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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Hajime!

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MensagemAssunto: Hajime!   Hajime! EmptySex 25 Nov 2016, 15:40

Hajime!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mary Ann Sundays. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptyQua 30 Nov 2016, 22:56

O Zepelim já havia partido fazia algumas horas. Perto do helioporto - ou zeliporto? - Erick se encontrava de pé, olhos cerrados, cenho franzido. Desconfiado, o enorme homem olhava para todos os lados em busca do rosto de sua imperadora. Seu topete estava muito bem penteado, erguia de sua nuca e temporas como um arranha-céu, um monolíto de concreto impenetrável. Quem olhasse sua sombra antes de olhar para ele próprio, diria que o que projetava aquela ausência de luz era um cotonete gigante. Mas ele não ligava.

- Foda-se se me acharem um cotonete. - Cuspiria no chão, torcendo o lábio em desprezo. - Foda-se. - Continuaria a caminhar.

Em algum momento em sua caminhada, por causa do maravilhoso suco de maracuja que havia tomado no zepelim, sua bexiga imploraria pela liberdade. Com quase nenhum pingo de escrúpulos, abriria o ziper da calça ali, onde é que estivesse, traria a pequena marmota albina para a luz do dia e ali mijaria. Não era um tarado, como muitos poderiam pensar. Era só um homem que aprendeu a não ligar para o que as pessoas achavam dele. Um dom que em nossa realidade, só foi reservado aos cínicos gregos. Mas Erickson não era Diogenes, Erickson havia sido moldado pela personalidade única da Imperatriz, e é por isso que ele a ama. A ama por ter sido a pessoa que lhe mostrou que foda-se o mundo, você pode mijar onde quiser. Tá, ela não ensinou necessariamente isso, mas vocês pegaram a ideia... Vamos voltar ao fatos.

Após a cachoeira de dejetos, fecharia a calça e começaria a caminhar de novo, dessa vez pensando em voz alta através de cochichos consigo mesmo. - Onde Mary-sama deve estar? Se eu fosse ela, para onde eu iria? - Em sua mente, imaginaria-se com roupas de uma honrável princesa: um enorme vestido vermelho e um cetro. Com o cetro batia em um ser humano aleatório, exigindo que ele fizesse coisas. - Ela gostava de escravos! Eh, quer dizer, criados! Ela deve estar comprando alguns... Mas onde eles vendem isso aqui? - Terminaria de cochichar, percebendo o quão ridículo aquilo era. Mas mesmo assim não pararia de ir atrás da resposta para sua pergunta.

- Oi, você viu uma Imperatriz comprando escravos por aqui? - Perguntaria para a primeira pessoa que veria na rua, e então para a segunda, para terceira e para quantas fossem necessárias, até que uma resposta lhe fosse dada. A abordagem seria simples, pousaria a mão direito no ombro da vitima, lançaria um largo e assombroso sorriso, ergueria uma das sobrancelhas e com uma voz galante faria a pergunta. Toda a expressão facial bizarra e forçada denotaria a falta de habilidade simpática de Erick, que se achava um nobre cavaleiro em busca da princesa perdida. Mas ele pouco se importava.

Caso as perguntas não dessem certo, partiria para o mais simples: - IMPERATRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIZ MARYYYYYYYYY-SAMAAAAAAAAAA! CADÊ VOCÊ? MARY-SAMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! - Gritaria, fazendo uma concha com ambas as mãos em volta da boca.

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptyQui 01 Dez 2016, 13:29


   






Em busca de bons servos.



Recém-chegada na ilha, Mary Ann estaria completamente perdida.

Embora que, em seu semblante, não fosse possível perceber isto. Ela mantinha um olhar altivo, e uma feição que poderia ser muito bem uma ''pokerface'', pois nenhum sentimento transparecia dela. Com a mão na cintura e os olhos apertados apenas o suficiente para que parecesse um olhar que era algo entre ''confuso'' e ''sensual'', mais sensual do que confuso, ela observaria a ilha ao seu redor.

Caminharia através da cidade com passos lentos, e na direção do centro da cidade. Seus passos não eram passos quaisquer: Sua postura era perfeita, a posição em que seus pés se moveriam seria sempre assertiva, e seus braços, ao invés de ficarem desajeitados, balançariam com pouca amplitude acompanhando o movimento do corpo de forma graciosa.

As pessoas que observassem ela de longe, talvez nem perceberiam que ela estaria completamente encharcada devido a ter sido lançada para fora de um navio em alto mar em que ela entrou escondida. A grande verdade é que ela nem sabia em que ilha estava.

Pararia por um instante e ajeitaria a coroa entre as mãos.

'' Bem, a primeira coisa que uma imperadora precisa é de uma arma que a diferencie dos seus servos. Além disso, eu também precisarei de bons servos. Que tipo de ilha deve ser este?''

Voltando a caminhar, ela procuraria alguma loja de armas. Ao chegar na loja, ela abriria a porta com um chute - pois não iria querer tocar na maçaneta em que os seus escravos sujos encostavam -, e, caso não conseguisse com os três primeiros chutes, faria uma cara de nojo e abriria a maçaneta com um lenço.

- Olá, verme infeliz. - Diria enquanto entraria na loja. Ao entrar na loja, andaria até a bancada ainda com a postura perfeita, e poria as duas mãos sobre ela, como se estivesse dando alguma ordem. - Eu gostaria de informações sobre a sua ilha e do seu melhor chicote. Como recompensa, eu irei te dar no máximo alguns dos belies que tenho na minha fortuna.

No fundo, ela sabia que não possuía fortuna nenhuma além dos seus cinquenta mil belies. Mas disfarçaria aquele fato. Poria os cinquenta mil belies em cima da mesa, e esperaria informações sobre a ilha e seu chicote. Assim que recebesse o chicote, independentemente do quão bom o chicote fosse, diria enquanto o avaliaria:

- Bem, vocês dessa ilha tem material de péssima qualidade. Me dê o meu troco. - Diria, como se subestimasse o chicote, mas a verdade é que ela não tinha dinheiro e precisaria muito do troco.

Assim que estivesse com o chicote em mãos, sairia na rua e procuraria alguém com aparência forte, e, sem mais nem menos, daria uma chicotada nele.

- Bom, como você já deve saber... Eu sou a imperadora Mary Ann, Primeira da Dinastia Sundays, e você agora deve me obedecer.




Citação :

Objetivos: Uma luta divertida, aprender a perícia Luta de Rua... Acho que só.
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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptyQui 01 Dez 2016, 18:40

~~ Mary Ann Sundays ~~

Mary caminha pelas ruas de Karate Island, de uma forma bem diferente das outras pessoas, quase como uma bela dançarina em um importante show, chamando a atenção das pessoas que à observam de suas casas. É uma bela manhã, o sol acaba de nascer, o clima é bastante agradável, não estando nem quente e nem frio, mas com algumas leves pancadas de vento. A jovem logo percebe que a cidade tem um estilo meio rural, havendo uma grande presença do verde nos arredores, presente tanto nos gramados que dividem as casas, quanto nos jardins, que quase todas casas possuem.

O cantarolar dos pássaros, o ar puro da natureza, belíssimas flores de diferentes tipos, são algumas coisas que surgem no caminho de Mary Ann. Parece ser uma cidade pacífica, poucas pessoas são vistas pelas ruas, e ao chegar mais no centro, percebe que alguns jovens atléticos estão se dirigindo todos para o mesmo lugar, porém, a atenção da divindade é desviada para uma loja de armas, ou algo que se assemelha a uma, pois, apesar de não ter uma placa e nem nada que indique ser, é possível ver por uma janela algumas armas em seu interior.

Mary adentra no estabelecimento, que é muito bem organizado, todo limpo e ventilado, tendo estandes cheias de armas dos mais variados tipos. Uma garota da mesma idade de Mary, é quem está atendendo, logo atrás de um balcão. Ela tem um longo e liso cabelo ruivo, cheia de sardas no rosto e uma face jovial, é magra, olhos azuis como um lago, e veste um simples vestido rosa florido.

- Uma cliente?

É o que ela diz, em voz baixa e consigo mesma, surpresa, como se estivesse vendo um fantasma.

- Olá, verme infeliz.

Mary já inicia o dialogo com toda a sua gentileza e graciosidade padrão, enquanto coloca ambas as mãos acima do balcão.

- Oi?

A atendente parece não entender muito bem o porquê do insulto repentino. Eis que Mary faz o seu pedido, um chicote e informações, obviamente de uma forma magistral, assim como tudo o que faz. - Certo! - Responde a moça, mexendo nas gavetas abaixo do balcão, de onde retira um chicote, entregando nas mãos da chicoteadora. - Aqui está.

Enquanto Mary avalia o chicote, que por sinal é bem simples, mas surpreendentemente limpo, tendo um metro e cinquenta centímetros de comprimento, a garota vai passando as informações requisitadas.

- Estamos em Karate Island, uma tranquila ilha bem no centro do South Blue. É uma ilha bem conhecida por ser residência de muitos lutadores fortes, que treinam nos três dojo que você encontra aqui perto. E como a maioria das pessoas por aqui lutam com os punhos ou os pés, eu raramente recebo clientes querendo comprar armas... Herdei esta loja do meu avô, mas não sei o que fazer, estou falindo.

A moça dá um longo suspiro, mostrando um desanimo total. Terminada a checagem do chicote, a chicoteadora requisita o seu troco, criticando o chicote. A atendente dá os vinte mil belies de troco, enquanto se desculpa abaixando a cabeça.

Com a compra efetuada, Mary sai da loja, e nesse instante, já avista um homem bem forte e musculoso caminhando tranquilamente pela rua, e do nada, a garota dá uma chicotada nas costas do indivíduo, falando de uma maneira autoritária.

- Bom, como você já deve saber... Eu sou a imperadora Mary Ann, Primeira da Dinastia Sundays, e você agora deve me obedecer.

O homem, que está sem camisa, fica com uma visível marca vermelha nas costas, este logo se vira, claramente aborrecido.

- MAS O QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO GAROTA?!?!?

Exclama ele, bem irritado. Ele tem um bigode bem grosso, é careca, tem a tatuagem de um tigre brigando com um dragão em seu peitoral, veste uma calça branca simples, um par de botas pretas e uma faixa preta na cintura. Nota-se também a cicatriz de um corte em sua cabeça.

- Sundays??? Eu nunca ouvi fa...

A fala do homem é interrompida, por uma outra voz masculina, que exclama bem alto, vindo aparentemente de alguém que está procurando por Mary.

- IMPERATRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIZ MARYYYYYYYYY-SAMAAAAAAAAAA! CADÊ VOCÊ? MARY-SAMAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! -

Ao olhar bem, Mary vê um homem bem grande e forte logo adiante, aproximando-se, com um topete bastante chamativo, muito bem aparado, além de um rosto sutilmente familiar.

Homem Furioso:
 

Chicote:
 

~~ Erickson Von Erbach ~~

Erick está perambulando pelas tranquilas ruas de Karate Island, o sol acaba de nascer, o clima está agradável, nem quente e nem frio, com leves pancadas de vento. O grande homem encontra-se próximo de um lago, que consegue ver ao olhar para a esquerda. Seguindo com sua caminhada, imagina como as pessoas devem vê-lo, mas simplesmente liga o "foda-se" para isso, cuspindo no chão, afinal, não liga para a opinião de ninguém, exceto a de Mary, sua amada imperatriz.

Eventualmente Erick sente vontade de fazer xixi, então resolve fazer ali mesmo, no gramado ao seu lado, sem se importar com a opinião pública, embora, para a sua sorte, não tenha ninguém observando-o. Terminado, Erick fecha o zíper da calça e segue viagem, buscando por Mary, mas até agora nenhum sinal dela, até pensa em perguntar para alguma pessoa, mas não vê ninguém até então, fato que muda poucos instantes depois, ao avistar um rapaz jovem, loiro, com cabelo liso, e pele clara. Ele está sentado na frente de uma casa, olhando para o chão, encolhido, como se estivesse chateado com algo.

- Oi, você viu uma Imperatriz comprando escravos por aqui? -

Pergunta Erick, chamando a atenção do rapaz, que se levanta, assustado com o tamanho do boxeador, já que o jovem é trinta centímetros menor e bem mais magro.

- D-Desculpa! Eu não conheço nenhuma imperatriz!

Responde ele, preocupado com alguma coisa.

- Se é uma estrangeira, deve estar em algum canto do centro, ao oeste.

Uma outra voz masculina surge, vinda de traz, mas quando Erick se vira, não vê ninguém, como se o dono da voz tivesse simplesmente desaparecido, sem deixar um rastro sequer, assim como em um passe de mágica. Apesar de não conseguir uma resposta concreta, Erickson segue pelas ruas, rumo ao centro da cidade, e o rapaz loiro fica bem mais tranquilo, ao notar que não está mais em risco de apanhar de um valentão. Como durante o trajeto, o fiel servo de Mary não vê mais ninguém para pedir informações, este começa à gritar bem alto pelo nome da imperatriz. Até que, olhando bem adiante, vê Mary Ann Sundays, vestida quase como imaginou, mas com um chicote em mãos, ao invés de um bastão.

Entretanto, ela não está sozinha, na presença dela há um grande homem bem musculoso, careca e sem camisa, que parece estar muito aborrecido com a garota, ou até mais do que isso, dá para ver em sua face a vontade de agredir Mary, ou talvez ele apenas não tenha uma cara lá tão simpática.

Homem:
 

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptySex 02 Dez 2016, 14:28

- MARY ANN-SAMAAAAAAAAAA! -  Dava mais um grito, as veias saltavam em seu pescoço. Quando seu clamor encontrou o fim, viu o mundo à sua frente passar mais devagar. Não muito longe dali estava ela, trajada de vermelho e ostentando um hidratado cabelo, a mulher pelo qual Erick havia devotado a vida. - Mary An-- As palavras não saiam mais, era ela. Seus olhos marejaram, porém ele engoliu o choro. "Finalmente!" Um sorriso aparecia em seu rosto paralelepipedal. Ver ela ali fazia com que Erick se lembrasse um pouco de casa, um sentimento nostálgico estranho que lhe dava um nó na garganta.


Mas espera. "Quem é aquele idiota lá?" Perguntou-se, fechando o rosto em uma expressão desconfiada, o cenho franziu-se. Um homem que parecia um joelho de bigode erguia-se como uma parede de músculos de frente para a imperatriz. Em sua face se via esculpida a  carranca do ódio, e aquele ódio era provavelmente direcionado à garota nobre, já que ele a encarava.


Não posso deixar isso acontecer… - Comentaria para si mesmo, colocando ambas as mãos no bolso e avançando na direção dos dois. Os passos seriam largos e pesados, até por que como guarda costas de uma monarca ele deveria manter um ar de durão. “Será que ela vai se lembrar de mim? Será que sou estou bem arrumado? Será que vou conseguir defender ela?” Sua mente explodia em milhões de perguntas e a insegurança lhe fazia tremer as pernas.


Ao chegar próximo dos dois, Erickson cuspiria no chão, o mais próximo possível do pé do careca e então diria em alto e bom som. - Quem você pensa que é para olhar dessa maneira para a herdeira do trono de Fogoa? Hein? Ta querendo morrer? - Se colocaria entre o homem e Mary, encarando-o de cima, caso ele fosse mais baixo. Seus lábios estariam fazendo um biquinho e seu olhar seria como o de um detetizador ao olhar para uma barata: desprezo puro. - Deixe ele comigo, Ann-Sama! - Olharia para trás, por cima do ombro, dando um largo sorriso e erguendo a mão direita em um sinal de joinha. O suor frio escorreria sob a têmpora.


- Eu sou Erickson Von Erbach! Lembra de mim, Mary-sama? Quando costumava andar em minhas costas? É, eu sei que você lembra. Então, eu vim para me tornar seu guerreiro leal, espero que você me acei-- Lembraria então do careca, voltando seu olhar para frente. - Só um pouco, mi laide. A senhora é tão reluzente que acabou ofuscando o cara de joelho aqui… - Aproximaria seu rosto do dele, encarando-o direto nos olhos. - Você realmente ta querendo morrer, não é? Vai, chispa logo daqui antes que eu te vire do avesso! - E não atacaria. “Tenho que provar que minha presença é o necessário para espantar os problemas da vida da imperatriz… Espero que ela esteja prestando atenção...“ E sob o som das rápidas batidas de seu coração ele esperaria que a situação terminasse com o triunfo de sua presença sobre o calvo tatuado.

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptySex 02 Dez 2016, 15:36


Um péssimo dia começava com maço e coldres vazios. "Argh... pelo menos ainda tenho algum dinheiro." - a atiradora não se recordava exatamente quando havia se permitido perder a arma ou quando fumara seu último cigarro, entretanto a combinação destas duas privações resultavam na fórmula perfeita para esmigalhar o bom humor da moça. Calculava com pesar os cinquenta mil berries que ainda lhe restavam, proveniente de sabe-se lá onde, e se esforçava para estimar se seria suficiente para suprir suas necessidades, e se talvez ainda sobraria para tomar um porre no final do dia (o que também não deixava de ser uma necessidade).

Respirando fundo, a jovem buscava não se abater muito e andaria pelas ruas em busca de algum estabelecimento que lhe oferecesse tais produtos essenciais. Assim que sua busca lhe rendesse frutos, adentraria na loja de armas descontraidamente, ajeitando o chapéu e se dirigindo bruscamente ao balcão.

- Ei! Traz aí a sua melhor arma, digo... ou o que der pra pagar com isso. - e mostraria alguma parte qualquer de seu dinheiro, sem exibir todos os cinquenta mil. - E se tiver uns cigarros aí também, de preferência algum charuto, sabe?

Assim que tivesse em mãos os produtos desejados, repentinamente seu bom senso retornaria. "O que eu estou fazendo? Eu estou comprando... e realizando uma transição devidamente honesta, limpa e justa?" Era difícil de se lembar de quando foi a última vez que comprou algo assim, exceto em bares e tavernas, que lhe parecia natural pagar por uma bebida... mas armas?

- Ah... obrigada, eu acho que vou levar. - sua compulsão em furtar se manifestava de tal forma que era quase impossível esconder o que tinha em mente. Rapidamente ela encheria a mão com tudo que estivesse ao seu dispor, seja a arma, munição ou até os cigarros, e partiria imediatamente, correndo como se não houvesse amanhã. - A gente se vê por aí! - e ria, sem se preocupar em ser discreta ou qualquer outra coisa.

Sua fuga duraria até que não estivesse mais sendo perseguida, se é que o fariam, e para tal buscaria se enfiar em becos e ruas, saltando sobre obstáculos e afins. Seu desejo de roubar é tanto, que somente avaliaria seus ganhos ao fim de tudo, e não era impossível que tivesse roubado somente a munição, talvez ter esquecido os cigarros, ou no final das contas ter roubado a campainha de balcão que chama o atendente. De qualquer forma, um roubo bem sucedido, sempre é um bom roubo.

Não é tão difícil assim ser Jasmine Skylab, pois seus objetivos são bastante simples: fama, riqueza e poder. E ainda por cima nunca foi muito de traçar planos ou trajetórias para que os atingisse, simplesmente os tinha em mente e fazia o que gostava despreocupadamente. Por conta disso, andaria sem um rumo definido pelas ruas em busca de algo que julgasse interessante, tendo ao menos um de suas necessidades vitais atendidas, como armas, nicotina e roubos, já seria satisfatório.
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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptyDom 04 Dez 2016, 16:55


   






Apenas bons servos.



- Quem você pensa que é para olhar dessa maneira para a herdeira do trono de Fogoa? Hein? Ta querendo morrer?

Um estranho cotonete em forma humana aparecia em sua frente, e resolvia se envolver em uma briga com o seu mais novo escravo. Ao assistir aquilo, a sua primeira reação era uma leve variação no seu olhar. Por um instante, quando ele a reconheceu como herdeira do trono de Fogoa, pôde se ver um cintilar em seu olhar, como se, por mais que ela saísse por aí dizendo que era dona do mundo inteiro e que todos provavelmente já a conheciam, ela não realmente acreditasse isso no fundo, e alguém reconhecê-la significasse muito. Mas, logo após isto, como se disfarçasse, ela franziu o cenho e encarou ele com desprezo.

- Eu sou Erickson Von Erbach! Lembra de mim, Mary-sama? Quando costumava andar em minhas costas? É, eu sei que você lembra. Então, eu vim para me tornar seu guerreiro leal, espero que você me acei - Enquanto ele falava, ela começava a revirar os olhos em tédio. - Só um pouco, mi laide. A senhora é tão reluzente que acabou ofuscando o cara de joelho aqui… - Ela começava a se sentar com as pernas dobradas em ''borboleta'', apoiando o cotovelo sobre a coxa e apoiando o queixo na mão, com uma clara expressão de tédio.  - Você realmente ta querendo morrer, não é? Vai, chispa logo daqui antes que eu te vire do avesso!

Completamente entediada, ela começaria a assistir os dois se encarando.

- Vamos logo, preguiçoso. Mostre a sua força de uma vez, e prove que pode ser um dos meus servos mais próximos... - Falaria ela com uma cara de impaciência, e, ao mesmo tempo, indiferença. - Dê logo uma lição  nessa vassoura grisalha, e vamos logo me acompanhar até os próximos escravos. - Diria, torcendo claramente para aquele que não era Erickson.





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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptyQui 08 Dez 2016, 16:12

Nas ruas de Caratê Island, a manhã havia raiado, assim como as desaventuras de Mary Ann. O dia mal havia começado, e ela já estava enroscada em uma briga. Após tentar escalar um homem, este enfureceu-se; uma ação normal, porém bem brutal. A imperatriz estava frente a frente com o homem musculoso, sem medo ou hesitação, apenas desprezo puro no rosto. O desconhecido começou a andar até a mulher, os punhos cerrados, quando surgiu uma terceira figura para a peça: Erickson Von Erbach aparecia, chamando por sua mestra. Declarando sua total lealdade a Mary Ann, sem pensar duas vezes, a única resposta que ele recebe é a ordem de Miss Sundays, e um urro enfurecido do musculoso:

Idiotas! Vou mostrar-lhes a real força do aprendiz do grande Xin Yang!

Então, sem aviso prévio, sem sequer dar uma chance a Erickson de reagir, o homem pulou sobre ele, executando um "tackle" com uma força assombrosa, derrubando o fã da imperatriz. Suas costas bateram no chão de terra da cidade, tirando o ar de seus pulmões. Os músculos rígidos do adepto às artes marciais agarravam-no com força, imobilizando-o.

Porém, de repente, esta força e vigor desapareceram. Os músculos amoleceram-se, o rosto do homem, repleto de fúria, ficou isento de quaisquer emoções. Sua cabeça tombou sobre a testa de Erickson, e este pôde sair de baixo de seu agressor. Erguendo-se novamente, Von Erbach olhou para Mary Ann, admirativo com sua ídola, mas a imperatriz havia sido a única a ter reparado em  algo suspeito.

Um dardo, contendo um pequeno frasco verde flúor acoplado, estava fixado na carne das costas do senhor. Entre as costelas, o tiro havia sido extremamente preciso, mirando alguma parte crucial do corpo. Mas Miss Sundays não saberia, ela não conhece nada de medicina. Instintivamente, quando viu o projétil veloz furando a pele, Mary Ann virou-se para ver de onde vinha, e percebeu apenas um vulto desaparecendo na esquina.

Mas aquela ação não havia sido sem consequências. A população em volta, vendo um aprendiz de Xin Yang tombando, talvez estando morto, começou a entrar em pânico. Civis gritavam por ajuda, clamando assassinato pelas mãos de Erickson ou da imperatriz. Uma confusão era gerada nas ruas, rodando em volta da dupla.




Jasmine acabara de chegar na ilha de Karatê Island, sem arma, sem munição, e apenas com uma pequena quantidade de dinheiro em bolso. Ela precisava de uma pistola, e de cigarros. O básico para a sobrevivência, itens sem os quais ela não poderia viver normalmente. A aprendiz do grande xerife Eagle então se dirigiu até a loja de armas, onde planejava conseguir tudo aquilo.

Chegando ao balcão, Skylab pediu pelos seus itens vitais; o vendedor deixou tudo em cima do balcão, pedindo 50 mil berries de pagamento. Mas uma pulsão incontrolável a compelia de pegar os itens sem pagar. Não estava acostumada a ser honesta, e nem conseguia. Pegando com um braço tudo que podia, ela roubou tudo que pôde segurar. Porém, na pressa, as balas caíram, além de uma parte dos cigarros. Se ela contasse mais pra frente, Jasmine perceberia que ela só tem as seis balas na própria pistola, cinco cigarros, e a arma em si.

Ela correu com tudo em mãos, abrindo a porta com força, sob gritos de "Ladrão! Ladrão!" Um homem, de kimono laranja, vendo a cena, começou a correr atrás de Jasmine, os punhos cerrados; ladrões, pelo jeito, não seriam tolerados por ele. Durante a fuga da ladra, ela esbarrou com um homem encapuzado, com uma máscara steampunk cobrindo o rosto. Ele segurava uma besta, carregada com dardos com o mesmo líquido verde que Mary Ann havia visto.

Mas ambos continuaram suas respectivas fugas, seguindo seus caminhos. Jasmine correu, passando por becos e obstáculos, até chegar na confusão causada por Mary Ann e Erickson, com o musculoso. O homem de kimono continuava sua perseguição, se perdendo na multidão em caos. Ele procurava por seu alvo, a feição furiosa, o rosto virando de um lado para o outro. Isto é, até ele encontrar o corpo do aprendiz de Xin Yang. Ele soltou um suspiro de susto, e medo, e correu até o homem caído. Ele se lamuriava, em tristeza, e se virou para a dupla que olhava, embasbacados, para a cena.

Jasmine descansava da corrida, arfando, e, durante a parada, ela percebeu que um papel havia colado em sua roupa. Ao olhar, ela poderia perceber que é uma lista de nomes dos mais diversos, alguns com cruzes vermelhas ao lado:

Citação :
Maurice Crooker X

Rocker Jones X

Liun Yang X

Raiki

Korra

Bunko

Alphonse

Xin Yang (alvo alfa)



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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptySex 09 Dez 2016, 12:03

- Va-vassoura grisalha? - Murmurou Erick, enquanto o careca derrubava-o no chão. Seus olhos estavam arregalados, os lábios fechados em uma expressão dura e o mundo parecia mover-se lentamente, só conseguia pensar sobre as palavras de sua monarca. Sentiu o corpo bater contra o chão. Tentou respirar mas não havia ar em seu pulmão, gotículas de lágrimas escaparam do canto de seus olhos.

A tristeza, rápida como uma serpente, materializou-se a partir de seu espirito e apertou-lhe o coração. O homem que antes havia lhe agarrado desfaleceu de maneira misteriosa, o que fez com que ficasse fácil para Erick se desfazer de seus músculos e de sua carequisse. Colocou-se de pé, respirou fundo, olhou para ela com seus olhos envoltos de lágrimas e disse em um tom alto, com a voz esganiçada: - Eu nunca imaginei que faria isso na minha vida... - Fecharia os olhos, fungando o nariz. Uma lágrima escorreria sobre a bochecha direita. - MAS EU RAPAREI O CABELO SE ISSO TE DEIXAR FELIZ! - Com as pálpebras pesadas e vermelhas ele olhou em volta, percebendo então o pandemônio que se instalava sob as pessoas que os circundavam.

Seus olhos iriam para o chão, onde o calvíssimo caído provelmente estaria. - Ah... Eh... Eu até queria matar esse cara, mas não fui eu não hein! Eu juro... hehe - Diria às pessoas em sua volta, colocando ambas as mãos abertas na frente do peito, dando um sorriso que só mostraria os dentes de cima e cerrando o olhar. O suor frio atravessaria a lateral de seu rosto, pairando um tempo sobre o queixo e depois pingando. Daria alguns passos na direção da Imperatriz, para então colocar seu rosto próximo de seu ombro e cochichar-lhe ao pé de seu ouvido: - Para não sermos ASSASSINADOS acho melhor a gente sair daqui milaide... - Sua voz grossa daria um tom sério à sua fala.

Viraria de costas para ela, agacharia e então apontaria para suas costas com o dedão direito. - Suba, Imperatriz-sama! Esse povo ta ficando muito puto, e eu duvido que eu conseguiria vencer todo mundo! - Exclamaria com sinceridade, enquanto enrijeceria os músculos da perna. Caso a jovem subisse em suas costas, Erickson seguraria ambos os tornozelos de Mary com as mãos, impulsionando o corpo adiante e utilizando as pernas como alavanca para se por de pé. Quando não estivesse mais agachado, inclinaria sua cabeça para frente, com um touro preste a chifrar alguém e então iniciaria uma corrida, esperando se livrar daquela aglomeração de pessoas que se formavam em volta dos dois nativos de Fogoa. Se alguém se colocasse no caminho de Erickson, sua mão direita fecharia em punho e um soco vertical, de cima para baixo, avançaria em direção do queixo dessa pessoa. Porém utilizaria do que tinha de agilidade corporal para desviar das pessoas, seja avançando por entre espaços vazios que se formavam entre um corpo e outro, ou empurrando as pessoas com o antebraço na horizontal ou com o próprio peito.

A corrida não pararia quando Erickson se vesse livre do turbilhão de civis putamente emocionados. Continuaria fugindo, virando em esquinas e esgueirando-se por vielas. Quando estivesse em um local que aparentasse ser mais calmo, com pouca movimentação humana, Erickson agacharia novamente, ofegante, permitindo que a Mary pudesse pousar no chão sem maiores problemas. - Co-con-conseguimos! - Lançaria um sorriso torto, denotando seu cansaço. -Mary Ann-Sama, a senhora sabe onde tem um cabeleireiro aqui por perto? O meu cabelo é lindo de perfeito, eu sei disso, mas se não agrada a senhora não há motivos para eu tê-lo! - Faria um sinal de continência com a mão direita, demonstrando toda sua lealdade à Mary Ann.

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MensagemAssunto: Re: Hajime!   Hajime! EmptySex 09 Dez 2016, 15:59


A fuga era tão bem sucedida quanto o roubo, o que causava uma satisfação indescritível à jovem cleptomaníaca. Seu saldo final até que era agradável: a arma, alguns cigarros e meia dúzia de balas. "Seis balas... com isso dá pra criar umas vinte vítimas." - convencia-se, extasiada pelo furto que lhe provocava uma sensação de poder. Ainda faltava um isqueiro, mas nada que outra pequena ação lhe garantisse isso. Examinava distraidamente sua nova pistola, que apesar da qualidade não ser nada excepcional, ainda seria mais do que o suficiente.

Sua distração lhe rendeu um esbarrão em um sujeito aleatório, e embora sussurrasse algum insulto qualquer, estava bem humorada por conseguir uma arma e alguns cigarros. Guardava-os bem e percebia que o lutador que a perseguia agora estava curvado sobre um homem aparentemente morto, ao lado de um casal esquisito. "Heh, dei sorte pelo visto... isso vai distrair ele." e decidia por deixar o local rapidamente, entretanto notou que algo estava preso em suas roupas.

O conteúdo do papel não lhe dizia muita coisa. Apertava os olhos para tentar descobrir do que se tratava. "Meh, parece uma lista de compras." - o esperado seria que a atiradora jogasse aquilo no chão, desinteressadamente, no entanto sua curiosidade a forçava a examinar um pouco melhor e concluir que não eram pratos estranhos, e sim nomes. Era uma lista, é claro, o que não tornava o conteúdo mais interessante do que antes, no entanto a jovem não se contentava em não compreender exatamente o que era, sua natureza curiosa falava mais alto.

As últimas palavras lidas chamavam sua atenção: "alvo alfa" e em seguida abria um sorriso, satisfeita por desvendar o mistério. "É claro! É uma lista de... procurados, talvez? Se são alvos, talvez possam me render um bom dinheiro, caso alguém esteja pagando por eles." - sentia-se animada com a possibilidade, fazia muito tempo que não juntava uma boa grana, e a oportunidade era perfeita. Embora todos os inconvenientes implícitos nessa busca não passassem de um detalhe para Jasmine.

Olhava em volta ansiosamente tentando decidir seu primeiro passo. Ao que parecia, um assassinato havia acabado de ser cometido e os dois estranhos se retiravam rapidamente, o que automaticamente os tornava suspeitos em potenciais. Sabendo disso, Skylab resolveu seguir o caminho deles, apesar da revolta generalizada dos cidadãos, esperava que isso não a atrapalhasse. Caso os moradores corressem atrás da dupla de assassinos, Jasmine buscaria não perder o ritmo e tentaria trilhar o mesmo trajeto, mas sempre usando espaços ou caminhos menos cheios. De qualquer forma, faria o possível para não perder o grandalhão de vista, o que não seria muito difícil, e o seguiria tentando não ser notada. Esgueiraria-se pelas paredes e afins, até que julgasse conveniente falar com eles.

- Ei! Eu vi o que vocês dois fizeram lá atrás. - abordaria-os sem perder tempo, gesticulando com o dedão por cima do ombro indicando o local do assassinato. - Já quero adiantar que não dou a mínima pro careca lá, e o que vocês fazem é problema de vocês. Eu só quero saber se vocês saberiam me dizer se conhecem alguém dessa lista. - e então estenderia o braço, segurando o papel pela ponta virado para o rosto de quem estivesse mais próximo. Por fim aguardaria por possíveis instruções, para poder procurar por um dos alvos.
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