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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 1: Viva la Revolution!!!

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyDom 30 Out 2016, 16:52

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 1: Viva la Revolution!!!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Joe Melbrak. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Dante
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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptySeg 14 Nov 2016, 19:16

Victory!


A ponta de cada um de meus dedos estava estremecendo, pouco a pouco ia ganhando uma intensidade cada vez maior, eu estava muito nervoso... E ansioso. Um sorriso largo se abria em meu rosto espontaneamente, sem minha permissão, enquanto eu olhava para o garoto gentilmente, meus batimentos cardíacos se aceleravam incrivelmente. Aquele diálogo me dava esperança... Afinal, depois de tanto tempo eu havia encontrado o lugar que tanto procurei. “Sim, aqui é a sede de revolucionários, e me tornarei um em breve!” Esse sentimento estranho que tomou conta do meu corpo num piscar de olhos, e me deu uma sensação realmente boa finalmente... Seria isso o que chamam de felicidade? Alegria ou sei lá? Creio que sim...

Joe voltava a me fazer perguntas, para começar uma conversa, o que era bom. “Heh, um lugar legal? Caramba nunca parei pra pensar nisso na verdade” Recordando-me de todas as ilhas que eu já visitei, conseguia lembrar-me nitidamente apenas de Blackwater, minha terra natal. Jamais tomei fôlego por um tempo para me divertir, observar paisagens e tudo o mais, sempre estive ocupado roubando e matando, achando que era algo bom matar inocentes e doar seu dinheiro aos pobres, enganando a mim mesmo, com uma violência desnecessária. Ou então me apressando para encontrar os revolucionários e reparar o que eu destruí... – Só consigo me lembrar de um lugar. – Olhando o garoto nos olhos com certa depressão oculta por trás deles, tomaria fôlego novamente tentando esconder minha tristeza e falando em um tom de voz grave diria – Bom esse lugar é a minha terra natal, Blackwater. Eu viajei por muito tempo para chegar até aqui, mas nunca reparei de fato nas outras ilhas... Lá era uma ilha deserta, bastante monótona e vazia, porém tinham alguns habitantes legais e alguns velhos que jogavam um jogo de cartas chamado Poker. Foi bem legal crescer lá. – Terminaria minha frase inclinando meu pescoço para cima e olharia novamente para o céu, de modo melancólico.

Mas eu ainda estava feliz. Tudo apontava para um passado triste, mas eu deveria me importar mais com o presente. E na verdade eu estava realmente feliz, feliz por conhecer meu tio, e ainda mais contente por conhecer a verdadeira história do meu pai, e que na verdade eu nunca fui abandonado por escolha... “Quer dizer, não exatamente.” E agora eu estava em frente à sede dos revolucionários, que se tornou meu maior objetivo em vida. “Tornar-me um rebelde.” Eu levava muito em conta o que Joe havia falado sobre o líder dessa sede, que ele era um dos melhores atiradores. Minha família sempre foi reconhecida pela sua impecável mira, por sangue paternal. Pai, tio, ambos atiravam muito bem, e pretendo ser um dia tão bom quanto eles, quero ser o melhor, na verdade. Chegando à sede não me restavam dúvidas do que eu realmente queria ser, e Joe parecia estar animado quanto a isso. Bom, eu nunca tive amigos de verdade, Dutch era mais como um irmão mais velho para mim, ele me criou e sou grato a isso, mas ele me levou para um caminho não muito legal... – Heh – Finalmente retornando para a cena em que eu me encontrava, fitaria os olhos do garoto que me encarava, e inclinando minha sobrancelha direita para após isso dar uma breve gargalhada sutil, falaria suavemente – Não há necessidade de me encarar amigo, estamos todos aqui pelo mesmo objetivo. Eu também quero me tornar um revolucionário, na verdade, já tem muito tempo que eu quero virar um. - Me pergunto como que é o treinamento deles...

A história de Joe também parecia ser legítima, e isso me alegrava. Ele tinha bons motivos para se tornar um revolucionário, gente boa. - Então vamos sacudir esse mundo!!!!! Ah proposito prefere que eu te chame de Patife de Blackwater ou Johnny mesmo? – Patife de Blackwater. “É, era assim que me chamavam durante a pior fase da minha vida.” Dias de arrependimento, um passado que eu quero apagar. Desonrei o nome de minha família, e essa história não pode acabar assim. Com certeza não quero que fiquem me chamando assim por aí, mas infelizmente foi como eu fiquei conhecido, e devo aceitar isso até que se esqueçam desse meu passado. “Mas espera, como ele ficou sabendo desse alter-ego. Eu sou tão conhecido assim?” Me viraria para Joe, e encarando diretamente seus olhos falaria em um tom de voz sério, não propositalmente quebrando parte do clima de sua euforia que de fato era contagiante – Patife de Blackwater me lembra de coisas que eu me arrependo bastante, e que quero consertar. Por um lado isso é bom, pois eu sempre vou me recordar do porque irei me tornar um revolucionário, mas acho melhor que me chame apenas de Johnny ou John mesmo. – Sem poder respirar novamente já me era feita outra pergunta, o que era bem normal já que estávamos nos conhecendo praticamente agora. Inclinando ambas as minhas sobrancelhas de cima para baixo, e com a boca neutra, encararia seriamente Joe, deixando a situação tensa, para então falar em um tom de voz grave e solene – Bom, eu sou vagabundo. Haha – Terminaria a frase desfazendo totalmente minha face teatral, revelando uma piada por cima de uma gargalhada.

Pensando bem nisso, sempre idealizei poder fazer minhas próprias armas. Um rifle reluzente e altamente preciso, e um Revolver estonteante com uma agilidade sem igual, eu poderia fazer algo assim. Talvez eu acabe por virar um ferreiro. “Talvez não, eu vou e preciso virar um” Escutando o que Joe havia dito, iria fazer minha primeira missão com ele, e fazendo o mesmo me voltaria para o revolucionário – Hmm, eu também irei fazer algumas coisas pendentes, voltarei aqui em breve. Só me diga uma coisa antes, conhece algum ferreiro experiente que possa me transmitir seus dons? – Falaria, pensando em como seria legal criar meu próprio revolver. Sairia pela cidade procurando algum ferreiro, e se tivesse ajuda do revolucionário seguiria o lugar indicado, caso eu não achasse nenhum ferreiro legal voltaria para a loja em que eu estive anteriormente, usando sempre a mesma fala para ferreiros – Será que você poderia me ensinar essa arte, que é a de criar e consertar armas? Eu te agradeceria bastante! - Terminaria com um sútil sorriso.


Spoiler:
 
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Nosferatu Zodd
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Nosferatu Zodd

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptySex 18 Nov 2016, 08:33

A dupla interagia e seguia para caminhos distintos. O mais incrível de tudo aquilo, era que o segundo rapaz, que após emudecer ao adentrar à Casa Grande, ignorou completamente a existência do recrutador, conversou com seu novo amigo e apenas se deu ao trabalho de voltar a falar com ele quando precisou questionar se o atendente conhecia algum ferreiro. Por mais cômica que a situação do nobre Johnny pudesse ser, cada um deles procurava por um tutor profissionalizante, indagando o recepcionista que entre um largo sorriso exclamou:
– Temos um cozinheiro próximo ao rancho, conseguirá se guiar pelo cheiro, caso não: apenas entre – apontou com o dedão de um punho cerrado para a porta atrás de si. – e siga o corredor até encontrar a primeira direita. Depois disso você conseguirá se guiar pelo aroma. – gargalhou, em gracejo. – Quanto a você, Johnny, terá de procurar mais que seu colega ai. Deve ter algum pela cidade. Norkir vive encomendado armas de um armeiro qualquer. Então, na certa, um você encontra por aí. Aliás, você é veio aqui apenas para perguntar isto? Você é bem estranho.
Com a saída quase que imediata do, ainda, civil e do seu colega recém-ingresso nas forças revolucionárias, tornou a ida dos dois ao quartel inútil. De um lado, Joe morava ao lado de uma estalagem onde poderia muito bem conversar com o cozinheiro que possivelmente conviveu todo o tempo que teve aquela ilha como moradia e, o outro tinha, havia acabado de sair de uma loja com um ferreiro ao lado para voltar à procura de um ferreiro. O dia seria difícil. Mas a água já havia corrido e, agora, cada um deles foi seguir o rumo controverso que traçavam.
Joe seguiu exatamente o que o rapaz tinha indicado. Adentrar a porta e seguir o corredor que nela nascia até encontrar a primeira direita. Passou por diversas portas, mas todas acabavam estando exatamente ao lado contrario que ele pretendia ir. A todo o momento era interceptado por agentes mais experientes que questionavam sobre ele e davam as boas-vindas ao perceberem que ele era um novo recruta. Motivando-o com tapas nas costas ou no ombro e palavras de motivação, mas sumindo tão rápido quanto surgiam. Muitos para que algum rosto em especial fosse lembrado.
No percurso, apenas uma dentre todas as salas chamou-lhe atenção. Possivelmente era a sala de estratégias que o lendário Mark delimitava cada movimento que sua modesta tropa de revoltosos. Observou bem, e notou o quanto a sala era bem simples. Não tinha qualquer tipo de janelas ou frestas que possibilitassem que vissem o que estavam tramando do lado de fora, mas os archotes espalhados pelas paredes faziam bem o trabalho de iluminação. Viu, também, as paredes de dentro da sala e concluiu que eram bem mais espeças que todo o restante da casa e, se a porta tão estivesse aberta, apenas notaria aquilo como uma sala tão comum quanto as outras se visse de fora. No centro dela, uma mesa redonda demonstrava em auto elevo todas as ilhas do azul do oeste, sendo demarcados por peças de três cores diferente. Chutou que a vinho era a revolucionária, por ser a que mesmo possuía território dentre todas. Circundando a mesa, haviam cadeiras que não tivera tempo de contar pois a porta fechou-se em seu rosto.
Foi obrigado a seguir e, sem demora, chegou ao local que ele tanto pretendia. O rancho do quartel improvisado não poderia ser diferente de tudo na ilha; rustico. As panelas pareciam mais cobre do que ferro de tão enferrujadas, mas uma ou outra crosta relutante demonstrava a origem do material. No canto esquerdo pairava uma pia abarrotada de pratos com um rapaz de esforçando para terminar aquilo o mais rápido possível. Já no restante se espalhavam desde fritadeiras a fogos à lenha.
– O que faz aqui? – indagou um dos cozinheiros. Um dos mais magricelas dentre todos, com o cabeço lambido para trás sem gel de tão oleoso. –Err... Novato, não? O que faz aqui?
Joe responder, pedindo por sua ajuda.
– Claro, por onde começamos?
Alguns minutos dali. O patife tinha acabado de voltar à mesma loja de armas onde tinha certeza que encontraria um ferreiro. Entrou na denta e já sentiu a lufada quente da fornalha à sua frente. Espalhados pelo local existiam diversas armas a serem feitas e material para que as fizesse, de resto apenas havia um enorme homem batendo a lança fumegante encaixada em uma bigorna.
– Claro que ensino.
Histórico Joe:
 
Histórico Johnny:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptySab 19 Nov 2016, 21:47

thanks [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] from @ [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]!
Novas Terras
- Centaurea Island... Que tipo de ilha você é?

Sussurraria aos ventos, ainda um pouco sonolenta. Aos poucos, abriria meus olhos, despertando-me lentamente. Mas não me levantaria imediatamente, e sim ficaria ali, deitada por mais alguns instantes, olhando fixamente em linha reta, provavelmente observando um teto, ou algo do gênero.

"Será que já amanheceu? Provavelmente sim." Pensaria comigo mesma, buscando lembranças do dia anterior. "Ontem foi um dia bem cheio, passei o dia todo viajando, até peguei um Zepelin."

Finalmente observaria os arredores, para ver onde me encontro de fato. Se eu estiver correta, provavelmente estaria em um quarto, ainda no interior do pequeno navio, que se dispôs a me dar carona até Centaurea, logo após eu ter citado sobre meu desejo de me unir aos revolucionários. Mas, eu estava tão cansada no dia anterior, que nem reparei ter caído no sono, pelo menos foi essa a explicação que minha mente teria gerado até então.

De qualquer forma, me levantaria, e vestiria meu uniforme, o qual sempre retiro antes de dormir, mantendo apenas as roupas mais leves, um costume antigo. Após isto, deixaria o quarto, e seguiria para o convés do navio, procurando por alguém, para me atualizar sobre nossa localização. Isso é se eu estiver realmente em um navio, e se minha mente não estiver mais confusa do que o esperado.

Se eu encontrar alguém, me direcionaria a tal pessoa, não pensando duas vezes em tentar sanar minha curiosidade.

- Bom dia. Já chegamos em Centaurea?

Esperaria a resposta sem mostrar nenhuma pressa, enquanto me aproximaria da lateral do navio, onde me escoraria, e observaria o mar, com os pensamentos distantes, recordando do antigo grupo que eu pertencia. Imaginando se me daria tão bem, com estes revolucionários de Centaurea, quanto com os do East Blue. Claro que, apesar de estar em um momento de nostalgia, prestaria atenção na resposta que posso ou não receber.

"Só preciso me esforçar, que tudo vai dar certo."

Pensaria, buscando me confortar por dentro. E incentivar-me.

Se ainda não estivermos em Centaurea, apenas aguardaria a nossa chegada, ou que alguma eventualidade surja. Se por outro lado, já estivermos na ilha, ou chegarmos nela, eu não perderia tempo, e seguiria em busca dos meus objetivos.

- Vocês vão para a cidade, eu não conheço bem a ilha, acho melhor acompanha-los. - Diria, prontamente para segui-los. Em caso de recusarem, não insistiria, apenas me despediria com um aceno positivo de cabeça, e um simples agradecimento pela carona. - Sou grata pela ajuda.

No caso de ter de buscar sozinha, seguiria alguma trilha, que me pareça a mais possível de levar para alguma cidade, atenta ao meu redor. Se eu for acompanha-los, apenas os seguiria me mantendo um pouco mais atrás, observando bem o trajeto, para tentar memorizar. Ao chegar na cidade, agradeceria a eles pela ajuda, da mesma maneira que agradeceria se eles recusarem.

Já na cidade, não teria mais o porquê de acompanha-los, então, seguiria meu rumo, explorando a cidade, atrás de algo que me pareça com uma sede de revolucionários. Depois poderia me preocupar com outros fatores, como a ausência de uma arma, ou a fome que se mostra presente em meu estômago.

Entretanto, não pediria ajuda para ninguém, apenas observaria os moradores locais com atenção, para ver que tipo de pessoas moram naquela cidade. Se eu conseguir encontrar o que procuro, não perderia tempo, e já iria de encontro com qualquer um que me pareça um revolucionário local.

- Olá, acabo de chegar nesta ilha. Você é um revolucionário? Porquê eu gostaria de me juntar ao exército.

É o que eu diria para ele, e apesar de não parecer tão empolgada, estava na verdade bastante ansiosa por dentro. Aguardaria por uma resposta, em silêncio.

Se eu não conseguir encontrar os revolucionários, mesmo após rondar a cidade toda, teria que dar uma pausa para um descanso, então procuraria algum lugar que me pareça apropriado para tal.

Na ocasionalidade de eu não despertar no navio, algo bem inesperado, teria de repensar melhor os meus passos, e a primeira coisa que eu precisaria fazer, seria entender melhor a situação em que me encontraria. Para isto, buscaria qualquer alma viva que esteja próxima, para questiona-la sobre o que possivelmente estaria acontecendo. - Ei. Sabe me dizer como vim parar aqui? E o porquê? - Duas perguntas bem simples, que poderiam facilmente sanar minhas dúvidas, se respondidas com sinceridade e clareza. De qualquer forma, esta é uma situação pouco provável de acontecer, e claramente nem sequer passaria pela minha cabeça no momento em que eu despertar.

Off:
 
Junte-se à causa. Lute pela Revolução!!!

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyDom 20 Nov 2016, 23:09



Dia de Aprendizado.

— Então, é aqui que aperfeiçoarei meus conhecimentos de culinária ... Esse lugar é incrível!!!! – Olhava todo animado para o rapaz. Um sorriso confiante surgiria no rosto de Joe, enquanto olharia as coisas em sua volta e se admirava, muitas coisas ele já tinha ouvido falar quando aprendeu culinária a tempos atrás. —É eu pretendo ser um grande cozinheiro, para um dia superar uma pessoa. Estou muito animado para aprender coisas nova com você- Dizia, sobre um tom de voz calmo, ao mesmo tempo alegre. Tinha um brilho em seus olhos para os diversos pratos que ali se encontrava.

Início Aprendizado Perícia Toxicologia

Logo percebi que estava corrido para o rapaz, então arregacei minhas mangas, estralei meus dedos e no mesmo momento falei. “– É hora de cozinhar!!!” Ele se espantava, pois naquele momento minha expressão facial era séria de quem estaria pronta para o trabalho. “ – Ei o que pretende fazer.” Ele me perguntava em seguida respondia. “ – Cozinhar!!!!” Rapidamente com meus conhecimentos culinários começava a ajudar o magricela a fazer os pratos e ele então rapidamente percebia que eu tinha um certo conhecimento dentro da área da culinária. Juntos corríamos contra o tempo, enquanto minhas mãos não paravam nem um minuto, ia cortando, picando, mexendo a minha mente estava focada somente em cozinhar. Fazia os pratos mais simples enquanto o rapaz apenas analisava, com um sorriso, porém eu não me tocava nem um pouco estava extremamente focado, minha mente estava a mil por horas com vários pratos diferentes. “ Preciso picar isso para salada, preciso colocar a carne no fogo, enquanto preparo o tempero. ” Logo meus pensamentos eram interrompidos pela voz do rapaz. “ – Ei você sabe sobre culinária, o que precisa para se tornar um grande cozinheiro são complementos da culinária, que tal aprender toxicologia. ” Na hora minha mente travava um pouco mais isso parecia bem interessante. “ – Interessante !!! Adoro aprender coisas novas mesmo.” Então após terminamos e colocar as coisas em ordem ele pegava um livro e algumas coisas estranhas.

“ - A Toxicologia como ciência que estuda a natureza e o mecanismo das lesões tóxicas nos organismos expostos aos venenos, tem nos seus primórdios a descoberta dos tóxicos na natureza, representados pelos alimentos nocivos e animais venenosos. Posteriormente, ampliou-se o conhecimento e o desenvolvimento dos venenos com finalidades punitivas e homicidas, principalmente no período da Idade Média. Desta fase adveio o conceito errôneo de que somente algumas das substâncias são venenosas como por exemplo o cianeto, o arsênico e o ácido sulfúrico. Ou seja conhecer toxicologia te ajudara a saber se o alimento está saudável, se aquele animal serve para fazer algo e claro a envenenar comidas.” Então em seguida pegamos um pouco de comida, um prato simples de arroz e o mesmo me perguntava o que eu achava, rapidamente tinha respondido que parecia delicioso, porem eu era surpreendido com essa comida está envenenada.

“- Alguns conceitos básicos que você deve saber. Intoxicação exógena ou envenenamento: Cientificamente os dois termos significam a mesma coisa: é o resultado da contaminação de um ser vivo por uma substância química, excluindo as reações imunológicas, como alergias, e infecções. Para que ocorra um envenenamento são necessários três fatores: substância, vítima em potencial e situação desfavorável. Aqui temos um bom caso, temos a substância.” Ele mostrava o cianureto. “ – A vítima que é você e a situação desfavorável o arroz.” Meus olhos se arregalavam perante a informação ali me dada, uma garfada naquele arroz seria letal para minha vida. Antes de irmos para a parte prática ele ainda queria passar mais algumas coisas que eu deveria saber. As formas de como envenenar e saber quando alguém está sendo envenenado.

“- Ingestão, veneno em comida ou bebida, parece algo simples, fazer uma comida colocar um tempero e pronto. Não é tão simples assim. Primeiro é preciso escolher o veneno que será usado que vai conforme o objetivo que você deseja, morte súbita, lenta, dolorosa, etc. Depois é preciso analisar os componentes do veneno escolhido para se ter a certeza de que o calor da comida ou o álcool do vinho por exemplo, não modificam a composição do elixir, deixando mais fraco sem o efeito desejado ou mais forte criando uma situação totalmente diferente. É preferível também observar a quantidade do componente, pois o corpo humano naturalmente rejeita qualquer componente estranho em excesso, logo, no caso de venenos, maior quantidade não é sinônimo de serviço bem feito ou serviço mais rápido. É importante observar também a forma como o componente se comporta no corpo. Sempre a preferência a componentes que desapareçam no sangue não deixando vestígio. Outro cuidado se for em bebida escolha um componente que dilua completamente. ” Eu olhava para aqueles pequenos fracos e para ele ficava um pouco assustado, apesar de não aparentar esse rapaz tem um talento nato para matar alguém através da comida.

“ – Inalação, Uma forma sutil, é usar gelo seco ... dióxido de carbono .. e água e deixar embaixo da cama da vítima. Feche o quarto e no outro dia terá um cadáver. Com as janelas e portas fechadas. Contato com a pele, alguns venenos você pode fazer em pó, se a vítima gostar de maquiagem, basta misturar a sua composição, você também pode misturar em cremes e perfumes. Também há a possibilidade de misturar o veneno ao sabonete.” Em seguida ele começava a me mostrar os fracos e as coisas que ele tinha e explicar um pouco de cada. O primeiro que ele mostrava foi o usado no prato de arroz o cianureto. “ Cianureto, origem vegetais e sua forma de contaminação é ingestão ou inalação e para uma dose letal você precisa de 5 miligrama/kg e seu antidoto ele é o nitrito de sódio. Ele destrói as células do sangue, causa parada respiratória e debilita o sistema nervoso central.”

“ O próximo é a Estricnina, sua origem é uma planta Strychnos nux vômica e sua forma de contaminação é por ingestão, inalação ou contato com a pele. Para uma dose letal você precisa apenas de 2,3 miligramas/Kg. Seu antidoto não tem, o envenenamento gera convulsões, espasmos musculares e morte por asfixia. O próximo é o Ricina, sua origem vem das mamonas, suas forma de contaminação era ingestão ou inalação se você quiser fazer uma dose letal precisa de 22 microgramas/kg. É considerado o mais letal veneno de origem vegetal, o envenenamento provoca dor de estomago, diarreia e vomito com sangue. O próximo é o Shiga-Toxina, sua forma de contaminação também é por ingestão, para uma dose letal 1 nanograma é suficiente. O veneno causa uma diarreia tão forte que pode levar a morte. O veneno destrói a mucosa do intestino, causando hemorragia e impedindo a absorção de água. A pessoa fica desidratada e produz fezes com sangue. E por último temos a Toxina Botulínica, sua forma de contaminação é a ingestão de agua ou alimentos, para uma dose letal você precisa apenas de 0,4 nanograma e o seu antidoto é antitoxina trivalente equina. Esse veneno é dez mil vezes mais potente do que os venenos de cobra, essa toxina age sobre o sistema neurológico, causando paralisia dos músculos respiratórios e morte. Agora que já os conhece é hora de pôr em prática.”

Com muito cuidado então começava a preparar a comida, com ele sempre supervisionando cada detalhe, os passos eram bem cuidadosos eu tinha que preparar uma comida envenenada com cada um dos venenos citados, as doses eram pequenas o primeiro passo era com cianureto e o prato escolhido era um simples arroz e feijão eu precisava usar 5 miligramas para uma dose letal e disfarça-lo sobre o prato, onde ele não apareceria, seu cheiro se misturasse sobre a comida e seu gosto não fosse percebido, cada movimento foi extremamente calculado e fazia o mesmo prato com os outros venenos, minhas vítimas seriam ratos, pobres ratos. Qual o objetivo de fazer pratos iguais com venenos diferentes? Simples após eles ingerirem o alimento identificar o veneno que foi usado. Ficamos fazendo isso por horas e muitos ratos foram sacrificados nesses aprendizados, alguns ainda deu para salvar com a técnica de descontaminação ensinada e outros com antidoto. Ah técnica era bem simples para quem já sabia qual veneno possui um antídoto ou não. Com uma lavagem gástrica, Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo, usar Sonda Nasogástrica, o que ele me disse que também é conhecido como SNG, de grosso calibre, devidamente umidificada. Medir o comprimento da parte da SNG que será introduzida, posicionando-a da ponta do nariz ao lóbulo da orelha e até o apêndice xifóide do paciente - posição de “L” invertido. Marcar o local na sonda, com um pequeno pedaço de esparadrapo. Introduzir a Sonda pela narina suavemente.

Fim Do Aprendizado

– Ae valeu por tudo? - Falava agradecendo ao cozinheiro magrelo, quem diria que as comidas poderiam ser algo mortal, por outro lado também se meus aliados vier a comer algo sem qualidade estarei pronto para ajuda-los. – Eu preciso voltar a Casa Grande, ainda só estou começando minha jornada como revolucionário. -. E, por mais que aquilo não fosse algo de todo ruim para Joe, mais uma vez me despedia de alguém, um novo falso sorriso era posto no meu rosto, mal podia esperar a hora de estar com pessoas a qual eu não daria adeus. Além do mais, precisava voltar logo prometi a johnny espero que não esteja me esperando por muito tempo. Seus olhos brilhariam e seu falso sorriso voltava a ser verdadeiro, um amigo porque não? Com isso caminharia de volta para a Casa Grande pelo mesmo caminho que tinha feito meus passos seriam rápidos e empolgados até porque estava ansioso para saber como seria as coisas dali para frente, esperava que Johnny fosse apenas o primeiro de muitos amigos.

Carregaria meu machadinho e tentando correr mais rápido que eu possa na direção da Casa Grande. Assim que chegasse no local olharia para o local onde havia combinado de reencontrar com Johnny, caso ele estiver lá então caminharia até o mesmo. “ – Resolvi meus problemas e aprendi coisas novas, acho que já posso me considerar um cozinheiro. Ah espero que não esteja ai esperando por muito tempo.” Falaria isso enquanto coçaria a cabeça. Enquanto também tentaria prestar a atenção nas pessoas em minha volta, analisando um pouco os meus companheiros de revolução. “ – Como será nossa primeira missão? Acho que já está na hora de um pouco de ação? hahaha” Eu era uma pessoa difícil de esconder minha empolgação, talvez por parte da minha criação ainda quando era criança sempre solitário, esperando alguém para ser um amigo, alguém para brincar, porem na infância esse alguém nunca veio.

Casso Johnny não estivesse ali, então ficaria ali esperando no local combinado, olharia as pessoas próximas sempre com um sorriso no rosto, caso alguém viesse falar comigo sempre tentaria responder educadamente. “ – Como posso ajuda-lo?” Caso fosse alguém procurando alguma informação sobre o Exrcito Revolucionário. “ – Sou sim, sou novo ainda como revolucionário, junte-se a nós e vamos sacudir esse mundo!!!” Diria sobre um tom de voz animado. E cuidadosamente levaria a pessoa até a qual fez meu alistamento. “ Por gentileza para se alistar deve falar com ele.”


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyTer 22 Nov 2016, 19:55

Quero aprender mais uma pericia no próximo post, ja q n da pra pegar duas num só Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 1439049992

Nem mesmo eu reconhecia minhas ações em frente ao rebelde lá na grande casa, provavelmente eu estivesse tão perdido em pensamentos que havia criado uma ilusão em minha própria cabeça de que eu havia falado com ele, quando na verdade apenas o ignorei e falei com Joe. Bom tudo bem, isso não importa tanto assim, o que realmente importa são os exatos segundos de agora, onde eu irei tentar me tornar alguém melhor e mais útil... Fazer armas... Aquela brisa quente da fornalha me dava boas esperanças, e provavelmente eu teria que lidar com esse ambiente frequentemente daqui pra frente, já que pretendo me tornar um ferreiro. Hmm é isso então, e ele vai me ensinar. Espero que essa aula seja de graça Haha. Tomando fôlego e abrindo um sorriso de imediato, iria falar em uma entonação de voz feliz e empolgada, fitando diretamente os olhos do Ferreiro – Bom, irei considerá-lo como meu mestre daqui pra frente. Há! Obrigado por me ensinar! – Iria curvar meu corpo para frente, onde eu não acabasse batendo em algo obviamente, com minhas mãos pressionando a palma uma contra a outra, cumprimentando-o e saudando.

Início Aprendizado Perícia Forja

- Em Andamento... Mas o narrador pode postar, eu edito antes da avaliação do Staffer

Fim Do Aprendizado

O cansaço consumia meu corpo depois de um tempo, o suor provavelmente estaria escorrendo pela minha cara, pois além do exercício havia aquele calor intenso, porém reconfortante de certo modo, pois junto com ele se forjavam as armas brancas. E minha escolha para aprender isso antes de armas de longo alcance, fora justamente para obter experiência. Joe parecia ser meu mais novo companheiro, e como um atirador aspirante a ferreiro eu não iria produzir apenas armas para mim, acredito que meus futuros parceiros irão utilizar de espadas e coisas do tipo...

Virar-me-ia para meu mais novo professor, e olhando diretamente em seus olhos com mais um sorriso e uma gota de esforço, vulgo suor, escorrendo pela minha testa, falaria em um tom de voz rouco, expressando exaustão – Eu ainda não acabei. Você não irá se livrar de mim tão cedo, haha! – Terminaria com uma breve gargalhada, estava ficando cada vez mais empolgado. O cansaço me motiva a continuar, ver meu corpo em movimento sempre revela algo como evolução tanto física quanto psicológica, e isso me agrada. – Acho que agora eu quero aprender a construir armas de fogo. Vamos continuar? – Pausaria finalmente qualquer movimento do meu corpo, tentando sentar em algum lugar por ali para tomar fôlego e descansar um pouquinho, antes de continuar.

Estava ficando um pouco ansioso, havia algum tempo que eu não fumava. Onde será que vendem cigarros por aqui? Não deve ser tão difícil achar uma loja que o faça. Mas, será que meu amigo ali não tem um? – Se não se importa, eu gostaria de saber o seu nome. E também se tem algum cigarro ai? Haha. Faz algum tempo que eu não trago um. Isso ta me deixando louco – Falaria enquanto sentado, frequentemente dando algumas pausas para respirar, o ar quente dificultou um pouco para mim fazer isso durante o treino.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptySex 25 Nov 2016, 12:49

SUGAR
Inocente e ingênua. Era assim que conseguíamos descrever uma das protagonistas de nossa aventura cujo nome era Sugar.

Recém chegada na ilha ela tratava de procurar revolucionários locais e avistando um senhor com uma espada na cintura, optava por se aproximar e lher perguntar se o mesmo conhecia os procedimentos para se alistar ao exército revolucionário.

Peter - Hmm.. sou Peter! Revolucionário? Uma jovem tão meiga e cheia de convicção.. sei como posso te ajudar! Basta me seguir!, e assim o senhor começava a caminha rumo a um celeiro, no meio da ilha.

Ao longe Sugar poderia ver a famosa loja de carnes de Daichi. Caso olhasse ao redor, poderia perceber que poucas eram as pessoas vistas no local.

Peter - Se me permite perguntar.. qual o motivo de querer se tornar revolucionária? Existem outras opções de vida.. não? Já matou alguém?

E assim ele aguardaria que a moça o seguisse e que informações a seu respeito pudessem ser ditas. Ao término da caminhada e se deparando com a porta de um celeiro, Peter diria.

Peter - Primeiro as damas!

Peter:
 

Off:
 

PUNK

Joe parecia gostar do que aprendia e se tornando um cozinheiro ele demonstrava ansiedade por continuar com sua jornada. Dessa maneira ele agradecia o tutor e dizia seu plano em voz alta.

Ouvindo aquilo, o cozinheiro apenas acenava para Joe em despedida até que o jovem finalmente desaparecesse de sua vista.

Não tardava até a Casa Grande aparecer no horizonte, mas antes que pudesse se aproximar o suficiente do local, uma moça surgia e a ela a palavra do recém revolucionário era dirigida.

Malagueta - Hmm.. sou a quase Major Malagueta! Você é jovem... e parece bastante disposto! Vejo que possui uma arma.. acho que pode vir a ser útil!

Preciso de recrutas para uma missão.. já que está aqui! Quero que se dirija em direção à loja de carnes da ilha e procure por uma cabana de pastel! Está sempre lotada e atrai bastante movimento! Ouvi boatos de que algo estava bastante estranho!

Assim que tiver novidades, me retorne! Procurarei mais alguém para ajudá-lo! Recomenda alguém?

Possui alguma dúvida? E fique tranquilo.. no momento que se registrou em nosso exército, já ficamos sabendo de algumas informações a respeito de seu passado!


E assim o jovem teria tempo de conseguir alguma outra informação antes que pudesse partir.
Malagueta:
 

DANTE

O jovem parecia gostar do que fazia e sedento por conhecimento optava por continuar com seu aprendizado. No entanto, perguntava para o ferreiro seu nome, que de maneira simples respondia.

Ferreiro - Meu nome não é Johnny! E cigarro.. pode ficar com esse maço aqui.. tenho de monte!

E assim um maço contendo seis cigarros era oferecido ao jovem junto de um isqueiro.

Histórico Joe/Punk:
 

Histórico Johnny/Dante:
 

Histórico Sugar:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyTer 29 Nov 2016, 13:31

thanks [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] from @ [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]!
Um Celeiro?
Para a minha surpresa, eu já estava na cidade, não em um navio, muito menos em uma casa, e sim nas ruas da cidade.

"Talvez eu tenha dormido em pé."

Seria este pensamento, a minha explicação para a situação atual. De qualquer forma, prossigo com meus planos, buscando pelo exército local, até avistar um indivíduo chamativo, trata-se de um velho careca, com uma espada em sua posse. Trato de aborda-lo, e ao menos recebo uma resposta agradável.

- Hmm.. sou Peter! Revolucionário? Uma jovem tão meiga e cheia de convicção.. sei como posso te ajudar! Basta me seguir!

"Meiga?"

Tal elogio ecoa pela minha mente, pelo simples fato de ser a primeira vez que recebo algo do gênero. Chacoalharia minha cabeça, afastando estes pensamentos, para me manter séria e focada, enquanto acompanho Peter pelas ruas da cidade.

Observo o que parece ser uma loja de carnes, com uma notável baixa movimentação, fato que não dou tanta importância. Ao escutar a pergunta do velho, não demoraria para responde-lo.

- Tornar o mundo um lugar melhor, este é meu sonho!

Seria bastante direta, e ignoraria a segunda pergunta, simplesmente por não querer responder.

"Claro que já! Mas não é algo que eu me orgulhe."

Pensaria, ainda em relação a segunda pergunta feita por Peter. Nossa caminhada chega ao fim, agora estamos diante de um celeiro, com a entrada logo a frente. - Certo... - Responderia Peter, um pouco curiosa com o que há no interior da construção.

"Que lugar estranho. Por que o exército usaria um celeiro como base??? Deve haver algum bom motivo."

Adentraria bem devagar, atenta ao meu redor, algo bastante normal para mim, pois mesmo não tendo nenhuma suspeita sobre o lugar ou sobre o velho, eu me acostumei a me manter com a guarda alta. Após adentrar, faria uma pergunta ao espadachim idoso.

- Então é aqui onde se faz as inscrições para o exército?

Tomaria a liberdade de me aprofundar alguns passos adiante, olhando para ambos os lados, procurando por mais pessoas ou qualquer coisa referente ao exército.

- Olá!

Diria, com um simples aceno (com a mão direita), caso eu veja outra pessoa no local. Entretanto, se na verdade for apenas um celeiro comum, e não houver sinais de pessoas ou coisas que remetam ao exército, eu questionaria Peter.

- Que lugar é este?

Enquanto lançaria um olhar semicerrado, evidenciando um desconforto com tudo aquilo. Mas tal olhar poderia sumir no mesmo instante, bastaria uma boa explicação para a minha pergunta, e nada mais.

Caso de fato seja o local da inscrição, e seja necessário preencher algum papel ou coisa do tipo, eu o faria, sendo bem sincera nas respostas ao meu respeito. E aguardaria por mais instruções.
Junte-se à causa. Lute pela Revolução!!!

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyQua 30 Nov 2016, 13:00



Primeira Missão!!!

Por algum motivo, Joe achava o nome daquela mulher ruiva bem estranho, ouvia com atenção as palavras dela. Um pouco animado iniciar a minha primeira missão como um revolucionário e isso parecia que ia ser bem animador. Apesar de não ter a mínima ideia do que fazer, porem tudo uma questão de se dedicar espero que John me acompanhe nisso, ah proposito o que será que ele deve estar fazendo agora.

“ – Com sua licença!!! Tenho sim, Johnny um “amigo” que se alistou junto comigo o mesmo deve estar chegando em breve, foi resolver algumas pendencias. ” – Diria educadamente a quase Major.

Com a permissão da Major aguardaria o retorno de Johnny, enquanto pensaria o como deveria ser delicioso os pastéis, mesmo para um cozinheiro como Joe uma simples fritura é algo formidável. “ Malagueta .... é um nome bem estranho, apesar que Melbrak também é um sobrenome pra lá de confuso, mais, Malagueta me lembra pimenta, pimenta me lembra vermelho.” Enquanto Joe pensava o mesmo discretamente olharia para os cabelos da mulher e em seguida voltaria a pensar. “ É ... faz sentido!!!” Em seguida olharia um pouco minha em minha volta, quem sabe não observaria algo interessante. “ Faço a mínima ideia onde é a loja de carnes!!!” Estaria completamente no mundo da lua naquele pequeno momento. “ Porém carne é tão bom, tantos pratos deliciosos hmmmmm carninha!!! Já dá até uma fome só de pensar. ”

Assim que eu avistasse Johnny chegando de volta a Grande Casa então tentaria falar com o mesmo, sempre de um modo educado e calmo. “ – Olá, de novo. Espero que tenha conseguido resolver suas pendencias. Uma superior me chamou para uma missão, seu nome é Malagueta, ela me perguntou se eu poderia indicar alguém, então indiquei você. ” Esperaria pela reação do mesmo antes de falar o pouco que sabia sobre a missão, até porque o mesmo poderia ter outros planos. “ – Parece que tem algo estranho acontecendo na ilha. Em uma cabana de pastel. ” Diria ao mesmo sobre um tom mais sério e em seguida voltaria a falar. “ – Pastel é uma delícia!!” Agora com um tom de voz mais animado. Caso Johnny topasse, então procuraria Malagueta para apresenta-lo a ela diria a ele. “ – Ei John, irei te apresentar a responsável pela nossa primeira missão. ” Com isso guiaria o mesmo até a mulher ruiva, com passos calmos e assim que me aproximasse dela então educadamente falaria. “ – Com licença, Senhora Malagueta esse é Johnny a quem indico para a missão junto comigo. ” Caso ela não goste de eu ter chamado de Senhora, apenas pediria desculpa e tentaria a partir daquele momento chama-la direto pelo nome.

Aguardaria ela conversar com meu companheiro revolucionário, passar instruções caso tenha alguma ou tirar dúvidas do mesmo. Estando tudo certo então começaria a partir rumo a missão. “ – Sabe onde fica a loja de carnes? ” Perguntaria ao atirador, se a resposta fosse positiva apenas seguiria o mesmo, sendo negativa. “ – Esqueci de perguntar a Malagueta isso. ” Colocaria as mãos na cabeça, porém não queria voltar já ia parecer estranho, talvez não fosse muito difícil de achar a loja de carnes pelo que me lembro desde quando cheguei nessa ilha já ouvi falar muito dela. O Senhor Melbrak sempre falou dessa loja de carnes então deve ser fácil conseguir informação sobre o local. “ – Ah o Sr. Melbrak sempre falou dessa tal de loja de carnes, deve ser fácil conseguir informações com alguém sobre o lugar. ” Diria com um tom de voz animado.

Então perguntaria a primeira pessoa que encontrasse no caminho. “ - Com licença, por gentileza poderia me dizer onde é a loja de carnes ... para ser mais especifico uma cabana de pastel que é bem próximo a loja. ” A resposta sendo positiva, seguiria para o caminho, sendo negativa apenas continuaria perguntando enquanto prestaria atenção quem sabe durante o caminho não observaria o local que procuramos.

Caso Johnny soubesse o caminho apenas seguiria o mesmo enquanto pensaria em algumas coisas. “ Caramba Malagueta disse que já sabia sobre o meu passado. Isso é bem preocupante, pois nunca disse para ninguém que nasci nobre o que será que ela quis disser com isso. Ou será que eles sabem só de mim desde que cheguei até essa ilha, bom será que eles vigiam todos dessa ilha. ” Algumas dúvidas surgiam em minha mente, dúvidas bem preocupantes. “ Bom deixei meu sobrenome Nobre se perde com o tempo olhando as pessoas pobres e humildes dessa ilha é quase tudo que meus verdadeiros pais desprezavam e adoravam pisar em cima ... como eu odeio eles, como eu odeio os nobres gostaria muito de um dia ver todos eles caírem bom o tempo me trará resposta. Apesar que acho bem difícil eles saberem sobre minha infância, já que nem minha nova família os Melbrak sabem ... acho que isso me deixa um pouco mais tranquilo. ” Tiraria minha expressão preocupada do rosto, trocando por um sorriso.

Assim que chegasse próximo ao local então olharia para o companheiro de missão e falaria. “ – E aqui ... é hora de saber o que de estranho acontece por aqui. “ Com isso meus passos seriam mais cuidadosos, sempre tentando prestar a atenção ao máximo em toda minha volta. A mulher havia dito que o local era movimentado então já meio que esperaria por isso iria sempre me aproximando, tentaria ouvir algo se possível e segurando meu machadinho bem firme em mãos.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyQui 01 Dez 2016, 20:33

Kk eu so roberto :)


Então o seu nome não é johnny. Hein? Acho que isso deve ter sido algum tipo de brincadeira. Sei lá, não faço ideia. Bom pelo menos agora sei que o nome dele não é Johnny, deve servir pra algo. Ok parece que eu vou ter que me lembrar dele apenas como mestre mesmo, já que o seu nome, por algum motivo que eu não entendendo de jeito nenhum, ele não quer falar. Heh. Será que ainda vou descobrir isso? Espero que tenha sido só uma piada, pois seria estranho alguém guardar o nome assim. “Pelo menos ele tem cigarros.” Caramba, quanto tempo que eu não fumo um? De fato esse lugar aqui é o baú de tesouro no fim do arco-íris. Que beleza. Iria abrir-se um sorriso suave em meu rosto após o ferreiro me oferecer um maço de cigarros, se o estoque dele estava cheio com isso, então não iria fazer falta um pra mim. Estendendo meu braço em direção ao maço com a alegria de quem estava finalmente encontrando o que tanto procurava, meu próprio vicio. "Pode ser ruim pra saúde, mas eu não to nem ai haha."

Porém no fim das contas o nome dele não me é o maior mistério. E o mais esperado. Como... Caralhos se cria uma arma de fogo? Wow! Parece ser bem complicado na teoria, o mecanismo de uma arma a longo alcance não deve ser tão simples. Segurando o maço com a minha mão esquerda, pegaria um cigarro com a direita, logo colocando o maço em meu bolso, e de imediato elevando o cigarro até minha boca, para então pegar o isqueiro e acender o tabaco, e dar umas tragadas para me sentir mais calmo. Ficaria alguns minutos ali parado fumando e descansando, para então tomar fôlego novamente e olhar diretamente para o ferreiro após acabar o cigarro – Bom, vamos, eu só preciso aprender mais uma coisa, dai não vou te encher mais haha! – Falaria me referindo a criação de armas de fogo, eu estava muito mais ansioso para aprender a fazer isso do que forjar espadas e essas coisas, sempre preferi minha pontaria à longa distância.

Início Aprendizado Perícia Engenharia

Construirei k

Fim do Aprendizado

Ao fim do meu aprendizado, o finalizaria com um sorriso esboçado em meu rosto deixando os dentes a mostra, este sorriso que expressava verdadeira felicidade e entusiasmo, junto com o suor escorrendo pela minha testa. Eu estava muito empolgado, provavelmente eu iria fazer minhas próprias armas daqui pra frente, se o que eu fiz aqui realmente deu certo. Não que meu professor seja ruim, mas vai saber de mim... Heh, pensamento positivo, eu consigo sim. – Então, acho que é isso. Muito obrigado, você me ajudou bastante nessa busca por mais conhecimento. Eu não vou me esquecer de você – Sorriria novamente, e olhando diretamente nos olhos do ferreiro, e gravando seu rosto, vociferaria em um tom de voz eufórico – Eu prometo! – para então sair do lugar com todas as minhas coisas, o que não era muito de fato, e ir em direção a grande casa dos revolucionários que foi de onde eu saí, para dessa vez finalmente me alistar e fazer minha primeira missão, em nome da minha família!

Esperando encontrar Joe lá, já que provavelmente passou-se um bom tempo, iria me encaminhar até o mesmo lentamente, procurando saber sobre nossa nova missão, eu estava ansioso por isso. Esperei muito tempo pra me tornar um rebelde, e se eu vou fazer isso, farei com vontade. Ouvindo o que Joe teria para falar em primeiro lugar, logo iria respondê-lo – Há, eu também espero que eu tenha conseguido. Hm – Falaria em bom humor, me perguntando se de fato eu iria me lembrar bem de tudo que eu aprendi com aquele humilde ferreiro. Me questionava com o que poderia haver de estranho em uma loja de pastéis. Será que vamos lidar com algumas ratazanas? Haha, todo mundo tem que começar de algum lugar.

Acho que não vamos fazer algo tão importante de inicio, e isso me deixava um pouco frustrado. Mas... – Eu to pronto pro que der e vier, vambora carai! – Responderia Joe com ênfase, em um tom de voz alto, porém nem tanto para não chamar atenção desnecessária. Entretanto ao ouvir que o garoto me apresentaria a nosso superior, minha postura mudaria drasticamente, ficando ereto e sério, iria me apresentar de prontidão. – Como o meu amigo disse, eu sou o Johnny, e pretendo me tornar um grande revolucionário! É um prazer. – Terminaria minha frase estendendo minha mão direita, e olhando fixamente nos olhos do Quase Major falaria em um tom de voz firme e seguro, expressando como eu realmente me sentia agora.

Terminando com as formalidades, queria saber mais sobre a missão, afinal eu mal conhecia a ilha. – Então... Onde fica essa loja de carnes? Quer dizer, eu não sou daqui então se puder me dizer... – Dirigindo minha frase a Joe também, que poderia acabar perguntando sobre.Por fim iria me dirigir ao lugar indicado, se não houvesse ajuda de nossa superior iria apenas andar junto com Joe, até encontrarmos algo.


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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptySab 03 Dez 2016, 01:22

SUGAR
A resposta dada pela garota parecia agradar o velho que escondendo o sorriso rapidamente estendia os braços para abrir a porta do celeiro e abrir passagem para moça passar.

E então, quando a moça entrava no celeiro, percebia um cheiro estranho, doce como cereja. E mesmo com a guarda alta, não conseguia evitar a intoxicação e no sono caía. A última coisa que fazia era olhar para trás e ver Peter com uma máscara no rosto dizendo.

Peter - Se quer mudar o mundo.. sugiro que seja pelo lado azul da força.. darei um tempo para você pensar!

O tempo passava e quando a moça acordava, percebia que tinha seus pertences consigo, mas que estava em uma grande jaula no centro do celeiro, mas há uns 10 metros de distância do chão. A jaula estava disposta como se fosse um lustre e a 3 metros da parede se encontrava. O celeiro possuía apenas um andar, além do térreo, e esse andar ficava a 2 metros do chão, ou seja, do primeiro andar para a jaula tinhamos 8 metros de distância.

Olhando ao seu redor ela poderia ver que não estava só, mas sim com cerca de 20 pessoas. A jaula era de certa forma espaçosa, então abrigava as pessoas com tranquilidade.

Mary - Olá.. somos todos cidadãos de Centaurea.. esse velho nos prendeu para que começassemos a revelar a identidade dos revolucionários da ilha.. sequer se deu trabalha de retirar nossos pertences porque acha que não somos ameaça.. visto que se tentarmos abrir a jaula, que é bem aqui onde estamos pisando, iremos morrer na queda...acredito que ele seja algum marinheiro! Sou Mary.. qual o seu nome? Como veio parar aqui?, e então outra moça se apresentava.

No chão uma manivela poderia ser vista, rapidamente Sugar conseguiria entender que fora aquilo que haviam usado para subir a jaula e que se fosse quebrada, todos cairiam em grande velocidade no solo.

A situação parecia ser confusa, iria a moça continuar com o plano de se tornar revolucionária? Trair os revolucionários e dedurar alguém para sair da jaula? Obter informações? Ou ...

Mary:
 
PUNK & DANTE
Joe conversava tranquilamente com Malagueta e logo sugeria um nome para lhe auxiliar em sua primeira missão como revolucionário.

Refletindo a respeito do nome da superior, ele aguardava o companheiro Johnny chegar e quando o mesmo surgia e era apresentado, ouviam de Malagueta:

Malagueta - Hmm.. chamarei vocês de dupla JJ! Agora saiam logo para a missão! não me façam perder tempo... também tenho lugares a investigar.., e dizendo isso ela começaa a se distanciar da dupla, mas ao ouvir a pergunta a respeito da localização da loja de carnes, nada dizia, apenas erguia o braço e apontava para a direção que deveriam seguir.

Caminhando rumo ao destino que lhe haviam imposto, a dupla conseguia perceber que as pessoas daquela região não se encontravam ali. Casas bem espaçadas estavam dispostas na região, algumas grandes, indicando a presença de celeiro e outras menoras. Mais ao longe conseguiriam ver um edifício mais bem trabalhado e com ar de importância. Certamente seria a loja de carnes. No entanto, próximo a eles uma barraca poderia ser vista, mas com ninguém a gerenciá-la. Caso Joe se aproximasse, perceberia que os equipamentos ali presentes eram essenciais para fazer pastéis.

Não tardaria para que se sentissem sendo observados e que um vulto por de trás de uma cortina fosse percebido de uma das simples casas ali presentes.

De repente, um senhor apareceria atrás deles e diria.

Peter - Sou Peter! Vocês parecem meio perdidos nessa região da ilha.. tem algo que procuram em específico?, e assim ele aguardaria por respostas.

Peter:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 1: Viva la Revolution!!!   Cap 1: Viva la Revolution!!! - Página 2 EmptyQua 05 Abr 2017, 20:07

The moment to fight...

Aquele era o meu sonho sendo realizado, afinal, eu estava na minha primeira missão! A cada passo que eu dava em direção ao meu destino eu me sentia mais e mais empolgado, mas não deixava isso transparecer muito. Não queria parecer ridículo de tão emocionado que eu poderia estar. Haha. Entretanto meus dedos trêmulos também apontavam certo nervosismo sobre o mistério que poderíamos estar enfrentando, algo normal, o mistério me assombra às vezes, mas eu fui treinado os últimos dez anos para enfrentar coisas assim. “Será que eu posso mesmo confiar no meu parceiro?” Quer dizer, eu não o conheço há muito tempo, será que vou poder apostar minha vida em situações de risco? Quero poder contar com alguém para olhar pelas minhas costas, e ainda poderia encontrar alguém para apunha-la... Inseguro, sim, não me sentia assim fazia tempos. Mas no campo de batalha vou ter que andar com pessoas em que eu realmente confio, mas vou dar uma chance ao garoto, afinal eu mal o conheço. E o fato do nome dele começar com “J” também da a ele alguns pontos comigo, haha.

O fato de o local ser deserto realmente me incomodava, era um lugar suspeito, e ótimo para esconder coisas e cometer crimes. Se eu fosse um fora-da-lei novamente escolheria um lugar como esse sem sombra de dúvidas, e a falta de informação sobre a missão me deixava bastante curioso e alerta. A dúvida agora se tornara parte de minha pessoa, eu estava um pouco confuso. Esperava alguma palavra do jovem Joe, se assim eu ouvisse – Percebeu que por aqui parece que não existe pessoas, sentiu esse vazio também? - O que poderia ser estranho em uma loja de carnes? Será que eles usam carne humana como mercadoria? Hehehe não isso seria macabro demais, só uma pegadinha da minha própria mente. “Mas nada impossível...” Reluto, inseguro. Virar-me-ia na direção de Joe com o corpo ereto revelando uma posição solene e encorajadora, e fixando meu olhar em seu rosto o responderia em um tom de voz grave e seco, revelando assim certa insegurança da minha parte – Sim, esse lugar está bem estranho... – E o velho que surgia não me agradava muito, era o único que meus olhos viam fora Joe nesse local totalmente abandonado. Eu deixaria o garoto falar, minha intenção aqui é unicamente ser frio com o velho “Peter”. Eu não confio nele, e nem tenho motivos para fazê-lo. Aquele velho servia mais para me deixar alerta, tanto em relação a ele quanto no geral, um lugar vazio assim... É um ponto de comércio afinal, não deveria haver mais gente?

Por enquanto eu estava analisando o meu companheiro, mesmo que fosse um pouco errado, eu gostaria de começar a confiar nele. Esperar pela iniciativa do rapaz nessa situação é o que eu pretendo, vamos ver o que ele vai fazer, por onde vai começar e tal. Caso o mesmo não fizesse nada eu mesmo tomaria o inicio na missão, começando a analisar o lugar minuciosamente, começando pela loja de carnes, vendo se ali eu encontraria algum tipo de movimentação estranha ou objetos e coisas suspeitas. – Nós deveríamos começar a ser um pouco menos “inocentes” agora, você me entende Jou? – Falaria enquanto estivesse procurando por algo estranho próximo ao rapaz, tomando atenção para me manter por perto do mesmo e olhar por suas costas, no bom sentindo. E tomando ar novamente falaria no mesmo período, alguns segundos depois – Só... Fique alerta, e tome cuidado. É a nossa primeira vez. – Falaria com receio, mas por dentro não havia só insegurança, eu estava um pouco animado para saber como aquela história iria se desenrolar.



Spoiler:
 

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