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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyTer 6 Dez 2016 - 2:19

Relembrando a primeira mensagem :

Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Joel Clint. A qual não possui narrador definido.


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Roy.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 29 Dez 2016 - 0:44

Já faz algum tempo que eu decidi morar sozinho. No começo, tomei essa decisão pois iria me inscrever na marinha, não podia mais me apegar a um lar. Esse tempo solitário serviu como um bom momento de reflexão, já que eu precisava ter certeza quanto ao que eu iria fazer como profissão. Na noite de ontem pra hoje, eu tive essa certeza. A marinha é o meu destino.

Meus olhos se abriam de forma hesitante e lenta, quase como se meu corpo não quisesse acordar. Apesar da ansiedade para me alistar, o nervosismo tomava minha mente e pude sentir uma certa dificuldade em levantar da cama. Nunca tive um grande treinamento físico, meu foco sempre esteve na mira e na mente. E se isso não for o suficiente? Talvez eu devesse ter treinado minha força, minha agilidade. De qualquer forma, é melhor manter a concentração, afinal, já é tarde demais pra voltar em decisões antigas.

O grande dia chegou, aquele que já dominou minha imaginação diversas vezes. Que já pintou diversos dos meus sonhos quando eu era criança. O dia do meu alistamento. Não importava o quão longe o QG estivesse ou quão difícil seria o caminho, eu me sentia preparado para isso. Depois de estar completamente despertado e vestido, abriria a porta e seguiria rumo ao futuro que me aguarda na marinha.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 29 Dez 2016 - 15:44

Ao chegar na biblioteca, Joel vê todos aqueles livros, muito bem separados e catalogados da forma como devem ser, dá um certo prazer para ele ver tudo aquilo muito bem organizado, uma certa satisfação.

O cheiros dos livros invade o nariz do Marinheiro, como se todo aquele conhecimento o chamasse.
Ele se dirigiria até a bibliotecária e diria:

- Oi, me desculpa interromper a sua leitura. Eu estou aqui porque queria aprender algo sobre criptografia. Sei que isso não te interessa, mas eu realmente quero aprender e preciso de ajuda. Quero ser um arqueólogo algum dia desses. Pode me ajudar?

INÍCIO DO APRENDIZADO DA PERÍCIA


----

FIM DO APRENDIZADO


Após a aula, Joel se levantaria e colocaria os livros no lugar onde achou, então, se espreguiçaria. Iria fazer um breve alongamento, para compensar as horas em que ficou sentado.

~Ainda falta muito tempo para a reunião~ Pensa Joel. ~Talvez eu devesse ir lá fora ver o campo de treinamento, talvez eu devesse ir treinar também. Quem sabe Seagat esteja lá fora. ~ Pensaria enquanto colocava o sorriso no rosto e se dirigiria para fora da biblioteca, indo até os campos de treino.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 29 Dez 2016 - 19:23

Roy

Faltava pouco pra hora do almoço e continuava a chover, a três dias as grossas gotas de água caiam incessantemente. As ruas, para não parar toda sua agitação por completo, se adaptaram a isso. A movimentada Shells Town estava agora coberta por guarda-chuvas, capas e galochas. As centenas de barracas também tinha se modificado, tendo grandes lonas coloridas as isolando por completo até o chão. O centro comercial que antes era inconfundível parecia mais um acampamento de um circo mal organizado.

Caminhando em meio a multidão Liroy sentia a lama invadindo seus calçados e entrando em contato com seus pés. A chuva não caía forte e não ventava, mas era contínua, o deixando encharcado rapidamente. As pessoas esbarravam contra seu ombro, e a cada dois passos avançados retornava um, em nenhum momento alguém pediu desculpas, todos estavam imersos em seus próprio mundo. Entretanto, mais a frente parecia haver ar puro, como uma claraboia os marinheiros abriam caminho na multidão.

Eram um grupo de três homens, pareciam ser soldados padrões com espadas embainhadas ao lado de cintura. Um deles estava sentado em uma carroça com o símbolo da marinha, enquanto que os outros dois revezavam carregando pesadas caixas de alimentos, bebidas e tecidos estoque acima. Mesmo por debaixo da chuva era possível ver seus rostos suados, de longe, e graças a sua visão aguçada, Liroy conseguia ver um deles bufando, fazendo gotículas de ar se chocarem contra a água escorrendo de seu rosto, mas não conseguia ouvir o que dizia. Foi então que um deles escorregou, as pesadas caixas de tecido caíram ao chão e liberaram todo o conteúdo, que por sorte estava muito bem embalado.



Joel


Após finalizar seus aprendizados excêntricos Joel se espreguiçava e alongava, a medida que se esticava seu corpo gerava diversos estalos ritmados. Sem mais decidiu ir ao campo de treino, local que tinha passado mais tempo depois da enfermaria.

Passou por corredores brancos e estranhamentos vazios, e por todo o percurso conseguiu ouviu o barulho da chuva se chocando contra o telhado do local. Ao chegar lá pouco tinha mudado em relação a algumas horas atrás, todo o campo se matinha praticamente vazio, tirando alguns marinheiros corajosos e mais comprometidos. Meia duzia corria em grupo na pista de corrida, nenhum deles conversava, apenas sentiam a presença um do outro. Na área de musculação alguns soldados com grandes músculos se exercitavam, um erguia uma grande quantidade de peso, enquanto outro descia e subia plantando bananeira, suas veias todas saltadas e pulsando.

E tinha Seagat, o homem continuava no ringue, dessa vez batendo contra um saco de pancadas surrado e encharcado. Cada chute bem aplicado fazia a água espirrar na direção contrária, entretanto, o saco pouco se mexia devido ao peso acumulado da chuva. Seagat parecia saber disso e colocava ainda mais força em cada golpe, e quando o mesmo não balançava o avaliador fazia uma cara de zangado. Outros dois marinheiros, ao qual Joel conseguia reconhecer como os mesmo que tinham apostado no seu exame de admissão estavam ali, ambos assistindo Seagat treinar. Esses por sua vez não se molhavam, os dois mantinham um guarda chuva aberto e assistiam tudo com admiração.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 29 Dez 2016 - 21:17

É incrível o quanto a chuva mexe com os costumes do ser humano. É como se cada gota que cai do céu retira um pedaço de nossa rotina e molda uma nova realidade, uma nova adaptação do que a gente chama de dia. Cada vez que olho a minha volta, mais detalhes são adicionados. As vestimentas, os instrumentos, até mesmo as estruturas estavam sendo recriadas para harmonizarem com esse fenômeno natural. Uma nova cidade parece se erguer toda vez que nuvens de chuva aparecem.

O centro comercial no qual eu me encontrava era um reflexo disso. Todos estavam preparados para  o aguaceiro, exceto eu, que estava com o corpo inteiro encharcado. O peso da chuva que se prendia as minhas roupas me incomodava na locomoção, e a água entrando nos meus calçados criavam um desconforto na minha caminhada. Cada passo parecia exigir mais força que o normal, e o chão já não era sólido, era só lama em todos os lugares.

O estresse não parecia dominar somente a mim. As gotas de chuva criavam uma nova atmosfera emocional, uma aura que faz com que as pessoas tenham mais pressa e sejam mais presas aos seus pensamentos. Todo cidadão que andava no sentido contrário parecia não estar me vendo, ou simplesmente não se importando em me atropelar. Eu até pensei em me desculpar, mas eles pareciam nem sentir o choque. Com a série de atrasos e obstáculos que apareciam no trajeto, meu caminho parecia mais longo.

No entanto, mais a frente eu conseguia ver um fio de organização. Próximo a uma carroça estavam três marinheiros que pareciam cansados do trabalho na chuva. Um deles parecia bem estressado, bufando, enquanto o outro, descuidado, acabou deixando uma caixa cair, liberando um montes de tecidos embalados no chão. Decidi que deveria ajudá-los. Não era só uma chance de provar o meu valor, também podia significar uma forma mais fácil de chegar até o QG.

- Hey, ta tudo bem? Posso te ajudar? - Diria após me aproximar o suficiente do marinheiro que escorregou.

Caso ele negasse, eu apenas continuaria meu caminho, dando a volta na carroça. Se ele aceitasse a ajuda, eu recolheria o tecido que se espalhou no chão e caso as embalagens estivessem sujas de lama, tentaria limpá-las na minha camiseta antes de devolvê-las a caixa. Depois, ajudaria a carregar as caixas restantes. Pela expressão e cansaço dos homens, elas pareciam pesadas, e se chegassem ao ponto de eu não conseguir levantá-las, eu apenas dividiria o peso com os outros. Quando terminasse, tentaria ganhar uma carona:

- Vocês estão indo para o QG? Eu estava indo me alistar… Aliás, meu nome é Liroy - Diria em tom amigável, me dirigindo principalmente ao homem sentado, que parecia ser quem dirigia a carroça. Se ele me convidasse a subir no veículo, eu me juntaria a eles.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 29 Dez 2016 - 23:02

A chuva castigava os Marinheiros e a população de Shells Town. Cada gota era como uma navalha castigando vinda dos céus, a terra batida já começava a virar lama em algum lugar da cidade.

Joel gostava da chuva, para ele sempre fora um questão de não querer com precisar, tendo em vista que em algum lugar do mundo alguém precisava daquela chuva, em contrapartida alguém da cidade clamava pelo fim dela.

O QG devia estar completamente encharcado. Joel queria fazer algo para ocupar a sua mente, desviar um pouco a sua tensão da reunião do dia seguinte da qual ele sabia que era importante não só para ele mas para Clark também.

Ao chegar do lado de fora ele veria Seagat castigando um saco de pancadas no centro do ringue, esse que teimava a render-se perante a força do oficial. Ao ver aquilo o jovem Marinheiro ficaria assustado, tendo em vista que já levara alguns socos e chutes do oficial e sabe a dor que cada golpe trazia. Mesmo estando animado, ele também ficara agora curioso, ainda tinha aquela vontade de brigar com alguém e descarregar a sua tensão.

Ele se dirigiria até o ringue de luta, enfrentando a chuva de peito aberto e com o sorriso no rosto, torcendo para não ficar doente. Chegaria e gritaria do lado de fora.

- Senhor! Podemos lutar novamente senhor? Queria que o senhor me ensinasse algumas coisas. E preciso descarregar as energias também.


Diria enquanto a chuva batia em seu boné e escorria pelo seu rosto sorridente.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptySab 31 Dez 2016 - 3:50

Liroy Jackson

Liroy se aproximou e ofereceu ajuda ao marinheiro caído, este que enfurecido nem se quer notou a presença do atirador. O marinheiro levantou tentando se limpar de maneira falha e invão enquanto seus companheiros soltavam risinhos disfarçados. Foi só então, com um sinal do motorista que o marinheiro percebeu a oferta. Ele parou por alguns instantes e mediu Liroy Jackson de cima abaixo, fez uma careta e deu de ombros. - Errr, porque não? Quanto antes acabar isso melhor, vamos.

O jovem pegou as embalagens quase submersas na lama e as limpou com a própria camiseta, funcionou nas primeiras, mas logo suas vestes ficaram tão sujas que de pouco adiantava. Não importava, carregou todos os pacotes para dentro da carroça, quantos isolados eram leves e fáceis de pegar, gerando pouco esforço. Entretanto, ao seguir os dois marinheiros para dentro do armazém pode ter uma noção do real peso. O pacote era imenso, tendo 1,5 metro quadrado, exatamente, e segura-lo era complicadíssimo. A solução era um marinheiro subir em uma posição mais alta e jogar sobre a cabeça do outro, e este teria que fazer o impossível para fazer chegar na carroça

Era sua vez, Liroy se posicionou aguardando a carga, o peso caiu de uma vez e seus joelhos estremeceram, fazendo grande pressão para baixo. Ele tinha aguentado, mas suas pernas tremiam a cada passada, e quando chegou do lado de fora o chão escorregadio só complicava tudo. Na segunda rodada percebeu que não ia aguentar o peso e sugeriu aos marinheiros dividir a carga, sem muitas opções eles aceitaram. O resultado foi ótimo, e o transporto se tornou muito mais rápido e dinâmico, um erguia e Liroy e o marinheiro que havia caído antes as carregavam.

- Vocês estão indo para o QG? Eu estava indo me alistar… Aliás, meu nome é Liroy. - Disse ao motorista, mas o mesmo não respondeu, aliás, não tinha se movido durante todo o trabalho. - Sobe aí. - Disse o marinheiro que tinha caído e iniciado toda essa situação, ele estava terminando de prender toda a mercadoria. - Mormo não é de falar. E se você quer ser um marinheiro não vai ser a gente que vai atrapalhar. Eu sou Billy, ele é o Duncan. - Apontou para o outro soldado que levantou dois dedos em cumprimento.


Billy possuía diversas cicatrizes, principalmente na área do pescoço, eram cortes finos que iam em todas as direções, pareciam recentes. Também tinha os olhos excessivamente vermelhos, mais do que o possível para um noite mal dormida. Não foi possível ver muito de Mormo, apenas seus longos cabelos loiros balançando a cada chacoalhada da carroça. E Duncan se manteve praticamente escondido debaixo da sua capa de chuva, com um esqueiro aceso ele parecia estar escrevendo uma carta durante todo o percurso.

Passados menos de meia hora chegaram no imponente QG de Shells Town, nem mesmo a chuva conseguia esconder sua grandiosidade. Os muros iam até a costa e era possível ver os reforços criados na estrutura devido aos mais recentes ataques. Dois marinheiros de guarda os recepcionaram e Billy desceu com um salto, trotou por alguns instantes e teve uma rápida conversa com eles. Em seguida fez sinal para Mormo que instantaneamente fez a carroça voltar a se mover, Billy pulou para dentro com ela ainda em movimento. - Tenho uma boa e uma má notícia, Liroy. A boa é que você vai poder fazer o teste pra marinha. - Ele desceu novamente, já estavam dentro do QG, mas em uma área descoberta e incrivelmente lamacenta devido ao alto tráfego de veículos e pessoas ali. - A má é que ela começa agora.

Ele apontou para o lado, um grande armazém onde algumas pessoas circulavam, umas com pranchetas, outras carregando sacos ainda maiores que estes. A carroça estava posicionada de costas para o armazém e já estava no limite da onde poderia ir, haviam diversas caixotes que bloqueavam o caminho, estava a pelo menos 20 metros de distância até o armazém. - Seu primeiro teste é descarregar tudo isso e levar até ali. Eu não sei como vai fazer isso, mas tudo que está aí tem de estar lá. Não precisa se preocupar com embalagens, ou tempo... Bom, isso é ser um marinheiro. Até a próxima, ou não. - Ele já ia indo juntos com os outros soldados no seu encalço quando parou abruptamente. - Obrigado pela ajuda. - E tornou a andar em direção a uma área coberta.

Em volta haviam todo tipo de madeira em diversas tamanhos. Haviam tábua, pregos e martelos, rodas velhas e quebradas e outras em melhor estado. Haviam pedaços de carpetes encharcados e alguns andaimes espalhados, resquícios da antiga reforma. No mais, era apenas Liroy, a chuva que se intensificava dificultando sua visão, a lama, e os 20 grandes pacotes de tecido com 100 pacotes menores dentro. Se Liroy investigasse a caçamba da carroça veria que havia uma trava que podia fazer a parte traseira virar uma espécie de rampa até o solo, entretanto, a parte traseira dava direto para uma poça funda que ia até a altura de seus joelhos.
Mormo:
 

Duncan:
 

Billy:
 




Joel Clint


O boxeador encarou a chuva e adentrou o campo de treino, quase que instantaneamente ficou encharcado pelas grossas gotas de água, o que levava seu topete a cair e ficar visualmente estranho. Joel foi direto a Seagat, que se não fosse pela voz grossa e imponente vindo das profundezas da gargante de Clint, nunca teria notado um soldado ali. - Senhor! Podemos lutar novamente senhor? Queria que o senhor me ensinasse algumas coisas. E preciso descarregar as energias também.

O marinheiro fingiu não ter ouvido por alguns instantes, então deu uma sequência de pesados e rápidos chutes contra o saco, todos de um mesmo lado, em seguida se virou, seus olhos mirando Joel com desdém. - Primeira lição. - Ergue o dedo, e com a mão levantado voltou a aplicar chutes, deu pelo menos dez até voltar a falar. - Pare de agir como um recruta, eu não ligo pra essas merdas. Guarde a bajulação para Thor ou Cruse.

Foi até a beira do ringue e esticou o braço para ajudar o boxeador a subir, com certo esforço Joel estava de volta a lona. O plástico gelado e com poças de água por toda a parte nem se quer parecia o mesmo de antes, onde o simples toque da pele se tornava algo escaldante. - Eu não tenho nada pra te ensinar, minha única dica não pode ser aprendida num ringue, não aqui no QG... Você precisa aprender a planejar melhor seus golpes, usar seu corpo a seu favor, ninguém nasce do seu tamanho atoa. Você me pegou de surpresa e cansado no exame anterior, aquela situação nunca mais vai se repetir.

Encostou contra as tiras de borracha esticadas pelos quatro cantos e cruzou um pé sobre o  outro, ainda de pé. - Mas você pode me ajudar. Recebi a informação de que vários novatos estão chegando de uma vez só, e junto disso vai haver uma grande missão amanhã, Thor vai precisar de pessoal... Eu vou avaliar quais dos novatos tem capacidade pra participar disso. E quero que você cuide dos testes físicos deles enquanto eu supervisiono tudo, o que acha?



Citação :
Posts narrando Joel: 5
Posts narrando Joel e Roy: 2

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyDom 1 Jan 2017 - 1:55

Depois da difícil e exaustiva missão de carregar a carroça, os marinheiros decidiram me dar uma carona até o QG. Sorte do dia, ou recompensa, dependendo do ponto de vista. Aproveitei a viagem  para tentar descansar e recuperar minhas forças. Ela serviu, inclusive para eu conhecer os oficiais. Mormo e Duncan não pareciam ser muito sociáveis, já Billy parecia simpático em sua personalidade, fazendo controvérsia com sua aparência sofrida e até um tanto perturbadora em certos momentos.

Com cerca de meia hora de viagem, chegamos ao QG. A estrutura, que parecia ter sido reforçada recentemente, chegava a causar espanto devido a sua grandiosidade, e a arquitetura do local parecia ser uma forma de prevenção aos crimes, como se um marinheiro vivesse nos muros, gritando por justiça. A chuva não conseguia mudar isso. Na verdade, a água que caia do céu nem parecia fazer diferença no edifício. Depois de uma breve conversa de Billy com um outro marinheiro, nós entramos no QG, mas em uma área ainda não coberta.

- Tenho uma boa e uma má notícia, Liroy. A boa é que você vai poder fazer o teste pra marinha. - Ele desceu da carroça e em volta dele pude notar uma grande quantidade de lama e água - A má é que ela começa agora.

- Eita. Bora então, o que eu tenho que fazer? - Meu corpo deu uma leve travada, eu não me sentia preparado ainda, e a fadiga do trabalho parecia ainda não ter se esvaído completamente. De qualquer forma, estava determinado a dar o meu melhor.

- Seu primeiro teste é descarregar tudo isso e levar até ali. Eu não sei como vai fazer isso, mas tudo que está aí tem de estar lá. Não precisa se preocupar com embalagens, ou tempo... Bom, isso é ser um marinheiro. Até a próxima, ou não. - Disse ele, enquanto apontava para um armazém com diversas pessoas fazendo tarefas diferente. Nenhuma parecia com vontade de ajudar alguém a carregar peso. Quanto retornei minha atenção a ele, o mesmo já estava indo para um lugar coberto com os outros. Só pude ouvir um agradecimento, mas minha mente pensativa não permitiu que alguma palavra fosse expelida, então só acenei com a cabeça.

Que belo começo. Descarregar uma carroça que 3 homens não conseguiam carregar. As cargas devem pesar mais do que eu. Decidi examinar o local onde eu estava, procurar uma saída inteligente. Comecei pela carroça. Percebi que as cargas estavam presas, graças a Billy, e que no fundo (direção onde o armazém se encontrava) haviam uma espécie de mecanismo para criar uma rampa. Infelizmente essa rampa dava numa bela poça d'água.

Continuei, dessa vez, analisando o ambiente. Por sorte, eu estava cercado de materiais de construção como tábuas, carpetes, pregos, martelos, rodas e etc. Não sou nenhum engenheiro, por isso, precisava fazer uma estrutura simples, mas efetiva. O conjunto desses materiais, com o mecanismo da carroça me deram a ideia de fazer uma rampa maior e improvisada pra levar os tecidos. Averiguando a distância, foi possível estimar 20 metros da carroça até o armazém, mas para fazer uma rampa de inclinação descente, eu precisaria de pelo menos 25 metros de distância, por isso, tentaria voltar a carroça 5 metros, caso isso não fosse possível, continuaria assim mesmo.

Primeiramente eu tentaria tampar a poça com algumas tábuas, apenas para que ela não me atrapalhe caso algo dê errado, se isso não fosse possível, eu continuaria meu projeto tomando esse risco. Analisando os pacotes, é perceptível que eles tem uma base de cerca de 1,5m² o que é uma informação essencial para a construção da rampa. Como eu provavelmente não aguentaria uma tábua de 1,5m de largura, eu procuraria por tábuas de largura entre 75 centímentros e 1 metro.

Para uma rampa simétrica e adequada, eu precisaria de 20 tábuas de 1 metro de largura e 2,5 de comprimento, colocando elas em duas linhas de 10 tábuas que saem da carroça e vão até o armazém. A execução disso seria demorada, mas simples. Partindo do chão, o começo da rampa teria de ter 7º (graus) de inclinação e a cada 2,5m eu colocaria outra tábua, e envolveria as quatro com carpete junto com uma pilha de rodas que iria embaixo para apoiar a rampa. Faria isso repetidamente até a rampa chegar na carroça.

Caso eu não conseguisse as tábuas do mesmo tamanho, eu improvisaria, colocando sempre pares de mesmo comprimento um ao lado do outro, e tomando muito cuidado com a largura, que não poderia ser menos que 1,5m somados e 0,75m individualmente. Em ambos os casos do projeto, no final eu testaria tentando andar sobre a rampa. Caso ela aguentasse meu peso se grandes tremores, eu já partiria pro descarregamento, caso não, eu tentaria pregar tábuas na vertical nos locais mais expostos da estrutura. É importante lembrar que eu posso errar ao mensurar algumas distâncias ou medidas, e se isso ocorrer, eu tentaria adaptar a rampa, colocando tábuas maiores ou menores no final ou no começo (dependendo da situação).

Em todo caso, se eu conseguisse concluir minha rampa, eu procuraria um pedaço de carpete grande e leve o suficiente para me ajudar a levar a carga rampa abaixo. O pedaço teria de conseguir envolver o pacote e me deixar cerca de 1 metro de distância do objeto. Se não encontrasse um carpete bom o suficiente, eu abriria um pacote de tecidos e faria um desse tamanho eu mesmo.

A inclinação da rampa é baixa, por isso, os pacotes não pegariam grande velocidade, mas provavelmente, pegariam o suficiente para que eu não tenha que fazer grandes esforços. Meu plano seria o de envolver o pacote e puxar ele até o começo da rampa, depois disso, só o guiaria para que ele não caísse da estrutura. Repetiria a ação até levar toda a carga para o armazém. Talvez a chuva até ajude a embalagem a descer mais rápido.

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyTer 3 Jan 2017 - 13:13

A chuva castigava o ringue da luta, Joel nem conseguia ver o horizonte da onde estava. E aquilo incomodava.

As gotas da chuva, já deixavam seu uniforme pesado mas não era nada que o jovem boxeador não consiga carregar. Antes de entrar no ringue ele tira sua mochila e procura colocar embaixo do mesmo, para não danificar as coisas dentro dela com a chuva, tendo em vista que ainda não tinha guardado o que pegara da sala do arsenal.

Enquanto Joel recebe uma pequena bronca do oficial, ele o vê encostando nas tiras do ringue enquanto diz:

- Mas você pode me ajudar. Recebi a informação de que vários novatos estão chegando de uma vez só, e junto disso vai haver uma grande missão amanhã, Thor vai precisar de pessoal... Eu vou avaliar quais dos novatos tem capacidade pra participar disso. E quero que você cuide dos testes físicos deles enquanto eu supervisiono tudo, o que acha?

A ideia de treinar os novatos, ou simplesmente só supervisioná-los fez a alma de Joel tremer, pensar em todas as coisas que ele poderia fazer, com a devida supervisão.

Ele se aproximaria dos sacos e distribuiria alguns socos diretos no saco de pancadas e diria:

- Seria um prazer supervisioná-los. Existe algum padrão que eu deva seguir? Agora que o senhor comentou sobre isso, eu estava pensando se aqui dentro da Marinha existe algum percurso de esforço físico. Algum percurso com argolas, cordas, alpinismo ou coisas assim. Não é porque temos uma missão muito importante amanhã que devemos aceitar qualquer um, ainda mais porque essa missão é muito importante não só para mim como para os outros.

Diria Joel depois de parar com os socos e olhar para o oficial, dando um sorriso maldoso para o mesmo, tentando passar alguma mensagem psíquica, demonstrando seu fervor pela tarefa enquanto bate seu punho da mão direita na mão esquerda.
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyQui 5 Jan 2017 - 14:33

~ Liroy ~



Usando seu pensamento lógico ao invés da emoção, Liroy não se deixou abater pelo desafio que apareceu. A missão era claramente complexa, ainda que tentasse se passar por simples. O terreno era confuso e traiçoeiro, uma pena, toda essa situação poderia ser resolvida facilmente com um tarde de faxina.  Ele analisou toda a disposição de materiais na carroça e em seguida todo o cenário que teria de articular.

Sua primeira ação foi voltar a carroça alguns metros, deixando-a um pouco mais distante do armazém, puxando as rédeas do animal que deu uma trotada lenta e vagarosa, ele conseguiu. Em seguida usou algumas das tábuas para sobrepor a grande possa de água logo à frente da carroça, algo que foi feito sem grandes dificuldades. Nesse ponto já estava totalmente encharcado, cada parte do seu corpo estava molhada, cada vez que pisava seu calçado expelia lama e água na mesma quantidade.

Com alguns cálculos partiu em busca de tábuas de 1 metro, algo que não foi difícil de encontrar, mas tinha um problema, não haviam várias do mesmo tamanho. Aquele terreno estava servindo de descarte de materiais que sobravam de incursões a muito tempo, tinha de tudo, mas nada em grande quantidade. Liroy então reuniu várias de tamanho mais próximo possível, e como alternativa as deixou em pares, o que foi inteligente, diminuindo a disparidade de tamanho entre elas.

Entretanto o processo foi longo e cansativo, as tábuas eram antigas e já estavam ali a muito tempo, muitas praticamente soterradas pela terra e outros sedimentos. Liroy teve que cavar algumas, arrastar a madeira molhada – e portanto mais pesada – até seu local de trabalho e em seguida organiza-la de modo correto. Foram 30 cansativos minutos até isso se finalizar, o atirador sentia uma forte dor na base de suas costas graças ao movimento repetitivo de abaixar.

Ele tinha conseguido, com uma angulação de 7 de graus e as rodas e o carpete por baixo para dar base, a rampa parecia quase decente. Para testar, o jovem subiu na mesma e caminhou, tudo parecia bem, até que, em um ponto onde duas tábuas tinha uma disparidade maior de tamanho, um grande trecho cedeu chegando a quase quebrar, ele desceu e com alguns pregos bateu outra tábua, dando firmeza a este trecho.

Infelizmente não achou um carpete com tamanho suficiente, sendo assim abriu um pacote de tecidos e retirou dali uma espécie de tecido para velas de navio, longo o suficiente para envolver o pacote e deixar uma boa margem para ser puxado. A grande dificuldade era puxar o pacote até a rampa, Liroy tinha que colocar uma força absurda nessa ação para arrastar somente alguns centímetros, mas uma vez que tivesse conseguido tudo ficava bem. O pacote deslizava com certa facilidade graças ao plástico que o envolvia, o atirador só tinha de tomar cuidado para que ele não ganhasse velocidade de mais e acabasse saindo de rampa.

Somando uma hora e meia de trabalho a todo, Liroy Jackson tinha conseguido transportar toda a carga, como consequência sentia o peito arder de cansaço e o suor escorrer a testa, mesmo que chovendo.

Billy saía de trás de um grande caixote do armazém com um sorriso no rosto e um cigarro na boca, bateu algumas palmas vagarosas, se mesclavam entre congratulações e desafio. – Nada mau, novato. – Fez sinal com as mãos, praticamente um reverência para Liroy passar a sua frente. – A próximo fase é por aqui.

~ Joel Clint ~


Joel guardou sua mochila embaixo do toldo de lona que era o próprio ringue de luta, ali sua mochila estava protegida da suja, mas talvez não do barro, de qualquer forma, o material impermeável iria evitar danos maiores. A ideia de avaliar os novatos agradou a Clint, tanto que que nem se quer conseguiu conter isso dentro de si, aplicando poderosos socos contra o saco de pancada. A cada golpe contra o mesmo a água voava do lado oposto, e mesmo com seus golpes efetivos, Joel conseguiu sentir o quão duro aquilo estava, a chuva tinha entrado por dentro dos sedimentos que compunham o saco, e agora ele era praticamente uma rocha. Seagat deu um novo chute.

O boxeador então questionou Seagat sobre percursos e os valores do exame. Como resposta o avaliado concordou com a cabeça, tirou a água de sua careca e começou a falar. – Eu concordo, concordo totalmente. Nossa tarefa aqui é não deixar nenhum fracote tanto de mente quanto de corpo passar, é por isso que eu te chamei. – Fez um sinal com as mãos e os dois soldados que assistiam seu treino saíram em disparado em direção ao quartel. – Eles vão buscar os novatos. E sobre a pista, ela fica logo após aquelas árvores. Lá você vai encontrar tudo que precisa. Somente se lembre de respeitar o arquétipo de quem você for avaliar. Quando eu fiz seu teste avaliei sua força e habilidade de luta, tenta pensar como o avaliado. Agora vá.


~ Joel, Liroy e os novatos ~


Eram pelo menos 10 novatos, todos chegavam visivelmente cansados, alguns com olheiras, oturos sujos, alguns chamuscados, mas Liroy era visivelmente o mais encharcado. Logo todo estariam, porque agora entravam no grandioso campo de treinamento do QG de Shells Town, um lugar onde simples soldados aleatórios se tornavam grandes e poderosos guerreiros. E lá, bem no centro do ringue, todos conseguiam ver duas imponentes figuras. O primeiro era uma homem careca e músculoso, possuía diversas cicatrizes em todo o corpo e tinha bandagens tantos nos punhos quantos nos tornozelos. O mesmo dava poderosos golpes contra o saco de pancadas, fazendo-o quase se soltar do gancho que o prendia. O outro era um homem enorme, tinha mais de 2 metros e músculos gigantescos, encarava todos os soldados com um sorriso malicioso, e alguns dos novatos abaixavam o rosto em receio.

Por instrução de Billy, um soldado, todos paravam enfileirados bem à frente de Joel Clint, estavam na segunda fase, em que teriam de fazer algum treino físico e serem avaliados por isso. Todos aguardavam as ordens de Clint para que o exame começasse.



Off:
 


Citação :
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Posts narrando Joel e Roy: 3

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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptySeg 9 Jan 2017 - 17:03

– Eles vão buscar os novatos. E sobre a pista, ela fica logo após aquelas árvores. Lá você vai encontrar tudo que precisa. Somente se lembre de respeitar o arquétipo de quem você for avaliar. Quando eu fiz seu teste avaliei sua força e habilidade de luta, tenta pensar como o avaliado. Agora vá.

Ao ouvir aquelas palavras, o coração do jovem marinheiro palpitou. O sentimento de superioridade, era isso que Joel queria, ele sabia que ainda não tem nenhum cargo de superior na Marinha e tem que obedecer a todos, mas só de poder sentir que tudo que ele mandar, os novatos obedeceriam fez o fogo de seu interior estremecer e aumentar.

Ele então pegaria sua mochila encharcada debaixo do ringue. No caminho até o percurso de teste o rapaz segue pensativo, caminhando por entre as árvores, pensando no que Seagat disse, “Somente se lembre de respeitar o arquétipo de quem você for avaliar.” ele não tinha pensado nisso ainda. Ele precisa lembrar de que nem todos ali são iguais. E é quando a súbita ideia toma todo seu corpo, assim que ele chega e se depara com o percurso.

Todos os novatos estavam de frente para Joel, esse que estaria parado de frente para os novatos com seus braços para trás. De peito estufado, punhos cerrados e sorriso malicioso em sua face ele diria agora andando na frente da fileira.

- Senhores, todos aqui estão cientes do que estão fazendo. Certo? A partir de hoje, a vida dos senhores vai mudar. Amanhã alguns de vocês acordarão em um novo mundo. Para aqueles que não passarem, nossas portas estarão sempre abertas para todos vocês.

Em seguida ele iria até o começo do percurso, e estenderia a mão dizendo:

- O percurso que os senhores farão aqui, é bem simples. Consiste em, percorrer essas argolas suspensas usando somente os braços. As argolas estão a 3m do chão, são 15 argolas até o fim do percurso. No fim do percurso das argolas, começa a segunda parte. Uma simples corrida por pneus intercalados, são 10 no total. Assim que chegarem no fim da corrida, uma parede de 10 metros de altura espera vocês, coloquem os pés na pedra e tentem não cair, simples assim.

Joel então se dirigiria novamente até a linha de novatos e diria:

- Sei que nem todos aqui são iguais. Todos tem suas limitações físicas, entretanto, a Marinha não é pra qualquer um. Haverão dias em que os senhores estarão cansados, mas terão que continuar em frente, é por isso que eu tomei a liberdade de avaliar como os senhores trabalham sua resistência. Por isso no fim do percurso de alpinismo, começará a segunda parte da segunda fase. Vocês irão se dividir em grupos baseando-se em suas habilidades e estilos de combates diferenciados. É claro que existem diversos tipos de estilos de combate, entretanto focaremos somente em três, atirador, espadachim e boxeador. Os boxeadores irão assim que o percurso de alpinismo terminar caminhar de encontro aos bonecos de palha que encontrarem a sua frente, os que darem menos socos até o apito final, saem. Os atiradores, pegarão revólveres com balas não-letais dispostas em cima da mesa, cada um de vocês tem essas balas, que são algo parecido com bolinhas de plástico, cada um tem por volta de 30 bolinhas e atirarão na direção dos manequins de palha, a cabeça vale 5 o corpo vale 3, quem fizer menos, sai. Entretanto há uma condição, por estarem utilizando armas e não necessitar de tanto esforço físico para realizarem a prova, os senhores NÃO poderão abaixar os braços até o fim do percurso de tiro, ou seja, pegou a arma, o braço não pode abaixar. Quem fizer menos pontos, sai. E por fim, os espadachins. Os senhores  pegarão espadas de madeira no fim do percurso, e baterão quantas vezes puderem em qualquer direção nos manequins de palha, quem der menos golpe até o apito final, sai serve para vocês a mesma regra dos atiradores, não podem abaixar os braços, tenho certeza que no fim do dia, os braços de vocês irão clamar por 1 ano de folga. Como tempo não é tão importante, vocês tem cerca de 40 minutos para realizar a prova, podem começar pela ordem da fila. E claro, os senhores estarão sendo avaliados a todo momento, então WISH YOU THE BEST.

Ver aquilo seria como um show não só para Joel, mas também para todos os Marinheiros que pudessem assistir a fase de testes dos novatos.

Joel então, se posicionaria do lado das argolas e gritaria:

- Podem começar!
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MensagemAssunto: Re: Do caos á ascensão, começa o contra-ataque!   Do caos á ascensão, começa o contra-ataque! - Página 2 EmptyTer 10 Jan 2017 - 15:55

Depois de uma hora e meia de improvisação e sofrimento físico, eu consegui montar a rampa e descarregar os pacotes no armazém. O sentimento de satisfação durou menos de 10 segundos, já que assim que eu terminei, Billy saiu de trás de um caixote, como se estivesse me observando a um bom tempo, e se entretendo com todo aquele desafio. Ele bateu palmas que eu mal pude ouvir devido a minha audição que se acostumou com a chuva. De qualquer forma, eu já imaginava o que ele ia falar. Ele me “parabenizou” pelos feitos e me indicou o caminho para a próxima fase. Me impressionei pelo fato de não ter um mínimo intervalo antes do próximo teste. Tive que fazer muito esforço até agora, e uma certa fadiga muscular já parecia dominar meu corpo. Senti um certo receio de não ter capacidade ou pelo menos a energia para passar na próxima fase. Tentei manter o foco.

Billy me levou para um lugar onde estavam cerca de outros 10 novatos. Em um ringue, eu conseguia ver dois homens de alto condicionamento físico, verdadeiros lutadores de corpos treinados. Com certeza esse teste seria físico. Os estalos dos socos do homem careca no saco de pancadas me deram até um certo susto, mas os que mais me surpreendia era o estados dos outros novatos, que era quase tão ruim ou até pior do que o meu.

Fomos enfileirados na frente de um homem imenso, em todos os sentidos da palavra, era praticamente um gigante. Ninguém o apresentou, nem ele mesmo, o que tornou tudo um pouco mais intimidador. Pelo uniforme, era possível saber que ele era da marinha, e pelo tratamento dos outros, ele não parecia ter um cargo alto. De qualquer forma, ele seria o nosso avaliador nos exames, e eu não poderia desrespeitá-lo.

- Senhores, todos aqui estão cientes do que estão fazendo. Certo? A partir de hoje, a vida dos senhores vai mudar. Amanhã alguns de vocês acordarão em um novo mundo. Para aqueles que não passarem, nossas portas estarão sempre abertas para todos vocês. - A primeira frase dele já mostrou que sua voz tinha algo diferente das outras, como se ele fosse um verdadeiro comandante acostumado a dar discursos inspiradores.

Ele foi até o começo de uma espécie de circuito, gesticulou com a mão e voltou a falar: -O percurso que os senhores farão aqui, é bem simples. - A partir dessa frase, eu liguei uma espécie de filtro na minha cabeça, e comecei a focar somente nas informações importantes. -[..,] percorrer essas argolas suspensas usando somente os braços. As argolas estão a 3m do chão, são 15 argolas até o fim […] Uma simples corrida por pneus intercalados, são 10 no total.[...]no fim da corrida, uma parede de 10 metros de altura espera vocês, coloquem os pés na pedra e tentem não cair, simples assim. - “ Simples assim” repeti mentalmente.

Depois de um breve intervalo, ele voltou a falar e nos falou sobre o teste de estilo de combate. O de atirador era até bem simples, porém, com a fadiga, poderia se tornar complicado. - Os atiradores, pegarão revólveres com balas não-letais dispostas em cima da mesa, cada um de vocês tem essas balas, que são algo parecido com bolinhas de plástico, cada um tem por volta de 30 bolinhas e atirarão na direção dos manequins de palha, a cabeça vale 5 o corpo vale 3, quem fizer menos, sai.[...] Como tempo não é tão importante, vocês tem cerca de 40 minutos para realizar a prova, podem começar pela ordem da fila.

Percurso de 15 argolas, suspensas a 3 metros do chão, corrida de pneus intercalados, com 10 pneus, escalada de uma parede de 10 metros, e depois é tiro ao alvo. 30 balas. 3 pontos no corpo, 5 pontos na cabeça. 40 minutos para fazer tudo isso. Com certeza o cansaço é o maior dos desafios. Aproveitei o breve intervalo para tentar dar uma alongada rápida no corpo, principalmente nas costas (fazendo torções), e nos braços, praticamente espreguiçando-os. Eu ia começar a dar uma boa analisada no circuito, mas a voz do avaliador interrompeu meu raciocínio.

- Podem começar!

Nesse momento, preferi manter o foco em mim, olhar para os outros candidatos poderia ter um efeito prejudicial no meu psicológico. Quando chegasse minha vez, começaria o percurso com a concentração no que eu faria, e não no ambiente ao meu redor.

Primeiramente, as argolas. Se não houvesse nenhum apoio para alcançá-la, dobraria meus joelhos e daria um salto com os braços erguidos para conseguir segurá-la. Para passar para a próxima, eu balançaria meu corpo para trás, e em seguida para frente, aproveitaria esse balanço pelo resto das 15 argolas. Se em algum momento eu não conseguisse avançar, eu faria o mesmo balanço usado anteriormente. Caso eu caísse, ou minha mão escorregasse devido a água, eu começaria novamente, da mesma forma.

Pneus intercalados. A maioria das pessoas chama isso de corrida, mas na verdade são saltos em sequência. Não tenho muita agilidade, então tentaria manter um ritmo levemente lento, mas constante, assim eu não perderia o impulso entre um salto e outro. Se eu tropeçasse ou escorregasse, eu voltaria para o primeiro pneu e usaria a mesma técnica planejada anteriormente.

A parede de 10 metros. Essa parte provavelmente seria a mais difícil, já que tudo somava para dar errado. A fadiga dos outros trajetos, a chuva que tornaria as pedras mais escorregadias e a lama nos calçados que tornaria os apoios mais complicados. De qualquer forma, eu tinha que passar por ela. Antes de começar, eu rasparia meus calçados nas pedras mais baixas para tirar a lama da sola. Depois eu começaria a escalada com cautela, sempre usando as mãos para saber quais pedras acima de mim eram largas e seguras o suficiente para eu me apoiar. Eu tentaria subir sempre de maneira intercalada, ou seja, utilizando o braço esquerdo junto com a perna direita, e vice-versa. Se houvesse algum outro candidato na minha frente, eu aproveitaria a cobertura do corpo dele para não tomar chuva no meu trajeto, seguindo atrás do mesmo até onde fosse possível. Se chegasse um momento em que ele travasse, eu continuaria o trajeto, contornando-o. Depois de subir, se fosse necessário, eu desceria da mesma forma, com cuidado e de maneira intercalada. Se eu escorregasse, ou caísse em algum momento, eu tentaria me segurar na pedra inferior mais próxima com minha mão direita.

Tiro ao alvo. Antes de pegar a arma, eu daria uma leve alongada nos braços, preparando-os pro último desafio. Pegaria minha arma, e partir dai, manteria meus braços levantados, com os cotovelos levemente curvados. Se eu ainda tiver tempo suficiente, eu usaria ele a meu favor: daria “rajadas” de 3 tiros, sendo que entre um tiro e outro, eu aguardaria o coice da arma voltar. Entre cada uma dessas rajadas, eu respiraria fundo, procurando manter a calma, e o foco nos alvos. Nessa estratégia, eu tentaria acertar os 15 primeiros tiros na cabeça, e os 15 últimos, nos quais meus braços estariam se cansando, eu miraria no corpo. Caso eu não tivesse tempo quando chegasse nessa última fase, eu atiraria rapidamente, apenas esperando o coice da arma voltar entre um tiro e outro. Miraria apenas os 10 primeiros tiros na cabeça, e os 20 restantes eu miraria no corpo.

Quando terminasse o circuito, colocaria a arma na onde encontrei e diria num tom alto o suficiente para algum superior ouvir:

- Terminei, o que vem agora? - Se fosse dado um novo teste, seguiria a ordem, se me autorizassem a descansar, eu iria para um local coberto e me sentaria em qualquer lugar, até mesmo no chão.

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