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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptySab 03 Dez 2016, 21:46

Relembrando a primeira mensagem :

Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ereshkigalsön. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mizushiro Hizumy
Revolucionário
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyDom 08 Jan 2017, 03:20



~  Fighting for Justice (?) ~

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Os seus invulgares olhos sanguinários estremeceram continuamente ao escutar aquela ideia ridícula. – H-Huwawa o enviou?! Um último sopro?! – O seu rosto tornar-se-ia mais pálido do que já era, pequenas gotas de suor brotariam de seus poros e a inseguridade tomaria posse do pequeno deus que, estressado pensativo, levava o polegar à boca, onde freneticamente roeria as unhas.  – Poderá realmente ser?! Huwawa realmente o enviou para me ajudar?! – Aos poucos a ideia que até então lhe soara ridiculamente impossível, ia ganhando credibilidade. Ao mesmo tempo, a jovem fera ainda continuava falando sobre ajudá-lo e do seu desejo de ingressar na Marinha, porém, àquela altura já nada além de barulho ofuscado chegava até seus ouvidos. – Huwawa…  mesmo morto você continua cuidando de mim… - Cabisbaixo, um sorriso sereno escaparia à criança, retomando o controle de suas emoções. – Se Félix é um enviado de Huwawa então… então posso confiar plenamente nele! Eu sei que é verdade, os olhos dele não mentem! Tem que ser verdade! – Preparava-se para abrir a boca e dizer que aceitava aquela amizade, quando um estrondoso som oco eclodiu, trazendo de volta a si a sonoridade do restaurante.

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Não mais estava fechado em pensamentos, conseguia ouvir o desespero preso à garganta daqueles que imploravam por ajuda em tamanho desespero e pânico avulto. E compreendendo imediatamente a situação, levantar-se-ia calmo, não deixando medo ou ansiedade transparecer em sua aura. No entanto, seus olhos pareciam mais frios e intocáveis que nunca. Eram olhos que ninguém além do seu povo haviam visto. De um vermelho tinto cintilante cruéis, mirando o vulto da penada alma cercada, esperando por ele para julga-la.
De pé, levando a mão direita à traseira de suas vestes, intentando alcançar a adaga, sentiria alguém a olhá-lo ansioso por uma resposta. De soslaio, aquele olhar arrepiante e gélido focar-se-iam por instantes em Félix. Firmes, seus lábios abririam um grande e silencioso sorriso sanguinário, consentindo com o plano do feral, gargalhando apenas em pensamentos, deixando algum de seu vapores internos escaparem-se-lhe. De seguida, os olhos malditos regressariam a fitar a figura do lobo cruel, cercado por leões fardados de azul.

 Jubiloso, observaria se havia algum tipo de arma na posse do pecador. E, havendo ou não, esperava que o mesmo estivesse com sua total atenção apenas nos Marinheiros.

- Afinal, quem mais aqui poderia ser-lhe uma ameaça?!  He - He - He ! -

Então, quando avançasse o primeiro passo minuciosamente, em um estado mental quase instintivo, onde sua mente se encontraria totalmente vazia de distracções desnecessárias e seus olhos mais intensos e brilhantes, puxaria a adaga com a mão direita e em um movimento único tal chicote que apunhala o ar, atiraria a arma cortante em direção ao vulto, tendo como alvo a razão do mesmo. Depositando sua total confiança na sua visão extremamente aguçada e no elemento da surpresa, o falhanço não era esperado. Porém, não ficaria ali parado à espera que a faca fosse cravada e trespassasse o alvo, abrindo um buraco em seu crânio e pintasse o local da cor dos seus olhos. No instante que a adaga abandonasse a sua mão, escorregando pelos seus dedos e iniciando o seu trajeto pelo túnel de ar, o místico infante correria, em diagonal, para a direita e para a frente, lançando-se quase ao chão, com o corpo reclinado para a frente; sem nunca perder de vista o causador do pânico e retirando a espada da bainha, prendendo-a em seu punho cerrado direito e a proteção da espada na mão esquerda.

 Tendo o oponente o visto e estando assim com alguma arma de fogo, prestes a puxar o gatilho e disparar contra o seu frágil e mortal corpo, procuraria esquivar-se rapidamente, derrapando pelo chão se tal se mostrasse crucial para escapar ao projéctil, até algo que demonstrasse ser protegido, como uma mesa ou uma coluna do restaurante. Contudo, não tendo o malfeitor qualquer tipo de arma de fogo, continuaria a correr, mudando então de direcção, indo de frente para ele para se embaterem.

 Correndo sem pensar muito nas consequência, sentindo a leve brisa bater-lhe nos fios dourados, sentindo a própria respiração ligeiramente ofegante e o coração pulsando de divertimento, esquecer-se-ia do facto do seu primeiro ataque tê-lo acertado ou não por momentos. Quando sentisse que a distância entre eles havia se encurtado o suficiente, sobrando pouco mais de dois metros, saltaria ainda em corrida, com as pernas flectidas e tanto a bainha como a katana ao lado do corpo, acompanhando-o. Não só esperava que o salto fosse grande em altura como que também o fizesse voar até o caluniador-suicida. E, pegando ele de surpresa, ou não demonstrando ele sinais de hostilidade ofensiva, rodaria o pulso para fora, deixando a superfície cortante da espada virada para os céus, e em um movimento longo com o braço direito, passando o mesmo por cima da sua cabeça, desferiria um golpe sime-circular descendente vertical, mirando o corte no centro da cabeça.

Eg reiste i minnet
Tilbake til isen som fødde meg
Kjenner varmen frå pusten som tødde meg
UruR

A medida que fosse descendo e manuseando o golpe com a destra, a sua mão esquerda estaria mais junta ao corpo, não só para manter a estabilidade da queda, mas para precaver-se no caso de um contra-ataque inesperado. De tal modo que sofrendo um ataque estando ainda em queda-livre, girando ligeiramente a cintura para a direita, posicionando o seu lado esquerdo de foram que ficasse a sua frente, colocaria o corpo da bainha deitado na horizontal e em frente ao seu corpo, chocando e interceptando o ataque do oponente no caso de ser na vertical. Porém, sendo o ataque contrário, vindo na horizontal, giraria vagarosamente o pulso esquerdo, posicionando o corpo da bainha na vertical, ficando este entre o ataque e o seu corpo. Era algo arriscado, e sabia-o, pois sua defesa sempre fora algo que precisou trabalhar, mesmo enquanto Ereshkigal. Todavia, estando em queda no ar, não existiriam muitas vias pelas quais optar. Em último cenário, notando que seu fraco bloqueio fosse destruído, procurando um efeito alavanca, puxaria de forma bruta a espada para a sua esquerda, e aguardava que fazendo isso, a força da mesma fosse tanta que fizesse com que o seu corpo fosse na direcção oposta, lançando-o para longe e quiçá, escapando à morte.


 Por outro lado, se o oponente se limitasse a se desviar, fazendo com que a sua lamina cortasse apenas o vazio até ser impedida pelo soalho do restaurante e, ficando talvez, cravada no solo, pousaria as palmas no chão e sentido o adversário ainda próximo o suficiente para o contra-atacar, impulsionaria rapidamente as mãos contra o solo e erguendo-se, tentaria dar um pontapé para trás, com a perna direita, em direcção ao homem, com o pé na lateral e o joelho apontando ligeiramente para o teto, girando a anca para fora. Se este viesse correndo na sua direcção no momento do chute, a sua própria força motora ao impactar contra o pé do garoto faria com que se magoasse. Se ele se mantivesse parado, mas perto o suficiente para ser acertado, machucar-se-ia também, mesmo que fosse algo de cariz leviano.
Por outra estância, se caísse no solo e ficando afastado do oponente para um pontapé, usaria na mesma as mãos para se impulsionar e levantar-se de forma rápida e quase instantânea. Procuraria olhar em redor de forma rápida e localizar o companheiro. Conseguindo ou não, voltar-se-ia para o homem e o observaria por um nano segundo e então, se tivesse localizado Félix e se o homem-bomba não demonstrasse sinais de ataque, começaria a conversar, sempre afastado dele três metros de segura distância:

 
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 - Peço que me desculpe! Não era a minha intenção fazer-te perder tempo! - Lançaria a bainha da espada a um metro de si no chão e, com a mão livre, levá-la-ia até os cabelos, os empurrando um pouco para trás, desfazendo aquele aglomerado de franja e descobrindo o olho esquerdo. - Que tonto! Que tonto! - Continuaria, dando leves palmadinhas na testa descoberta e olhando firmemente para o terrorista. Começaria a andar então, tentando andar em sua volta e fazer com que o mesmo o fosse acompanhando, ficando sempre de frente para si. E, consequentemente, de costas para Félix. - Mas, oportunidade melhor do que esta não há, não é verdade? - Diria, quando e se o alvo estivesse totalmente de costas para Félix, dando ao felino uma óptima oportunidade de finalizar com o criminoso. - Por isso, aproveite BEM! - Terminaria, ignorando quaisquer ofensas ou calamidades que pudessem vir daquela boca suja.  Se o seu amigo conseguisse acertar o homem, nocauteando-o ou não, aproximar-se-ia o mais rápido que pudesse e tentaria cravar a sua espada no peito esquerdo do fugitivo para então explicar:

 - Bôh!? Por acaso pensou que falava consigo?! -  E largaria então um sorriso maldoso - Então pense de novo! He - He - He ! -  Concluído ali o caso, esperaria por Félix para então estender-lhe o punho esquerdo, fechado, esperando que as patas do animal encaixassem no seu punho, como um gesto de festejo.

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 Contudo, não tendo nunca localizado o paradeiro de Félix, usaria do mesmo gesto e falas, mas não para avisar o animal da oportunidade perfeita de atacar, mas para fazer com que o criminoso perdesse a calma e viesse atacá-lo. Vendo a hesitação nos movimentos do homem, aproveitaria para mover-se primeiro e recuperar a bainha que havia lançado à um metro de si e dois do indivíduo. Próximo dela, deixar-se-ia escorregar e deslizar no chão, para recuperá-la e, tendo a oportunidade, passar por entre as pernas do criminoso e cortar a mais próxima pela zona um palmo acima do calcanhar. Estando a deslizar, mas notando um possível ataque em sua direcção, tentaria rolar para a direita com o corpo, esperando escapar ao ataque. Vendo a impossibilidade de rolar, lançaria a sua espada contra o corpo do pecador, ansioso que a mesma o perfurasse. Com a bainha, posicionaria conforme a situação de ataque. Vindo o ataque em perfuração, totalmente na vertical, faria uso da sua visão aguçada e Boa Fortuna, para intentar colocar a espada adversária, caso fosse uma katana, na sua bainha. Sendo outro tipo de espada, usaria a bainha também na vertical, direccionando-a contra a lamina, tentado desviar-la para o lado contrário. Sendo uma arma de grande porte, como um machado, tentaria chutar a perna mais próxima, causando o desequilíbrio e aproveitando para rolar para o lado contrário.  

 
 Caso as provocações fossem bem sucedidas e o terrorista se movesse primeiro, deixaria estar a bainha onde se encontrava e se preocuparia em esquivar-se e contra-atacar. Aos ataques do mesmo, reagiria dependendo do tipo de armamento que estivesse em suas mãos:

 Sendo um revólver, espingarda ou outro tipo de arma de fogo entre seus dedos gananciosos, recuaria em passos curtos, porém rápidos, sendo o último quase um salto, para se esconder por de trás de algum objecto que o suportasse o tamanho e que segurasse as balas, talvez um barril, uma mesa, coluna ou até mesmo uma caixa que estivesse ali por conveniência sua. Ficaria, no entanto, bastante irritado e embaraçado por ter sido obrigado a recuar, como um gato medroso, e não seguraria a sua língua:

 - Êhé?!! Não há nada mais covarde que armas de pólvora! Dão-te a oportunidade de atacar enquanto te mantens escondido em segurança... COVARDE! -

~ . ~

No fundo, falava de si mesmo. Sempre sentira que a sua melhor habilidade e aram de escolha o fizessem um cobarde. Não havia nada mais heróico e divino do que bater-se de frente com o oponente. Era por isso que, enquanto não estivesse em verdadeiros apuros, recusar-se-ia a usar o seu estilo de combate predefinido quando o Verdadeiro Grande Deus o criou. Achava que aquilo havia sido uma piada que os Deuses Antigos haviam feito. Logo ele ter que ser óptimo em usar revólveres.

~ . ~

Se fosse algum tipo de arma com lâmina em sua posse, desviar-se-ia um passo longo, quase meio metro, para a própria direita à todos os ataques verticais descendentes ou em perfuração, deixando-o estocar o ar, e de seguida, aproveitando a falha adversária, atacaria em um golpe horizontal proveniente da direita para a esquerda, tentando acertar em cheio a barriga do mesmo. À ataques que viessem a altura da sua cintura ou para regiões do seu corpo acima da mesma, que fossem horizontais, abaixar-se-ia, pondo-se na posição que lembraria a um sapo em cima de uma pedra ou em um charco de lama, esperando escapar ao ataque para contra-atacar com uma estocada firme na zona do umbigo.

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À ataques que viessem à altura da sua cintura para baixo e na horizontal, saltaria o máximo que conseguisse, levando os joelhos ao peito e aproveitando a oportunidade para contra-atacar usando a lamina da espada na vertical e em movimento descendente, tendo como alvo a cabeça do indivíduo. Seria muito divertido se ele fosse careca e o conseguisse cortar. Pelo menos o garoto acharia, pois lembrá-lhe-ia uma melancia.

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 Aos ataques vindos na diagonal, conseguindo antecipa-los ou achando o timing certo, avançaria contra o homem, pelo seu centro, e tentaria cortar a distância entre os dois, impedindo o ataque e aproveitando para ferir, em um golpe curto com a espada, a mão do mesmo devido à aproximação. Não achando o timing perfeito, recuaria rapidamente os passos correspondente à três metros de distância entre eles.

 Se em momento algum conseguisse atacá-lo, mesmo que sem feri-lo, e tendo a sua arma ou braços presos pelo oponente, com a perna mais a vontade daria um low-kick na parte interna da perna mais próxima, um palmo a cima da região do joelho. O impacto naquela zona concentrada de nervos faria, provavelmente, com que o homem o largasse a si ou a sua espada, podendo então recuar e manter-se à distância segura.


   Caso a arma que o criminoso culpado por ataque de bomba fosse uma corrente, o menino-deus largaria um grande sorriso. - Lucky! Deixaria escapar. Esperaria que o culpado lançasse as correntes em sua direcção e, afastando-se alguns passos, para não ser completamente acertado, posicionaria os pés à largura do ombro, virado de perfil para o terrorista e o seu ataque; ergueria o braço esquerdo à frente do rosto, para o proteger e deixando ali uma bela oportunidade de ter o braço aprisionado pelas correntes. Acontecendo isso, seria provável que as correntes o puxassem um pouco em direcção do rival, mas esperava por isso mesmo, por essa mesma razão que havia firmado segundos antes as pernas em tal posição, para não ser logo puxado, fazendo um pouco de pressão para trás, tentando não ir à prol vontade do rival. Contudo, se o mesmo voltasse a insistir e puxar a corrente, deixar-se-ia ir em sua direção, correndo também ele, mas com a espada preparada para tentar perfurá-lo na zona do pescoço assim que estivesse próximo o suficiente para fazê-lo ou lançar a espada tendo a certeza de que o acertaria.

 Obtendo sucesso e conseguindo derrotar o oponente, ficaria com a sua arma, caso fosse uma corrente ou algum tipo de revólver.

- Muito obrigado! UruR lhe indicará o caminho a partir d'aqui.

 Finalizaria dizendo apenas se matasse o criminoso, pois com a sua morte, UruR, responsável por levar as almas penadas, guiaria aquele podre ser até o infinito.






__________________________________



Histórico:

Post: 08
Ganhos: 1 Adaga lvl1 | 1 Espada Japones (Katana) lvl1 |  30.000 $Berries
Perdas: -3.000 $Berries
Bónus:
Players: Félix |
NPC's: Sr. Ferreiro da Loja |

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal;
  • Conseguir um Den Den Mushi;
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Comprar a Perícia: Costura;
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Bem, perdi o meu post e este não ficou muito bom Ç.Ç  

Fala - #FF9900
Pensamento - #990000
Thanks[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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Kekzy
Capitão
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Kekzy

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Idade : 22
Localização : Utopia - 7ª Rota

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptySeg 16 Jan 2017, 16:15

Página -- ⁞ Post 01 ⁞ Status: Normal


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Um cenário caótico se formava do lado de fora do restaurante. A estridência metálica das espadas sendo sacadas e o som agonizante dos tiros disparados gerava desespero entre as pessoas. Algumas refugiavam-se embaixo das frágeis mesas enquanto outras corriam para o interior do estabelecimento.

Ereshkigalsön erguia-se com calma. A frieza gélida de seu olhar podia intimidar até mesmo destemidos aventureiros. O mesmo fazia Félix, recohecendo a situação como uma oportunidade de provar da justiça que tanto falava. E a faria com as próprias garras.

Os dois trocavam um simples olhar, mas que muito dizia. Esta era uma chance que os céus haviam lhes dado.


Render-me? - o garoto adotava uma expressão ainda mais irritadiça. Sua face ganhava tons avermelhados, assim como seus olhos. Um semblante melancólico — Gravem em suas cabeças, seus bastardos, Ali Nosey é o último nome que vocês escutarão!

Uma explosão derrubava as paredes de uma loja, levando ao chão dois marinheiros; um deles gravemente ferido. Seguida de um som ensurdecedor, o suficiente para deixar os homens atordoados por alguns segundos.

O atirador fitava o pirata, identificando uma adaga em suas mãos, mas nada que explicasse as explosões.

Ali Nosey estava prestes a fugir, correndo pelo lado onde os marinheiros estavam caídos. Com destreza, Ereshkigalsön atirou uma adaga. O objeto passou voando letalmente em direção ao alvo, mas o errou por pouco. Só o brilho da lâmina passando por seus olhos pôde ser visto pelo bandido, o qual parou bruscamente. Seu olhar dirigiu-se ao do atirador, sustentando-o por um tempo, até sentir a frieza tremer-lhe a espinha. E ainda por cima, ele estava investindo em sua direção.

Enquanto isso, Félix já havia movido-se como uma sombra, escondendo-se onde os olhos não podiam ver. Perspicaz, havia percebido que o alvo era esguio, dotado de pouca força, mas grande agilidade, além de portar uma adaga. Até mesmo conseguiu notar a sutil mudança em seu olhar ao ser surpreendido, por segundos eles expressavam certo medo, mas ao ver a espada sacada por seu companheiro, logo emanaram raiva e confiança.

Neste instante, Ereshkigalsön pulou sobre o oponente, brandindo sua espada para os Deuses verem e descendo sua lâmina com violência. Ali Nosey reagiu imediatamente, rolando em diagonal para a esquerda. Sua adaga foi direto entre a espada e a bainha, uma brecha grande na defesa do miúdo. Instintivamente, ele parou o golpe e redirecionou o curso da espada para a direção contrária. O esforço foi útil, salvando-o de um ferimento mais graves em seus orgãos internos. Todavia, a adaga ainda o perfurou, rasgando ainda mais seu corpo, mas de forma mais superficial.

Félix estava pronto para dar suporte, seus sentidos mais afiados que uma mortífera lâmina e sua posição quadrúpede, preparado para investir.O mink já avançava com ímpeto, seus ouvidos captaram um ruído estranho. O som de uma flauta. Um zumbido veio em seguida, cortando o ar, um dardo penetrou-lhe a carne, causando uma imensa dor e fazendo-o perder o equilíbrio, por consequênia, levando-o ao chão. Mais duas notas melódicas vieram em seguida. Um segundo foi disparado, pegando-o de raspão, mas ainda rasgando sua pele. O terceiro foi certeiro, em suas costas, adentrando fundo o suficiente para fazer-lhe agonizar.

Félix sentiu uma fraqueza em seus membros, como se algo estivesse espalhando-se por seu corpo. Aliado a isso, logo veio uma dor agonizante, fazendo-o sentir o gosto férreo na boca.

Gato mal, não devia atacar os outros pelas costas! - um garoto de cabelos azuis surgia de cima do telhado, olhando para o mink com desprezo — Agora seus músculos irão parar e o veneno te consumirá aos poucos por ser tão desprezível! - ele erguia o olhar e acenava para Ali, o qual assentia e começava a correr entre a desformação dos marinheiros.

Nos encontraremos na próxima, fedelho! - ele gritava para Ereshkigalsön.

Um dos marinheiros tentava impedí-lo, mas não conseguia. Outros dois cuidavam de seus companheiros.

Rápido, rápido, chamem reforços, temos feridos! Eles são prioridade, deixem o pirata para depois, não podemos movê-lo nesse estado! - um deles dava ordens para um segundo, o qual corria em direção ao quartel - o soldado olhava para o pequeno Deus — Identifique-se agora, garoto, somos da marinha! - sua voz carregava demasiado desespero, com seu companheiro ferido nos braços.

Assim, o garoto do telhado também batia em retirada.

Nos vingaremos por atrapalharem nossos planos, gato! - sua voz era um tanto infantil, assim como sua aparência.

Os dois sumiam de vista logo em seguida, desaparecendo dos olhares dos perseguidores.



Atualizar em seus contadores escreveu:
Ereshkigalsön: -5 HP
Félix: -8 HP (dardos); - 4 HP (veneno) por turno - DoT.

Vocês conheceram o NPC Ali Nosey e seu companheiro misterioso retratado [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Off:
 





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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyQua 18 Jan 2017, 12:49



~ Holy Fever  ~

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Ali, completamente imóvel, estátua vagarosamente ofegante, com gotas de transpiração a escorrer-lhe pela testa e no punho o cabo da espada oscilando, reflectia no que acabara de acontecer. O tempo  estava parado dentro da pequena mente confusa. A visão enganava-o, fazendo o ambiente tornar-se turfo e ofuscado, e a sua respiração parecia-lhe estar mais pesada e ofegante. Fervilhando ferozmente, o seu sangue fazia-se sentir à percorrer todas as partes do seu corpo. Inconscientemente, um sorriso curvilíneo molda-ser-ia no recanto dos lábios. E como uma criança que se diverte, os olhos luziam emotivos, demonstrando uma estranha sensação de prazer.  

   A verdade era que não esperava que o bombista conseguisse evitar o seu ataque, e muito menos que, um contra-ataque tão fútil e desastrada acabasse por ameaçar sua mortalidade. Graças à Fortuna que o graceja, e aos instintos mais básicos, mudara a rota do seu ataque e terminara por defender-se. Apesar da defesa inesperada que fizera, estava ferido. O sangue escorria-lhe para fora, apesar de não ter órgão algum trespassado. - .. Sangue... - Serenamente, mergulharia a ponta dos dedos na ferida.  Os olhos estremeceriam então, e por um momento a respiração suster-se-ia, desaparecendo numa pausa mais longa do que verdadeiramente era, e...  - Ahh..!!! - De sua garganta o bafo de ar libertar-se-ia em um exalo quase suspiroso. Retirando os dedos da ferida, analisaria o próprio sangue. Não estava em choque, inacreditavelmente, estava jubiloso e animado, com os lábios prontos para gargalhar.  

- Esta sensação... Este ardor queimando a superfície da minha pele e a minha carne... Esta é uma sensação que não posso esquecer... Foram os Deuses Antigos que a plantaram em mim quando me assassinaram!


— Nos encontraremos na próxima, fedelho! - A voz do terrorista loiro chacoalharia seus pensamentos mais íntimos, trazendo o pequeno Deus à realidade. Ao ver que a figura do mesmo desaparecia em fuga, toda a hostilidade em seu olhar e todo o ânimo frenético sedento por vida desvanecia em uma simples expressão de desapontamento. Como podia o seu adversário virar-lhe as costas de forma tão medíocre e sem heroicidade alguma? Acaso não tinha ânsias por conquistar o próprio nome e espalhá-lo pelo mundo? Ou será que o desconsiderava-o tanto que sequer poderia considerá-lo um adversário à altura?!

 Aos poucos que seus pensamentos fluíam, o garotito ia ficando e ficando mais e mais frustrado com a fuga do criminoso loiro. - Tschk! - Rancoroso, encarava o chão como que se o tivessem repreendido sem motivo, ou como que se tivesse deixado escapar-lhe por entre os finos dedos algum tesouro valioso. — Identifique-se agora, garoto, somos da marinha! - Não poderia haver momento mais inoportuno que aquele, e sem que se apercebesse, o Deus da Fortuna e do Caos lançaria um olhar frígido e sanguinário em direcção ao marinheiro. - O quê, lixo? - Sua face demonstrava total nojo ao soldado e à todos os seus colegas, era culpa deles por terem deixado o loiro escapar, afinal. - Eu chamo-me Ereshkigalsön e serei em breve um Marinheiro. Mas não um como vocês! - Exclamaria, julgando-se superior e à aqueles soldados seres inferiores à insectos. - Aquele é o meu companheiro, Félix! - Apontaria, os dedos pingando gotas de sangue, para o felino, caso o avistasse.

 - Felix, você ainda está vivo? Oi, Felix?! - Aproximando-se do amigo, lentamente, pois, por mais que odiasse aceitá-lo, agora que toda aquela adrenalina se esvaia, a dor começava a fazer-se real. - Ei, Felix! - A voz infantil e aguda continuaria a chamar pelo gato. Cutucaria o mesmo nas bochechas, de forma incessante até que o mesmo lhe respondesse.

 Estando o companheiro ainda desperto e com energia o suficiente para gritar com ele, o rapazito sorriria genuinamente, deixando toda a sua aura maligna espantar-se-lhe do corpo, podendo relaxar e ficar mais tranquilo quanto a situação do amigo. - Parece que estes marinheiros irão tratar das nossas feridas. Pelo que vi, você levou uma surra! -  Deixaria sair um sorriso travesso, deixando evidente que estava brincando com o menino-gato. Se algum médico ou coisa parecida viesse até ele, esperaria ter a ferida cuidada e então perguntaria. - Como podemos nos juntar à Marinha?

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OFF escreveu:
Menino de cabelos azuis?! Pai do ano Hizy, você virou bandido!? Xzibit    

Agora a sério, desculpa o post... Estou com uns problemas aqui e postei pra não atrasar mais...

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptySex 20 Jan 2017, 20:11

Um sorriso simples que dizia muita coisa. Ereshkigalson deixava transparecer em sua face as suas emoções. Seu rosto adotava uma cor rubra, excitado. Havia subestimado o seu oponente, e agora seu coração pulsava mais forte e o sangue fervia. De certa forma, a sensação tornava-se aprazível.

O que o garoto não esperava eram as habilidades de Ali. Havia pago o preço por tê-lo subestimado. A ferida aberta em sua carcaça mortal, o sangue divino que lhe escorria pela pele, tudo o lembrava de seu passado. Seus dedos, agora tingidos de vermelho, o traziam as mais remotas lembranças. A sede de batalha fluia através de seus olhos.

No entanto, o vigor logo se desvanecia. O atirador voltava de seu estado absorto. Ali já havia deixado o campo de batalha, como podia virar as costas sem prestar-lhe face? Ereshkigalson era tomado por uma onda de frustração, seguida de uma fúria incontrolável. A arrogância com os marinheiros era ignorada, apesar de lhes fazer ranger os dentes. Eles tinham assuntos maiores a tratar.

O garotinho apontava para o seu amigo felino, o qual estava no chão, ainda caído. Ele o chamava, mas não obtia respostas. Neste momento, a dor começava a subir para o seu peito. Mesmo seus passos não despertavam a mínima reação do gato. Seus dedos trêmulos tocavam-lhe as bochechas, mas Félix continuava olhando vago para o nada. Insistene, continuava a tocar-lhe a face, mas nada, nem uma única reação.

Os marinheiros o olhavam, enquanto seus companheiros feridos eram carregados pela ajuda que havia chegado. O homem, que outrora fora xingado por Eresh, levantava-se, caminhando lentamente até o garoto. Ele botava as mão em seu ombro, abaixando-se ao lado do garoto.

Podemos ser um lixo, soldados que todos desprezam e que nunca recebem nenhum reconhecimento  - o homem checava o pulso do felino com os dedos — Mas nunca viraremos o rosto para alguém que precise de nós - ele erguia o felino, botando-o no ombro, com seu braço sustentando o corpo por baixo — Deixe-me levá-lo até a nossa base, lá ele poderá se recuperar, o seu amigo ficará bem - o homem começava a andar, era evidente o esforço para ele, não era forte, mas a sua determinação o guiava.

Spoiler:
 

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyDom 29 Jan 2017, 21:10



~ Marine  ~

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No instante em que se apercebera que Felix não ouvia mais a sua voz, algo dentro do garoto fora plantado sem que se apercebesse. Quando seus dedos trêmulos o tocaram e não foram correspondidos, o pânico inadmissível floresceu. Seu corpo não mais movera-se e seus olhos fitavam estaticamente o corpo peludo jazido no solo frio.

– Ei… Félix… Não foi você que disse que iria me acompanhar? – Seus lábios moviam-se, mas nada além de ar saíam deles. Suas palavras não pronunciadas verbalmente, eram ditas mentalmente apenas para si mesmo, pois seu orgulho, ou talvez o choque, impedia-o de demonstrar sua verdadeira emoção de tristeza e preocupação diante daquelas pessoas. – Não foi Huwawa que te enviou para me acompanhar? Então, como te atreves a ir ter com ele sem antes completares a tua missão?! –

— Podemos ser um lixo, soldados que todos desprezam e que nunca recebem nenhum reconhecimento  - As palavras e o toque gentil penoso do marinheiro no seu ombro despertavam-no do choque de ver o felino, seu amigo, inconsciente. – Tschk! – Viraria o rosto, corado e irritado. – Receber lição de moral de um mero mortal inútil que só tem determinação e nada mais! – Suas sobrancelhas franzidas e os nervos em volta dos olhos dariam ao rapazito uma expressão de ira e indignação própria. De alguma maneira, mesmo sem o demonstrar de forma física, aquele soldadinho havia notado a sua preocupação. Isso o irritara completamente. Pior. Sentia-se humilhado e arrependido pelas palavras cruéis de ofensa.

- Não me irei desculpar, se é isso o que espera! – Vociferaria, encarando o chão como quem procura diamantes, corado de raiva, com o loiro das franjas a quase esconder-lhe os olhos escarlates. – De nada adianta uma determinação poderosa, se não há força suficiente para enfrentar os inimigos da justiça e proteger os fracos! Determinação sem poder não é diferente de um homem que sonha em ser melhor, mas nada faz para mudar! -

 Seguiria o soldado que levava Felix nos braços quinze passos atrás. Iria observando severamente àquelas costas. – Tschk! Eu não estou errado! Eu sei que não! Mas então… Poque sinto que estou?! -  Colocaria as mãos nos bolsos dos calções e continuaria seguindo o reles soldado.

 O silêncio o dominaria a partir de certo momento. Perdido nele, o seu semblante ia perdendo também toda a árdua expressão de quem julga o mal e ia recebendo algo semelhante à serenidade e aceitação. Aos poucos, um pequeno brilho luzidio iria nascendo na ponta de seus olhos. E antes que chegassem ao Quartel, diria algo àquele soldado:
– Acho que… bem… as pessoas deste lugar têm sorte em ter quem dê suas vidas por elas. Mas ainda assim, só a determinação para as proteger não é o suficiente… o que quero dizer é.. Obrigado por trazer o meu amigo até aqui… E espero que um dia vocês tenham força o suficiente para proteger os mais fracos.  –

 Se nada o impedisse ou surgisse de interessante, iria para o mesmo local que levassem o felino e la esperaria o mesmo despertar. Sentar-se-ia numa maca (cama de hospital) ou em uma cadeira se tal houvesse. Depois que cuidassem do seu amigo ferido, o pequeno deus aguardaria para que tratassem também do seu ferimento. - Obrigado. - Agradeceria ao ter a sua ferida estancada. Se não o vissem, ou fossem embora sem tratar da ferida, tentaria agarrar as vestes do médico e diria então: - Você não se esqueceu de nada? - Apontaria com o olhar e a mão livre para a ferida, bem zangado.

- Finalmente acordaste, Félix! – Explanaria, mostrando uma face séria. Aproximar-se-ia do animal e cutucaria a sua bochecha de forma violentamente inofensiva. – Nunca mais me deixe preocupado tão desnecessariamente assim! – Esboçaria um sorriso alegre, revelando o seu ânimo pelo despertar do companheiro.

  Se um médico ou um oficial de patente alta adentrasse então na ala médica, dirigindo-se à ele, diria então:

- Com licença, eu e o meu amigo queremos nos alistar à Marinha.



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OFF escreveu:
Desculpa o atraso, mas foi uma semana daquelas.... Vamos tentar recuperar o tempo perdido õ/  

Bem, não tinha muito o que fazer e foi um post para recuperar o ritmo. Se puder, assim que achar favorável começar o Time Skip, acho que pode fazê-lo  Pai do ano Mas na próxima ele já deve postar. Depois se tiver alguma dúvida com os meus objectivos, me fala que eu mando uma MP romântica S2 pedobear :inho:

O Lance irá postar hoje ainda ou amanhã. Por isso espera até amanhã por favor, pelo post dele. ^^


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Última edição por Mizushiro Hizumy em Dom 29 Jan 2017, 21:18, editado 1 vez(es) (Razão : esqueci que também precisava de tratamento médico -.-'')
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyQua 01 Fev 2017, 00:20

Olho por Olho


Quisera o pequeno felino atacar pelas costas, invariavelmente nos escárnios do destino, colhera amargas mazelas sem plantio, traduzidas em agudas setas a rasgar-lhe a pele como facas. As agulhas penetravam-lhe a carne de assalto, suas fibras mais íntimas estertoravam em dores lancinantes e acerbas. O veneno inoculado fazia-o gemer silenciosamente, misturava-se ao seu sangue em odienta amálgama a subtrair-lhe as forças, respirando com certa dificuldade, gotas de suor molhavam a sua pelagem denotando mal-estar, fazendo-o arfar a longos e penosos haustos. O líquido nefasto profanava a sua carne que sentia convulsivamente, mas o sorriso sempre jazia em seu rosto sem titubeios antes, durante e depois do ataque.  A dor subia-lhe ao peito a oprimir seu coração. Logo perdia a consciência, olhos vazios em amargo padecimentos, escorrendo de suas narinas um pouco de muco sobre os seus bigodes e seu sorriso estático, tétrico.

Sua vista perdia-se no infinito imaginário, nada ouvia, mas via um nada e de repente a sua vida passava em segundos diante de seus olhos, como um cinema de flashes. Via seus pais e toda a sua infância a passar diante de seus olhos, via sua queda de Zou e sua epopeia pelos mares bravios até o porto tranquilo. “Eu vou morrer?” perguntava-se em branda aflição. No mundo real, balbuciava
coisas ininteligíveis, dando a impressão de estar delirando.

Com o passar do tempo o letargo passaria. Poderia sentir infantil falange a cutucar-lhe as bochechas sem pudor. Seus grandes olhos abriam-se em feliz aurora, podia sentir a saúde a pulsar novamente em suas veias, ao ver o seu mais novo amigo enlaçá-lo-ia em felpudo abraço, afogando-lhe num mar sedoso de pelos. – Huwawa não me permitiu partir, meu amigo... Estou feliz que não tenha se machucado seriamente! – Grande e sincero sorriso flutuava no porto tranquilo de seus lábios. A serenidade de ver seu amigo divino invadia-lhe a alma em inefáveis júbilos. Largava-o na tentativa de traduzir a sua felicidade em estrelinhas e cambalhotas ao redor de seu companheiro. Se a dor ainda mostrasse resquícios exclamaria após a queda:

– Ai! Goro-nyah-nyah!! Tô com fome, Goro-nyah-nyah! Onde estamos? Tem lasanha aqui?

Grande sorriso destacava-se em sua face, jogando para longe as lembranças amargas da sua revolta, pois agora carecia fortalecer-se. E se estivesse na marinha, acompanharia os ensejos de Eresh reiterando veemente em uníssono o alistamento em confiante sorriso:

– Com licença, eu e o meu amigo queremos nos alistar à Marinha!




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Ganhos:
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Bônus:
Players: Ereshkigalsön|
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HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Aceleração
• Audição Aguçada
• Noção Exata do Tempo
• Olfato Aguçado
• Presas e Garras
• Visão Aguçada
• Zooglota

Desvantagens:
• Aparência Inumana
• Compulsão (Sorrir: Desde o incidente que marcou a sua vida, o sorriso passou a preencher o seu rosto, por trazer a sensação de estar junto de sua amada família)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o mais forte dentre os Minks)
• Fantasia (No cerne de seu coração, sente que irá desempenhar uma divina missão que transformará as conformações do mundo)





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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyTer 21 Fev 2017, 23:45

A ala hospitalar da ilha não ficava muito longe do QG da marinha, que observava com olhos astutos da cadeia montanhosa em que se alojava; alvo, cerúleo e imponente, o edifício parecia um sentinela em eterna vigília, e da janela do quarto em que estavam tanto o mink quanto o autoproclamado Deus reencarnado, a visão estonteante e majestosa (graças aos raios solares áureos que beijavam o vidro transparente e faziam a visão se tornar mais bela e agradável que o normal) poderia encantar os olhos da dupla de amigos.

Naturalmente, para manter a ordem, patrulhas eram executadas por toda a extensão da cidade e dos arredores, e embora não fosse comum a presença de marinheiros na ala hospitalar, um sargento qualquer estava presente no mesmo prédio em que estavam Ereshkigalsön e Felix, para visitar um amigo ferido em batalha contra um procurado. A porta que dava para o corretor era grande e estava aberta, os poucos sons de um hospital enchiam o quarto e os passos de coturno, pesados, rítmicos e uniformes, aos poucos faziam crescer o som constante que ia se apoderando dos corredores: era pesado, mas tênue, bruto e elegante.

O piso branco de porcelana, tão limpo e lustrado que refletia a imagem do que estava acima como um espelho faz, deu lugar às botas pretas e a cor branca clássica dos trajes da Marinha, e o Sargento foi visto tão rápido quanto desapareceu. Nem tiveram tempo o suficiente para chamar atenção do homem de cabelos pretos, com faixa verde e gravata da mesma cor, que desapareceu entre os seguintes quartos.

Foi na volta, quando já havia visitado o injuriado amigo, que tiveram tempo de cuspir suas palavras, uma vez que a pelagem cintilante de Felix chamou atenção dos olhos finos de Rodrigo Seixas, o sargento que tirara o dia de folga.

É sempre bom ver jovens dispostos a praticar a justiça e proteger os mais fracos. — Normalmente, tudo que Seixas faria é dizer que esses assuntos deveriam ser tratados no próprio QG, que não era assunto dele, mas encontrar novos irmãos de armas onde um dos seus poderia estar perto de partir, enchera seu coração duro de compaixão e inspiração; a janela se abriu com o vento forte, que fez as cortinas azul-ciano dançarem no ar e sua bandana verde-musgo ondular. — Assim que conseguirem se levantar, sigam para as montanhas, ao lado da cachoeira, e encontrarão a estrada que leva até o Quartel General, lá poderão se alistar. — Apesar da compaixão, não era o tipo de homem que os guiaria até lá ou os carregaria, apenas os daria o objetivo e deixaria que andassem com suas próprias pernas; se recusou a responder qualquer outra coisa e afogou as mãos nos bolsos da calça antes de sumir pelos corredores.

As atividades no QG estavam normais naquele dia, a fila de recrutas não estava tão grande e o caminho não representava desafio ou perigo, estava tudo nas mãos dos dois amigos que aspiravam a entrada na corporação o quanto antes.

Oi!:
 

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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyQua 22 Fev 2017, 07:47



~ Branco e Azul  ~

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 - Ei! FELIX! FUFU... PARÁ! FUFU.. PÕE-ME NO CHÃO!  FUFU... HI! HI! HI! - Mergulhado em gargalhadas divertidas, vermelho nas bochechas de tanto rir, o próprio pequeno Deus perguntava-se como era possível ter sido capturado nas terríveis garras da amizade. Conhecera aquele animal felpudo faziam poucas horas e mesmo assim, os escassos sentimentos de hostilidade que sentira por ele já não existiam há bastante tempo.

– Huwawa não me permitiu partir, meu amigo... Estou feliz que não tenha se machucado seriamente! – De pés firmes no chão, em plena liberdade de sua consciência e livre daquela tortura fofa, Ereshkigalsön permitia-se um largo e genuíno sorriso demonstrar. - Sim! - Estava contente. Parecia contente. Contudo, no fundo, duvida aos poucos que realmente teria sido Huwawa a ajudar Felix, ou se o próprio não fosse forte o suficiente para se ter salvo à si mesmo. Além disso, Felix tinha uma coisa que o incomodava. Era impossível permanecer sério e descontente quando estava ao seu lado. E por mais que achasse essa sua aura alegre uma dádiva, também a considerava uma maldição.

– Ai! Goro-nyah-nyah!! Tô com fome, Goro-nyah-nyah! Onde estamos? Tem lasanha aqui?

 - Como é possível?! Já estás com fome?! - Perguntava meio irónico e divertido.

  Não tardou muito tempo e um oficial da Marinha apareceu-lhes à frente. E apesar de numa primeira tentativa ambos tentarem perguntar ao homem sobre o processo de alistamento, acabaram por ser ignorados. Apenas em um segundo momento, quando o mesmo oficial fazia o caminho contrário, tanto Ereshkigalsön como Felix aproximaram-se de abrupto e fizeram a tão inusitada questão.

  O olhar com que havia sido observado pelo oficial, e a sua voz... Havia um sentimento caloroso em suas palavras, contudo uma certa tristeza em seu olhar. Conjurados à forte rajada de vento que abrira as janelas com brutalidade fizeram com que o garotito ganhasse algum interesse insustentado naquele desconhecido.

 Aproximando-se do amigo, perguntaria ansioso. - Então, já consegue se levantar? Se Sim, vamos até lá?! - Entoaria olhando para o horizonte pela janela aberta, deixando o seu olhar cair sobre onde estaria o Quartel General da Marinha. Se Felix concordasse, abriria um pequeno, porém, camuflado sorriso, pegaria nas suas coisas e caminharia, lado à lado do amigo, até onde havia sido apontada a direcção do Quartel General.

 Atravessaria os caminhos naturais feitos na vegetação da montanha, de olhos vidrados no futuro. Poderia sentir, à cada passo que dava, o seu objectivo cada vez mais perto. O seu peito palpitaria mais e mais à medida que se fossem aproximando do Quartel General. E em pensamentos, já se imaginava um oficial supremo, temível e respeitável. A verdade era que se esquecia, por vezes, que já não era quem julgava ter sido. Não passava de um pequeno garoto, com a força de um garoto, e uma determinação de ferro. O seu único diferencial era o seu espírito, a sua alma, que era a mesma do falecido deus.

 No instante em que por fim chegassem ao destino, aconchegar-se-ia do balcão, repousando seus braços cruzados sob o mesmo e erguendo o seu corpo, um gesto de todo infantil, para então afirmar convicto, determinado e inocentemente arrogante: - Viemos para nos tornar Marinheiros!  



 

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Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal antes do Time Skip;
  • Conseguir um Den Den Mushi;
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia e Costura;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Post foi pequeno e fraco, mas estivemos muito tempo sem postar Ç.Ç  Vamos lá! õ/ Post diário \õ/ xD

Pensamento - #990000
Fala - #FF9900
Thanks[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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Lancelot
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyQui 23 Fev 2017, 00:40

As cores do destino!

Para Felix, não há preço que pague ver o depositário de sua fé são e sorridente. Muito lhe satisfazia ver o sorriso do Deus-menino. Cada momento a seu lado era uma dádiva que lhe arrebatava o espírito, traduzido em júbilos e sorrisos. Os raios luminescentes do sol transcendiam a vidraça do quarto, iluminando com tons auspiciosos aqueles momentos de grande euforia e contentamento. Janela a fora, o deus-sol em seu carro coruscante irradiava a cidade, pintando-a das mais belas matizes e cores, que só a luz proporciona, tornando toda a atmosfera da ilha mais encantadora e agradável do que nunca. Seus olhos felinos podiam ver o portentoso edifício naval em toda a sua imponência, projetado com extremo zelo estratégico no ponto mais alto da ilha, munindo a marinha de uma amplitude visual privilegiada da ilha, tão mágica e encantadora em seus aspectos mais comezinhos. Nostálgico, a visão fazia-o memorar as histórias de seus marinheiros salvadores, que sempre o fizeram florescer em si a sede de aventura e justiça. O gato cerrava seus punhos de ansiedade enquanto permutava seu olhar entre Erê e o QG.

- Eu quero devorar o mundo e suas delícias!!! Nyaaahaa!

Sim... Embora uma resposta aparentemente inocente ao jovem deus, havia toda uma aura poética nisso tudo. A sua gula não era só por comida... Mais que isso, sua gana por tornar-se o Mink mais forte e mergulhar o mundo no batismo da justiça era algo profundamente marcante num garotinho de treze anos. Sonho de criança? Queria provar ao mundo que era muito mais do que isso. Para tanto, precisava antes de tudo tornar-se mais forte, transcender-se e superar-se, para que o gosto amargo da derrota ou o fel prematuro da morte não ceifem seus sonhos e ambições.

A Marinha seria o início, o marco zero de sua escalada ao poder. Não por acaso, um oficial andava por aqueles leitos fazendo-nos tomar-lhe de assalto em ansiosas sondagens à respeito do alistamento tão esperado por nós dois.

Um olhar diferenciado irradiava-se da íris dos olhos diminutos do sargento, penetrando-lhe a alma, não um olhar comum de alguém que admira a sua pelagem exótica, mas um olhar agudo e admirado, de quem consegue ver a determinação no espírito dos outros. A sua fala confirmava tudo, a janela abria-se pelos ventos da bonança abençoando-nos o ensejo de servir à justiça. Prestativo, orientava-nos o caminho mas saía emudecido pelos rumos de seu destino, deixando tudo em nossas mãos.

O felino fitava Ereshkigalsön mais uma vez, sorrindo como só ele o sabia, estendendo-lhe o polegar em sinal de positivo.

- Goro-nya-nyah!! Vamos logo! Lá deve ter comida!

Caminharia lado a lado à divindade, seguir-lhe-ia os passos na certeza que os céus os abençoariam. No instante em que pisassem no recinto, tomado de uma euforia infantil, apenas sorriria a todos, aquele grande e luminoso sorriso, que fazia-lhe sentir sua família junto de si, de olhos semicerrados de júbilo, deixando Erê falar pelos dois.




Histórico:
Post: 06
Ganhos:
Perdas: 2000 b$
Bônus:
Players: Ereshkigalsön|
NPC's: Ali Nosey

HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Aceleração
• Audição Aguçada
• Noção Exata do Tempo
• Olfato Aguçado
• Presas e Garras
• Visão Aguçada
• Zooglota

Desvantagens:
• Aparência Inumana
• Compulsão (Sorrir: Desde o incidente que marcou a sua vida, o sorriso passou a preencher o seu rosto, por trazer a sensação de estar junto de sua amada família)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o mais forte dentre os Minks)
• Fantasia (No cerne de seu coração, sente que irá desempenhar uma divina missão que transformará as conformações do mundo)





Perícias: Acrobacia | Furtividade | Luta de Rua
Ofício: -x-
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Extras: Fome "saciada" por Lasagna
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptySab 25 Fev 2017, 00:57

Sob áureos feixes efêmeros de luz, entre rochas marrons cujas formas e irregularidades davam espaço para centenas de figuras à espera da imaginação para surgir, a dupla subia; passo após passo pelo caminho belo e estonteante que os separava de seus ideais.

Não demorou para que chegassem à entrada do forte, que se postava inerte detrás de suas muralhas brancas, espessas como cordilheiras e altas como gigantescos colossos de concreto; lá estava, o início de suas jornadas: robusto, branco e azul, cuspindo batalhões de iniciantes e veteranos, dezenas de formiguinhas alvo-cerúleas que seguiam suas ordens e deveres, sobre caminhos de ladrilhos cinza e gramados verdejantes como Little Garden. Não tardou para que entrassem.

Vaum importuná o cuchilo de ôtro, sô! — Esmirradinho, encolhido num canto atrás do balcão, um carinha de menos de um metro e meio, com cara de velho e uma careca de tiozão de cinquenta e tantos anos; vestia o uniforme comum com uma pança saliente, e tinha olhos cansados e abatidos, como de quem foi pra gandaia e chegou virado pro trabalho. — Si ocês qué si alistá tem qui começa desdi já! — De cara fechada, o coroa raciocinou: "Quanto mais rápido esses caras sumirem da minha frente, mais rápido eu durmo mais". Nem mesmo um segundo se passou e todos os documentos já estavam sendo preenchidos. — Ocês vaum lavá os uniforme hoje, podem pegá lá nos vestiário aqui a esquerda du prediu principau! Vai, vai! — Enquanto falava, cuspia; sua companhia não era agradável.

O vestiário ficava à esquerda dali, por um caminho de pedras cinzas, era fácil encontrar. Lá, estavam todas as roupas, e num cômodo lá mesmo, os tanques de mármore e ardósia com torneiras para lavar as roupas.

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito   Ereshkigalsön - O Segredo por de trás do Mito - Página 3 EmptyDom 26 Fev 2017, 23:21



~ Um Deus não lava roupa suja!   ~

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H avia nevoeiro. Era dia e o sol resplandecia sob sua pele naturalmente pálida e seus cabelos naturalmente dourados aquecendo-lhe o corpo. Contudo, havia nevoeiro. Um nevoeiro perigoso, avermelhado, absorvendo à luz morna da grande estrela e apagando sua total presença.  Qualquer alegria ou ansiedade que pudesse ter sentido agora não passavam de um grande turbilhão de tormenta, pronta para naufragar qualquer embarcação.

- Thck! Seu Miserável! Como ousais falar tão desprezivelmente na minha presença! Devia era... Tchk! Que raiva! –

 Rangendo os dentes numa luta feroz para não explodir em represália às injúrias que julgava ter ouvido, ao menino escapar-lhe-iam pequenos murmúrios de ódio enquanto escreveria suas informações no pedaço de papel.  Seus dedos estrangulariam a caneta a medida que fosse escrevendo, o quão maldisposto havia ficado.

 Houvera aceitado sua posição de príncipe destronado e de Deus caído, porém, ainda não conseguia tolerar ser tratado como um insecto ou um infortúnio, muito menos por alguém de baixo calibre. Alguém que carregava o uniforme da Marinha machado de pudor e vergonha. Alguém que não cumpria com o seu dever.  E a gota d’água deu-se quando o verme miserável, parasita da sociedade ordenou-o à lavar roupas sujas. Aquilo era inadmissível! Não só suas veias da testa pulsariam hostis, como seus olhos estariam mais vividos e assustadores.

- COMO É QUE É SEU VERME?! SABES QUEM SOU EU?! –

  A voz da pequena criança divina encantadora transformar-se-ia na voz do próprio demónio. Superficialmente, todo o seu rosto demonstrava a sua vontade de massacrar com a vida daquele humano ignorante que não reconhece o Deus da Calamidade e da Fortuna em pessoa, mas lá no fundo, lutando contra suas vontades primitivas, desejava que alguém o impedisse antes que fosse tarde demais e fizesse algo terrível.

  Suas mãos tremeriam tentando alcançar o punhal das armas. Todo ele exaltava uma aura maligna, sedenta por ensinar boas maneiras àquele rececionista. No entanto, antes que fosse tarde demais e que as coisas se descontrolassem, se ninguém o parasse, juntaria uma réstia de autocontrole dando com ambas as mãos uma bofetada no próprio rosto, que provavelmente ficaria com as bochechas vermelhas e inchadas. – Esse velho me paga! – Pensaria prometendo uma vingança no futuro.

 Chutando três vezes o ar e enfiando bruscamente as mãos nos bolsos dos calções, claramente ainda chateado com o que acabara de acontecer, o menino-deus dirigir-se-ia para o local onde estaria a sua nojenta tarefa.

   Abriria ele a porta, esperando liderar aquela horrível afazer. – Ainda não posso acreditar nisso! Tchk! – Reclamaria baixinho.  O garotito ficaria ligeiramente surpreendido com a montanha de roupa, se fosse o caso, e com o cheiro que os devia ter recebido. O odor à mofo, suor e quem sabe até mesmo à sangue provocar-lhe-iam pequenos espasmos de náusea, não demorando muito para passar.

 Arregaçaria as mangas e abriria a torneira. Lançaria as roupas para dentro do tanque e procuraria o sabão. – Vamos lá, Felix! O Mais rápido terminarmos esta tarefa hedionda, mais rápido posso me vingar daquele velho maldito! – Encorajaria o amigo.  Molhada as roupas, esfregaria excessivamente e fortemente o sabão nas mesmas e as mesmas nas pedras. Era a sua primeira vez fazendo algo do tipo, por isso teria a certeza que ficaria bem feito. Seria a prova de que podia fazer tudo melhor do que simples e ordinários humanos. Após enxaguar, cheiraria a roupa. Se cheirava bem, estenderia a mesma num varal ou colocaria numa bacia para depois estender. Caso continuasse a cheirar mal, voltaria a tentar lavá-las como fizera da primeira vez.

 Quando terminado todo o processo, regressaria ao velho rabugento e gritaria para que todos ouvissem:


- EI! OFICIAL PREGUIÇA! JÁ TERMINAMOS!

 





__________________________________



Histórico:

Post: 12
Ganhos: 1 Adaga lvl1 | 1 Espada Japones (Katana) lvl1 |  30.000 $Berries
Perdas: -3.000 $Berries
Bónus:
Players: Félix |
NPC's: Sr. Ferreiro da Loja |

HP: 115/120
SP: 62/62

Vantagens:
• Adaptador
• Genialidade
• Visão Aguçada

Desvantagens:
• Fantasia (Reencarnação de Ereshigal, Deus da Calamidade e da Fortuna.)
• Devoção (Eliminar todos os que praticam maldades e tornar-se o ser mais forte entre os Homens/Fazer a calamidade reinar até que mais um ciclo se reinicie.)




Perícias: Forja | Intimidação | Luta de Rua
Ofício: -x-
Patente:
Extras: 2 Trabalhos Feitos (Post's 3 e 4) | Fome Saciada |

...

Objectivos:

  • Não relacionar com NPC's importantes;
  • Não aparecer no Jornal antes do Time Skip;
  • Conseguir um Den Den Mushi;
  • Forjar uma arma;
  • Aprender Acrobacia e Costura;
  • Treinar ambidestria;
  • Inscrever-me na Marinha;
  • Ir para Logue Town;
  • Matar algum fora da lei procurado;
  • Matar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ou [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.];
  • Conseguir uma arma de Fogo e uma Corrente;
  • Assinar ao Jornal Mensal;


OFF escreveu:
Então... Estou contando com o Felix pra impedir o Erê ^-^'' Ainda nem entrou na Marinha e já está causando problemas Ç.Ç Pega leve ae narrador xD E desculpe a demora! T.T

Pensamento - #990000
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[ ] Ganhar uma Meitou lvl 2; (ノ≧∀≦)ノ
[ ] Ter Ofício Ferreiro lvl 2; (╯✧∇✧)╯
[ ] Forjar uma Katana lvl 2; (ര̀ᴗര́)و ̑̑
[ ] Caçar 5 Recompensas;  ヾ(〃^∇^)ノ♪
[ ] Vencer o torneio de artes marciais 1x; (๑•̀ㅂ•́)و✧
[ ] Encontrar dois tesouros; (۶ꈨຶꎁꈨຶ )۶ʸᵉᵃʰᵎ
[ ] Viajar por todo South e West Blue; ೕ(⁍̴̀◊⁍̴́ฅ)

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