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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #2 - Sangue e Suor

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySex 09 Dez 2016, 18:00

Relembrando a primeira mensagem :

#2 - Sangue e Suor

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador(a) de Recompensas Juri Belleren. A qual não possui narrador definido.


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Niizuma
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySeg 26 Dez 2016, 19:40


Tudo acontecia rapidamente agora, era uma confusão generalizada e eu e Juri estávamos no meio dela, fazendo o máximo que conseguíamos para tentar durarmos o máximo de tempo possível, para acabar com todos ali e o velho finalmente cair. "Ainda não acredito que esse desgraçado tem forças para lutar..." - era inacreditável a fúria que aquele homem deveria estar sentindo, destruindo até mesmo o próprio navio. Mas não tinha tempo a perder com pensamentos como aquele, tinha vários tripulantes sedentos pelo meu sangue.

Conseguimos com certo exito o que queríamos, íamos cuidando dos atiradores e aos poucos o número ia diminuindo, cuidando dos outros quando necessário. O capitão dos homens murmurou algo, que ignorei para não perder meu foco nos alvos, e por fim eu ia cuidando daquele que parecia ser o último atirador.

- Filho da p***! - gritei quando por pouco não fui atingido na cabeça por um disparo, ganhando apenas um corte.
"Finalmente..." - quando dei fim nele. - "Agora passamos aos que tem coragem de se aproximar!" - sorria sem jeito vendo a aproximação de alguns espadachins, não era como Juri, não ficava excitado lutando, olhava para aqueles caras e só pensava. - "Que merda... Mais trabalho."

- Não é por nada não, mas... Já que parece que vocês só tem homens nesse navio, devo supor que vocês aliviam uns aos outros nas noites difíceis? - diria preparando para investir já contra o mais próximo.

Tendo a plena ciência de minha desvantagem numérica, porém que todos ali teriam de se aproximar para atacar, já tinha certa ideia de que tática iria usar. Se eles não tivessem me cercado, tentaria disparar e acertar o mais próximo. Se fosse um dos mais robustos tentaria uma estocada, ou um corte na região da perna, buscando desestabilizá-lo e rapidamente tentaria um corte horizontal visando seu peitoral e cabeça. Sendo um dos aparentemente mais ágeis, esperaria que ele conseguisse desviar, então iria fintar com um corte horizontal, tentando fazê-lo justamente desviar, se ele fizesse, me anteciparia com uma estocada em seu tronco.

"Acho que já consegui a atenção deles." - pensaria se conseguisse atacar o mais próximo, conseguindo os ataques ou não, daria um impulso e correria na direção oposta, abusando da aceleração para limitar quem iria chegar perto primeiro. Basicamente aqueles ataque iniciais ao mais próximo seriam apenas para chamar atenção e forçá-los a vir a mim, assim usaria a tática de fazer uma espécie de filtro, onde os mais rápidos iriam chegar primeiro e tentaria tornar a situação a mais similar possível de um combate um contra um, tentando com cortes nas regiões do abdômen, coxas e cabeça/ peitoral, ir cuidando deles rapidamente.

"Desgraçados, mesmo limitando assim tenho que tomar cuidado..." - só por tentar "diminuir" a desvantagem numérica, não significava que era uma batalha ganha, tentaria tomar cuidados contra chutes e principalmente os cortes, contra espadachins tentaria me afastar defendendo, me "afastando" para tentar sempre sair do alcance da lâmina adversária e forcá-lo a entrar no alcance da minha, para tentar realizar contra ataques efetivos.

Em minha corrida para atrair os homens, tentaria percorrer os caminhos que já "conhecia", caminhos por onde havia passado e sabia que não teriam obstáculos que poderiam acabar impedindo minha passagem. Caso gatunos estivessem se aproximando iria tentar abusar do alcance e efetuar cortes visando seus braços se estivessem atacando e abdômen se estivessem apenas se aproximando e não tivessem tentado um ataque ainda.

- Acho que você nunca pensou que seria uma porta, não é? - diria a quem tivesse na minha frente. Se tivessem me cercado, tentaria algo similar, porém com um início diferente, já que teria que forçar uma passagem.

Correria em direção ao local onde notasse ter uma pessoa ou menos pessoas ao meu redor, iria correr o máximo que conseguisse, quando tivesse cerca de dois metros iria tentaria uma estocada contra quem estivesse a minha frente naquele momento, se notasse uma tentativa de ataque, tentaria saltar pro lado em esquiva e se desviado com sucesso atacaria diagonalmente na região ombro-pescoço, tentando desestabilizar e já empurraria ele, tentado forçar a passagem.

Se não conseguisse a distância ou a vantagem da tática que queria, tentaria lidar rapidamente daquele que tivesse perto de mim, tentando esquivar de ataques e sempre que possível tentando empurrar os que conseguisse ferir a ponto de não conseguirem resistir contra os outros ali perto, para distraí-los e tentar efetuar golpes de oportunidade, com fortes visando partes mais sensíveis, já que não poderia perder muito tempo.

"Não posso perder o foco!" - focaria naqueles que estivessem perto de mim, por mais que estivesse preocupado com Juri, o que poderia fazer ali era lidar o mais rápido com aquela situação e tentar ajudá-la depois. Tentaria esquivar das lâminas e evitar os alcances dos espadachins, e tentando sempre contra atacar visando os braços dos gatunos, mantendo a vantagem de alcance que poderia ter contra eles. Sempre que possível mantendo a estratégia de correr para forçá-los a se limitar pela velocidade, cuidando dos mais rápidos que me alcançassem, e os outros que fossem chegando, tentando manter as vantagens que conseguisse.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySeg 26 Dez 2016, 22:07


#2 - Sangue e Suor


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A batalha entre os guerreiros e guerreiras ali presente ia se tornando cada vez mais mortal e sangrenta. Juri e Khal estávamos, de alguma forma, vencendo o torneio improvisado pelo destino e tudo parecia estar sob controle, assim como a vantagem numérica que aos poucos ia se sumindo graças ao poder da dupla de Caçadores que iam mostrando seus valores. Khal com cortes precisos fazia a lâmina da sua espada dançar tal como um Dragão oblitera seus adversários. Apesar da dificuldade em manter-se em pé graças ao brutal golpe recebido, ele mostrava para que tinha vindo! Juri não ficava para trás, mais sangrenta e ávida que seu parceiro, sua velocidade ia aos poucos subjugando seus adversários, diminuindo seus números e aumentando as baixas. Entre risos e gargalhas vistas por meio daquele olhar vibrante e flamejante por entre as orbes púrpura. O capitão, por sua vez, sentia os efeitos do veneno daquela que chamava Víbora; sua visão fica turva, sua mente gira dando-lhe uma confusão. Ele parecia acabado.

Mas nem tudo é um mar de rosas, suas passadas pesadas contra a madeira do convés se fizeram presente e assim como a bota esmaga o verme, o Capitão queria esmagar a existência de Juri, que arregalara seus olhos surpresa – Será que ela vai morrer uma segunda vez no mesmo dia? – Ainda não. Seu martelo subiu aos céus e desceu com uma brutalidade tamanha, ele errara o golpe graças ao efeito do veneno. O chão próximo a pequena menina se rompia fazendo seu corpo leve voar até o mastro principal onde teve suas costas chocando-se com a espessa madeira do mesmo. Ele não ligou para os aliados, apenas avançou como um tanque de guerra para esmagar a pequena jovem que, agora, cuspiria um pouco de sangue no exame momento do impacto. Cairia por sobre um dos seus joelhos, mas ainda assim olharia para ele, mesmo que tonto. O ódio que ela nutrira quase de imediato pelo homem de armadura faria com que ela sorrisse enquanto um calor gélido e ansiado na boca do estomago tomasse conta do ser da garota. Caso alguém aproveitasse da oportunidade e atacar a jovem, ela saltaria acima do possível ataque do oponente da vez, para logo em seguida aterrissar em seus ombros no mesmo instante que sua ninjaken perfuraria o corpo da vítima a partir da sua clavícula, em seguida pularia para trás girando no próprio eixo em paralelo que retirasse sua lâmina. Uma vez que fosse um ataque direto, ela guardaria a sua arma em sua respectiva bainha, penderia o corpo para a direção oposta do possível ataque enquanto entraria na guarda do oponente diminuindo a sua distância para, na sequência, socar o plexo solar – um dos pontos vitais do corpo humano – num soco qualquer, seguido de um cruzado preciso na têmpora do oponente executando, assim, dois golpes em dois pontos vitais, provavelmente iria impossibilitar qualquer ser humano de se mover depois disso. Sua perícia e total conhecimento do corpo humano deveria permite-lhe tais façanhas. Ainda que não houvesse oponentes que aproveitar-se-iam da situação da menina, encararia seu oponente aparentemente desnorteado enquanto algumas veias tensionadas no rosto e pescoço da menina se tornariam visíveis, caso assim, graças à sua fúria.

"Você desejou que o mundo que conhece acabe” diria ela com um sorriso aberto em seus dentes. Ela sorria furiosa, olharia fixamente para onde provavelmente estaria e aproveitar-se-ia da fraqueza do seu oponente para correr em passos curtos, porém velozes, diminuindo assim a distância entre eles. Antes de terminar a corrida e já com pouco distância, ela pularia em direção ao homem enquanto giraria no seu próprio eixo afim de criar uma força centrifuga para golpear com toda a sua força o pescoço do homem utilizando sua canela direita tampouco se importante na quantidade de dano que iria infligir; se ainda fosse possível aproveitar-se-ia, ainda, do impulso e impacto para executar um meio-giro a fim de acertar o calcanhar esquerdo em qualquer parte do rosto ou cabeça do homem. Agora ela deveria perder impulso e força, pulsaria flexionando por completo seus joelhos. “㍚ Dai ni Kunoichi ato • Taijutsu” falaria num tom mais sombrio e compenetrado. “KAMI NO TE” agora com fúria, ela bradaria executando sua técnica. Técnica esta que consiste em flexionar seus joelhos para logo em seguida utilizar da força de suas pernas para jogar o corpo para cima fazendo o músculo adutor do polegar atingir a mandíbula do oponente por baixo, sendo este um dos pontos vitais do corpo humano, fazendo desta uma técnica poderosa. Aquilo deveria ser o suficiente para derrubar o homenzarrão de uma vez por todas, caso não fosse Juri iria afastar-se dele com saltos para trás a fim de observar os efeitos dos seus golpes. Na pior das hipóteses o oponente deveria estar nas últimas.

Khal ainda lutava, provavelmente, se esforçava o máximo para manter-se vivo perante as dificuldades que a dupla encontrou durante o dia, sendo assim Juri gargalharia alto o suficiente para que todos ali, caso assim fosse, pudessem ouvir “KIAHAHAHAHA! HAHAHAH” Sua insanidade mesclada com o ódio iminente do “Armadura-kun” tomou conta do ser da menina que logo falaria “Vocês ainda querem lutar? O Capitão de vocês está acabado, nem sei se está vivo ou morto e vocês ainda lutam?! KIAHAHAHAH Vocês são fracos, nós somos fortes. O protocolo é óbvio!” um sorriso na face deixava claro que ela não estaria para brincadeiras, sua mente perturbada por um passado de tortura sem fim veio à tona e todo a raiva que ela nutriu todos esses anos pela humanidade estaria à tona ali “Se vocês ainda querem lutar, venham e vamos ter uma morte sangrenta” desembainharia sua ninjaken e uma kunai neste momento “Ou me sigam e vamos sobreviver a mais um dia” Ela fora direta em sua proposta após, provavelmente, abater o Capitão. Em meio a gargalhadas e risadas num semblante sedento por caos, ela esperaria o desfecho de toda aquela odisseia.

Off:
 

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptyQua 28 Dez 2016, 00:19


O sangue só aumentava de quantidade pelo convés. Tanto o espadachim quanto a assassina não estavam dispostos a sair daquela batalha de mãos vazias, tampouco mortos. O capitão arfava, respirava fundo e até mesmo usava de seu grandioso martelo para manter um equilíbrio em suas passadas. - Des...graçados... - Era o máximo que ele conseguia murmurar sem perder muito fôlego. Khal, cercado de espadachins, gatunos e lutadores, começava a fazer uma "seleção natural" ao seu redor, trazendo para perto aqueles mais ágeis para serem abatidos antes. Sua espada brandava aos céus, fatiando aqueles que estavam por perto. Seu corpo, porém, não agia na velocidade em que queria. Suas feridas ardiam e tudo isso ele podia agradecer ao capitão leonino. Algumas áreas de suas articulações latejavam quando o Dragão da Chuva atacava com sua espada, muitas vezes não gerando o dano desejado. Porém, mesmo assim, sua espada fazia o trabalho bem, deixando o sangue de seus inimigos caírem ao chão ao invés do dele.

Muitas vezes, Khal era atingido pelas costas por alguma espada ou adaga, sentindo o baque que o empurrava para a direção oposta, sentindo sua pele ceder aos cortes feitos. Ele virava no mesmo instante, perfurando seus adversários sem sequer hesitar. O espadachim até podia receber um corte, mas não deixaria que ninguém saísse impune daquilo. E foi isso que fez, pois entre chutes, socos, apunhaladas e cortes, o espadachim ia fatiando seus algozes de forma frenética. Seus golpes eram impiedosos e sua lâmina já estava tão vermelha que ninguém poderia dizer que um dia foi prateada.

Juri, por sua vez, enfrentava o colossal capitão leonino. Por mais que o mesmo parecesse cansado, fraco e tonto, a assassina sabia que ele era um perigo a ser levado em consideração. Um dos seus tripulantes partia em direção à assassina, que com um salto fatiava o pescoço do seu atacante sem menores problemas. Seu corpo, apesar dos leves machucados, ainda reagia bem aos movimentos e não sentia muita limitação no que fazia. Foi então que com um salto na direção do capitão a assassina preparava seu golpe final, este no qual que tentava se defender com seu martelo gigantesco. A assassina atingia a cabeça da arma de seu oponente, mas o impulso que ganhou com aquilo havia sido o suficiente para atingi-lo em seu pescoço e desestabilizá-lo. Quando a mesma chegava ao chão e via seu oponente desestabilizado, saltou numa velocidade incrível com o punho aos céus, mirando no queixo de seu alvo. Foi quando a assassina viu o punho do capitão indo em sua direção, dando-lhe um tapa que fazia-a voar para o outro lado do convés. Porém, durante o vôo, A Víbora sabia que a batalha estava terminada, pois antes de ser atingida, pôde sentir o dentes do capitão estourando em seu punho quando seu golpe atingia em cheio seu queixo quadrado.

A kunoichi atingia o parapeito do navio, que amassava e, por pouco, não cedia a ponto da mulher cair ao mar. O espadachim por outro lado, terminava de perfurar o último tripulante do navio, que caía ao chão com as mãos em sua barriga, tentando manter suas tripas ainda dentro de seu corpo. O chão, banhado em sangue, contava a história de uma terrível batalha. Para os piratas.

OFF:
 

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptyQua 28 Dez 2016, 19:32


#2 - Sangue e Suor


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Finalmente a intensa e desvantajosa batalha chegou a seu desfecho com a vitória da dupla de Caçadores. Juri fora feroz com a ajuda da sua personalidade insana que lhe rendera forças e vontade de sangue, correu em direção ao oponente visivelmente fraco que mal conseguia manter em pé para, após um salto, golpeá-lo em seu pescoço com um chute após girar em seu próprio eixo, mas não antes de tentar ser parada por um dos tripulantes que teve a sua vida ceifada sem maiores problemas. Já com a garota no ar, o Capitão tentava defender, porém sem sucesso: A assassina impiedosa golpeou com a canela o pescoço do seu oponente com a intenção de matar – mesmo que não conseguisse. “Leão desgraçado!” bradou a menina em fúria.  Na sequência, ela não esperou “㍚ Dai ni Kunoichi ato • Taijutsu” disse ela se preparando “Kami no Te” a fúria da garota era dita através da sua técnica que acertou em cheio o oponente fazendo-o quebrar alguns dentes, contudo ele ainda tinha fibra e numa derradeira tentativa de vitória ele golpeou o corpo pequeno da garota pouco antes de cair inerte.

Juri fora arremessada até o parapeito do navio quebrando-o com o impacto, ainda que não fosse o suficiente para arremessa-la no mar. “Kiahahahah” riria enquanto arfava um pouco por conta do cansaço. Olharia para Khal que já deveria estar finalizando com seus oponentes, ainda que visivelmente machucado “Uhh, isso vai deixar umas marcas, não é?!” a sua pergunta viria em forma de deboche, ainda que não fosse maldoso enquanto ela andaria em passos firmes até onde o capitão, provavelmente, ainda estaria. “Ajuda-me aqui, Espada-kun”. Ela sentaria em cima do peito do homem de pernas cruzadas, bateria em seu rosto caso estivesse adormecido para chamar a sua atenção “Kiah, olha só você todo fodido...” um sorriso cínico formar-se-ia em seus lábios, típico da menina “Me diz logo onde está o bunda rachada do Eremes que eu te dou o antídoto, uh? Não vale a pena morrer por ele, aposto” era a oferta que ela iria fazer para o homem caso ele tivesse, ao menos, o mínimo de forças para falar. Eles precisariam de informações, Juri em particular já estava começando a ficar impaciente com toda a situação que eles se encontravam. Ouviria com atenção cada palavra dita por ele, caso assim fosse, uma vez que ele estava nas últimas e provavelmente não teria mais forças para prolongar. Uma ilha? Uma nova localização? Qualquer coisa!

"Inútil mesmo... Me ajude a tirar a armadura dele, isso aqui é ouro e prata, deve valer uma grana” diria para Khal enquanto se prontificaria a começar o trabalho. Mortos não precisam de ouro, os vivos sim. Estando o capitão morto ou não, Juri trataria de decapitar o homem julgando que ele poderia ter uma recompensa dado ao seu poderio, não iria se importar com pré-julgamentos que Khal poderia vir a fazer da menina, assim como não iria se meter caso ele resolvesse saquear o navio. O motivo da decapitação? Uma cabeça é mais fácil de transportar do que um corpo, ainda mais daquele tamanho “Kiahahaha, olha só, ele parece inofensivo agora, não é Espada-kun?!” era o humor mórbido de Juri que brincaria com a cabeça ao olhar em seus olhos já sem vida. Eles poderiam não ter dinheiro, mas provavelmente teriam partes de uma armadura feita em ouro que poderiam barganhar uma carona para a ilha indicada, se fosse o caso, pelo capitão. Eles estariam num porto, não deveria ser difícil. Carregaria algumas partes da armadura passando pelo braço prendendo no ombro, enquanto na outra mão deveria estar carregando a cabeça da sua vítima pelos cabelos ou tal como um jogador segura uma bola. “Relaxa, vamos dividir meio a meio, uh?! Agora vamos matar Eremes, kiahah” o corpo dela poderia estar levemente dolorido, mas o seu espírito permaneceria intacto e fervente, sedento por mais sangue. Embarcaria no navio que aceitasse a sua proposta em pagar com peças de ouro. Aceitaria qualquer quantidade que eles pedissem, porém teria cuidado em deixar algumas outras em sua posse, mesmo que pouco.

Off:
 

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A mera ideia já me dá satisfação."

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptyQua 28 Dez 2016, 21:12


Nunca tinha participado de um combate tão complicado, a questão não era nem a força dos adversários, mas a quantidade, e fui tentando manter a estratégia, eles iam caindo aos poucos e no mesmo passo iam tirando poucos do meu corpo. "Desgraçados... Por que não morrem quietos?" - quando começava a sentir o sangue pelo corpo, devido aos variáveis golpes recebidos dos tripulantes. As feridas anteriores prejudicaram e com isso foi mais difícil e mais doloroso vencer aqueles retardados que seguiam o velho.

- Obrigado! - minha lâmina vermelha cuidava do último que se mantinha de pé, com um corte no abdômen. - Por mais que eu quisesse... - parei para tomar o fôlego. - ... Um pouco de ação, isso já é demais, devo dizer. - finalizei, observando o campo avermelhado que tínhamos deixado.

Dei uma pausa para respirar, vendo tudo aquilo, Juri quase fora do navio, o velho mais acabado do que nunca, e os vários corpos. "Não acredito que conseguimos... Quer dizer, boa parte de mim pelo menos conseguiu." - me referindo aos ferimentos e se possível tocando o corte na bochecha.

Uma vez finalizado os problemas com os tripulantes iria me aproximar do capitão junto com Juri, afinal precisávamos tentar ao menos conseguir alguma informação antes de levá-lo provavelmente morto para algum QG e pegar a recompensa que ele devia ter. Aproveitaria, antes de me aproximar de Juri, para tentar pegar até duas espadas, junto com suas bainhas, em melhores estados que encontrasse, e se possível já limparia a minha com algum pano dos corpos ali, para não guardá-la coberta de sangue.

- Acho que não vão precisar mais delas não é? - diria, se conseguisse pegar algumas espadas.
"Sinto que se eles estão mortos não é roubo, mestre!" - pensaria sorridente enquanto voltaria meu rumo novamente para perto de Juri.

Se conseguisse chegar perto da garota e do capitão sem muitos problemas, trataria de afastar o martelo do mesmo, nunca se sabe quando um velho de armadura pode atacar, mesmo naquele estado. Esperaria também para ver o que a garota diria, precisávamos tentar tirar algumas informações dele enquanto ainda podíamos. Se por acaso o velho não quisesse dar informações sobre o Eremes, mesmo naquele estado, falaria:

- Não acho que Eremes seja merecedor de tanta lealdade, velho. - tentaria manter um sorriso sarcástico, por mais que as feridas pudessem estar doendo e ardendo naquele momento. - Não sei se você sabe, mas foi o Eremes que me mandou aqui. Ele disse para eu vir aqui, nesse barco. - iria manter o olhar nele, afinal não estava mentindo em nada do que estaria falando. - "É um navio grande, preto e dourado, com uma cabeça de leão na proa, não tem como errar. Está no porto do navio. Fala que "Algoz" enviou você..." - falaria por fim e esperaria para ver o que o homem tinha a falar.

A armadura do homem parecia valer um bom dinheiro, então tentaria convencer Juri a tirar a  armadura do velho para vendermos, assim como ajudaria ela caso ela precisasse de ajuda em mais alguma coisa. Precisaríamos ainda de um meio para levar aquele cara para a marinha, ou seja, ainda tínhamos algum trabalho, além de termos que pegar o Eremes, que acabou não sendo onde tudo começou, mas onde queríamos acabar.

- Ei, Juri, você precisa se cuidar sabia? - diria quando tivesse fazendo algum serviço com ela. - Sei que acha que pode se cuidar sozinha e eu não sou o mais indicado pra falar isso levando em conta todos esses ferimentos... - ela provavelmente iria ignorar o que tinha a dizer que não envolvesse toda aquela "missão maior", mas, não só por ser um sedutor barato, eu estava preocupado com ela. - ... Precisa cuidar desses ferimentos que você tem. - e é claro eu teria que cuidar dos meus também, mas eu já sabia disso, ela não parecia estar ligando muito pros dela.

Eu não teria problemas com crueldades vindas dela, já que era o que eu mais esperava vindo dela. Porém ter lutado junto com ela me passou uma certa confiança nela, por enquanto não tocaria no assunto, mas talvez eu acabasse tentando falar com ela sobre montar uma parceria de verdade, mas por enquanto focaria naqueles objetivos travados por nós dois. Se tudo desse certo colocaria as espadas embainhadas na cintura e ajudaria Juri a carregar a armadura, assim como o corpo do velho. Se por acaso passássemos perto de algum médico ali pelo porto pediria para Juri ir até lá comigo, buscando um tratamento rápido, para que pudéssemos sair o quanto antes e procurar um meio de sairmos para outra ilha e pegarmos nossa recompensa. Se não tivesse médicos ali pelo porto tentaria me informar com alguém onde ficaria o médico mais próximo, de preferência a alguém mais velho, que deveria saber informar melhor.

- Espera, acho melhor colocarmos isso em algo para não ficar tão a mostra. - caso decidíssemos arrancar a cabeça do velho, que pensando bem seria um meio mais fácil de levar. Pegaria uma ou mais camisas ou pedaços de pano mais limpos possíveis, embora soubesse que seria difícil, e enrolaria a cabeça, para não dar tão na cara que levávamos uma cabeça humana, por mais que fosse de um pirata, e também facilitaria o transporte.

Se não achássemos algum médico ali e a garota não quisesse sair do porto para ir em um, tentaria convencer Juri a procurar não só um barco que nos levasse, como um que também tivesse um médico, assim poderíamos nos tratar no caminho. Prestaria atenção as pessoas por quem passássemos, afinal poderiam haver mais piratas pelo porto, e seria uma pena entrar em um navio pirata no estado em que estávamos.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptyQui 29 Dez 2016, 12:32


A dor era latente, mas não tanto quanto o sentimento de vitória. Juri cambaleava até o capitão, que tentava erguer sua cabeça e mexer seu corpo, mas só conseguia tremer no processo. Ele cuspia sangue e vomitou uma quantidade ainda maior quando a gatuna sentou em seu peito. Khal se aproximava, também cambaleando, quando pegava mais duas espadas no chão dos corpos que havia acabado de derrotar. - Seus ratos imundos... Ainda vão pagar pelo que estão fazendo. - Falava com dificuldade, dando para notar que sua boca estava cheia de sangue e dentes, provavelmente. Quando falaram de Eremes, ele não pareceu surpreender. Na verdade, ele abria um sorriso falho, com alguns dentes faltando. - Nós somos sócios... Ele traz vítimas pra mim, eu prendo e levo pro mercado negro. Rachamos meio a meio, mas dessa vez ele mandou vocês livres demais... - Ele falava olhando com desprezo.

Ele começava a tremer, provavelmente efeitos do antídoto. Quando Juri ofereceu o antídoto, ele abriu os olhos imediatamente em sua direção. - Ele... Tem um barco na praia à sudoeste. É pequeno, tem uns detalhes em azul... Ele estava pensando em viajar para Micqueot em breve, mas não sei se ainda continua por aqui. - Era notável o seu esforço em falar. Ele sabia que tinha perdido a luta, mas pelo menos podia continuar vivo se colaborasse. - Nós também temos um depósito aqui na ilha, onde deixamos algumas vítimas quando o navio já está cheio. Fica no centro da cidade, Rua C com a praça. Uma porta de ferro pintada de vermelho... Ele normalmente fica por lá administrando as coisas. - Ele agora olhava para Juri, esperando que ela entregasse o antídoto. Parecia que ele havia falado o que sabia sobre Eremes, mas mesmo assim não havia sido o suficiente para a gatuna. Com sua ninjaken, descia de forma rápida contra o pescoço do capitão, que cuspia ainda mais sangue quando sentia a lâmina atingindo suas artérias. Ele tentava falar, mas o segundo golpe impedia que suas cordas vocais continuassem a funcionar.

Depois de muitos golpes, a cabeça do capitão finalmente cedeu. Ela era pesada e, enrolando em panos, faziam uma pequena bolsa para podê-la carregar. Seu corpo, porém, era extremamente pesado, coisa que nem os dois caçadores conseguiam carregar sozinhos. Ele deveria ter aproximadamente 500kg e Juri e Khal mal conseguiam mover ele por aí. A tentativa de tirar a armadura também era frustrada, pois graças à partes soldadas e parafusos firmes, sua armadura parecia que só podia ser retirada com um método específico, este no qual os caçadores precisariam descobrir se quisessem levá-la por aí. Porém, algo que aparentava ter um grande valor e estava definitivamente solto do corpo do capitão era o seu grande martelo, que reluzia as peças de ouro e prata por toda sua extensão.

Com a cabeça do capitão em mãos e com o mundo a disposição deles, Juri e Khal agora podiam fazer o que queriam com aquelas informações que haviam ganho. Haviam muitos navios pelo porto que poderiam aceitar a oferta dos caçadores, bastava eles procurarem com sabedoria. Eles também podiam se certificar que Eremes ainda estava na ilha, mas como o capitão leonino havia dito, ele bem que podia ter seguido para Miqueot. Era decisão da dupla agora, que finalmente partia daquele navio de mortes.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySex 30 Dez 2016, 18:17


#2 - Sangue e Suor


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Calmaria tomou conta do grande barco que agora tinha seu convés banhado em sangue da carnificina que havia ocorrido ali até a pouco. O novo cenário apresentava uma garota magra de feição perversa e sem código de honra algum a seguir que estaria sentada em cima do peito da armadura do imenso homem que ela acabara de derrotar com a ajuda do companheiro, um espadachim alto, moreno e esguio que fora ferido por diversas vezes ao decorrer do embate que todos ali participaram, ainda que fosse óbvio como aquilo tudo terminou. Juri agora interrogava a sua vítima, manipulando-o para entregar-lhe informações mais precisas acerca do paradeiro de Eremes e funcionou! O Capitão não somente lhe forneceu informações sobre Eremes, como também lhe forneceu informações sobre a sociedade entre os eles. A assassina sorriu. Seus olhos brilhavam de satisfação juntamente com um sorriso cínico. “Você achou mesmo que eu iria salvar a sua vida?” disse ela pouco antes de começar a degola-lo com ferocidade.

"Ouviu, Espada-kun?” diria ela enquanto levantar-se-ia, saindo de cima do homem morto enquanto carregaria a sua cabeça. “Preciso de ajuda aqui...” Juri queria retirar a armadura do corpo do homem por mais que a mesma parecesse soldada à sua pele e firmemente fixada por parafusos. Para isto, ela pediria auxilio de Khal para utilizar as suas armas a fim de decepar os membros do cadáver, ela começaria procurando brechas nas articulações, afinal de contas para ele mover-se precisaria ter alguns trechos flexíveis e mais frágeis, usaria essas brechas para fincar a lâmina da sua ninjaken com força e forcar para os mais diferentes ângulos até conseguir retirar por completo o braço direito do homem, agora deveria ser mais fácil transportar ou até mesmo retirar o braço do homem de dentro da grande peça de ouro. Ela nunca ligou muito para dinheiro, mas agora sabia que o mundo era regido por ele: dinheiro quer dizer poder. Era com esse pensamento que os ideais de Juri iam sendo modificados aos poucos. Com provável dificuldade, ela deveria conseguir se levantar ainda que cambaleasse um pouco, sendo assm Khal a alertou sobre os feriados. “É, eu posso quebrado duas ou três costelas” diria ela não ligando muito “Kiah, está preocupado?! Ninguém nunca se preocupou comigo e duvido que seja o primeiro” ela não queria admitir, mas estava realmente machucada e precisaria se tratar. A sua resposta veio em forma de ironia devido aos fantasmas do seu passado – ela ainda não confiava em ninguém a não ser ela mesma.

Não obstante, Juri, apesar dos machucados, estava fervendo por dentro de raiva e ansiedade: Raiva de “Algoz Eremes”, um homem que ela nunca tinha visto pessoalmente, mas que já lhe causou problemas em demasia além de ter uma gorda recompensa por sua cabeça e ansiedade pois ela almejava ter o sangue dele derramado em suas mãos. Sua testa franziria um pouco complementando o seu semblante sério e impiedoso de quem não iria parar antes de completar seus objetivos. “Se quer ir procurar uma porcaria de médico eu não ligo, mas eu vou atrás desse desgraçado. Temos o local onde ele costuma frequentar e é para lá que eu vou” diria ela para Khal “Se quiser vir, venha. Rua C com a praça, uma porta pintada de vermelho. Quero matar todo mundo que estiver lá dentro!” falaria isso tentando achar um jeito de carregar o martelo e o braço do oponente, provavelmente precisaria da ajuda de Khal para tal façanha. “Mas... primeiro... precisamos de... dinheiro... esse martelo é ouro... e prata, vamos... tentar vende-lo”.

O próximo passo, pelo menos para Juri, seria tentar arrumar algum dinheiro ao vender o braço do homem e o martelo, talvez alguém no porto teria interesse em comprar, talvez algum mercador de joias ou metais preciosos. Caso não encontrasse, dirigir-se-ia até a loja de armas de outrora para tentar fechar negócio. Se o valor fosse inferior a dois milhões, talvez com a ajuda de Khal que é um interlocutor mais afiado do que Juri, tentariam pechinchar um pouco mais, querendo chegar na casa de um e meio.

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A mera ideia já me dá satisfação."

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySex 30 Dez 2016, 20:53


O velho deu algumas informações até que úteis, ouvimos o necessário, não precisei fazer muito, já que Juri convenceu ele facilmente com um antídoto. Com o homem ainda vivo a Víbora tratou de cortar sua cabeça, não houve muito protesto devido a condição do mesmo. Naquele momento fiquei curioso, matamos o capitão daquela embarcação e sequer sabíamos seu nome, talvez Eremes pudesse me ajudar com aquilo quando achasse ele, claro que teria que matá-lo também, mas saber quem eu tinha matado daria um certo conforto.

"Ele trabalhava com contrabando de pessoas, espero que tenha uma boa recompensa por essa cabeça." - talvez tivessem pessoas presas ali, mas alguém iria aparecer para ajudá-las.
- Essa armadura é um pouco mais pesada do que eu pensava. - disse ironicamente quando não conseguimos ter sucesso em retirá-la.

A cabeça estava em uma espécie de sacola de pano, me sentia estranho saindo dali somente com uma cabeça. Porém não era fácil retirar aquela armadura, talvez com algum ferreiro, ou alguém com muita força bruta. Falei com Juri sobre seus ferimentos, ela não ignorou, não que sua resposta tenha sido muito melhor.

- É, eu posso ter quebrado duas ou três costelas - apenas ouvia, sem olhar para ela. - Kiah, está preocupado?! Ninguém nunca se preocupou comigo e duvido que seja o primeiro. - foi o que ela disse, eu ri daquilo.
- Você é engraçada... Se ninguém nunca se importou, isso me faz o primeiro. - controlando-me um pouco, as feridas poderiam doer mais se risse demais. - De qualquer jeito, precisamos nos tratar, quer você considere isso se importar ou não. - insistiria, pois se íamos enfrentar Eremes, não podíamos ir daquele jeito.
"Pelo menos podemos pegar o martelo, já que esse desgraçado não prendeu no corpo dele como fez com a armadura." - tentaria pegar o martelo, pediria para Juri levar a cabeça enquanto eu levaria o martelo, se conseguisse.

Ajudaria a garota no que mais ela precisasse ali na embarcação, se insistisse em retirar alguma parte da armadura ou outra coisa, precisava de roupas novas afinal não fora só meu corpo que os desgraçados haviam cortado e furado. Quando saíssemos de lá, tendo em vista que pegar um barco para buscar a recompensa não era aparentemente nosso foco agora que sabíamos onde Eremes estava, procuraria um médico ou algum local para vender o que tínhamos pelo porto acompanhando Juri, se não achasse seguiria até o centro sempre atento para algum local onde pudesse me tratar ou vender o martelo e o que mais tivéssemos conseguido do velho, quando as minhas três espadas, manteria elas comigo, sempre quis ter três espadas.

- Depois que vendermos o que temos vou procurar algum lugar para tratar essas feridas, e você devia fazer o mesmo. - diria dando de ombros. - Pode teimar e achar que consegue matar Eremes do jeito que está, mas quer mesmo arriscar tudo? - tentaria por um pouco de juízo na cabeça de Juri. - Viu como foi difícil lutar contra esse velho - apontaria para a sacola com a cabeça. - e Eremes me parece ser bem mais forte do que ele.

Se conseguíssemos vender as coisas e dividir o dinheiro, procuraria um local pra me tratar e se já tivesse visto no caminho apenas retornaria até lá, se Juri insistisse em ir sozinha atrás de Eremes iria me separar dela apenas por um tempo para me tratar e assim que possível já iria rapidamente tentar ir até onde ela fosse, que imagino que seria onde o velho disse que Eremes ficava.



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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySab 31 Dez 2016, 10:40


Juri e Khal se perguntavam naquele momento como diabos o capitão conseguia carregar tal arma tão pesada. O martelo deveria pesar mais do que uma pessoa inteira, mas com o trabalho da dupla, aquilo se tornou possível. Ambos saíam aliviados por estar vivos e Khal, pensando mais em suas feridas, sugeria a busca de um médico, coisa que não agradava muito Juri. Ambos andavam pelo porto com o martelo em mãos, buscando alguém que pudesse estar interessado em comprá-lo. Um homem de barba longa e touca preta a olhava com certo espanto. Seu corpo era tão musculoso quanto do capitão leonino e parecia ser capaz de erguer aquele martelo. - Bela peça... Mas não posso pagar por ela no momento, amigos. Posso oferecer uma viagem em meu navio, se aceitarem, e levo vocês a qualquer lugar do North Blue que quiserem. - Ele falava, tentando barganhar. - Estarei por aqui até o fim da tarde, caso queiram fechar negócio. - Ele falava, deixando claro seu interesse no martelo.

O que os caçadores queriam, na verdade, era o dinheiro da venda, pois assim poderiam dividi-lo de uma forma melhor. Por isso, caminhavam até a loja de armas, onde o vendedor os recebeu com os olhos arregalados. - Min godhet!! Isso que eu chamo de arma! - Ele falava, pegando ela nas mãos com certa "facilidade". Ele a analisava, raspava com a unha e ficava contente com o que via. - Já imaginava que não era ouro de verdade, pois faria a arma ficar maleável demais e fraca... Mas a prata está num estado impecável. - Ele a botava no balcão, onde os caçadores aguardavam uma oferta. Ele mexia na barba, olhava para o martelo e fazia uns cálculos em sua cabeça. - Posso oferecer 2 milhões e meio na peça. É a minha melhor oferta, pois terei dificuldades em achar um comprador pra isso... - Ele falava, referindo-se ao tamanho e ao peso, fora também ao seu preço.

Antes, porém, de concluir a venda, ele olhava para os dois caçadores e seus terríveis estados após a batalha. - E imagino que deva ter custado caro consegui-la... Eu posso ajudar vocês. Também sou um mecânico do corpo e posso tratar o que conseguiram aí. - O que era muito estranho. Ele parecia de fato um mecânico, mas imaginar aquele homem bruto usando ferramentas tão delicadas era difícil. - Vamos fazer assim: eu ajudo vocês e pago 2 milhões na peça. Fechado? - Ele falava enquanto botava uma luva de solda - o que provavelmente substituía as luvas de médico. A dupla agora podia decidir qual era o melhor caminho para a venda de seu martelo, podendo fechar negócio direto com o dono do navio, se tratar com o ferreiro ou buscar uma fonte de medicina mais confiável após a venda da arma. E, é claro, precisavam seguir o rastro de Eremes enquanto ainda era fresco.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySeg 02 Jan 2017, 19:13


#2 - Sangue e Suor


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Com muita dificuldade a dupla de Caçadores conseguia transportar o martelo pelas ruas de Malkiham, ainda que a missão parecesse impossível de inicio e mesmo depois de algumas negociações frustradas no porto. Agora na presença do musculoso ferreiro, Juri poderia descansar um pouco após deixar o martelo em qualquer lugar. Provavelmente estaria suada, ofegante e tentaria ignorar algumas dores que, por ventura, sentiria pelo corpo. Khal, por sua vez, tinha um quadro um pouco mais delicado que a menina e insistia por tratamento médico.
"Dois milhões e tratamento? Kiah" disse ela em tom de deboche "Eu não preciso de tratamento médico, mas aceito o dinheiro"

Cra verdade que a jovem assassina tinha um temperamento inflamável quando se diz respeito à batalhas. Ansiava por seu encontro com Eremes, querendo acabar de uma vez por todas com essa odisseia que está sendo sua caça - quanto mais o tempo passa, mais irritada ela ficava e mais ansiosa pela lutava também. Contudo, ela tinha o espadachim ao seu lado que, aparentemente, não iria abrir mão do tratamento médico - mesmo que fosse pelo ferreiro - e, provavelmente, tampouco deixaria que Juri não se cuidasse também. Em meio a resmungos e maças do rosto corada, ela eventualmente cederia aos pedidos prováveis de Khal, ficando à mercê de todo e qualquer método que o ferreiro usasse para tratar a dupla, porém antes ela faria um pedido ao mesmo. "Isto aqui... Pode colocar no gelo, Ferreiro-san?" ela iria dar-lhe a cabeça decepada do capitão que deveria estar enrolada no pano para o ferreiro por em conservação, assim a vida útil da mesma iria aumentar. "Espero que eu encontre-a mais tarde, kiahah" falaria encarando-o firmemente com um sorriso cínico no rosto, típico da garota. Agora sim ela iria dispor-se dos tratamentos do homem, aguentando possíveis dores que viria a sentir.

Ela já havia se decidido que não iria passar a noite na casa do ferreiro ou no lugar que estivesse, estava ansiosa para ir atrás de Eremes e mesmo sem a ajuda de Khal ela iria até a tal Rua C. "Quero matar logo esse desgraçado e sair dessa ilha" diria enquanto, caso fosse, se prepararia para sair - amarrando a ninjaken no cóccix, preparando as suas kunais envenenadas e sua bolsa de shurikens. Virar-se-ia para Khal, caso ainda estivesse lá e perguntaria se iria juntar-se a ela na caçada. Com ou sem ele, rumaria até a Rua C procurando a porta vermelha. Analisaria as entradas possíveis, brechas na estruturas ou, se fosse uma construção, escalaria pelas laterias usando acrobacias furtivas e silenciosas, como uma kunoichi deve ser, a fim de observar o que os espera lá dentro.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 5 EmptySeg 02 Jan 2017, 20:01


Não conseguimos mais nada do capitão, ele e a armadura foram feitos um pro outro. Saímos do navio, não fazia ideia do que se passava na cabeça de Juri, mas tinha certeza que ela não iria se tratar, o que seria um problema, teria que me tratar rapidamente para então ir ajudar a garota. "Gostaria de entender essa vontade toda de se matar." - pensava enquanto suspirava enquanto buscávamos um local para vender o martelo, que devia dar alguns berries, o suficiente para comprar o que precisasse.

"Temos aqui uma oferta para sairmos daqui e pegarmos nossa recompensa..." - pensei quando um homem de barba longa ofereceu para nos levar a qualquer lugar do North Blue, em troca ele esperava o martelo, mas talvez com o dinheiro da venda conseguíssemos convencer ele, só precisávamos chegar até o fim da tarde e torcer para ele não ter partido.

Continuamos caminhando enquanto me perguntando se Juri queria morrer ou perder a vida, e foi assim que chegamos até a loja de armas. Lá conseguiríamos um negócio, os olhos do vendedor diziam tudo. Ele ficou encantado com a arma, analisou ela fazendo certos comentários que não faziam muito sentido para mim. Não consegui esconder minha cara de surpresa quando ele ofereceu 2 milhões pela arma, nunca tinha tido tanto dinheiro na minha vida, mesmo dividindo ele ao meio.

- Bem... - olhei para Juri ao ouvir a oferta pela arma e também a oferta de tratamento. - Vamos querer a oferta, ela pode não querer o tratamento, mas eu gostaria de tê-lo sim. - diria ao homem, esperando que Juri fizesse o que eu achava que ia fazer, que era bancar a teimosa.

Aproveitaria para dividir logo ali a quantia meio a meio, já que Juri não queria perder muito tempo em ir ao encontro com Eremes. Se a garota recusasse a oferta de tratamento eu iria chegar perto dela, tentar falar com ela antes que saísse.

- Sabe, você pode não gostar de mim, mas boa sorte lá. - diria. - Assim que me tratar vou me juntar a você para matar o Eremes. É que alguns de nós não são tão fodas para lutarem contra um criminoso procurado coberto por ferimentos. - explicaria e acompanharia ela até a mesma sair.

Esperaria então pelo tratamento do homem, pediria para ele que fosse rápido, se possível, já que minha "coleguinha" parecia ter uma certa tara por se matar, e eu precisava ir ajudá-la a não fazer isso. Tentaria não falar sobre quais eram nossos planos, o máximo que diria era que precisava ajudar Juri.

- Por acaso não teria nada que pudesse me ajudar a me proteger num combate não é? Alguma roupa, sei lá... - tentaria puxar assunto. - Dizem por aí que armaduras estão voltando a moda. - e daria uma risada descontraída, tentando aliviar o ambiente com aquele vendedor, que também parecia saber medicina.

Quando tivesse com o corpo tratado já seguiria para a rua que o velho de armadura tinha indicado em seu leito de morte, também negociaria com o velho, se ele realmente tivesse algo que pudesse me ajudar por menos de 200.000 berries. Esperava que não fosse demorar demais, já que o problema provavelmente era mais a quantidade dos ferimentos do que eles em si, porém se fosse demorar demais tentaria apressar o homem, se não fosse nenhum tratamento perigoso que pudesse piorar ainda mais minha situação



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