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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1: Viva la Revolution!!!

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MensagemAssunto: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyDom 30 Out 2016, 16:52

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1: Viva la Revolution!!!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Joe Melbrak. A qual não possui narrador definido.


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Dante
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyQua 05 Abr 2017, 20:07

The moment to fight...

Aquele era o meu sonho sendo realizado, afinal, eu estava na minha primeira missão! A cada passo que eu dava em direção ao meu destino eu me sentia mais e mais empolgado, mas não deixava isso transparecer muito. Não queria parecer ridículo de tão emocionado que eu poderia estar. Haha. Entretanto meus dedos trêmulos também apontavam certo nervosismo sobre o mistério que poderíamos estar enfrentando, algo normal, o mistério me assombra às vezes, mas eu fui treinado os últimos dez anos para enfrentar coisas assim. “Será que eu posso mesmo confiar no meu parceiro?” Quer dizer, eu não o conheço há muito tempo, será que vou poder apostar minha vida em situações de risco? Quero poder contar com alguém para olhar pelas minhas costas, e ainda poderia encontrar alguém para apunha-la... Inseguro, sim, não me sentia assim fazia tempos. Mas no campo de batalha vou ter que andar com pessoas em que eu realmente confio, mas vou dar uma chance ao garoto, afinal eu mal o conheço. E o fato do nome dele começar com “J” também da a ele alguns pontos comigo, haha.

O fato de o local ser deserto realmente me incomodava, era um lugar suspeito, e ótimo para esconder coisas e cometer crimes. Se eu fosse um fora-da-lei novamente escolheria um lugar como esse sem sombra de dúvidas, e a falta de informação sobre a missão me deixava bastante curioso e alerta. A dúvida agora se tornara parte de minha pessoa, eu estava um pouco confuso. Esperava alguma palavra do jovem Joe, se assim eu ouvisse – Percebeu que por aqui parece que não existe pessoas, sentiu esse vazio também? - O que poderia ser estranho em uma loja de carnes? Será que eles usam carne humana como mercadoria? Hehehe não isso seria macabro demais, só uma pegadinha da minha própria mente. “Mas nada impossível...” Reluto, inseguro. Virar-me-ia na direção de Joe com o corpo ereto revelando uma posição solene e encorajadora, e fixando meu olhar em seu rosto o responderia em um tom de voz grave e seco, revelando assim certa insegurança da minha parte – Sim, esse lugar está bem estranho... – E o velho que surgia não me agradava muito, era o único que meus olhos viam fora Joe nesse local totalmente abandonado. Eu deixaria o garoto falar, minha intenção aqui é unicamente ser frio com o velho “Peter”. Eu não confio nele, e nem tenho motivos para fazê-lo. Aquele velho servia mais para me deixar alerta, tanto em relação a ele quanto no geral, um lugar vazio assim... É um ponto de comércio afinal, não deveria haver mais gente?

Por enquanto eu estava analisando o meu companheiro, mesmo que fosse um pouco errado, eu gostaria de começar a confiar nele. Esperar pela iniciativa do rapaz nessa situação é o que eu pretendo, vamos ver o que ele vai fazer, por onde vai começar e tal. Caso o mesmo não fizesse nada eu mesmo tomaria o inicio na missão, começando a analisar o lugar minuciosamente, começando pela loja de carnes, vendo se ali eu encontraria algum tipo de movimentação estranha ou objetos e coisas suspeitas. – Nós deveríamos começar a ser um pouco menos “inocentes” agora, você me entende Jou? – Falaria enquanto estivesse procurando por algo estranho próximo ao rapaz, tomando atenção para me manter por perto do mesmo e olhar por suas costas, no bom sentindo. E tomando ar novamente falaria no mesmo período, alguns segundos depois – Só... Fique alerta, e tome cuidado. É a nossa primeira vez. – Falaria com receio, mas por dentro não havia só insegurança, eu estava um pouco animado para saber como aquela história iria se desenrolar.



Spoiler:
 
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyQua 05 Abr 2017, 20:08



Dupla JJ!!!

Dupla JJ? É um pouco estranho, mais até que combinou legal, bom parece que o Malagueta se encontra bem ocupado no momento o jeito é seguir logo rumo ah missão, com foco e determinação. – Pensava um pouco no que o Revolucionário havia falado, Johnny parecia pronto para qualquer problema e dedicado ao Exército e isso me deixava um pouco mais confiante, já me envolvi em alguns problemas “grandes” para alguém que nasceu num berço de ouro, mais o que seria problemas de verdade, bom mais só uma coisa passava em minha mente, era um espirito de confiança, que tudo iria dá certo.

Enquanto caminhava, notava um vazio na cidade, como se as pessoas ali por onde estávamos andando tivessem sumido ou evitavam andar por ali então olharia para Johnny e diria ao mesmo. “ – Percebeu que por aqui parece que não existe pessoas, sentiu esse vazio também? ” Era algo muito sinistro, na minha mente algo de errado estava acontecendo ali, mais ainda não queria afirmar nada, pois posso está apenas enganado já que não conheço muito bem esse local em específico, porém já me manteria em alerta, seguraria um pouco mais firme meu machadinho e meus passos seriam mais cuidadosos.

Conseguia ver os equipamentos para fazer pastéis, porém ainda não observava nenhuma alma viva por ali, isso era muito estranho. “ – Johnny, aqui tem os equipamentos da pastelaria, mais ninguém por aqui estranho não? ” Após um vulto rápido, uma vós soava de alguém falando algo, dava um pulo de susto, erguendo meu machadinho na altura do meu rosto, e gritava “– AHHHHH, Vai da susto na senhora sua mãe viu.” Logo após isso, analisava aquele homem da cabeças aos pés rapidamente. Aparentemente um velho, careca e barbudo com uma expressão não muito ameaçadora.

Esse velho com cara de bobo é bem estranho, bom vamos ver o que ele tem a dizer e tomar muito cuidado com ele. – Pensaria um pouco sobre esse misterioso Senhor, pois num local vazio ele é o único por aqui, com um sorriso no rosto como se estivesse tudo bem. Espero que Jonnhy também tenha sentido essa impressão Aquele momento, não tinha muita ideia de como começar a investigação, deveria interroga-lo? Algumas dúvidas rápidas passavam pela minha cabeça, bom, porém não perderia o foco.

- Bem.. Que falta de educação a minha, não? - Diria, voltando ao senhor com um pequeno sorriso no rosto, um sorriso um pouco falso de uma pessoa desconfiada. – Meu nome é Joe Melbrak. Esperaria um pouco para ver se ele se apresentaria ou não. Tentaria buscar alguma informação com o velhote referente ao que acontece no local no atual momento.

- Senhor sabe algo sobre essa pastelaria? Há proposito aqui nessa parte da ilha não costuma aparecer tantas pessoas o senhor não acha um pouco “estranho” – Aguardaria sua resposta, me manteria com o máximo de atenção aos movimentos do velho e também com as coisas em minha volta, olharia para Jonnhy, caso o mesmo queria perguntar algo ao senhor, de fato, investigar ainda não é muito meu forte, porém era primeira missão e não queria falhar de jeito nenhum.


OFF escreveu:
EAEEE Leo quanto tempo !!!! :D :D ... mudou de nick recentemente ? Ou eu que ando um tempo longe ou estou mongoloide mesmo e sempre esteve com esse nick AUSHAUDHUASHUAHSUADHUAHSU ... Qualquer coisa se quiser volto a por meus objetivos . Boa aventura para nós :*

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptySex 07 Abr 2017, 15:14

Uma espécie de curral se erguia, e era a temática da loja de carnes, que, nesse momento estava fechada. Na lateral da mesma, uma barraca misteriosa se auto-identificava como loja de pastel. Joe Melbrak e Johnny Ashtar Marston faziam o reconhecimento do local. O chão pavimentado somente por pequenas pedras cortava o verde das plantas rasteiras que abrangiam o recinto, formando um vasto tapete verde. O cenário poderia ser palco de diversas situações, mas a falta de civis no local dava a impressão de ser algo pós-apocalíptico.

Ao invés de surgirem zumbis, um simpático velhinho aparecia. Peter era seu nome, como dissera em sua apresentação pra lá de esquisita. Joe e Johnny se assustavam com a aparição repentina do velhote, mas não perdiam o foco, afinal, a investigação tinha que continuar. O homem com pinta de cowboy não disse nada, apenas encarou o desconhecido como se fosse um alvo para sua novíssima pistola. Joe, por sua vez, era mais simpático, e rapidamente conversava com o homem.

- Senhor sabe algo sobre essa pastelaria? Há proposito aqui nessa parte da ilha não costuma aparecer tantas pessoas o senhor não acha um pouco “estranho”? - a questão parecia ferver na mente dos rapazes, mas diferente era para Peter.

- Ora, filho, talvez não passe de uma coincidência. - respondeu o velho com simplicidade - Quando a pastelaria está fechada, não há o que se fazer aqui. É um lugar morto, sem atividades. Os jovens dessa geração gostam de agito, não é mesmo? - Peter olha para os dois, mas acaba fazendo um sinal de questionamento para Johnny, talvez tivesse percebido que o cowboy não era tão jovem assim.

O vento da primavera batia, refrescante e úmido, bastante agradável. Peter sorria com os olhos fechados, como um velhinho simpático. Não havia barulho algum, se não fosse pelo sinistro som do vento. A sombra do curral cobria os três, que estavam de pé. Joe e Johnny, um ao lado do outro, eram cercados pelo velho e pela barraca de pastel. Não aconteceria nada se não houvesse uma iniciativa dos revolucionários.

Mas Peter quebra o silêncio.

- Por que não vão procurar algo para fazer no centro? Lá é muito mais movimentado. Essa barraquinha e esse celeiro não são exatamente pontos turísticos.

Peter parecia ser simpático. Simpático até demais. A dupla JJ tinha a opção de interrogar o velhote, ou apenas deixá-lo de lado por conta da avançada idade e da inocência que sua aparência passava. O que decidiriam fazer?

Legendas:
 
Históricos:
 

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Última edição por Leo em Qui 13 Abr 2017, 13:03, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyDom 09 Abr 2017, 02:16

[...]And the wind blows free



Sempre vivi no calor do deserto, onde o suor dos seres prevalecia, e todo trabalho era mais cansativo e pesado, mas o vento que soprava não poderia ser melhor. O frio eternamente fora uma preferência, apesar de eu nunca poder desfrutá-la em minha terra natal. Minha cabeça retornava ao seu lugar, e tudo se alinhava, um enigma sendo solucionado aos poucos. A calmaria chegava em parte, a gentileza daquele velho talvez fosse contagiante, mas eu não poderia elucidar o fato de que ele era um pouco suspeito sim. “Entrar no jogo dele pode ser a melhor coisa a ser feita, esse papo fiado” Esse senhor é suspeito, não pela sua aparência, até porque isso me faz pensar bastante que ele é só um civil, mas ele surgira do nada há poucos segundos atrás e parece querer evitar nossa presença. Principalmente quanto à barraca e o celeiro, será que ele esconde algo? Quiçá não fosse nada demais mesmo, mas nós estamos aqui para investigar e nada pode passar em branco. Seria hoje domingo? Minha noção de tempo horrível me impede de ter certeza nesse ponto, mas para o local inteiro ficar deserto e não haver ninguém trabalhando para sustentar sua família, tem que ser uma ocasião especial. Dúvida assombra minha cabeça novamente...

- Por que não vão procurar algo para fazer no centro? Lá é muito mais movimentado. Essa barraquinha e esse celeiro não são exatamente pontos turísticos. - Virar-me-ia na direção do velhinho, e botando meus olhos no senhor iria encará-lo com um sorriso sutil no rosto, disfarçando minhas verdadeiras intenções. – Não, tudo bem, nós já temos muito que fazer, a gente só passou aqui para descontrair um pouco, eu estava com fome e tudo o mais. – Tomaria ar novamente, também para pensar bem no que falar e interrogá-lo de um modo interessante. Talvez fosse útil algum estudo nessa área, nunca fui bom nesse tipo de coisa... Expirando meu gás novamente, iria abrir a boca para então indagar – Não seria um problema se ficássemos aqui por um tempinho conversando, não é mesmo? – Um tom de voz descontraído e suave deslizaria pela minha boca.  – Então, teve algum motivo para fecharem todas as lojas assim? Se o senhor não fosse tão simpático eu diria que está escondendo algum crime bem hediondo aqui! Hahaha! – Dessa vez seria muito direto em minhas falas, mas ainda assim de forma a soar algo natural, terminando com uma gargalhada suave.

Aquilo de fato era uma tentativa de piada, pois eu não sabia se ele era um patife ou não, mas eu prestaria bastante atenção em suas expressões faciais nesse momento do diálogo, analisando se o mesmo iria se espantar ou algo do tipo. Entretanto, o que mais me assombrava era o que aquele homem poderia estar escondendo no celeiro, aquele lugar deveria ser bem grande para fazer “bastantes coisas”.  – Tem algum problema se nós examinarmos um pouco o seu celeiro? Essa falta de movimento me deixa bastante desconfiado. Eu e meu amigo aqui somos das forças rebeldes, se tiver algum problema ai dentro podemos te ajudar. Sabe, um visitante indesejado ou algo do tipo – Esboçaria uma reação totalmente séria no final, dando outro tom para a conversa. Eu tinha unicamente a intenção de sanar qualquer dúvida, e claro, se houvesse de fato algum problema ali dentro eu teria que resolver. Meu coração dizia que era errado inspecionar o velhinho, porém minha cabeça dizia o oposto devido as circunstancias. Se ele não nos deixasse investigar, eu iria insistir – É só rotina, somos obrigados a fazer isso, mas não se preocupe, não vai acontecer nada demais. – Independente de sua resposta, iria seguir em frente à entrada do celeiro e olhar por tudo. Ao abrir a porta iria manter minha mão aberta próxima ao coldre do meu revolver, ficando alerta para qualquer perigo. Examinar todos os cantos do lugar era minha intenção, usando tato, audição, visão e olfato para procurar coisas suspeitas e estranhas.

Iria ficar atento o tempo inteiro, mesmo quando fosse examinar as coisas iria prestar atenção na minha audição e dar breves olhadas para trás para não ser pego de surpresa por nenhum inimigo. Em ocasiões de combate, ataques vindos frontalmente e verticalmente iria tentar me esquivar usando as forças dos meus calcanhares para dar um salto pro lado mais espaçoso, saindo da direção do golpe. Eu não saberei no momento o que será usado contra mim, então era o mais fácil a ser feito.  Após o salto iria contra-atacar retirando meu revolver do coldre e atirando duas vezes em alguma parte não letal do ser, provavelmente na perna direita e braço esquerdo, segurando a arma e o gatilho com a mão direita e puxando o cão para disparar rápido com a mão esquerda. Golpes na horizontal abaixo do meu tórax me fariam utilizar de um salto para trás, e acima do meu tórax iria flexionar minhas pernas e abaixar-me deixando o golpe passar por cima. Sempre tentando ficar distante para usar do ataque citado.

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyQui 13 Abr 2017, 02:31



Velho Simpático? Ué.

Impressão minha ou ele está nos expulsando daqui? Bom tanto faz, ainda precisamos averiguar o local e entrar dentro dessa barraca. – Pensaria um pouco antes de dar uma resposta. Antes que eu desse alguma resposta Jonnhy então rapidamente começava a responder o velho, então naquele instante prestaria atenção.  Transformando seu olhar, como se dissesse ''Velho você me esconde algo'', um sorriso no rosto. “ Eu nunca imaginei que o Jonnhy sorrisse”

- O certo, não seria um problema ficarmos mais um tempo aqui!!”. - Diria com um tom de voz calmo, direção do velho careca “Ora, ora acho que entendi um pouco do que o Jonnhy está tramando. ” – Continuava com meus olhos atentos, enquanto aguardaria um pouco o que o velho iria responder. “ Ah... Eh... Eu e o Jonnhy até somos uma dupla mais ainda não conversamos muito, então não está tudo planejado, porém confio nesse cowboy vamos lá. ” – Continuava há ouvir as perguntas do atirador, que ia como uma metralhadora para cima do velho. Bom isso me passava um pouco de confiança, enquanto encarava um pouco aquela tal pastelaria fechada, pois em minha mente gostaria muito de entrar lá.

Jonnhy fazia uma pequena piada referente ao local e eu daria uma pequena risada para não deixar ele sem graça. “ – Hahahaha.” Enquanto colocaria uma das minhas mãos sendo à esquerda sobre minha cabeça, pensaria. “ É como imaginei, ele não é muito bom com piadas, pelo menos não aparenta. ” Quais motivos poderia fazer loja de carnes e essa pastelaria fechar enquanto o velho respondia pensaria um pouco, como sempre no meu mundo da lua. “ – Bom se fosse algo relacionado a carne o Exército e toda a cidade saberia ... A loja de carne aparenta ser um ponto de referência da cidade, já que todos que conheci sabia como chegar. Hmm será que temos um invasor??? Bom cedo demais para afirmar algo... vamos investigar.” Queria começar a olhar o local, porém ainda aguardava a continuação do interrogatório do Jonnhy, então com um pouco de paciência aguardaria prestando atenção nas pergunta e reposta, nas suas expressões faciais.

- Fique tranquilo senhor, trabalhamos para o Exército Revolucionário queremos o seu bem, assim como o de todos, como meu amigo disse é só rotina. Diria tranquilamente e educadamente, independente como o velho falasse, pois sempre tento manter a educação. Caso ele deixasse a investigação é aí que eu começaria a tomar o máximo de cuidado, seguraria meu machadinho firmemente, olharia para Jonnhy então perguntaria. – Por onde quer começar? Minha meta era não se separar do atirador, pois se tiver um inimigo por aqui é melhor estarmos juntos.

Caso seja alvo de algum ataque, tentaria me esquivar, sendo golpes na altura do peito, tentaria um bloqueio, fazendo um X com o braço, não era muito forte, porém eu poderia ganhar tempo para o atirador, sendo um golpe na altura da cabeça, me abaixaria e tentaria dar uma machada no pé do meu adversário. Sendo algum golpe rasteiro pularia, já erguendo o machado e preparando para descer com um contra-ataque rápido, com um golpe de cima para baixo.

Bom caso se ele se negar a deixar a gente a investigar olharia para Jonnhy, seguraria meu machadinho firmemente, dava um pequeno sorriso. Faria um sinal levantando as mãos duas mãos, uma no caso com meu machadinho levantando os ombros, como se fosse um “ué” e também disfarçadamente um convite, já que do meu jeito de conversa não deu muito certo, que tal tentarmos a força, bom começaria a notar a distância do velho para mim, até agora o mesmo não mostrou nenhuma arma.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyQui 13 Abr 2017, 13:46

A aparição repentina do idoso era suspeita. O lugar deserto, as construções no meio do matagal abandonado e o silêncio perturbador eram uma declaração de que algo ali era sinistro. Johnny percebera isso, e justamente por ter notado essa situação, começou seu jogo de palavras com o velho, que, por sua vez, se via numa saia justa, temendo que algo fosse descoberto. Ele respirava bastante antes de suas falas, e parecia um pouco mais recuado, com o tom de voz ainda simpático, porém temente.

- N-não, claro que não, é sempre bom fazer amigos. - riu-se - Bem, acho que hoje não está funcionando mesmo, curioso, não é? A família que gerencia este local mora mais para o centro da ilha, talvez consigam descobrir o motivo por lá.

- Tem algum problema se nós examinarmos um pouco o seu celeiro? Essa falta de movimento me deixa bastante desconfiado. Eu e meu amigo aqui somos das forças rebeldes, se tiver algum problema ai dentro podemos te ajudar. Sabe, um visitante indesejado ou algo do tipo

- Fique tranquilo senhor, trabalhamos para o Exército Revolucionário queremos o seu bem, assim como o de todos, como meu amigo disse é só rotina.

E a frase dita parecia ter sido um interruptor na mente de Peter, que abriu os olhos com excitação, sua respiração parecia ficar mais forte, puxando o ar cada vez mais, como se estivesse surpreso. Deu alguns passos para trás, e então um para o lado, esticando os braços como quem dá passagem, indicando o local da entrada do celeiro abandonado. Deixou que os garotos passassem, para então falar algo.

- Eu vou estar do lado de fora. Fiquem à vontade.

E assim dito, os garotos viraram as costas para o homem e foram para a entrada do celeiro.

A porta de madeira era grande, tinha aproximadamente uns cinco metros de altura, com quatro de largura. Estava fechado, mas não trancado, e Johnny se preparava para abrir ao passo que colocava a mão no coldre de sua arma e Joe segurava seu machadinho.

- Por onde quer começar? - perguntou.

Johnny parecia mais ocupado com a ação, e ficou em silêncio ao arrastar a porta. Com um leve tranco, uma parte dela abriu, dando espaço para os revolucionários passarem. O chão estava todo coberto por feno, o que era estranho, afinal, lá era um local para armazenar comida, não animais. Da entrada, duas escadas subiam rentes as laterais da parede, indo para uma espécie de varanda interna, ou então o segundo andar.

A iluminação era precária, a luz se infiltrava por fendas no teto do celeiro e por janelas mal tampadas com estacas de madeira. Do outro lado do celeiro, o lado oposto de onde a dupla JJ estava, outra porta se desenhava, deixando o local perfeitamente simétrico - se não fossem pelas estacas mal colocadas e pelas falhas irregulares no telhado.

Mas um objeto quebrava a composição normal daquele cenário: uma gaiola tamanho família era pendurada como um lustre no centro do celeiro. E dentro delas, várias pessoas, com os braços, mãos e até mesmo a cabeça para fora. Estavam todas com olhos arregalados, pedindo por socorro, mas evitando falar alto e quebrar o silêncio. Estavam sendo reféns no celeiro misterioso, e talvez Peter soubesse daquilo.

Um ruído ecoou por todo a extensão do armazém. A porta do outro lado se abria por inteiro, diferente da que estava nas costas dos JJ, que abriu somente uma parte. A luz de lá de trás ofuscava a visão de quem estava do outro lado, impedindo todos de verem com clareza o que estava lá, se limitando a ver uma silhueta pequena e um pouco redonda, como de uma pessoa baixinha e gordinha. Um clique forte ecoou da silhueta, era como se uma arma fosse carregada.

- Então vocês são revolucionários... Fico lisonjeado com a presença de vocês aqui. Yohohoho! - riu-se Peter.

Sem ver a silhueta do velho, os revolucionários conseguiam sentir o cheiro do perigo iminente. Não se mexeram, mas não foi preciso. Um forte estouro preencheu o celeiro, resultando em alvoroço na gaiola. O perigo de cair era grande, mas o susto foi maior ainda. A porta atrás dos revolucionários balança, e, se reparassem, perceberiam que o tiro acertou a porta, e não os rapazes.

Com o susto, Johnny apenas se abaixou, mas Joe saltou para o lado, ficando perto da escada que subia um andar. Por sorte não foram atingidos, mas Peter ainda parecia ter balas. O que fariam?


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptySeg 17 Abr 2017, 19:54

Its all about Timing


Eu sabia... Por mais minúsculo e irrisório que fosse o meu coração palpitante... Eu simplesmente sabia que tinha algo estranho com aquele gentil velhinho... Afinal, todos eles me lembram pedófilos de certa forma, normal desconfiar e um risinho abafado surgiu em meu rosto, quase imperceptível. Mas eu estava certo, e isso não era agradável ou engraçado de forma alguma, na verdade era amedrontador. Todas aquelas pessoas na gaiola gigante, por que estavam lá? Peter é canibal de alguma forma e usa isso para vender no mercado? São muitas pessoas reféns desse velho, que por mais simpático que fora anteriormente, agora se tornava sinistro. “Em toda minha carreira como revolucionário, eu nunca vi coisa tão macabra... Oops”.

Quando me vi estava novamente metido em um fuzuê, anteriormente fosse uma simples rixa de gangues dos velhos tempos, não, acho que dessa vez é pior que isso. Eu teria que me esquivar de balas de verdade, e nunca tive que me preocupar com isso. As vítimas que eu assaltava estavam sempre desarmadas, nunca apresentavam perigo. Um ato covarde, mas essa é a desvantagem de ser um dos mocinhos agora, ter que enfrentar o perigo, heh. Reflexos rápidos e pensar mais rapidamente ainda era necessário agora... – Joe, eu vou te dar cobertura. Você tem que encontrar algum modo de chegar nele. – Vociferaria para o garoto ouvir, mas evitaria fazer isso a todo vapor para não entregar de bandeja nossos planos ao idoso combatente. De imediato olharia brevemente para o rapaz, revelando um pouco de melancolia em minha voz – Não morra. – E no mesmo instante correria em direção à algum local em que eu pudesse me proteger dos projéteis inimigos, se não houvesse nada eu subiria à escada do lado oposto de Joe para nos separarmos e dificultar a mira do nosso adversário. Encontrar um bom posicionamento era a minha primeira tarefa no momento, seja no segundo andar ou no meio da escada mesmo.

A minha estratégia era sempre ficar em movimento, mas nunca em linha reta, direto aos tiros inimigos. Dificultar para que ele me acertasse alternando entre a direita e a esquerda para me locomover correndo, alternando os lugares para me aproximar e também evitar ser um alvo fácil. Quando Joe me desse um sinal, eu iria começar a disparar no mesmo momento em que meu adversário cessasse os disparos. Com receio de ser baleado e as mãos levemente trêmulas, meu temor não deveria ser maior que o do meu companheiro, que teria que chegar ao corpo a corpo até o nosso inimigo. Sairia da minha guarda por um curto momento, e segurando firme meu revolver iria estender meu braço em direção ao grisalho, e de olho sobre minha arma iria calcular o local para acertá-lo, mas provavelmente o mesmo estaria em movimento. Destravaria minha arma... “É tudo uma questão de timing, eu só preciso encontrar o momento certo” Suavemente expiraria, e então inspiraria prendendo minha respiração por breves segundos para deslizar meu dedo sutilmente pelo gatilho sem que fosse atrapalhado pela movimentação corporal nos meus disparos, visando acertar um alvo grande, mais ou menos o centro do tronco do velhote.

E repetiria isso mais duas vezes, usando o mesmo conceito e estratégia, porém alternaria um pouco, pois se o velho estivesse em algum lugar protegido e eu soubesse, iria disparar mais uma vez mesmo assim, para que ele continuasse escondido enquanto Joe se aproxima, e na terceira vez não importasse a circunstancia, eu iria disparar assim que ele cessasse seus tiros e botasse a cara pra fora, tentando acertar sua mão predominante assim que fosse possível.
Se ele estivesse se movendo em zigue-zague, em pelo menos um dos meus casos de disparo, eu iria esperar ele ir para um lado e atirar no outro lado assim que ele fosse, já que o mesmo não deveria ser tão rápido quanto uma bala.
Enfatizando que iria sempre me movimentar, para me aproximar cada vez mais e evitar ser atingido mudando de locais para me proteger.

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyTer 18 Abr 2017, 00:14



Bárbaro Galante.

Jonnhy me deixava no vácuo isso estava virando algo normal para mim. Se tem uma coisa que aprendi na minha vida é sempre manter o sorriso, seja lá o que aconteça, pois enquanto eu puder sorrir é porque ainda eu sou capaz de fazer algo. Aquela gaiola cheia de pessoas, sem sombra de dúvida era um cenário horripilante, conseguia ouvir o pedido de socorro daquelas pessoas e não podia deixar de ajuda-las. "Foi bom você ser um canalha ... Poderei ser cruel sem nenhuma cerimônia." Pensaria.

Não importaria quem ele fosse, ou para quem ele trabalha, seja para o governo mundial, marinha, ou se era apenas um bandido maníaco. “ Em nome dos outros... Não, não..” Balançaria a cabeça.  Não era aquele tipo de pessoa, que passou a vida lutando, pelo contrário. Passei minha vida toda até agora fugindo, sim, fugindo de um passado, acreditando que um dia poderia mudar o mundo, mais qual mundo? Eu ainda não tinha mudado nem o meu próprio mundo. Faria meu melhor, não só por aquelas pessoas, mais por mim também esse era um, só um pequeno avanço e não me importaria o quão pequeno fosse essa mudança.

Seguraria ainda mais firme meu machadinho, respiraria lentamente, meus olhos estariam voltados para Peter, observando atentamente para qualquer movimento seu “ Meu primeiro combate para valer, como vou chegar nesse cara. ” Pensaria, Rapidamente ouvia a voz do pistoleiro, o mesmo dizia que me daria cobertura. “ – Ok vamos nessa ... bom conto com você parceiro.” '' Se eu não matar ele, quantas pessoas ele poderá matar ... do jeito que está indo ele pode até tomar a cidade? E se eu falhar?'' Naquele momento o machado em minhas mãos ficava um pouco mais pesado, dúvida? Medo? Talvez uma pequena dose disso passava por mim naquele instante.

- Bem, se acredita em Deus parceiro, é uma boa hora para rezar!!! – Falaria para Jonnhy com um tom de voz animado e sorrindo. “ Apesar de tudo eu jamais poderia passar desconfiança para as pessoas, porque enquanto eu sorrir é porque sou capaz.” Eu sentia o machado cada vez mais pesado em minha mão. “ O que está acontecendo comigo, porque? “ Meus pensamentos naquele momento mais me atrapalhavam do que tudo, parece que me perdia no meu próprio mundo, o mundo da lua. “ – Há proposito eu já morri uma vez!!!” Diria para Jonnhy apesar do momento falaria como se fosse uma piada, que de toda forma ele não entenderia, pois nasci um nobre, que fugiu deixando meus verdadeiros pais acharem que morri.

A bem de verdade, eu não tinha nenhuma habilidade de estratégia. Mas a sua mente naquele momento apenas confiaria na ideia de cobertura de Jonnhy, por mais confuso que eu estivesse naquele momento então eu olharia para aquelas pessoas na gaiola, para Jonnhy, não podia perder há confiança. “ Quem sou eu? Um Aspirante a Revolucionário? Um assassino? Prometi que seria um grande cozinheiro melhor que a Julie. Que conheceria o mundo por ae, que mudaria ele ... Essas pessoas tem esperança na gente, elas tem fé na gente, tenho que ter fé em mim mesmo. Lembro do que o Melbrak me ensinou ... quando me ensinou a lutar? Eu não sou um bárbaro, mais luto como um e para um bárbaro pior do que morrer é só a vergonha de nunca ter lutado!!!” Naquele momento o machadinho voltava a ficar leve em minha mão, o peso, o medo de falhar saia do meu corpo, apesar do sorriso no rosto, meu corpo estava em fúria. Esse talvez era o prazer que os bárbaros sentiam ao entrar em combate? Não sei, mais se for é por isso que eles preferem morrer lutando do que como um covarde estava pronto para o combate.

Colocaria um sorriso confiante e com a mão oposta a qual estaria segurando o machadinho faria um sinal de positivo. Esse era o sinal do combate estaria atento, às mãos do oponente então iria com uma investida contra meu oponente, confiaria que Jonnhy iria me dá cobertura, tinha que está ligeiro para não ser baleado então para isso jamais seguiria em linha reta, meu objetivo nessa investida seria um zig zag, sempre me movimentando, se tiver algum obstáculo no caminho que possa me proteger dos tiros iria correr até eles, fazendo isso até me aproximar do meu alvo. Caso não apenas seguiria me movimentando para sair da mira do oponente se for preciso usaria minha acrobacia para esquivar dos tiros. Percebendo um tiro em minha direção, saltaria para um dos lados, com a acrobacia tentaria cair de pé, preparado para me esquivar de um possível segundo tiro e iria fazendo isso consequentemente, se eu conseguisse fazer isso também ajudaria o cowboy a acerta o adversário com sua arma. “ Uma hora suas balas vão ter que acabar" Pensaria. Então seguiria até suas balas acabar.

Uma vez tendo se esquivado dos ataques, conseguindo chegar frente a frente com o adversário, nesse momento talvez não pudesse exigir muito do Jonnhy. Com machado bem firme então me prepararia para atacar. A todo momento estaria atento a sua arma, enquanto o mesmo a recarregaria, então tentaria aplicar uma machadada bem firme na mão em que o mesmo utiliza para segurar o revolver, numa tentativa de neutraliza-lo nisso, porém caso o mesmo esquive assim que meu golpe fosse no vento, rapidamente faria um movimento com o corpo para aplicar uma segunda machada na direção do meu oponente um golpe forte na direção do mesmo, só que esse segundo golpe já tentaria ser mais mortal visando a altura do peito do oponente. “ – Seu velho bastardo tome isso!!!” Porém caso o mesmo se esquive tomaria uma posição defensiva, esperando uma nova oportunidade para atacar.
Caso chegando próximo ao oponente, enquanto ele recarrega ele me surpreendesse com algum tipo de arma diferente, ou tentasse algo como uma luta de corpo a carpo com ataque vertical, apesas saltaria ou correria para um dos lados, de forma a se esquivar do golpe. Caso os lados estivessem bloqueados por algo, daria um salto para trás, mas apenas em último caso, e usando de toda a sua habilidade acrobata para dar o salto mais longe o possível.

Caso o oponente o atacasse com um golpe horizontal, se lançaria ao chão e faria um rolamento, de forma a passar por baixo do ataque. Mas, caso o ataque fosse um horizontal com pouquíssima altura, usaria suas habilidades acrobáticas para dar uma cambalhota por sobre o ataque, caindo em pé de forma segura. Se o ataque fosse horizontal, mas ao mesmo tempo frontal, faria um rolamento de costas para um dos lados, de forma a se esquivar do golpe e enquanto passaria por baixo dele. E em seguida aplicaria uma machadada no meu adversário, tendo como alvo a perna do mesmo.

Sentia a empolgação do combate, pois queria muito vencer, agora sim o sorriso no meu rosto era sincero. Talvez não seja nem metade da empolgação de um bábaro na luta, mais para quem nasceu em berço de ouro, aquilo era demais, me sentia um Bárbaro Galante.

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptyTer 18 Abr 2017, 13:51

Ok vamos nessa... bom, conto com você parceiro. — concordou Joe.

O bárbaro via que as esperanças daqueles civis presos na gaiola estavam depositadas nele, e, respectivamente, em Johnny, que assumia a responsabilidade de dar cobertura para o parceiro, tendo a preocupação de acertar Peter, se esquivar de seus tiros e estar preparado para não acertar Joe enquanto estivesse em investida. O pistoleiro preparava sua arma, a destravando, esperando o momento certo para disparar e acabar com aquele problema de uma vez por todas. Todo mundo esperava por um sinal, e foi o positivo de Joe que iniciou tudo.

Os rapazes, em especial Joe, ignoravam o feno que cobria o chão. Seus pés passavam, mas não deixavam o piso visível. Avançou assim mesmo, sem cuidado e sem checar se era alguma coisa viável. Peter não se preocupava com Joe, mas sim com Johnny. O atirador da dupla JJ mirava bem na cabeça do homem, mas isso durou pouco, já que ele começou a se mover, dificultando tudo mais ainda. Era realmente estranho ignorar o bárbaro, mas a resposta para isso veio logo em seguida.

Com um passo decidido no feno, em direção a Peter, Joe sente alguma coisa fisgando sua perna, na altura do tornozelo. Johnny se assustava com o movimento estranho que Joe fazia, mas quem sofria mesmo era o próprio Melbrak, que era erguido vários metros, ficando na mesma altura da gaiola, porém, de ponta cabeça. Por sorte, conseguiu segurar seu machadinho, evitando que caísse no feno. Poderia cortar a corda, mas era uma missão arriscada confiar na “fofura” do chão camuflado.

Juvenis. YOHOHOHOHO.— Peter riu-se, aproveitando a distração de Johnny para sair de seu campo de visão.

O celeiro parecia enorme quando não se tinha um alvo visível. E Johnny sentia a pressão de enfrentar um oponente que não está exposto. Ninguém sabia onde Peter estava, e o silêncio predominou por alguns instantes, até que o pessoal da gaiola começa um alvoroço, apontando para o segundo andar da direita, onde Peter mirava com o cano de sua espingarda. Johnny viu o fogo se acendendo dentro do cano da arma, e teve reflexo o suficiente para esquivar, tudo isso em questões de milésimos.

Calem a boca! Eu vou atirar em vocês também, ein! — ameaçou apontando a espingarda para a gaiola, provocando muito tumulto — Hum... Pois bem. Eu fisguei um peixe. Yohohohoho. Você pode sair vivo de duas maneiras: Ou seu amigo da pistola sai, ou você fala o nome dos líderes da célula dessa ilha. Caso não goste das minhas opções, você pode ter seus miolos estourados. Como vai ser? Yohohohoho.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 3 EmptySab 27 Maio 2017, 14:49

O player Sagashi não faz mais parte dessa aventura.

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