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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 #2 - Sangue e Suor

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySex 09 Dez 2016, 18:00

Relembrando a primeira mensagem :

#2 - Sangue e Suor

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador(a) de Recompensas Juri Belleren. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Yami
Super Nova
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQua 21 Dez 2016, 22:00


O plano estava em curso na medida em que o tempo passava. Tempo este que parecia uma contagem regressiva, quase dando para sentir um colar de corda apertando em seus pescoços. Ainda não haviam visto Wolfe pra valer, mas por toda sua fama e as capacidades físicas de seu lacaio que havia sido enfrentado por Juri no dia anterior... Dava para sentir o medo se aproximando. O almoço ia acontecendo sem maiores problemas, com a dupla colocando em dia o que haviam descoberto. A kunoichi, portanto, percebia que tinham uma chance de ouro em mãos: Algoz estava na cidade e não apenas estava por ali, mas também se encontrava naquela taverna no dia anterior. Não que ele estivesse ali agora, mas era como cheirar o dinheiro que entraria em seus bolsos. Estavam perto, bem perto.

O ruim, porém, era que tinham pouquíssimas informações sobre o Algoz. Como haviam gasto seu tempo todo investindo na caça de Wolfe, haviam deixado para trás a ideia de acharem Eremes, que agora parecia mais crível de ser capturado. O que sabiam, porém, era que o pirata queria que Khal encontrasse um amigo dele no porto, se é que o navio ainda continuava por lá.

Era uma boa estratégia, visto que agora que estavam na mira do Wolfe, era questão de tempo até o lobo encontrá-los. Precisariam dormir de olhos abertos, é claro, mas não precisariam mais se preocupar em achá-lo em algum momento. Se o plano deles agora era achar Eremes, precisariam começar a fazer novamente o trabalho de rastreá-lo e, pelo que Khal havia visto no dia anterior, talvez o homem tomasse suas precauções para não ser encontrado facilmente. A taverna, como sempre, era local onde histórias começavam e terminavam e, por sorte, estavam em uma. Era hora de começar a caçar.

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQua 21 Dez 2016, 23:31


- KIAHAHAH, você ia cair numa armadilha tão simples? Que idiota - a garota riu, eu apenas mantive o sorriso calmo de sempre, sabia que era idiota. - Vamos atrás do Eremes, Espada-kun! Já sabemos onde ele pode estar e além do mais Wolfe vai nos encontrar de qualquer maneira. - foi o que ela disse por fim.

"Primeiro ri de mim por 'quase cair em uma armadilha' e agora você me chama pra ir pra armadilha? Você realmente tem alguns problemas..." - não conseguia entender o que se passava naquela cabeça de cabelos engraçados.
- Então quer encontrar o Algoz? Não sabemos se ele está lá... - diria bocejando, devido ao fato de ter acordado mais cedo que o normal. - ... Mas qualquer coisa é melhor do que outro dia fazendo perguntas. - já estava cansado de não fazer nada.
- Vamos ao porto, ver se encontramos o tal navio, de qualquer jeito ainda temos a região norte pra olhar, caso o navio não esteja lá. - diria me levantando assim que possível, esperando Juri para sairmos da taverna.

Antes de sairmos, daria uma nova olhada naqueles que lá se encontravam, alguém suspeito ou olhando torto para nós, não necessariamente teria que ser o Algoz para tentar reparar alguém estranho, caso este estivesse ali. Notando aqueles que parecessem não gostar da nossa presença ali, ou não, eu tentaria sair dali acompanhado de Juri, tentando manter-me ao lado dela, para facilitar uma possível comunicação entre nós dois.

- Então, podemos apenas olhar o navio, ou tentar uma aproximação. Acho que nós dois temos furtividade para fazê-lo sem chamar muita atenção. - tentaria dizer baixo o suficiente para nós dois sermos os únicos ouvintes. - Podemos também usar alguém de isca, alguém para tentar falar com alguém no navio, provavelmente eu seria o mais indicado, já que fui eu quem falou com o Algoz, a questão seria se tu ia conseguir entrar pra me ajudar, se fosse necessário. - tentaria ouvir a opinião dela.

"Somos apenas duas pessoas normais passando pelo porto, pelo menos eu não chamo tanta atenção..." - olharia para Juri de cima a baixo enquanto pensava nisso.

Se chegássemos no porto tentaria ser o mais discreto possível ao observar os barcos ali presentes, buscando o grande navio preto e dourado com a cabeça de leão, mas desde já olhando as embarcações como alguém sem muitas pretensões, uma pessoa curiosa por navios apenas. Não encontrando a embarcação trataria de procurar algum local no porto para me informar se fazia tempo ou se tinha algum navio com as características que o próprio Algoz me passou. Se achasse a embarcação olharia para Juri e chamaria ela para um local mais discreto para decidirmos o que fazer.

- Acha que conseguimos entrar em um combate aberto contra eles? Quer dizer, não faço ideia de quantos são, o que ajudaria bastante, mas estou falando apenas caso seja necessário. - diria assim que encontrássemos um local mais calmo que não fosse no meio do porto.
- Eu posso ir falar com eles, falar que o Algoz me mandou, servindo de isca e atraindo a atenção deles. - sugeriria a garota. - Antes podemos fazer um reconhecimento, ver por onde tu poderia entrar, caso necessário, ou acha que vir comigo seria a melhor escolha? - naquela situação precisaria da ajuda de Juri, pois falar com um criminoso que sabe que você caça criminosos não é uma das situações ideias, e o desgraçado do Algoz me conhecia.

Se tudo desse certo e chegássemos no porto sem ninguém reconhecer a gente, ou outros tipos de problemas, e o navio estivesse lá, trataria de ver com a garota o que poderíamos fazer e decidir qual seria a melhor forma de abordar o navio, porque se o navio fosse grande como Algoz sugeriu, deveria ter muita gente, o que significava ainda mais problemas para nós dois se agíssemos de forma displicente.

"Parece que os desgraçados saíram já, que merda..." - pensaria, se não conseguisse informações pelo porto caso não achasse a embarcação.

Esperaria por alguma resposta de Juri, e tentaria saber se ela queria tentar ir ao norte, já que nesse caso pareceria que o Algoz ou seus comparsas já haviam se retirado, caso não achássemos a embarcação e mesmo perguntando ninguém soubesse dizer para onde eles foram ou onde eles poderiam estar.


Off:
 
Histórico:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

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Anterior:
 

Citação :
Legenda:
Narração
- Fala
"Pensamento"

Citação :
- Objetivos:
[] Sair da ilha inicial.
[] Conseguir uma ou mais armas.
[] Ser qualquer coisa que não seja Civil.
[] Alguém me reconhecer.
[x] Terminar a Mini-Aventura.
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQui 22 Dez 2016, 10:22


#2 - Sangue e Suor


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Era provavel que Juri já estivesse de pé quando Khal começasse a falar, estaria se preparando para sair e começar, finalmente, a sua caçada. Estaria verificando seus equipamentos, armas, etc. “Espada-kun, é óbvio que o navio ainda está lá ” disse cinicamente. “Ele é sequestrador, acha mesmo que iria sair de Malkiham assim tão facilmente? ” A lógica de Juri ela pensar que um sequestrador age igual a um Caçador de Recompensas: Ele sempre quer mais. Não iria se delongar por demais, se fosse necessário nem iria terminar a sua refeição para sair da taverna indo rumo ao porto seguindo Khal, afinal de contas era ele quem sabia a localização do navio – ou ao menos ele tinha mais chances de encontrar.

Não iria se importar se alguém os observasse, nem mesmo olharia para trás. Juri sabia que eles poderiam estar sendo seguidos ou vigiados e manter-se desconfiados poderia intimida-lo, fazendo-os não agir agora e ela não queria isso – por ela, Wolfe e seu bando poderiam atacar a qualquer momento para pegar logo a sua recompensa. Era assim que a mente presunçosa da garota agia. Já no porto, Khal voltaria a falar e tentar traçar um plano para capturar Eremes – ou pelo menos tentar – assim que localizassem o grande galeão preto e dourado com cabeça de leão. A sua descrição era deveras chamativa, portanto não deveria ser difícil a localização dele.

"Kiahahahah, isca? ” diria Juri num sorriso cínico após rir-se “Eu sou minha própria isca. Vamos pegar eles à força, KIAHAHAHA ” Tão arrogante quanto bem treinada, Juri não iria hesitar em invadir o navio assim que localizasse o mesmo, sendo assim iria partir correndo – literalmente – deixando os braços para trás enquanto inclinaria o corpo para frente. Usaria mastros outros navios, caixas, pilares, parapeitos para pular até o convés do possível navio preto e dourado expondo-se ao perigo, talvez sozinha dado que não saberia se Khal iria segui-la ou não, ou até mesmo se ele foi capaz de seguir a agilidade de Juri. Ela não era de enrolar muito, nem mesmo era uma detetive e sim uma combatente sedenta por sangue e ação. Caso o navio estivesse tripulado, certamente iriam vê-la, sendo assim falaria “Eu estou procurando o Eremes-kun, vocês conhecem? ” Seu sorriso era cem por cento cínico em todas as vezes, seu olhar sempre vibrante digno de sua alcunha, assim como a sua ferocidade e violência. Não estava ali para conversar e sim para agir – por sangue e dinheiro. Uma vez dado a provável tripulação como oponente, Juri iria esperar qualquer resposta por alguns segundos para logo em seguida desembainhar sua ninjaken enquanto tomaria um novo impulso para frente a fim de atingir sua velocidade para atacar direto o primeiro que encontrasse com um golpe vertical de cima para baixo, porém a sua trajetória poderia ser modificada caso este se antecipasse numa defensiva, sendo assim ela flanquearia pelo lado esquerdo a fim de executar um corte horizontal por entre as costelas do alvo – devido a sua perícia em anatomia humana, o corte deveria ser preciso. Saltos para trás e pulos girando no próprio eixo faziam parte do repertório de evasivas da kunoichi para possíveis golpes vindos dos mais diversos ângulos, o que poderia não ser difícil devido ao corpo pequeno e leve. Ainda não sabia se poderia contar com a ajuda de Khal, havia o conhecido há pouco e estava acostumada a lutar sozinha, tampouco tinha ciência de suas habilidades.

Contudo, caso ninguém estivesse no convés naquele momento, Juri iria até o parapeito e chamaria Khal para subir, talvez jogasse uma corda ou escada se fosse necessário, para em seguida vasculhar o seu interior não sabendo exatamente o esperar. Manteria seus sentidos sempre em alerta a fim de evitar casualidades como ataque surpresa, também não deveria ter dificuldades em enxergar no escuro, caso assim fosse, uma vez que seus olhos eram treinados para isso. Doravante, sabendo que se tratava de um bando de possíveis traficantes de humanos, saberia que o lugar deveria estar sempre guardado, mas ela – acompanhada de Khal ou não – deveria estar preparada.

Off:
 

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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Yami
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQui 22 Dez 2016, 14:15


Bastava ficar parado. Já havia sido muito para que Juri se aguentasse sem ver sangue derramando em sua frente. Com o plano agora de irem até o navio onde Eremes havia indicado, Khal e a kunoichi seguiam para fora da taverna, percebendo antes, porém, que eram observados de forma esquisita por algumas pessoas em seu interior. Parecia que estavam chamando atenção demais e, por mais que isso pudesse parecer ruim, os caçadores gostavam da ação.

Partiam sem medo para o porto, onde não demorou mais do que alguns minutos para chegar. Havia muita movimentação por lá, pois como no dia anterior havia sido o feriado, agora as pessoas que não moravam naquela ilha estavam indo embora, inclusive comerciantes das feiras do dia anterior. Aquilo lembrava Juri de que talvez o vendedor de venenos pudesse estar indo embora também, mas se recordava de que ele havia dito que estaria lá no dia seguinte, então ainda teria esperanças para a gatuna ter mais de suas doses de Véu-Negro. Khal não demorou para encontrar o navio com as características que o Algoz havia indicado, pensando agora na melhor estratégia para invadirem, pensando que iscas poderiam utilizar... Mas já era tarde. Juri disparava na direção do navio sem pensar duas vezes, sedenta por sangue e pronta para matar.

Com saltos e piruetas, invadiu o navio pelo lado oposto no qual tinha a entrada, chegando ao convés e deixando todos os tripulantes assustados. Muitos estavam carregando caixas, limpando o convés e fazendo tarefas para preparar o navio para uma viagem, o que tornou os mesmos fáceis de serem abatidos. Sangue jorrava para todos os lados quando a kunoichi, sem demonstrar piedade, atacava os piratas em seu próprio navio. O tumulto ia tomando conta do lugar enquanto Khal, de forma mais calma, chegava pela porta da frente, falando como se acreditasse nas palavras do Algoz. Khal pegou os tripulantes de surpresa, pois era tanta confusão no navio agora que deixavam seus postos e faziam a entrada ficar desprotegida.

O espadachim percebeu, logo de imediato, a bandeira que balançava ao vento no mastro. Era parecido uma caveira de um felino em ossos cruzados, indicando agora que eram, de fato, piratas. Pelo convés, porém, a kunoichi terminava de fatiar o último homem que estava próximo a ela, ficando com cerca de uns 5 deitados ao seu redor, provavelmente mortos. Foi quando, num estrondoso som vindo de sua retaguarda, Juri rapidamente usou do máximo de sua agilidade para escapar de um golpe eminente. Foi quando ela viu, quase como um cometa, um ser de aproximadamente 2,5 metros, que só parou com a investida quando atingiu uma parede do navio, arrancando lascas para todos os lados.

A assassina olhava com um certo temor para o que havia acabado de tentar atacá-la, imaginando que ela poderia estar dentro daquela parede agora e se transformado em patê. - Não me provoque, criança... - Sua voz carregava uma experiência de gerações e, quando o mesmo se levantou, a kunoichi pôde ver melhor o dono daquelas palavras. Era um senhor com uma idade que beirava os 60 anos, mas seus músculos diziam completamente o oposto de sua idade. Por cima de seu corpo enorme, o mesmo vestia uma armadura reluzente de ouro e prata, com cabeças de leões em diversas partes de seu corpo. - Terá que pagar as contas pelo que fez aos meus homens, mocinha. - Ele erguia um martelo gigantesco, este também com esculturas de leões dourados por toda a arma. Seja como ele tivesse conseguido atingir uma velocidade tão absurda em tão pouco tempo, Juri ainda não havia descoberto, mas não demoraria para que outro viesse em sua direção. Enquanto isso, Khal via tudo acontecendo, sem ainda ter sua localização descoberta. Ele tinha o elemento surpresa, mas também sabia que muitos outros tripulantes apareceriam por lá em breve. A dupla tinha que agir rápido.

Capitão Pirata:
 

Histórico Juri:
 

Histórico Khal:
 

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQui 22 Dez 2016, 16:11


#2 - Sangue e Suor


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Sem pestanejar a garota correu em disparada em direção ao navio logo após identifica-lo, ignorando o fato do porto estar cheio devido as festividades do dia anterior, esquivando-se de homens, caixotes e cordas ela usou da sua velocidade e acrobacias que lhe renderam a presença no convés do mesmo, onde tripulantes não esperavam tal surpresa. Juri estava sedenta por sangue e batalhas, não iria hesitar nem um pouco em atacar piratas, mesmo os indefesos e despreocupados, aqueles mesmo que carregavam caixas e se preparavam para zarpar. “Ei ei, olha só quanta gente trabalhadora” disse ela sorrindo cinicamente segundos antes de partir para cima dos homens. Usou seu profundo conhecimento sobre anatomia humana mixado com sua sede de sangue juntamente com sua velocidade para executar um corte preciso na garganta do primeiro, para logo em seguida pular no segundo fincando a lâmina da sua ninjaken em sua jugular, não delongou-se e tampouco para emendar o movimento num corte que vinha de cima para baixo desde a garganta até o abdômen do terceiro que logo foi chutado pela assassina que sorria com tudo aquilo. O quarto não fora tão mais difícil que os demais: Girando no seu próprio eixo usaria da força centrifuga para abrir ferimentos no tórax do adversário e por fim, usando saltos que a impulsionara para frente usaria a palma da mão esquerda para atingir o plexo solar do último oponente, girou novamente em seu próprio eixo cortando sua garganta antes de completar o mesmo giro, uma vez que sua ninjaken era portada em sua mão direita.

O real perigo surgiu agora. Seu instinto aguçou-se com o estrondo por detrás dela que logo queria fazê-la encontrar-se com a morte, porém a jovem ninja fora mais rápida e arqueou seu corpo jogando-se para trás fazendo o que quer que fosse aquilo passar por baixo dela, evadindo-se com eficiência da morte certa. Manteria uma distância segura até identificar que se tratava de um homem grande e velho, tão forte quanto um touro aparentemente o que fez Juri perceber que poderia ter tido seu pequeno corpo ser completamente esmagado caso fosse acertada. “Uhhh... Armadura-kun” diria ela provavelmente numa distância segura e fora do alcance do adversáro “Isso foi perigoso, sabia?!” Apesar do sorriso forçado Juri não deixou esconder o susto que tomou e o tamanho, literalmente, do poderio do adversário. “Kiahahah Por que não me diz onde está o Eremes? Assim eu posso entregar sua recompensa e te pagar, uh?!” Cínica que só, ela riria um pouco colocando-se em modo de batalha, desta vez usaria as kunais envenenadas: Com o corpo levemente arqueado para frente e pernas separadas, ela seguraria um kunai com a mão direita deixando a lâmina virada para baixo, enquanto aquela da mão esquerdo deixaria virada para cima, seus antebraços estariam cruzados bem à frente do seu rosto, seus respectivos dedos indicadores estariam dentro do aro das kunais.

Agora o combate era real, assim sendo Juri correria em direção ao homem para logo em seguida saltar ao ar visando acertar o peito do homem com a sola dos dois pés em conjunto, para isso ela flexionaria os joelhos e no segundo seguintes impulsionar-se-ia para trás girando no próprio eixo ainda no ar a fim de desequilibrar o homenzarrão, uma vez que tinha ciência que não poderia vencê-lo em força bruta. Assim que aterrissasse, impulsionar-se-ia para frente novamente ainda tentando aproveitar da instabilidade do homem para escalar seu corpo quase duas vezes maior que o dela ao apoiar um dos pés em algum ponto mais baixo da armadura, talvez o joelho, a fim de chegar até sua garganta e fincar uma das lâminas em sua jugular numa estocada precisa, pularia para logo longe dele em seguida.

Uma vez que o oponente lesse seus movimentos, Juri mudaria a trajetória para a esquerda ou direita, utilizaria de passos rápidos e velozes para correr cento e oitenta graus em volta do oponente antes de uma aproximação em zigue-zague a fim de evitar eventuais golpes do pesado martelo, na sequência tentaria – ainda – utilizar do corpo grande do homem e usá-lo como apoio para escala-lo com rápidos impulsos até chegar em sua cabeça e assim tentar acertar sua garganta, jugular ou qualquer parte desprotegida do seu corpo. Caso suas tentativas fossem frustradas por movimentos e golpes de seu adversário, nada restaria para Juri a não ser evadir-se com saltos rápidos e movimentos precisos de esquivas enquanto tentaria observar brechas nos padrões do oponente, falhas ou até mesmo sequelas em seu corpo, usaria do seu conhecimento em anatomia humana para isso. Não tentaria defender um golpe direto, já ficou claro que ele possui muito mais força bruta do que ela, bloqueá-lo só iria fazê-la tomar dano “Está velho demais que não consegue acompanhar minha velocidade, Armadura-kun? Kiahaha” ela ria-se, provocaria o oponente e não se deixaria abater ou desanimar, mesmo precisando de ajuda e sabendo que, talvez, havia encontrado alguém que não pudesse subjugar tão facilmente.

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— Juri Belleren, a Víbora

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptyQui 22 Dez 2016, 17:27


Algumas pessoas nos olhavam de forma estranha quando saímos da taverna, o que significava que estávamos começando a chamar atenção, logo Wolfe ou seus capangas deveriam aparecer atrás de nós. Naquele momento não me importei muito com eles, seguimos para o porto onde nós chegamos dentro de alguns minutos. Estava movimentado, o que poderia ser um problema caso entrássemos em algum combate, mas algo me dizia que Juri estaria pouco se lixando para aquilo.

"Agora, onde está o navio daquele desgraçado..." - pensava passando a vista pelo local procurando a embarcação.

Tudo aconteceu bem rápido, quando encontrei o que procurava e tentei me comunicar com Juri, que antes que pudesse fazer qualquer coisa já estava loucamente correndo e saltando para a embarcação, provavelmente causando alguma confusão lá. Aproveitei para ir pela porta da frente, que não tinha muita atenção devido a confusão que a víbora devia estar fazendo lá, bem, era um caminho mais fácil então naquele momento tratei de usá-lo.

"Piratas? Menos mal... Não que Juri fosse se importar pelo modo que entrou aqui." - pensei ao ver a bandeira no navio.

Quando cheguei ao local que o garota estava ela parecia já ter se divertido e cuidado de alguns pobres coitados, e um homem deveras grande se encontrava ali com ela. Ele usava uma armadura um tanto quanto bizarra, dourada e prateada, com leões, com certeza ele tinha algum fetiche em leões, não era possível.

"Parece que o velho não sabe onde estou..." - reparei, já que ele parecia ter seu foco voltado para Juri.

Devido a armadura pesada que o velho usava seria difícil acertá-lo, apenas sua cabeça parecia vulnerável, não poderia desperdiçar minha posição favorável para um ataque surpresa. Tiraria rapidamente e silenciosamente minha espada de sua bainha, flexionando ambas as pernas e me preparando para usar toda minha aceleração em um golpe que talvez não fosse suficiente para acabar com o homem, mas que ao menos fosse lhe causar bastante dano.

"Ele vai focar em Juri, e é com isso que estou focando, precisamos aproveitar estarmos em maior número..." - esperaria pelos movimentos de Juri, não conhecia muito ela, mas o suficiente para saber que mesmo contra um gigante de armadura ela não correria. - "Vai ser quando ela atacar..." - e aguardaria.

Observaria toda a armadura do homem, tentando achar algum ponto vulnerável, porém não perderia tempo caso Juri conseguisse chamar a atenção do homem para o lado oposto ao que eu me encontrava. Se Juri conseguisse fazer isso, eu tentaria disparar em alta velocidade contra o homem, esperando que não fosse um problema graças a minha boa velocidade natural, e empunhando com as duas mãos minha espada, que trataria de tentar desembainhar previamente. Ele me notando ou não, esperaria que já estivesse perto o suficiente para efetuar um corte visando o rosto do homem, que parecia até então sua única parte frágil. Juri podia ser pequena, mas eu tinha menos de um metro de diferença com relação a altura do homem, então se tudo desse certo e estivesse correndo com ambas as mãos empunhando a espada na lateral de meu corpo, trataria de saltar tentando um corte horizontal contra a cabeça do homem.

"Ele não me parece focado nela..." - pensaria se notasse que Juri não conseguia chamar atenção suficiente do homem. Assim, eu tentaria correr contra o homem esperando que ele iria me notar, e se o fizesse, tentaria um ataque para distraí-lo, e dar a oportunidade para Juri dar um ataque mais letal no homem.

Correria então do mesmo modo contra o homem, porém seria para chamar sua atenção, então correria focando seu peitoral e braços, esperaria que ele me focasse e quando tivesse chegando perto colocaria a espada defendendo o lado que ele pudesse tentar atacar usando uma mão no cabo e outra na parte de trás da lâmina para tentar bloquear o golpe, mas além disso tentaria se possível correr para perto o suficiente para não ficar no alcance de seu martelo, mas sim do cabo do mesmo, tentando se bloqueado o ataque efetuar um corte no cabo, não esperava que cortar realmente, porém para deixar o machado mais vulnerável pro próprio homem acabar quebrando se usando de mal jeito, em seguida, tentaria perfurar o queixo do homem dando um impulso com ambas as pernas se tivesse perto o suficiente. Faria isso não só tentando acertá-lo e me defender como tentando distraí-lo.

Porém se Juri tivesse realmente chamado a atenção e tivesse tentado efetuar o corte contra a cabeça do homem ou talvez seu rosto como planejava, acertando o corte ou não, tentaria girar próximo ao homem e efetuaria um corte visando a articulação de sua armadura na parte do joelho, na parte de trás do joelho, esperando que tivesse menos proteção para que o homem pudesse se mover normalmente, e mesmo se tivesse uma proteção razoável eu tentaria o corte, sempre usando ambas as duas mãos segurando no cabo da espada para uma força maior aplicada.

- Você não me parece muito confiante usando tanta armadura por cima do corpo. - diria depois se tivesse feito todas as tentativas, dando certo ou não, e é claro se conseguisse falar.

Se por algum motivo o homem me notasse e investisse contra mim, eu correria circundando o mesmo, tentando esquivar da investida e chamando a atenção dele para o lado oposto ao que Juri estaria.


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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySex 23 Dez 2016, 00:17



Juri sabia que o oponente dela não estava para brincadeiras e, assim como ela, lutava a sério dessa vez. A kunoichi sabia que bastava um golpe daquele homem para que seu corpo quebrasse de vez, então precisava abusar de seus talentos em velocidade para se manter o mais distante possível dele. Foi quando a gatuna disparou na direção do homem, que se mantinha em defensiva quando a assassina, apoiando em partes de sua enorme armadura, subia até a altura de sua cabeça. Era uma tentativa de atacá-lo em sua aparente - e talvez única - parte desprotegida, usando de suas adagas envenenadas que bastariam um golpe para ter a batalha ganha. O homem, porém, não foi lento em sua defesa, erguendo o martelo na altura do rosto e fazendo a adaga atingir nada menos do que a cabeça do martelo, que por pouco não poderia servir para esmagar a gatuna. Foi quando o capitão pirata ergueu sua mão numa velocidade surpreendente, agarrando a assassina no ar antes que ela pudesse pousar em paz - Vou te mostrar boas maneiras. - Ele começava a apertar a kunoichi de forma a esmagá-la, quando subitamente um corte fazia sua bochecha jorrar em sangue.

Khal chegava de surpresa, surpreendendo a todos com o primeiro corte de sua nova katana. O homem urrava de dor e, por conta disso, soltava a assassina que caía ao chão com falta de ar. Ele, furioso, erguia seu martelo de forma imponente, vendo apenas o seu alvo que se preparava para defender-se do ataque. - Inútil! - E de fato era. O martelo descia com uma velocidade gigantesca e atingia não apenas a espada de Khal, mas como também atingia todo o seu corpo, fazendo-o uma panqueca humana. Khal sentia seus ossos dobrarem de forma não natural e seu corpo se comprimir de tal forma que se perguntou como ainda estava vivo. O chão abaixo de si havia se quebrado e lascas de madeira estava para todos os lados, assim como seu sangue de feridas que haviam sido abertas pela extensão de seu corpo.

O homem erguia o martelo de forma satisfatória, mas não parecia que iria parar por ali. Foi quando ele ergueu o martelo pela segunda vez, preparando mais um golpe para o pobre Khal quando, em seu pescoço, uma adaga atingia sua nuca. Juri havia coordenado um ataque bem na hora para defender seu aliado e, com a adaga envenenada, via agora as toxinas entrando no sistema de seu adversário. Ele poderia ter uma defesa quase absoluta, mas bastava uma gota daquilo em seu organismo para fazê-lo sucumbir. Era só questão de tempo. - Como... Ousa! - Ele então batia o martelo no chão, não se importando como ficaria seu navio naquele processo. Madeira estourava no seu impacto e, assim como ela, Khal e Juri eram arremessados para longe com o impacto. Juri caia na mesma parede na qual ele havia pousado na primeira vez e Khal agora estava no parapeito do navio, por pouco não caindo no mar. O capitão pirata erguia-se, mexendo em seu pescoço em agonia. Ele parecia saber o que o esperava, mas para que Juri ganhasse aquela batalha, ela precisaria continuar viva por mais um tempo. - Vocês não sairão vivos daqui, moleques... - Ele falava, bem na hora quando alguns outros tripulantes chegavam ao redor, carregando espadas, rifles e adagas. O que estava ruim começava a ficar pior para a dupla de caçadores.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySex 23 Dez 2016, 12:49


#2 - Sangue e Suor


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A A batalha ia se intensificando a cada minuto passado, os dois guerreiros iam se estranhando e pouco a pouco mostrando suas habilidades e suas especialidades. Uma batalha entre força e velocidade. Juri correra em direção ao homem a fim de surpreende-lo com sua agilidade, para isto ela escalou a sua armadura para fincar sua kunai envenenada no único ponto visível e vulnerável do oponente: sua cabeça. Sorrindo, com olhos vibrantes e sedentos almejando a morte do homem que fora ligeiro e ergueu seu martelo defendendo o golpe furioso e letal da menina que arregalou os olhos surpresa, deixando apenas o zunir de metal pairar no ar. “Aaarrrg” Juri rangia seus dentes enquanto olhava furiosa para ele não conseguindo disfarçar a sua dor. A sua salvação chegou nas mãos do Dragão da Chuva que após um corte preciso na bochecha do homem conseguiu me libertar daquela incrível pressão. Juri teria caído sobre seus joelhos enquanto arfava, tentando recuperar o folego e a disposição para voltar a lutar. Seu sangue ferveria em fúria, sede e ira que não iria se contentar até conseguir subjuga-lo.

Foi nesse meio tempo que Khal fora golpeado com brutalidade – o homem estava lutando para matar. Mas este jogo Juri também sabia jogar, aproveitou-se da pequena distração do homem para fazer jus à alcunha de “Víbora” que bastou um toque de sua kunai para vencer a luta. Ela estaria rindo para ele, cínica. Ainda que fosse arremessada juntamente com Khal provavelmente chocando suas costas contra a parede, “Kiah, você já está morto, Armadura-kun” diria sorrindo, apesar das possíveis dores. Tentaria levantar-se mesmo que com dificuldade, olharia para Khal a fim de ver se o mesmo estava bem ou pelo menos vivo “Ei, Espada-kun” falaria direcionando a voz em direção a Khal “Armadura-kun já está morto, baste evitar os golpes dele que seu corpo começara a definhar” diria “O problema agora são eles, kiah” colocar-se-ia novamente na mesma postura de combate com as duas kunais enquanto olharia ao seu redor, sorrindo, para os demais oponentes que haviam chegado. Não sabia quantos exatamente, mas a vantagem numérica certamente era deles "Ainda consegue se mover?" perguntaria cinicamente em tom de provocação, ainda que fosse uma brincadeira.

Em passos rápidos, porém curtos e precisos Juri tentaria investir contra o primeiro atirador que estivesse à sua frente, sempre em zigue e zague para diminuir a probabilidade de ser acertada por projeteis vindos de armas de fogo. Sua intenção era eliminar os combatentes que conseguem lutar de longe, o que poderia ser uma desvantagem para Juri e Khal, dado que são lutadores corpo a corpo, também julgaria que de perto eles não teriam como se defender ou acompanhar a velocidade de Juri. Após diminuir a distância entre ela e o possível atirador, agachar-se-ia flexionando levemente seus joelhos para, na sequência, impulsionar-se para frente fincando a kunai em seu coração, obtendo sucesso trataria de flanquear o segundo alvo – também atirador, se assim fosse – utilizando da mesma técnica, porém este ela simplesmente iria tentar rasgar a carne do seu braço, sabendo que isto bastava para neutralizar seus adversários. Usaria de bloqueios diretos caso fosse necessário ou algum combatente corpo a corpo se aproximasse, para isto ela levaria sua kunai à altura da lâmina adversária fazendo os metais se chocarem, assim sendo Juri iria empurrar ambas as lâminas para cima a fim de abrir a guarda do oponente em paralelo que a sua outra kunai logo iria encontra-lo visando arranhar seu tórax.

Basicamente a jovem kunoichi usaria de sua velocidade e pequeno porte para se aproximar em zigue e zague do alvo – seja ela qual for, contudo sua preferência seria os atiradores –, atacar rapidamente com apenas um toque e recuar, na sequência investir contra o próximo oponente utilizando da mesma técnica, sempre atenta aos seus flancos e golpes possíveis vindos dos mais diferentes ângulo, assim sendo tentaria pular para o lado oposto tentando evitar tais ataques, caso não conseguisse iria utilizar sua ninjaken após embainhar uma das kunais caso fosse preciso, afinal de contas sua ninjaken é maior e seu bloqueio mais efetivo. O estilo de combate de Juri, não sedo um versus um, constituía em ser rápida, utilizar golpes com precisão cirúrgica graças ao seu conhecimento da anatomia humana e recusar, dado que ela sabia da fragilidade do seu corpo. Enquanto ao Capitão Armadura? Ela já deveria estar definhando graças ao veneno, não deveria ser um problema, mas ainda assim ela tentaria manter distância dele. No mais, confiaria que seu companheiro iria ajudar na batalha, agora que ela viu que o mesmo sabe como utilizar uma espada – estaria segura da sua possível ajuda.

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"Não importa quantos eu mate, há sempre mais para caçar.
A mera ideia já me dá satisfação."

— Juri Belleren, a Víbora

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Última edição por Juri em Sex 23 Dez 2016, 21:15, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySex 23 Dez 2016, 21:15


O grande velho de armadura ergueu Juri quando a mesma tentou atacá-lo, dando a brecha perfeita para efetuar o corte que almejava. O homem gritou e largou a garota, passando a se voltar contra mim, que quase não me defendo a tempo, embora mesmo defendendo não tenha adiantado muito, o golpe foi avassalador, pude sentir meus ossos quase cederem e ferimentos se abrirem em algumas partes de meu corpo, a dor era indescritível, e podia jurar que não manteria a consciência devido ao tamanho do homem e a força do golpe. O desgraçado me deixou sem muitas saídas, poderia ser fácil ali minha morte, porém Juri alcançou o homem e atingiu uma adaga em sua nuca.

"Parece que..." - achei que o homem podia já ter sido vencido, mas não foi verdade. O homem golpeou o chão com seu martelo, atirando eu e a garota para longe, ela contra uma parede, eu por pouco não caí fora do navio.

"Esse desgraçado é muito bruto, mas não muda o fato que ele é inseguro pra usar tanta armadura assim..." - pensei quando ouvi ele murmurando algo que não dei muita atenção, já que estava mais preocupado com os tripulantes que eu vi chegando ali.

Antes de tudo tentaria me levantar, relevando por hora as dores que eu provavelmente estaria sentindo, precisaria cuidar daqueles que haviam acabado de chegar, já que os ferimentos do velho cuidariam de acabar com o que faltava dele. Os atiradores sem dúvidas eram os maiores problemas ali, e um combate direto, por mais rápido que eu fosse, seria perda de tempo, então tentaria correr em direção aos que estivessem segurando armas a longa distância, porém correria tentando colocar obstáculos entre nós, passando por trás de colunas, paredes, ou até mesmo outros tripulantes, se tivesse algum homem do velho entre eu e o atirador mais próximo, tentaria disparar contra o mesmo e desferir um corte na região da barriga, um corte horizontal, acertando o golpe já tentaria segurá-lo a frente do meu corpo e empurrá-lo contra o atirador, se o atirador tivesse longe demais para jogar o homem contra ele, iria correr em direção a outro tripulante e tentar desferir um corte diagonal, tentando acertar pelo ombro do mesmo e terminando na lateral de sua barriga, se o homem se defendesse ou esquivasse recuaria e tentaria uma investida contra a barriga do mesmo. Tentaria não perder tempo, acertando ou não os homens de armas corpo a corpo, iria tentar sempre me manter em movimento, correndo o mais rápido possível e em ziguezague, tentando evitar ao máximo que os atiradores conseguissem o que queria, é claro também manteria o plano inicial, de correr tentando manter obstáculos entre os atiradores e minha localização, mesmo que fossem os outros tripulantes.

Caso conseguisse empurrar o primeiro homem contra o atirador, aproveitaria a distração e tentaria um corte diagonal na região entre o peitoral e a cabeça. Assim já tentaria disparar e usando de sua estratégia para suas corridas, iria tentar evitar ataques a distância e se aproximar dos atiradores, usando de cortes rápidos e simples se tivesse aproximação suficiente, e tentaria esquivar em corrida, sempre evitando ser cercado, ou proximidade demais para um ataque adversário, tentaria usar a estratégia de bater e correr. Se entre eu e o atirador mais próximo não tivesse ninguém, usaria a estratégia de corrida para me aproximar e tentaria um corte horizontal acima da cintura, tentando ser simples e rápido, derrubando ou não já partiria para outro atirador ou tripulante próximo, tempo era algo que eu e Juri não poderíamos desperdiçar.

"O velho pode estar ferido, mas não é inútil." - se o velho tentasse algo, como investir ou atacar com seu martelo, tentaria esquivar na velocidade, tendo em vista que já vira que bloquear não parecia a melhor opção.


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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySex 23 Dez 2016, 22:53



A batalha agora estava contada para o pirata, mas talvez estivesse contada para os caçadores também. O navio, cercado dos tripulantes do pirata leão, intimidavam a dupla que sentia o peso do tempo passar, precisando agora apenas sobreviverem por mais algum tempo. Atiradores, que iam erguendo seus rifles para mirarem nos caçadores, eram os primeiros alvos da dupla, que disparavam em direções opostas numa velocidade surpreendente. Suas lâminas atingiam seus alvos e faziam sangue jorrar de forma harmônica pelo navio, inutilizando boa parte dos atiradores dentro de alguns instantes. O capitão olhava agitado ao redor, começando a suar frio nesse meio tempo. Ele parecia confuso no que deveria fazer ou quem deveria atacar, já que ambos os adversários se espalharam em direções diferentes. Sua visão parecia confusa e, com o homem tinha uma de suas mãos erguida na área da ferida feito por Juri, já era de se imaginar que o veneno fazia seu efeito.

Enquanto Juri e Khal atacavam os atiradores, precisando lidar com alguns espadachins e gatunos no meio do caminho, o capitão começava a agir. Ele olhava para Juri com fúria, com raiva pelo que a assassina havia feito e, ignorando o que havia em seu caminho, ele disparava em sua direção como uma bala de canhão, atropelando inclusive aliados de seu bando. - Você cairá comigo! - Ele então girava de forma ágil, erguendo seu martelo que, numa descida tão rápida quanto uma guilhotina, mirava aonde a gatuna se encontrava antes. Foi por pouco que Juri não teve o mesmo destino de Khal, tendo o martelo passando a centímetros de seu corpo, porém deixando-a ilesa. Seu corpo, porém, por ser leve, voava na direção oposta e atingia o mastro principal do navio com violência, ouvindo seu corpo estalar com o impacto, mas não parecia muito grave. O capitão pirata botava a mão em sua face, parecendo tonto demais e por isso talvez tivesse errado o golpe.

Khal continuava atacando o último atirador, que sucumbia não sem antes disparar um tiro contra o rosto do Dragão da Chuva, que conseguia escapar do pior e receber apenas um corte em sua bochecha, finalizando com o lacaio em poucos golpes. Agora outros espadachins se reuniam ao seu redor, alguns mais robustos e outros menores e aparentemente mais ágeis, dando um pouco mais de trabalho para o espadachim. O bom era que metade dos reforços já havia sido eliminado naquele meio tempo, restando os espadachins e alguns poucos gatunos e, é claro, o capitão deles. Algo dizia que os caçadores podiam vencer aquela, mas precisariam agir rápido e sem erros. Bastava um passo em falso para que tudo acabasse mal.

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MensagemAssunto: Re: #2 - Sangue e Suor   #2 - Sangue e Suor - Página 4 EmptySeg 26 Dez 2016, 19:40


Tudo acontecia rapidamente agora, era uma confusão generalizada e eu e Juri estávamos no meio dela, fazendo o máximo que conseguíamos para tentar durarmos o máximo de tempo possível, para acabar com todos ali e o velho finalmente cair. "Ainda não acredito que esse desgraçado tem forças para lutar..." - era inacreditável a fúria que aquele homem deveria estar sentindo, destruindo até mesmo o próprio navio. Mas não tinha tempo a perder com pensamentos como aquele, tinha vários tripulantes sedentos pelo meu sangue.

Conseguimos com certo exito o que queríamos, íamos cuidando dos atiradores e aos poucos o número ia diminuindo, cuidando dos outros quando necessário. O capitão dos homens murmurou algo, que ignorei para não perder meu foco nos alvos, e por fim eu ia cuidando daquele que parecia ser o último atirador.

- Filho da p***! - gritei quando por pouco não fui atingido na cabeça por um disparo, ganhando apenas um corte.
"Finalmente..." - quando dei fim nele. - "Agora passamos aos que tem coragem de se aproximar!" - sorria sem jeito vendo a aproximação de alguns espadachins, não era como Juri, não ficava excitado lutando, olhava para aqueles caras e só pensava. - "Que merda... Mais trabalho."

- Não é por nada não, mas... Já que parece que vocês só tem homens nesse navio, devo supor que vocês aliviam uns aos outros nas noites difíceis? - diria preparando para investir já contra o mais próximo.

Tendo a plena ciência de minha desvantagem numérica, porém que todos ali teriam de se aproximar para atacar, já tinha certa ideia de que tática iria usar. Se eles não tivessem me cercado, tentaria disparar e acertar o mais próximo. Se fosse um dos mais robustos tentaria uma estocada, ou um corte na região da perna, buscando desestabilizá-lo e rapidamente tentaria um corte horizontal visando seu peitoral e cabeça. Sendo um dos aparentemente mais ágeis, esperaria que ele conseguisse desviar, então iria fintar com um corte horizontal, tentando fazê-lo justamente desviar, se ele fizesse, me anteciparia com uma estocada em seu tronco.

"Acho que já consegui a atenção deles." - pensaria se conseguisse atacar o mais próximo, conseguindo os ataques ou não, daria um impulso e correria na direção oposta, abusando da aceleração para limitar quem iria chegar perto primeiro. Basicamente aqueles ataque iniciais ao mais próximo seriam apenas para chamar atenção e forçá-los a vir a mim, assim usaria a tática de fazer uma espécie de filtro, onde os mais rápidos iriam chegar primeiro e tentaria tornar a situação a mais similar possível de um combate um contra um, tentando com cortes nas regiões do abdômen, coxas e cabeça/ peitoral, ir cuidando deles rapidamente.

"Desgraçados, mesmo limitando assim tenho que tomar cuidado..." - só por tentar "diminuir" a desvantagem numérica, não significava que era uma batalha ganha, tentaria tomar cuidados contra chutes e principalmente os cortes, contra espadachins tentaria me afastar defendendo, me "afastando" para tentar sempre sair do alcance da lâmina adversária e forcá-lo a entrar no alcance da minha, para tentar realizar contra ataques efetivos.

Em minha corrida para atrair os homens, tentaria percorrer os caminhos que já "conhecia", caminhos por onde havia passado e sabia que não teriam obstáculos que poderiam acabar impedindo minha passagem. Caso gatunos estivessem se aproximando iria tentar abusar do alcance e efetuar cortes visando seus braços se estivessem atacando e abdômen se estivessem apenas se aproximando e não tivessem tentado um ataque ainda.

- Acho que você nunca pensou que seria uma porta, não é? - diria a quem tivesse na minha frente. Se tivessem me cercado, tentaria algo similar, porém com um início diferente, já que teria que forçar uma passagem.

Correria em direção ao local onde notasse ter uma pessoa ou menos pessoas ao meu redor, iria correr o máximo que conseguisse, quando tivesse cerca de dois metros iria tentaria uma estocada contra quem estivesse a minha frente naquele momento, se notasse uma tentativa de ataque, tentaria saltar pro lado em esquiva e se desviado com sucesso atacaria diagonalmente na região ombro-pescoço, tentando desestabilizar e já empurraria ele, tentado forçar a passagem.

Se não conseguisse a distância ou a vantagem da tática que queria, tentaria lidar rapidamente daquele que tivesse perto de mim, tentando esquivar de ataques e sempre que possível tentando empurrar os que conseguisse ferir a ponto de não conseguirem resistir contra os outros ali perto, para distraí-los e tentar efetuar golpes de oportunidade, com fortes visando partes mais sensíveis, já que não poderia perder muito tempo.

"Não posso perder o foco!" - focaria naqueles que estivessem perto de mim, por mais que estivesse preocupado com Juri, o que poderia fazer ali era lidar o mais rápido com aquela situação e tentar ajudá-la depois. Tentaria esquivar das lâminas e evitar os alcances dos espadachins, e tentando sempre contra atacar visando os braços dos gatunos, mantendo a vantagem de alcance que poderia ter contra eles. Sempre que possível mantendo a estratégia de correr para forçá-los a se limitar pela velocidade, cuidando dos mais rápidos que me alcançassem, e os outros que fossem chegando, tentando manter as vantagens que conseguisse.



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