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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Emerald Lady Strikes

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MensagemAssunto: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptyQui 15 Dez 2016, 14:17

Relembrando a primeira mensagem :

Emerald Lady Strikes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptySab 10 Mar 2018, 11:25

My Path

Confesso que surpreendi-me quando Nejima havia dito que eu e o ruivo formávamos uma boa dupla. Sequer cogitava ideia de ver aquele homem na minha frente de novamente. Assim, com o assunto encerrado com o major, segui suas instruções até o quarto daquele que tinha mais conhecimento no tal “assunto”, se é que aquilo poderia ser chamado de conhecimento. Como de costume, ouve surpresa por parte do desconhecido, seja pela minha aparência ou pela entrada brusca em seu quarto. Me identifiquei, mas o comportamento do homem piorou quase de imediato. Seu ego aumentou de tal forma que eu quase arrependi-me de ter vindo até ele, cerrei a testa, decepcionada. Me encaminharia a uma cadeira próxima que ele indicara, sentando-me e ajeitando a postura, ficando o mais confortável possível. – Podemos começar? - Cruzei os braços, um pouco desanimada.


~ Perícia: Início ~


- Ora senhorita, mas é claro! – Sven respondeu de imediato, emocionando-se. Deu um pulo de sua cadeira, apanhou alguns papéis em cima de uma escrivaninha e se sentou, próximo a mim. – Presumo que milady já saiba o que arrombamento signifique, certo? Não importa. A arte de arrombar! Surgida assim que os homens decidiram trancar a si mesmos e seus pertences dos outros. – Ele falava com um intenso brilho no olhar. – Basicamente, burlarmos essa proteção, fechaduras, cadeados, não importa, simplesmente passamos por cima! – Ele se colocou de pé novamente, indo em direção a sua cama e retirando alguns objetos de baixo dela. Ao voltar, arrastara consigo um cofre, aonde colocou os objetos junto a papelada que tinha pego antes. – Leia as minhas anotações, eu tiro suas dúvidas para depois praticarmos HIHIHI – Jogou-se em direção a única cama do cômodo, e começara a roncar. – Desgraçado... – Não tinha outra escolha se não ler as anotações e, com sorte, conseguir acordá-lo depois.

Apesar da aparência rústica do papel e da letra não tão legível de Sven, consegui compreender a informação que estava escrita. “Primeiramente, é necessário conhecer os mecanismos que compõem uma fechadura. Quando a chave é inserida, os dentes dela empurram os pinos interiores acionados por mola. Cada pino é, na verdade, formado por dois componentes: o pino-segredo e o contrapino. Quando a linha divisória desses dois componentes se alinha à linha de transição (A divisão entre o cilindro do ferrolho, que é móvel, e o tambor da fechadura, que é fixo), é possível girar a chave e abrir a porta. Por não contarmos com uma chave, utiliza-se 3 ferramentas para emular a chave.  O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], a[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Na parte superior do cofre, haviam as três ferramentas citadas no texto.

O tensor, uma peça que forma um ângulo de 90°, sua função é fazer o cilindro da fechadura/cadeado girar. Em seguida vinha a gazua, uma haste de metal de ponta estreita e ligeiramente curvada. Sua função é manipular os pinos do tambor da fechadura. O rake tratava-se de uma gazua com bordas parecidas com a de uma chave, mas que eu não consegui entender sua função. Até agora, os dois primeiros itens eram suficientes para um arrombamento.  Depois de um tempo lendo as anotações e observando algumas ilustrações, encaminhei-me até Sven, balancei o perito em arrombamento por alguns segundos até que ele acordasse. – Acabou? Mal dormi uma hora... Pois bem, diga-me suas dúvidas e vamos pra parte prática! – Sentou-se na mesma cadeira de antes, de frente ao cofre, e eu acompanhei seu movimento, sentando-me a sua frente.

- Pois bem, eu não entendi para que serve o rake... A gazua e o tensor não bastam? – Sven prontamente corrigiu sua postura, assumindo um tom mais sério para sua fala. – Na verdade, o rake é utilizado para um método diferente... Como pode ver, se trata de um instrumento com várias bordas, muito semelhante a uma chave. Você consegue arrombar uma porta com mais facilidade e rapidez, porém, caso faça o movimento errado, ele se quebra facilmente. Fora que, no mercado, ele não é tão comum quanto uma gazua normal, então seu preço é maior que das outras duas peças. – Assenti com a cabeça, percebendo que, no momento, deveria deixar o rake de lado, e focar-me no básico primeiro. – Tem mais uma coisa, até quando eu tenho que insistir com a gazua? Eu tenho de decorar o número de pinos e avançar com cuidado ou simplesmente insistir até ouvir o “click”? – Sven coçou a barba rala em seu queixo e me respondeu. – Vamos com calma, a gazua, assim como o rake, é uma ferramenta frágil. Jamais use força desnecessária, caso contrário, ela vai quebrar fácil. Você tocar cada um dos pinos com a ponta da gazua cuidadosamente, até chegar no último pino. Cadeados costumam ter de três a quatro, enquanto fechaduras possuem de cinco a oito. Quando você encostar em cada um dos pinos, repita o movimento, e veja qual deles ofereceu maior resistência. Esse é o pino com qual você deve se preocupar, ao posicioná-lo, o restante será muito mais fácil. – Ele terminara e eu assentia com a cabeça de novo. – Hihihi, podemos seguir com a parte prática então! - Sven gargalhava com animação.

O esquisitão trouxe um pequeno cofre com uma fechadura e colocou-o em cima do que havia entre nós dois, em seguida, entregou-me uma gazua e um tensor. – Vamos, tente abrir este aqui de cima, depois, tente o debaixo – Segui seus comandos, introduzindo com cuidado o tensor, girei-o para esquerda e depois para a direita, mas não parecia surtir efeito. Insisti, porém a fechadura não cedia. – Você está fazendo errado, se continuar colocando muita força...– Já estava irritada e, sem querer, acabei quebrando o tensor, sem sequer chegar na parte da gazua. – Meu deus mulher! Eu disse para ter cuidado. Você precisa de paciência e concentração, caso contrário, não conseguirá nenhum resultado. Movimente o tensor com cuidado, o lado que ceder mais é o lado que a fechadura gira. – Sven retirou outro tensor de um de seus bolsos, como se já esperasse que eu falhasse no exercício, e me entregou. Tentei mais uma vez, dessa vez passando da primeira parte, e conclui que o movimento teria de ser da direita para a esquerda. Prossegui introduzindo a gazua, demorou um pouco até achar o primeiro pino opositor, fiquei um pouco nervosa, mas me contive, fazendo menos pressão com as mãos. Após posicionar todos os pinos com cuidado, tentei retirar a gazua com a mesma precisão de antes, mas ela não saía. – Agora você pode fazer mais força – Escutando as palavras do instrutor, retirei o instrumento de uma vez, danificando um pouco o cadeado. – Caso queira manter a fechadura intacta, não faça isso, mas esse não é o caso de agora, certo? – Ele sorria maliciosamente para mim, ignorei e parti para o cofre debaixo.

Ao analisar o buraco, percebi que o cadeado estava danificado. – Sven, não vou conseguir abrir esse daqui, a fechadura está enferrujada demais. – O homem se aproximou, analisando com cuidado o cofre. – Você tem razão, vou acabar perdendo mais uma gazua, espere aqui, vou arranjar outro cofre para você treinar – Ele saiu como um raio pela porta, fechando-a com a velocidade um trovão. Eu estranhei, afinal, o quarto dele estava lotado de cofres, não havia motivos para ele buscar outro. – Filho da p... – Ouvi o trancar da porta e uma risada esquisita saindo do outro lado. – Vamos ver se aprendeu limãozinho! Se foi uma boa aluna, conseguirá sair daí sem dificuldade! –  Naquele momento minha vontade era de esganar o homem, mas nada podia fazer, trancada naquele quarto, minha única alternativa seria colocar em prática o que aprendi.

Fui até a porta e analisei sua fechadura, em seguida, introduzi o tensor. Diferente do cofre, esse pendia para a esquerda, passei o tensor entre os pinos e identifiquei quantos eram, um total de 8. “Típico de uma porta doméstica” Passei o tensor por baixo de cada pino, porém não conseguia me concentrar o suficiente. Ao lembrar da risada irritante de Sven, perdia a precisão da mão e colocava força demais, tendo de reiniciar o processo. “Paciência e concentração” limpei minha mente, dessa vez concentrando-me no som da batida de cada pino conforme avancei com a gazua e, assim, consegui. Abri a fechadura, fazendo o máximo de força que conseguisse. Cai no chão com o impacto, enquanto a porta se abria de uma vez, com Sven olhando do outro lado, assustado. – Não importa se a fechadura for danificada certo? – Falei com o homem boquiaberto, com o mesmo sorriso malicioso que ele mostrara a mim antes. – Parabéns, você conseguiu. Agora com licença, tenho uma porta a consertar e antes que a senhorita saía, as ferramentas ficam comigo. – Fui até a escrivaninha e devolvi as ferramentas.




~ Perícia: Fim ~



Após algumas horas exaustivas juntas a Sven, levantar-me-ia em direção a porta, olhando por cima do ombro para o figurão. É... obrigado - Seguiria o caminho para a mesma mesa que estive anteriormente conversando com Nejima, puxaria uma cadeira e, novamente, observaria a movimentação da Grande Casa. ”Esse lugar...” Fecharia os olhos, com o rosto apoiado em uma de minhas mãos, refletiria um pouco sobre tudo que passei até chegar ali. "As coisas estão começando a ficar interessantes."
Histórico da garota Chuchu:
 


Última edição por Davi King em Qui 29 Mar 2018, 19:08, editado 4 vez(es) (Razão : Histórico/Perícia)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptyQua 14 Mar 2018, 04:57


Shurima…
Is Eternal!

Aquela cena toda se tornava meio dramática ao ver o velho brincando com suas plantas, talvez porque eu imaginava já nossa despedida e eu provavelmente nunca mais iria vê-lo, se eu pretendo mesmo retornar para Shurima, e levar glória ao nome do meu império. – Eu entendo, ele tem seus motivos pra querer parar e se confortar, se for verdade. – Eu não parava de pensar em comida agora. O cheiro do que estava sendo cozinhado me atiçaria cada vez mais e mais, e após uma longa batalha e um descanso, não haveria nada melhor que encher o bucho.  – Esse rango ai é pra hoje? To "co" fome – Diria com sarcasmo ao dar uns tapinhas na barriga com a mão esquerda, enquanto pensaria no caso do meu velho(e em goiabas, pois se é pra comer algo, que seja uma). – Seguinte, ai o nosso plano – Diria ao me aproximar dos ouvidos da garota, para então sussurrar – Nós temos que convencer ele com comida, e vamos falar os nossos planos enquanto ele come – Atacar o inimigo quando ele menos espera, quando estiver se alimentando, nem vai ver o que veio. - Se o velho pensou mesmo que ficaria aqui, pelo menos ele vai ter uma despedida mais do que memorável. Isso é o mínimo. – Se ele disser que quer ficar aqui cuidando de plantas, você dá risada – Depois disso iria me retirar daquele recinto, e ir em direção ao meu consagrado enquanto a comida estava sendo feita. Com um semblante feliz, a cabeça erguida e o corpo ereto, sem deixar meus “ferimentos” de batalha serem exaltados. “Afinal, eu nem me feri de verdade, isso não é nada.”

Não me lembro bem como foi minha ultima conversa com meu pai, na verdade, acho que não tiramos um diálogo sério há anos. Também não me lembro bem quando foi a ultima vez que comi uma goiaba, acho que já faz tempo, então não faz mal eu desfrutar da ultima. Já em frente ao meu velho, iria fazer um sinal com a palma esquerda para ele esperar caso estivesse me olhando, e abrindo minha mochila iria retirar dali a ultima goiaba com desdém, pois era a ultima, e isso já me deixava ansioso para comprar mais. Em um movimento bruto e rápido, iria encaminhar o pseudofruto até meus dentes numa mordida generosa, retirando um pedaço grande e saboreando com cuidado. E falando com a boca cheia, deixando minha fala um pouco distorcida, diria – Alguns hábitos nunca mudam, não é? – Com um sorriso no rosto, que esboçava tanto a felicidade de lembranças boas de dias longínquos como o ato de degustar o mais altivo e divino fruto. Estenderia minha mão, um pouco de receio, sim, mas ofereceria parte de minha goiaba ao coroa. Sentimento de egoísmo talvez passasse por minha cabeça, mas era superado em instantes – Se quiser um pouco também, vá em frente – assim que ele comesse, ou recusasse quem sabe, iria voltar – Você sabe por que gosto tanto dessas verdinhas não é? – Deixaria ele falar, queria escutá-lo também. Afinal, só falar um monte de besteiras e não escutar os outros não é necessariamente se comunicar. – Nossa terra natal não era repleta de comida e essas generosidades todas como a “loja de carnes de centaurea”. – Eu só conseguia lembrar do meu irmão incessantemente, e um pequeno sentimento de culpa antigo iria repousar em mim uma vez mais – Mas depois de um bom treino com o meu irmão, comer uma goiaba me deixava muito feliz. Eu nunca soube o que aconteceu com ele, se você pudesse me dizer que ele morreu em paz, ou pelo menos sem arrependimentos, já me deixaria livre de um fardo enorme. – Diria com ênfase numa voz cheia de culpa e angustia, estava quase sucumbindo a minha emoção. Mas eu não iria ceder a isso. “Pelo menos não na frente do meu pai, heh”. Ao final, iria esperar que o “rango” estivesse pronto, e chamando-o com a mão iria sentar-me a mesa fingindo que nada aconteceu, pra quebrar todo aquele drama.



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Histórico do Dantão:
 


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptySab 17 Mar 2018, 11:00

Edmund Dante e Elise Von Bernstein



Elise havia se surpreendido com as palavras de Nejima dizendo que ela e Dante formavam uma boa dupla. A jovem quase se arrependera ao ver a atitude arrogante do homem, mas já que estava ali ela apenas cerrou a testa decepcionada e se sentou na cadeira apontada por Sven para começarem o aprendizado. Após algum tempo exaustivo com o revolucionário a espadachim saía do quarto agradecendo pela a ajuda que o homem havia lhe dado e em seguida seguiu até onde estava anteriormente para observar a movimentação da Grande Casa.

Por outro lado, Dante se via em uma cena tanto dramática com seu pai brincando com as plantas e possivelmente pensando em sua despedida. Ele entendia os motivos do pai para parar e descansar, mas nesse momento o cheiro da comida vinha em sua direção o atiçando para se alimentar do que sua filha preparava. Com sarcasmo ele perguntava se o "rango" era pra hoje e também dava tapinhas em sua barriga, enquanto pensava na situação de seu pai e em goiabas é claro. Se aproximando de Astrid para sussurrar em seu ouvido, Dante começava a explicar o "plano" para a garota e logo após deixava a casa e ia na direção do velho com um semblante feliz. A única coisa que a jovem pudera fazer naquele momento fora rir, além de continuar cozinhando.

O ruivo então caminhava na direção de seu pai, mas antes que ele pudesse se aproximar mais, ele pegava a última goiaba que restara em sua bolsa e começava a saboreá-la. Com a boca cheia ele falava que alguns hábitos nunca mudavam ─ Concordo o velho se levantava lentamente ao ver Dante perto de si. Com um pouco de receio e até egoísmo o boxeador estendia sua mão com a goiaba na direção do velho que rapidamente a pegava e a comia quase que num instante. Voltando a conversa o ruivo dizia que o velho sabia por que ele gostava tanto de goiabas ─ Claro que eu sei! Bjernn respondia rapidamente sem entender ainda aonde seu filho queria chegar naquela conversa. Dante então começava a relembrar um pouco de Shurima e de seu falecido irmão, isso o fazia relembrar de um antigo sentimento de culpa perguntando se o mesmo havia morrido em paz ou sem arrependimento. Sua voz estava cheia de culpa e angústia, talvez ele chorasse ali se não estivesse na presença de seu pai ─ Não se preocupe, ele me disse que não se arrependia de nada do que havia feito e que estaria nos observando lá do céu o velho abraçava o ruivo buscando confortá-lo, mas antes que as lágrimas rolassem ambos foram interrompidos por Astrid - Venham comer! de dentro da casa ela gritava para os dois. Assim Dante fazia se desvencilhava do abraço do pai e seguia para a mesa o chamando com a mão e cortando todo aquele dramático clima que havia se instaurado naquela conversa.
Off:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Dom 01 Abr 2018, 03:21, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptyTer 20 Mar 2018, 22:19

The Time Has Come


Esse sentimento, essa sensação que começou a crescer em meu peito não parava. Fazia-me sentir tão bem, mas ao mesmo tempo, mal? Não podia ser aqueles sentimentos voltando a tona. ”Se apegando tão rápido assim? Esqueceu do que sempre aconteceu com você?”  De fato, a quantidade de experiências que vivi junto a esses desconhecidos em tão pouco tempo foram... Impactantes. Não imaginava que tornar-me uma revolucionária seria tão difícil assim. - É, acho que essa é a hora do adeus - Murmuraria algumas palavras em tom baixíssimo antes de me por em pé novamente. Alongaria um pouco, movimentando as partes no qual fui ferida testando o quão rápido e eficiente o tratamento do velho Irineu foi. ”Pelo menos melhorou um pouco” Independente do resultado, manteria o tom esperançoso nos pensamentos.

Novamente colocar-me-ia em movimento pelo QG revolucionário, procurando por Nejima, Sara, qualquer superior do qual eu tivesse conhecimento. - Então, tem algo que eu gostaria de falar com você. - Aproximaria em tom amigável, com um toque reconfortante no ombro. - Eu estava pensando... Existe alguma outra base revolucionária operante no South Blue? Alguma operação em andamento? Eu gostei bastante de Centaurea mas, por alguns motivos pessoas, creio que seria bom avançar. Meu desempenho nas últimas duas missões foi bom o suficiente para pedir essa “transferência” certo? Gesticularia de forma cômica, reforçando a parte da transferência e aliviando um pouco a seriedade da conversa. - Se você souber de algum navio que estiver partindo, eu ficaria contente se me avisasse - Me despediria, se conseguisse as informações, trataria-me de dirigir o mais rápido possível para o local, tentando alcançar o navio a tempo mesmo com certas limitações pelos ferimentos que tenho.

Do contrário, se não conseguisse a informação necessária, ainda sim daria uma volta pela parte externa da Casa Grande, para aliviar a pressão, mesmo que um pouco.

Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Sex 23 Mar 2018, 20:17, editado 1 vez(es) (Razão : Code e histórico)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptySeg 26 Mar 2018, 20:34


The hardest part of ending
is starting again



Eu não sabia direito como reagir a todo aquele drama, a verdade é que nunca havia falado sobre essas mortes antes. O meu passado, tudo ficou para trás quando viemos para os blues... Meu pai nunca falou sequer uma palavra, uma reclamação, absolutamente nada. Seu silêncio era o que mais me assustava no passado, eu achava que ele me culpava. Por um momento no abraço, meus olhos estavam cheios e deixei escorrer uma lágrima esperando que ele não tivesse visto até que a comida ficou pronta. - CARALHO TO CHEIO DE FOME! – Só conseguia pensar agora com meu estomago e esqueci completamente a discussão que eu havia acabado de passar, minha maior dúvida mesmo era com o que eu iria preencher minha barriga. Sentaria-me no meio se possível, ou em frente aos dois. Me serviria, e, mesmo de boca cheia, iria saborear o alimento ao mesmo tempo em que pensava no que falar para convencer o velho. “Dinheiro... Não não, ele não vai querer isso. Honra? Talvez, acho que ele não vai querer morrer de velhice. Eu acho...” De boca cheia mesmo, iria falar novamente, mesmo que minha voz ficasse um pouco “desintendível” – Sabhmm, eu hmm e a minha filha vamos – Abocanharia generosamente a próxima colherada e voltaria o monólogo inaudível – Viajar, nós vamos partir de navio com os revolucionários daqui – Por enquanto eu acho que sou só um soldado a mais, mas espero conseguir sair desse lugar logo. Eu tenho certeza que depois de arquitetar toda aquele conflito, e dar a vitória, eu vou receber uma promoção ou algo do tipo. Não vou ficar nessa ilha por muito tempo, subir mais e mais, eu preciso sair desse lugar o quanto antes. – O quanto antes, não sei quando EXATAMENTE ainda. Irei falar com eles, por enquanto sou só mais um lá, mas eu farei um exército em nome de SHURIMA! – Esperava já ter comido, para terminar a frase transmitindo todo meu entusiasmo em seu pico de ênfase. – O que me diz, você vem conosco? – Se ele recusasse, tornaria a repetir. – Você se esqueceu da honra do nosso povo, quer morrer de velhice? Não irá para valhala pai, mesmo que tenha sido o maior guerreiro que conheci durante o auge de sua vida. Você sabe disso não é? – Me doía sentir a possibilidade dele negar de novo, e eu provavelmente não teria muitos outros trunfos para convencê-lo. – Você quer ficar aqui... Fazendo o que? – Terminaria a pergunta com melancolia transparecendo em meu rosto pela surpresa.

Contava com a ajuda de Astrid também no meu ultimo conflito, não se tratava de trocar socos desta vez, e sim argumentações. Mas esta era a batalha mais importante que eu terei hoje, e espero não perdê-la de modo algum. Independente do resultado, por fim iria me retirar da casa com o bucho cheio e querendo recomeçar minha vida de vez. Desta vez, saindo dessa ilha cuja qual acabei de chegar... Não posso ficar parado por um segundo sequer, as horas que já estive aqui bastaram. Meu primeiro movimento ao sair da casa seria voltar a grande casa, ou ao segundo esconderijo senão estivessem lá. Até eu achar Nejima, já tinha em mente o que dizer. Astrid já estaria comigo, só não tinha tanta certeza do meu pai. – Bom, essa aqui é minha filha, Astrid. Tenho certeza que ela servirá de ajuda também para a causa. – Se meu pai estivesse junto – E esse aqui é o coroa que me treinou. Bom... mas na verdade não vim aqui para apresentá-los. Eu queria pedir uma transferência, talvez para a ultima ilha logo ou algum outro blue. Não quero ficar aqui por muito tempo, preciso avançar rápido para glorificar Shurima. Foi bom enquanto durou, Major! – Faria continência, com minha postura ereta e um sorriso amigável no rosto.




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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptyDom 01 Abr 2018, 04:13

Edmund Dante e Elise Von Bernstein




Elise se sentia bem e mal ao mesmo tempo, talvez por ter se apegado aos revolucionários de centaurea mesmo que não conhecesse a todos com quem lutara no esconderijo. Sua decisão havia sido tomada e a hora do adeus chegara depois da longa batalha qur tinham tido contra os agentes do governo. Assim ela novamente se levantava da cadeira e começava a se alongar movimentando também suas partes que estavam com os curativos para testar o quão rápido e eficiente era o tratamento de Irineu rapidamente notando que o velho era confiável, já que os ferimentos começavam a cicatrizar. Logo em seguida a jovem começava mais uma caminhada pela Grande Casa, desta vez em busca de qualquer um superior que encontrasse ou até mesmo os que ela conhecia.  Sem prestar muita atenção, Sara trombava com a espadachim - Perdão Elise ela sorria um pouco desconcertada por estar absorta em seus pensamentos - Bem, você pode me acompanhar na viagem para Briss Kingdom, já que estamos enviando um carregamento de armas até lá e aí você fica por lá mesmo ela respondia calmamente sobre o pedido de transferência da espadachim - Aliás, está faltando 2 pessoas para que possamos partir, já que tudo está pronto ela explicava a situação - Você pode me ajudar com isso? ela perguntava sorrindo para Elise.

Dante por outro lado deixa sua situação de tensão para trás e agora focava somente em como preencheria seu estômago, esquecendo até mesmo da discussão que tivera com seu pai. Ambos voltavam para dentro da casa e assim com o seu prato em mãos o ruivo se sentava entre seu Bjernn e Astrid, rapidamente saboreando a comida da filha. Com a boca cheia o ruivo dava início a mais um diálogo sobre ir viajar com Astrid, mas a primeira parte não foi totalmente entendida por conta da comida atrapalhando o andamento das palavras que saíam embaralhadas. Ao terminar de se alimentar o ruivo com entusiasmo dizia que ainda era um soldado, porém ele iria formar um exército em nome de Shurima e em seguida o boxeador perguntava se o pai acompanharia os dois - Não irei filho com as primeiras lágrimas nos olhos, ele se recusava a seguir o ruivo - Eu sei disso, mas creio que já dei tudo o que tinha para dar nessa minha longa vida Bjernn não se permitia chorar - Sabe, a jardinagem é algo que vem me alegrando ultimamente por ver o crescimento de novas vidas, mas também há outros locais que posso visitar ele terminava se lembrando do bordel da cidade.

Astrid surgira com uma última alternativa para que o velho viajasse com eles juntamente dos revolucionários, mas para a surpresa do ruivo a menina sequer se pronuncia para ajudá-lo com Bjernn, talvez por já ter entendido a decisão do avô em permanecer em Centaurea. Sem demorar muito o velho se levantava mudo e seguia para seu quarto dá onde voltava logo em seguida com uma caixa em mãos - É chegada a hora de você reconstruir Shurima, mas antes quero que pegue o colar do olho de Draco, o dragão,  ele irá te proteger, assim como o fez comigo o velho retirava o objeto de dentro da caixa - E te dará força quando for proteger aqueles que ama! o velho entregava o colar na mão do ruivo e em seguida lhe dava um último abraço apertado de quem demoraria a reencontrar novamente. Logo após mais um momento de melancolia, Dante e Astrid seguiam para grande casa rumo as novas aventuras que teriam pela frente. Durante o trajeto ambos caminhavam tranquilamente até que em um momento de azar, um urso escapara das mãos de um circense e num único golpe acertara o olho do ruivo deixando ali a marca de suas 3 garras, além de um pequeno sangramento - Urso maldito! assim como surgiu o urso sumiu rapidamente com o grito de Astrid. Ao chegarem, o ruivo procurava rapidamente por um médico que o pudesse tratar - Você teve sorte rapaz, mas sua visão ainda vai ficar turva por um tempo por coincidência Irineu era quem estancara seu sangramento. Logo após o fato ocorrido, Dante fora atrás de Nejima que se preocupava com o ferimento do boxeador, mas ao ouvir a explicação do ruivo ele ficava mais tranquilo - Sua filha será de grande utilidade mesmo e sobre a transferência você pode ir com a Sara até o nosso esconderijo em Briss Kingdom, o que acha? Ela deve estar por aí com a Elise reunindo os membros que se disponibilizam a ir o major respondia amigavelmente, assim como o ruivo. A primeira parte da jornada de Elise e Dante estava perto de seu fim, mas isso era apenas o começo de outras que estariam por vir.
Colar:
 

Off:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Qua 04 Abr 2018, 03:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptyDom 01 Abr 2018, 19:34

To Be Continued



“Mais gente?” Já me senti um pouco desconcertada sabendo que Sara viria junto, não que eu não gostasse da revolucionária, mas a razão de tal saída era justamente para enfraquecer minha ligação com a ruiva. – B-bom, eu não faço ideia... Duas pessoas? Bem, vamos chamar quem estiver afim de variar um pouco a rotina, né? – Não consegui pensar direito nas palavras, sendo assim, improvisaria uma fala simpática. Não me importava quem mais fosse, dificilmente mexeria comigo quanto Sara. Um pouco apreensiva, colocaria a mão canhota sobre o respectivo ombro da revolucionária. – Vamos procurar esses dois de uma vez? – Abriria um leve, pequeníssimo sorriso, que seria difícil de Sara enxergar. Com a resposta da ruiva, acompanharia seu movimento.

Não esboçaria grande animação quando achássemos os novos viajantes, apenas assentindo com a cabeça caso algum deles me cumprimentassem, sem manter contato visual. – Podemos? – Direcionaria o olhar a ruiva, esperando sua resposta antes de seguir o caminho ao barco. Checaria meus pertences, minha arma, os Berries, conferindo se não havia deixado nada para trás antes de seguir adiante.“Eu consegui, o primeiro passo, seja lá o que esse oceano tenha...” Um pouco mais animada, adentraria nas instalações do barco, dando uma última olhada para a ilha de centaurea. “E mais um capítulo termina. Fecharia os olhos, cabisbaixa.


Histórico da garota Chuchu:
 



OFF:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Sex 13 Abr 2018, 18:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptySeg 02 Abr 2018, 06:50


Shurima…
Is Eternal!

Eu já estava acostumado em deixar pessoas para trás, minha família inteira, meu povo. Eu perdi a maior batalha, mas devo seguir em frente. Entendo o velho, provavelmente é a idade, mas ele já passou por muita coisa, perdeu filhos, mulher... “SÓ NÃO PERDEU A PERVERSÃO PUTO DESGRAÇADO” Me veria rindo sozinho, após me lembrar de sua fala maliciosa, tenho certeza que com aquela cara ele estava falando de mulheres de aluguel. Essa coisa é bem peculiar desse povo, em meu reinado não existia isso... Após o abraço, a primeira coisa que eu faria seria colocar o colar, deixando-o por de baixo de meu sobretudo depois de enlaçar no pescoço. – Pai, espero que você fique em paz assim pela eternidade, te vejo em Valhala! – Diria com um sorriso forçado, com os olhos cheios de lágrima e uma escorreria sem querer. Senti-me melancólico e não pude evitar, eu tinha certeza que nunca mais o veria nessa vida, afinal, meio difícil eu voltar para trás com tudo, e mais difícil esse velho atravessar em direção a Shurima, para além de tantos mares. Por um momento, lembrei-me da mensagem que estou tentando espalhar desde o inicio: - Não! – Balançaria meu corpo em negação, já aproveitando para me afastar da casa - Nós nos veremos de novo, preste atenção nos jornais seu velho tarado! TODOS SABERÃO O NOME, SHURIMA! – Com o ênfase final, quase gritando em um grave altivo. E assim me despediria agora, com um sorriso sutil no rosto, mas dessa vez sincero, virando minhas costas em direção à glória sem olhar para trás.

Senti minha pele sendo rasgada no meio do caminho, talvez eu tivesse baixado minha guarda por um momento por estar tão calmo e confiante, mas só consegui me preocupar com uma coisa... "MEU OLHO!!?" Pensaria com temor, ao por minha mão imediatamente no lugar, perplexo, com medo de ficar cego. - Você teve sorte rapaz, mas sua visão ainda vai ficar turva por um tempo - Suspiraria uma vez mais, olhando para o céu aliviado. Por um momento eu teria comprometido toda minha carreira como um combatente, um lutador... Eu nunca fui um diplomata, então não posso me descuidar assim de novo, se fosse pior eu seria um peso morto.

Dor física e mental, ainda pensei por um momento que haveriam mais despedidas desesperançoso, mas parece que só o major e o meu pai vão ficar aqui. Uma pena na verdade, fiz um bom amigo de patente alta. – Parece ótimo, adeus Nejima, espero te ver novamente. -  No fim das contas me pergunto se ele já sabia que eu não iria ter problemas ao encontrar minha família... “Será que ele mentiu só para eu fazer as missões antes?” Pensaria, com um sorriso embaraçado e forçado no rosto após acenar para o mesmo e me despedir de mais um procurando por Sara. Em meu caminho a procura da ruiva, só conseguia pensar em como minha filha iria reagir ao ver que “há algo entre nós”. – Ai, eu fiquei sabendo que vocês têm duas vagas nesse navio, inclua nós dois! - Ela nunca tratou bem qualquer relação com mulheres que eu já tive... – Hmpf... – Suspiraria, ao olhar pra ela sorrateiramente. – Ei, Como foi esse tempo todo com o seu avô? – Quebraria o gelo do meu jeito travado. – Não faz muito tempo no exército e já ganhei algumas cicatrizes, INCLUSIVE ESSA MERDA AQUI NO MEU OLHO, você terá as suas em breve também, mas vou te proteger. – Diria com um sorriso, apontando para o meu olho ferido enquanto olharia para o horizonte, parado no navio me perdendo em meus pensamentos e no passado...



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Histórico do Dantão:
 


Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 12 EmptySex 13 Abr 2018, 08:38

Edmund Dante e Elise Von Bernstein




A procura por 2 tripulantes para o navio que seguiria para Briss Kingdom fora encerrada quando, Dante e sua filha encontraram Elise junto de Sara - Bom, então vamos para não nos atrasarmos! a ruiva saia na frente sendo seguida pelos outros 3, mas rapidamente eles se aproximavam em meio ao caminho.

Sem demorar muito o grupo chegava ao navio para zarparem, já que faltavam apenas eles para que pudessem deixar Centaurea. Antes de saírem, o ruivo puxava assunto com sua filha - Eu gostei bastante! Astrid respondia e voltava sua atenção para as palavras restantes que seu pai ainda falava. Assim, a primeira das inúmeras viagens que aquele trio iria fazer começava e quem sabe as aventuras que teriam? Bem, isso fica para uma outra história.
To Be Continued...

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