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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyTer 06 Dez 2016, 01:19

Relembrando a primeira mensagem :

Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Joel Clint. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Roy.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyTer 10 Jan 2017, 14:55

Depois de uma hora e meia de improvisação e sofrimento físico, eu consegui montar a rampa e descarregar os pacotes no armazém. O sentimento de satisfação durou menos de 10 segundos, já que assim que eu terminei, Billy saiu de trás de um caixote, como se estivesse me observando a um bom tempo, e se entretendo com todo aquele desafio. Ele bateu palmas que eu mal pude ouvir devido a minha audição que se acostumou com a chuva. De qualquer forma, eu já imaginava o que ele ia falar. Ele me “parabenizou” pelos feitos e me indicou o caminho para a próxima fase. Me impressionei pelo fato de não ter um mínimo intervalo antes do próximo teste. Tive que fazer muito esforço até agora, e uma certa fadiga muscular já parecia dominar meu corpo. Senti um certo receio de não ter capacidade ou pelo menos a energia para passar na próxima fase. Tentei manter o foco.

Billy me levou para um lugar onde estavam cerca de outros 10 novatos. Em um ringue, eu conseguia ver dois homens de alto condicionamento físico, verdadeiros lutadores de corpos treinados. Com certeza esse teste seria físico. Os estalos dos socos do homem careca no saco de pancadas me deram até um certo susto, mas os que mais me surpreendia era o estados dos outros novatos, que era quase tão ruim ou até pior do que o meu.

Fomos enfileirados na frente de um homem imenso, em todos os sentidos da palavra, era praticamente um gigante. Ninguém o apresentou, nem ele mesmo, o que tornou tudo um pouco mais intimidador. Pelo uniforme, era possível saber que ele era da marinha, e pelo tratamento dos outros, ele não parecia ter um cargo alto. De qualquer forma, ele seria o nosso avaliador nos exames, e eu não poderia desrespeitá-lo.

- Senhores, todos aqui estão cientes do que estão fazendo. Certo? A partir de hoje, a vida dos senhores vai mudar. Amanhã alguns de vocês acordarão em um novo mundo. Para aqueles que não passarem, nossas portas estarão sempre abertas para todos vocês. - A primeira frase dele já mostrou que sua voz tinha algo diferente das outras, como se ele fosse um verdadeiro comandante acostumado a dar discursos inspiradores.

Ele foi até o começo de uma espécie de circuito, gesticulou com a mão e voltou a falar: -O percurso que os senhores farão aqui, é bem simples. - A partir dessa frase, eu liguei uma espécie de filtro na minha cabeça, e comecei a focar somente nas informações importantes. -[..,] percorrer essas argolas suspensas usando somente os braços. As argolas estão a 3m do chão, são 15 argolas até o fim […] Uma simples corrida por pneus intercalados, são 10 no total.[...]no fim da corrida, uma parede de 10 metros de altura espera vocês, coloquem os pés na pedra e tentem não cair, simples assim. - “ Simples assim” repeti mentalmente.

Depois de um breve intervalo, ele voltou a falar e nos falou sobre o teste de estilo de combate. O de atirador era até bem simples, porém, com a fadiga, poderia se tornar complicado. - Os atiradores, pegarão revólveres com balas não-letais dispostas em cima da mesa, cada um de vocês tem essas balas, que são algo parecido com bolinhas de plástico, cada um tem por volta de 30 bolinhas e atirarão na direção dos manequins de palha, a cabeça vale 5 o corpo vale 3, quem fizer menos, sai.[...] Como tempo não é tão importante, vocês tem cerca de 40 minutos para realizar a prova, podem começar pela ordem da fila.

Percurso de 15 argolas, suspensas a 3 metros do chão, corrida de pneus intercalados, com 10 pneus, escalada de uma parede de 10 metros, e depois é tiro ao alvo. 30 balas. 3 pontos no corpo, 5 pontos na cabeça. 40 minutos para fazer tudo isso. Com certeza o cansaço é o maior dos desafios. Aproveitei o breve intervalo para tentar dar uma alongada rápida no corpo, principalmente nas costas (fazendo torções), e nos braços, praticamente espreguiçando-os. Eu ia começar a dar uma boa analisada no circuito, mas a voz do avaliador interrompeu meu raciocínio.

- Podem começar!

Nesse momento, preferi manter o foco em mim, olhar para os outros candidatos poderia ter um efeito prejudicial no meu psicológico. Quando chegasse minha vez, começaria o percurso com a concentração no que eu faria, e não no ambiente ao meu redor.

Primeiramente, as argolas. Se não houvesse nenhum apoio para alcançá-la, dobraria meus joelhos e daria um salto com os braços erguidos para conseguir segurá-la. Para passar para a próxima, eu balançaria meu corpo para trás, e em seguida para frente, aproveitaria esse balanço pelo resto das 15 argolas. Se em algum momento eu não conseguisse avançar, eu faria o mesmo balanço usado anteriormente. Caso eu caísse, ou minha mão escorregasse devido a água, eu começaria novamente, da mesma forma.

Pneus intercalados. A maioria das pessoas chama isso de corrida, mas na verdade são saltos em sequência. Não tenho muita agilidade, então tentaria manter um ritmo levemente lento, mas constante, assim eu não perderia o impulso entre um salto e outro. Se eu tropeçasse ou escorregasse, eu voltaria para o primeiro pneu e usaria a mesma técnica planejada anteriormente.

A parede de 10 metros. Essa parte provavelmente seria a mais difícil, já que tudo somava para dar errado. A fadiga dos outros trajetos, a chuva que tornaria as pedras mais escorregadias e a lama nos calçados que tornaria os apoios mais complicados. De qualquer forma, eu tinha que passar por ela. Antes de começar, eu rasparia meus calçados nas pedras mais baixas para tirar a lama da sola. Depois eu começaria a escalada com cautela, sempre usando as mãos para saber quais pedras acima de mim eram largas e seguras o suficiente para eu me apoiar. Eu tentaria subir sempre de maneira intercalada, ou seja, utilizando o braço esquerdo junto com a perna direita, e vice-versa. Se houvesse algum outro candidato na minha frente, eu aproveitaria a cobertura do corpo dele para não tomar chuva no meu trajeto, seguindo atrás do mesmo até onde fosse possível. Se chegasse um momento em que ele travasse, eu continuaria o trajeto, contornando-o. Depois de subir, se fosse necessário, eu desceria da mesma forma, com cuidado e de maneira intercalada. Se eu escorregasse, ou caísse em algum momento, eu tentaria me segurar na pedra inferior mais próxima com minha mão direita.

Tiro ao alvo. Antes de pegar a arma, eu daria uma leve alongada nos braços, preparando-os pro último desafio. Pegaria minha arma, e partir dai, manteria meus braços levantados, com os cotovelos levemente curvados. Se eu ainda tiver tempo suficiente, eu usaria ele a meu favor: daria “rajadas” de 3 tiros, sendo que entre um tiro e outro, eu aguardaria o coice da arma voltar. Entre cada uma dessas rajadas, eu respiraria fundo, procurando manter a calma, e o foco nos alvos. Nessa estratégia, eu tentaria acertar os 15 primeiros tiros na cabeça, e os 15 últimos, nos quais meus braços estariam se cansando, eu miraria no corpo. Caso eu não tivesse tempo quando chegasse nessa última fase, eu atiraria rapidamente, apenas esperando o coice da arma voltar entre um tiro e outro. Miraria apenas os 10 primeiros tiros na cabeça, e os 20 restantes eu miraria no corpo.

Quando terminasse o circuito, colocaria a arma na onde encontrei e diria num tom alto o suficiente para algum superior ouvir:

- Terminei, o que vem agora? - Se fosse dado um novo teste, seguiria a ordem, se me autorizassem a descansar, eu iria para um local coberto e me sentaria em qualquer lugar, até mesmo no chão.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySex 13 Jan 2017, 00:21

Joel mostrava toda sua imponência como marinheiro mesmo sendo ainda um simples soldado, ao começar a falar ele conseguia ver o claro desconforto nos rosto de alguns homens. Outros, no entanto, se mostravam firmes, praticamente o desafiando com os olhos. Aliás, notou que nem todos eram homens. Entre eles havia uma mulher, estava vestida toda de preto e cinza, de calça, botas e um sobretudo por cima, podia-se perceber que estava preparada para chuva. Também usava longas luvas que iam até seu cotovelo, as mesmas combinavam com uma fita delicada que prendiam seus cabelos negros num rabo de cavalo. Ela era a primeira da fila.

Assim que Clint acabou de passar todas as instruções os novatos se posicionaram, ficaram em fila, a ordem escolhida por eles mesmo no momento. Um dos marinheiros que antes estava admirando Seagat chegava se aproximava com uma prancheta e uma caneta na mão, logo outro soldado veio com um guarda-chuva, encobrindo os dois e protegendo a papelada. O da prancheta colocou um apito laranja na boca e assoprou assim que Joel deu a largada, o soldado do guarda-chuva o cutuco por causa do barulho.

A garota foi a primeira. Ela era leve, e conseguiu passar nas argolas sem dificuldade nenhuma, todos que estavam vendo sua movimentação podiam notar que ela tinha algo de acrobático ali. O segundo candidato não foi tão bem, era pesado, mas não tinha forças nos braços, tentou algumas vezes e depois de ficar completamente sujo de lama desistiu, já foi direto para a saída. Billy lhe mostrou a direção.

Em seguida foi a vez de Liroy, seu plano era simples, fazer tudo lentamente e de maneira eficiente. Se concentrou no pulo, mas não na pegada, seus dedos deslizaram pela argola de ferro e ele caiu, seu pé afundando alguns centímetros no chão de barro. Voltou, e de maneira calma recomeçou o teste. Dessa vez conseguiu, seus rangeram ao segurar com força suportando todo seu peso. O caminho em seguida foi fácil, usou bem o seu peso, se balançando como um verdadeiro macaco. Isso evitava fazer força desnecessária, porém o fazia perder velocidade.

Quando desceu do outro lado notou um dos marinheiros conferindo um cronometro e preenchendo algo no papel. Ao fundo, em cima do ringue, também pode ver uma figura de feições duras. Careca, sem camisa, cheio de cicatrizes e com músculos gigantes e definidos. O homem se mantinha estático observando a prova.

Os pneus foram relativamente fáceis, saltando em vez de corres, Liroy conseguia passar sem maiores problemas. Havia tropeçado em alguns, mas não chegava a cair em nenhum momento. A próxima tarefa era a mais difícil, a parede era praticamente lisa de tanto que os marinheiros dali já a tinham usado, o mesmo para os apoios. Limpou a terra de seus sapatos e começou a escalar. A água escorria com força em alguns pontos, parecendo um verdadeiro rio, entretanto, em outros era suave, encaminhando só as gostas de água.

Liroy usou de uma estratégia para se proteger da chuva, ficou embaixo do candidato a sua frente, o que lhe serviu por toda a subida. O candidato era inteligente, evitando todos os focos de água e escolhendo bem as peças de apoio. Quando chegou em cima, no topo do muro, ponto esse em que fariam a virada para descida, ele pode ver quem era. A garota o encarava com um olhar sério, praticamente sem expressão alguma. Ela estava recuperando o fôlego antes de voltar a ação.

O atirador começou a descida, mas logo no primeiro passo perdeu o contato com a pedra de sustentação, sua mão por instinto agarrou outra pedra, mas está se soltou com a força da pegada. Estava caindo, uma queda de 10 metros em direção ao chão. Quando de repente sentiu uma mão negra envolvendo sua camisa, só teve tempo de vislumbrar o rosto de pura concentração e força da garota antes de ambos caírem em queda livre, sem base ou apoio ela também não pode sustenta-los.

O impacto da dupla contra a poça de lama foi tão forte que o liquido voou em todas as direções, nos candidatos, na prancheta e no rosto de Clint. Roy sentia sua cabeça tremer, tinha perdido a consciência por meio segundo e voltado. A garota, no entanto, já estava de pé se limpando e se dirigindo ao lugar dos candidatos. – Anote meu tempo, por favor. – Disse para o soldado, e ele apenas acenou com a cabeça, estava nervoso pela postura da candidata.

A prova de habilidade de combate foi frustrante para Liroy, sua vista estava confusa, se duplicando as vezes, também sentia uma forte dor no ombro direito, talvez tivesse torcido ou fosse simplesmente a dor do impacto. Conseguiu acertar só metade dos tiros, só 2 na cabeça, algo bem abaixo de suas capacidades.

Seagat se aproximou, pegou o guarda-chuva e a prancheta, analisou todos os tempos, as anotações e dados por alguns minutos. Deu alguns passos à frente e disse com sua grossa voz: - Vocês 5, fora. – Não estava apontando para Liroy ou para a garota. – Treinem mais e voltem, sempre estarei aqui a espera dos melhores, e vocês podem estar entre eles. – Fez alguns instantes de silêncio e aguardou que os candidatos se retirassem, novamente Billy os auxiliou. – Obrigado, soldado Joel. Foi um bom percurso. -  Ficou ao lado de Joel, as gostas de água caíam e se espatifavam em mil pedaços ao se chocarem contra aquelas grandes homens. – Vocês tem 30 minutos de descanso, podem ficar naquela área coberta. A próxima fase vai ser o puro combate, quem passar por isso vai ser oficialmente um soldado.

A área coberta anda mais era do que uma academia sem paredes, somente com um telhado de barro vermelho. Os cinco candidatos estava claramente cansados, mesmo molhados era possível ver o suor, fora a lama que estava presente em todos. Algumas toalhas e garrafas de água foram distribuídas, e logo todos se amontoavam para pegar.

Seagat se aproximou de Joel, e sem olhar em sua direção disse: - O que achou dos candidatos? Segundos os resultados a garota ficou em primeiro lugar, seu nome é Samantha Song. O garoto que feriu o braço é Roy, ficou em segundo e tem um estilo completamente diferente. – Passou a prancheta para o boxeador. – Eu vou precisar que lute com um deles na próxima fase, exatamente como eu fiz com você. Mesmas regras, quem cair do ringue, tocar o solo do ringue ou desmaiar primeiro perde. – Se distanciou, indo em direção ao ringue.

Samantha Song:
 

Citação :
Posts narrando Joel: 5
Posts narrando Joel e Roy: 4

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyDom 15 Jan 2017, 23:06

O teste quase beirou o desastre. Eu até comecei bem, consegui fazer o início do percurso da forma que eu esperava. Mas como eu já imaginava, o “paredão” quase destruiu minhas chances. Minha escalada foi bem-sucedida, porém a descida quase me matou, minha única sorte foi ter sido “segurado” por aquela garota. Afinal, quem é ela? Com certeza teve o melhor desempenho no circuito, e o mais surpreendente foi o fato dela nem ter sentido o efeito da gigantesca queda que sofremos.

O impacto da queda ainda acabou afetando meu teste de tiro ao alvo, agora os avaliadores devem estar achando que não tenho boa pontaria. Infelizmente, manter uma boa mira com tontura e um ombro machucado é quase impossível. Por sorte, acertei alguns tiros e consegui passar de fase no teste. Ainda não consigo acreditar que houve 5 piores do que eu no exame físico. A seleção da marinha acaba sendo bem tradicional e ríspida, avaliando os candidatos em conceitos gerais, sem analisar as características individuais de cada um. É como se testassem um falcão pela sua habilidade de nado. Mas isso é aceitável, já que no mar, todos têm que saber nadar.

Um dos avaliadores mandou os 5 não selecionados embora, e agradeceu ao criador do percurso pela criatividade, nesse momento, descobri que o nome do soldado era Joel. Ele nos deu 30 minutos de descanso em uma área coberta, que mais me parecia uma academia improvisada com apenas um telhado tampando tudo, sem paredes. O oficial também disse que a próxima fase seria de puro combate, só não especificou que tipo, como o dia está ruim e o azar vem dominando minhas ações, com certeza será uma luta corpo-a-corpo.

O cansaço do percurso aumentou ainda mais os desconfortos no meu corpo, e aquela pancada no ombro me causou um pressentimento ruim. Espero que não seja algo grave. Percebi que estavam distribuindo garrafas de água e toalhas, então iria pegar a minha parte. Quando estivesse com ambas em mãos, tomaria alguns goles de água e secaria meu rosto e meus braços, também tiraria qualquer excesso de lama do corpo que pudesse acabar incomodando na movimentação. Ao terminar, eu procuraria a garota.

-Hey, qual seu nome? - Diria depois de fazer contato visual. Se ela perguntasse meu nome, responderia normalmente. - E como você saiu ilesa daquela queda? Eu quase desmaiei com o impacto…

Se ela respondesse as perguntas, eu desejaria boa sorte quando ela terminasse de falar e procuraria um outro lugar para sentar e descansar. Aproveitaria para averiguar o meu ombro. Ver se não havia algum hematoma, inchaço ou coisa do tipo. De resto, só esperaria até a minha vez no próximo teste.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyQui 19 Jan 2017, 23:52

Joel estava orgulhoso dos que passaram, ele sentia que havia pegado um pouco pesado na escolha do percurso dado aos novatos mas nada que atrapalhasse seu sono a noite.

Ele sorria como ninguém, de braços cruzados ele tinha começado a observar todos realizando o percurso. Mas percebia que conforme eles passavam pelos obstáculos eles iam ficando mais lentos, podia ver o cansaço nos olhos de cada um. Claro que sua alma sorria, o fervor de ver eles dando a alma para entrarem na Marinha. Ele não podia deixar nenhum deles desanimar, foi assim que ele descruzou seus braços e começou a correr do lado de cada obstáculo, ele acompanhou Roy nas argolas, viu ele saltando os pneus e caindo no muro de escalada. Mas esteve sempre ao seu lado, correndo no mesmo ritmo e gritando:

- C'mom Soldado, você é melhor que isso! CORRE! CORRE! SALTA! SALTA! SOBE! SOBE! - Sempre correndo e batendo palmas ao seu lado.

Assim que terminou, Joel mostrava sua respiração que não estava pesada, ele não estava cansado. Mas uma corrida muda seu sistema respiratório mesmo que correndo por pouco tempo.

Após limpar qualquer resquício de lama em sua bota, apenas para não dificultar sua caminhada. Seagat se aproxima dele, Joel faz um rápida referência e cruza os braços de novo, ainda sorrindo.

- O que achou dos candidatos? Segundos os resultados a garota ficou em primeiro lugar, seu nome é Samantha Song. O garoto que feriu o braço é Roy, ficou em segundo e tem um estilo completamente diferente. - Disse o oficial sem olhar para Joel, que ficou um pouco incomodado. - Eu vou precisar que lute com um deles na próxima fase, exatamente como eu fiz com você. Mesmas regras, quem cair do ringue, tocar o solo do ringue ou desmaiar primeiro perde.

Joel, analisando a prancheta viu o tempo da garota e do garoto. Prolongou ainda mais o sorriso, voltou a realidade e levantou a cabeça.

- Senhor, gostaria de lutar contra o garoto. É meu dever como homem não encostar um dedo com o intuito de machucar nenhuma mulher. Código de conduta, espero que o senhor entenda. Iremos fazer isso hoje certo? Posso usar o ringue em que nós lutamos? - Joel então ouviria a resposta do oficial pegaria a prancheta e se dirigiria a Roy.

Se chegar perto de Roy, Joel inflaria seu peito. Numa tentativa simples de intimidá-lo, Joel não iria pegar leve na luta, mas também reconhece o tamanho de seu corpo perto do garoto. Mas ele tinha uma ideia do que fazer.

- Roy. - Diria Joel com a fala pausada. - A próxima fase é um combate, lutaremos eu e você. Mas pelo que eu vi na última parte da fase dois, você é um atirador certo? Bom, esse é um combate corpo a corpo, gostei do que vi em você nos testes anteriores, Seagat disse que você tem um estilo "diferente" - Faria aspas com as mãos - Deveria ficar orgulhoso de você mesmo.

Joel então abriria um sorriso e estenderia a mão para compartimentar o garoto, em seguida diria:

- Meu nome é Joel Clint. Me acompanhe por favor.

Então Joel iria levar Roy até o ringue, se estivesse vazio ele subiria e ajudaria o garoto a fazer o mesmo. Assim que ambos estivessem em cima do ringue Joel diria:

- A regra aplicada nessas lutas é simples. Quem cair primeiro no ringue ou quem pedir desistência primeiro, perde. Mas como eu disse anteriormente, você é um atirador, então resolvi mudar um pouco as regras. Eu vou ficar de pé, com a guarda levantada, quero simular um combate em que você não esteja em posse de suas armas, então vai funcionar assim: Vou ficar aqui, com a guarda levantada, sua missão é me derrubar. Se não me derrubar em 30 segundos você está fora. Não vou ficar parado para não facilitar, mas também não vou te atacar. Quero ver como se sai. Se passar nesse teste, não prometo nada, mas te levo na minha missão de amanhã. Pode começar.

Joel então levantaria sua guarda, e andaria perto dos limites do ringue com as pernas afastadas, como era canhoto a perna contrária ficaria sempre na frente e seria sempre a primeira a mexer. Então começaria a contar em voz alta.

- 1, 2, 3, 4... - E assim por diante.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySex 20 Jan 2017, 23:25

Roy aceitou tanto a água quanto a garrafa. Bebu alguns goles, imediatamente se sentiu um pouco melhor. Tirou o excesso de lama, principalmente de seu ombro, e por fim se enxugou com a toalha. O ato em si pouco adiantou, o garoto estava encharcado da cabeça aos pés, ao menos trazia algum alívio momentâneo.

Andou até a garota, a mesma secava a ponta de seus cabelos com calma, com movimentos rítmicos e bem coordenados. Estava de sentada pernas cruzadas, também bastante de suja de lama, mas ao contrário do garoto, não demonstrava nenhum sinal de estar machucada. Ele a fez algumas perguntas, e ela, com sua cara de pouca atenção respondeu com leveza.

Samantha. Samantha Song. – Continuou o encarando, como se esperasse mais. Sua voz era curiosamente mais grossa do que seu corpo aparentava. – É muito simples. – Ela se levantou e começou a caminhar em direção a chuva. – Eu já sabia que iria cair quando estendi a mão para te segurar, simplesmente arrumei a posição para cair em cima de você. Só não sei porque fui tentar te ajudar... – Ela não fala com desprezo, apenas parecia não se importar se estaria sendo rude ou não.

Ainda assim o garoto lhe desejou boa sorte e ela pareceu retribuir com um leve aceno de cabeça. Em seguida o atirador foi conferir o estado de seus ferimentos, era difícil conferir o estado de seu ombro, o ângulo deixava numa posição estranha. Mas assim que puxou a camisa e tirou alguns pedaços de grama pode ver de cara um grande hematoma na parte de trás do seu ombro direito. Sempre que movia seu braço para cima e para trás ao mesmo tempo sentia uma dor que primeiro era lancinante e depois se mostrava suportável.

Logo após pôr fogo na prova dos novatos Joel se aproximava de um em especifico. Ele via o garoto todo contorcido, parecendo tentar ver seus ferimentos. O perguntava uma série de coisas e também mostrava certo respeito, algo raro dentro da orgulhosa Marinha de Shells Town.

Ele fazia sinal para ambos irem para o ringue, mas antes um dos solados ajudantes de Seagat chegava com um carrinho semelhante aqueles que serviam comida nos quarto de hotel. Quando puxou a capa protetora de plástica revelou uma dezena de armas, mas não eram normais, eram adaptadas para esse tipo de combate não letal. Haviam armas de todo tipo, mas as que interessavam Roy e Joel eram respectivamente: Um pistola e um rifle que atiravam balas de borracha, uma besta e um arco com 3 flechas e uma corda na traseira de cada uma. Já para Roy uma soqueira que lhe servia, na ponta dela ele podia notar que e vez do ferro costumeira, havia uma espécie de superfície almofada, porém ainda dura.

Houve um tempo para que todos os participantes pudessem se preparar, um período de tempo estranho em que todos estavam concentrados em seus pensamentos e pouco diziam. Em seguida teriam que subir no ringue para a instrução ser passada pelo instrutor. O Ringue em si tinha 20 metros quadrados, todo o seu solo era de uma borracha firme e já desgastada na cor azul, entretanto havia água espalhada por todo o lugar e em certos pontos estava escorregadio. Haviam 4 pilares feitos de uma borracha grossa e firme que se localizavam nos quatro cantos, eles sustentavam as três linhas, também de borracha que rodeavam o lugar, as linhas eram bem esticadas, sustentando até uma tonelada.



Off/Dicas:
 

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySeg 23 Jan 2017, 19:44

Joel estava sorrindo para Roy, ele estava com um olhar perturbador. Suas bochechas doíam, entretanto era quase impossível olhar diretamente em seus olhos, a musculatura de sua fase, produzia uma sombra sob seus olhos, mas talvez Roy poderia sentir a intimidação que Joel queria transmitir.

Ele calça as luvas e bate a mão esquerda com o punho fechado na mão direita aberta, forte o suficiente para produzir um som abafado. Joel então levantaria a guarda e iria para o centro do ringue levantando os ombros para se livrar um pouco da tensão de seus ombros, estalando o pescoço e fazendo uma breve flexão em ambos os joelhos.

Joel disse que não facilitaria, então logo quando Roy começasse a agir, o jovem marinheiro buscaria diminuir a distância entre eles numa explosão de corrida e agilidade com a menor quantidade de passos possíveis num movimento reto e direto evitando pisar nos pontos escorregadios. Se Clint conseguisse encurtar a distância e Roy estivesse usando o rifle para atirar, o Marinheiro colocaria a mão direita no cano de disparo, e empurraria com a sua força a arma na direção do queixo de Roy, procurando acertar com a arma no rosto do mesmo. Então puxaria novamente a arma em sua direção e a jogaria no chão esperando o contra-golpe do novato.

Caso Roy pegue a besta, Joel correria novamente e deslizaria no chão procurando acertar uma rasteira no garoto para o derrubar e acabar com a luta.

Se Roy utilizasse a pistola ou o arco, Joel correria poucos metros em direção do garoto e quando estivesse perto o suficiente ele abaixaria sua cabeça e tórax, e buscaria acertar um “tackle” na linha da cintura do garoto, o levantando e o jogando no chão.

Ele estava planejando acabar com a luta assim que ele começasse, apostara tudo na explosão de seus movimentos.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySeg 23 Jan 2017, 20:20

A garota me respondeu de forma estranha, como se não estivesse prestando atenção na conversa, ou como se não fosse acostuma a falar. Deu respostas diretas e sem preocupações com a minha reação, parecia até que pensava em outra coisa. Preferi pensar que ela estava tentando manter o foco no teste, por isso desejei boa sorte e me afastei. A primeira impressão é que Samantha Song é uma espécie de ninja com temperamento frio. Me pergunto o que ela busca na marinha.

O machucado no meu ombro foi explicado. Antes de atingirmos o chão, ela se movimentou de forma que caísse em cima de mim. Como eu fiquei inconsciente no momento, acabei não percebendo o que aconteceu, agora tudo está mais claro. Começo a dar uma boa olhada no meu ferimento, com dificuldade e até um certo contorcionismo, consigo avistar um hematoma no ombro, e percebo algumas dores ao tentar alguns movimentos. Enquanto isso, Joel se aproxima, devido a minha atenção estar direcionada ao hematoma, demoro para percebê-lo.

Ele deu um certo apoio aos candidatos na hora do percurso, mas só agora eu pude notar sua verdadeira aparência. O soldado com certeza passava dos 2 metros, e acredito que mesmo ajoelhado ele seria mais alto do que eu. Além disso, ele não era só alto, seu corpo era totalmente treinado, como se a perfeição física fosse seu objetivo desde criança. Joel mee explicou a próxima fase, e disse que seria uma espécie de luta contra ele. Tentei suprir meu nervosismo. Uma batalha contra aquele homem provavelmente não seria fácil, mas tentei mostrar determinação na minha expressão e voz.

- É bom te conhecer senhor Clint. Espero um dia trabalhar ao seu lado. - Diria em tom respeitoso.

Ele me guiou até o ringue, e pouco antes de subirmos nele, um soldado trouxe um carrinho com armas em cima. Havia um rifle, e uma pistola, um arco e uma besta, todos com munições adaptadas para um combate não letal. As flechas tinham cordas presas nas pontas traseiras. Como meu objetivo era derrubar o meu adversário, resolvi pegar o arco. Se possível, eu amarraria duas cordas, mantendo as flechas nas duas pontas. Tentaria fazer isso antes de iniciar a luta. Caso não conseguisse, faria no próprio ringue.

Ao subir no ringue, daria uma boa olhada nele. Como ele era grande, meus ataques ganhavam um pouco de vantagem. Procuraria por lugares fáceis de acertar, os próprios pilares serviriam. E quando a contagem começasse, já que eu só teria 30 segundos para derrubá-lo, eu começaria minha estratégia de ataque.

Primeiro eu usaria uma das flechas amarradas, e ameaçaria, fingindo que estava mirando em Joel. Esperaria ele se movimentar um pouco, e buscaria por um ângulo que aparentasse que eu mirei nele e estava errando, mas, na verdade, estava buscando acertar o pilar mais próximo do mesmo. A ideia é acertar em uma altura que a flecha fique entre a canela e o joelho. Tentaria me manter o quão próximo fosse necessário para que a corda não acabasse puxando a outra flecha. Se ele continuasse se mexendo na mesma direção, eu usaria a outra flecha presa e jogaria no mesmo pilar, porém essa passaria pelo outro lado do corpo de Joel. Quando essa saísse do arco, eu tentaria acompanhar o movimento da corda com a minha mão direita, e assim que atingisse o pilar, eu puxaria a corda contra o corpo dele, usando todas as minhas forças para tentar levá-lo ao chão.

Se quando eu acertasse a primeira flecha, Joel se movesse na direção contrária, eu tentaria algo um pouco mais difícil. Sacaria a outra ponta da “flecha dupla” e miraria por entre as pernas dele, buscando um ângulo que ficasse a cima de seu joelho e atingisse outro pilastra ou até mesmo uma das linhas de borracha. A meta é acertar em uma distância que assim que a corda atingir o local, a corda se estique. Se eu acertar e a corda se esticar, eu mirar a outra flecha na perna dele, buscando a coxa.

Caso errasse a pilastra na primeira flechada, tentaria acertar uma flecha na perna que estivesse recebendo a maior parte do peso de seu corpo, e depois daria uma investida, jogando todo meu peso na mesma. Em todos os casos eu sempre me atentaria ao tempo, para não acabar perdendo a luta por demorar demais com os movimentos.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyTer 24 Jan 2017, 23:39

Roy analisou bem as armas e dentre todas escolheu o arco, viu ali algum potencial a mais de derrubar o robusto adversário. Joel, por sua vez, pareceu nem se quer notar a presença dos objetos. O auxiliador que carregava o carrinho com todas as armas o olhava com indiferença, estranhando tal atitude já que o propósito disso era ninguém se machucar de verdade. Ele estava com um apito na boca observando tudo atentamente, e à medida que os participantes adentravam no ringue, ele também se aproximava, apoiando seus braços no piso de borracha pela parte externa.

O boxeador caminhou lentamente até o extremo do ringue, ele já tinha estado ali antes, havia lutado com um dos melhores de todo o QG. Movimentava seus membros relaxando toda a musculatura, e com isso transparecia calma, como se estivesse acostumado a essa situação. Já o atirador analisava a situação, seus olhos analíticos varriam todo o ringue, e com isso pode ver bem os pontos arriscados que se camuflavam ali.

Antes de mesmo de alguma preparação Joel partia em disparada, um trem a todo vapor. Anteriormente tinha dito que ficaria parado como uma das regras do desafio, mas agora mostrava que tal qual um combate real a confiança no oponente tem de ser inexistente. Suas pesadas pernas faziam um som opressor a cada passada, a água se espalhava para todo lado a medida que corria. Do outro lado Roy reagia, colocou uma flecha na madeira e com calma simulou um movimento, uma finta com o corpo, no entanto Joel nem se quer notava, tinha abaixado a cabeça e partido em linha reta. Em seguida disparou uma flecha, o projétil cortou o ar e fincou em dos pilares atrás de Joel. O boxeador se aproximava, estava cada vez mais perto. A chuva se intensificava, ou talvez fosse só a adrenalina do possível choque, de qualquer forma a água se infiltrava pelas ondulações do rosto de ambos, e de repente respirar ficava complicado.

Mais uma flecha, um zumbido e um som abafado. Tinha acertado, novamente numa altura baixa. Joel Clint estava cercado pelas cordas e nem se quer tinha noção, quem sabe nem precisasse, pois agora o choque era inevitável. Roy Jackson puxava ambas as cordas de uma única vez, as linhas se esticaram e ele pode sentir o tranco dos fios se engalfinhando contra a locomotiva. Joel tropeçou, e quando foi reassumir o equilíbrio acabou pisando em uma poça escorregadia o desequilibrando ainda mais.

Ambos tiveram um curto período de tempo, um instante em que puderam ver a face conturbada um do outro. Um misto de foco, adrenalina e surpresa estampada em sua mais natural forma. A aceleração de Joel era alta e seu corpo pesado não tinha condições de parar. o boxeador se chocou contra o atirador, um “tackle” mal aplicado que machucava a ambos. A força do impacto era tão forte que fez Roy ser lançado para trás, seus pés perderam o contato com o chão e novamente ele sentiu o ar lhe faltar nos pulmões. Já tinha saído do ringue quando suas pernas se enroscaram no corpo sem postura e ainda em movimento de Clint, o arrastando chão abaixo em conjunto.

Os dois caíam na grama verme e barrosa, escorregando alguns metros até finalmente parar. Sentiam a cabeça girando, o mundo todo girando, o céu acinzentado, as gotas de chuva caindo, a grama bem cortada. Mas no fundo de suas mentes ouviam um apito agudo, um som que gradualmente se intensificava, e que graças ao grande impacto acabava se tornando até irritante. Era o avaliador.

- EMPATE! – Estava com a mão esticada em direção ao céu e o corpo perfeitamente ereto.

Involuntariamente todos os outros participantes – que também estavam lutando – se viravam rapidamente e observavam a situação da dupla, e sem demora voltavam a se concentrar em seus embates. Era isso, tinha acabado, tinham que esperar o resultado dos últimos confrontos e por fim uma declaração do responsável, o Seagat.




Off ao avaliador:
 

Off aos players:
 

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Posts narrando Joel e Roy: 6

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptyQui 26 Jan 2017, 18:04

Joel sabia perfeitamente o que estava acontecendo, enquanto corria era como se o mundo ficasse em câmera lenta. Podia sentir as gotas caindo em sua face sorridente, sentia os músculos da perna se enrijecendo cada vez que seu pé tocava no ringue, as poças de água se desfazendo com o barulho alto de suas passadas.

Quando acertou Roy, sentiu por um breve momento que havia pegado pesado demais com o garoto esquio, obviamente não tinha a intenção de matar o novato mas sabia que se o garoto passasse nesse teste, se ele aguentasse o impacto da Locomotiva Joel (TM) ele não iria morrer para qualquer um, e o mais importante: Ele era de extrema importância na missão. Joel via um potencial naquele garoto, sua capacidade lógica e de improviso rápido e eficiente seria necessário.

Joel Clint então voa com Roy para fora do ringue, cai e é arrastado numa mistura de grama e lama no chão e enquanto girava ele sorria ainda mais, por que gostava da emoção, estava empolgado com a vontade do garoto.

Antes de se levantar, o marinheiro abre os olhos e fica olhando para as nuvens e as gotas caindo em sua face, até a tontura passar ele ficaria no chão.

Joel então daria uma gargalhada alta e com toda a sua força:

- ZEHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA OMOSHIROI - Enquanto se levantaria e ofereceria a mão para ajudar Roy a se levantar. - Mandou bem novato. - Diria enquanto passaria a mão no cabelo de Roy, bagunçando ainda mais.

- Um último teste antes da luta deles acabar, um teste pessoal. Porque você entrou na Marinha garoto? - Diria Joel enquanto de braços cruzados olhava para Roy de cima para baixo, o encarando nos olhos e sorrindo. - Não existe resposta certa, só quero saber se posso confiar em você na próxima missão. Sinto que formaremos uma boa dupla.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySex 27 Jan 2017, 16:25

Meus planos quase foram frustrados pela habilidade de Joel em combate. O soldado não era só mais um combatente treinado, era uma máquina ou um animal. Seus movimentos com certeza eram fora do normal. A explosão de velocidade em algo de gigantesca e imponente estatura só me trazia a imagem de um touro, um verdadeiro touro indomável. Minha estratégia e minha pontaria só foram o suficiente para derrubá-lo, mas não antes que eu entrasse em seu alcance. A luta mais rápida que eu já presenciei terminava em empate, e fora do ringue, com ambos os lutadores no chão de lama.

O som agudo e estridente do apito que anunciava nosso resultado só parecia piorar minha condição. A sensação da pancada me deixou praticamente desmaiado, como se o ar não chegasse em meus pulmões. Decidi esperar na lama até que eu pudesse me recompor. Joel pareceu fazer isso mais rápido.

- ZEHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA OMOSHIROI-  Ele ofereceu ajuda para eu levantar, e eu aceitei. -Mandou bem novato. -  Passou a mão na minha cabeça, bagunçando ainda mais meu cabelo encharcado e enlamaçado.

-Tirando a parte que eu quase entrei em coma com esse baque… - Daria uma leve risada -  Agradeço o reconhecimento, senhor Clint.

O sorriso de Joel enquanto me encarava não parecia condizer com a sua forma agressiva de combate. Mostrava simpatia na voz e na aparência, parecia ter sido criado para servir a marinha e nunca teve dúvidas de que iria fazer isso. E era sobre isso que me questionava.

- Eu não tenho memórias de minha infância, tudo é um borrão, um flash. Acordei com 8 anos sozinho, sem ter pra onde ir. O único que acreditou em mim e me adotou como filho era marinheiro. Agora a única instituição que eu acredito é a marinha, espero que ela também acredite em mim. Posso não ser o mais rápido, nem o mais forte, mas tenho fé em meus diferenciais. Espero poder ajudar você e ao resto da instituição na próxima missão e nas outras que vierem a seguir. - Nesse momento usaria um tom sério e determinado, mostrando que a minha decisão era firme.

Depois disso, e de recuperar o folêgo, iria procurar pela luta de Samantha, para ver como era o combate da mesma. Aceitaria a companhia de Joel, se este desejasse a mesma coisa ou não estivesse ocupado fazendo as avaliações. Quando as lutas acabassem eu esperaria pelas avaliações de Seagat, tentando esconder minha ansiedade.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 3 EmptySeg 30 Jan 2017, 14:25

O breve conflito germinava uma amizade, que se bem cuidada poderia gerar frutos maduros e talvez nem tão saborosos a ambos. Joel e Roy trocavam palavras sinceras depois do resultado inusitado da luta, um ajudou ao outro levantar, porém naquele simples movimento sentiram a dor da queda. Era diferente de um impacto, era como se alguma parte da musculatura tivesse sido amassada e ainda não tivesse voltado ao normal. O boxeador sentia uma forte dor no seu quadril, mais especificamente na lateral direita. Já o atirador sentia uma dor mais intensa no mesmo local de antes, seu ombro.

Enquanto caminhavam podiam ouvir o ruído natural do combate, sons abafados de golpes sendo aparados e sons mais espalhafatosos de corpos caindo. Uma flecha quase atingia Joel, a mesma passava a menos de 15 centímetros de sua cabeça e só parava ao fincar na grama, os lutadores envolvidos nem se quer tinham percebido. Roy pode notar Billy lutando com um dos novatos, o marinheiro mostrava grande maestria com seu chutes giratórios e acrobáticos um atrás do outro, o pobre novato mal conseguia se defender, quanto mais revidar.

Andaram um pouco mais até chegar no último ringue, ali a coisa estava em outro nível e isso era evidente graças a grande quantidade de pessoas assistindo a luta, mesmo com a chuva relativamente forte. Haviam pelo menos 20 marinheiros, todos ao redor do ringue, alguns com guarda chuvas, outros sem, mas encapados. Tudo isso para ver o incrível Seagat contra a surpreendente Samantha.

Roy e Joel chegarem bem a tempo do embate final. Samantha parecia cansada, mas tinha o controle de seu corpo, evitando assim quu ficasse cansada demais. Seagat estava ofegante, as veias de sua invejável musculatura estavam saltadas e ele tinha diversos pequenos cortes superficiais em seu ombro e rosto. Entretanto, se os dois novatos olhassem com atenção para Samantha, veriam que a garota não segurava nenhuma arma cortante, seu punho estava livre, tirando sua luva negra que ia até seu cotovelo.

Tudo pareceu se silenciar gradativamente, eram os outros combates se finalizando. E quando o silêncio se pôs de verdade os dois avançaram como um flash. Primeiro Seagat saltou, mesmo parado conseguiu saltar para frente com a postura de sua clássica voadora. Samantha, por outro lado, simples avançou em linha reta o mais rápido que podia. Ela desviou do chute voador, passando por debaixo da perna e se aproveitando da água para deslizar para trás do avaliador. Seagat então armava seu segundo chute e ainda no ar conseguiu girar seu corpo por completo, dando tudo de si, sua canela indo como um canhão bem no dorso da garota. Foi rápido, mas somente Liroy e alguns poucos beneficiados da noção exata do tempo, ou com uma boa visão conseguiram notar. Um milésimo de segundo, os dedos da garota estavam a menos de 5 centímetros da garganta de Seagat, duros como uma faca, e então pararam. A pesada perna lançava a garota ringue a fora, voou mais de 10 metros até se chocar contra um aparelho de ginástica. Ela estava desacordada.

No mesmo instante alguns soldados foram ver a situação e logo uma equipe médica também foi acionada. Seagat ficou parado, a cabeça levemente abaixada encobrindo bloqueando a luz e impossibilitando qualquer chance de verem sua reação. Quando se ergueu de novo agia como se nada tivesse acontecido, fez um sinal com a mão e jogaram uma toalha para ele. Ele caminhou vagarosamente até um de seus assistentes e lá ficou conversando em um tom baixo por alguns longos minutos.

Ele bateu a palma duas vezes, chamando atenção de todos. – Senhores. – Olhou fixamente no olho de cada um dos participantes. – Depois de muitos anos como avaliador algo volta a acontecer... Parece que temos uma boa safra, todos foram aprovados. – Todos os recrutas começavam a comemorar, uns mais contidos e um ou outro gritavam de alegria. O gordinho a qual Billy enfrentava começava a desabar em lágrimas, seu rosto praticamente todo inchado pelos golpes. – Sejam bem vindos a orgulhosa Marinha de Shells Town, onde nada é suficiente. Vão encontrar seus uniformes no dormitório, estão dispensados, soldados. – Deu as costas e começou a caminhar.

Alguns soldados vinham cumprimentar os novatos que tinham passado. Liroy viu um homem 1 metro maior que Joel lhe abraçar e o levantar sem qualquer chance de reação. O grande soldado de pele escuro o erguia como se fosse uma espécie de troféu, e lá de cima ele conseguia ver Samantha sendo levada em uma maca por duas enfermeiras. No mesmo momento o tal gordinho emocionado vinha até Joel, lhe dava um tapinha e tentava de forma desajeitada fazer bater continência. – Senhor! Eu quero ter um corpo atlético senhor! – Só dizia isso e permanecia estática, o peito erguido e ereto como um pombo.  

Do outro lado traziam mais garrafas de água e uma equipe médica vinha cuidar de todos definitivamente. O exame tinha acabado, a preparação se iniciava.



Off:
 

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