava.

Off:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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