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 Emerald Lady Strikes

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptyQui 15 Dez 2016, 14:17

Relembrando a primeira mensagem :

Emerald Lady Strikes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Elise Von Bernstein. A qual não possui narrador definido.


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Ineel
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySex 09 Fev 2018, 23:58

Uma relação de amizade já era desenvolvida com o velho Irineu vós não sabe nem eu, ao menos alguém no local era lúcido o suficiente para o Dom, já que o misterioso ruivo acaba por ignorar o portgálio por completo e de forma má educada, porém seu timbre de voz e sua aparência jamais seria esquecida, em sua mente algo estava se encaixando, a voz do jovem... '' Ora, quem afinal este rapazote pensas que é? É provável que não valha um pentelho seco de velha! Embora, cá d'onde estamos não se encontras sotaques como estes... Ah, o fixe nobre! '' - Pensava o Dom, enfurecido com a atitude do ruivo misterioso. Por outro lado, a rapariga esverdeada acabara por despertar e logo como de praxe de portgália, saudações seriam requeridas, a aproximação delicada era feita como o de um biólogo analisando uma nova espécie, certo de que a mulher não se da por uma existência normal, após analisa-la por completo tomaria por cuidados para não ser atacado pela espécime esverdeada. - Pois bem, apresentar-la ei meu nome minha gaja, chamo-me Dom Ineel, aparentemente e naturalmente não possuis boa maestria em dar-lhe cambalhotas hehe, pois vossa coloração não se engana. - Indagava com uma piada em relação a coloração pálida da pobre mulher.
Como de fato, uma espécime fêmea estava a sua frente, mesmo que por características diferenciadas, a mesma apresentava por ter bons atributos de corpo  oque atrairia o Dom para examinar mais uma vez a moça, tentando toca-la com o dedo indicador direito em suas bochechas de modo a descobrir novas expressões faciais da mesma, onde chegaria a conclusão de fato que não se tratava de uma meretriz, uma revolucionária pálida, que havia consagrado o local com uma formosa luta.. Era no mínimo atraente o suficiente para o Dom, que agora ansiava pela amizade com a mulher. - Perdoe-me os modos milady, percebo-me de facto que possuis habilidades de combate aguçadas, pois afinal oque ocorrestes a ti neste chão de sangue? - Diria, se desculpando pelos modos.
Ouviria atentamente as palavras da mulher, em quanto que buscava por catalogar suas expressões faciais, buscando por conecta-las as possíveis emoções da mulher para adivinhar seu possível status emocional presente, passando um ar de atenciosidade. Confiante de que, após receber um segredo a mulher não o espalharia como o vento. O Dom se aproximaria mais uma vez, desta vez cochicharia aos ouvidos da moça . - Queres saber de um segredo, sim? - Seria dito, cuidadosamente, tendo uma resposta positiva, o Dom a contaria sobre a formação de sua sociedade secreta, e todo seu objetivo para com a destruição total do governo mundial, ao final, convidaria seus dois nobres financiadores e membros para lhes apresentar a moça e logo a convidaria para se ingressar ao grupo.
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySab 10 Fev 2018, 20:40

Estranhos as vezes são... Estranhos.

Por pior que o pesadelo tivesse sido talvez acordar tão rápido não havia sido bom. Cinco minutos? Sentia-me presa naquele redemoinho de melancolia por um tempo tão longínquo que não conseguia contar, porém o que vinha a seguir parecia ser pior. O mesmo médico que me atendeu começara a falar sem parar. Ainda estava num estado sonolento, mal conseguia entender suas palavras e apenas assentia com a cabeça repetidas vezes, na esperança de que sua história acabasse. Mas não, o homem se recusava a parar, pelo menos até Sara aparecer justo na hora certa. Fui incapaz de sentir o mesmo ânimo que sempre tive ao encarar seu belo, simétrico rosto, mas me senti aliviada de não ter que escutar o resto das baboseiras de Irineu. - Ah, estou bem. E quanto a você? – Fitaria a ruiva, respondendo sua pergunta com um sorriso no rosto.

E era mais um alívio momentâneo, pois pouco tempo depois surgia uma estranha figura a minha frente. Ergui minhas sobrancelhas surpreendida, seu jeito era peculiar demais. Em nada lembrava os recrutas que lutei ao lado – Ele é um revolucionário? – Redirecionaria meu olhar a Sara, ignorando as lorotas que o homem dissera até então. Independente da resposta da ruiva, continuaria - Desculpa te interromper, mas, eu não entendo merda nenhuma que você tá dizendo – Seu excesso de formalidade era irritante e ele definitivamente não parecia pertencer aqui, não havia motivos para continuar essa conversa. Se em qualquer momento ele tentasse se aproximar ou mesmo me tocar, afastá-lo-ia para trás, segurando seu antebraço. - Jamais toque em uma dama sem  sua permissão – Já com o semblante sério, responderia ao homem desconhecido com um toque mais formal em minha fala. Ele tentava comunicar-se novamente, deixaria que ele falasse, porém não com tanta proximidade de mim. - Se você quer isso, deveria se juntar ao exército revolucionário. É bem melhor do que criar a “panelinha do dom Ineel” achando que tem reais chances de lutar contra o governo mundial – Com um sorriso irônico no semblante, responderia o desconhecido, terminando com pequenos risos tímidos.

Não daria uma resposta de “sim ou não” a ele, deixando que a curiosidade agitasse na mente do homem, afinal, sequer disse meu nome a ele ” Ele mal me conhece e já tá me convidado para algo assim? Quem esse doido pensa que é?” Alguma coisa nele despertava minha curiosidade, seja no East ou South Blue, nunca havia visto alguém com sotaque ou trejeitos tão diferenciados. Seria ele um daqueles habitantes da Grand Line? Deixaria esse assunto para depois. – Temos alguma coisa para comer? – chamaria a atenção de Sara, estando por perto ou não. Seria minha deixa ao homem a minha frente, ele poderia ser como Irineu e começar a tagarelar sobre sua sociedade secreta e teorias de conspirações, e só de pensar nisso já me sentia enojada.

Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptyQua 14 Fev 2018, 15:40

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein




Sara surgira ali perto de Elise como uma espécie de salvação, já que interrompera o tagarela Irineu que se irritara com a revolucionária. A jovem não tinha mais o ânimo que sempre teve ao encarar o belo rosto da ruiva, mas se sentia aliviada por não ter que escutar mais o velho médico e rapidamente ela respondia a mulher também questionava com um sorriso no rosto se a ruiva estava bem - Eu estou ótima! ela agora se sentava ao lado da jovem.

Ineel percebendo que a jovem acordara se aproximava delicadamente e a analisava para então fazer uma saudação a Elise. A espadachim prontamente ignorava o Dom e perguntava para Sara se o homem era um revolucionário - Ele? Nunca nem vi dizia para jovem observando fixamente as roupas que o homem trajava. Em seguida a espadachim pedia desculpa por ter interrompido o Dom, mas dizia não entender nada do que o homem dizia e além disso o excesso de formalidade do portgálio irritava a jovem. De certa forma Ineel se sentia atraído para examinar mais a jovem espadachim e tentava com seu dedo indicador tocar o rosto de Elise, porém era impedido pela mesma antes que pudesse se aproximar ainda mais. Ela com semblante sério dizia para que ele jamais tocasse uma dama sem permissão e o homem apenas se desculpava pelos modos.

O dom estava confiante de que a jovem ao receber um segredo não o espalharia o atirador se aproximava da espadachim e dizia algo somente para a mesma ouvir. Ele falava sobre sua sociedade secreta, objetivos de destruição do governo mundial e a apresentava aos membros que o acompanhavam, aproveitando também para convidar a jovem para a Killuminati. Logo após o homem terminar de falar a jovem respondia que se ele queria destruir o governo mundial que deveria se juntar aos revolucionários ao invés de tentar criar "a panelinha do dom Ineel". Bem verdade era o que a jovem dizia, mas tanto ela quanto Dante faziam chacota do pobre dom.  Apesar de tudo o sotaque e os trejeitos do homem atiçavam a curiosidade de Elise, já que a jovem não havia visto nada parecido no East e no South Blue, talvez isso fosse típico dos habitantes da famosa e misteriosa Grand Line. Chamando a atenção de Sara a jovem perguntava se tinham alguma coisa para comer ali - Não, mas os rapazes terminaram de enterrar os corpos e poderemos voltar até o QG a ruiva se levantava e estendia a mão para a espadachim.

Dante agora corria em meio a cidade a todo vapor absorto em seus pensamentos sobre Nejima não ter o ajudado e também se os agentes realmente estavam com sua filha. Ele estava cada vez mais motivado a todo momento olha para o horizonte e também para sua bússola que continuava a indicar o noroeste como seu caminho. As pessoas na rua estranhavam um homem correr tanto pelas ruas, talvez estivesse fugindo da marinha ou até mesmo de um assalto o que pouco importava para o boxeador que seguia correndo até chegar a direção para qual a bússola apontava. Não demorou muito para que o ruivo avistasse quem tanto procurava, sua filha e pai fazendo uma calma caminhada de volta para a casa onde estavam vivendo ali na ilha. Instantaneamente, Dante gritava o nome de Astrid parando repentinamente não muito longe da garota que se virava junto do avô. Ao reconhecer que aquele que a chamava era seu pai a garota corria para o abraçar já com seus pequenos olhos cheios de lágrimas - Papai! ela gritava intensamente enquanto abraçava o ruivo. Seu pai também se aproximava, mas ao invés de abraçar o boxeador ele lhe dava uma bengalada na cabeça - Seu bastardo! Por que demorou? apesar de ser em tom de brincadeira o velho parecia estar emocionado assim como Astrid. Aquele sem dúvidas era um belo momento de reencontro entre uma família que há tempos não se viam, mas agora tinham tempo para ficarem juntos novamente.
Off:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Qua 14 Fev 2018, 15:45, editado 2 vez(es) (Razão : Errei a contagem dnv)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptyQui 15 Fev 2018, 20:07

Making My Way Home

Voltar para o QG parecia-me o melhor a fazer no momento. Com a iniciativa de Sara eu não precisei de nenhum gancho para sair dali. ” Finalmente, uma cama de verdade ” Meu peito batia mais forte só de pensar que, dessa vez, descansaria em uma cama de verdade, não em algumas cadeiras mixurucas de um bar em pedaços. Com a mão da ruiva estendida a minha frente, não havia outra opção. Repousaria uma das minha sobre a dela, sem dizer uma única palavra. Bastaria o gesto que a revolucionária saberia que concordei. Quanto ao estranho homem de vocabulário sofisticado, despejaria apenas mais um comentário ácido - Se quer que “aquilo” se torne realidade, faça o que eu disse! - Terminaria com uma piscadela chamativa ao Dom, em claro tom de provocação.

O trajeto até a Casa Grande seria realizado como usual, sem muita pressa, mas dessa vez utilizando Sara como apoio, afinal, não sabia quando as dores da batalha cessariam. Com qualquer dificuldade além do esperado, me apoiaria em seu ombro, esperando que a mulher de madeixas ruivas conseguisse aguentar-me, mesmo que temporariamente. Observaria bem as redondezas na procura de pessoas, queria ver se o fluxo já havia voltado ao normal, ou se ainda havia algum engravatado rondando pela ilha. Uma vez terminado o percurso e já dentro da Grande Casa, desbravaria seu interior com o olhar, procurando por algum sinal de batalha ou resistência contra o ataque que sofremos. - Então, 28 baixas... Muita gente né? - Estava tão imersa nos pensamentos que não saberia o que falar, apenas faria uma pergunta para quebrar o gelo com Sara. Em seguida, me dirigiria aos mesmos aposentos que a revolucionária mostrara anteriormente e , se sentisse alguma dificuldade quanto a movimentação, trataria de comunicar a colega. - Han... Você poderia me ajudar a chegar no meu quarto? – As palavras saíram com dificuldade, fiquei sem jeito de fazer o pedido a Sara. Já nos aposentos, atiraria-me contra a cama, era um movimento brusco meio arriscado, mas faria questão de sentir o cheiro do tecido entrando por minhas narinas. ” Tão melhor ” Ainda em êxtase, agarraria algum travesseiro, lençol, até mesmo minha espada e sacudiria  o objeto brevemente, fitando-o com um sorriso até que aquela animação passasse. Era o quarto que eu nunca tive na minha vida.

Sem pestanejar muito, passearia um pouco pela Casa Grande, identificar os rostos dos revolucionários que conseguiram sobreviver a batalha seria meu primeiro passo para socializar - Depois do que houve lá no bar, o que vem agora? - Diria a pessoa que estivesse por perto, de preferência a Sara. Colocaria uma das minhas mãos sobre seus ombros, de forma amigável, como um chamado para conversa. - Aconteceu tanta coisa comigo hoje... - Lembrar-me da quantidade de estresse que passei foi o suficiente para levar minha mão a testa, quase por impulso. - Invadir a loja do Daichi, aquela luta no bar... Espero que o que vier agora sejam boas notícias, no mínimo. Encerraria, escorando-me por cima de algum objeto próximo.

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Última edição por Davi King em Sab 24 Fev 2018, 12:14, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySex 16 Fev 2018, 04:58


Gira
il mondo gira

- Papai! – Eu na verdade não sabia o que esperar, tampouco o que fazer agora. Sendo enlaçado pelos braços de minha garota, fiquei mais do que perplexo por alguns segundos. Boquiaberto e sem piscar uma única vez sequer, mantendo essa expressão por alguns segundos fitando “o nada”, quando sai de meu próprio feitiço com uma coronhada do velhote na minha cabeça. – O que... – Abracei minha filha de volta, com uma força que jamais fiz antes, e com o mesmo afeto e sensação como da primeira vez que a segurei em meus braços. Porque demorei tanto? Não sabia o que responder, falar, eu não estava nem conseguindo esboçar reações direito. Eles simplesmente sumiram da minha vida do nada, sem aviso algum, não foi o governo? – Como assim? O que houve com vocês por todo esse tempo, eu nem sei por onde começar – Eu nem to acreditando que foi mais fácil “resgatá-los” do que procurá-los esse tempo todo. Estava ainda com a garota em meus braços, certo de que não me faltaria mais nada para conseguir todo o resto agora. Amplamente convicto de que a promessa que fiz para München jamais seria quebrada, eu nunca deixaria de proteger minha filha, mas por um momento percebi meus olhos se enchendo, entretanto eu não podia demonstrar uma fraqueza dessas. Relutei, abri minhas pálpebras e não o fiz, eu sabia que um amor inesquecível de outrora estaria sorrindo agora, feliz.

- Não era para vocês estarem amarrados ou algo assim? Cadê os “vilões”? - Cobri-me de razão novamente, e somente duas coisas pareciam ser plausíveis agora para eles estarem ali, livres. Ou meu pai acabou com todo mundo sozinho e é melhor do que eu ainda em seus dias de velhice, ou... – VELHO DESGRAÇADO, SE EU DESCOBRIR QUE ISSO FOI MAIS UM DOS SEUS TESTES...! – Levantei a voz e meu punho direito, indo em direção ao meu pai, mesmo que eu estivesse quase rindo de mim mesmo no fundo, se fosse verdade. – Vocês não sabem o que eu passei pra procurar por vocês, mas a boa noticia é que eu desci o cacete em uns engravatados. – Sorriria, lembrando-me de meu plano com orgulho. – Aonde vocês estão indo? Eu to cansado demais, como eu disse, lutei com alguns engravatados só que... Durou algumas horas, eu acho. – Assim que o clímax foi atingido, e eu os encontrei, perdi instantaneamente toda a minha energia. Eu não tinha mais motivos para estar em guarda, nem meu corpo tinha as forças para isso. Queria me jogar na primeira cama que eu encontrasse e dormir, só dormir, sem nenhuma outra preocupação.

Olhei para o céu por alguns segundos e me perguntei onde München estava agora e se ela me viu do além beijando outra mulher. Quer dizer, acho que não deve importar agora, já faz quinze anos se me lembro bem... Mas essa mulher traz saudades, ela me deu o maior presente que eu poderia ter. Especialmente um que me ofendia nas horas de conveniência e me motivava nas de ausência, como agora.


Thanks [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]




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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySab 17 Fev 2018, 07:47

Não fora um dialogo bastante construtivo, mas a impretensão sobre a dama branca continuaria, seria bastante interessante esta para a Killuminati, como diria o Dom, afinal pessoas estranhas sempre serão bem vindas. - Pois bem, seguirei vosso conselho... Porém tenha em vossa mente que és predestinada a algo maior... Dame Blanche! - Diria uma última vez a mulher sem cor, apelidando-a ao final. Logo após, buscaria por Irineu vós não sabe nem eu mais uma vez e lhe diria tentando ao máximo lhe passar um ar de seriedade. Meu Confrade Irineu! Vós com toda certeza seria um revolucionário, pois bem, um homem como eu que busca seguir pelo caminho das sombras e da justiça, qual seria o local onde se fazem recrutamentos pessoais?- Diria, me preparando para armazenar as instruções do mesmo. Agradecendo pelas informações, era hora de se despedir, realizando meus passos finais a saída em quanto traçava o destino.
'' Primeiramente, busco por uma perereca e um cartucho, afinal um homem sem esta não conseguirá se satisfazer nos momentos de calor desta ilha, logo após é preciso me ingressar nestes tais revolucionários, me infiltrar por dentro para elevar o patamar da Killuminati é ideal... Mas minha identidade não pode ser revelada, contarei com uma máscara para tal.''
O Dom chamaria novamente os nobres que o acompanhava, estava na hora de ir embora. - Meus lordes, irei me apresentar ao QG e me alistar... Me infiltrar dentre os revolucionários poderá ser um ótimo meio para expandir a ordem, com isto eu gostaria de esclarecer uma coisa. A ordem será organizada entre o '' Arconte Rei '' Que seria no caso o fundador e atual líder, em seguida virá os  Sublimes Cavaleiros do Real Segredo, no caso será o mais alto escalão da ordem.. Estes serão vós! Meus lordes, acabo de nomea-los para tal. A vocês ficara encarregado não só a proteção e manutenção da ordem, mas também apoiar o recrutamento de membros e ajudar na expansão. Chamem os recrutas de 1ª Ordem: 4° grau, estes serão seus cargos, para eles, entreguem missões leves, porém nenhum segredo será revelado aos mesmos, os faça de piões e fantoche para objetivos da causa, apenas deixaram de ser quando demonstrarem real interesse e valor a causa, de qualquer modo, os explicarei no geral em quanto andamos, venham meus confrades! - Diria o Dom, assumindo seu tom manipulativo outra vez sobre os lordes financiadores.
Em quanto caminharia, buscando por uma loja de armas e de roupas onde compraria um revolver simples com um cartucho, e uma máscara para impedir sua identificação, o Dom continuaria a explicação para seus cavaleiros do segredo.
Cargos e hierarquia :
Spoiler:
 

Com a arma comprada, juntamente de seu cartucho.. E com uma máscara em mãos, me direcionaria para o local indicado por Irineu, onde me apresentaria para o alistamento para me tornar um revolucionário, antes de ir, diria mais uma vez aos nobres. - Podemos utilizar os fundos do Bordel para nosso primeiro ponto de encontro, irei me alistar e retornarei para lá, assim continuaremos nossa conspiração contra este mundo escravo, no qual recebemos a missão divina de libertar, conto com vocês! Cavaleiros do Segredo!. - Diria, enaltecendo o lorde hector e vincent, buscando os deixar confortáveis.
OFF para o narrador >
Spoiler:
 

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Ficha :
Spoiler:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptyQua 21 Fev 2018, 04:40

Dom Ineel, Edmund Dante e Elise Von Bernstein






Sem outra opção, Elise pousava sua mão sobre a de Sara não dizendo sequer uma palavra crendo que com esse gesto a revolucionária entenderia que a espadachim estava aceitando segui-la até a grande casa. Antes de irem a jovem ainda comentava para o dom que se ele quisesse "aquilo" que fizesse o que ela havia dito anteriormente fazendo com que o homem respondesse que seguiria o conselho. Ao ouvir as palavras Sara não entendia nada sobre o que estavam falando e talvez nem chegasse a saber, já que preferia ficar quieta ao invés de perguntar a jovem.

As duas deixavam a casa revolucionária rumo a casa grande, os passos de ambas eram lentos e Elise observava os arredores para ver se o fluxo de pessoas havia voltado. A jovem se apoiava na ruiva e não demorava muito para que chegassem até o lugar, já que do esconderijo até o QG o caminho não era tão longo. Adentrando o local a espadachim procurava por sinais de batalha ou resistência, mas achava algum e com isso para quebrar o gelo que se instaurara durante o caminho ela dizia a Sara das 28 baixas tidas pela organização - Pois é, muitos morreram lutando ela concordava com Elise. Tendo dificuldades para chegar até seus aposentos a jovem recorria até a atiradora pedindo para que a ruiva a ajudasse a ir até lá, o constrangimento em seu rosto era visível -  Pode deixar! ela dizia animada. Dentro do quarto, Elise se atirava em cima da cama em um movimento um pouco brusco a fazendo sentir as dores em seu ombro esquerdo, mas que não duravam por muito tempo. Deitada sobre a cama ela estava em êxtase e sorridente com aquele quarto que ela nunca havia tido em toda sua vida até esse momento. Após algum tempo ela se retirava do quarto e começava a passear pela grande casa, identificando os rostos dos revolucionários sobreviventes para se socializar. Ela ainda perguntava a uma das pessoas mais próximas dali o que aconteceria depois do incidente no esconderijo - É provável que teremos um tempo de paz por pura coincidência a jovem esbarrava em Nejima - Aliás, sabe onde está o Dante? o homem perguntava calmamente.

Por outro lado, Ineel após ouvir as palavras ditas pela espadachim voltava a conversar com Irineu perguntando para o velho médico na onde ficava o QG dos revolucionários - Fica no centro da ilha, não têm como errar o velho respondia terminando de ajeitar seus equipamentos dentro de sua bolsa. Se despedindo do homem o dom traçava seu caminho até a saída do local, já pensando em seu próximo destino e as ações que iria tomar dali pra frente.  Ele também chamava os nobres que o acompanhavam para irem embora do lugar e durante o caminho, Ineel dizia que iria se alistar nos revolucionários para expandir a ordem e também explicava sobre os cargos dos nobres, hierarquia e recrutamento de novos membros - Creio que entendemos sobre tudo o que foi dito Hector dizia e Vincent juntamente de Lavigne concordavam. Ao encontrar uma loja de armas o dom se dirigia a seu interior e com o vendedor comprava um revólver gastando 30.000 Berries, ele também entrava em uma loja de roupas para comprar uma máscara gastando todo o seu dinheiro restante. Antes de finalmente ir até o QG dos revolucionários o dom enaltecia os nobres falando sobre o ponto de encontro e dizendo que contava com seus cavaleiros do segredo.

Dante por sua vez mal conseguia esboçar reações direito, já que não entendia o porquê de seus familiares terem sumido sem interferência do governo. Sem ainda conseguir raciocinar direito ele perguntava o que havia acontecido com eles durante todo o tempo que ficaram separados - Eu fui descoberto e decidi trocar de blue antes que fossemos encontrados, mas acho que algo aconteceu com a carta que eu deixei pra você dizia o velho tentando se lembra sobre a carta - Você deve é ter esquecido ela por ai a garota colocava a mão em seu rosto "decepcionada" com seu avô - Hehehe desculpa ai filhão o velho homem se sentia um pouco desconcertado. O ruivo por um momento quase se rendera ao momento de emoção, mas não queria demonstrar uma fraqueza e abria seus olhos rapidamente para evitar que as lágrimas caíssem. Ele continuava a questionar e perguntava se não eram para os dois estarem amarrados e também sobre os "vilões" - Alguns agentes chegaram a vir atrás de nós, mas eu os derrotei o velho dizia calmamente.

Por fim o ruivo dizia sobre o que ele passara para encontrá-los, mas uma boa notícia era que ele também descera o murro nos "engravatados". Ele em seguida perguntava para onde os dois estavam indo - Estamos indo para nossa casa aqui na ilha Bjernn respondia fazendo um sinal para que o ruivo visivelmente cansado o seguisse juntamente de sua filha. Ao chegarem no local o ruivo podia notar que o local não era lá muito grande e nem muito menos chique, sendo diferente do antigo palácio da família em Shurima - Pode usar a minha cama o velho apontava para uma cama grande dentro de um dos poucos cômodos existentes na casa até as portas faltavam - Eu vou preparar algo para comermos, já que se deixar o vovô explode a casa Astrid ia diretamente para onde estavam as panelas na cozinha que era junta a sala. Numa boa e velha cama chegara a hora do ruivo descansar por mais algum tempo, talvez até quando estivesse novo em folha. Antes ainda de dormir, ele olhava para o teto se perguntando se sua falecida mulher o vira beijando outra isso é claro não importava, mas ainda depois de 15 anos a mulher lhe deixava saudades até porque ela havia lhe dado o maior presente que o ruivo poderia ter.
Citação :
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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySab 24 Fev 2018, 12:07

#Paz


- Pra dizer a verdade, eu não o vi desde que houve a luta no bar, não faço ideia – Um pouco atônita, respondi a Nejima. Não tinha nenhum interesse no estado do Ruivo. De fato, era um grandíssimo alívio ele não surgir com suas brincadeiras e provocações no quartel. - Aquele idiota gosta de goiabas, deve ter indo colher algumas por ai - Lembrei-me de quando nos encontramos pela primeira vez e ele mostrou uma sacola cheia delas, portanto, complementaria a fala.            

Procuraria por alguma cadeira próxima para sentar. – Nejima, tem algo que preciso perguntar a você... - Sentar-me-ia, esperando que o Major espelhasse o movimento. - Como você já sabe, eu tive que me infiltrar na loja do Daichi e bem, eu passei por uns maus bocados por lá. Gesticularia, dando ênfase na parte dos "Maus Bocados". - Acabei arrombando uma porta na base de, bem.... Espadadas, e isso meio que entregou minha posição aos agentes. Tem algum revolucionário aqui que saiba lidar com esse tipo de situação? Sabe, arrombar portas sem fazer muito barulho? Creio que seria ótimo aprender isso, facilitaria muito minhas próximas missões. - Aguardaria pela resposta do revolucionário, caso fosse positiva, continuaria. - Obrigado, você sabe aonde posso achar ele? - Seguiria as instruções de Nejima. – Nejima disse que você é bom em arrombar portas.. Se importa de me ensinar? Cumprimentaria a pessoa, seja lá quem fosse, com boa educação.

Caso contrário a resposta fosse negativa, continuaria na mesa, batendo os dedos da mão destra repetidamente contra a madeira, formando um ritmo qualquer que aprendi na infância. - La la la... - Cantarolaria no ritmo da música, se tinha algo que me desse orgulho, era a minha voz que, diferente do resto de mim, era quase perfeita. ” Dama Blanche...  Que apelido sem graça”  Lembrei-me por um momento das últimas palavras do estranho. Levantaria e procuraria por Sara, novamente, caso não estivesse por perto. - Tenho certeza que esse é o momento que comemos, não? - Indagaria, com um pequeno sorriso no rosto. Tendo a resposta que esperava, seguiria a revolucionária até o refeitório.

Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

Título

Ouça a voz da Elise:
 



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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptyQui 01 Mar 2018, 18:10


Shurima…
Is Eternal!

Ao me deparar com a casa deplorável de meu pai, e toda aquela situação esquisita e desconcertante de certo modo, por conta de todos os motivos que nos levaram a estar aqui e agora, a única coisa que eu conseguia pensar era... – Caralho isso aqui ta só o pó VEIÃO – De imediato havia incorporado minha filha falando comigo em dias longínquos de inacabável treino, me referindo as portas que faltavam nesse lugar.

Eu já estava deitado e pensando há algum tempo. Na verdade, sempre tive insônia... Às vezes penso que dormir é perda de tempo, mesmo que seja necessário. Eu nunca consigo parar de pensar ou me mexer, e isso só dificulta essa agonizante insônia. Mas hoje... Hoje foi um dia memorável, o dia em que Shurima será lembrada depois de tantos anos. Sinto que cumpri boa parte de minha missão, e posso descansar finalmente.

Eu nunca sonhei. Meus olhos estavam fechados, e somente um breu infindável se encontrava em meu descanso. Em todos os sentidos da palavra, eu nunca sonhei. Talvez agora eu tenha esperança e um objetivo, mas tudo que eu consigo ver quando estou literalmente sonhando, é um véu negro e vazio. Sempre representou para mim insegurança e o fim de tudo, ou talvez o nada. Pois não tenho nada. Mas agora, sinto que posso preencher todo esse escuro com minha luz e a ascensão do meu império reconstruído. Esse vazio é um recomeço, e não um fim. Problemas não se resolvem sozinhos, mas a forma como eu os enxerguei esse tempo todo me atrapalhou, e a forma como vejo agora é o que muda absolutamente tudo...

Em meu momento mais escuro, ficaria ali deitado sem medir o tempo. Só queria descansar o máximo possível para voltar ainda melhor em minhas próximas missões... Afinal, não posso mais viver parado em um lugar, e o exército revolucionário é o melhor recurso que eu posso ter pra enfrentar o governo. Só que... Meu pai comprou essa casa aqui, será que ele se confortou e pretende viver nesse lugar, deixando toda sua vida antiga para trás? Eu até entendo, não posso cobrar dele isso, fui eu quem estragou tudo anos atrás, mas Astrid virá comigo. “Vou cumprir minha promessa München” Poucos segundos depois disso, já estaria me vendo com as mãos em cima da nuca da garota acariciando sua cabeça após me levantar. – Sua mãe... – Me lembrava da guerreira de cabelos, estranhamente, grisalhos – Tenho certeza que ela ficaria muito feliz de ver como você cresceu. Quando você aprendeu a manejar uma espada, a primeira coisa que eu vi foi a imagem dela presente em você, uma mulher forte, diferente dos outros. – O problema não eram as mulheres, o mundo está repleto de pessoas fracas. Eu mesmo fui por muito tempo... – Você pode ser quem quiser nesse mundo se tiver a vontade verdadeira... Mas! Sugiro que faça isso ao meu lado, até porque vai ser muito mais fácil com essa máquina de combate – Diria com um sorriso deixando os dentes a mostra. – Eu sei que não é exatamente problema seu que meu império foi destruído, afinal, você veio depois – Me recostaria sobre algum balcão ou sentaria em algum banco, ficando escorado e descontraído – No entanto, sua mãe me fez prometer cuidar de você até o fim. Eu não posso quebrar isso, terá que vir comigo, mas quanto ao seu avô, eu não sei o que ele quer, não sei se ele irá nos acompanhar – Diria com desdém, olhando para onde o velho estivesse com receio de sua escolha, pensando anteriormente no fato dele viver aqui.



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Histórico do Dantão:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySeg 05 Mar 2018, 09:22

Edmund Dante e Elise Von Bernstein






Estando um pouco atônita Elise respondia à pergunta feita por Nejima e complementava que o ruivo poderia estar colhendo algumas goiabas, já que se lembrara do gosto dele pela fruta. Instintivamente o homem soltava um pequeno riso contido - Vocês dois formam um par engraçado o major havia parado de rir, mas continuava com um sorriso em seu rosto - Vou procurá-lo então ele se virava na direção contrária para seguir seu rumo até o lado de fora. Antes que Nejima pudesse sumir da vista a espadachim o chamava novamente enquanto procurava por algum local onde pudesse se sentar, por sorte havia uma única cadeira ali. Ela falava sobre os "maus bocados" que passara na loja de carnes e que tinha arrombado uma porta a espadadas, assim Elise perguntava se algum revolucionário era bom naquilo - Creio que o Sven possa te ajudar ele respondia ao se virar para trás - Ele deve estar no primeiro quarto a esquerda, já que  é o dele ele indicava o corredor que dava acesso ao quarto de Sven. Seguindo as informações dadas pelo major a jovem chegava e adentrava o quarto e rapidamente podia notar alguns tipos de fechaduras, cofres e equipamentos que auxiliavam a arrombar - O que faz aqui!? o homem de cabelos escuros falava com a voz um pouco alterada. Quando ouviu as palavras ditas pela espadachim a expressão do revolucionário se tornava convencida - Já que o Nejima te mandou até o melhor eu irei te ensinar em tom de soberba ele apontava uma cadeira próxima a mesa onde estavam as coisas necessárias para o aprendizado.

Dante estava deitado fazia algum tempo absorto em seus pensamentos a insônia chegara a ser rotineira e assim o ruivo pensara às vezes que dormir era perda de tempo, mas o dia fora memorável e por isso ele poderia descansar tranquilamente por enquanto. Literalmente o boxeador nunca havia sonhado, talvez agora ele tivesse esperança ou objetivo, mas tudo o que conseguia ver em seus sonhos era um céu negro e vazio. Deitado ali ele buscava descansar mais para que pudesse voltar melhor para futuras missões com os revolucionários, mas seu pai havia comprado aquela casa ali e talvez até tivesse se confortado em viver ali esquecendo sua vida antiga para trás. Não demorou muito para que o ruivo fosse até onde sua filha estava com suas mãos na nuca e a acariciando na cabeça, ele então começava a falar sobre a mãe da garota e que ela ficaria muito feliz por saber o quanto Astrid tinha crescido. Ele continuava a falar que ela poderia ser quem quisesse com vontade verdadeira, mas o ruivo sugeria que fosse ao seu lado, pois seria muito mais fácil ao lado de uma "máquina de combate" como ele. Em todo momento Dante transparecia seu modo descontraído arrancando alguns sorrisos da garota e calmamente ele se recostava sobre um balcão onde estavam os restos dos alimentos para completar que ele havia prometido a mãe dela que cuidaria dela até o fim e por isso a garota teria de acompanhar ele, mas o avô o ruivo já não sabia o que ele queria e nem se iria acompanhá-los - O vovô se acostumou a viver aqui, talvez ele fique ambos olhavam para o velho que mexia com algumas plantas, um hobby que havia adquirido enquanto estavam ali na ilha. Mal haviam se encontrado e a família já estava quase se separando novamente, mas agora haveria alguma despedida caso realmente o velho fosse ficar vivendo sozinho em Centaurea.


Avaliação Ineel:
 

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MensagemAssunto: Re: Emerald Lady Strikes   Emerald Lady Strikes - Página 11 EmptySab 10 Mar 2018, 11:25

My Path

Confesso que surpreendi-me quando Nejima havia dito que eu e o ruivo formávamos uma boa dupla. Sequer cogitava ideia de ver aquele homem na minha frente de novamente. Assim, com o assunto encerrado com o major, segui suas instruções até o quarto daquele que tinha mais conhecimento no tal “assunto”, se é que aquilo poderia ser chamado de conhecimento. Como de costume, ouve surpresa por parte do desconhecido, seja pela minha aparência ou pela entrada brusca em seu quarto. Me identifiquei, mas o comportamento do homem piorou quase de imediato. Seu ego aumentou de tal forma que eu quase arrependi-me de ter vindo até ele, cerrei a testa, decepcionada. Me encaminharia a uma cadeira próxima que ele indicara, sentando-me e ajeitando a postura, ficando o mais confortável possível. – Podemos começar? - Cruzei os braços, um pouco desanimada.


~ Perícia: Início ~


- Ora senhorita, mas é claro! – Sven respondeu de imediato, emocionando-se. Deu um pulo de sua cadeira, apanhou alguns papéis em cima de uma escrivaninha e se sentou, próximo a mim. – Presumo que milady já saiba o que arrombamento signifique, certo? Não importa. A arte de arrombar! Surgida assim que os homens decidiram trancar a si mesmos e seus pertences dos outros. – Ele falava com um intenso brilho no olhar. – Basicamente, burlarmos essa proteção, fechaduras, cadeados, não importa, simplesmente passamos por cima! – Ele se colocou de pé novamente, indo em direção a sua cama e retirando alguns objetos de baixo dela. Ao voltar, arrastara consigo um cofre, aonde colocou os objetos junto a papelada que tinha pego antes. – Leia as minhas anotações, eu tiro suas dúvidas para depois praticarmos HIHIHI – Jogou-se em direção a única cama do cômodo, e começara a roncar. – Desgraçado... – Não tinha outra escolha se não ler as anotações e, com sorte, conseguir acordá-lo depois.

Apesar da aparência rústica do papel e da letra não tão legível de Sven, consegui compreender a informação que estava escrita. “Primeiramente, é necessário conhecer os mecanismos que compõem uma fechadura. Quando a chave é inserida, os dentes dela empurram os pinos interiores acionados por mola. Cada pino é, na verdade, formado por dois componentes: o pino-segredo e o contrapino. Quando a linha divisória desses dois componentes se alinha à linha de transição (A divisão entre o cilindro do ferrolho, que é móvel, e o tambor da fechadura, que é fixo), é possível girar a chave e abrir a porta. Por não contarmos com uma chave, utiliza-se 3 ferramentas para emular a chave.  O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], a[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Na parte superior do cofre, haviam as três ferramentas citadas no texto.

O tensor, uma peça que forma um ângulo de 90°, sua função é fazer o cilindro da fechadura/cadeado girar. Em seguida vinha a gazua, uma haste de metal de ponta estreita e ligeiramente curvada. Sua função é manipular os pinos do tambor da fechadura. O rake tratava-se de uma gazua com bordas parecidas com a de uma chave, mas que eu não consegui entender sua função. Até agora, os dois primeiros itens eram suficientes para um arrombamento.  Depois de um tempo lendo as anotações e observando algumas ilustrações, encaminhei-me até Sven, balancei o perito em arrombamento por alguns segundos até que ele acordasse. – Acabou? Mal dormi uma hora... Pois bem, diga-me suas dúvidas e vamos pra parte prática! – Sentou-se na mesma cadeira de antes, de frente ao cofre, e eu acompanhei seu movimento, sentando-me a sua frente.

- Pois bem, eu não entendi para que serve o rake... A gazua e o tensor não bastam? – Sven prontamente corrigiu sua postura, assumindo um tom mais sério para sua fala. – Na verdade, o rake é utilizado para um método diferente... Como pode ver, se trata de um instrumento com várias bordas, muito semelhante a uma chave. Você consegue arrombar uma porta com mais facilidade e rapidez, porém, caso faça o movimento errado, ele se quebra facilmente. Fora que, no mercado, ele não é tão comum quanto uma gazua normal, então seu preço é maior que das outras duas peças. – Assenti com a cabeça, percebendo que, no momento, deveria deixar o rake de lado, e focar-me no básico primeiro. – Tem mais uma coisa, até quando eu tenho que insistir com a gazua? Eu tenho de decorar o número de pinos e avançar com cuidado ou simplesmente insistir até ouvir o “click”? – Sven coçou a barba rala em seu queixo e me respondeu. – Vamos com calma, a gazua, assim como o rake, é uma ferramenta frágil. Jamais use força desnecessária, caso contrário, ela vai quebrar fácil. Você tocar cada um dos pinos com a ponta da gazua cuidadosamente, até chegar no último pino. Cadeados costumam ter de três a quatro, enquanto fechaduras possuem de cinco a oito. Quando você encostar em cada um dos pinos, repita o movimento, e veja qual deles ofereceu maior resistência. Esse é o pino com qual você deve se preocupar, ao posicioná-lo, o restante será muito mais fácil. – Ele terminara e eu assentia com a cabeça de novo. – Hihihi, podemos seguir com a parte prática então! - Sven gargalhava com animação.

O esquisitão trouxe um pequeno cofre com uma fechadura e colocou-o em cima do que havia entre nós dois, em seguida, entregou-me uma gazua e um tensor. – Vamos, tente abrir este aqui de cima, depois, tente o debaixo – Segui seus comandos, introduzindo com cuidado o tensor, girei-o para esquerda e depois para a direita, mas não parecia surtir efeito. Insisti, porém a fechadura não cedia. – Você está fazendo errado, se continuar colocando muita força...– Já estava irritada e, sem querer, acabei quebrando o tensor, sem sequer chegar na parte da gazua. – Meu deus mulher! Eu disse para ter cuidado. Você precisa de paciência e concentração, caso contrário, não conseguirá nenhum resultado. Movimente o tensor com cuidado, o lado que ceder mais é o lado que a fechadura gira. – Sven retirou outro tensor de um de seus bolsos, como se já esperasse que eu falhasse no exercício, e me entregou. Tentei mais uma vez, dessa vez passando da primeira parte, e conclui que o movimento teria de ser da direita para a esquerda. Prossegui introduzindo a gazua, demorou um pouco até achar o primeiro pino opositor, fiquei um pouco nervosa, mas me contive, fazendo menos pressão com as mãos. Após posicionar todos os pinos com cuidado, tentei retirar a gazua com a mesma precisão de antes, mas ela não saía. – Agora você pode fazer mais força – Escutando as palavras do instrutor, retirei o instrumento de uma vez, danificando um pouco o cadeado. – Caso queira manter a fechadura intacta, não faça isso, mas esse não é o caso de agora, certo? – Ele sorria maliciosamente para mim, ignorei e parti para o cofre debaixo.

Ao analisar o buraco, percebi que o cadeado estava danificado. – Sven, não vou conseguir abrir esse daqui, a fechadura está enferrujada demais. – O homem se aproximou, analisando com cuidado o cofre. – Você tem razão, vou acabar perdendo mais uma gazua, espere aqui, vou arranjar outro cofre para você treinar – Ele saiu como um raio pela porta, fechando-a com a velocidade um trovão. Eu estranhei, afinal, o quarto dele estava lotado de cofres, não havia motivos para ele buscar outro. – Filho da p... – Ouvi o trancar da porta e uma risada esquisita saindo do outro lado. – Vamos ver se aprendeu limãozinho! Se foi uma boa aluna, conseguirá sair daí sem dificuldade! –  Naquele momento minha vontade era de esganar o homem, mas nada podia fazer, trancada naquele quarto, minha única alternativa seria colocar em prática o que aprendi.

Fui até a porta e analisei sua fechadura, em seguida, introduzi o tensor. Diferente do cofre, esse pendia para a esquerda, passei o tensor entre os pinos e identifiquei quantos eram, um total de 8. “Típico de uma porta doméstica” Passei o tensor por baixo de cada pino, porém não conseguia me concentrar o suficiente. Ao lembrar da risada irritante de Sven, perdia a precisão da mão e colocava força demais, tendo de reiniciar o processo. “Paciência e concentração” limpei minha mente, dessa vez concentrando-me no som da batida de cada pino conforme avancei com a gazua e, assim, consegui. Abri a fechadura, fazendo o máximo de força que conseguisse. Cai no chão com o impacto, enquanto a porta se abria de uma vez, com Sven olhando do outro lado, assustado. – Não importa se a fechadura for danificada certo? – Falei com o homem boquiaberto, com o mesmo sorriso malicioso que ele mostrara a mim antes. – Parabéns, você conseguiu. Agora com licença, tenho uma porta a consertar e antes que a senhorita saía, as ferramentas ficam comigo. – Fui até a escrivaninha e devolvi as ferramentas.




~ Perícia: Fim ~



Após algumas horas exaustivas juntas a Sven, levantar-me-ia em direção a porta, olhando por cima do ombro para o figurão. É... obrigado - Seguiria o caminho para a mesma mesa que estive anteriormente conversando com Nejima, puxaria uma cadeira e, novamente, observaria a movimentação da Grande Casa. ”Esse lugar...” Fecharia os olhos, com o rosto apoiado em uma de minhas mãos, refletiria um pouco sobre tudo que passei até chegar ali. "As coisas estão começando a ficar interessantes."
Histórico da garota Chuchu:
 

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Narração

– Fala –

"Pensamento"

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Ouça a voz da Elise:
 



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Última edição por Davi King em Qui 29 Mar 2018, 19:08, editado 4 vez(es) (Razão : Histórico/Perícia)
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